História do cristianismo século a século. Eu quero fazer uma gravação aqui dentro de casa. Depois vocês decidem se eu volto paraa igreja ou se eu permaneço aqui.
Vou fazer esse vídeo já editado. Iria editar o da igreja, mas a qualidade da imagem quando eu puxo o zoom é deplorável. Então quero que vocês me suportem aqui.
Eu te recomendo pegar papel, caneta, um de pironazinha para não doer muito a sua cabeça, com garrafinha de café porque ajuda e um copinho d'água. Vamos para dentro. Os primeiros 100 anos após a era apostólica.
Antes de qualquer coisa, eu analiso alguns fatores históricos dentro do Novo Testamento. Os 27 livros foram redigidos até o fim do primeiro século da era cristã. Se considerarmos que João escreveu seus tratados a partir da nona década até o ano 95 do primeiro século da era cristã.
Teófilo, um alto funcionário da guarda pretória romana lá no Egito, cidade de Alexandria, especificamente, pediu que Lucas fizesse o tratado biográfico da vida de Cristo e da Igreja para que os irmãos esparramados pelo vasto do Império Romano pudessem ler o que estava acontecendo na Judeia, Peréia, Indumeéia, Traconiates, Decápolis, enfim, em todos os lugares que inicialmente Jesus colocou seus pés e a posteriore os apóstolos. Lucas fez todo esse trabalho porque também teve o privilégio de acompanhar Paulo em algumas de suas expedições missionárias, especificamente a terceira expedição missionária foi assistida pelo nosso querido irmão Lucas. Tanto é verdade que você tem ele na lista entre aqueles que ficam com Paulo enquanto ele está sob prisão provisional, que nós chamamos de domiciliar na cidade de Roma.
Ele registra o livro de Atos dos Apóstolos e nele você tem 30 anos, 32 no máximo. O período da ascensão de Cristo ao céu até entre os anos 62 ou 63 do primeiro século da era cristã. Considerando a possibilidade de que Paulo e Pedro morrem sob a égede imperial de Nero, Lucas não registra.
Então, nós consideramos o fato de que Lucas tinha sido dispensado da companhia apostólica de Paulo. Tanto é verdade que quando Paulo escreve para Timóteo na segunda epístola, ele pede que Timóteo vá ter com ele depressa, porque ele registra ali que somente Lucas estava com ele, que todos o abandonaram, o que faz com que entendamos que Lucas fica com Paulo até próximo do período em que ele vai ser martirizado, mas não registra este fato. Lucas, ele registra apenas o último capítulo de Atos dos Apóstolos e sequencialmente a igreja se estende até nós.
Olhando o que Lucas registrou para Teófilo, você tem dos capítulos um ao capítulo 7, o Evangelho atingindo a região da Judeia, Peré e Traconiates. No capítulo de número oito, você tem o evangelho chegando a Samaria. No capítulo 9, na região de Damasco.
No capítulo de número 10, Cesárea Marítima. No capítulo de número 11, você tem o evangelho chegando Antioquia da Síria. Nos capítulos 13 e 14, o evangelho vai para Pafos, para Perg, na Panfília, paraa Galácia do Sul, passando pela Atália.
Capítulos 16 e 18, você tem o evangelho atingindo a região greco-macedia e a Acaia. Capítulo de número 19 e 20. Ásia menor e meridional Fría, Capadócia e Vale do Lico.
Capítulos 278. O evangelho atinge as ilhas de Malta, posterior e Roma e com pretensões de chegar até Espanha. Isso é o que nós temos por registro biográfico da cronologia em capítulos de quando e onde as cidades foram alcançadas como países pelo poder do evangelho.
O que eu gosto de considerar é o que os apóstolos fizeram no primeiro século da era cristã para não dizer que eu fui para o segundo sem passar pelo primeiro. Primeira observação que eu quero fazer, eu vou evitar aqui falar de Stevan e de outros mártires, como por exemplo, o próprio Timóteo morre, provavelmente na cidade de Éfeso, quando ele tenta fazer uma interrupção a uma processão, se eu não estou equivocado, aos deuses da cidade, talvez até a própria Diana. Ele foi pisoteado e a predesade morreu.
Eu não vou entrar nesse bojo. Fiquemos apenas com os 12 discípulos de Cristo. O primeiro foi o Tiago Menor.
Ele foi morto em Jerusalém a fio de espada por Herodes Agripa. Lembrando que o Herodes, o pai, o grande, o magno, ele morreu ali entre os anos 4 ou ciro século da era cristã. Uma monarquia totalmente brutal e carrasca.
Ele ganhou até popularidade por causa do Big Abigd, do templo que ele havia construído, cuja carga tributária para sustentar aquele tempo era de 20% a 25%. De 20 a 25%, e ele tinha pelo menos 10 vezes de área de construção maior do que o templo de Salomão e podia comportar de pés em todos os pátios, em torno de 115. 000 1 espectadores, pátio dos homens, mulheres e até pátio de cambistas, onde Jesus frequentemente visitara e nem sempre o seu espírito estava alegre.
Muito bem. A partir de então a gripa ele decepa Tiago a fio de espada. Pedro ele funda o trabalho na cidade de Antioquia da Síria, que diga-se de passagem evangeliza o mundo de sua época.
Ele morre provavelmente em Roma e aí as datas são diversas. entre os anos 64, 66, alguns falam até em 67. Certo é que Paulo morre em um dia e Pedro morre no outro.
André, o seu irmão, ele vai paraa Ásia Menor, pra região da China, para Turquia, especificamente da cidade de Bizâncio, aquela que foi conquistada por Constantino e que deu a ela o seu próprio nome, cidade de Constantinpola, que ficava no estreito de Gil Baltrar. E Constantino mudou a sede do império em Roma para lá para evitar as invasões dos bárbaros. Essa cidade foi vítima de diversas embostagas e lá paraa frente, quando nós formos estudar o tempo dos otomanos, a cidade caiu e ela é hoje de domínio religioso dos muçulmanos.
Eu estou me referindo à cidade de Istambul. Ele foi morto, o irmão André, crucificado numa cruz em X, provavelmente na caia, ali nas proximidades da região de Corinto e de Atenas. Tomé, aquele que não acreditara acreditando, ele foi paraa Síria, paraa Índia e para Partos.
Olha que coisa interessante, o mesmo lugar onde Pantenos também trabalhar a posteriore e tantos outros que fizeram obras fundamentais ali. Ele foi transpassado por lanças e morto na região da Índia. Mateus, ele pregou na Judeia, na Etiópia, na Macedônia, na Pérsia e entre os partos.
Ele foi morto, provavelmente na região da Etiópia. Felipe, ele pregou em Cartago, na Grécia, no norte da África. Ele foi apedrejado e a posterior crucificado em Hierápolis.
Região do Vale do Lico, contornando ali a Frí Capadócia lá onde Epáfras fundou a igreja, não só em Hierápolis, mas também em Colossos e em Laudissia. região apentada, ah, posteriore, finalzinho do primeiro século da era cristã pelo nosso querido apóstolo João Bartolomeu, ele pregou na Índia, pregou também na Arábia, fundou trabalhos na Armênia e ele foi esfolado na região russa do Gaguestão. Lembrando, o próprio Michelangelo quando pintou na Capela Cistina, ele pintou Bartolomeu com as peles nas mãos, porque acredite se quiser, ele foi esfolado vivo numa morte profundamente tenebrosa.
Tiago Menor, ele pregou em cidade de Jerusalém, na Síria, foi apedrejado até a morte. Simão, o Zelote, Egito e Persa, cerrado pelo meio com uma serra e posteriormente queimado na região da Armênia. Judas, o também chamado de Tadeu, ele pregou na Pérsia, na Induméia, na Armênia, lanças, machados e fogueira na Pérsia.
são possibilidades de morte que ele havia sofrido. João, Ásia Menor e Éfeso. Lembrando que esse morreu de velice após uma tentativa frustrante, conforme os registros não só de Eusébio, de Cesareia, mas do próprio Tertuliano, que é mais recente, de que ele teria sido submerso numa caldeira de azeite fervente e consequentemente ele não conseguiu morrer porque Deus o poupara para dar a ele os livros que nós temos, especificamente também o livro de Apocalipse.
também precisava lidar com os gnósticos, né? A última voz apostólica a fregar toda esta ideia. Matias, ele foi pra região da Síria, da Etiópia.
Ele foi morto por decaptação. Tiago justo ficou em Jerusalém e ele foi morto por apedrejamento. Você tem estas informações e elas estão escondidas um tanto quanto na tradição.
Ademais, é só olharmos as páginas do Novo Testamento, especificamente o livro de Atos, e compreendermos pelo menos a história escriturística de 30 anos, comportamento da igreja de modo geral. Após a era apostólica, nós tínhamos algumas dificuldades perfume de Cristo, principalmente porque era de responsabilidade dos discípulos, dos discípulos de Cristo levar adiante a mensagem do evangelho. Do primeiro século, tudo se encerra e inicia-se agora uma nova era, a era pós-apostólica.
Diversos nomes são dados aí na literatura mundial para esse período, mas a partir de então nós vamos trabalhar muito com esta ideia da patrística, trazendo alegações de que estes homens, os discípulos dos discípulos dos discípulos dos discípulos de Cristo são os pais, os pais do cristianismo nos primeiros séculos da era cristã, porque a igreja ela cresce diante do judaísmo a priori a posterior diante do mundo gentil e de modo geral vai mergulhando em todo o vasto império romano. Se você pegar, por exemplo, a história dos mártires de Sebasti após a aliança entre Constantino, depois de ter vencido Maxencius entre os anos 312 e 313, ele faz uma aliança com Galerilzinho. O Imri Romano nessa época funcionava numa espécie de tetrarquia, de modo que estes homens dominavam o império.
E eles fazem uma aliança chamada Édito de Milão. E os cristãos têm liberdade professar a sua fé há quando ano 320, mais ou menos, o quto século, mas ali existiram um marcha chamado mártires de Sebasti. Eram 40 homens que morreram cristãos dentro da própria guarda pretória.
Então o evangelho atinge violentamente o império romano. Quando Paulo escreve a sua carta, ele chega a dizer: "Os santos da casa de César vos saúdam". É o período então de definir a identidade, a doutrina e a estrutura da igreja diante de três grandes problemas.
Pastor, e a igreja tem problemas? Ah, não é pouco perfume de Cristo. O primeiro, as perseguições estatais e populares inicialmente começam por conta do próprio judaísmo.
É ele que impede os cristãos a princípio de levarem a mensagem do reino a posterior o próprio império romano. Depois, heresias internas e sincretismo cultural. Vocês já me viram falar aqui que logo no primeiro século da era cristã, entre os anos 63, 64 ou 65, já havíamos visto na história do cristianismo cultos a anjos na própria igreja de Laudissia, o que faz com que Paulo refute, escrevendo a carta aos Colossenses.
O desprezo filosófico também era um outro problema, não só filosófico, mas filosófico, religioso. que na verdade nós tínhamos até uma influência sincrética dentro da igreja por conta de uma personagem véotestamentária. E eu digo véotestamentária porque não é nem tão antiga.
Ela tá no período intertestamentário e ela entra até um pouco dentro do nosso próprio período, que é Filon. Ele quis harmonizar a a filosofia grega, era amante de Platão, Aristóteles e Sócrates e LTDA, com os escritos de Moisés. Então ele começou a alegorizar muito o Antigo Testamento para colocar as mesmas verdades que tinha na boca de Moisés, também na boca dos filósofos.
E isso trouxe uma contrariedade sincrética, missigenada e cultural para dentro da igreja. Então, anotou os três inimigos, perseguições, heresias e desprezo filosófico político dos irmãos que estavam pela primeira vez experimentando essa boa nova, essa boa notícia. Em segundo lugar, o crescimento da igreja e o seu testemunho.
Pastor, e a igreja cresceu? Cresceu sem marketing, sem absolutamente nada de marketing, a não ser a vida daqueles que verdadeiramente vivenciavam o evangelho. A igreja cresceu dando testemunho de três formas.
Primeiro, com palavras. Cada cristão era um missionário. Eu eu vou repetir.
Cada cristão era um missionário. Tanto é verdade que o próprio Plínio, quando vai escrever para Trajano, entre os anos 98 e 117 do primeiro século da era cristã para o segundo, ele disse que estava praticamente impossível lidar com os cristãos no que se diz respeito à popularidade porque o povo os amava. Ele especifica três virtudes muito características das comunidades cristãs daquela época.
uma fidelidade inabalável a Cristo. Até o próprio eh Clínio diz que eles se reuniam no dia do Sol, que era o domingo, para cultuar a um Galileu chamado Jesus, a quem eles tinham por Deus. Também ele falou sobre a simplicidade destes cristãos e a ética moral extremamente elevada.
Tanto é que tem uma carta de Hilarion para sua esposa Alice do primeiro século antes da era cristã, que diz o seguinte: "Acolha o nosso filho com amor e com carinho e cuide dele se for homem. Se for menina, abandone-a e a dispense. Jogue fora.
Era um funcionário, escravo ou soldado romano que estava em Alexandria, escrevendo para sua esposa o comportamento que ela deveria ter com a gestação. Se for menino, adote, fique. Se for menina, jogue fora.
As crianças que eram jogadas fora era geralmente cuidadas pelo cristão. foi o cristianismo que ressignificou papéis sociais, éticos dentro do Império Romano a partir do momento em que ele se institucionalizou. Isso nós não podemos negar.
Tanto é que no quto século da era cristã, nós temos uma carta onde Juliano, apóstata quto século da era cristã, escreve provavelmente para Libanios, um grande retórico de sua época que tinha por discípulo João Crisóstomo, que viveu entre os anos 347 a 417 da era cristã. João Crisóstomo era considerado o possível sucessor de libos, mas os cristãos, como o próprio Libanos diz, o roubaram de nós. João Crisóstomo se tornou um dos maiores querigmáticos pregadores exegetas do seu tempo.
Na carta entre Juliano Apóstata e Libanos, Juliano fala que estava muito difícil eliminar os cristãos porque eles eram extremamente cuidadosos, não somente com os próprios órfãos, mas como órfã e viúvas dentro do Império Romano, cuidando inclusive dos gentios. Tanto é verdade que Juliano, apóstata. Não vou entrar sobre o caso dele agora, só na quarta aula.
Ele quando morreu disse assim: "Ó Galileu, tu venceste-me". Então os cristãos pregavam não só por palavras, pregavam por atos, porque tinham testemunho e pregavam com a sua própria vida. Tanto é que você tem aquela frase de Tertuliano: "O sangue dos mártires é a semente de toda igreja".
a igreja crescendo e tomando todo o império romano. E outra, o império romano, de certo modo, acreditava que o cristianismo enfraquecia o império. Eles gostavam muito mais daquela religião ligada àquele panteão.
O panteão romano é o mesmo panteão grego. Mudam-se apenas os nomes. Eu não vou entrar nessa ladaainha mitológica aqui agora não.
O que eu posso dizer para você é alguns mandatários que perturbaram um pouco o cristianismo. O primeiro enério entre os anos 64 e 68. Domiciano.
Esse foi que prendeu a João entre os anos 81 e 96. Trajano entre os anos 98 e 117. Quando esse Trajano escreve para Plo, eles não gastem recurso do governo com cristãos, não.
Agora, se eles perturbarem vocês, você aí sim extermine-os. Adriano, entre os anos 117, 138, você tem Antônio Pil entre os anos 138 e 161. Marcos Aurélios.
E aqui temos alguns mártires importantes desse tempo, inclusive felicidade, seus sete filhos, daqui a pouco eu falo sobre ela. Entre os anos 161, 180, cômodos. Você tem entre os anos 180 e 192, pertinás no ano 193, o imperador imperino.
Dídio Juliano, não é o Juliano apóstata do quto século. Este é do ano 193 e sétimos severo. Entre os anos 193 a 211.
Fiquemos, portanto, dentro do segundo século. As perseguições se dava por conta de uma única coisa. Os romanos não importavam de cristãos serem cristãos.
Eu eu repito perfume. Os romanos não importavam-se dos cristãos serem cristãos. Os romanos importavam-se dos cristãos serem apenas cristãos.
Eles não admitiam a possibilidade de que um cristão pudesse ser politeísta. E politeísmo aqui está muito mais vinculado à capacidade que cristãos têm de fornecer ao imperador culto. Então esse era o principal problema.
Isso foi o problema. Ah, se não foi o próprio historiador romano Tácito R, ele também era senador e ele era historiador. Ele disse que os cristãos cobertos com peles de ovelhas ou cabras eram entregues a cães esfaimados e a ursos para serem dilacerados em espetáculos públicos ou eram atrelados a postes cobertos com peles e pinches queimavam para servirem de luzeiros em postes, especificamente nos jardins de Nero.
A perseguição era terrível. O indivíduo que negasse a Cristo nas perseguições recebia até um certificado, igual esses aqui de trás, diploma. Sim, um certificado de sacrifício.
O nome do certificado era libelos. Guarde esses nomes, perfume, estude. Se tiver difícil o vídeo, pause e repita.
Esse certificado chamava-se certificado de sacrifício. Era chamado de libelos. O cristão que negava a Cristo ou que subornava soldados romanos para não sofrerem e permanecerem com sua fé, recebiam esse documento.
O problema é que no terceiro século da era cristã tínhamos dois líderes, Cipriano de Cartado e Novaciano. Houve rivalidades entre os dois para ver se esses cristãos eram readmitidos na igreja. O novaciano não quis saber, não.
Não aceitava cristãos que negassem a Cristo. Já Cipriano de Cartago flexibilizou um pouco e ele deixou apenas que obreiros não pudessem voltar. Isso foi nos dias de 10 25, lá no quto século da era cristã.
Houve uma nova disputa entre Donátilio e também Agostinho Dipona nos dias da perseguição de Diano. Mas a gente vai ver isso mais paraa frente. Nestas duas ocasiões, nós tivemos rupturas institucionais dentro da igreja.
Deixa eu falar aqui para ti, perfume de Cristo. Quando falarem para você que quem dividiu a igreja foi Lutero, nunca foi. Lutero não propôs divisão, propôs um retorno.
Retorno aonde? As escrituras. Novaciano já dividiu primeiro, o os donatistas dividiram depois e antes dele os marcionistas e tantos outros que dividiram a igreja de Jesus Cristo de modo geral.
Mas a gente vai trabalhando isso aos poucos, tá bem? Nessa época, além dos livros dos Evangelhos e das epístolas paulinas universais, você tinha dois outros livros que reportam muito bem como a comunidade cristã lidava com os aspectos litúrgicos, religiosos, denominacionais. Os dois livros são muito conhecidos.
Eu vou extrair aqui três pontos de cada um. né? O pastor de Hermas e o próprio de Daqu, inclusive o próprio pastor de Hermas perigou de entrar no kenon do Novo Testamento, mas ele trabalhava algumas coisas assim preocupante sobre o batismo, tais como a possibilidade de o batismo lavar pecados e batismo não lava pecados e de que Deus só perdoaria um único pecado capital.
Pecado capital nessa época eram três pecados capitais: adultério, fornicação e idolatria. Durante as perseguições de Décio, 250 à frente, o pecado de apostasia entrou como pecado capital. E isso vulgou até os dias de Donátilio e Agostinho de Pona, quando eles discutiam se cristãos desviados podiam voltar paraa igreja.
Então, a igreja dos primeiros séculos, dos dois ou três primeiros séculos, condenava muito a prática da apostasia, do adultério, da fornicação e da idolatria. Os dois livros, o de daqu, ele era um livro bem normativo. Entre os anos 80 e 110, ele foi escrito.
Ele trabalhava algumas questões que eram práticas. a questão do dia a dia da fé no manual prático de vida cristã, a questão do batismo, que deveria ser com água corrente, o uso do nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Não havendo água em abundância, poderia-se fazer o batismo por aspersão, desde que se jogasse três vezes sobre a cabeça do batizando água nela.
Uma outra observação é que era exigido um esforço profundo para que a pessoa tivesse consciência da decisão que tomara. Tanto é que João Crisóstomo ficou sendo um catecúmeno dentro do catecumenato que era ai o treinamento para ser batizado pelo menos 3 anos era muito comum, não se afogava qualquer um nessa época, não. Oração, jejum e palavra eram elementos que eram muito bem trabalhados lá.
Tanto é que existia uma volta o seguinte: se você se levanta pela manhã e sabe que em algum lugar a instrução da palavra, primeiro vai lá, depois vai para os seus afazeres. Eles vogavam isso muito, muito, muito. Uma outra questão era a questão da ceia do Senhor, celebração, comunhão e ação de graças aos domingos, o dia que era conhecido como dia do sol.
Se você pegar, por exemplo, o primeiro livro Apologia de Justino, na sessão 67, você vai ver ele falando isso, que a igreja do primeiro segundo século costumava se reunir para partir o pão todos os domingos. A disciplina era comunitária, tanto para obreiros e membros, eu não disse para vocês aqui, obreiros que negassem a Cristo, estes nem na escola de Cipriano, que era mais flexível, poderiam voltar para dentro do núcleo da igreja. quanto mais exercerem funções.
A organização da igreja foi trabalhada no estabelecimento de ministros, bispos, presbíteros e diáconos, até para ratificar e defender a ortodoxia que já estava começando a ser ameaçada, como daqui a pouco a gente vê. O outro livro é o pastor de Hermas, entre os anos 90 e 150. É um livro de ensaio moral e espiritual, com ênfase num arrependimento, vigilhança constante, preocupações práticas do cristão frente à comunidade de seu tempo.
Ele é um cristianismo profundamente moral e pastoral. O pastor de ermas é um dos textos mais importantes dos primeiros séculos da era cristã. E para você ler Perfume de Cristo é só dar um Google que você acha ele em PDF em diversas versões, tá bom?
Nessa época tínhamos um problema também começando a surgir no ambiente da igreja, não surgindo ainda especificamente. Agora mesmo eu vou trazer para você uma lista de Richard Nibor. O que ele trabalha?
Ele trabalha com como os cristãos daquela época lidavam com a cultura de seu tempo. Que que é cultura hoje? Netflix é cultura.
Música secular é cultura. Naquela época, cultura geralmente era ler livros pagãos, livros filosóficos. Eles gostavam de ler muito um filósofo chamado Cirilo e tantos outros.
Até que ponto os cristãos poderiam fazer uso desse tipo de literatura que naquela ocasião era a cultura secular. Você tem então na classificação de Nibbor alguns pontos. Primeiro você tem Cristo contra a cultura, o Cristo da cultura, Cristo acima da cultura, Cristo e a cultura em paradoxo e Cristo transformador da cultura.
Então são cinco pontos aqui que você tem de observar. No primeiro século da era cristã para o segundo, no caso, no segundo século, você temtuliano. Ele é contra a cultura.
Tanto é que ele diz: "O que tem em Jerusalém com Atenas? " Nada. Cristo da cultura é o Zébio, que escreveu a história eclesiástica um pouco mais paraa frente.
Cristo acima da cultura é Clemente, origens de Alexandria, e também Tomás de Aquino, na época ali mais do racionalismo, chegando naquela época na teologia escolástica. Cristo e a cultura em paradoxo é Lutero. Não dá para freiar essas características culturais.
Sempre tem que haver esse diálogo entre cultura e evangelho. E Cristo transformador da cultura, um pouco de Agostin de Pona. E até o próprio Calvino trabalhou muito bem essa ideia, os Wingli de modo geral.
Nessa época em que o Império Romano quis dar respostas aos cristãos, uma delas foi através do martírio. Você viu que eu trabalhei aqui as perseguições, mas eu pulei e expliquei como os cristãos se comportavam. Agora eu vou mostrar quais foram os homens que morreram no segundo século da era cristã para você anotar.
Eu vou trazer primeiro aqui Inácio de Antióquia. Ele viveu entre os anos 35 e 107. Portanto, ele morreu logo no início do segundo século.
É dele aquela famosa frase: "Sou trigo de Deus e os dentes das feras hão de moer-me para ser apresentado como pão limpo a Cristo. Agora que pereço, por conta do seu nome, posso ser chamado de discípulo. " Policarpo de Esmirna, entre os anos 69 a 155, ele foi discípulo de João.
Ele esteve assentado com João em Esmirna. Ele encontrou com Marcião de Sinópol. Daqui a pouco a gente fala um pouco sobre isso.
Ele recusou a negar a Cristo com 86 anos de idade. Morreu louvando a Deus. Não foi amarrado e foi queimado.
As chamas não contaminaram o seu corpo e o soldado romano desferiu-lhe um golpe no peito com uma lança ou espada. E ele morreu embora na fogueira sem ser queimado, porque Deus o protegera do fogo. Felicidade e seus sete filhos.
Em 162 a 165, ela foi morta por uma personagem que era o governador Publius. E foi muito interessante porque quando ela foi inquerida com seus sete filhos entre 12 a 20 anos de idade, ela conversou com todos eles. Nenhum pestenejou.
Eu estou lhe dizendo que quando essa trombeta tocar, nós veremos homens e mulheres negros e brancos, gordos e magros, livres e prisioneiros, que lá no céu vão brilhar como astros no universo e nós desapareceremos como uma me soprada pelo vento. Essa mulher morreu, sabe o que ela diz para o governador? Eu viva te venço e se me matares, eu morta te vencerei mais ainda.
Foi a mesma fala na boca de todos os seus filhos. Da criança ao jovem, todos morreram sem pestenejar. Sabe quem era o imperador?
Marcos Aurélio, aquele do filme, do filme, né? O gladiador. Você tem os mártires da Gália.
E aqui você tem Blandina. Sabe quantos dias Blandina? No ano 177 ficou sendo submergida a perseguições e torturas implacáveis.
Sabe quantos dias? Quatro. Na região hoje que é a região da França, na região da Gália, ali nas proximidades de Lião ou de Viena, ninguém sabe aonde, durante quatro dias ela foi pisada por touros, amarradas em touros, espancada com ferros, queimada com fogo.
Durante quatro dias, a única fala de Blandina foi: "Eu só sou uma cristã. Que mal há nisso? Ela morreu diante daquelas pessoas.
Lembra que eu disse no início que os cristãos pregavam por palavras, por ato e com a vida? Estes testemunhos saltavam na plateia infervescente e quando eles voltavam para casa, o Espírito Santo falava na mente daquelas pessoas: "Como pois pode homens e mulheres, livres e prisioneiros, ricos e pobres, homens extraordinários ou não, doarem-se e se deixarem mastigar por feras, por fogo, por cães, por touros e não negarem a sua fé. " O testemunho desse povo é tão grande que a própria reformista Teresa Dávida, a partir do ano 1520, com 7 anos de idade, ela leu essas histórias.
Ela foi para o Egito para martirizar-se até que o seu tio a encontrou. Ela fugiu da casa do tio, se internou dentro de um mosteiro e foi ser o que se tornou uma boa mística para se ler. Um filtro, né?
Claro, perfume de Cristo. E você hoje pensa que é muita coisa e às vezes eu também. É muito complicado.
Nesse tempo eu estou lidando aqui com a questão das perseguições, mas tínhamos uma perseguição que era a perseguição intelectual. Para com essa ideia, perfume de Cristo, de que o povo do primeiro século era burro. Não era ninguém era burro ali, não.
Não, eram pessoas simples. Mas eu não preciso ser burro porque sou simples. Eu não preciso ser estupidificado porque sou simples.
A minha simplicidade não está atrelada à instrução. A minha simplicidade está atrelada ao meu Senhor, à vida que eu vivo. Existem pessoas que são extremamente inteligentes e são extremamente humildes.
Existem pessoas que estão extremamente ignorantes e são extremamente soberbas. Aquele povo era muito entendido. Tanto é que levantaram-se outros homens chamado de os apologistas.
Foram eles que defenderam a verdade, o amor e a razão diante das acusações daquele templo. Pastor, mas a igreja sofria acusações intelectuais? Sim.
De canibalismo. Por que, pastor? Comiam carne e sangue.
E você sabe de quem? Do Senhor Jesus. acusados de incesto por causa das terminologias irmãs, irmãos.
Os romanos ficavam perturbados com isso. Eram acusados também de adoração a animais. Já pensou?
Talvez por causa do termo ictus. Lembra do nome da do símbolo do peixe em Romanos? Jesus Cristos Theus e o Soter.
O nome de Cristo era associado à figura de um peixe. Inclusive naquela época, quando cristãos queriam se encontrar sendo perseguidos, uns faziam a metade de um peixe na rua e passava um pouquinho, o outro completava e aí que eles ficavam olhando, aí sabiam que aquele era cristão, podiam se encontrar. Era uma forma de comunicação.
Nessa época você tem algumas pessoas que foram importantes nessa época. O primeiro, Justino Marte. Ele entre os anos 100, 165, ele ligou a fé à razão.
Ele não diz só que fé é fé sem razão, não. E aí tem aquele diálogo, né? Eu entendo para crer ou eu creio porque eu entendo.
Mas esse aqui a gente vai entrar nisso aí também. Justino Marte, ele ligou à fé e a razão afirmando que Cristo era a verdadeira filosofia. Ele escreveu o livro Apologia, número um, número dois e o diálogo contra Trifão.
Era um judeu. O diálogo foi bem interessante entre eles. Nem ele convenceu o judeu de que Jesus era o Messias e nem o judeu o desconvenceu de que Jesus era o Messias.
O discípulo dele é o nosso querido irmão Taciano entre os anos 120 e 180. Esse foi importante porque ele fez uma obra chamada Diataron, que é a primeira harmonização dos evangelhos cronologicamente. Mateus, Marcos, Lucas e João.
Pastor, qual foi a primeira Bíblia cronológica? Bíblia não, mas o primeiro evangelho cronológico é o dia escrito por Taciano, discípulo de Justino mártir, entre os anos 120, 180, que além dessa obra, ele fez também um grande livro chamado O discurso dos gregos. Você tem uma outra obra desse tempo, na época dos apologetas, chamadas de Atenágoras, uma obra especial desenvolvida entre os anos 177, 178, argumentando racionalmente a questão da ressurreição dos mortos.
O seu livro se chamava Sobre a ressurreição dos mortos. Você tem Teófilo de Antioquia. Ele escreveu entre os anos 170 a 185.
Ele escreveu a um amigo, a um outro pagão chamado Autólito. A sua obra tem três volumes. Ele mostra Deus como criador do universo, combatendo aquelas ideias gnósticas e históicas no seu livro.
E aí tem muitos outros elementos. Daqui a pouco a gente aborda um pouco com gnosticismo e Marcião e você vai entender. Tem o autor daquele diálogo a Diogneto.
Nós não sabemos especificamente quem escreveu, mas foi entre os anos 130 a 200, logo no segundo século da era cristã. Eles defende. E no livro era defendido que os cristãos eram a alma do mundo, mesmo sendo os cristãos rejeitados por este mundo.
Nessa época, as heresias já infiltraram dentro da igreja, tentaram infiltrar logo no primeiro século da era cristã. Você vê algumas epístolas do Novo Testamento sendo apologéticas. Ah, epístolas de João, pelo menos duas, especificamente, com o Evangelho, a própria carta de Pedro na segunda epístola, o próprio tratado de Paulo aos Colossos, o primeiro inimigo que entrou foi o gnosticismo, a mistura de cristianismo com platonismo e misticismo oriental, já invadiu a igreja.
Você tinha eles negando essa questão da encarnação, porque os gnósticos não acreditavam que a matéria era boa, a matéria era má. Então eles criam um demiúgo. O Deus do Antigo Testamento é mau, o Deus do Novo Testamento é um bom deus.
E você tem algumas obras que foram combatidas e alguns pensamentos. Você tinha, por exemplo, um pensamento muito equivocado de Basílies. Ele acreditava que a salvação vinha por meio de múltiplos ions ou eons.
Aí já é um assunto mais ligado à logosofias. Essas questões de nova era e de religiões esotéricas. Você tinha nessa época, Valentino, ele dizia que a salvação vinha por uma espécie de gignnose, de conhecimento.
E foram líderes, líderes gnósticos influentes. E isso é ruim porque eles negam a salvação por meio do sacrifício de Cristo. Até porque Cristo não poderia ter morrido porque ele não tinha corpo.
é uma ideia, a palavra grega de doquel, um um invólucro, um um um alguma coisa que aparentava ser um corpo, mas não era necessariamente um corpo. Aí bem aqui no segundo século você tem três pensamentos complexos. Eu não vou entrar neles aqui agora, mas o primeiro é o docetismo, o segundo era o hebionismo e o terceiro monaquianismo.
O docetismo trabalhava com a ideia de que Cristo tinha um aparente corpo físico e não era literalmente humano. Esse era o pensamento inclusive de Marcião de Sinópoli. Daqui a pouco eu falo sobre ele.
O hebionismo dizia que Jesus era um homem comum, escolhido por Deus, mas negavam a divindade de Cristo. monarquianismo. Aí você tem ele modalista e dinamista.
Eu não vou explicar agora porque a gente vai ter o dia de falar sobre isso. Dizer que Deus é único e absoluto. O monarquianismo ele nega a distinção em duas pessoas, no caso o Deus Pai e Deus Filho.
E você tem ele modalista e dinamista. A gente vai abordar isso depois. Mas o principal rival da igreja foi Marcião.
Marcião ele foi complicado porque ele via o Deus do Antigo Testamento como um Deus mau, o Deus do Novo Testamento como um Deus bom. Ele começa o seu evangelho a partir do quarto capítulo de Lucas, no versículo de número 31, quando o texto diz: "E desceu Jesus para Cafarnaum na cabeça de Marcião de Sinope, ele desceu dali. Ele pegou o evangelho de Lucas, picou todo, tirou toda a parte que atestava a humanidade de Cristo, pegou alguns escritos de Paulo e ele mesmo pela primeira vez fez o Canon, os livros que deveriam ser utilizados como sagrados.
Me parece que ele encontrou em Roma com Policarpo e ele se gabando de ser alguma coisa, ele disse para Policarpo: "Tu sabes quem eu sou? " Policarpo olhou para ele e disse: "Sei, tu és o primogênito de Satanás". Marcião foi refutado e foi por causa dele, deste homem, que a igreja se reuniu para definir o que de fato era ortodoxia ou não.
Foi a partir de então que o Canon foi trabalhado e a gente vai ver isso a partir da aula que vem. Nós temos aqui algumas listas que já funcionam muito bem, mas na outra aula a gente vai ver melhor toda essa ideia. Sendo assim, a igreja de Cristo reage estas implicações e ela faz isto de três formas.
Primeiro, ela estabelece o kenon do Novo Testamento, quais eram os livros que deveriam ser lidos. Na aula que vem eu vou abordar as primeiras listas e quando elas surgiram e porque elas surgiram. Numa segunda instância você tem a questão do credo, o que era ortodoxia ou não.
E numa terceira instância estabeleceram-se bispos para que a fonte de autoridade a partir de comissões de entendimentos fossem estabelecidos dentro destes territórios a partir destes bispados, como se alguém estivesse dizendo qual era o pensamento comum entre todos os colégios, vamos colocar essa palavra, apostólicos daquela época. Então, essas foram as três formas que a igreja refutou. O Kenon, porque Marcião já tinha feito o próprio Kenon dele, é a lista dos livros.
Essa lista já desde 167, 180 comatório, ela sempre existiu a lista dos livros do Novo Testamento, que são 27, o credo, o que de fato era fé, os símbolos dessa fé, como isso deveria ser recebido pela igreja, e o próprio bispado, os bispos. Então, Canon, Credo e bispos. Nessa época você tem alguns pais que nós chamamos de os pais da igreja ou eram as vozes que as pessoas ouviam nessa época.
Irineu de Leão, entre o ano 130 a 202. Ele combateu o gnosticismo e afirmou: "Aonde está o espírito de Deus, aí está a sua igreja". Tertuliano de Cartago.
Esse é muito conhecido e muito querido das igrejas, principalmente trinitárias, porque ele criou logo no início essas cognominações. O termo trindade foi ele que cunhou. O termo encarnação foi ele que cunhou.
Além de ter criado 509 substantivos, 284 adjetivos e 161 verbos. Um outro homem importante é o próprio Clemente entre os anos 150 a 215. Origens, que era o seu discípulo entre o ano 185 a 253.
Este último foi maior do que aquele. Inclusive tentou se martirizar duas vezes porque o seu pai foi o mártir, a sua mãe escondeu as roupas e ele nu não teve coragem de ir se martirizar. E louvado seja Deus por isso, porque eles criaram pontes de comunicação entre os gnósticos, entre os hereges, defendendo a fé e resgatando a muitos dos enganos.
Por exemplo, no seu livro Contra Celsi, um dos textos mais importantes de apologia que Origens desenvolveu no tempo de sua vida. A vida cristã da igreja no segundo século da era cristã era muito marcada por um cristianismo extremamente autêntico. Você tem, por exemplo, igreja formada inicialmente por pobres, muitos escravos.
Você tem o batismo precedido por um de profunda aprendizagem que é chamado de catecumenato. Os catecúmenos seriam hoje o que são os congregados, embora que nas igrejas hoje não tem mais congregados, mulheres também já estavam ativas no serviço cristão, no ensinamento também aqui e no testemunho. Diaaconisas, viúvas consagradas, mártires, inclusive já eram pessoas importantes.
Inclusive, o primeiro livro feminino da história do cristianismo é o Diário de Perpétua e registrando a história de felicidade de sua escrava. Não felicidade aquela que morreu sobre os dias de Marcos Aurélio, mas uma outra, você tinha mulheres já que faziam um bom trabalho. A prática de evangelização não era feita eh como grande cruzadas, eram feitas em praças, no diálogo, no comércio.
Eh, no quto século da era cristã, eu não se não equivocado, o próprio eh Gregório diz que estava impossível caminhar em Roma. Todos perguntavam teologicamente se o filho era gerado ou criado, maior ou menor do que o pai, vem primeiro do que o espírito, maior do que o espírito. Então, a teologia estava na boca do mundo já nessa época.
O martírio era muitas vezes o maior e mais evidente sinal de entregue devoção espiritual. Tanto é que tinha uns uns irmãos que assim não foram bons irmãos no sentido generalizado. O nome deles eram os circunciliones.
Para eles, o martírio era a maior dádiva cristã. Eles não são assim, eu vou colocar aqui uma palavra, não são para ser imitados, mas isso transmitia muito do que era alguém que era martirizado, qual era o nível de respeitabilidade. Inclusive, só quem podia perdoar pecados de pessoas que negavam a fé e queriam voltar pra igreja eram os confessores.
Confessores eram pessoas que tinham sofrido tentativa de martírio, mas por algum motivo foram livres do martírio. como o próprio João, por exemplo, ele seria um bom confessor. Bom, esse é o primeiro dos muitos, se Deus quiser e me dá graça da história do cristianismo, século a século, hoje, os primeiros 100 anos após a era apostólica, perfume de Cristo.
Eu espero que eu tenha te ajudado de algum modo e que isso aqui vire muito além disso que é uma gravação de vídeo e você do outro lado que seja de fato uma universidade na sua vida em nome de Jesus. S.