é muito bem pessoal como já falamos antes o tecido nervoso ele não existe no nosso organismo como um tecido isolado mas informando órgãos que juntos compõem o que nós chamamos de sistema nervoso nós vamos começar a identificar como todas essas células que vimos até aqui se organizam na formação dos órgãos que formam o sistema nervoso central uma das primeiras coisas que nós precisamos identificar é que no sistema nervoso central a uma segregação entre os corpos celulares de neurônios e os seus prolongamentos isso faz com que a gente consiga reconhecer no encéfalo e na medula espinal
duas regiões bem distintas denominadas de substância branca e de substância cinzenta a distribuição da minha linda que a responsável por essa diferença de cor que a visível nos cortes da fresco é isso porque essas inúmeras voltas de membrana consequentemente uma grande quantidade de ele pediu da essa coloração esbranquiçada para essa região que a gente deu uma mina de substância branca é justamente porque os principais componentes desta substância Branca são os axônios mielinizados além de oligodendrócitos e de algumas outras células da Águia a substância cinzenta que nessa região aqui ó aparece na parte mais externa é
formada por corpos de neurônios por dentritos na porção Inicial Não mielinizada desses axônios e também de células da glia é nessas região das nessa região de substância cinzenta que ocorrem as sinapses aqui na estrutura do sistema nervoso central na medula espinal e as organização entre aspas substâncias cidade modo que nós temos e externamente a substância branca e internamente na forma no que a gente chama de H medular a substância cinzenta as bordas do H são mais dilatados e são chamadas de cornos os cornos ventrais ou anteriores e o os sais ou posteriores nessa região do
corno ventral anterior estão as obras de neurônios motores cujos axônios dá origem às raízes ventrais dos nervos raquidianos eo corno posterior por sua vez recebe fibras provenientes de neurônios do Sono se localizam lá nos gânglios raízes dorsais dos nervos espinhais ou seja nessa região penetram fibras sensoriais os neurônios da medula ao longo de toda a sua extensão são multipolares e volumosos mas em cortes histológicos podemos identificar principalmente os neurônios que a gente chama de neurônios motores nessa região dos Cornos ventrais da medula por serem realmente neurônios bastante grandes então eles são bem característicos e corte
em bem característicos em cortes histológicos para diagnosticar também o órgão que está sendo visto e no centro do H medular a gente enxerga um canal que é O Chamado Canal medular então aqui nessa imagem gente tem externamente aqui substância branca e aqui na região do H medular com a substância cinzenta lá no centro o canal Central revestido por células aprendi uma áreas nesta região ciliadas e preenchido pelo líquido céfalo raquidiano e no cerebelo no outro órgão do sistema nervoso central nós temos a inversão das posições entre essas substâncias branca e cinzenta aqui a substância cinzenta
se localiza externamente e a substância branca e internamente a substância cinzenta forma que a gente chama de córtex cerebelar o cérebro seguem esse mesmo padrão de organização do cérebro o córtex cerebelar é responsável pelo equilíbrio pelo tônus muscular pela coordenação muscular esquelética e tão organizado histologicamente em três camadas celulares que são bem definidas muito fáceis de serem identificados a camada mais externa que é chamada de camada molecular que fica então logo abaixo da pia Mater com células bastante esparsas e onde fica toda organização da entre dica de células bastante grandes que são chamadas células de
purkinje o que se organizam então numa próxima camada do órgão que nasce imagem menor aumento não dá para visualizar ficaria mais ou menos nessa região e aqui aparece Então essas células que são grandes neurônios os dendritos se projetam então para essa camada que a gente chama de camada molecular que a mais externa que a gente acabou de ver e os axônios dessas células se direcionam lá para o Centro para seguir então pela substância branca do cérebro ela e a próxima camada do córtex e fica logo depois da camada de células de purkinje essa camada mais
escuro aqui é a camada que a gente chama de granular que é composta principalmente por pequenos neurônios são chamadas de células granulares aqui no cerebelo a gente tem uma grande um grande exemplo de como os neurônios podem ser tão mais bem variados aqui nessa camada granular nós temos os menores neurônios existentes no sistema nervoso e aqui nas células de purkinje camada de células e por quê os maiores neurônios que a gente tem então a gente é bem essa diferença né na variedade da forma de tamanho nesses neurônio Olá aqui é o nosso para vocês essa
imensa arborização desses dendritos das células de purkinje A então um aumento dessas folhas cerebelares né dessas dobras que o cerebelo apresenta tudo isso aqui é região de córtex cerebelar substância cinzenta a substância branca aqui no meio então nós temos internamente camada molecular nessa imagem aqui camarão molecular camada de células de purkinje aqui estão elas e camada granular Então essas células de purkinje tem toda a arborização dendrítica dela voltada para essa região da camada molecular já são bem visíveis nessas lâminas histológicas e esse sem gritos ocupam a maior parte dessa camada molecular deixando Então as demais
células que existem ali bem espaços bem distantes uma das outras e com pouco espaço entre elas por isso que a gente vai enxergar essa região mais clarinha na microscopia óptica no corte com coloração com h e como a próxima camarada que agranular tem uma grande quantidade de neurônios Olha só e os núcleos estão bastante próximos uns dos outros a gente vai enxergar essa camada mais escura é muito fácil de fazer essa diferenciação dessas três camadas do córtex cerebelar e ó e além de identificar essas três camadas no córtex do cerebelo a gente consegue identificar também
que o interior do órgão é formado pela substância branca Tá certo então aqui a gente tem as folhas cerebelares todas essas dobras que aparecem no cerebelo região do córtex com as três camadas região da substância branca e internamente aqui um detalhe substância Branca internamente e as três camadas do córtex cerebelar camada molecular camada de células de purkinje e camada granulosa não isso é diagnóstico histológico de cerebelo enxergou essas três camadas no córtex só pode ser o cerebelo e no quarto é que cerebral a substância cinzenta está organizada em seis camadas que são diferenciadas pela forma
e pelo tamanho dos neurônios os arranjos de certas regiões aqui do córtex cerebral eles recebem e processo impulsos aferentes sensoriais que chegam até aí em outras regiões esses neurônios diferentes motores geram impulsos que vão controlar movimentos voluntários Então essas células do córtex cerebral são responsáveis pelas funções de aprendizado memória integração sensorial análise de informações sensoriais e também de iniciação de todas as respostas motoras bem mas sabe-se que esse corte que cerebral tá dividido em seis camadas histológicas que são compostas por neurônios que exibem uma morfologia exclusiva em cada camada em particular a essas camadas são
de fora é a camada molecular a camada granulosa externa a camada piramidal externa a camada granulosa interna a camada piramidal interna EA camada de células Poli Poli mor faz né ou multiformes no desenho muito lindo né Fácil de ver bem organizado mas vale na lâmina histológica como tudo isso se mistura e essa separação se torna bem mais difícil até porque essas camadas elas não são perfeitamente separadas ela se fundem umas com as outras nos seus limites Além disso algumas regiões do córtex em algumas regiões do córtex ó a mesma camada pode variar um pouco a
espessura de ficando dificultando ainda mais a identificação é mas mesmo que a gente não consiga definir exatamente não corre num corte histológico corado com HR essa seis camadas do córtex cerebral uma célula é aqui diagnóstico para a classificação e para identificação de córtex que é um neurônio piramidal a gente viu antes só que duas dessas camadas tem células piramidais tem neurônios piramidais é o que caracteriza um neurônio piramidal o núcleo bem um soma Aliás bem triangular com o núcleo Central aqui no corte com a daí a gente consegue observar nesses que são maiores né mas
por exemplo aqui na impregnação comprada a gente consegue ver que esse neurônio ele tem um soma bem triangular bem aspectos de pirâmide a gente consegue ver também as notificações dele mas o que nos importa que para classificar quanto à forma é observar este soma neuronal em chegou o neurônio piramidal Com certeza a gente está vendo uma lâmina histológica de córtex cerebral Então isso é extremamente importante para a gente fazer esse diagnóstico e essa seis camadas celulares que a gente acabou de falar elas estão presentes na região do córtex cerebral mais ou menos do limite até
aqui essas camadas vem nessa região de cortes onde a gente tem substância cinzenta e aqui se é melhor do que a gente viu no cerebelo e internamente aparece a substância branca é importante lembrar que o sistema nervoso central dele tá protegido por em voltar esse tecido conjuntivo que são as meninges é de fora para dentro a dura-máter aracnóide Ea pia-máter em toda a estrutura do sistema nervoso central essas meninas fazem essa proteção os vasos sanguíneos elas vão penetrar no tecido nervoso por meio de túneis que havia mata reveste formando os espaços que a gente chama
de pênis perivasculares mas essa piamarta ele vai desaparecer antes que esses vasos transforme em capilares na no interior do tecido nervoso e a gente lembra que quando ele se transforma em capilares eles vão ser totalmente envolvidos pelos prolongamentos os astrócitos para formação da barreira hematoencefálica e na formação do sistema nervoso periférico nós vamos ter o tecido nervoso e se organizando de diferentes maneiros para formar o que a gente chama de nervos e gânglios e no sistema nervoso periférico as fibras nervosas elas vão ser grupo em fechas de axônios que são envolvidos por bolinhas envoltórios de
sustentação de tecido conjuntivo esse conjunto dá origem aos negros Então fecha de axônios e as bolinhas que envolvem formam os nervos o tecido de sustentação desses nervos é constituído por uma camada fibrosa mais externa de tecido conjuntivo denso que o epineuro que reveste o nervo e acaba preenchendo espaço entre os feixes de fibras nervosas cada um desses feixes é revestido por uma bainha de várias camadas de células achatadas justapostas formando que a gente chama de perineuro essas células do perineuro elas são Unidas por junções de oclusão e circundadas por uma lâmina basal que acaba isolando
esse ambiente neural e Essas funções Apresente a presença da sua lâmina basal formam aqui tá a barreira máquina Olha que impede a passagem de macromoléculas ah e também é um mecanismo de defesa contra agentes agressivos é para essa estrutura do neuro essa barreira também acaba impedindo que células do sistema imune invadam esse compartimento perineural dentro da balinha perineural encontram-se Então os axônios cada um deles envolvido por uma bainha de sala de chuá com a sua lâmina basal e um envoltório conjuntivo que essas próprias células de chuva sintetizam de fibras reticulares e essa bainha envoltória mais
interna é o que a gente chama então de endoneuro o endoneuro ele não é visível nas Preparações de rotina para microscopia óptica E ai que a gente tem um corte microscopia eletrônica hoje a gente consegue ver feches e nervosos né feixes de axônios as suas a sua Bahia em voltar a mais interno seu endoneuro está em torno de cada um deles aqui a gente tem envolvendo um feixe envolvendo outro feixe cada um deles sendo envolvido por essas camadas de células que formam o perineuro e o epineuro estaria em torno então e entrando e preenchendo alguns
espaços trazendo vasos em torno dessas regiões dessas Barrinhas perineurais A então em todo o conjunto desses feixes acaba formando então o nervo a função dos nervos é estabelecer a comunicação entre os centros nervosos dos órgãos dos sentidos com os efetores músculos e glândulas a gente sabe que os nervos eles podem ser exclusivamente sensitivos eles podem ser exclusivamente motores mas que a maioria deles carrega as duas informações sensitivas e motoras então são chamados de nervos mistos e outra coisa que é importante a gente identificar é que aqui no centro aqui nesses feches né mande axônios um
que formam essas estruturas do nervo podem conta e axônios mielínicos e amielínicas a gente pode ter aqui esses dois tipos de fibras aqui a gente tem um corte transversal de um nervo corado com a Gaia onde a gente pode observar esses fechas as fibras nervosas envolvidas por algumas camadas de células que fazem revestimento do períneo ou então o endoneuro estaria em torno de cada que sonho né a gente não consegue definir exatamente onde é este endoneuro não dá para ver em cortes com para microscopia óptica mas a gente consegue ver essas células que envolvem esses
fechas essas células achatadas que formam o perineuro e o epineuro seria então todo esse tecido que tá ao redor juntando todos os fechos e acabam penetrando e preencher o espaço também entre um fecho e outro e aqui a gente tem uma outra imagem onde a gente vê também corte do nervo ou sentido transversal um feixe de fibra nervosa outro outro epineuro mais externo o perineuro envolvendo cada feixe e no aumento maior aqui também epineuro o perineuro as células achatadas que vão envolver um feixe outro Face a que a gente vê cortes transversais então Jackson nenhum
a pontinha mas o pontinho mais Central esse espaço mais clarinho aqui que a gente tem a bainha de mielina então vocês aqui sonhos aqui são mielinizadas o endoneuro estaria nesse limite mais externo aqui envolvendo Então essa minha linda a gente veio aqui ó núcleo de célula de schwann que fez essa bainha de mielina é então o endoneuro estaria aqui em torno junto com essa célula de chuva que está ao redor e aqui a gente vê novamente quarto de Janeiro mas agora no sentido longitudinal é uma que a gente tem um revestimento mais externo a gente
tem o epineuro e perineuro junto a gente não tá vendo aquele limite do e pneu e perineuro ah e não aumenta o maior a gente consegue delimitar aqui uma fibra nervosa nesse sentido é nessa espessura aqui a gente tem o axónio no centro esse espaço aqui é preenchido pela minha Lina e aqui a gente tem a um ponto de interrupção na minha linha um nódulo de ranvier a aqui a gente tem outra fibra nervosa nesse sentido aqui a gente consegue ver aqui sonho Daniel correndo para cá correndo para cá marquei eu digo que tem outro
ponto de interrupção outros nossos de arranjar Então esse mesmo corte desses feixes nervosos dentro de um mesmo no sentido agora ao longitudinal e além dos nervos também fazem parte do sistema nervoso periférico os ganhos os ganhos eles são considerados acúmulo de neurónios localizados fora do sistema nervoso central na sua maior parte esses grandes eles são órgãos esféricos que são protegidos por uma cápsula de tecido conjuntivo e aparecem comumente associado aos nervos conforme a direção do impulso nervoso do angry pode ser um grande o sensorial ou a frente que vai ter neurônios com ações que fazem
dele vão levar informações para o sistema nervoso central ou ganhos que a gente considera como gânglios autônomos gânglios diferentes que não chegar então a órgão efetor e o ganglio sensoriais sejam eles craniano sejam existe mais eles são aglomerados de corpos de neurônios pseudo-unipolares esses neurônios eles estão com soma circundados por células satélites E essas células ficam rodeando o soma dos neurônios a que a gente tem um corte lá corpo do neurônio o núcleo as células satélites ao redor e elas são um tipo de célula da glia que controla O microambiente entorno desses homem neuronal elas
fornecem um isolamento elétrico e acredita-se que também tem uma possível função fagocítica dos detritos neuronais que acabam sendo liberados pelo próprio metabolismo desse neurônio a cápsula de tecido conjuntivo que envolve o gânglio é uma continuação do e pneu dos nervos e nesses gânglios sensitivos os neurônios aparecem localizadas em arranjos a mais periféricos no gangue nessa região mais Central acaba correndo os Ramos tanto centrais quanto periféricos essa projeção que parte do soma dos neurônios pseudo-unipolares Iva ou então transmitir as informações captadas pelos ter e até o sistema nervoso central e é bem interessante observamos cortes histológicos
nesse tipo de neurônio que são aqueles neurônios que a gente enxerga com o soma bem redondinho diferente do que a gente normalmente pensa ver então aqui a gente tem tecido conjuntivo formando a cápsula desse nervo esses agregados de Corpos neuronais mais periféricos e na região mais Central Então essas fibras nervosas correndo na estrutura do negro aqui do do gânglio desculpa aqui no detalhe a gente consegue ver o soma dos neurônios o núcleo com nucléolo Evidente quando o corte passa pelo que você não passar por ele a gente vai ver só citoplasma e essas células que
estão aqui ao redor do somma são as células satélites não tem como tem uma grande quantidade e elas estão envolvendo todo esse soma do neurônio e se os danos forem grandes que a gente chama de gânglios autônomos eles vão aparecer com uma formação mais Bull goza ao longo do nervo ou dentro da parede determinados órgãos como ocorre lá em toda a parede do tubo digestório nos gânglios simpáticos esses neurônios eles estão não arranjo bem aleatório Então distribuído por todo o ganho não apenas nas periferias como a gente viu antes e aqui os neurônios são multipolares
a porque eles acabam recebendo sinapses é chega uma sinopse nesse gangue então eles precisam atender dendritos nesta região esses neurônios eles também são menores que aqueles que são unipolares ou grande sem sentido que a gente viu antes também tem uma cápsula de tecido conjuntivo que envolve estes gânglios e aqui a camada de células satélites que envolve o solo é incompleta então elas têm um número bem menor né de células satélites em torno do soma dos neurônios nesses gangos que são autônomos e aqui na micrografia a gente pode ver então soma de neurônio misturado com feixes
nervosos um arranjo bem aleatório a gente não tem uma região específica Onde fica onde fica o outro e nessa imagem com o aumento maiores neurônio a gente consegue ver bem que ele é um neurônio multipolar lá com várias projeções partindo do sono e quando esses gânglios autônomos estão na parede e um determinado só de um determinado órgão ele se apresentam com um pequeno número de células nervosas aglomerados e sem cápsula de tecido conjuntivo envolvendo simplesmente entre algumas camadas ou espalhados no tecido conjuntivo dependendo do grupo de neurônio que nós estamos observando as células satélites aqui
são extremamente raras acredita-se que tenha mas elas não estão envolvendo o soma desses neurônios dos gang e nas paredes de órgãos que são chamados de plexos Oi e para finalizar eu coloquei aqui para vocês o mapa de conceitos é um mapa conceitual fazendo um resumo agora então desta organização do sistema nervoso central e do sistema nervoso periférico algumas informações principais para gente lembrar e aqui estão as referências dessa nossa aula para que vocês possam ler alguns Capítulos aprofundar o conhecimento e para esclarecer alguma dúvida que ainda tenha ficado sobre esse conteúdo uma boa semana para
você