Olá pessoal na aula de hoje a gente vai falar sobre o complexo tristeza parasitária bovina bom esse complexo tristeza parasitária se enquadra aí nele as doenças que causam eh hemólise nos bovinos causadas pela anaplasma Marginal e pelos protozoários do gênero babesia a babesia Bobs e a babesia bigem é chamado complexo tristeza parasitária porque muitas vezes essas essas agentes aí estão juntos eles causam infecções simun nos animais a apresentação Clínica às vezes é semelhante e tem tratamentos semelhantes então geralmente a gente não dá o diagnóstico de um ou outro agente a gente dá o diagnóstico de
tristeza parasitária bovina e trata com faz um tratamento que é efetivo contra esses três agentes anaplasma Marginal é esse pontinho que tá aqui na um parasita intra eritrocitário ele fica dentro da hemácia fica geralmente nas bordas da hemácia a babésia é esse protozoário são esses pingos aqui semelhante a uma gotinha que fica também são parasitas intracelulares babesia bobes é mais pequenininho e a babesia biga o protozoário é bem maior a gente consegue diferenciar elas por esse tamanho transmissão da anaplasmose ela é por vetor mecânico através de fômites como agulhas contaminadas os materiais cirúrgicos de um
animal contaminado para animal saudável as moscas também desempenham um papel muito importante na transmissão mecânica as moscas aí do gênero tabanos e a stomoxys e dependendo aí da imunidade desse rebanho e da intervenção do tratamento pode ter alta letalidade também uma vez que o animal teve contato que ele recebeu o anaplasma o período de incubação vai ser de 21 a 30 dias então desde a infecção até esse animal ter sinal Clínico já a babésia como que é a transmissão a babesia boves ela é transmitida apenas pelas larvas dos carrapatos então quando a larva do carrapato
que é o mikin é aquele carrapatinho pequenininho ele sobe no bezerro à medida que ele [ __ ] ele já introduz a larva do do da da babesia Bobs Então ela já é inoculada já no primeiro dia que o carrapato sobe e aí tem um período de incubação de C até a 10 dias então o carrapato picou aquele animal em 5 a 10 dias esse animal já vai est apresentando o sinal Clínico já a babésia biga ela só é transmitida pela Ninfa e pelo adulto do carrapato então demora um pouquinho mais vai de demorar esse
carrapato vai se fixar o mqueen que é o a larvinha do carrapato [ __ ] o animal se fixa ela vai demorar aí até mais ou menos uns 8it dias para virar A Ninfa e depois para virar o animal o carrapato adulto e aí após oito dias que vai ocorrer essa contaminação e aí somado a esses o dias da contato com o carrapato ainda tem mais um período de incubação de 5 a 10 dias tá então uma vez que esse animal teve contato com o carrapato demora 8 dias para transmissão ocorrer mais 5 a 10
dias para o animal ter os sinais clínicos certo a também fatores de risco que estão Associados à maior morbidade e a maior letalidade dessa doença Áreas Aí de instabilidade instabilidade enzoótica o que que é isso está muito ligado ao ciclo do carrapato que é o principal vetor a gente tem áreas tem regiões aí do Brasil em que o carrapato tá presente nos animais o ano todo então tem estabilidade em exótica o animal tem contato com babes e o anaplasma um ano inteiro então ele desenvolve olve imunidade ele geralmente consegue controlar esses quadros de infecção e
a gente tem Áreas Aí do país em que o carrapato fica mais prevalente só na época quente do ano e some ali no período frio e aí o que que acontece quando esse carrapato some a transmissão o contato com o agente também reduz E aí se esse animal passa um período aí superior a 6 meses sem ter contato com o anaplasma sem ter contato com a babésia aquela imunidade adaptativa que ele desenvolveu tem uma queda e aí quando ele tiver contato de novo ele vai sofrer com a doença tá então essa imunidade adquirida ela não
é constante ela cai aí por volta de seis meses sem contato com o agente então por isso que existe essas áreas de instabilidade enzoótica muito ligadas à presença do carrapato Eh esses animais uma vez que eles estão imunocompetentes que eles têm uma boa imunidade eles têm contato com os agentes eles vão desenvolver imunidade passiva e essa imunidade passiva pode ser transmitida e também pelo colostro pros bigos só que se o animal ficou acima de se meses sem contato essa imunidade acaba se perdendo na primeira infecção como esse animal ainda não tem anticorpo quanta a doença
essa primeira infecção sempre ela é mais grave então por isso que uma categoria de muito risco de sofrer com a babesiose com complexo tristeza parasitária bovina são justamente os bezerros os animais muito jovens que ainda não tiveram contato que estão tendo contato pela primeira vez quando a gente ou produz também animais novos num rebanho a gente pode ter surto de ocorrência dessa doença porque às vezes a os antigenos a a cepa de anaplasma e de babésia pode ser muito diferente daquela que já tava presente naquele rebanho E aí o animal aquele rebanho não vai ter
imunidade a essa nova Cepa que foi introduzida isso acontece Principalmente quando esses animais recém introduzidos vê de regiões muito distantes daquela que que o rebanho tá ali que tá sendo introduzido quando eu tenho animal também oriundo de área livre então Aqueles animais importados às vezes de região de Argentina do Uruguai onde não tem a ocorrência do complexo tristeza parasitária E eles vêm aqui pro Brasil onde eles vão ter contato aí a chance dessa infecção dessa primeira infecção ser muito grave é muito grande então esses animais têm que ser acompanhado de perto por conta dessa chance
de morte aí por pelo complexo tristeza parasitária bovina como que é a patogenia como eu falei uma vez que a anaplasma ela entra no corpo do mal que ocorre a transmissão leva de 21 a 30 dias para ter o sinal clínico é um parasita intra eritrocitário então ele vai ficar dentro ali das hemácias quando ele sai da hemácia para parasitar a outra ele não rompe essa hemácia porém ocorre a deposição de antígeno sobre essa hemácia e quando essa hemácia passa lá pelo Basso ela é detectada como corpo estranho ali e ocorre a destruição imunomediada dessa
hemácia E aí o que que faz ocorre essa hemólise Extra vascular E aí essas essas células os metabólitos dessa célula vão ser decompostos gerando aí o acúmulo a produção maior aí da bilha rubina E aí esse animal um principal sinal Clínico de animal com anaplasmose é justamente a icterícia pelo aumento dessa Bila e rubina pelo aumento da destruição das emass tá então aquele amarelamento de mucosa que é hequiterícia é característico aí da anaplasmose porque a hemólise dessas hemácias parasitárias ela é extravascular o animal também pode desenvolver a condição de portador que é quando esse anaplasma
e adquire aí a capacidade de ser evadida da resposta imunológica e fica escondido ali nas hemácias desses animais então às vezes o animal não tem sinal Clínico mas ele é portador do agente e transmite sinais clínicos da anaplasmose apatia desidratação e anorexia uma febre aí por volta de 39.5 40.5 g a gente vai ver que na babesiose a febre é muito mais intensa o animal apresenta quadros variados de anemia dependendo da intensidade da doença e Essa anemia se apresenta com uma palidez das mucosas E aí taque Cardia e taqu pineia para compensar essa hipovolemia então
quando a gente observa a mucosa ocular ou nas fêmeas a mucosa vulvar a gente pode ter ou a mucosa pálida ou o que é mais comum na na plasmose que é a mucosa Quitéria a mucosa amarelada porque a hemácia tá sendo destruída no baço e tá gerando ali a Bil rubina que tá levando ao amarel ento dessas mucosas tá então característica da plasmose a equiter como o Basso começa a ter um um trabalho maior uma fago citação maior de emass vai ocorrer também a esplenomegalia que é o aumento do Basso e importante tem ausência de
hemoglobinúria como essa hemácia não tá sendo destruída dentro do vaso ela tá sendo toda metabolizada no Basso não vai ter liberação de hemoglobina na corrente sanguínea ela não vai sair pela urina então não tem hemoglobin nú já na babesiose a forma infectante da babésia vai entrar no eritrócito vai se multiplicar e quando ela sai desse eritrócito dessa hemácia ele rompe a hemácia E aí Rompendo a a hemácia caracterizando essa hemólise e e intravascular leva ao aumento dessa hemoglobina quando a hemácia é destruída libera hemoglobina E aí essa hemoglobina pode ser eliminada ali na urina e
leva ao quadro de hemoglobinúria que é característico aí da babesiose e não dá na plasmose então uma das formas de diferenciar as duas infecções esse excesso de hemoglobina pode levar também a lesão renal nesses animais e geralmente em quadro de babesiose a icterícia ela vai ser muito menos Evidente ou não vai est Presente porque a hemólise É principalmente intravascular ocorre hemólise extravascular também só que em muito menor intensidade a icterícia ela pode ser um pouco mais Evidente na infecção pela babésia biga já na babesia boves dificilmente vai ocorrer a babesia boves além de causar essas
alterações que a gente comentou ela também é caracterizada pela formação de microtrombos e pelo aumento da permeabilidade vascular vaso dilatação isso vai causar edema e microtrombos com obstrução vascular lá no sistema nervoso central então leva esse sinal aqui de necrop que é o cérebro de cereja com aspecto de cereja por quê esses micr trombos essa congestão essa vaso dilatação faz a parte mais externa aqui do encéfalo ficar avermelhada quando então quando a gente abre ele tá Esse aspecto de vermelho cereja se a gente fizer um squash que é pegar um fragmento Zinho aqui desse desse
cérebro fazer uma esfregaço ali na lâmina e corar pelo panótico a gente consegue perceber os vasos aqui do encéfalo cheio aí de hassas Por conta desses microtrombos e dentro dessas dessas hassas cada pontinho desse que é um protozoário do gênero babesia Bobs Então somente a babesia Bobs que faz isso a babesia biga não faz Então somente ela que leva a sintomatologia neurológica tá sinais clínicos período de incubação da babésia é de 5 a 10 dias no caso da babesia biga além desses 5 a 10 dias a gente tem que somar os oito dias que o
carrapato leva para transmitir tá então ela é um pouco mais tardia se o animal for contaminado ao mesmo tempo com plasma babesia bobes e babesia biga de 21 a 31 dias ele vai apresentar o sinal Clínico da anaplasmose de 5 a 10 dias da babesia Bobs e ali eh de 13 a 18 dias da babesia biga tá então elas têm esse período de incubação diferente a febre geralmente é mais alta do que no caso da anaplasmose então de 41 a 41 P G apatia desidratação e anorexia estão presentes a anemia com palidez da mucosa pode
de ter icterícia mas bem mais discreta do que na na plasmose taque Cardia e taquipneia para compensar essa hipovolemia e tem hemoglobinúria tanto na babesia Bobs quanto na babésia biga então a urina vai sair com aquele aspecto de coca-cola leva aí a hepatomegalia esplenomegalia principalmente no caso da babesia bobes leva oo edema pulmonar e o edema e a congestão do encéfalo isso aqui é característico da infecção por babesia bobs também na babesia Bobs por conta desse edema do sistema nervoso central vou ter alterações neurológicas como o nistagmo opistótono que é essa cabeça esticada para trás
aqui movimentos de pedalagem taxia at taxia e esse animal entra em coma e vem ao óbito rapidamente uma vez que o animal infectado pela babesia Bobs começou a ter sintomatologia neurológica o prognóstico é desfavorável dificilmente a gente vai conseguir reverter esse quadro como que a gente faz diagnóstico de anaplasma a gente pode fazer o diagnóstico presuntivo pelo histórico e pela apresentação clínica da doença e a gente pode confirmar esse diagnóstico pelo esfregaço sanguíneo principalmente a de sangue periférico se eu coletar de sangue central a sensibilidade é muito baixa então eu preciso coletar lá da ponta
da orelha ou da ponta da cauda E aí lá eu consigo perceber essas Emas parasitadas Como pode existir a condição de portador assintomático da anaplasmose se considera uma certa por contagem de infecção ali de hemácias parasitadas para se falar que o animal realmente tem anaplasmose alguns autores alguns veterinários consideram isso aí acima de 12% de hemácias parasitadas pro animal ter a doença Clínica porém se o animal tem sintomatologia clínica e a gente dá o diagnóstico a gente identifica essa anaplasma é grande chance da doença tá sendo mesmo causado pelo anaplasma tá a gente pode fazer
o diagnóstico por necrópsia também e e por achados aí de e spleno megal eí descartando aqueles sinais relacionados a babes e a gente confirma por esse Laboratorial que é o esfregar sanguíneo o exame das hemácias já na babesiose a gente chega ao diagnóstico presuntivo também pelo histórico sinais clínicos Pontos importantes aí dos sinais clínicos a presença da hemoglobinúria e esse quadro de anemia associado à doença neurológica para fazer o diagnóstico da babesia bobes tá babesia bobes e bigemina da hemoglobinúria somente a babesia bobes dá o sinal neurológico como que eu diferencio da anaplasmose se o
animal tem eista eh intensa provavelmente é anaplasmose tô falando isso mas não é regra 100% aí o caso da icterícia tá então a gente sempre tem que ter isso e mente sempre a baboso vai entrar como diagnóstico diferencial tá E aí a gente confirma o diagnóstico pela Identificação do agente diferente lá da anaplasmose que se tolera algumas hemácias parasitadas aqui se eu achar uma única hemácia parasitada por babese eu considero que o animal tem babesiose tá o sangue também deve ser sangue periférico então de ponta de orelha ou ponta de caluda E aí protozoário pequeno
que que a gente faz na prática se o protozoário se a gente colocar eles enfileirados e eles cobem na hemácia é a babésia Bobs se a gente colocar eles ultrapassarem o diâmetro da hemácia é a babésia biga porque ela é maior a urinálise serve para confirmar pra gente se é um quadro de hemoglobinúria ou de hematúria se fori hemoglobinúria aumenta suspeita de babesiose na necrópsia de um animal com babesia que que a gente vai achar uma congestão acentuada de vários órgãos os rins vão estar enegrecidos por conta desse depósito da hemoglobina dentro da vesícula urinária
ali eu vou achar essa urina de cor de coca-cola mais escurecida por conta da hemoglobina e no caso da babes ose cerebral pela babesia bov se eu fizer o esfregaço aesco de um pedacinho lá do sistema nervoso central eu consigo identificar os microtrombos nos nos vasos sanguíneos E aí as hemácias cheia desses pontinhos que são os protozoários da babesia Bobs como que a gente faz o tratamento como eu falei é se trata geralmente o complexo tristeza parasitária bovina então geralmente a gente trata pros Três agentes se a gente consegue confirmar Com certeza o diagnóstico de
um ou outro Agente desse a gente faz o tratamento específico se a gente tem certeza que o animal tem só na plasmose a gente pode tratar com tetraciclinas Tetraciclina alação posso fazer uma dose única ou repetir com 48 Horas se não é alação vou fazer aí a dose a cada 24 horas por 3S dias se eu não quiser usar as tetraciclinas eu posso usar a enrofloxacina também são efetivos aí no tratamento da infecção somente por anaplasma se a infecção é somente por babésia seja babésia Bobs ou babesia biga eu posso tratar com o diminazeno que
é efetivo somente contra a babes ele não é efetivo contra o anaplasma assim como a Terramicina e a enrofloxacina não são efetivos contra a babésia se eu não consigo diferenciar Qual agente que tá causando a infecção se é anaplasma ou se é babes ou se os dois estão causando a infecção ao mesmo tempo eu trato o complexo tristeza parasitária Como que eu faço esse tratamento eu posso usar uma dose única de imidocarb na dose aí de de 2 a 3 MG por kg que é efetivo tanto contra o anaplasma tanto contra as babees além do
imidocarb que que a gente pode usar a gente pode usar uma combinação daqueles agentes que tratam na plasma e trata babes então eu posso usar um babes CDA que seria o de bazena e um que mata o anaplasma que seria a Tetraciclina ou a enrofloxacina vocês f atento a esse protocolo que na prova eu vou cobrar o nome certinho desses medicamentos o protocolo certinho de tratamento tá então se eu quero tratar os três agentes junto uso o imidocarb ou a associação do diminazeno com Tetraciclina ou enr fuxin certo Além disso eu vou fazer o tratamento
suporte de acordo com a apresentação Clínica se o animal tiver desidratado eu vou hidratar dependendo da intensidade dessa dessa anemia e da comprome ento do animal posso fazer uma transfusão sanguínea posso fazer uma suplementação vitamínico e mineral para esse animal se restabelecer fazer Alimentação adequada fazer o controle aí da Hi da febre posso usar também os poupadores hepáticos tudo isso para ajudar o animal se restabelecer prognóstico dessas doenças vai depender muito da intensidade dessa anemia então tanto aí para anaplasma quanto para as babesiosis se a anemia for muito intensa e eu não tiver o oportunidade
de fazer uma transfusão Esses animais podem vir a óbito por conta de hipovolemia tá então o prognóstico anemia grave Pode ser aí reservado se a anemia for mais discreta geralmente é um prognóstico mais bom com o tratamento se a gente pegar aí no início a gente consegue resolver infecção e tem um prognóstico favorável no caso da babesiose cerebral que é causada pela babesia bov se o animal já tiver sinal Clínico neurológico o prognóstico é desfavorável tá E aí como que a gente faz a prevenção dessas doenças os métodos de prevenção vão variar de acordo com
a presença do carrapato que é o principal vetor se eu tenho áreas livres de carrapato consequentemente elas vão ser Livres desse complexo tristeza parasitária bovina que que eu faço de prevenção evito introduzir animais positivos naquele local se eu tenho Áreas Aí de instabilidade do vetor então eu sei que determinada época do ano Quanto Desse carrapato tá voltando a parasitar os animais é quando a doença vai começar a surgir com mais intensidade E aí esse período geralmente coincide com a queda da imunidade adquirida pela infecção anterior então nessas áreas eu vou ter que me atentar muito
mais a esses animais para pegar essas doenças ali logo no início se o animal tem se eu tenho uma área por exemplo que passa mais de 6 meses sem o animal ter contato com os agentes da tristeza parasitária bovina a partir do momento que eu sei que o carrapato começa a aumentar e esses animais vão ter contato eu fico esperta para eu fazer o tratamento aí o mais rápido possível e tem aquelas áreas de estabilidade que é quando o carrapato ocorre o ano inteiro e esses animais têm contato com a babes o ano inteiro que
que eu tenho de tomar de cuidado aí quando eu introduzir animais que vem de área livre eu tenho que tomar cuidado para esse animal não sofrer com a doença e quando eu trocar às vezes eu introduzo um animal positivo que tem uma Cepa diferente ali no rebanho e eu tenho que ficar atenta a isso também Outro ponto seria a o dentro de uma área de estabilidade a maior ocorrência da doença vai ser nos animais jovens que estão tendo contato pela primeira vez então eles são a fonte aí a principal área que eu tenho que monitorar
dentro de uma propriedade eh tem alguns protocolos que foram desenvolvidos um deles é a Premonição e o outro é a quimioprofilaxia que são tentativas aí de evitar doença grave pela pela anaplasma e pela babes que que é a premonição que era o princípio da Premonição eu coletar sangue de um animal infectado por anaplasma e babese e aplicar no animal que eu sei que não tem imunidade contra a doença e passando aí um determinado tempo aí antes daquele período de incubação eu faria o tratamento desse animal e aí o que que acontece ele não teria doença
clínica porque eu estaria matando esses agentes mas o sistema imunológico dele teria contato com os agentes esse animal desenvolvia imunidade que que é o grande problema da Premonição quando eu faço essa aplicação de sangue do an mal contaminado no outro eu posso estar carreando outras doenças também então era muito ruim fazer isso outra coisa outra alternativa que a gente tem seria a quimioprofilaxia com imidocarb se eu acabei de introduzir se eu fui lá e comprei um animal ele veio lá da Argentina do Uruguai eu sei que ele nunca teve contato e eu coloquei aqui no
meu rebanho eu sei que ele vai ser parasitado por carrapato e eu sei que dali 5 a 10 dias se tiver contato com babes e boves ele vai adoecer então eu conto c a 10 dias e vou lá e faço o imidocarb nesse animal que aí ele vai debelar qualquer infecção que tem ali e o imidocarb também tem um efeito residual o imidocarb é o mesmo que o imizol que eu comentei anteriormente tá E ele tem um certo efeito residual então o animal teria contato com o agente por exposição natural só que ele não teria
doença clínica porque eu teria tratado H tempo tá então seria esse outro princípio eh em áreas que sofrem constantemente com a tristeza parasitária bovina principalmente em rebanhos leiteiros que são animais mais sensíveis à ocorrência da doença e são mais susceptíveis a gente pode estabelecer uma rotina de pesquisa desses agentes uma rotina de fazer aquele aquele exame de ponta de orelha aquele esfregaço sanguíneo de ponta de orelha ou ponta de cauda rotineira mente desses animais mais susceptíveis que seria os animais mais jovens para pegar essas infecções Logo no início e tratar esses animais e assim evitar
uma doença mais grave aí é uma doença tanto a anaplasmose quanto a babesiose tem sido muito pesquisada uma vacina contra essas doenças Mas até hoje a gente não tem aí algo comercial que realmente seja aplicável aí pra rotina bom sobre a tristeza parasitária bovina era isso que eu tinha para falar para vocês até a próxima aula