A pergunta que fica é a seguinte: quando a senhora resolveu ter prazeres carnais e ter um filho deste senhor que aparecia ser bastante empoderado, afinal de contas, ele era chefe de facção, a senhora pensou nesse tipo de consequência que poderia ter do tipo o seu filho ser um foragido da justiça? Então me cancela aí, velho. Me cancela aí.
A culpa também é da senhora. Vamos lá. E já que a gente tá falando de trabalhador, trabalhadores, vamos viozinho de Jones.
Vamos de Vamos de Jones. Põe na tela aí da Playson. Tem muito deputado estadual, senador se elegendo, dizendo que defende crianças atípicas, dizendo que defende as crianças com deficiência.
As mães que por causa do patriarcado assumem fundamentalmente a função de cuidado. É preciso ter muita atenção. Tem que ver se esse deputado, se esse senador, ele defende, por exemplo, uma regulamentação de medicamentos à base de cannabis para fazer o tratamento do seu familiar que precisa.
Com certeza regulamentação de produtos à base de cannabis é super importante. Regulamentação traz segurança porque você tem normas a serem seguidas em relação a manufatura, armazenamento, transporte daquele produto. Reglamentação também protege o consumidor de propaganda enganosa.
A empresa que vende canabidol, por exemplo, não pode ficar prometendo benefício, seja em propaganda ou na própria embalagem, que ela não provou de forma satisfatória para Anvis. Ser a favor da regulamentação não significa ser a favor da distribuição desse tratamento para a população. E por que você seria contradistribuir no SUS?
É porque você estaria fazendo investimentos recursos públicos em cima de um tratamento carece de comprovação satisfatória de eficácia terapêutico. Mas vamos seguir. >> O deputado faz uma retórica aqui.
Eu sou completamente a favor da regulação do óleo de cannabis e existem muitos relatos de que isso funciona muito. Isso não significa que você tem estudos suficientes e comprovação suficiente para você falar: "Vou direcionar recursos públicos para isso. " É a mesma coisa que eu chegar aqui e falar assim: "Cara, vamos ter um medicamento novo que parece que dá bom, vamos comprar um monte, distribuir pelo Brasil.
" Não é bem assim. Volta lá, continua. >> Defendo crianças autistas.
Eu defendo pessoas com deficiência, mas na hora, por exemplo, de mostrar concretamente uma proposta de política que garanta acesso de medicamento barato, distribuído pelo SUS, que chegue na ponta realmente defender uma regulamentação que faça com que deixe de ser uma guerra jurídica produzir medicamentos à base canabis, esse candidato ele se cala porque presta contas ao conservadorismo. >> Pausa aqui só uma coisa, você misturou as coisas, né, Jes? Você misturou as coisas.
Eh, deixa eu falar uma coisa. Jes, você defende as pessoas com autismo. Que que você acha a gente se instituir uma bolsa autismo de R$ 10.
000? Ué, você não defende os caras? Você não vai me vir com esse negócio de não, tem que fazer conta, tem que ver que dá.
Você não vai vir com isso, né? Vai lá, continua, deixa eu ver o que o cara falou. >> Hobby de partidos da direita, do centrão e por aí vai.
Olha, eu concordo plenamente com esse raciocínio até essa parte aqui. Você tem que ter cuidado com políticos aí que falam que se importam com pessoas neurodivergentes, mas não estão trabalhando ativamente para propor uma política pública que garanta acesso a medicamento barato, como medicamentos à base de canabis. Será que essa realmente a prioridade quando a gente pensa em dar saúde e dignidade para pessoas com autismo?
É isso aí que um deputado tem que fazer para parecer que não, pô, esse cara se importa aí com a causa, né? Ele cannabis. Medicamento à base de cannabis não é tratamento para autismo, nem para nenhuma neurodivergência de acordo com nenhuma diretriz internacional séria.
Garantir o acesso a medicamentos canais. Porque é o seguinte, eh, o Jones ele quer se pagar de sério, ele quer pagar de que ele entende, que ele vê estudos, que ele lê. Não, Jones, eh, eu não tenho nenhum, absolutamente nenhum preconceito contra o óleo de cannabis, ao contrário.
Eu acho que deve sim ser regulamentado e eu incentivo as pessoas a usarem. Eu acho que as pessoas devem usar. Tem vários, vários relatos.
Pessoas com crises convulsivas, toma o negócio lá, pessoa com epilepsia, pessoa com ansiedade e melhora. Agora você vê como o Jones coloca isso. Quer dizer assim, você tem um filho autista, ah, o meu filho autista não tem uma vida digna, porque tem um deputado conservador que não quer distribuir cannabis no SUS.
[ __ ] né? Vai lá. não é prioridade em lugar nenhum para essa população.
O que você quer votar em pessoas que estejam trabalhando para garantir o acesso a profissionais que conseguem oferecer as intervenções padrão ouro, que são cientificamente muito bem estabelecidas, que são as intervenções psicossociais e intervenções comportamentais, trabalhando para garantir suporte para essa família, trabalhando para garantir atendimento multisetorial na educação, na saúde e na assistência social. Se quer votar em quem trabalha para melhorar a articulação entre unidade básica de saúde, centro de reabilitação e as escolas, que hoje em dia é muito precário. a grande maioria do país.
Tem que votar em quem tá disposto a se meter lá na briga do lobby das operadoras de saúde, em quem tá trabalhando ativamente para reduzir a escassez de profissionais especializados que atrasa o diagnóstico precoce, que atrasa o tratamento precoce, resolvendo um problema crítico de que qualquer pessoa pode se chamar de terapeuta, colocando as pessoas em risco direto de atrogenia psicológica, que existe, não sei se você sabe, essas são apenas algumas da longa lista de prioridades que um deputado ou um senador aí deve colocar aí no seu plano de trabalho, pelo menos aqueles que não estão descolados da realidade. Tem >> muito. >> Muito bom.
Parabéns. É o vídeo do cara aí. Não conheço ele, me mandaram aqui e gostei.
Não é o Leo Lins, né? Eu gostei muito do Leo Lins. É, mano, Leo Lins é [ __ ] né?
O Leo Lins é [ __ ] Dá uma olhada nesse twet do Leo Lins. Foragido da justiça, defesa disse que ele não vai se entregar, integrar, entregar. Ficou por isso mesmo.
Eu vou contar um negócio para você. O Léo Lins, ele fez piadas num palco de standup vestido de palhaço, num evento que para você entrar você tinha que pagar sabendo que era um evento de piadas de humor negro. Ele fez, ele cometeu esse crime.
Ele contou piadas num lugar de contar piadas. Ele foi condenado a 8 anos e meio de prisão. Ele foi condenado a ter que pedir para trabalhar, pedir pra justiça para trabalhar.
Justiça, eu posso fazer um show em tal lugar. Justiça, eu posso fazer um show em tal lugar. O que que ele fez?
Ele fez tudo o que mandaram ele fazer. Ele se apresentou à justiça. Ele gastou, você pode ter certeza que ele gastou uma fortuna com o advogado criminal.
Ele respondeu seus processos. Ele foi lá e se apresentou e continuou trabalhando honestamente como um homem. faz oan.
Traficante de drogas, deu um tiro com arma de fogo em local público e filmou. Escondeu dois traficantes dentro da própria casa. Fez músicas em apologia ao comando vermelho.
Pediu liberdade pro maior chefe de facção da história do Brasil, que é o Marcinho VP. Atirou pedras numa viatura, ameaçou de morte um um delegado, deu o cavalo de pau na frente da viatura, usou essa repercussão para vender disco, tá? fugiu para um lugar dominado por facção criminosa e desafiou a polícia a buscar ele.
Foi condenado a prisão, tá foragido. A defesa fala que ele não vai se entregar e eu quero saber o que vai acontecer com ele. Esse é o país que você vive.
Tá bom. Manda isso aí. Isso aí tá no no Insta.
>> Calma, tem mais coisas. >> Vamos lá. Mãe de oruanos se emociona e faz forte desabafo sobre a situação do seu filho.
Vamos ver o forte desabafo da senhora. Vamos lá. Ó, deixa eu perguntar uma coisa pra senhora.
Com todo o meu respeito, o senhor, como é que ela chama mesmo? >> Não sei. >> É a dona >> dona mãe do.
>> Qual que é o nome dela? Vamos ver. Vamos ver.
Eu quero chamar ela pelo nome. >> Mãe do Oruan nome. >> Aí Oruan.
>> Márcia. >> Dona Márcia. Ela chama Márcia.
>> Aham. Você acha que você não não sean você acha que você é homem expondo a sua mãe a essa situação? Ela tem que fazer um filho, um vídeo chorando pro teu, pro seu, pro seu filho se entregar pra polícia, hein?
Aí eu vou perguntar uma coisa pra senhora, dona Márcia. Põe ela na tela aí. A senhora quando transou sem preservativo com um cara chamado Marcinho VP, a senhora já sabia que ele era um duplo homicida.
A senhora teve o Aluan depois da condenação dele por homicídio. Ninguém conhece o Marcinho VP sem saber que o Marcinho VP é o Marcinho VP. A senhora sabia que ele era chefe do comando vermelho.
A pergunta que fica é a seguinte: quando a senhora resolveu ter prazeres carnais e ter um filho deste senhor que aparecia ser bastante empoderado, afinal de contas, ele era chefe de facção, a senhora pensou nesse tipo de consequência que poderia ter do tipo o seu filho ser um foragido da justiça? Então me cancela aí, velho. Me cancela aí.
Me cancela aí. A culpa também é da senhora. A culpa é do Marcinho VP.
A culpa é do próprio Aruan e a culpa é também da senhora. Tá bom? A senhora não soube escolher o marido a senhora escolher um vagabundo, um criminoso e a senhora não soube criar o seu filho.
Tá bom. Me cancela aí. Pode cancelar a internet.
Pode cancelar. Vai lá. Bom dia.
É notório que vocês estão vendo que eu tô um pouco mal, né? E mediante a isso, eu quero estar falando com vocês que eu vi uma matéria agora, né? falando que a Polícia Federal foi comunicado que meu filho pretende sair do Brasil, pretende fugir.
Deixa eu dizer uma coisa para vocês aqui. Isso não é verdade. E eu sei que a mídia ela tem um poder muito forte de invadir a nossa casa e passar as coisas.
Eu acho que >> Pausa, pausa. >> Realmente o que tá aconte >> esse vídeo tá esse vídeo. Você tá apelando porô a fazer a coisa certa ou você tá querendo relativizar as merdas que seu filho fez?
Hã, vai lá, né? É, é sério. É descumprir ordem judicial é muito sério.
Eu sei. E eu sou mãe e eu sou a favor da lei. Eu sou a favor do certo.
Eu sei que houve um descumprimento das medidas cautelares e mediante a isso foi pedido novamente a prisão do meu filho. Mas eu quero dizer para vocês, né, que entendo. Ele ele já tem um tempo que o meu filho não tá bem.
É visível que o o estado com o Mauro chegou, todo mundo vê e >> pausa. Todo mundo vê o estado que ele chegou mesmo, né? Na canto que nós vive vai nós vir aqui.
Tem que dar Jack para ela. Não é assim que falou pra Amanda. Tem que dar Jack para ele.
Toma Jack. Toma Jack. Toma Jack, toma Jack.
É visível o estado que seu filho chegou. É visível. Ele parece uma lombriga.
aparece um mosquito da dengue carregando colares de ouro e armas, né? Dando tiro por aí, fazendo apologia ao comando vermelho. É visível o estado que seu filho chegou, por isso que ele tem que estar preso, tá?
Voltou. >> É notório também que ele que ele adoeceu muito. Ele tenta ser forte, ele tenta passar pras pessoas que estão bem.
Sabe, a indústria musical ela é muito cruel, porque enquanto você tá com música rypada, enquanto você tá tá estourado e tua tua música todo mundo, você vai você vai julgar essa indústria musical é muito cruel. Ô ô ô ô, senhora Márcia, eu não posso chamá-la de vagabunda, eu não posso chamá-la de nada disso, então não vou chamá-la, vou chamá-la de dona Márcia. Dona Márcia.
Sabe o que é muito cruel, dona Márcia? Vou explicar o que é muito cruel. Muito cruel é você acordar 5 horas da manhã para pegar um ônibus ainda sem o sol nascer, para você ir trabalhar na escala 6 por1, para você ganhar um salário mínimo, para você comprar um celular em 24 vezes, tá?
E um vagabundo liderado pelo teu filho roubar esse cara. Sabe o que é cruel? Cruel é uma mãe de família.
ter a sua filha estuprada por um membro do Comando Vermelho, aliás, por dezenas de membros do Comando Vermelho, porque ela resolveu ir num baile funk, numa outra, num outro território. Sabe o que é cruel, dona Márcia? Cruel, dona Márcia.
É uma mãe dá bom dia pro seu filho quando ele sai para estudar ou sai para trabalhar e o filho tomar um tiro de fuzil na cabeça porque ele foi assaltado. Cruel, dona Márcia, é um motorista de Uber tomar um tiro na cabeça porque errou o caminho e acabou entrando num território que o seu filho domina. Cruel, dona Márcia, você ser vítima do urso, doca, de todos esses caras, entendeu?
Isso é cruel. A indústria da música é cruel. A indústria da música que hypou o seu filho, a indústria da música que deu ao seu filho a possibilidade de comer varar novinha, hein?
A indústria que deu a possibilidade do seu filho morar numa mansão de R$ 30 milhões deais num condomínio de luxo, essa indústria cruel, quem dera 1% dos brasileiros tivessem a chance de, né, serem judiados por essa indústria cruel da música. Manda o teu filho parar, então ele vai parar de cantar e tá tudo certo. Sabe onde?
Sabe um lugar que não é cruel? O céu. O céu não é cruel.
Eu torço para que o seu filho e vire uma estrelinha no céu, mas ele vai estar no paraíso, vai est lá com Deus. Vai lá, >> vai lá e diz assim: "Ele é o número um do trap". Mas que que adianta você ser o número um do trap?
Se você tá longe de você, que você se perdeu. Se você tá longe de você, que você se perdeu de você. Meu filho adoeceu, meu filho.
É notório, gente. >> Nossa, que cheiro forçado. Sabe, hoje eu não tenho o que fazer mais, sabe?
Todos os dias eu luto, sabe? Eu quero que o meu filho se entregue. Eu quero que sa filho do >> eu não sei quem editou esse vídeo, tá?
[ __ ] vídeo maldito. Deixa eu só ver o comentário. Volta lá.
Desce um pouquinho. Não consigo ter dó de quem engravedor de bandido. Força, senhora.
Você está sozinha? Não criou direito. Agora chora.
Fico esperandoia. Você não merece isso. Mas seu filho pediu pediu muito por isso.
Não, ela merece sim. O personagem fez muito mal a ele. Tomara que ele volte a ser o Mauro.
Que vocês se assim o Mauro, né? Não é o Oruan, né? Você sabe que o Mauro é só um filho de bandido que não é hypado, que não canta nada.
E é isso aí. Tá, tá, tá tudo bem. Ele voltar, seu Mauro, né?
Ah, Oruan ficou embalado demais. O tio da minha esposa, conhece os dois, falou que o Oruan mudou muito. É, antes é ele mudou muito.
Lembrei da minha mãe. Bagulho é sério. Sua família que sofre.
Os traumas ficam. Pô, eu concordo que o moleque é perseguido, mas assim, tinha conseguido a liberdade provisória porque não cumpriu. Ele errou as pessoas ainda.
Por que que ele Por que por que que um traficante do comando vermelho, filho do Marcinho MP, não cumpriu, né, os requisitos da liberdade provisória? Eu não sei, eu não consigo saber. Olha, um senador me entregou um um quatro canos de PVC, vou votar nele.
É isso. Vocês são isso, tá? Vocês são, olha, o prefeito do Rio me entregou um show da Lady Gaga que eu vi a 2 km de distância.
[ __ ] meu, vou votar nele. Claro, vocês são essa bosta, tá, cara? Desculpa.
Vocês são burros. Vocês são burros. Você você não identificar que o Oruan é o Oruan, eu não tenho muito o que dizer para você, cara, assim, né?
Eh, enfim. E aí, para terminar, cara, isso aqui é uma outra coisa, uma ironia do destino maravilhosa. Você sabe quem é essa senhora?
Hum? Essa senhora se chama MC Carol e ela tem um relato. Ela tem um relato pessoal.
Aconteceu uma coisa muito ruim com ela. Que que aconteceu com ela da play? >> Acabou o frio para fazer show por volta das meiano 10 por aí.
E aí o carro entrou na nossa frente, >> uns quatro caras de fuzil >> levaram meu carro, levaram tudo que tinha dentro. É. Eu pedi para pelo menos deixar um telefone com a gente pra gente poder ir embora dali.
Xingar a gente muito agressivos, né? Eh, deixaram a gente na chuva, no escuro, em frente a uma comunidade chamado Brechal, >> Brejal em São Gonçalo. >> Pô, mas culcha, hein?
Ô, DJ, solta uma música da mulher aí pra gente dar uma moral para ela aí que fizeram. Vamos divulgar o trabalho dela. >> Ó, eu não vou nem cortar a música, vou deixar a música rolar.
Qualquer coisa depois na na no pó no pós eu tiro, eu tiro o som. >> Pouquinho. Não, põe um pouquinho e tira.
Aqui no cavalão >> esse estralha me fascina. Cavanha eu perco ali. >> Calma.
Não, já que tá com a letra, tira o som. Tira o som. Vamos ler a letra.
Cavanha que eu perco a linha. Adoro vaga de radinho e de mochila. Esse estralha me fascina.
Caval cavanha que vagabundo, né? De radinho mochila. Que que é vagabundo de radinho mochila?
Que que é vagabundo de radinho mochila, pessoal? Talvez seja, sei lá, um segurança que está carregando a mochila de uma criança e com radinho para garantir que tudo fique bem. [risadas] Talvez seja isso.
Minha caracha, vem por cima, puxa meu cabelo me chamando de bandido. Me mete a porrada que eu sou piranha. >> Mete a porrada, diz que eu sou piranha.
Puxa meu cabelo, me chama de bandida. >> Muito bom. Anotei tudo, M Carol, muito obrigada pelo seu exemplo.
Realmente você é uma grande mulher. >> Só uma coisa, falando em música, né? Eu vi isso hoje.
Você viu que o Renato tá imitando o Elvis agora? Põe na tela, [risadas] >> mano. Você é muito filha da [ __ ] >> Vai, ó o Renatão aí, ó.
Vai lanches. Olha lá, ó. Ó lá, moleque.
[risadas] Ó o Mundiara, mano. Fez. Olha, mano.
Renatão. Tá que tá. [música] >> [ __ ] Renato.
Renato. [risadas] >> Talentos ocultos, não é mesmo? Ó.
>> Meu Deus. >> Olha. [ __ ] que pariu, moleque.
>> Renatão de quatro. Milhões [música] e milhões de pessoas se espetavam para o criado, pois a [música] gente é brasileiro, nunca sabe se vencer é o caminho. M.