O digital ele muda sua vida. É uma loucura o que vai acontecer, mas é uma responsabilidade. Todo lançamento a gente sempre tenta fazer um resultado superior ao anterior. E para isso a gente precisa melhorar alguma coisa. Nesse lançamento aqui a gente fez 8%, nesse daqui a gente fez 10 e pouquinho. E o que que mudou? Ela perguntar: "Ah, o que que a gente mudou?" Eu falei, a gente mudou aqui, ó. Para mim hoje, uma Das principais coisas que me fez assim visualizar e foi um erro gigante era não me reconhecer como empresa. E aí você
lembrar que uma das coisas mais importantes da venda não é a venda em si, é o pós. Apesar da gente ter hoje muita visibilidade através do Instagram, a gente precisa lembrar de um pequeno detalhe. Fala galera, sejam bem-vindos ao Qcast, o podcast da Kify. Eu sou o Marcelo Galberto, eu sou Bruno Rodrigues. E para Quem não conhece, Kcast é o podcast que traz toda semana pessoas que fazem dinheiro através do marketing digital. E se você quer aprender como começar do zero e se tornar uma mentora de sucesso, fica com a gente, porque esse episódio é
para você. Até porque os nossos convidados de hoje são um casal que começaram do zero e em menos de 2 anos faturaram mais de R$ 2 milhões de reais no digital. Eles são especialistas em lançamentos e na criação de produtos Digitais voltados para mentoras. Estão aqui para nos ensinar como transformar desafios em resultados milionários. E chegou a nossa vez de aprender como é que faz esse negócio aí, hein, Bruninho? Chegou demais, hein, Marcelo? Eu tô muito animada. Você animado? Vamos chamar ele. Eu tô animado porque eles vem de uma galera que a gente tem um
carinho especial já. Então, recebendo sua premiação de R 1 milhão deais faturados apenas na Kif. Sejam muito Bem-vindos, Alexandre e Aline Rodivas. Eita, gente, que prazer tá aqui. Tô muito feliz. Obrigada pelo convite. Tenho certeza que vai ser incrível. Ihu. É um prazer. Eu confesso que eu tô mega nervoso. Tô muito nervoso. Eu tô tremendo aqui. Mas eu acredito que pela confiança que vocês passaram para nós, vai ser uma uma conversa muito legal e eu espero entregar o máximo aqui também. Certeza. Vocês são bons demais, viu? E olha só, pra gente começar já com O
pé direito, vocês são aí um casal que prosperaram juntos. Então me contem quem puxou quem para entrar no digital e como é que foi essa decisão de estar entrar nesse mercado. Eu sempre falo que o sonho do digital, né, ele era do Alexandre e ele trouxe muito isso para dentro de casa. Ele começou ali e testando algumas coisas, tráfego direto, dropshipp, só que o resultado muit das vezes não vinha, né? E eu descobri que isso vinha justamente porque a gente não Estava em casal e a gente sempre foi muito família, né? a gente casou com
15 anos de idade e sempre foi muito família. E aí eu, por um momento eu pensei, cara, se eu me juntar a ele, a gente pode unir forças, porque a gente trabalha junto desde sempre e sempre que a gente unia forças a gente conseguia realmente alavancar. E foi aí que eu falei, eu vou entrar nesse mercado não sabendo nada do absoluto zero e vou trazer ele junto comigo. E a gente Começou exatamente assim. Antes vocês trabalhavam juntos fazendo o quê? Com a fotografia. A gente trabalhou 9 anos sendo fotógrafos de casamentos. Caramba. É, é legal
que a maioria dos fotógrafos iniciam pro casamento, né? que é um mercado infinito, tá toda hora a gente se casando total, mas é muito desafios também pelo que a gente estava conversando. É bastante. Inclusive alguns filmmakers da Kifi começaram aí. É verdade. Mas além me diz, você que Teve contato antes, então, com o mercado digital, de onde é que surgiu? Você viu um anúncio? Foi um amigo? Sim, o meu contato com digital começou lá em 2000 e não vou falar ano que eu vou errar, mas foi lá quando quando tinha um um rapaz que já
passou por aqui, Caí, o nome dele, eu tenho grande admiração por ele. Eu comecei a seguir ele no Instagram, era um rapaz muito novo que falava de digital e aqui, digital ali. Eu falei: "Vou aprender Esse negócio". Eh, fui para cima, mas a gente tava numa situação um pouco complicada pela questão de tempo. A gente tinha acabado de ter um casal de gêmeos em casa, então eles estavam ali recém-nascido e eu virando noites e noites adentro, porque não é fácil. A gente sabe que o início de ninguém é fácil, né? Quem vai subir uma campanha
pela primeira vez é a pior coisa do mundo, né? Então, aí que a gente começou e eu não consegui pra frente devido ao Tempo, mas no decorrer do do dos dias ela decidiu pegar na minha mão e a gente foi junto. Eu acho que a gente vai destrinchar melhor isso daqui no decorrer do podcast, né? Show de bola. É sobre experiência empreendedora, então a única que vocês tiveram foi a da fotografia, porque de alguma forma, de uma forma ou de outra, empreender é autonoma, né? Você empreender ali e fazer acontecer e na fotografia era isso.
Mas tiveram alguma outra Experiência? Sim. Na verdade, a fotografia, eu sempre fui uma pessoa assim que eu decidi com um ano. Eu fui CLT durante um ano só, trabalhava em uma farmácia, ganhava R$ 840 e durante um ano eu falei assim: "Eu não quero isso". E ouvi uma frase que me chamou muito atenção. Eu gravo essa frase, ouço e essa frase assim na minha cabeça como se fosse hoje, de um amigo que ele empreendia para ele mesmo e ele falou comigo assim: "Você nunca vai ganhar Dinheiro se você tiver trabalhando para outra pessoa. O dinheiro
que você quer, que você sonhe, que você fala comigo, ele tem que vir através de você". Eu falei: "Cara, eu vou picar o pé daqui, eu não quero mais isso, sabe?" E eu falei, "Eu vou, eu virei pro Alexandre e falei assim: "Alexandra, o que que você precisa pra gente começar a uma fotografar as pessoas aqui? Que que é que a gente precisa?" Ela: "Eu preciso de uma câmera e eu sempre fui assim, Sabe? Você precisa disso, ok, eu vou atrás". Sempre fui dessa forma, qualquer coisa eu falo que se eu definisse que eu ia
vender hoje bolo na praça, eu me daria muito bem. E aí eu fui atrás, eu comecei a fazer propagandas para passar naqueles telões que fica na beira ali do semáforo e juntei R$00. E aí a gente comprou nossa primeira câmera usada no Mercado Livre. A câmera chegou, eu comecei a chamar pessoas que eu conhecia ali da farmácia para fotografar de Graça. E aí a gente andava 30 minutos para chegar num lugar lá que chamava Parque Panema, pra gente poder fotografar as pessoas de graça. Postava aquilo lá no Instagram ou no Facebook, que na época ainda
tinha muito essa questão, e vendia ali por R$ 150. E aí eu comecei a descobrir que se eu vendesse aquelas coisas ali, tipo R$ 150, R$ 200, no final, eu já tinha muito mais de que R$ 840, que era o que eu tirava na farmácia. Eu falei, vou Começar nisso. E aí eu perdi o medo de empreender. Nunca estive massa. Caramba, na prática, na prática, na prática. E como é que vocês foram então de fotógrafos até vocês entenderem que, cara, a fotografia não tá dando tanto lucro? O que que aconteceu nesse período que fez vocês
entrarem nessa outra portinha? Os nossos filhos, com certeza. os nossos filhos, eles mudaram a nossa trajetória de que a gente vive hoje, da nossa vida, né, realmente. E quando a Gente, eu descobri, eu já tinha um Aquiles de Sinconias e quando eu descobri a gravidez dos Gêmeos, a gente começou a falar assim: "Cara, não tá dando, porque a gente tá trabalhando, a gente tá perdendo todas as fases, sabe, das crianças e a gente tá ganhando pouco." Então, será que isso realmente tá valendo a pena? E na verdade a gente sente no nosso coração se aquilo
ali realmente é para você. E eu entendo que a vida é início, meio e fim. são ciclos, A gente precisa finalizar eles em alguma hora, sabe? A gente precisa tomar a decisão de realmente sair do lugar que a gente está, naquela zona de conforto. Eu falei: "Não quero, não quero mais isso". E aí a gente foi e eu falei: "Alexandre, fotografia já não é mais pra gente e vai doer talvez a gente realmente eh não entender isso agora ou talvez a gente sair disso". E a gente foi muito julgado. A gente foi muito julgado porque
a gente largou 9 anos de Fotografia. uma empresa, uma empresa cara de fotografia de 9 anos, todo mundo conhecia a gente ali na cidade para começar o marketing digital que ninguém nunca tinha ouvido falar. A nossa cidade é muito pequenininha, sabe? São 5000 habitantes. O que que é isso? Que que que história é essa? Como é que a pessoa vai largar tudo para viver? E foi aí que a gente começou realmente. Caramba, como é que foi então conciliar essa esse início digital? Porque ali vocês estavam Passando dificuldades financeiras, tinham três filhos, crianças pequenas para cuidar
e ainda ter energia para empreender em algo novo. Como é que foi isso para vocês? Nossa senhora. Você quer contar? Pode, pode contar. Eu vou contar então na minha visão do que que eu via a Aline e de como foi essa transição. Perfeito. Eh, quando a gente tava para abandonar a fotografia, a gente tava ali com três três filhos. Por fim, eu já tava fotografando Praticamente sozinho, né, alguns casamentos, porque a Aline tava ali, acabou de ganhar criança, não tinha como sair de casa e a galera sempre notava a energia da Aline na na nos
casamentos. Ela ela, eu sempre fotografei, mas era ela que organizava os posicionamentos, as fotos dos padrinhos. Ela ela tinha uma energia ali no casamento e o dia que eu fui sem ela, é, foi um gelo, sabe? E aí a gente foi, eu fui em outro casamento, foi outro gelo. E aí por fim Eu falei: "Cara, a galera tá notando isso". E algumas pessoas notaram tanto que não não começaram a não contratar mais. E aí veio a pandemia como um uma água fria, assim, a pandemia foi uma água fria para muita gente, mas o que virou
muito jogo também, né? Mas assim, a pandemia veio, aí a galera começou a falar: "Ah, não vou casar mais, eu preciso do dinheiro de volta, eu preciso eh quebrar o contrato, eu quero meu dinheiro de volta." E a gente tipo Chegou num ponto que o caixa da empresa já não tinha mais. A empresa realmente faliu, né? É, realmente faliu. E a gente tava devolvendo coisas que a gente ia pagar uma despesa pessoal devolvendo o contrato. E aí a gente falou: "Cara, não vai dar mais". Eh, enfim, a fotografia não foi. E nesse meio período eu
já tava ali virando noites eh em busca do sonho do digital, sabe? Subindo campanhas, testando produto. Ah, eu conheci um negócio chamado dropship, eu vou testar. Ah, eu vi falar que dá para ganhar em dólar, vou testar. Aí eu ficava indo para todo lado, sabe? E não acertava em nenhum. Foi aí que ela falou, por fim, ela falou assim: "Eu vou entrar nesse negócio digital aí com você". E a gente com com um casal de gêmeos muito pequenininho em casa, ela virou para mim e falou assim: "Eu vou comprar um uma mentoria aqui que ensina
mulheres a vender produtos físicos sem aparecer". E detalhe, nesse meio tempo a nossa Energia tava cortada. Quando a gente chegou com as crianças, não tinha nem R$ 20. se pedisse pra gente, a gente pegava dinheiro emprestado com a minha sogra para comprar leite, fralda. E aí a mentoria custava 497. E eu falei com ele, falei: "Alexandre, vou comprar a mentoria e Aline". Ele tava desanimado. Ele fala: "Aline, não, não é a hora, sabe? Tô tô assim, eu já tentei, meio que desiludido, entendeu?" Eu falei: "Isso digital também não vai dar certo", Sabe? Eu já não,
já não sei mais aonde testar e tal, não vai dar certo, Aline. Aline falou assim: "Não, eu vou investir aqui e tal, você vai me ajudar pegar um cartão emprestado". E de início eu falei com ela assim: "Aline, não, não mexe com isso não. Vamos tentar outra coisa, vamos pegar um dinheiro emprestado, mas vamos pagar conta de luz porque a gente não dá para ver sem luz". E aí ela ficou calada. Eu lembro que ela sumiu nesse dia, não falou nada. E aí, eu fiquei Chateado. É. Eu acabei esquecendo também que eu tava com tanta
preocupação na cabeça. E aí ela foi e apareceu uns dois dias depois com celular na horizontal, assim, eu sempre falo isso nas lives que a gente faz, mas é é legal. Ela aparecia na casa assim com celular na horizontal o tempo inteiro e eu falei: "Essa mulher tá assistindo o que nesse trein? É Netflix, não é possível que ela passe o dia vendo Netflix. E o tempo inteiro Assim, sabe? Aí dava mamar as crianças no peito com celular aqui. Inclusive ela tem até uma foto que a gente até postou no Instagram recentemente que ela tava
bem assim com uma criança aqui, a outra criança na perna que são gêmeos, né? Era tinha poucos meses e o celular aqui assistindo a mentoria que ela comprou, eh, sem mesmo eu ter aquela provação, né? Aí eu falei com ela, cara, como você comprou essa mentoria e tal? Ela falou: "Ó, eu não ia te falar nada, mas corri No meu tio Rafael, o nome dele hoje ele sabe dessa história, mas até então ele não sabia. Corri no meu tio, falei que eu precisava do cartão para para comprar um negócio. E aí eu comprei a mentoria
por R$ 497, dividir em 12 vezes R$ 50. Eu não sei como é que eu vou pagar esse R$ 50, não, mas tomei essa atitude aí. E eu falei: "Cara, você é muito louca. Nós devia ter pagado isso, devia ter pagado aquilo". Aí por fim passou, entendeu? Três dias depois, quatro, cinco, mais ou Menos uns cinco dias, né? Foi isso. Por aí, por aí. Não lembro muito bem quantos dias foi, mas ela fez uma venda lá de um ebook de R$ 8,90 rápido. Caraca, mas detalhe, essa venda de R,90 foi algo assim, ela chegou para
mim, eu lembro certinho como foi na visão dele, lembrando, é, ela chegou para mim com a comissão de R8,90 e virou o celular para mim assim com a notificação da da comissão. Falou comigo assim: "Escolhe a cor da Porche Que você quer". Eu falei: "Essa mulher tá ficando é doida". Sabe aquelas pessoas que fica louca quando começa algo novo? Falei: "Essa mulher tá doida cabeça, cara". Eh, Aline, para de um pouco de de assistir aula. Você tá não tá bem, cara. Cor de poste comissão de R$ 8. Aí ela falava assim: "Não, eu já mentalizei,
tá tudo pronto, pode escolher". Eh, aí eu falei: "Cara, agora eu vou ter que arrumar um psicólogo, né? Eu já não tinha como pagar conta de luz, Agora ten que pagar médico." E aí ela foi e continuou nove dias. Foi nove, né? Esse foi nove. dias exatos. Dias depois ela apareceu com uma comissão de 300, 320, R$ 300. R$ 300 E aí aquilo ali eu comecei a arrepiar, entendeu? Ela falou assim, ó, mais um aqui, hein. As pessoas você parava ver, eu aposto falei: "Caramba, agora não é R$ 8, né? Agora é 300, né? Já
dá para pagar uma conta de luz". E o engraçado assim é porque a gente fotografava e Cobrava 250 em um ensaio, né? E aí eu tava dentro de casa, perto das crianças e uma comissão de R$ 300. E ele fala, a gente fala muito sobre isso, né? dessa questão de visualizar. Eu brincava com ele, eu já visualizava isso, sabe? Porque quando eu fiz a primeira v, perdão, quando eu fiz R$ 1.000 na KFI, eu vi essa plaquinha de 100.000 e eu falava: "É minha, você colocou ela na tela do WhatsApp, né? É minha". Entendeu? E
foi assim que a gente Literalmente começou esse projeto e aí não parou mais, sabe? Ela foi vendendo ali no decorrer dos dias, caiu mais uma, caiu mais outra. E aí por fim ela chegou para mim e falou assim: "Alexandre, preciso de alguém para atender meu WhatsApp. você tá disponível ou eu vou ter que contratar outra pessoa? Falei: "Caramba, ela já tá nesse nível, tá vendo? Tá contradica, pô". Eu falei: "Cara, essa mulher tá muito rápida". Eu falei assim: "Ah, não, vamos Embora. Eh, eu já tinha uma experiência ali com tráfego e tal, que subiu anúncios
e tudo mais, eu já fazia gestão de tráfego, sabe?" Eh, e aí eu falei com ela: "Então, bora, bora lá, o que que você precisa? Eu preciso de alguém que faz isso, faz isso, faz aquilo, que esteja ali no meu suporte, porque agora eu vou ter aluna também". Eu falei: "Você vai ter aluna? Como assim, cara? Você vai ter aluna, você tá vendendo produto físico?" Aí falou: "Não, mas Agora eu já validei aqui uma estrutura, vou vender mentoria". Eu falei: "Mas já falei, não tá muito cedo e tal". Ele perguntou para mim exatamente isso. Ele
falou: "Mas tipo assim, tinha uns 20 dias, né, que eu tinha iniciado." Ele falou assim: "Mas você já fez quanto?" Aí eu falei: "19.000". Meu Deus, cara. Você teve resultados muito rápido. Muito rápido. E aí foi nesse ponto que eu falei: "Caramba, aconteceu um negócio aqui. Esse digital realmente virou, porque até então eu tava tava desacreditado e ali eu falei: "Então bora junto aqui, bora nós dois aqui". E foi aí que a gente decidiu fazer o nosso primeiro lançamento sem saber que tava fazendo, sabe? Ela ela ela sempre as ideias. Você quer contar? Posso contar?
Pode contar. Sua visão tá legal. Lá perto de casa tem um cemitério, né? Eh, um lugar assim abandonado, meio que meio terra assim, sabe? Um lugar lá. E Ela virou para mim e falou assim: "Eu vou fazer uma um algo aqui que eu vou chamar a atenção das pessoas para comprar a mentoria de mim". Eu falei: "Ah, certo, que que você precisa?" Daí eu preciso, você compra a gasolina lá no posto, um fósforo para jogar alguma coisa assim e e um inchadão para cavar um buraco. Falei: "Caramba, eu pensei, falei, tem algo bom aí?" Não.
Aí ela veio e falou assim: "Vamos ali na porta do cemitério, você vai você vai fazer um Círculo assim para mim e vai botar fogo e aí eu vou vou vestir bem bonito aqui. Eu vou fazer uma maquiagem e tal e aí você vai fazer um take de vídeo para mim de 15 segundos. Aí eu vou botar minhas todas minhas vendas que eu já fiz nesse vídeo e vou fazer uma divulgação com esse vídeo. A gente nem sabia que o nome disso era criativo, né? Olha, olha. E aí, e detalhe, isso tem pouco mais de
18 meses, tem muito pouco tempo. Então assim, aí ela foi, eu comprei a ideia Dela e fui lá, né? Falei: "Essa mulher tá meio louca, mas vamos lá. Ela já acertou, já tá vendendo, então vou seguir. Fui lá, chamei um uns amigos nossos e aí pedi ajuda ó: "Você vai botar fogo, eu vou filmar daqui e ela vai andar e vai fazer alguma coisa". Eu ainda não sei muito bem a ideia dela, mas a gente vai vai comprar a ideia, entendeu? E aí a gente fez um vídeo, eh, tá lá, tá no Instagram dela. E
aí esse vídeo ela postou com as comissões e Falou assim: "Fiz tantos mil, vou revelar como eu fiz no dia tal em uma live, em uma live já preparando a galera para é sem saber que que era lançamento. A gente via a galera fazendo isso, né? Botava uma data e falava que ia ter alguma coisa". Falei: "Ah, isso deve ser legal, vamos botar uma data também, vamos falar alguma coisa". E aí ela foi e fez isso. E aí nesse dia, eh, ela colocou bastante gente na live e já tava com um grupo no WhatsApp ali
com Bastante gente. E aí a gente no outro dia falou, falou na live, né, ó, dia tal, amanhã, 9 horas da manhã, a gente vai abrir aqui a vaga e quem comprar tal hora vai ganhar isso, vai ganhar aquilo e vai ganhar o melhor de tudo, que é o nosso suporte, de como a gente chegou nesse resultado aqui vendendo sem aparecer. E aí ela falou isso na live praticamente, né? Foi uma live de 40 minutinhos e aí no outro dia foi R$ 6.000, né? R$ 6600. R$ 6.000 na abertura Do carrinho. Aí eu falei: "Caramba,
R$ 6.000 em 2 minutos. E o ticket era quanto? Era R$ 300. Era não. Então as 20 vendas. É por aí. E aí foi R$ 6.000 naquele minuto. Eu falei: "É, e uma um detalhe sobre isso, eu não sabia sobre a conversão de um lançamento, né? Quando a gente tá começando, a gente não tem muita noção dessas coisas. Só que aí eu falava assim: "Cara, eu tenho 250 pessoas dentro do grupo, então o que que eu vou fazer aqui? Eu vou fazer umas 50 Vendas, eu vou fazer umas 70 vendas. Alexandre, gente, tá rico, entendeu?
Não tinha noção. E eu com medo de não dar nada, né? Que uma conversão era ah, uma conversão de dentro do grupo de lançamento é 10%, que é o OK, que é o considerável, entende? Eu não tinha essa noção de nada. E aí com 20 vendas e aí R$ 6.000 lá, R$ 600, eu falei que que eu fiz de errado? Alexandre mulher acorda R$ 6000. Você tá doida? A Eu sei que aqueles R$ 6000 eu falei com ela assim, resolvemos a maior o maior problema da nossa vida, porque a gente trabalhava com a fotografia e
R$ 6.000 pra gente era um mês inteiro trabalhado. E nesse lançamento a gente ainda fotografava. Então a transição aconteceu junto com isso, entendeu? A gente ainda tinha casamentos marcados e a gente fez esse lançamento e aí estourou, entendeu? A gente estourou nesse dia e a gente conciliou com a fotografia, foram meses, Né? A gente entrou no digital, eu falei: "Não vou trabalhar mais com fotografia, mas existem contratos e eles devem ser cumpridos". Então a gente conciliou meses e nesse percurso a gente não pode esquecer que a gente tá falando de pessoas normais. A gente tá
falando de um casal, né? A gente tá falando de uma pessoa que arruma casa, a gente tá falando de uma mãe de três, a gente tá falando de uma esposa, né? A gente tá falando de uma pessoa ali que tá Trabalhando com a fotografia e que tem um dia muito corrido, uma madrugada muito corrida. Então eu eu fazia assim, sabe? Foram no ve meses assim, eu não vou falar sofridos, mas de aprendizado que a gente teve nesse percurso todo. Muito sofrido nesse percurso todo. E eu lembro exatamente do dia que a gente foi fazer o
nosso último casamento e que eu chorava muito e era uma sensação muito boa, porque era uma sensação que eu Tinha terminado um dever cumprido, sabe? Pô, eu tô finalizando isso, mas eu tô feliz porque eu entreguei ali o meu máximo. Eu tô muito mais feliz que agora eu posso dar 100% do mim aqui nesse projeto. Então, o percurso foi muito difícil, crianças pequenas dentro de casa. Muit das vezes eu queria estudar, mas os meninos estavam chorando, sabe? Porque eram bebês chorando. Às vezes, muit das vezes, o Alexandre fala assim: "Aline, vamos dormir". E aí era
três, qu C na hora que eu ia ver o dia já tava amanhecendo e eu tava lá, coisa que ele também fazia, sabe? E aí a gente foi vivendo todo esse percurso, a gente foi vivendo isso. E hoje eu vejo muitas pessoas que estão iniciando no digital que às vezes ela vai subir uma primeira campanha ou às vezes vai até mesmo aparecer no Instagram e ela não consegue o resultado de de imediato e ela fica frustrada. E aí eu penso assim, cara, ela não sabe nenhum texto do que é, Sabe? O digital ele muda a
vida, ele muda a nossa vida, mas existe com certeza um esforço ali atrás antes. Ele ele realmente testa a pessoa para ver até quando ela aguenta, entendeu? Eu, por exemplo, tinha um cartão de crédito que eu investi todo o limite dele, não sabia nem como eu ia pagar. Na verdade, eu paguei para você, eu fui pagar depois, meu nome sujou, foi pro Serasa. Enfim, e no início é assim mesmo, sabe? Às vezes as pessoas Conversam com a gente e falam assim: "Me dá uma dica aí, eu tô começando, mas tá muito difícil. Eu já subi
campanhas e não tá dando certo. Nenhuma das duas que eu subi, eu falei: "Cara, você relaxa, você me desculpa, cara, mas eu gastei mais de R$ 5.000 subindo campanha. E tive prejuízo, não só financeiro, como psicológico. Eu tive que aguentar minha esposa falar na minha cabeça, entendeu? Então, a verdade é que para chegar lá em cima vai ter muita escada, não vai ter Muita coisa, cara. Eu acho que só avança quem realmente tá disposto a pagar o preço. Quem não tá disposto não vai. Inclusive, a título de desafios, hoje vocês empreendem casal, já são casal
experiente, já tem praticamente dois anos aí de estrada, então imagino que muita coisa já evoluiu. Mas como foi esse processo de lidar com o outro além do relacionamento, né? Porque o a sociedade também um relacionamento, mas as dinâmicas são diferentes, né? Como é Que foi para vocês isso aí? Cara, o eu e o Alexandre, a gente trabalha junto desde a época da fotografia, então a gente ficou 9 anos trabalhando juntos, né? E a gente começou no digital, vai fazer 2 anos, somando aí a gente tem 11 anos trabalhando junto. E uma das coisas que eu
sempre coloquei na minha cabeça é que eu precisava separar isso. É fácil? Nossa, de forma alguma. Porque às vezes dá alguma coisinha errada e aí você quer falar, iui, deu errado, foi ele e aí Você tem que colocar, poxa, é uma outra pessoa, é um outro ser humano, né? E aí acho que com o tempo a gente foi desligando, né? A gente chega para trabalhar, eu nem lembro que ele é meu marido, não lembro, sabe? A gente vamos fazer um lançamento essa semana, ó. Cada um, cada parte da equipe aqui tá tá distribuída para fazer
isso daqui. É o Alexandre na parte dele e a Aline na parte dele. Ah, eu saí dali, cheguei na minha casa, os meus filhos, a minha Família, ele é meu marido. Mas essa parte é muito desafiadora e se a gente não souber levar isso pra frente, muitos casamentos acabam acabam assim sem pensar, sabe? Porque você leva ali o estresse, você leva ali a raiva, você leva ali a ansiedade, sentimentos muito explosivos das vezes que a gente não consegue lidar. E aí a gente precisa parar para pensar, pô, é uma pessoa que eu amo, é uma
pessoa que eu gosto, é uma pessoa que realmente eu tô abraçando o Projeto e ele também tá abraçando o meu projeto. Então o que que a gente vai fazer pra gente poder resolver isso aqui juntos? É um um dos nossos maiores desafios hoje é isso, é trabalhar em casal. Mas é incrível. E assim, Aline, vocês trouxeram aqui pra gente, né, Aline Alexandre, os resultados de forma absurda que você escalou no digital, né? Você em 20 dias você já destravou vendas assim, R$ 19.000 R 20 dias é algo muito grande que pessoas que já vieram aqui
Nessa mesa ficaram 5 anos para tentar vir fazer a sua primeira venda. Então queria saber de você que que você considera que foi o seu diferencial que você fez que você conseguiu destravar essa mentalidade que te permitiu fazer essas vendas tão rápido? Eu sempre fui uma pessoa muito proativa e eu sempre gostei muito de comunicação. Qualquer coisa que eu ia fazer, eu me comunicava muito bem. Na escola, por exemplo, se eu fosse: "Ai, vai ter um projeto final de Ano, aí eu vou assumir o projeto, eu vou ficar na frente dele. Ah, o Alexandre, Aline,
eu preciso de uma câmera pra gente começar a fotografar. O que que eu vou fazer para pegar essa câmera? Ah, eu preciso disso. O que que eu posso fazer que seja rápido? Isso é da Aline. Isso é meu. Eu sempre estive com isso, sabe? E quando eu vim pro digital, eu coloquei para mim uma meta. Eu tenho 30 dias para ter um resultado significativo. Não precisava ser R$ 19.000, R$ 1000, mas se Eu fizesse ali pelo menos R$ 2, R$ 3.000, isso era muito significativo para mim, sabe? E eu falei, eu vou levar o que
eu tenho de conhecimento. Como que a Aline fez a primeira venda dela emito dias? Como que a Aline fez a a venda dela de R$ 300, que hoje vai ajudar muitas mulheres dentro de casa, que muit das vezes não estão trabalhando, são dependentes de outras pessoas. Muitas mães que hoje trabalham e que querem estar perto dos filhos. O que que eu vou Fazer para levar isso paraas outras pessoas? Eu falei: "Pô, o Instagram, eu vou levar isso pro Instagram, eu vou falar de forma sincera com as pessoas, eu vou falar com elas realmente o que
eu tô fazendo. Eu vou abrir uma live aqui, eu quero realmente contar para essas pessoas o meu propósito, como que a Aline tá fazendo isso." E aí eu acho que foi de uma forma tão sincera, tão sincera pras outras pessoas, que eu falei: "Vou levar isso". E aí as pessoas Foram comprando essa ideia. Pô, ela é uma pessoa normal, ela é da cidadezinha pequenininha que não tem quase ninguém. Ela é uma mãe de três, ela é casada, ela limpa uma casa e a mulher tá conseguindo fazer 19.000. O que que ela tem que eu não
tenho? Uhum. E eu sempre falei assim, eu não sou melhor do que ninguém. Eu não tenho terceiro ano, eu nunca fiz nenhuma faculdade, eu moro no interior, eu moro na roça, mas eu tenho uma coisa comigo que é força de vontade. Se você Tem uma força de vontade, você também vai conseguir. E eu acho que foi isso, sabe? As pessoas, eu falei de forma sincera com as pessoas, elas entenderam isso e aí o meu produto foi validado aí, né? Autenticidade, né? Não, Martielo, autenticidade vende muito, né, Bruninho? Tá. Agora, o que é que o que
é que fez vocês se interessarem a vender produtos para mentoras, que é o nicho que central de vocês hoje? Como é que isso surgiu? Conta pra gente aí. Eu tenho uma cabeça, Eu tenho uma cabeça pensante, Marcel. Nossa, boa demais. Antes de você chegar nessa parte, deixa eu contar como surgiu, entendeu? Lá na raiz do negócio, sabe? Porque a raiz do negócio foi, tem alguma palavra que não pode falar? Não pode falar liberado. A avó dela falou com com ela assim quando ela tava vendendo sem ser mentora, né? ainda vendero no off ali sem aparecer.
Infó dela falou com ela assim: "Minha filha, você tá vendendo droga?" Aí ela falou: "Que isso, vó? Você tá louco" e tal. Aí ela explicou pra avó dela o que que ela vendia, né? Que ela era um afiliada. Aí ela até deu um, deu um exemplo pra avó dela, que a avó dela vende Natura, Avon, essas coisas. Aí ela falou assim: "Sabe a Natura, Avon que você vende? Eh, eu vendo produtos muito semelhantes, só que lá na internet. Eu falei com ela assim: "Sabe quando eu venho aqui e compro um sabonete da senhora, a senhora
não ganha uma comissão? A senhora não é o dono do Produto, é a Natura, né? Mas por causa da venda que a senhora faz, a senhora ganha comissão. Eu vendo a mesma coisa, vó, só que eu vendo maquininha e vendo vitamina para cabelo. E aí foi aí que começou. A partir do momento que a gente fez um resultado expressivo, ela sempre foi um pouco, não vou falar muito fluente, mas ela influente no Instagram, mas ela já era um pouco ali meio blogueira assim da da do nosso interior ali, né? E aí a cidade Geralmente conhecia
ela e ela gravava muito stories, ela ia nas lojas, quando ela comprava um um bombom serenato, ela gravava o bombom que ela comprou, que era uma aquisição. E ela sempre teve essa pegada meio influencer, sem muito público, né? E aí foi onde ela começou a postar a comissão meio que indiretamente, ela tava já fazendo uns criativos, ela postava a notificação falando assim: "É, obrigado, meu Deus", tal, tal, tal. E aquilo ali foi gerando Conversas na cidade que a gente morava, que é muito pequeno, né? Aí a galera foi, começou a chamar ela, falando assim: "Aline,
que que é isso que você tá fazendo? O que que você tá vendendo? Qual é, qual é esse produto e como que você tá vendendo? Você tá oferecendo isso para as pessoas? Porque eu não vejo você vendendo nada no Instagram, não vejo você oferecendo nada para ninguém. Como que é essa questão?" Aí a Aline falou: "Opa, eh, eu posso ensinar, eu Tenho o o que elas querem ouvir, né?" né? E foi aí que começou a questão de do da nossa vontade de ser mentores, né? Da na vontade dela ser uma mentora e ensinar a levar
isso para outras pessoas. Só que aí eu descobri nesse meio período que eu gostava de comunicar com outras pessoas que também queriam ser mentoras. E aí eu falava assim, eu eu me comunico muito bem com essas pessoas porque elas sabem o que elas já querem. Ela já sabe para o que que ela Vai vender, aonde que ela vai vender, o que que ela tem que fazer. Então eu eu comecei a fazer ali eh aulas ao vivos, que eram aulas privadas, né? A pessoa contratava ali comigo uma aula, ela ficava duas horas com ela, passava tudo
que ela tinha que fazer, roteiro de tudo. Ah, o que que você vai gravar no seu Instagram? Como que é o lançamento? O que que você tem que fazer? Olha, como é que foi o meu primeiro lançamento? O que que eu fiz? E tudo meu era muito Assim, sabe? Eu vou abrir uma placa que daqui wifi, eu vou botar fogo, eu vou. É, sempre foi muito extravagante e isso chamava muita atenção de outras mentoras, talvez não do público que estava iniciando, mas de outras mentoras, né? O que que essa mulher faz? Será que as vendas
dela é por esse conteúdo assim, sabe, mais agressivo que ela tem? Esse conteúdo mais chamativo, rasgava dinheiro, não dinheiro de verdade, tá Gente? Carteira de trabalho, sabe? Era tudo tipo assim, muito explosivo demais. E aquilo começou a chamar atenção da das pessoas de outras mentoras. Ela falava: "Aline, me dá aqui um uma imissão, me dá alguma coisa." E eu falei: "Hum, e aqui eu posso cobrar mais caro, né?" Perfeito. "Ai posso cobrar mais caro. Então, se eu vendo hoje uma mentoria que custa 497, quer dizer então que eu posso dobrar para ensinar o que eu
sei? Porque com o que eu sei hoje elas conseguem Fazer 10.000, elas conseguem fazer 20, conseguem fazer 30, porque na época o meu faturamento era esse, né? 50.000 1000, não era igual hoje, né, que faz mais de 200.000 no mês. E eu falei: "Então, eu vou começar". E eu comecei a vender para mentoras e eu comecei a ver os resultados delas e eu falei: "Caramba, que surreal. A mulher que não sabia nada tá fazendo 15, 20.000 por mês com as minhas estratégias, com aquilo que eu faço". E aí eu falei: "Hum, mas Eu preciso fazer
algo que eu não fique tão cansada de ter que ficar ali du 3 horas ao vivo". Então, o que que eu vou fazer que seja um ticket alto? A gente tá falando aí de um ticket de R$ 2, R$ 3.000. Que que eu vou fazer para para vender isso em lançamento, que é a área que eu gosto para essas mulheres? Qual o que eu preciso? E aí eu parei por um momento. O que o que a Aline precisa? Eu sou uma mentora. Se eu sou uma mentora, o que que qual que é a minha dor?
E eu Descobri que a venda era isso, é você achar a dor de outra pessoa. Porque quando você acha a dor de uma outra pessoa, você consegue ir lá e dar a solução para ela e você vende. Aí eu falei: "Pronto, área de membros." E aí eu fui pra minha cabeça pensante. Minha cabeça pensante, eu preciso vender um produto que chama área de membros. Que que a gente vai fazer? Caraca. E como é que você estruturou isso? área de membros é um projeto que é um Pouco complicado de explicar o esse projeto, porque eu acho
que a gente tava no lugar certo, eh, no ambiente certo com as pessoas que precisava daquele produto. Não é um produto que vende para qualquer pessoa. Se eu falar para você que uma área de membros, eu vou montar sua área de membros, você vai me dar R$ 3.000, você vai falar assim: "Quê? Eu não, eu sei montar uma área de membros. Eu vou lá na Kify, estruturo e monta minha área de membros. Por que que você Vai me cobrar R$ 3.000 para isso?" Só que a gente tava inserido no ambiente correto para vender isso, sabe?
Então, eh, a gente notou que a galera precisava de uma área de membros para dar um suporte melhor pras alunas que compravam uma mentoria dela. A mentoria hoje que a gente trabalha é o MSA de Denis e Rut, grande Denis e Rut mudou na vida de centena, milhares de pessoas. Denis e Rut é um casal assim que transformou a nossa vida. fal, eu falo Isso com eles porque foi sensacional, cara. A todas, cada conversa, cada palavra que a gente tem trocado com Denis é algo que vira jogo, sabe? E aí, mas voltando ao assunto, né?
É, depois a gente fala mais. Voltando ao assunto, a gente tava ali e a gente percebeu que as mentoras queriam ter aquela área de membros com as fotos dela, ela queria uma autoridade, com queria uma autoridade para ela oferecer algo a mais, entendeu? Eu vou vender a Mentoria, mas se você comprar a mentoria de mim, eu vou te dar uma área de membros com as aulas de um gestor que vai te alavancar 10 vezes mais rápido o seu resultado dentro dessa mentoria que você tá adquirindo. E essa área de membros eu vou te dar de
graça. Elas falavam isso pras alunas dela. Na verdade a Aline fazia isso, né? E elas viram que a Aline fazia isso. Eu falou: "Aline, eu quero ter uma área de membros também. Eu quero, só que eu não quero Gravar. Qual que é a dor da mentora?" Ela não quer gravar. Ela não quer gravar 50 aulas. É. E aí várias mentoras que tava assistindo a nossa área de membros que a gente dava de graça para as nossas alunas que compravam a mentoria MSA com a gente, elas começaram a falar: "Eu preciso ter uma área dessa, eu
preciso oferecer esse alavancador de resultado, né, que é que é o que a gente fala aqui hoje." E foi aí que surgiu esse projeto. A gente lançou esse projeto chamado área De membros, é um produto nosso. E daí em diante para cá foi mais de R 1 milhão deais faturados dentro da KFI vendendo área de membros. E aí eu agreguei, né? Eu agreguei, eu peguei a ideia dele e falei: "Hum, além de entregar essa área de membros, então eu posso colocar outra coisa." O que que eu vou fazer? Formação de mentora. Você não sabe nada,
mas você quer ser uma mentora? Vem cá que eu vou te transformar numa mentora aqui. E aí a gente colocou todo esse projeto de uma Pessoa iniciante ali, mas que quer trabalhar com a mentoria, quer vender uma mentoria, entendeu? Além dela ter uma área de membros com a foto dela, com todo o conteúdo de um gestor, ela ainda vai ter uma formação. Quer aprender sobre influenciadores, você quer aprender sobre lançamento, você quer aprender sobre estrutura de Instagram, você aprende aqui dentro da formação. E aí encaixou tudo. Mas isso aí tem uma história bem legal, não
sei se eu posso Posso falar. Então bora lá. Eh, quando a ela teve essa ideia de falar assim: "Ah, vou se eu oferecer algo a mais, eu posso vender a área que custa 3.000 por se, né, Alexandre?" Ah, então eu vou colocar aqui uma formação de mentoras. Então, a pessoa que comprar a formação comigo, mais a área vai custar R$ 6.000. E aí eu eu lembro de ter virado para ela falando assim: "Aline, mas se a gente fizer uma loucura aqui e deixar esse produto assim irresistível, se a gente pegar e vender Só a formação
por 3.000 e dar área de membros de graça, aí ela falou: "Não, você tá louco da cabeça, né? Como que eu vou dar um produto de R$ 3.000 de graça". E foi aquela aquele aquele aquela reunião de casal. A colérica. Eu não vou, não vou trabalhar desse jeito para não, não vou fazer isso, não vou fazer aquilo. E por fim, eu eu acabei convencendo ela que era real e a gente criou esse produto, né, que que acabou se tornando uma oferta uma oferta Irresistível para quem já queria uma área de membros, vai ganhar a formação
de mentora de graça e ou quem queria a formação vai ganhar uma área de graça. E foi aí que a gente tem o faturamento que a gente tem com esse produto que ninguém entende, né? No final vocês foram criando toda uma esteirinha aí de produtos de vocês, não é mesmo? Caramba, aí tem vários braços, tem para onde vir dinheiro de todos os lados. Todos lados. É, aí é bem legal que a gente sempre tá Atualizando essa área de membros e dentro da área de membros a gente indica produtos que vão ajudar as alunas das mentoras,
por exemplo, um um automatizador de de conversas no WhatsApp, eh uma lista de contatos ali que tá mais exclusiva e dentro dessa área de membros a gente vende esses produtos pras alunas dela. E aí a gente falou com ela assim: "E vocês podem se afiliar a esses produtos e colocar o link de vocês lá e vender sem nunca ter Gravado nenhuma aula". Então, ó, por exemplo, a gente tem um preset, vamos colocar assim. Então, se hoje você quer se afiliar ao preset e quer ter uma aula lá do preset, você pode se afiliar, coloca o
seu link por debaixo da aula, quem se interessar, né? Eu quero comprar esse preset, eu quero ter esse editor de foto. A pessoa vai lá, clica, compra, a mentora, a mentora vai ganhar a comissão dela e tá tudo certo. Galera, vocês foram assim, ó. Elas elas pagam eh o investimento que elas fizeram através de comissões. Se a gente for olhar, as próprias comissões que a área de membros dela gera, ela paga o investimento com dois, trê meses. Sim. Só com as vendinhas que cai lá de R$ 150, R$ 190. Que caraca. E ó, aproveitando todo
esse conhecimento de vocês, queria ser sucessem pra galera que tá assistindo, tá começando e não sabe como criar um bom produto. Então, quais seriam os passos para criar um bom Produto produto digital? Aí eu acho que um dos primeiros passos é você identificar a dor de uma outra pessoa, né? E aí você lembrar que uma das coisas mais importantes da venda não é a venda em si, é o pós. Porque quando você tem um bom pós, você cativa as pessoas para que ela compre novamente de você ou para que ela indigue também para outras pessoas.
E eu creio, apesar da gente tá num universo digital muito grande, apesar da gente ter hoje muita Visibilidade através do Instagram, a gente precisa lembrar de um pequeno detalhe que a indicação boca a boca ainda funciona, que ele é muito forte, o orgânico é muito forte, né? Então quando você cria todo esse esse conteúdo de achar uma dor de uma pessoa, apresentar para ela uma solução, pode ser que naquele momento ela não compra de você. Pode ser sim, mas você apresentou para ela uma solução que ela não vi em lugar nenhum. Então ela volta e
aí na hora que Ela volta ela traz mais 10 com você. Isso é muito importante. Então você achar esse ponto de dor, apresentar a solução, cativar o pós a pós-venda. Eu acho que é incrível. Tem muita gente que não liga pro pós-venda, né? Mas ele é muito importante para você continuar mantendo ali a galera na tua base. Só que tem a galera que só pensa aí: "Ah, fechar aqui minha primeira, pronto, acabou." vendi. OK, tá certo. Só que aí você não lembra que se você não quer Ativar essas pessoas, a pessoa se ela não gostar
do seu do seu conteúdo, ela pode simplesmente sair, deixar para lá. Ela pode muito bem falar: "Ah, não funciona, não dá certo." E aí você não vai conseguindo ter uma uma um caminho ali para você perseguir, sabe? você acaba, você fica desanimado porque você não tem bons feedbacks. Perfeitos. É, isso é fato. E eu tenho até uma uma coisa legal para acrescentar aqui nesse ponto que eu ouvia de um do meu primeiro Patrão, quando eu trabalhava lá com 14, 15 anos com filmagem de casamento, ele falava sempre para mim assim: "Nome dele é Edson, Edson
Mendes". E a gente acabou, ele acabou me despedindo, né? Que eu tava enrolando no trabalho lá e tal, ele me despediu, a gente falou: "OBG num clima ruim". Mas eu gosto, é uma pessoa que eu acho que foi primordial na minha vida. Eu acho que ele me deu muita, muita palavra boa e uma delas foi Que dinheiro é consequência de um bom trabalho. Eu encaixo exatamente nessa questão do pós-venda. Então, sempre que eu vou fazer alguma coisa, seja ela qual for, seja para vender pra mentora, seja para vender foto, seja qualquer coisa, eu não me
contento em não fazer o melhor do que eu sei. É algo assim que eu não não é um controle, sabe? Ah, eu vou vou me controlar para oferecer o melhor para ela me indicar depois. É algo pessoal, sabe? Eu eu cresci tanto ouvindo essa Frase dele que falando, ó, edita esse casamento direito, porque dinheiro é consequência de um bom trabalho. E eu eu levo isso pra minha vida hoje, sabe? Então, sempre que eu vou criar um produto, sempre que aí entra a pergunta que você fez, né? A dica para criar um bom produto, faça o
melhor que você sabe, porque a recompensa vem, sabe? O dinheiro realmente é consequência de um bom trabalho. Se você faz só pelo dinheiro, lamento, mas pode até dar um Dinheiro, mas ele satura rapidamente. Que legal, cara. Isso aí é um bicho de mentalidade que vai além simplesmente da técnica, que o pessoal fica procurando muito técnica, mas no final das contas tá tudo na cabeça. Agora me diz como é que tá a estratégia de vendas de vocês hoje? Como é que vocês fazem hoje para vender os produtos e toda a ideia de vocês? Eu acho que
hoje uma das principais estratégias que eu utilizo é uma estratégia que eu gosto muito, que é A estratégia influenciadores, né? Eu acho que casa muito bem aquilo que a gente faz, que é ter um perfil muito bem estruturado, levar isso para as outras pessoas, mas também lembrar que as boas indicações valem a pena. Então, quando você traz esse conteúdo, você traz uma influenciadora te indicando, o que que acontece? As pessoas já vêm mais quentes. Elas vêm quentes. Poxa, aquela pessoa, poxa, aquela pessoa tá ali, ela gosta realmente de seguir ela, ela não Ia indicar uma
coisa que seja ruim, ela não ia indicar uma coisa que não valesse a pena. Então, eu vou lá ver. E aí ela vem com você com uma base de indicação muito forte e quando ela vem com você assim é muito mais fácil dela comprar. Então uma das minhas principais estratégias hoje com certeza, é influenciadores. Legal. E como é que são os critérios aí para escolher os influenciadores certos? Existe pontos que você olha que você fala: "OK e Também quero que você traga aqui os pontos que você olha e você fala: "Não, esse daqui eu não
vou contratar". Bom, uma das coisas que eu sempre olho aqui quando a gente vai fazer uma influência é o nicho dela feito. Ô, o que que essa o que que essa influencer fala? do que que ela traz para essas pessoas. Eu hoje eu alineo, eu sou uma mãe, né? Eu falo de maternidade, eu falo sobre trabalho, mas é tudo de uma forma muito leve, é uma pessoa normal, sabe? Uma pessoa Normal ali. Então eu procuro pessoas que sejam exatamente igual a mim. OK? E aí eu falo assim, é uma pessoa, ela tem esse nicho de
maternidade, ela tem esse nicho de casa, esse nicho de pessoas que na nossa visão são pessoas super normais, ela vai conseguir falar com o meu público, que são as pessoas que eu gosto. Então as coisas que eu analiso é isso, idade, né? Por qu Aline? Porque hoje se eu falasse com uma pessoa de, vamos supor, 18 anos que tá começando a Vida, pô, o digital ele muda a sua vida. É uma loucura o que vai acontecer, mas é uma responsabilidade. Talvez essa pessoa se assustaria. Por quê? Porque talvez ela tá numa fase ali de festa,
ela tá numa fase ali, nossa, vou comprar qual roupa? E aí ela não se conecta comigo, sabe? Ela não conecta. Porque o que que ela vai preferir? Comprar uma mentoria que custa 497 ou gastar 497 às vezes numa festa? Entende? São prioridades. Agora quando você fala com a mãe, você Pode trabalhar dentro da sua casa, você pode vender produto físico sem aparecer, sem precisar de estoque. Uma mentoria custa 497. São aulas que são gravadas, mas que você pode aprender a trabalhar aí sem nunca ter feito nada. Essa mãe fala: "É isso". Uhum. Ela não tá
preocupada com festa, ela não tá preocupada com roupa, ela tá preocupada em mudar o leite, mudar a vida dos filhos. Ela tá preocupada em comprar um leite, ela tá preocupada em colocar o Filho numa boa escola. Eu falo para essas pessoas, eu falo para essas mães, porque eu estive assim. E eu falo que uma das principais coisas que me deu força para chegar até aqui hoje, para descobrir tudo que a gente faz é os meus filhos. Eles são porquê de tudo, sabe? Eu poderia hoje, talvez ser casada com Alexandre e nem tá aqui, porque eu
não tinha um motivo tão forte quanto eles. E a mãe, ela aguenta tudo. Ela só não aguenta ver um filho passando Dificuldade. Isso aí ela não aguenta. Verdade. Que forte, cara. Agora voltando um pouco a título de estratégia, hoje, por exemplo, quando vocês vão fazer um lançamento, como é que funciona todo esse processo do início até o último dia de lançamento de vocês? Ah, é muito legal. É muito legal, né? a gente desenvolveu, eu acho que esse lançamento é desse jeito, a gente parou de vender um pouquinho ali no perpétuo, porque o lançamento é uma
coisa que eu acho que é Muita conexão. Então, o que que a gente faz hoje desde ali no início? A o primeiro ponto, né, são vários fatores ali. A Line tem um trabalho, Alexandre tem o trabalho, são pessoas diferentes, vamos pontuar, né? E aí, qual que é o principal, que que é a primeira coisa que a Aline precisa? Ela precisa de um influenciador. Vamos por partes. Ela precisa de um influenciador. Ela precisa fazer ali o pagamento desse influenciador e ela precisa criar um bom Conteúdo ali no Instagram dela. Então ela precisa gravar os stories de
forma estratégica, ela precisa estar ali com conteúdo bem apresentável. E aí, ok, essa parte tá feita, eu achei um bom influenciador. O meu perfil tá bem estruturado para receber essas novas pessoas, porque são pessoas que nunca me viram. Eu sou nova para essas pessoas. Então eu preciso fazer o quê? Gerar conexão. Uma das coisas principais para mim hoje para vender é isso, gerar Conexão. Às vezes o influenciador é excelente, é um influenciador perfeito. Só que a pessoa chega no no perfil da outra, ela não tem nenhum story, você não sabe nada da vida dela, você
não sabe da onde que veio, você não sabe se ela é mãe, se ela é pai, se ela tem filho, você não sabe nada. E ela vai continuar sendo estranho porque você não gerou conexão com ela. E aí, pronto, achei esses dois fatores. Agora eu vou o quê? Pro meu bastidor, que é o Alexandre, né? É. Eh, lançamento, só para antecipar o que ela falou, lançamento, para quem não sabe, é onde a gente gera eh um movimento. É, hoje eu posso falar isso, né? Mas a gente fez lançamento sem saber o que que era. Mas
é onde a gente gera um movimento de pessoas, atrai pessoas de todos os lados, tipo de influência, de tráfego pago, e atrai essas pessoas para um lugar. A gente leva essas pessoas pro Instagram da Aline. Do do Instagram a gente joga essas pessoas para um WhatsApp e lá no WhatsApp a gente aquece o grupo e faz a oferta com uma live um dia antes. É resumidamente é assim, entendeu? É basicamente um lançamento meio que um meteórico, que a galera fala muito esse nome aí, esse termo é muito falado no YouTube e tal, mas é basicamente
assim, quanto mais pessoas você consegue centralizar ali no Instagram, centralizar no WhatsApp, maior seu resultado de lançamento. Hoje A nossa taxa de conversão é 10% de pessoas que tá no grupo. Então, a gente sabe exatamente quanto a gente vai fazer em vendas. É um resultado consciente. É, a gente sabe hoje quanto a gente vai fazer de vendas. com o número de pessoas que tá no grupo. Parece que é muito simples, né? Mas até chegar nesse ponto, a gente testou aquecimento de grupo, testou automações, testou como que a gente jogaria essas pessoas no grupo, se se
jogaria ela direta ou se teria um Contato antes, sabe? Eu vou atender ela, eu vou jogar ela para dentro do grupo. E hoje é hoje a gente, eu acho que é uma das poucas pessoas que fazem isso. A gente não joga ninguém para dentro do grupo, a gente joga elas pro Instagram. Uhum. No Instagram, elas têm que tomar alguma atitude antes de chegar no grupo, que é passar pelo WhatsApp, onde a Aline vai passar toda a explicação da mentoria, como se fosse vender ali naquele momento, sabe? E na hora de Fazer o pit, a gente
fala assim, ó, dia tal, eu vou dar uma aula gratuita para você. É um é um movimento porque ela tá assim, ela tá na ansiedade porque naquele dia eu posso comprar só naquele dia, ela já entra no grupo comprada. Exatamente. E aí o que que eu faço? E aí o que que eu faço? Eu trago essa pessoa ainda para uma live. Uhum. E ali na minha live eu vou contar a minha história. Eu vou fazer ela entender que sim, eu também fui uma pessoa que Começou do zero, mas que hoje eu tenho um resultado que
eu tenho. Eu também sou uma mãe, mas que hoje eu posso dar algo melhor pros meus filhos. Como quem é Aline? Quem que é essa pessoa? E aí essa principal conexão, esse principal é falo que é um afeto mesmo, sabe? Que a gente consegue passar pras pessoas que nunca viram. As pessoas saem da live às vezes chorando, fala assim: "Aline, a minha história é a sua. Parece que Deus te usou para você falar comigo aqui agora". É uma conexão tão forte, tão forte, que a pessoa fala: "É ela e é essa mentoria, eu tô pronta".
Mas eu acho que nessa parte sua de fazer live, a Aline, eu acho que sai um pouco do da do da pessoa que vende e ela realmente fala o que aconteceu, sabe? Eu que tô ali assistindo live toda semana dela, eu às vezes eu falo assim, realmente essa fase aí foi complicada. Aí às vezes eu entro no finalzinho da live e vira uma uma conversa, sabe? Tipo, a gente tá aqui Agora, porque é realmente você fazer aquilo ali, não só pelo dinheiro, sabe? Você tá fazendo aquilo ali, mesmo que a pessoa não vai comprar no
outro dia, ela sai daquela live ali com alguma coisa diferente, mesmo que seja com a palavra, sabe? Então, a gente desenvolveu toda essa estrutura. Então, quando a gente vai fazer um lançamento, concluindo sua pergunta sobre como fazer um lançamento do jeito que a gente faz, e hoje a gente faz em lançamentos R$ 50.000, R$ 1.000, 60, a gente já fez quase 60, 60 e a gente já fez 70.000, quase quase 70, né? Então, como baseado na estrutura que a gente tem hoje de de influenciador, a gente desenvolveu todo um roteiro. Então, na sexta-feira a gente
inicia o nosso lançamento. Por mais que a gente vai lançar na outra sexta-feira, o trabalho começa na sexta-feira, uma semana antes. E aí todo esse roteiro a gente tem por escrito. Então, a Aline sabe o que ela vai falar no sábado, o Que ela vai falar no domingo no Instagram. quando começa uma captação, quando ela vai chamar as pessoas, né, que estão lá no WhatsApp parados, os leades lá, que dia que ela vai postar um vídeo no Ross convidando para dentro do grupo. Então, a gente já tem tudo isso pronto, a gente não fica se
matando em todo, eu vejo muita gente se matando, não sabe o que fazer, não sabe o que vai falar na live. Então, a gente tem essa planilha toda pronta, eh, para isso, Entendeu? baseado nisso. E aí a gente chega num resultado final que a gente sabe que a gente colocando 1000 pessoas num grupo, a gente vai fazer 100 vendas. Se a gente colocar 20.000 pessoas a gente vai fazer x vendas, sabe? 2.000 vendas. Então a nossa convenção é 10% por isso, não só pelas pessoas que estão no grupo, mas sim pelo todo o processo que
a gente já validou uma semana antes delas estarem ali dentro do grupo. Perfeito. E vocês torceram nos Bastidores que vocês fazem lançamento toda semana. Como é que vocês fazem aí para manter a qualidade e a performance nesse ritmo tão intenso? É muito intenso, viu? De verdade. É bastante intenso. Hoje a gente tá em lançamento, por exemplo. Olha, é bastante tenso, mas igual o Alexandre falou, é algo que a gente já se acostumou, né? É algo que a gente já tem pré-escrito ali, ah, o que que eu vou fazer e tal. E acaba que quando você
vai Fazendo aquilo, muita das vezes você fica bom, porque eu não acredito que a gente nasce bom em nada. Nasce, cara, é de acordo com aquilo que a gente vai praticando, sabe? E aí eu vejo que hoje, por exemplo, eu já faço muitas coisas automaticamente, que para mim no início era um desafio. E aí eu consigo trazer isso. Eu consigo desligar a Aline e mentora, eu consigo desligar a Aline empreendedora, a Aline e mãe e eu consigo falar para essas pessoas o Seguinte: você também pode. Você hoje que tá vivendo por esse momento que tá
difícil, você também pode. A minha única missão em uma live, por exemplo, é fazer com que as outras pessoas compreendam que o digital é para quem quer, sabe? Eu não falo que o digital é para todo mundo, é para quem quer o digital, é para quem tá disposto a realmente começar do zero, assim como eu comecei. E eu trago muito essa frequência e isso para mim é uma coisa muito prazerosa. Então, respondendo a pergunta, eu falo que é um prazer, sabe? É um prazer realmente levar isso para as outras pessoas, porque o tanto de vida
que a gente vê transformadas, o tanto de alunas que hoje a gente tem vivendo isso, postando depoimento, feedback, cara, eu sou uma mãe, eu sou uma mãe solo e olha aqui, eu fiz R$ 2.000 vendendo produto dentro da minha casa. Isso para mim é a minha maior motivação. Eu faço isso todo dia se precisar, que é Incrível. É incrível. Que legal. Agora, ao longo dessa trajetória de vocês, que hoje já tá claramente super otimizado, os processos, já sabe o que fazer, não é mais achismo, existiu algum momento ou algum erro muito específico que vocês olharam,
bateram olho e falaram: "Cara, isso aqui a gente não pode repetir". E isso fez com que vocês otimizassem a operação e consequentemente tivessem mais resultado? É, eu acho que todo lançamento tem isso, Sabe? E por mais que a gente tenha tudo pronto, todo o lançamento, a gente sempre tenta fazer um resultado superior ao anterior. E para isso a gente precisa melhorar alguma coisa, mapear o que que deu errado, mapeiar o ou não nem que deu errado, mas que pode ser melhorado, né? Então quando a gente identifica esse tipo de coisa, rapidamente eu vou lá e
atuo. Por exemplo, uma automação, por exemplo, que a gente criou nesse último lançamento que a gente fez, que a gente Fez quase R$ 60.000, R$ 1000 foi de simplesmente dar um boas-vindas para as pessoas no WhatsApp de forma automática. Parece óbvio, né? Ah, mas eu tinha na minha cabeça, cara, se eu não dar esse boas-vindas automático, tem pessoas que vai chegar 6 horas da tarde, vai ficar até meia-noite sem resposta, sem nenhum oi, sabe? E aí a gente com esse com essa simples mudança, a nossa conversão subiu assim de de R 40 e poucos milais
foi para quase 60, sabe? Uau! com a mesma Quantidade de pessoas no grupo. Aí eu falei com ela, ó, nesse lançamento aqui a gente fez 8%, nesse daqui a gente fez 10 e pouquinho. E o que que mudou? Ela perguntar: "Ah, o que que a gente mudou?" Eu falei, "A gente mudou aqui, ó, nesse gatilho que eu criei aqui, que todo WhatsApp tem, né? Coloquei um gatilho lá e a pessoa se sentia que tava ali, sabe? Que ela não ia ser demorada. Porque se você demora para responder muita gente, quando chega muita gente do Influenciador,
por exemplo, no seu WhatsApp, você demora para responder, quando você responde, ela já é matou a energia da venda. Não tá naquela, vibe, né? Eu acho que eu acho que para mim hoje, uma das principais coisas que me fez assim visualizar e foi um erro gigante era não me reconhecer como uma empresa. Isso para mim foi muito forte, sabe? Porque eu comecei ali fazendo ali o primeiro mês 20 e pouquinhos, depois eu comecei a fazer 30, eu fiz 35, aí eu Agarrei, eu não saí dos 35. E aí eu falei: "Mas por que que eu
não tô saindo 35? Eu tô fazendo tudo certinho, tô fazendo tudo do mesmo jeito e o resultado não tá crescendo. Eu tô investindo às vezes até mais do que eu investia para ter esse resultado. O que que é?" Eu falei: "Eu não tenho braço. Se eu não tenho braço, como que eu vou crescer? E eu sou empresa, não sou? Tem pessoas hoje que trabalhando, tem uma loja de roupa, vamos colocar Assim, essa pessoa ela aluga um ponto, essa pessoa mobia, essa pessoa coloca roupa, essa pessoa contrata sem nunca ter vendido uma peça, ela nunca vendeu
nada. E ela faz todo esse aé. Eu que tô aqui hoje vou tirar R$ 25.000 limpo, limpo, porque eu tô tirando o que eu investi e eu não me trato como empresa, eu não contrato ninguém, eu tô tentando dar conta de tudo, pô. Eu não sou Mulher Maravilha. Olha essa realização, como isso muda, né? Eu não sou, eu preciso de Pessoas. E é muito isso aqui, é muito, né, Alexandre? A gente fala disso toda hora. Eu falei, cara, foi uma decisão tão bem tomada que a gente chegou de uma palestra. A gente chegou nessa palestra
e aí eu falei: "Vou contratar uma pessoa para limpar minha casa". Não, aí que entra um outro ponto legal que é bom pontuar aqui também, que é a importância de você tá na ambiência de pessoas que tá na mesma frequência que você ou superior. Perfeito. A gente tava Num num evento, né, da mentoria que a gente trabalha hoje. E aí o o mentor Denis virou pra Line e a Aline numa rodinha de conversa, ela tá assim, eu não sei como que eu faço para escalar de 30 para 50, eu tô travada, não sei o quê,
não sei o quê. Ele olhou para ele, perguntou assim: "Ah, você você tem uma empresa e tal, você se trata como empresa e tal, quantos funcionários você tem?" A gente não tinha nenhum, a gente fazia 30.000 no mês, só eu e ela. Só Vocês dois, só eu e ela. E com três crianças em casa. Super casal, cara. Estão de parabéns, cara. A gente matava um outro tinha de ir dentro de casa, não era? Então, assim, eh, e aí foi aí que a gente falou: "Caramba, olha a importância de estar aqui, né? Uma simples palavra". falou
assim: "Contrai alguém tal, faz isso, faz aquilo". E o nosso jogo virou nesse momento. É, eu cheguei, exatamente. Eu cheguei em Domingo em casa, contratei uma mulher para limpar minha casa, contratei uma babá para ficar meio período ali com as crianças. Exatamente. Exatamente. Seis dias depois eu estava nesse dia com faturamento de 35.000, eu fechei o mês com 57. Porque eu contratei. Eu só entendi que você não dá conta de tudo, você precisa de um braço, você precisa. Essa rapidez dela às vezes me assustam também, né? Porque ela chegou em casa Assim do evento, sabe
quando você vai num evento que você volta assim motivado e eu tenho medo dela quando vai no evento que ela volta muito motivada e ela é muito expressiva em tudo, né? Tanto pelo lado agressivo quanto do lado de de chorar, ela chora e ri demais ao mesmo tempo e é muito rápido as coisas com ela, né? E ela chegou em casa e falou assim: "Vou contratar essa pessoa aqui, essa daqui, vou pagar isso, vou pagar aquilo, vou fazer isso, vou fazer Aquilo". Eu falei: "Ah, pera aí, pera aí, calma. Isso daqui, isso daqui vai dar
uns R$ 8.000 R aí no final do mês a mais, né? Falou: "Não tem problema não, vou fazer mais. Eu não vou sair de 30, não vou fazer 100 daqui um dia. Então tá. É, liga pr pra pr pra Cláudio aí e vê se ela tá disponível para vir cá em casa aqui. É isso. Na energia da empreendedora. É, aí ela já pegava, ela tem uma mania de ficar riscando as coisas, né? Meu meu Chico Xavier assim, Só que do papel e da caneta. Aí ela chega lá, eh, essa pessoa aqui pode limpar minha casa,
então vou procurar alguém que pode lim a sua mãe, a sua mãe tá disponível, não vê com ela. Se a gente pagar ela X, se ela não olha esse esse bando de menina aqui pra gente, tal hora, tal hora. Aí eu falei: "É ligar pra minha mãe". É, rapaz, liga, liga, vai logo, vai logo. E é tudo muito rápido. E foi aí que a gente, né, nessa, nessa energia frenética e caótica que Ela tem. Nesse meio percurso que eu tava falando com ele, liga pras pessoas, vê se elas podem vir para cá. Eu falei: "Como
é que eu vou fazer um lançamento de 10.000 no dia? Pera aí, pera aí. Então isso é muito bom, né, para quando você vai trabalhar com equipe já entrando no gancho aí de contratação, seja não tenha medo, né? Seja rápida, saiba que você vai errar em algumas contratação, mas quanto mais rápido você errar, mais rápido você vai acertar. Boa, que casal maduro, hein, Marcelo? E olha só, a gente construiu aqui toda a jornada de sucesso de vocês dentro do digital. E eu queria saber de vocês, nessa construção inteira, nessa jornada de anos aí, vocês estão
há quantos anos mesmo no mercado digital? Vai fazer 1 ano e 9 meses. 1 ano e meses com resultados expressivos, mais de 2 milhões faturados. E eu queria saber de você o que que esse aprendizado de empreender juntos trouxe pro Relacionamento de vocês como um todo a gente não vai separar, né? A gente não vai separar. É isso que eu acho que eu aprendi, porque depois de trancos e barrancos a gente tá junto. Mas assim, eu acho que uma das coisas mais importantes pra gente, um amadurecimento ali entre o casal, foi que realmente existe um
porquê. Quando você acha um porquê de uma coisa, ah, eu, por que que eu quero ser mais magro? Ah, o por que eu quero hoje comprar esse Carro? Por que que eu quero comprar essa casa? O por que eu quero ganhar dinheiro? Quando você tem esse porquê também dentro do seu casamento, é muito mais importante. Então, por que que eu quero trabalhar junto com Alexandre? E por que que eu quero fazer dinheiro junto com Alexandre? Pô, porque é um cara que eu amo e porque a gente tem uma família e a nossa família é o
nosso porquê. Os nossos filhos é o nosso porquê. Então, eu vou trabalhar junto Com ele. Vai ser difícil? Aham. Vai ser muito difícil. vai ser desafiador muito, mas vai valer a pena, porque o nosso porquê é muito maior do que tudo isso. Então, com certeza, eu acho que hoje a nossa estrutura familiar, os nossos filhos, essa sede realmente de sair do lugar que a gente tava que era de dívidas, que era um momento muito difícil, essa decisão de começar algo do zero trouxe essa força pra gente, pra gente poder ver que juntos a gente Consegue.
Ter propósito, faz toda a diferença. Muito, cara, de todo esse episódio incrível, muito gostoso de gravar, mas vou dizer que de todos o que vocês falaram, acho que esse é o ponto central. Se você não tiver um porquê, você não tem aquela motivação, não é nem a motivação, mas a determinação de ir até a última gota para conseguir realizar o que vocês querem. Hoje vocês têm o porquê no relacionamento de vocês, na família que vocês construíram e é por Isso que vocês conquistaram o que conquistaram e vão continuar conquistando. É o que a gente estava
falando mais cedo do será que a gente conseguiria ficar um ano no monastério? Depende do porquê, né? Depende do porquê. Se você quer evoluir, talvez consiga. Se você quer só conhecer o estilo de vida, talvez não consiga ficar um ano, um pouco menos. Então, como vocês têm um porquê muito forte, vocês conseguem passar por qualquer barreira. Que legal, cara. Agora, ó, estamos chegando em um dos momentos mais agradáveis aqui do que é o nos bola joga, como é que ele funciona? A gente separou aqui algumas perguntinhas. A gente vai jogar para vocês e vocês respondem
no máximo com uma palavra ou estourando a primeira frase que venha na cabeça de vocês. Papum. Topam. Bora. Caraca, bora lá. Eu já vou começar a primeira aqui, hein? Eu falo muita coisa errada, então tem que tomar cuidado aqui Com essa palavra aí que eu vou falar. A principal habilidade de um mentor de sucesso. Achador. Uma dica prática para criar um produto digital irresistível está no lugar certo. Um aprendizado que mudou o jogo no digital. Quer ir? Pode. Um aprendizado que mudou o jogo no digital. Ih, já foi mais de uma frase. Pera. Ambiência. Com
certeza. A maior mentira do mercado digital é que não Funciona. Uau! O que não fazer em um lançamento? É uma para mim e uma para você. Ué, tua tem tanta coisa que não fazando a batata quente. O que não fazer em lançamento tem ansiedade. Em um lançamento não pode faltar pessoas. Pessoas atropelaram, né, Bruninha? Eu sabia que eles iam passar liso. A galera tem passada. Eles ficam com medo, mas eles são na hora eles bilam que a gente só convida gente Preparada, né? Agora estamos chegando à reta final do nosso episódio. A gente costuma finalizar
ele com a pergunta reflexiva. Vocês topam responder? Bora. Você joga para eles essa pergunta, Bruninho. Bora lá. Ó, que que vocês gostariam de ter escutado? Quero ver individualmente de vocês. Que vocês gostariam de ter escutado lá no começo do digital que hoje vocês podem passar para alguém que tá entrando no mercado? Eu acho que uma das coisas que eu Gostaria de ter escutado é que você precisa ter perseverança. Você precisa entender que você está numa zona de conforto. Aline, eu tô passando muita dificuldade. Isso não é conforto? Sim, isso é uma zona de conforto e
são decisões. Você está vivendo hoje o período que você está vivendo, seja ele fácil ou difícil, porque você tomou uma decisão que te trouxe até aqui. Essa decisão é o que faz seu jogo virar tanto para bom, tanto para ruim. Então, seja Uma pessoa que tem perseverança, seja uma pessoa que corre atrás, seja uma pessoa sincera, seja uma pessoa que leva verdade para outras pessoas e principalmente saiba que você vai vender para pessoas humanas e ali existe um sonho, ali existe uma dor, ali existe uma pessoa que realmente quer viver uma transformação. E talvez você
vai ser essa transformação na vida de uma outra pessoa, né? Torça para isso. E que você realmente tenha perseverança em tudo que Você for fazer, porque não é fácil. E eu não acredito que algo que vá mudar a sua vida seja fácil. Eu não acredito que a sua vida vai mudar da noite pro dia. Pelo contrário, eu acredito que você vai ser moldado, que muit das vezes parece que todas as portas estão sendo fechadas. Parece que muit das vezes tá cavando um buraco ali no chão e parece que você não consegue sair de lá. Mas
é um molde. É um molde para realmente você viver algo extraordinário. É para você Chegar lá na frente, olhar para trás e a Al falar: "Cara, valeu a pena. Que bom que você continua". Eu acho que era isso que eu queria ter ouvido quando eu comecei. Boa. E a lesão, eu, uma coisa que eu queria ter ouvido quando eu comecei e acabei ouvindo recentemente, depois que já tinha um certo resultado, foi que é o seguinte, eh, entenda que se você quer fazer 100.000 no mês, você precisa entender que você vai resolver problemas de pessoa que
faz 100.000 no Mês. Não adianta você querer resolver problemas de uma pessoa que ganha um salário mínimo faturando R$ 100.000 R$ 1.000 no mês. Então, entender que o problema ele está exatamente do tamanho que ele deve estar. Se você tá fazendo R$ 30.000 no mês, são R$ 30.000 de problema para você resolver e você vai conseguir. E outro ponto importante que eu devo a falar para quem tá começando agora é o seguinte: entenda que é preciso achar conforto no Desconforto, enquanto você não sentir confortável em estar ali naquela coisa desconfortável, sabe? Tipo, a gente que
não eu, por exemplo, eu não gosto de ir na academia, então eu uso muito essa frase para mim tentar ir na academia, sabe? E no digital é a mesma coisa, sabe? Se você não ficar confortável em subir uma campanha, de atender uma pessoa ali no WhatsApp, de gostar daquilo ali, o resultado demora muito. Então, aprenda a achar conforto no Desconforto e entenda que você vai precisar resolver problemas do tamanho do faturamento que você quer. Perfeito, cara. Essa galera que vem do MSA, do Denis, da Rute, tem uma mentalidade diferente, né? Absurda, né? A gente é
alinhado, é forjado no aço, cara. A turma vem de baixo. Que maravilha esse bate-papo com vocês. Adorei bater esse papo com você. Já esperava isso e não terminamos, né? Não terminamos presentes para agradecer chegando aí para vocês. Mas os mimos, cara, a gente acompanha todo o podcast e sempre tem uma surpresa que a gente que passa direto você. Caramba, que legal. Você agora vocês t a canequinha que faz. Olha aí, ó. Caraca, eu ten uma caneca aqui com a minha foto. Sua foto, seu nome. Esse presente é para agradecer você. Até com a manchinha que
eu tinha antigamente. É sério, cara. O cara que fez isso é muito bom, hein? No detalhe. Obrigado. Esse presente é para agradecer A presença de vocês por vocês terem vindo aqui compartilhar tanto conteúdo relevante com a gente. Muito obrigado. Eu tenho certeza que a galera adorou conhecer vocês, vai querer continuar acompanhando. Então já deixa aí suas redes sociais, vai aparecer na telinha pra galera dar um follow em vocês. Qual que é o seu? Ah, o meu arro meu @ éer rodivas no Instagram e eu posto raramente lá, mas se quem quiser me seguir, eu posto
todo dia e o meu é Aline Rodivas. É um prazer receber vocês lá. Show de bola, que delícia. E Bruninha, para quem ficou com a gente até o final, o que que essa galera linda tem que fazer? H lovers que ficaram aqui até o final, que eu tenho certeza absoluta que vocês ficaram, já deixem aquele super like, comentem aqui os insites valiosíssimos que vocês pegaram com essa dupla dinâmica. Comentaram, então agora se inscrevam no nosso canal, hein, e ativa o sininho para vocês não Ficarem de fora de nenhum novo episódio que sair aqui do Kcast.
E aquele ponto bem importante é que você já sabe, o Marcelo aonde a gente se vê, a gente se vê no próximo Kcast. É um compromisso. Você tá vendo aquela câmera ali? A gente vê vocês lá, hein. Uh! [Música]