O sucesso duradouro nasce do equilíbrio entre reflexão profunda e ação consciente. Ele é filósofo, escritor e estudioso do comportamento humano, referência constante entre os livros de negócios mais lidos do Brasil. Ele traduz princípios atemporais em reflexões atuais sobre mentalidade, propósito e realização pessoal, mostrando que sucesso duradouro nasce de valores, clareza e responsabilidade Individual. O convidado de hoje é Jacob Petrusa rápida no episódio. Olha isso daqui. 78% de vocês que estão assistindo esse episódio, vocês não estão inscrito no canal e vocês vão perder muita coisa. Às vezes aquele episódio que você não viu tinha o que
você precisava. Então para agora só se inscreva no canal para você não perder nada. Eu tenho certeza que você vai ser o maior beneficiário disso, tá bom? Então, clica agora, se inscreva E você vai garantir que tudo chegue até você, beleza? Então, volta no episódio, se inscreva e continue assistindo. Fala, pessoal. Sejam todos muito bem-vindos a mais um super episódio do Como você fez Isso. Hoje eu trago um cara que eu adoro bater papo com ele, super reflexivo. Toda vez que a gente tem uma troca, ele nunca mede esforço de colocar sempre uma boa provocação.
E como vocês viram na nossa abertura, eu vou falar com Jacob, meu Amigo querido. Primeiro, obrigado, viu, pela tua presença mais uma vez aqui no Como você fez isso. Tô feliz. >> Agradeço pelo convite também. Tô muito feliz de estar aqui, >> Jacob. O nosso como de hoje é como vencer os medos e não deixar que eles controlam nossa vida. Tanto a gente tá empreendendo, tá correndo atrás de um objetivo de um sonho. E eu acredito que uma das grandes batalhas, se não a maior, é lutar. É A batalha que acontece aqui dentro. >> Uhum.
>> Eu acho que é uma das conversas mais difíceis que a gente tem que lidar é aquela quando a gente tem com a gente mesmo. >> Uhum. >> E eu quero começar com medo. >> Uhum. Porque eu sei que é um dos um dos grandes sequestradores de oportunidade. >> Uhum. >> O medo. O medo de falhar, o medo de não Conseguir, o medo eh de não ser feliz, o medo de não realizar os objetivos, o medo de não corresponder à expectativa de um terceiro, o medo de eh das pessoas que mais ama deixar uma situação
de O medo em geral, essa palavra medo, >> eu sei que às vezes pega na espinha de muita gente. >> Sim. O medo é um grande problema da humanidade, do ser humano. E eu acho que é importante a gente distinguir o medo. Ótimo começo. >> Existe, existem dois tipos de medo. Existe o medo instintivo que faz parte da nossa natureza como um animal. Todo animal ele possui o medo instintivo e existe o medo psicológico. O medo instintivo é aquele medo que você sente diante de um perigo real. Por exemplo, eu gosto muito de fazer caminhadas
eh num nas montanhas eh do do de Montana, do do Women e lá Tem ursos. Então, quando me vejo perto diante de um urso, eu tenho um medo instintivo, porque eu estou diante de um perigo real e circunstancial. Esse medo, ele é positivo, né? Ele nos eh mantém vivos muitas vezes. >> Uhum. >> Mas esse medo não é o problema, justamente porque ele é circunstancial. Você só sente medo quando você está diante do perigo. >> Ou seja, se o urso foi embora, acabou o medo. >> Acabou o medo. Ou se você tá em casa, >>
sim. não tem medo. E existe o medo psicológico, que é o medo que não é real, que é justamente o medo criado pela nossa mente. E esse medo, ele tem uma causa. Eu às vezes ouço as pessoas dizer com medo ou sem medo, você precisa ir com medo. >> Que que você acha dessa frase? tu fala, eu estudei muito medo porque eu não conseguia encontrar literatura que resolvesse, eu sofria muito de medo, que resolvesse o meu problema. E aí eu encontrei inúmeras teorias, eh, onde as pessoas tentam realmente justificar a origem desse medo psicológico e
as pessoas não encontram. >> Uhum. E aí uma das receitas mais importantes é realmente você ignorar o Medo, né? Você ir com medo mesmo. Só que existe uma forma de você se libertar do medo psicológico. >> Hum. Porque o medo psicológico, ele é um medo que tem uma causa. E essa causa, ela nasce, sempre voltando pro mesmo ponto, ela nasce do desconhecimento do eu. Quando você não se conhece, e essa é a pergunta fundamental que todo ser humano deveria de responder. Fundamental é porque ela está no fundamento da coisa. Quando nós Não nos conhecemos, quando
nós não sabemos quem nós verdadeiramente somos, nós começamos a criar uma ideia sobre quem nós somos. >> Sim. >> E essa ideia é um acúmulo de crenças, de percepções que a gente teve ao longo da vida. E essa construção mental de nós mesmos, quando nós extraímos a nossa percepção de eu, desse conjunto de conceitos, de ideias, de rótulos que nós coletamos ao Longo do tempo, nós extraímos essa noção de eu de uma estrutura muito frágil. Sim, >> porque quando você constrói um eu baseado em conceitos, qualquer outro conceito pode destruir a sua noção de eu.
>> Uhum. >> Então, todo o medo que nós temos, medo da crítica, medo de arriscar e dar não dar certo, o medo do envelhecimento, o medo da pobreza, todos esses medos, na Verdade, são medo da morte. medo da morte do nosso falso eu, daquilo que nós não somos. Por exemplo, se alguém te critica, você tem medo da crítica. Por quê? Porque se alguém te critica, ele está confrontando a sua noção de eu. Se você tem uma oportunidade, você tem medo de arriscar, por quê? Porque algo pode dar errado, você tem medo de morrer. O que
que vai morrer? a sua reputação de empreendedor, de não sei o quê. Então você pode fazer Um cargo. Todos os medos é o medo da morte, da morte do falso eu. E aí vem um outro equívoco. Se eu te dissesse que a gente não tem medo do desconhecido, a gente não tem medo do futuro, >> não. >> Não, a gente tem medo de perder o conhecido. >> É verdade. Então, quando você empreende, não é porque você tem medo de que algo Possa dar errado no futuro. Você tem medo de talvez ter que abrir mão do
pequeno conforto, da pequena segurança que você tem. você sabe que você pode conviver com ela porque você já tem isso. >> Então você não você não investe >> porê porque se você avançar você tem que abandonar isso e aí você não quer abandonar isso. Então o medo ele ele parece um monstro gigantesco. >> Uhum. >> Mas se você entender o medo, ele desaparece porque ele é um fantasma frágil. Tô falando medo psicológico. >> Totalmente. Não ccial. É, >> você está deitado na cama de noite, cobertor até as orelhas, mas a mente está pensando no que
pode dar errado, no que o que pode acontecer, o que não. Por isso que esse esse medo não é real. E a gente entra também para essa questão. Sempre que você se projeta no futuro, Você sai da realidade e você começa a lidar com o abstrato, com aquilo que não existe. E você, por isso que o medo instintivo ele não é o problema, porque se você tá diante do perigo, >> até bom sentir medo, >> você tem que fazer alguma coisa. sistema de defesa, um alarme. >> Mas o que que tu pode fazer agora em
relação a um medo que você projeta daqui a 20, 30 anos? >> Qual você acha que é o primeiro passo? Tem gente que em casa tá fazendo: "Puxa, faz sentido". Então, uma coisa é confrontar o meu eu. Para eu confrontar o meu eu, eu tenho que saber estabelecer quem é ele. >> Sim, sim. >> Acho que essa é a primeira parte, talvez pra turma, né? Existem quatro estágios que todos nós inevitavelmente vamos passar ao longo da vida. São >> quatro >> quatro estágios. >> O primeiro estágio é a consciência inconsciente. >> Você é consciência, >>
mas você não tem consciência disso. >> Hum. >> O segundo estágio é a inconsciência inconsciente. >> Uhum. Você perde a consciência e você nem sabe que você perdeu a consciência. >> E o terceiro estágio é um pequeno despertar. Você se torna consciente da sua inconsciência. >> Uhum. >> E o quarto, que é o estágio desejado, é a consciência consciente. >> Uhum. Então, deixa eu explicar esses palavrões. Na origem, quando nós somos crianças, eh, bebês até os 2, 3 anos, nós somos consciência. A consciência é a essência pura. >> Uhum. >> É o eu verdadeiro. >>
Uhum. >> Tu já observou como as pessoas gostam de crianças? >> Muito, >> né? Você, ai que bebezinho lindo, que amorzinho, dá vontade de esmagar. Mas se você olhar pelos padrões de beleza que nós cultivamos, o bebezinho ele não é lindo, não tem dente, não tem sobrancelha, não tem cabelo. >> Sim. >> Mas por que que a gente gosta tanto de um bebê? Porque ele é essência pura. E quando a gente olha para ele, a gente vê a nossa essência refletido nele. >> É verdade. >> Por isso que Jesus se refere às crianças. Se você
quer entrar no reino dos céus, o reino dos céus, na verdade é esse estado de graça, onde você é consciência pura. >> Uhum. >> Então, no primeiro estágio, nós somos essa consciência, só que você não tem consciência disso. >> Uhum. Isso também está retratado eh lá no Gênesis, no Jardim do Éden. O jardim do Éden é esse estado de graça, onde você é essência pura. >> Maravilhoso. >> E aí o que que acontece? Em algum momento você se alimenta da árvore do conhecimento. >> Uhum. >> A árvore do conhecimento que tem a fruta do bem
e do mal. A, o bem e o mal é a origem da dualidade. >> Uhum. >> E a única coisa dual que existe no universo é a mente. Então, o que que acontece? Quando se come a fruta da árvore do conhecimento, você é expulso do paraíso. Mas não é Deus que te expulsa. Tanto é que Deus sai procurando. O que que acontece? você perde essa conexão com esse estado de Graça, com esse essa essência pura. E agora você tem que viver por conta. Então o primeiro estágio é esse estágio onde você possui essa intimidade com
o pai. >> Uhum. >> Essa intimidade. E aí vem também essa questão, o que que é o pai? O que que é Deus? que isso também é é é um um uma questão que a gente precisa entender. Eh, se você antecipar um pouco o jardim do Éden, você vai ver que o ser humano Ele foi feito primeiro de matéria do pó da terra. >> Uhum. >> E só depois >> recebeu sopro. >> Recebeu o ânimo da vida, o sopro da vida. Então, o ser humano ele possui essas duas dimensões, a matéria e aquilo que não
é matéria. Depois de um certo tempo, nós vamos justamente se identificando com o Conhecimento, quando nós vamos crescendo, nós vamos tendo as experiências e aí nós acabamos perdendo esse estado de graça. >> Uhum. E aí é nesse segundo estágio da inconsciência inconsciente que a maioria das pessoas vive o tempo todo. >> Uhum. >> O que que significa? Você se identifica com As experiências que você capta dos sentidos, da percepção que você vai assimilando com o mundo. E aí você vai se identificando com isso. E quando você se identifica com isso e extrai uma noção de
eu disso, >> o que se perde? se perde o estado, que é a nossa natureza mais profunda, que é a consciência, a essência. >> Uhum. >> Então, o que que acontece quando nós nos identificamos com algo que nós não somos? Quando nós nos identificamos com algo que nós não somos, aquilo que somos, aquilo que nós não somos, o falso eu, ele percebe a falta de algo, >> muito bom, >> daquilo que nós somos em essência. E o que que acontece? Esse é o estado inconsciência. Inconsciência. Você passa A viver de um estado de incompletude, de
insatisfação. >> Uhum. >> Um sentimento de abandono, de fragilidade. E o que que acontece? Você começa uma busca. Só que você perdeu essa conexão com aquela tua dimensão mais profunda, a sua natureza verdadeira. E tu para de buscar isso dentro de você. Você começa a buscar Isso fora. Só que o que que acontece? Não importa o que que você alcança no nível externo, você nunca consegue suprir essa insuficiência, essa incompletude, porque ela é uma escassez interna, mas não é uma escassez por coisas. E essa escassez cria a estagnação. >> Uhum. >> O que que é
a estagnação? Estagnação não é estagnação financeira somente, mas mesmo que você consegue o mundo inteiro, Você se sente estagnado. Por quê? Porque aquela falta nunca é suprida. >> Hum. >> Então, por que que eu tô falando tudo isso? Porque esta é a concepção de eu que nós precisamos resgatar. E esse seria o terceiro estágio, você começar a ter uma percepção. A primeira coisa que você precisa é ter uma percepção da sua inconsciência, >> né? Você precisa começar A observar a voz na sua cabeça, porque o falso eu, aquilo que soterrou o eu verdadeiro, é a
voz na nossa cabeça. A identificação com a voz na cabeça. Você já percebeu que que que que todos nós somos governados por por essa voz? >> Uhum. >> E o que que é essa voz? Veja, essa voz, ela tem três características. Ela é involuntária, >> né? Você não quer pensar, ela simplesmente pipoca, ela é automática, né? Ela funciona o tempo inteiro, ela é automática, ela tá sempre ali. E por último, ela é incessante, ela é um fluxo contínuo de pensamentos. E aí, como é que você se liberta do medo? >> Como >> você começa a
observar essa voz no primeiro momento, você começa a observar essa voz. >> Você precisa observar essa voz, o que ela diz. E aí quando você começa a observar essa voz, você percebe uma coisa extraordinária, que para além da voz existe um outro, uma outra dimensão que é a dimensão do observador. >> Sim, >> o observador é maior do que o observado. Uhum. >> E o observador Não é uma voz, ele é só um estado de atenção, um estado de atenção plena, um estado de consciência. E a pessoa vai dizer: "Mas esse eu verdadeiro que é
esse estado de consciência que está para além da voz?" Porque nós não somos a voz, nós somos a consciência. O pensamento ele é só uma parte da consciência, ele emerge da consciência. >> Uhum. >> Então você é essa consciência. E quando você começa a observar essa voz, você divide, você se divide nessas duas dimensões. Só que o que que acontece? A pessoa vai dizer: "Mas essa voz, essa voz é o que me salva. Se eu não ficar pensando o tempo inteiro, eu vou morrer assim. Mas o eu que não é o eu verdadeiro. Porque o
que que acontece quando você Consegue atingir essa dimensão da consciência, essa dimensão que está para além da voz, você se conecta com um campo de inteligência muito mais amplo. >> Nossa, é muito bom isso. Muito bom isso. >> O problema ele aparece na sua frente, você o observa, o contempla, não é um problema, porque é uma só uma situação com a qual você precisa resolver. E quando você vê a solução aparece do nada. É como se só eu Pensar nessa voz, eu começo a ganhar dela. Só que quando começo a destacar e eh entender, observar
essa voz. >> Uhum. >> Eu já tô me desplugando dela. Porque tem gente que não sabe, acha que você é a voz. >> Não, todo mundo pensa. E esse que é o grande problema. né? Eu sou as coisas que aparecem na minha cabeça. Não, isso é um reflexo daquilo que você pensa. >> O que o que aparece na nossa cabeça, Isso nem é pensamento, isso é um movimento mental condicionado. Isso vem das experiências que tu teve no passado. >> Uhum. >> Então, toda a voz na cabeça, ela é condicionada. >> Uhum. Para se libertar do
condicionado, você precisa transcender essa voz. Não é nem tanto pensar sobre ela, é só se desplugar dela. >> Uhum. Cara, tem uma voz na minha cabeça E observar o que que ela está falando. Porque se você começar a julgar, não, não deveria estar pensando, isso já é a voz que a mente se divide em duas e aí ela cria esse esse conflito entre ela e aí a mente, o falso eu entrou pela porta dos fundos e te sacaneou. Você precisa tá observar, porque o que que nós somos? Uma maneira de exemplificar isso é o seguinte.
Tem um silêncio. >> Uhum. >> Se ninguém falar, vai ter silêncio. >> Uhum. >> Agora, se eu falar, eu falo onde? Eu falo dentro do silêncio. >> Uhum. O silêncio sempre existe. E se eu falar o tempo inteiro, e se eu falar muito rápido, ninguém vai entender o que eu tô falando. O que faz com que a gente entenda o que O outro fala não é nem as palavras, são os espaços vazios entre as palavras, entendeu? >> Uhum. >> Então, o que que acontece? Nós somos o silêncio. O pensamento é algo que nasce dentro do
silêncio. Então, em essência, a consciência é a mente sem pensamento. >> Uhum. >> Você não precisa pensar o tempo todo. Aliás, se você pensar 20% do tempo, só >> ficar cansado para caramba. Não, presta atenção. Se você pensar 20% do tempo e 80% ficar com a mente vazia, você vai tá muito melhor do que se você pensar o tempo inteiro. >> Verdade. Pensar cansa, né? >> É. E isso eh eh esse esse é o terceiro estágio onde você começa a observar a sua voz, Porque aí você se separa da voz. E o último estágio é
o estágio onde você se torna consciente dessa consciência mais profunda, subjacente. E por que que eu digo que todas as pessoas vão passar por esse estágio? Porque vai chegar o momento, alguns minutos, horas ou dias, >> hum, >> diante da morte. >> Uhum. você vai estar no leito da morte, você sabe, a pessoa percebe quando ela vai partir e aí ela percebe que a família com a qual ela se identificou, ela vai ter que deixar para trás. O corpo vai ficar, os prédios na avenida principal com nome vão ficar, tudo vai ficar. Ela vai ter
que fazer esse desapego de tudo. E quando ela se desapega até do conhecimento, nossa, eu sou uma enciclopédia ambulante, tudo fica para trás. E aí ela ela diz assim: "Mesmo sem ter tudo isso, eu ainda sou". Então o que que acontece? Isso pode parecer uma conversa de louco, mas esse é o caminho da libertação do medo, da libertação eh de todos os tipos de medo. Esse é o caminho da libertação da ansiedade. >> Uhum. >> Esse é o caminho da libertação da escassez, Né? Por quê? Porque a escassez ela não é nem escassez da mente.
E as pessoas, a a escassez ela é uma escassez do ser. >> Uhum. >> Aí as pessoas se perguntam: "Tá, mas aí eu ainda vou querer alguma coisa? Eu ainda vou querer alguma coisa. Se eu eliminar essa escasseza, essa insatisfação, eu ainda vou querer alguma coisa. Nesse estágio de inconsciência, Quando você não conhece quem você verdadeiramente é, você cria, a mente, ela é inteligente, ela é esperta, mas você cria motivado pela insatisfação. >> Uhum. >> Ah, você está insatisfeito, você precisa demais, você sempre está em busca de mais. No outro estágio, você cria a partir
do entusiasmo. Bem melhor, né? >> Sim. Porque tu não precisa suprir nada. Tu já está com as coisas dentro, você já está pleno. E e o e o interno determina o externo e as coisas vão se manifestando. >> Durante muitos anos eu fui assim, tá? >> Calma. Durante muitos anos, eu eu fui o cara que eu protegia minha insatisfação, porque ela me movia. Eu chamava de insatisfação aquela meio que produtiva. >> Uhum. >> E porque a gente acaba protegendo o mecanismo de defesa que faz a gente Avançar. >> Mas eu percebi que tem uma uma
estratégia muito mais legal do que essa. Sempre você se mover pela falta é uma coisa ruim. sempre que você sempre vai estar insatisfeito. Eh, tinha duas palavras, duas frases, eh, que Jesus falava que me perturbavam muito. Por quê? Uma era a seguinte: >> "Se pedirdes algo em oração, tende fé que já o recebeste e assim se sucederá". >> Uhum. >> Ela me parecia meio motivacional, tipo, cara, se eu peço uma coisa, >> uma lâmpada mágica, né? Eh, se eu peço uma coisa, eu ainda não tenho ela, como é que eu vou eh eh ter fé
que eu já a possuo? E aí eu acho que nasceu um pouco essa ideia de de se visualizar com a coisa. E essa me perturbava muito. A outra que me perturbava muito era aquele que muito tem, mais se dará. E aquele que pouco tem, até aquilo que Tem lhe será tirado. Isso me parecia meio injusto. >> Uhum. >> Né? E o que que eu entendi? Quando você vive nesse nessa conexão mais profunda nesse estado, é difícil de dizer isso porque eh quando a gente fala do eu verdadeiro, logo a gente cria uma ideia do eu
verdadeiro. >> Uhum. a gente começa a a formular também um falso eu para imaginar o que é o eu verdadeiro. Mas o eu verdadeiro ele não tem ele não é ele não tem forma. E ele é aquilo que Jesus chamava do reino dos céus. Por que que Jesus usava o termo reino dos céus? Porque o céu ele não tem forma. >> Uhum. Então ele ele ele ele ele usava essas duas coisas, o reino deste mundo e o reino dos céus. O reino dos céus é é o lugar onde Deus vive, aonde ele está, Ele está
dentro de nós. E aí ele diz, ele não vem com aparência visível. você não pode, di, ele tá ali ou tá lá, ou seja, ele não é uma coisa, ele é um estado de de graça, é alguma coisa, o sopro divino, o ânimo da vida, eh eu gosto de dizer que é a própria vida, né? Porque eu e você somos bem diferentes, né? Você tem o cabelo escuro, tem o cabelo mais loiro, você tem o corpo é diferente, mas o que que nos conecta um a outro é a Vida. É, então dentro de nós existe
vida e existe a mente. Tu acredita que se tu confiasse plenamente na vida, você se daria muito melhor do que se você confiar na mente? >> Uhum. >> A vida ela é uma inteligência, ela é uma força. Então, por isso Jesus disse: "Eu vim para que vocês tenham vida". É, é simplesmente você perceber que você é vida. Isso é transformador. Você é uma vida. Você não tem uma vida, Você é uma vida. Então, quando ele diz, se você pedir algo em oração, tende fé que já o recebeu. Por quê? Porque em essência nós nós somos
um todo. E se nós somos um todo, tudo que existe já é nosso. >> Uhum. Então, se você tiver fé que você já o recebeu, não é que você já tem a mesa, a coisa física, mas você já recebeu o poder de criar, o poder de manifestar. Não existe eh escassez Na vida, no universo. Existe escassez na nossa mente, no a nossa condição de vida é diferente da nossa vida. E depois quando ele diz aquele que muito tem, ora bola, se você está conectado com o todo, que está subjacente da mente que fragmenta tudo, se
você está conectado ao todo, você tem muito. Se você se conecta com a vida que palpita em você, você se torna pleno, você se torna abundante. A vida não quer nada, quem quer é a mente. >> É verdade. >> E a mente quer e não consegue. Se tu olhar e eh as pessoas, não existe nenhum desejo mais universal do que o desejo de ficar rico. >> Uhum. >> Mas a maioria das pessoas não conseguem mais do que o próprio sustento. Por que que isso acontece? Existe. E aí vem essa questão, aquele que pouco tem, aquele
que só vive preso na sua condição de vida, na sua condição mental, até Isso ele vai perder. Não necessariamente alguém vai tirar isso dele, mas não vai mais fazer sentido para ele. Nossa, eu só tenho um BMW, eu queria tanto ter uma Lamborghini, então ele já perdeu a BMW porque ele não se conecta mais com isso, entendeu? Entendi. >> Então, essas coisas, as coisas vão se conectando uma com a outra e vão formando essa essa essa coisa maravilhosa que é a liberdade. >> Definir o eu verdadeiro acaba sendo uma Das grandes funções, né? Quem é
esse eu verdadeiro, né? >> Para mim, esse é o propósito de cada um de nós. >> Uau! Porque as pessoas às vezes, eu eu lembrava que quando quando eu morava na roça, aí eu eu tinha que tinha que capinar na lavoura, puxar a enchada e essas coisas que a gente faz na roça. >> Uhum. >> E um solo quente de rachar e tu tava lá trabalhando e e aí eu sentia assim uma Raiva por Adão e Eva, que era uma criança, né? Porque eu pensava, nossa, >> por que foi comer aquilo lá, né, cara? >>
Tá no paraíso, agora tem que tá aqui. >> Mas o que que acontece? >> Sério que você ficava no solcaldante? ficava com raiva deles. >> O Adão, Eva, que sacanagem com a gente. >> É, dizia tá no paraíso. Mas veja bem, no paraíso, no paraíso, quando a gente viu nesse estado de Consciência inconsciente no paraíso, nós vivemos nesse estado de graça, mas ele não foi escolhido por nós. sair do paraíso, desse estado de graça, onde tu vive em intimidade com com o Pai, com Deus, não nos torna menor, nos torna maior. >> É verdade. >>
Porque se antes nós vivíamos nessa intimidade, agora nós temos que escolher Viver nessa intimidade. Está muito bem retratado na história do que Jesus conta do filho pródigo. >> Uhum. Ele vivia na casa do pai, onde ele tinha em abundância, em plenitude. Aí ele disse: "Me dê a parte da minha herança e aí que eu quero ir para uma terra distante?" Qual é a herança que nós verdadeiramente recebemos quando nós saímos e nos manifestamos como um indivíduo Nesse mundo? Eu passei 10 anos tentando entender o que que nos faz a imagem e semelhança de Deus. Porque
tu não pode só dizer: "Nós somos feito a imagem e semelhança de Deus". Tu tem que saber por que tu é feito a imagem e semelhança de Deus. Porque eu era fraco, era coitado, eu tinha pena de mim, eu tinha raiva. Eu digo: "Mas onde é que tá essa semelhança? Eu não consigo fazer nada. Eu não consigo nem me sustentar direito. E aí eu fiquei pensando e eu comecei a fazer uma lista dos atributos do ser humano e dos atributos que Deus precisa ter para ser Deus. E eu cheguei a uma, isso não é uma
tese científica, tá? Mas eu cheguei a uma característica >> que bateu. >> Que bateu. Não existe nenhuma espécie no universo Que cria, só o ser humano. João de Barro não cria aquela casinha, abelha não cria não. Eles sempre reproduzem a mesma coisa. Eu nunca vi um João de Barro com uma varandinha na casinha com antena parabólica. Então eles não criam, é por instinto e nós somos a única espécie que cria. E Deus é o criador. Então para mim a herança que nós recebemos é o poder de criar a nossa própria realidade. E isso nós fazemos
o tempo inteiro. As pessoas muitas vezes pensam: "Deus poderia me ajudar a criar uma realidade diferente, mas Deus não pode fazer isso por você, porque aí ele tira a autonomia, >> ele já te deu o poder da criação. >> E tira o poder da criação e você se torna um autômo." Então, por isso que eu sempre digo, Deus não pode fazer por você aquilo que você não permite que ele faça através de Você. Então, o poder, o filho pródigo, ele sai da casa do pai, ele pega o poder de criar e aí diz a parábola
que ele gasta a sua herança com coisas mundanas. É o que nós fazemos. Nós pegamos o poder de criar e começamos a criar até um falso eu, ideia sobre nós. Eh, e isso é você sair da casa do pais, ir para uma terra distante, é você se afastar da sua origem, daquilo que você verdadeiramente é. E aí você começa a gastar a sua Herança com coisas mundanas. você começa a criar eh coisas, conceitos, ideias, e você se perde nisso e você se identifica com isso. E depois da identificação com isso, diz a parábola: "Recai uma
grande fome sobre a terra, que é a insatisfação." >> Uhum. O ser humano, ele é possuído por essa grande fome e a a violência, tudo o que o que a gente vê muitas vezes é movido por essa grande fome, pela insatisfação, pela competição, por Aquele sentimento de insuficiência que nós precisamos suprir, que muitas vezes nós passamos todos os limites para fazer isso. E aí vem o momento depois da insatisfação, da comparação, da disputa, da competição que acontece onde o filho pródigo tá no fundo do poço, quando ele tem inveja até dos porcos. >> Uhum. >>
Porque os porcos tem alguém que cuida deles, mas eu estou totalmente Abandonado. Então o que que acontece? Quantos de nós, em quantos momentos nós temos inveja do outro? Uhum. >> Não há momento mais triste do que você não querer mais a tua vida e querer a vida do outro. Isso é inveja. >> Uhum. >> Tu renuncia a tudo que tu construiu, a tudo que tu criou, a tudo que tu herdou e tu quer a coisa do outro. >> Como você define inveja para você? A inveja é justamente você se sentir tão pequeno, tão insignificante, que
você deseja aquilo que é do outro. >> Uhum. >> Você quer ser o outro, você não quer ser quem você é, você quer ser o outro. E isso é é é é um dos sentimentos mais tristes que um ser humano pode ter. E aí vem o próximo estágio, quando de repente ele cai em si. Cair em si é um despertar. Ele cai em si, o que que Significa? Ele lembra que lá na casa do pai ele tinha tudo. Ele se lembra de quem que ele é filho. Esse é o despertar, a consciência inconsciente. Eu ainda
estou na pobreza, mas eu lembro da minha origem. Isso se chama introspecção. >> Você acha que esse despertar é voluntário? Tem uma Como que busca esse despertar? É um dia você fala assim: "Uau, como você acha que busca esse despertar?" >> São duas formas de buscar. Você pode ouvir um cara que nem eu que fala essas coisas. >> Uhum. >> Ou você pode sofrer o sofrimento >> na dor ou no amor, assim, é? É ou >> o sofrimento, ou você estuda, você busca esse caminho, ou você sofre. Porque as pessoas elas têm a ilusão. Esse
dia um uma uma moça falou comigo, ela disse o seguinte: "Mas pessoas que têm dinheiro ainda sofrem?" E ela conseguiu dizer assim: "Cara, se eu tivesse dinheiro, eu poderia ter uma babá para cuidar das minhas duas crianças. Isso tiraria muito do meu stress. Eu poderia eh pagar um personal, eu teria tempo para ir treinar e eu teria um corpo melhor. Tendo um corpo melhor e tendo mais dinheiro para comprar roupa mais bonita, o meu esposo ia gostar mais de mim. Ela foi fazendo esse cálculo que o dinheiro resolveria toda a a situação Dela. Só que
daí nós refletimos em conjunto e nós chegamos à conclusão que existem pessoas que são celebridades, que tm dinheiro, que que que são eleito o homem, a mulher mais bonita do mundo, elas se perdem no álcool, na droga. Por quê? Porque alguma coisa não está onde deveria estar. Uhum. >> Então, eh, estávamos falando da jornada do filo pródigo, a inveja. Você sempre está Olhando para a vida do outro e cobiçando essas coisas. Por quê? Porque alguma coisa falta em você. O sofrimento te leva à introspecção. >> Uhum. No meu caso, foi o sofrimento e a curiosidade.
A introspecção, ela te conecta com aquilo que você tem dentro de si, que é a a vida que é abundante, que é plena. E e essa, eu chamo isso de eh eh inerência, que é o próximo estágio. Depois da introspecção, quando você se conecta com esse eu mais profundo, você percebe que tudo que você procurava fora está inerente a quem você é. E essa inerência, ela nos leva para o último estágio, que é o estágio, a gente chama isso de iluminação, que não é uma coisa sobrenatural, é só você viver conectado com a sua natureza
mais profunda, com aquilo que você verdadeiramente é. Então, todo o o conjunto de ações eh de pensamento, Tudo isso nasce desse estágio mais profundo, porque isso é uma outra coisa. Por exemplo, uma das maiores bobagens que existe, que o ser humano inventou, começou lá com Daniel Goleman, é é a questão da inteligência emocional. >> Por quê? >> Porque isso não existe. >> Sim. É, deixa a gestão. É, >> porque o que que acontece? >> Inteligência emocional são duas. Se você olhar, por exemplo, eh, o que que é uma emoção? >> Movimento, não é? >> É
a palavra vem de movimento. Mas o que que é uma emoção? O o movimento vem da onde? do sentir. >> O sentir vem da onde? Da percepção, do pensamento. Então, o o o toda a emoção, ela é uma reação do corpo ao pensamento. >> Uhum. >> Então, o que que acontece? Quando eu falei antes que você vai parar de pensar, você vai parar de criar emoções. Então o que que você vai, o que que vai acontecer com você? Existe uma coisa que ninguém fala, que são os estados naturais do ser. É aquilo que faz parte
da nossa natureza essencial. Paz. A mente não pode te trazer paz. Ela Só pode parar de criar confusão e aí você está em paz. Mas a mente ela não pode te trazer paz. Ah, eu estou em paz. Tu está em paz quando finalmente tu para com esse movimento mental. O amor, a mente não pode amar, porque a mente é só apego. O amor é um estágio natural do ser. Isso faz parte de quem nós somos num nível mais profundo. Por exemplo, Jesus disse: "Amai uns aos outros como eu vos amei". Mas como é que tu
vai amar uma pessoa se você só olha pros defeitos dela? >> Uhum. >> N se você olha e e todos nós temos defeitos. Então, para você amar verdadeiramente uma pessoa, você tem que transcender, ir para além dos defeitos e você tem que ver além. Se você ficar olhando para os defeitos, então o amor é um estado natural do ser. O entusiasmo que significa a própria palavra é Deus Dentro. Então, quando você vive do eu verdadeiro, quando você se liberta dessa construção mental, que eu chamo de falso eu, e você para de criar emoções e aquilo
que são os nossos estados naturais, eles passam a se manifestar. Porque o que que nós verdadeiramente buscamos? Nós buscamos felicidade. >> Uhum. >> Só que nós não entendemos que nós não queremos ser felizes. Porque o que que nós dizemos? Ah, vou Ser feliz depois de me formar. >> Uhum. >> Então, tu não quer ser feliz, tu quer te formar. >> Uhum. >> Porque se você quisesse ser feliz, você escolheria ser feliz. Agora eu só vou ser feliz depois que eu tiver meu primeiro milhão. Você não quer ser feliz, você quer ter o primeiro milhão, porque
senão você, qual a diferença? Então, o que que a a gente não quer a felicidade, a gente quer coisas. Por quê? Porque a gente acha que a felicidade está nas coisas. Só que tudo que toda a felicidade que provém de algo externo, ela não é felicidade, ela é prazer. >> Calma, fala de novo. >> Toda felicidade que vem de algo externo, ela não é felicidade, ela é prazer. >> Concordo. Tu confunde felicidade com prazer e todo prazer Ali na frente vai criar sofrimento. Por exemplo, você vai agora no restaurante com a sua esposa e aí
você vai pedir aquele prato que vocês gostam. Primeira vez que vão no restaurante e vocês têm aquela conversa legal. Você pede aquela aquele vinho, o vinho desce, é tudo é perfeito e e você sai de lá muito feliz. Amanhã Você diz, nós podia voltar para esse restaurante, só que daí você comeu uma tangerina antes de ir para lá. A comida já não é mais a mesma, o vinho já não desce. Aí acontece alguma coisa, a conversa não flui com aquela naturalidade e aí você volta de lá feliz. >> Hum. >> Não, você não vai estar
feliz, você vai Estar decepcionado, porque as coisas elas não podem se repetir continuamente da mesma forma. Agora vamos supor que elas se repetem continua, se repitam continuamente da mesma forma. Na terceira, quarta noite você não quer ir mais lá. Ah, eu já enjoei. Entendeu? >> Uhum. Por isso nós falamos antes do medo. Quando você não se conhece verdadeiramente, são duas forças conduzem a sua vida. O desejo e a aversão. O desejo é eu quero isso e a aversão eu não quero isso. São essas duas forças e elas se anulam. Por quê? Porque o desejo ele
é até positivo, mas a versão que é medo, ela é negativa. Então, por exemplo, eu quero conquistar isso, mas você sabe que talvez você não consiga conquistar isso. >> Uhum. >> Quando você vive do eu verdadeiro, Você ainda tem desejos, mas como que a sua noção de eu não está? No resultado, você cria naturalmente, você vai fazendo as coisas, se isso dá certo ou se isso funciona, isso não vai mudar quem você é. >> Uhum. >> E aí você anula essa aversão, você anula o medo, por isso que você cria com muito mais facilidade. Agora,
você tá Entendendo o que eu tô falando? >> Tô. E sabe o que eu tô gostando muito? >> Hum. Porque quando a gente trouxe a camada do medo, eu trouxe uma pergunta aqui. Você foi lá pra raiz? >> Uhum. >> E eu gosto quando a gente sabe e e a gente desce algumas camadas >> Uhum. >> Porque você podia falar estratégia pro medo. Primeiro crie previsibilidade de Quais são os camis amigão. Vamos primeiro definir quem você é, qual que é o reflexo que você, quem te alimenta? >> Uhum. >> Qual que é o teu eu
verdadeiro? Mas o o quem você tem que buscar o espelhamento. Aí você foi até Deus que eu acho maravilhoso ali o sopro, né? Quanto mais a gente se aproxima do caráter dele, mais a gente se afasta de qualquer tipo de medo. >> Exatamente. Se tu andar de mão dada com Deus, que medo você tem? >> Olha que loucura, >> entendeu? Maravilhoso isso. >> Então, mas mas essa é uma questão porque às vezes eu falo eh essas coisas assim, elas são profundas, eh elas vão um pouco muitas vezes eh são um pouco um contracenso ao senso
comum, mas aquilo que nós temos, Caio, não tá solucionando o problema, Entendeu? Ai, >> se tu não traz coisa nova para cima da mesa, é por isso que que que eu digo assim, ó. >> É isso que você vem pensando, que você falou antes de começar a gravar. >> Exatamente. >> Até que você ia começar a falar, você falou: "Calma aí, vai começar o podcast". >> É o que que o que que eu eu descobri? Eu descobri que o ser humano é Disfuncional, né? O que que é ser um um um uma coisa disfuncional que
não está cumprindo a sua função? Nós, seres humanos, nós não estamos cumprindo a nossa função, né? Que a nossa função é justamente trazer essa essência mais profunda que nós somos, a consciência ao mundo. >> Uhum. Aí você pega recorde de ansiedade, todos os indicadores explodindo e isso vai se intensificar cada vez mais. Por quê? Porque nós somos cada vez mais um Produto da mente, nós estamos nos tornando cada vez mais superficiais. E isso também não é um problema. Sabe por quê? >> Hum. >> Porque essa superficialidade vai criar sofrimento, muito sofrimento. >> O sofrimento tende
a despertar. >> E o sofrimento tende a despertar, mas nem todo mundo vai despertar a tempo. É. E e e eu acredito piamente que a mente, Esse estágio onde nós estamos identificados com o pensamento que construiu coisas maravilhosas, esse é um estágio intermediário. O ser humano ainda não parou de evoluir. >> Sim, >> nós não somos como uma mesa, um objeto pronto, nós estamos evoluindo. E a evolução ela acontece aos poucos. E eu acho que vai haver um momento em que nós vamos transcender a mente. Neste momento, nós somos governados pelo Pensamento, pela mente. Vai
chegar um momento em que nós vamos transcender a mente e a mente vai ser simplesmente uma ferramenta a nosso serviço. Hoje nós somos serviços. Hoje nós estamos a serviço da mente. A gente não percebe, mas a gente é escravizado pela mente. >> É verdade. >> O sofrimento, não existe sofrimento fora da mente. A mente que cria o sofrimento. Todo sofrimento da mente eh Eh todo sofrimento tem o sofrimento físico, obviamente, que é a dor física. Essa sim, né? Ela existe, mas o sofrimento psicológico ele é criado pela mente. >> É verdade. >> E o que
que é o sofrimento psicológico? O estress, ansiedade, medo, frustração, insatisfação, ressentimento, ódio, raiva, inveja, ciúme, tudo isso Não faz parte da nossa natureza essencial. Tudo isso é um efeito colateral da identificação com a mente. Vamos, vamos fazer uma experiência. >> Vamos. >> O que é o ressentimento? Vamos supor que eu estou ressentido com você. Por que que eu haveria de estar ressentido? Porque você fez algo, disse algo >> que não te agradou, te chateou. >> Por que que isso não me agradou? Não me achateou. Por que que isso não me Agradou? Por que que isso
me chateou? Porque eu achei que tu deveria ter agido diferente. >> Uhum. >> E baseado no quê? Baseado no meu modo de pensar. E esse pensamento um condicionamento. Então, por exemplo, tu vai no fim de semana lá na sogra, a sogra te diz uma coisa e tu diz: "Não vou mais lá". Você às vezes fica 10 anos sem falar com uma pessoa porque você acha que a pessoa deveria ter feito uma Coisa de maneira diferente como ela fez. Mas baseado no quê? Porque você tá identificado com padrão mental. Você acha que a pessoa ela deveria
falar isso, que ela deveria ser assim e se não é se não, se não fizer isso, se não deixar de fazer isso, você se ressente com elas. Tem pessoas que estão ressentido com com pessoas que já morreram, porque não aceitam o que essas pessoas disseram ou fizeram. Por que que a gente sente medo? Porque a gente não aceita não ter a certeza de que as coisas vão sair do jeito como a gente espera. Por que que a gente tem ciúme? Porque a gente não aceita que o outro tenha uma coisa que a gente acha que
eles não deveriam ter. A inveja é a mesma coisa. O que que é o estress? A mente precisa de alimento. O stress não, o tédio, por exemplo, que o tédio é é um mal terrível, porque o tédio nos leva todo tipo de vício. >> Ah, é verdade. >> Pornografia, eh eh o que >> jogo, >> jogo eh eh drogas ilícitas, todas essas coisas, a maioria delas elas aparecem na nossa vida quando a gente não tem o que fazer. O tédio é a mente querendo alimento e tu não recebe essa esse alimento. A mente quer agito
e tu não recebe esse agito. E aí você começa a ficar inquieto E você começa a procurar coisas para fazer. Então o que que acontece? A gente não consegue mais ficar 1 minuto em silêncio. A gente não consegue ficar, tu já observou que a gente não consegue mais ficar 5 minutos sem fazer alguma coisa? >> É verdade. >> A gente é viciado em fazer. Viciado em fazer. Tu tá sentado no no no restaurante e aí eh terminaram de comer, imed liberou os braços, imediatamente Puxa o celular. Quanto mais nós nos ocupamos em fazer, mais nós
omitimos o ser. Tu não percebe mais o ser. Eu sempre digo, a gente tem três propósitos na vida. Primeiro propósito, ele é vertical, atemporal, ele é ligado ao ser. Você tem que descobrir quem você é. Já pensou tu viver a vida inteira tendo uma noção falsa de quem você é? Já pensou tu viver a vida inteira pensando ser uma coisa, mas você é outra? Então esse o propósito primário é o ser voltado ao ser. Segundo propósito é voltado ao fazer. O fazer é importante, mas o fazer ele precisa emergir do ser. Por que que as
pessoas estão perdidas em relação ao propósito de vida? Porque eles procuram o propósito da vida na mente. Pessoa diz: "Eu não sei qual é meu talento". Digo: "Como tu não sabe qual teu talento?" Eu explico, mas eu ainda não consigo entender qual é o meu talento. Porque tu procura o talento na mente. Nós não temos mais percepção do ser. Tudo que a gente faz tem que emergir daquilo que a gente é, não é assim? Com todos os outros aspectos da natureza, tu não vai esperar que uma uva nasça de um pé de de maçã. Então
são três propósitos: >> ser, >> ser, fazer, >> fazer. E o propósito supremo, que é a harmonia, a sincronização entre o ser e o fazer. >> Uhum. >> A vida é uma dança entre aquilo que tu é e aquilo que tu faz. Mas como nós não sabemos nada do ser, estamos só focados no fazer, nós buscamos o ser no ter. Aí, salada de fruta. >> É, então você faz porque você precisa Fazer o tempo inteiro porque quanto mais tu faz, mais tu tem e mais tu é. Essa é uma essa é uma disfunção. Só que
presta atenção, quando você não sabe quem você é, quando você não está eh eh aí tem aquela parábola maravilhosa do do de Jesus. Eu falo de Jesus, mas não no sentido religioso. Jesus a maravilhosa parábola do homem prudente, do homem insensato. >> Sim. >> O homem insensato foi construiu a casa sobre a areia e ele viveu preocupado, ansioso. Por quê? Porque qualquer coisa, a chuva, as ondas, o vento, poderiam destruir a casa. Aí ele diz: "Mas o homem prudente, ele cavou fundo até encontrar a rocha e ele construiu a sua casa sobre a rocha e
ele pôde viver em paz." Então eu tive pensando sobre isso por anos. Que que é construir a casa? A casa é a nossa identidade. >> Uhum. de tu construir a tua identidade sobre a areia, sobre o pensamento, sobre as coisas desse mundo que a traça e a ferrugem vão consumir a qualquer momento, tu sempre está lutando em defesa dessa construção sobre a areia. Tu tu tá sempre agradando a todo mundo. Por quê? porque tu precisa ser validado. Tu sempre está eh correndo atrás de coisas e tentando acumular mais para que as pessoas reconheçam o teu
valor, Porque eh aquilo que tu é depende daquilo que tu tem. E e a sua vida se torna essa aventura maluca correndo atrás dos moinhos de vento. >> Uhum. Agora, quando você cavoca fundo e você constrói a sua identidade sobre o seu a sua verdadeira natureza, sobre aquilo que há de eterno em nós, aí você pode viver tranquilamente, porque nada pode destruir aquilo que é eterno em nós. E o que que é eterno em nós? Essa é a pergunta que eu tô te fazendo. O que que é eterno em nós? >> Primeira pergunta, existe algo
eterno em nós? >> Eu acredito assim, o que internos é o nosso espírito. O que que é esse espírito? >> Ah, Diego, você faz essa pergunta muito difícil, pô. Eu creio, né? Eu creio que aquilo que é interno em nós, esse corpo, essa matéria vai ficar aqui e a gente Eh mas realmente explicar o que é espírito. Para mim é esse esse sopro divino, né? >> É isso. A a para mim o espírit eu eu nem gosto de usar a palavra espírito porque tem muita coisa já culturalmente atrelada a isso. Sim. Mas para mim é
o >> eh é é a herança que vem de Deus. A parte de Deus em mim é esse sou. Porque, né, sabe? É isso. Mas o que que é sop? Sabe o que que é? >> O que que é? >> É a vida. >> É isso. >> A vida é eterna. A vida é eterna e você pode alcançar a vida eterna. Agora o que que é a vida? A vida é aquilo que habita em nós. >> Uhum. Então, se você se você verdadeiramente fizer uma atividade agora, Tenta sentir a vida no dedão do seu pé
lá embaixo, mas não usa a mente para lembrar onde que está o dedão. Tenta sentir a vida. Existe vida dentro de nós. Essa vida é eterna. E nós pensamos que a eternidade, eu sempre falo isso, acho que já falei no outro podcast, nós sempre pensamos que a eternidade é um tempo sem fim que existe no futuro. Mas a eternidade ela não é um tempo. A eternidade é atemporal. Aí o e onde é que o que que é atemporal? Por exemplo, quando tu vive agora, >> só agora? Então, se você quiser se relacionar com a vida,
você precisa pegar essa porta estreita. Jesus disse: "Como é estreita a porta Que conduz à vida. E são poucos os que a encontram. O que que é a porta estreita que conduz a vida? A vida só é agora. >> Uhum. >> Mas além do agora, além da vida estreita, da vida eterna, o que que existe? Existe o passado >> que já foi, e o futuro que ainda não chegou. >> E o futuro. Mas o passado e o futuro, Eles existem aonde? >> É, eles não existem mais, né? Não, onde eles existem? Eles existem >> no
pensamento. >> Só no pensamento. >> Sim. >> Não existe futuro, não existe passado fora da mente humana. Então tu tá entendendo a dualidade que existe em nós, as duas dimensões. >> Sim. >> Existe o passado e o futuro. Tu não Consegue pensar sobre o agora. Tu não consegue. Tu só consegue pensar sobre passado, sobre futuro. Se tu quer viver, se tu quer alcançar a vida eterna, você precisa fazer isso agora. A vida que é eterna, >> que é agora. >> E o que que o o e onde é que e o que que como é
que Deus se define? O eu sou. >> Uhum. >> Não é o eu fui, eu serei. É o Eu sou. Exato. >> Então, como é que você sabe, como é que você define a relação que você tem com a vida através da relação que você tem com este momento? >> Com agora. >> E qual é a relação que nós temos com agora? Isso é estranho. A maioria das pessoas >> nem tá com a cabeça nele, >> não. Elas olham para o agora como um obstáculo que precisa ser superado para chegar num ponto futuro onde elas
podem ser feliz. Só que esse ponto futuro ele nunca chega porque você nunca vai viver no futuro. Sempre que você vai viver vai ser no agora. E aí esse agora de novo vai se tornar um obstáculo que você precisa superar para chegar num outro lugar. Então nós sempre estamos fugindo do agora. E se a vida é agora, nós sempre Estamos fugindo da vida. Por isso que Jesus disse: "Eu vim para que vocês tenham vida e vida em plenitude". Então o que que acontece? A mente, a mente ela soterra a vida, porque a mente ela é
passado e futuro. Então, para você sentir a vida, você precisa silenciar a mente. E aí nós viemos para aquele ponto que eu falei antes. você precisa começar a observar a mente, porque através da observação você traz uma nova dimensão pra sua Vida, que é aquela parte que observa. E aí, aos poucos, a mente ela vai, o barulho, ela vai se dissipando. É mais importante prestar atenção no silêncio entre as palavras do que prestar atenção nas palavras. >> Hum. Porque se você prestar atenção no silêncio, você se conecta com algo muito mais poderoso que as palavras.
Você olhar, por exemplo, um céu Estrelado de noite, que que você enxerga? >> Ah, para mim, Deus, tudo que é perfeito para mim. >> Mas fisicamente, o que que você vê? Você vê estrela? estrelas, você vê luz, você veio meio, sabe as a aquelas manchas brancas ali no >> É, >> mas existe uma coisa que você que é a coisa mais extraordinária, que é a coisa mais fantástica Que você não percebe, >> o quê? >> O espaço vazio entre as estrelas. É verdade. >> Se você olhar o céu estrelado à noite, aquilo que existe no
céu estrelado, que é o vazio, uma estrela, um cometa, um sei lá o quê, isso também existe dentro de nós. Nós nós somos consciência, esse enorme vazio. E dentro desse vazio emerge o pensamento. Só que todo pensamento, ele tem um pequeno um um pequeno fluxo de vida. Ele nasce, morre, nasce, morre, nasce e morre. Ela é uma forma que nem nós, nós também somos uma forma. Nós nascemos, é uma manifestação da vida. E entre cada nascer e morrer de um pensamento e outro, existe um pequeno espaço vazio. E esse espaço vazio, eh, muitas vezes ele
se perde, Mas a gente tem que voltar a prestar atenção nesses espaços vazios, porque existe enorme poder ali. se conecta com o começo do podcast. Eu acho que é nesse lugar que você começa a realmente ter um super poder de vencer os teus medos, porque a gente transforma o agora num obstáculo como um medo. Um medo. Você projeta o medo do amanhã ou medo no do que passou. >> E como se conecta, né, tudo que você falou Com que se a pessoa se mantém naquilo que é eterno, que é o agora. Prestando atenção no silêncio,
sendo um observador. >> Uhum. >> Não mais com a vida de observado. >> Uhum. >> Né? Eh, entende o seu eu. >> Uhum. >> E todos nós, acho que esse podcast questionou: "Nossa, quem é o? Quem é o meu eu? Não é eu mentiroso. É como que Você chama do eu?" >> Falso eu. >> O falso eu. Que a todo momento é uma batalha do nosso falso eu, né? >> Sim. Não tem momento que fala assim: "Cheguei na perfeição". >> Não, mas mas existe, Caio, pessoas que são muito identificadas. Sabe aquela pessoa que é como
um vidro? Tu tu joga uma coisa contra, ela escorrega, nada entra. Eu aprendi uma coisa que eu achei mágica, que é o seguinte, Eh, quando eu falo contigo ou quando eu te ouço, eu escuto tanto a mim quanto a você. >> Hum. >> Entendeu? >> Sim. >> Eu vou falando, você vai falando e eu vou falando. A mente vai dizendo coisas. E a gente precisa ouvir isso. Por quê? Porque isso é tão importante como o que o outro fala. Porque se eu não prestar Atenção no que eu falo, eu nunca vou entender o modo como
eu reajo aquilo que você fala. >> Muito bom. Muito bom mesmo. >> Então, a maioria de nós eh não nós não sabemos ouvir e é difícil ouvir. Esses dias um quase apanhei porque uma pessoa, eu disse, tudo tudo que nós somos é condicionamento. E aí eu disse, "Imagina se você tivesse nascido na Indonésia, você provavelmente Não saberia nada sobre o evangelho." >> Uhum. >> O teu Deus seria um Deus totalmente A pessoa disse: "Pera aí, né? Você tá dizendo que eu fui condicionado a ser cristão?" Eu disse: "Não, não tô dizendo nada. Só tô dizendo
que se você tivesse nascido em qualquer país do Oriente Médio, por exemplo, você não teria como tradição o cristianismo e você acreditaria em outras coisas." Nada eh nada contra cristianismo, eh qualquer outra religião. Eu mesmo sou um um um profundo estudioso do do de Jesus, do que ele diz. Eu eu eu eu amo isso, mas eu acho que a gente precisa parar de repetir o que todo mundo fala, entendeu? >> Uhum. >> Nós estamos há 2000 anos sempre repetindo a mesma coisa. A gente precisa começar a olhar, começar a remexer isso. Tu não precisa acreditar
no que todo mundo acreditou. Não, às vezes eu pergunto, o que que existe em você que é verdadeiramente teu, coisa que você descobriu por si, porque senão você vira aquela aquela coisa que eh eh vai >> máquina de repetir, de crimir, >> é, repetindo, repetindo. Então, eu acho que as coisas estão boas. As pessoas me dizem, eu nem sei, mas as pessoas me dizem que o mundo tá mais caótico do que Sempre esteve. coisa acontecendo e tal. Eu não assisto noticiário, mas as pessoas dizem que o mundo tá muito caótico. Então, aquilo que nós sabemos
não está nos levando onde nós queremos chegar. Então, a gente precisa, primeira coisa, é questionar o que nós sabemos. >> Uhum. >> A gente precisa entender que se as coisas não estão boas na minha vida, na tua vida, talvez a causa esteja nas Ideias que você tem. >> Uhum. Talvez aquilo que você pensa sobre si não tá legal. Talvez as ideias que você tem sobre a vida são ideias tortas, são coisas falsas, os conceitos que você carrega, porque e isso é um outro grande problema, Caio. O ser humano não quer mudar. Nós não queremos mudar.
É uma ilusão achar que nós queremos mudar. O que que nós queremos? Nós queremos que as coisas à nossa volta Mudem, mas nós não queremos mudar. >> Exato. >> Tu quer que as tuas finanças melhorem, que teus relacionamentos melhorem, tu quer e e tu sempre tá tentando achar uma geringonça, uma uma máquina, alguma coisa, um método, uma estratégia que mude as coisas à tua volta. Mas você verdadeiramente quer mudar. Eu fico sempre questionando sobre essa Questão do ambiente, que hoje isso é uma coisa muito muito forte, eh, que que o ambiente produz, que se você
quer produzir resultados melhores, você tem que ir num ambiente >> melhor. >> Melhor. Cara, se eu olhar para trás na minha vida, os ambientes mais adversos foram os que mais mexeram comigo e que mais provocaram transformação. Eu nunca me esqueço do do Nolan Archibalt, que era um grande CEO da Black Decker. E quando ele saiu da Universidade de Harvard, ele diz que todos os colegas dele foram procurar empresas renomadas para trabalhar. Ele foi lá numa numa pedreira no interior do Canadá, onde eles faziam extração de pedras. Ele disse: "Eu quero trabalhar nesse ambiente, no ambiente
difícil, porque eu Sou muito novo. Esse ambiente vai me moldar". Então, o que que acontece? Tu tu imagina o perigo de você sempre procurar o ambiente certo? Tu sempre tá achando que é o ambiente que é o problema e tu sempre tá procurando se ajustar. Eu acredito que a pessoa transforma o ambiente e mesmo que você não consiga transformar o ambiente, o ambiente pode te transformar numa pessoa melhor se você Tiver consciência. >> Exato. >> Mas se você é uma pessoa que precisa ser condicionada, aí talvez sim o o ambiente bom vai te moldurar. Mas
o que que vai acontecer quando o ambiente bom não existir mais? Se você sempre precisa do ambiente aí para você o cheque mat chegou nesse ponto. Concordo com você que você falou. >> É, então é lógico que que que O meu pai sempre dizia: "Se você andar com maconheiro, você vai se tornar um maconheiro". ou não. >> Aí vem uma questão. Tu andar com maconheiro, tu tem chance de te tornar um maconheiro. Mas se tu andar com maconheiro e tu tiver a liberdade de dizer: "Não, não quero isso". Aí sim, aí tu é verdadeiramente livre.
Agora, enquanto que tu tem que fugir do maconheiro para Não te tornar um maconheiro, que tipo de liberdade existe? Entendeu? Vamos para esse cara, senhoras e senhores. Obrigado. Forte o que você falou agora, hein, Die? Para quem chegou pra gente até o final do podcast, geralmente quem chega até o final, o cara tá assim, ó. Ele veio se questionando, a gente começou falando de medo, foi para propósito, porque tá tudo entrelaçado, Foi para cara a a o agora tá muito relacionado, né, com o o teu eu, >> eh, de novo, eu desconhecido, é o eu
falso, o falso eu. >> Então, a gente deu um 360 e foi muito bom porque eu gosto de você, porque você traz, você sai do óbvio nas coisas. Eu não falei, trouxe medo. Umas pessoas que você ia falar assim, então vai três passos para reduzir, você já vem dando um cavalinho de pau e falou assim: "Então vamos começar desde a primeira Parte". Ã, o que que você acredita pra pessoa sair desse podcast? Seria uma frase final, uma boa reflexão, porque assim que ela desligar, ela vai ficar martelando isso. Qual seria que você acredita que é
uma é uma boa provocação final para quem chegou até esse último minuto do podcast? Como encerramento? >> Eu diria assim, é que a a primeira coisa É que a gente realmente não consegue em em uma hora eh esmiuçar tudo isso que a gente levantou. Então, a gente trouxe muita coisa, jogou em cima da mesa. Eh, para fechar a reflexão, eu diria o seguinte: Geralmente as pessoas acreditam que elas têm 1000 problemas. Tem o problema do medo, tem o problema da ansiedade, tem o problema da baixa autoestima, tem o problema da incapacidade, tem problema Da confiança,
tem o problema de estar perdido na vida, de não saber o que que é da vida. Então, geralmente a gente acredita que a gente tem um milhão de problemas e a vida se torna pesada, a vida perde a graça, a vida perde o sentido. Por quê? Porque você não sabe nem por onde começar. O que eu quero dizer para finalizar é o seguinte. Nós não temos um milhão de problemas. Nós temos um problema que se desdobra num milhão de problemas. E se nós atacarmos esse problema e resolver pelo menos 60, 70% do problema central, que
é a causa de todos os outros problemas, a vida se torna uma magia. A vida se torna leve, espontânea, natural, as coisas começam a fluir, a preocupação se dissipa, a ansiedade se dissipa. E qual é esse um problema? É o problema do eu. Os gregos diziam: "Conheça até ti mesmo e terás a chave do universo e os segredos dos deuses." E quando ele dizia, os gregos diziam isso, eu dizia: "Mas eu não tenho os segredos dos deuses, eu não tenho a chave do universo, então eu não me conheço." Então esse é um ponto importante, buscar
o conhecimento, buscar se autoconhecer, mas entender Que nada do que você sabe sobre você é você, porque isso é sobre você. Então não é nem saber quem você é, porque aí você cai na armadilha das definições. É saber o que você é, o que você verdadeiramente é. Quando você resolver esse problema, isso significa cavar fundo até você encontrar >> a rocha, >> a rocha e aí você vai viver em paz. Albert Einstein disse que os problemas da nossa vida não podem ser resolvidos No mesmo estado de consciência em que eles foram criados. Então, o que
que tu precisa? Tu, se tu tem problema na vida, tu precisa elevar o teu nível de consciência. E a consciência não é conhecimento. Consciência não é não é você saber coisas. A consciência é aquilo que você é. Você se torna mais você quando você renuncia àquilo que você pensa sobre você. Por isso que Jesus disse: "Se quiseres me seguir, renuncie a si mesmo. >> Seria a coisa mais sem sentido do mundo renunciar à aquilo que você verdadeiramente é". Você precisa nascer de novo. E Nicodemos olhou e disse: "Mas tu quer que eu entre no ventre
da minha mãe? Nça de novo." >> Como biologicamente isso é possível. >> É o nascer de novo significa se tornar aquilo que você é na origem quando você Nasceu, que é consciência pura. Então, a minha eh recomendação final é isso. Busque paralelo a tudo, busque tempo para se conhecer. As pessoas ficam andando por aí que nem o zumbi. Elas nunca olham para si. Então, busque se conhecer. Essa é a solução para todos os grandes problemas da vida. Amigo, obrigado. Tá. >> Espero que eu não tenha filosofado Demais. Mas se você não vier, eu fico bravo
com você. >> Obrigado pelas provocações que você traz. Eu gosto toda vez que você vem porque você chasa audiência de um jeito diferente. >> Uhum. >> Ah, você coloca as pessoas eh realmente para pensar. Eu acho que isso é uma uma capacidade Eu acho que isso é de uma é de uma generosidade absurda. >> Uhum. >> Em vez de estimular mais, você em vez de acelerar, você reduz. Porque direção é mais importante que velocidade. >> Então, obrigado por sempre trazer direção sempre no nossos episódios, tá? De novo, mais uma vez, obrigado. Um prazer estar aqui.
Obrigado. >> E na descrição desse vídeo tá todas as redes sociais do Jacob, o cara sempre super presente, que faz vídeos super Legais. Eu adoro seus vídeos, tá? Sempre com uma mensagem muito bacana. Ah, é um cara que produz muito conteúdo legal. Ah, também muitos livros publicados. Tá com quantos livros publicados já? Cinco e quatro, que são meus segredos. Ah, então em breve segredos, né? >> Não são segredos porque eu escrevi quatro que ninguém leu, só e cinco que são bem conhecidos. Eu sempre digo, tenho quatro que são os meus maiores segredos, só eu li.
>> Ó, vou colocar todas as redes sociais do Jacob aqui. Segue o cara incrível depois fala que você vê do como você fez isso. E a todo mundo que tá nesse podcast, primeiro eu recomendo para você algumas coisas. Primeiro, se inscreva através do canal que você tá assistindo a gente, seja através do YouTube, alguma plataforma de streaming, para você não perder um só episódio, papos cada vez mais legais, inteligentes, produtivos, ah, provocadores, filosóficos, Específicos, técnicos, porque como você fez isso tem um grande objetivo, contribuir com o teu propósito para você chegar no teu sonho e,
obviamente ao longo desse caminho você ser realizado, porque como Jacob falou, felicidade não é um ponto, ele é um meio de se viver. Então, que esse episódio tenha te ajudado. Até semana que vem. Fica com Deus e tchau.