Eu vim aqui ver se meu pai te convencia a parar de vender sanduíche na praia, mas aquele lá vive no mundo da lua, né? Ele acha que você tá fazendo sucesso e que ele vai deslanchar em Nova York, ou seja, vem infernizar. Não, eu vim aqui te oferecer um dinheiro para ver se você para de se comportar feito indigente.
Indigente é você que precisou gastar o dinheiro que sua avô levou uma vida para juntar. Eu tô trabalhando, Maria de Fátima. Todo o trabalho é digno.
Tava demorando para começar a falar de dignidade. Realmente uma pessoa que finge não conhecer a própria mãe não tem como falar em dignidade. Fingi, fingi e fingjo de novo, porque eu não sou obrigada a passar esse tipo de humilhação na minha vida.
Faz isso. Pode fazer isso, pode deixar. Vou fazer a mesma coisa.
Eu vou fingir que eu não te conheço. Ótimo. Ótimo.
Aliás, isso já tava combinado, né? Meu carro chegou. [Música] Pô, el até tava meio desanimado, mas aí minha irmã botou pilha.
Ela tá certa, pô. Aniversário tem que comemorar com certeza. Qual é a boa?
Pensando em arrumar um sambinha de roda no B que tem lá na saída da vila. Vocês dois estão convidados. Mas ó, Thaago, é coisa simples, viu?
Vou com certeza. Eu sou doido para ir numa rodinha de ser. Eu ouvi roda de samba.
E aí meninas, beleza? Tudo certo com aquiles? Flávio?
Tá ótimo. Não tá mais nem mancando. Carlos.
Aí, André, por que que você não chama as meninas para ir no teu aniversário também? Com certeza são super convidadas. Nossa, obrigada.
Só dizer quando é onde que eu vou amar. Boa tarde, seu Rubinho. E aí, tá fazendo as malas pros estantes?
Esquece que Nova York existe Vasco, porque é isso que eu tô fazendo. Que isso, Rubinho? Mas esse não era o sonho da sua vida, cara?
Era o verbo não é mais. A partir de agora, meu negócio é sonhar pequeno. Tá resolvido.
Meu sonho de vida agora é um pão com ovo. Vou ali no Poliana realizar o sonho da minha vida. Que loucura.
[Música] A gente pode ver esse aqui, ó. O que que você acha? Desce um pouquinho para ver isso.
Oi, pessoal. Fátima, que que você tá fazendo aqui? Ah, tava passando e resolvi dar um alô.
Ah, entendi. É que a gente tá trabalhando aqui, Ferry. Você devia fazer o mesmo.
Hum. É, já vi que não vim numa boa hora, né? Vou indo nessa, então.
Tchau. Tchau. [Risadas] Ai, dá uma peninha dela, sabia?
Por que, sardinha? Ah, nocout atrás de nocout. Ai, sardinha amiga, de verdade, tem que falar as coisas.
A pessoa não pode aparecer do nada no trabalho dos outros. É, eu vou lá que eu tenho que falar com o Renato. Vou precisar dar uma saída.
Beijo, beijo. A, eu termino aqui. Inteligência artificial veio com tudo.
Vamos lá, né? Yeah.