เฮ [música] He He he เฮ เฮ [música] >> [música] >> He he. He. [música] เ เ เฮ >> [música] >> He he he he he he. >> [música] [música] >> Fala, rapaz. Rapaziada, estamos ao vivo, hein? Mais um Fala Globo Podcast, mais um dia feliz aqui com a presença de vocês, mais um grande convidado para fazer um podcast do nosso jeito, né, do nosso Padrão. Podcast, pô, o melhor possível. Eu ia falar de primeira, mas eu falei assim, [ __ ] vai ver, não é de primeira, né, mano Valter? Vai ver, a gente não tá
com essa moral toda, né? Mas faremos o nosso melhor, cara, o melhor possível para vocês aí. Eu tô aqui mais uma vez com um camarada que eu aprendi a admirar demais, a respeitar, no mano Walter, nós que já tivemos aqui grandes nomes nesse podcast, né? Surgiu um coroa da cabeça branca aí para entrar Nessa lista, né, irmão? >> O cara é bom, irmão. Sensacional. Eh, já pela terceira vez estamos recebendo, né, nosso querido coronel Paganoto, irmão. O cara já é da casa, né? E verdade, ele é da casa mesmo, né? Bana volta, porque o cara
é do time do News. >> Claro. Isso aí. >> E ó, falando em time do News, ó, ontem nós tivemos também um delegado aqui, o delegado Fred Murta, e eu falei: "Irmão, Bora pro time do News também, [ __ ] Então, vai chegar mais um reforço aí pro time do News, né? De peso, de peso." >> E o time do News é [ __ ] é brabo, mano. E o coronel Paganoto tá lá toda semana aqui, tá com a gente honrando. Ô, Úrsula, tu usa o cara, hein? Bota o cara bastante ao vivo aí. E
se ele não e se ele não tiver agenda, tu me fala que eu brigo com ele, [ __ ] Entendeu? Eu sou eu sou maior pela saco. Ninguém gosta de mim, né, [risadas] então eu, eu eu dou Meu jeito aqui. >> Você é o pela saco, eu sou o arrogante. >> É, é. Então, fechou. Fechou. Vai dar certo. Mano, Walter, dá boa noite pra rapaziada aí para eu começar meu papo com o meu amigo aqui, Coronel Paganoto. >> Boa noite, rapaziada. chega deixando o like aí. Eh, e é isso. Deixa seu comentário, sua interação aí
com a gente e vamos para mais um podcast que como o Glá falou, né, pô, surgiu um camarada, né, coronel Paganoto, camarada brabo lá, A gente não conhecia e, pô, o camarada é muito bom, faz parte aí do time, tá com a gente aí no news. E é isso, no mais é isso, vamos lá, papo bom aqui no Fala Global podcast. >> Muito bom. É isso aí, meu irmão. Boa noite mais uma vez, >> meu amigo secreto. [risadas] >> Seja e é verdade, né? Você não teve aqui depois disso, né, cara? Ai, ai. >> Verdade,
verdade, irmão. >> É isso aí. >> Bom ter você aqui, cara. Dar boa noite para essa rapaziada aí e vamos nessa. Feliz de estar de volta. Sempre uma oportunidade fantástica de trocar ideia. Tô começando a gostar de vir pro Rio. Cara, hoje eu conheci a Barra. Que lugar lindo, maravilhoso, né? E sempre à sua disposição. Você, eu tenho falado lá em São Paulo, viu? Não tô puxando teu saco na sua frente aqui, não, porque eu falo pelas costas. Eu falo pelas costas que você é um cara do Bem, um cara que trata a gente com
decência e o resto é engajamento. É gente procurando like. >> Bom, muito bom, irmão. Muito bom, cara. Fico feliz porque eh, pô, quando tu veio aqui a primeira vez, eu acho que não tem muito tempo, deve ter uns 4 meses, pô. Que papo bom, cara. Eu falei, cara, que camarada bom, cara. [ __ ] história, trajetória na polícia. E e eu acho que eu não te falei isso. Esses di eu tava no react aqui, vi um vídeo teu da década De 90. [ __ ] tu lá tenente, >> tenente [risadas] paga cabelo preto. Cabelo preto.
>> É >> meu irmão. Magrelão igual um palito, mano. Fez para [ __ ] [risadas] todo chupado assim. >> El parecia doente terminal. >> Mas polícia, polícia braba, irmão. Foi atrás dos caras lá, mano. [ __ ] É, tem tem umas fotos minha da época de rota aí que eu acho que o ladrão quando olhava Falava: "Mano, é uma caveira tentando me pegar". [risadas] >> Magrelão, mano. Magrelão. E tu contou uma história dessa da época da tua senhora, né? Tua patroa, a história do shopping, né? Aí tu falou: "Pô, eu era magrelão, pô, irmão. Por
isso que os caras foram roubar ele, pô. Maior cara de otário, mano. [ __ ] não tinha cara de bravo não. >> Mas assim que é bom, né, mano? >> Os caras pensam que a gente é trouxa e Vem. Aí quando vai ver já tá tomando. E você sabe que na rota, cara, a rota eu aprendi uma coisa, você não você não julgar o livro pela capa, porque eu já conheci na rota eem alguns algumas unidades uns caras que você olha, você fala: "Mano, o bicho é brabo, velho". >> Aí no dia a dia você
vê queelee de brabo não tem nada. Aí você vê um [ __ ] polícia mirradinha com cara de zéroela, você trampa com o cara na viatura. O cara é avião, mano. Você tem que até falar para Ele: "Calma, mano, calma. Vamos na manha aí que senão a gente vai se prejudicar". O cara é sangue nos olhos. Então, essa história de você olhar um polícia e olhar ele e achar que ele é bichão só porque ele tem cara de bichão, isso aí é fake. >> É isso, irmão. Bom demais, cara. Mas foi bom te ver, cara.
Eu vi o vídeo lá, >> brincando. Aquele vídeo ali devia ser de 90, não sei, >> 93 >> 96, 7 ou oito. Rota, porque eu cheguei na rota em 95, né? É, >> e você sabe que tem uma coisa engraçada que eu contei essa semana também num que eu participei lá em São Paulo. Eu fiquei do meu 5 anos comandando pelotão de rota. No choque eu fiquei sete, mas na rota comandando pelotão, o dos 5 anos que eu fiquei, três foram na matutina, um na vespertina e um na noturna. E por que que a grande
maioria dos meus vídeos, a grande maioria dos meus vídeos Na internet dessa época são vídeos eh da matutina? Porque o pessoal da reportagem, Rede Record, Bandeirantes, que tinha o que tem os programas, na época era Rota do Crime, Cidade Alerta, esses programas, eles querem fazer matéria criminal para chegar 5 horas da tarde para um Datena da vida apresentar. Então eles ficavam colado na nossa viatura só o pessoal que comandava a matutina. E eu e o atual coronel Racort, que é o comandante do Choque atual, a gente era comandante de matutina. Então, a gente não queria
a imprensa, por incrível que pareça, a gente não queria. Mano, você trabalha numa equipe de rotona, você quer alguém com uma câmera nas suas costas? >> É, eu não, >> você não quer, né? Você não quer. Você odeia isso, inclusive. Mas vim a ordem do alto comando, ó. A gente precisa dar uma levantada no nome da rota, precisa divulgar as operações, bota a equipe da Da TV com os caras da matutina. E aí a minha mãe é a maior espragata que eu tenho na vida, né? Essa mulher, ela ela é a maior seguidora, a número
um minha. Ela tinha em casa umas caixas de papelão, cara, lotada de fita de vídeocassete com as as matérias, porque era todo dia, todo dia, entendeu? Então, se você entrar no YouTube, tem um cara que era parceiro nosso, eu aprendi a respeitar mesmo sendo da TV. E por que que eu aprendi a respeitar? Esse cara Foi PM antes de de ser jornalista. Então esse cara tinha decência e dignidade de só ligar a câmera depois que a gente dava um OK. E aí e chamo Lises Rocha. Então se você colocar lá no YouTube o Lices Rocha
Coronel Paganoto, ele tem uma uma página lá, não sei o que que é, que tem um monte de vídeo meu de matérias que ele fez. >> Sim. E eu sou um cara tão, tão zé ruela, velho, que eu nunca tive mania de tirar Foto. As poucas fotos que eu tenho na rota foram colegas meus que tiraram e me enviaram agora depois de velho. Eu não tenho um acervo na minha casa. Eu trabalhando. Eu falo, eu falo, cara, acho que as pessoas não acreditam, porque eu sou meio desenrolado para falar, né? Você em podcast eu eu
já me já me perdi a vergonha, vamos dizer assim. Mas na polícia, os 35 anos, eu sempre fui um cara discreto, não ficava fazendo Foto, não ficava contando história e tal. Então eu tenho pouco acervo e eu quero que você me lembre dia na minha próxima vez que eu vir, mas tem que me avisar antes, viu? Porque eu tô no tipo, eu tô tão virado no giraia com Marcelino aí, cara, que eu o que eu fiz ontem eu já esqueci de tanta missão na cabeça, mas eu tenho na minha casa uma mochila com um monte
de material da minha época infiltrado, as pipa, os telefone, os mapinha, Eh, o estatuto que na época eu tive que estudar. Eu quero trazer pra gente mostrar mostrar essas coisas. Eu tenho as matérias de jornal dessa época. Então, me lembra da próxima vez que eu vir de eu trazer esse material para você que eu nunca mostrei para ninguém, a gente mostra aqui. Ô, Gláuber, só uma interrupção aqui, irmão, desculpa. E o Pagaruto falou que a gente não não que ele tem o camarada que tem o acervo Dele, mas eu busquei um vídeo aqui naquela época
que a gente reagiu, né? Eu vou deixar aí na tela para você aí, [risadas] ó. >> Parece meu filho. >> É. >> E aí, >> atrás ali, ó. Atrás ali. Sargento Osório, um [ __ ] sargento de rota. E hoje o filho dele é tenente. Por >> que maneiro, irmão. Essa época aí foi época de infiltrado. >> Não, não. Essa era era comandante de rota. >> É normal. Você ia me ver de cavanhac paisano. Foi depois >> cabelão. É sensacional, cara. Olha só cara. [ __ ] a gente tá sendo cruel contigo, pô. Tu tá
bonitão. Não tava feião, [risadas] não. Tava feião, né? >> Depende da perspectiva, né? É, é resenha. É resenha nossa, né, cara? Ó, então, gostei da ideia, hein, cara. exclusiva nossa aqui, mostrar o material Da época de infiltrado, cara. E a tua a tua o teu relato desse período infiltrado já tem mais de 2 milhões aqui no vídeo grande, né? É porque assim, viralizar conteúdo pequeno é mais fácil, né? Mas, pô, tu botar 2 milhões de visualizações num vídeo de 30 minutos, tem poucos, né, na na história do canal. Graças a Deus a gente tem, sei
lá, de repente mais de 50. Eh, mas assim, meu irmão, é sensacional. Recentemente, cara, eu não me recordo de vídeo Passando assim de 2 milhões e a tua história infiltrada é uma dessas. Bom, muito bom, cara. Vamos nessa. Vamos começar o papo, cara. E você me deu um grande bizu para acompanhar o canal do camarada aí, Ulisses. Como? >> Ulisses Rocha. >> Ulisses Rocha. >> Ele era o repórter do Cidade Alerta >> pro nosso React, né? Então, nos dias de React nós vamos acompanhar o canal do Lice Rochas aí para ver o Paganoto. Bom, Deixa
eu já dar um recado para vocês aí, ó, que tá em casa, já chega amassando o dedo no like aí, ó. Estamos com 350 likes. Começamos agora a nossa transmissão e vamos fazer esse, pô, já tem 1000 pessoas ao vivo, então vamos buscar aí pelo menos 1000 likes logo para começar a brincadeira, beleza? Outro recado importante e necessário, porque você tem que aproveitar o desconto da semana do consumidor concurseiro. Você é consumidor, você é Concurseiro, então a semana é tua. Lá no Estratégia Concurso você vai ter até 47% de desconto. Aproveita porque vai acabar a
promoção. Acessando esse QR code aqui, essa corujinha braba que eu carrego aqui, ó, no meu peito, meu irmão. Essa coruja é braba. me aprovou diversas vezes, vai te aprovar também. Eh, além de ter me aprovado, [ __ ] é uma grande o Estratégia é o grande apoiador do canal, tá com a gente já há 4 anos, vai fazer e renovamos contrato. Estratégia Está lá com a gente por muito tempo ainda, graças a Deus. E você que vai eh estudar para concurso, vai aproveitar o desconto, vai aproveitar o melhor material do Brasil, curso que mais aprova,
e ainda vai tá apoiando esse canal, que eu sei que você ama esse canal. E se você gosta um pouquinho do Glaub aqui e do nosso querido mano Walter, cara, melhor oportunidade para você aproveitar o desconto da semana do consumidor. É a semana do consumidor Concurseiro. Vai lá que a tua aprovação vai chegar, mano. Walter, essa rapaziada dá muita moral pra gente, né, cara? >> Certo. >> [ __ ] já vai bater 500 likes aí, cara. Sensacional. E mano Volta, ô Paganoto, tu viu, mano Valter, como é que tá? Todo salientezinho. A barbicha >> é
porque vai pra Brasília, vai no evento. Evento chique. Olha a barbicha. Ó o cabelinho. Mostra o cabelinho, mano. Val, >> tive que dar um >> Que isso irmão? Dar uma melhorada. >> Caraca. Aí mas reclama com o barbeiro porque ele passou a máquina aqui no meio sem querer. Olha, calma [risadas] aí, guerreiro. Não atrapalha a piada não. Olha aqui, Paganoto. Toma meu cabelo. >> É, é assim, não é? >> [ __ ] normalmente, [ __ ] o >> dele é o contrário, man. O dele é o contrário, irmão. Aí, olha o cabelo do Mano Walter,
mano. >> É defeito. É defeito de fábrica que é. É, deu erro no engana aqui. >> O barbeiro te zoou, mano. Não, >> é, não, não é defeito de fábrica. Não foi nem o barbeiro. O barbeiro até melhorou, pô. Deu uma melhorada, fez um negóci aqui na barba, acertou. Mas aqui não tem jeito. Eu fiquei com uma inveja, uma inveja saudável de vocês, cara. Porque vocês vão num evento que é do Sacane lá, né? [ __ ] esse cara eu Acompanho ele. O cérebro dele deve ser no corpo todo, né, cara? Então a pergunta que
você faz para esse cara que ele não sabe, não sabe o assunto. >> Mas se o cérebro do sacan é no corpo todo, é um [ __ ] de um cérebro, [risadas] né? Porque é um corpão, né cara? É um corpão, [ __ ] hein, mano. Por isso que a [risadas] gente é burrinho, né, mano? A gente é pequenininho. Nosso cérebro é pequenininho, né, cara? Vai ser bem bacana, hein? Tomara que vocês se Divirtam lá, porque um evento com cara desse é da hora, hein, >> pô, irmão. O evento, o evento dele para mim é
um prazer tá lá, cara, uma honra. Fora isso, cara, eu vou realizar assim, cara. Eh, diria que, pô, vai ser para mim, especialmente, porque eu vou conseguir entrevistar Murilo CTO, Ita Lucena. Pô, irmão, se tem uns malucos quando eu não quero fazer nada, eu quero rir, são esses dois, >> né? >> Eh, [ __ ] comediante vai ter Richa de Rasmussa >> junto com com Biólogo Henrique, que é irmãozão nosso, já teve aqui também. Nós vamos ter também o o lito do aviões e e música. E tem uma lista aí, cara, para eu não esquecer
aí. É, >> tomar cuidado para eu não esquecer de de alguém. Mas tem muita gente boa lá, mano. Walter, temos aí, cara, a imagem do evento, já que nós estamos falando do Evento, eu e mano Walter e a equipe do time do Fala Global Podcast estaremos aí no Space Today Experience. Mano, volta, aprendi falar experience, mano. >> Os caras falaram assim: "Ô, Glob, tu tu, [ __ ] vai ser um prazer ter vocês aqui". Eu falei: "Pô, irmão, mas tem um problema, eu não sei falar experience não, mano. Aí eu treinei com o Brunão ali,
nosso videomake, né? Eu, aí ele repita. Aí eu repita experience e faz, faço até biquinho, mano. Space Today Experience. >> Agora eu não sei se ele tá falando a verdade ou mentira. Tá [ __ ] >> Ah, meu irmão, entendeu? E aí, >> falar um [ __ ] inglês aí? tá com esse, ó, >> ó. E também fazia parte do meu disfarce. Eu tenho inglês fluente, cara. E o que eu não posso falar porque senão ia dar na cara, né? Então, você tá vendo aí, cara, eh, de 5 a 8 de março, né, o evento
já começou. Todos esses feras aí, ó, Gordex, cara, [ __ ] e, e muca, né, >> Bola e o Carioca, dois parceiros, cara, muito gente boa, cara. >> Carioca e bola. Então, um evento muito bom. E outra coisa que vocês vão descobrir é que eu sei tudo de ciência, eu sei tudo de games e sei tudo até de cosplay, mano. Valter, vai ter campeonato de cosplay. Você vai de quê, mano? Valter, qual vai ser a tua? >> Pô, irmão, logo eu eu eu vou vou de eu vou de Mano Valter. Eu vou de Mano Valta.
>> Fala, irmão. O disfarce é teu, né? E eu vou eu vou disfarçado de fala Glauber, né? Porque na verdade eu não sou o Glauber, né? Então é isso, senhores. Ó, você que é do DF, cara, vai poder acompanhar a gente lá pessoalmente, cara. Então, você que é do Distrito Federal, vai poder dar um abraço na gente, por mano, Walter, eu e todo o time aqui da do Fala Globy, o Eric Lobo vai também, nosso âncora do do News e nosso videomake, né? E você que não é do DF, cara, você que tá em qualquer
lugar do Brasil, em qualquer canto, ou você que é do DF, não vai poder comparecer, pessoalmente, você vai acompanhar neste canal ao vivo. Beleza, irmão? Amanhã nós vamos divulgar a agenda e você vai acompanhar uma série de podcast direto do Space Today Experience. Mano Walter, você sabe tudo de ciência, né? Não sabe? um pouco sem um pouco >> não tem problema, porque o evento é justamente isso para popularizar a Ciência, né? E e eu vou est lá, como quem não sabe, [ __ ] nenhuma, mas eu vou sair de lá conhecendo mais, muito mais interessado.
E é isso, cara. Uma honra, Sergão, o gordão dos foguetes, né? H, >> o mano Walter, ele sabe que dá ruim colocar o Mentex no na Coca-Cola. >> É isso aí, eu sei. >> É [risadas] isso aí. Eu aprendi desde o moleque. A gente jogava assim, botava na cara do amigo assim, na zoeira. É bom. Então vamos lá começar podcast, né? Dado Todos os recados. Estamos ao vivo. Vamos nessa, rapaziada. Paganoto, meu irmão, o bom de conversar contigo é o seguinte. Eu sei que tem história aí até, [ __ ] não sei quando. Só irmão,
que nós já batemos dois papos, né? Isso. >> E a gente vai caminhar, né, para poder também proporcionar uma experiência diferente pra nossa audiência e tentar contar ainda as histórias que não foram narradas aqui e também eh elementos, né, de segurança pública. Brasil tem muita Coisa acontecendo, inclusive a nossa tamb. Acho que a gente até pode começar por isso e depois narrar suas histórias, tá? >> Eh, nossa TAMB tá chamando atenção pro Comando Vermelho em São Paulo, né? Saiu uma reportagem falando sobre isso, nós repercutimos no news também. E, cara, que que você acompanhou? O
que que a gente pode narrar? Teu conhecimento de São Paulo, teu conhecimento desse combate aí ao PCC, por favor. >> Eu eu vou falar uma coisa para você. Eu não acredito no Comando Vermelho eh se posicionar em São Paulo. O que pode tá acontecendo? Eh, o o que eu o que eu já tinha ouvido falar e acredito que isso seja a verdade são convênios. Convênio de rota, convênio de aquisição de armamento, convênio de droga, porque o PCC em São Paulo é é por empresa, né? Então, se o a liderança do Comando Vermelho souber negociar com
a Com PCC no estado de São Paulo, porque lá já tem domínio de território e aqui já tem domínio de território, apesar de ter um pouco de conflito com o TCP aqui, né? Mas eu entendo que e esse esse essa essa esse intercâmbio CV PCC em São Paulo, ele já deve inclusive existir h tempo. Eu eu não acredito que o Comando Vermelho vai entrar numa guerra com PCC em São Paulo por domínio de território. Primeiro que o Comando Vermelho em São Paulo, ele ia sentir uma diferença Terrível, porque geograficamente, exceto os morros da Baixada Santista,
o é é um território completamente diferente e lá não existe local que a polícia não entra e estrague a brincadeira se a coisa ficar feia, entendeu? Então eu vou falar uma verdade para você, precisa ver se não é um joguinho aí de narrativa de alguns caras que estão, Vou dar um exemplo no que eu tô falando, Rio Claro. Rio Claro tava lá uma pequena facção lá começando A a querer gerar problema com PCC. Vai durar pouco. Vai durar pouco. O PCC tomou conta no estado de São Paulo de tal maneira que eu não acredito que
algo vá derrubar essa facção ali. Não acredito. Os caras são muito, muito, muito. Dominaram o estado inteiro e eles estão com uma capacidade financeira gigantesca e uma capacidade política muito forte. E esse é o pior lado ainda, porque quando você tá muito bem com a estrutura, Né, eh, a estrutura política, aí você fechou tudo que você precisava fechar dos acordos, >> né? Eu eu até digo para você assim, eu não sou leviano para de dizer para você que o governador do estado, o prefeito, os prefeitos, todos eles estão eh batizados na facção e fazendo acordo.
Não, eu eu eu digo para você que é assim, ó. O cara tá entrando com uma empresa de transporte numa área ali pública e o engravatado, o cara Bacaninha que tá lá, que os filhos estuda no colégio bom, a esposa trabalha tal, ele é faccionado e ninguém ainda tem nem essa informação, porque a estrutura de inteligência nos municípios, ela não tá tão aprimorada ainda ao ponto de vocês chegar num prefeito e falar: "Ó, aqui é esse, esse, esse, esse, esse você, você dá tudo". Ó, eu vou dar um exemplo no estado de São Paulo, o
ajudante de ordens do governador, Um capitão da PM, tava envolvido no banco, ele e um e um policial civil que lavavam dinheiro da facção. >> [ __ ] >> O cara tava ao lado do governador. A hora que descobriram já arrancou cabeça, foi pro presídio. Então isso é uma coisa muito boa em São Paulo, que quando pega desvio, nós estamos com uma notícia quente de ontem de uma operação lá que prendeu, se eu não me engano, nove policiais civis, Inclusive delegado de polícia. Então quando a a quando a informação ela é confirmada em São Paulo,
não tem acordinho, não tem jeitinho, não tem como é o costume de Brasília, não. Você não vê a estrutura tentando blindar. >> Sério? Se pegar já era, velho. Se pegar já era. O problema é que como a coisa tá muito Se o Fala um fala um patrão. Quem que é o dono da Rocinha? >> É o Johnny Bravo. >> Se o Johnny Bravo for for virar Secretário de governo aqui, todo mundo vai saber. >> Perfeito. Em São Paulo não, né? >> Não, cara. Porque o número dois da facção ali você não sabe quem é. Você
tá entendendo? Ah, os caras têm um organograma, tem >> empresarial, inclusive, >> o organograma, principalmente dos presos, entendeu? Os caras sabem quem quem são as lideranças da facção, dos caras que foram presos ou já puxaram Cadeia. Mas eu vou te dizer um exemplo da minha vida. Eu tô construindo uma casa num condomínio no interior, >> tá? O condomínio vai de médio padrão. Duas ruas para baixo da minha casa, tinha um cara lá, casona de Porche, número três da facção. >> [ __ ] merda. >> Rodou lá. Os caras de São Paulo foram lá no interior
buscar. Eu via lá, eu achava que o cara era empresário. >> Que merda. E olha que >> E olha que tu é cascudo, coronel de polícia. >> É que lá ninguém nem sabia que eu era coronel, entendeu? Eu achei que eu tava indo para um lugar onde eu ia poder viver tranquilo, sem saber ninguém saber quem eu era. >> Até tu vim aqui no podcast. começar a fazer podcast, porque outro dia, cara, eu fui dar uma opinião no grupo do condomínio, um monte de cara, caramba, coronel, tu é brabo, não sei o quê. Falei: "Porra,
até aqui os caras estão vendo o podcast, entendeu?" Mas eu até então eu achei que ela ia ser um refúgio para mim e eu fui surpreendido com a galera do de São Paulo entrando lá, prendendo um vizinho, andando de porche lá. O cara era o bicho na facção. Então eu falo para você assim, ó. A facção em São Paulo, ela aprendeu a rotina da cidade e tá tão infiltrada em tanta coisa que o Comando Vermelho com essa cabeça de de fuzil cruzado no peito, Correntão de ouro, tatuado e esculachado, se ele tentar entrar ali, ele
vai se [ __ ] >> Entendi, irmão. Ó, deixa eu destacar aqui que a Belissa, né, nossa querida monitora aí, tá sempre com a gente aqui nos nossos ao vivos. Ela falou: "São CV tá em 23 cidades." Então isso é o que traz a matéria. Ela deu destaque para isso. Um outro camarada que é o Apach, ele falou assim: "Pô, mas da forma como você tá falando, coronel, parece que os Caras são eh competentes como se fosse um elogio para eles." Não, não é isso que você tá constatando um fato. É terrível, >> é péssimo
o que eu tô falando. >> Você tá constatando um fato, né? Agora, irmão, deixa eu entender uma coisa contigo. Eh, de fato, né, a estrutura do PCC, ela é uma estrutura mais empresarial, mais estado do que guerríria. >> Isso, >> porque essa é a grande diferença, se a gente puder dizer. E ambos são uma merda para nós da sociedade. Ambos tm que ser combatido. Obviamente que a gente tá caminhando nesse sentido, né? A gente tem essa clareza. Só que o que você tá falando do PCC é a nossa dificuldade aqui no Rio com a milícia.
Pô, você, teu vizinho é empresário, tu acha que o cara é empresário, é miliciano. Tu vai no restaurante, o miliciano tá jantando do teu lado. >> O miliciano é mais parecido com o PCC. O >> PCC. É. Então o PCC criminoso, envolvido com o estado, né? Não faz o a dinâmica de guerrilha. ele ele não vai eh fortificar um terreno, não vai botar barricada, ceteira, monitoramento, tudo isso, contenção, linhas de defesa. É assim que eles trabalham num comando vermelho, né? E a milícia dá aquela sensação aqui no Rio, irmão, nós cansamos de ouvir colegas, pô,
seja na faculdade, no trabalho, no futebol, Qualquer coisa. Não, na minha área é tranquilo, pô. Minha área é milícia. Por quê? Porque não tem ostensividade, não tem todas essas contenções, compreende? O crime tá lá. >> O crime tá lá. O cara vai reggar. Tu não viu o filme, irmão? O coroa. [ __ ] mas tá injusto. O cara da van tá injusto. E [ __ ] 50 50. Aí, aí o Rocha, né, >> que é o querido Sandro Rocha, né? Fica tranquilo, irmão. Eu eu te entendi. Vai, vou melhorar. Agora vai ser 90 10. 90
Para mim, 10 para você. Pega o coroa e enfia a porrada, né? >> É. >> Então, de fato, cara, a milícia é tão ruim quanto é pior, talvez. Eh, hoje o comando vermelho faz as vezes da milícia no domínio territorial, explorando comercialmente o domínio territorial, eh, com luz, internet, gás, farinha, açúcar, água, tudo que puder, né? Transporte, mototaxi. Mas e aí, irmão, com tudo isso? O que Você falou, é o que você falou das 23 cidades. Primeiro que assim, o estado de São Paulo tem 64 cidades, então 23, dependendo da cidade que ela tá se
referindo, é nada. Eu vou dar o exemplo de Rio Claro. Essa facção que começaram a falar, porque qual é o problema? São Paulo, você ter um monte de gente desesperado por alguma noticiazinha nova, porque senão fica falando mais do fica o tempo inteiro falando só do PCC. Então os caras são louco para criar Alguma polêmicazinha. E aí você pega Rio Claro lá, os caras que estavam metendo a cabeça para fora, era um grupo de 20 caras. Que que são 20 caras numa facção que tem 180.000 filiado? É nada. Mas para dar notícia em Rio Clara
que tinha lá um uma célula de uma nova facção, pá, o cara solta um negócio desse. Na real, o os grande cabeça da facção tão tipo assim, ó, que pera aí, daqui a pouco a gente arranca arranca esse inseto daquele lugar ali, entendeu? E esse esse é um ó, quer ver matéria do da semana retrasada, se eu não me engano. Não sei se você assistiu aquele vídeo no Morro São Bento na Baixada Santista. O os caras tudo com as com as armas na mão atirando e o cara falava assim: "A galera aqui nós estamos com
o Peixão". O Peixão é um patrão aqui do Rio >> Aham. >> Você acha que aquele morro é PCC ou você vê? >> É o peixão aqui no Rio é TCP, tá? >> Então você acha que lá é TCP ou PCC? É, é, não sei, PCC com convênio com TCP. Isso é negócio ali. Sim. >> Então eu eu tô falando para você assim, ó. Se lá em alguma cidadezinha, outra coisa da operação aqui no Rio, o que que acontece? Os caras correm para outros estados, vai para Minas, vai para São Paulo. Aí você faz uma
operação lá embaixo, você vai catar a cara, você Cata 30 carioca lá, tudo você vê. Aí vai um bobão e fala lá: "O Comando Vermelho tá aqui em Caraguatatuba." O Comando Vermelho não tá em Caraguatatuba. Foi uma galera daqui que teve algum algum desacerto, como eles falam, e foi para lá paraa esfriada aqui. >> Sim. E tá e tem até negócio com o PCC e os caras falam: "Não, pode ficar aqui um tempo". Então, precisa tomar muito cuidado com isso, porque eu não consigo Acreditar que uma facção que conseguiu dominar um estado inteiro, são que
são 645 cidades, tá vindo chegar em 23 e os caras estão quietos. Pode entrar. Vai entrando igual o vírus de pouquinho. Os caras já tá já estariam arrebentando todo mundo ali. Todo mundo. >> Glauber, eh, desculpa, coronel, interrupção, mas eu tenho um mapa aqui que a gente inclusive noticiou isso daí. Glário, eu vou jogar na tela aí para pro Pessoal e aí o Paganota vai conseguir olhar ali o que foi noticiado, né? E aí e aí vai dar a dimensão, né? A, a nossa audiência já tá vendo o mapa. Eh, dessas 645 cidade e paga
no outro como ó, acabei de falar para você aqui, ó. Tudo perto da divisa lá, ó, baixada. >> É, mas tem mais é caminho. Beleza. Não, o que eu tô querendo dizer para você, ó, que nem aqui, ó. Isso aqui é o quê? É capital. Você acha que na capital de São Paulo tem CV? Não tem, irmão. Os caras estão criando uma narrativa, ó. Divisa. Divisa. Então, por exemplo, eu vou lá, eu vou lá, prendo uns caras do CV e vou falar: "Ó, o CV tá dominando, sei lá, aqui, vamos lá, Rio Claro, não tá.
É uma célula ali que ou foi presa ou caiu num grampo, uma coisa, os caras tão ali. Se você fosse pensar em guerra, se todas as outros, todos os outros municípios é de um Exército, você acha que eles iam deixar isso crescendo assim? Não tem. Tá vendo uma narrativa aí para querer criar um conflito e desestabilizar algo que, por pior que seja do jeito que eu tô falando, o estado de São Paulo tanto não tá tendo conflito de facção que não aumenta o número de homicídio o tempo inteiro. O São Paulo, quem quer, quem quer
vender governo lá, qual que é o discurso? São Paulo é o maior case de sucesso na diminuição de homicídio. O Tempo inteiro é esse esse o discurso do governo. A gente é muito [ __ ] aqui que a gente diminui homicídio. Se tivesse com combate de facção, como é que tava os homicídios lá? >> Irmão, deixa, deixa eu, deixa eu te ajudar aí até para tu não ser mal interpretado, tá? Porque no meu feeling aqui da comunicação, o que que tá em jogo aí? Você tá querendo passar pra gente que São Paulo não tá tendo
confronto de facção, não é que você tá Rejeitando a informação, não é que você está eh eh exaltando a capacidade do PCC de impedir que o comando vermelho entre. O que você tá dizendo é o seguinte, ó. No panorama de São Paulo e segurança pública, nós não estamos conforme o Ceará, conforme a Bahia. aonde tem essas cidades do PCC, não tem um confronto direto, não tá tendo morte só para a nossa comunicação. E assim, é porque eu sei que você tá comun, mas eh para ficar claro pra audiência Para ninguém interpretar como se você tivesse
ou rejeitando ou rejeitando a notícia ou exaltando demais a competência do PCC. Por favor, ô Gla, na moral, se se quem quiser quiser achar que eu tô rejeitando a notícia, eu vou reafirmar para você. Eu tô rejeitando a notícia. Eu não acredito na notícia da forma como ela tá, que a facção Comando Vermelho tá começando a dominar território em São Paulo. Eu rejeito, eu rejeito na na aqui na frente para todo Mundo. Eu duvido, eu tenho noção do tamanho do poder financeiro e estrutural daquilo chamado PCC que tá no meu estado. Esses caras não vão
conseguir entrar ali. Em outros estados está havendo guerra, comando vermelho e PCC, porque a estrutura PCC lá não é uma estrutura do tamanho que tem em São Paulo. Então, num lugar que tá que tem ausência de poder, existe disputa. Aí eu concordo. Só que no meu estado não tem ausência de poder. Lá o troço tá todo Dominado por essa desgraça chamado PCC. Só não é pior no estado de São Paulo. Por quê? Porque a facção entendeu que guerra com polícia lá naquele estado ia impactar de forma expressiva a venda da droga. E eles optaram por
mudar o modos operando, se eu não preciso mais andar armado na boca da da comunidade, porque ninguém vai tomar a minha boca, porque é tudo de um dono só, para que que eu vou ficar criando guerra com polícia? E existe uma coisa que precisa ficar clara Aqui. A cabeça da liderança é uma cabeça estratégica. A cabeça dos funcionário de quebrada é tudo louco, tudo sangue nos olhos. Se você trombar os molequ lá no morro que fica na na contenção ali, que fica na segurança da venda, o caramba, eles não têm essa consciência que eu tô
falando aqui. Eles vem viatura vê polícia, eles sentam o dedo. Só que eles sentam o dedo para correr e sumir no terreno. Eles não ficam sustentando fogo de fuzil, que nem acontece aqui. Lá os Caras tira e corre para sumir. Então o que eu falo para você é assim, hoje nós temos uma uma condição no estado de São Paulo que toda viatura entra em qualquer lugar. Por isso, porque a determinação é nós não vamos criar uma guerra com a polícia. Ó, quando mataram o policial da rota lá na Baixada, lembra disso aí? >> Sim, >>
cara. Teve um negócio chamado operação Escudo. Ficaram lá 45 dias. Meu irmão, nego tava ajoelhado pedindo pelo amor de Deus, esquece nós, sai daqui. Acionário Defensoria Pública, acionar STF, porque tem cara aqui sem câmera, tem cara aqui espancando, aí começa as narrativas com advogado, com ONG, com tudo que tem de proteção ao crime e fica acionando o poder público para tirar a operação porque para a venda. Mas qual é a estratégia da polícia de São Paulo? Matou polícia, atentou contra a vida de polícia, eu tomo o terreno e fico lá um tempão para dar pau
no tráfico. Esses caras não querem isso, mano. Você, se você fosse dono de boca, você ia virar pro seu funcionário e falar assim: "Ó, viu polícia mata". Ou você ia falar: "Mano, não arruma treta, senão os caras vai vir para cá". >> Pô, não me bota nesse exemplo não, irmão. Mano V, que que tu faria? Mano Vter, >> que que tu faria? É, é negócio, irmão. É pensamento de negócio. É business. Eu entendo. Eu acho. Agora você >> Mas é, mas por essa lógica também, [ __ ] Por que que o PCC, por que que
o Comando Vermelho faz isso? Então, >> porque ele tem a cultura da da do domínio de território com dificuldade de acesso. Guerrir. >> Eles criaram bolsões. Você me falou da última vez que eu vim aqui que eles Fizeram 14.000 barricadas. Você não vê barricada em São Paulo. É a cultura da do domínio do território impedindo a polícia de entrar. E pior ainda, com apoio de governo, com apoio de decisão jurídica, com apoio de imprensa. Aí, meu amigo, aí fica tudo lindo. Eu domino o território e quem manda aqui é é o crime, não é o
governo. Irmão, mas vamos lá, então. Vamos aprofundar esse papo. Que bom que você deixou claro o Que você tava querendo dizer. Eu realmente fiquei preocupado, mas você bancou. Beleza, já que é isso, eu mesmo tinha entendido diferente, mas mano, volta volta com a imagem aí, por gentileza, que eu quero te, eu não sei se você atentou esse detalhe, irmão, mas eu acho que é importante ficar atento porque, eh, tem tons de cor diferente, né? O tom mais claro, presença de suposto integrante, que foi exatamente o que você falou. >> O cara que tá ali escondido,
>> o cara saiu do Rio, meu irmão, foi fugido para lá, tá ali igual você foi pra casa do interior, vai descansar. O cara falou: "Pô, meu irmão, vou metentar uma casinha aqui, vou ficar de moita ali." >> Presença de suposto integrante, >> indício de atuação indireta. >> Que que é atuação indireta? >> É, mas vamos lá. Mas aí tem mais um tom de vermelho e depois você tem um tom Mais ali pro vinho, né? >> Só na divisa. >> Isso que é tráfico de droga local. É, >> então é aquilo que eu falei. >>
Mas o que que eu quero te dizer com isso, irmão? E aí, mano? Valta, acho que a nossa audiência já viu. Pode voltar a câmera pra gente. É o seguinte, assim, irmão, eu te entendi perfeitamente e eu sei, cara. E esse papo é um papo complicado, porque é o seguinte, nós estamos aqui sem querer, Mas fazendo, né? Não é que a gente se orgulhe disso, exaltando uma competência criminosa, né? Não é que é usaltana, estamos constatando >> isso, constatando >> constatando uma competência criminosa. E nessa constatação eu estou deixando claro, porque isso é um fato,
então não tem como a gente fugir do fato, que esta competência criminosa já entrou dentro da estrutura do estado E por vezes já é o próprio estado na figura de um prefeito, na figura do de um cara muito próximo do de um governador, >> um cara que [ __ ] tem a polícia, tem todas as estruturas do estado, Tem [ __ ] comunicação, tem tudo isso. Perfeito. >> Perfeito. >> E aí, cara? Eh, de um lado tem essa estrutura toda. Que que você tá dizendo para mim? Eles não Vão ceder espaço porque senão como um
vírus, né, vai aos pouquinhos tomando todo o corpo. Certo. >> Certo. >> Só, irmão, que se os comando vermelho já tá no Brasil todo e ele já tem várias entranhas dentro do estado também, olha, o Rio de Janeiro, o presidente da Assembleia Legislativa foi preso por eh suspeita deção Comando Vermelho. Lembro. >> Perfeito. Rodrigo Bacelar, um outro deputado TH Jas também. Pelo que consta, pelo que eu vi nas reportagens de 2024, o presidente de partido político, inclusive que o Marçal foi candidato, um cara muito próximo, tinha uma coisa com ele, com ligação ao PCC. A
imprensa martelou isso também. o presidente da Câmara dos Vereadores de São Paulo, alguma coisa leite, eu não lembro o nome dele, também teve matéria disso falando que ele tinha Envolvimento com o PCC. Dito isto, nós temos Comando Vermelho com uma atuação, inclusive, [ __ ] numa posição política extremamente relevante no Rio e o PCC em São Paulo. Por que que eu tô te colocando esse elemento? Eu acho que o PC, o Comando Vermelho, infelizmente, isso é um fato, tanto o Comando Vermelho quanto o PCC, eles também têm os estados, >> tem, >> eu sei que
há uma soberania, um domínio, Uma uma eh exclusividade do PCC em São Paulo. Mas até quando, né? Até quando? Por exemplo, eles têm negócios que você chamou de convênios, intercâmbio. >> Intercâbio. >> Parece que tem elementos do PCC no complexo da Penha. >> É o intercâmbio >> escondido. Então, irmão, se houver uma infiltração do comando vermelho em São Paulo e aqui, [ __ ] é meio [ __ ] né? que eu sou carioca, tu é de São Paulo, Eu sou do Rio, tu é de São Paulo. Parece que a gente tá aqui, né, representando e
falando de de uma facção. É porque eu conheço mais a dinâmica do Comando Vermelho, você conhece mais a dinâmica do PCC lá. Que que pode acontecer, irmão? em algum momento o acordo não é cumprido. Depois que o cara já botou o corpo, o cara bancar e aí bancar no meio tá a população, no meio tá a polícia de São Paulo. É sobre isso que eu quero que Você fale, entendeu? se começou no intercâmbio, começou numa infiltração autorizada, depois começou a ter confronto. Aí nós vamos paraa dinâmica de Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, que é confronto
de facção, população no meio do fogo e a polícia, meu irmão, ó, suando para resolver o problema. Então, eu vou eu vou falar para você porque eu falei sobre isso hoje. É assim, ó. Isso é a minha análise de 35 anos de serviço policial, tá? e do que eu tô vendo em Termos de território brasileiro, de disputa, crescimento de facção, comportamento, esse tipo de coisa. Então eu penso o seguinte, se eu tivesse que fazer uma dissertação do que eu acho que vai ser, do que vai acontecer com as facções daqui a de 30 a 50
anos, o que eu escreveria? Eu escreveria o seguinte, que se se mantiver liderança das facções caras com mais estrutura mental de Negócio e não combate, vai chegar um momento em que Comando Vermelho e PCC vão se unir num único projeto de crime no país inteiro. E daqui a 30 anos nós vamos ter uma nova sigla onde os caras vão dominar o país inteirinho. Não vai ter um estado com outra facção, vai ser uma coisa só, >> [ __ ] Se a liderança for de caras maduros com cabeça, se o sistema penitenciário ruir ao ponto desses
caras mais, Vamos dizer assim, mais estratégicos, perderem lugar para uma juventude mais eh apetitosa, vai ter combate em todo o estado, porque vai ser disputa o tempo inteiro com combate. E aí a gente vai, você vai enxergar se o combate está acontecendo ou não índice de homicídio, que é o que tá acontecendo na Bahia. Por que a Bahia é um dos estados mais violentos? Porque o Ceará tá violento porque tá tendo guerra de facção, Né? Eu eu eu falo sempre, eu acho até que eu já falei para você assim, ó, o que tá acabando com
a sociedade de bem é o crime patrimonial, não é o crime homicídio. Você tem medo de morrer, ô Glá? É, não, eu compreendo. A população, a população teme e o medo, a sufocação com a insegurança pública é o crime de patrimônio. É a rua. >> Isso. Você não tem medo de morrer porque você não sai com mulher de homem casado. Você não engana ninguém devendo passeando de carro zero, fazendo o outro de trouxa. Você não é, você não é estelionatário. Você não é talarico e você não é o brabão que tudo você quer sair na
porrada. Você não tem por ter medo de morrer. Você leva uma vida tranquila. Você tem medo de morrer no crime patrimonial, no assalto. >> Isso. Isso. >> Entendeu? Então, a segurança pública focar no homicídio Erro. A gente tem a gente tem que focar no patrimonial e pior, o patrimonial que evolui pra violência. >> Falo isso aqui com frequência tortiga, irmão. >> Isso. Então, então é assim, ó. O o índice do homicídio é muito bom. Tem uma parte do índice de homicídio que tem que acender a luz vermelha na gente, que é o feminicídio, porque isso
tá virando uma cultura de agressão à mulher que é perigosa. Concordo. >> E é um crime difícil de combater porque ele é intramuros, ele é casa, namorado, aquela relação do amigo é é uma merda, porque a polícia não tá dentro da casa para ver o cara espancando a mulher toda hora e se ela não denuncia, ela vai deixar chegar o ponto de morrer >> e não dá tempo da polícia chegar. >> É, é, é igual a cultura do abuso sexual e do estupro. Perfeito. >> A pessoa vai cedendo, cedendo, cedendo, vai sendo abusada e quando
você fica Descobrindo, vai, vai descobrir o estupro, era o parente próximo que fazia, era o amigão, entendeu? Então são crimes difíceis de você combater com segurança pública. É muito mais uma questão de família e educação e conscientização do que polícia, porque tá dentro da casa. Mas fora essa parte do feminicídio no homicídio, o homicídio é um bom termômetro para eu entender guerra de facção. Se tá tendo combate no tráfego, na disputa por território, Homicídio vai lá em cima. Perfeito. >> Beleza. Então, estado que o índice é só olhar o Nordeste, é isso. >> Bahia, Ceará,
se você olhar para São Paulo, você vê paz, o índice de homicídio tá fundando. >> Perfeito. Mas muito, muito, muito de patrimônio. >> Agora, se esse, se isso que ela tá colocando aqui daqui uma, daqui um mês eu chegar aqui e ao invés de est rosinha, vermelho, tiver tudo roxo, aí Você vai falar para mim aí, paga. Ó, o bagulho vai ferver lá em São Paulo. Eu vou falar. Concordo. >> Sim. >> Entendeu? Então, hoje eu falo isso para você porque tem indicadores que mostram que os caras tão dominando tudo de forma pacífica. E é,
e você me falar que tem cara do PCC aqui no Rio, eu tenho certeza, porque nesses lugares aí, ó, na Baixada Santista, é cara que tá com algum BO aqui e tá dando um tempo lá Esperando esfriar. E o que eu acho pro futuro das facções é isso, cara. O que vai acontecer daqui 30 anos é essas duas maiores facções do país, se elas forem realmente uns criminosos com muito cérebro, eles uma hora eles vão se fundir e dominar o país inteiro. Vai ter uma única facção no Brasil todo expandindo pra América Latina, América Central,
Estados Unidos, Europa. Nós vamos ver essa facção espalhando igual COVID. Agora, se uma juventude dessas Duas facções começar a tomar poder e eles forem tudo apetitoso por domínio, sem saber fazer composição no crime, aí nós vamos ver guerra no país inteiro, velho. No país inteiro, entendeu? Então isso é muito complicado, porque olha que situação que as pessoas de bem ficam no meio desta merda toda. Você não sabe se você comemora uma facção estar dominando um estado e por isso, ter menos homicídio. Ou se você fala assim: "Puta que pariu, essa facção tá crescendo Tanto que
vai chegar uma hora que ela vai ser um bicho incontrolável, vai dominar tudo". Você lembra que eh me me corrige se eu tiver errado. Eu não sei se foi Colômbia ou Bolívia. >> Acho que é Bolívia, né? As FARC. >> É Colômbia. >> Colômbiabia. Não foi na Colômbia que as FARK chegaram a ser convidad para participar do pleito? >> É o presidente atual da Colômbia é >> ex, né? Em tese, ex-integrante das FARC. Olha que que coisa você ter uma guerrilha, uma narcoguerrilha que chega a um ponto que o país é obrigado a falar assim,
ó, manda os os patrão aí da narcogerrilha sentar e conversar e vamos dar umas cadeiras para vocês no congresso nosso. Vocês vão assumir posições política porque não tem mais como combater vocês. Vão para paz e compondo com vocês. [ __ ] cara, é um negócio absurdo do absurdo. >> Sim, irmão. Entendo. Entendo. Não Entendo. E assim, cara, lamentavelmente, vamos falar real aqui, cara, o PCC ele tem condições de usar a força do estado para fazer o trabalho para ele. Concordamos? Concordamos. Os PCC pode botar a polícia civil para trabalhar para eles, a Polícia Militar para
trabalhar para eles. Chegar nesse ponto. >> Ué, não, já não. Já tem isso não, >> cara. Eu vou eu vou falar, >> eu duvido que não tem. >> Não. Deixa eu falar uma coisa para você. Se você, se você me falar, não, você quer que eu seja honesto, né? >> Quero. Lógico, eu sei que você sempre. >> É, eu tô aposentado. Eu não, eu não tenho medo de falar. É diferente de quem vem aqui nativa que tem que tomar muito cuidado com o que fala, senão ele vai, ele vai ser expulso. Eu vou dizer uma
coisa para você. Eu vivi 35 anos de comando. Eu nunca recebi uma interferência de operação. Qual é o tipo de interferência que a gente tem lá de governo? começa a a agir para parar troca de tiro com resultado morte, >> tá? Então, letalidade, o governo sempre combateu, mas nunca interferiu. Eu num comando de um batalhão, se eu falasse assim, ó, vamos montar uma uma operação matricial, tira viaturas de várias companhias, vamos fechar um uma Determinada comunidade por 10 dias. Nunca eu recebi uma ligação. Não faça. Se você me perguntar assim, pode estar havendo algum acordo
local envolvendo policiais locais ali, que nem esses caras que acabaram de ser preso, se não tivesse policial corrupto, o nosso presídio não tava cheio, entendeu? Então, corrupção na base no nas polícias em São Paulo, eu não sou idiota. Eu sei que tem, eu sei que tem. Agora estrutural de governo com o Comando da instituição, eu te garanto que não tem, porque eu conheço todos os caras que estão no comando. Não chegou nesse ponto de apodrecer alto comando, entendeu? E a única pressão que eu conheço nos meus 35 anos de polícia é contra letalidade. Letalidade, meu
amigo, se você tiver comandando um batalhão, seu batalhão começar a ter morte, os caras te tira do comando do batalhão rapidinho. >> Tá, tá, entendi. Agora vem comigo aqui No raciocínio, irmão. Te respeito para caramba, então sei que você é um cara honesto e você não vai ter problema de falar o que você o que você tem de conhecimento. Mas vamos lá. Nós mostramos que um mapa com 645 cidades. >> Sim. >> Cada cidade dessa deve ter um batalhão, uma companhia, alguma coisa ou um batalhão que pega mais de uma cidade. Tem uma estrutura ali.
Beleza. >> A estrutura da Polícia Militar, você tem Lá na ponta um os oficiais, o >> sargente, um tenente. >> Isso. Mas você também tem um capitão major ou ou um tenente colonel. Não sei qual é o comando. Se é comando de major ou comando de tenente colonel. Depende da cidade. Beleza. >> Tem cidade que o comando é de um sargento. >> Tá bom. O que eu quero dizer é o seguinte. Lá na ponta nessas cidades, chega um dinheirinho pro major Comandando o batalhão ou pro tenente colonel comandando o batalhão. >> Pode acontecer. >> Perfeito.
Pintou uma célula de de comando vermelho. [ __ ] eu não preciso ir pra bala comando vermelho, irmão. [ __ ] qual é a major? [ __ ] os caras estão aqui. Que [ __ ] é essa? bota para correr. A polícia vai fazer o trabalho se o nível de corrupção tá nesse nível. Beleza? Vou te dar uma ideia. Rio de Janeiro, O milicianozinho se entregou pra PF. Me conta essa [ __ ] Me explica isso, irmão. Que que que >> ele deve ter sido decretado na milícia? >> [ __ ] ele deve ter sido,
[ __ ] irmão. Se ele se integrou pra PF, por que que ele não se integrou pra polícia civil? Ele tava decretado ali, tinha comprometimento. >> Não, ele ele tava com medo do estado do Rio de Janeiro, irmão. >> Concorda? Porque se ele fica na pista, Ele tava com medo de alguma coisa. Ele foi decretado por alguém, ele sabia que não dava para ele. Que que ele fez? Entrou num carrinho, na moita, chegou pra PFPF, me salva. Isso, irmão, é um é um sinal do comprometimento do do negócio do jeito que pode estar acontecendo. Beleza?
Aí vamos lá para São Paulo. Se o PCC funciona numa estrutura empresarial, se o PCC, [ __ ] ele ele tem todo um organograma empresarial, se ele tem Vereador, se ele tem prefeito, cara, o prefeito ou os polícia que tá na mão do PCC vai fazer o trabalho contra o comando vermelho. E isso, cara, eu acho que é um diagnóstico real. E é por isso que o Comando Vermelho não vai dominar o PCC. Ninguém vai dominar São Paulo. Mas aonde nós estamos aqui para alertar, para ficar atento, né, é a preocupação de começar a ter
confronto e confronto de disputa de espaço, aonde o PCC não tem a estrutura Do estado, seja vereador, prefeito, comandante de polícia, delegado, só tem uma forma de tirar o CV, irmão, na bala. E na bala, o polícia honesto vai ter que ir lá ficar no meio do fogo, igual acontece na Bahia, igual acontece no Rio, igual acontece no no Ceará. Então é esse panorama aí, cara, que eu acho que é o que nós eu vou te dar uma estrutura, eu vou te dar um depoimento da estrutura policial militar em São Paulo, tá? Eu não conheço
a realidade da PM carioca, mas vou te dar de São Paulo. A de São Paulo, cara, o sistema de inteligência da PM de São Paulo, ele não é como eu como eu acho que deveria ser em termos de eh processamento com consequência com consequente execução. E execução que eu tô falando é operacional, não é de matar. com consequência de execução operacional de combate ao crime Regional localizado. Ela é muito mais de análise a parte de inteligência, mas a parte de inteligência do público interno, ela é terrível, terrível. Ela é extremamente dedicada e eficiente para saber.
E eu vou falar uma coisa para você. A tropa policial militar de São Paulo, ela não é culturalmente fechada nem para coisa errada. Então, se você começar despontar numa unidade da PM de São Paulo com desvios de conduta, os teus colegas te Denunciam. Eu eu comandei 12 anos polícia rodoviária, que é outro tipo de de desvio de caráter de alguns policiais, a minoria, mas tem. Eu já até te contei algum fato aqui, eu acredito que sim. Então é assim, ó. A Polícia Militar no Estado de São Paulo tem problemas, tem que o nosso presídio tá
lá cheio de cara, preso. Ela corta demais na carne e o ambiente não é propício pro esqueminha. Não é um Policial cagueta o outro lá. Muito fácil se perceber que ele tá com desvio de conduta. Eu poderia vir agora aqui para fazer uma média e falar que a minha minha polícia tá cheia de problema de corrupção. Não tá. A PM de São Paulo, o problema dela tem mais a ver com gestão, quantidade efetiva, equipamento, essas coisas, salário, mas não com problema de corrupção. Não é uma coisa sistêmica, endêmica. Tem tem casos pontuais, mas culturalmente a
Polícia Militar de São Paulo é uma polícia que se você fizer esqueminha vai chegar no comando. E eu eu tenho eu tenho eu tenho dificuldade de falar isso porque eu já tô com um exército de hater que vão usar essa minha fala para dizer que eu tô pregando separação. Não é separação. Falo para você assim, dificilmente você vê união de oficiais e praças lá pro errado. Você muito vê muita oficialidade unida com os praças decentes, honesto para trabalhar. Aí você vê aqueles Tenentes junto com o pelotão, vai para cima, é todo mundo unido, todo mundo
conhece a esposa, os filhos, a namorada. O pelotão é fechado, pá. Agora você vê vários oficiais envolvido com vários praças fazendo todo mundo coisa errada de forma estrutural. Eu nunca vi isso na na Polícia de São Paulo. Nunca vi. Então, a a o testemunho que eu tenho para dar para você de um cara que trabalhou 35 anos em 10 unidades, e pior, das 10 unidades, a maioria Carrego. Não trabalhava em lugar chique, trabalhava em lugar de periferia violenta. Era tropa e oficialidade unida só no correto, no errado, quando via a informação, os caras trabalhava para
arrebentar e a e a PM corta na carne demais lá em São Paulo. Não é um lugar para você ficar ciscando com coisa errada. Então eu eu digo para você que assim, ó, quando eu falo que a facção ela tá se Estruturando em coisa de governo, hoje eu acredito que ela tá mais estruturada em negócios com o governo do que chegar numa tropa ali e falar: "Ó, vem cá, eu vou ficar te pagando mensal para você trabalhar para mim". Eu não vi, eu não não tinha nem informação de inteligência disso. Então, não, irmão, eu fico
feliz, cara. Eu fico feliz. E porque assim, todo mundo sabe, eu tenho, né, duas cidades, né? Essa aqui é onde eu nasci e eu vivo em Brasília também, né? Então Minha segunda casa é é é Brasília, né? É Distrito Federal. E lá, cara, eu tenho convicção que lá o polícia trabalha por salário. Lá você vê os polícias trabalhando, deve ter uma sacanagemzinha, mas deve ser nesse nível que você tá falando. Desvio tem em todo lugar, >> não. Coisinha pouca, pequena ali, não é na estrutura comprometida. >> Não, não é. Como o Rio de Janeiro tem
muitas máfias e Nordeste Em grande ponto também tem muitas máfias, o Comando Vermelho se instala de uma forma que banca a guerra com o rival, [ __ ] banca a guerra com o estado, mas aonde tem desenrolo, joga mesada para todo mundo. Beleza? Só que assim, se São Paulo a estrutura da polícia não é assim, talvez a gente não possa dizer o mesmo na estrutura política. Concorda? >> Você concordo muito. E >> e aí se você concorda muito, irmão, se você acha que na estrutura política os caras tão infiltrado num contrato, num contrato de sei
lá o que que for lá no na prefeitura, eu não preciso, [ __ ] ir no Majó, pô. Eu tenho o prefeito. O prefeito exerce a influência política no Majó. E que que você falou para mim ali, [ __ ] Que que eu que que eu vi muito em São Paulo? Eu vi muito, [ __ ] o o a estrutura freiando, ó. Ó, [ __ ] Diminui esse número de homicídio. Diminui esse número de homicídio, freiando, tá entendendo? Por exemplo, eu recebi aqui o o o Tera, né? O filho é Rafael, né? >> Isso. O
capitão, >> o capitão Rafael Terhada. E ele deixou um conteúdo aqui de uma situação que ele falou que o governador ligou direto pro comando e falou: "Ó, pode tirar a rota". >> Na letalidade >> governador da época, né, que hoje é o Vice-presidente da República, né? >> A esse gostava muito de eh impedir o a o combate que pudesse gerar morte. Mas você quer ver um dado que eu vou te dar? Quer ver um dado que eu vou te dar? E é real. No estado de São Paulo, a a ascendência de prefeitos com a Polícia
Militar é muito pequeno. Eles até interferem em alguma coisa muito pessoal, tipo assim, um soldado lá Na cidade tá gerando um problema grave político, ele ele fica tentando pedir a cabeça daquele policial, mas ele jamais vai num quartel da PM tentar interferir na forma como a PM opera. Eu acabei de ser secretário numa cidade lá do interior, assim, ó. Qualquer coisa que eu, eu sou coronel, velho. Qualquer coisa que eu fosse pedir para capitão que comandava a cidade, a resposta não era: "Eu vou fazer, coronel". É, nós vamos avaliar. Eu, Coronel. Então eu falo para
você, no estado de São Paulo, os prefeitos não têm ascendência operacional com a Polícia Militar. O que eles podem é ficar tentando politicamente eh dar uma mexida. Mas eu garanto para você, assim, a oficialidade, os sargentos, quem comanda a tropa no interior em termos de operação. Operação, o que nós vamos fazer para combater o crime? dificilmente o prefeito consegue Alteração. E tem e tem um sistema, ó, eu vou te contar também um fato novo. Ante ontem eu recebi uma ligação de um advogado que é da comissão de segurança pública da OAB de São Paulo, que
ele tá querendo fazer um trabalho comigo para entender qual que é a estruturação normativa da Polícia Militar em termos de busca de eficiência e tomada de decisão quando há uma inconsistência. análise crítica. [ __ ] quando eu falei para ele como funciona o PPI, que é o Programa de policiamento inteligente, ele falou: "Cara, eu nem nunca tinha ouvido falar nisso. A grande maioria das polícias, eu até acho que a polícia civil não deve ter um um PPI desse." Falei: "Ó, da Polícia Civil eu não entendo, nunca participei de reunião com ele sobre isso." Mas na
Polícia Militar como é que funciona? Todo mês o comandante de batalhão, ele se reúne com os capitães e tenentes e cada capitão tem que trazer da companhia Dele, que normalmente é duas, três cidades ou ou na capital quatro, cinco bairros. E ele mostra os principais eh índices criminais com o mapa de calor e o histórico que ele avaliou do motivo de ter subido ou baixado o índice. Quando baixa o índice, ele explica o que ele fez para conseguir baixar o índice, >> tá? >> E aí não é bem assim, mas eu vou ser eh eh
brincalhão pro público que tá assistindo. Todo mundo bate palminha. Aê, conseguiu baixar. Da hora, hein, mano. Beleza. Quando tá vermelho, o cara vai lá e vai falar o que que ele fez, já que ele viu que tá vermelho e por que ele não tá conseguindo baixar. E o Major, que é o coordenador operacional, e o coronel, ou vão concordar com o que ele se propôs a fazer, ou vão tomar alguma atitude de forma matricial, vão trazer de fora alguma coisa. Ele vai falar: "Irmão, para esse mês nós vamos tomar tal Decisão e tem que baixar
essa porra". Essa reunião depois ela é feita com o alto comando regional, com os quatro ou cinco comandantes de batalhão. Cada comandante de batalhão vai lá apresentar pro coronel Fu na área dele onde estão os pontos de de calor, positivo ou negativo e o quais decisões foram tomadas. Glauber, isso é feito todo mês na PM, na PM inteira. Então, meu irmão, se você tiver uma Cidadezinha que tá despontando no negativo e você é um capitão que comanda ali, você vai ter que falar pro seu tenente coronel e depois pro coronel regional e o cara vai
olhar com a lupa e vai falar assim: "Irmão, eu te dou três meses para resolver esse problema, viu? Porque se eu te eu te tiro de lá". A conversa é essa, não é tipo assim, fica aí, Daniice, desculpa a palavra, [ __ ] se o crime tá tomando conta ali. Não é assim. Na PM, cara, a gente fica o tempo inteiro com tensão observando o índice. Observando o índice. É que a a sociedade não entende como a Polícia Militar em São Paulo funciona. Ela acha que é 10, vai lá e põe viatura conforme os interesses
do comando. Não é, mano. Não é. Tem reunião de análise crítica com relatório e os caras cobrem, inferniza, inferniza. É, você vai baixar esse índice e não baixa para ver, entendeu? Então, por isso que eu falo para você Assim, não é um negócio banguzão, como deve ter em outros lugares, que ninguém tá nem aí com o que tá acontecendo lá na ponta. Os caras olha com lupa quando chama atenção o índice subir e te chama e fala: "Irmão, ou resolve, eu te tiro de lá". >> Não, que bom, irmão. Eu fico feliz. Eu acho que
esse esse tem que ser um padrão, né? Agora me responde uma coisa, irmão. Em relação à atuação da facção do PCC, como é que como é que a polícia Consegue nessas nesses relatórios, nessas gestões aí, nessas reuniões, eh, medir a atuação do PCC? Porque assim, os caras estão lá, certo? E aí também, eh, >> agora você agora você tocou na ferida, velho. >> Mais vez, tá? Então, por favor, eu tô aqui para isso, >> [ __ ] Aí, >> vai lá, vai lá, vai lá. >> Ah, aí eu vou ser obrigado a voltar para São
Paulo, falar mal de você, cara. [risadas] >> Não, cara, é assim, ó. A grande a a grande crítica que eu sempre fiz a minha instituição e por isso que eu apanhei demais, é o seguinte. Esse esse modelo que eu acabei de te contar, ele serve muito pro patrulhamento ostensivo, preventivo e de reação imediata de rua. o estratégico inteligente, Que é esse de você monitorar uma facção, eh eh entender a movimentação, as grandes decisões do crime, tentar bloquear a rota, tentar isso, cara, lá em São Paulo existe um problemaço, porque a nossa irmã, polícia civil, ela
luta com unhas e dentes para que a Polícia Militar não faça nada investigativo. Certo? Manter o que tá na na reserva legal deles e o que tá de previsão nossa. Até aí tá certo? Eles é a defesa institucional deles. Qual é o Problema disso? O problema disso é que é assim, não gera culturalmente na Polícia Militar esse processamento de de informação criminal mais de alto alta estratégia com reflexo na ponta. Se você perguntar para mim assim, ó, o Centro de Inteligência da PM faz essas análises da facção, faz e morre ali no comando. O comando
sabe, entende, mas quem é a obrigação de investigar e saber tudo da facção? Polícia Civil. Porque a gente Tem que atender o 90, prevenir o crime e combater ali, ó, o que tá em flagrante. E isso é um grande problema. Ó, vou dar uma informação para você. Num passado a Polícia Militar tinha um negócio chamado velado. >> Uhum. >> O velado era um perto daquilo que eu fiz. Se você chamar alguém de inteligência da PM aqui em São Paulo, vão falar que o que eu e aqueles sete caras fizemos O absurdo do absurdo pra minha
instituição. Nunca poderiam ter autorizado. A gente nunca poderia ter feito isso, que não é da nossa natureza. >> Só para quem não assistiu os outros podcast, tá entendendo? Você tá se referindo à infiltração dentro do PCC que vocês fizeram de forma violada? >> O Centro de Inteligência da PM quando nos dois anos que eu trabalhei infiltrado, não abria as portas para falar comigo. Eu eu meu apoio era zero Da inteligência. Eu não, eu fiquei do anos chefeando e subchefe do da agência de inteligência do comando de choque, que é a mais importante. Eles nunca me
propuseram me credenciar como oficial de inteligência. Pelo contrário, eles brecavam o meu credenciamento, porque eles falavam assim: "Já que esse cara tá fazendo o que a gente repudia, esse cara nunca será da inteligência". Eu fiquei oficial de inteligência sem Ser de inteligência há do anos. Você vê a repulsa dos caras. O padrão da inteligência da PM em São Paulo é análise e relatório, nunca campo. Num passado chegou a ter na PM um negócio chamado velado. O que era o velado? dois, três policiais da paisana na companhia lá no no operacional que iam fazer o trabalho
de campo, tentar comprar uma droguinha, fazer uma observação de um de um bo que chegou, de Uma notícia, pá. Era o cara que fazia um pouco de campo. Ele não chegava a se infiltrar como bandido, mas ele fazia campo. Ele ia lá no boteco, paisano e falava: "Ó, meu, onde que mora aí o tal do Ricardinho, o cara que rouba as moto? Ô, dá uma fita para nós aí, pô. Tem um telefone aqui, qualquer coisa. Sabe aquele cara paisano que trabalha no bairro para tentar levantar o negócio? Isso chamava velado. Eles eles extinguiram isso. Por
quê? Porque toda vez que a gente tinha que apresentar num distrito policial, a gente tinha que mentir. Porque se eu falasse num DP que um policial, a paisana foi num boteco perguntar, recebeu uma informação, o delegado metia um abuso de autoridade. >> [ __ ] merda. usurpação de função e destruir o flagrante. Então o nosso centro de inteligência com razão falou o seguinte: "Para, velho, para vamos fazer o que tá na lei Patrulha, atende o 90 e prende o criminoso em flagrante. Para de querer investigar, >> pô". Mas aí quem perde somos nós, que é
a população que toma. >> Mas a sociedade tá dormindo em ber esplêndido há cento e tantos anos. O modelo tá errado e eu falo toda vez isso e eu apanho. E é a questão do celular. Eu te contei a história do celular da última vez que eu vim aqui. Não me record >> da da vítima do celular. >> Não me recordo. >> Meu irmão me ligou recentemente, falou assim, ó. E eu tô falando de pessoa altamente esclarecida. Não que eu estou querendo dizer que quem é esclarecido teria obrigação de saber isso, mas a ignorância na
sociedade gera manutenção de modelos equivocados. É assim, ó. A pessoa, vamos supor, se você me perguntar sobre eh neurologia, eu não sei, cara. Eu nunca Estudei isso. Então, eu sou um ignorante sobre esse assunto. Eu conheço o básico do básico. Eu não conhecer sobre cardiologia, neurologia, tal, eu eu só vou me prejudicar a hora que eu tiver doente. Agora, você não saber do básico, por exemplo, sobre segurança pública, isso tem um reflexo na sociedade gigante. >> Concordo. E coisas básicas sobre segurança pública, as pessoas não querem Saber, não se atentam a não ser o dia
que ele é assaltado. E essa uma amiga do meu irmão que é de diretora de uma empresa, uma pessoa super estudada, bem, um dia ligou para ele e falou assim: "Pô, Maurício, você não é irmão daquele coronel da internet?" Ele falou: "Eu sou por causa do sobrenome, né?" Falou: "Sou". Ele falou, ela falou assim: "Cara, me ajuda." Sabe o que aconteceu? Roubaram meu celular. E no dia que roubaram meu celular de Arma na mão, o policial militar que chegou lá me deu o telefone dele e falou para mim assim: "Ó, assim que você conseguir rastrear
onde o seu iPhone tá, já me fala que eu tento abordar o cara e recuperar". Só que esse celular só foi apitar no rastreador cinco dias depois, aonde? lá na Santa Efigênia, que é um antro de receptação de celular lá de São Paulo, é o maior centro de receptação. Sabe aquela galera que vem dos países africanos? Não tô generalizando não, Viu, meu? Acabei de voltar da África, achei maravilhoso aquele país. Mas o África do Sul, mas todo mundo já sabe em São Paulo que os maiores receptadores de celulares que estão acabando com um com São
Paulo de tanta motivação de furto e roubo de celular é uma galera que tá pegando ali no centro, faz algumas modificações, apaga tudo, tal, e os caras viaja pra África com a mala com 5.000 celulares, tudo furtado e roubado. vira e mexe. Você tem prisão da polícia Civil dessas quadrilhas de origem africana, entendeu? Então não faça a corte dizendo que eu falo mal do africano, não é isso. Eu tô dizendo o que tá acontecendo em São Paulo, as prisões da Polícia Civil e esse é o modos operand no nosso estado. E aí a menina virou
pro meu irmão e falou assim: "Cara, meu celular começou a apitar hoje. Ele tá na numa loja lá na Santa Efigênia. Vê se como é que seu irmão pode me ajudar. Porque eu liguei Pro PM que me deu o telefone no dia e eu acho que ele tá fazendo corpo mole, que ele não quis ir lá. Aí o que que eu expliquei pro meu irmão, que é o que a grande maioria da população não entende. Falei assim: "Maurício, você tem que falar para ela o seguinte. Primeiro, o PM te deu o telefone naquele dia se
você achasse o seu celular na área de patrulhamento dele ali nas proximidades, porque ele tem um uma área delimitada que ele não Pode sair, ele atua ali. Então, quando ele te deu o celular, ele foi até proativo, que a maioria não faria isso. Se você achasse naquela lá, naquela região ali naquele dia, ele estaria de serviço, ele ia tentar recuperar para você. E se ele fizesse isso, eu já te garanto, ele já está errado, porque depois que o crime já aconteceu, a missão da Polícia Militar acabou no minuto seguinte. A partir daí, investigação para recuperar
E prender. Na lei, tá escrito polícia civil. Então ali ele já tava errado. É que ele foi proativo, quis te ajudar. Mas depois, quando você descobriu que teu celular tava lá no centro da cidade, cinco dias depois, qual que é a orientação? Você vai lá na delegacia do centro, porque antes foi na zona sul o roubo, vai lá na delegacia do centro, procura um delegado de polícia, fala para ele verificar o inquérito que foi aberto lá na zona sul e ele tem que Fazer diligência, relatar, constatar lá que tem um rastreador dizendo que tá lá,
confirmar isso e mandar para um juiz um pedido de mandado de busca. Porque se o policial militar chegar numa loja como essa e falar pro dono assim, ó, tá apitando, o celular tá aí dentro, eu vou entrar, de duas uma, ou o dono da loja é um [ __ ] de um idiota medroso e vai falar pro polícia assim: "Não, pode entrar aí", ou ele vai chamar o advogado dele e se o policial entrou ali sem o mandado, O policial vai ser preso na mesma delegacia que deveria ter feito esse serviço por invasão de domicílio,
por abuso de autoridade. Então, as pessoas não conhecem o modelo jurídico e o modelo de competência policial, ficam chamando a PM para tudo de crime que já aconteceu. Isso não tem nada a ver mais com a PM. E fica achando quando o PM não consegue tomar nenhuma providência que o PM é vagabundo, não quer trabalhar. Não cabe a Polícia Militar ficar invadindo Lugar nenhum sem mandado. E quem pede mandado e cumpre mandado chama a Polícia Civil. Então, na hora na hora que eu preciso defender a minha competência legal, se você conversar com o delegado que
tava aqui ontem, se ele acha correto algum oficial da PM mandar para um juiz pedindo um mandado de busca e apreensão, duvido que ele vai falar: "Não, os caras tem que pedir". Ele vai falar: "Não, isso aí é privativo da Polícia Civil". E eu recebi na terça-feira uma delegada De São Paulo, que é presidente do sindicato e ela fez um comentário reclamando que o juiz não permite que o delegado dê uma protetiva eh de urgência para as mulheres. O mesmo que a Polícia Civil faz com vocês oficiais, >> a justiça tá fazendo com eles na
Maria da Penha isso e o Ministério Público faz também. Resumindo, no na briga de ego, quem paga a conta somos nós, [ __ ] a população. É, então esses modelos todos, Glauber, precisam ser revisto, porque a consequência desses modelos todos equivocados estão gerando o quê? uma continuidade ano a ano de benefício ao crime e da população, ó, só tomando, só tomando. Mas as grandes conversas em Brasília não são sobre modelo, são sobre mudanças mais simples, entendeu? Paciência, cara. É muito difícil tudo. >> Olha, irmão, assim, cara, qual é a presença? Quem é o braço, [
__ ] de proteção da da população? A polícia Ostensiva, isso é fato. Tá chegando aí a polícia municipal, as guardas municipais no interior de São Paulo, já faz um belo trabalho, né? Em vários lugares do Brasil, guarda municipal tem representado. Aí eu vou puxar tua orelha também dos teus irmãos colonéis, porque com a Guarda Municipal o que que todo mundo faz, [ __ ] Não, calma aí. Essa [ __ ] é competência da PM. Então, irmão, vamos lá. Eu sou teu irmão, >> você sabe que eu tô apanhando, né? Eu Gosto de tu para [
__ ] mas vamos fazer uma hierarquia que, tipo assim, a vaidade é o que que faz com a gente, com a gente. Já ouviu minha explicação? >> Por favor, fala. Então, >> você já ouviu algum vídeo? >> Eu tenho certeza. Não, eu acho que tu é um cara coerente. Eu te respeito para caramba. Eu tenho certeza que tu não deve ser contra >> se você se você pegar os meus vídeos, os caras que estão me batendo, eles estão Me batendo olhando meu algoritmo. Eles estão pegando cortes e tirando conclusões completamente equivocadas do que eu falo,
entendeu? É isso que inclusive tá me chateando quando eu comecei no podcast. >> Eu nem tô sabendo disso, tá, irmão? >> Nem sabia. O que eu ia te dizer é o seguinte, cara. a a a Guarda Municipal, que é o espaço de polícia municipal. Que que eu acho isso maravilhoso. População vai sair ganhando. >> Concordo, >> [ __ ] A PM que é o espaço da investigação, [ __ ] de fazer ali >> não quer >> não, não, tipo de fazer de de mandar pro juiz fazer o termo circunstanciado de ocorrência, não, como é que
é o nome? >> Você já viu alguma Você já viu alguma tentativa de comando e exercício atividade institucional para querer isso? Nunca. Mas se não quer, tá errado. Tem que querer. Porque olha só, a gente Precisa ter uma polícia municipal, a polícia estadual, polícia ostensiva militar. Tem que ter autonomia pro cara, meu irmão, já pegar o negócio, fazer o negócio rodar. [ __ ] o delegado tem que, [ __ ] proteger a mulher correndo ali. Não dá para ficar esperando 48, 72 horas o juiz, porque nesse momento ela morre, entendeu? Então assim, cara, eu não
entendo por que, em vez de olharem pro povo e falar: "O que que é melhor pro povo, irmão? Um guarda municipal Brabo, meu irmão. Sangue nos olhos ou extensivo na rua, somando força. Então, bora. Polícia municipal. A PM potencializa a PM, irmão. Vamos deixar a PM, [ __ ] meu irmão. Como no talo, meu irmão, né? Oxigena PM e vamos lá. E é civil, [ __ ] Policiada civil cheio de vaidade. Uma porrada de de investigação para tocar, uma porrada de registro de ocorrência, um monte de coisa que que não consegue fazer. Então bota a
polícia, [ __ ] civil para fazer o Trabalho de polícia civil e um somando com o outro. Pô, vamos deixar das varidades, pô. Então vamos lá. >> Fala aí o que que tá acontecendo contigo e explica. Eu tô tô tomando muita porrada de dois assuntos. Primeiro é guarda e segundo é porte de arma. Mas vamos pro da guarda primeiro. É o seguinte, meu irmão. Eu não sou hipócrita, nunca fui e não comungo com meus colegas coronéis que defendem que eles não podem ser polícia. Eu sempre falei que sou a favor da polícia municipal. Pode pegar
meus vídeos do início para não porque podem estar falando assim agora ele tá apanhando, ele tá mudando. Não, pega lá no início. Só que a frase, a frase do do ganhar voto, manja a frase do ganhar voto. Tipo assim, quem precisa da polícia não quer saber a cor da farda. A a sociedade tá implorando para que qualquer viatura chegue para ajudar ela. Essa frase é linda para eu ter o meu voto. Mas na prática, para quem tem cérebro, eu preciso estruturar as coisas para que elas funcionem bem, entendeu? Eu nunca propus em lugar nenhum subordinação
da guarda para PM. Nunca falei nunca, nunca. Procura onde eu falei isso. O que eu falei é o seguinte. >> E tu foi secretário municipal? Você sab? Cio estavam sofrendo, meu. Eu tenho uma [ __ ] [ __ ] preço pel aquela guarda de Montor. Eles podem até achar que não, porque quando eu cheguei, eu andei andei causando numas reuniões lá porque tinha tanta coisa errada que eu comecei a falar meio grosso e os tem uns caras lá que tem raiva de mim. Vou dar um exemplo para você. É assim, ó. Quer ver um exemplo
para você? Eu tenho que ter uma legislação que preveja pagamento de hora aula para instrução, porque não é possível trazer você guarda para dar aula e eu te pagar como hora Extra, porque amanhã vai ter uma auditoria do Tribunal de Contas e ele vai falar assim: "Ó, como é que ele tá fazendo hora extra no horário de serviço?" >> Entendo. >> E aí ele vai tirar da minha conta, o meu CPF que paga. Aí você chega pros caras e fala para eles assim, ó: "Não dá para eu pegar uma folha de pagamento que 80% da
guarda tem hora extra e você vai pegar os Relatórios de serviço, não tem hora extra". >> Tá tudo bem? Isso é uma questão administrativa, eu concordo contigo. >> Então eu tive muito problema ali com esse tipo de coisa para tentar explicar para eles que a gente tinha que fazer um conjunto de leis que desse respaldo para tudo que precisa ser feito. >> Concordo. >> Entendeu? Só que não, você concorda, mas tem cara que tá sentado lá, a hora que Ele recebe o lerite que cortou os valores, o cara fica louco e quer quer que a
sua mãe morra. Ele tá louco. >> Não, eu eu eu também entendo, cara, irmão. O que eu tô te dizendo é o seguinte. Eh, e eu acho que se você tá tomando porrada, é porque tu tá tocando num tema que é complexo, que é de gestão, que é administrativo e que a população não se conecta. Aí gera uma interpretação errada. Como um cara que gosta de você, que que eu te aconselho, Irmão? Vai direto, [ __ ] na ferida que é a população que conecta a população. Precisamos de uma guarda municipal, mas temos que estruturar
ela da forma correta. Sempre isso que eu falei, mas o cara não pega o mais precisamos, ele pega só quando eu critico que tem muita coisa errada. >> Não, então voto dele.Então, então corto mais, [ __ ] Precisamos da Guarda Municipal, da Polícia Municipal. Acabou com veja meus primeiros vídeos que você Vai ver que é favor. Quando chegar na estruturação internamente, [ __ ] fazendo gestão, ó, >> tem que estruturar dessa forma. Eu vou explicar para você qual foi sempre a minha ideia sobre guarda. A minha ideia sobre guarda. Minha ideia sobre guarda é o
seguinte. Eu sempre disse o seguinte, eu eu se eu fosse guarda, não era a mudança de nome pra polícia municipal, que seria a coisa mais importante para mim. seria ter uma Instituição bem estruturada, >> uma instituição que me pagasse bem, uma instituição que eu tivesse um plano de carreira bem claro, uma instituição que eu não precisasse trabalhar até 68 anos de idade numa viatura, uma instituição que eu tivesse eh condição financeira para ter bons cursos, uma instituição que tivesse a parte de inteligência bem definida para me proteger, inclusive. Ou seja, o que eu sempre disse
é >> segurança jurídica para trabalhar. >> Segurança jurídica, que se eu desse um tapa na cara de um noia, ao invés de eu ir pro presídio comum, eu fosse para um presídio especial onde só tem polícia. Esse sempre foi o meu discurso do tipo assim, o que eu falava, eu sou a favor de vocês se tornarem polícia municipal porque eu vi com meus olhos a diferença que vocês estão fazendo em cidades que a PM não tá dando conta. Lá em Montemor tinha uma viatura da PM, às vezes duas, E aguarda com sete. >> Pois é,
pô. >> Eu não sou babaco, eu não sou idiota. O coronel que não tá enxergando isso, eu não comungo com ele. Você tá entendendo? Só que o que que eu apontava? Eu dizia o seguinte, ó. Não é só chegar lá em Brasília e falar: "Ó, hoje vocês viraram polícia, pode fazer tudo que a PM faz". Não, cara. Primeira coisa que eu sempre defendi, seria bom se nessa discussão a gente já definisse algumas competências. Por exemplo, acidente de trânsito sem vítima, fica com a guarda com vítima KPM. Furtos, desinteligência, Maria da Penha com a Guarda, o
resto com a PM para não ter conflito de competência. Porque quando um PM vai e faz um serviço velado, quando ele chega na delegacia, o delegado autua ele por conflito de competência. Tá errado. Você errado. Mas é o que acontece, irmão. >> Isso só interessa o delegado, não Interessa a nós, irmão. >> Mas a hora que o teu soldado tá sendo autuado lá, é você que vai ser chamado para resolver esse problema. >> Entendo. Não, eu te entendo, irmão. Sabe o que acontece? Tu tá numa selada porque você tem 35 anos de experiência. Tu é
coronel de polícia. Então você comandou durante esse período todo, então você sabe as nuances da gestão, os problemas e só que você tá comunicando pra população e a população não tem essas Paradas. Irmão, sai dessa. Ô, ô, ô, Paganoto, Paganoto, facilita a comunicação para tu não tomar porrada injusta, irmão, porque senão você vai cair na armadilha e vai tomar pancada. >> Já tô tomando. >> Não, irmão, mas eu quero te tirar dessa. E que bom que você tá aqui. Eu nem sabia disso, tá, irmão? >> Ô, você quer ver, você quer ver uma coisa que
eu quero te falar hoje? Hoje, qual que é o sistema policial que todo Mundo fala bem? Que todo mundo fala bem? [ __ ] eu não sei, mano. >> É o americano. >> Ah, tá. Não, tudo bem. Eu tô pensando aqui no Brasil. >> Como que é o sistema americano de polícia? >> O cara, o cara faz, chega, chega um, bom, vou falar o pouco que eu sei, tá? Não, não tive fazendo intercâmbio [ __ ] nenhuma. E e eu acho que a gente tem que Caminhar para algo parecido com isso. Quem chegou na ocorrência
procede a [ __ ] toda. O primeiro que chegou. E e eu já vi o polícia sozinho lá e você me dá uma aula se não fosse só isso. O o eu vi com os meus olhos lá, eu tava em Orlando, o polícia sozinho na viatura chegou, viu uma situação, procedeu, começou a anotar, >> começou a anotar, daqui a pouco chegou uma, duas viaturas, já tinham três ali de apoio, cada homem numa viatura só. O Cara foi lá no computador dele, parecia que era a viatura da NASA. tu e pum, pegou pegou o o a
ocorrência que a a pessoa que tava lá meteu na viatura, irmão, e olha, vum, saiu e as outras também saíram embora. Acabou. Eu olhei aquela [ __ ] ali, meu irmão, sensacional. Primeiro, a autoridade do estado tá presente em um único cara. Eu não preciso ter quatro caras de rota olhando mal com com fuzil na cara. Um único homem educado. O cara sabe o Seguinte, fodeu. >> Isso daqu lei. >> Daqui para lá, meu irmão, minha vida só piora. O que eu fizer aqui só piora. Aí o cara não precisa ser, pô, o Rambo, né?
O cão nuclear da polícia ou o cara de rota que ora com aquele zoião. >> Encosta num polícia lá pr você ver. >> Outro exemplo, irmão, é o Salvador. Assist vídeo aqui no Secote, pô. E eu que sou policial penal, né? [ __ ] merda. >> Não é, a gente já sabe que não. Tá bom. Eu eu >> volta aí. >> Eu eu eu com a minha experiência de policial penal, [ __ ] olhando aquilo ali, é aquele modelo que eu acho que precisa, irmão. O o o dono o o dono, o chefe do secote,
um gordinho, meu irmão, um coroa. Você tira uma dúvida minha, cara. Eu sou obrigado a te interromper. >> Se você não puder responder, eu te respeito. Você sabe que a gente é amigo Agora. >> Eu não te interrompo não. Tu me interrompeu. Porque senão eu vou perder, cara. Eu essa dúvida, um monte de gente me perguntou, não soube responder lá em São Paulo. >> Você foi policial penal? >> Fui, foi, foi. >> Foi, foi, foi. >> Então você tem essa experiência de vida? Sim, sim. Bom, >> claro, claro, claro, claro. Não, não. Eu, eu tenho,
eu tenho, [ __ ] uma boa defesa da minha posição. Eu eu uso, usei, né, [ __ ] muito bem. Inclusive contigo, tu sabe que eu te respeito. A gente, [ __ ] aqui >> policial penal, sempre fui policial penal. Então eu fiz isso com coronel, com general, com deputado, com senador, com governador, com todo mundo que eu tive contato no ambiente de podcast, no ambiente da minha vida. Gente me perguntou em São Paulo assim, mas ele Foi policial penal? Eu falei, eu vou perguntar, >> tá? Tu não sabia, né? É, não, não, não. Eu
fui de 2016 até 2021, >> tá? E de 21 para cá, desculpa te interromper, mas bom, então, na minha experiência de policial penal, irmão, >> [ __ ] eu vendo secote e vendo coroa lá, meu irmão, a autoridade do estado, o cara não precisa, meu irmão, ter uma porrada de brevê, uma porrada de arma, porque o noia lá, o preso lá, irmão, Sabe que se ele falar alguma coisa, ele tá [ __ ] irmão. É igual na no americano, cara. Aqui não, parceiro. Aqui o polícia tem que ser o Rambo, meu irmão. É um brevê
aqui, outro aqui, outro aqui, outro aqui. É tomando [ __ ] anabolizante, forte para [ __ ] irmão. Todo, todo embustado, porque o estado é fraco. Aí o cara tem que ser o Rambo. >> Isso. Isso. Isso. >> Entendeu? Então assim, meu irmão, o modelo de polícia que eu quero, irmão, é Os é lei forte. E outra coisa, irmão, quem chegou foi o policial municipal. É o policial municipal que vai proceder. Quem chegou foi a PM. A PM procede. Não, tudo bem. Mas eu tô falando que eu quero, né, [ __ ] Sim. Não, mas
eu quero, eu quero te corrigir no modelo americano. >> Tá bom. Não, não, tudo bem. Do modelo americano aí tu me tu me ensina porque eu sei só até aqui que beleza, tu sabe mais, vai me ensinar agora. Então, cara, Eu acho que isso atende, cara, não é o Glauber, é qualquer brasileira, qualquer pessoa que tá numa situação difícil. E o infrator da lei, o criminoso, meu irmão, para ele não faz a menor diferença, cara. Se é municipal, se é militar, se é civil. Ele se fodeu do mesmo jeito, entende? Então é isso que eu
quero, cara. É isso que eu que eu entendo que vai funcionar em qualquer sociedade. Agora, por favor, o raciocínio é teu, modelo que mais funciona, mais elogiado. >> Então, vamos lá. O por que eu eu defendo divisão de competência, não defendo submissão, não quero guarda eh submissa a PM. A gente tem que respeitar as instituições. Eu nunca falei isso. Eh, tô cansado já da interpretação errada. O que o que eu defendo é melhoria da instituição guarda, só isso. Eh, legislação dando respaldo para esses caras e melhoria institucional com regramento prevendo um monte de benefício para
esses caras. É que eu sou Mal interpretado e não tem problema. Mas vou falar sobre o modelo americano. O modelo americano, quando você tem essa sensação de que um cara vai até o fim e apresenta pro juiz, é a discussão sobre ciclo completo, que é o modelo que eu falo. Mas eu não vou nem entrar nisso porque eu não quero guerra. com a minha irmã, polícia civil e eu deixa do jeito que tá até um dia os caras terem coragem de mudar o modelo. Mas vamos falar sobre guarda. Lá nos Estados Unidos funciona Assim: polícia
dos municípios tem competência para determinadas crimes e coisas do município. Polícia Estadual para alguns crimes mais graves. Polícia rodoviária, que são os troopers só na rodovia. E essa polícia, tanto a civil quanto tanto a municipal, quanto trooper, quanto a estadual, eles têm braço investigativo e fardado por causa do ciclo completo. Então, eu vou te vou te contar um exemplo que que eu vi há três anos atrás, quando eu tava em Orlando. Eu fui e jantar na casa de um amigo que tá morando lá e o filho dele tava com um [ __ ] aquele carro
é um carro esportivo muito forte. Aí eu virei para ele e falei assim: "Ô meu, e aí essa cananga aí? Você anda, você senta o pé aqui?" Ele falou: "Você é louco? Se os cara pegar, eu tô ferrado, ferrado". Ele falou assim: "Ainda tem Uns amigos que são doido, que dão umas acelerada dentro do município, mas cai rapidinho na rodovia, porque a viatura municipal, ela não pode fazer nada na rodovia, porque a competência é só do trooper, >> mas é conectado com a outra, >> não?" >> Hã? >> Não. Então ele falou assim: "A a
a a delimitação de competências aqui nos Estados Unidos é muito clara, da Polícia Federal, da rodoviária, da municipal e da estadual. Todas elas com ciclo completo. Esse é o modelo americano, entendeu? >> Sim. >> Se você virar para mim e falar assim: "Tá, mas aqui, meu, eu gostaria que todo mundo fizesse tudo. Eu sei o que dá de BO na rua quando todo mundo faz tudo. Quando você não define competência, ninguém tem culpa de nada e todo mundo é Culpado de tudo. >> Não, eu entendo. >> E dá choque, cara. Dá choque, vai chegar em
vai chegar em determinadas ocorrências que nós vamos chegar lá, o guarda vai est saindo no tapa com polícia, o inspetor vai sair no tapa com o oficial. Aí vem os caras e fica querendo fazer média para ganhar voto. Ah, isso aí é cabeça de coronel, porque a gente que é soldado, cabe sargento, a gente nunca briga com os colegas. Pare, Irmão. Todas as brigas que eu fui intermediar na Polícia Militar com a Polícia Civil começaram com o investigador e o escrivão com soldado. O oficial não tava no DP, ele foi lá para resolver com o
delegado, entendeu? Então esse discursinho eleitoreiro para mim não cola. Eu tenho 35 anos de serviço resolvendo questão de competência. Então a única coisa que eu defendo é assim, ó. Alguém deveria já definir Competências paraa polícia municipal e paraa estadual para isso não gerar conflito no futuro e não é subordinação. Vamos dividir. Ó, eu vou fazer um paralelo com a Polícia Civil para não para não achar que eu tô com com alguma birrinha com a guarda. E volto te dizer, cara, eu tenho uma [ __ ] admiração pelo serviço de guarda. Eu eu fui chefe como
secretário e os caras fica falando: "Esses coronel fica pegando cabide como secretário". Eu Não fui pedir emprego, mano. Um prefeito que eu nem conhecia que me chamou. Ele que quis. Não fui eu que fui pedir. Querer a vaga do guarda que tinha que ser secretário na cidade. [ __ ] se os caras estão querendo procurar coronel major, sei lá o quê, é da cabeça do prefeito isso. E o cargo de secretário é político. Ele escolhe quem ele quiser. Se ele quiser, ele põe um médico para ser secretário de segurança lá. Entendeu? Não é? Os caras
ficam fazendo Umas coisas de internet como se a gente ficasse tentando usurpar coisa dos outros. E não é, cara. Não é. E eu quando eu fui para lá, eu tentei ao máximo, é que eu não tive condição melhorar a condição daquela guarda. É uma luta, velho. É uma luta. E ó, e vou e vou falar uma coisa para você. Outro dia eu fiz um vídeo que eu falei assim: "Os caras têm que ter previsão de recurso, tudo para ter eh instrução para usar um fuzil". Eu tava falando em prol Deles, defendendo que eles tenham recurso.
Pô, um sem miolo foi e falou assim: "Tá vendo? Ele só quer fuzil só paraa PM". Não é isso, irmão. Eu cheguei em Montemore. Você pode ligar agora pr para Montemore. Montemor é violenta, tem crime para caramba. O eu cheguei, o guarda tinha morrido com tiro na cara. Eu cheguei e falei: "Cadê os fuzis da guarda?" Não tem ordem aqui que a gente não pode usar fuzil. Os guardas chegaram para mim e Falaram isso. Eu dei uma ordem, chamei o comandante da guarda, falei assim: "Eu quero o fuzil para todos os guardas aqui. Meu, passou
um mês, nada do fuzil. Chamei os caras, falei: "Ó, quantas vezes eu vou ter que dar a mesma ordem que é para o fuzil chegar na viatura com todos os guarda". Quatro inspetores me chamaram de canto e falaram assim: "Ô chefe, não tem condição de dar fuzil num num terço dessa guarda aqui. Os caras não tem Condição de usar. Vamos treinar os caras, [ __ ] >> Então, irmão. Então, mas o vamos treinar, se você não tiver >> uma uma estrutura prevista em norma, o prefeito te dá o dinheiro e e e a e a
condição para você treinar quando ele quer, não quando a lei tá mandando. >> Irmão, irmão, irmão, eu eu >> precisa ter uma estrutura pros car. >> Eu nunca tinha visto essa treta. Realmente eu vivo no meu mundo aqui, Mano. Eu faço o nosso conteúdo e eu tento me dirigar para eu poder, [ __ ] sobreviver. Então, eu tento ficar com a família, eu fazer as coisas. Tem tem outras questões do do meu trampo. [ __ ] vou te dar um conselho de irmão, cara. Foca só onde tá na tua mão, irmão. E na comunicação, você
entrar numas questões dessa, você vai ficar dando gatilho para ser mal interpretado. >> Você pode ver, cara, na boa, não, não Que não que isso seja uma coisa que eu fique buscando, mas eu eu não entro, meu irmão. Eu eu não fico entrando em treta com ninguém, [ __ ] Eu não fico, [ __ ] entrando aonde eu não consigo dominar e e ser claro no que eu tô dizendo. Então, tu pode, o que que eu falei para você aqui, irmão? E eu nem sabia que tava rolando essa essa polêmica toda. E eu vou te
tirar dessa [ __ ] aí, porque é o seguinte, não faz sentido. É, é queimar energia e e ficar [ __ ] um um brigando Com o outro sem sentido, irmão. O que que nós queremos? Nós queremos um um estrutura de segurança pública forte. Ponto. É só isso que a gente quer. >> E [ __ ] a Guarda Municipal contribui com isso. >> Para [ __ ] >> Corrigindo a polícia municipal, porque agora a polícia municipal, >> polícia municipal >> contribui para isso. >> Muito. Ponto, irmão. É só isso que que Tá no momento pra
gente falar. quando chegar, quando você for secretário, se você for, se você for deputado, o que você for, meu irmão, agora vamos fazer trabalho de profissional e vamos montar essa polícia aqui profissional. E agora, irmão, eu vou te dar um relato de quem viveu isso na pele. Eu, como policial penal, eu sei exatamente o que é a situação da Polícia Municipal. Eu cheguei numa carreira forte, forte. comparado aos estados, eu policial penal federal, estrutura, >> tudo que é federal é outro nível, né? >> Sim. Então, então eu eu tive o privilégio, né, de chegar numa
carreira federal, né? Estudei para [ __ ] né? Estudei com o melhor curso do Brasil. Tá aqui estratégia, tá aqui o >> Mas você tinha feito estratégia mesmo? >> Com certeza. Desde 2013 eu estudei com Material do estratégia e eu sei o que que é estudar sem o estratégia e sei o que é estudar com estratégia. Eu sempre fui raçuda, irmão. Estudava para [ __ ] Estudava, estudava 10, 12 horas por dia >> com material errado e depois eu estudei com material bom. Então por isso que eu falo com muito orgulho. Desde 2013 eu conheço
o material da estratégia. Hoje eu tenho honra de ser meu patrocinado. >> Eu passei no Barro Branco porque eu fiz cursinho. Sem cursinho é muito difícil. >> Então vamos lá, irmão. Eu cheguei na Polícia Penal Federal, >> [ __ ] uma [ __ ] estrutura, mas cheio de problema também. Problema de estrutura >> comparado aos estados. [ __ ] irmão, eu tava, [ __ ] na Suécia. Beleza, mas, [ __ ] eu cheguei, o cargo era agente penitenciário federal, depois mudou para agente federal de execução penal e depois policial penal federal. Tudo tava numa transição.
Quando eu cheguei em 2016, não tava na Constituição, [ __ ] A Polícia Penal não tava no artigo 144, não era nem segurança pública. O Brasil entendia Polícia Penal como sistema de justiça. Sistema de justiça faz o que com o preso, irmão? Alisa o preso, [ __ ] Se preocupa com a regaria do preso, com assistencialismo do preso. Tu acredita que o sistema penitenciário federal botar uma viatura branca no início? Sabe por quê não? Porque a preta associa muito a polícia e Aqui tem que ser branca. Tu tem noção que em 2006 os caras fundaram
o sistema para botar beamar, Marcinho VP, todas as lideranças do do crime com a viatura branca. [ __ ] esse país é uma piada, irmão. >> É muita desconexão, né? Maldade mesmo. Esse país é uma piada, irmão. Então, o que que acontece? A Polícia Penal em 2019 foi paraa Constituição e eu já tava lá, irmão. Os meus colegas da Polícia Penal Federal, eu fui no Congresso, mesmo não gostando, meu irmão, de entrar no congresso. Eu fui no congresso algumas vezes com os meus camaradas, igual a polícia municipal foi agora, pô. E eu sei que que
os caras estão passando. Deputado irmão, não sabe nem o que que eles estão falando. Eles não sabem nem a realidade. Eles não conhecem, meu irmão. Não sabe na pele. Mas eu sabia. De 2019 para 2026, vocês já não respeitam a Polícia Penal? Você já não Sabe que a Polícia Penal tem uma estrutura, que a Polícia Penal tem um serviço de inteligência importantíssimo dentro do presídio? >> A de São Paulo é top. Rod, Dr. Rodrigo lá, [ __ ] cara. Então, irmão, a Polícia Penal já não tem um [ __ ] um curso deuns camaradas que
vão fazer uma intervenção mais rápida, de um cara que faz uma escolta, [ __ ] melhor até do que o PM, porque é é a praia dele, ele faz isso toda semana. Pô, se você for ver a Escolta da da Polícia Penal do DF, [ __ ] é escolacha, irmão. Os caras usam até helicóptero, entendeu? Acompanhando as viaturas, um comboiozão e o [ __ ] É, é 8, 9, 10. Tem como [ __ ] dar o bote? Não tem, mano. Tem helicóptero, tem apoio, [ __ ] de todo mundo. Todos os sistemas estão conectados, [
__ ] O cot da Polícia Federal tá ciente, a DOE da Polícia Civil. Então, tipo assim, estado junto, estado forte. Aí você Começa a ter, [ __ ] uma polícia penal que tem um treinamento maior, um um um treinamento com fuzil, tem um sistema de inteligência, tem fardamento, tem viatura ostensiva. Com a mudança legislativa, você vai estruturando a carreira. >> É o que eu defendo. >> O que que todo policial penal ficava puto? [ __ ] irmão, não [ __ ] Vem esses coronéis aí, esses delegados aí, [ __ ] mandar na gente, igualzinho você
tá Falando da guarda. Aí tu disse: "Porra, eu não fui lá pedir, os caras me chamaram". Qual é a evolução, irmão? Ter o guarda, o policial municipal comandando, [ __ ] sendo secretário, sendo qualquer coisa. Essa é uma evolução que vai acontecer ao longo do tempo. Isso vai ser conquistado. Vou falar num exemplo mais um exemplo de polícia mais maduro que a Polícia Penal. PRF, meu irmão. PRF era o mulambo da Estrada, [ __ ] A PRF no passado era altamente corrupta. Era uma polícia zoada, irmão, que ficava na estrada todo largado. Hoje quando você
passa e você vê a PRF, é um exemplo de polícia, [ __ ] estrutura, os caras t tudo, mano. Os caras temade, >> os caras tm os caveiras do do do nós rr, os caras têm toda a estrutura, irmão. Viatura bonita, fardamento bonito. Então, meu irmão, [ __ ] gosto de tu Para [ __ ] Simplificando nossa comunicação, tu pode fazer diferente. Tô te aconselhando como irmão. Tá comunicando, [ __ ] a polícia municipal vai somar para caramba com a PM. Tá comprovado que a PM precisa, [ __ ] Não tem. Você falou, tem município
que tem uma viatura de PM e sete de de polícia municipal. Então isso é positivo paraa polícia. Mas eu sempre falei que é >> e para aí, irmão, deixa para discutir, [ __ ] a estrutura do treinamento de fuzil, a estrutura administrativa, quando a gente tiver na função de estruturar administrativa, orçamento, [ __ ] estrutura hierárquica, porque senão tu vai tomar porrada o tempo todo. >> Já, já entendi sua dica e reforço aqui que desde o meu primeiro vídeo eu falo que se eu estivesse no Congresso, eu votaria a favor da PEC 18. Pode pegar
qualquer vídeo meu. Eu nunca falei o contrário disso, entendeu? >> E eu e eu acredito nisso. >> Agora eu vou querer, você queria saber o segundo motivo que eu tô apanhando. >> Por favor, vamos lá. >> Vou te fazer uma pergunta. >> Vamos lá, ó. Ô, Marcelino, me nomeia aí como advogado do Paganoto. Valeu. >> Ó, quem arrumar treta com o Paganoto vai brigar comigo também. Não vai mudar [ __ ] nenhuma, né, mano? Valter, eu não bato em ninguém. Sou maior otário. Minha língua é presa. Todo todo mundo bate em Mim aí. Mas, [
__ ] >> vou te fazer uma pergunta. Ninguém vai bater em tu não, meu irmão. >> Vou te fazer uma pergunta. >> Hã, você, o que você acha da liberação para andar armado para pronto emprego de todos os caques? >> Pô, irmão, aí a gente vai brigar. Aí nós vamos brigar. Ó, tira a minha procuração do Paganot. Não vou mais advogar para Ele não. >> [ __ ] meu irmão. O que que eu acho, irmão? Eu acho que na minha opinião, e eu não tô preocupado como é que vai organizar isso, como é que vai
ser, como é que vai ser o [ __ ] O estado não consegue proteger a população. >> Não precisa falar mais nada. >> Se ele não consegue proteger a população, ele tem que dar o direito do cara se proteger. Eu não posso ficar que nem um porco na rua gritando, chorando, Pedindo: "Por favor, estado, vem me proteger." Então assim, meu irmão, por princípio, na minha opinião, todo mundo armado nessa [ __ ] Agora, ah, mais, mais isso, mais aquilo, mais complicação e não sei quê. Então, estrutura tudo, porque de repente no num estado que tem
um homicídio por ano, a população tá cagando para andar armado, porque a arma é ônus. A arma é dor de cabeça, a arma incomoda. Se tu usar a arma, você vai ter que, [ __ ] Eh, responder. Se tu, se tu, o cara vem te assaltar, tu mata o cara, tu vai ter que tu vai ter que ir lá, pô, responder um procedimento. Então, tipo assim, se o cara quiser, [ __ ] por faculdade, cara, eu não quero andar armado, eu tô falando o cara civil mesmo, irmão. E o CAC, você falou o CAC, eu
tô indo além, tô falando civil. Porque >> você acha que qualquer civil deveria poder andar armado? Pô, irmão, eu acho que isso é princípio. Todo mundo que Quer, todo mundo que quer andar armado, irmão, deveria andar armado. Sabe por quê? Porque é a proteção da própria vida. Agora, se o maluco usar a arma dele errado, der tiro pro alto, tirar a onda com a gatinha, brigar com os outros, o estado tem que ser forte. Lembra daquele estado forte que que eu quero? O estado tem que ser forte parauto, para arrombar o cara, irmão. >> Então,
mas o estado não é. E você já quer liberar antes dele ser? Não, não, Irmão. Ou paga no outro, paga no outro. [ __ ] agora eu agora a briga vai ser comigo, mano. Valter me tira daqui. Eu não quero brigar não. Eu tô dizendo, eu já respondi, irmão. Para mim, por princípio, se o estado é fraco, ele não pode tirar o direito do cara de se defender. E eu tô falando do cara que tem, deveria ter a vida dele defendida. Beleza? É isso. Agora, o mais isso por isso, aquilo. >> Não, não, não. Calma,
calma. O cara tem Que poder andar armado. E não é só o CAC, não. É quem quiser. >> Não, não. Calma. Você falou duas coisas diferentes. >> Belza. Ó, o CA é colecionador, eh, atirador e caçador. Beleza. >> Você você falou duas coisas diferentes. >> Eu posso não ser colecionador, atirador e caçador. Eu sou só o seu João. Eu eu posso andar armado. Eu deveria poder andar armado. >> Então, mas você estão falando duas coisas diferentes. >> Tá bom. Bate em mim agora. Então, vai. A primeira coisa que você, >> eu não vou brigar contigo,
tu pode me bater, mas o que eu acho é isso. É a a o debate, eu acho ele ótimo, desde que um respeite a ideia do outro, que é o que que é o que não tá acontecendo comigo. O que eu vou dizer para você é o seguinte, você colocou a seguinte premissa. Eu acho que qualquer ser vivo poderia andar Armado. Não, não importa se se ele é cque, polícia, paisano, não importa. Qualquer um poderia andar armado. >> Uhum. >> Desde que o estado punisse ele com rigor se ele usasse errado a arma. O que
eu disse é mais ou menos isso, né? Não, mais ou menos. Você concorda com essa frase? >> Não, eu concordo. Eu quero dizer o seguinte, ô Paganoto, qual é a realidade? Qual é a realidade? Eu eu Falei isso, mas eu vou completar. Então, calma aí, ó. >> Tá? >> Num país em que você é condenado num homicídio, você puxa 6 anos de cadeia no fechado, você acha mesmo que todo mundo tem que andar armado? todo mundo. Porque se você virar para mim e falar assim, ó, nós vamos mudar a lei e quem usar essa arma
de forma errada vai mofar na cadeia, eu concordo com você. >> É isso. >> Então, mas hoje, hoje o Brasil de hoje, >> o Brasil de hoje você mata uma pessoa, você fica seis anos na cadeia. >> Então, irmão, >> no país de hoje você quer que todo mundo ande armado sem mudar a lei, >> irmão. Vamos lá. >> Aí não, >> não, mas aí não é isso, tá bom? É esse esse erro, esse erro que a gente tem que corrigir, cara. Porque se a gente Comunica dessa forma, realmente a gente vai tomar porrada. Beleza?
>> Não, mas é a forma do que é hoje. >> Não, não. Mas aí o que, vamos lá, a gente tá buscando uma sociedade mais justa, uma sociedade mais equilibrada, onde as pessoas, [ __ ] que decidiram fazer o bem, elas não podem ser arrombada pelo crime e pelo Estado. Concordamos? Concordamos. É o que eu busco aqui diariamente. Então, se nós estamos buscando uma sociedade justa, eu Quero que o cara que, [ __ ] veio da quebrada que não teve oportunidade, tem oportunidade. Eu quero que se ele tiver um barraquinho dele lá, irmão, igual eu
cresci com meu barraquinho lá, meu coroa, [ __ ] não tinha nada dentro de casa, mas, [ __ ] esse aquele cara tava trabalhando todos os dias, mano, mês após mês, ano após ano, para melhorar a casa dele. Eu quero que esse cara tenha a possibilidade de em 30 anos olhar para trás e falar assim: "Porra, valeu a Pena, consegui. Meu barraquinho tá melhor, eu quero que o esse cara não vai ser assaltado. Eu quero que esse cara não vai ser expulso pelo comando vermelho igual foi no Ceará. Beleza? E eu quero, irmão, que esse
cara ninguém entre na casa dele, humide ele na frente da mulher dele, das crianças dele. Eu não quero que ninguém entre na casa dele e meta arma na cara dele. Se esse cara, irmão, com essa vida honesto, o estado Não consegue proteger ele, eu quero botar uma arma na mão dele. >> Então, mas aí, aí, >> calma, calma, irmão. Eu vou chegar lá. >> Calma, calma. Não, mas eu deixa eu te falar um negócio. >> É porque eu fiz uma vírgula, não foi um ponto, tá? Vamos, vamos falar mais, >> vou te dizer o que
eu defendo para você não precisar me dar a uma aula de algo que eu não foi o que eu te perguntei. Não, >> tudo bem, mas por favor. >> Posse de arma, posse, posse é casa e trabalho. >> Não, por favor. >> Essa eu concordo. Todo mundo tem que ter. >> Por favor, irmão. Aí, vamos lá. Essa, essa é a sociedade que eu quero. Beleza? Agora vamos pros desvios que essa sociedade enfrenta e que eu preciso corrigir. E eu tô contigo. E aí, meu Irmão, eu vou te chamar para tu comunicar isso da forma como
eu vou falar agora. Vamos mexer no crime de homicídio, >> beleza? >> Vamos mexer na maioridade penal, >> beleza? >> Na primeira etapa. Sim. Na segunda etapa, eu vou, depois que eu mexi nessa parte, eu vou botar a arma na mão de todo mundo. >> Não, eu concordo. >> Beleza. >> Aí tá bom. >> Mas é sim, irmão. Sabe por quê? Porque aí tu não vai ser mal interpretado como tal coisa, porque você tá sendo responsável e aí você pode ser responsável que eu também sou. E é óbvio, mano, que eu não quero. Aí, meu
irmão, arma na mão de todo mundo. Bang, bang, [ __ ] E o [ __ ] Você sabe quem faz isso, irmão? A política brasileira faz isso de uma forma extremamente Covarde. Eles falam o quê? Menos polícia, menos arma, mais livros. >> Não, aí é para desarmar a população. >> Não, tô te dando uma ideia. Preste atenção. Preste atenção no que eles fazem com a gente. Aí, >> aí o cara compra a ideia, >> meu irmão, o livro nunca chega, as as pessoas nunca vão evoluir, o problema social nunca vai evoluir e nunca vai chegar
arma também, irmão. Então assim, beleza. Todo, todo o trabalho de gestão, Todo plano estratégico tem etapas. Na primeira etapa, irmão, nós vamos construir presídio para [ __ ] Pá, meu irmão, 2 milhões. Cadê o Quem é um candidato a presidente nessa [ __ ] Vai falar Bolsonaro. Flávio Bolsonaro. Eh, caiado. Lula eu não vou contar porque eu sei que o Lula não quer isso. Prometa 2 milhões de vagas de presídio no Brasil em 4 anos, meu irmão. É meu projeto. 2 milhões de vagas. Hoje o Brasil tem 500. 2 milhões. Primeira etapa. Construir o Presídio
para [ __ ] Presídio para [ __ ] Presídio para [ __ ] Vai no processo legislativo para você poder ter onde botar os presos, porque não adianta nada tu tu aumentar a pena se tu não tem presídio. Concorda? [ __ ] caminhou para isso, irmão. Você vai transformando essa sociedade, você vai comunicando, você vai falando: "Ó, essa [ __ ] mudou, hein? Quando essa sociedade tiver do jeito que você tá falando, eu volto com você". Então, mas é isso, irmão. Agora você não quer perguntar qual a minha opinião? Tá bom, beleza. Então nós já
concord a mão de novo aqui. Eu vou com você, >> irmão. Se tem um cara que eu não quero, que eu não quero tretar é você, cara. >> Mas eu eu concordo. O problema é que você dá uma volta para chegaronde eu não posso não estar sabendo >> mano V. Conta para ele, mano. Vot, eu falo Glau é lento, mano. Você você fala melhor que eu. Por isso é fala Glauber. Eu não sou fala para gano. É pr é para tu não ser mal interpretado aí, irmão. Mas agora o que que eu quero? Eu quero
ir todo mundo armado, irmão. Eu quero todo mundo armado numa num país que pune quem usa arma errado. Aí eu concordo com você. Eu eu dou arma até pro pro garoto de 16 anos se ele puder ir pra cadeia. Eu eu sou a favor do que você tá falando. Eu só eu só disse o seguinte, então você quer ouvir qual foi minha Opinião que eu tô apanhando? >> [ __ ] e quem tiver te batendo, eu vou bater também, irmão. Ninguém vai bater. Ninguém vai bater no meu cabeça branca não, irmão. [ __ ] Você
é o seguinte, ó. O que que me incomodou um pouco e a minha a minha e cara, eu tenho um monte de amigo c, um monte de amigo dono de de clube de tiro. O que eu disse é o seguinte, algumas coisas que me incomodam nessa relação. Primeiro é o seguinte, levando em consideração o país Que a gente tem hoje e o ordenamento jurídico que a gente tem hoje, que não pune como deveria. Então é assim, ó. Primeira coisa que eu acho, todo mundo, todo mundo, todo mundo tem que ter o direito de ter uma
arma em casa e no trabalho. Ouve bem, você não tá prestando atenção. >> Tô sim, cara. Tô sim. Depois você vai vai querer brigar comigo aí. Tá vendo? Ó, ó, ó. Ô, ô, Marcelino, >> Marcelino, vai ali dar uma massagem aí Que ele tá saado. Eu tô olhando aqui, irmão, [ __ ] O que que os caras estão falando no chat? E eu tô te ouvindo, irmão. Faço essa [ __ ] todo dia há 5 anos, fica tranquilo. >> Porque que acontece? Eh, eu tô vendo e eu vou vendo aqui, cara, aonde as pessoas não
estão entendendo. >> Então, mas deixa eu primeiro explicar antes das pessoas terem a a conclusão. Primeiro, eu acho o seguinte, todo mundo que não for bandido, tá? Porque se você For ladrão, nem na casa, nem em lugar nenhum, você não deve chegar perto de arma. Todo mundo de bem, imputável, menor não, tem que ter direito de ter uma arma em casa ou no trabalho para defender a família e o negócio. Beleza? Alguma dúvida sobre isso? Acho que não. Tá bom. Beleza. Andar com a arma na cinta. Andar com a arma na cinta que é o
porte. O posse, a posse eu acho que tem que todo mundo ter direito, desde que seja maior de idade e Não seja bandido. O porte, andar com ela armado para pronto emprego. Eu entendo que você tem que ter capacidade técnica e isso esses caras t muito. Eles atiram melhor que nós. O pessoal que é CAC, >> sem dúvida. >> Capacidade psicológica. Porque se você fosse perguntado, qual que é a característica principal que você acha que um cara que vai portar uma arma tem Que ter? Psicológica, não técnica. >> Mas só o fato do cara ter
arma, ele já passou pelo teste psicológico, né? Porque é pré-requisito para ele ter. >> Qual é a característica que você, se fosse psicóloga para para autorizar ele a ter a arma, qual é o que principal que você quer buscar? >> Ah, eu não posso falar porque eu não sou psicóloga, né? Mas o qual você defenderia o quê com o seu não Conhecimento de psicologia? >> Não, olha só, o cara que tem uma arma, ele tem que ter um bom equilíbrio emocional. >> Pronto. Equilíbrio. >> Tudo bem. >> Mas isso aí não dá para saber, meu
irmão. >> Não, não. Mas nós, uma conversa de leigo no assunto. Eu gostaria que quem tem uma arma na cinta tem equilíbrio. >> Bom, e tá cheio de policial com arma na Cinta sem equilíbrio. Concordamos? >> Isso? Concordamos. >> Tá >> claro que concordamos, >> tá? >> Se você, se, se eu falar aqui que os 84.000 homens da Polícia Militar são equilibrado. Eu eu sou um idiota que não deveria nem estar sentado aqui. Tanto que vira e mexe nós estamos suspendendo porte e caçando quando o cara apresenta desequilíbrio, >> tá? >> Então é assim, ó.
O cara tem que ter capacidade técnica. Não tenho dúvida que esses caras tm. Esses cara tiram 10 vezes mais do que qualquer policial. Capacidade psicológica. Eu espero que todos tenham, porque o cara que vai num podcast, fica chamando um coronel com 35 anos de serviço, de vagabundo, filho da [ __ ] porque discorda da ideia, ele já não deveria ter arma, porque ele não tem equilíbrio emocional, ele não sabe Respeitar a ideia diferente. Mas vamos dizer que ele passou lá, a psicóloga falou que ele tinha. Aí o que que você precisa comprovar? Idoneidade. Porque eu
não posso deixar um bandido ser caque. Concorda? Ou você acha que o cara que roubou banco pode ser CAC? >> Não, claro que não, pô. Ah, >> lógico. A gente tá a gente tá nivelando a sociedade pelas pessoas que decidiram. >> Então, eu tenho que ser >> cumprir a lei ser do bem. Eu tenho que Ser capacidade técnica, capacidade psicológica, idoneidade e justificar o porque eu quero andar armado. Essa aqui ela é discutível porque essa questão objetiva vem um presidente igual o atual e ele bloqueia todo mundo, >> ele deturpa. >> Pois é. Então esse
essa questão aqui tá complicada, mas se a gente não tivesse governos eh com questão ideológica, essa questão também deveria ser observada. Você quer arma para quê? Qual a situação? Mas vamos tirar. Vamos >> pelo simples fato que o estado não tá o tempo todo. Vamos concordar que não precisa essa questão subjetiva. Só você só comprova que você é pessoa de bem, sabe atirar e é equilibrado. Beleza? >> Tá bom. >> Eu concordo com você. Só que aí eu tô trabalhando na rua, que aí só polícia de rua sabe o que eu tô falando, tá? E
você Vê duas duas realidades. De vez em quando você aborda um CAC e o cara tem antecedente por roubo. >> Posso colocar um item importante aí na tua lista para tu levar esse contigo pra casa? >> Hã? >> O cara deveria ter hipótese alguma. >> Você vai apanhar na internet, hein? >> Não, não, não vou não. Aí eu tô tô tô tô preparado. Olha só, o cara deveria Acrescentar nisso aí. Eu acrescento para todos os policiais também. Beleza? Não só o o civil, qualquer um que porta arma. Tô nem aí que é policial, que é
deputado, que é juiz. Caguei. Qualquer um que porta arma, >> ele deveria ter uma frequência obrigatória de um toxológico. Drogado não pode usar arma. >> Alcólatra também não pode usar arma. Então é o seguinte, irmão. O camarada que bebe álcool e aqui eu não sou eu não Sou a virgem do [ __ ] eu não sou o puritano, eu já errei, [ __ ] E por ter errado, eu me envergonho dos meus erros e eu tô aqui para colocar as coisas da forma como deveria ser. >> Porque se eu não fosse um cara que buscasse
evolução, eu teria orgulho dos meus erros e passava a vida toda defendendo meus erros. Então, vamos lá. Não, não tem como. O cara encher os cornos, tá doidão com a arma na cinta. >> Beleza. Isso serve para todo mundo. Então assim, o cara tem esses três itens. >> Não, você botou mais um. Quatro. >> Quatro. Não, os três itens que você colocou >> e mais o teu. E o cara tá, o cara, o cara é, meu irmão, mete, mete o o o bafômetro lá. O cara tá com álcool, >> perde a perde o porte. >>
Não perde não. >> Caça. >> Tá [ __ ] irmão. 10 anos de cana. >> Porque só perder é pouco, irmão. É. É. E 10. Eu falei da minha cabeça. Pod, pode ser 30. Eu não tô nem aí, irmão. Irmão, tu quer correr o risco de tomar 30 anos de cadeia? Beleza, bonito. Bota a arma na cinta e enche os cornos no pagode para tirar a onda. Aí isso serve para todo mundo, porque os polícias vão pra noitada. Eu já fui, irmão. >> Tá. Tá. Mas você voltou para aquela questão de um Brasil que ainda
não existe. Vamos voltar pro Brasil que Existe. O Brasil que existe. Nós vamos >> coloca mais um item. Nós vamos fazer, vamos fazer quatro itens pro Brasil que as leis estão aí que não, não tem mudança. Bebida toxicológico, capacidade, bebida, toxicológico, capacidade técnica, capacidade eh psicológica e ser imputável idôneo. Cara, a gente tem algumas ocorrências que o cara é c o cara tem antecedente. E outra coisa, tem algumas ocorrências Que o cara é cque e o cara tem um arsenal na casa dele. E aí eu falei num podcast o seguinte, >> hum, >> que considerando
o Brasil de hoje, não o que você quer, >> o Brasil que existe, >> lembra? Lembra da Rede Globo, não tinha um vídeo lá, o Brasil qualquer, >> hein? O Brasil que existe, o que eu falei e tô apanhando igual o cão, >> que essa concessão do porte precisa ter Bastante critério para não acontecer isso de um cara ser caque com antecedente criminal e ter uma análise muito rígida para um cara poder ter um arsenal dentro de casa. Porque se tiver um roubo na casa dele e 30 fuzis cair na mão do crime, qual é
o prejuízo pra sociedade? Grande. Então eu falei essas duas coisas, eu virei o desarmamentista maldito. Tá bom. A partir de hoje eu vou ser o seu assessor de comunicação. Beleza? Se tu me der essa essa moral, nós vamos conversar, né? Eu não faço isso com ninguém não, tá, cara? Mas eu acho que o Paganoto, com a história dele, com a bagagem que ele tem e a frequência que você tem participado de podcast, tu não pode, né, não pode ter essa injustiça contigo, irmão. >> Você quer, você quer que eu defenda o Brasil que eu quero?
>> Não, eu é, a gente vai conversar, Conversar ao vivo vai ser [ __ ] né, irmão? Porque vai tá tudo registrado aí, né? Não, não, não. Papo reto, irmão. Ô, irmão, que que eu fui tiro da Polícia Municipal? Projeta, projeta o que você sabe que a população precisa, irmão. A população precisa de mais homem ostensivo, fardado, treinado, capacitado, com segurança jurídica, o cara que tem uma carreira boa, um cara que vai ter orgulho de vestir aquela farda de Polícia municipal. Eu sei que para ter tudo isso tem um caminho, beleza? Que são outras etapas,
mas a população precisa desse disso. Então é isso que a gente tem que comunicar, se é isso que a gente acredita. Agora pode ser que pessoas por convicção não querem guarda, não querem polícia municipal, gente, >> que não é teu caso. Beleza? Se não é teu caso, meu irmão, comunica até aqui. Ponto. Em relação à arma, se você acredita nesses quatro pontos aí e esse Cara pode, [ __ ] ter o porte de arma, [ __ ] para nesse ponto também, irmão. E vamos perseguir os desvios, as coisas que estão erradas, compreende? Porque aí, irmão,
você não vai tomar porrada injusta, porque eu sei que tu é um [ __ ] de um cara maneiro, um cara bom, um cara experiente, um cara bem intencionado. E aí quanto mais você tentar explicar colocando isso, as pessoas não vão entender e você vai dar mais elemento para Por que que assim, cara, [ __ ] o Global tá aqui, cara, comunicando um monte de coisa. Eu vou, cara, eu vou onde tiver que ir, irmão. Eu já tive aqui discussão, cara, com um cara [ __ ] que eu respeito para [ __ ] que é
o Rodrigo Pimentel. Mas, [ __ ] eu eu também não me furto do do debate, [ __ ] que vai agregar. E, cara, eu vou, [ __ ] eu vou. Mas assim, >> mas as coisas que eu falei, você acha que eu tô errado? >> Eu acho que você tá certo, irmão. Mas só Que você não tem que, porque senão porque você coloca o mais, entendeu, irmão? Eu sou a favor. Se isso, se isso, se isso, se isso, se isso. Aí o cara vai interpretar. que eu não sou a favor. >> Que tu não é
a favor, irmão. >> [ __ ] mas aí é um problema de interpretação do [ __ ] né? >> Então, mas aí você tem que est ciente, entende, irmão? Então, tipo assim, que nem que que eu falei para você, [ __ ] eu falei para você negócio da polícia, Aí eu falei assim, mas isso, isso, isso. Quando tu coloca o mais, irmão, e quando tu coloca o isso, isso, si, si si, si si, si, tu vai dar problema, [ __ ] Vai ficar tendo essas paradas, porque o cara vai pegar a parte que você tá
explicando aí, vai falar: "Porra, lá o coronel lá explicando uma porrada de coisa. Você quer para dizer que ele não quer, mano Valter? Tu me entendeu, mano? Valter? >> Entendi. Eu acho que ficou claro para alguma rapaziada do chat que tava Criticando, inclusive tem alguns super chats falando: "Pô, a desarmei, desarmamentista e eu não tava ciente até você chegar nesse nesse ponto aí". Então, é, a gente não sabia. Sabia que acontece mais nova. Mas que que acontece, irmão? Olha só, o Paganoto, ele não tá pregando desarmamentismo. Ele tá dizendo sim, cara, eu quero que o
cara tenha arma. >> Mas com a experiência dele, a cabeça branca dele, ele tá colocando, >> umas coisas que precisam ter controlar. >> Sim, irmão. Mas essas coisas na hora que, [ __ ] tiver lá, [ __ ] votando a lei, tiver estruturando, não é agora, pô. Outra, quer ver outra? >> Rapidão, só para concluir. Por que que não é agora, irmão? Porque vão pegar você além dessa injustiça contigo. Esse é o argumento que dos desarmamentistas, compreende? [ __ ] no Brasil tem gente com antecedente criminal que é caque. Tu viu o Flávio Dino, pô,
quando ele é Ministro da justiça, [ __ ] ele querendo dizer que as guerras de facção tinha influência porque o outro presidente liberou um monte de arma e tinha muito CAC. Pô, quando você vai ver o número de arma de K que tá na mão do crime é 0, por isso o ambiente do C é normalmente é família. >> Então assim, irmão, nós não podemos cair nessa armadilha, entendeu? Porque vão te colocar nessa armadilha, irmão. Pegou a Ideia? >> Peguei a ideia. >> Aperta a mão aqui. >> Deixa eu te contar uma outra, >> [
__ ] Então, >> deixa eu te contar uma outra. >> [ __ ] não conta aqui não, irmão. Conta depois, [risadas] ó. Ó. Eu, mano, volta, eu converso com o convidado depois do podcast. Eu converso com convidado em bastidor. Não, mas hoje eu tô deixando aqui publicamente que terá meia hora, Entendeu, de consultoria com o Glauber, tá bom? Vai ser escutar uma outra. Escutar uma outra para você entender. Olha que engraçado, cara. Eu nunca fui ativista, nunca fui ativista de coisa animal, nunca. >> Tá. >> O que que eu, qual é a minha relação com
animal? Meu cachorro. sempre tive cachorro em casa e ainda acho que se eu falar isso pro Rasmus, ele vai querer me matar, Porque eu trato o meu cachorro como se fosse filhinho. Eu vou estar com Rasmus no final de semana e eu vou falar então sobre esse caso com ele. >> Pode falar, pode falar. Eu trato meu cachorro como se fosse filhinho. Sempre tratei. Tipo, manja aqueles cachorros que fica em casa e é é como se fosse filho. >> Coitado o cachorro. Eu eu eu tô no time do Rajú. >> Isso. Isso. Então >> vamos
brigar de novo, cara. Que merda. >> Não, não precisa brigar. Eu sei que eu tô errado. Esse eu não vou defender que tem que tratar como filho. >> Por velho babão. Velho babão, mano. Gosto de cachorro. Mas meu pet rota, velho. >> É um American bullying com cara do mal, mano. >> Tá, mas você fica feminando o bicho, pô. [ __ ] >> não fica feminando. A minha cachorra é Mais bichin >> mano. É mul. >> Mas se for, pô, um cachorro macho, né? Tratando como ela já botou uma meia para correr já. >> Vem
com o papai, vem. Vem com o papaizinho. Você é louco. Não, não é assim. Aí o cachorro lambia na cara dele. El, ô papaizinho, tu não faz essa [ __ ] não, né, velho? >> Você é louco, velho. Que é rota, [ __ ] E >> minha cachorra já botou uns caras pr correr, mano. >> Deixa eu falar uma coisa para você. >> Vai, vai. >> Eu nunca nunca fui ativista de nada dessa [ __ ] >> tá? >> Só que aí uma mulher lá de São Paulo que tem uma associação de 20 anos de
puro ativismo que chama SOS Caramelo, me ligou e falou assim: "Coronel, eu quero fazer um convite pro senhor. O senhor Pode vir na minha festa?" >> Tá. Eu fui, cara, não tinha intenção de nada, só fui lá conhecer a mulher, >> tá? >> Cheguei lá, a mulher virou para mim e falou assim: "Olha, coronel, o seguinte, eu quero trazer o senhor para dentro da minha associação, porque eu tô cansado de trazer gente aqui que vem, procura, se elege e vira as costas. O senhor aceita me ajudar?" Eu falei: "Ó, vou, Vou ver o que eu
consigo. Eu não tenho histórico nisso, >> tá? Tirei foto, conversei com os amigos, uns amigos de rede de supermercado me arrumaram ração, levei para ela e ela me enfiou já pra gente começar a fazer um trabalho para eu tentar ajudá-la na associação. Mano, maldita a hora que eu que eu fui aceitar esse convite. >> Hum. Tem uns cara, você já tá procurando Cachorro porque você é um [ __ ] de um espertalhão, você cara. Nossa, mano, que bagulho doent velho. Aí eu volto e lembro da minha mulher no sofá falando para mim assim, ó: "Não
vai para esse negócio de querer ficar aparecendo coisa política. Vive sua vida quieta, não arruma dor de cabeça. E eu, pô, mas se a gente não se dispõe a tentar fazer alguma coisa na área política, não muda nada nesse país. Ela não, cara, você vai ver, você vai atrair um monte de gente Com ódio, com um monte de gente maldosa. >> É, pois é, irmão. >> Cara, mas como tá difícil, cara. Tá difícil, mano. Como é difícil. >> E qual bater em você por quê? Por causa que você fe >> falando que eu tô tentando
eh, como é que fala? como querer me vender como se eu fosse ativista de uma causa que eu não sou. Eu nunca falei isso, nunca falei >> olha só, olha só, se a mulher tem um Monte de cachorrinho lá que precisa de ração, tá maneiro. Até eu quero ajudar, se eu puder ajudar. >> Não, mas eu sou da linha do três oitão, irmão. >> Mas manda a palavra. >> Eu sou da linha do três oitão. >> Não vou vir buscar aqui não, >> hein? Já ouviu o três oitão falando? Não, >> irmão. Enquanto tiver criança
com fome, a gente ficar ajudando, [ __ ] cachorro, Ajudando cãozinho, hospital veterinário, eu eu respeito os cãozinhos. Mas assim, irmão, eu vou trabalhar com prioridade. >> Então, só que eu vou ser obrigado a te falar, >> eu tenho um pessoal que também tá ajudando com cesta básica em área de criança carente. >> Não, eu sei. >> É que essa essa eu não apare, >> mas é que o estado, mano, o estado vai seguindo as linhas aí que vem, [ __ ] A Gente, mano, volta tinha um monte de cachorro na rua, não tinha? Vila.
Até hoje. >> Como é que os cachorros sobreviviam? A gente dava comida para eles ali, irmão. Comendo fofurão lá, né, mano? O fandangos. Cachorrinho vinha, dava um pouquinho para ele. [ __ ] se hoje, irmão, >> pelo amor de Deus, isso vai inflamar o estômago do cachorro, vai ficar ácido. Não [ __ ] irmão. >> [ __ ] eu eu posso comer aquela merda. O cachorro não pode. Eu sei que tem alimento ch cachorro. Tá bom. >> Cachorra chupava forte. >> Ó, eu vou tomar porrada agora porque você tá trazendo esses assuntos. Vai sobrar para
mim, né, mano? Volta. Mas olha só, irmão. Ô, >> ô ô ô ô, Paganoto, nós estamos numa numa era, irmão, numa numa, eu quis dizer numa era, né? Saiu ela, né? Nós estamos Numa era que as pessoas, irmão, querem brigar, querem brigar e querem ficar falando do outro e e essas militância, mano. Aí que acontece, tu pega alguns algumas cidades e o prefeito bota uma grana do [ __ ] no hospital veterinário pro dinheiro público. Aí o cara vem e faz não sei que de de cachorro de rua e não sei que lá. [ __
] mano. Um monte de gente vivendo com no esgoto, irmão. Não tem saneamento básico. Ser humano, pô. Um monte de Criancinha, irmão, sem as parada, [ __ ] é questão de prioridade, compreende? Então assim, só o cara muito mal intencionado, militante, que noia, que quer só crescer em cima disso porque beneficia ele, vai querer, [ __ ] comprar uma guerra dessa, né, com o cara que tá falando básico. [ __ ] meu irmão. E vamos por etapa. Lembra as etapas? Vamos resolver isso para depois resolver isso para depois resolver aquilo. Depois que eu resolvi [
__ ] o Esgoto, o rato na casa da criancinha, a criancinha tá na escola na moral, a criancinha tem uma perspectiva de vida, a criancinha, [ __ ] aquela família tá bem servida, [ __ ] Ih, tem um cãozinho também na rua. E cãozinho, chegou tua vez. Eu vou cuidar do cãozinho, [ __ ] Agora não. Fica no papinho. Por quê? Porque dá voto. Quem não gosta de um cãozinho, irmão? Todo mundo gosta do pet, todo mundo gosta disso, ó. [ __ ] o deputado mais votado, um dos mais Votados de São Paulo é o
Bruno Lima, delegado Bruno Lima. Não sei, esse ano, provavelmente eu não sei se ele vai ter o mesmo número de voto, mas eu acho que ele teve papo de 500.000 votos, mano. Por quê? O cara é polícia, mas ele, [ __ ] é fofinho, né? Ele tem uma causa dos pets. Nem conheço ele pessoalmente. O Bruno Lima, não tô falando mal de você, nada contra, mas eu tô levantando um ponto que basicamente é isso, [ __ ] Todo lugar, irmão, toda prefeitura, todo O estado tem alguém que é extremamente votado porque defende a causa do
cãozinho, a causa do pet. Todo mundo tem um pet, mano. Então, o cara vota nesse sentido, viu? E a o SOS Caramelo lá, Ioni não tem R$ 1 dinheiro público, viu? A articulação dela é para o privado ajudar a associação. Inclusive a ajuda que nós demos lá é o pessoal privado. É isso, mano. Então assim, é cara, ô ô, ô, Marcelino, [ __ ] vocês estão arrumando treta para [ __ ] hein? Tem Que aconar esse cara [risadas] direito, cara. Caso que é grosso, >> [ __ ] Até o cãozinho agora, mano. Essa do cãozinho
eu vou me [ __ ] porque eu Mas eu não tô nem aí, irmão. >> Vamos dividir o bo. Não, >> não, não, não. Não tô nem aí, irmão. Mano, >> vamos dividir o bo. Não, >> tô nem aí, irmão. Tô nem aí. Minha parada é o seguinte, irmão. Vamos olhar, vamos olhar pro ser humano, vamos cuidar Do ser humano. Uma coisa não exclui outra, mas >> tem estado, tem prefeitura usando dinheiro, indo numa direção sem se preocupar com as crianças, com com saneamento básico e tal. Vamos evoluir. Eu quero a cidade maravilhosa, irmão. Maravilhosa.
Parece tá, tá no Rio. [risadas] >> Eu quero, eu quero, meu irmão. Eu quero um lugar bom, um lugar digno, né? Então vamos por etapa, pô. Mas e aí, cara? Acabou as treta, podemos continuar o podcast, >> mano. Mano, deixa eu falar uma coisa para você, >> [ __ ] [ __ ] irmão. >> Deixa eu falar uma coisa para você. O ser humano >> tua mulher tá certa, irmão. Tua mulher tá certa. Escuta, >> devia, eu devia ter ouvido ela. >> Escuta, tua mulher, irmão. >> Agora já me ferrei. Eu já sei. Mulher tá
Certa, mano. Valta, esse camarada veio aqui, tu viu como comecei o podcast, irmão? [ __ ] o cara, [ __ ] papo sempre bom, [ __ ] Foi, foi se meter nessa parada anunciar pré-campanha. Tá anunciado pré-campanha? partido. >> Tá bom. Então, pior ainda, pô. Tá só fazendo merda, cara. Manda essa mulher mandar nele e botar esse cara em casa, rapaz. Amarra esse cara em casa, hein. [risadas] >> [ __ ] começa a vir treta, começa a vir Inimigo, começa a vir um monte de coisa. Assim que, desculpa, coronel, assim que começou o podcast aqui,
um camarada chamado André Batista, provavelmente já tava sabendo de alguma coisa, alguma fala sua, já tinha repercutido e ele falou: "Desarmamentista, não, não importa quanto eu tenho de armas". É, a preocupação tem que ser quantas armas tem na mão dos criminosos. Aí depois mandou outro super chat falando: "Quem gosta de controle é ditador. O motivo do Porte? A vida é uma só. O número de assalto, homicídio, estupro, etc., são altíssimos no Brasil. Sobre essa questão aí, só fazendo um complemento aqui que você falou, né, que tem CAC, que tem histórico, né, eh, duvidoso. Pô, cara,
o camarada que responde e que faz que tem isso aqui, cara. Tem que ter critério, sim. nessa parte eu tô contigo. E um um grande ponto, ô Paganoto, Glauber, acho que foi bem nesse ponto aí, é que dependendo da forma que fala, a galera Não interpreta muito bem e aí você sabe que a fica difícil. >> Bom, eu quando eu aceitei a a [ __ ] do convite, eu sabia que isso podia acontecer e é que tem uns dias que você fica meio meio meio cabisbaixo, né? E depois você se ergue de novo. Isso aí,
isso aí isso aí irrita um pouco mais, mais passa. Irmão, agora uma coisa, uma coisa eu falo, eu falo, é a ideia nossa realmente é essa, cara, é que prevaleça uma boa condição de vida para quem é Cidadão de bem. >> Isso, irmão. Acho que e cidadão de bem é quem, né? Quem é cidadão de bem? >> É porque usar esse termo aí, né, mano? Porque assim, cidadão de bem, eu eu acho que ele não é muito muito adequado. Sim, porque assim, irmão, ah, o cara que não tem antecedente criminal, não seriamente ele é cidadão
de bem, né, cara? >> Sim. >> [ __ ] Então, eu acho que o brasileiro, irmão, que decidiu, o cara, o brasileiro Que decidiu, [ __ ] andar na linha, respeitar as pessoas, né? Porque tem gente que não é criminoso, não tá preso, não tá respondendo, entendeu? É filha da [ __ ] Só que se o Brasil for do jeito que a gente gostaria, a hora que ele errar ele vai se ferrar. >> Isso, irmão. Isso. E ó, irmão, vou te dar outro conselho, irmão. [ __ ] quem sou eu para ficar dando conselho para
um cog de cabeça branca igual esse aí, né? 35 anos, pô. Rotazão, né? Brabo, mano. Que acontece, irmão? Como é que eu sigo aqui no meu podcast? 5 anos o canal vai fazer agora. É tanta mensagem boa, irmão. É tanta gente que gosta de tu. >> Ah, isso é. É tanta gente que gosta de você, irmão. Tu é um cara sensacional, irmão. Primeiro dia que tu veio aqui, eu falei: "Cara, tu é muito bom nisso, irmão. Quer trabalhar com a gente ali no news?" Não foi? Não foi, foi >> no mesmo dia. >> Tu é
um excelente comunicador, tu é um cara experiente, pô, tu é um cara família, pô, você é um cara, pô, tu é um exemplo, irmão. Então, [ __ ] eu quero continuar te vendo assim, por favor, não me decepcione. Negócio, tem [risadas] que deixar, tem que deixar isso, né? Não, [ __ ] >> tu deixa, é, [ __ ] tu, eu te vejo dessa forma. E aí, irmão? Um monte de gente falando bem de você, um monte de gente que te Adora. Aí a gente paga a nossa comunicação, paga nosso tempo, você paga o seu tempo,
seja onde você tá indo aqui ou na internet para ficar explicando pros caras que estão falando mal de tu. Eu falei negócio do pet aqui, eu já fui mal interpretado. Teve gente aqui, ó, que é membro do canal falando assim: "Pô, o Glober vacilou". Aí o outro, "Vamos cancelar o Glauber". [ __ ] Gluber, estão discordando de mim, mas eu sei que eles gostam de mim. Talvez eles Só tão ali, [ __ ] ovoliçado porque eles acharam que eu fui mal em algo que é muito importante para ele. >> Falou mal do meu cachorro. O
dia que você for na minha casa, você vai se [risadas] ferrar, vai em cima de você. >> Então assim, cara, pô, às vezes às vezes isso vai passar, >> mas o dia que ele for na minha casa, nós vamos filmar a cara dele a hora que eu olhar baixinha, olhar para ele com aquela cara dela. >> Que bom, que bom que tu me avisou que eu vou chegar. Oh, o papai chegou. Papai chegou. Nós vamos filmar, mano. Nós vamos filmar. Ó, bonitinho do papai. Vou falar uma coisa >> aí. Ele vai vir todo bagunçando ravin.
>> Só vou falar uma coisa para você. É Láia. Ô mano, eu tenho eu tenho um compadre que é coronel que foi a vida inteira coigat. >> Coigat brabo também. >> Outro dia ele tocou a campanha da minha casa, ela deu uma rosnada e uma latida, ele travou, eu abri a porta, ela parou no sofá, ficou olhando para ele assim, ó, com o cara, cara rota quando vê o ladrão com a arma na mão. Aí eu falei: "Entra, Joer". Você é louco, mano. Não vou dar mais nenhum passo. Falei, pode entrar. Ela é boazinha, mano.
É só a cara. Ele, mano, pelo amor de Deus, segura essa cachorra. Falei: "Pode entrar, mano. Ela é boazinha". Ele não Entrou. Eu tive que prender ela. Ele entrou, aí ela deu uma rosnadinha, tal, foi lá, chegou perto dele, aí depois ele, pô, até que ela é de gente boa, né? Eu falei: "Tô falando para você, cara. >> Não, que bom que tu me avisou também, que eu não vou, né? Eu também não vou entrar, né? >> Você vai ver que que frufruzinho aquela Eu não vou entrar não, irmão. Mas olha só, o camarada falou
um ponto que de fato é importante. Uma política pública Não exclui outra. Eu sei. Imagina se a gente tiver uma epidemia aí, pô, um Não não sei nem se epidemia é o termo correto. Me perdoem aí a minha ignorância, mas eu quero. Imagina se tiver a cidade cheio de cachorro na rua, com raiva, com doença. Isso não é saudável. >> Você sabe uma coisa que é bacana do trampo dessa mulher aí? Ela resgata principalmente vítima de maus tratos. Você vai lá ver meu cachorro com a Cabeça toda arrebentada de paulada. >> Cachorro que tá [
__ ] que pariu, que dó velho. Que dó. >> Então é importante o trabalho dessa mulher. >> Maravilhoso. Precisa de ajuda. >> Temos que ajudar. Agora, cara, o que eu quero te dizer é o seguinte, né? >> Não, não liga para o revés internet. >> É, irmão, porque assim, eu não sou perfeito, tu não é, ninguém é. Então, na questão do pet, o cara vai discordar de Mim e tá tá OK, [ __ ] E de repente eu vou desligar aqui, vou refletir, vou falar: "Pô, realmente, cara, eu acho que o camarada da do chat
tá certo". >> Bom, eu já atrapalhei seu podcast contando três três coisas eh polêmicas. >> Vamos parar com a polêmica. >> Mas eu vou te ajudar, irmão. >> Se a gente continua amigo. >> Você quer me ajuda? >> Nossa, você me ajuda desde o primeiro dia que eu vim aqui, cara. >> Então, pô, eu vou te ajudar. Tu vai sair dessas polêmicas aí, irmão. Sai disso, irmão. Tu não viu agora com essa situação da BIN, do da Globo e etc. Tu viu tanta polêmica que tentaram me enfiar, me me colocar em polêmica? >> Não, mas
você é ninja que você quase não, você ficou na sua, >> aí depois você soltou uma que foi da hora que você falou: "Eu cumpri a minha parte, eu nunca expus nada, fiz meu papel". Então, irmão, >> você foi, você tem um, você tem um mestre aí que te >> Mas então, mas é, não é essa que é a verdade, irmão? Foi exatamente isso. Então, assim, você tem que vou falar de forma objetiva o que é e vou comunicar. [ __ ] os caras ficaram arrumando treta. É, Castro, Evandro Gued, mais quem, mano? Walter, o
Fala Guerreiro, esses cara. Eu nem gosto de parar, irmão. Isso, [ __ ] dá um peso. Eu eu tive com um camarada que ele falou assim: "Pô, Glório, eu tive uma conversa com com o fulano e eu tô só jogando limpo contigo porque eu te respeito para caramba, [ __ ] Te considero demais, só para você saber, né? Mas, pra falar o que o que eles me falaram de tu." Eu falei: "Não, irmão, se tu quisesse falar, eu não ia deixar tu me falar, porque, [ __ ] eu lamento que você gostando de mim ouviu
um monte de bobeira dessa, pô". E eu não preciso ficar me torturando com isso, pô. Vou te dar um outro exemplo, irmão. Cheguei na academia, o camarada falou assim para mim: "Porra, aí tão perguntando de você aqui na academia?" Eu falei: "É, por quê? Ele é, [ __ ] tu tu sumiu?" E aí, [ __ ] perguntaram, [ __ ] ela é mulher. Eu falei: "Irmão, para aí, quero nem saber também, irmão. Nem tu nem precisa me falar essa [ __ ] aí". Por quê? Porque, meu irmão, tem coisa que você não tem que saber,
irmão. Tá entendendo? [ __ ] se tem uma mulher que tá que [ __ ] que Tá te dando mole, tu não tem que saber. Se tem um um cara que tá falando um monte de merda de tu, tu vai saber para quê, irmão? Se tua vida tá reta ali, tu tá fazendo o teu, tu sabe que você tá com a verdade, tu tem tua mulher, tu tem isso, tem aquilo, tem tuas crianças, parceiro. E outra coisa, o cara que gosta de tu, ele vai ter uma lealdade, mas se ele também ficar trazendo as paradas
para tu, isso não te faz bem, aí você tem que, [ __ ] Também rever o cara que tá levando as bobeirinhas para tu, tá entendendo? Porque [ __ ] o mano Valter é meu camarada real. Tem que ver o cuidado que ele vem me contar as babosilas que os caras falam de mim na internet. >> Ele ele só me dá para eu ficar sabendo, mas ele não me dá detalhe. Ele fala assim: "Pô, irmão, se eu tenho condição financeira nem o vídeo, hein?" [risadas] Ele fala, ele fala: "Porra, é melhor tu Nem ver e
eu nem gosto de ver também porque vai ganhar o quê?" Não, o Marcelino faz muito isso. >> Agora no limite, irmão, no limite, no limite, na hora que se você ficar quieto, pode parecer que que o idiota tá falando a verdade pela tua omissão, aí tu também não pode, entendeu? Foi o que eu fiz, [ __ ] Na hora que era [ __ ] uma batalha que se eu ficasse quieto e eu iam plantar aquela narrativa maldosa Covarde. Aí eu tenho que falar: "Fora isso, irmão, eu tô aqui há 5 anos sem tretar com ninguém,
[ __ ] E é o caminho que você tem que ir, meu irmão. Senão tu tu faz, [ __ ] 10 podcast por semana, imagina a quantidade de treta, >> umas tretinhas você tem, né? [risadas] >> Não, mas é, mas é porque tem, mas tem comigo, mano. Você já me viu nessa postura? É igual eu tem comigo. Eu não tô querendo treitar com ninguém. >> É, é. Tudo bem, mano. Valter, manda o Super chat aí. Mas super chat que não é treta, tá bom? Que não é falando mal. Só pra gente dar uma respirada aqui,
[ __ ] E falando irmão. Desculpa, cara. Eu tenho que te decepcionar, mas a os super chats até você esclarecer esse ponto, irmão, se passaram quase 2 horas. Então foi 1 hora e meia, irmão. Vários super chats, rapaziada falando, meu irmão, desarmarmentista, não sei quê. Aí agradecer a Júlia, Júlia Salem se tornou membro do canal Paga noto 2026. O Vlador Falou o seguinte: "Coronel, você é sabor desarmamentista, nem consegue defender a população e ainda desarmá-la para que ela não possa se defenderla sozinha, reflita e melhore." Então assim, isso antes de você esclarecer, então agradecer aí.
Eh, também tivemos aqui o César Antônio. Aí ele foi criticando, né? Aí ele falando assim: "Pô, o cara passa 35 anos desarmando a população e aí eh depois ele fala que é armamentista. Então assim, >> que desarmando população, desarmava bandido. O [risadas] cara é doido, pô. Ele não, ele não sabe entender o português. >> Pois é, irmão. E aí, eh, foram os super chats que chegaram aqui. Agradecer a rapaziada. >> O, cadê? Cadê? >> Ó, deixa eu falar uma coisa, viu? Aproveitando aí, eu não tenho nenhuma ocorrência na minha vida. Pode puxar, pode investigar que
eu fiz alguma prisão De um CAC. Essa que eu narrei da questão do cara com antecedente foi uma equipe na Anchieta quando eu tava no comando, não fui eu que prendi, antecedente, >> entendeu? Então tá falando merda, velho. Eu nunca prendi CAC. >> Ô ô, ô, Paganoto, mas esse negócio do cara ter antecedente são coisas que é possível de acontecer, >> mas é pouco. >> Mas é pouco. Sabe por quê? Porque quando O cara vira CAC, quando ele pega o registro de CAC, ele ele ele entrega as certidões e naquele momento ele não tinha antecedente.
>> Não, mas depois sobre isso a gente conversa fora, >> porque aí a conversa tem que ser outro nível, senão nós vamos dar mais >> Não, não, porque aí que acontece, essa conta tá na conta da PF, essa PIC é da PF, porque a PF que dá o registro. >> Não, mas não é só esse fato não. Depois A gente conversa porque eu não vou dar mais munição, >> tá? Não, não, porque aí se for [ __ ] sacanagem, aí não tem jeito, irmão. Entendeu? Tá no Brasil. Rapaz, eu vim no voo, aí um camarada
falou comigo: "Pô, tu é o Global, né, cara? Pô, começou a puxar assunto, ele tá lá do meu lado." Aí ele foi e ficou falando lá e falando da minha situação e falou: "Irmão, essa [ __ ] é Brasil, porra". No Brasil tudo é sacanagem, tudo é [ __ ] tudo. Eu Falei: "Eu sei, irmão, mas assim, >> eu vou seguir orientação que um tal de Glauber me deu e a gente aprofunda essa conversa em off." >> Tá bom, cara. Não, [risadas] não, eu não, [ __ ] vai, vai me complicar com tanta conversa em
off. Vai lá, mano. Volta. E aí o André Batista falou: "Esse mesmo que mandou antes de cara e no senhorou não tinha 5 minutos ele mandou esses dois super chats ali que eu li no início. Aí ele falou: "Se o coronel Gostar de ler, eu vou dar um livro de presente para ele. Mentiram para mim sobre o armamento, sobre o estatuto do desarmamento." E aí ele falou: "E, aliás, seria um bom debate com o Benê Barbosa, mas eu acho que ficou claro o posicionamento do Paganoto até a nesse momento, né? O Vlod More, que foi
um outro camarada que criticou, né? Ele falou: "Eu já dei aula de tiro para instrutores da Polícia Federal e não tem o direito de andar armado. Então ele é Instrutor, então assim, ele é instrutor e faz essa crítica aí, né? E aí ele fala: "Pô, eh eh >> eh querem que eu morra porque alguém matou e passou pouco tempo preso? O que que eu tenho a ver com isso? Eu tenho direito natural de me defender?" E, na verdade, a confusão aí é a política que o governo atual tá adotando de inviabilizar a porte para as
pessoas que deveriam ter acesso. Esse é um cara que Deveria ter acesso. >> É exato. >> E esse cara, irmão, esses caras armado, portando arma, é um bem pra população absurda, irmão, porque é o cara que vai reagir a uma situação, o cara que vai defender quem tá precisando, uma atitude de covardia, entendeu? Agora hoje, irmão, qual é a nossa realidade hoje? Hoje o policial tá escondendo a arma e tá deixando a arma em casa. E e outra coisa, cara, se a gente se a gente for Botar aí na conta e você, pô, por favor,
você tem muita experiência, eu acho que a maior força policial é a folga. Porque assim, enquanto você tem, sei lá, 10.000 policiais de no dia trabalhando, você tem 40.000 transitando de folga. Então assim, os policiais na folga é uma força da segurança pública. Só que >> hoje os policiais de folga estão deixando a arma em casa, irmão. Principalmente no estado igual o Rio de Janeiro. É, aqui eu não sei em São Paulo, a maioria não. Então, nos estados ruim, ruim, mano, igual o Rio. E assim, cara, aí o cara de repente ele vai reagir um
assalto, [ __ ] vai pagar advogado, vai se empenar pelo judiciário, vai passar uma dor de cabeça. A gente tem, cara, a gente tem que estimular e facilitar a vida dos caras que estão colocando na reta para defender a população. >> Mas eu volto a falar, eu tô concordando com tudo que vocês estão dizendo. A Única coisa que eu falei, você já falou, você não devia ter falado, é assim, eu concordo, mas eu eu gostaria que tivesse um pouco mais de critério para não ter umas falhas. É isso. >> E a questão da quantidade de
armamento, eu também penso dessa forma que tem que ter muito critério, porque é um arsenal na mão de um único cara, então tem que ter muito critério nessa guarda, entendeu? É só isso. Não, não tem cabimento. Que Uma coisa que esse cara falou: "Pô, eu sou instrutor da polícia e não posso ter armado." Eu não concordo. Você deveria andar armado. >> Lógico. >> Eu não tô falando que você deveria estar desarmado. É esse o erro que tá vendo na internet. O que eu defendo é assim, a pessoa de bem, >> pessoa de bem e que
comprova ali vai andar armado, meu amigo. >> É isso. >> Simples assim. >> É isso. É isso. É isso. Mano Walter, por exemplo. Mano Valter não poderia jamais andar armado, [ __ ] É não, mano. Val, >> pô, irmão, tem que seguir os critérios aí, né? Mas [risadas] aí sobre esse assunto aí, o projeto P4 Muskel do não consigo ver aqui o final de muscle Don, [ __ ] Antrax, os cara com os nomes complicados, né? Ele fala o seguinte, pergunta pro Paganoto como era mais seguro até os anos 90, até os anos 90, Quando
eh o porte era liberado, o Mala pensava duas vezes para abordar o cidadão, principalmente quando havia mais de duas pessoas. >> Obrigado, viu? Como é que é o nome dele? >> Projeto P45. Musco. >> Você acabou de confirmar o que eu tô falando. Se a política de governo for séria, ela vai liberar o porte para quem deve ter porte. E naquela época as pessoas de bem tinham porte. Você tá voltando no que eu tô falando, meu Amigo. Eu não concordo com o governo atual que inviabiliza a porte para as pessoas de bem. São coisas diferentes
o que estão sendo faladas. Eu sou da época que eu encontrava um monte de gente que não era polícia, não era nada e tinha porte de arma, porque havia uma análise da concessão e via que a pessoa tinha capacidade, era de bem tal e concedia-se o porte. Eu sou dessa época, não tenho nada contra essa época. Então usa os neurônios quem fica me criticando, que a única coisa que eu falei é o seguinte: cuidado com o critério de concessão. E aí não importa o nome, se é porte, se é c, o que você quiser chamar
para não cair armamento paraa porte de pronto emprego na mão de pessoa errada. Foi isso que eu falei, só isso. Não me incomoda uma pessoa de bem estar ao meu lado armada. Ela é mais uma pessoa para me ajudar se for preciso. >> É isso. >> Agora tá havendo interpretação equivocada e a questão do número excessivo de armamento de alto poder letal na mão de uma pessoa numa determinada residência é outra coisa que eu acho que tem que ter um critério de uma avaliação muito técnica, muito muito específica para ver a guarda desse equipamento. Só
isso. Agora, se tudo isso que eu tô falando, eu sou desarmentista e sou maluco, >> não, não é, não. Não é não. Não é, não. Não é não. Vamos pagar com isso aí. Não é não, irmão. >> Você conseguiu entender meu ponto de vista? Claro. [ __ ] >> Não, não é possível. Você conseguiu mesmo. Você jura? >> Lógico. Juro, irmão. >> Caramba. O que que você tem aí? Você tem dois neurônio? >> [ __ ] não sei, mano. Não sei. Mano, Bot, que que você acha? Nós temos quantos? >> Ô, um mais um dá
dois, né? >> Ah, então é isso. [risadas] Eu e mano Valter. Sim. Entendeu? >> Vocês entenderam juntos dois? >> A gente se ajuda, né, mano? Valter. Mano, Valter, eu entendo uma parte, tu entende uma parte. Amanhã a gente faz a reunião, né? Me irmão. [risadas] Vai, mano. Volta. Vai. >> Vai que o podcast vai começar agora, hein, irmão. >> Ai, ai. >> Muito bom. Eh, agradecer aí o André Batista, né? Eh, e ele fala, né? O maior número de crimes não são cometidos dentro das casas. O Paraguai tem uma lei muito flexível de armas. Seu
problema é fazer fronteira com o Brasil. E aí o ele reforça aqui um debate, mas eu acho que já ficou claro pro pessoal sobre essa questão aí, tá? Eh, um abraço aí paraa Teila Carvalho, membro membra membro do canal, né? E ela falou: "Tempos sombrios. O dog merece, mas parte da População tá mais preocupada com o cachorro do que com o ser humano. Falta sensibilidade." Eh, foi falado isso daí. Eh, tivemos aqui o Bruno Teixeira, a Teila, eh, Luiz, Luiz anestesista, concordo 100% com o coronel. arma em casa e no trabalho. Sim, na cinta, só
com muito critério, após legislação rígida para ma uso para mau uso da arma, né? Culpa da má interpretação era nossa população que não sabe interpretar texto ou falas. E aí, eh, a Teila reforça que Arma problema é a arma é um problema na mão do bandido. Não entendi muito bem. >> Ela disse é arma é problema na mão do bandido. Entende? >> Na mão do bandido, né? Eh, e é isso, gente. [ __ ] o que que acontece? A gente fica regulando a sociedade, aí o cara que é honesto ele cumpre e o que é
vagabundo deita e rola, mano. Então, o que acontece, [ __ ] Na década de 80 tinha mais armas na rua ou menos. Hoje tenho muito mais armas, só que as armas estão só com os bandidos, compreende? A chance do cara num sinal, numa sinaleira, como vocês falam, né? >> Farol, >> farol. O cara ganhar no mole é enorme, irmão. Se tiver oito carros ali, o cara chega ali, meu irmão, a chance de não ter uma arma ali é enorme. Enorme. O cara sabe, cara, que só ele tem arma. Os caras botam para [ __ ]
[ __ ] Aí assim, Quando o Flávio Dino foi questionado, ah, mas é a arma do Ribandi? Não, mas aí não é comigo. Eu tô regulando, eu tô cuidando, eu tô, eu, eu tô regulando os CAC, eu tô cadastrando os CAC. Na época ele tava cadastrando os CAC, mas ele >> então, tipo assim, como não é com ele, ele é o ministro da justiça, ele é o chefe da PF, meu irmão, e a PF que é responsável pelo tráfico de armas. >> Não, mas ele tá nessa cadeia de decisão que tá impedindo todo mundo decente
de Ter arma. Então, irmão, é isso que eu tô te dizendo. Então, assim, acho que a gente tem que pensar seja para tudo, irmão, estrutura de polícia, arma, tá melhorando, a sociedade tá melhor hoje do que 40 anos ou tá pior? Tá pior. >> Para mim tá pior. >> Então, pronto, na segurança tá pior, [ __ ] Em tudo tá pior, irmão. Entende? [ __ ] era muito mais fácil viver na década de 80 do que na do que 2000, [ __ ] 2020. Então a gente tem que Rever, mano. Esse modelo não funciona, tá
errado, entendeu? E é várias coisas que a gente tem que rever. Vamos por etapa, uma coisa de cada vez, até que a gente chegue lá, se é possível. Não sei quantos anos vai demorar, mas a gente tem que buscar isso, pô. >> Vamos buscar. >> Vamos nessa. Vai lá, mano. Volta >> mais super chat aqui. O Bruno Teixeira, ele mandou dois super chats. Irmão, não passou. Eu não, não, não passou eh por Mim não. Eu vi e aler logo em seguida. O coronel olha pros assuntos com pensamentos de planejamento e execução viável. E quem não
consegue visualizar isso, acaba que interpreta as coisas, acaba interpretando as coisas distorcidas, né? E aí o Ros Silva, ele tem um um posicionamento diferente para ganar paganoto, porte de armas deve ser autorizada apenas para agente, agente do estado. Cidadão do de bem precisa de proteção do estado e políticas públicas. Essa é a opinião aí do >> É, esse seria o mundo ideal, né? Mas a gente não tá conseguindo, esse é o problema. E aí, eh, a Vivi Bisc, que é, é moderadora aqui do canal, do chat, né, ela falou o seguinte: "Não tem condição de
armar o brasileiro, tem muita gente dodói da cabeça." Pois é, por isso que tem que seguir um critério rigoroso, né? para que não aconteça, né, tragédias, né, sabendo como é que funciona. Aí >> é, a gente volta no que o Glauber falou, se eu tivesse um conjunto normativo que punisse com rigor quem usa o armamento de forma equivocada, aí seria mais fácil tomar uma decisão mais liberal, mas não é a nossa realidade atual. Por isso que é muito difícil você eh de forma indiscriminada falar que todo mundo pode andar armado só pelo fato de eh
dele ser, por exemplo, um colecionador. E aí volta nessa guerra toda de novo de falar: "Não, mas o colecionador atira Muito mais que você. O colecionador a maioria é família e tal e tal". Eu concordo com tudo isso. Eu conheço, eu tenho um monte de amigo K que eu eu já fui em vários, em vários, é, clubes de tiro. É um ambiente familiar, a grande maioria decente e tal, só que a gente tá numa estrutura de controle e fiscalização deficitária para algumas coisas. E aí eu defendo só que tenha um pouco mais de rigor no
controle. Só isso. >> Perfeito, Gláuber. Vamos fechar. Podemos, vamos, pode fazer, vamos mudar de assunto. Vamos, vamos falar do Palmeiras. Posso fazer depois que até Palmeiras é mesmo. [ __ ] que merda para tu. >> Agora vou apanhar de novo, >> hein? [risadas] Que merda para tu, porque eu sou Flamengo, né? E aí não tá no momento bom para tu não, porque o último título foi nosso, né, cara? >> Eu sei não, mas eu respeito, pô. Eu não Vou brigar com você por causa disso. Se eu fosse carioca, talvez eu fosse Mengo. Ué, é que
eu sou paulista, tem que ser ou Palmeiras ou Corinthians. Eu já convivo com essa desgraça que é corintiana e minha esposa é corintiana. Eu tinha que ser do contra, mano. Senão fica todo mundo muito feliz. Não tem treta em casa. >> É, meu irmão, sabe que eu quero voltar no assunto contigo, cara? >> Naquele papo e e depois a gente contar Algumas algumas, >> mas não é polêmico, né? >> Não, não, não, não. Aqui aqui é só é conteúdo de qualidade, sem polêmica. >> Quando nós conversamos sobre o Comando Vermelho em São Paulo >> e
o PCC, >> o tinha tinha um um gancho, né? Inclusive, mano Walter me lembrou, me mandou mensagem aqui, Globo, não esquece de falar sobre isso, que é o fato, cara, daquela conexão, eu já até citei isso um Pouco, mas eu queria trazer o caso do Gritback, aquele cara do aeroporto de Guarulhos, né? E aí, cara, o Brasil todo se chocou com com a morte de um cara >> em pleno aeroporto de comida. para ele no aeroporto 4 horas da tarde, [ __ ] irmão. >> E do e do motorista do Uber também, que por uma
coincidência era filho de uma moça que trabalhou na casa da minha mãe. Você acredita, cara? >> Caramba, irmão. Que merda, hein? É. >> Pois é.Então, um cara, um brasileiro trabalhador, >> é, >> destruiu uma família, o cara deixou, deixou uma família, [ __ ] destruída. >> Destruída. >> Por quê? Porque o crime impera e de qualquer forma você pode ser assaltado, você pode ser alcançado, ou você pode estar trabalhando e [ __ ] tomar um tiro e o cara morreu. Não teve tempo nem de Nem nem viu, nem sabe. Teve tempo nem de [ __
] pedir perdão a Deus de alguma coisa, sei lá, né? Que Deus receba ele. Enfim, irmão. Então, [ __ ] o caso do Griz Bike, cara, hoje, depois de algum tempo, a gente tem alguns elementos aí, cara, interessante pra gente poder falar. né, dessa estrutura criminosa, né? E aí, [ __ ] tu a praia de polícia. Que que ficou comprovado ali? Os executores foram presos muito rápido. Os caras do PCC mesmo só foi preso os Polícia. Os caras do PCC mesmo, o que tava ali no aeroporto dando a fita, que depois apareceu os vídeos dele
todo, tinha até o nome dele, eu esqueci. >> Cauê, ele dando a fita, o cara meteu o pé. pelo que consta, vem pro Rio de Janeiro, complexo da Penha. O tal do cigarreiro, que foi apontado depois como mandante, também não foi alcançado, pelo que foi falado na imprensa, também teria vindo pro pro complexo da Penha. Então assim, Irmão, eh tem uma conexão comando vermelho e PCC. O caso do Gritbach mostra isso muito claro. Outra coisa que fica muito claro é que a polícia não tem dificuldade de pegar os seus, né? Rapidamente a polícia foi lá
e [ __ ] pegou os executores, todos os policiais também. Para fechar e tu discorrer sobre isso. No caso do Dr. Rui, Rui Ferraz Fonte, foi a mesma coisa. Rapidamente os executores foram presos que também eram policiais. Por favor, fala sobre isso. >> Não era não era polêmico. >> Isso é polêmico? [risadas] Ah, isso é por >> isso não é polêmico não, [ __ ] É, >> eu vou voltar para São Paulo daqui a pouco. Mano, >> caramba. Caramba, irmão. [ __ ] por por isso que quando eu for em São Paulo eu conto com
o teu apoio, tá? Ah, >> teu apoio lá em São Paulo. Se eu tiver vivo, eu te apoio. [risadas] >> [ __ ] Cara, é assim, ó. >> Hã, >> você não tem uma sensação que as de vez em quando que as coisas são contadas pela metade? >> É, sim. Tem. Essa é uma é uma tá contado pela metade. >> Você acha que tá contado tudo aí? >> Não, eu te fiz uma pergunta, né? Ser entrevistador é bom por isso, né, mano? [risadas] >> Cara, é eh é é >> vai até onde tu pode, né,
irmão? Lógico. >> Então, eu tô pensando aqui, cara. Eu sou uma máquina de pensar em pest, >> tá? Não, não, assim, tu não veio aqui para se atrasar, né? Mas assim, >> é, mas eu vou te dizer uma coisa. Se o mano Walter te matar agora >> e for preso, você não, a sua, a sua esposa, seu filho, seu pai que eu conheci gente boa demais, não vai ter muita curiosidade de saber o porque ele matou? >> Deveria, né? >> Sim. Tem vários casos na nossa sociedade que as coisas acabam com a prisão do executor
e não fica muito claro a continuidade da investigação, >> tá? >> Esse é um prejuízo pra sociedade, cara. Concordo. Essa história de essa história de vamos proteger a investigação. Eu entendo. Mas e até quando? Então tem algumas coisas, cara que que ficam umas [ __ ] dúvida na cabeça, né? A morte do Dr. Rui é uma delas. Eu eu nunca li nada que tivesse mostrado assim, essa investigação foi até tal e parou aqui e aqui chegou no mandante. Inclusive a esposa do Dr. Rui deu uma entrevista pro Cabrine. [ __ ] é desesperador, né, cara?
Ver uma senhora, [ __ ] viúva, perdeu o amor da vida Dela, viveu a vida toda junto e ela com medo de falar, pô. Vai, vai, vai, vai morrer com medo >> e com a sensação da injustiça. >> Isso, pô. >> Porque você prender quem puxou o gatilho >> é fácil, irmão. Ele vai segurar a ordem que ele teve de outro. É [ __ ] isso, entendeu? Então, esses casos que você me contou é assim, pra sociedade comum comum, você vê a polícia prendendo Polícia, você fica com aquela sensação de que a gente corta na
carne >> e você fica feliz. Mas eu que sou polícia, eu enxergo isso de duas formas. Primeiro que é assim, não é difícil prender polícia. Basta querer >> isso. >> Beleza. >> Concordo e cobro isso, né? Porque eu vejo que a polícia prende até pouco. Não É difícil prender polícia. Não é difícil. Agora prender mandante é [ __ ] hein? Então, o que me incomoda, o que me incomoda às vezes é ver prender polícia muito rápido, mas o o resto da investigação não apontar a real motivação e os grandes envolvidos com isso. O polícia é
fácil prender. A a grande massa da população acha que a gente que é polícia é muito [ __ ] que a gente tem um poder fantástico, que a Gente é tudo protegido, que não sei o quê. Não é, cara. As grandes esferas de poder criminoso não estão na polícia. A polícia é um empregado, a polícia corrupta, a polícia que faz merda, é empregado do real patrão do crime. Então me incomoda alguns casos, você acabou de citar dois, em que a prisão foi muito rápida de quem puxou o gatilho, mas o resto ficou, nossa, meio mal
explicado isso aí, Né?Onde chegou com toda essa investigação aí? É só isso mesmo que falaram aí? Fechou muito rapidinho, entendeu? E aí para, né, cara? Foi falado ali, foi citado alguma coisa e depois é como se o caso tivesse sido encerrado. >> São as blindagens. Blindagens. E eh você viu, tem uma [ __ ] não queria. Deixa quieto, vai. Não, não vou falar sobre esse caso de São Paulo, cara. É [ __ ] cara. É [ __ ] Prender polícia. Prender polícia é um negócio fácil, irmão. Irmão, olha só, deixa eu falar uma parada aqui,
cara. Quem tá falando é o Glob agora. que não >> tá quando >> quando o envolvido é Zé Povinho. Aí pode ser que haja algum corporativismo, alguma proteção, tal, o polícia passa batido na merda que ele fez, >> tá? >> Agora, se o polícia tiver embaixo de alguém mais forte, prende ele rápido e aqui não chega. >> Isso tá claro para mim. >> [ __ ] isso para mim me incomoda, cara. >> Não, não, não. Tá claro para mim, irmão. E é [ __ ] É [ __ ] demais, irmão. Isso me revolta. que é
eu ver, né, eh, uma estrutura tão dominada, tão podre a ponto de um camarada igual o PAN, um coronel de polícia com 35 anos, um cara da rota, ter que [ __ ] pensar até onde Ele pode falar. É louco, >> porque é o seguinte, irmão, o cara tem família, né? Todo mundo tem família, a gente não tá aqui, a gente não é inconsequente, a gente não tem como resolver o mundo no nos peito, [ __ ] entendeu? principalmente você que vive em São Paulo. E por isso, irmão, que eu, [ __ ] fico no
Rio de Janeiro nuns nervos, irmão, e eu não saio de casa. Eu realmente quando eu falo, pô, eu só ando com carro blindado, eu só fico em casa, Eu não disputo a pista e eu, [ __ ] me apego na minha espiritualidade, na minha fé, na minha família, para que essa vida faça sentido. Porque assim, irmão, é tanta máfia, mano, é tanta máfia, é tanta máfia. E você que que não quer isso, você que quer, [ __ ] contribuir pr a gente mudar essa história e eu fico aqui diariamente ao vivo, irmão, batendo em teclas
que eu, [ __ ] a qualquer momento a conta vai chegar para mim. Então, parceiro, tem duas coisas, cara. Ou a gente consegue se unir e, por o lado do bem, vencer essa batalha aí, ou então, irmão, a gente vai ter que ceder em algum momento e falar assim: "Cara, eu não não sou Jesus Cristo, irmão, não sou, entendeu? Não sou não sou Jesus Cristo. Então, não vou resolver, irmão. Então, eu tenho que proteger e cuidar de quem me ama, com minha família e tal." E assim, irmão, eu te entendo, eu não quero te focar
nessa quer ver, você quer ver uma coisa? Eu vou vou falar só sem Sem citar nome caso. Você trabalha pro mano Walter. Existe uma investigação gigantesca que chega num mandado de busca na sua casa. Você é empregado. Você é um empregado. Você não é patrão. Você não é milionário. Na tua casa tem uma fortuna. Mas você tem uma vida simples, você trabalha para um cara que é milionário, >> tá? >> Você é preso, ele não. >> Sim. >> [ __ ] velho. Para, mano. Para. Aí que você acha que tem justiça aonde? >> Pois é,
irmão. É, é, é isso. É por isso que eu falo aqui, cara. E e eu bato nas carreiras, nas instituições, com muita clareza, diretamente, irmão. [ __ ] enquanto tiver, meu irmão, desembargador dando proteção, juiz dando proteção jurídica, enquanto tiver, [ __ ] aí a parte da polícia, os colonéis, os Delegados que comandam essas instituições envolvido, enquanto você tiver, [ __ ] a classe política envolvida, não tem como, irmão. Não adianta a gente ficar aqui, [ __ ] falando coisas que a solução não vai vir. Por que que esses caras mandantes não não chegam nele?
Porque o cara tem a estrutura do estado na mão, pô. Então assim, o secretariado de segurança, governador, desembargador, aí não chega nele, [ __ ] >> Você você quer, você quer ver uma outra impressão que eu tenho? É a 904, que é do crime organizado, não é? >> Ah, eu não sei, não ganha. >> É, eu acho que é a 9034. Você tem lá a possibilidade do flagrante esperado, né? Você deixa de fazer um flagrante e espera para pegar algo maior com devido acompanhamento do poder judiciário, Ministério Público, mas você prevarica, não efetua o Flagrante
naquela hora e continua acompanhando para pegar o maior. Se eu tô com você no grampo, sei que você tá guardando o dinheiro de alguém na sua casa, para que que eu vou te fazer uma prisão agora se eu posso continuar monitorando até chegar na sua conexão com o real dono disso daí? >> Sim. >> Aí eu faço sua prisão antecipada e fico te pressionando para dar para depois os Caras te matar. >> É isso? Que que estratégia é essa? ou eu te catei para depois sentar e conversar com o Real Dono e fazer algum tipo
de acordo. Não entra na minha cabeça como profissional de polícia com 35 anos, ficar perendendo só empregado. Tem algum erro nessa estratégia? E nem paraa população. A população já percebe isso. Tanto é que a polícia toma muita porrada nas incursões, principalmente Rio de Janeiro, que acontece muito, [ __ ] A polícia vai lá, sobe o morro e os policiais que sobem, [ __ ] tem nosso respeito, porque os caras entram no meio de uma bala violenta. Um cara igual um batata, >> o o sargento Martins, que agora é é sub, né? Eh, o Honório, esses
caras aí e vocês na rota, o respeito que a população tem de vocês hoje já tem um um parêntese gigantesco pela população falando assim: "Porra, mas vocês estão 30 anos vindo aqui prendendo o cara da boca, >> o o >> leva leva dois fuzis e aí, [ __ ] >> só pega o contenção >> e não muda nada, entende? Enquanto isso, pega o doca, [ __ ] pega o peixão, pega o o os os coror pesado lá do PCC. Então, a população já começa a a ficar cansada dessa parada, entendeu, irmão? Então assim, às vezes
eu tenho uma impressão de que eu fazer uma prisão de policial É o suficiente para todo mundo bater palma e achar que foi muito [ __ ] >> Isso pode enganar e fazer o o paladar da massa com pouca com pouco acompanhamento. Mas na minha parte, eu digo para você assim, ó, o que anda me incomodando é assim, estão cortando na carne nas polícias, estão. Mas por que que a população não sabe exatamente para quem esses policiais estavam trabalhando e qual era o resto todo dessa tramoia? Por Que que não tá chegando em cabeças nos
donos, não no no no segurança? Porque esses caras que estão sendo presos, cara, a maioria deles são tudo empregado, velho. Tudo empregado. Ah, mas era polícia. Ótimo. Estão presos, vão ser expulsos, beleza? Mas são empregado, cara. E nós não estamos vendo o patrão que a gente sabe quem é, tá? O patrão não cai, só cai o empregado, entendeu? Então, legal. As polícias cortam na carne. Ontem tem um monte de Preso lá da polícia civil em São Paulo. Outro dia teve uns da PM. No Grit Bá teve PM, teve policial civil, tudo tudo certo. Os polícias
estão rodando, os que estão fazendo merna, mas os patrão a gente não tá vendo cair. Então essa parte é uma crítica que eu faço que me incomoda. >> Não, irmão. Então o que que a gente quer? Os polícia rodando e rodando o patrão também. Que que aconteceu no caso Glitz Barg? [ __ ] o Derrite veio, o Tarcío veio, [ __ ] o Nico veio, todo mundo veio e [ __ ] ó, meu irmão, a polícia de São Paulo é [ __ ] E prendemos e tal. No caso do Dr. Rui, mesma coisa, [ __
] A polícia de São Paulo é [ __ ] meu irmão. Todo mundo viu a [ __ ] do criminoso lá com o nome dele? Cauê. >> Isso, Cauê. >> No aeroporto dando a fita, [ __ ] cheio de imagem. E não é possível, irmão, que o Brasil, né? Não digo nem o estado de São Paulo, pô. Não é possível que o Brasil não consiga meter a mão no cara. E ele também não era um bichão não, [ __ ] Ele era um bush ali, operacional. Ele não foi o executor, mas ele tava numa outra
função. Agora quem mandou, irmão? >> Entendeu? O o dono da conta. >> É nessa hora que eu vou bater palma. O dia que te chegar nesse aí, ó. Então, irmão, o que que a gente tem que fazer? Paga not na medida do possível, irmão. Não sei aonde essa vida vai te levar. Não sei, pô, se um dia tu vai virar deputado, se tu vai virar secretário ou se tu vai virar governador. Irmão, não sei aonde a vida vai te levar. E o que eu peço a Deus, irmão, >> a gente podia estar junto, >> [
__ ] Calma aí, irmão. [risadas] Eu não sou de São Paulo, [ __ ] né? Mas ué, o Tarcis é do Rio foi governador em São Paulo. Você quer que eu seja governador lá para judar com essa [ __ ] Aí >> a gente pode estar em Brasília, >> [ __ ] Aí, ô Paganoto, presta atenção, irmão. Se se, irmão, uma vida te levar longe, e eu peço a Deus, irmão, que eu consiga contribuir ao máximo aqui no microfone, entendeu? E que e todos os dias que eu tiver aqui seja um dia de contribuição. Porque
assim, irmão, a gente tem vida, a gente tem família, a gente quer proteger a família, a gente também não pode ser camicaz. >> Sim. Mas [ __ ] também ficar só Assistindo se a gente, [ __ ] nós temos uma capacidade, eu tenho te comunicar, você tem de experiência para caramba. A gente tá aqui, [ __ ] num canal maravilhoso, são quase 1 da manhã, tem 3.000 pessoas assistindo a gente. 3.000 aparelhos, pô. Entendeu? Isso aí é um prestígio que custa caro pra gente, irmão. É uma responsabilidade que a gente tem que entregar. A vida
deu tanto pra gente que a nossa obrigação é entregar, devolver [ __ ] para essas Pessoas, entendeu? E quando todo podcast que tu vai, as pessoas te assistem, irmão, é pelo respeito, [ __ ] pelo prazer de ouvir a tua experiência e você provoca a esperança de mudar essa [ __ ] Então, você tem um diagnóstico, você sabe, só que você também, [ __ ] na tua condição, apesar de ser coronel, tu tá sabe aonde que você não pode ir além. [ __ ] se você, irmão, não pode ir, imagina, [ __ ] o camarada
que tá assistindo a gente, né? Que que o cara é Engenheiro, o cara é, [ __ ] enfermeiro, o cara é padeiro, o cara é biólogo, o cara é qualquer outra coisa. Ele não tá nesse meio da segurança pública, entendeu? Então, meu irmão, a gente tem que Mas voltando ao assunto, [ __ ] o que que os caras fizeram? Pagaram o poder do estado, né? Deram entrevista, né? [ __ ] mostrando a força do estado pra imprensa acalmar, pra população acalmar. Mas aí, [ __ ] se não continuar trabalhando entregar a cana Depois, aí tá
na conta deles, pô. Tá na conta do Derrit, tá na conta do Tarciso, tá na conta do Nico, tá na conta do como é que é o delegado que chefia? Eh, >> o Artur >> Polícia Civil. O Artur, >> o Artur de >> tá na tá na conta do Artur Dian. Tô falando da alta culpa da da polícia. E não adianta ficar puto comigo não, [ __ ] Vocês estão na função aí. É com Vocês que eu tenho que falar. Vou falar com quem? Com o cara que tá atendendo o registro de ocorrência na delegacia.
Então, meu irmão, a vida tem bônus e tem ônus. Eu não carrego o meu ônus, carrego o bônus, mas carrego o ônus. Então, parceiro, não tem como. Como é que pode, cara, os caras não chegarem no mandante, pô? E outra coisa, quer ver? Vou te dar um exemplo. Vorco, Banco Master. Que que tá acontecendo com o Banco Master, [ __ ] Tá vindo à tona todo o envolvimento da das esferas de poder do Brasil. [ __ ] você tem desembargador do Maranhão envolvido, você tem governador do do Distrito Federal, você tem ministro do SF, Alexandre
de Moraes, Tof, Tofle, sócio do cara, Alexandre de Moraes com com a com a mulher dele com contrato de 129 milhões. Aí você tem mais uma série de outros, Meu irmão. A previdência do Rio de Janeiro botou 1 bilhão dos servidores do Rio de Janeiro, botou 1 bilhão no no Banco Master. E aí você tem partido político, você tem dirigente de partido, você tem, cara, olha só quantas coisas eu já citei. E e [ __ ] correndo risco de esquecer de alguém e ser injusto no meu argumento com esses outros idiotas que estão envolvidos nessa
[ __ ] né? Essa vagabundagem toda aí. Aí o vocalo, irmão, um camarada Que foi preso rapidamente, foi solto. Parece que ele voltou, foi preso novamente ontem, né? Isso >> e eu vou chegar nisso agora. Exatamente. Aí, meu irmão, descobriram um esquema que ele botava 1 milhão na mão dos dos cãos de de briga dele ali. Um camarada de vulgicário que tinha a função, [ __ ] de bater e maltratar ou matar quem quem quem tivesse falando, expondo o vocário. Pô, citou o o jornalista do Globo lá o Jardim, eu acho, citou outras pessoas da
internet, ou seja, imprensa, eu, você ou qualquer outro cara, tinha um cara ali, irmão, para atuar. Então o cara aí é no nível de ministro da SCF, de desembargador, de governador até o o cara que faz o serviço sujo. Resumindo tudo isso, o Sicago foi preso. Que que ele fez? Atentou contra a Própria vida. Fala sobre isso. >> Se morreu. >> Se morreu. [ __ ] irmão. >> Ó, eu eu vou falar o que eu falei hoje de manhã. Tem duas opções aí. ou mataram ou ele se matou. E eu acho que nas duas opções
o que houve aí foi um erro estratégico. Se ele se matou, faltou alguém da quadrilha ir lá e falar para ele assim: "Se acalme, parça isso Tudo vai ser resolvido rápido. Logo logo vão te blindar. Você não vai precisar depor. Você não vai ter seu sigilo quebrado. Você daqui pouco tempo você pode até se candidatar que você tá eleito. Deviam ter ido lá e falar isso para ele, que ele se acalmava e não ia querer se matar. >> É, talvez foi o contrário, né? >> Agora, se ele foi morto, porque a gente Não sabe ainda
o que aconteceu. Se ele foi morto, quem matou ele se precipitou também. Tinha que ter falado pro cara, não precisa fazer isso não, mano. Vai dar tudo certinho. Vão blindar todo o esquema. Não vai dar nada. Isso aí é é barulho. Ou seja, mano, eu tô sendo um um brincante fanfarrão aqui com uma morte para dizer para você o seguinte, cara. Eu tô num nível de desacreditação das apurações, dos grandes escândalos, porque você tá falando do máster agora, Tá ficando para trás o INSS, os Correios. também. >> E se você lembrar, tem muito mais coisa
e vai e vai e vai. E nunca ninguém tá preso com essas coisas. Não, não tá. Só f nos últimos anos só ficou preso quem tava no 8 de janeiro. >> Isso. >> Quebrando cadeira. >> Isso. >> O resto todo, quem não está solto tá de tornozeleira. Então, cara, é assim, ó. Se esse cara morrer, mataram ou se matou. Foi alguma alguma falha de comunicação por de alguém que não chegou lá e falou: "Se acalme, se acalme, não vai dar nada, nunca dá, fica, fica de boa". Aí, entendeu? O nosso país, Globo, tá o escracho
da coisa errada em termos de grandes grandes esquemas, bilionários de desvio de dinheiro, mano. E eu não vejo saída para isso, cara. Não vejo porque sabe porque eu não vejo Saída para isso? Porque o sistema, nós temos dois dois dois focos de poder no nosso país, né? O judiciário e o político. O judiciário, ele poderia ser algo muito sério se a última palavra não fosse por escolha política. Quando misturou, criou-se uma uma Suprema Corte que a escolha é política. enfiou a política no judiciário. Aí complicou porque aquele padrão que Você tem do poder judiciário de
pessoas de carreira com que prezam, tem alguns desvios, como tem até nas nas polícias, mas que prezam por imparcialidade e tecnicidade, quando chega na influência política, isso tudo vai pelo ralo. Então eu não vou falar desse poder que é o poder judiciário, porque eu preciso continuar convivendo com a minha família e eu não tenho dinheiro para gastar advogado nesse nível. Hoje um advogado Para atuar em Brasília você tem que vender o apartamento. >> Se o apartamento for muito bom. >> O meu é enorme, tem 70 m. >> Então não dá não. >> Então eu vou
ficar preso. >> Não dá não. >> Então eu vou falar assim, ó. O poder judiciário é uma força. Não vou falar que tem nada errado lá. O segundo poder, que é o poder político, o sistema político do nosso país, ele é, Ele tinha que ressetar, velho, recetar completamente. E de que forma? Se o Glauber, o Glauber resolver ser candidato a deputado, ele tinha que poder chegar e falar o seguinte: "Eu, você, eu sou o candidato Glauber e penso A, B e C. Eu quero um número que o TRE vai me dar e eu vou concorrer.
Eu não preciso me filiar em partido. >> Concordo totalmente. Essa história chamado partido político, isso é uma farça criada dizendo que tem ideologia e Não tem. A ideologia no nosso país é dinheiro. >> Balcão de negócio. >> Balcão de negócio. Essa farça chamado partido político. O que acontece? Você quando você tem alguma pretensão política, você tem que chegar de quatro com a mão assim, ó. Puts dono e você fica subjulgado. Subjulgado. E se você pisar fora do que a liderança do seu partido quer, você tá Pego. Você vai ser inclusive expulso. >> É. >> Então,
cara, >> mas aí o cara tem que bancar isso, né? Porque é o seguinte, irmão. Eu eu já falei isso diversas vezes aqui. O Brasil paraa gente começar a ter esperança, tinha que ter a a candidatura autônoma. Acho que é o termo esse, né? Do cara chegar lá, irmão, e dizer o seguinte, ó, eu sou candidato a presidente, se eu tenho, se eu se eu Consigo ter voto na urna e o cara ganhou, tá valendo. Outra coisa, irmão, é o seguinte. Esse sistema, esse sistema, o cara que for nesse sistema, ele tem que bancar, porque
se ele não bancar, aí ele virou todo mundo. >> O que que você significa com bancar? >> Bancar é o seguinte, irmão. [ __ ] se tu e se tu vai numa candidatura, irmão, tu falou eu, mas, [ __ ] não me bota nessa [ __ ] não, vai você, tá? >> Vamos nós dois. >> Não, mas não é tu que tá indo, [ __ ] >> Você vai vir junto, >> hein? [risadas] Aí, mano, batalha todo, rapaz, todo, todo cara que vem aqui quer me candidatar, mano. >> Eu vou te falar o porquê. >>
Ó, deixa eu te falar quantos. Ó, eu quero meus amigos todo casado. >> Porque a gente quando vai, quando a gente vai ter uma missão, a gente quer o amigo com a mesma missão, mano. >> Na alegria e na tristeza. >> Não, eu entendo. E e eu já bati esse papo aqui diversas vezes, entendeu, irmão? >> Mas o que que você quis dizer com bancar? >> Vamos lá. Vamos lá. Vou chegar, irmão. [ __ ] chegou no Peg, chegou no PP, no Republicano, no qualquer partido desse que tem aí, meu irmão, PSD, qualquer [ __
] dessa, você vai passar um desconforto absurdo que no teu partido Vai ter uma sacanagem em algum canto. Beleza? Só que isso, isso que nós estamos falando de partido político, lamentavelmente, é a nossa vida nessa sociedade chamada Brasil, >> nesse sistema eleitoral. Porque não não só no sistema eleitoral, na polícia não é assim também. Fatalmente na tua polícia, na tua farda, não tem um monte de vagabunda infiltrada ali. Então não tem como você chegar num partido, na política, na polícia, em qualquer outro, Na tua igreja, [ __ ] Eu vou, eu, eu vou pra igreja,
vou congregar lá na igreja, [ __ ] Tese todo mundo ali tá buscando Deus, mas tem uns filha da [ __ ] ali dentro, irmão. Entendeu? Menos mal que ele tá ali, né? Quem sabe uma hora ele se liberta, né? Mas assim, agora agora tu tem que bancar, irmão, dentro da polícia. Tudo, tudo >> não, mas me explica o que é bancar no partido político. >> Mas deixa eu te falar, irmão. Se você Chegar, se você chegar e você vê o polícia vagabundo, você tem que empenar ele, né? E se você e se você achar
em algum momento que algum momento que não dá, tu tem que sair, mano. Lamentavelmente é isso. No partido político é a mesma coisa. Se tu chegar no partido político assim, é melhor não ir. É melhor não ir. E tipo assim, você tá falando de mim, não tem a menor possibilidade, irmão, de chegar em lugar nenhum assim, ó. Então, partido Político, irmão, Nicolas, Nantes, Derrite, quem já tá aí, Tarcísio, esses camarada todo que tem muito respeito da população. Se passar 4, 8, 12 anos e os caras continuam ali, tá errado, [ __ ] >> Tá errado.
Então, o que que o cara tem que fazer, irmão? Olha só, a pauta é essa e nós vamos para dentro, conseguimos a a segunda etapa, senão, meu irmão, pega o bané e vai embora. Pô, >> ô Glauber, você já ouviu falar? Você já Ouviu falar? >> embora. Então é isso que eu tô dizendo, bancar. O cara tem que bancar a postura dele e se ele não consegue, ele tem que sair. [ __ ] >> calma. Então, mas você tá falando uma coisa, a realidade é outra. >> É, mas aí por isso fal, >> você sabe
o que é voto de bancada, >> irmão? >> Você você acredita? Se se for eu, voto de bancada, irmão. Não vou votar. Vai tomar no cu. [ __ ] Me caça. Eu pego o meu boné e volto para onde eu vim. Vou lá para São Gonçalo, irmão. [ __ ] Agora eu só tenho, eu só não posso estar sujo na mão dos caras, senão os caras vão me prender. >> Não, eu não tô falando de sujeira. >> Pega o partido, ó. É que é o palitó que vocês querem. Toma o palitó. É teu. >> Eu
não tô falando de sujeira, eu tô falando de sistema. Eu tô falando de sistema. >> Hã? Você quando entrou na Polícia Penal, você não estudou para saber como era aquela instituição? >> Sim. >> E você foi lá? Você nunca foi descabeçado e foi entrar num lugar sem saber como era. >> Sim. >> O dia que você se filiar, vou dar um exemplo aqui, tá? Ao PP. Quem é o chefe do PP? Sigo Nogueira. Quem é o chefe do PL? Valdemar da Costa Neto. >> Quem é o do PT? >> Do PT eu não sei, mas
acho que pelo que começou Lula tem outro nome como presidente. Mas quem manda? Quem manda? Eu tô falando quem manda, não o o que senta na cadeirinha. >> É o Lula. Eu acho que é Grace Hoffman que tava de presidente. Lula o resto tudo ali é os minion. >> PSD. Cassab. >> Cassab. Então é assim, ó. >> Republicano, Marcos Pereira. Então assim, por isso que eu falo diversas vezes, irmão, >> o Brasil, a merda do Brasil tá na tá na conta desses caras. >> Qual era o começo da nossa conversa? Que a que eu entendo
que o sistema político atual ele é terrível. Ele é terrível. >> Terrível. Porque a hora que você, Glauber, aceitar Entrar no partido do fulano de tal e ele te ligar e falar: "Ó, a esse projeto é voto de bancada, se você votar o contrário, te expulsa do partido." >> [ __ ] >> Não é bem assim, mano. >> Ué, >> não é bem assim. >> Vai ficar sem partido, pô. >> Eu eu vou, eu vou esperar, hein? Cuidado. >> Não, é por isso que eu não tô lá, irmão. Tô aqui. >> Então, não, mas você
tá pensando? Tô aqui. >> Você tá pensando o que nós estamos discutindo, >> tá? >> Você tá pensando o que nós estamos discutindo? É um bagulho que é [ __ ] >> Eu gostaria que o sistema político no nosso país fosse menos comprometido dessa forma, mas a gente tem que entrar lá porque é Isso que você prega desde o início do podcast por etapas. Eu preciso entrar e fazer um trabalho de formiguinha para acabar com isso. Porque se você fizer uma campanha política, você entrar e a hora, a hora que você entrar, não, nós estamos
falando sobre o sistema, você entrar, não, você, Glauber, a pessoa faz uma campanha política, entra lá e na primeira votação eu mandar o presidente do meu partido pro [ __ ] sua vida política é curta. >> Eu eu Glauber, para mim tá OK. Então, mas você precisa entender qual que o seu objetivo é uma briga ou é uma mudança? >> Falando. Não, irmão, vamos lá. >> É, seu objetivo é uma briga ou uma mudança? >> Não, irmão, tu tá pedindo minha opinião. Vou te dar minha opinião. >> Então, >> minha opinião. Tu tem uma mulher,
uma esposa, um filho, Uma carreira, amigos. As pessoas que votarem em você vão estar votando em você para que você porque você representa elas. O cara que vota em você ou qualquer outro cara ou que votaria em mim, ele tá votando nele mesmo. Não é no pagaoto, né? Porque você [ __ ] bonito, cabelo branco e minha barba é grisada. Ele tá votando nele e ele vota o que ele quer porque você que é o candidato. Então você tem que entregar aquilo que ele quer. Por isso que ele confiou o voto em você e te
colocou lá. Beleza? Qual é o problema da política brasileira? o camarada. E eu posso citar vários nomes aqui porque eu não tenho rabo preso e pramente citar nome nenhum. Vamos falar da nossa categoria, [ __ ] Derit >> da Cunha. Mas quem? O Nant que é um igual você. Eu gosto do Nant para [ __ ] O cara quando vota no Nant, no da Cunha, no Derrito, no Paganoto ou [ __ ] no Glauber ou sei lá, no Batata, o cara vai votar porque ele vai ver. nessas pessoas, um camarada que sabe da parada da
segurança pública, um cara que é honrado e ele tem a esperança através de qualquer nome que seja que vai vir a mudança. Aí vamos botar, já que eu vou chamar a responsa para mim, Glauber. Aí eu tô aqui na comunicação, [ __ ] batendo, batendo, batendo, batendo, falando Aí, [ __ ] eu vou ter que entrar e vou ter que fazer assim e assado, porque senão os caras me expulsa. Aí, [ __ ] Calma, irmão. Não é para isso que eles votaram em mim ou vai votar em você, irmão. Tá entendendo? Por isso que no
Brasil sabe quem fica na política há 20, 30 anos? O cara do centrão, o cara que é cinza, que ninguém vê, porque ele não tem esse voto. O voto dele é no dinheiro, é na campanha, cara. É não sei que é na base. O cara que tem o voto do Idealismo do discurso que são esses caras da internet, esses caras que são polícia, que tem uma carreira brilhante, é porque o cara tem a esperança, irmão, que esse cara vai botar para [ __ ] O Nícolas. O cara que vota no Nicolas tem a esperança que
o Nicolas é um é um promissor. >> Mas se você leva se você leva ferra fogo, se >> se você leva ferra e fogo, esses polícias não poderiam estar nem em Partido que tá cheio de pilantra. >> Então, irmão, mas aí não tem a opção. Então, o Chag ainda tem esse argumento, né? >> É, não, mas aí não existe meio termo. Se eu sou fodão, que eu não aceito o sistema, eu não me filio em partido que tá cheio de pilantra. Quando o cara se sujeita a se filiar num partido que tá cheio de pilantra,
ele já está demonstrando que ele é capaz de compor. >> Então, calma aí que não é bem assim. Não é bem assim. A arte da política é uma arte de negociação e composição. E você tem os seus valores para você ir lutando, se juntando com outros que pensam igual para chegar num objetivo. Não é a arte de você chegar arregaçando tudo, porque todo mundo que fez isso no nosso país, ó, >> compreendo. >> Se fodeu. E quer que eu te, quer que eu te conte outra coisa? Quer que eu te Conto outra coisa? >> Compreendo.
E aí o homem tem que decidir se >> o cara tem que ter cérebro. O cara tem que ter cérebro. Não adianta você votar num [ __ ] que vai chegar lá bichão e não vai fazer [ __ ] nenhuma nos 4 anos. Eu vou dar um exemplo para você, então, prático para você entender. Você conhece, você conhece bem? Ó, eu vou vou nem vou falar que você conhece, eu vou te contar a história minha, Minha. Eu, capitão, chegou no meu quartel um deputado que era sargento meu, trabalhava comigo lá, meu brother até hoje. Eu
cheguei para ele e falei assim: "Irmão, os 10 anos que eu te conheço, você era um cara [ __ ] briguento, polícia para [ __ ] fodidão, crítico, tipo os nomes que você falou aí, você ficou 4 anos na assembleia, você fez um projeto, o projeto que paga mais rápido Quando a polícia morre o dinheiro pra família. Cadê o fodão?" Aí ele me deu uma aula. É essa aula que o o povo não conhece, não conhece. Ele falou assim: "Chefe, funciona assim, ó. Já ouviu falar um negócio chamado colégio de líder? Colégio de líder é
uma reunião na quinta noite, onde o deputado mais votado de cada partido, ele é o líder. Eu dei muita sorte porque eu fui o único eleito do meu partido, então eu fui o mais Votado e eu sou líder, o único do meu partido. E eu participei dessa dessa dança aí, eu ia falar dessa, eu ia falar coisa pior. Ele falou: "É o seguinte, quando você Glauber, é um deputado da causa da Polícia Penal, se você for o líder do partido, você encurtou esse caminho. Se você for outro qualquer que não foi o mais votado, primeira
missão tua, chegar com o seu projeto de lei da Polícia Penal e convencer o seu líder partidário A botar esse projeto em pauta. O que acontece? Esse líder vai olhar e ver que se você fizer um projeto muito top na próxima eleição, você vai ser o líder que você vai ter mais voto que ele. Ele te bloqueia. Ah, por que ele ele quer ser o líder? Porque o líder tem o dobro de possibilidade de dinheiro e de cargo lá dentro. Esse é o líder. Ele tem dois escritórios lá dentro. Se você pode botar 26 empregado
lá, o líder bota 52. Esse cara não vai passar seus projetos bom, porque na próxima eleição, no mesmo partido, você vai ter mais voto que ele. Então ele te barreira. Mas vamos supor que o líder do seu partido é tão brother com você, faz negócios com você, que ele fala: "Não, eu vou passar esse projeto do meu brother do meu partido". Aí ele vai na reunião na quinta à noite e se reúne com 30 líderes. Desses 30, 11 são de partido de esquerda. PCDB, PSOL, PSTU, PT. Mas você é fodão. Eu não troco ideia com
a esquerda. Você nunca vai conseguir ter os votos dele para um projeto teu, porque você é líder. Você não conversa com os caras, os caras fala: "Não, não dou a se eles não assinarem, você não tem o quórum mínimo do colégio de líder, o teu projeto não passa". Mas vamos supor que você entendeu que a vida política desse país, que eu não concordo, mas ela é assim, eu preciso convencer os outros líderes a votar no Projeto que o meu amigo deputado Glauber pediu. Aí eu consegui as 21 assinaturas, que é o número mínimo de líderes
assinando. É, esse projeto depois de toda essa negociação nojenta, vai pra mão de quem? Presidente da casa. E o presidente da casa, ele tem lá uma pastinha, uma uma caixote lá no no gabinete dele, onde ele vai enfiando todos os projetos que o colégio de líderes aprovou para serem pautados. Qual é a sequência? Qual é a sequência? >> Tu que tá falando. Continua, cara. >> Aquele quiser. O seu projeto pode passar 4 anos e não pautar. Ele, o presidente da casa, que escolhe os projetos que ele quer pautar. Aí você vai ter que fazer um
terceiro trabalho de chegar no presidente da casa que às vezes é de outro partido, pode ser até seu inimigo. E [ __ ] sabe aquele que eles assinaram? Pauta, por favor, minha categoria pauta. E ele vou pensar, vou pensar. Esse sistema político, Glá, ele tá construído de uma forma que a população escolhe pessoas honestas e se o cara não entender direito esse jogo, ele não faz. Eu tô dizendo para você que esse sargento, eu trabalhei com ele 10 anos, era um cara [ __ ] do tipo dos que você falou aí. Em 4 anos ele
passou um projeto. Ele é o incompetente ou é o sistema que É [ __ ] Não, o sistema é [ __ ] >> Então, pronto. >> Mas olha só, vamos lá, irmão. >> É [ __ ] cara. É [ __ ] O sistema é [ __ ] >> Olha só, eu te ouvi, cara. Isso é é bom porque você mostrou uma realidade de um caso, de um amigo teu, de um cara que você respeita, pra população também entender, mano. Isso é maravilhoso. Quem tá assistindo a gente, eu recebi uma aulinha, você e quem tá em
casa também. Só, irmão, deixa o que que aonde estava A nossa conversa que seria importante ter eh candidatura independente. Era esse termo que eu queria falar, não autônoma, né? Candidatura independente >> para que você não precise ir lá pedir pedir a bênção do partido. Beleza? Então, se você tem candidatura independente, você teria >> autonomia? >> Não, não tem, né? Você tem só para para Se candidatar e entrar. Isso >> aí você trouxe um outro elemento que é o depois de eleito. >> Isso. O sistema >> que não era o que a gente tava falando. Então,
mas assim, depois de eleito, aí existe um regimento, é igual a nossa regra na polícia. Beleza? Quando o cara vai pra polícia, tem coisa que não dá para fazer, realmente. E acho que a população não julga o cara, ela não fica [ __ ] com o Cara, porque o cara é um funcionário. Ele, [ __ ] passou no concurso dele, é um funcionário, tem que levar o arroz e feijão para casa. Sabe por que que a população não fica [ __ ] Porque a população vive isso diariamente. Eles trabalham para alguém e eles às vezes
têm que por olhar para um lado porque senão ele vai ser demitido e ele não leva o arroz, feijão pros filhinhos dele, [ __ ] pra casa dele. Então eu acho que esse jogo, por isso que a gente Tem audiência para [ __ ] 3200, 3.260.000 1 inscritos. Porque a população gosta dos polícia, irmão. >> Eu sei que gosta >> e respeita os polícia e sabe que o Brasil tá a merda que tá não é culpa da polícia, é culpa da legislação, é culpa do judiciário, é culpa dos políticos, é culpa de uma série de
coisa. Agora, isso não faz da gente eh não nos dá o direito de [ __ ] também não honrar essa essa população sendo justo e Falar: "Ó, esses daí são polícia vagabundo, vamos separar o joio do trigo". Porque senão o vagabundo leva o prestígio que você merece, >> que nós temos. Beleza? Isso que eu tô te dizendo é o seguinte. Eu, Glauber, para mim só faz sentido a e eu só tenho esperança numa mudança política. Primeiro ponto, candidatura independente. Só que isso é muito difícil, porque quem vai votar >> são os que estão lá e
os que estão lá são dono de partido nesse esquema todo que tu mostrou. Eu, Glauber, para mim só faz sentido o cara que mata no peito o voto ideológico, o voto de credibilidade, o voto da competência, o voto da da de da mudança. Esse maluco, ele tem que dar o jeito dele de fazer. E se ele não consegue, ele tem que virar paraas mesmas pessoas que confiaram nele e falar: "Ó, você me desculpe, eu tentei, fui, tô indo embora". Mas tem Que ser desapegado. Não tem que ter projeto de ficar milionário na política, não tem
que ter. Sabe qual cara que eu respeito? Não conheço a vida dele, pessoal. Na verdade, sei pouco porque é público. Não sei como que ele foi na política, nunca vi na vida, nunca conversei. Não sei como é que ele é pessoalmente seria do bem ou do mal. Mas é um cara que foi e nunca mais voltou. Cabo da Seolo. Cabo da Ciolo aqui Fez uma uma uma um movimento político dentro dos bombeiro, fez o nome dele, chegou na política, depois ele loucão, né, do jeito dele, né, glória a Deus, ele se candidatou >> carioca, se
candidatou a a presidente 2018, lembra? >> Lembro, lembro, lembro. Ele teve 1 milhão de voto, mano. Ele tem voto para [ __ ] >> Para [ __ ] >> no Brasil todo. Você acha que Cabo Daciolo não conseguia ser vereador em 2020 no Rio? Conseguiria. Tu acha que Cabo Daciolo não ganhava para deputado federal em 22? Ganharia, [ __ ] >> Não saiu para mais nada. >> Nunca saiu para mais [ __ ] nenhuma. Não sei as razões, não sei. Eu acho que esse esse é o modelo que eu respeito. Sabe por qu, irmão? Porque
senão nós vamos votar no cara, o cara vai do lado de fora, ele é um leão e dentro ele é um gatinho. Aí ele fica 4 anos, 8 anos, 12 Anos. [ __ ] meu irmão. Aí eu sou otário para [ __ ] Porque assim, irmão, se tu constatou que não dá para mudar, perdeu o objeto, perdeu o propósito, porque quem votou em você, você vendeu a parada que [ __ ] que eu vou mudar, igual os caras que estão disputando 2016 para senador. Pra meu irmão, a população vai assinar um cheque em branco para
eles e dar 8 Anos de mandato para eles. Irmão, se esses [ __ ] não fizeram o que eles estão falando e se e se candidatarem em daqui a 8 anos, em 2034, eu espero tá aqui ainda para chamar todos esses de vagabundo [ __ ] porque é covardia, mano. O cara pegou 8 anos de mandato para senador. 8 anos para impeachment no STF, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo. população vai bancar, vai dar o cheque em branco e o cara depois de 8 anos não fez [ __ ] Nenhuma. Se isso acontecer lá na
frente, né, não conseguir fazer impeachment, mas o cara vem de novo para senador, mano, [ __ ] a gente é muito otário. Então assim, irmão, eu eu eu realmente eu não sei, [ __ ] com detalhe o regimento, como é que funciona, porque eu não me interesso por isso. Mas assim, quem for, irmão, com esse argumento que nem é o seu, né? Você não fez isso aqui, mas nós tentu E tô tentando explicar o quanto é o quanto é nocivo o sistema. >> Eu tô entendendo, irmão. >> Porque eu ten, eu tenho um irmão que
era sargento brabo >> e não conseguiu fazer nada, >> cara.Então, irmão, aí que acontece, o irmão sabe sabe qual que é a parte boa? >> Ele vai ter que tomar um caminho, irmão. >> Sabe qual que é a parte boa? >> Hum. >> Qual que é a parte boa de um parlamentar hoje? Qual que é a parte boa? Se o sistema é tão [ __ ] assim, não sei o quê, cara. É assim, ó. Você pega um parlamentar que ele recebe R milhões de reais num ano de emenda. Se esse parlamentar for um cara sério
das e que e que entende onde são os problemas da sociedade, ele vai destinar esses dinheiros de emenda, esses dinheiros, esse dinheiro de emenda para causas nobres. >> Sim. E aí eu posso não ter conseguido Lutar contra esse sistema legislativo por por questão estrutural, mas eu todo ano eu meto 40 milhões em coisa séria. >> Tá usando sistema quant sistema maravilhoso, >> entendeu? E aí, >> aí o cara que fizer isso tem meu respeito também. >> E aí eu vou falar uma coisa para você aí não tem desculpa porque é o meu CPF com a
minha caneta. Eu não vou jogar isso nas costas de um partido. A emenda quem Decide é o parlamentar, entendeu? Então se você virar para mim e falar assim: "Tá, outubro deu tudo certo para você, você acha que você vai mudar o Brasil fazendo um monte de lei? Eu conheço a estrutura. Eu sei que eu não vou conseguir isso porque eu tenho um amigo honesto que foi lá e não conseguiu. Eu vou lutar, >> eu vou lutar, vou articular, vou usar a minha inteligência, minha capacidade de de negociação, tudo. Agora, nas minhas Emendas, eu quero que
você me traga aqui e jogue na minha cara se eu usei dinheiro público com baixaria. >> Respeito. Respeito. >> Você tá entendendo? >> Porque assim, irmão, olha só, isso aí é um é um >> Isso é uma é uma coisa moderna. Porque assim, pelo que eu lembro, >> não tinha as emendas, né? >> É, não tinha tanto. Tinha, mas não era essa farra. >> Eu eu eu não sei exatamente como quando começou a ficar desse jeito, tá? Mas é recente. Então hoje o parlamentar de fato ele tem um volume muito grande de execução, porque o
o princípio do parlamento não é executar, é poder executivo, poder legislativo e poder judiciário. >> Tá tudo bagunçado. >> Só que o parlamento brasileiro, pro cara poder fazer a campanha dele, né, e pro cara poder entregar também pra População, porque como é que como é que é a veliança? O vereador, o vereador não tem emenda, tem municípios que tem, né? Mas vamos supor, o vereador não tem emenda, ele tem que ir lá no prefeito igual você fez o G, mas é assim >> e e para porque senão as pessoas vão falar nele. Mas aí também
tem um erro que começa antes. O cara o cara vende pro pro para quem vai votar nele que ele vai asfaltar a rua. Mano, eu cresci em São Gonçalo, mano. Eu Eu vivi isso minha vida. Eu a minha rua, eu eu saí de casa, [ __ ] bonitinho para trabalhar, tenizinho limpinho. Depois quando eu entrei na tava fazendo contabilidade, entrei na auditoria, passava a graxa, meu meu sapato ficava pretinho, mano, [ __ ] chovia, eu metia meu pé, [ __ ] na lama, chegava, [ __ ] aqui no centro do Rio, eu era o único
peão com com com sapato sujo de lama, porque minha rua não tinha asfalto. Aí eu tinha que ir no banheiro antes de Começar a trabalhar limpar o meu sapato. Por que que eu tô querendo te dizer com isso? Você acha que o cara que mora numa rua, que chove, fica lá naçal, ele não quer um asfalto? Ele quer. Aí chega o babaca do vereador, o [ __ ] do vereador, oportunista, vota em mim que eu vou asfaltar a rua. Ele não é prefeito, [ __ ] aqui asfalta rua, prefeito. Aí que que que o o
os parlamentares no Brasil começaram a a gostar da emenda que com dinheiro da Emenda ele vai lá e bota o asfalto? >> É outro sistema que que é doentil. Quer que eu te falo a minha experiência do ano passado? Por isso que eu tô te dizendo, irmão, que assim, esse negócio de emenda é uma possibilidade que na mão de um cara bom, realmente o cara vai poder, [ __ ] deitar a cabeça no travesseiro e falar: "Porra, eu não consigo mudar o sistema". Mas eu mudei aquelas vidas ali que eu mudei a realidade deles. Esse
cara tem meu Respeito, mano. Tem meu respeito. Só que ele é diferente do cara que bate no peito e fala: "Porra, vocês t que botar gente boa para mudar isso que tá aí, porra". Entendeu? Aí não sei que vota em mim, eu vou dar impeachment no no negócio. Aí o cara não dá. Aí ele vê que não tem como dar e ele continua no sistema. Não tem meu respeito, mano. Não tem. Deixa eu te contar uma história. >> Porque ele ele deveria sair e falar assim, ó, pessoal, ó, não dá. Fui. >> Deixa eu te
contar uma história. É assim, ó. Toda pessoa, marinheiro de primeira viagem começa 10 passos antes na largada do que alguém que tá eleito. Por quê? É porque o cara que tá eleito já conhece, né? E ele também já tem o a máquina na mão, né? Eu vou te explicar. Eu não tava lá numa cidade do interior, meia dúzia de cidades em voltas, tudo pequenas >> no secretariado. >> Isso, >> no interior de São Paulo. meia dúzia de cidades em voltas, todos os as estruturas de poder eram, deixa eu usar uma palavra que não não ofenda,
eram simpáticas, para não dizer praticamente submissas a um deputado. Durante os 4 anos do mandato dele, ele despeja a emenda para aqueles, para aquela meia dúzia de prefeito. >> Uhum. >> A prefeitura que eu fui trabalhar, nós começamos a gestão com 180 milhões de dívida, uma prefeitura pequena. Eu tava em choque quando eu vi isso. Eu cheguei no prefeito e falei: "Chefe do céu, como é que o senhor pode ter paz com com negócio desse? Como é que o senhor vai dormir assumindo um negócio que tá a 180 milhões de dívida?" Ele falou: "Irmão, é
só correr atrás de emenda". A gente a gente sobrevive com emenda na Prefeitura. Essa é a realidade da grande parte dos municípios. Sim, verdade. >> Essa simbiose >> tem muito município aí que não faz um prefeito com um deputado que escolheu aquela cidade, ele passa 4 anos usando o dinheiro da emenda, jogando naquele lugar e aquele lugar trabalha a campanha dele para reeleição. Você pega deputados lá em São Paulo que estão no sexto mandato, aí você fala Assim: "Cara, como que um cara que mal tem história de vida assim pública, de coisa, consegue se manter
muitos mandatos se elegendo com muito voto? Você não ouve falar dele na internet, não ouve falar dele na TV, ele não tem nada que chame atenção que esse cara é um cara muito [ __ ] >> É porque a estrutura que ele usa esse dinheiro. E aí eu tive a confirmação disso. Eu não vou expor ninguém aqui, mas você já citou o nome, que eu tava numa guarda que as viaturas estava caindo uns pedaços. >> Sim. >> Caino >> os pedaço da triste de ver. E eu resolvi ir visitar um amigo na assembleia e falei
para ele assim: "Ô irmão, tudo bem?" "Cara, eu tô numa cidade de 80.000 pessoas, um alto índice criminal, os Guarda lutando contra o crime lá numas viatura que dá até dó dos carandar, banco tudo destruído, os caras estão precisando de ajuda, cara. Você poderia me me arrumar, sei lá, 200.000, 300.000 numa emenda para eu comprar uma viatura decente pra cidade? O cara negou. >> Qual foi a Não negou não. Qual foi a resposta dele? Você volta, descola dois vereadores para trabalhar de graça para mim na minha Campanha que eu te dou o dinheiro. Senão não.
>> Que isso? É isso. Ai ai. >> Então, meu irmão, é assim, ó. Quando eu falo para você que o sistema, o sistema tá tá difícil, cara. Tá difícil. E o político que tá eleito com essa fortuna de dinheiro na mão a cada ano dos 4 anos para despejar nas cidades e ter um exército trabalhando para ele, se ele não se reeleger é porque ele é Ruim demais. Ruim demais, >> sim. >> Você tá entendendo? E você pode pode prestar atenção que nós temos um monte de político que o Instagram dele é toda hora entregando
coisa com emenda. Você tá entendendo? Eu amanhã eu tô em numa cidade do interior de São Paulo com a da gestão junto à Brasília para entregar três máquinas. Foi uma gestão para ajudar três prefeituras para Entregar a máquina. Aí você vai falar: "Pô, você tá sendo hipócrita, você tá criticando o negócio que você vai fazer amanhã." É o sistema, cara. É o sistema. Tá [ __ ] Você tá entendendo? Eu, se eu ficar parado, ficar parado aqui, ó, não divulgar nada, nada bacana, a sociedade não me enxerga. Não me enxerga. É uma luta, velho. É
uma luta, entendeu? Então, precisa tomar muito cuidado com a com a ignorância de massa, porque a hora que você vai ver o sistema, o sistema se Perpetua. Os presidentes de partido são presidentes de partido a vida inteira. Os presidentes de estado são presidente de estado partidário a vida inteira. Os caras responde um monte de BO e não cai de jeito nenhum. Os caras que estão eleitos, eles têm que ser muito ruim para não se reeleger. E você entrar numa bolha dessa, cara, é um negócio terrível de difícil. É, >> por sorte nós estamos com com
uma com um fator perigosíssimo Chamado podcast. >> Não, por sorte não, né, cara? E isso, infelizmente, eu que tô aqui à frente do podcast, a gente paga o preço porque nós somos alvos. Porque o que a gente faz, quantos policiais aqui, irmão, que passa nesse canal tem potencial de ganhar uma eleição esse ano? >> Me diz o que seria da gente os primeira viagem se não existisse podcast. Eu sei disso, só que o alvo, o alvo sou eu, Irmão. >> Eu sei. >> O alvo sou eu que tô aqui todo dia, cada dia trazendo um.
>> Porque olha só, >> é, é você. Ontem teve o delegado Fred Murta, tem o Batata, aí teve o Raiado que teve aqui recentemente, aí tem o Nant, aí tem o Salazará, aí tem um monte de cara, um monte de nome bom, Soldado Correia, um monte de nome bom, muito querido na internet, Todos os frequentadores daqui. Aí por isso que eu respondo uma ação milionária no Ministério Público. É por isso que, [ __ ] aconteceu o que aconteceu comigo recentemente. Então, irmão, eu compreendo sistema maldoso na que aqui atrás. >> Então, eu compreendo. Só que
assim, se a gente se a gente se a gente não conseguir, cara, >> tem que continuar lutando, >> não é? É. Se a gente não conseguir mudar Essa realidade aí, que que vai acontecer? Cada vez pior. >> O sistema se é justo, irmão. Não teve o efeito da Lava-Jato. O evento Lava-Jato no Brasil não deu uma esperança no povo? >> Deu. >> Os caras se ajustaram, >> sim. >> Entendeu? Então eles vão se ajustando. Quando eles viram que tinha que o que teve o o a a onda Bolsonaro em 2018 só no Facebook, no WhatsApp,
no na rede Social, aí hoje os caras têm essa fortuna de emendas para que eles sempre ganham eleição. E que que eles fazem? Pô, irmão, Paganoto vai ter uns votinhos, ele é o cara da internet, bota ele aqui na nominata, cara. Esse papo que eu tô tendo contigo agora, cara, eu tô lembrando 2024, né, mano? Walter, [ __ ] eu fiquei triste, pesado assim, porque junto com o Carcará, o Carcará era candidato a vereador. E eu tentando mostrar pro Carcará, Irmão, que a vida não era bem assim, sabe, mano? >> Vereador em no Ceará, Fortaleza,
>> Fortaleza. E e e cara, eu tô eu tô eu tô na minha quarta eleição já, mano, no na comunicação. 2020 eu tava no YouTube já no outro canal. >> Você já conseguiu eleger alguém? >> Pô, mano, eu não tenho esse esse poder >> não. Assim, já veio alguém aqui e conseguiu ser eleito >> já, pô. O Nantes, >> hã, >> o Salazar, eu diria que principalmente esses dois, porque esses dois, >> o, é, mas eu vou falar do Ramos. Esses dois, >> [ __ ] frequentaram aqui três, quatro vezes. Então >> eu eu tive
uma contribuição mais significativa. Não quer dizer que eu elegi, nem que eles elegeram com a minha ajuda. Eu acho que >> eu tô tentando ver se eu tô no lugar certo. >> Amb. Não, [risadas] eu acho. >> Se acalma. Dá dá um negócio aí. Agora é ele que tá nervoso. >> Não, não, [risadas] eu acho que tá. Eu acho que tá. Inclusive, mano. Inclusive quando eu gosto, eu gosto de verdade, irmão. Então, tipo assim, >> eh, eu, eu no que eu posso ajudar, né, mano? Eu sou um comunicador, eu não sou [ __ ] né?
Eh, é cabo eleitoral. Mas assim, o esses caras tiveram aqui várias vezes, irmão. E por exemplo, se eu puder trazer o cara no período de campanha dele, é melhor. [ __ ] ano passado, em 2024, eu fiz uma transmissão com com Carcará, com Nant e com Salazar. Óbvio, eu fiz intencionalmente para ajudar os caras, né? Carcará não entrou, os outros dois entraram, entendeu? Agora esse ano tem muita gente, irmão. E tu Acha que os caras não olham pra gente aqui, [ __ ] Tu acha que isso aí? Vamos botar que se se todo mundo entrar,
mano, se todos vocês que que vão no podcast aqui ou em qualquer outro podcast, não tem só eu, né? Tem outros podcast, >> os caras vão ajustar essa [ __ ] para 2030, irmão. Ou tu acha que não? Porque eles vão se ajustando. Tu imagina, [ __ ] se um monte de policial chegou no congresso lá de terna e gravata. Ontem eu vi o batata de terna e Gravata, compadre. Eu mandei a mensagem, [ __ ] tá b gatão, mano. Olha o Batatinha maior gatão. Mandei um áudio para ele, mano. Valta assim: "Ô, seu [
__ ] vou te demitir, hein? [ __ ] quer dizer que você não tava no Fala Glob News e tá de terno e gravato no salão verde, mano, com a gravata toda torta. Pelo menos essa gravata, [ __ ] >> Ele foi lá no negócio da polícia municipal. Que que ele tava lá? >> Eu não sei, mano. >> Não sei. As coisas do batata fora daqui, eu não sei. Eu sei daqui para dentro. Daqui para dentro eu governo agora. De lá para fora eu não sei. Mas é o que eu tô te dizendo, irmão, tu
imagina, por exemplo, Rodrigo Pimentel. Rodrigo Pimentel teve aqui diversas vezes. Já perdi a conta. Toda vez que Rodrigo Pimentel vem aqui, que que ele fala? Mano, volta. Ô, Glber, não tem uma cidade que eu vou? que não me reconhecam e falam o teu Nome. Eu vou no interior do Maranhão, eu vou no Macapá e todo mundo fala: "Tu é o Pimentel, te vi no Glauber". Aí ele fica me dando essa moral, né? É mentira dele. É só para poder, né? Pô, >> não é verdade, né? Acredito que é verdade. Só porque não é mentira, porque
a gente tá viajando e os caras falam para mim >> mesma coisa com ele. >> Mesma coisa. Mesma coisa. >> Então beleza. Não, >> você vou, o teu programa é no Rio, mas um monte de cara em São Paulo assiste. >> Eu sei, eu sei disso, eu sei, eu sei. E é uma honra. Agradeço o carinho de vocês aí e isso me dá muita responsabilidade. Eu trabalho dia e noite para arrumar uma fala por que é isso? >> Porque o teu espaço aqui é sério. >> É assim, a gente a gente a gente cara a
gente tem uma audiência que fica com a gente, né, irmão? No momento que eu mais precisei, quem tava comigo, No momento que eu mais precisei, irmão, 40.000 1 pessoas aqui me assistindo, pô, que interessada a as mensagens que que eu recebi. Então assim, cara, isso para mim é uma honra, mas também é um ônus, eu tenho que honrar eles. Mas voltando a assunto, irmão, Pimentel, >> Pimentel, >> Pimentel teve aqui várias vezes, eu tenho certeza e eu já fiz essa sacanagem com ele, lancei o nome dele para Governador aqui no React. Aí ele, [ __
] tu quer me [ __ ] Ele mandou um áudio. Falei: "Irmão, eu tenho certeza que se o Pimentel for candidato a governador no Rio, ele mexe com o imaginário das pessoas no Rio de Janeiro. Vai dar uma esperança, porque as pessoas vem nele uma autoridade. Ele é um nome conhecido, ele é querido por muita gente e ele teve aqui várias vezes." Mas eu não lancei o Pimentel. Eu não tenho o poder de eleger o Pimentel. Mas assim, a gente contribui, né? Aí, vamos supor, Pimentel governador, [ __ ] oito deputados federais, meu irmão, vai
chegar 2030, eu não sei se eu vou estar aqui ainda, irmão. Então, nem chama essa atenção. Acabou que você falou. Eu tô falando, já chamei atenção para mim. Porque o sistema se ajusta, irmão. O sistema se ajustou no mensalão. Lembra do mensalão? Que que era o mensalão, irmão? O Lula junto com com o presidente da casa. O que eles hoje pagam de emenda antes pagava por fora. >> Não, irmão, não é nada, [ __ ] Eles só pioraram. Preste atenção. O Lula, presidente junto com Roberto Jefferson, Valdemar da Costa Neto e o [ __ ]
pagava umas mesada pro deputado votar. Estourou o escândalo, mensalão. Essa [ __ ] foi em 2005, irmão. Se o deputado lá na época ganhava 50.000, hoje ele ganha 50 milhões de mina. [ __ ] meu nariz de Palhaço. Cadê? Aqui, ó. Ó, a gente é tudo otário, irmão. O que que eu quero te dizer com isso, irmão? Eu entendo que o sistema se ajusta e você tá dizendo, graças a Deus, hoje tem uns podcast. Hoje se tu fori eleito, se o outro fori eleito, ó, você que já tá eleito, tá salvo e nós que estamos
aqui, tomamos no cu. >> Se acalma que nós vamos transformar em TV. >> Ah, é, eu sou eu sonho alto, irmão. Eu Sou sonhador. Silvio Santos. [ __ ] >> Silvio Santos chegou, não chegou, mano Valta? >> E que que eu já falei para tu, mano? Valta, >> cara, o Glauber, o Glauber, quem quem é mais antigo aqui do canal sabe que o Glub já expressou isso daí, porque quando perguntado se ele ganhasse, né, o Gláuber não joga. Todo quem conhece o Gláuber sabe que ele não joga. Aí certa vez lá a família dele perguntava:
"Pô, o Que que você ia fazer?" O Gluber fala que teria uma TV. Então aí, >> tipo assim, se tu ganhar na mega cena, mano, eu moleque criança de 14 anos, eu falava assim: "Se eu ganhar na mega cena, >> eu compraria uma televisão, uma emissora de televisão." Por quê? Porque eu já entendi, irmão, a influência que a televisão exercia na minha vida. [ __ ] mano, eu eu pago preços hoje das Decisões erradas que eu tomei quando era moleque. Por a minha influência, [ __ ] eu vi a novela, [ __ ] eu ficava
vendo, [ __ ] só coisa que passava na televisão, entendeu? Vendo vida de artista, essas idiotias que tem aí, [ __ ] o moleque pobre da quebrada é futebol, televisão aberta, >> novela, >> [ __ ] muda a nossa vida, mano. Muda, muda quem você vai ser. >> Alguns são libertos. Eu tento aqui Diariamente libertar o monte através do exemplo e eu, [ __ ] sou um pecador ainda, [ __ ] mas eu tento todo dia ser melhor, irmão. Quando eu trago vocês, eu digo para eles assim: "Olha só que [ __ ] irmão, tu
pode ser esse cara". Então, irmão, nós temos uma responsabilidade muito grande, entendeu? Isso. E só para fechar esse assunto aí, eh, a gente, tu vê, irmão, só porque tá chegando perto da eleição e porque você é um cara eh, que tem potencial e as Pessoas, [ __ ] querem te ver na política, olha como o nosso papo de hoje foi totalmente diferente. >> Você acha? >> Não, calma. >> Você acha que as pessoas querem me ver na política? >> Não, não sei, mano. >> Não, então vamos saber só em youtuber, não tem como saber não.
>> Tudo bem, mas mano Walter, entra comigo aqui nesse papo, irmão. É ou não é? Claro, >> cara. O nosso papo hoje ficou num papo, [ __ ] com vários elementos políticos. Por quê, mano? Porque essa [ __ ] meu irmão, é [ __ ] E eu lembrei do Carcará. Pô, o Carcará pensa num cara que eu gosto e eu tenho que ter uma paciência com ele, porque o velho é chato, mano. [ __ ] que pariu. Quando ele começa a falar, ele começa a brigar comigo, né, mano? E eu, [ __ ] nos podcast,
mano, uma da manhã, igual nós estamos agora, Mano, e o Carcalá falando de partido político, que o sistema é [ __ ] e não sei que lá e ele esperançoso que ele ia ganhar, eu falando, irmão, calma aí, não é assim não. Não ganhou não, irmão. Não é assim não, irmão. [ __ ] irmão, ele não, porque o cara lá do partido, pô, o cara foi homem, o cara foi falou: "Calma, mano, calma. Ele pareceu sabor homem, né? Igual Toguro pareceu, irmão. Falei: "Irmão, calma aí, irmão. Cara, [ __ ] os caras. Então assim, irmão,
Vamos continuar esse papo ali. Quero te dar uns conselhos, quero bater um papo contigo de 10 minutos só. Vamos descansar porque já tem uma, já são 1 hora da manhã, né? Eu sei que, [ __ ] tem vários compromissos. >> Só para encerrar, posso contar uma ocorrência? >> [ __ ] obrigado, irmão. Cara, como eu te amo, cara. >> Cara, cara, obrigado, cara. Porque assim, cara, eu gosto de tu por isso, Mano, pela tua experiência, porque tu é um bom comunicador, porque tu é um cara que passa confiança. >> Então, já que você chavecou, vou
contar duas rápida. >> Boa, boa. Conta três. >> Duas ocorrência rápida para >> Não sei se eu contei, viu? Eu eu tô de cabelo branco, tô indo em muito podcast. Às vezes se eu contei, você já me corta que eu conto, >> irmão. Não precisa ser rápido, tá? Ocorrência, história sua, sua experiência, eu fico aqui até 3 da manhã. Não, não. Eu vou pegar oão agora de >> agora. Barulho de política aí. Aí eu vou desligar. Aí acabou o podcast. É, é o seguinte, cara. Eu tava com com pelotão de matutina, sargento Cul, [ __
] cara, [ __ ] cara. Filho dele hoje é tenente, é família de polícia e um japonês embaçado da rotona. A gente patrulhando na zona leste, ele me tromba. Os caras fizeram uma um sequestro relâmpago para sacar em caixa eletrônico. Dois diabo. E a gente rodando. Eu tava ali na Yaiam Melo, ele também. Por coincidência, as viaturas estavam perto. Eu só descobri que eu tava perto a hora que cantou a prioridade na rede. Bom, ele trombou esse carro, começou a troca de tiro. Nessa troca de tiro, um cara acabou caindo baleado do lado do carro.
A vítima ficou, ficou lá, se jogou no Chão, esse ladrão trocou, caiu ali e o outro saiu correndo, atravessou na na Vila Prudente, uma avenida grande, correu para um sargento que era estagiário chamado Bing, outro professor de polícia Bingre, eu sei que você aposentou, [ __ ] história na polícia. Depois eu encontrei com ele quando eu trabalhei lá em Parelheiros, um baita irmão. Esse cara conseguiu no na força do pulmão correr atrás porque foi foi buscar o outro longe. Quando chegou Perto nova troca, o cara foi baleado e caiu baleado longe, tipo umas quatro quadro.
Beleza. Quando caiu essa ocorrência na rede, cara, eu tava perto. Então eu fui a primeira viatura a encostar no apoio deles, dessa viatura do sargento Cazu. Quando eu cheguei no local, tava um um dos policiais lá já com o outro caído no chão, falou: "Chefe, esse aqui tá baleado, precisa socorrer, precisa socorrer". Falei: "Mas cadê o resto da Equipe?" Falou: "Chefe, o outro correu, o outro correu trocando tiro e a equipe tá atrás". Falei: "Puta que pariu, eu vou apoiar a equipe aciona resgate. Se o resgate não, naquela época não tinha proibição." Eu falei: "Se
o resgate não chegar, depois que eu ver que os polícia lá estão bem, eu volto para socorrer esse cara aí. Primeiro eu vou apoiar os cara". E nós saímos correndo. Atravessei a avenida, já escutei os tiros longe. Bom, chegamos lá, tava o outro baleado. Beleza, já embarquei aquele na minha, voltei, passei, peguei o outro, falei pro Kazu, falei: "Cazu, você já conversa com a vítima, calma, ela já preserva os locais aqui que tá colando mais viatura para te apoiar e eu vou socorrer esses caras no PS." Cara, a hora que eu entro lá em São
Paulo, eu não sei se ainda tá assim, mas teve uma época que os PS, os principais PS, tinham policial de plantão, policiais Militares, alguns tinham policiais civis, sempre tinha policial de plantão. [ __ ] a hora que eu entrei com a viatura no PS da Juventus, já jogamos a barca de ré. Quando a gente jogava barca de ré a milhão assim, os caras já sabiam que era baleado. E nesse dia tinha duas policiais femininas de plantão, novinha, recém formada, de plantão no PS. Hora que eu desembarquei, o polícia Ainda tava vindo de ré assim, a
policial chegou, já veio ela botando a luva assim. Ai, comando, é baleado, é baleado. Eu falei: "É baleado. Ela pera um pouquinho, já pegou a a maca?" Eu falei: "São dois". Ela, a outra foi pegar o tram e veio quando eu parou a barca que eu abri o porta-mala assim, ó. A hora que ela olhou, ela começou a gritar, gritar, gritar. O mala baleada era irmão dela. Meu Deus, cara, que merda, Cara. Que desespero, mano. Essa mulher desmaia, não desmaia, botava a mão na arma e gritava: "Vocês mataram meu irmão". E eu desarma ela, tira
a arma dela, se acalma. A outra menina já travou, não tava entendendo nada. E a gente pegando os vagabundos tentando colocar em cima da maca e essa mina no desespero. Os os policiais meus da equipe já saíram empurrando a maca para dentro do PS e eu fiquei com as duas, virei pra outra, Falei assim, ó: "Você a partir de agora você vai cuidar dela." E ela começou a fazendo escândalo. Eu chamo ela de canto e falei: "Pera aí, para, para, para, se acalma, respira". Falei: "Ele é seu irmão de sangue". Ela falou: "É". Eu falei
assim: "Você sabe que ele é bandido?" Ela falou: "Eu sei". Eu falei: "Então pera um pouquinho. Não faz escândalo na frente do PS, como se a gente tivesse feito coisa errada. Isso, >> você sofrer pela morte do seu irmão, eu Eu >> respeito e me sinto até mal de você tá passando por isso, mas não inverta a situação que você não sabe nem o que aconteceu. >> Perfeito. >> Seu irmão tava catando o cara em caixa eletrônico e trocou carrota. Você sabia que seu irmão era bandido? Ela ela, eu eu sabia, eu sabia, mas ele
tá morto. Eu falei: "Ele tá morto porque ele trocou". Então se acalme aí a outra correu, pegou Uma cadeira, botou, a policial sentou lá e meu, ela tava transtornada, transtornada. Aí beleza, ela foi se acalmando, chegou o comando dela, conversou com ela, tal para tentar apoiar, porque ia acionar a mãe dela, tudo beleza. E eu caí para dentro. Tô lá porque logo que você entra com esses caras baleado, você vai ver se vai realmente morrer, se vai ficar vivo. E se morrer, você faz o o laudo, o o relatório de entrada e saída, né? Bom,
Tô lá dentro, de repente começa uma gritaria, vem outros policiais da zona leste, não rota, entrando com uma mulher numa maca gritando: "Tá baleada, tá baleada, [ __ ] toda bem vestida, cheia de ouro nos braços, brincão de ouro. Eu cheguei para esse cabo antigão porque ele passou, eu tava na porta do centro cirúrgico, né, esperando como que ia ser os dois bandidos lá que estavam sendo atendido. Ele entrou com tudo empurrando a mulher. Quando ele passou a maca da Mulher assim pros médicos, ele saiu meio assim. Aí eu falei: "Porra, Steve, a área de
vocês tá carregada, hein, mano? Dois ladrão trocou com a rota. Agora essa mulher baleada aí, que que tá pegando? Que que é isso aí? Ele falou: "É ocorrência do senhor, chefe. Como ocorrência nossa?" Ele falou: "É, na troca de tiros vocês balharam a mulher". Eu falei: "Seis quem?" Ele falou: "Não sei. Alguém balhou essa mulher e ela tava passando com o carro na avenida na Hora da troca um tiro pegou nela". >> Falei: "Nossa, velho". Falei assim, ó: "Não sei o que que eu tenho mais para administrar. Se é a policial feminina que tá em
estado de de choque, desesperado, porque o o ladrão é irmão dela, >> ou se é a mulher rica que chegou baleada e vão suspeitar que pode ter sido tiro da rota. Aí vai começar a chegar imprensa. Falei: "Nossa, velho, ó o tamanho dos BO que a gente na pista". Aí falei: "Puta que pariu". Aí fiquei apreensivo, já chamei o Aitiv, falei: "Mano, vocês não botam a fé. Essa mulher que entrou aí foi na troca, hein? Ela tomou. Aí eu cheguei pro cara de novo, falei: "Meu, você tem certeza que essa mulher foi baleada?" Ele falou
assim: "Chefe, ela tava passando na avenida, é da Vila Prudente, eu não consigo lembrar o nome ali. O tiro que ela tomou foi de nove, entrou atrás, era um Monza, você ver o Tempo que faz. Era entrou no Monza e catou nas costas dela. >> Só um parente. Tu falou mulher rica, né? Uma mulher rica era um Monza. Na época, >> realmente, década de 90, irmão, Monza e cadete. >> É, só tinha Brasília e Fusca, >> [ __ ] Coisa de Playboy que aí cadete é convertids. GSI >> que que isso, irmão? >> Gol GTI,
lembra? >> É, continua. >> Então, aí, mano, eu já tava começando a suar. Falei: "Cara, que beo que isso vai dar?" A hora que eu começar a acionar, vai ser uma desgraça. Aí sai o médico. Aí eu falei: "Ô, doutor, posso fazer uma pergunta?" Ele: "Pois não." Falei: "Essa senhora que entrou balhada nas costas aí, como é que tá?" Ele falou: "Não, já vou liberar ela. Munição velha, meu. Pegou, entrou assim, ó. Eu tirei, não vai precisar nem suturar, só ficou encostada. Não pegou nada, nem perfurou Direito. Falei: "Sério, ela não tem mais nenhum tiro.
Ele não, ela vai embora agora daqui andando de boa." Falei: "Nossa, São Rota, pelo amor de Deus, como você é bom. Você ajuda a Polícia Militar, São Rota. Obrigado. Obrigado. >> Então é, essa é uma ocorrência que às vezes quando a gente se reúne o pelotão da Matutina e a gente lembra, a gente fala: "Mano, lembro São Rota como ajudou na casa daquela mulher. Imagina se ela tivesse ficado alejado, tivesse morrido, Que desgraça que ia ser. E infelizmente a policial feminina tomou esse esse choque. A segunda ocorrência, >> mas deixa eu fazer comentário em cima
disso aí, irmão, por favor. Cara, isso aí, cara, é um acho que a gente tem muita coisa para falar sobre essa ocorrência. É uma realidade, né, cara? onde na família você tem um policial e um e um criminoso, no caso uma policial, né? Feminina, não importa o sexo, mas a Mesma mãe, a mesma família, um virou policial, o outro virou criminoso. Cara, quantas vezes você se chocou com essa realidade? E esse caso ainda mais absurdo ainda, né? Mas absurdo, não é que é um absurdo, um drama maior ainda de do policial saber que o irmão
é criminoso e fatalmente esses dias chega no dia de serviço. Essa coincidência toda, cara, uma coincidência da vida, uma ironia da vida. Eu não sei como que eu descrevo Isso, cara. fala mais sobre isso. >> Você você quer que eu te conto uma da uma das coisas que é algo que me emocionou no fim da carreira, se eu não me engano foi em 2022, lá na PM de São Paulo, tem um negócio, eu não sei se ainda mantém, tá? Que chama café com o comandante geral, >> tá? Eles fazem uma vez por semana, se eu
não me engano, eles pegam do estado todo as melhores ocorrências pro comandante Geral entregar um elogio formal e e enaltecer aquela ocorrência bonita. E eu fui para uma dessas dessas solenidades, porque um uma equipe rodoviária tinha aprendido uma quantidade enorme de fuzis e pistolas contrabandeado e foi, [ __ ] saiu em toda a imprensa. Aí eu tava no comando interino da Polícia do Estado todo rodoviária e eu fui lá por causa dessa equipe. Uhum. >> Quando chegou lá, eles vão chamando, fica na fica a fila dos policiais, eles Vão chamando por unidade e conta ocorrência,
cara. Esse dia eu fiquei inteiro arrepiado. Eu cheguei a ficar emocionado pensando o que aquele cara estava passando na casa, na família dele. Um policial recém formado, um ano e pouco de formado, tava dentro da casa dele com a mãe dele, chegou um irmão com um ladrão com uma moto roubada e estacionou dentro da casa dele. Quando ele se ligou, esse garoto, porque era um jovem policial, um ano e pouco de Formado, foi lá, chamou o irmão dele e falou para ele: "De quem é essa moto aí?" Ele falou: "Não se mete que o bagulho
é meu". Ele catou a placa, pum, puxou. A gente tem aplicativo que você puxa a placa, né? Puxou a placa, deu lá produto de roubo. Ele virou pro irmão dele e falou assim: "Ó, na moral, você não tá trazendo essas porras para dentro de casa, né? Você tá ligado que agora eu sou polícia?" O outro parceirinho do irmão dele foi querer levar uma. Que que Ele fez? Sacou boca, prendeu os dois em flagrante. Os dois ajoelha, não cisca, não cisca. Chamou o 90, coloca a viatura, ele conduziu preso em flagrante o irmão e o amigo.
>> Caraca. >> E o comandante geral tinha levado ele ali para enaltecer e elogiar. Porque assim, você imagina, cara, >> é, não é para qualquer não. >> Você ter que ser homem de tomar uma Postura dessa com o seu irmão, que já é uma merda ele ser bandido. Além de ser bandido, ele quer te enfrentar dentro da sua casa. >> Sim. >> E você prende esse cara que vai ficar lá um tempinho na cadeia e é bem provável que a sua família pense que você deveria ter deixado quieto porque ele é seu irmão. Então, olha
a firmeza de caráter desse menino novo de polícia. E todo o ranço que ia cair nas costas dele de as pessoas falar: "Pô, você prendeu o seu irmão". Mas olha, olha que que firmeza de de que exemplo, né, cara? Prender o próprio irmão, cara. >> Ex. >> Então, é assim, ó. Eu tive, eu fiquei emocionado porque eu já tava no fim de carreira e olhando pr aquele cara jovem, eu fiquei pensando assim: "Puta, cara, imagina como é que vai ser a vida desse Moleque nos próximos anos, até essa, essa desgraça desse irmão sair da cadeia,
porque saiu da cadeia, tá todo mundo feliz de novo, vai buscar, faz festinha, o caramba. Mas para ele ele vai conviver na sociedade que ele vive ali como o cara que prendeu o próprio irmão. Então, [ __ ] velho, a gente a gente na carreira a gente teve alguns exemplos de policiais militares que que colocaram muito da vida deles em risco em prol do do que é certo, sabe? E isso Que você falou é bem isso mesmo. >> Não, irmão, olha só isso. E esse drama deve ser o drama de muitos policiais, irmão. Muitos policiais.
Nós vimos aí, cara, recente, [ __ ] um um policial, um pai, um major aqui da polícia, um cara bem experimentado, perdeu a filha dele. Eu não vou dar detalhes porque eu não sei realmente os detalhes para não comer que eu vi essa matéria >> para não cometer injustiça em respeito, Em respeito à família, respeito ao policial. >> Mas parece, pelo pouco que eu vi, que a filha dele não tava exatamente no caminho que ele gostaria. >> Tava namorando um vagabundo. >> Pois é. Então, fora isso, tem vários policiais que os filhos estão viciados em
drogas, que o filho tá fazendo algum algum corre, porque o vício, né, provavelmente acaba associando alguns corre quando o cara não tem grana, Porque eu sei que muita gente tem o vício, mas com grana facilita, né? O cara para o cara. Agora o cara que não tem grana é viciado. Por isso, cara, que a gente tem que tomar maior cuidado com o vício de de droga, vício de jogo, vício de álcool, qualquer vício, irmão, vício de mulher, >> qualquer vício, o cara vai se empenar >> para bancar o vício dele. Então, quando quando você vê
dramas de vários policiais, tem um número aí que é Considerável, tem um problema na polícia aí difícil de ser tratado. Como é que você exige do policial que ele seja policial contra o próprio irmão, contra o próprio filho? >> Um, ó, eu falei para você, eu falei para você que o meu grupo era eu e mais sete, né? >> Sim. >> Tem um deles que hoje é tenente aposentado, que ele foi a vida inteira Rota. Quem matou o irmão dele em troca De tiro foi Rota. e ele eh passava informação paraa rota do que o
irmão dele tava fazendo. E eu e eu já conversei várias vezes com ele porque ele é um irmão para mim. >> Sim. >> Eu aprendi muito com ele. Ele é mais antigo que eu. Ele falava assim: "Chefe, cansei de avisar, dei chance". Ele continuou achando que podia fazer tudo e além de tudo me desrespeitar. Eu eu fiz O meu papel de polícia e ele escolheu em trocar tiro com a rota. >> Cara, mais do que é assim, cara, é um papel, >> mas deve ser [ __ ] hein, irmão. >> Deve ser [ __ ]
Eu tô pensando aqui, irmão. >> Eu tô e eu tô pensando aqui, cara, que Deus, [ __ ] não permita, né? Que seja da vontade dele, que a gente não passe disso, porque se for, irmão, fatalmente nós vamos nos [ __ ] porque é um plano De Deus. Mas >> tu imagina, irmão, a gente o cara que vive esse drama e aí me colocando, né, nesse nesse nesse lugar aí, cara, desse polícia, mano, você vai testar a tua ombridade, o homem que você é. E numa situação dessa para [ __ ] né, irmão? Porque você
foi um leão com filho dos outros, tu foi um leão com o irmão dos outros, >> tu foi homem. É muito difícil, né? E assim, cabe a nós, irmão, a gente chegar No nível de homem igual esse cara, igual o outro, o outro polícia que prendeu e e do [ __ ] >> [ __ ] né? esse cara ser homenageado, ser respeitado, porque, irmão, eu acho que até a sociedade vai se colocar no lugar e vai falar assim: "Porra, no lugar desse cara eu também não faria nada para quem não fez, né, a a policial
feminina, porque a policial feminina já sabia, por que ela não prendeu ele? Por que que ela não não deu A fita dele? ele ia ser preso. Aí que acontece, ainda fica o peso sobre o policial pensando, [ __ ] eu podia ter evitado a morte do meu irmão se eu tivesse dado a fita e ele tivesse sido preso? Mas eu >> eu negligciei e hoje eu tô vendo meu irmão de em todas as situações, irmão, é um drama familiar que eu não tenho capacidade de de mencionar isso, cara. >> Você me fez me lembrar de
um outro fato que eu nunca contei em lugar nenhum, Cara. Olha como é difícil você ser comandante. Um dia eu tava sentado, eu tenente coronel já, hein? Não é comandante de pista, não. É, é autocomando. E quando eu falo auto comando, é aquele cara que normalmente se ele errar não tem mais esfera para resolver, né? Porque a esfera de cima, mano, é completamente blindada, entendeu? Nível de batalhão para baixo é Operacional. Nível de altíssimo comando é é blindagem, blindagem institucional e política. Então, eh quando você tá numa função de comandante de batalhão, cara, acontece cada
coisa. Ó, só eu tô sentado no meu batalhão, senta na minha frente uma menina novinha, novinha, novinha, policial, meu. E eu e eu já tinha chamado um oficial e falado para ele assim: "Ô, Almeida, dá uma olhada lá, cara. Eu tô Achando que tem alguma coisa estranha, cara. Aquela policial ali, ela tá entrando numa magreza que parece doença grave. Ela não almoça com a gente nunca. Ou ela tá com algum problema financeiro muito grave, ou ela tá com algum problema psicológico, porque essa menina aí, ela vai entrar num num em alguma algum problema muito grave,
cara. E tem gente até que critica, fala: "Pô, você tá se metendo na vida da pessoa". Eu acho que você tem obrigação de cuidar Dos seus comandados e observar tudo que pode estar acontecendo ali para evitar um algo maior. Aí eu fui, o tenente Almeida voltou para mim e falou assim: "Ô chefe, conversei com ela, ela falou que não tem problema nenhum, que ela não tem problema de alimentação e nem financeiro, que ela não come porque ela tá seguindo uma pessoa do Instagram que faz umas umas dieta maluca que a pessoa fica sem comer vários
dias." Eu falei assim: "Almeida, tem alguma coisa Errada, velho. >> Pois é. manda ela vir falar comigo. Aí essa menina sentou na minha frente, eu virei para ela e falei: "O meu, o que que tá acontecendo? Tal, tal". Ela: "Não, não tem nada, nada". Ela até brincou, falou: "E senhor que tá acima do peso". [risadas] Eu falei: "Não, tudo bem, eu sei que eu tô acima do peso, mas assim, eu vejo você, você não você não tem a vida social aqui dentro do quartel. Eu não Vejo você no café, não vejo você no almoço, não
vejo você conversando com os outros policiais. Eu tô achando que você tá tá com uma magreza pouco para mais. você tá com algum problema, algo que tá te afligindo? Cara, e eu insisti, insisti, insisti e ela não falou. Passou uns dois, três dias, ela entrou na minha sala chorando, de soluçada, desesperada, sentou e quando eu fui olhar pra cara dela, ela tava com roxo. Aí eu falei: "Meu, o que que aconteceu?" Ela falou: "Ah, eu vou ter que me abrir com o senhor". O que que aconteceu? Ela falou assim: "Ó, eu tenho um namorado, eu
sou de comunidade, sou muito pobre. >> Sim. Meu namorado é vida torta e eu entrei na polícia e ele não aceita eu ter me tornado policial e agora toda vez ele me espanca, me espanca, me espanca ao ponto de me jogar no chão e me chutar. Dessa vez uma bica dele pegou Na minha cara. >> Caramba, cara. >> Eu virei para ela, falei assim, ó, deixa eu falar uma coisa para você. Ou você sai desse ambiente ou nós vamos ter que tomar uma providência séria. E a providência séria é daqui você pro distrito policial, lei
Maria da Penha, medida protetiva e provavelmente um pedido de prisão dele. E outra, você anda armada, se ele é vida torta, ele vai tomar essa arma e ele vai Matar você. Não, não, não, não, não, não. Eu falei assim, deixa eu explicar uma coisa para você. Eu já vi muito disso, meu. É a receita certinha pro feminicídio. Eu vou receber a notícia que esse cara vai matar você. Ela não, não. Eu falei assim, ó, vamos fazer o seguinte. Eu converso com o delegado de polícia, não deixo isso vazar aqui no quartel. O tenente da corregedoria
te acompanha, você vai paisana, ele paisana com a Viatura descaracterizada para não te expor, faz o BO com medida protetiva. Alguma coisa você tem que ter para se proteger desse cara e sai do mesmo ambiente que ele. Ela pegou e falou assim: "Espera até o próximo serviço." Cara, agora você imagina, você imagina você como comandante, a pessoa entra oficialmente na tua sala, te passa um boa assim: "Não, agora já que você me deu Ciência, eu vou tomar providência. Essa pessoa vai ter ódio porque você não soube esperar a vontade e respeitar a vontade dela." >>
Sim. Se você respeita a vontade dela, ela sai, o cara mata ela nesse dia e ela comentou alguém que com alguém que ia te dar ciência, vem a família dela, imprensa, todo mundo e fala: "Você tomou ciência e não fez nada". >> Sim. >> Olha a situação que a gente fica. Você tem os seus problemas da sua vida, eu tenho os meus da minha vida. Só que quando você tá em função de comando, em função de chefia, você fica numa saia justa, terrível. Eu virei para ela e falei para ela o seguinte: "Então, você vai
fazer um documento dizendo que você me deu ciência e que você se recusa a comparecer no distrito policial e tomar providência, porque você quer uma orientação familiar. Pelo Menos eu quero um documento teu assinado dizendo que você não quis que eu tomasse providência em hipótese nenhuma, a pedido de interesse pessoal mesmo, porque eu não vou ficar de mãos atado agora não. Aí ela não, eu faço o documento. Falei: "Eu peço até para te ajudarem, mas eu quero algo que me resguarde." Beleza? Ela foi, fez o documento, entregou para mim. Eu chamei o tenente Almeida, eu
falei: "Ô, mano, eu não falei para você que tinha Um BO? Essa mina tá sofrendo um troço terrível, cara. O namorado dela tá espancando ela quase todos os dias. Essa mina fardada, armada, policial em casa e o cara espancando ela toda hora, espancando de forma violenta. Eu pedi para ela para tomar tal, ele falou: "Che do céu, o senhor tá correndo um risco da porra". Eu falei: "Eu sei, mas eu tenho que ter um mínimo de respeito com a vontade dela. Eu peguei um documento, mas eu tô aqui que eu não sei direito o Que
eu vou fazer". Bom, serviço seguinte, ela voltou. Ela voltou, sabe o que ela falou para mim? Ela falou assim, ó, fui conversar com a minha mãe. Ele é filho de uma amiga da minha mãe, praticamente de família. Minha família inteira ficou contra mim, disse que se eu denunciá-lo numa delegacia, eles me põem para fora de casa e não querem mais contato comigo. >> Que isso, mano? >> Você acredita? >> Que isso? >> Eu falei: "Meu, você tá fazendo o erro da sua vida. Por sorte, o que que eu soube depois?" Ela pediu transferência, >> mudou
de cidade e ele acabou se afastando. Mas olha o risco que essa mulher se colocou e a família não apoiando ela. E eu como comandante, no meio disso daí tendo que tentar respeitar a vontade dela e ao mesmo tempo me deixar em Situação de risco. Então, cara, a gente contou aqui dois dois três fatos assim, a vida de gestão de polícia também não é fácil, viu, cara? >> Irmão, e aí tem um outro dado, né? Tem uma outra informação relevante que eu faço questão de aprofundar um pouco mais. Da mesma forma que eu dei destaque
paraa policial que tinha um irmão criminoso, não fez nada, depois acabou passando pelo drama e o peso que eu não consigo imaginar o sofrimento dela. Aí Você contou >> caso dos caras que tomou atitude. Agora você tá tomando, >> tá? Me trouxe um caso, cara. Que conteúdo completo, cara. Tá me trazendo um caso de uma policial que não fazia nada, apanhava. Isso traz um outro problema que acontece diariamente no Brasil, que as mulheres elas sequer conseguem eh tomar uma atitude, >> ter coragem, >> ter coragem e muit das vezes não tem Apoio de ninguém. Tu
vê a família ficou contra ela, >> ficou contra ela, mano. >> E nesse caso é ainda mais grave, porque a mulher é policial, então em tese ela ela tem que servir e proteger a população. O estado botou uma arma na mão dela, o estado capacitou ela e ela é incapaz de se defender. >> Você imagina como ela vinha a trabalhar? o psicológico dela. >> Então, irmão, tu e olha, olha como o Drama da mulher que passa por isso. É sério. >> É sério. >> Porque a mulher que em tese é treinada, tem porte de arma,
tem arma, tem condições de reagir, fica incapaz de reagir do maluco que bate nela e ela ainda tem arma. Foi o caso daquele grandão lá, fortão. O maluco um animal puxou a mulher do carro. Tu viu? No Espírito Santo. É o polícia. Primeira coisa que me chamou Atenção falando, cara, e olha, ela é mulher e e ela é polícia, mano. Ela tem arma nesse caso, irmão, mais uma conta nessa equação que a polícia tem que cuidar dos seus policiais, >> tem que observar tudo para >> porque tem mulher que toma porrada do paisano, mano. >>
Top, >> e ela tem arma e ela tem condições de se defender. Então, irmão, é, é o drama é grande, né, Mano? >> É, é >> pesado. >> É isso aí. Bom, irmão, >> bora. Vamos nessa. >> Ficar contando aqui, depois você não me chama de novo. >> Deixa eu te falar uma parada, cara. Tu falou que tinha mais uma, né? Que aí eu fiz os comentário, né? [risadas] Qual é a segunda que tu ia comentar? Vamos deixar pro próximo. >> É, você que sabe. É a que eu, a que eu tomei o tiro embaixo
do braço. Eu já contei tempo. Não, que tu falou assim, tem duas aí. Tu contou uma. É que eu sou bom de papo, né? Então eu >> então, mas eu conti já aqui uma que eu tomei um tiro embaixo do braço. >> Tu contou do shopping que eu lembro? Não, não. O shopping eu tava de folga quando vieram da tua esposa. É, foi buscar tua esposa. >> Foi essa não. >> Essa do tig em Bar do braço eu não lembro. >> É, essa eu eu lembrei dela porque eu fui eu encontrei o sargento Assisa essa
semana e ele tá comigo nessa ocorrência. É o seguinte, cara. A gente tava voltando de madrugada, a gente tava voltando de madrugada de um de de uma região lá no fundão da zona sul de São Paulo, quebrada, quebrada mesmo, numa avenida que chama Ximon Taqueusch, vindo de Tabuão, sentido sentido São Luís ali Para centralizar, centralizar na rota, a gente dá a entender que que a gente tá indo pro batalhão. Eu era comando noturno, era quase 1 da manhã, eu já tava até atrasado, minhas equipes já estavam tudo mais no centro da cidade e eu tava
retornando. Quando eu tava retornando, veio um carro no sentido contrário. O cara fez com a mão assim, parou e falou assim: "Ô, Steve, Steve". E quando o cara te chama de Steve lá em São Paulo, normalmente é Mike. Ou é Mike, ou é policial municipal ou é policial civil. Aí o cara deu com a mão, falou: "Steve, ô Steve, tem uns cara trocando tiro aí na avenida aí, ó. Pode ir que vocês vão trombar." Os cara tá trocando tiro aí. O antigão que tava sentado no banco traseiro, ligeiro para caramba, já olhou e catou a
placa dele. Eu nem sabia que ele tinha pego a placa, porque eu já acelerado, falei pro motorista: "Vai, acelera, acelera, cara, vai, bora, bora Para cima". Quando nós embicamos na Carlos Lacerda tava a avenida vazia, porque 1 da manhã naquelas quebradas não tem ninguém na rua, mano. Quem tiver na rua vai acabar morrendo. O bagulho é louco. Tava vazia. E tinha, a gente parou num numa numa subidinha assim para entrar na avenida. Tinha uma rua que subia pro bairro, avenida inteirinha acesa, aquelas luz amarela ainda, sabe, de periferia. Eu olhamos para um lado, olhamos pro
outro Assim com a barca parada. E agora, mano? E agora? Não tem nada. Só que do outro lado da rua tinha cinco caras numa rodinha conversando >> de boa, parado, trocando ideia. Cinco caras assim, ó. Aí quando a gente ficou parado, os caras olharam pra gente. Aí o Aurélio, que era o motorista, falou assim: "E aí chefe? Esquerda ou direita?" Eu falei: "Não sei, mano, não sei. Não tô ouvindo tiro, não tô ouvindo [ __ ] nenhuma". Aí o Assis falou: "Ô Chefe, mas esses cara aí?" Eu ainda falei: "Ah, os caras tá trocando ideia,
tão calmo?" Ele falou assim: "Ah, mano, vamos ver, mano". Eu falei: "Ah, então vamos, meu irmão. A hora que nós abrimos a porta, os cinco sacaram, viraram para nós e começaram assim, ó. P pa pá. Que isso? >> [ __ ] que pariu. O o Aurélio e o Assis, eu até hoje eu não sei como é que eles não tomaram tiro, porque foi muito cara tirando ao mesmo tempo. Eu desembarquei, Abri a porta e comecei a atirar nos cara. Só que que a a dinâmica qual foi? Três correram pra avenida, pro lado esquerdo. Eles atiraram
pá, e começaram a correr aquele estouro, sabe? Três correram para cá e dois dois correram para baixo e três subiram na rua. >> Aham. >> Beleza. Eu na hora que eu desci tava atirando, eu não vi que o estagiário que chamava Miguel atrás de mim atirou também. E um dos disparos que ele deu passou embaixo do meu braço aqui, ó. Estourou o meu fiel. O fiel era aquela cordinha preta que ficava na arma, porque a gente andava com duas. A gente andava com um sete tiro inox e o oficial andava com 357. Tanto que essa
troca de tiro quando eu conto eu falo assim que eu fazia assim ó, te te b porque esses 357 era um revólver pequenininho na rota, cara, velho, que tava tão comido o cão que Você ficava tirando várias vezes para sair a munição. >> E por que que a gente pegava? Porque, mano, o bagulho parecia um canhão de marinha, mano. Você dava, você treinava com 38, el fazia assim, ó. Tá, tá. Você pegava o 357, bom. É >> o ladrão, mano. Ele olhava para trás para ol que que que tava tirando nele. O negócio era um
diabo aquele revolvinho. Então os oficiais e só o oficial na rota podia pegar o 357. Tinha pouquinho e só Oficial. Era privativo de oficial. >> Tinha duas armas na rota que só oficial pegava, a Walter 9 mm e o 357. A Walter 9 mm eu perdi a minha no shopping. Essa ocorrência que você falou eu perdi lá. E o 357 nessa ocorrência do moleque de 14 anos que eu matei com o tiro na nuca lá. Então esse moleque subiu, eu foquei nele, mano. A hora que abriu o leque, o Assis e o Aurélio correram na
avenida atrás dos dois e eu e o Miguel saímos correndo, subindo na rua, tirando e os Caras correndo assim, ó. Eles fazziam assim, ó. Tá, tá, tá. E olhava e correndo e a rua era assim, ó. Beleza. Quando eu subi correndo, atirando, eu vi que eu acertei o que tava para trás, mas na minha cabeça eu tinha acertado os os dois que eu que eu foquei, porque eu fui atirando para [ __ ] Falei: "Eu abaliei os dois". Só que esse moleque menor, ele caiu de testa no chão assim, ó. E eu, mano, vocês já
viu a foto? Eu era magro, mano. >> Eu corria. >> Tinha acabado de sair da academia. Eu tava nos trink, mano. Quando eu cheguei perto do moleque, o moleque tava caído no chão. O cérebro dele já tava todo esparramado, com tiro na nuca. Ele tava com a mão ainda com a arma. Eu só chutei a a mão dele assim na arma dele. Escorregou, mas eu vi que ali já era, né, mano? Arregaçou. E eu continuei correndo atrás do outro. Quando eu entrei na viela da favela, Porque eu vi o outro entrando na viela da favela,
que eu entrei lá na viela da favela, eu escutei assim: "Volta, chefe". Aí eu parei, olhei para trás, dei uns passos para trás, era o Miguel. Aí ele: "Volta, chefe." Ele tava parado onde tava o moleque. Aí eu falei: "Caralho, velho, tô sozinho nessa [ __ ] dessa comunidade aqui, mano. Vou voltar." Voltei. Cheguei no Miguel, falei: "E aí, Miguel?" Ele falou: "Não, chefe, ó oitão que ele tava tá aqui, era Um pequenininho." Falou: "Isse aqui já era, chefe, ó do estado que tá". Eu falei: "Mano, pegou bem na nuca dele". Ele falou: "É esse
aqui já era". Eu falei: "Ó, vamos pedir apoio, vamos descer pra viatura e pedir apoio." Quando eu tô descendo assim, volta o sargento Assis, que é esse que eu tava essa semana, por isso que eu lembrei dessa ocorrência, e o Aurélio, que era o piloto. Os caras já falou: "Porra, chefe, sem chance, irmão, os moleque Novo, não deu para chegar na avenida no estouro perder. Perdemos". Eu falei: "Porra, mano, que merda é essa?" Os caras, "E aí, chefe?" Eu falei: "Nossa, vai ser louco, né? que eu vou pedir prioridade na rede e vou falar que
eu tô com uma criança baleada na nuca. >> 14 anos. >> Como é que eu vou explicar essa merda? Eu fiquei sabendo que tinha 14 depois porque na hora eu olhava para ele, visivelmente ele parecia que tinha 12. Aí você tem menos. >> Meu, eu tenho a foto desse moleque. Se eu trouxer a bolsa, se ela tiver dentro, eu te mostro. >> Aí, mano, >> eu vou falei: "Nossa, cara, agora eu tô ferrado. Agora eu tô ferrado". Eu já tenho um histórico na rota. Vou falar aqui 1 da manhã, as equipes já estão tudo lá
no centro. Eu tô aqui na quebrada no Jardim Santa São Luís, entrada de favela com moleque baleado na Nuca. Essa compleição física. >> Tô preso. >> Como é que eu vou explicar isso, mano? Os cara calma chefe, calma, mano. Nós temos que entender o que aconteceu aqui. Só que o estagiário, ele desceu pra viatura para fazer a segurança da viatura. e tô na roda trocando essa ideia tensa, porque o estagiário precisou chamar apoio para socorrer esse moleque, entendeu? E aí, cara, eu tô conversando Com os dois, o estagiário faz assim: "Chefe, chefe". Aí, a hora
que nós olhamos assim, cara, o terceiro, porque eram cinco, dois correu, um entrou lá na favela, o outro tava com tiro na nuca. Cadê o quinto? Quando a gente olha assim, ó, mano, o cara na sarjeta, porque era escura a rua, ele tava assim, ó, encostado, deitado na sarjeta, colado na sarjeta. O estagiário, quando ele desceu, ele viu ele na sarjeta, ele tava numa distância daqui ali no mano. >> Aí ele levanta, filha da [ __ ] levanta, levanta. O cara foi levantando. Aí o o Aurélio, motorista falou: "Chefe, esse filha da [ __ ]
me deu um monte de tiro". Eu falei assim: "Como assim?" Ele falou: "Esse era um dos caras que tava na frente do cinco atirando." Aí eu colei nele, ele falou: "Eu, mano, cadê a arma?" Ele: "Não, senhor, eu sou vítima. Sou vítima". Eu falei: "Que vítima? O que?" E o Aurélio: "Não, chefe, não é bandida, é vagabundo e atirou na gente." Falei: "Calma, Aurélio". O Aurélio ficou enlouquecido. Assim, chefe, esse maldito tava tirando, eu lembro dele. Eu falei: "Calma, calma". Aí eu que falava: "Calma, porque os dois ficaram possuídos, cara. Chefe do céu, esse cara
tá, mano, o que que você tava fazendo? Cadê o revólver? Cadê o revólver?" O cara, não, tô desarmado, eu sou vítima. Que que ele fez? Ele puxou daqui o carachá dele da Câmara Municipal de Tabuão. Ele falou: "Mano, eu sou Funcionário da Câmara Municipal de Tabuão. Os caras estavam me roubando. Graças a Deus que vocês chegaram. Eu falei: "Mano, são Rota. Obrigado. Os cara chefe, é que nem vocês falam aqui, caô, né?" Falou: "Nada lá os caras falam: "É Zirgo, chefe, é Zirgo." É Zirgo. Ele tava com ferro na mão atirando. Não é conversa, mano.
Você tava com a arma. Aí ele: "Não, não, eu sou vítima, eu sou vítima". Eu chamei os dois polícias, Falei assim: "Ó, mano, calma. Esse cara é o cara que eu precisava. Ele é a vítima do assalto que tá o outro baleado. Eu tenho uma história. Para de arrumar essa zica, mano. Vamos levar essa vítima. Ele, chefe, ó, é pior que engolir pedra com espinho. Esse cara atirou em nós, hein? Eu falei: "Man, pode ter atirado, velho, mas ele é a vítima. Ele é funcionário da Câmara de Tabuão. É desse jeito. Chegar lá, ele vai
explicar o que ele tá fazendo aqui à 1 da manhã e roubando o quê? Ele tava a pé. Deixa ele se explicar. E se ele ficar batendo na tecla que ele é vítima, eu tenho uma história. Eu não vou brigar com ele mais. Chega. Beleza. Então tá bom. Só que nessa hora que os caras estavam dando a geral nele, o sargento Assis andou mais uns passos para trás. Que que ele achou? O oitão tudo picotado. Tô falando pro senhor, chefe. Eu não falei pro senhor, ó. Revolve desse filha Da [ __ ] E ele que
era negrão, ficou branco. Não, não é meu, não é meu, não é meu, mano. Bota o grampo nele. Você é vítima, mas você vai no grampo e você vai explicar esse revólver do teu lado aí e você vai explicar tudo no DP. Beleza. Fomos pro 37 DP no Campo Limpo. Quem era esse cara? Irmão de um vereador de Tabuão. Olha que da hora a ocorrência. >> Tá ficando bom. >> Quando eu chego no 37 DP, o delegado que Tava de plantão, o cara super bacano, que depois foi preso, expulso da Polícia Civil, ele era dono
de um hotel milionário lá, era um cara que não valia nada. Quando nós chegamos lá, >> super bacana, entendi. >> Super bacana. Quando nós chegamos lá, esse delegado começou a tratar a gente no esculcho. Eu tava achando muito estranho, querendo arrumar uma zica. E em 5 minutos me chega, eu tô, eu tô lá Primeiro, ele chamou o o negrão, ele falou assim: "Por que que esse cara tá algemado?" Aí eu, aí eu falei porque ele fala que ele é vítima, mas ele se escondeu na sarjeta, perto dele tinha um revólver com todas as munições picotadas
e os dois policiais, o motorista e o terceiro homem, tem certeza que ele atirou. Agora nós estamos no mato sem cachorro porque eu tenho dois dois caras que correram, eu troquei tiro, um eu baliei, tá lá Morto, foi socorrido, tá morto. Esse fala que é vítima, mas os meus policiais falam que ele atirou. Achamos a arma, tudo e ele tem que explicar o que que aconteceu ali, porque até agora a gente tem dúvida. O delegado falou: "É um absurdo. Tira a gema dele. Ele é a vítima. Vocês estão a um passo de ser autuado por
abuso de autoridade. Ele é irmão do vereador tal que já me ligou, está a caminho. Eu falei: "Ô, doutor, tá apresentado. Se o senhor quiser Tratá-lo como o senhor quiser, fique à vontade. Não me interessa mais. pode tratar ele bem para caramba, porque ele já ganhou a noite dele, viu? Porque se ele atirou na rota e ele tá ileso, ele pode começar a orar aqui agora, agradecer a Deus. Então, da minha parte, trate ele como o Senhor quiser, mas com ironia, sabe? Porque eu sabia que esse filha da [ __ ] tinha tirado, mas eu
precisava da versão que ele tava dando. Para mim era boa, entendeu, mano? O tenente Vinícius que veio para apoiar, eu tinha passado para ele por telefone que o outro cara, eu tinha certeza que eu tinha baleado ele, o que entrou na favela. Que que ele fez? Mandou as rotas em todos os PS da SU. Ele me acha o cara baleado num PS. O cara tava entrando pro centro cirúrgico e tomou um tiro nas costas, um tiro na bunda e um tiro no braço. Esse tenente Vinícius me arranca ele de dentro do DP, volta com ele
pra Favela e esse cara mostra onde tava a pistola que ele tava na mão, que ele jogou dentro de uma casa. Os cara pega a arma e os caras resolve vir pro 37 para me trazer o baleado >> com a pistola. Me ligaram, falou: "Irmão, você não vai botar uma fé. Achamo o desgraça que correu, entrou na comunidade e consegui recuperar a pistola dele. Falei: "Nossa, Vin, você é muito top, mano. Vem que você vai me ajudar na ocorrência". A hora que ele Entrou na rua do 37 DP, tinha um Passat Pointer. Lembra do Passat
Pointer? >> Lembro. >> O Passat Pointer era do vereador de Tabuão, que tava na sala do delegado brabão, carrota, que o irmão dele tinha sido algemado, pá. Não, tinha dois caras que correram na avenida? >> Sim. >> A viatura quando chegou, os dois da minha equipe foram lá para pegar o Baleado. >> Aham. >> E a arma para trazer pro DP. Quando eles saíram na rua que eles olham o Passat Pointer, quem tá dentro do Pointer? >> Os dois. >> Os dois que correram na avenida. >> Os cara, mano, é os cara que correram. A
viatura do tenente Vinícius com o vereador. >> Não, o vereador tinha ido sozinho para dentro do DP. Os dois falaram: "Eu não Vou entrar no DP que vai que os caras me reconhec". Ficaram na rua. O passag era dele. >> O passag tava no nome do vereador, >> tá? >> Quando a viatura parou que os policiais viram, falou: "Mano, ó os cara que tava na avenida tá naquele carro, tá naquele carro". A viatura do tenente Vinícius foi dar ré para enquadrar. Os caras ligaram o Passat, saíram a milhão. Começou o tenente Vinícius com a viatura
Da noturna perseguiu o Passat com os dois vagabundos. Os caras rodaram na estrada do Campo Limpo, arrebentaram o Passate e ficaram presos nas ferragens. Quando chegou pro vereador lá dentro do DP que o carro dele tinha se arrebentado no poste e os parceirinhos dele, do vereador, tava tudo sendo socorrido em estado grave, ele começou a entrar em choque dentro do do DP, porque o irmão dele tava lá. O delegado ficou meio sem Ação, falou: "Mano, como assim fugiu? Os caras que você trouxe fugiram, mas vocês estão devendo. Ele não é vítima." Bom, o delegado se
emputeceu com essa história, virou pro irmão dele e falou assim: "Vai, irmão, é o seguinte, tira esse cinto que você vai para dentro da carcerem até a gente entender o que tá acontecendo." Quando ele tirou o cinto, mano, a calça dele abaixou, ele tinha um caminho de rato na bunda em carne viva sangrando porque todo chamuscado. Aí Quando nós olhamos aqui, falou: "Meu, que merda é essa? Que que tá acontecendo?" Ele falou: "Ah, se eu vou falar real, vai, mano. Quando eu saquei o oitão para tirar neles, eu mesmo me baliei, >> [ __ ]
>> Aí ele, como é que é?" Ele falou: "É, quando a gente foi atirar nos polícia, aí eu tava com a arma aqui, ó, eu puxei, eu mesmo me baliei". Aquele revólver que eu joguei na sarjeta, eu tava com ele, Eu atirei na viatura e eu dei um tiro na minha bunda sem querer. Nossa, cara, aquilo para mim, tipo assim, é muito bom, né, velho? Aí eu olhei pra cara do delegado, falei: "E aí, trata ele bem, trata ele bem, >> irmão do vereador". >> Eu tenho essa essa matéria guardada dessa ocorrência do 37 DP,
porque nós viramos à noite, cara, o vereador sumiu, não acompanhou o flagrante do irmão, rapou fora. Porque o que que nós fizemos Na sequência? Aciona os caras da imprensa, aciona a imprensa, porque agora nós temos, agora virou o São Rota, transformou ocorrência, na coisa mais linda do mundo. >> Sim. >> Entendeu? Então, cara, eu eu tive umas experiências na minha vida na rota, cara, e nos batalhões de tático, caramba, de uma ocorrência que começa e ela vai desenrolando, desenrolando, você fica tenso, você acha que você pode se Ferrar, perder sua liberdade, ter um problema e
as coisas vão aparecendo, vai clareando, porque a a merda do criminoso, Deus é grande, cara. Ele vai fazendo a verdade aparecer e aí você dá um prazer na hora de ir embora lá. >> Como que o nome? São Rota. >> São Rota. O São Rota é [ __ ] >> São Rota. Mas olha só, irmão, que que tu me contou aí, [ __ ] Do nada >> o problema apareceu para vocês. Cinco Caras ali. Vamos ali ver qual é. Os caras já >> todo mundo sacou e todo mundo atirou na polícia. O o sargento, né?
Qual era o nome dele que tu falou? >> O que? Tinha certeza. Aurélio. >> O Aurélio eu assisto. >> O Aurélio falou: "Irmão, ele atirou em mim". Mas aí como é que faz? Porque o olha olha a complexidade disso aí pra nossa audiência entender. Do nada o polícia toma tiro antes mesmo De de fazer abordagem. Depois o polícia tem certeza que o cara tirou, mas o cara tá sem arma. Como é que prova? Beleza. Depois tem o menor. Como é que tu justifica o menor morto? 14 anos, mas parecia ter 12. Pior contigo na nuca,
como é que tu prova que o cara tava, [ __ ] virando para trás, atirando e para fechar um político envolvido, né, Para proteger. Aí o cara, [ __ ] é irmão do vereador. Aí quando tu chega na delegacia, o poder político exerce, [ __ ] um temor, né? É, provoca um temor dentro da da polícia, porque o polícia, lamentavelmente, ele ele teme muito o político, come na mão do político e [ __ ] se tiver uma merda já era um um tranqueira, tanto que foi expulso, >> se tiver uma merda com com um parente
de político, todo mundo já quer abafar, Todo mundo já tem medo. Tudo isso numa ocorrência em questão de [ __ ] >> faltou uma pergunta tua, >> por favor. pergunta para mim assim: "E afinal o que que os cinco estavam fazendo lá?" >> É, tá tudo bem. O que que faltou essa pergunta? Porque assim, é um é um bagulho tão louco essa ocorrência, tão louco que você fala assim: "Tá, mano, da onde que cinco moleque resolve ficar Numa esquina conversando e resolve atirar na rota?" Não é louco? >> Não, eles resolveram porque vocês iam abordar,
né? Vocês estavam desembarcando do carro, né? Ó, ó a história como é que foi, porque depois que a casa caiu, que foi grampo nesse, nesse trouxa aí que tava com a bunda rombada lá, ele ele rachou tudo. O que acontece? Você lembra como começou essa ocorrência? Não, foi um cara num carro branco que falou: "Steve estão trocando Tiro"? Ou seja, antes da gente embicar na esquina, esses caras tinham efetuado disparos. É que a hora que a gente parou com a viatura, eles já tinham colocado as armas. Lembra que eu te falei que o cara correu
e ele entrou na entrada de uma comunidade? A história foi o seguinte, que depois eles explicaram. Os cinco moravam em Tabuão e uns caras daquela comunidade eram amigos deles, entre aspas, e foram em Tabuão para uma festa lá e teve uma treta lá. Esses caras pegaram as armas e foram cobrar a treta lá na comunidade dos outros caras. E quando eles chegaram, eles trocaram tiro com eles da comunidade. Os caras que trocaram tiro com eles correram para dentro da comunidade. Eles voltaram pra esquina e tavam bolando se eles iam entrar para buscar ou deixar para
outro dia vir de novo trocar. >> Até que >> até que a rota apareceu do nada. [risadas] Essa foi a história, >> a motivação do crime. >> Caraca. Mas irmão, tem um outro ponto também que não dá para deixar passar que merece se destaque é a dificuldade, né? E a e o que nós chamamos de fogo amigo, né? Tu tomou um tiro, você acredita que esse tiro eu fui perceber ele quando eu tava no DP já calmo, tranquilo, que os Caras olharam, falaram: "Ô chefe, quebrou o fiel". Aí quando eu peguei o fiel que tava
pendurado, ele tava queimado. Eu falei: "Nossa, tá queimado". Da hora que eu puxei assim, ó, tava tudo chamuscado aqui embaixo, tudo, tudo preto. Ele atirou colado em mim. E foi a segunda vez agora que você tá falando que eu quase morri com tiro amigo. Porque esse eu se eu prometi para ele que eu não ia contar mais, porque esse sargento é meu brother, meu irmão, Gosto dele. Ele é um [ __ ] cara hoje em dia. E isso aconteceu quando ele era recrutinha, tá? E ele é um cara fantástico hoje. Fantástico. Então por isso que
eu não dou o nome dele. Ele sabe que ele tá lá no batalhão rodoviário. >> Quem sabe? Não precisa falar. Ih, tá nativo ainda. Quem é sa fal não. E ele ele não merece essa exposição porque ele é um ele é um policial exemplar. Hoje >> tu só deu uma que tu já deu uma dica, Né? Vacilão, né? >> Não, mas só sabe quem tá é dessa época. >> Ei, não, não, mas tu falou onde ele tá hoje, [ __ ] >> Onde ele tá? >> Tá, não vou falar então. Tá bom, deixa passar. A
rodoviária é grande, mano. >> Tá, tá [risadas] bom. Vai. >> Eu eu tava trabalhando numa equipe de Thor. >> Aham. >> E lá na Baixada Santista, quando você Desce para Santos, a região de Serra tem uns bairros chamado Cotas. Naquela época tinha 140.000 famílias lá. Hoje deve ter umas 20, 30.000. Porque houve um trabalho do governo de São Paulo para tirar esse essas ocupações ilegais na região, porque é Mata Atlântica lá e é região de serra, tal. Mas ali tinha um crime violento. Tem até hoje crime, mas era muito pior. E era mais ou menos
uma da manhã. Nós entramos dentro da comunidade lá. A comunidade tava vazia, Cara. Um frio da [ __ ] Uma rua estreitinha que tem aquelas lombadas que a gente brinca lá em São Paulo. Fala: "Pô, isso aí é lombada caseira, mano. Não é o, não é o governo que faz. O cara vai e junta o bagulho fica alto assim que você vai passar raspa embaixo do carro, né? Os caras fazem isso nas comunidades para para as barconas ter dificuldade de entrar milhão na perseguição, né? E cara, era um frio da [ __ ] Tava eu,
o motorista, o um outro Polícia e ele atrás de mim, esse cara que hoje é sargento. Quando a gente passou na lombada, mano, que deu o aquela subidinha e desceu, deu o disparo, pau, mano, nós desembarcamos e já ficamos em posição na viela procurando, cara. Procurando aí, mano. Olha, olha. Não deu mais tiro. Eu saí, fui na viela, pá, o outro polícia na porque eu desci na viela desse lado, os outros dois na viela do outro lado. E procura que procura, cara. Não tinha uma Alma, uma alma. Aí eu falei: "Mano, da onde veio esse
tiro? [ __ ] esse tiro veio de perto, cara. Eu não vi o cara. Da onde veio esse tiro?" Aí a gente embarcou. Quando a gente embarcou, o motorista ligou, se eu não me engano, era o Escomparim. Acho que era o Escomparim. falou, eu falei assim: "Caraca, velho, o tiro foi tão de perto, olha que loucura, mano. O tiro foi tão de perto que eu tô com gosto de pólvora na boca, mano. Aí o cara, como é que é, chefe?" Falei: "É, mano, eu tô com gosto de pólvora na boca". Aí ele falou: "Pera aí".
Desligou a barca, falou: "Chefe, desce". A hora que nós descemos, mano, a coluna da Blazer, ela tava parecendo uma, tava assim, ó. Aí ele falou: "Chefe, não vou nem falar nada agora. O senhor se resolve aí". Cara, eu olhei pro lado, esse polícia começou a chorar. Falei: "Para, para, para, para, embarca Na viatura, todo mundo embarca". Aí e ele e ele assim. Aí eu falei: "Ô, o que aconteceu?" Ele falou: "Ah, chefe, [risadas] pelo amor de Deus, eu não posso ser expulso da PM". Eu falei: "Ô, eu não tô falando de expulsão, eu tô falando
o que aconteceu". Falou: "Chefe, eu tava apoiado no, eu tenho [ __ ] que pariu, né?" >> Aham. atrás que os caras do banco traseiro se seguram. Eu tava apoiado no [ __ ] que pariu com o revólver. Quando Deu solavanco da lombada, eu apertei o gatilho, passou aí atrás da orelha do senhor, ela tá tudo preta. Eu falei: "Porra, [risadas] velho, >> o senhor vai me expulsar?" Eu: "Mano, do céu". Aí, [risadas] >> aí a gente saiu, parou na base rodoviária. Quando eu fui assim olhar, tava preto, tudo aqui preto assim, ó. >> Caramba,
>> eu falei: "Meu Deus do céu". Cheguei nele e falei: "Ô, mano, você não pode Estar falando sério". Chefe, eu falei: "Para, para com essa [ __ ] velho. Para, eu não vou meter no papel. Você vai catar essa barca hoje, no término do serviço. Você vai procurar um funileiro amigo seu e você vai arrumar a coluna da viatura. Eu vou trabalhar depois de amanhã com ela certinha. E você, sua desgraça, seu maldito. Se eu te pegar com a arma na mão, embarcado de novo quando você trabalhar comigo, é banheiro, é tapa na cara. Você
vai, você Tá, ô, você não tem condição de andar armado atrás da, da, atrás de mim na viatura. Você entendeu? Mas o senhor não vai tomar providência? Eu falei: "Não, [ __ ] não, eu não vou acabar com a tua vida, não. Mas olha o que você fez, cara". Ele: "Ai, chefe, foi a maior lição da minha vida. >> [risadas] >> E depois, cara, eu voltei 10, 15 anos depois, eu voltei major >> e ele já era sargento. >> Cara, esse cara ficou tão traumatizado com o que aconteceu que hoje ele é instrutor de tiro
e é um cara fantástico, bom, bom sargento. Mas eu encontrava com ele na rodoviária, falava assim: "É, mano, dá uma ciscada que eu vou contar para todo mundo que você tentou me matar. Chefe, pelo amor de Deus, não fala, não fala. Eu já com isso. Fala, não fala. Eu só vou contar lá no Fala Glob Podcast [risadas] uma audiência, uma audiência enorme. >> Eu não vou dar o nome dele, mas ele sabe. Um ano ele ficou tudo preto. >> Tá no rodoviário. >> É, é, é. >> Entendeu? Trabalhou com pagan já. >> Abraço, mano. Tô
vivo, viu? >> Entendeu? Entendeu? Já sabe coisa que a gente passa, mano. >> Tem uma missão para tu honrar nossa audiência. >> O tão querendo saber, faltou uma uma parte da história anterior. >> Hã. E aí mandaram no chat o Fala Global a missão de sempre honrar o chat e tá atento. Eu vou ler para você aqui. Cara, >> perguntaram que faltou você falar sobre a placa, né, lá do início da história. Pô, >> que placa? >> Quer ver? Olha só. Cadê? Cadê? Cadê? Teve tanta conversa que eu já perdi. Eh, que no início da
história você fala Dos sargentos que anotou a placa. >> É. Então, o que acontece? Faltou explicar essa parte. >> É, por que que foi muito boa a o fato dele ter a anotado essa placa? Porque quando a gente foi depor em juízo, né, porque a gente foi processado pelo homicídio do garotão lá, quando a gente foi depor em juízo, a primeira pergunta que o promotor fez pra gente foi o seguinte: Como é que vocês adivinharam que os Caras tava armado? Como que vocês chegaram lá 1 da manhã? Sim. >> A gente falou para ele, falou
assim, ó, é o seguinte, a gente foi acionado por um indivíduo num carro branco que viu que eles trocaram tiro e acionou a gente. A placa tá aqui. Esse cara foi intimado para ser ouvido e esse cara confirmou que os cinco estavam trocando tiro quando ele passou na avenida. Então, foi muito importante esse Policial ter sido proativo e anotado a placa porque afastou qualquer suspeita de que esses caras poderiam não estar armado, que a gente teria forçado alguma situação. Então, um cara completamente isento que a gente não conhecia, que nem conversamos com ele na hora
no ser essa dica e anotar a placa dele, a gente não sabia depois quem era. No depoimento em juízo que ele foi convocado, ele falou assim: "Não, eu que parei a viatura na Monqueus". Porque Quando eu tava passando na avenida, esses cinco cara tava de arma na mão, trocando tiro com os caras da favela. Foi assim que nós discutimos. >> E aí, cara, pô, honrar aqui o Silvio porque ele mandou a mensagem, né? O Silvio, ele falou assim: "E o sargento que pegou a placa do carro sem avisar no início". Aí depois a Fabiana disse:
"Verdade, >> e a placa do que denunciou, que começou tudo, né?" Foi o solicitante. A Importância de você ter um solicitante. Você sabe que na rota existe uma doutrina que a gente divulga inclusive para todas as unidades quando a gente passa, que a boa ocorrência ela tem começo, meio e fim. >> Ocorrência sem começo, ela suscita dúvida. >> Uhum. E isso é uma técnica que eu sempre falava pros policiais em instrução. Falava, gente, você sempre deixa bem Esclarecido o que motivou a atuação. É o começo. O começo duvidoso, ele é uma desgraça na apuração jurídica.
Então esse essa esse é anotário dessa placa desse carro naquisa Takuch tirou toda a dúvida em cima da equipe porque tinha um começo lícito, um solicitante. >> Excelente, irmão, que maravilhoso. E [ __ ] quando o Glober deixa passar alguma coisa, a audiência não deixa, né, cara? Tem os cara acordado mesmo, hein, meu? >> É, rapaz, esse aqui é time fala Global, irmão. >> Esse canal é maravilhoso, irmão. Vamos nessa. Vou vou deixar tu descansar, te liberar aí. Eu sei que tu tem missões >> maravilhoso, irmão. Que Deus abençoe vocês. Eh, mano Walter, esse é
o Paganoto que eu, [ __ ] aprendi a gostar para caramba. Tá vendo? Paganoto, [ __ ] com boas histórias, com experiência, bom, bom comunicador, narrando as ocorrências, irmão. Obrigado. Que bom Que você falou. Deixa eu contar. Tá aqui, ó. >> Deixa eu contar duas, né? [risadas] Deixa eu contar duas histórias. E que bom que tu contou, porque >> fez total diferença nesse episódio de hoje. E que bom que terminamos assim, irmão. E que bom >> que o recruta não te acertou, né, irmão, >> hein? >> É, senão a gente não teria tido essa oportunidade
e a tua família teria Tristeza até hoje sem a tua presença, irmão. Obrigado pelo carinho, que Deus te abençoe. >> Já vamos aí deixar um um novo episódio aí agendado aí pr >> A galera me segue lá, hein? Coronel Paganoto com dois T. >> Muito bom. Então é isso, Coronel Paganoto, mano Walter, honrar nossa audiência. Temos alguma dívida com eles? >> Temos sim. O Bruno Teixeira falou: "O psicotécnico naquele assunto, né, de CAC Tá, o psicotécnico da polícia não tá, não funciona. Gente, imagina do CAC, é complexo assunto e isso não quer dizer que eu
não seja a favor." A Vivi Biscui falou: "Glauber, não fala mais os doguinhos, por favor." >> Sim. O Rocha Silva, vagabundo portando arma de grosso calibre que mata cidadão ou agente ou agente de estado deve pagar com a vida, né? Prisão perpétua ou pena de morte, políticas públicas no Brasil. Rodrigo, o Rodrigo DP, eh, Paganoto, Faça um debate com o Dr. César Melo, coloque o seu ponto de vista a respeito do armamento civil e ouça o contraponto. Será que a população eh estará com eh que que como é que faria, como é que seria esse
debate, né? Então, um um camarada levantando um debate aí, né? O cut 4, cut s4 play. Fala mano Walter e Glauber, estamos juntos. Sou fã do trabalho de vocês. Coronel, para o coronel, quanto a política interfere nas decisões operacionais da polícia? Eu Acho que >> eu já falei no começo, né? Eu normalmente não interfere na parte operacional, não. Na parte estratégica lá em cima, sim, mas na operacional não. >> Em São Paulo, né? Eu tô falando de São Paulo. >> Sim. Perfeito. O Felipe Salgueiro falou: "Pô, esses camarada da internet é meio esquisito. Coronel só
tem um defeito. Você charmoso demais. >> Eita! [risadas] >> Obrigado aí, meu amigo. >> Quem foi que mandou? >> Felipe Salgueiro. >> É isso aí, é isso aí. É isso aí, mano. Tá vendo aí? >> E aí o Ghost Rider falou: "Concordo com o coronel na questão ali do do armamento". Teila Carvalho, resumindo, não existe democracia, somos todos trouxos. E ela deixa um relato, ela deixou um relato bem eh impactante. Ela Falou aqui, ela foi casada com o PM corrupto, ela já falou de uma outra vez, >> e tóxico, né? Eh, da zona sul de
São Paulo, hoje com maturidade ela vê o absurdo, né? Ele foi expulso atualmente 12 anos, né? Ela já não está mais com ele e ela diz que ela é uma sobrevivente. Um outro episódio ela relatou essa questão, né, de abuso e tal, >> livramento, minha amiga, agradece a Deus. >> Pois é. E aí, um grande abraço para ela que sempre tá aqui com a gente. Eh, o Guilherme, Guilherme Dantas, para garoto, qual era o posicionamento de vocês na rodoviária referente a corredor? Todos nós de moto da Raposo Tavares estamos sendo autuados no artigo 192, mesmo
andando prudentemente, devagar e com cuidado. Então, camarada, deixou essa essa pergunta aí, né? Qual o seu posicionamento na eh referente ao Corredor? >> Pode dar uma explicação aí ou você quer encerrar? >> É mais polêmica. É, >> não, cara. É, essa é fácil de responder, cara. Vamosar Vamos honrar o cara. O cara mandou super chat. >> Então é super chat. Vamos responder, né? É assim, ó. Cara, a gente tá numa numa faca de dois gumes em relação à moto em e no nosso país. Não tem como proibir corredor. Esse esse esse tipo de autação Alguns
policiais rodoviários de trânsito fazem porque quando você anda no corredor você não guarda a distância lateral de segurança. É uma forma que esse policial entende que ele vai coibir os abusos no corredor por parte de moto. Se eu não, no, no, na minha época de rodoviário tinha uma orientação para não fazer essas autações. Por quê? Porque politicamente os o os motoqueiros em São Paulo estavam muito fortes politicamente e estavam e Agitando manifestação, problema. Isso ia causar um problema maior do que continuar fazendo esse tipo de fiscalização. Só que eu vou falar o seguinte, eu não
acho que tenha que proibir moto no corredor, porque isso faz parte da nossa cultura de trânsito, moto no corredor. Mas eu entendo que precisa fiscalizar a velocidade das motos no corredor, porque não é compatível trânsito com lento dos carros, as motos excedendo em muito o Limite de velocidade no corredor. Então eu defendo o corredor liberado pras motos desde que as motos andem dentro do limite de velocidade da via. Se a via é 100 por hora, porque é uma rodovia, o cara vai andar com a moto no corredor a 100 por hora, não a 180 com
uma speed. Se o cara tá na área urbana andando no corredor e a aquela via é 60 km, ele vai andar a 60 km no corredor. Porque o que tá acontecendo em São Paulo e tá gerando um monte de acidente grave e morte, e Quando eu falo isso, eu apanho também, é que os caras querem andar a 120 com a moto e os carros estão andando a 2030. Aí o cara quer mudar de faixa, o cara tá a 140 com a moto, vai dar ruim. Isso é fato. E aí, então eu não sou leviano de
bater palma para tudo que há de errado. Eu não concordo com excesso de velocidade no corredor, mas também proibir a mol de andar no corredor, eu eu não acho adequado. >> É isso, tá respondido. Eu não tem, não Vou me meter nessa, não. Já respondeu a pergunta lá para tu. Vamos nessa, rapaziada. 2:10 da manhã, cara. Vamos lá. Vamos lá que eu tenho que liberar essa equipe aí. Que a equipe >> é falar em moto, ó. >> Aí foi só falar em moto. Sabe o que que é isso aí? >> Hã? >> Rio de Janeiro,
mano. Bagulho de rolzinho, [ __ ] Olha só, 2as da manhã, uma porrada de vagabundo na rua De moto, fazendo barulho. Vai lá na janela, vê lá, vê lá. Leva, leva a câmera, [ __ ] Já, já faz a filmagem, [ __ ] Vê lá. >> Já foi, já foi. >> Mas com essa velocidade aí, guerreiro, mal já tá em Panema agora, [ __ ] [risadas] Hein? Tu vê, mano? Aí tu tá dormindo, mano. Faz sentido uma [ __ ] dessa? É falta de polícia na rua, é falta de um estado forte, irmão. É todo
mundo e assim os os Motoboys, irmão, que estão trabalhando, pô, total respeito pros caras. Os caras tem que ser respeitado como trabalhador. O motoqueiro que tá transportando, [ __ ] carro fechando moto sem responsabilidade, total respeito. Agora também, [ __ ] calma aí, né? Tem muita gente que quer abusar, né, da das fadas. Aí fica uma fica uma cidade dessa desordenada, pô. Aí 2as da manhã a gente tá trabalhando, mas tem um monte de gente dormindo, tem Criança dormindo, tem gente que tá doente. Imagina o cara que tem sono, irmão. O cara pegou um pouquinho
no sono, acorda com uma [ __ ] dessa. >> É fogo. >> E e eu conheço, porque eu já vi em outros momentos aqui no Rio, rola no na rede social, né? É papo de, meu irmão, 500.000 motos. Como é que tu aborda e paga? >> Você tem que ter mecanismo de um estado forte para que >> fazer uma operação planejada para que não ocorra. Tem que ter inteligência saber que eles estão se organizando. >> É igual o Bali Funks, não pode deixar instalar. Depois que instalou você vai intervir, dá ruim. >> Pois é. É
isso, mano. Volta. Vamos nessa. >> Vamos sim. Mais um super chat aqui. O Mateus Peixoto deixou um recado aqui. Comandante, queremos vê-lo mais vezes. Não fala Galber News. Você com o Carcará Forma uma dupla incrível. Então é isso, Carcará é um querido aqui do canal, né? O Gud já falou que tem que ter muita paciência com ele. >> Eu não, mas eu gosto do Carcará. Quando ele fala, eu eu acho da hora. >> Muito bom. Carcará é um patrimônio do Brasil, irmão. Carcará é sensacional. >> Não, na moral, você conseguiu juntar uns caras no news
que os caras t um conhecimento, hein? Esse último news que eu participei aqui, o comandante Vilas Vilas Boas e o Júlio que tava aqui. >> [ __ ] mano, os caras sabe tudo de defesa, hein? >> É, é. >> Não, você você penerou bem. É, é, é muito bom, cara. É uma honra, é uma honra ter esses caras aqui e você também, irmão. Tu faz parte do time e vamos trabalhar mais no news, tá vendo, né? Estão te cobrando aí. E é isso, mano. Volta. Vamos nessa. >> Vamos sim. >> Ó, todo mundo que tava
em casa aí, mais uma vez dá destaque, pede para te seguir lá no coronel. >> Me segue lá, Coronel Paganoto. >> Muito bom. É isso aí. E se você quiser acompanhar o nosso trabalho nas redes sociais, também é Fala Glob Podcast, igual tá aqui. O meu pessoal é Fala Glober, tá bom? Eh, do mais é isso, cara. Um beijão, um abraço. Fiquem com Deus. Obrigado pelo teu carinho com o nosso convidado, com Paganoto, com conosco aqui no canal. Foi um prazer dividir esse tempo, né, essa noite contigo aí, te fazer companhia. Volte amanhã no Fala
Glob News. E lembrando que amanhã teremos podcast lá no Space Today Experience, que eu vou est junto com o mano Walter. >> Isso aí. Eu, >> eu mesmo, eu, mano Walter. >> Vamos est também com o nosso querido videomake que tá aqui até agora, né, trampando Brunão. E vamos também estar Junto com Eric Lobo. Todo o time do Fala Globo Podcast vai est lá. Aí o Batata falou assim: "Porra, chefe, porque você não avisou me levava também?" Eu falei: "Beleza, irmão, próxima vez tu vai também". [ __ ] é muita gente, né? >> É muita
gente, né? É ruim para quem paga passagem, né? Mas é [risadas] isso aí, irmão. É isso aí. É isso aí. Então, volte amanhã para acompanhar a gente. Ó, amanhã tem podcast, hein? Então, você que curte podcast, volta amanhã. Tem News e tem podcast. Beleza? Eu sou o Fala Globo. Você tá no Fala Globo Podcast. Tamo junto e fala Glá. >> [música] >> He