Hum e bom começando o nosso bate-papo aqui ó vou fazer abertura aqui pras meninas aqui depois guiarem a conversa Neto Marina a gente sempre começa qualquer podcast com momento documentário né Globo Reporter que é da nossa época né onde vive o que come onde dorme quem é o Neto quem a Marina Quem começa um pouquinho Contando um pouquinho da sua trajetória quer começar N pode começar posso Eh boa noite a todos Obrigado pelo convite Renato Gisele Priscila em especial aí tá ao lado de Marina né compartilhando um pouquinho da nossa vivência e convivência com com
a escluse múltipla eu sou de lus nascido em lus lus Bahia sul da Bahia né a cidade aí cacaueira eh tenho 50 anos fui diagnosticado em 2010 eh Na época eu perdi todos os movimentos do lado esquerdo do corpo tive a dupla visão paralisia facial dificuldade dequando entre outras coisas sou casado tem um filho eh Artur e eh posso dizer a vocês hoje minha condição física é bem superior a antes do diagnóstico para quem não sabe eu queria só falar Renato o Neto é Ultra maratonista não é nem maratona é Ultra maratona então assim e
eu um dia humildemente cheguei a correr 10 km humildemente porque o neto 10 km é o aquecimento dele então quando ele quando Outro dia eu falei com ele ele falou assim eu eu eu fui ver ele ele postou a linha que ele tinha corrid eu fui olhar falei rapaz só de olhar já então assim eh o detalhe viu Gisele eh eu era sedentário Então minha família não tem costume não tinha né após eu entrar nesse hábito eh transformar o mini hábito em hábito então a família também viu né que a importância né por isso que
a gente tá aqui para compartilhar um pouquinho dessa experiência então do sedentarismo a ultra maratona eh que eu digo a vocês a pessoa né não precisa ser eh Ultra maratonista mas tem que ser exercitar Marina por favor um pouquinho da sua história da sua trajetória documentário da Marina aqui pra gente boa noite pessoal eh primeiro queria agradecer o convite eh fico muito feliz de estar aqui compartilhando um pouquinho esse espaço junto com o neto que é é uma referência para mim também eh bom meu nome é Marina dias eu moro em tabat no interior de
São Paulo eu sou professora Universitária sou engenheira sou pesquisadora e eu fui diagnosticada com esclerose múltipla em 2009 faz 15 anos fez 15 anos há pouco tempo eh e até eu ter o diagnóstico Na verdade até alguns anos depois do meu diagnóstico ainda eu eu era aquela pessoa que fazia uma atividade física duas vezes por semana assim para ter alguma alguma né atividade mesmo para me sentir aí saudável mas eu nunca fui atleta mas acabei me tornando atleta da para escalada eh nos últimos anos comecei a competir eh na para escalada brasileira primeiro depois nos
campeonatos mundiais copas do mundo e acabei aí várias medalhas representando o Brasil que foi uma honra é uma honra para mim muito grande eh poder levar aí a o esporte feminino né pro Brasil representando o Brasil o mundo afora eh e tudo isso é por causa da esclerose múltipla mesmo né ela não foi fácil eh não é fácil conviver com a doença mas ela também me trouxe essa possibilidade né Eu tentei transformar né todas as adversidades aí que a gente enfrenta como paciente né com diagnóstico né já faz 15 anos que eu tenho eu não
não posso dizer talvez estou numa melhor forma como Neto disse eh do que tava 15 anos mas como eu sou atleta eu acabo que eu estou eh por um lado sim mais forte mas convivo aí com com os sintomas da doença né mas tentei usar isso como algo bom pra sociedade como um todo né então é isso nossa conversa para quem não sabe a Marina também eh me corrig se eu tiver errado tá Marina Você é a única medalhista brasileira na área de da parte de escalada não é isso de para escalada é isso não
eu sou a única mulher medalhista e mas sou a melhor pessoa melhor não é desculpa a a pessoa brasileira com maior número de medalhas eh internacionais sim Fantástico não você v que a gente não a gente pegou gente assim né da melhor qualidade da melhor qualidade