[Música] Olá, seja bem-vindo a mais um Unacast, o podcast do grupo Unamaná. Nós acreditamos que o mundo merece ouvir você. Eu, Simone Clun, apresento este episódio com o apoio do Luan, da Comuniquece Marketing Estratégico, da Edilene, Comunicação que Marca.
A decoração do espaço é por conta da Laranja Flor Interiores e também contamos com o apoio da JN Estofados. Hoje recebemos aqui um casal inspirador para contar de uma história e de memórias que inspiram ainda mais. Luniele e Daniel, sejam bem-vindos.
Gostaria que falassem um pouco de vocês, que contassem como se reconhecem no mundo hoje para que depois a gente possa falar do projeto Família, Viagem e Memórias. Olá, Simone, tudo bem? Eu agradeço o convite.
Eh, como você já falou, sou Daniel, sou carioca, filho da Ilha Sher aqui na região e tá muito Nápolis, né? Minha família dali. Mas essa questão do de quem eu sou pelos rótulos, esse selfie social, esse personagem que nós criamos e que é importante pra gente conviver em sociedade.
Eh, e aí eu acabo dizendo: "Ah, sou professor de sociologia, hoje começo a trabalhar com educação financeira, com educação empreendedora, sou pai do Adriel, marido da Luni". Mas essa é a questão do personagem para poder atuar socialmente, que é o que a gente precisa. Mas eu gosto sempre de falar de propósito.
A gente é um propósito e esse propósito a gente não necessariamente encontra logo no início da jornada. Eu demorei uns 33 anos para chegar nesse propósito. Hoje tenho 35.
Então eu posso dizer que hoje aquilo que eu sou no mundo é viver em torno de um propósito ligado à educação. Porque para sair de onde eu saí, da periferia carioca e chegar onde até cheguei e aonde eu ainda vou alcançar junto com a minha família se deu pela educação. E uma coisa que me reforçou bastante depois do nascimento do Adriel, essa questão não só da educação financeira empreendedora para ajudar outras pessoas para que elas também possam eh melhorar sua qualidade de vida, mas também a educação ambiental, que eu vejo que é fundamental para nosso futuro enquanto humanidade nesse planeta.
E eu sou Uniele, sou natural de Puradoeste, filha do Eloi, da Neusa. A gente sempre fala que onde a gente passa as pessoas perguntam quem nós somos, de onde nós viemos, né? De quem você é filho, né?
como dizem. Então, o filho da Eloi da Neilson, com muito orgulho e eh hoje moro em Chapecó com o Dani, com o Adriel, nossa família. E como a gente de transformação, a gente tá o tempo todo, então, eh, buscando trazer eh oportunidades, eh contatar pessoas, conectar com pessoas e trazer essa transformação para as pessoas.
Então, além de tudo, acho que é esse um ponto importante, né, que a gente acaba trazendo isso no nosso dia a dia, no nosso propósito, enquanto eh canal de viagens, família, viagens e memórias, enquanto empresa de consultoria também, que é a CATOS consultorias, né? Somos eh transformadores, esse é o ponto principal. Como se deu essa transformação na vida de vocês a partir de dois que formaram uma família, quando vocês se conheceram e como foi essa jornada de entender também um propósito em família?
Nós nos conhecemos aqui em Poro né, há um bom tempo atrás. Eh, a gente participava do grupo de jovens, né? E a gente se encontrou realmente por uma algo em comum, que era realmente estar nesses espaços, né, e vivenciar essas essas propostas e que é que são vive são parte dos grupos de jovens, né?
E a partir disso a gente encontrou coisas em comum, né, e coisas também totalmente diferentes. E acho que isso que é o interessante enquanto família, né, a gente também tem trazido isso para pro nosso dia a dia, né, como uma forma de transformar os espaços, de mesmo nossas práticas, né? É.
E quando ela fala disso e a tua pergunta, meu coração já até começou a acelerar aqui, mas a primeira vez que eu vi a Lune era um encontro que ocorrei em Dionísio Cerqueira. O nosso grupo na época, se eu não me engano, era o grupo de jovens ali de São Jorge, que é Tunápolis, mas pertence à Paróquia de Porã e ela do grupo de jovens aqui do centro. E a gente já tava no ônibus, que foi buscar a gente lá primeiro na comunidade.
E quando ela entra no ônibus, era a primeira vez que eu vi ela, todo mundo entrou assim, um cenário meio que assim, parecia meio escuro e ela vindo com uma luz, um sorriso bonito, quando a gente olhei assim: "Nossa, que menina linda, quero conhecer ela". E aí foi desenrolando um ano até conseguir engatar o namoro e depois mais tarde constituir família, né? E dentro do que ela fala, nessa questão de coisas em comum que a gente foi se identificando, mas também cada um tem sua identidade e uma coisa que a gente sempre conversa, né?
Como que a gente consegue se complementar na vida como casal, como família e também hoje, né, juntos com os sócios do negócio, a gente consegue trazer essa essa complementariedade entre nós dois para isso também. E até chegar, né, eh, nesse ponto hoje de negócio, sociedade também em família. vocês tiveram as formações acadêmicas, né, a o crescimento, desenvolvimento individual também, que são de áreas bem distintas, né, inclusive estávamos ali comentando eh como engenheira de alimentos, né, e hoje atuando em uma área totalmente diferente.
Você sim como professor, mas também mudando a orientação, né, da do para onde você quer eh continuar caminhando. esse processo da educação de vocês, eh, e você ainda como filha de professores, né? Eh, como foi como foi essa, esse primeiro entendimento da escolha que eu quero paraa minha formação e como é depois entender que essa escolha talvez não seja a escolha que eu que eu quero para a vida inteira e não precisa ser.
Exatamente. É, é um processo, a gente, na verdade, a gente passou toda a eh a infância, a juventude, sabendo que a gente precisaria passar por uma faculdade, né? Eu acho que tinha muito essa questão por ter o pai e a mãe também que eram professores e que eles realmente queriam prover a educação pra gente e eles sabiam a importância e a transformação que isso traria na nossa vida, né?
E aí quando chegou na fase da faculdade de pensar, não, que curso que você vai fazer, o que você gosta? Uma coisa que eu gostava muito era fazer as gororobas lá na cozinha, então preparar algumas coisas diferentes lá na cozinha, misturava as coisas e fazer coisas diferentes. E eu achava que engenharia de alimentos era isso, né?
Na minha ideia, a engenharia de alimentos é vai produzir coisas, né? Vai preparar pratos ou coisas assim. E eu vi que a engenheira de alimentos é muito mais do que isso, né?
E eu sempre digo que eu sou grata por ter ido pra engenharia de alimentos. Hoje não atuo na área da engenharia, mas eu sou grata porque nesse processo eu aprendi muitas coisas que hoje eu trago pro meu dia a dia profissional. Então a jornada acho que a gente tem que passar por algumas coisas, né?
Então eh as ferramentas, o que a gente vivenciou nesses espaços da formação ali, mesmo a questão da iniciação acadêmica. Então eu sempre fui bolsista pesquisadora também dentro da academia, né? Então tinha as bolsas de pesquisa, eu tava envolvida com isso, ia para as escolas para fazer pesquisas de boas práticas, de manipulação até, né, lá naquela época.
Isso eu trouxe então até mesmo para hoje. Então hoje o que a gente faz também tem um pouco de pesquisa, um pouco de busca, né? Então veio muito dessa formação inicial, né?
E aí depois fiz o mestrado também em ciência e tecnologia de alimentos pela UDESC em Pinhalinho, né? E também dessa oportunidade vieram várias várias conexões, várias oportunidades, inclusive inclusive o próprio programa AL, que foi um programa que eu trabalhei dentro do Sebrai por vários anos, ele veio por eu ter passado por essa jornada, né? Então tudo tem um porquê no final que a gente às vezes não identifica no primeiro momento, vai se conectando, né?
vai se conectando. É, e da minha parte, né, eu, como falei na minha apresentação, eu venho da periferia carioca, então em algum momento da minha trajetória no ensino médio, teve um professor e eu nunca falei isso para ele, de repente até deixo aqui, não sei se ele vai assistir, ele é de Itapiranga, Tonápolis, região, é o Vian Hammersbymbym e ele foi um divisor de águas para mim no ensino médio, foi professor de história e filosofia. E nas aulas dele eu fui meio que me descobrindo dentro dessa área de ciências humanas e fui me encantando por isso, porque me trazia respostas ou ferramentas para que eu buscasse as respostas para aquilo que era a minha vivência carioca.
E aqui com 15 para 17 anos, que é o período de ensino médio na época. E aí eu chego no final do ensino médio pensando, né, aquela pressão da família aí vai fazer o quê? Vai fazer o quê?
A minha mãe impedindo, né? E aí eu pensei, não vou fazer alguma profissão que tenha algum impacto na vida das pessoas. Pensei inicialmente em ser político.
Pensei que lá eu ia de repente conseguir fazer algo que pudesse ser impactante, né, paraa vida daquelas pessoas que era da onde eu vim, né, da da periferia do Rio. Só que terminando ensino médio, eu não tinha condições financeira de pagar o curso nem de administração e nem de direito, que eram os dois cursos que eu visualizei por conta do da acção política, né? administração pública, direitos, entender de legislação, um cargo ali no legislativo.
Esses dois anos que eu fiquei, depois do que eu sei do ensino médio, eu fiquei pensando mais, lendo mais coisas, tentando me conhecer um pouco melhor. É um que é uma jornada que leva a vida inteira. E aí eu cheguei à conclusão no final desses dois anos e juntando dinheiro para ir pra universidade que não seria esse o caminho, que eu ia ficar frustrado.
E aí eu me descobri na sociologia, nas ciências sociais e como segunda opção serviço social. Mas na época não tinha curso de ciências sociais próximo. E aí eu acabei fazendo vestibular para Unesc São Miguel.
Fiz serviço social por do anos até que eu descubro que abriu a Federal da Fronteira Sul em Chapecó, com curso que eu queria de fato. Não pensei duas vezes, abandonei o curso em São Miguel, já na metade do curso, fui, né, essa primeira, uma segunda já virada de rumo, né, fui para Chapecó e aí já no quarto semestre eu consigo começar dar aula. Então, já vou paraa sala de aula na escola que hoje inclusive eu tô como efetivo, né?
é onde na época eu comecei com ACT perto de casa, onde a gente mora hoje. Fui dando aula e nesse processo fui cada vez mais me descobrindo como alguém que que gosta de explicar as coisas, que gosta de comunicar sobre as coisas, até que quando o Adriel nasce e aí me dá aquela crise da meia, crise dos 30, sei lá, já pouquinho passado dos 30 e eu fiz, o que que eu vou fazer? Porque, tipo, eu já alcancei o que eu queria, que era dar aula naquela escola.
É isso, o resto da vida, sabe? É isso, acabou para mim. Eu vou viver já e no que eu já alcancei, não vou ver outras coisas e que faça sentido.
E aí que eu mudei a a direção e cheguei na reflexão de criar um projeto de educação ambiental que é a BI, que tá ainda no papel, tá sendo gestado ainda com mais duas amigas minhas também na área de educação, que é essa questão de educar para sustentabilidade, né? Educar para o futuro, mas também para o presente, né? Porque a gente tem que fazer coisas agora.
E aí, nesse sentido, junto com o alun e a gente casando os propósitos também, né? Vamos, eh, trabalhar a minha parte com educação financeira, que é o gosto que eu gosto de fazer, com educação empreendedora, porque eu já trabalhei com os alunos na escola sobre isso, eles ganharam até alguns prêmios, a escola ganhou alguns prêmios com esse trabalho que eu fiz com eles, né? E aí eu me descobri nisso.
E aí a gente uniu, né, as duas, os dois tipos de conhecimento para conseguir trabalhar junto e passar mais tempo junto. E uma dessas questões é o canal Família Ves e Memórias, aonde era o nosso hobby, o nosso lazer e agora a gente quer mostrar essa experiência também para outras pessoas e que elas vivam também essas experiências conosco. E quando vocês falam desse canal, que é uma forma que vocês encontraram de eh viver mais juntos, né?
viver experiências e transmitir valores para o Adriel também, que para vocês são importantes, experienciar o mundo junto com ele, como que eh condensaram tudo isso em um nome e a partir de qual momento essa experiência ela eh tornou-se o propósito? Como foi essa identificação? lá.
É isso. Eh, a gente já tinha quando o Adriel nasceu, acho que foi um um ponto importante, né? Eh, a gente identificou uma necessidade realmente de encontrar experiências que ele pudesse viver conosco, né?
A gente tem uma vida corrida também, o trabalho e tudo, mas que a gente pudesse ter bons momentos, momentos de tempo de qualidade, né? E com isso que a gente começou a buscar, né, os espaços aqui da região e fazer isso por conta, não objetivo profissional, mas como um hobby nosso, até porque a gente precisava estar nesses espaços de natureza, a gente sentia necessidade por morar em apartamento, né? Então a gente sentia essa necessidade de estar buscando essas experiências para nós também, né?
E com isso a gente começou a registrar algumas coisas, né? também em relação a às nossas vivências, aos lugares que a gente ia. E foi nessas conversas, né, que a gente começou a pensar, não, por que que a gente não pode compartilhar essas experiências com outras pessoas também?
Por que que a gente não pode inspirar outras pessoas também e fazer com que elas também vivam esses momentos? E dessa dessas oportunidades, dessas desses momentos, surgiu então o perfil, né, o canal Família Viagens e Memórias. A gente tem hoje então o Instagram, tem o YouTube também, né?
Então, por que família Viagens e Memórias? Acredito que tu deve perguntar também. Se não perguntar, já vou responder agora.
A gente então trouxe esse nome então pro pro como perfil, como canal mesmo, eh justamente para unir essas questões, que é então trazer coisas da nossa família, da nossa vivência e criar essas memórias. E tudo isso, então, pelas viagens, né, pelos passeios. E hoje o nosso um dos nossos maiores propósitos dentro do canal é trazer um pouco também do Oeste Catarinense que muitas pessoas não conhecem, nem mesmo as pessoas que são daqui da região.
Nossa, isso é muito relevante e eu acho que vale a pena fazer uma parada agora para falar nisso, né? O quanto desconhecemos tudo de belo que tem aqui e o quanto a gente vislumbra aquilo que tem fora, né? e toma como principal objetivo ir conhecer fora e não olha para aquilo que podemos estar vivendo aqui, né?
Eh, e existe de inúmeras formas e iniciativas que trabalham esse eh olhar para as coisas da nossa região, mas eh precisa também muito de uma contrapartida, né? E a contrapartida muitas vezes, acredito que é o que vocês eh estão buscando também, que é o entendimento do empreendimento, né, do equipamento turístico. Em, eu preciso me mostrar de diferentes formas para atrair a atenção das pessoas e como vocês fazem para as pessoas se sentirem atraídas por esses lugares que vocês vão conhecer.
Eu acho que a primeira questão é a nós mesmos sofremos desse mal até alguns anos atrás. Eh, por exemplo, tem Cataratas do Iguaçu, né, que é uma das sete eh maravilhas do mundo natural, né, é belíssimo. A gente já tinha ido uma vez lá atrás, esse janeiro desse ano, fomos novamente, tivemos a oportunidade de do lado argentino, que é encantador também, são complementares e assim não tiro a relevância, não tiro a magnitude que é estar nas catraças do Iguaçu.
vale a pena conhecer, mas aqui na nossa região também tem lugares muito belos, talvez a gente não pode comparar os locais, eles não são comparáveis, mas que também permite uma experiência muito interessante. Por exemplo, eh nós não conhecíamos até poucos anos atrás a Salto Saudades, que hoje é chamado de cataratas de quilombo. E nossa, aquilo ali é uma maravilha também, né?
Não sei se já foi, Simone. É lindo. Aquilo é lindo demais, gente.
E ali nós que moramos em Chapecó, pega o carro uma hora e pouquinho, a gente tá lá e as pessoas não estão indo conhecer e perigo inclusive, né? Por causa da instalação, possível instalação de usina. É, então tá ali ainda.
Então tipo, vamos lá gente, vamos conhecer. Para quem mora em Porã, vai ser um pouquinho mais longe aqui no extrem um pouquinho mais longe, mas vale a pena um final de semana ir lá. E outro local também que a gente não conhecia, que a gente conheceu faz muito pouco tempo, faz dois anos.
A gente já foi lá, inclusive logo que descobriu que é em Abelardo Luiz. Também tem lá na no rio Chapecó umas quedas lá lindíssimas. Aí tu faz uma trilha entre elas.
Então, eh, é valorizar essas pequenas coisas, as belezas naturais, a história do povo, da cultura local e dar valor a isso, porque se o pessoal de fora começar a conhecer, com certeza eles vai dar valor. Então, por que que a gente é daqui não dá esse valor? E e tirá, esse mês eu vou lá em Quilombo, outro mês eu vou em Formosa do Sul, outro mês vou em Tapiranga, que tem muita coisa bacana, ou em coisa, a gente também tá conhecendo muita coisa legal aqui em Porã, do Nápolis nós estávamos.
Então, vamos rodar, gente, vamos conhecer o que tem na nossa região, que dá para fazer muita coisa legal. É, quando a gente faz isso também, a gente movimenta a economia da nossa região, né? Então, a gente tá incentivando as empresas aqui da região a se desenvolverem também, né?
Acho que isso é interessante também, porque tu acaba também fazendo com que toda a a economia ela ela aconteça, né? Então, desde o comércio, indústria, as os equipamentos turísticos também, tudo se desenvolve, as pessoas se desenvolvem também, porque quando acontece essa movimentação, acontece também uma movimentação cultural. Então, um choque cultural muitas vezes vai vir pessoal de fora que tem um um fala um idioma diferente ou até mesmo que tem vivências diferentes.
Isso tudo engrandece o nosso povo. Isso é muito importante também ao meu ver. Quando o empresário desses equipamentos turísticos perceber a importância de mostrar isso, isso vai ser muito importante, né?
E porque quando a gente vai, a gente tenta mostrar a nossa experiência, como a gente viveu mesmo aquilo, para poder encantar os olhos de outras pessoas para que eles possam ver a conhecer também. E eu quero saber um pouco mais dessa vivência, desse momento de chegar num empreendimento, de conhecê-lo, de entender a história daquele lugar, de viver uma experiência gastronômica, de entrar em contato com a natureza que está ali, de entender a história daquele móvel, de olhar para aquela árvore, né, de olhar pro contexto geral e não só para algo onde eu vou ir passar um final de semana, mas entender o que é aquilo, né? O que tem por detrás daquilo que eu daquele lugar que eu estou, como que é isso e como que vocês retratam isso nesse canal de vocês.
Acho que em primeiro lugar a gente ama fazer isso e isso faz muito sentido, né? Então quando a gente gosta do que a gente faz, isso a gente consegue também passar, a gente busca passar isso também, né? a gente tem muito esse olhar para realmente entender os vários pontos de um de um espaço, de uma vivência que a gente passa.
Então, a gente tem a questão histórico, cultural, gastronômica e tudo isso é a gente tenta repassar, busca repassar da melhor forma. Eh, e às vezes é em um minuto, né? Então, o Instagram, um ri ali é um minuto.
Então, tu tem que mostrar os principais pontos, né? E a gente busca fazer isso de uma forma bem eh que que realmente traga o interesse para que as pessoas também queiram estar visitando, tá? tá buscando esses lugares.
Isso. E tem lugares que às vezes não dá tempo da gente pegar e conhecer antecipadamente toda a história para chegar um pouco mais preparado para se ambientar antes. E aí a gente tem que na hora lá já se virar e já vai lá conversa com o proprietário do local.
Mas tem alguns outros espaços que a gente consegue estudar antes e aí acaba sendo ainda melhor, porque a gente como já sabe mais ou menos o que nos aguarda, mas não o suficiente para estragar o nosso primeiro contato com com espaço, com local e que é a surpresa, né, que nem a cataratos lá do argentino, não, vamos ver imagens pessoalmente, vamos saber como é que chega até lá, mas o o visual lá do local, Vamos, vamos deixar pro ao vivo mesmo. Por exemplo, nós estávamos esses dias nós fomos fazer uma visita um dono de um restaurante que nos convidou que é o Sabor Húngaro, lá em Chapecó. Faz menos de um ano que ele abriu e ele tem esse restaurante atendendo um público fechado porque o espaço é pequeno, mas só com culinária húngara.
Aí tem entrada, tem o prato principal, tem os doces, né? E nós estávamos lá esses dias conversando com ele para entender a história dele, da família dele, como que veio para em Chapecó, por que ele chegou a a a ideia de abrir o restaurante para que mais tarde, a gente não foi lá ainda gravar, mas tarde a gente vai lá, vai participar do da janta lá, ver viver experiência, mas a gente já vai ter já a história que ele contou antes do da ambientação do espaço que aí A L A Lun falou do Instagram que é mais curto e rápido. São são vídeos breves, mas que a gente vai trabalhar muito mais detalhes no YouTube, por exemplo, vai contar mais a história dessa imigração húngara, vai contar um porquê daquele poema que tá lá na parede do restaurante, porque que para ele, que é descendente húngaro, aquele poema faz sentido dentro de uma arte de tecelagem húngara própria que aquele poema tá colocado no quadro.
Então é viver, viver a experiência, é isso, já conhecer, já conversar. chegar e tentar entregar o máximo para quem tá nos assistindo, né? Eh, do que eles podem esperar também nesse espaço e se vale a pena ou não ir para viver a experiência com a sua família, com seus amigos, enfim, sozinhos se quiser.
E no nome do canal de vocês tem família, né? E hoje a família de vocês conta com o Adriel também. Como este pequeno interage e aproveita esses momentos, então, das viagens, dos finais de semana diferentes?
como ele se adapta, ele é flexível a estar em tudo isso, ele gosta, ele espera, como é que é? Ele se diverte na maioria das vezes, né? O que mais aproveita a viagem é ele, né?
É muito bom. Ele gosta bastante. Inclusive quando a gente não vai viajar, a gente não sai.
Ele pede para sair, para passear também. Sexta-feira é o dia que ele pede onde é que a gente vai já, né? Estamos nesse sentido.
Mas assim, ele ele ele aproveita, né? a gente tenta mostrar um pouquinho dele, sempre cuidando um pouco também da questão da imagem dele enquanto criança, né? Também a gente preserva um pouco isso também, tem buscado isso também.
E mas ele assim se diverte muito e ele tem trazido muito dessas dessas vivências paraas brincadeiras deles também, né? Então no dia a dia ele brinca de coisas que ele vivenciou nesses lugares também, né? Isso é muito muito rico, muito enriquecedor para ele também.
Como sair correndo da sala pro quarto dele e dizendo que tá andando de tirolesza. Vou brincar de tirolesza. Aí sai correndo do sofá e vai indo até no quarto dele.
Coisa que uma criança média geralmente não conhece o que é uma tirolesa, não tem experiência de uma tiroleza. Não que ele tenha descido tirolesa, mas viu a mãe descendo tirolesa. Ele tá com vontade, né?
Quando deseja na vontade. Ah, ele foi de tirolesza no seu ego aqui em Tunápolis que tem uma para criança também. Ele foi pequenininha.
telefone. E nesse sentido de conhecer os lugares também vem um ponto que traz muita história, eh, retrata afetividade, cultura, hábitos, família e muito mais que é a comida. Como que vocês contam uma história através da comida?
Nossa, essa parte é minha parte predireta. A Lun gosta dela, foi de tirolesa, eu não fui. Não gosto muito dessas coisas muito radical.
Eu prefiro, como professor de sociologia, um negócio mais histórico, gastronômico ou com a contato com a natureza, entende? Que que não seja muito radical? Ela também adora, mas é uma preferência mais minha assim.
Então, lugares que tem uma arquitetura bonita, né? Pit nos encantou. Esse é também um Mas enfim, a questão gastronômica da culinária, porque assim, a comida ela, querendo ou não, ela faz parte, é, é uma das variantes culturais de um povo, de uma nação, de um grupo de pessoas.
Então a comida ela carrega a história. Então só em si quando a gente vai no sei lá, em Lima e come um cevite é diferente do que comer um cevite aqui. Porque o cevite lá tem uma história do por que eles começaram a fazer o peixe daquele jeito, quais são as variações, o que que aconteceu historicamente que influenciou com que aquele povo fizesse aquela variação ou aquela comida daquele jeito, porque peixe tem aqui no litoral, peixe tem lá no Japão, tem em outros lugares.
Mas por que eles desenvolveram esse prato? E aí contar essa história do prato junto é muito interessante porque você conta a história do local junto com isso. Porque quem ou não, as pessoas se reúnem ao redor da mesa, né, para poder dialogar, conversar e compartilhar.
E a comida ela gera memórias afetivas, né? Quem não lembra até de repente de algum prato que o pai e a mãe faziam, que os avós faziam aqui na região a cuca, por exemplo, a cuca alemã, né? Algum prato que tem uma memória afetiva.
Então, para esse povo tem uma memória afetiva também. E isso é muito enriquecedor quando a gente vai viver uma experiência, a gente não tá falando só de ir lá e e curtir o lugar, mas também de dessa parte que agrega muito, né? Então isso faz muita diferença nas nossos nos nossos vídeos.
É trazer essa parte de culinária, de gastronomia também, que um dos projetos é pegar essa questão culinária dos locais que a gente vai e botar um quadro no canal do YouTube que a gente tá chamando de viajando na cozinha. A gente já fez dois ou três protótipos ali para ensaiar como é que seria, né? E a ideia é intensificar isso daqui paraa frente.
Então a gente vai em tal local e teve um prato que chamou atenção, então vamos tentar reproduzir esse prato em casa. Por exemplo, a gente foi no vai ir no sabor húngaro, então por que que a gente não depois vai tentar reproduzir algum desses pratos húngaros em casa? Com certeza não vai falar na tua na tua vontade de fazer as coisas diferentes.
Olha só como tudo se conecta, né? Porque daí tu volta lá naquilo que te fez escolher a engenharia de alimentos, né? que era, ah, eu gostava de fazer coisas diferentes, agora a gente vai trazer as coisas diferentes para dentro da nossa cozinha.
Então, exatamente, e a gente recorda os momentos que a gente vivenciou nesses espaços. Com certeza não é igual, né? A gente já fez os hambúrguers, por exemplo, lá de Chapecó, não é igual.
É, é, vale a pena viver a experiência no local, mas a gente acaba recordando essas memórias desses dias que a gente esteve. Então, é bem gostoso dessa parte também de ter essa recordação. E como tem sido a interação?
e eh é fácil ã exige muito de vocês a questão da relação com os proprietários dos equipamentos turísticos, de acessibilidade a esses locais, eh como como tem sido esta experiência da relação do o que nós oferecemos com aquilo que eh eventualmente quem tem um equipamento turístico pode ter de proveito com aquilo que vocês oferecem. Quando a gente fala dos equipamentos turísticos, a gente teve muitos pontos positivos, né? Muitos, muitos que foram, nos acolheram, nos receberam, né?
Muito bem, nos logo acreditaram na nossa ideia também, né? Desde do início dela também dela iniciando. E a gente aos poucos tem que mostrar também o valor, porque hoje a gente tem o valor, no caso, valor agregado do que a gente faz, né?
Eh, a gente tem várias opções aqui dentro da região mesmo ou fora que fazem divulgação, fazem marketing, né? mas trazer esses nossos diferenciais enquanto família. A gente tenta buscar dessa forma eh alcançar novos novos equipamentos, né, e mostrar o que eles têm de melhor.
Acho que esse é um ponto fundamental, né? A gente quer realmente trazer mais isso pro nosso perfil lá pro YouTube, pro Instagram e mostrar realmente o que tem de belo aqui na região e fora da região também. É, e geralmente a gente foi sempre muito bem recebido, assim, não teve nunca um impedimento ou até ele disse: "Ah, vocês estão vindo aqui para gravar, ah, que legal, podem gravar".
E até teve no começo algo interessante que a gente pagava muito das coisas para poder tá eh fazendo o conteúdo, que é é o momento do criar o portfólio, né? Porque sem o portfólio você não tem como mostrar pros outros empresários do setor do turismo: "Olha o que a gente faz, né? " Só que lá no começo, quando a gente tinha pouca coisa, a gente chegou numa rota turística de Chapecó lá, hoje tem cinco rotas turísticas lá.
É a rota dos vales. O primeiro empreendimento daquele daquele sábado que a gente foi, que visitar vários naquela rota, eles falaram assim quando a gente foi para apagar, não, não precisa pagar. O trabalho que vocês estão fazendo aqui para nós é importantíssimo.
Eh, a gente quer incentivar que vocês façam mais isso, porque querendo ou não, quando vocês divulgarem o conteúdo sobre o meu espaço, vai me ajudar a trazer novas pessoas que a gente não atinge dentro da nossa bolha. E aí isso a gente viu, poxa, olha só, tem de fato faz sentido isso que a gente tá fazendo. E a pessoa lá, tipo, quando a gente tava começando há quase um ano atrás ali com mais e de maneira mais intensificada, ela já tipo deu uma volta de confiança, né?
E a gente viu que tava no caminho certo e aí começou a a pensar melhor sobre isso e chegar 2025 a gente tá no processo de profissionalização disso, né? Todas essas vivências, elas também conectam vocês a um outro propósito profissional que é a CATS consultoria, né? E geraram então uma nova sociedade.
Eh, o que é este processo junto então com família Viagens e Memórias? A família Viagens e Memórias, a gente fala que ela é um braço da Catsu Consultorias, né? Quando a gente pensou a Catsu, a gente não quis ser desapegado da família, porque a gente gosta muito desse trabalho, mas a Katsu, ela vem para trabalhar a parte de consultoria empresarial.
Então, a gente traz dentro dessa sociedade essa parte então de consultoria empresarial, que é algo que eu já trabalho há um bom tempo também, eh, nos últimos 6, 7 anos, já que eu trabalho com consultoria empresarial, principalmente voltado à inovação, processos, melhorias nos processos, gestão da empresa, né? Então, a gente quer trazer isso também, então, para a nossa região também. Acho que esse é um ponto que a gente trabalha, conversou bastante, né?
E o Dani veio para somar também nessa parte, porque eu acho que um ponto que eu tinha um pouco de de receio era de de empreender, assim, acho que muitas pessoas quando começam t esse receio, né? E quando a gente consegue se fortalecer enquanto casal e enquanto sócios aqui dentro também, né? Eh, isso faz muito mais sentido.
Para mim, assim, tá juntos faz mais sentido. A gente consegue trabalhar juntos essa parte também de tá planejando as coisas, as ações, né? É, sentindo um pouco da insegurança dela.
Eu falei: "Não, você vai empreender, sim, é o teu sonho, você quer e eu vou estar do teu lado e vou ser teu sócio, vou empreender junto e vou fazer você voar juntos. Vamos voar juntos. " E aí, nesse sentido que eu peguei e falei para ela, olha, o que eu tenho de conhecimento que eu posso contribuir na empresa é essa parte de investimentos que eu tinha começado a estudar, fiz mais um MBA, né, em investimentos especificamente.
Então eu vou continuar estudando, me aperfeiçoando para tirar certificações e trabalhar com consultoria de maneira específica. Mas enquanto isso, eu ajudo inicialmente com a parte de educação financeira, de treinamento, de entender a importância de uma reserva de emergência e outras questões básicas da educação financeira. E já que eu trabalho também com os meus alunos, a gente participou de um projeto lá da UN Chapecó, que tivemos duas equipes finalistas no ano passado, que é o Start+.
Trabalho com essa questão de treinamento de habilidades empreendedoras com alguns dos meus alunos. Então vou trazer isso também e fazer palestras e fazer treinamentos para as empresas e para quem quiser desenvolver essas habilidades e conhecimento na área financeira. Aí a gente vinculou as coisas, né?
E aí tudo faz sentido. Tudo você conectou mais uma vez. Desculpa um detalhe que é bem importante.
De repente as pessoas até vão achar: "Ah, nessa parte da família viagens e memórias, então eles são uma agência de marketing. " Não, a gente não é uma agência de marketing, por favor. Não somos agência de marketing.
Eh, nós não temos assim nem essa presunção, né? Eh, mas o que a gente tá passando com a família Veja de Memórias hoje, como dentro do guarda-chuva da CATSU, é a experiência da família. Então não venho contratar a gente como marketing, que não é, mas é contratar como microinfluenciador que vai mostrar para os nossos seguidores e outros a experiência de viver o local.
Eh, a gente conversou bastante já sobre como tudo se conecta e eu tenho algumas perguntas que eu gostaria de fazer para vocês que são um bate-vta assim para que vocês eh respondessem e a gente conseguisse também trazer algumas definições, então a respeito desses projetos todos, mas que no final a gente entende que é uma coisa só, que é um viver em família, um propósito, né? Eh, e eu gostaria de saber se vocês têm uma viagem dos sonhos que vocês gostariam de fazer, hein, família? Quando a gente fala em viagens dos sonhos, é um é um desafio, né?
Dar um frio na barriga, porque assim, quando a gente tem uma viagem dos sonhos, a gente deixa de viver as outras viagens do nosso dia a dia, as oportunidades que estão acontecendo. Então, na minha, na minha ideia, a gente deveria ter momentos eh dos sonhos, né? E isso pode ser durante o ano inteiro.
Quando a gente pensa em fazer uma única viagem, a gente vai fazer tudo para aquela viagem. A gente vai viver só para aquela viagem, mas a gente pode viver o que tem aqui perto, né? Então a gente tem muitos lugares aqui na região que a gente não conhece ainda, que a gente tá querendo buscar, conhecer, né, tudo.
Então acho que é um ponto importante da gente destacar é isso, a gente pensar assim, o que que eu não conheço aqui na minha região também, né? E além disso, claro, a gente tem, né, esse olhar para fora também, né, de repente ir para pro exterior também, fazer algumas vivências fora. Mas assim, primeira coisa é isso, que jornada que eu quero viver aqui pertinho, né, no dia a dia com a minha família, né?
Que que eu posso fazer no próximo final de semana, por exemplo, sair do sofá e fazer alguma coisa diferente? Ou seja, a viagem dos sonhos é aquela que eu estou viajando no momento. Não tem um específico, é o que eu tô vivendo.
É isso. Então, se é para ir para quilombo, nós vamos para quilombo. Essa é dos sonhos e depois vai ser para Floripa, depois vai ser para Mat Pit, depois vai ser para Nova York, para Tóquio, enfim.
São todas as viagens são do sonho. Conhecer o mundo inteiro. O mundo é tão grande para quem conhecer o mundo.
Já que a gente falou do que significa comida, qual é a refeição que não pode faltar na casa de vocês? A pizza é essencial. A pizza é é uma coisa que a gente pede quase sempre e nós adoramos, mas não tem só pizza, né?
A gente pode falar um outro também, né? É. E o churrasco é uma é algo que marca muito a nossa família também, antes de da gente ser uma família, ter o Adriel ou Dani não fazer churrasco.
Então o churrasco veio como uma forma de consolidar a família, né? E é onde a gente tem muitas memórias também nas nossas famílias também, né? Então a gente começou a fazer churrasco.
O segundo churrasco foi inclusive com Adriel com poucos dias de vida, né? E até então é um dos pontos que quando tem uma festa, alguma coisa a gente acaba fazendo bastante. Então porque o primeiro foi frustrado, então não.
Agora agora que eu virei pai, eu tenho que aprender a fazer um churrasco. Eu fui questão de honra, foi aperfeiçoando. Um livro que marcou a vida de cada um.
Ah, um livro. São tantos que eu já li, que me chamaram atenção, mas o que me ocorre agora em mente é o Veias abertas da América Latina do Eduardo Galeano. Eu já conhecia o livro, eu queria eh ler o livro e num aniversário meu, um amigo nosso em comum, ele me presenteou, ele e a esposa dele me presenteou com esse livro.
E eu já li ele umas três, cinco vezes, porque assim, como eu falei lá, o quem eu sou no começo, a questão do propósito tá interligado com da onde eu venho, da periferia carioca e com o meu propósito do que que eu quero, com tudo que eu faço, que de alguma forma é melhorar a qualidade de vida das pessoas, inclusive daquelas na situação da qual eu vivenciei na minha infância. E Veas da América Latina é um livro que para mim traz essa questão, porque ele mostra a história do povo latino-americano de exploração de pelas colônias europeias, eh, no período da colonização, obviamente, mas posteriormente a isso e como que as várias culturas e povos dentro da América Latina foram subjulgadas e como que a gente tem que conhecer essa história e nós brasileiros também como latino-americanos também conhecer para que a gente possa se empoderar e se colocar de forma autônoma como decisão das suas próprias escolhas. Enfim, acho muito bom esse livro nesse sentido.
Uhum. E o seu, começo pelo porquê, que traz muita questão do propósito, né? Por que a gente faz o que a gente faz, né?
Antes de tudo, né? Antes do que a gente vai fazer, como a gente vai fazer, o que que isso por que que isso faz sentido, né? Acho que é um dos uns que interessou a criar una, inclusive.
É uma aventura, um sonho que ainda querem realizar juntos. Talvez. É uma coisa que a gente conversou algumas algumas vezes, ter liberdade geográfica, porque quando começa a viajar, cara, você não quer mais voltar, você quer ficar e ir para um próximo destino, pro próximo destino.
Talvez não viver a vida inteira dessa forma, que também deve ser cansativo para quem vive assim, mas em algum momento da vida conseguir ter essa liberdade geográfica de, ó, tô dois meses vivendo em Buenos Aires, daí daqui a dois meses tô vivendo em Santiago e tô em Tóquio, tô em Budapeste e tô em Maceió, sei lá. Acho que salibade geográfica, vivenciar isso em algum momento da vida, acho que seria interessante. Muito sonhador esse moço, né?
Para quem saiu lá da periferia carioca, tu visualizou o mundo mesmo, né? Que legal. Parabéns, Dani.
Eh, qual o maior aprendizado de vocês nesse tempo que vocês estão juntos? Acho que é principal questão é a empatia, né? Conseguir olhar pelo olhar, olhar dos outros, né?
Acho que é um ponto importante enquanto o casal, né? Assim que a gente vai ter momentos eh diferentes, né? Situações que a gente vai ter de desafios também, né?
Porque querendo não, ninguém é perfeito, né? O que a gente mostra às vezes na rede social dá aquela intenção de daquela, dá a entender que tudo é perfeito, a família vive viajando, né? Mas não, a gente tem momentos também de desafios, a gente tem que entender tudo isso e ter essa empatia e o respeito.
Acho que são os pontos fundamentais assim, enquanto casal é essa questão, enquanto família, né, que a gente complicidade, né? Vocês gostariam de complementar mais alguma coisa, deixar alguma consideração ou ainda falar um pouco sobre o propósito do projeto de vocês, principalmente por estarem agora também mais presentes aqui na região? A gente agradece, né, pela pelo convite.
É uma uma honra estar aqui com vocês. A gente sabe da importância que tem o podcast, então, pra região, para vocês trazerem, ouvirem as pessoas, né? Quando você a gente faz isso, a gente aprende junto, né?
Isso é muito interessante. E a gente convida as pessoas para estarem seguindo o nosso perfil também, que é família Viagens Memórias lá no Instagram, lá no YouTube, a Katso Consultorias, que é a nossa empresa de consultoria também, né? E que a gente possa estar compartilhando muitas coisas, inclusive se vocês tiverem ideias, sugestões de lugares que que é interessante a gente visitar, vocês podem nos mandar no direct também que a gente vai anotando tudo pra gente divulgar esses locais também.
É, eu quero também agradecer, Simone, você e todo mundo que tá contigo aí no na equipe, no suporte, né? Porque como a Lun falou, é muito importante abrir esse espaço para que as pessoas contem um pouquinho, compartilhem um pouco de suas histórias, porque isso com certeza vai impactar alguém. Alguém vai est ouvindo a nossa história, história de outros casais que tiveram aqui, de outras pessoas que tiveram aqui, que a gente também já acompanhou anteriormente, e alguma coisa vai fazer sentido para alguém e vai transformar essa vida dessa pessoa.
Então, o espaço que vocês abriram é um canal importantíssimo de diálogo e comunicação, pensando no crescimento das pessoas. E um convite também à pessoas, a Lun pediu para seguir a gente nos perfis, mas um convite assim, não deixe para viver só no futuro, viva o agora. E não que não seja importante você ter um sonho de uma viagem pro exterior ou paraa outra região do país, ou se você tem o costume de todo verão ir pro litoral catarinense ou no inverno na Serra Catarinense para ir curtir aquele espaço, porque isso também é válido, isso é bom.
Se planeja, vá, viva, mas também conheça a região, dê valor ao que nós temos aqui, porque a gente tem muita coisa boa, a gente tem muito potencial, muito a crescer no setor turístico e que todos nós vamos ganhar com isso, com a economia local circulando, os empreendimentos ganhando, negócios sendo gerados, empregos sendo gerados e toda a região enriquece com esse movimento. Então, fica um convite e vivam também a nossa região. Vivam esse momento agora.
Certamente todos queremos muito que isso se fortaleça e aconteça cada vez mais. Então, eh, que vocês tenham também sempre eh em mente que as portas aqui estão abertas, né, para contarem sobre o futuro do projeto de vocês e sobre os próximos acontecimentos. Então, agradecer também por terem aceito o convite, por terem compartilhado conosco.
Muito obrigada. eh dizer que é admirável, né? E acho que já poderíamos gravar um podcast agora da história também.
você trouxe muito isso, eh, da sua infância, do que você viveu, é uma realidade muito distinta disso que nós temos aqui. E como é interessante e bom ver, né, que você olha para isso e entende que eu consegui mudar, eu consegui ter um um futuro bom diante daquelas possibilidades que estavam lá para mim. e eu quero contribuir também para que outras pessoas o tenham.
Então, muito admirável isso também. Que bom eh poder transmitir isso aqui, porque quando a gente criou o Una, eh, nós pensamos em unir, em conectar histórias e a gente fala: "O mundo merece ouvir você". Porque a gente acredita que dentro de cada pessoa, de cada história, eh tem uma essência, tem algo que pode inspirar, que pode ajudar, que pode transformar a vida de alguém.
Numa conversa que nem essa, isso fica muito evidente para mim, né, e com certeza também para quem nos acompanha. Então, eh, mais um dia que eu percebo que os propósitos se conectam e se fortalecem quando nós os liberamos para o mundo. Muito obrigada por terem nos acompanhado.
Agradeço também Luan e a ED por estarem sempre conosco aqui no suporte, a Laranja Flor e a JN Estofados por acreditar também no nosso projeto e nos apoiarem. Acompanhe o episódio completo também lá no YouTube. Curta, siga, envie para os amigos que merecem conhecer lugares especiais aqui na região para que acompanhem também família viagens e memórias.
Obrigada e até a próxima.