E sabendo dessa inteligência toda, você não precisa se preocupar com qual produto você vai vender. Vou vender para INSS, para portabilidade, não. Não.
Você tem que se preocupar como é que você vai usar aquilo que existe de mais inteligente desde a criação do planeta para você poder explodir com isso ao invés de ser engolido por isso. Porque enquanto eu tô falando de inteligência artificial, se você tá com medo de ser substituído, é porque talvez você não pensou na possibilidade de surfar essa onda. Talvez você já tenha deixado passar o tal do Bitcoin ou a bolha da internet, mas a inteligência artificial ela tá aqui agora, tá acontecendo.
Então não é sobre o produto, mas sim como você vai vender o produto. É sobre mudar a sua operação. E eu não falo isso agora não.
Quer ver? Eu encontrei um vídeo que uma seguidora fez na minha última palestra no Consig Summit em 2022, hein? Eu já falava sobre montar o modelo Credtecch.
Se liga só que táando agora que que a gente vai vender? o melhor produto da mesa. Sinceramente, eu me eu me preocuparia com o que que eu vou vender quando isso saturar, porque vai saturar.
O FGTS teve um pico de adesão, caiu o 5%, um pico de adesão caiu. O Louas, mesma coisa vai saturar. Por quê?
Não, muito duro, vai saturar. Então ao invés de ficar pensando qual é o melhor produto para vender, eu pensaria o que é que eu vou vender com isso saturar. Para quem me acompanha sabe, eu já falei isso várias vezes, né?
Para mim a resposta disso aqui, ó, a resposta disso aqui para mim hoje está não no produto, mas no modelo de negócio. Acho o produto ele pode ser qualquer um. O nosso modelo de negócio tem que ser outro.
Algumas pessoas já me ouviram falar disso, já testaram, tentaram, inclusive tiveram resultado, mas outras ainda nem sequer tentaram. Aqui tem um print de alguns amigos que eu já testei esse modelo Crashtech e testei de graça, validando mesmo para ver se rodava, se a minha loucuragem estava muito louca mesmo ou se realmente fazia sentido o que a gente estava falando. Se você me acompanha há um tempo, talvez você tenha visto quando eu tava à frente de uma empresa, tava como diretora comercial de uma fintec e a minha irmã só vendia esse NSS.
Eu fui lá assumi a empresa dela e ela saiu de 70. 000 1 de NSS por mês que ela fazia com três vendedores para 1. 200 em crédito consignado para prefeituras e governos com três vendedoras.
Isso não é mágica, isso aí não é fazendo coisa errada, isso não é nada, isso é simplesmente aplicando o método. Tem uma série de depoimentos legais que eu recebi, áudios, enfim, nos últimos anos. E isso me leva a entender que a troca de produto, ela não salva uma operação.
O que salva é a troca de estrutura. Mas antes disso, a troca de mentalidade, tá? Porque para quem pensa muito igual em mais do mesmo, dificilmente vai conseguir olhar para isso aqui que eu tô mostrando e achar que é possível, achar que realmente é simples, que eu tô mostrando, não, que eu vou mostrar, né?
Mas antes eu quero que você entenda da onde veio Yasmin, né? da onde surgiu esse método? Como é que isso aconteceu?
Bom, de uma forma bem resumida, porque isso aqui também já tem nas minhas redes sociais, mas eu trabalhei durante o tempo dentro de uma de uma financeira em Campinas e aí eu saí da empresa, fiz um acordo com o meu chefe e montei uma operação para mim em parceria com ele, claro. E eu comecei dentro da minha kitnet, não tinha onde trabalhar. Computadorzinho trabalhando dentro da minha kitnete.
Vários amigos meus inclusive conhecem essa kitnet de core salteado. E a pouco eu montei um escritório, mas era um escritório muito feio, assim, não tinha dinheiro para nada. Então, era um escritório extremamente feio, dava medo.
O aposentado chegava lá para poder assinar um contrato, o corredor era escuro, a luz piscava, era tudo muito estranho. Mas ainda assim, tentando colocar a equipe, montando a a do jeito que dava. E ali eu já montava treinamento pra galera para padronizar o atendimento e o que a nossa equipe falava, né, para pros nossos clientes.
Fui ganhando uma comissãozinho outra, fui montando uma operação um pouco melhor, fui montando uma estrutura um pouco melhor. E aí a partir disso comecei a replicar o que tava dando certo. Comecei a vender franquia do meu negócio.
Nem todas deram certo, mas cheguei a ter 30 lojas em Campinas. Inclusive isso aqui era gente fazendo um bate-papo com os nossos franqueados na época. Até que eu caí no conto do vigário.
Uma pessoa apareceu querendo comprar a minha loja. Eu pensei, bom, vou vender minha matriz, vou organizar e coordenar tudo de um escritório a PAT, não preciso de uma loja Terre aqui no meio do centro de Campinas. Eu era muito nova, muito moleca, fui e deixei a pessoa entrar.
A pessoa simplesmente um safado, sacana de pirascis, camarada, eh, simplesmente não pagou, ficou com todos os meus móveis, com todas as minhas coisas e ainda saiu falando mal de mim pro mercado. Na época eu me escondi, fiquei agoniada, não sabia o que fazer, tava extremamente assustada com tudo aquilo. E foi assim meu primeiro grande bac, sabe?
Eu vi tudo que eu tinha montado se perder. Até que depois de um tempo, eu me recuperando, eu comecei a falar, comecei a colocar a boca no trambone e comecei a dizer sobre todas as sacanagens que algumas promotoras estavam fazendo naquela época comigo, alguns bancos cobrando coisas indevidas. E aí várias pessoas começaram a falar: "Foi asmin, isso também acontece comigo, isso também acontece comigo" e começaram a me acompanhar ali dentro das redes sociais.
Isso já faz mais de 10 anos. E é óbvio que a partir daquilo, meus números nas redes sociais começaram a aumentar e muita gente chegava e falava assim: "Ah, você é influenciadora, você é influenciadora". E eu sempre briguei e falei: "Não sou influenciadora, sou empresária".
A influência veio por consequência e de fato a influência veio. Muita gente que viu eu recomeçando do zero, né? Falou: "Pô, essa menina ontem tava sem nada, começou andar de carro do ano de novo, o que será que ela tá fazendo?
" Começaram a me acompanhar, me acompanhar e começaram a pedir para eu ajudar. Muitas empresas eu ajudei de graça, inclusive não vendia curso de estruturação de negócio, na verdade nem sabia fazer isso. Máximo que eu fiz foi com a ajuda de uma amiga minha que era gerente comercial, ministrar um curso ou outro pago na época era R$ 100, R$ 200, algo assim.
E comecei a replicar aquilo que eu sabia. Inclusive montei alguns eventos, fiz eventos no Brasil inteiro, formei várias equipes, graças a Deus deu super certo. Até que o bonitão chegou e aí o Miguel nasceu.
E quando o Miguel nasceu, eu e a mamãe dele, a outra mamãe dele, minha ex-esposa, nós tínhamos combinado que ia ficar um período sem trabalhar, um período de pelo menos dois anos. Mas foi a época que o negócio estourou. Então eu recebi muita proposta, muito convite.
Eu palestrei e no mesmo palco que grandes nomes, né? Joel J, enfim, pessoal do Summit baita do evento. Eh, participei de projetos.
Por exemplo, essa empresa aqui, ela foi comprada pelo PicPay, participamos de grandes projetos. Fiz uma turnê, rodei o Brasil inteiro levando a mensagem de que consignado não é golpe, de motorome. Meu filho tava recém-nascido.
Fiz o congresso com a ban. Mesmo muita gente duvidando, a gente tem lá comprovação de mais de 50. 000 pessoas que assistiram o Congresso com a presença de deputado, participei de grandes decisões que tiveram no governo sobre o crédito consignado e sempre como uma das únicas mulheres ali dentro também.
Então assim, o negócio ele ganhou uma outra proporção. E aí no meio desse tubelhão todo, as coisas acontecendo, as pessoas chegando e eu me relacionando com várias pessoas dentro desse mercado, chegou um ponto que o resultado ele foi inevitável. Muito trabalho, muito banimento de chip no meio de tudo isso, muito achismo e muito burnout.
Eu falo isso num tor de brincadeira, mas isso é muito sério, muito trabalho, porque realmente as coisas evoluíram muito assim. Agora, muito banimento de chip é porque em cada cidade que eu ia, em cada empresa que eu me relacionava, eu via que o problema era o mesmo. O nosso formato de captação de cliente tá tava cada vez mais reduzido.
Eu percebi que isso era um problema que não era de uma região ou da prática de uma pessoa, de um correspondente. Isso era algo nacional. Outra coisa que eu percebi, estando em vários lugares, me relacionando com várias pessoas, é que muito correspondente bancário vive de achismo.
Eu ouço isso até hoje, assim, de vez em quando você quer ver eu ficar doida quando eu converso com alguém que fala assim: "Ah, eu passei um contrato no Banco X, o contrato recusou. " Depois eu passei o mesmo contrato e o contrato aprovou. Eu falo: "Mas por quê?
" "Ah, eu acho que é por isso. O nosso mercado ele é totalmente pautado em achismo, com pouco dado, com pouca inteligência, com pouca estrutura. De fato, as pessoas contam muito com a sorte.
E eu acho que eu cansei disso num nível grandão. E por isso eu passei 2025 inteiro dentro de uma caverna. E dentro dessa caverna eu fui entender algumas coisas, fui estudar algumas coisas.
Não fiquei anciosa não. Uma dessas coisas e eu quis entender a verdade que tava por trás dos banos de WhatsApp.