Bom, então vamos lá agora. Vamos de volta aqui na nossa planilha. Vamos ver como é que isso tudo vai parar num lugar que ele já é muito parecido, tá, com o outro que a gente passou.
E essas coisas todas vão se unindo. Então eu vou abrir uma uma planilha aqui que é uma que eu gosto de usar para esses momentos de encontro, mentoria e aula, pra gente ir brincando aqui com os com a com os com as com as frases, com as palavras. Eh, e vocês vão receber uma muito parecida para poderem fazer a de vocês.
Eu escolho na minha vida usar uma que seja igualzinha, no sentido de semanas a do CNPJ. Por quê? Primeiro porque eu acho que quanto menos eh formatos diferentes eu fico dando paraa minha pro meu pro meu cérebro, pra minha cabeça, melhor ela aprende a ver.
A gente começa com o tempo a ver mais rápido as coisas quando elas estão num formato que são similares. Então aqui, por exemplo, né, tá aqui, tá todo mundo no mesmo sistemiga, né, a do CNPJ que a gente falou e aqui a do CPF. Então, como é que é a brincadeira aqui?
Bom, assim como na outra, eu tenho um total de entrada, né, que tá aqui, vocês estão vendo eu mexer aqui, eu tenho um total de saída e eu vou ter um resultado que eu chamo de abundância. Eh, o total de entrada, ele provavelmente, se você é um empreendedor, uma autônoma, ele vai vir, né, da onde? Deste número aqui, deste lucro, né?
Quanto de lucro você teve este número que resulta aqui? Ou se você escolheu ter um prolabor, vai vir como prolabor, ele vai tá aqui, né? Prolabore barra pode ser, né?
Lucro, digamos assim. Se você tem mais de uma fonte, né, e você quer trazer para cá, é bem-vindo. Se você tem um contrato de participação em algum lugar, se você tem de invidendos que você recebe de um investimento, você coloca aqui.
Você tem mais coisas para pôr, você põe aqui, né? Vai lá, clica, adiciona uma linha, né? E coloca aqui outros, né?
Sei lá, outros. Enfim. Bom, semanalmente eu na minha vida como pessoa física, eu tenho mais saídas picadas do que no meu CNPJ.
Então, a semana aqui ela é muito relevante para mim. Eh, quando eu começo a olhar a saída. Ponto importante, prático, tá, que não tem nada a ver com o simbólico.
Muita gente me pergunta sobre o tal do cartão de crédito, aonde eu considero o cartão de crédito, que que eu, Tânia, fiz, tá? Eu gasto tudo no cartão de crédito porque me gera pontos, porque me gera cashback e tudo mais, mas eu simplifiquei a minha vida e eu te sugiro fortemente a fazer o mesmo. Como eu opero hoje, eu tenho um cartão de crédito, né, pessoa física, que ele é funciona do dia 1 ao dia 31.
Então a data de vencimento dele é dia 10 e a minha fatura fecha no 31. Às vezes é 30, às vezes é um, mas de alguma maneira é 31. Para que eu fique com uma visão do mês e não fica aquela magia doida de encontrar qual é o valor de cada mês quando você fica rolando cartão de crédito.
Se você faz muito rolo com cartão de crédito, aí eu quero dobrar a minha sugestão para você desenrolar este negócio, porque isso é um rolo sem fim. E aí, então, vamos supor, o cartão que rodou em janeiro, eu pago ele no dia 10 de fevereiro. 10 de fevereiro cai na primeira semana de fevereiro.
Então, conforme eu vou mapeando meus gastos, eu vou somando tudo aqui, né? Eu vou trazendo para cá. Ah, e assim vai.
Eu escolho na minha vida fazer por sistemas de pagamento. Então eu considero a entrada não no dia que eu vendi, mas no dia que entrou na conta e os pagamentos no dia que saiu da conta, porque eu acho mais fácil de entender se eu vou ter saldo para aquilo ou não. Se você quiser fazer um baita rolo com cartão, aí você vai precisar de uma ajuda mais profunda para entender como é que você vai classificar isso, né?
Porque se um cartão vence já tal, outro já tal, você nunca sabe quanto custou sua vida naquele mês. E esse é o problema. Se você não souber, gente, se vocês não souberem, esse número aqui, ó, total de saída, você não vai saber o quanto você precisa de entrada, você não vai saber o quanto você precisa de lucro, você não vai saber o quanto você precisa de faturamento.
Isso é um com rola, é uma confusão. Desculpa o francês aqui. Então, isto posto, simplifiquem a sua vida.
Cartão de crédito não é ruim. Ruim é a gente que usa mal. Aí é ruim.
Aí é bem ruim, tá? Eh, bom, como eu, Tânia, faço, tá? E eu, depois de tentar muitos métodos, eu descobri que para falar de linguagem simbólica, a forma que as pessoas mais gostavam, mais entendiam, mais se conectavam com isso na prática era vendo, era não eu explicando conceitualmente, porque isso eu já fiz no nosso encontro anterior, mas era eu mostrando como eu faço essas escolhas da minha vida.
E aí cada um ia falando: "Nossa, entendi isso aqui, eu vou fazer desse jeito". Então eu vou abrir aqui a minha vida financeira simbólica para vocês. Eh, e vocês vão aprender junto com ela e vão fazer as escolhas de vocês.
Então, eu, Tânia, eh, essa aqui não é eh exatamente a minha planilha, né? Mas tem coisas aqui que são das minhas planilhas. Eu vou mostrando para vocês como eu faço e como eu já vi mentorados fazerem.
Eu, Tânia, gosto de ter um basicão da vida. Eu gosto de saber grandes números da minha vida. Então, o meu basicão é tipo assim, casa, comida e roupa lavada custa quanto por mês?
E o meu casa, comida e roupa lavada inclui meu plano de saúde, minha internet, eh, e hoje eu tenho aqui as últimas parcelas que eu tô pagando do meu carro. Então tá aqui aluguel, o seguro do incêndio, o supermercado. Vocês vão até ver aqui que tá escrito Mercado Floripa, Mercado São Paulo, né?
Isso aqui já não é mais assim, eu mudei, mas e eu vou já dizer porque tava assim. Limpeza da casa, né? Coisa que eu levo para lavanderia, fibra, blá, o basicão.
Tá aqui, tá muito que bem. a partir do basicão. E aí tem isso, você pode colocar aqui a escola.
Eu não tenho filhos, mas poderia ter escola das crianças ou não. Nossa, eu acho que filhos, né, é um todo um módulo à parte que é uma doação pro futuro. Ou não.
Eu quero chamar esse bloco na minha vida de ato de desinteressado de amor, amor incondicional, construção de futuro, sei lá. Você pode escolher um nome para chamar esse bloquinho aqui e colocar ele aqui. E aí aqui dentro você pode colocar eh a escola.
Você pode inclusive achar que tudo que você paga paraos seus filhos de roupa, de não sei o quê, tá tudo aqui dentro. Ninguém não tem essa pessoa que vai te dizer como isso tem que ser. E essa de novo, já falei, vou repetir, vou repetir de novo.
Ainda essa é a beleza desse sistema. Ele é o seu, ela é a sua, libido, é a sua construção de valores refletida aqui. Como você entende isso?
E você coloca, tá? Eh, né? Pode ter aqui a roupa das crianças, do jeito que você quiser.
Bom, muito que bem. Eu comecei contando a história sobre eh a investigação que eu fiz sobre uma das linhas da minha vida, né? Porque aí eu tenho o básico da vida.
Aí eu tenho uma que se chama aqui vida em São Paulo e eu já volto para falar dela. Vou contar para vocês. Eu tenho um bloquinho, pensem em tijolinhos e construçõezinhas.
Eu, Tânia, tenho um bloquinho na minha vida que chama saúde. Lá dentro eu coloco todos os meus gastos com vitamina, eh, yoga, né? Eh, academia, yoga e barra academia.
Na época que eu fazia personal, eu colocava meu personal aqui. Eh, eu coloco aqui exames que porventura meu plano de saúde não pagam. E eu coloco aqui uma coisa que não é óbvia, mas que dentro desse olhar simbólico me fez refletir.
Há muitos anos eu tenho uma escolha de vida que é não colocar coisas eh sintéticas na minha pele e no meu cabelo. Ã, eu sou alérgica, né, a roupa sintética. que eu só posso usar tecido natural e eu não uso, né?
Tem um princípio até aurvêdico que a gente não deveria passar na pele, coisas que a gente não cobe. E a mais ou menos 3 anos eu mudei isso pro meu cabelo e comecei a usar só um shampoo natural de uma marca de biocosmético e tudo mais. E gente, vou falar a verdade para vocês, é um número expressivo, tá?
Que vai, porque o quê? Porque eu percebi que que que produto sintético fazia com que eu não visse a estrutura verdadeira do meu fio, do meu cabelo. E tinha coisas de saúde que estavam refletidas.
aqui e por quase um ano os gastos com esses produtos mais naturais, eu colocava eles dentro deste bloquinho aqui que se chama Beauty. Beleza? E aí, há mais ou menos um ano, eu me dei conta que a minha escolha por produtos naturais, e aí a que eu tô falando principalmente produtos naturais e a que eu tô falando principalmente eles, esses de pele e de cabelo, eles eram para mim muito mais do que um ato de beleza, eles eram para mim um ato de saúde.
Então eu peguei esse tijolinho e eu desloquei ele para meu bloquinho da saúde. Então quando eu olho hoje a minha vida eh e os meus investimentos em saúde, eu vejo tudo aquilo que constrói a minha concepção de longevidade, médico, vitamina, os produtos naturais, aquilo que toca o meu corpo. Eu também coloco aqui dentro a minha saúde psíquica, minha terapia.
Eu também coloco aqui dentro a minha saúde espiritual. Então, algumas coisas que eu coloco dinheiro que são saúdes espirituais. Na minha concepção de saúde integral, por isso que eu faço ao vivo aqui com vocês, saúde integral está aqui dentro, né?
Então, na minha, opa, se vocês fossem olhar a minha planilha aqui, ela tem mais linhas, né? Ela tem mais, tem mais linhas chamada eh terapia. Opa, terapia.
Tem aqui dentro também a minha saúde espiritual. Tá, apagou aqui. Pronto.
Saúde espiritual e por assim vai. Então, percebe que, ah, não é porque é um produto de beleza que tem que estar no na capítulo da beleza, não. E aí, conforme vão vindo novas coisas, eu vou entendendo aonde elas estão.
Por exemplo, eu até descobri isso esses dias, tô tendo que fazer fono, eu falo muito palestra, mentoria, programas e tudo mais, né? Ou seja, segundo a minha fono, eu sou uma profissional da voz e eu comecei a desenvolver um calo na garganta. Porque eu tenho uma, eu gero faz muita força, eu não sei aquecer a voz e eu comecei a ter calo na garganta, comecei ter muita dor aqui.
E aí eu tô fazendo fono há uns meses. Fono. A hora que eu vou inserir, né, o gasto mensal de fono na minha planilha, ela é um gasto de saúde ou ela deveria estar dentro de uma linha que tá relacionada a trabalho.
Percebe que é uma reflexão? Aonde eu vejo isso na minha vida? Não tem certo e errado.
Então, deste lugar, né? Eh, aqui, por exemplo, que vocês estão vendo desejos meus filhos e etc. Isso aqui é de uma mentorada minha.
Para ela faz sentido ter uma uma um bloquinho sobre desejos. Talvez filho, para ela não é tudo investimento de longo prazo, mas é lugares onde eu realizo desejos. Isso faz sentido na construção simbólica dela.
Essa aqui não é, esse aqui não é meu lá. Lazer no dia a dia, né? Que o meu, na minha planilha de verdade se chama Viver.
Viver la vida. Viver la vida para mim tem beleza, tem eh sei lá o que que tem aqui que tá agora com X, tem restaurantes e rolês especiais. Então assim, cinema, restaurante, sei lá o qu eu boto tudo no mesmo lugar.
Tem livro, tem roupa, tem outros e tem, ah, já sei quem é que tá faltando aqui, viagens menores, ou seja, não são as grandes férias. Viagem de fim de semana, viagem que eu quero fazer um retiro. Putz, retiro pode ser saúde espiritual, pode ser uma viagem.
Isso é o pacotinho que eu vou me dar para viver a vida. E aí eu vou alocando aqui conforme eu quero, voltando paraa Floripa. E a história que eu comecei a contando no, né, quando eu me mudei para Floripa, eu sabia que eu ia precisar ir muito para São Paulo, que eu vou muito para São Paulo.
E aí veio uma, sabia que isso ia ter dinheiros envolvidos? Porque é isso, gente, vocês percebem que não tem como você tomar uma decisão de vida e não tá refletida no seu dinheiro? Ah, eu vou cuidar mais da minha saúde.
Provavelmente isso vai parar em dinheiro indo para algum lugar. Hum. Né?
A roupa que eu compro para treinar quando eu compro, eu coloco em roupa, mas poderia estar em saúde, entende? O tênis de corrida hoje para mim, Tânia tá em roupa, mas poderia tá em saúde, que aliás eu acabei de ter essa ideia, vou refletir sobre isso, porque é diferente. Eu tenho vários, por exemplo, gastos de roupa que é porque eu tenho que ter umas roupas específicas por causa das palestras.
Hoje elas estão em roupas. Pro ano que vem eu não tenho certeza. Talvez elas estejam na caixinha que eu vou falar agora, que é sobre as idas para São Paulo.
Talvez aquilo que eu compro, porque eu sei que eu vou precisar, que é roupa de palco, que é roupa mais corporate, talvez elas estejam o meu bloquinho de trabalho. Não necessariamente em roupa, porque aqui em Floripa eu uso muito pouca roupa diferente. Eu gasto pouco roupa para viver aqui.
Então esses gastos eles são da onde? Isso vai me dando dimensões simbólicas diferentes. Continuando, eu me mudei para cá e eu sabia que eu ia ter muito para para São Paulo.
Então, aqui dentro de São Paulo existe uma linha chamado passagens, né? Passagens, né? voos.
Existe uma linha que são os Ubers de São Paulo, que às vezes é altíssimo. Existe uma linha aqui que é restaurantes, porque em São Paulo isso acontece muito. E existe mais uma aí que, enfim, pergunta quando eu vim, essa conta é da Tânia ou essa conta deveria estar dentro do meu CNPJ?
Ah, Tânia, mas tanto faz, porque a empresa é sua. Tá tudo bem, não é sobre isso. É colada simbólica, não é sobre o concreto.
Quando eu falo tanto faz, porque o dinheiro é o mesmo, eu tô olhando na dimensão concreta, na dimensão simbólica de quem essa conta, é minha ou é da Inner. E eu refleti bastante sobre isso e eu cheguei à conclusão que essa conta era minha. E essa conta era minha, porque eh o meu trabalho sempre esteve, uma maior parte do meu trabalho sempre esteve em São Paulo até então.
Quando eu vim para cá, foi um ato de bastante coragem, porque o meu centro de geração de dinheiro tava lá. Logo, quem fez uma, eu fiz uma escolha pessoal, eu não fiz uma escolha profissional. Logo, esta conta foi uma conta de design de vida.
Ela é minha, ela não é da empresa. Então, quando eu olho para isso e eu trago para mim essa dimensão simbólica, eu também aloco isso tudo dentro das escolhas de quanto de dinheiro de vida eu vou gastar, eu tenho disponível. Essa escolha de vida, se ela implica trocas, ela implica trocas na minha vida pessoal.
Não é justo eu jogar essa troca de passagem pro meu CNPJ, porque ele segue tendo a sua força motriz direção de de dinheiro lá em São Paulo. Pode ser que isso mude, pode. Pode ser que em algum momento a força motriz de geração meio de dinheiro não tá tão atrelado a São Paulo.
Isso mude. E aí eu vou entender o quanto, entende? As Isso é escolha.
Essas foram as escolhas. Isso que eu falei que era aqui, ó. Quando a gente olha essas colunas, essas foram as escolhas que eu fiz.
Eu vou entender, como eu já entendi o ano passado e ao longo desse ano, qual é a consistência e o quanto total num ano esse lifestyle me custa em relação a ter que ir para São Paulo toda hora, ter que Uber. Aí quando eu tô lá, eu sei que tem um monte de restaurante blá blá blá. E aí eu fiz outras escolhas em termos de moradia, de nanã, que me permitem isso.
Num tempo eu separava ainda, falava: "Nossa, será que a minha alimentação em Floripa é diferente da alimentação de São Paulo? " Depois eu vi que não, então eu juntei tudo. E aí a gente vai, entende?
camada simbólica, alimentação. Por exemplo, na minha vida, eu não gosto de cozinhar. Eu como aqui no quilo orgânico todo dia.
Eh, é uma escolha que eu fiz. Eu sei que o meu número de alimentação, ele é um pouco mais alto do que poderia ser para uma pessoa só. Só que isso me nutre.
Isso é um ponto alto do meu dia. Eu fico feliz com isso. Eu fico feliz de de ter essa opção.
Pronto. É diferente do nossa, tô tão exausta que eu tenho que ficar pedindo comida. Então, se você tá com um monte desses gastos, eu te sugiro fazer um bloquinho chamado saco cheio da minha vida.
E aí você vem aqui no bloquinho chamado saco cheio da minha vida e você coloca aqui dentro todos os dinheiros que você tá colocando no mundo e gastando porque você tá de saco cheio. Inclusive a compra compulsiva que você fez de roupa porque você tá sem prazer de viver. E diga uma coisa, gente, quando a gente não tá nutrindo que nos dá prazer, a gente vai achar esse prazer em compra compulsiva, né?
No meu caso, eu tinha aqui, né? Eu passei por uma fase de mobilar minha casa que tá acabando esse ano. Essa linha vai sair daqui.
Doação, investimento, abundância final, que é o resultado, né, de tudo que entra, menos todos os bloquinhos que saem. E aí você vai vendo esses bloquinhos e podendo a cada escolha nova se perguntar qual é o papel daquilo na sua vida. E aí ao invés de você falar: "Nossa, eu só eu só vou só tô, por exemplo, ah, tô tendo um aumento de custo".
Não, pera, eu tô tendo um aumento de custo ou eu tô nutrindo uma coisa nova na minha vida que ela tem um lugar simbólico? E aí eu começo a ver. E aí eu começo a ver inclusive os lugares aonde eu me permito, onde eu sou permissivo comigo, permissiva comigo, porque todo mundo tem.
Aonde a Tânia é permissiva com ela. Eu sou permissiva comigo em dois lugares, eh, principalmente em dois lugares. Eu sou permissiva comigo na parte de saúde espiritual barra, né, na minha é barra rituais.
Então, assim, eu tenho muito essa relação com os rituais, compro muita vela, incenso, n, adoro comprar coisa para altar. E aí eu via que a minha mente faz um negócio assim, ah, imagina que eu vou comprar isso, porque afinal de contas é pro divino. E tinha uma coisa aqui que não tava legal.
Aí eu olho e falo: "Ah, Tânia, aqui você gosta de dar uma escapadinha, né? E eu posso ser permitiva comigo em compra de roupas, porque eu gosto, eu gosto da beleza, eu já tive uma marca de roupa, eu adoro assim, acho roupa um trem muito legal e como eu tenho uma parte da minha vida que ela é um pouco mais pública, né, isso implica várias vezes, tá bem vestida e tudo mais, eu vejo que tem uma parte disso que é saudável e tem uma parte disso que é às vezes um tédio, uma frustração, uma coisa que eu quis ali e envelopei de um jeito bonito. Tem gente que vai fazer isso comida, tem gente que vai fazer isso com sei lá o quê.
Encontra tua permissividade. Encontra o lugar aonde você desequilibra a hora que você não tá bem emocionalmente, você quer um sistema de compensação e monitora ele mais de perto. Você vai ver a sua consistência naquilo.
E o que que é muito legal, gente, que a hora, né, por exemplo, que eu falei pra vocês que eu tava, essa história de Floripa que eu tinha aqui, tava ali com uma conta enorme de restaurante, porque saiu um monte para jantar com não sei o que, com uma amiga e bebe vinha e blá blá blá blá blá, e a de viagens não tava. Eu mudo, eu realoco energia sexual, eu realoco energia criativa, eu realoco energia libidinal de algo que não tava sendo nutritivo para algo que me nutre. E aí isso foi o ano passado e boto em pé esse modelo de vida.
E para este ano eu realoco essas viagens para viagens maiores, que são as viagens que realmente me nutrem. Coloco, né? Então aqui na minha também tem uma uma linha mais que se chama viagens.
E não, pera aí, tá esvaindo em várias viagens pequenas e numas coisas, mas as grandes viagens eu tô fazendo menos do que eu gostaria. E aí eu tomo uma decisão, eu vou realocar disso e isso esse ano já se materializa. Fui para Portugal no começo do ano, fui paraa Inglaterra no meio do ano e tô considerando ir para mais um outro lugar no final do ano, se for possível, entende?
Aí você fala assim, porque tem várias vezes que eu tenho uma uma mentorada que ela queria fazer uma viagem, ela falou: "Ah, mas eu não tenho esse dinheiro". Eu falei: "Eu tenho certeza, eu tenho certeza absoluta que se a gente abrir o teu espelho financeiro e começar procurar tipo era uma viagem de R$ 20. 000, eu tenho certeza que você vai achar ao longo do seu ano R$ 20.
000 perdidos em lugares que não te nutrem e que não tão direcionados e canalizados para isso que vai te fazer profundamente feliz. Então quando eh eu resolvo viajar mais, eu falei que eu tipo não gosto de cozinhar, né? Então eu não gosto mesmo, não gosto de fazer supermercado, acabo comprando coisa em mercadinho menor.
Quando eu resolvo viajar mais, eu falei: "Quer saber? Eu vou passar aí na feirinha orgânica de sábado e eu vou realocar essa massa criativa pras minhas viagens". Gente, eu sei que a gente gosta de achar que nós somos seres racionais, mas 98% das nossas decisões financeiras são emocionais.
Se eu virar pra minha mente e falar: "Meu, vou fazer um negócio que eu acho chato para caramba, quer ir na feira, porque eu quero economizar, eu vou gerar uma resistência mental". Agora, quando eu falo para ela, falo assim: "Cara, vamos nessa feira aqui, porque a gente vai fazer um rolê legal". Eu criei uma outra estrutura interna.
Então, para mim não é sobre sempre ficar economizando, é brincar de massinha, é brincar de mandar dinheiro para cá e para lá. E você pode desenhar aqui a vida dos seus sonhos e descobrir se você tá fazendo dinheiro ainda para isso ou não, mas quanto falta para isso? E aí você vai fazendo mecanismo inverso.
Vamos supor que você faça tudo isso aqui e bote viagem e bote doação e bote investimento. Você fala: "Nossa, gente, assim, vamos supor, né, hoje eu ganho 10. 000 para viver tudo isso que eu coloquei aqui e ainda ter dinheiro e e construir meu futuro, né, com investimento de longo prazo, eu preciso fazer 20.
000, Eu preciso dobrar o que eu faço. Maravilhoso. Volta para cá.
Volta pro teu CNPJ e com esse olhar maduro de construção, começa a intuir, a meditar, a refletir sobre da onde podem vir esses acréscimos. E aí a gente vai paraa nossa conversa sobre financeiro, sobre vendas, sobre estrutura lá do começo, aonde eu, como pessoa que tá sentada nesse lugar, vai ter que dobrar de tamanho. E aí vocês entendem que às vezes não dá para você ficar ali naquele papel que é totalmente operacional e não conseguir dobrar de tamanho porque você não tem tempo, porque você tá emitindo a nota fiscal.
E aí você começou a integrar o tal do CNPF e olhar pro dinheiro como essa massinha. Gente, isso é um processo de um dia, não, de dois, não, de 30, não, de 3 meses, não. Isso é um processo da vida inteira.
Mas eu garanto para vocês que se vocês ficarem fazendo isso e fizerem esses rituais, vocês vão construir coisas interessantes, alinhadas com o que faz sentido no coração de vocês. E o dinheiro passa a ser essa fonte de informação sobre se ele te nutre ou não, sobre da onde estão indo as coisas ou não. Então, na prática, eu pego a minha fatura e eu vou somando cada coisinha, cada gastinho.
Um por um, um por um, um por um, um por um, a 89 + 112 +, né? Eu tenho um sisteminha um pouco mais automático para fazer isso, mas como ele não serve para todas as faturas do do cartão, eu não consigo passar para vocês uma tabelinha que soma sozinha. Mas assim, soma na mão, não vai te custar 1 hora e meia por semana, você passa mais tempo no Instagram e vai ser bom você ir vendo como esses picadinhos vão construindo.
Dá para fazer um sistema, se você não quiser parar para que é se mandar fazer um grupo só com você pelo WhatsApp e toda vez que você passa seu cartão, alguma coisa, você coloca lá e já coloca na sua linguagem simbólica. por exemplo, R$ 112 e beury e R$ 50 vitamina. Você pode fazer isso se você tiver disciplina de ir fazendo num grupo de WhatsApp e uma vez por semana você só passa para cá.
Funciona também. Tem gente que faz isso e você fica mais conectado com seus gastos, tá? É super rola.
E aí você pega também o seu extrato do que você pagou no débito e bota tudo aqui no dia que você pagou. Não é bicho de sete cabeças. Deixa eu sair da tela aqui para falar com vocês.
Não é bicho de sete cabeças, é continha de mais e de menos que vai mudar a sua vida profundamente. E vocês vão passar a curtir, porque quando a gente realoca essa energia criativa eh na direção de coisas que a gente quer viver, né? E vai trazendo isso, né?
Dando mais um exemplo, né? Recentemente eu tô t aqui perto da virada dos 42, né, e passando por umas crises da meia e e falando, gente, eu falei para minha terapeuta, falei: "Cara, tem umas horas que eu não sei mais o que eu gosto de fazer, é muito louco". Assim, você falou: "Não sei mais se eu".
Aí ela falou: "Tânia, eu quero que você comece a fazer experimentações de você, sei lá, umas coisas diferentes que você vai experimentar". Falei: "Bom, para fazer coisa diferente vou precisar alocar um dinheirinho nisso, né? " Eu criei lá uma linha chamada dentro de viver na vida experimentações do eu.
Pode ser até que seja um restaurante, mas não é o mesmo restaurante que eu falo: "Ah, vou no restaurante fal não, hoje eu vou vou experimentar". E aí pode ser que eu fui num restaurante que ele é diferente, que eu fui comer uma coisa que eu nunca comi, que tá dentro da experimentação simbólica do eu. Aí eu resolvi voltar a andar de patins, que eu andava com 10 anos.
Aí eu comprei um patins, aí eu botei lá experimentações do eu e botei o dinheiro que eu gastei no patins. Então quando a gente vai alocando isso, a gente vai vendo as nossas novas escolhas no dinheiro. E isso é super legal.
Você fala: "Cara, isso aqui tava muito alto, eu quero migar para cá". Então, eu fico feliz de ver, por exemplo, eh, coisas que talvez não eram importantes, virarem coisas que são. Então, hoje quando eu olho desse ano e vejo quanto de dinheiro foi nas minhas viagens, eu fico feliz porque ela foi uma realocação criada, construída, refletida, gostosa, direcionada.
E para mim é sobre isso. Então, meu convite para vocês agora é, vamos voltar lá, abrirem essa binha aqui do CPF de vocês e começarem. Vocês, assim como no CNPJ, você pode voltar e fazer uns meses para trás, se você quiser ter uma ideia de quanto custa a sua vida, como estão esses macronúmeros.
Se for complicar demais, vai daqui paraa frente e aí vai alocando, né, nas datas que você tem saídas de pagamento, né, de novo, eu pago o aluguel no dia 5, meu cartão no dia 10 e eu tenho umas coisinhas que eu pago aqui, tem uns picadinhos no meio, mas eu sei as grandes saídas e eu sei os grandes números da minha vida e isso é muito legal. Então, gente, tá aqui para mim assim, ó, meu sisteminha do método, método do coração, do espelho do financeiro. Eh, façam gostosamente, façam como energia criativa, façam numa energia de descoberta.
Vocês vão ver o medo, tod aquelas coisinhas que o dinheiro cutuca. Deixa, deixa cutucar, mas assim, vai, se descobre, sabe? Se reinventa, reflete sobre você.
Tenha coragem, coragem de olhar com verdade pro espelho que o dinheiro te propõe. Eu te garanto que como medicina escorpiana, às vezes a picada é dolorida, mas que ele também te ajuda a fazer a travessia da morte e do renascimento e a gente vai renascendo novas pessoas. Então, bom espelho do financeiro para vocês.