[Música] Olá pessoal tudo bom Vamos dar início então agora o estudo da farmacologia da doença de Parkinson nós vamos dar um enfoque nas drogas chamadas anti parkinsonianas os anjos parkinsonianos engloba então seis classes de medicamentos e nós vamos entender como que vai ser os efeitos as indicações os efeitos colaterais uso né o manejo desse Paciente Ok então vamos relembrar olha na aula anterior nós vimos as vias dopaminérgicas nós vimos então que existem quatro vias lá no sistema nervoso central que havia negro estria tal é a que vai estar relacionada com a manifestação da doença de
Parkinson na doença de pai quem sou ele é uma doença neurodegenerativa crônica progressiva que afeta em sua maioria indivíduos na base dos 60 65 anos de idade para frente a primeira manifestação entretanto Também é possível nós termos indivíduos mais jovens ou até um pouco mais de idade manifestando pela primeira vez os sintomas dessa patologia nesse caso quando acontece o indivíduos jovens aí a gente fala que existe uma forma da doença que ela é autossômica dominante né então ela tem um componente genético bastante importante nessa forma é precoce e que não é a principal que acontece
na clínica Tá certo a maioria dos indivíduos que manifestam uma doença De Parkinson manifestam de forma índio se crase Ou seja que não tem uma causa específica E daí um pouco mais tardiamente Mas independente o que acontece nesses pacientes é uma morte uma neurodegeneração específica e neurônios dopaminérgicos e uma estrutura cerebral que é chamada de substância Negra parte compacta a substância Negra parte compacta ela é pertencente a um conjunto de estruturas que se chama gânglios da base os gânglios da base são Responsável por fazer a manutenção da postura do movimento então a substância Negra parte
compacta ela faz parte de um conjunto de estruturas no sistema nervoso central que estão relacionadas com o controle motor a substância Negra parte compacta ela junto com estriado com corta que cerebral com globo pálido externo com núcleo subterâmico Globo pálido interno substância Negra parte reticulata e tálamo compõem o chamados Gânglios da base Tá certo e é muito importante os gânglios da base porque eles serão responsáveis por fazer esse controle o ajuste do movimento ajuste da postura Então vamos pensar Vamos tentar entender como que esse circuito funciona E por que que eu tenho que repor essa
dopamina no paciente medicamentosamente para que ele restabeleça a sua parte Clínica suas atividades de vida diária então vejam a dopamina né Vamos pensar primeiro nesse Circuito como que ele funciona para e liberar o movimento para inibir o movimento como que ele funciona num paciente que não tem doença de Parkinson nós por exemplo é uma pessoa que tem o seu sistema funcionando plenamente Tá certo então fisiológicamente o sistema ele vai funcionar da seguinte forma por exemplo para que aconteça umajuste motor ele não vai acontecer do nada tem que acontecer alguma coisa então por exemplo a visão
Né Ela é quantificada sistema nervoso central e ela vai passar uma informação para ser analisada que pelo circuito para saber se esse movimento tem que ser liberado tem que ser ajustado tem que ser inibido por exemplo se eu estou caminhando em direção a vocês eu encontro um obstáculo rapidamente meu corpo se adapta ele vai alterar fazendo liberação ou inibição do movimento para que o ajuste a minha postura e possa desviar desse objeto que está na minha Frente como que vai fazer isso para fazer isso eu recebo a informação ela é processada no meu corte que
sensorial e ela vai passar essa informação para essas estruturas que compõem o os gânglios da base Então essa informação que chega ela vai passar de forma excitatória então glutamato que é um neurotransmissor excitatório clássico do sistema nervoso central vai passar essa informação para ser processada aqui dentro a hora que chega ali no estreado Para essa informação ir para Via direto ou para via indireta vai depender do que vai depender da produção e liberação tudo neurotransmissor dopamina é aqui que entra a dopamina tá então nós vamos ter a regiãozinha lá que é responsável por produzir e
liberar este neurotransmissor no estreado né a substância Negra parte compacta você não ator muito principal aqui nessa história Então ela produz a dopamina essa dopamina poderá se ligar em receptores Dopaminérgicos do tipo de um todo tipo de dois tá certo ativando a via direta ou havia indireta quando a dopamina ativa via direta O que a gente tem de resultado é liberação do movimento isso fisiologicamente então o movimento vai acontecer como Olha só muito fácil de entender se tem dopamina a via vai ser ativada Ou seja a próxima conexão de neurônios que vai acontecer então a
dopamina chega aqui opaísca ela vai fazer o gatilho ela liga a próxima Estrutura os próximos neurônios que vão chegar até o globo pálido interno e a substância Negra parte reticular é gabaérgico e o gaba é o neurotransmissor inibitório então quando tem dopamina a dopamina se liga no receptor D1 e deu estimula havia gabargica e o gaba faz inibição então o gaba vai inibir essa estrutura a estrutura está inibina ela não conseguirá ativar a próxima via Então Essa via que não acontece tá porque ela não vai conseguir ativar Mas qualquer a função dessa via Essa Via
tinha como função fazer a inibição do tálamo se ela não inibir o tala no tala não vai ficar desbloqueado e se ele está desbloqueado ele vai ativar a próxima via que é glutamagérgica que vai estimular então córtex agora o córtex motor e não sensorial né o Cortex motor que vai lá para os motos neurônios a minha medula espinhal e vai liberar o movimento vai Acontecer tá então havia direta no circuito dos gânglios da base será responsável pela liberação do movimento por outro lado vejam bem por outro lado Se eu ativar via indireta o que nós
vamos observar no final fisiologicamente é a inibição desse movimento então o que que nós vamos ter a dopamina se liga no receptor tá agora no D2 no subtipo de dois aqui na Via indireta ela vai ativar os próximos neurônios que são gabarérgicos que vão inibir o globo Pálio do externo Global inibido não consegue ativar a próxima via que seria do núcleo subterâmico essa estrutura então que deveria ser inibida por esta via passa a ficar excitada e daí ela vai acabar estimulando né os neurônios aqui glutamatelgicos que vão acender essa estrutura que é um globo pálido
interno é a substância Negra parte reticular se essa estrutura ficar excitada ela vai passar a estimular os próximos neurônios que são gabarérgicos que eles vão inibir O tálamo e o tálamo inibido não consegue mandar informação aqui para o córtex cerebral e consequentemente não vai ser liberado o movimento nenhum para que a sinalização Não continua se a sinalização Não continua ele sobre o movimento e é dessa forma que o nosso organismo vai vai ajustando a nossa postura ou estimula o inibe o movimento vai acontecer no de forma adequada Mas para ser fisiológico tem que ser assim
tá certo ou seja havia direta tem que Liberar havia indireta tem que inibir o que que vai acontecer num paciente que tem doença de Parkinson o paciente que tem doença de Parkinson acontece morte dos neurônios dopaminérgicos na substância Negra parte compacta cessa a região essa estrutura perde seus neurônios e eles são produtores de dopamina consequentemente isso daqui não vai ser produzido então ele não consegue se ligar nos receptores do amnérgicos do Tipo de um ou outro tipo de dois para poder fazer isso ou seja para que na Via Direta aconteça a liberação do movimento e
para que na Bíblia indireta aconteça a inibição dele então vejam bem Olha só o paciente com Parque isso não tem dopamina se não tem dopamina não vai ativar os neurônios a ativação desses neurônios seriam responsáveis por liberar Essa Via gabargica então isso aqui não vai acontecer tá e se ela não acontece a Função dela era de inibir o globo pálido interno e a substância Negra particular então se não consegue inibir essa estrutura essa estrutura passa a ficar excitada e séries citada ela vai acabar estimulando a próxima via gabargica que é inibitória vai inibir o tálamo
que não vai conseguir ativar essa via e consequentemente vai bloquear o movimento aqui mas poxa fisiologicamente nessa via não deveria que acontecer a liberação do movimento e agora o Paciente não tem dopamina porque tem doença de Parkinson esses neurônios morreram e daí essa via não consegue mais ser ativada corretamente então isso daqui ele vai fazer um movimento errado Tá certo então o que que o paciente vai acabar manifestando o paciente vai acabar manifestando aquilo que a gente chama de bradicinesia existem sintomas ou sinais né enfim o correto é sinais clínicos porque aquilo que a gente
observa é Sinais né aquilo que o paciente conta são sintomas mas enfim é o paciente vai apresentar quatro sinais cardinais da doença que são bastante clássicos a chamada brades sinesia a instabilidade postural o tremor de repouso abrange a sinesia estabilidade postural tremor de repouso e a rigidez muscular bastante importante então isso aqui são sinais clássicos da doença de Parkinson então vocês vejam o paciente acaba tendo é a inibição da Via Direta vai acabar resultando nisso daqui ó paciente vai começar com uma bradicinesia bastante importante rigidez muscular bastante importante porque o movimento vai estar completamente bloqueado
não vai conseguir ser executado por outro lado olha só se o paciente não produzir a dopamina ele também não vai conseguir ativar via indireta se não ativar via indireta o que a gente vai observar sem ativação da Via Indireta não tem dopamina para poder Fazer o gaba aqui ó inibir o globo Pardo externo isso daqui passa a ficar excitado ele vai piscar E se ele ficar excitado que a gente vai observar é que ele vai ativar a BH ética aqui então ele vai inibir núcleo subterâmico está inibido ele não ativa a próxima via e a
próxima via seria excitar o globo pálido interno e a substância Negra a partir articulata se não consegue excitar essa região ela vai ficar inibida se ela estiver inibida ela Não consegue ativar a próxima via que seria gabargérgica para inibir o tala botar ela não vai estar desinibido estimula a via Gruta magérgica que estimula o corte que Celebrar o motor que libera o movimento então vocês vejam havia indireta que deveria inibir o movimento passa a liberar movimento e meu paciente vai ter o quê vai começar a apresentar tremor extremores que a gente observa então claro todos
os sinais clássicos que Apresentam na doença estão relacionadas com a fisiopatologia que dela então relacionadas com a falta da produção dopaminérgica presente aqui nessa região Tá certo isso daqui dá para ser resumido com uma fórmulazinha gente é muito fácil tá certo é só fazer fórmulazinha matemática para vocês lembrarem e ficar um pouco mais fácil então você sabe que aqui ó é gabargico gabaérgico né então tem dopamina você faz lá menos vezes menos dá mais libera movimento Via Direta na Via indireta olha só tem dopamina menos vezes menos dá mais mais vezes menos tá menos não
libera movimento e nem me movimento fisiológico se for no patológico não tem dopamina se não tem dopamina Não começa aqui começa aqui menos vezes mais dá menos não acontece o movimento aí o paciente começa a ter bradecinesia começa a ter estabilidade por sua rigidez muscular né aí o paciente aqui ó do outro lado ó se tem Não tem dopamina não tem dopamina não tem no primeiro então você começa aqui ó menos vezes mais dá menos menos vezes menos dá mais libera movimento tá então se o paciente liberar o movimento ele vai acabar tendo que tremor
Tá certo então agora a nossa terapêutica vai ser o quê vai ser focar nisso daqui então nós vamos ampliar este circuito eu vou pegar este neurônio que sai dessa região que produz dopamina vamos desenhar e ver aonde que eu posso colocar droga para Tentar no final das contas S aumentar essa produção de dopamina que tá em falta nele para ele voltar a fazer esse circuito funcionar de novo e melhorar suas atividades de vida diária ok ok pessoal já entendemos que o paciente que tem doença de Parkinson acontece a morte dos neurônios dopaminérgicos e ele não
ter dopamina vai acabar interferindo com a ativação da Via Direta indireta fazendo com que esse movimento aconteça de forma completamente descoordenada e Acaba resultando então na manifestação clínica que o paciente apresenta Então vamos pegar e ampliar esta sinapse nessa via Então os neurônios que vêm lá da negra que vão projetar para região do estriado para tentar entender em qual local eu posso ter medicamento para poder ser utilizado na terapêutica desse paciente Tá certo então o que que eu vou desenhar para vocês vamos entender ó eu vou pegar via negro esse Natal então o neurônio que
sai da substância Negra Parte compacta e projeta para a região do estriado ok É nesse neurônio bonitinho que vão ter os receptores Tá certo então eu vou pegar esta sinapse e vou ampliar para vocês para a gente poder tentar entender aonde que eu vou ter medicamento podendo atuar Tá certo então o neurotransmissor que é produzido por este neurônio aqui ó é dopamina Tá então vamos lá vamos criar Esta sinapse vamos ampliar o terminal o que que é essa primeira parte essa primeira parte nada mais é do que eu terminar o pré sináptico que aquilo que
tá vindo lá do neurônio do neurônio da substância Negra parte compacta é nessa região que vai acontecer a síntese do neurotransmissor dopamina e este essa região que eu desenhei para vocês é o terminal pós-cináptico que é onde vão estar os receptores do parmérgicos presentes para que essa dopamina que vai Ser liberada aqui na Fenda sináptica possa atuar Tá certo então assim muito importante relembrar síntese dessa dopamina porque são nessas regiões né da estrutura aqui de como que ela é sintetizada armazenada liberada e onde que ela pode ativar no receptor que a gente vai ter as
nossas classes farmacológicas sendo desenvolvidas para fazer a sua ação então aqui ó O primeiro é nós vamos ter um precursor de síntese né então sempre O neurotransmissor a nível do sistema nervoso central ele não é produzido assim por exemplo a eu tenho dopamina no sistema periférico nós temos mas a dopamina Ela é completamente incapaz de atravessar a barreira em Mata encefálica então tudo que é produzido de dopamina em sistema nervoso central tem que ser produzido dentro do cérebro porque senão aquilo que é feito aqui no periferia não consegue passar e alcançar as estruturas cerebrais então
ele tem que ter Precursor porque o precursor atravessa a barreira mata cefálica meu desculpa o neurotransmissor Não Quem que é o precursor para síntese então de dopamina nas catecolaminas em geral né É tirosina Tá certo então a tirosina ela passa ela é bem proveniente lá da dieta de síntese na parte hepática então nós temos tirosina no nosso corpo nós consumimos alimentos ricos em tirosina Então essa tirosina consegue atravessar a barreira E mata encefálica chegar nesses neurônios a hora que ela chega lá nos neurônios ela vai ser captado por esses terminais e uma vez aqui dentro
vai acontecer uma série de transformações bioquímicas por enzimas que vão permitir que ela seja transformada então em dopamina tá então a tirosina aqui dentro ela sofre ação de uma enzima que se chama tirosina hidroxilase tá a tirosina hidroxilase Ela vai fazer uma hidroxilação da tirosina transformando ela em ldopa adopa a l dopa ela vai sofrer ação de uma outra enzima que se chama dopa descarboxilase que vai descarboxilar estrutura química ele dopa produzindo então a dopamina dopamina sendo produzida aqui dentro desse terminal Ela não fica lidando sopa porque aqui dentro desse terminal existem enzimas como a
mau por exemplo a mal ela é uma enzima que degrada esse tipo de Neurotransmissor se esse neurotransmissor ficar aqui solto ele vai ser degradado sem nem mesmo ter sido liberado aqui na Fenda para poder ativar receptor então que vai acontecer uma vez que ela é produzida ela vai ser internalizada em vesícula sinápticas vesículas bonitinhas que vão ser produzidas aqui dentro que vai proteger esse neurotransmissor até que ele consiga ser liberado aqui na Fenda assinatica para ser liberado na Fenda Tem que chegar um impulso um potencial de ação hora que chega esse potencial de ação acontece
ativação na liberação de um canalzinho entra cálcio dentro dessa célula e tendo presença de cálcio essa vesícula vai conseguir fazer uma ancoragem conseguir chegar próximo suficiente aqui da membrana para fazer uma fusão com ela tá ela se funde com ela liberando o conteúdo de dopamina que tá aqui dentro então todo estoque de dopamina bonitinho Que tá ali dentro vai conseguir ser liberado aqui na Fenda sináptica uma vez na Fenda sináptica a dopamina vai se ligar aos receptores e vai poder ativar a luz né e fazer a sua função e assim por diante os receptores dopaminérgicos
são divididos em duas grandes famílias os receptores D1 a família a super família de receptor D1 e a super família de receptores de dois essas grandes famílias são subdivididas em subtipos certo que que Vai acontecer essa dopamina não vai ficar aqui para toda a vida depois que for usada aquela fizeram a sua ação do receptor Ela será Então ela considerar retornar para esse terminal sináptico por um canal né que se chama date que é o transportador de dopamina então ele retorna aqui para dentro porque que retorna porque a principal enzima de degradação dela tá aqui
dentro então ele retorna para poder fazer a interrupção do ciclo é claro que Aqui na frente também tem conte Tá mas o principal é a dopamina tá E daí ó a dopamina vindo para cá ela poderá ser degradada então por ação da mal produzindo metabólitos que é o do parque metabólitos ou ela pode ser novamente internalizado na vesícula para começar o ciclo tudo de novo bom pessoal se esse paciente que tem doença de Parkinson morre os neurônios dominérgicos deste local aonde que pode ter medicamento se ligando aqui nesses vários pontos Possíveis para poder tentar aumentar
essa quantidade dopamina Onde eu posso ter droga do atuando para no final das contas a gente ter dopamina disponível para fazer a sua ação então o primeiro medicamento Então vamos colocar aqui ó anti parkinsonianos Vamos tentar pensar primeira classe tá um local possível para fazer essa interação e aumentar essa produção é tentar mexer com a síntese Ou seja eu preciso melhorar a quantidade de dopamina que vai ser Produzida ali então eu posso tentar mexer com um precursor de síntese tá certo o precursor que dá certo que funciona que consegue atravessar a barreira e Mateus cefálica
em quantidade suficiente para ser captado lá e poder ser utilizado para produzir dopamina e que é etapa como se diz aí tapa limitante para produção de dopamina né é ele dopa Por que que ele tapa limitante porque se você der tirosina você não garante 100% que o que vai ser produzido No final vai ser dopamina então eles pegam esse aqui ó esse aí tá limitante Então nós vamos ter medicamentos como leva odopa por exemplo que vai acabar atuando tendo o seu mecanismo de ação para produzir maiores quantidades de dopamina neste local tá então a primeira
classe de anti -parte anos trabalha com esse mecanismo e é chamado de precursor de síntese de dopamina o representante o único representante na Verdade possível né que é utilizado é o mais antigo anti parkinsoniano na verdade quando eles foram comercializar essa medicação antes de fazer ela eles primeiro tentaram administrar direto dopamina e não deu certo porque a dopamina não atravessa barreira né e mata encefálica então o medicamento que tem que ser usado cronicamente tem que ser por via oral né gente não complica bastante como é que eu vou pegar injetar no cérebro do Paciente dopamina
não tem como né não seria uma via fácil de acesso então eles foram mexendo mexendo até que se chegou à conclusão de que esse precursor nessa síntese etapa limitante seria possível então precursor de síntese de dopamina outro local que eu posso ter né então outro local muito clássico é você ter um medicamento é que se liga no receptor diretamente né uma droga sintética administrada lá por via oral que consiga atravessar a barreira mata encefálica e Que chegue nesses alvos os receptores então chamados agonistas direto também vão conseguir fazer sua função né também conseguem tentar controlar
a parte sintomática e do paciente porque também vão ativar receptor do painérgico beleza outros locais possíveis né Nós podemos mexer com as enzimas então se eu tenho que a dopamina ela pode ser degradada tanto pela mal aqui quando ele retorna aqui para fenda sintática quanto pela conte né então a gente vai ter os Chamados inibidores de enzimas dá para fazer Ok outro local possível para fazer o medicamento aqui aí seria lá uma outra classe de medicamentos que a gente chama de neuroprotetores né porque o que que a gente tem que tentar ter de objetivo aqui
tudo bem esses pacientes precisa aumentar a dopamina para fazer a parte sintomática Mas será que não existe nenhuma medicamento alguma coisa que consiga tentar desacelerar a questão da Morte desses neurônios enfim Será que tem alguma coisa que consiga fazer isso então são chamados de neuroprotetores que vão aliviar também a parte sintomática mas mais uma fase inicial e que tem esse outro desculpa aqui ó neuroprotetores Tá certo classe dos neuroprotetores e por fim nós ainda vamos ter uma outra classe farmacológica que vai estar relacionado principalmente no controle de um dos sintomas do paciente que é o
tremor de repouso mas Que vai estar relacionado muito mais com uma outra via tá uma outra via específica lá de um Inter neurônio que a gente tem que é um neurônio de dopamina controlando o neurônio de acetilcolina que é possível também então esse neurônio de dopamina ele vem lá da região do estriado e aqui esse de acetilcolina é lá no núcleo pedúnculo pontino Então a gente tem uma conexão que a gente chama de Inter neurônio porque é um neurônio de um neurotransmissor que dopamina no caso que se conecta a um outro neurônio que produz outro
tipo de neurotransmissor então o que que esse neurotransmissor vai fazer ele vai controlar a quantidade que vai ser produzida e liberada dessa acetilcolina aqui na fena tá então o que que vai acontecer essa viazinha que também é possível no paciente a função fisiológica dela é que essa dopamina se liga é o receptor e iniba a produção de Acetilcolina para não ter ativação de moto neurônios medula espinhal não ter alteração motora Tá certo só que esse paciente não tem não tem dopamina ou seja esse neurotransmissor não é produzido no paciente que tem parque em só então
consequentemente essa ligação aqui não acontece se ela não acontece a ação aqui vai ser inibitória se ela não acontece essa ligação com o receptor consequentemente esse neurônio não vai Ser inibido se ele não estiver inibido ele passa a produzir acetilcolina que vai se ligar no receptores né na placa na junção neuromuscular na placa neuromotora liderando o movimento então aqui vai acontecer o quê aumento da alteração motora em função do que em função de ter pouca dopamina que resulta num aumento da produção colinergica Vejam a fisiopatologia da doença de Parkinson nós vamos no estudo aqui nós
vamos Ampliando ela porque daí amplia o quadro de medicamentos que ele poderá utilizar Então você tem lá que abaixa a produção de dopamina irá resultar num aumento de produção de acetilcolina que que eu posso fazer então pensando nisso eu posso administrar para esse paciente também drogas colinérgicas agonistas o antagonistas nesse caso antagonistas eu tenho que bloquear essa acetilco em excesso para que ela não se liga e nesses receptores e não ocasione Alteração motora Então a nossa última classe medicamentosa diante parkinsoniano utilizado clinicamente serão os antipolinérgicos Beleza então agora nós vamos estudar esses grupos farmacológicos cada
um deles bonitinho vendo quem que é o representante qual que vai ser os efeitos e os efeitos colaterais Tá certo primeira classe farmacológica anti parkinsoniana que nós vamos estudar são os precursores de síntese de dopamina tá Certo o representante dessa classe elevadopa é o mais antigo anti parkinsoniano porém ainda é o mais potente tá o mais potente antigo é extremamente utilizado na clínica apesar de existir algumas limitações em sua terapêutica a gente pode dizer que a levodopa Em algum momento na terapêutica de um paciente de parque São Ela será incluída Tá certo então entretanto existe
algumas complicações que nós vamos ver daqui a pouco vejam que nós Colocamos ela associada um inibidor de dopa descarboxelas e periférico e vamos entender o porquê que isso é feito tá então pensando na lei dopa ela é um precursor de síntese então quando se fala de mecanismo de ação a gente tem que levar isso em consideração Tá certo então nós temos lá que a l dopa a LEGO dopa ela é precursora para síntese por quê Porque ela passa lá por dopa descarboxilase produz dopamina e essa dopamina Então vai ser empregada Vai ser utilizada pelo sistema
para poder se ligar os receptores e fazer toda a função motora voltar ao normal melhorar a qualidade de vida do paciente essa dopamina depois que ela é utilizada nos receptores faz tudo isso ela em algum momento ela vai ser degradada tá certo o principal a principal enzima de degradação como nós vimos é a mal o grande problema da mal é que nesse processo bioquímico de degradação para produzir metabólitos que no caso é o hba E do PAC acaba acontecendo a produção de radicais livres Tá certo então existe uma teoria de que o uso da lebodoca
pode contribuir para a progressão da doença do paciente Porque a produção de radicais livres nesse processo de degradação né uma vez que se tem um precursor de síntese que vai aumentar essas quantidades de dopamina no sistema nervoso central do paciente essa dopamina que vai estar sendo produzido um pouquinho mais elevada será Em algum momento degradada pela mal e vai gerar um aumento da produção de radicais livres fazendo stress oxidativo no sistema nervoso central Radical Livre ele é extremamente tóxico para neurônio Tá certo então ele contribui para que para a morte do neurônio Tá certo então
ali a cruzinha né para mostrar que vai acontecer aí a morte neuronal Então existe essa teoria que diz que realmente de fato né utilizar Esses medicamentos que são a base de lewandopa podem Contribuir também para acelerar o quadro de neurodegeneração ao contrário né Daqui a pouco a gente vai ver reginina que é um inibidor de mal se você tem uma droga que bloqueia esse processo metabólico para aumentar neurotransmissão consequentemente você também bloqueia a produção ali de radicais livres sendo considerado um neuropro protetor um fármaco que vai auxiliar nesse processo Tá certo bom mas por que
que ele vai ser colocado junto Com o inibidor de dó para descarboxilase veja o mecanismo de ação ele chegar lá no sistema nervoso central ser transformado por dopades carboxilase endopamina isso vai começar a acontecer essa droga ela é administrada por via oral Tá certo ela é por via oral então ela vai chegar lá no nosso trato gastrointestinal bonitinho né Vamos tentar fazer aquilo um estômago vai chegar lá no trato gastrointestinal Bonitinho e vai ser degradado aqui para conseguir ser absorvida aqui pela Via enteral aqui no tubo né bonitinho até chegar lá na circulação para fazer
isso nessa região é uma região que tem muita enzima do ataques carboxilase ou seja ele nem conseguiu chegar ainda na circulação sanguínea para poder chegar a ser distribuído para sistema nervoso central e parte dele já vai sofrer degradação degradação não mas Transformação ele vai se acabar sendo transformado no sistema periférico em dopamina Tá certo então quando o paciente toma por via oral bonitinho chegando sozinho só levandopa chegando ali no trato gastrointestinal tem enzima dólar isso vai fazer com que essa droga já seja transformada em dopamina e eu pergunto para vocês dopamina barreira mata cefálica sim
ou não não atravessa se ela não atravessa a barreira mata cefálica consequentemente Ela vai ficar ali no sistema periférico fazendo o quê se ligando no receptores periféricos e ocasionando efeitos colaterais importantes um dos efeitos colaterais se você se recordarem na nossa primeira aula é na região do centro do vômito porque você tem uma região ali que ali no tronco encefálico que se tiver aumento de dopamina estimulando esse centro isso vai ocasionar náuseas e vômitos então é muito frequente esses pacientes Apresentarem como efeito colateral Essas são Tá certo para evitar isso na na prática na clínica
o a caixinha da Level dopa ela já vai vir associada a um desses dois medicamentos carbidopa ou benzeta era mais potente mais potente do que a carbidopa então ela vai ser associada a um desses dois o que que esses dois são eles pertencem a classe do chamados inibidores de dopa descarboxilase periférico são drogas que Não atravessam a barreira mata encefálica e que são capazes de inibir a enzima dó para descarboxilase ao inibir essa enzima dopa descarboxilase no sistema periférico ela impede essa transformação da Heli dopa da lemodopa endopamina nesse sistema e ela garante que a
leva o dopa chegue em níveis suficientes no tecido cerebral para ser transformado em dopamina lá no cérebro tá certo a a única explicação para o uso desses Medicamentos nessa terapêutica é essa quer dizer essas drogas tem efeito anti-partensoriano não tem não tem se vocês administrarem só a carbido por um paciente com Parkinson ele não vai ter nada tá ele não vai ter nenhuma melhora porque porque Esses medicamentos têm que ser Obrigatoriamente Associados a leva o dopa Para viabilizar que ela chegue em quantidade suficiente no tecido cerebral para fazer o efeito Tá certo por esse motivo
Que efeitos colaterais que nós vamos poder ter então nós podemos ter efeitos colaterais a nível de trato gastrointestinal de sistema cardiovascular e sistema nervoso central Tá certo então eu posso ter efeitos periféricos posso porque por mais que você consiga adicionar o inibidor da dopatz carboxilase junto na terapêutica uma parte disso ainda vai ser transformada em dopamina no sistema periférico e vai sim contribuir Para que Ocorra alguns efeitos nesses tecidos periféricos então a nível periférico O que que a gente vai observar efeitos gástricos né Principalmente com a parte de náuseas vômitos anorexia podendo acontecer aqui com
o paciente e nós vamos ter efeitos cardiovasculares nos efeitos cardiovasculares nós vamos observar o que nós vamos observar que pode acontecer um quadro de hipotensão uma queda de pressão arterial porque a dopamina nos vasos sanguíneos ela tem Uma ação vasodilatadora ela pode acontecer também esse esse essa lebadopa ela é precursor de síntese não somente para dopamina Mas ela é precursora para síntese de catecolaminas então é dopamina e noradrenalina seu aumento na hora adrenalina se for na hora adrenalina tiver no sistema do paciente eu vou poder tentar quicardia né Por causa do Beta um e eu
vou poder ter vaso construção então eu posso sim acabar acontecendo um quadro de Hipertensão dependendo principalmente se na terapêutica for associado um inibidor de mal por exemplo tá certo o inibidor da mal tem que tomar bastante cuidado que ele tem bastante interação medicamentosa e por fim nós vamos ter ainda efeitos colaterais a nível de sistema nervoso central a nível de sistema nervoso central o que nós vamos observar são efeitos colaterais do aumento da dopamina e a dopamina vai poder ativar Todas aquelas vias que nós Vimos na primeira aula todas elas como ele não é seletivo
e ativa essas vias consequentemente o que a gente vai observar é que o paciente se tiver excesso de dopamina na Via meso límbica por exemplo ele vai poder ter alucinações delírios psicoses né um comportamento intersexual Tá certo então nós vamos observar alguns comportamentos a nível Central mas o que mais agrava esta terapêutica além Claro dessa teoria é a Manifestação das chamadas de sinesias os períodos ou off e o iring off e o que que é isso e o que que é isso né tanto de sinesias é um comportamento motor involuntário anormal que esses pacientes vão
apresentar em algum momento da terapêutica em função de uma flutuação nas quantidades dopamina presentes no sistema sempre que o sistema flutuar porque você não tem como controlar as quantidades que vai ser produzidas de dopamina pelo sistema né quando você tem Um precursor de síntese Então sempre que tiver essas pontuações elas forem muito altas o paciente vai poder manifestar dessa forma Então são movimentos involuntários que podem acontecer na região orofacial ou pode acontecer em região de cintura escapular e o paciente começa a fazer movimentos de serpentina ou a boca de coelho né e ele não controla
não controla não controla então tem contrações musculares sustentadas é como se fosse O paciente não controla é totalmente involuntário isso limita bastante a terapêutica Tá certo então aí outra coisa que vai limitar terapêutica é um off ou liga-desliga esse paciente ele passa a não conseguir ter o tempo de meia vida desse fármaco que já não é muito bom né são três tomadas diárias né que o paciente vai ter que fazer da levadopa que ela não tem um tempo de minha vida muito bom mas ele vai começar a ter não consegue ter mais o efeito Dessa
droga dentro desse tempo de minha vida tá certo ela deveria funcionar naquelas horas e ela passa a não funcionar Então ela paciente toma passa ali uns 20 minutos simplesmente desliga e ele entra no quadro de rigidez muscular importante e não consegue ter a resposta Então esse é chamado de período mofi eu ir em off essa perda da capacidade do sistema de acumular então esses neurônios eles vão morrer né conforme vai morrer no neurônio você vai Ter cada vez menos neurônio no sistema e você tá usando uma droga precisa de um precursor de síntese quer dizer
você tem que ter um neurônio para produzir essa dopamina lá dentro e esse neurônio além de não conseguir se já tá em pouca quantidade ele vai perdendo essa capacidade de armazenar esse neurotransmissor produzido nas vesículas para poder ser usada então um desgaste tá certo é como se fosse um desgaste não é tolerância é um desgaste do sistema ok Então são alguns dos efeitos importantes colaterais aí que vão acontecer que limitam bastante a terapêutica do paciente outra coisa que a gente não pode de forma nenhuma deixar de falar são das interações uma interação muito importante que
vai interferir completamente com o esquema posológico do medicamento o horário de tomar da medicação dele é a interação com alimento esse aqui tem Tá certo e complica porque a interação com alimento Aqui ela vai acontecer da seguinte forma essa droga ela é dopa esse precursor ele não faz o processo de atravessar as membranas plasmáticas por difusão simples é transporte ativo e ele vai utilizar os mesmos transportadores de aminoácido tá então por exemplo se o paciente tomar isso por via oral e se alimentar de proteína comer carne tá certo ou outros outras proteínas o que vai
acontecer é que vai ter uma interação medicamentosa porque as Proteínas utilizam o sistema de transporte dos aminoácidos e vai ter competição e quem ganha competição é a proteína e daí o medicamento passa a não conseguir atravessar a membrana para chegar até a circulação ser distribuído chegar no sistema nervoso central e fazer o efeito consequentemente vai ficando na luz o trato gastrointestinal e acaba sendo eliminado ali por via ou urinário do organismo Tá certo principalmente Pela lógica né porque tá no trato gastrointestinal então é uma interação importante então não pode então você sempre vão ter que
orientar seu paciente que o horário de tomar dessa medicação tem que ser uma hora antes da refeição ou duas horas após e como medicamento é tomado três vezes ao dia complica bastante a terapêutica Porque ele vai ter que fazer esse ajuste de horário outras interações importantes é por exemplo esse paciente ele vai ter como Efeito colateral na parte gástrica e principalmente pensando no centro da amis e do vômito aqui naquela base do sistema nervoso central são os vômitos as crises de vômitos acontece um monte essa crise de vômito Às vezes o paciente vai querer tomar
genético e tem um monte de antimétrico que o mecanismo de ação envolve ação dopaminérgica né tem alguns que são serotoninérgicos alguns que são dopaminérgicos serotoninérgico por exemplo Plasil Plasil é métodoclopramida Ele é dopaminérgico tá se o paciente fizer o uso do antagonista dopaminérgico da betoclopramida por exemplo o que você tem é que ela também atravessa barreira em Mata encefálica e vai chegar na Via negro estreia tal e vai bloquear os receptores do pagnáticos que você tá tentando ativar para melhorar a clínica do paciente para fazer o efeito anti parkinsoniana Então você vai ter o quê
um efeito antagônico né você não vai conseguir melhorar a clínica do paciente Porque você bloqueou os receptores que deveriam ser ativados outras interações importantes periodoxima uma vitamina B6 também vai interferir vai interferir sei lá utilizar antiácido tá também interfere com o processo absolutivo enfim são várias interações possíveis aqui poderão acontecer Ok pausa para pegar a segunda classe ok pessoal vamos ver mais uma classe A outra classe de farmacos possíveis anti Parkinsonianos são os agonistas do painérgicos agonistas do painérgicos nós temos vários representantes não estão todos aqui mas aqui estão os principais ele vai ter também
uma ação agonista parcial no D1 o prime PSOL né que vai pegar d2h3 se o rodicotine pega depois de um Rodrigo eu coloquei ele na terapêutica aqui para vocês darem uma olhada porque diferente dos outros que são administrados por via oral esse daqui é por via transdérmica Tá certo Então assim ó pensando naquela situação da Lego dopa que tem as flutuações e acaba acontecendo as de sinesias tardiasia do paciente como efeito colateral grave e limitante ter um fármaco de liberação lenta e prolongada por um adesivo transdérmico que vai ser liberado aos pouquinhos seria importante né
para tentar evitar e Minimizar um pouco estas flutuações elas são os efeitos colaterais ele vai também ativar os mesmos receptores que nós vimos na Primeira classe Então são os mesmos efeitos colaterais eu posso aumentar quadros de Alucinação Psicose principalmente se for associado uma agonista tampany acho que com uma levadopa Ah é possível fazer associação dessas classes farmacológicas Sim todas elas é possível dependendo da gravidade do paciente da manifestação dos efeitos colaterais e da resposta Clínica dele é cada um deles e também da evolução né do quadro clínico do paciente então às Vezes é necessário fazer
a associação de alguns medicamentos inclusive quando o paciente começa a ter aqueles efeitos limitantes na leva o dopping terapia um dos fármacos né uma das classes que pode ser empregada para minimizar os períodos um ope Minimizar toda essa Essas flutuações são os agonistas dopaminérgicos Tá certo então aqui vai acontecer as pode acontecer as náuseas vômitos a parte gástrica o quadro de hipotensão né isso tudo aqui vai poder Acontecer aqui nesse paciente interação medicamentosa nós vamos ver que alguns antibióticos macrolídeos podem ter interação farmacológica principalmente que a ecliptina né porque o ele vai fazer inibição enzimática
das enzimas que degradam a bromopripitina e faz com que então aumente as concentrações plasmáticas aí da bromocriptina no organismo aumentando ainda mais os efeitos colaterais que são observados nesses pacientes os diuréticos também Vai ter interação diretamente ali pessoal vai ter uma competição né no seu processo de eliminação na secreção tubular ativo diurético ganho ou sexual se acumula no organismo e passa a ter mais efeito colateral também existem vantagens e desvantagens né porque se a gente for pensar na terapêutica começar a fazer aquele raciocínio ah leva o dopa tudo bem ela vai conseguir fazer um efeito
legal mas ela pode de acordo com aquela teoria tá radicais livres Aumentar a progressão da doença acelerar um pouco mais esse trajeto então talvez seria melhor utilizar um agonista topaminérgico que é agonista não vai ser degradado por mal então não vai acontecer aquele aumento da produção de radicais livres a nível de sistema nervoso central que a gente vai observar é que Esses medicamentos eles vão ser degradados por via empática né então existe o processo de metabolismo hepático para ele conseguir ser Eliminado então sim pode ser que aconteça de ter esse raciocínio que ele vai Minimizar
essa questão dos períodos um off de acelerar doença né todo todo tudo nisso então traria talvez alguma vantagem fazer a terapêutica com elaboca ao invés daqui com agonizador paginérgico entretanto existem desvantagens também Apesar desse raciocínio na clínica muitas vezes na maioria das vezes a resposta ao quadro sintomático com a lebadoba Pelo paciente é melhor tá melhor que a gente fala Principalmente nos primeiros anos toma a medicação mas conforme ele vai utilizando a medicação e com o passar do tempo que a gente vai observar que esses pacientes vão tendo cada vez mais chances de manifestar aqueles
aqueles efeitos colaterais que são os limitantes Tá certo então tem sim vantagens mas tem desvantagens também com Principalmente quando se pensa na resposta Clínica do paciente Porque a gente tem também são os inibidores da mal que é outra classe farmacológica possível os representantes aqui vai ser selicina o que acontece gente que sempre que trabalha com inibidor de mal inibidor de mal é uma classe farmacológica dos antidepressivos também nós vamos estudar isso mais para frente um pouquinho esses inibidores de parkinsonianos o que muda deles para os antidepressivos é que esses aqui Esses medicamentos eles são Seletivos
para mal do tipo b e a mal B ela é muito mais Expressa em sistema nervoso central Tá certo esses aqui eles não são seletivos Então pega tanto Mauá quanto ao meio Mauá a gente tem bastante no sistema periférico tem no sistema nervoso central também mas principalmente no sistema periférico Qual que é o problema de se ter essa mal porque é mal ela é uma enzima aquela degrada as catecolaminas vamos lembrar quem são essas catecolaminas mesmo as Catecolaminas são três neurotransmissores né então nós vamos ter lá dopamina na hora adrenalina que são as catecolaminas e
ela também degrada uma monabinogênica que a serotonina então esses grupos monomínérgicos né que tem as aminas em sua estrutura química são degradadas pela mal e quando a mal degrada esses neurotransmissores a gente reduz eles para os quadros enfim não tem o excesso não tem o acúmulo entretanto Se eu não tiver a mal porque Esses medicamentos inibem né a mal aumentando a quantidade desses neurotransmissores eu posso ter um excesso muito grande deles ocasionando diversos efeitos colaterais então agora os efeitos colaterais não são só dopaminérgicos mas são também na hora drenagem posição serotoninéticas Então a gente vai
ter efeito colateral tanto na parte cardiovascular bastante importante na parte cardíaca aqui do passeio Principalmente se eu tiver o uso de um medicamento que pega essa inibição periférica isso eu não posso usar no paciente que tem pai tem são então ação do paciente que tem parques eu quero que ele seja específica lá no sistema nervoso central Então nós vamos pegar a fármacos que são preferenciais para inibir a mal do tipo B Tá certo não tá completamente isento de efeito colateral periférico e também acontece mas é menos bem menos do que quando a gente pega a
Classe dos antidepressivos Então quem é o representante que a celeginina e rasagina essa classe de inibidores de mal alguns autores também trazem ela como neuroprotetores por que neuroprotetor porque se ele vai impedir a degradação da dopamina Eu reduzo também a produção de radicais livres e consequentemente eu protejo o neurônio da morte por stress oxidativo certo esse efeitos colaterais interações medicamentosa Então a gente vai ver que É muito semelhante transmissores com a única particularidade que neste caso eu também vou ter noradrenalina e serotonina sendo preservada né e aumentando a quantidade dela no sistema ocasionando mais um
pouquinho de efeito colateral interação medicamentosa então não posso utilizar essa classe de medicamentos junto com antidepressivos que tem também ação inibidora de mal como é o caso de forma que os como os antidepressivos Tá certo nós vamos estudar um pouco e tentar separar eles nessas classes vocês vão observar que não dá para usar junto com comitante porque eu posso potencializar muito a quantidade deste neurotransmissores que vão ficar disponíveis ocasionando efeitos importantes né podendo causar quadros aí de hipercitabilidade no paciente e gerando quadros bastante graves outra classe são os inibidores da conte dois representantes de inibidores
da conte é O tal Capone ou então Capone o tal Capone atravessa barreira em mantencefálica então tem o efeito tanto a nível periférico quanto Central o Itaú Capone é só sistema periférico e no sistema periférico né então ele não vai ter ação se ele for administrado sozinho então Obrigatoriamente eu vou ter que colocar esse assim como eu coloquei um inibidor para discarboxilase periférico na terapêutica com dopa vou ter que adicionar esse inibidor de conte junto Com a terapia da terapia não funciona Tá certo porque ele só tem ação periférica o Itaú Capone é e o
tal Capone ele tem um problema bastante grave que são fármacos bastante hepatotóxicos então são drogas que com certeza você terá que fazer um controle com seu paciente tentando pedir Então os exames de transaminase hepáticas e Verificar como que está a condição do fígado desse paciente tá porque são fármacos que alteram bastante essa Função Vamos pensar no mecanismo de ação dele Olha só se eu pegar e desenhar aqui para vocês uma barreira cefálica Então eu tenho aqui ação no periférico e aqui a nível de sistema nervoso central Tá certo paciente toma por via oral então ele
tomou medicamento lá esse medicamento chega ali no sistema no trato gastrointestinal nós sabemos que ali tem um monte de dó para descarboxilase e que pode transformar essa levadopa já endopamina então essa Droga não pode ser administrada aqui sozinha então o que que ela vai ser colocada ela leva dopa vai estar ou com carb dopa ou ela vai estar com Bezerra da vida né porque inibe a dopatos carboxilase periférica impede essa transformação beleza ótimo já tá assim aí ainda nesse trato gastrointestinal tem que conte a própria L dopa pode ser degradada também pela conte Então já
tem mais um pouco de perda de LEGO dopa por causa dessa fonte Quando o paciente começa a flutuar muito e começa a apresentar aqueles efeitos colaterais limitantes às vezes é comum adicionar na terapêutica também um inibidor de conte Porque daí vai impedir esse processo de degradação ali no sistema periférico aumentando um pouquinho mais as concentrações da eledopa que consegue chegar no sistema nervoso central para poder fazer o efeito lá no sistema nervoso central vai passar por dó podes carboxilase vai Produzir dopamina essa dopamina depois que faz ação pode sofreção da mal tudo beleza então mais
para frente ainda é possível que se adicione também um inibidor de maior para que tudo para aumentar a preservação da dopamina no sistema nervoso central Tá certo Então não é incomum né você ter pacientes utilizando os medicamentos aqui nesse caso essas classes em associação ok pessoal vamos lá agora ver a classe dos fármacos neuroprotetores e os Anticolinérgicos Ok nas nossas duas últimas classes que você empregadas clinicamente na doença de Parkinson chamados neuroprotetores ele vai englobar claro que nós vimos nos inibidores da mal que eles podem ter Aquela falsa da relação falsa não digo mais aquela
ação também neuroprodutora em função de bloquear a produção lá de radicais livres aqui esse neuroprotetor é uma mantagina por exemplo a mantagina ela vai ser uma droga que ela vai ter Vários mecanismos de ação na sua na sua composição tá ela é possível ter todas essas ações aqui acontecendo que podem contribuir no caso de um paciente parkinsoniano essa é uma droga que ela não é utilizada somente aqui nos quadros clínicos da doença de parques na verdade para doença de Parkinson ela tem sido muito pouco empregado porque ele é utilizada mais só para as fases muito
iniciais e só para o paciente que tem de leve moderado tá que ela pode ser Empregada mas ela pode ser empregada também atualmente em pacientes que têm esclerose múltipla e acaba utilizando a mantadina para melhorar o quadro de fadiga que apresenta né então é uma das manifestações ali da patologia É apresentar bastante fadiga ele consegue controlar bem com esse medicamento Mas enfim vamos tentar entender o mecanismo de ação para o parque então a amandantina vai ser assim ó ela estimula adopa Descarboxilase Central Quem quer essa enzima dopa descarboxilase é justamente aquela enzima que transforma a
levadopa indopamina é ele dopa endopamina então ela vai acabar estimulando essa enzima fazendo com que ela tem uma maior maior funcionalidade Então você consegue melhorar o quadro de produção de dopamina então aumenta a produção dela e aumenta a estimulação dela liberação dela para tendo a sintática para fazer efeito Olha que legal né então aqui não Vai precisar de estímulo Então ela mesmo já consegue aumentar a produção e aumentar a forma com que ela é liberada para fenda sináptica para conseguir ativar o receptores ela vai ter ação anticolinética Nós já vamos entender como que é que
uma ação anticolinérgica né acetilcolina poxa a professora você não falou que é dopamina como que você tá falando agora que é acetilcolina né Então como que é sentir o Colina vai vai poder estar também relacionada com a Doença de Parkinson e ela ainda vai ser aqui é o efeito que justifica o nome da classe ser neuroprotetora tá ela é um antagonista glutamatética nem me dá na verdade ela vai ter uma ação agonista parcial glutamatérico Tá bom então em algumas literaturas elas vêm como antagonista mas ela vem com esse efeito agonista o que que vai ser
essa diferença né que que é um agonista parcial Então a gente tem ali que a morte neuronal né o cálcio ele também Acaba sendo bastante tóxico para esses neurônios eu receptor nmd é um receptor e tópico ele Medeia as suas ações através da abertura de um canal de cálcio e daí consequentemente o excesso da entrada de calça ela pode desencadear a morte desse neurônio por excitotoxicidade por cálcio então ao fazer isso ao ter uma ação que reduz essa ativação né sendo uma agonista parcial então ele vai ter uma uma um efeito que permite ter a
Neurotransmissão mas em níveis mais baixos ali no sistema né em situação de excesso acaba funcionando como se fosse um antagonista né mesmo de fato então nessa situação você consegue tentar prevenir a morte neuronal né prevenir no ação da escitaloxidade por cálcio tendo efeito então neuroprotetor outro efeito então é ação de colineatica Vamos tentar entender Venham comigo Olha só vamos tentar entender Por que que o efeito anticorinético o efeito Anticorinético é porque nós temos lá nesse paciente que tem doença de Parkinson ele vai ter falta de dopamina morre os neurônios dopamina se morre os neurônios dopamina
e a função da dopamina é inibir a produção colinérgica neste local lá no núcleo pedúnculo ponto Prontinho consequentemente não ter dopamina desinibe isso vai fazer com que aumente essa produção ocasionando o aumento da alteração do comportamento motor principalmente tremor por isso que Os fármacos anticolinérgicos eles vão ser empregados em pacientes que tem doença de Parkinson cujo sintoma o principal manifestação ali de queixa tremor de repouso tá então quando ele tem bastante desse componente acaba sendo um dos fármacos colocada na terapêutica e aqui também dá para utilizar porque ele também vai produzir esse efeito anticolinético mas
quando a gente pega em efeitos colaterais ou o que que a gente vai observar que neste Caso aqui da amantadina além dos efeitos dopaminérgicos que nós já vimos né Então as náuseas vômito a parte da pressão arterial né esses efeitos assim mais tranquilos mais clássicos são bem manejáveis né O paciente até que tolera legal isso ele ainda vai apresentar esses efeitos aqui são os efeitos com anticolinérgicos bloquear os receptores muscarínicos vocês sabem né os setores musicalinos buscarinos que são cinco subtipos é eles não têm a seletividade Então acaba pegando todas esses receptores no sistema periférico
e simplesmente o paciente vai ter bastante manifestação de efeito colateral clássico são os clássicos da atropina Vamos tentar lembrar lá da base né do sistema nervoso autônomo parassimpático os efeitos colaterais na boca seca visão turva obstipação taquicardia confusão mental vai poder acontecer confusão mental lógico se você pensar numa Doença de Alzheimer um dos principais quadros Fisiopatológicos na doença de alzheimer é a morte do neurônio polinérgico que o paciente manifesta na clínica da doença de alzheimer não é o prejuízo de memória Então se bloquear esse colinérgicos a nível do sistema nervoso central é claro que ele
vai ter confusão mental ele vai ter dificuldade de fazer consolidação de memória Então são efeitos colaterais que a gente vai observar e que a gente já pode também extrapolar Para cá né então aqui você ali a anticolinérgico é claro Que a gente vai ter boca seca visão ataque cardíaca por diante né interações medicamentosas Então se o paciente está utilizando esse esse medicamento a mantadinha aqui já tem efeito anticolinergico importante e for na terapêutica administrar mais um anticolinetico Poxa aí esse paciente Tadinho não vai aguentar os efeitos anticolináticos vão ser muito somativos e vai ser difícil
dele sustentar isso né na no uso da terapêutica na clínica Ok Então aqui ó mecanismo de ação mecanismo de ação para ele justificar o efeito anticolinético é que aqui ó essa droga anticolinérgica ela vai chegar aqui ali naquela via onde tem o núcleo penúnculo pontinho Então tá vindo esse neurônio lá do estriado faz conexão com o núcleo pelo um pontinho que é um núcleo collinérgico essencialmente produz esse monte de acetilcolina ativa que ela via de moto neurônios vai chegar ali na placa né na junção neuromuscular faz e Altera toda essa parte do comportamento do motor
Poxa ele tá produzindo se ele não tem a dopamina suficiente ele vai produzir acetilcolina ele está Produzindo por mais que ele esteja produzindo o uso do medicamento que bloqueia o receptor faz com que essa cetilcolina não consiga se ligar o receptor consequentemente melhora a parte motora estabiliza essa parte motora e pode ser empregado aí na doença de Parkinson ok pessoal é bastante Conteúdo dê uma olhadinha no material de vocês estudem façam os exercícios e na nossa próxima aula nós vamos então aprofundar os nossos estudos na primeira patologia psiquiátrica que vamos estudar que é a esquizofrenia
[Música]