Oi beleza boa noite Carlo no Terceirão chegando aí a proximidade da prova do Pas 3 estou aqui professor valnir para ajudar você e espero que essa apreciação que eu vou fazer agora documentário à margem do corpo vamos lá então vou mostrar para vocês aqui ó O slide que eu preparei para ajudar a acompanhar os pensamentos aqui E aí Olá pessoal e o tema deste documentário Possivelmente Você já viu e eu espero que sim se você não viu no YouTube é domínio público São entre poucos minutos esse documentário é só digitar lá no YouTube à margem
do corpo eu vou fazer uma relação porque dentro do Pas 3 é muito provável eu vejo como muito possível a relação aborto que é o tema principal é um tema bem tenso polêmico social e aí as relações com as outras obras já tem um videozinho aí procura sobre necropolítica o filósofo camaronês não é o Band e poder e violência considerando a obra da filósofa Hannah arendt sobre aviões e e Vamo começar reflete a filosofia ela é tem né com um dos seus principais objetivos o desvelamento e até uma denúncia do senso comum II o senso
comum pouquíssimas vezes a gente percebe essas amarras é esse conforto de seguir noções pré-fabricados ou noções que Muito provavelmente existem pessoas lucrando com essas moções ou com essa apatia de respostas prontas é como eu falei pré-fabricados e que a gente se tem uma tendência a seguia e pela reflexão filosófica sociológica antropológica também matérias as matérias das ciências humanas na história e geografia ajudam bastante a gente nesse combate ao senso como pelo senso crítico beleza e tirinha aí para você observar e concordar eu espero Gente esse Fi e a diretora daqui de Brasília na Universidade de
Brasília a Débora Diniz Ela quanto pesquisador Ela é professora da Faculdade de Direito atualmente ela nem mora mais no Brasil daqui a pouco eu falo porque ela ficou e é objeto de estudo dela né na bioética um aborto e os pressupostos legais e por aí vai observa em o código penal brasileiro desde 1940 estabelece um aborto legal Oi e aí nessas condições do aborto legal poucas pessoas que passam essa noção repito para gente sair do senso comum aborto é uma prática condenável sim o aborto é uma prática que muitas pessoas com certeza vão se posicionar
contra sim e é a própria Débora de mim se ela escreve durante 2015/2014 teve uma pesquisa que o os o próprio STF e o governo né se envolveu nessa pesquisa por telefone até e a Você é contra ou a favor do aborto E essa era pergunta e vários Nados emprestados né É bem coisa rápida se posicionaram contra a eu sou contra ou a favor do aborto tá sou contra mas isso a Débora e toda uma equipe né da área de biomédica antropológico também da área jurídica de pesquisadores usando senso crítico diante dessa pesquisa que o
STF fez Supremo Tribunal Federal ela não aceitou ela foi Além hidrante 2015 e inclusão na em 2016 aconteceu a pesquisa Nacional do aborto E a Débora foi uma das lideranças dessa pesquisa e em cima dessa perguntinha quem é a mulher que aborta ela teve toda uma descoberta as respostas de todas as mulheres entrevistadas em todas as capitais do Brasil e também em algumas cidades do interior sempre as respostas das mulheres eram marcar um X dobrar o papelzinho e colocar numa caixa fechada a resposta era anônimo e essa pesquisa Nacional da boca e a acessível na
internet se você quiser ficou curioso dá uma olhada faz uma média das mulheres que têm de 20 até 60 anos de idade se eu não me engano e cada 10 mulheres 16 praticaram aborto Oi e aí ela mesma né foi nessa pesquisa né Nacional da boca muitas mulheres Ao serem perguntados né Ah você é contra ou a favor do aborto muito prova então responde não eu sou com por favor Oi Má aprovado dela ter realizado aborto a página a situação e aí online algumas palavrinhas que a Deborah Diniz escreve eu peguei de alguns artigos dela
para uma pensão de acordo com esse documentário cada um tem uma justificativa moral para explicar o que fez de sua própria vida cada pessoa e agora considerando cada mulher tem uma história e passa por diferentes situações e o aborto é um drama humano ao qual Todas nós estamos sujeitas é preciso preservar a autonomia da paciente que busca nas com a boca não apenas descriminalizando nessa parte mas também legalizando é a proposta da Débora disse e continuando não é a vida ah mas se a favor da bolsa é ser contra a vida mas vamos lá não
é a vida e é ameaçada quando a mulher aborta e quem é realmente ameaçado né observa palavrinhas dela mas a uma ordem simbólica que a reduz ao útero e ao dever da gestação é o regime patriarcal existe que sobrepõe reprodução biológica e social e as mulheres são Mães em potencial e esse é o lugar sagrado em que se deveriam atender as mulheres que abortam desafiam o estado que insiste em as reduzir ao útero impondo-lhes o dever da gestação a Débora de Lins ela fez parte de um comitê né de 2016 2017 2018 eneci comitê para
auxiliar nas decisões do supremo tribunal federal porque nos últimos anos tem acontecido várias tentativas de criminalizar qualquer situação de aborto a é uma revisão dessa lei de 1940 que garante se a mulher estuprar sofreu violência sexual engravidou aborto garantido segundo caso se na gravidez um risco de morte né para tá grávida também pode abordar e em 2011 2012 foi acrescentado nessa Lei do Código Penal deve 1940 mas tem esses acréscimos né que quando o bebê é anencéfalo anencéfalos né sem cérebro também garantido esse aborto legal Oi e aí o STF está nessas revisões a Débora
Diniz ela com muita coragem do tua cara a tapa E ela percebeu que os juízes e muitas pessoas né que estavam lá na contribuição pelos na a favor ou contra muita gente também encontra na e também muita gente a favor a criminalização total do aborto ela se perguntava por essas pessoas Amém responder essa pergunta Quem é a mulher que aborta bom então como parte não é para mostrar quem é a mulher que aborta ela fez o documentário à margem do corpo isso ah mas é de 2006 esse documentário constantemente ele pode ser vista revista tem
outro documentário que saiu ano passado eu indico para vocês também sobre essa temática habeas corpus procura habeas corpus Débora Diniz lá no YouTube que você tá então e no documentário a margem do corpo vai contar a história da deuseli deuseli uma mulher em progressiva sem família e né temporalmente Foi o que ela viveu de1996 até 98 Ela vivia em Alexânia tá as pessoas que tiveram contato com ela muitas donas né mulheres compra a vão a Deus ele para ser doméstica pelo contato ela não tinha origem não tinha família ela falava que antes tinha morado com
uma senhora que maltratava muito ela e a senhora teu esposo que estuprou ela nessas várias entrevistas o documentário né a margem do corpo vai trazendo pai explícito todo sofrimento que desde criança a Deus ele passou Oi e aí manda essas casas que Deus ele trabalhava ela foi estuprada e o próprio fato de estupro para alguns dos entrevistados ao longo do documentário é questionável tem gente que este ano será que ela foi estuprado mesmo ou o carro é nego Vila ou o cara na teve consentimento ela gostar dele mas teve estupro ela se machucou se machucou
muito nessa situação do estupro sofreu e engravidou de estuprar grávida ela vai e puxa e agora ela teve muita dificuldade para tentar o aborto ela sabia desse direito da Lei eu quero botar ela encheu a paciência de uma juíza só de Alexânia aí depois vai Paraná Oi e aí quando tá lá no hospital quase tudo pronto para que aconteça né o aborto garantindo o médico se nega a não preciso de uma assinatura do juiz e aí o próprio um médico lá do hospital também aí eu preciso de uma assinatura do Conselho Regional de Medicina e
em toda essa dificuldade para que uma bolsa aconteça ela mesma voltou para casa e aí não aguentou mais e teve a menina uma menina chamada Fernanda só que nessa casa de família outra né ela não está mais Alexânia aí ela por isso essa outra casa de família e a cola e a deusa ele para trabalhar né com o doméstica ela tá com a Fernanda no colo pequenininha e ela passando por muita dificuldade transtornos na afetivos emocionais ela mata a Fernanda mata a própria filha e vai preso aí depois da prisão e descobre que tá grávida
de novo E aí depois a criança nasce essa segunda filha né mas ser dada para adoção essa filha da deusa ele e aí quando ela tá presa já teve o filho o filho foi da produção a tem uma terceira gravidez essa terceira gravidez também com muita dificuldade e a Deus ele já com convulsões tem também pessoal todo uma situação que é negada a autonomia a Deus R tem toda uma situação de religiosidade de a levam a Deus ele para o terreiro leva para Deus ir para igreja aí ela recebe o exorcismo de um padre e
no documentário um bispo também entrevistado Esse bispo fez no Instituto pró-vida a correr mulheres em situação né o mangá Deus ele com a criança no colo e aí grávida de novo eita E aí da criança para adoção na terceira gravidez ela cada vez pior com a sua saúde mental física e a Deus ele morre grávida essa é uma história trágica da deusa ele uma primeira gravidez que sim se não é garantido um aborto mas aí na se a criança aí ela mesma mata criança afogada dentro de uma banheira que se de dizer e depois de
uma segunda gravidez e aí na se essa outra criança adoção e uma terceira gravidez nessa terceira gravidez ela morre e a criança dentro do útero é o mesmo gente são casos a serem interpretados E aí dentro dessa pesquisa Nacional da bolsa Quem são as mulheres que mais a porta o Brasil Ah tá aí é importante termos essa noção o aborto tem cor de pele do índice de abortos no provocados que acontecem muitas vezes né clandestino olha aqui ó mulheres negras têm dobro é a numeração aqui em uma mulher negra tem muito maior chance de morrer
nesse aborto clandestino as tentativas da Débora Diniz com o isso do comentário e também todo grupo de trabalho que existe espalhado pelo Brasil de legalização do aborto descriminalização do amor é para um objetivo e que isso aconteça menos que o menos mulheres morreram pela boca abortos clandestinos né a professor mas se isso é ser contra as crianças em criança o feto precisa de atenção eu pessoa Você é a favor ou contra aborto eu não sei dizer uma coisa Essa pesquisa da Débora Denis me fez pensar e do que eu já li Há muitas mulheres que
você acha que eu achava em que se posicionam nação religiosa se posicionam muito forte contra o aborto muitas dessas mulheres e no seu passado né sofrido podem ter realizado um aborto pelo mundo Observe há países em que é permitido o aborto apenas para salvar a vida da mulher ou em caso de estupros são aqui ó África América do Sul América Central na Ásia no parque Oriente Médio e esses países de verde é quando não há restrições para o BO eu percebo e a polêmica do aborto e até mesmo eu fiz uma outra pesquisa em cima
disso aqui no distrito federal em várias maternidades você sabia que existe um certo acordo entre na a equipe na hora do parto pré-parto e que mulher negra não precisa de não precisa de sedativo não precisa de nada mulher negra aguenta mais a dor a paisagens essas pesquisas e essa reflexão em cima da boa em cima nada a situação vulnerável e muitas mulheres negras deve ser pensado e denunciado só comentando nesse sentido de gente os grupos pró-vida e os grupos pró-aborto Oi e aí eu digo isso de coração deveriam dialogar mais e não brigar a e
nesse diálogo lembrando uma palavrinha que a Hannah arendt valorizava o bastante para dentro do livro sobre a violência isegoria é a posição da fala argumentação precisa ser garantida para os dois lados nenhum dos dois lados deve predominar o ter uma posição de poder considerando até o poder ilegítimo que a Hannah arendt escrever o poder legítimo está no Diabo Está num consenso e não precisa ser um consenso unânime não precisa ser um consenso que todo mundo vai baixar a cabeça e vai concordar e numa democracia tem isso a gente pode chegar a um consenso mas não
precisa ser um consenso Pacífico pode ser um senso de conflitos e se novos conflitos no Diabo uma na argumentação acontecem Isso vai ser benéfico e vai ser benéfico até para a evolução intelectual rabo das pessoas participantes desse diálogo desse confronto E aí gente terminando nesse sentido especial aqui esse documentário à margem do corpo Traz essa ponte essa inho interdisciplinaridade essa conversa e são três alimentos a micropolítica mulheres negras que infelizmente vivem essa situação a Débora Diniz no trecho que eu mostrei para vocês já afirma que a mulher e aí pode ser mulher mulher grau a
mulher infelizmente é reduzida ao útero instrumento instrumento que o [ __ ] lá no livro né que o política e também fez toda uma reflexão e na outra obra a night sobre violência lembrando gente é muito possível e aparecer essas relações até mesmo na proposta da redação eu faço uma aposta aí e aí a arte poder violência você percebe que muitas pessoas quando começam a discutir temas polêmicos que seja não só aborto mas também a pena de morte por exemplo quando o argumento vai perdendo poder a tela para violência e eu aprendi isso na minha
família pessoas quando começam a ver que estão perdendo a roupas a tela do violência as pessoas que aumentam a voz é porque provavelmente nesse aumentar a voz o gritar e ameaçar é porque perderam já Seus argumentos tá beleza a gente a filosofia tem essa reflexão atualmente precisamos o paz nós coloca Lício esse os seus candidatos vocês tenham Essa visão crítica Essa visão social para no momento da prova e Aposta que eu falei possível aparecer no tema da redação algo em relação a isso a violência a sociedade violenta poder aborto beleza Um abraço bye bye Bons
estudos pessoal