e vamos continuar os nossos estudos sobre a teoria da recepção hoje vamos ver a transacional a estilística afetiva a teoria subjetiva da resposta do leitor vem comigo Oi Oi gente tudo bem com vocês eu sou Marina Almeida professora de inglês e de Literatura e vamos para a segunda parte do nosso estudo sobre a teoria da recepção Hoje a gente vai começar com a teoria da recepção transacional frequentemente associada ao trabalho de luz rosenblatt professora Universitária Americana e pesquisadora que formulou muitas de suas premissas a teoria da resposta do leitor transacional analisa a transação entre o
texto eo leitor Frozen bloco não rejeita a importância do texto em favor do leitor ao invés disso ela afirma que Ambos são necessários na produção de significado ela Diferencie os termos texto que se refere as palavras impressas na página leitor e poema que se refere à obra literária produzida pelo texto e pelo leitor em conjunto como essa e corre conforme lemos um texto ele atua como um estímulo para que respondamos a nossa maneira pessoal sentimentos associações e memórias ocorrem enquanto Lemos e essas respostas influenciam a maneira como entendemos o texto A medida que o percorrer
a literatura que encontramos antes desta leitura a soma total de nosso conhecimento acumulado e até mesmo nossa condição física atual e humor também nos influenciará no entanto podemos usar o próprio texto para corrigir Nossa interpretação quando percebemos que fomos longe demais do que está escrito na página esse processo de corrigir a nossa interpretação à medida que avançamos na leitura geralmente acontece quando voltamos no texto para reler as seções anteriores à luz de novos desenvolvimentos que o próprio texto nos traz assim o texto orienta nosso processo de autocorreção conforme Lemos um determinado a leitura se voltarmos
e reler uns trechos ou todo o texto vamos desenvolver ou completar a nossa interpretação assim a criação do poema da obra literária é um produto da transação entre o texto eo leitor sendo que Ambos são igualmente importantes para o processo para que essa transação entre o texto eo leitor ocorra no entanto Nossa abordagem do texto deve ser nas palavras de rosenblatt estética em vez de diferente quando lembro no modo referente focamos apenas nas informações contidas no texto como se fosse um depósito de fatos e ideias que pudéssemos carregar conosco por exemplo se eu digo que
a morte do caixeiro-viajante é uma peça de teatro sobre um vendedor Andarilho que se mata para que seu filho receba o dinheiro do seu seguro de vida eu estou focando apenas na leitura diferente do texto encontrar o seu ler a peça no modo estético eu vou experimentar uma relação pessoal com o texto pois darei atenção as utilidades emocionais de sua linguagem e claro vou começar a fazer julgamentos de acordo com o losango Life sem abordagem estética não a transação entre o texto eo leitor aqui o texto Oferece dois tipos de significado indeterminado indeterminado a gente
vai ver um por um o significado determinado se refere ao que pode ser chamado de fatos do texto certos eventos na Trama ou descrições físicas claramente fornecidas pelas palavras na pasta o significado indeterminado refere-se a lacunas no texto como ações que não são claramente explicado sou que parecem ter múltiplas explicações que permitem o que convidam os leitores a criar as suas próprias interpretações dessa forma o modo diferente Diva usando depende inteiramente o significado determinado enquanto o modo estético Depende de ambos significados determinados indeterminados essa interação entre significados determinados indeterminados resulta em uma série de experiências
continuam as para o leitor retrospecção ou quando pensamos no que Lemos lábio início do texto antecipação do que virá a seguir cumprimento ou decepção da nossa antecipação revisão do nosso entendimento de personagens eventos e assim por diante O que é um determinado ponto no trabalho parece ser significado determinado muitas vezes em um ponto posterior da obra parece ser indeterminado pois o nosso ponto de vista muda de acordo com as várias perspectivas fornecidas pelo narrador pelos personagens e pelos eventos de uma Trama em desdobramento Então embora o leitor pro gente significado no texto a casa de
leitura por meio das quais construímos e significado são pré-estruturados ou estão incorporadas no texto esse carinha aqui ó que isso é chamava Wolfgang Kayser teórico que também adotava esse modelo acreditava que o próprio texto nos guia através dos processos envolvidos e interpretá-lo ou seja processos de projetar significado de acordo com esses teóricos transacionais diferentes leitores vem com diferentes interpretações aceitáveis porque o texto permite uma variedade de significados aceitáveis ou seis uma gama de significados para os quais o suporte textual está disponível com tudo porque a um texto real envolvido nesse processo ao qual devemos nos
referir justificar o modificar as nossas respostas em todas as leituras são aceitáveis e algumas são mais aceitáveis que outras mesmo que tenhamos acesso às intenções declarar os autores a escrever os seus textos bem como quaisquer interpretações que esses autores podem oferecer essas são apenas leituras adicionais ao texto que devem ser submetidas à avaliação por essa abordagem que vimos assim como todas as outras leituras são agora vamos falar da estilística afetiva a estilística afetiva é derivada de uma análise mais aprofundada da noção de que um texto literário é um evento que ocorre no tempo que surge
quando é lido ao invés de um objeto que existe no espaço o texto é examinado de perto muitas vezes linha por linha palavra por palavra para entender como a estilística do texto afeta o leitor no processo de leitura embora haja portanto um grande foco no texto razão pela qual alguns teóricos consideram essa abordagem de natureza transnacional muitos praticantes da estilística afetiva não consideram o texto com o objetivo uma entidade autônoma não tem um significado fixo independente dos leitores porque o texto consiste no resultado que produz e esse resultado ocorre no leitor Por exemplo quando estranho
e fixe histórico-literário descreve como um texto estruturado ele tá falando da estrutura da resposta do leitor à medida que ela ocorre ou seja de momento a momento e não é estrutura do texto como poderíamos montá-lo como peças de um quebra-cabeça depois que terminamos de ler no entanto a estilística afetiva não é uma descrição das respostas impressionistas do leitor mais uma análise dos processos mentais produzidos por elementos específicos do texto na verdade é uma análise em câmera lenta frase por frase alguns dos melhores exemplos desse procedimento foram produzidos por peixe para entender como essa abordagem funciona
vamos dar uma olhada A análise as seguintes sentenças "que Judas morreu enforcado se não há certeza nas escrituras embora algum lugar para esse afirmá-lo e uma palavra duvidosa forneceu a ocasião para traduzi-lo em outro lugar em uma descrição mais pontual o fato torna-se improvável que parece destruído faz tipos de acordo com o fecho à pergunta o que essa frase significa ou o que essa frase diz rende pouco porque não nos fornecem fatos para responder à pergunta mesmo se notarmos que a frase diz algo diz que as escrituras não nos dão nenhuma indicação Clara de que
Judas se enforcou seu ponto é que a sentença nos diz apenas que é incapaz de nos dizer qualquer coisa em contraste ele observa que as perguntas o que a frase causa no leitor ou como leitor constrói o sentido dessa frase aí sem rede algo bastante útil a passagem sobre Judas faz como observa feche é morreu leitor da certeza para incerteza a primeira cláusula "que Judas morreu enforcado se cachaças é uma afirmação que aceitamos como uma declaração de fato assim começamos com um sentimento de certeza que nos leva sem estarmos conscientes disso a antecipar uma série
de maneiras possíveis de terminar a frase todas as quais seriam confirmações da nossa certeza de que Judas se enforcou City oferece três exemplos finais que a primeira cláusula nos leva a esperar a primeira Judas ter morrido enforcado é um exemplo para todos nós segunda o fato de que Judas morreu enforcado se mostra o como consciente ele estava da enormidade do seu pecado três que Judas morreu importando se a que o leitor faria uma falsa essas expectativas restringentes o significado das próximas palavras na passagem por exemplo não há nesse ponto o leitor espera ver Não há
dúvida mas ao invés disso temos não há certeza agora o fato de Judas ter se enforcado sobre o qual nosso entendimento da sentença se baseou torna-se incerto agora o leitor está envolvido em um tipo de atividade completamente diferente como fiz coloca em vez de seguir um argumento por um caminho bem iluminado o leitor está no escuro à procura nos tem Em tal situação o leitor vai ter a tendência a ler uma esperança de encontrar esclarecimentos só que quando a gente ler a passagem a nossa incerteza só aumenta à medida que a gente vai e volta
entre as palavras que parecem prometer clareza tipo. A afirmar e as palavras que parecem quebrar essa promessa tipo é duvidosa improvável que parece essas análises são realizadas por esses críticos a fim de mapear o padrão pelo qual um texto estrutura a resposta do leitor durante a leitura essa resposta então usada para mostrar que o significado do texto não consiste na conclusão final que tiramos sobre o que o texto Diz ao invés disso o significado do texto consiste em nossa experiência do que o texto faz com a gente à medida que lemos um texto é um
evento que ocorre no tempo age sobre nós a medida que Lemos cada palavra e frase como a gente acabou de ver a passagem difícil primeiro reforço uma crença sobre Judas que o leitor provavelmente já conhece e em seguida tira esse reforço levando o leitor a esperar encontrar uma resposta que nunca é fornecido se o tipo de experiência criada nesta passagem é repetido em todo o texto Então um crítico de se pode dizer que o texto nos ensina por meio de um padrão de expectativas elevadas e depois frustradas Como ler esse texto e talvez Como ler
o mundo porque nós desejamos um conhecimento certo seguro a gente vai atrás disso a gente quer isso mas esse texto nos ensina que não podemos ter certeza de nada em outras palavras para um crítico esse texto não é sobre Judas ou não é sobre as escrituras mas sobre experiência da Leitura agora vamos ver a teoria subjetiva da resposta do leitor em Total contraste com a estilística afetiva e com todas as formas de análise transacional a teoria subjetiva da resposta do leitor não exige a análise de sinais textuais para esses críticos subjetivos liderados pela obra de
Deus Bleach teórico literário a resposta dos leitores é o texto tanto no sentido de que não existe o texto para além dos significados criados e apresentações nos leitores quanto no sentido de que o texto que o crítico Analisa não é a obra literária mas as respostas dos leitores vamos examinar cada uma dessas reivindicações mais de perto a gente precisa entender como Bleach definir o texto como muitos outros críticos da resposta do leitor ele diferencia o que ele chama de objetos reais dos objectos simbólicos os objetos reais são objetos físicos como mesa cadeira carro livro e
assim por diante as páginas impressas de um texto literário são objetos reais no entanto a experiência criada quando alguém lê essas páginas impressas como a própria linguagem é um objeto simbólico porque não ocorre no mundo físico mas no mundo conceitual Isto é na mente do leitor é por isso que Bleach chama a leitura sentimentos associações e memórias que ocorrem quando reagimos subjetivamente as palavras e pressa a página de simbolização nossa percepção EA identificação de nossa experiência de leitura que o mundo conceitual o simbólico em nossa mente enquanto metros portanto quando interpretamos o significado do texto
nós estamos na verdade interpretando o significado da nossa própria simbolização ou seja o significado da experiência conceitual que criamos em resposta ao texto ele assim chama esse ato de ressimbolização da interpretação a recibo lização ocorre quando nossa experiência do texto produzem nós um desejo de explicação Nossa avaliação da quantidade do texto também é um ato de ressingularização quanto a gente gosta ou não gosta de um texto é porque nós gostamos ou não Da nossa simbolização dele assim o texto sobre o pau falamos não é realmente o texto na página é o texto em nossa mente
pelo o único texto existente ser o texto na mente do leitor Este é o texto analisado por críticos subjetivos Então por hoje é isso gente espero que vocês tenham gostado do vídeo o próximo a gente vai ver teoria da recepção psicológica e social e vamos também definir leitor deixe seu like se você gostou o seu dedo lá e que se você não gostou Suas críticas que suas sugestões e se inscreva no canal eu te encontro Então no próximo vídeo até lá um grande beijo tchau tchau [Música] E aí [Música] E aí