[Música] Olá, meus amigos. Que bom estar de volta com a lição número cinco agora da nossa série de temas de interpretação das profecias bíblicas, não é? Essa lição deste trimestre está bastante interessante.
E nós chegamos à lição cinco, que é a continuação da lição da semana passada, seria as nações. Qual é o papel das nações dentro desse aspecto das profecias, né? Nós vamos continuar estudando os problemas de se estabelecer um governo humano em oposição ao governo divino.
Você sabe que o grande X da questão no fim de todas as coisas é que você tem o reino de Deus e em contraposição você tem o reino da Babilônia, que são governos humanos, uma união político-religosa, uma confederação de de entidades que vão se envolver contra o povo de Deus que guarda os seus mandamentos e tem o testemunho de Jesus. Segundo Apocalipse 14:1 e 12 17 também. Então, nessa questão, nós aprendemos algumas coisas.
Voltando ao assunto dos governos no Antigo Testamento, a gente descobre algumas verdades. O primeiro lugar é que o desejo de Deus era governar o mundo do seu jeito, do jeito de Deus, com seu amor, com sua com sua justiça, né? Mas o homem quis tomar as rédias do poder.
Ele quis tomar inicialmente uma prerrogativa que era somente de Deus. Quando você vai, por exemplo, para Gênesis 2, 9 a 17, nós temos ali o primeiro comando de Deus. Deus disse: "Olha, não comam da árvore da ciência, do bem e do mal".
Mas o que que o homem fez? homem foi lá e comeu. Ou seja, ele estava querendo exercer um governo, uma prerrogativa que não era dele e se deu mal, muito mal.
E assim foram todas as nações que se colocaram em oposição a Deus, né? Mais tarde você tem o próprio povo de Israel, né, que para se assemelhar aos governos pagãos, ele entrou na onda de muitas coisas que eram contrárias à vontade de Deus, inclusive a idolatria. Com o governo humano, eh, concorrendo com o governo de Deus, há também uma decadência.
Você toma, por exemplo, Daniel capítulo 2. Você observa em Daniel 2 que há uma decadência natural das nações. Há um há um um um uma forma de eles irem se enfraquecendo, né, e se acabando.
Grandes impérios se acabaram, né? Então você toma, por exemplo, Daniel, começa com algo nobre que é o ouro. A cabeça de ouro em Daniel 2 é Babilônia, que era o reino eh da ao qual Daniel estava ali como escravo, estava servindo, né?
Mas já diminui depois deste para a medopérsia já é prata o o metal que identifica, ou seja, é um metal nobre, mas é menos nobre do que ouro. Depois você tem o bronze, né, do peito e os braços, né? Depois e depois você ou melhor dizendo do do ventre e os quadris, né?
Depois você tem as pernas de ferro, que é um metal, mas ainda menos nobre. Depois, aquilo que era ferro mistura-se com barro, ou seja, há uma decadência natural dos povos das nações, não é? E e isso também mostra a fragilidade dessas nações e especificamente depois do pecado, quando essas nações se alharam a um poder que não é o poder de Deus.
E aí vieram eh durante séculos guerras, brigas, né, conflitos, desacordos, mudanças, né? Olha só o que diz o profeta Daniel no capítulo 7. Verso dois, falou o Daniel e disse: "Eu estava olhando na minha visão da noite e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar grande.
" O que que ele tá tentando dizer? Daniel 7 está tentando dizer, está tentando dizer que os animais eles subiam do mar e naturalmente eles vinham para a terra, atingindo o próprio povo de Deus. terra e mar aqui, eh, na nas profecias, eles têm um sentido interessante.
Eles podem ser vistos como antagônicos ou como opostos eh dentro das profecias. Águas e mar podem ser nações terrestres com toda a sua turbulência, o seu caos. OK?
Já a Terra pode ser identificado como um lugar ermo deserto, mas pode ser identificado também como um lugar do abrigo do povo de Deus, né? Vai, por exemplo, para Apocalipse 12 verso 16, eh, falando do dragão, que é Satanás, perseguindo a mulher, que é a igreja, no decorrer dos dos anos, no decorrer dos séculos, né? Eh, a igreja foi perseguida pelo diabo.
Mas interessante que no verso 16 do capítulo 12 ele diz assim: "E a terra ajudou a mulher e a terra abriu a sua boca e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca. " Ou seja, a terra que é símbolo de nações que deram liberdade para o cristianismo, de nações que deram aconchego, que deram apoio e e que eh deixaram o cristianismo eh se expandir e cuidaram dos cristãos, não é? Às vezes a gente aplica isso muito ao próprio Estados Unidos da América, né?
que lá no seu início foi um país de democracia, de liberdade religiosa ampla, não é? Agora, apesar dos governos humanos, eh é importante ressaltar também que Deus vai cumprir seu propósito. O apocalipse é o desfecho disso, né?
Seu propósito de estabelecer aqui o seu reino. Este é o anúncio que nós temos eh para o povo remanescente eh fazer no tempo do fim, né? Apocalipse fala de três anjos.
né? No capítulo 14, eles estão voando pelo meio do céu. Essa da ideia de uma amplitude mundial desta pregação.
E esses anjos representam a proclamação do evangelho em todo o mundo pelo povo de Deus, né? Anunciando o evangelho eterno, anunciando o juízo de Deus, anunciando que caiu Babilônia, anunciando que se alguém adora a besta eh do do Apocalipse 13, eh o tal será e extirpado, será eliminado, não é? Então você tem aqui um um quadro bastante interessante das nações e ao mesmo tempo nações sendo atingidas com o evangelho.
A o inimigo faz o seu trabalho, mas Deus em contrapartida também faz o seu trabalho, né? O Apocalipse 10, por exemplo, né? Fala de um anjo com um livrinho, né?
Eh, esse livrinho nós entendemos que sejam as próprias profecias de Daniel, que devia eh ser ficar fechada essas profecias segundo Daniel e ser aberto no tempo do fim. Então, como o Apocalipse se refere isso ao tempo do fim, esse anjo que tem um livro aberto eh ao mundo, não é? Eh, e é o o livro que ele está desvendando, são as profecias bíblicas de Daniel.
Apocalipse 18 também fala de um anjo às nações, né? Um outro anjo que soma-se a estes eh três de Apocalipse 14 com grande poder, né? Tudo isso indicando um forte movimento de eh pregação do reino de Deus, né, de proclamação do reino de Deus.
Então aí você entende uma coisa, as a história das nações, a queda, o levantamento de nações, eh a a nós precisamos estudar esta linha do tempo, estudar o que aconteceu para entender que no final a nação que vai prosperar é o reino de Deus. O império que vai ficar para a eternidade é o império chamado o reino de Deus e não o reino dos homens. Então, o apocalipse é a culminância da história eh das nações.
OK? Agora, eu queria terminar a lição de hoje fazendo uma pergunta para você. Eh, é provável que você já ouviu falar disso, mas talvez se você não ouviu falar, ouvirá pela primeira vez.
Você já ouviu falar de uma tal teologia do domínio? Que que diz essa teologia? Hoje o mundo cristão, especialmente protestante, mais evangélico, tem trabalhado um pouco com esta teologia, que eu chamaria também de teoria, né?
A teologia do domínio diz mais ou menos assim, lógico, livros têm sido escritos sobre isto, mas em resumo, ela diz que eh eh ela tem um conjunto de ideologias eh políticas, religiosas que buscam eh submeter à vida pública de um país, por exemplo, de uma nação, ao domínio dos cristãos. Eh, eles se amparam muito em Gênesis, que Deus disse para Adão que devia dominar a Terra e etc. E a ideia que eles passam é que você eh eh a igreja deve tomar o seu espaço no mundo e influenciar, mas isto gera um uma dificuldade e começa se misturar religião com política, religião com eh teologia com teoria política.
E aí as coisas começam a se e se complicar, né? Eu vou citar só um exemplo. Por exemplo, eh, na teoria da maioria dessas pessoas que acreditam na teologia do domínio, eh o primeiro dia da semana é o dia de guarda.
No entanto, quando você vai à Bíblia, você não encontra o primeiro dia da semana como dia de guarda. Você vai encontrar o sábado, o sétimo dia. E aí, como é que fica?
Se essas pessoas, se essas religiões se tornarem estatais ou em eh tiverem o apoio do Estado, é uma coisa só pra gente pensar, né? ver o apoio do Estado. O que que vai acontecer com aqueles que não cumprem eh os mandamentos que esse pessoal da teologia do domínio está colocando?
É só uma coisa paraa gente pensar. Não estou aqui fazendo nenhuma profecia, mas estou apenas levantando uma hipótese de algo que pode realmente acontecer. E aí vem uma pergunta: será que esse tipo de dominação, de domínio, eh, é o original, é o que nós como cristãos, temos que fazer?
Ou será que a nossa a a nossa tarefa como cristãos depois do pecado, temos que entender isto, não é? Eh eh não é misturar-se ideologicamente com A, com B ou com C, mas proclamar as três mensagens angélicas de Apocalipse e levar o povo para o verdadeiro paraíso sem pecado, que é o reino de Deus. Claro, vivendo uma vida melhor já neste mundo, mas a gente sabe que esse mundo tudo aqui é passageiro, tudo aqui é efêmero e eh as promessas humanas falham, os projetos, por mais bonitos que sejam dos governantes, também falham.
Eh, a gente eh qual deveria ser a nossa postura? vamos aderir a essa teologia do domínio ou vamos eh continuar a nossa obra de pregação do evangelho e e crer nesse poder do evangelho que transforma vidas não apenas para esta vida aqui, mas especialmente para o reino de Deus. Pense um pouco sobre isso, reflita com seus alunos.
Esse é um assunto relativamente novo para muitas pessoas. E que Deus abençoe. Na semana que vem a gente volta aqui com mais uma lição desta série especial de alusões, imagens, símbolos eh de interpretação que fazem parte da interpretação das profecias bíblicas.
Que Deus abençoe, um abraço e até lá.