Vou falar algo que vocês não vão gostar. Ai ai ai. >> A educação que teu pai te deu é melhor que a educação que você tá dando pro teu filho.
Mesmo que o teu pai tenha sido autoritário, a educação que teu pai te deu é melhor que a que você tá dando hoje pro teu filho. E você acha que você tá arrastando. Nossa, eu tô fazendo muito melhor que a minha mãe e que meu pai.
E aí você tá ali, ó, perguntando pra criança: "Meu amor, você quer toma banho de de biquíni azul ou de biquíni vermelho? " Meu amor, você quer escovar o dente com a escovinha não sei o quê ou a escovinha não sei o como? Vamos, por favor, obedece a mamãe.
Você confunde respeito com permissividade. A gente está estragando uma geração inteira com a permissividade, com a tentativa de educar os nossos filhos de uma forma diferente que nossa mãe, nosso pai educou. O autoritarismo ele foi carregado de violência, mas ele também foi carregado de regras, ordem, limite, estrutura para criança, que dá num estrutura para criança.
Nossa geração quis fazer diferente, quer fazer diferente e acha que tá rasando e na verdade está errando muito feio, porque o que mais temos hoje em dia são crianças sem estrutura, crianças sem limite, sem ordem, sem regras, crianças que se colocam em cima da mãe do pai, crianças que mandam na mãe, no pai, crianças que mandam nos professores, crianças que não reconhecem autoridade num adulto. Por que que uma criança não reconhece a autoridade num adulto? Porque o adulto simplesmente saiu do seu papel de autoridade, porque a criança reconhece o que adulto apresenta.
Se o adulto é uma autoridade, a criança reconhece o adulto como uma autoridade. Se o adulto não é autoridade, a criança não reconhece o adulto como autoridade. Então, se teu filho não respeita os adultos, é porque não reconhece eles como autoridade.
Se teu filho não reconhece os adultos como autoridade, é porque você tá sendo permissiva, é porque você saiu do teu papel principal na educação do teu filho, que é ser autoridade para ele. A gente acha que respeitar o filho é deixar ele à vontade, deixar ele fazer o que quiser, conversar, explicar, combinar, negociar tudo com ele. A gente confundiu o que que é respeito com uma falta de estrutura.
A maior parte dos pais e das mães hoje em dia não estão sendo uma autoridade para seus filhos e o fruto tá ali. Uma geração de crianças perdidas que não respeita ninguém, que não enxergam mais uma esperança no adulto, que não enxerga mais nada para admirar, que não sentem mais admiração pelos adultos. Eles olham pros adultos, ó, a altura da criança é aqui, ó.
O tamanho dela é aqui, ó. Eles olham pros adultos assim de cima para baixo. Eles vão lá questionar o professor, eles vão lá questionar a mãe, vão lá enfrentar o pai, não tem mais obediência.
E você acha que isso respeito? Eu sinto-te dizer, mas eu prefiro 1000 vezes um pai autoritário do que um pai permissivo. 1000 vezes uma mãe autoritária do que uma mãe permissiva.
Porque a mãe permissiva, o pai permissivo, disfarçado de bonzinho, de compreensivo, de respeitoso, ele tá deixando a criança largada naquilo que ela mais precisa, que é construir uma estrutura na sua infância, construir uma estrutura para dar conta da sua vida. As crianças elas têm uma mente livre, elas nascem com uma mente totalmente desestruturada. Para elas tudo é possível.
Uma criança pequena, ela não tem medo, ela se coloca em risco, ela acha que ela pode voar, ela acha que ela é um super herói, ela acha que pode não chover se ela quiser. Não tem estrutura na sua mente. Por isso que precisa adultos para cuidar dessa criança, porque sem estrutura é um perigo.
Uma mente sem estrutura é perigosa. Então os adultos estão ali para cuidar dessa criança e para construir essa estrutura mental. Se você não está construindo essa estrutura com teu filho, que você constrói através de regras, ordem, limites, pode, não pode, deve, não deve, agora, depois não.
Se você não constrói essa ordem, essa organização no teu filho, ele cresce estrutura e acontece o que tá acontecendo agora. Esses dias eu vi uma menina de uns 14 anos de idade andando na rua com o pai, ela estava com um rabo de raposa pendurado e com umas orelhas de raposa atuando como se ela fosse um animal. E o pai do lado da menina.
O que que a gente tá fazendo com essa geração? Uma mente completamente desestruturada, infantil. A menina acha que ela pode ser uma raposa.
Ninguém falou para ela que não pode. Imagina se ela se comporta como uma raposa e sai na rua com um rabo pendurado e o pai do lado permitindo aquilo. Se ela chega ao ponto de acreditar que ela é uma raposa, imagina quantidade de coisa que essa criança não entende, não sabem, imagina quanto hábito ela não tem.
Imagina essa mente totalmente permissiva. Imagina a confusão na cabeça de uma criança que não tem limite, que não tem ninguém para falar até aqui, mas daqui você não pode. É isso aí que você tá fazendo a imaginação.
Agora vai lavar o teu tênis, vai arrumar o teu quarto, faz o dever de casa, escova teu dente. A gente confundiu respeito com permissividade. E é horrível o que tá acontecendo com nossos filhos, que tá acontecendo com essas gerações.
É horrível o que tá acontecendo. A criança chega lá na adolescência e ela não tem estrutura na sua mente. Ela tem uma mente completamente permissiva, desestruturada.
Tudo pode, tudo é possível. Chega na adolescência, ela não entendeu nada sobre limites, não entendeu nada sobre desistir, se render, deixar ir, abrir mão, se modificar. Não entendeu nada.
Ela chega na adolescência e o que ela tem é um querer. Eu quero o que eu quero, o que eu sinto, o que eu desejo e o mundo, como disse, o mundo que me aceite como eu sou. O mundo que me aceite como eu sou, que me respeiten assim como eu sou.
E eu sou como eu quero, como eu penso, como eu imagino. É uma viagem tão grande. E eu penso quando eu olho aquele pai com uma menina de 14 anos de idade, com um rabo de raposa e orelha de raposa, se comportando com uma raposa andando na rua, eu olho para aquele pai, eu penso: "Cadê você?
Cadê você? Você tá confundindo amor e respeito com permissividade a um ponto tão profundo, um ponto tão grave, tão sério, que tua filha tá toda confundida? Isso é respeito, isso é amor.
Deixar a mente de uma criança crescer sem limite nenhum. Para que existe o adulto? Então, porque assim, a criança ela vai desenvolver o seu raciocínio influenciada pelo ambiente que lhe rodeia, pelas pessoas.
Se coloca uma criança pequena, um bebê para ser criado por lobos, ela vai achar que ela é um lobo. Então, a minha preocupação nem é a criança, a minha preocupação é: "Cadê, que que tá acontecendo com esses adultos? Tá todo mundo pirado?
Como é que você deixa tua filha achar que ela é um animal e viver aquilo e sair na rua com um rabo de [risadas] sair na rua com rabo de raposa, uma menina de 14 anos de idade. Como é que você deixou isso chegar até lá? Porque uma criança com 4 ou 5 anos de idade, ela adora usar fantasias e ela realmente acha que ela é Superman.
Ela acha que ela é uma tartaruga, ela acha que é uma princesa, ela acha de verdade que ela é aquilo. Que aconteceu com os adultos que acham que a criança tá se identificando com algo. Com 5 anos de idade, ela não sabe a diferença entre realidade e fantasia.
Ela precisa de você para estruturar a mente dela. Ela precisa que você ensine o que pode, o que não pode, o que deve, o que não deve, o que é realidade, o que é fantasia. Ela precisa que você faça esse trabalho na mente dela, que você dê essa estrutura.
Aí um monte de adulto infantil que tem uma criança com 5 anos de idade que se identifica com uma tartaruga [risadas] e confunde completamente a criança, mistifica aquilo e confunde a criança. Ah, é, a minha filha é uma tartaruga. Eu falo tartaruga porque eu achava que era era uma tartaruga com 5 anos de idade.
Eu me fantasiava de tartaruga. Eu era apaixonada por tartaruga. Era hiper foco em tartaruga.
Graças a Deus, na minha época os adultos não estavam tão viajados. Graças a Deus. E a minha mãe entendeu aquilo como uma brincadeira de criança de 5 anos de idade e não passou disso.
Por que que deixou passar disso esse pai? Por que que deixou uma criança até os 14 anos de idade acreditar que ela é uma raposa? Porque se identifica com raposa?
Vocês estão todos loucos. Uma criança com 5 anos de idade se identifica com aquilo que chama atenção a ela e ela acha que ela é aquilo e faz parte da idade dela, mas vai criando. O seu cérebro precisa ir se desenvolvendo, despertando e criando uma estrutura.
Mas se tem pais e mães imaturos, inseguros, que estão ali para fazer o filho feliz e fazer todas as vontades do filho, porque no fundo é isso, é uma geração de pais e mais desesperados por ser amados pelos filhos. As pessoas perderam a coragem de educar o filho, perderam um lugar. Não é você que precisa o amor do teu filho.
Você existia sem filho, querida. Você tinha uma vida sem filho. Você não precisa do amor do teu filho.
É teu filho que precisa do teu amor, porque ele não existe sem você. Então é uma geração de pais e mães carentes, inseguros, infantil, tentando se curar, se preencher com seus filhos. Eu preciso que meu filho me ame.
Então eu vou fazer todas as vontades dele. Eu vou fazer ele feliz. Eu vou cumprir todos os seus desejos para que ele me ame.
Você não tem que se alimentar do amor do teu filho. Supostamente quando você tem um filho, você já tem amor próprio. Você não vai estar se alimentando dependendo de um amor de um filho.
Até porque você tem que estar preparada para educar um filho, que voe, que vá pra vida, mano. Tá todo mundo ali querendo se alimentar do amor do filho, com medo de colocar um limite porque o menino chora, porque ele fica bravo comigo, porque ele me enfrenta. Tudo virou transtorno.
Eu falo não pro meu filho, meu filho me enfrenta. Ah, opositor. Eu falo não pro meu filho e ele não aceita.
Ah, não sei que transtorno habrá inventado. Mas tudo é transtorno. Sabe qual é o verdadeiro transtorno?
O maior transtorno que existe é adultos imaturos. Adultos imaturos. Carentes, inseguros, imaturos, incapazes de ocupar o seu papel.
Educar uma criança. Vai escovar o dente. Não quero.
Eu sei. Você não quer, mas tá na hora de escovar o dente. Não.
Imagina se eu vou impor alguma coisa pro meu filho. Imagina. Ele não quer escovar o dente.
Deixa eu ver que tipo de transtorno será esse. Meu filho não quer escovar o dente. Deixa eu ver.
A ver. Achei. Transtorno.
Défice do da escovação. É, precisa medicamento. Tá assim de ridículo.
Assim de ridículo. Não, teu filho não precisa de medicamento, não tem transtorno nenhum. Você precisa ser uma autoridade e largar o medo de não ser amado pelo teu filho.
Aliás, quando você é adulto e percebe tudo que a tua mãe fez, que quando você era criança você não gostava, né? você reclamava, achava aquilo injusto. Mas quando você é adulto e percebe a mãe que você teve, se ela foi uma mãe presente, uma mãe que te educou e que soube falar não e ser firme com você, você hoje tira o chapéu e agradece a mãe por não ter deixado fazer aquilo.
Diga a verdade. Mas aí com teu filho você fala: "Não, ele fica bravo e chora e em lugar de você sustentar aquilo, você duvida de você mesma. Ai, será que eu tô certa?
Porque ele tá chorando. Menina, quando uma criança recebe um não, ela chora. Faz parte.
Ninguém te avisou. Ai, mas será que eu não fui dura demais? Será que eu não tô tadinho?
Vou deixar ele fazer porque ele tá chorando. Ele ficou bravo comigo. Ai, meu Deus, meu filho ficou bravo comigo.
Deixa eu ver. Mamãe vai te agradar, filho. Tá ali uma geração inteira, várias gerações de crianças totalmente perdidas.
E não adianta você ficar criticando os adolescentes e botando a culpa deles. Ah, essa geração tá perdida, esses adolescentes, a tecnologia deixou eles perdidos. Não, você colocou na tecnologia na mão dele.
Você não mandou, não impôs. Você deixou teu filho o dia inteiro sentado num sofá jogando joguinho. Você fez todas as vantagens para não ter que lidar com ele.
Você enche o teu filho de atividades e nem tem convívio com teu filho. Você não sabe lidar com a dor que causa em você ver o teu filho chorar porque não pode fazer alguma coisa. Com o medo que causa em você ver o teu filho te enfrentando porque ele quer fazer alguma coisa que você não deixou.
com um sentimento de desamor, a insegurança que você sente dentro. Você não soube lidar com isso, mas quem paga o preço é o teu filho. Geração completamente maluca, sem estrutura nenhuma.
Os adolescentes estão cheios de ataque, de pânico, síndrome da não sei o quê, transtorno de não sei como. Você vê numa sala de aula, quase todo mundo tem um diagnóstico de alguma coisa que fragiliza ele, que fragiliza, que justifica e fragiliza ele. São jovens que estão crescendo, achando que eles têm algum transtorno, que eles têm algum problema.
Um dia chegou minha filha, 13 anos de idade, foi ano passado. Ela chegou com 13 anos de idade, ela todo dia chegava e me contava: "Mãe, não sei quem teve uma crise de ansiedade dentro da sala. Mãe, não sei quem teve ataque de pânico.
Mãe, não sei quem surtou porque falaram que o cabelo dele era ruim. Mãe, não sei quem brigou com o professor porque o professor mandou guardar o celular. Mãe, não sei quem foi muito injustiçado porque falaram que não podia masticar giglete na sala, sei lá.
todo dia ela chegava com alguma coisa assim, algum comentário desse tipo. Aí eu comecei a perceber que o ambiente onde minha filha tá, que é uma escola comum cheia de adolescentes, é um ambiente que convida ela a acreditar que qualquer coisa pode ter um ataque de pânico, que qualquer coisa ela pode surtar, pode, todo mundo tá surtando, todo mundo tem ataque de pânico e tem motivos bons. O professor mandou guardar o celular e ela tá viciada em celular, então tem direito a ter um ataque de alguma coisa.
A minha filha tava começando a acreditar que aquilo era normal, porque aquilo tá se tornando normal. Adolescente sem estrutura nenhuma para lidar com desafios comuns, cotidianos da vida. Falaram que meu nariz é feio, pronto, pânico.
Tiraram meu celular, nossa, ansiedade. Tive nota ruim na prova, nossa, desmai. Eles não têm estrutura para lidar com coisas normais do do dia a dia.
Estrutura. Estrutura. A nossa mente sem estrutura, ela é perigosa.
Ela precisa ter estrutura. Como você cria uma mente com estrutura? Limites, regras, ordem.
Um adulto precisa dar estrutura para uma criança. A criança, ela não tem estrutura, ela acha que tudo pode. Você até fala pro teu filho, você acha que tudo pode, né?
Você acha que você pode fazer tudo que você quer, né? Sim, sim. A criança acha, de verdade.
Ela acha que ela tudo pode. Ela acha que ela pode fazer tudo que ela quiser. Ela acha.
Ela acha mesmo. A mente dela não tem estrutura, não tem experiência, não tem vivências, não tem limites. Ela precisa aprender isso tudo e ela conta com que você ensine, né?
Porque você, sei lá, 30, 40 anos que você tá vivo, você já tem uma estrutura, né, mínima. Aí a minha filha chegou da escola um dia e me disse assim: "Mãe, aconteceu um negócio muito estranho comigo. Eu não sei se eu não tô tendo princípio de ansiedade ou algo assim".
Falei: "A ver, filha, conta". Aí a minha filha disse assim: "Eh, teve uma menina que falou de um jeito grosso comigo e eu senti meu coração disparar, palpitar, meu coração ficou acelerado. " Mãe, falei: "Filha, é o que acontece quando a gente fica nervoso, quando a gente se assusta ou quando a gente leva um impacto que não esperava, ou quando a gente fica com medo, ou quando a gente fica nervoso, ou quando a gente fica com raiva por alguma coisa, o coração dispara".
Não acontece isso com vocês? Acontece, não é? A menina falou uma coisa, falou de um jeito grosso com ela, o coração dela disparou, ela ficou nervosa, ela não soube o que fazer e ficou nervosa.
O corpo dela reagiu aquilo. Eu falei: "Filha, isso que aconteceu com você é normal, não é um ataque de nada, é um sinal de que você ficou nervosa e tá tudo certo. " Ah, falei, filha, você não tem ataque de ansiedade, nem ataque de pânico.
Você tem estrutura para não ter nada disso. Você não tem nada disso, nem vai ter nada disso. Teu coração vai disparar mil vezes por coisas.
Faz parte. Vá, vá lavar teu tênis. vai arrumar o teu quarto, vai criar estrutura para tua vida.
O que acontece quando eu digo assim: "Cadê a mãe? Cadê o pai que não avisa a criança? Que não coloca limite paraa criança?
O que poderia ter acontecido se eu fosse uma mãe viajandona? E se eu fosse super valorizar tudo o que acontece com a minha filha? No nome do respeito, eu tô aqui respeitando o que a minha filha sente.
Ela diz que o coração dela disparou. É um processo de aceleramento do seu coração por um impacto brutal que ela teve. Alguém falou grosso com a minha filha.
Se eu tivesse esse tipo de pensamento, se eu pensasse dessa forma, o que que eu teria dito para minha filha? Ah, meu Deus, filha, você tá tendo princípio de pânico. Claro, faz sentido.
Atacaram você. A próxima vez liga pra mamãe. Se acontecer de novo, a gente vai pra terapia, filha.
Ai, meu Deus. A minha filha tá tendo princípio de ataque de pânico. E que que iria acontecer com a minha filha?
Ela vai ter. Ela vai ter. Por quê?
Porque ela vai se entregar a essa palpitação, a esse nervosismo, vai acreditar tanto naquilo que vai deixar levar. Por quê? Porque ninguém avisou que não é assim, que é até aqui, igual que a menina vestida de raposa.
Ninguém avisou com 5 anos de idade, que isso é uma fantasia. Tá com 14 anos de idade andando na rua vestida de raposa. [risadas] Aí eu rio para não chorar.
Eu olho para aquele pai, eu penso: "Caramba, que filho da mãe, por que que não avisou a menina? Por que que não colocou limite na cabeça dessa criança? Se eu não tivesse colocado um limite na cabeça da minha criança quando ela falou que deu palpitação porque falaram algo errado, algo feio com ela, talvez ela estaria com ataque de pânico hoje, porque ela tinha se entregado aquilo e criado uma sem estrutura nenhuma.
Ela tinha viajado naquilo com meu apoio. Então quando eu digo, eu prefiro um pai, uma mãe autoritária do que uma mãe permissiva, é sobre isso que eu tô falando, porque autoritário ele tem agressividade, ele tem violência e isso é péssimo. A criança não precisa, não merece apanhar, não merece ser maltratada, não merece ser xingada, não merece nada disso, mas menos merece crescer sem estrutura mental, porque isso não tem nem como remediar.
Tem como remediar, mas pô, que trabalheira, é muito perigoso. Me dá mais tranquilidade uma mãe que volta e meio d um tapa no filho, mas ela tá colocando regra, ordem limite. Com isso, não tô dizendo: "Ah, que bom você bate".
Não tô dizendo é um mal, mas tem males piores. Me dá muito mais alívio uma mãe que tá ali sendo firme e forte com seu filho, mesmo que às vezes ela se desborde, do que uma mãe que tá ali super valorizando o que o menininho sente, deixando ele viajar na maionesea e apoiando a viagem dele. É muito sério.
A gente tá estragando, estragando gerações inteiras. E não é culpa da tecnologia, é culpa dos adultos que deixam o filho na tecnologia, culpa dos adultos que não deixam seu filho se frustrar, que não coloca ordem, que não coloca limite, que não lidam com seus filhos. Porque um bando de adultos com medo a não ser amado, medo de educar, tudo é transtorno, tudo me preocupa, tudo é algo ah, nossa, falei não pro meu filho, ele chorou.
Até a birra que sempre existiu agora virou um problema, uma preocupação. Ivana, eu tenho um filho de 3 anos de idade, ele faz birra. Você tá me soando?
A gente tá esquecendo o que que é ser humano. A gente tá esquecendo as coisas básicas do ser humano. O que que você espera que teu filho seja o quê?
Que ele não tenha, que ele não chore, que ele não brigue, que ele não insista, que ele não acorde à noite com um pesadelo, que ele não fique com alguma gripe? O que que você espera? Oi, meninas.
Eu preparei uma aula gratuita onde eu explico por que teu filho não te obedece, por que que você tem que ficar falando, repetindo a mesma coisa mil vezes e às vezes até explodir para fazer com que ele te obedeça. E o que que você precisa fazer para mudar isso? A aula é gratuita.
Para assistir ela, clica no link aqui do lado ou no link que está lá na minha bio. Assiste essa aula, vale a pena, vai te ajudar muito. Beijos.
M.