OK. >> Olá, gente. Boa tarde. Boa tarde. >> Eu sou o Henrique, ele é o Celso. Boa tarde. >> Hoje a gente vai aqui bater um papo literalmente, tá? a gente vai participar de uma pesquisa que a gente chama de pesquisa qualitativa. É um processo um pouco diferente do que a maioria das pessoas conhecem em relação à pesquisa, porque normalmente as pessoas têm referencial da pesquisa quantitativa, que é aquela que um cara te aborda na rua, né, o entrevistador te aborda na rua, faz uma série de perguntas objetivas, se responde e no final daquilo tudo
eh sa números, né? Então, por exemplo, ele chega na prefere, qual sua favorito? Aí você vai falar azul, amarelo, verde. No final ele vai compilar aqueles dados todos, aquelas respostas todas, vai me dizer: "Ah, 30% da população dos entrevistados preferem verde, eh, 10% preferem azul, 9% preferem roxo." Então, eles quantificam a opinião, tá? Essa é a quantitativa. Nós estamos na qualitativa. A qualitativa é o inverso disso. Na verdade, a qualitativa ela busca entender o por que você escolheu o azul, o por que você escolheu o verde, por que você escolheu o rosa. Não é a
quantidade, é a qualificação da resposta, tá? Então, na verdade, o que a gente vai fazer aqui é isso, é conversar. E a partir dessa conversa, a gente tem que entender os motivos pelos quais vocês têm essa opinião, né? Quais os quais os fatores que levam vocês a terem a escolherem o azul do que o verde, escolherem o amarelo do que o preto, entendeu? Então é uma grande conversa e por isso que a gente precisa que vocês falem aquilo que pensem. Não tem eh eh intervenção, não tem resposta errada. Tudo que vocês falam é certo, porque
é a opinião de vocês, mesmo que essa opinião tenha divergência entre vocês. Uma pessoa pode pensar de um jeito, as outras podem pensar do outro. Algumas de um jeito ou outras de outro. Então não tem por não vou falar não, porque minha opinião é diferente da dele ou da dela, não tem problema nenhum. O importante é que fale para que a gente possa também identificar o porquê aquela opinião, tá? Então, a gente pede que vocês participem efetivamente. Eh, tem dois captadores aqui, dois microfones com esse que tem essa câmera de vídeo aqui. Eh, eu aviso
logo porque às vezes a gente não avisa e começa, depois quando alguém olha que tem uma câmera trava. Vamos dar mais uma palavra quer se esconder de baixo da cadeira. ter a câmera, mas a câmera é simplesmente assim como os gravadores aqui para que a gente possa depois fazer o relatório, porque antigamente quando a gente não tinha esse recurso, ficava uma pessoa anotando tudo que cada um dizia e obviamente que se perdia muita coisa, muita coisa, muita gente fala e aí as coisas vão sendo perdidas. Não, a gente é um é um mecanismo só para
que a gente tenha 100% do conteúdo garantido que a gente vai eh trabalhar esse conteúdo depois e automaticamente terminando o relatório, a gente deleta, né, apaga, eh, tanto a gravação de aula quanto a de vídeo. Então, é altamente resguardado aí a a o sigilo das informações de vocês, da imagem de vocês. vocês fiquem tranquilos, não vai não vai aparecendo fantástico pode ficar tranquilo, tá? Eh, a dinâmica vai ser mais ou menos a seguinte: eu trago os temas, eu trago perguntas e vocês vão respondendo com aquilo que vocês pensam naturalmente, né? Eh, uma ou outra vez
eu posso perguntar individualmente aquilo que tá aquilo que tá pensando, mas se todo mundo, né, aos aos poucos de forma espontânea for falando, eu não tenho nem muito caminho para ficar perguntando. Uma coisa ou outra especificamente que eu vou perguntar, tá? Eh, perguntar individualmente, mas grande maioria é o tema aberto e vocês falando e a gente entendendo é aquilo que vocês estão pensando, tá? Eh, eu só vou pedir o nome, primeiro nome de cada um, porque aí às vezes eu posso falar o chamado de cada um. >> Verônica >> Sérgio. >> Sério? Sérgio, Sérgio >>
Caroline >> Caroline Caio, Júlio, >> Júlio, >> Salina, >> Salena, né? >> Daniel, Daniel. Gente, vamos começar perguntando para vocês como é viver na ilha. Eu amo chegar aqui mais segui criado aqui. Já morei já em outros bairros do Rico. Aqui é a mãe que é de segurança que é qualquer lugar lá fora lá pode ser o comparamento com fala muito da Tijuca. Ah, fiquei na Tijuca. Tem gente >> sim. Aqui é uma aqui muito mais um bairro grande, é um bairro muito bom. Mas deixa essa minha opinião. Nós que somos anos, eu tenho 45
anos. Você mora aqui 45 anos. Sei que todo mundo aqui mora daqui há muito tempo. Qual é a sensação que a gente tem quando a gente cruza a poa p casa? >> Em casa. Cheguei em casa. Tem muita gente da probabilidade. Eu acho muito difícil sair daí. É porque só tem uma sela ideia e >> mas pela questão da mobilidade demora muito. Tipo um trajeto que poderia levar 20 minutos você leva quase uma hora. >> É, se você não tem casa, você não tem. Mas o que que acontece? É mal, é mal explorado. Eu prefiro
ir de moto trabalho de ônibus. A barca poderia ter mais um horário. >> Exatamente. >> Entendeu? E aí o transporte ia ser excelente para dentro da ilha. Antigamente quando as barcas surgiram, não sei se vocês lembram antiga, era na ribeiro. >> Sim. >> A barca ela tinha e depois era porotar, então tinha horários bastante horários acho que muito pouco espaço, muito carro, muita moto. Isso atrapalha tanto o transporte público quanto o cara que anda de carro, o cara que anda de moto, botar alguns transportes públicos que colaboram também, né? E a caminha do trabalho sempre
tem, acho que é a um ponto que >> pruiça e sempre vai todo mundo é >> e aconteceu comigo várias e várias vezes já vários e vários da mesma empresa >> e aumenta o problema não condicionado, mas falta de ter que entrar na política. O que que acontece? >> Minha opinião. >> Calma já tá entrando na política. Então porque a gente a gente vai chegando, a gente vai >> a gente vai na parte da política que é o quê? Não existe melhores da parte dos ônibus em relação a deixar as barcas se escondir clicado. >>
Saúde também é muito complicado. Algum lugar >> é o problema da saúde, cara. Era o que para mim que tinha, né, antes, há muitos anos atrás e agora não tem mais em relação à UPA >> que era não era só pediat pediária, mas na época e o Evandro Frei tem que chegar morrendo, com facem mesmo. >> Ela vai passar a cara só uma dorzinha de cabeça, uma dor de barriga da família. Vou até contar eh há uns anos atrás, há fazer 10 anos isso, 2016, 17, eu namorava com uma menina e tal. O pai dela
ele teve, ele enfartou em casa e aí se era de madrugada e tal, a gente não tava, a gente, eu, eu moro no Tauá, então a gente tava eh eu morava no Tauá, na verdade, morava no Tauá na época, a gente tava na minha casa e tal. E aí de manhã a Hermanou o que aconteceu, o pai dela acabou falecendo porque ele chegou no atendimento ali na na triagem bonitinho e ah não, ele aí me diam pressão. teve ele infartou, ele falou, ele falou: "Cara, eu enfartei e tal, mas ele tava consciente ainda e tal,
botaram ele lá na no soro, eh, classificaram ele até como pulseiro amarelo e tal, mas tipo assim, um descaso porque, ah, porque chegou a gente que tomou e não que não tenha que ter atenção para quem não tomou tiro, quem caiu de moto, quem só que era também o estado bravo ele, porque ele teve infarto e ele teve outro, ele teve mais dois infartos sentado na cadeira, morreu na cadeira ali, tipo, infartou de novo e acabou morrendo ali. Então assim, eh, esse >> esse isso aí, esse ponto do >> do atendimento, acho que lá eles
podiam atender também a pessoa que chega também com mais de cabeça, eu não sei da terra que eu fiquei sabendo da criança lá do que aconteceu no aí tem isso também, né? que aconteceu que aconteceu >> a menininha ela, a garotinha ela foi atendida recente >> foi semana retrasada acho que >> tem mente foi atendido e simplesmente a deram uma medicação errada medicação >> encheram a menina de adrenalina medicação que não era para dar porque >> sumiram sumiram qu >> a criança tava com quadro de infecção urinária, então era só antibiótico e mandar para cá.
casa não encheram a menina de adrenalina que não tem nada a ver outras medicações, a menina levou 40 e poucas eh furadas e tal e a menina acabou vindo falecer >> por conta disso. com quadro do anos do anos tr anos um ano ano >> eu tenho um primo que ele tá fazendo bola que ele rasgou a bola aqui até aqui naquele naquela gradezinha da da trave >> e ele tem né porque ele tinha 15 a gente tá correndo pra UPA não tinha eles não puderam o menino ficou com a mão aberta acho que até
fez 8 horas da noite porque eles não conseguiam >> fazer fazer a >> estrutura a estrutura porque eles não tinham condição que sai daí. Aí vem a questão da mobilidade que demorou agosto, que era hora de né, horário de pico. Aí demorou para outro hora da ilha, tipo assim, aí >> eu acho, eu pelo menos eu acho que se você tiver que você consiga suportar >> e tiver um transporte que possa te pode por exemplo um carro uma parte do lado vai embora, vai para distante porque aqui o tempo que você vai perder aqui, você
chega hospital lá fora já atendido. >> Olha só, a ilha é o que tem de bom. pela paz e a segurança falta em outras partes, como saúde e >> mobilidade. Mobilidade, >> olha só, voltamos ainda ainda na no no tema saúde, eu acho que também que o que tem acontecido é a má formação de profissionais também. Muitas, muitos cursinhos que não são aprovados, passou até na reportagem hoje em dia, muitos médicos que não são aprovados, >> que quando você chega no atendimento tá pesquisando o remédio não para te presidente, o problema que esse é residente.
A pessoa que acabou de se formar e eles, acho que o custo é menor, automaticamente de manter. Então essa questão >> taca eles lá, a pessoa às vezes é especializada naquilo, não sabe de nada. Eu tô falando porque, cara, eu tenho um filho de 3 anos causando com >> E eu levei meu filho lá e a primeira vez e tipo assim, eu levei, a médica olhou, ela tava, eu falei, pô, para ficar olhando no Google, olhou no Google, pô, aí ela pegou, olhou a garganta, falou que ele tá com a garganta inflamada. Aí minha mulher,
não, minha mulher bateu, ele não tá de garganta inflamada, não tá, não tá. Beleza. Aí ela vou esperar trocar o plantão. Aí falou um carnet, acho que é meia-noite, 1 hora da manhã, mudou. foi um outro médico, ele já foi bem mais atencioso, já era um um um senhor mais velho, né? Então acho que a a acredito eu que ele era especialista e tal, olhou, falou assim: "Vou pedir um exame de urina, vou pedir pedir, eu pedi exame de sangue de urina, saiu o meu filho tava com a ficção urinária severa e a mulher falou
que foi a garganta meu filho e falou: "Não tem nada garganta do teu filho". >> Então a situação da criança deu tá que mor foi mais ou menos isso. Trocou o plantão e a responsabilidade ficou pro outro plantão que não tava sabendo de nada. O que aconteceu? >> Botar uma opinião minha aqui agora. Eu tenho parentes que não é igual fogos, eu não tô defendendo má profissionais, tá? Profissionais antes de fazer esse, mas eu vou fazer um outro ponto. Ainda assim, todos os precaços que nós temos aqui, a gente foi >> meu meu irmão, ele
tem três pequenos. Losto, o posto fecha. Nunca vi isso. Por exemplo, a roupa, fecha o quê? Acha >> vai abrir amanhã muito hora da manhã na madrugada >> loucura passar mal não é afidura loucura de dia quando tá aberto tu vai lá eles viram assim falou médico não tá aí não tem a mand procurar out >> vocês acham então que a saúde é o grande problema também são dois aqui na ilha é >> a saúde e mobilidade tá muito precária aqui na ilha >> saúde e mobilidade é onde onde tá o É, são são coisas
que é ruim mesmo, a realidade a saúde, porque foi o que ele falou, cara, quando tá vai para fora da ilha. por exemplo, eu já cansei de tudo vagas porque exemplo, eu trabalho de cuidador há 20 anos e eh eu falei, eu citei que são mais profissionais, pessoas que são não são bem formadas, eh pulsos que muitas vezes não tem nem validação, então eh não vai só um problema na ilha. Eu fui tirar um plantão no hospitalari, tirar tirar três plantões e no primeiro plantão eu observei que vieram cuidar do paciente e tal e só
lavaram a frente do paciente. Eu fiquei calada. Na segunda vez o segundo plantão, novamente vieram só lavaram. Eu falei, olha só, eh, portanto, o paciente sem só tinha um vinho, tinha feito uma cirurgia de fro e diabético. Aí a esposa dele, ah, a médica falou, o pessoal falou que que aquela ele tá com umas feridinhas nas costas. Seja >> no segundo plantão, quando foram da mãe dele, eu falei: "Por favor, você poderia lavar as costas dele também?" Não, mas a gente não só virar, ó, vocês estão em duas, é só virar ele e fazer o
mesmo para procedimentos que vocês estão fazendo na frente. Quando viraram ele, ele tava com uma escária deste tamanho e necrosada. Eu chamei a médica na hora. Tava num estado de necrose que a médica pegou o pediu misturi e tirou-se a anestesia. Ele não sentia. A carne estava podre. Tava podre. morta, ele tirou aquela casa, ela tirou. Então não é é é realmente profissionais despreparados, entendeu? E descaso >> no rio todo. >> E descaso no rio todo, não é só na Ó, Alex vai passar para vocês um um formuláriozinho para vocês. É um X só, mas
é um só. Qual o principal problema que falou na saúde aqui, né? Botão X aqui. Botou >> só pode marcar um só. >> Ah, tá. >> É >> que olhando bem tem mais de um marcar bem. >> Tem que marcar quase todos. >> Acho que tudo. >> Não, acho que a sala de rou ainda ainda consegue passar. É uma passar batida ainda. Eu falo todo mundo, eu falei: "Cara, aqui não é que não acontece, acontece a gente sabe que aconteceu lugar, mas caraca, eu conf morei, cara, morei em Guadalupe, eu já morei, >> eu já
morei no Meia, >> eu já morei, já morei Pilares, mas é um negócio, >> cara, é um, é uma parada que aqui a gente não acha comum, né? Aí tipo assim, ah, acabou de ser assaltado, vamos dizer assim, um exemplo, estamos aqui no no cofotá, no cacuia com o menino acabou de ser assaltado ali no cofotá, naquele posto, todo mundo fica assim, que isso, meu Deus, não sei o quê. Enquanto lá fora é uma parada normal, né, >> a cada dois sabe, sabe qual o meu parâmetro que eu sempre faço a mesma pergunta por todos
os lugares que eu vou para entender o nível de segurança ou insegurança que tem as pessoas. A pergunta é a seguinte, você tá na rua, toca o telefone, você atende, >> troca daqui tranquilo, cara. Aqui eu atendo agora no meu trabalho. Se tiver na rua do meu trabalho, eu não atendo. >> Eu eu quando eu vou guardar minha moto na garagem eu deixa a cara na moto para abrir a garagem mesmo que eu esteja perto. Não sabe que tem sem o risco a possibilidade acontecer. A questão de confiar mais durante isso daqui eu faço isso
mais umas de fora. >> Mas de qualquer é >> nunca daqu, >> mas sim tem, mas tem pessoas de fora, entendeu? Então a questão já é >> e eu e agora tô falando quem mora aqui sabe, >> eu tô falando a em relação a isso, né, que tu falou negócio de tipo do insul parece até que a gente todo mundo se conhece, por mais que tu não conhece a pessoa or, >> eu sei muito bem que vocês se sentem, porque eu sou de um lugar que tem essas mesmas características, >> tanto que são os dois
únicos lugares que tem gentí, né? Vocês são insulando, pessoal. >> São os dois únicos lugares que tem tem gente, >> então a gente parece aqui todo mundo, eu falo às vezes tu não conhece a pessoa, mas parece é a mesma sensação da conhece todo mundo, >> embora tenha essa essa diferença. Boa paciente tem uma sensação de segurança >> muito maior do que o ano tem. >> Sim, isso que eu tô falando, entendeu? >> Mas em questão à mobilidade, a gente não reclama de nada. Lá ali é de tudo. Ali você consegue transporte, entendeu? É isso.
São muito parecida assim até nessa relação do morador com com o bairro. Os dois dois são sober, lógico. >> Hã? >> Os dois são sober. >> Os dois são é mas sabe o que que é? Se você chega e fala, se você chega e fala assim, pô, ah, pessoal te pergunta, pô, você mora onde? Pô, moro na ilha. Aí ele fala: "Caraca, eu morava lá na ilha." Eu acha que a ilha só >> há uns anos atrás. Eu quando eu quando eu falo que eu moro na Í, as pessoas falam: "Caraca, mora mal". Eu falei:
"É, pela distância eu moro mal, porém aonde eu moro não tem assalto." Aonde você mora tem assalto. >> Aí a pessoa se cala. >> Eu trabalhei na >> A gente mora, a gente mora no bairro que é quase no meu país. Pô, tem um aeroporto dentro do >> A gente também tem um aeroporto na Barra da Queda Tijuca. E a barra pode vir igual nós, mas a barra era da Tijuca. A floresta é da Tijuca. Não, mas é que aqui ação internacional a gente é ali. É só para São Paulo no máximo. >> Esse bagulho
que tu falou de morar quando eu trabalhei na Samsung, eu trabalhei muitos anos na Samsung e quando eu eu trabalhei no Bangu Shopping, depois trabalhei no Carioca Shopping em V de Carvalho. Quente cara >> é lá é lá é lá é muito quente. >> E toda vez que eu falava isso aí queria muitas amizades, falava que morava na ilha. Aí >> fala que mora na ilha. Caraca, parabéns >> tem dinheiro. É porque o pessoal se baseia de Guaranavara. >> Deixa eu fazer uma pergunta para vocês. Olha só, a gente tá falando exatamente isso de de,
né, de identidade, né, até de reconhecer os problemas. E aí eu pergunto para vocês, que que são os representantes da ilha? >> É isso que eu ia tocar no assunto. O que leva muito desses problemas que acontece, não só na ilha, mas como em vários locais, sabe qual que é? é a corrupção, que existe muito corrupto dentro da política, né? Não vou generalizar, mas acontece. Então o que acontece aí? Vai faltar o médico aqui, vai faltar um remédio aqui, porque se muita das vai para onde? Então, aproveitando exatamente essa >> quem são hoje os representantes
da >> cara de na política já envolvido, cara. O, qual o nome dele, cara? também o que eu não sei se ele é deputado, não sei o que que ele é, mas ele sempre posta, é um cara que usa muita imagem da ilha, posta muito no Instagram. Até Bastos, tem não tem Atânia Bastos, tem >> qual o nome dele? >> Tem uma da União da Ilha, tá sempre >> Tavares. >> Wagner Tavares. >> Isso. Wagner Tavares que é um cara que que vê que ele é bem, ele pegou a questão da Paranapõe das Barcas. Ele
tá bem ali em cima. em cima falando focado ali falando assim >> não, tu vê que é um cara que ele ele é bem ativo nas redes sociais assim >> até alterar a grade um pouco de >> ele é muito ele é muito ativo nas redes sociais ele ele grava muito, ele vai nos lugares ele >> assim deixa pão aqui que acho que assim pouco falar o problema do político é político em Sulana é o seguinte tá se aproximando das eleição, né? >> É, >> eles vão aparecer. Ah, não aparece muito >> quando vira o
play >> s vai aparecer quando tiver próximo do outro play. E isso é uma uma coisa que característica nossa aqui que você pode comer. >> Ah, do rio, do Brasil. projet é uma doença que acontece ficaram aqui. Alguém que >> é porque é alguém que tá ali se mostrando toda hora, tá ali interessado pelos problemas da ilha de fato. Agora de resto, mas política não, mas assim eh eu não sei se ele tem algum que tá fazendo o projeto. Eu não acompanho falar que eu que eu sei eu vou estar mentindo. Porém, tu vê que
é um cara que ele ele ele, né? Aí eu não é faz porque realmente as falta as coisas paran fazer uma pergunta de contraponto esse candidato anos mas ele tá fazendo agora porque tá próximo da anos isso de eu vou daqui de 2021 para cá que ele ficou várias vezes eu mesmo já passei por vários perrengs na paruante >> eu gravei vídeo marquei ele ele foi lá repostou Depois foi lá e cobrou na Paran que tá indo até o fundão. O cara tá botando aquela fazer o seguinte, exatamente. >> É, vocês o conhecem? Quem não
quem não conhecia? Quem? >> Esse rapaz >> vocês dois não conheciam. Só vocês dois não conheciam. Coloca vídeo. Vamos, vamos, vamos olhar três vídeos aqui. Coloca no >> nossa secretaria de transporte sacal. E a gente vem trabalhando muito pela questão do transporte. Resolvemos as barcas. Resolvemos as barcas. A gente que mora na ilha do governador sabe que o problema das barcas não foi resolvido. As barcas que saem da praça 15 para o aterro do Cogotá ou do aterro do Cogotá que vai pra 15 é precária. Só existe três horários três horários >> que o governador
posta na sua rede social ao lado da secretária de transporte dizendo que resolveu o problema das barcas. Não tem nada resolvido o problema das barcas, mas eu tive uma audiência com a secretária de transporte do estado reivindicando as melhorias. Eu discutei da secretária que não tinha o que fazer porque não tinha dinheiro para comprar novas imartações. Não é possível que o governador vai sair ano que vem e vai deixar esse problema das barcas da ilha do governador precário do jeito que tá, porque depois vai exatamente única coisa que deu um jeito mais ou menos por
da prefeitura foi a maioria que agora não meio mesmo da melhorou bastante >> o problema das marcas não foi resolvido. E gostaria muito que até o dia que o governador sair do carro, gostaria muito de ver isso resolvido. >> Infelizmente, >> isso aqui, ó, acabou. Era um absurdo mesmo. Um absurdo. >> Era um absurdo. >> Agora vendo isso aqui, ó. Aí era uma >> quem tem carro moto sabe o que que a gente tá falando. Isso daí era muita carro. >> Eu tenho moto. Isso daí era abusivo demais. >> Era muito abusivo. >> Você não
podia ir no hospital e parar ali porque você pagavax. Pode passar por aqui, exerciar o direito de alguém chegar aqui, querer passar um não paga mais que fica graças a Deus agora o taxista pode entrar deixar o tem pagar nada embora. É isso aí. Valeu. Então galera, a gente já interou todos os três estacionamentos, já lacrou junto com prefeitura junto da guarda municipal com apoio da PM, da Polícia Militar. A partir de agora esse acesso está livre. Então se você pô passar aqui tem aí rio rotativo agora pontalão. Você paga só aquilo que você ficar
pelo tempo que você for permanecer aqui. Eu tenho também. Seu direito está garantido. Deus tanto você que é sulando, pode ter certeza que o teu vereador da Venador está atento a tudo que o vereador Wagares é trabalho descaso direito. >> Eu passava por isso quase todo dia. Tinha, eu tinha vídeo, eu tinha vídeo reclamando da >> Eu trabalho no Maracanã, então eu pego, eu uso muito 634 para poder ir para São Cristó atravesso. Agora mudou muito, >> mudou muito. Eu cansei de ficar no meio do caminho no Fundã, na Avenida Brasil. Eu cansei de ficar
no meio do caminho no Cacuia. Cansei, cansei. É mainho agora. É, é a empresa do >> É no BR. A empresa a empresa que esa do BR agora eles não estão dá pra prefeitura agora. Eu vou chamar pessoal assim. Beleza, tá quebrado, né? Tá muita coisa. Isso é vergonha, mano. Meu Deus do céu. Não, mas você >> olha, já peguei o ônibus 34 que chiave mais dentro do Paulo. Eu tinha que estar com guarda dentro do ônibus. >> É horrível. Aí, ó. Que causa de garrafamento. >> Toda hora, a cada meia hora quebrava um na
ilha. nem rodando e eu vou trazer os órgãos competentes para poder me ajudar a fiscalizar essa empresa que trata mal a população da ilha do governador. >> Os caras não são transparentes em nada. Far eles vem >> esse então é o é o >> ele é o trabalho >> sobre esse estacionamento aí o que que acontece? Teve uma vez que eu fui socorrer uma minha minha cunhada criança, cara, que o trânsito tava parado na estrada do alemão. Olha o absurdo. Eu eu tentei cortar pela aquele estacionamento ali para chegar no hospital. Eles fecharam deixaram sair
contraagem. >> Eles falam: "É assim mesmo, era assim mesmo. Era assim mesmo, >> cara. Fiquei doido. Fiquei doido. A minha vontade era passar com o carro por cima da calçada e fugir. >> Outra coisa que >> aí minha esposa não faz isso não. Paga, pagaí. Você também não tem como tomar um banho porque é muita poluição. Eu enviei antigamente para quem vê hoje aí, aí é muito uma questão do iné, né? Uma coisa mais estado mesmo. É igual >> ó, no Rio tinha uma praia que era impossível de ser usada, que hoje em dia ela
tá lotada porque ela tá assim >> própria para banho, >> bem própria, totalmente balneável, era a praia do Flamengo. >> É >> praia do Flamengo antigamente não era impossível. Hoje em dia a água tá cristalina e é uma tendência de despoluir porque aqui é mesmo Bahia, né? >> É sim. Então é uma tendência daqui algum tempo você d uma melhorada na falta de educação. Vai, >> mas você sabe se você tem outro vereador, eu vi que ele é vereador e parece atuante, mas tem outro vereador aqui da ilha assim parece só isso. >> Não, cara,
é de vir na cabeça é ele, mano. >> Restante também desconheço. >> Donato não era Donato. Ele era o vereador. >> Donato tem um Donato também. Tem um Donato. Eu não sei se ele virou mais. Eu não sei se ele acho que ele nunca fez nada. O Donato ele ele ele ficou ele ficou muito mais conhecido aqui na ilha porque ele fazia muita comissão tipo de juntar a galera pá de carro e mas assim de atuante mesmo eu divulgar ele. tinha clínicas >> tinha argentista do Jorge Pereira Pereira Jorge Pereira >> tinha creche anos muitos
anos atrás Jorge Pereira lá atrás >> Jorge Pereira foi clínica >> mas não tão mas não estão mais na polícia >> não. Já são bem bem idosos jáão. Nem sei se tá vivo ainda. botar até o fim dele de graças a ilha. >> Eu ia pro dentista aquele ali na cova da onça que tinha e tinha um aqui também aqui. >> Eu fui da creche do Jorge Pereira quando eu era pequeno. Fui na creche. >> Deixa eu perguntar em relação ao ao Wagner, o que que vocês acharam? O que que vocês acham dele? Tem uma
postura legal. Ele ali fala bem, >> ele bota a cara, né, cara? Ele bota a cara ali, ele resolve, ele ele, ele tenta. Às vezes não dá bom, às vezes ele vai lá, tenta, mas assim, ele ele faz o nosso papel de ir ali cobrar, ficar ali em cima. Só não voto de confiança na próxima. Ele ele é assim, não é um cara de gravata terna e gravata. Ele é mais povão. Ele é povão. Gosto >> na pele melhor do que >> é porque ele é morador, né? Você viu no vídeo ele falando, eu sou
e sou ele é morador da ilha, então ele sabe dos problemas que acontecem na ilha de fato de época de eleição. Tipo assim, como eu falei, teve tem situação que ele se não sei como eu falei, eu sigo ele no Instagram porque um amigo também trabalha com ele, mas se tu vê que o cara ele, por exemplo, ele foi lá na na Prada Rosa, ele asfaltou a Prada Rosa toda, a parte principal, >> porque isso em época de nada, ele só foi lá e falou: "Gente, isso aqui é inadmissível, a juegac também que eu não
tô lembrando o nome dele, muito novinho até policial ele que rodava a ilha também, mostrava as coisas coisas erradas. Entrava dentro dos outros hospitais, não tô lembrando. Prenderam ele discipar. >> Ah, tá. O Gabriel Monteiro. >> Gabriel Monteiro. Ilha não. Ele >> ele não é da ilha não. Ilha não, né? >> Mas era também era >> não. Sim, ele veio. Acho que ele veio aqui >> umas três vezes que ele veio acho que ele foi levando. Foi levando. >> Ele veio, ele gravou médicos dormindo. >> Mora, né? >> Mora sim. Ele é morador da ilha.
E o E o Gabriel ele namora, mas ele veio, ele gravou os mais do que os dormindo aqui preto. A emergência tava cheia, eu fui lá no, eu fui lá no >> aí era para colocar disso. Ficou um tempão lá esperando, esperando, esperando, nada de ser entendido. E o cara que ia fazer hoje isso tava saindo, voltando da sala, saindo, voltando. Eu tava estranhando. Falei: "Pô, o cara tá vendo que tem gente para ser atendida aqui? Quando eu cheguei na porta para olhar, o cara tava assistindo o jogo do Brasil. Ah, >> o cara tava
com telefone assistindo jogo do Brasil sentado. Ah, eu fui pressionando. Eu falei: "Qué como é que é, mano?" Aí na hora que eu pressionei, ele foi lá e me atendeu, entendeu? >> Eu já passei por uma situação mais ou menos de descaso parecida. Foi com meu filho. Eu cheguei com meu filho, ele tava sangrando muito a boca e o nariz. Eh, na época eu não sabia o que ele tinha. Fui pro UPA. Do UPA mandaram pro Evando Freire para atender emergência lá na pediatria. Chegando lá, o médico falou na minha cara que não ia atender
o meu filho, que o problema do meu filho era uma cenusite. Peguei o Uber, fui pro Souza Guiá. Chegando Souza. Meu filho tava com problema de coagulação. Ele tava botando bastante sangue para fora. Aí meu filho ficou internado muito tempo, teve precisou de transfusão de sangue e eu nunca mais esqueço da cara do médico. Meu filho quase morreu >> porque ele falou que o problema do meu filho era uma cenusite. >> O meu pai uma preparada >> muito não. Ele nem deixou entrar na sala. Ah, esse é nos ítimos. Aíou, meu passador, atingiu nervo. Aí
chegou no Evandro, ficou lá mais meia hora e meu passou levar. >> Eu levei ele prefiro paraqua, mas eu não vou perd. >> Deixa o vídeo só pro Alex passar para vocês que é uma avaliação desses desses vídeos aí. Vagar cin tá sobrando aí, por Última questão. Se conhece o passado, é só dar um esquento. >> E eu escrevi, eu botei, eu botei até que falou que escrever, >> eu botei tipo a nota porque eu não conheço o passado dele. Então assim, aí eu botei uma nota assim, ninguém, >> eu botei sete porque eu não
conheço o passado do cara. Depois de >> então, >> né? Depois de eleit não pode escrever escrever. >> Não dá. É moto. >> Coloquei um X no último. Ideia último. >> Botar vou botar sete porque aí é o meio termo é tipo >> passado seis. É porque a gente não falar nada, mas também não garante nada. Tipo, não sei, conheçou, falei, conheço ele deve ter uns 4 anos para cá que eu por Instagram também acompanho ele >> e até porque um amigo meu trabalha com ele, trabalha com ele. Sim, eu também mesmo jeito. Eu tenho
amigos que trabalham com ele, então fal por isso que eu mas assim do passado dele político que ele se ele já foi alguma eu não vou falar que eu não conheço você. >> Queria perguntar uma coisa para vocês, até porque isso tem acontecido assim no Brasil dos últimos tempos, né? Eh, a gente tem visto nos últimos anos, principalmente, essa divisão que tá acontecendo, né, de direita e esquerda. Uhum. >> Bolsonaro, Bolsonaro, Lula, né? Eh, eu acho que o debate é nem sobre o direito esquerdo, é mais sobre Bolsonaro falando de direito esquerdo, mas tá meio
misturado. Difícilmente fal direito esquerdo. Verdade. >> Um pode estar, um pode estar lá para ser LG e o outro não. Vamos falar não existe. Isso não existe. >> Aí hoje em dia, isso que eu falo ali não tem nada disso dele. >> São três vídeos que ele tá falando de ações. >> Não tá nem, eu nem sei qual o partido dele. Ele nem colocar partido, não colocou nada, né? Eh, então até vou usar o exemplo dele mesmo. Vocês acham que se ele se posicionar de um lado ou do outro, ele perde ou ele ganha? >>
Mas foi o que ela falou, as pessoas vai pelo pelo >> contando contando que ele faça. >> Contando que ele faça, sim. Mas se eu acho que se ele escolher um partido de fato, não falo partido, uma pessoa de fato, vamos supor o Lula, eu acho que quem é bolsonarista não vai votar nele. >> Não vai, por quem é bolsonarista vota aí. Pessoas partido, quem é petista vai votar num pessoas que estão ali em conjunto com o Lula. Eu acho que se ele se manter dentro a pessoa, não o o que o cara vai propor,
vai fazer, o que o cara quer de melhoria, não. A pessoa com o que acontece quanto com o Lula porque eu acho que tem como >> eh como parâmetro o o Alexandre de Moral, né? Ele não é da do mesmo partido do do do Bolsonaro, mas ele foi lá do Lula no caso ele foi lá. >> Não, não entendi. >> Não entendi não. >> Entendi. Eu não entendi também. >> Ele tá falando do Alexandre de Morais que ele se mantém neutro. Isso, mas ele tem um lado. Não, ele tem um lado. Ele tem um lado.
Mas ele não é eleito. Mas ele não é eleito. Ninguém >> não. Mas ele tem um lado. Ele tem um lado. >> Não, mas ele não é ninguém elege ele. Eu tô dizendo de alguém que é político. Do político mesmo. Precisa de voto. >> Se se escolheu o lado hoje em dia. >> Total, total. Libera. Eu sinto que as pessoas que elas são um pouquinho ignorantes, elas faixinha, sabe? >> Quem tá aqui não vai para cá e quem tá aqui não vai para lá. Eu acho que se ele se manter no neutro no meio, nem
aqui nem aqui, eu acho que dá certo. Agora se ele escolher um lado, >> eu penso assim, eu penso que, cara, >> eu queria a melhoria. Eu não penso no ah, o que que é o de direita, o que que é de esquerda? Sim. Olha só, eu tô perguntando isso de uma forma geral. Eu queria Tares, esses vídeos é exemplo. Ele não fala nada de ideologia de de direita ou de esquerda. Ele chega, ele fala assim, ó, estamos com esse problema, a gente quer resolver esse problema. Vamos procurar as pessoas que dá para resolver o
problema. >> E é isso que eu a gente acho que a gente amor aqui quer de um político. Eu tô cagando. >> Eu mesmo ten >> aí nós vamos pegar agora o ponto final da da folha que foi dada a nós ali, que que nos foi dada. conhece o passado dele? Eu botei um X porque eu não conheço, mas eu botei uma nota nove porque 10 é só depois dele eleito e eu ver ele fazendo. Agora, em questão do que nós estamos falando aqui, de quem? Dos partidos que estamos falando, conhecemos o passado já. E
é um passado podre. Então >> não tem como, é, não tem como. Se tiver João, Joaquim, Manuel e tiver esse partido aí do Lula, eu não vou votar. Vou votar em João, Joaquim e Manoel. Por quê? Porque já são anos e anos sugando. >> Ela fal da esperança. >> Eu uso de TikTok uso TikTok. Tem coisas que eu acho que eu não, exemplo, eu acho que a pessoa não pode ser extremista de nada, né? A pessoa não pode também. A pessoa tem que ter >> falando sobre sobre a gente como insulano ele fazendo pela gente,
ele pode seguir o partido que que >> o problema é que as pessoas que não não for de acordo com o partido dele, >> a gente concorda com isso, com essa ideia, mas tem pessoas que não concorda com essa ideia. Tem pessoas que vai pela pessoa. >> Você vê, ele não falou nada sobre isso. Meteu a palavra no Cláudio Castro. O >> Cláudio Castro é de quê? Direita ou de esquerda, >> direita. >> Direita. Não, eu sei qual é o lado político dele >> do do coisa, sabe? Do Vagares. >> Ele é aliado Eduardo Pais.
Assim, >> Eduardo Paqu. >> Mas tipo, você vê o >> Eduardo mais de esquerda. >> Eduardo esquerda. >> Não, ele é de esquerda não. Eduardo paz não, pô. >> Ele é central ele, cara. Eduardo paz, pô. Ele é de centro. Ele é aquele cara que ele vai onde, cara que ele é neutro. Ele vai, ele vai com um pouco, >> um pouquinho de cada coisa. Ele é um cara que ele tenta ser bom, ele tenta agradar ambos todo mundo. Tem que todo mundo, tem que desagradar ao mesmo tempo. >> Ah, é, né? Também não tem
como ser 100%. >> O problema do PT é que o PT ele foi uma desgraça pro país. Então, por ele ter sido essa por isso ter sido essa desgraça pro país, >> quando alguém ofereceu alguma coisa diferente, o povo, ó, mudou. Foi, >> eu tô acompanhando esse aí agora eu entrar nesse ponto do TikTok. Eu eu conheci um cara chamado Renan Santos, >> cara, mano, insignificante aí ainda em relação a pesquisa e tal, mas assim, ele fala, ele fala: "Cara, eu não sou de esquerda, não sou de direita, eu também não sou do centrão, mas
eu quero que melhorias, eu quero que tô te falando, eu tenho a esperança que, >> caraca, tem que melhorar, cara. Eu queria que só melhorasse as coisas. Você só queria que tivesse um atendimento decente numa UPA, que o transporte público seja adequado pra população, que as pessoas têm dignidade de eh eh ir no mercado e porque também é um ponto, tudo é muito caro hoje em dia, tudo. Você vai no mercado é um absurdo você gastar R$ 200 e você trazer um saco só, mano. Então assim, a gente teve agora >> R$ 200 é o
lanche dos meus filhos da semana. >> Agora a pouco a a prefeitura pagou R.000 70.000 pra Shakira. >> Sim. É dinheiro nosso, que é dinheiro para quem precisa de um médico remédio saúde, a educaç agora assim renando assim o cara obviamente tem fal tem coisas que ele fala que é meio é meio problemático. Sunto é fogo, né? Assunto de de por isso que ele isso >> muito muito >> sa volta histórias ruines. >> Sai 70 nossas. >> Enfim gente procurem lá no TikTok. Vai é Renan Santos. Depois vocês procuram lá para presidente. Ele é, ele
vai se candidatar agora para presidente. Não sei se é, eu acho que ele não tem lado. Eu acho que ele não tem lado. Pelo que eu tô acompanhando, é um cara que acho que ele não tem negócio de esquerdo, direito. Parece ser do centro, ser do cara do centrão ali que quer quer todo mundo ganha. A segunda pergunta me pega, porque se for ver aqui, eu poderia marcar várias várias coisas. separada, né, que é saúde transporte. É, >> vocês acham que seria o mais importante? Educação para mim também educação. Tava procurando faculdade, graças a Deus
passando na Federal para mim, >> estudar aqui no Fundão, mas não vejo muitas faculdades particulares por aqui, por exemplo. Não acho que a gente tenha muita tem Estácio, >> só está >> Estácio. É isso. >> A mais próxima dele é Está e fora agora >> não temas universidades por aqui, sabe? A gente não tem, sei lá, pelo menos duas, né? Três pra gente dar escolhida, não existe isso. >> A pessoa é >> ela ela é ela é uma é um pouco estranho. O pobre ele estuda na escola pública para fazer uma faculdade particular. O rico
ele estuda na escola particular, >> eu fazer federal e eu não sei se eu vou conseguir sustentar porque eu >> e essa questão de universidade pública, >> olha só, minha filha estudou em colégio público o tempo todo >> e quando nós fomos fazer a inscrição dela lá na PRJ, >> tinha assim um quarteirão de de fila e a e aí e ela escutando e eu escutando também. Não tô nem preocupada. Meu pai já pagou não sei a quem lá dentro. >> Sim. tem muit enferm. >> A minha filha falou assim: "Mãe, eu acho que eu
não vou consegu". Eu falei assim: "Quantas vagas se precisa?" Ela falou: "Falei então a tua Deus já separou. Hoje ela é uma nutricionista, mas outros vagas. >> Ah, mas então, mas ela ela concorreu pela cópia, né? Não, ela ela fez prova mesmo. Ela fez prova, >> Sim, mas ela fez prova dentro da cota de estudante. Estudante. >> Estudante. Exatamente. Se fosse, mas assim, você escuta coisas, sabe? Que você escuta muito sentir, >> mas eu acho que acredito que possibilidade de ter corrupção assim também. Verdade é verdade. >> Eu acredito que tem assim, tem bastante >>
tem até em em Forças Armadas não vai ter dentro de >> até 7 horas da noite. Quem trabalha não consegue sustentar isso. >> É aí precisa ter o quê? Bolsa de iniciação, não, bolsa de iniciação científica para você se manter dentro da universidade. >> Assim, eu não sei se eu vou conseguir, eu fiquei muito de bolsa, >> mas eu não sei se eu consigo manterem todo mundo de trabalhar aí como é que faz? Não faz, né? >> É isso. Por isso que eu tenho eu vou até par escutar você. Eu não tinha escutado você até
agora. Fala comigo. >> Eu estrei sempre na ilha, sempre morei aqui na ilha. Eh, tenho 24 anos. Eu fiz escola particular assim de bairro mesmo por aqui e eu passei na faculdade, eu fui estudar eh jovem, depois eu mudei para UNIRIO e a questão de estudar na URCA sempre foi uma questão de transporte, né? foi a questão mais complicada. Eh, às vezes eu tinha que sair mais cedo para conseguir chegar no horário, então às vezes levava duas horas para chegar na faculdade. Eh, e durante a faculdade, essa questão dos horários realmente é muito complicado para
quem trabalha. E eu entrei na minha licencia científica no terceiro período, foi o que eu consegui, sim. Eh, e agora eu tô no mestrado também eu recebo bolsa pelo governo. Eh, para mim a questão das bolsas elas é bem importante porque mantém o estudante na faculdade porque se não fosse pela bolsa, provavelmente teria que arrumar um trabalho contra. Claro, sempre que eu arrumo alguma coisa, eu faço, mas agora assim, o que eu consigo fazer para conciliar com meus horários na universidade é a bolsa. Porque para você arrumar um trabalho de fora, a gente também tem
outras questões, questão de direito CLT, escala 6 por1. Quem trabalha seis dias por semana também não vai conseguir estudar direito para tá na faculdade. Eu tenho mandado muito tempo de estudo, de leitura, eh, fazer alguma prova. Então assim, é mesmo você tendo um trabalho que você consegue conciliar, é muito cansativo. >> Daí os preparam, daí eu despreparo do profissional quando sai >> não teve não teve cabeça, não teve tempo. O relato dela >> o relato dela sabe isso que aquilo que eu falei particular tá fazendo o universo acontece. Então, meu no mestrado agora de escola
pública e assim e a questão do do das pessoas da escola pública ingressarem, muitas pessoas ingressam, mas muitos essa questão não conseguem se manter por conta dos horários, por conta de ter que trabalhar fora. A questão daagem educacional, muitas pessoas chegam lá na faculdade sem saber escrever leito, saber ler leite. Então é é complicado. Muitos conseguem passar, mas não conseguem se manter até por conta também da distância, né? Eu lembro de estudar >> acaba abandonando >> na faculdade na UPA e tem pessoas que moravam. Então assim, eh, para pessoas sair de Bangu, de sobreiti, de
Madureira para est na 8 horas da manhã, eh, é também muito complicado. >> Então, às vezes não há nem a questão da pessoa conseguir passar na faculdade. Ela até consegue passar, mas conseguir se manter os qu anos dentro da faculdade numa numa rotina tão cansativa. Era muitas pessoas acabam desistindo. Da minha turma que entraram 60, acho que ficou lá uns 20 e pouco. >> E tinha que falar, não é nem só pelo presencial. O EAD também tá muito difícil. Eu sei porque eu faço de ADM e eu faço a distância. É muito difícil, muito, muito,
muito mesmo de verdade. Vamos passar a última folha. >> A primeira é uma pergunta para vocês. Sim, sim. >> Né? diretamente da relação de vocês. A segunda é como vocês enxergam para fora. Eu já fiz o meu o meu juízo de valor sobre sobre ele quando eu bati o bicho de valor, >> ele é uma pessoa que se gesticula bem, fala bem. Eu acho que é bem é é presente ali, né, em tudo que fala que ele sente na pele. >> Aí também acho boca também muito importante, né? Vocês já conhecem aí, já sabe trabal,
eu acompanho ele no Instagram já tem uns anos, tem uns três, quatro anos que eu acompanho no Instagram e assim ele óbvio que ele faz o mediático dele, ele faz, ele quer mas ele faz mediático mostrando >> mostrando ali na prática. Ele falava e fala exemplo, como eu falei, lugares que é esquecido na ilha, tipo assim, eu falo assim, cara, lugares que são esquecidos na ilha, por exemplo, Tauá, cara, Tauá é >> aquela pr a NBS, né? >> Bancários. Bancada bancara esqueci asfalto que tem lá no bancário >> não é horrível do bancário você sobe
nas ruas aqui no Jardim Carioca você não consegue nada você tem que desviar de cada buraco a cada >> buraco não é buraquinho, não é buraco, é crera mesmo. Ó, descobri um bairro da ilha que eu não conhecia hoje. >> Bancários. >> Não, bancar você. Tubia tubiac. Então >> é o fim do mundo da ilha do Vador. Itacolum. >> Itaculum. É barcoá. >> Eu eu não sabia. Descobri, deve ter recente que a ilha do governador, ela não é um bairro, ela é um distrito. Ela é um distrito >> mas era virou barro como >> não
sabia não. Acha eu achava que não. Aí governador, ela não é um bairro, ela é um distrito de >> car agora, cara. É um distrito que dentro dela tem os bairros, tá? Bairos, agora >> é um bairro tem subbair, >> mas se entrar no Wikipédia agora tá dizendo que a ilha ela continua sendo um distrito e os outros são são bairros. Eu falava assim, caraca, que maneiro, tipo, não sabia de atualizar entrar agora e entrar você vai fazer uma entrevista consegue colocar aquele >> Ah, é real, real. Não, tu consegue. Olha só, queria agradecer a
conversa. Foi ótimo. Já acabou >> já uma hora já, pô. Boa. >> Passa rápido, né? >> Muito rápido. >> Passa rápido. >> É porque cada um vai expondo as suas ideias. >> Torcer para que a ilha continue melhorando. >> Eu que falei, eu tenho um carinho grande pela ilha. Estudei no fundão bastante tempo, né? vinha para cá, vem muito na praia da Bica, depois foi conhecendo Boneró em outras regiões, praia da Guanabara. Aí sai da faculdade. Vamos dar um para tomar o >> Ó, eu fui, >> eu fui no D, eu fui no Divin. >>
Eu fui no Divino. >> Agora eu sabia que que é o Divinha. Fui doivinho. >> Já ouvi falar? Já ouvi falar? >> Já ouvi falar? Eu era atrás. Mas muita sorte para vocês. >> Não é muito antigo isso.