[Aplausos] [Música] seja bem-vindo a mais uma cobertura de Congresso Internacional aqui pelo cardio papers Hoje a gente vai resumir para você os principais trabalhos que foram apresentados lá no Congresso American Heart 2024 que aconteceu lá em Chicago e que eu e meu convidado de hoje estávamos lá checando em loco tudo para você o que é que a gente vai discutir hoje aqui Hoje várias novidades boas novo tratamento para icfep que diminui internações hospitalares a gente vai falar sobre o futuro da cardiografia Será que cardiograf vai ser aposentado e trocado aí pela Inteligência Artificial a gente
vai falar sobre o maior estudo que já houve de cicina na coronariopatia E aí a coxina veio para ficar tomou banho de água fria O que que aconteceu vamos discutir em detalhes aqui para você vamos falar sobre o futuro da Cardiologia terapia G Clínica novos tratamentos para lip proteína a aumentada entre outras coisas né várias novidades chegando aí nesse campo de lípides e Terapia gênica na cardiologia vamos falar sobre uma nova esperança no campo da cardio Oncologia que inclusive teve participação foi apresentado por uma brasileira vamos falar em detalhes para vocês né orgulho da gente
ter grandes apresentações aí comandados por brasileiros nos congressos Internacionais vamos falar de várias novidades sobre fa inclusive chegou Será que chegou a hora de você abandonar o anticoagulante na fa e ficar usando só aquele dispositivo de oclusão de apente atrial esquerdo será vamos falar também sobre isso e muito mais controle da pressão no paciente eh diabético uso de espironolactona de rotina no paciente infartado e várias outras coisas separamos aqui 13 trabalhos para discutir aqui ao longo de 1 hora 1 hora E meia com você não estarei sozinho estará aqui do meu lado meu meu parceiro
já aqui de 14 anos aqui do cardio papers né cofundador do cardio papers junto comigo com André Figueredo entra aí fala pessoal beleza mais uma cobertura aqui realmente congresso surpreendeu né vieram vários trabalhos que que a gente achou que não teros no futuro e acabou sendo bem interessante Então acho que é um congresso que foi melhor do que a gente Esperava perfeito Figueiredo E aí o que que a gente vai fazer aqui a gente sempre divide em macroáreas né dividimos aqui f em quatro áreas principais infuência cardíaca para começar depois coronariopatia e fatores de risco
entrando em hipertensão aqui na jogada terceiro ponto arritmias muita coisa aqui de arritmia tanto supraventricular quanto ventricular e por fim novas tecnologias terapia gênica Inteligência Artificial e assim por diante o futuro Da cardiologia vamos começar então com área de ciência cardíaca F que a gente separou dois trabalhos aqui o primeiro trabalho summit né que tava ali muito esperado e temos os resultados agora qual é a lógica a gente sabe que obesidade tem um papel ali né fisiopatológico na insistência cardíaca principalmente na insistência cardíaca fração gestão preservada estima-se que a a prevalência aí de ser fação
preservada deve subir muito nos próximos anos Devido à epidemia de obesidade e a gente já viu ali né Por trios prévios com semaglutida de que o uso de semaglutida eh 2,4 MG uma vez por semana em pacientes com icfep e obesidade MCA acima de 30 trazia melhora de qualidade de vida né associada com perda de peso como esperado e tinha ali uma tendência de diminuir eh internação hospitalar mas os trios né o step FPF tanto com diabéticos quanto sem eh pacientes diabéticos e não diabéticos dois trios Separados eles não tinham poder suficiente para falar sobre
essa questão de internação hospitalar E aí surge o trabalho summit né figuinho que foi usando tiep patida é um agonista dual né glp1 gip que causa bastante perda de peso até mais do que ess semaglutida e testou-se exatamente nessa população paciente com IC fação preservada IMC maior do que 30 bem sintomáticos como a gente vai discutir depois E aí era testado Placebo outis hepati chegando Até a dose máxima né ali de 15 MG semanal e o objetivo era justamente ver entre outras coisas que ia ver diminuição de morte cardiovascular e eh eventos ligados a lência
cardíaca Diz aí ferido o que é que foi observado nesse tri então foi um estudo que eles juntaram 731 pacientes er pacientes com idade média de 65 anos eh mais de metade eram mulheres e Mc médio de 38 realmente um paciente com Mc mais elevado eh e o que eles viram esse desfecho Primário aí foi uma redução do desfecho primário que era o que a gente mais queria ver aí né se tinha algum impacto em morte cardiovascular e eventos de pior de C uma redução de 38% que era algo que a gente já sabia né
eles já tinham publicado isso mas a gente não tinha mais detalhes do estudo e foi importante a apresentação pra gente entender realmente como que isso aconteceu então evento de pior de ser poderia ser mização por is ser ele podia Ir na emergência e tomar um diurético endovenoso ou só um aumento da dose diurético são coisas bem diferentes né E quando a gente foi destrinchar e em os desfechos secundários a gente viu na verdade houve uma redução de 96% de hospitalização por IC O que é uma coisa extremamente relevante Então essa esse benefício do desfecho primário
morte cardiovascular e eventos pior de ser foi principalmente a suas de redução de hospitalização que é bem importante né Relevante né F que continuamos sem nenhum tratamento que reduza a mortalidade nação gão preservada né Por enquanto nenhuma medicação eh n medicamente mostrou esse benefício escrevemos inclusive um post dia desse eh discutindo por que tantos tragos mostraram diminuição de mortalidade em cação reduzida e nenhum até agora mostrou o mesmo efeito em infração de gão preservada tem vários fatores para isso mas enfim qu o nome sem essa sem Essa alternativa Mas como você falou teve diminuição de
internação hospitalar existia aquela preocupação do desfecho ter eh sido atingido basicamente as custas de acertar o diurético vi oral é muito diferente né o paciente chegar dizendo Ah tô cansando um pouco e você aumentar a frozem mida dele de 40 para 80 por dia e mandar para casa depois de uma hora isso é muito diferente o paciente chegar com emag de pulmão você internar o paciente ficar três 4 5 dias No hospital né são desfechos bem distintos mas felizmente né ah para dar mais robustez ao resultado isso foi realmente as custas basicamente de internação hospitalar
figuinha aqui pontos relevantes né que são eh que foram levantados ali nas discussões e tal primeiro o bnp não era um critério obri o NT pro bnp ou bnp não era um critério obrigatório de inclusão no estudo até poderia ter né entre os vários critérios tinha lá NT mnp Aumentado Ou isso ou aquilo enfim mas não era critério obrigatório investimento né exatamente não era um critério obrigatório E aí quando a gente foi ver lá a média do do NT para bnp Ficou ali ao redor de 200 né 195 tal bem menor do que por exemplo
no step FPF né contudo os pacientes mostravam ser até mais graves né tinha um teste de caminhada bem mais limitado tinha aquele coró do kccq também com pontuação lá embaixo né E aí um ponto relevante que Os autores colocaram na discussão e do artigo e na discussão lá na apresentação do do congresso foi isso se você ficar se confiando Ah eu só vou tratar eu tô com paciente obeso e que tá com despin etc e fica aquela eterna dúvida será que é insf será que é descondicionamento por causa da obesidade sedentarismo etc não sei né
como é que eu vou diferenciar E aí muita gente fica se garantindo muito no bnp Ah não O NT para bnp ou bnp veio normal não deve ser C primeiro ponto Lembrar que quando você vai pros scores né o ref pef nem entra né pdo natriurético e o ref PF entra Mas é um dos vários pontos ou seja você tranquilamente pode preencher critério de ser que fação preservada no paciente obeso sem precisar de minip primeiro ponto e segundo ponto como os próprios autores falam muitas vezes você não vai ter níveis muito aumentados vai est ali
um pouquinho tocado e ainda assim o paciente vai est extremamente restrito Do ponto de vista de sintomas e pode ter benefício com ação como a gente viu no Trabalho Acho que esse é um ponto bem importante né é essa é uma questão clássica de prova até né que a gente sabe que o paciente obeso tende a ter um bnp mais baixo então quanto será que a gente pode confiar no bnp nesses pacientes obesos com icfep né então acho que levantou esse ponto porque mostrou claramente que bnp médio não muito alto com desfechos ruins né então
acho que é Esse é um outro resultado que não er o objetivo inicial do estudo mas eu acho que levanta a bola pra gente tomar esse cuidado na nossa prática e relação à qualidade de vida que era eram dois desfechos primários né ele conseguiu reduzir eh o desfecho primário de morte ou eventos de ser qualidade de vida pelo C seq também pel da mesma forma medida em 52 semanas ouve uma redução de eh Uma melhora de 19 pontos né para quem tava usando antipatia e 12 pontos com Placebo Então foi significativo também melhora de qualidade
de vida Lembrando que lembrando né que tem alguns trabalhos que dizem né que cinco ponzinibbio é isso né um outro ponto interessante aqui o CQ foi em 52 semanas e vários outos parâmetros eles mediram em 52 semanas mas o segmento do estudo foi mais prolongado que os anteriores né Foi um segmento médio de 104 semanas para ver hospitalização então isso é um outro ponto que dá uma robustez maior Esse trabalho do que o os outros trabalhos com a catida que a gente tinha visto né outros pontos interessantes Esse trabalho é bem interessante tem vários pontos
pra gente discutir que dava para fazer tranquilamente uma live de 1 hora só sobre ele né mas vamos nos nos contei aqui um ponto que eu achei interessante foi até na tabela um lá ele colocava né que é onde tem as características basais do paciente ele coloca aquela relação cintura altura né Que era 070 e pouco ali no no nos dois grupos e isso eu acho que é um parâmetro cada vez mais o cardiologista tem que se acostumar Por quê a gente tá muito acostumada a ouvir falar né em cintura abdominal mas a própria cintura
abdominal é muito confuso porque tem lugar que bota é 90 para mulher 90 para homem 80 para mulher outro bota 102 88 tem inúmeros pontos de corte diferentes Depende de etnia é aquela confusão e cada vez mais tem sido usado né nos Trabalhos ali de obesidade essa relação cintura altura porque veja mesmo se a gente bota um ponto de corte Ah vamos botar 90 cm para homem né uma coisa um jogador da NBA de 2,20 m outra coisa é um sujeito de 1,60 m né enfim Então faz muito sentido indexar pela altura Já tem alguns
parâmetros que colocam alguns trabalhos que colocam que isso tem um bom fator ali preditor e tal e o ponto de corte para você que não tá chumado é 0,5 né resumindo se você tem 1,80 m Você Pode ter até 90 cm de cintura e circunferência abdominal né daria ali até 0,5 de de proporção passou disso a circunferência abdominal tá aumentado isso tá relacionado com aumento de adiposidade né visceral aquela coisa toda nesse trabalho 0,70 e pouco 0,75 0,77 bem aumentado também parâmetro interessante pra gente se ligar e assim eu acho que um ponto importante que
a gente bateu muo a tecla lá no Congresso é aquilo né fuinha se a gente voltar Estamos agora em novembro finalzinho de novembro de 2024 se a gente voltasse ali para 2020 a gente não tinha nenhum tratamento que alterasse desfecho nac e fação preservada né Nenhum E aí basicamente 21 22 tiveram dois trabalhos com gfl losina né diminuindo basicamente eh desfechos relacionados a c as gfzin entraram ali pesada na na nos guidelines de C frações S preservada dois TR meses atrás no Congresso europeu a gente teve o fine Arts com finer inona também Diminuindo o
evento relacionados a a descompensação de ser eh uma terceira terapêutica aí né dapa empa finer inona e agora a tiep patida também mostrando diminuição de internação hospitalar então felizmente né o nosso armamentário ali para tratar e equação preservada vai aumentando cada vez mais e e muito baseado nas novas medicações né glifos glp1 né antagonista não esteroidal de mineralocorticoid Se a gente fosse para 15 anos atrás 20 Anos Atrás a gente não Tinha nenhuma dessas medicações né não perfeito e e lembrar que a uma diferença especificamente desse grupo de agonist receptor GP1 é que daí os
pacientes têm que ter obesidade até se discutiu no Congresso né Que Será que vale a pena usar paciente não obeso por redução de inflamação etc mas o que a gente tem de evidência até o momento é para paciente com obesidade tanto do step ref como agora do summit né o os benefícios foram demonstrados em Pacientes obesos perfeito ótimo ótima questão inclusive questionou-se isso né figuinha ah se tô lá com paciente que tem sei lá Mc até normal ou sobrepeso mas tem relação eh circunferência abdominal altura aumentada ou seja tem adiposidade visceral né aumentada Será que
tem benefício não sabemos teremos que ver aí em tries futuros certamente serão feitos mas o que a gente tem até agora ótima observação enquanto que glifos e ferin Ona se não tiver Contraindicação né basicamente você pode usar para qualquer paciente com fraç gão preservada né sintomático etc né aqui a gente tem essa grande questão do paciente ter que ser obeso ó ótimo ponto para lembrar então trabalho importante né fica lembrando que no final né aqui da Live a gente sempre elenca né Qual foi o trabalho que a gente achou mais importante então vamos discutir os
outros 12 e aí no final a gente fala aí a nossa opinião do que é que que é que a Gente achou mais importante algum outro ponto aqui quera levantar do do summit Figueiredo não acho que é isso a gente conseguiu reduzir E resumir de forma breve Aí temos mais 12 tá tá bom vamos nessa segundo trabalho né Eh a gente sabe que o campo de de onco tem crescido muito né nos últimos anos se a gente for pegar na nossa época de residência ali 2009 2010 tava começando né primeiras diretrizes ali do cardio onco
basicamente na época a gente sabia não Antra cíclico pode causar cardiotoxicidade era basicamente isso né que a gente sabia uns 15 anos atrás e aí ao longo desses últimos 15 anos a coisa tem progredido bastante né cada vez mais o cardiologista tá ciente né do tanto de medicação radioterapia etc tratamentos oncológicos que podem causar intercorrências cardiológicas tal Então esse foi um primeiro passo segundo passo cada vez mais o cardiologista vai ficando ciente de como ele tem que Acompanhar esses pacientes né lançando mão às vezes inclusive de e con strain dosagem troponin ultrassensível peptide natriurético durante
a a quimioterapia sendo que a gente se encontra ali num cenário às vezes complicado porque muitas vezes a gente já pega o paciente com dano feito uma paciente que tava tratando câncer de mama com antrac Lico e já chega com a fação de 40% né já Já chamam tardiamente o cardiologista aí o dano Tá feito já uhum ou no outro lado Às vezes o cardiologista acompanhando ali de perto notou uma alteração de strain notou uma uma elevação troponina trans sensível mas aí fica a pergunta o que é que eu faço com isso agora fação injeção
tá preservada ainda o strain Começou a cair a troponina começou a subir fazia aí e aí vários tries que a gente tem vários com inúmeras medicações diferentes brá eh enfim estatina várias coisas aí que a gente já testou a maioria ou foi neutro Ou mostrava ali benefícios né Eh mais biomarcador surroga de points e tal o que é que temos de novidades no campo de cardio Oncologia que foi inclusive apresentado por uma brasileira Conta aí figo então isess aí foi um trabalho chamado Sara né que foi apresentado pela Marcele Bonato que que fez a formação
dela lá no cor agora tava num centro lá em Curitiba e foi um trabalho bem relevante que foi até bastante discutido lá fo apresentar no CL tries trabalho Com 114 pacientes que eram pacientes que iriam receber antra cíclico e que já tinham uma tropa ultrassensível alterada né pelo menos é maior que 9999% do percentil então eram pacientes que já tinham alguma eram um paciente de alto risco de desenvolver cardiotoxicidade eles ainda não tinham fração injeção normal não tinham que era de fração injeção ainda E eles pegaram esses pacientes randomizar para usar sacu trius artana naele
esquema de progredia Dos até 97 103 duas vezes por dia contra Placebo o desfo primário foi um estudo de 114 pacientes então ele não tinha poder realmente para ver redução de hospitalização essas coisas a ideia foi como desecho primário era avaliar a incidência de queda de pelo menos 15% do exin longitudinal Global então is daí sendo um dos critérios né pra gente saber que tá tá tendo uma piora isso era avaliado em 24 semanas e o que eles viram que houve uma diferença então o Grupo que usou SAC artana teve sete % de queda de
pelo menos 15% do Shin contra 25% no grupo que não usou eh ess de bartana que usou Placebo o que deu uma redução de risco relativo de 77% então foi um resultado muito bom foi um resultado que mostrou realmente uma redução aí do desenvolvimento para para C toxidade mas que obviamente ainda não é definitivo Mas como você falou é um campo ainda que tem muita muita coisa para ser demonstrada né eles avaliaram Vários esos secundários até até tentaram avaliar eventos clínicos mas não teve diferença como esperado né não tinha poder para isso eh a definição
de ciot toxidade que seria uma queda de pelo menos 10% da fração de direção para uma fração de direção abaixo de 53% que era o critério do estudo eh no eco não houve diferença na ressonância também não houve diferença mas o foi 3% no grupo SAC artana contra 11% no grupo Placebo então Houve uma tendência para melhora mas também o end não era muito grande né Eh de evento adverso como esperado teve mais Hi poção e um pouco mais de hipercalemia no grupo que usou sacab trios artana mas eh foi um estudo bem Interessante foi
um estudo unicêntrico com n pequeno que teve um segmento de 24 semanas Então não é a metodologia perfeita mas é um estudo que conseguiu trazer era eh eh pass controlado randomizado duplo cego Então foi uma Metodologia interessante que mostrou foi uma primeira peça eu acho que para juntar vários outros estudos que vão tentar nos trazer essa resposta se vale a ou não usar usart Então acho cumpriu a função né de acho que cumpriu a função de mostrar que teve esse benefício em relação a strain lembrando né que nem todo mundo tá acostumado com strain né
quando a gente fala de eco Talvez o parâmetro mais conhecido de EC cardiografia né herol Né desde da época De de estudante você sabe que a fração de inão que é uma das múltiplas formas de você avaliar a função sistólica né do ventrículo esquerdo mas a fração gão ela tende se alterar até mais tardiamente né na C cidade O strin que é outra forma né mais sensível de você avaliar eh função sistólica de VR meu doutorado inclusive foi com com juntando esses dois estudos foi com strain mas impaciente para ir pós bariátrica né da pegando
o tema de obesidade do do primeiro trabalho e ele É mais sensível né ele se altera mais precocemente então daí esse insite de pegar um método mais sensível que se altera mais precocemente para você tentar flagrar o início da cart toxicidade mas antes da fação inão ter ter sido derrubada né então acho que ponto bem importante mostra o conceito inicial de que sim o sacit tri bartana pode ter papel relevante nisso A grande questão agora seria você ir para trabalhos maiores tanto para validar Multicêntricos etc quanto para ver desfecho Clínico que em última instância é
o mais importante pro paciente né o paciente quer a paciente né A maioria era câncer de mama em última instância porque ela quer saber em relação a sintomas desfecho né E por aí vai né coisas de repercussão Clínica do dia a dia então o que esperar daqui paraa frente né a gente tem o su do Prada dois que vai sair em 2025 testando também um cenário M parecido e o mainstream que Vai saindo maior pron Mars que 400 pacientes deve sair só em 2027 Então vamos ter vários trabalhos aqui nos próximos anos que vão juntar
outras peças né pra gente poder definir realmente Qual que é o papel se a gente pode pensar em usar ou não sartana pensando em prevenção de cardiotoxicidade boa parabéns mais uma vez a macele todos os autores né a gente sabe a dificuldade que é fazer trials aqui no Brasil né Geralmente você tá lá no seu Hospital atendendo seus pacientes fazendo a parte assistencial e em cima disso você tá fazendo a parte de pesquisa né muitas vezes em hora extra aquela coisa toda Então parabéns aí pro pessoal try super eh completo né como a gente já
falou com stram com ressonância biomarcador etc então que bom que a gente tem aí mais uma vertente a ser aprofundada aí na na cardc olia beleza com esses dois trabalhos então a gente encerra a parte De ser ah Eduardo mas tem vários outros trabalhos em relação ao uso de eh Dea e lactone em relação a a controle de potássio no paciente que usa espirona nac enfim mais uma vez a gente já selecionou 13 aqui dáa para ir para uns 20 trabalhos Mas vamos ficar nesses 13 de ser foram esses dois o próximo que a gente
vai agora Figueiredo em relação a coronariopatia e fatores de risco Vamos botar a hipertensão aqui junto né já que é um dos principais fatores de risco pra Coronariopatia Então vê uma das questões que a gente fala muito né em em coronariopatia aguda é a questão do Risco residual você chegou lá com paciente com infarto né infarto com su semo que seja abriu artéria colocou stente começou estatina controlou pressão aquela coisa toda que a gente tá acostumado dte agregação tal mas a gente sabe que mesmo tratando esses pacientes bonitinho como tem lá nas diretrizes esses pacientes
ainda tem uma chance de Recorrer eventos de ter novos infartos ter que bater em emergência morrerem enfim nos próximos anos que não é desprezível a isso a gente chama risco residual é o que sobra depois que você trata o o feijão com arroz certo e aí tem várias Vertentes figir de como a gente cons seguiria né diminuir esse risco residual duas vertentes são primeiro uma antagonizando a ah receptores mineralocorticoides né porque a gente sabe que quando a gente Tem ativação do sistema mineralocorticoide isso tá relacionado com aumento de fibrose aumento de arritmia aumento de pressão
várias coisas então na hora que você antagoniza o sistema de mineral corticoide você poderia ter benefício um exemplo disso é cpan lactona e outra vertente é você atuando em inflamação a gente sabe que naquela Gênese tanto da formação da placa quanto da estabilização da placa tem aquela questão toda né de leucos Macrófagos monóicos e tal Será que se você entra ali nessa parte e corta a parte inflamatória inibindo interleucinas etc você poderia ter benefício um dos exemplos disso seria cicina certo e aí a gente teve esse trabalho aqui que foi o Clear synergy foi um
trabalho grande mais de 7.000 pacientes e que é um estudo fatorial Diz aí Figueiredo O que é um estudo fatorial do por dois como o pessoal costuma dizer então a ideia é testar duas hipóteses ao Mesmo tempo no estudo né então eles eles colocaram a hipótese de ver se a eh a espironolactona seria benéfico nesses pacientes ão comparando espironolactona com Placebo e ao mesmo tempo a ideia a hipótese de que colchicina para evitar de reduzir inflamação seria benéfico então comparando colchicina com Placebo então teriam aí quatro grupos né pacientes que usaram eh só espironolactona eh
e Placebo comono e cina só só cina e só Placebo e eles Fazer fariam aí uma uma análise estatística para poder ser comparáveis aí esses dois grupos de forma independente perfeito lembrando né que esse desenho de estudo fatorial é bastante usado em Cardiologia de cabeça Talvez o estudo fatorial mais conhecido da história tenha sido Isis do né que na época comparou usar aspirina ou não né no infarto e usar estreptoquinase ou não no infarto e foi um trabalho o mega Buck blusher da história da a cardiologia que Mostrou que tanto estreptoquinase quanto aspirina diminuíam absurdamente
mortalidade ali na fase aguda de infarto mas se a gente for pegar de forma mais recente tem um Augustos também né liderado por Renato Lopes né Eh nosso eterno preceptor meu né pelo menos né que você não fez Escola Paulista Nossa eterno perceptor foi meu perceptor lá na época da da residência clínica na escola Paulista e que o Augusto pegava ali naqueles paciente né com fa e com Indicação de anticoagulação comparava tanto o uso de terapia dupla versus ter tripla e em relação a anticoagulante usava eh anticoagulante oral direto versus vaf Farina né outro exemplo
né então você consegue testar duas hipóteses então perfeito Fido o trabalho era basicamente isso era basicamente 95% dos pacientes eram com infarto com Supra reper fundidos né precocemente ali com colocação de stente né stente Sage e esses pacientes eram randomizados já ali Nas primeiras horas pós infarto e era dividido como você falou né cicina versus Place lactona versus E aí Resumindo muito né porque ess foram dois trabalhos de publicação simultânea no no New England Resumindo muito ambos neutros né as espironolactona de rotina não mostrou benefício nesses pacientes Lembrando que a gente tem o efesos lá
de trás né que mostrou que você usar eplerenona em paciente que tem fação deção menor do que 40% ali na fase aguda De infarto e que tem sintoma de c ou diabetes tiveram benefício continua esse grupo aí a gente vai continuar não muda a gente continua PR escrevendo a dúvida que era maior era se não só nesse subgrupo Mas será que o paciente chegou com infarto principalmente infarto com Supra Será que eu posso botar no carimbo lá da pressão Inspiron lactona para todo mundo era basicamente essa dúvida e a resposta foi Não não teve benefício
então primeira questão da espirona não Muda o que a gente costuma fazer espirão não é perinon tanto faz não muda o que a gente faz continua a conduta que a gente já vinha seguindo né Ok o que chamou muito mais atenção foi o braço da coxina Porque em relação à coxina a gente tem dois grandes trabalhos né ali na Car o ccot com pacientes Agudos 4000 e poucos pacientes e o lodo do para quem não sabe o lodo é De low do Coach né lod dooc 2 que era para paciente com dac crônica ambos positivos
e com benefício 20 e Poucos por de redução de desfecho Em ambos os trios com esses dois trios as diretrizes internacionais foram mudando colocaram ali inicialmente coina como indicação 2B né ou seja considerar em caso de exceção tal mas a diretriz de daqu cron europeia desse ano que saiu 2is TR meses atrás já colocou como 2 A né ou seja meio que usar na maioria dos casos Ok esse trabalho aqui por que que ele foi importante primeiro foi neutro né bem neutro as duas curvas totalmente Iguais ali cicina conceba primeiro segundo é o maior trabalho
que a gente tem de poscina na coronariopatia crônica até agora né 7.000 pacientes basicamente versos 4000 e pouco 4000 e muito do do cocot na coronar opatia aguda maior followup no cocot era do anos aqui foi 3 anos né Muito mais eventos do que nos outros trios etc e foi neutro né E aí meio que banho de água fria Balo de Água Fria ali nessa teoria inflamatória para coronar opatia você já vinha Prescrevendo cosina para paciente com dac crônica sim ou não ferido muito pouco eh paciente que tem tem alguma outra indicação considerava indicar mas
foi uma ou duas vezes não tava na minha rotina ainda não também não tava na minha Sinceramente eu acho que depois desse Trial aí que fica menos ainda né Lembrando que a gente tem um bocado de trial rolando de pocina na na na dac tanto aguda quanto crônica a gente deve Ter resultado desses tries aí nos próximos anos a minha impressão já era antes desse trabalho mas a minha impressão era ó deixa a barba de molho V vamos esperar os próximos tres Pra gente decidir eu não Sinceramente PR VII para ninguém até agora agora eu
acho que ratifica ainda mais segura aqui o Med de Campo vamos observar um ponto importante é aquele negócio né Fido não é só Ah o trabalho foi neutro então não serviu você viu entre outras coisas para Mostrar por exemplo diminuiu a a PCR ultrassensível Como já era esperado e tal mas teve um perfil de segurança relevante né porque assim em outros trabalhos eh levantou-se a bola de aumentar sepse infecção grave até mortalidade de causa não cardiovascular aqui não aqui em relação a infecção grave mortalidade não cardiovascular foi bem neutro né ratificando o perfil de segurança
ali da cicina Mas se a gente for resumir então agora C segredo ó de Coronariopatia a gente já falou esses são tr tries principais a gente tem dois tries também em AVC que foi o chance Tree e o convin ambos negativos não mostrando benefício de cicina em outro tipo de doença TR esclerótica né que é o AVC E se a gente for fazer um mega resumo sobre teoria inflamatória e coronar paati o que que a gente tem até hoje a gente tem o cantus trial com canak no MB mostrando redução de 15% de eventos né
Dr porica que liderou esse Trabalho terminou com o canakinumab a própria empresa que patrocinou a o estudo jogou o canhão ali para câncer porque tinha alguma evidência que poderia diminuir câncer de pulmão não pequenas células enfim terminou nunca sendo colocado ali na no mercado para cardiologia o pessoal não usa e tal mas levantou a bola ali talvez tenha sido o primeiro grande estudo que levantou a bola tem um trabalho com metrexato negativo tem esses três tries de cicina Ind daac dois positivos e o maior que a gente comentou agora negativo E tem alguns tries rolando
com inibidor direto da il6 o nome é sempre ótimo né e ovek maab né que é o porica que tá liderando também que é o Trial Artemis o Trial Zeus que tinha inclusive propagandas lá no congresso e tal eh que a gente deve ter resultados aí nos próximos anos mas que adicionariam novas peças aí nesse quebra-cabeça da inflamação vai coronariopatia mas minha opinião agora é Essa figo deixa coxina de molho por enquanto sinceramente considera casos excepcionais não é V para onde é que vai é não é o ponto final da história porque tem muita coisa
rolando ainda né vai ter outros mas eu acho que agora só reforço que a gente deve esperar esses outros trabalhos para ver o conjunto da obra aí ver realmente quem pode se beneficiar se alguém vai se beneficiar realmente eu concordo acho que melhor segurar por Enquanto Último Ponto F só voltando para pirono Último Ponto bem relevante que o pessoal discutiu lá as discussões são muito boas né do lá no Congresso porque é sempre o algum dos investigadores apresentando o trabalho e depois alguém discutindo né fora do trabalho discutindo alguns pontos relevantes um dos pontos que
foi comentado em a pirona é o seguinte né colocaram-se vários trios lá sobre o uso de tratamentos meio que rotineiros depois de infartos Incluindo glifos sacit e tal e o que se mostrou é ao longo dos anos a taxa de eventos né Eh dos pacientes nesses trabalhos eles vem caindo muito mortalidade vem caindo muito desfechos compostos incluindo infarto vem diminuindo muito então quando você compara por exemplo o EZ o SH lá de trás né que usou eper renon em paciente com disfunção de ve e tal e que mostrou benefício com com esse tri agora né
A questão da espirona a mortalidade é 1/5 1/6 hoje em dia do que era 20 anos atrás e aí obviamente quanto menos desfecho acontece no trabalho mais difícil você mostrar alguma melhora tem que ter um n maior aquela coisa toda mostrando que o nosso tratamento de forma geral né cardiologia eh de uma forma geral vem melhorando muito para eventos Agudos aí nas últimas duas décadas né Eu acho que é outro ponto relevante Beleza feg então aqui em relação a a a coronariopatia tivemos Esses dois trabalhos e aqui a gente botou essa segunda sessão coronariopatia e
fatores de risco né E aí ficou esse trabalho aqui também de controle de pressão hipertensão no paciente diabético e aí fegredo o que a gente tinha até agora de trabalho né especificamente voltado para essa questão pacientes diabéticos risco cardiovascular aumentado devo manter a pressão mais tranquila ali ao redor de 140 abaixo 140 ou mais intensivo abaixo 120 que a gente tinha até agora do trabalho aord bipi que mostrou o qu na época que foi neutro ou seja não teve diferença entre as duas estratégias né Qual foi a grande questão desse trabalho querido na época eles
estipularam que ia ter uma taxa de eventos ali de 4% né ao ano de eventos e n isso no grupo Placebo no grupo conservador né abaixo 140 o que se observou na prática que essa taxa de event foi muito menor foi de 2% só e aí no final das contas o n ficou Prejudicado Porque quanto menor a taxa de event que é observado no trabalho maior a quantidade ass você tem que randomizar para mostrar alguma diferença né e vice-versa melhor most aluma diferença no tratamento exatamente como a a taxa de evento foi bem menor eh
o pessoal falou na época que o o trabalho era underpowered né ou seja ele não tinha poder suficiente para mostrar a diferença entre os dois grupos de todo jeito se você entrar lá nas diretrizes Da SBC da American Heart do es que saiu agora a pouco eles colocam os pacientes diabéticos no mesmo bolo ali dos pacientes de alto risco cardiovascular que devem almejar metas né mais agressivas de pressão apesar da existência do acorde ser ter sido neutro né Beleza e aí o que que foi feito agora esse trabalho aqui o bip Road ele pegou Justamente
esse contexto aí do acorde que tinha acontecido Isso tudo foi um trabalho chinês e eles falaram o Seguinte ó vamos fazer né um novo trabalho né sendo que dessa vez Vamos estipular que a taxa de eventos por ano vai ser né de 2% né baseado no acorde e vamos colocar paciente diabético né tanto de PR secundária quanto prevenção primária com com risco aumentado acima de 50 anos etc etc e vamos basicamente o mesmo desenho Vamos botar ali um grupo 140 outro grupo abaixo de 120 né com isso um n bem maior para poder ter poder
para E aí colocaram 12.000 e poucos Pacientes o triplo basicamente né do do acordeo n muito maior e aí Resumindo bastante de novo né a gente teve uma redução ali de 21% de desfechos cardiovasculares com essa estratégia do do bip Road né era o médico assistente que escolhia né de acordo com os guidelines lá mas ele que escolhia as medicações tal O importante não era se era medicação x y z era se a pressão tinha baixado ou não e de fato baixou quando você comparava o grupo Conservador com grupo intensivo a pressão era bem mais
uns 15 16 mm de mercúrio abaixo no grupo intensivo né eh e aí teve diminuição de 21% de desfecho não teve diferença de morte grande parte dessa diferença foi em redução de AVC que é esperado né a gente sabe que PR alta é é o principal fator de risco para AVC isquêmico no final das contas né Eh então foi isso que o estudo mostrou E aí fica o questionamento O que é que os guidelines mostram né eles falam para Você manter uma pressão sistólica abaixo de 130 isso baseado no Sprint sendo que o Sprint de
2015 ele mantinha pressão no grupo intensivo abaixo de 120 por que que o Sprint usava 120 os guidelines di 130 porque no Sprint tinha aquela questão que a pressão não era medida pelo profissional de saúde era colocado lá no aparelho eletrônico o profissional de saúde saía da sala e o aparelho eletrônico ia medindo a pressão do paciente e tal tal isso daí tende a a Tirar um pouco né do efeito jaleco branco da jogada E aí provavelmente uma pressão de 120 lá no try Sprint deveria corresponder a a 130 na vida real por isso ficou
130 nesse try pelo que tá dito lá não era medida normal mesmo de pressão pelo profissional de saúde então um primeiro questionamento é se você vai para o guideline europeu atual ele diz olha pacientes de forma geral incluindo diabético você deve almejar uma sistólica entre 120 e 129 mais perto do 120 ali beleza é condizente com esse trabalho mas nesse trabalho se você for ver uma boa pass dos pacientes ficava abaixo 120 E aí será que você deveria ser mais agressivo ainda com paciente diabético questionável o fato é reforça o que os guidelines já dizem
de que paciente diabético entra junto com a maioria dos outros pacientes de alto risco e que você deve almejar metas mais baixas de pressão Lembrando que era um tri na China né então pacientes Orientais tem uma série de de peculiaridades em relação aos ais né tem risco de sangramento maior IMC acima de 23 por exemplo já é considerado alterado enquanto que no no no ocidente acima de 25 enfim tem uma série de peculiaridades né de idiossincrasias ali do paciente oriental então tem essa esse problema da validação dos dados né paraa população ocidental mas trabalho importante
também que reforça essa tese de que a gente tem que ser agressivo ali no controle da Pressão gostou desse trabalho querido não um trabalho bom acho que realmente era uma pergunta Ainda que tava meio em aberto né com com a história do acord neutro então foi um trabalho interessante sim perfeito bem vimos inuência cardíaca o sumit da tepati na obesidade vimos o Sara de sacb vz artan na cardc olia na parte de dac fatores de risco falamos do Clear synergy e dos dois braços dele pirono e cicina da dac aguda ambos neutros e falamos agora
do Bpr Road controle intensivo de pressão no paciente diabético Vamos agora para parte de arritmia é aqui a gente tem quatro trabalhos eu vou começar até mudei a ordem aqui F para passar a bola para você vamos começar pelo Brain AF certo que a questão aqui é o seguinte a gente tá acostumado já pelas diretrizes se for diretriz Europeia o chads v se for pela americana e pela brasileira o chads Vasco não importa o que importa é se o paciente tem aqueles fatores de Risco tradicionais né hipertensão diabetes sência cardíaca idade avançada tal esse paciente
pontua mais nesses escórias de risco eh tromboembólico e ele ganha de coagulação de rotina já no paciente que não tem esses fatores de risco que tem por exemplo um chá des Vasco de zero a tendência é você deixar quieto não usar nada nesse paciente né F A questão é será que anticoagular pacientes de rotina poderia ter algum benefício em prevenir por exemplo e Progressão Inicial ali de um quadro demencial Inicial né porque existia aquela teoria de que talvez microembolia podiam eh ir comprometendo a função cognitiva do paciente etc explica aí o que foi o estudo
Brain e e o que ele mostrou Será que vale a pena a gente começará pass Cent ch vasque zero agora diz aí era uma dúvida relevante realmente e daí eles fizeram isso eles pam paciente então que tinha uma idade entre 30 e 62 anos acima de 75 já Ganharia um ponto no chv e que não era pert não era diabético não tinham IC que eram basicamente de baixo risco de eventos realmente e o desfecho primário a ideia deles era era ver uma redução de AVC e a embolia sistêmica como a gente tá costumado mas essa
questão de deino cognitivo que eles usaram l o scor Moca que ele é mais sensível para detectar pequenas mudanças no déficit cognitivo né tipo minimento ou turbinado né F minimento ou turbinado Então eles usaram o mais sensível para pegar realmente pequenas diferenças se elas houvessem né eles pegaram 1235 pacientes idade média de 53 anos 25% sexo feminino quase 80% é com fa paroxística seguiram por 3,7 anos quase 4 anos e o o o que eles fizeram de intervenção para ver se teria algum benefício seria tentar rivar sabana de 15 e aí foi uma discussão eles
comentaram que não usaram a dose de 20 para reduzir o risco de sangramento Mesmo que eram pacientes de menor risco então riv de 15 contra Placebo Será que usar uma dose um pouquinho mais baixa rabana conseguiria reduzir pelo menos dequino cognitivo alguma coisa assim e nesse segmento aí de quase 4 anos eles não viram diferença nenhuma então não houve diferença nem nem em AVC M sistêmica nem em decmo cognitivo Então não é que foi um estudo irrelevante foi um estudo importante na verdade porque ratificou as recomendações das Diretrizes né então esse paciente realmente de baixo
risco nem para melhorar de Clínico cognitivo nem para outros desfeitos menores Não valeria a pena a gente considerar an coagular se for só por causa disso então um estudo interessante eu acho que ajudou reforçar uma peça mais aí no quebra cabeça da coagulação fa acho p important F teve a gente até publicou isso também no Instagram uns três meses atrás tem um artigo muito interessante se eu não me Engano do lanet que mostra que 50% mais ou menos 49 para ser mais preciso da dos casos de demência seriam preveníveis e a grande maioria desses fatores
prevenir S justamente da nossa área do cardiologista tipo sedentarismo LDL alto eh hipertensão diabetes tabagismo e assim por diante né então bem importante isso porque eu acho que não é uma coisa que o cardiologista pensa tanto né ah tô tratando aqui os fatores de risco cardiometabólicos do paciente você Geralmente pensa que você tá previnindo infarto cardíac e tal mas você também tá prevenindo demência Lembrando que demência é uma causa altíssima de mortalidade né nos Estados Unidos Brasil etc e todo mundo que já acompanhou o paciente com quadro demencial sabe que é um quadro que além
de ter mortalidade alta né consome muito o paciente a família né coisa extremamente complexa Então apesar desse trabalho ter sido neutro né não ter mostrado benefício em Relação a isso lembrar o papel crucial do cardiologista em prevenção de casos futuros de de demência né perfeito perfeito aí Fido esse tá aí beleza a gente viu então que em chades eh vasque zero xades vi zero basicamente não tá indicado an coagulação mesmo reforçando isso mas aí vem uma outra provocação Será que a gente poderia eliminar o uso de anticoagulação no paciente que tem indicação que tem ch
vasque alto e aí esse trabalho foi bem interessante Porque v a gente sabe que é uma parcela significativa dos pacientes com term indo para ablação já descul timos demais ablação aqui né na no cardio papers tirando o cenário de pacient que tem ser eh avançada aquele todos aqueles detalhes lá do trabalho CF e tal que não vamos entrar agora em detalhes aqui mas tirando essa subpopulação muito específica em centos muito específicos tal você não tem evidência que a ablação diminui mortalidade AVC esse tipo de Coisa mas ela diminui burd faa quantidade de arritmia E por
aí vai ok É fato uma boa parcela desses pacientes vão para ablação primeiro fato segundo fato esses pacientes todas as diretrizes dizem já caiu várias vezes na prova de título isso diz você ter feito ablação ou não do paciente não vai mudar a estratégia de anticoagulação posterior ou seja se você mandou um paciente para abação ele tinha um chá de vasc de três ele tinha indicação de anticoagulação Antes vai continuar tendo depois porque a chance de recidivar arritmia é é razoável no longo prazo e tal Ok mas aí vem aquela questão em paralelo a gente
tem o o o dispositivo de oclusão de apente atrial esquerdo mais conhecida é watman né que você oclui ali o apendice atrial esquerdo local onde a maioria dos trombos na fa é formado e tem alguns trabalhos que sugerem não inferioridade em relação a por exemplo lafarina né contudo Hoje em dia a gente usa e Dok na Maioria dos pacientes com com fa não usa vaf Farina tirando questão né de custo tal e aí fica a pergunta Será que o paciente que vai para uma abação Será que não dava para aproveitar além de fazer a abação
colocar um apice um oclusor de apêndice e acabou o paciente sair sem anticoagulante de procedimento né ou usado só durante ali pouquíssimo tempo pós o o dispositivo mas a longo prazo ficasse anticoagulante e essa foi a a pergunta do estudo op basicamente Eles pegavam pacientes que ou tinham feito abação recente ou que iam fazer em breve e eles randomizar para um grupo continua usando doac né anticoagulantes nov podia ser qualquer um dos dos anticoagulantes sis diret mais comum foi a PX abana Ou eles colocavam oclusor usavam anticoagulante um tempinho ali protocolo de pós oclusão mas
a longo prazo ficava só com com oclusor mesmo e era um trabalho de não inferioridade para mostrar né se seriam eh estratégias Equivalentes e Resumindo o trabalho mostrou que em relação a eventos morte eventos tromboembólicos eh as taxas foram muito parecidas né atingiu a não inferioridade e em relação a sangramento é meio óbvio né um grupo tanto culando outro grupo não tanto culando sangramento né Isso aí é eh é profecia autorrealizável como se diz né E aí ficou aquela questão né começaram a levantar a bola Pronto agora aí já começou a aparecer no Twitter né
o Pessoal mostrando lá não acabei de fazer aqui ablação mais mais o TIM tá resolvida a vida do paciente será que é isso e esse trabalho é bem importante o João mandrola que é um cara que a gente gosta muito bateu muito nesse trabalho lá na cobertura dele e tal e ficou um questionamento grande porque para a imprensa le para o paciente pode dizer ah eu vou para um procedimento que vai me curar de faa a gente sabe que não é o caso a maioria dos pacientes termina Recorrendo fiar a longo prazo primeiro e segundo
Vou colocar ali um dispositivo Zinho que eu não vou ter que usar mais anticoagulante que a gente sabe que é um problema Imagina você usar an calculante durante 5 10 15 20 anos tem custo tem risco de sangramento né Mas será que foi isso seria a cura perfeita de fa né se tira a ritmia e tira o risco de AVC Pois é mas assim aí Resumindo né ess trabalho tem várias questões metodológicas eh bem interessantes sobre desenhos de trabalho Na inferioridade etc né como a gente cobrindo um bocado de trabalho daria para fazer uma live
só sobre ele também mas pontos relevantes aqui que a gente tem que levantar primeiro tem a questão da quantidade de eventos que acontecem no trabalho digamos ferido que eu vou fazer um um trabalho tipo Isis do certo o Isis do não comparava a s versos Placebo né para no paciente com infarto a maioria dos pacientes infarto com suc AL uma taxa de de eventos mortalidade e Tal e o as mostrou claramente que era muito melhor do que o Placo Ok se eu inventasse aqui da minha cabeça agora né ah vamos pegar cúrcuma que algumas pessoas
gostam tanto vamos pegar aqui F paciente com infarto com Supra vou seguir esses pacientes durante um mês e um grupo eu vou dar aspirina outro grupo eu vou dar cúrcuma da minha cabeça e eu quero mostrar que as duas estratégias são similares dificilmente eu vou eh conseguir mostrar isso né porque não Existe Grand mostrando evidência de CCA nesse sentido e enquanto que a s é super e é super solidificado e se você pega paciente com Síndrome Coronariana Aguda em um mês eles T muuito evento eles tem muita morte tem muito infarto né enfim E por
aí vai Então nesse cenário eu vou ter muito evento no no no quadro normal a Aspirina vai diminuir evento para caramba a cúrcuma não vai e aí eu não vou conseguir mostrar no inferioridade da cúrcuma em relação a Aspirina nesse Cenário certo beleza mas aí Digamos que alguém vamos para outro cenário agora coronariopatia crônica né que a gente sabe que estatina é top diminui para caramba mortalidade e tal aí alguém chega e fala Olhe eu acho que curcum é tão bom quanto estatina na coronariopatia crônica aí alguém vai chegar e vai falar não Beleza Vamos
fazer um TR primeiro como eu sei que estatina é muito bom no no paciente coronário crônico eu não posso comparar Com o Placebo né porque eu estaria expondo paciente né tem que ter a terapia padrão que é estatina então um grupo vai usar estatina e o outro grupo vai usar a cúrcuma digamos e eu vou comparar um com o outro para dizer se é não inferior e tal e aí Digamos que alguém chega e fala a gente não testou 30 dias para coronariopatia aguda vamos testar 30 dias também PR coronariopatia crônica E aí qual é
a bronca um grupo a gente sabe que coronariopatia crônica Tem 1% de evento ao ano 2% é muito pouco ou seja em um mês Digamos que eu coloquei sem paciente de um lado sem paciente do outro depois de um mês adivinha ninguém vai ter morrido porque é coronar opatia crônica a taxa de evento é muito pequena então se eu comparo estatina com cúrcuma durante 30 dias no paciente coron hipatia crônica e eu desfecho sei lá morte infarto provavelmente eles vão dar estratégias não inferiores porque não Teve evento não teve evento né Sim resumindo conclusão da
resumo da opera é muito importante que a quantidade de eventos no TR não inferioridade seja próximo do que você estimou lá no começo certo Por quanto menor for essa taxa de evento mas vai eh facilitar a não inferioridade você dizer que os dois são iguais o que aconteceu nesse tri eles previram que ia ter uma taxa ali de 10% de eventos que era morte e embolia vc tal no grupo com Doac né e no final das contas essa taxa de evento que era para ser de 10% foi de 5.7 58% quase metade do que tinha
sido planejado isso por si só já favorece muito a não inferioridade primeiro ponto segundo ponto dentro dessa taxa de eventos Eles colocaram morte no meio mas vê morte normalmente não é diminuído por an ul an tanto é que nos trabalhos originais lá o aristotel com a sabana o Rocket com rivero sabana que fazia não inferioridade em relação à Farina não Entrava mortalidade no endp primário o endp primário era basicamente AVC e evento embólico né E foi demonstrado na inferioridade E aí vê que interessante esse tri aqui teve um n de 1600 pacientes mais ou menos
quando você vai lá pro rocket para aristot era 12 14.000 pacientes era um n muito maior do que esse né porque tava focando basicamente evento embólico até o mandrola falou provavelmente um Trial como esse você deveria tirar morte da jogada ficar só Com o evento embólico ali você ia precisar de um n5 seis vezes maior do que esse para mostrar no inferioridade de fato então mandrola que é um cara muito crítico falou isso a Roxana meran né que também é publica demais em relação a eventos antitrombóticos tal falou alguma coisa muito similar Olha a taxa
de evento foi bem menor do que eu esperado Então não é um conclusivo etc etc né vários especialistas falaram a mesma coisa né e e é bastante compatível Que os TR na inferioridade fala então acho que duas coisas muito importantes aqui fid Resumindo aqui esse trabalho primeiro se a gente for PR dispositivo de oclusão de acia atrial vamos pra diretriz de fa que saiu 2 3 meses atrás europeia ela é indicação 2B nível de evidência C que é basicamente a pior evidência que existe e a indicação seria usar nessa indicação muito fraca usar em paciente
que tem contraindicação anticoagulante a longo Prazo mas que tem xadv Chad Vas alto primeiro ponto não é isso que a gente tá falando aqui certo a gente tá falando de pacientes normais que podem usar anticoagulante etc etc que fizeram ablação etc etc então a meu ver não muda as indicações que os Gu Lines Estão dizendo primeiro ponto segundo ponto a gente tem que ter muito cuidado para não ver o ABS e saiu no New England tal aquela coisa toda olha ali o abstra e começa a divulgar assim ah vamos curar o Paciente vamos fazer ablação
com osor que aí o paciente fica curado dfa E não precisa dentro Cante mais nunca na vida não é isso por todos esses detalhes que a gente tá falando aqui não é isso que o estudo mostra né e eu acho que o terceiro e último ponto é eh esse paciente tinha Ch de B Med de 3,5 então era esperado uma taxa de evento x realmente e como a gente viu foi bem menor uma das coisas que o pessoal falou é olha será que o Chad V Chad Vi será que é o melhor escória para você
acompanhar paciente pós ablação Porque de fato pós ablação o paciente tende a ter bem menos arritmia do que o paciente que não fez aação tem estud lógico tem estudos que falam que quanto mais é Fi aente tem maior a tendência dele ter embolia na hora que ele tem menos fa o burden diminui esse risco diminuiria Será que a gente deveria ter novos scores né pós ablação para prever melhor o risco de de evento embólico do Paciente enfim esse é um aprendizado interessante do estudo então esse daqui Talvez seja o em termos de metodologia o estudo
mais capcioso aqui do do congresso todo que a gente tem que ficar ciente nisso um exemplo perfeito de de como não interpretar de forma incorreta um abstract l só abstract que é é aquilo sem saber os detalhes do desenho exatamente e por isso que a gente fala que o médico cada vez mais não tem como o feijão com arroz de medicina base Evidência tem que saber Bas cão para interpretar um TR de superioridade base cão para saber um TR não inferioridade e assim por diante né então estudo option bem interessante mas na nossa opinião não
muda a prática Clínica por hora Precisamos de mais avaliações aí perfeito beleza ferido termin já falamos de dois estudos de faa Vamos pro terceiro e agora antes da gente ir para outra ritmia dessa vez vular que foi o estudo arrest eif V Fido a gente nessa Diretriz que a gente acabou de comentar de fa que saiu 2 TR meses atrás no Congresso europeu ele fala de um acrônimo chamado care né diz aí o que é esse acrônimo acrônimo care eles tentam ver todos os passos que tem que seguir para tratar um paciente cuidar de paciente
com fa qu de cuidados né então se seria comorbidade que é o que o rsf vai mostrar né que a gente vai discutir aqui o seria de evitar AVC anticoagulação Chad desv Vai dar Anticoagulante ou não o r seria para reduzir sintomas e o f serja evaluation acompanhamento avaliar periodicamente esse paciente então o ASF que foi apresentado vai tocar no ponto de C que seria a comorbidades Será que a gente intensificar o tratamento de comorbidades desse paciente poderia e reduzir a chance de ter novos eventos então basicamente isso Caria né E aí bem interessante né
por a gente tem trabalho por exemplo que restringe quantidade de Álcool no paciente com faa e vê que ele tem menor recorrência da aritmia a gente tem trabalho eh controlando a apneia do sono ou fazendo o paciente perder peso e vendo a quantidade de arritmia mas a é difícil você ter um trabalho que junta isso tudo meio que num pacote só como as diretrizes falam então era isso que esse trabalho fazia ele pegava paciente que tinham feito a ablação né E aí dividia em dois grupos um grupo ia para esse Tratamento intensivo das como idades
aí tinha meta bem direitinho eh um dos critérios de inclusão era paciente ter IMC maior do que 27 então perder pelo menos 10% de peso fazer atividade física tantas vezes por semana pressão sistólica de tanto glicada controlada LDL acima de 100 vai usar estatina para tá né do Sono enfim tinha um pacotão ali de tratamento das comorbilidades né e de fato a gente viu diferenças por exemplo a perda de peso foi bem maior no grupo Intensivo do que no grupo controle a pressão sistólica ficou bem mais controlada no grupo grupo eh ativo do que no
grupo controle e assim por diante e o que é que se viu a o objetivo final ali do trabalho era ver depois de um ano Quantos por cento desses pacientes ficaram 100% Livres da arritmia e todos eles recebiam looping contável né para ver se tava tendo recorrência ou não e teve uma diferença grande 61% do do grupo ativo intensivo ficou livre de Arritmia versus 40% no grupo controle né mostrando que esse feijão com arroz bem feito do controle cardio metabólico diminui muito né a o burd de fa recorrência da arritmia e assim por diante acho
que trabalho bem trabalho pequeno né poucos pacientes ali mas bem interessante para ratificar O que as diretrizes já dizem né figira perfeito e e é uma das coisas mais negligenciadas em geral aí no ambulatório né E o pessoal quer dar anar ritmo quer ver Controle de ritmo controle de de frequência etc mas não não pega as comorbidades que às vezes vai ter um impacto maior até do que pensar em em outras condutas aí então Não deixe de tratar comidade seus pacientes com fa em qualquer outro caso também isso foi interessante né tô acho que foi
nessa nesse painel de de arritmias eh teve um arritmologista super conhecido lá que ele foi ele fez meio que o aquele evolução histórica né Ferid da do tratamento de arritmia em relação a várias coisas em relação a drogas antiarrítmicas em relação à ablação ele até brincou né em relação à aação tem e criação tem por radiofrequência ele até brinca né apesar da técnicas ir evoluindo né a a taxa de sucesso de bação ali pode aar não mudou tanto né ao longo da dos últimos 10 anos por exemplo então muitas vezes você tá discutindo lá com
o super especialista se vai ser crio abação se vai ser por Radiofrequência e tal e às vezes a a a diferença Clínica vai ser Marginal E você tá tolerando paciente com Mc de 28 paciente com índice de apneia po apneia de 32 sem tratar com pressão sistólica de 144 sem tratar adequadamente E por aí vai então às vezes e muitas vezes já o feijão com arroz bem feito vai fazer muito mais diferença do que esses pequenos micro ajustes né de de especialistas e tal né bem releva é fundamental acho que ter um poster para No
consult último trabalho de arritmia falamos três F normal né fa é a arritmia que a gente mais vê no consultório mesmo né tirando extrac mas agora a gente vai para arritmia mais grave que inclusive né pode levar morte súbita tal que foi o estudo ven 2 né querido V anos atrás 2016 Se não me engano saiu no New England o venish 1 que era o quê era um pacientes com cardiopatia isquêmica que tavam ali com com CDI né boa parte de Prevenção primária tal e esses pacientes começavam a ter arritmia ventricular que era refratária por
exemplo a um antiarritmico casa Começou a cair já né paciente começou a fazer tempestade elétrica coisa do tipo é super desconfortável ficar recebendo choque ali né do anti arit da do CDI E aí ficava a dúvida no venish 1 né o anos atrás se eu começo a associar novos antiarrítmicos em cima daquele primeiro ou se eu vou pra ablação da arritmia e a Ablação mostrou que era melhor esse foi o cenário do venish 1 Uhum agora a gente teve o venish 2 que também foi publicado No new foram várias publicações né na nesse congresso da
New England e que a diferença era basicamente o seguinte enquanto que a casa já tinha caído no v1 o paciente já tava tendo arritmia refratária a antiarrítmico aqui não aqui era um paciente com copati química fa gestão média se 34 C Eh boa parte dos pacientes tinha recebido CDI ali como Prevenção primária mesmo né a gente sabe que os guidelines encam né CDI em prevenção primária para na cardiopatia principalmente isquêmica e beleza esse paciente tava ali de boa A grande questão é uma vez que você colocou o CDI show a chance do paciente morrer por
uma arritmia ventricular diminuiu enormemente porque tá lá para chocar né o dispositivo contudo se ele tem choque do CDI a gente sabe que isso prejudica para caramba caramb qualidade de vida Tem muito paciente que fica até meio que com transtorno dist estés pós-traumático né com medo de tomar outro choque ali e tal ou se esse paciente fica indo pr pra emergência né porque tá recorrendo arritmia fazendo deada elétrica tudo isso piora muito a qualidade de vida do paciente e aí a pergunta seria aqui né como é que eu faço para evitar que esse paciente ten
essas intercorrências ter que ir numa emergência porque tá tendo arritmia ou receber um choque do CDI que Incomoda para caramba e aí a dúvida seria seria melhor mandar esse paciente para ablação direto meio como terapia de primeira escolha ou vo do bo velho antiarrítmico nesse caso era os dois principais era mild Daron e Salt lol diz aí o que que estudo mostrou figir então foi um estudo com 416 pacientes dos Estados Unidos e Canadá né eram pacientes que tinham ação média de 34 como você falou né A grande maioria 95% eram homens e Ah eles
fizeram essa Rização Quando ia para ablação ou droga antiarrítmica eles fazzi viam um perfil para ver se o paciente se encaixava mais do profil sor taló ou Aaron e usava uma dessas duas medicações né Uhum o que eles viram o desfecho primário era um composto de morte E arritmias então era choque apropriado por CDI tempestade elétrica ou um ataque ventricular sustentada abaixo do Limiar que o CDI daria o choque e houve uma redução de 25% eh fazendo uma ablação comparado com Antiarrítmico então aqui diferente do v1 que táa todo mundo usando antiarritmico eles botaram eh
ablação em cima ou melhorou o anar ritmo a que no ben2 ninguém tava usando antiarrítmico e eles compararam basicamente só oblação contra só antiarrítmico e conseguiram mostrar essa redução de 25% quando foi analisar o que que levou a essa redução foi basicamente uma redução de 74% de TV abaixo do Limiar do choque do CDI Uhum Então os outros morte tempestade Elétrica choque apropriado por CDI não teve diferença sugerindo aí que talvez fazer oação de cara poderia ser benéfico para esse paciente mas Aí surge essa questão né o quanto que é que é importante isso óbvio
que uma TV que o cara tem que para Emergência é desagradável tudo eh tem a questão da técnica também a gente sabe que diferente da fa que tenho técnicas bem estabelecidas na abação de taque ventricular pode ser muito diferente de Um centro para outro quanto que isso é a gente pode eh levar em conta com nosso serviço então eu acho que tem vários pontos aí ainda que precisam ser discutidos para poder falar que primeiro passo realmente abação esse trabalho acho bem interessante querido mas esse trabalho aqui realmente eu acho que é mais para o o
o subespecialista realmente né porque se você for pensar eu trabalho basicamente em SUS hoje em dia e tal bem suj a gente não precisa Nem dizer né a gente nem coloca CDI de prevenção primária sim né porque não não tem condição então primeiro esse trabalho aí era os pacientes já tinham recebido CDI então se você tá no su que você não vai botar CDI de prevenção primária basicamente o trabalho não se aplica né basicamente se você tá colocando em prevenção secundária o paciente já teve arritmia ele não se aplicaria tanto também porque você já tá
entrando também com ante rítmico junto Né ali enfim mas tudo bem Você poderia considerar fazer o CDI com aação e tal mas no SUS eu acho que é muito limitado aqui a aplicabilidade desse estudo e mesmo quando você vai pro privado a maior parte dos planos a gente não consegue colocar tem bastante dificuldade de colocar CD em prevenção primária também né Então apesar de certamente ser um trabalho bem feito com informações importantes acho que infelizmente pra população brasileira a Aplicabilidade não é tão grande no SUS realmente de fato não né mas trabal ponto interessante é
um ponto interessante porque eles compararam a ablação com sotalol e a abação com amaran também né E eles viram que a abação foi foi bem superior ao suar log mas contra amarona Parece que foi meio pau a pau então el grupo Mas será que a amarona tem um efeito mais potente que S talor realmente tal acho que é esse é um ponto Importante né porque o pessoal questiona isso inclusive na discussão essa essa diferença não teve diferença no grupo que os homens não teve diferença no grupo porque usou S ló as duas explicações que eles
levantam uma é essa provavelmente a amarona é um antiarritmico melhor do que Salt lol e consegue tamponar tão bem quanto a ablação meio de campo a segunda seria para usar o sotalol o paciente não pode estar tão grave né digamos né então se Ele tem uma cardiopatia estrutural mais avançada Ele termina não recebendo amaron ele recebe sotalol né E aí por ser um paciente mais light Será que o paciente mais light se beneficia mais da abação enfim fica Os questionamentos Aí talvez tenha outras publicações depois falando a respeito mas bem interessante trabalho eu acho que
ele se adequa bem mais realmente para para o subespecialista em arritmia do que pro cardiologista geral né Beleza E agora Falamos de ser falamos de dac fatores de risco segundo bloco terceiro bloco arritmia dominado pela fa mas também com esse trabalho final sobre ta Cardia ventricular e agora o quarto bloco bem legal bem legal é sobre novas tecnologias Figueiredo eh dessas novas tecnologias a gente separou três a primeira aqui sobre tratamento de amiloidose né amiloidose que tem eh ficou muito em logo aí nos últimos anos teve um avanço muito grande tanto em Relação a diagnóstico
quanto em relação a tratamento de amiloidose cardíaca aí nos últimos 10 anos e aqui para simplificar bastante porque foi um estudo de fase um né o o que a gente fala ali pro pessoal e cada vez mais o cardiologista vai ter que se acostumar com essa questão de terapia gênica né Se a gente for lembrar ali de biologia básica ali da do ensino médio né a gente tem o DNA né o DNA ele gera o RNA mensageiro o RNA mensageiro ele é lido Ali pelo ribossomo que gera uma proteína no final das contas Beleza se
a gente pega amiloidose por trans retina no final das contas o que a gente tem a gente tem um acúmulo de uma transtirretina diferente do Normal né transtirretina existe né em qualquer pessoa mas no paciente que tem amiloidose por transtirretina essa transtirretina ela termina meio que se desfac elando ali em fragmentos menores e que vão se Acumulando nos órgãos né é um um tetrâmero que Em vez dele ficar ali juntinho bonitinho ele começa a se degradar digamos né Resumindo muito uma coisa complexa E aí a gente tem vários tratamentos para amiloidose por exemplo a gente
pode estabilizar essa proteína com tfam por exemplo a gente pode atuar aqui na na fase intermediária do RNA mensageiro através das medicações de RNA de de interferência né tipo patisiran vriz Irã tal que silenciam esse RNA e aí O ribossomo não consegue ler o RNA e Por conseguinte não faz a proteína normal e desde de 2021 que a gente tinha um tratamento já que atuava através da técnica crisper né que é uma técnica que consegue editar lá o DNA levou o novel né de alguns anos atrás tal e a gente já tinha esse tratamento aí
com crisp atuando no DNA né que seria ali a primeira etapa da coisa né Beleza esse primeiro tratamento ali que a gente viu era pouquíssimos pacientes mostrava uma Redução ali da dos níveis de trch retina em quase 90% e tal esse trabalho que foi apresentado agora no no Congresso eu não vou nem falar o nome da medicação que essa daí é bem difícil mas next Z né fida nex z é o NX Z nex z é o é o diminutivo da da medicação que é um palavrão desse tamanho Mas essa medicação o que que ela
fazia ela atuava lá técnica crisper no DNA tal e foram 36 pacientes no estudo de fase um que foram avaliados né E aí Resumindo o que é que Se viu se viu que de fato depois de um mês da dessa medicação diminuir 89% nível de e depois de um ano continuava o mesmo efeito 90% de redução Qual é a a grande coisa aqui basicamente com uma dose da medicação você tratou a doença né enquanto que quando você tá falando dessas medicações que atua no RNA a cada três se meses você tem que fazer uma dose
nova etc beleza show diminuiu bem A transtirretina Tal Qual é a grande questão agora isso foi um estudo de fase Um né que é onde você tá testando ali né a segurança e a eficácia né ali da da medicação de forma grosseira tal tal A grande questão é isso vai reduzir eventos aí a gente não sabe ainda mas até na discussão do artigo ele fala que tem um estudo já de fase três correndo com essa mesma técnica que é o estudo magnitude sim que é um estudo de fase três que já tá rolando daqui alguns
anos a gente deve ter essa essa resposta aí você pode dizer pô tá de brincadeira Vocês estão trazendo ISO de fase um aqui pra gente a gente gosta de coisa que vai mudar a prática clínica amanhã veja mas nem tudo vai mudar a prática clínica amanhã né a gente tem que saber o que o futuro e o futuro começa hoje gente estudo de fase um e tal ex então muito interessante a gente tem tido muita publicação de crisper em Hematologia né Tem trabalho mostrando paciente com anemia falsiforme ferrada Que tinha trocentas crises vaso acusas vai
lá através da técnica crisper uma única dosagem e o paciente fica praticamente livre de de crises de vaso acusas tem estudo em talassemia também Enfim então essa técnica crisper tem ganhado eh algum um espaço ali principalmente na Hematologia mas na cardiologia também tem esse estudo da amiloidose que a gente falou agora e ano passado a gente falou também do estudo que inativa ali o gene da pcsk9 né F E Aí poderia ser usado em pacientes com hipercalemia refratária e tal então Muito provavelmente não só na cárdio não só na hemato na medicina como um todo
vai explodir a quantidade de tratamento gênico perfeito bem importante isso aqui segundo aqui de de novas tecnologias ferido e aí aí você como chegou a hora eu sou além de de cardiologista Você tem o título de eco também E aí chegou a hora de aposentar os ecocardiografista querida a inteligência artificial vai Tomar o lugar do ecocardiografista todo mundo falava que a inteligência artificial ia tomar o lugar do radiologista aí no caso da Cia o pessoal fica muito preocupado principalmente o pessoal de ressonância ang tomo tal enfim e vai vir mesmo a inteligência artificial vai ocupar
cada vez mais espaço nesse Campo mas na ecocardiografia F Será que chegou a hora de aposentar ecocardiografista não a hora ainda não mas tá Tá chegando o Pessoal pode ficar meio desesperado mas realmente a tecnologia tá se desenvolvendo de forma muito rápido e a gente viu dois eh trabalhos diferentes lá com tecnologias diferentes mostrando como funcionaria a inteligência artificial para ajudar não só o médico a laudar né a o eh usu pode é um qualquer profissional de saúde treinado por um dia você pode adquirir as imagens e daí a inteligência artificial interpreta Então não vai
substituir ainda o Ecocardiografista mas mas a tecnologia tá vindo com tudo comenta aí dos trabalhos o dos dois trabalhos eu acho que mais interessante foi o pan Eco que é o seguinte quando você vai para esses trabalhos de Inteligência Artificial e métodos de imagem muitas vezes eles focam em um parâmetro só exemplo eu fiz aqui um algoritmo de Inteligência Artificial que vai me dizer se o paciente tem uma fração de gão preservada ou reduzida e beleza e aquele Algoritmo basicamente ele tá focado em fração de direção muita às vezes ele performa muito bem mas só
infração de gão outro vai ver só massa de ventrículo esquete e assim por diante esse algoritmo aí do Pan eo ele foi treinado com mais de 1 mil. mil imagens de ecocardiografia E aí é um conceito de Inteligência Artificial quanto mais dado a eii tem para ser treinada melhor via de regra né então foi muita imagem que ele foi treinado e ele não avaliava só Tamanho de ve espessura de septo fação deção ele avaliava dezenas de parâmetros o me mesmo algoritmo avaliando dezenas de parâmetros diferentes e o que eles mostraram lá até onde a gente
viu não saiu o artigo ainda mas deve ser em breve o que eles mostraram lá na apresentação através de vários slides é que inúmeros parâmetros ela tinha uma acurácia elevadíssima por exemplo para discernir pração deção alterada ou normal ventrículo dilatado ou normal Aumento espessura de parede ou normal enfim para vários parâmetros a curaça era elevadíssima para outros nem tanto por exemplo para diâmetro de histórico de ve era Espetacular para diâmetro sistólico de ve já errava bastante errava grosseiramente em 30% dos casos tinha que recalcular lá então tá longe de ser uma coisa perfeita mas assim
chamou muita atenção a quantidade de im que ele foi treinado primeiro e segundo a quantidade de parâmetros que ele Conseguia ver com acurácia boa aí agora a gente fez a provocação aqui mas é uma brincadeira por enquanto pelo menos essa questão da posentadoria da cardiograf né Por primeiro aqui eu acho que tem vários pontos importantes por que isso pode ser Extrem amente relevante e pode ser até que aumente até demanda por ecocardiografia porque veja hoje em dia se você for pensar para você ter um Eco laudado você tem várias partes ali que você tem que
ter né você tem que ter um Aparelho para você conseguir adquirir as imagens Óbvio segundo você tem que ter alguém minimamente treinado para pegar as imagens bonitinho para external aplicar quatro câmeras duas câmeras tal tal e terceiro que é o mais difícil que é o maior gargalo de todos você tem que ter alguém que interprete as imagens por que que eu digo isso ferido Hoje em dia a gente tem né você tem inclusive esses prob zinhos que você liga no celular e você consegue fazer o eco no celular Então a primeira etapa que é você
ter o equipamento o que antes custava ali muitas vezes centenas de milhares de reais hoje em dia tem prob de r$ 1.000 que você consegue comprar Então essa primeira etapa aqui de você ter o equipamento cada vez vai ficando mais barato e a tendência é que isso aconteça cada vez mais Então essa daqui a tecnologia evolução da tecnologia tá resolvendo assim como se você lembrasse uma televisão de 50 polegadas 10 anos Atrás e hoje em dia é uma fração do preço então então isso vai ficar cada vez mais barato cada vez mais disponível show segundo
uma pessoa que saiba adquirir imagens tem vários trabalhos Fas inclusive se você fizer um treinamento ali de um final de semana prendendo basicão né pegar par external apical tal tal óbvio que vai depender da janela tem janela que é difícil inclusive com é cardiograf experiente Mas se for uma janela boa tem muito Treinamento dizendo que com o final de semana de Treinamento Você já consegue fazer o basicão ali de janelas né e vamos que vamos ou seja você não precisa de um treinamento dois anos de eco como é a residência para prender a pegar uma
janela minimamente decente certo então essa parte aqui do meio também vai sendo um gargalo cada vez menor vai comparar também eu quando eu fiz o meu treinamento de eco foi 2011 eu acho que a gente já tinha YouTube Na época tô Ficando velho eu acho que já tinha YouTube Na época mas se tivesse devia ser uma quantidade devia ser 1000 os do que a gente tem de vídeos hoje em dia então até cursos online material gratu Para você aprender a a dizer se a janela é x y z vai ficando cada vez mais fácil o
o grande gargalo Sem dúvida é isso tem alguma pessoa do outro lado ali que diga não a fação gestão tá de 43% a isso isso aquilo né esse daí você não consegue treinar a pessoa em final de semana de Jeito nenhum na hora que você tem equipamentos de Inteligência Artificial que fazem isso por exemplo eu vou pegar out exemplo F tá lá você é um ótimo e cardiologista mas não fez treinamento de eco tem lá um prozinho tal e aí digamos você faz um treinamento de uma semana um mês o que seja aprende a pegar
lá as janelas básicas mas você não sabe bater o olho e dizer faç uma in gão de 40% normal né não é treinado para isso na hora que você tem uma inteligência Artificial que lê para você isso e diz figas esse eh fação desse paciente tá normal né a cura de 98% ô Isso vai lhe dando ali um grau de independência no no consultório enorme né primeiro ponto cerza aí você pode dizer mas o ecocardiografista não pode se ferrar nessa história primeiro tem chance de quanto mais gente com aparelhos de eco rende H né desses
que você liga no celular tem chance de você encontrando mais coisa alterada porque você tá Fazendo mais exame precisar da opinião do especialista para validar aquilo primeiro ponto segundo ponto eu né como é cardiografia aí anos e anos né discutindo caso com residente o que que acontece muitas vezes a gente sempre brinca o caso mais difícil é o último né você tá lá uma manhã inteira fazendo 10 15 ecos aí aparece bo cadeco normal ou com alteração discreta G discreta e tal aí o último exame é uma estenose Ótica ferrada que você não consegue abrir
Direito para pegar o gradiente você já tá com ombro doendo porque já fez 15 exames antes já tá com a cabeça meio pifada porque Você já viu 14 exames prévios tal e na hora que chega o exame realmente difícil você pode definir a vida do paciente dizer tem que intervir agora ou não muitas vezes você já tá com tempo exigo etc etc então assim como tá acontecendo em várias outras partes de imagem principalmente em radiologia talvez a e sirva para tirar do caminho Do do Especialista os exames normais ou pouquíssimos alterados E aí talvez ele
começa a receber mais para ter mais tempo para ver aquele exame que é alterado em detalh Não não vou fazer esse exame de estenose ótica em 10 minutos na carreira não vou fazer em meia hora calculando todos os parâmetros com calma tal tal enfim o fato é quer você queira quer não a inteligência artificial veio para chegar e ela vai disrupt aí o a a parte de imagem Cardiovascular inclusive de ecocardiografia nos próximos 5 10 anos então então é melhor abraçar ela não lutar contra ela Abraça ela e joga o jogo melhor exatamente sego e
beleza e o último agora os últimos dois trabalhos que a gente separou aqui são sobre lpao LPA se você vai para assim como amiloidose e e cardio Oncologia né ficaram como tema da moda aí nos últimos sei lá 5 10 anos né cresceu muito o tema de cardiometabolismo né nos últimos anos Até porque né chegaram agonistas de lt1 e lt2 toda essa parte que revolucionou realmente a o campo e talvez uma das bolas da vez Agora seja LPA tem muita publicação saindo de de LPA né tanto mostrando como ela tá relacion com aumente de risco
cardiovascular algumas estatísticas sugerem que 20 25% da população tem níveis de LPA a metade a maioria da população não sabe disso inclusive lá no Congresso né F Você foi lá no estand eu já tinha da usada minha Era normal mas tinha um stand lá que tava com uma fila grande porque o pessoal tava dando dosagem gratuita de LPA né lá para até para aumentar o awareness do médico e tal e a gente tem inúmeros de medicações agora sendo investigadas que diminui bastante a LPA estudos majoritariamente fase um e fase dois a gente ainda não tem
os estudos de fase três vou comentar daqui a pouquinho mas mostrando reduções enormes né ali dos níveis de LPA E aí nesse congresso a Gente teve dois estudo dois estudos o alpaca e o cracken testando ambos estudos de fase dois testando medicações diferentes que diminuíram Resumindo em cerca de 85% os níveis de LPA o alpaca foi com zer laaz Iran que é um outro exemplo de RNA pequeno de interferência aquele que silencia ali o RNA que a gente falou né mesma coisa do patisiran V trizan que a gente falou para mil oidos Eh agora a
pouco que elas vão lá no RNA e silenciam RNA elas não deixam que aquele RNA Gere a proteína que é a mesma coisa o zel airan vai lá e silencia né a a transcrição ali da da LPA Esse estudo aqui mostrou uma diminuição de 85% n de LPA e o cracken que usou a mval plin eu não sei se é masculino feminino mas o nome em inglês é mval plin e é um mecanismo diferente enquanto as outras medicações todas para LPA são basicamente injetáveis essa daqui é por via oral também diminuiu em cerca de 85%
Ali os níveis de LPA e o mecanismo dela é diferente ela não se inici o RNA não que ela faz ela inibe a a associação entre ap b e ap a que é o que vai gerar lipoproteína a ali no final das contas Por que que a gente trouxe esses esses trabalhos aqui primeiro mais uma vez tá mostrando ali o futuro né a gente tem inúmeros estudos de fase três para sair com desfechos clínicos né a gente tem o LPA Horizon a gente tem o Ocean outcomes e o acclaim LPA que devem sair aí nos
Próximos anos um deles o primeiro vai sair ano que vem já provavelmente E aí finalmente a gente vai descobrir se a LPA tá mais para LDL ou mais para HDL né querid mar exp só ou se é realmente um foco para gente ser tratado explicando Exatamente isso a gente tem basicamente né grosso modo tudo que a gente usou nos últimos anos que diminui LDL de forma relevante diminui fator de risco né a gente viu isso com as estatinas a gente viu isso com etim com Eh com ácido bempedoico com inida de ps9 né então a
teoria do LDL é muito sólida e a gente sabe que baixou o LDL bastante você diminuir risco cardiovascular já do outro lado o HDL a gente sabe que o HDL baixo está relacionado com m risco cardiovascular mas as inúmeras medicações que foram testadas que sobem HDL ou que melhoram a função do HDL Como foi no Trial aeg 2 que a gente descobriu no começo do ano infelizmente eles não mostraram melhoria de desfecho E aí vem A grande Pergunta na hora que a gente diminuir para caramba LPA 80 90% a gente vai diminuir risco cardiovascular e
isso seria uma revolução na área da cardiologia ou não Ou vai ser tipo HD não sabemos vamos ter que esperar mas esse fo um dos motivos que a gente trouxe e o outro motivo é simples Eu tava lendo lá no site internacional que eu gosto bastante o TCT MD E aí na hora que ele tava discutindo esses trabalhos ele falou release the crack É uma fase clássica né do filme fura de Titã né que tem lá mitologia grega e tal eu achei massa porque eles fazem muito né esses trabalhos de de Cardiologia tem muita referência
mitologia grega essas coisas ou filósofos gregos tal então Mais um motivo pra gente trazer esse trabalho aqui mas brincadeiras a parte a gente tem muita terapeutica sendo testada ali para para LPA e certamente nos próximos anos a gente vai descobrir né Acho que que em definitivo se vai ter Benefício cardiovascular ou não Esperamos que sim sim que aí seria a belíssima forma de você atuar no risco residual que a gente falou lá no começo né querida muitas vezes o paciente chega tem paciente que eu acompanho que a família toda ali com aterosclerose grave o único
fator de risco relevante é LPA picocada né mas por enquanto o que que você tem a gente falou isso com ciop Experience inclusive o que é que as diretrizes dizem você tá lá com paciente Que tem LPA pipocada O que que você pode fazer por enquanto é redobrar o controle dos outros fatores de risco hipertensão LDL tal tal Porque para L em si como a gente já falou a gente ainda não tem nenhum tratamento que comprovou redução de risco isso pode mudar em breve aí 2025 2026 a gente tem os primeiros dois tros de fase
três saindo é certamente é mais um assunto que a gente vai ver várias vezes nos próximos meses e anos aí nos próximos congressos então é a Gente tem que tá ligado nas atualizações sobre isso exat ferido resumo da opera foram 13 trabalhos certão lembrando a gente falou e agora vamos fechar aqui o que a gente acha que que foi a a maior novidade do congresso que a gente teve e c a gente teve estudo summit tiz hep patida diminuindo internação em paciente com efep e obesidade a gente teve o estudo Sara estudo brasileiro sacu tri
bartana diminuindo né prevenindo a a queda do do string Global longitudinal Em pacientes usando antra cítricos majoritariamente pacientes com câncer de mama dois trabalhos na parte de dac fatores de risco a gente teve o Clear cgy tanto o braço dairon quanto o braço da cicina mostrando que infelizmente não tivemos benefício em usar de rotina pós infarto com Supra majoritariamente espirona e cosina nesses pacientes Não diminuir o risco cardiovascular uhum a gente teve quatro trabalhos quinto a gente teve o bip ro mostrando que em Pacientes chineses com diabetes hipertensão você tratar intensivamente a pressão do paciente
trouxe redução de risco cardiovascular pulando pra parte de arritmia se trabalho Brain ef tratar com anticoagulante paciente com chá de Vasco de zero não teve benefício sétimo option colocar o clor de apendice atrial eh junto com ablação ou após ablação foi não inferior em relação a os anticoagulante or direto mas com uma série de questões metodológicas que a Gente falou na discussão foi não inferior pelo trabalho mas se isso se transcreve paraa prática clínica na nossa opinião Por enquanto não tá lá a discussão a gente falou do arrest Af que mostrou que você pós ablação
de faa você atuar em vários controles ali de várias comorbidades hipertensão diabetes etc etc diminuiu bastante deixou o paciente bem mais livre de arritmia corroborando que as as diretrizes já falam nove venes 2 paciente que colocou CDI numa Cardiopatia isquêmica você fazer aação eh diminuir desfechos ali de de TV etc principalmente aquela TV com frequência mais baixa em comparação com a Sol lol 10 crisper na amiloidose né Essa nova abordagem chamada nex Z né o o o termo pequenininho de terapia higiênica diminuiu em cerca de 90% os níveis de trân de retina na amiloidose por
trân de retina mostrou-se seguro sem grandes efeitos colaterais etc aguardamos o estudo magnitude de fase trê para ver se Diminuir desfecho 10 11 o pan Eco mostrou que uma um novo algoritmo ali de ai consegue avaliar dezenas de parâmetros da ecocardiografia né você só sobe as imagens e ele faz o resto a uma acurácia super boa em inúmeros parâmetros incluindo se o ve tá dilatado ou não se tá com disfunção ou não e vai abrindo espaço aí para para uso de ai na ecocardiografia e 12 e 13 os 12 estudos de de LPA o alpaca
usando um RNA pequeno de interferência e o cracken release the Cracken usando a mval plin eh ambos mostrando a redução de cerca de 85% nos níveis de LPA o primeiro injetável o segundo oral nos próximos anos teremos aí os estudos de fase três de LPA baita congresso muita mais uma vez a gente colocou 13 aqui Figueiredo daria tranquilamente para colocar mais uns 5 se 7 aqui chegar em 20 trabalhos mas já estamos aqui com acho que bem 1 hora e meia de de discussão ia dar 3 horas de discussão acho que perde também o a
o Aspecto didático a baita congresso baita congresso lembrando também ferido que para quem tá assistindo essa essa revisão aqui certamente quer tá atualizado em cardiologia se importa né de tá fazendo os melhores cuidados pro o seu paciente então lembrar que a gente tá fazendo ao longo agora de novembro dezembro o desafio Tech 2024 que é o nosso Desafio Final ali para a prova de tío de Cardiologia Eduardo pode parar não vou fazer para cardiologia não ou já Passei ou não tenho interesse de fazer por algum enfim tranquilo o que que a gente discute no desafio
téc é Um Desafio 100% gratuito e com 13 aulas se eu não me engano no total hipertensão O que é que as diretrizes dizem qual cardiopatia eh crônica aguda dislipidemia infuência cardíaca miocardiopatias arritmias fa E por aí pré-operatório tudo baseado nas diretrizes mais recentes que são as cobradas na prova cardiologia Então você Não vai fazer prova nenhuma bronca zero meu amigo se você quer ter uma mega revisão de todos esses temas Vem Com a Gente eu vou pedir pro pessoal colocar o link aqui também na descrição F mas sem maiores delongas desses tr3 trabalhos Qual
provavelmente a maior novidade que a gente chegou no Congresso sem saber se funcionava ou não e que agora a gente sabe que ou eu vou pensar em fazer isso ou não eu fazia tal coisa e vou deixar de fazer eh depois do do congresso que é Que você elegeria aí Ah eu elegeria o summit porque realmente trazer esse os lp1 agora com an gip para uma medicação que tem redução de hospitalização tal acho que é uma uma coisa bem relevante e e pode mudar assim nossa prática aí no no futuro perfeito acho que dos vários
trabalhos que a gente discutiu né fid alguns como a gente já falou estavam muito eh alinhados com o que as diretrizes já dizem a gente já vinha fazendo isso não Vai mudar tipo o bip Road controle intensivo de pressão no diabético e o arsf controle de comorbidade na na fa então a gente já vinha fazendo Não vai eh mudar o que faz mas ganha mais respaldo mas é fato não mudou o que a gente faz no dia a dia outras coisas ainda são questão de futuro mesmo né tipo a questão dos das medicações para LPA
né que a gente nem tem no mercado ainda que ainda tem que que se comprovar em termos de desfecho Clínico Então não Vai mudar sua conduta para semana que vem 2025 etc mas eu acho que o summit é bem importante mais uma vez em 4ro anos Saímos de zero né medicações que TM eh benefícios clínicos na icfep para agora quatro alternativas na lembrando D para glifos emp glifos ferin Ona E tiep patida lembrando que dessa semaglutida também a gente aa tem a a po de análise né F que juntou pacientes ali dos dois steps do
select e do Flow né todos com inuência cardíaca e que também mostrou Né nessa análise eh diminuição de internação hospitalar ou seja s a história da peça do quebra-cabeça cada vez mais a gente vai tendo evidências de que medicações antiobesidade agonist G lp1 agonist Dual em paciente com cfp e com eh obesidade reduz sim desfecho Então essa eu acho que é uma informação bem importante mais uma vez a a vertente de cardiometabolismo estando cada vez mais presente na no dia a dia do Cardiologista do mesmo jeito que o cardiologista aprendeu rapidamente a usar sglt2 Lembrando
que sglt2 10 anos atrás basicamente que prescrevia era os endócrinos então do mesmo jeito que o cardiologista se acostumou facilmente ali com o dt2 ele tem que se acostumar a prescrever o glp1 porque a gente já viu o agonistas duais porque a gente já viu benefício do institudo celestre e agora estamos vendo também nos trabalhos com Cfep baita novidade aí trabalho bem importante ficamos aqui os dois então com summit aqui no no top um desses 13 trabalhos que foram discutidos boa ferido simbora perfeito simbora lembrando pessoal são três grandes congressos internacionais por ano né o
American College no começo do ano o europeu no meio do ano o American Heart no finalzinho geralmente novembro e tem anos e anos que cardio papers faz essa cobertura toda né e continuaremos 2025 Certamente teremos muitas novidades boas aí para você é isso ferido Vamos que vamos ver mais um congresso só alegria Valeu pessoal até o próximo congresso até mais [Aplausos] [Música]