[Música] Olá seja muito bem-vindo ao ação sustentável o assunto de hoje é um assunto muito interessante e eu vou descobrir junto com vocês a respeito dele nós vamos falar de biológicos esses bioinsumos que estão colocando o Brasil na ponta dessa discussão mundialmente como eu não sei desse assunto eu chamei quem sabe eu vou conversar com o Rafael Garcia que é o CEO e é o fundador também da agrobiológica uma empresa da holding crop care seja bem-vindo Rafael tudo bem Muito obrigado Tudo ótimo será um prazer falar sobre insumos tirar dúvidas estô à disposição não só
do nosso produtor do nosso telespectador como minhas também tenho várias vou começar aqui pelo básico quando a gente fala de insumos biológicos aqui no Brasil tinha uma discussão principalmente aqui em Brasília Quando foi a aprovação da legislação a respeito de riscos eh de perder controle eh de fazer alguma coisa que de repente não tivesse exatamente a fiscalização necessária eh você pode falar um pouquinho para nós a respeito de primeiro como começou isso né como é que o Brasil começou a usar como é que a gente tá na ponta dessa desse uso de biológicos e essa
discussão né seesse Tabu a respeito da da fabricação desses biológicos vamos lá o o Brasil está passando pelo pelo maior movimento da sua história de redução de uso de ferramentas químicas através do uso intensivo de produtos biológicos isso é um fenômeno Mundial não existe esse fenômeno no resto do mundo não só através de produtos biológicos formulados aqueles que eu compro e uso diretamente na minha lavoura mas principalmente por aqueles produtos biológicos produzidos na própria fazenda e tem muito orgulho de ser Pioneiro nesse nessa nessa história que nós começamos a fomentar esse em torno de 2013
com o surgimento da alcover parm era uma lagarta que você não tinha controle faltou agrotox no mercado e vimos como a produção um Farm do inseticida biológico ou seja inseticida natural controlar essa lagarta E com isso a gente conseguiu mostrar produtor que era possível fazer e nós fomos avançando ano após ano faz 11 anos isso já uma tecnologia e hoje você tem milhões de hectares de agricultores produzindo seus produtos microbiológicos dentro da sua própria fazenda e tendo um sucesso agronômico relevante redução de custo muito relevante em torno [Música] de redução de custo sabe e consequentemente
reduzindo uso de químicos e isso chamou atenção e acabou parando no Congresso Nacional e eles estão buscando regulamentar ah essa atividade olha só eu não tinha ideia de que tinha começado há tanto tempo você falou 2013 nós estamos 2024 e para mim era uma novidade a gente sabe que o uso de biológicos no Brasil eh tem um uma incidência maior do que no restante dos países mas sabe o que que a gente pensa a gente tá num país tropical aqui tem muito mais praga porque é normal aqui não neva né para matar o bichinho Então
a gente tem o ano todo o fungo tem umidade tem enfim por conta do nosso clima e aí para mim que essa essa pegada dos biológicos ela tinha vindo Por uma questão ecológica e você me trouxe que ela veio por uma questão de mercado Super Interessante isso é você tem dois movimentos um movimento de mercado muito grande ou seja a partir de 2013 chamou-se a atenção muitas ferramentas biológicas Dev questão da helicoverpa e também um um consolidado de conhecimento gerado nos institudos de pesquisa pelas empresas todo esse período você tem um fator cultural Fantástico ã
você tem um grande número de agrônomos eh jovens como eu vamos chamar assim eh que tiveram controle biológico na escola eles assumiram a liderança das fazendas das fazendas dos grupos familiares então para essa liderança jovem está à frente do agronegócio brasileiro ele viu o controle biológico na carteira na sala de aula então não é uma novidade sabe então o o essa mudança cultural foi muito importante está ou seja uma evolução mesmo profissional dos Agricultores brasileiros né não super interessante isso é uma coisa que a gente eh eh vê você Você tocou num fator porque eu
sou advogada especialista em meio ambiente e até hoje diversas universidades de direito não tem a cadeira de direito ambiental é uma reclamação porque o mundo não fala em outra coisa mudança climática questões todas de impactos ambientais enfim e não temos a cadeira de direito ambiental em todas as Universidades veja como é transformador isso né mas assim a gente eh eu tava vendo quais seriam os próximos passos então nós temos hoje já existe a gente sabe que a lei ela vem depois para regulamentar uma coisa que a sociedade já usa qual tá sendo o principal G
Por que que a gente não usa mais biológico tem risco vamos lá em 2009 um decreto do então presidente Lula permitiu que os produtores fabricasse seus bioinsumos nas fazendas isso nós transformamos isso em tecnologia hoje nós temos máquinas modernas toda uma estrutura serviço profissionais geração de conhecimento para fazer com que o produtor faça na sua fazenda de forma forma muito bem feita e ouso dizer que com qualidade comparativa uma indústria tá muito bem ah com a nova lei de agrotóxicos fizeram um erro histórico no Brasil de inserir na nova lei de agrotóxico os B insumos
tá então essa acho que é uma correção que precisamos fazer com a lei de bioinsumos que tá em discussão na Câmara ela já teve uma fase no Senado e agora tá em discussão na Câmara nós temos uma associação que é a beins eu tenho o prazer de ser vice-presidente dela e nossa Associação ela conseguiu costurar o apoio num texto de consenso de mais de 50 instituições que leva uma proposta consensuada quando eu falo instituições de todas praticamente associações de produtores do Brasil com diversos grupos empresariais levamos uma eh junto ao Ministério da Agricultura uma proposta
de consenso pros bmos e o principal ponto que bismo não é agrotóxico quando eu vejo o b insumo de forma diferente eu consigo trazer políticas públicas para fomentá-las [Música] para o agrotóxico ela é importantíssima e Fundamental tem um aspecto legal que antes que nos daria muito autonomia que é a derrubada do veto veto 65 está em Pauta no Congresso Ah o direito do Produtor em lei produzir seus próprios microorganismos estava numa lei de autocontrole o bolsonaro vetou essa lei por equívoco ou por uma orientação não posso julgar mas está no congresso hoje E se a
gente consegue derrubar esse veto hoje você ampara de forma legal esses milhões de hectares que podem vir caso não tenha uma regulamentação nesse sentido Tá mas deixa deixa eu te perguntar o seguinte o eu entendo que eh a a maior discussão que gira em torno disso inclusive dessa produção on farm dos seus próprios biológicos é a perda de controle como é que a gente fiscaliza Eu tenho 7 milhões de propriedades rurais no Brasil como é que a gente faz essa fiscalização eh da segurança ou dessa porque eu eu eu entendo que esse aut controle é
é o modelo que vem aí hoje a gente tem várias formas tecnológicas de fazer os relatórios os reportes eh mas eu entendo que o Brasil é muito diverso né Nós temos aí um um Norte com eh produtores mais isolados que tem menos acessos e Se isso for liberado e aqui pra gente quebrar de fato eh eh esses gargalos né que existem não tem o risco disso sair do controle eu vou falar uma bobagem Talvez mas de eu fazer uma super população de joaninhas que vão sair comendo coisas que não deveriam por aí pelas minhas fazendas
do meu vizinho não não temos esse risco existem mecanismos muito tranquilos por exemplo hoje você tem profissionais habilitados Você não tem uma lavoura comercial hoje no Brasil em 2024 sem girag não existe então é muito simples você tem um responsável técnico o Gero agrônomo é um eu falo como agrônomo mas pode ser o biólogo pode ser o o engenheiro de bioprocessos você tem a a os conselhos regulamentando isso então ah não veja um risco você vê tem que eu acredito que tem uma resp uma responsabilidade técnica importante um autocadastro junto ao Ministério da Agricultura hoje
nós temos a ferramenta né Nós temos aqui você coloca V sou geolocalização Ministério da Agricultura estou produzindo aqui esse aqui é o responsável técnico eu estou produzindo esses esses esses microorganismos então extremamente simples a gente ignorar o que a tecnologia hoje por exemplo um sistema online que o produtor possa imputar o que ele está produzindo extremamente simples né então tão criando alguns bichos de Sete Cabeças que não existem a produção ela é simples a produção ela é seg segura e os microorganismos que nós produzimos nas fazendas são os microorganismos que já são usados no campo
são os produtos formulados na indústria tá não faz todo sentido inclusive se a gente for fazer um paralelo com os químicos para aplicar o químico também preciso do formulário lá do do laudo do agrônomo me dando esse esse ok dizendo a dose como aplica Que tipo de químico não seria diferente esse profissional atenderia a esses fabricantes entre aspas né de bioinsumos para fazer essa para ter essa segurança é isso hoje pra gente ter uma ideia os produtos biológicos Eles já são isentos de receituário agronômico de tão seguro que eles são então Eh hoje Qualquer produtor
não precisa e de um receituário agronômico e os produtos que nós vamos produzir nas fazendas são os mesmos produtos então o risco daquele microrganismo fugir do controle não há porque ele passa por um crio do Ministério da Agricultura Anvisa e Ibama de que aquele microrganismo ele é seguro tanto que ele é produzido numa fábrica tanto que ele é produzido numa fábrica na fazenda claro uma fábrica mais simples com critérios com qualidade mas é uma mini fábrica e o grande diferencial dos biológicos entr questão na própria questão ambiental quea é uma fábrica limpa você não tem
resíduos numa fábrica de B insumos seja ambiente Urbano seja ambiente rural Então você não tem risco ambiental de uma produção dessa né então ou seja uma uma estratégia extremamente segura Ah com uma escalabilidade muito grande e por isso que muitas vezes tem uma resistência do mercado porque realmente o bfarm impactou o mercado né hoje a redução de custo no produtor é muito relevante é isso e vai gerar mente um um uma reviravolta né não sabemos como isso quão autônomos esses produtores podem ficar eu vou te perguntar depois do intervalo a respeito de como o produtor
que tem interesse em produzir bioinsumo como é que ele por onde ele começa a olhar enfim e aí saber o papel de vocês nesse processo todo mais depois do intervalo a gente já volta você que está nos acompanhando fica aí que a gente volta rapidinho [Música] estamos de volta com ação sustentável falando de bioinsumos e eu já perguntei pro meu especialista aqui se eu não posso criar uma super população de joaninha que vai sair comendo a produção de todo mundo a a gente tem esse medo né deci de sair do controle eu não sei um
fungo enfim é é uma coisa que eu entendo que talvez Rafael e é por isso que eu tô conversando aqui gente com o Rafael Garcia CEO e fundador da agrobiológica que é da holding crop care para esclarecer a gente a respeito desse tema e eu acho Rafael que eu não sou a única que tem esse essa insegurança por isso que a gente tem realmente que esclarecer não só o próprio produtor rural como a população e aí eu queria saber o papel da agrobiológica nisso como que vocês ajudam esse produtor como é que funciona vocês tê
um sistema explica pra gente por favor a agrobiológica ela foi pioneira em entender que o produtor ele precisava de um suporte técnico para poder produzir seus próprios bmos então nós somos Pioneiros nisso então hoje um produtor que ele acessa a agrobiológica ele tem um desafio agronômico e nós vamos buscar dentro das Fer entas biológicas que nós temos por exemplo bactérias ou fungos para ajudá-lo então por exemplo tem um clientes que tem desafio de controle de nematoides na sua propriedade nematoides são larvas que ficam no solo que atacam a raiz das plantas hoje é uma das
principais gargalos da produção em áreas arenosas ou no centrooeste brasileiro como um todo é o controle nematoides muito bem então nós entendemos o produtor entendemos Qual é o tamanho dele qual é a capacidade produtiva que ele precisa na fazenda dele para produzir as suas próprias bactérias os seus próprios fungos para controlar esse nematoide na sua lavoura isso pode ser usado para controle de lagartas controle de sugadores ã doenças foliares nas plantas então nós Montamos uma estrutura produtiva no produtor qualificamos esse produtor qualificamos os funcionários desse produtor para que ele consiga produzir com qualidade e depois
fazer análise de qualidade desse que a gente chama de multiplicado então o produtor produz nós temos laboratório próprio nós temos Laboratórios esparramados no Brasil inteiro nós treinamos Laboratórios para poder fazer essas análises e o produtor tem a segurança do que ele está produzindo na sua fazenda tem a qualidade que vai garantir o controle eficiente na sua lavor Então não é só vender é você entender a demanda do Produtor investir estruturá-lo e e dar todo o conhecimento técnico necessário para ser bem feito não excelente E aí vocês têm um sistema para ele tirar dúvida no meio
do processo por exemplo primeira pergunta e a segunda como vencer as dimensões de um país desse tamanho vocês atendem o Brasil inteiro conseguem chegar Olha nós temos clientes hoje do Rio Grande do Sul ao Roraima eh tranquilamente do Rondônia a Mossoró Rio Grande do Norte então a a tecnologia olia de produção na fazenda Ela te dá escalabilidade para avançar em clientes pequenos médios ou até muito grandes né Nós temos hoje produtores que T uma capacidade produtiva de 80.000 L por dia de produtos biológicos faz aplicação com o avião e e é interessante a os produtos
biológicos eles vão atuar muito melhor preventivamente do que ã que a gente chama de efeito de choque então toda vez o produtor o produtor rural usa produtos biológicos com uma alta intensidade que a gente chama de manejo inativo e preventivamente ele tem uma redução de uso de químicos muito grande isso é redução de custo ao produtor redução de impacto ao ambiente exposição ao ao ao trabalhador rural é então é um círculo Virtuoso que não tem porque o poder público vir contra sabe é é até difícil de entender isso todos ganham é um ganha ganha não
de fato quando a gente olha por esse ângulo a gente percebe que inclusive você consegue parar de usar os químicos ou fazer um consórcio quando precisar eventualmente deu algum tipo de problema você faz um consórcio você não precisa ter nenhum tipo de radicalidade né mas com certeza você diminui significativamente o uso de químicos e uma um movimento que eu tô vendo é aquelas indústrias que só produziam químicos passando para os também porque elas perceberam que elas não vão sobreviver só com os químicos certo exatamente você tem todo o movimento das grandes multinacionais que são hoje
c seis no mundo né que tem esse estão vindo pros biológicos por entender não só a limitação das Ferramentas químicas e entender que o biológico ele V para ajudar a estruturar uma nova agricultura Nós acreditamos muito nessa nov cultura Quando você vê esses grandes grupos multinacionais investindo em empresas de biológico comprando empresas de biológico você vê que essa essa nova agricultura ela está já a caminho né então você vai ter todo um movimento de redução de substituição no primeiro momento de químicos por biológicos e uso dos Químicos nos momentos mais críticos né e o Brasil
vai liderar esse processo que no Brasil isso é possível porque você tem uma uma questão climática que permite a avançarmos em ferramentas biológicas nos clima temperado Isso vai acontecer mas de forma muito mais lenta agricultura a de base biológica é uma agricultura muito típica de agricultura Tropical é a nova agricultura né do mundo a gente percebe que lá lá tem neve que mata bichinho aqui não tem neve que mata bichinho então a gente precisa lidar e pegar esse limão fazer uma limonada que é o que a gente tem feito vocês já tem feito algum tipo
de cálculo de diferença de impacto por exemplo em emissões falar em Impacto e emissões a gente tem alguns el é complexo mas é muito bacana em cana de açúcar a gente consegue uma redução de por exemplo até 40 Kg de nitrogênio por hectare tá e se a gente pensar na produção rural hoje você tem os dois grandes fatores de emissão três vamos chamar assim é uso de calcários que libera o carbonato CO2 você tem a ureia que é muito demandada energia e você tem o óleo diesel tá o óleo diesel ainda precis movimentar minhas máquinas
então é racionalizar as máquinas o calcário ainda é Um Desafio muito grande eu preciso de cálcio magnésio na minha lavoura mas o nitrogênio nós estamos conseguindo racionalizar de forma bastante intensiva uma economia de 40 Kg de nitrogênio por hectare Quando você vai numa usina de cana Quando você vai num grande produtor de cana essa quantidade é expressiva e isso pode ser transformado no caso de cana em ceils ou seja o carbono que a usina economiza usando uma fixação biológica de nitrogênio pode ser transformado em carbono e esse carbono ser remunerar o agricultor no caso o
a a empresa Rural então Enem canana é muito mais tangível isso já na cultura de grãos é um pouco mais [Música] difícil a gente vê no na questão do cebs que é é um um exemplo de mercado regulado de carbono né onde Aquele que vende combustível fóssil tem que compensar comprando cebios de Quem produz o o biocombustível etanol E e essa fixação de nitrogênio ela passou a ser mais difundida Quando ceil passou a valer dinheiro então é o que a gente fala né É só remunerar a questão do impacto positivo ambiental que a coisa funciona
é lei de mercado e a pergunta vem exatamente nesse sentido é caro eu fazer uma modificação uma transição de uso de químico para biológicos não é caro eh hoje é muito mais você o nosso o nosso papel é como é que viabilizar a operacionalização nas fazendas e nessas usinas da aplicação desses biológicos e não é difícil eh o agricultor brasileiro é examente versátil ele ele ele sobreviveu dessa forma né o mercado selecionou os agricultores que são versas Então não é Um Desafio você fazer essa operacionalização no campo né então é é bastante factível então hoje
o o o o gargalo é a tomada decisão do Agricultor eu quero me envolver nessa nova agricultura estou aberto a fazê-la hoje você tem todo um ferramental para fazê-la e quando ele toma essa decisão ele tem algum tipo de prejudicialidade por ter usado químico a vida toda você falou que nos grãos Ali era mais difícil de mensurar né na cana é mais fácil de ver esse impacto nos grãos a gente ainda ainda tá caminhando eu planto soja e eu uso todos os químicos na soja Quando eu for mudar ou planto vou falar de milho porque
a soja usa bastante plantil direto tá já tá mais né Tem tem os inoculantes Mas a questão do Milho eu tô plantando lá e e e eu sempre usei o O químico eu tenho alguma prejudicialidade em relação a trocar eu preciso começar numa escala menor Qual que é o procedimento o vamos pensar em problema substituição nitrogênio e e até fósforo ho tem bactérias solubilizam fósforo desde áreas que já tiveram uso intensivo de fós no passado nós temos que ser coerentes então o produtor deve iniciar com uma substituição de 10 a 20% de 10 a 20
kg por hectare conhecer a tecnologia ele vai tendo segurança e sabendo até onde ele pode avançar com qualidade com racionalidade e conseguir com isso uma economia de custo relevante e depois conseguir mensurar isso ah é que hoje em Milho você não consegue transformar em crédito de carbono infelizmente mas hoje o produtor consegue paralelo a crédito carbono tem uma redução de custo muito relevante muito relevante que já se justifica o investimento justifica a adoção da prática né sim sim não mas eu vou dizer que não não a gente não consegue crédito carbono estão ali né na
porta porque a gente já está com essas metodologias em desenvolvimento eu entendo que vai ser muito rápido a gente Trazer isso para dentro da do da produção agrícola Só que também estamos no mesmo problema que vocês dos biológicos a legislação do Sistema Brasileiro de comércio de emissões está se arrastando e não sai para que a gente tenha o mercado regulado crie essa demanda e estimule esse desenvolvimento das métricas enfim mas a gente vai chegar lá daqui a pouco a gente chega lá Rafael uma pergunta muito específica com relação a isso eh eu eu posso errar
se der errado a gente tá falando tudo bem mas eu eu quero saber se der errado o que que pode dar errado o que pode dar errado casos bastante simples hoje você na zona rural você tem oscilação de energia chuvarada final de ano novembro dezembro janeiro você tem muita oscilação de energia Você tá no meio de uma produção de uma bactéria ou de um fungo por exemplo e cabe energia da sua fábrica Então ela para de oxigenar os sistemas e eu perco aquela batelada tá então logo o microrganismo de interesse que eu queria crescer ele
não cresce então você pode descartar isso sinceramente na sua própria lavoura como uma água de pulverização Viso que você não tem risco ambiental nenhum você tem até apenas os nutrientes que estão ali que vão ajudar a lavoura ou descartar por exemplo numa fosa séptica então o o o grande problema se D errado é você descartar aquela partida vamos chamar assim simplesmente isso não sim muito simples muito melhor do que eu imaginava eu já vou passar a olhar com outros olhos eu confesso e acho que o nosso telespectador também Rafael muito obrigada pela sua disponibilidade por
ser tão didático eh o ação sustentável tá aqui para isso a gente quer realmente fomentar práticas sustentáveis mostrar que elas existem que elas estão disponíveis e a gente vai deixar Inclusive o seu o seu link aqui embaixo pro produtor acessar se ele precisar de ajuda Tá OK posso dar um último recado Claro por favor então primeiro Muito obrigado é importante tirar essas dúvidas a produção nas fazendas é algo que não é tão novo e ele está presente numa porcentagem relevante da área agricultável brasileira faço o convite ao produtor brasileiro de conhecer essa nova forma de
fazer agricultura e é uma agricultura voltar ao conhecimento venham discutir conosco Vamos criar esse conhecimento junto e fazer um apelo às autoridades para a derrubada desse veto me5 que ele é importante não só para um setor mas sim para a sociedade o veto 65 ele faz bem à sociedade muito bem fica aqui o pedido ação sustentável utilidade pública muito obrigada E a você que nos acompanhou estamos aqui toda semana eu te espero no ação sustentável sempre um grande abraço [Música]