[Música] k [Música] [Aplausos] [Música] a construção da educação brasileira é um processo moldado por inúmeras mãos ao longo do tempo nessa trajetória enfrentamos desafios significativos mas também celebramos conquistas que que impulsionaram transformações e redefiniram os rumos da história Educacional no país você já parou para refletir sobre os protagonistas que desempenharam papéis fundamentais nessa jornada e como eles enxergam o cenário Educacional atual e os rumos que a escola tem tomado com o intuito de conectar você com essas personalidades e seus legados produzimos uma série de entrevistas dedicadas a responder essas perguntas para dar início a essa
jornada É uma honra entrevistar a professora Maria cotil de rosete Ferreira [Música] Maria Coti de Ferreira é professora emérita aposentada da Faculdade de Filosofia ciências leitra de Ribeirão Preto possui sua formação em licenciatura em filosofia especialista em psicologia Clínica e Doutor em psicologia é integrante e fundadora do centro de investigação sobre desenvolvimento humano e educação infantil sed seus estudos abrangem diversas áreas da primeira infância incluindo apego e desenvolvimento de relações afetivas interação de bebês promoção de qualidade na educação coletiva de crianças pequenas acolhimento familiar acolhimento institucional e adoção sua vasta experiência em contribuições em pesquisas
e projetos acadêmicos posicionam a professora Maria cla Ferreira como uma autoridade no campo de educação e Desenvolvimento Infantil [Música] nós estávamos pensando se tinha acabado de fazer doutorado e nós estávamos pensando em ir paraa Europa mesmo para para Londres E acabamos indo para Londres quando chegou 67 eu fiz doutorado lá e eu me descobri grávida dois meses antes de ir tive a terceira filha lá e fiz doutorado como não me digam como porque agora eu não sei daí 67 muitos cientistas acharam que com o Castelo Branco as coisas iam melhorar e voltaram e nós voltamos
também daí quando chegou com A5 em 68 as coisas pioraram muito nós descobrimos que o nosso telefone tava sendo gravado nós estávamos sendo seguidos na cidade e chegou uma hora que a faculdade medicina nos telefonou e disse sumam que vocês vão ser presos em Ribeirão a gente era procurado porque a gente era Líder pros estudantes em São Paulo nós éramos Pulgas quer dizer né em São Paulo ninguém ia nos procurar nós não tínhamos nada mas aí nós acabamos indo embora e ficamos até 75 em 75 a gente decidiu que resolvemos que queríamos nossos filhos brasileiros
voltamos por [Música] isso lotie muito obrigada por est aqui com a gente estamos muito honrados de est aqui com você hoje você eh tem um papel muito importante na construção da agenda da primeira infância eh dentro do Laboratório A gente segue muito os seus referenciais e é um prazer est aqui com você como a nossa primeira convidada dessa série dos pensadores da Educação Muito obrigada mesmo por aceitar esse convite para começar eh e a sua visão em relação ao contexto histórico da educação infantil no âmbito da creche na realidade quando se começou a procurar e
lutar por creche no Brasil que foi na década de 70 inclusive teve a passeata dos bebês com as fraldas em São Paulo acho que foi em 76 Ah estava existindo no mundo todo o Brasil Não seguiu muito depois não o Brasil seguiu o que estava surgindo e ninguém sabia muito bem o que fazer as coisas estavam começando a surgir em Ribeirão especificamente em Ribeirão Preto e região a a a educação pública começou muito tardiamente a ter creches públicas ela tinha eram as conveniadas não tinha ou ou comunitárias mas creches públicas não existiam e nós começamos
nós estávamos envolvidos tanto num no movimento São Paulo como estávamos numa luta por uma creche na USP a gente já tava lutando pela creche da USP a partir de 79 como nós começamos a desenvolver um projeto em 77 eu acho estudando creches a qualidade das creches não só a qualidade nós organizamos um curso de criança na Instituição um e dois que estudava as creches numa área de 100 Km e no entorno de Ribeirão Preto O interessante é que nesse estudo o nosso Foco vinha talvez pela minha formação eu fui formada até fiz doutorado sobre interação
mã criança e fui formada tive aula com boub E então fui formada numa visão de apego embora com algumas críticas mas bem numa visão de de interação mãe criança e era essa que era o nosso modelo que deveria reinar nas creches então com os estudantes a gente procurava trazer este modelo então quando você vai cuidar de uma criança você cuida como você cuidaria do seu filho do seu irmãozinho olha vem o leãozinho vem o piãozinho e botou a camisa conversa com ele brinca com ele e de repente nós fizemos um filme da arte de barrer
para debaixo do tapete que segundo a Fúlvia foi o primeiro filme sobre a qualidade da interação da da educação da infantil uhum a que foi de 83 84 El ele mostrava um dia numa creche o dia da da mãe da criança e da educadora e nessas filmagens eu fui substituir a Educadora que ia entregar a criança para a Educadora paraa mãe que vinha buscá-la que era uma mãe boia fria era de brodos e e a mãe tinha de pegar essa criança às 5 horas da tarde correr pegar o outro filho arrumar as coisas em casa
lavar dar jantar porque o dia seguinte 5 horas da manhã o trabalho dela começava tudo de novo então ela não podia esperar eu e a auxiliar ficamos trocando 12 bebês eu fiz como a gente orientava cuida como você cuida em casa com irmãozinho com filho não sei o quê eu troquei dois Ela trocou 10 enquanto isso as mães vinham desesperadas rendo para pegar os filhos se fizesse como eu tava fazendo tava perdido de repente me caiu o afixo que aquele modelo não era possível cuidado coletivo de bebês Era um modelo inadequado nós tínhamos de pensar
uma outra forma nós tínhamos desenvolver uma outra forma inclusive pouco a pouco a gente foi percebendo que o nosso foco só tava na interação adulto criança e a gente não tava olhando a interação criança criança que era o parceiro mais disponível pra interação mesmo bebês muito pequenininhos nas últimas décadas começam a frequentar instituições de educação infantil esses estudos da interação bebê bebê são muito iniciais particularmente no primeiro ano de vida nesses arranjos coletivos não é o adulto parceiro mais frequente da Criança é a outra criança e a pergunta que fica é bebê interage com o
bebê então isso nos deu uma revolu são no nosso pensamento nas nossas pesquisas nas nossas ações Eu tenho um artigo no caderno de pesquisa curtinho discutindo esse momento de mudança que teve um efeito grande inclusive repercutiu muito e que nos levou a repensar Como organizar de uma outra forma uma a a creche para poder ter uma creche de qualidade mas foi um desafio muito grande Inclusive a a bncc né colocou um campo de experiência o eu e o outro e o nós né mas ainda isso é um grande desafio né a gente pensar a qualidade
da educação infantil pensando nessa heterogeneidade das Crianças você falou dos boias frias né e eu fiquei pensando como é que era para aquelas famílias né ter que aguardar eh esse momento da criança poder sair e aí a gente tem esse desafio Atualmente como é que a a suas pesquisas a sua contribuição né Eh você enxerga que acabou influenciando né os nossos documentos hoje né talvez foi uma visão que eu agora tive com a sua fala mas também eh o que que ainda a gente tem para percorrer para conseguir ter uma atenção pedagógica para essa interação
criança criança Criança adulto Você sabe que eu acho que se você olhar as minhas publicações rarissima elas são num nome só eu acho que muitas das coisas que eu ah pensei eu eu não sei pensar sozinha [Música] ah por isso eu não dei muito para filósofo filósofo eu acho que pensa mais só sozinho eu acho que fica a eu eu sabia pensar em discussão e eu sedia no espaço de discussão Então muitos dos meus alunos foram distribuindo por aí as ideias eu não acho que fui eu eu não me sinto a altora das mudanças que
houveram são os mestrandos doutorandos que ajudaram E que juntos nós construímos algumas coisas que foram lançando sementes para outras não sou eu cloti de que que fiz as coisas de jeito nenhum o que eu acho que eu fiz eu tenho uma capacidade muito grande de criar um grupo e de coordenar um grupo de trazer inclusive pessoas críticas para discutirem o grupo isso eu tenho e e e trazer inclusive de Fora literatura estimular e coisa assim mas quem produz é o grupo então eu acho que foi o sedi e o que eles foram não ótimo você
trazer isso né porque a importância hoje da colaboração para trazer o âmbito da pesquisa né a própria bncc também foi um feito em colaboração com muitos especialistas e isso é muito importante eh e aí nesse sentido Clotilde eh você enxerga assim os principais desafios ainda pra gente poder avançar em relação à qualidade da creche você vê que a interação criança e criança ainda é uma dificuldade no de estimular isso né no trabalho pedagógico ou eu eu eu vejo Uhum eu vejo alguns desafios grandes tá um desafio grande eu vejo a questão de espaço por exemplo
Espaço Livre área externa uma vez nós fizemos grupo de Mães na grupo de educadoras e trabalhamos com elas pensando os melhores momentos da infância quais eram os melhores momentos da infância até por vocês são os momentos da infância que vocês passam de férias em espaços externos que vocês passam em fazenda em praia em coisa assim e as mães também e aí a gente fala lá e as Crianças onde é que tão passando onde é que as crianças tão ficando elas estão ficando em espaços fechados em espaços aonde tem elas ficam em mesas que muitas vezes
tem o professor lá e que fica Ah se e e a a falando com as crianças orientando as crianças mas as crianças não são levadas tem um parquinho por vezes mas às vezes nem isso então esse uso do espaço externo que favorece muito a interação criança criança também é fundamental sabe quando você solta a criança e a criança nem sabe a liberdade que tem que sai daquelas regras rígidas inclusive nesses tempos que a gente estava falando em que o celular se tornou uma coisa do indivíduo com não com ele mesmo porque ele tem outros ali
mas o indivíduo vai ficar ali em vez de explorar o mundo mas se puser um menino no mundo muda ele não vai escolher um celular e ele vai ter companheiro ele vai querer companheiros para brincar brincar de bola cavar Terra fazer castelo de areia seja o que for quando nós percebemos o o o erro da gente de tá focado na interação adulto criança e a importância uhum de focar também na interação criança criança e nessa época nós estávamos estudando grupos de 2 3 anos nós vimos que o que que as creches faziam elas tinham aqueles
pátios elas punham as crianças no pátio punham jogavam um saco de sucatas no meio e a Educadora ficava ali olhando as crianças brincarem com car a Educadora ficava parecendo um saco de uva porque as Crianças montavam todos em cima dela E aí Isso foi em 85 em 85 eu fiz um estágio de professor visitante na no na escola deud superior no departamento de psicobiologia de lanfan onde o valon trabalhou tinha os livros do valon atrás Ah e E lá eu trabalhei com a jacine Nadel com o o o Pier bodon e e tinha um que
tinha sido doutorando um arquiteto que tinha sido doutorando da Nadel que tinha estudado Justamente a Organização das creches e como elas podem favorecer a interação das Crianças então ele mostrou que espaços abertos como o pátio não favorece a favorece as Crianças procurarem o adulto não favorece a interação de crianças agora se você organiza cantinhos semiestruturados com qualquer coisa pode ser pequenos bancos semiestruturados e não pode ser muito alto que impeça a vista do adulto que tá tomando conta mais cantinhos semiestruturados às vezes no espaço externo esse cantinho semiestruturado pode ser baixa de terreno pode ser
de várias formas esse cantinho semiestruturado mas ele isso pra gente e a gente começou a trabalhar com as creches com esses cantos semiestruturados que fez uma diferença brutal no nível de interação criança a criança Nós aprendemos muito com com Ana Maria Almeida Carvalho que era uma etólogo e com César também Uhum que e eh e eu tinha trabalhado com o etólogo que é o blurton Jones na Inglaterra a mas a Ana Maria Almeida Carvalho tinha estudos primorosos belíssimos sobre interação criança crianças em uma escolinhas em São Paulo então Nós aprendemos muito da observações que ela
fazia de como fazia nós ficamos muito amigas o irmão dela morou comigo aí tem outras coisas também mas ela é um nome importante porque ela tem coisas ela tem um artigo no no reio de significações Mas ela é uma pessoa importante na nossa formação também ela foi uma das organizadoras do livro rede significações e trazendo essa perspectiva né do papel do professor qual que é por isso que eu te perguntei tanto da relação criança criança da organização do grupo porque é um trabalho que a gente Tem trabalhado muito essa questão do Qual que é o
papel do professor principalmente na creche né então por isso que é um aspecto muito importante você trazer isso porque serve até pra gente trabalhar com sensibilizações é uma das coisas que às vezes eu acho às vezes se diminuem muito põe um professor para três crianças um professor para quatro crianças quando você põe muito adulto a tendência de adulto é interagir com a uhum Inclusive eu queria fazer uma pergunta em relação a isso clde eh em outros países eles acabaram optando né em investir mais né na parent idade nessa etapa da vida né o Brasil fez
essa escolha né de adotar né a educação agora de Fato né foi para o âmbito da educação o atendimento de zero a TRS E aí vem essa questão né Eh você enxerga que há necessidade da gente ter algum parâmetro para entrada na creche ou a questão não tá aí né da entrada das Crianças O grande problema é assim o que que faz uma mãe o problema não é só da criança o problema é da mãe também o que que faz uma mãe muitas famílias no Brasil eu não sei te dizer a porcentagem Uhum mas aonde
a mãe é a chefe da família e a mãe é que traz comida para casa bom como é que essa Mãe vai trabalhar fora com o filho pequeno o patrão aceita patroa aceita é algo mais sistêmico né de qual que é a assistência que essa mãe tem qual assistência essa mãe temum é direito da criança seria mas o estado dá então o Estado tem de dar então é um problema que os anglo-saxões tanto em Inglaterra como sobretudo Estados Unidos são familiaristas uhum a França há muito tempo muito tempo tem educação coletiva desde pequenininho há muito
tempo bem desenvolvido a Itália também varia a Itália é mais equilibrado Espanha também a questão não tá aí né A questão se a partir dessa escolha onde que é investido E qual é o trabalho que é feito né é eu acho que se a questão é é é é ter com qualidade se a mãe tiver oportunidade de ficar quer dizer é uma outra coisa você compara Quantos habitantes tem a Finlândia Quantos habitantes tem o Brasil e qual a distribuição de de de Econômica da população da Finlândia e da brasileira dá para você trazer o modelo
da Finlândia pro Brasil eu ti tive uma pós-doutora por quantos anos vários anos comigo trabalhando atualmente a professora lá ah não é muito diferente não dá para comparar assim os países escandinavos são uma outra realidade é uma outra realidade você falou um pouco da da questão da sua atuação política né recentemente você ajudou asos estudantes né da Faculdade de Filosofia a ocupar o bloco né E e aí o que que você tem dizer a isso né O que que você tem dizer paraos jovens que estão hoje na atuação né preocupados com qualidade não o ensino
superior preocupados com a qualidade da educação básica também nesse sentido eu acho fundamental nós formarmos os jovens para se juntarem inclusive de uma forma interdisciplinar isso que eu achei muito bonito ali Uhum eu fiquei Encantada ao ver porque é uma grande tristeza minha foi quando na faculdade de Filosofia que eu ajudei a fundar uhum a a porque eu fui inicialmente da Medicina né Depois é que eu vim pra faculdade de Filosofia e a se viia a a antes era departamento de psicologia e educação depois separou não separou numa boa separou a psicologia da educação e
a educação ficou primo pobre e a psicologia que querendo virar um instituto E aí a educação acabou se juntando com outros primos pobres que juntaram com dedic com enfim ah e eu achei muito bonito naquele movimento você vê os estudantes se juntarem e estarem lutando juntos é issso que eu acho que tem de haver as pessoas T de se encontrar T de conversar tem de começar a lutar porque na realidade isso eu tenho um orgulho danado no nosso grupo teve filósofo psicólogo médico ah teve um monte de profissionais difer profissões e cada um ah tendo
um contribuindo com a sua especialidade e essa diferença ajuda muito e inclusive você trouxe né Essa questão da perspectiva de ter uma integração você falou também da questão que você tá lendo bastante sobre a questão de racismo né hoje Se você fosse começar né pesquisar novamente você escolheria os mesmos temas que você escolheu no passado ou você começaria novos temas Ah não sei te dizer dependeria tanto não sei uhum não sei eu fiz muita política porque a época que a gente fazia política a nossa formação foi muito diferente porque eu fiz parte da e da
un Uhum E a ue e Uni eram muito diferentes do que são agora na nossa época primeiro que a cada congresso ia o um da posição e um da oposição isso fazia toda a diferença e quando você tinha as reuniões os mais velhos a ent avam por exemplo Paulo Singer esse pessoal mais velho competente davam documentos sobre os vários assuntos e a gente se distribuía para estudar saúde educação energia economia o que que fosse se dividia em grupos Lia os documentos que tinham sido separados estudava até altas horas da madrugada preparava cada grupo uma fala
para apresentar de volta e levava em plenário e nós mesmo circulamos na direção das Mesas era uma educação política enorme eu aprendi lá muito mais do que eu aprendi no banco da escola do que eu aprendi no banco da universidade e aí hoje a gente vê a dificuldade né de fazer essa integração na verdade pelo menos da minha formação a gente teve essa coisa um pouco do clubismo né esse algo fechado e aí eu tô te ouvindo eu tô falando olha a importância disso inclusive pra nossa formação e de uma forma mais integral mesmo né
hoje nas faculdades de pedagogia a necessidade idade da interlocução não só no âmbito do da discussão pedagógica né a interlocução com a Psicologia ou com a Biologia mas também agora você trouxe algo muito importante que no âmbito político também e da importância da nossa união isso muito importante mesmo e aí eu queria pra gente poder finalizar se você quiser deixar uma mensagem né pros novos pesquisadores que estão entrando na área da Educação Infantil Que mensagem você deixaria FL tilde eu vi eu me [Música] lembro eu não sei se foi 2010 que eu fui num encontro
organizado pela Fundação Carlos chavas em São Paulo que apresentaram um estudo de avaliação feito no Brasil todo e que iam se não me engano eram cinco regiões a no Brasil e os resultados na maioria eram muito negativos mas tinha um resultado que era muito positivo melhor do que nos outros que era interação social que aparecia no no Como Um item em que as crianças se saíam muito bem e eu acho que nós teríamos de pegar os nossas coisas boas nós teríamos de pegar nossas qualidades e tentar levar em frente as nossas qualidades Eu Fico impressionada
eu tenho uma irmã que mora no México há muito tempo casou com mexicano tem filho mexicano e e eu mando muita coisa para ela Outro dia eu mandei uma entrevista ela falou oss é tão gostoso que tem uma cara de brasileira Então esse jeito brasileiro de ser pode construir coisas eu vivi em vários países eu vivi vive vive mais na Inglaterra na realidade mas é outra forma de relacionamento sabe e que eu acho que a gente podia aproveitar e construir qualidade nisso só que nós precisamos ter mais disciplina Com certeza para conseguir levar adiante algum
projeto Tercer projetos e ter mais disciplina para tocar você diz a se organizar melhor e focar naquilo que isso é importante ter um foco tem um foco definir um projeto focar nesse reunir os grupos Ah sabe eu me lembro quando a gente fazia formação nas creches no primeiro governo palos nós fizemos muita formação foi um espetáculo nas creches daqui aí públ agora o que nós temos visto no nosso trabalho de anos com creches é que para um um melhor atendimento é necessário haver tempo disponível para reuniões para planejamento para reflexões para discussões com o pessoal
da creche sem isso não é possível melhorar a qualidade do atendimento a criança e cada mês era numa creche e cada cada creche ah escolhia o seu tempo Ah eles escolhiam o tema eles escolhiam o tema e convidavam os outros para vim e aí apresentavam a gente ia podia ser a questão da cozinha podia ser a a adaptação podia ser o que fosse mas era muito bom inclusive uma vez a PR tá 49 pr7 uma rádio reclamou que as creches estavam Deixando as crianças sem aula na sexta-feira uma sexta-feira pro meio e uma mãe de
creche foi lá e defendeu telefonou e defendeu disse que era super importante que ela sentia que era muito importante então esse coletivo eu acho que nós brasileiros temos capacidade de fazer ótimo E esse trabalho que você fazia na com os professores era para discutir a prática deles isso e era e por vezes a gente trazia propunha temas e ol só discutir a prática dos professores né desenvolvimento profissional isso o antnio nova fala muito ele não só os professores a cozinha envolver a que são todos são todos são professores educadores educ muito bom tilde muito obrigada
pela entrevista eh foi uma excelente contribuição pra discussão vai ser muito bom retomar né as pessoas que estão nos vendo o contexto histórico da Educação Infantil os desafios que se tem hoje na creche a importância da interação criança criança para nós né novos pesquisadores na área entender a importância do foco e do trabalho coletivo então eu quero te agradecer muito você tem um uma um ponto muito importante dentro do laboratório e também pessoalmente para mim obrigada viu Obrigada vocês muito bom muito bomo eu f emocion quando você fou que gente pris [Aplausos] B [Música] h