[Música] quando abordamos qualquer assunto voltado às islam ao mundo islâmico ou a história do islamismo tanto antiga quanto contemporânea o terrorismo é um dos assuntos que mais pauta a realidade sobre qualquer conversa sobre o Islã na verdade e os maiores estereótipos com relação a muçulmanos nas sociedades ocidenta atualmente estão ligadas à questão do Terrorismo Afinal o Islã né digamos assim é conhecida como a religião dos terroristas modernos mas no vídeo de hoje eu queria fazer uma proposta analítica e até bem extensa para explicar o que do Islã endossa o terrorismo a história do terrorismo dentro
do Islã e se podemos relacionar a religião islâmica em si ao fenômeno histórico do terrorismo k [Música] Uma acusação frequente feita contra o Islã especialmente a partir dos ataques da al-qaida em 11 de setembro de 2001 é que eles seriam uma religião intolerante violenta e fomentadora do terrorismo esse tipo de acusação cresceu ainda mais após a ascensão do autoproclamado Estado islâmico da Síria e Iraque o Isis a partir de 2014 a associação do Islã com o terrorismo é uma ideia perigosa pois ela traz consequências práticas que afetam a Vida de várias pessoas em vários lugares
do mundo em diversos países pessoas muçulmanas comuns são agredidas e tratadas como terroristas pelo simples fato de professarem sua religião ou usarem símbolos ou adereços que os identifiquem como muçulmanos mesmo no Brasil onde existe uma considerável comunidade muçulmana a maioria de origem Siro libanesa com um histórico de boas relações com o restante da sociedade muçulmanos são agredidos física ou Verbalmente por conta de Notícias mal compreendidas ou acontecimentos políticos com os quais não possuem vínculo algum é claro que nas duas últimas décadas houve um crescimento de grupos terroristas em Paes de maioria muçulmana que se utilizam
de um discurso pretensamente islâmico para justificarem suas ideologias e ações Mas seria o Islã realmente a causa por trás desse fenômeno histórico os países muçulmanos ou as comunidades de imigrantes e Convertidos muçulmanos no ocidente constituem uma ameaça de potenciais futuros terroristas para analisarmos a questão é preciso entendermos primeiro o que é terrorismo definição de terrorismo o termo terror foi usado durante a revolução francesa no século XVI para design inar a intensa perseguição movida por diferentes facções de revolucionários contra seus adversários políticos o que culmina Frequentemente na execução pela guilhotina com a decapitação a partir do
século XIX o termo terrorista passou a ser usado para designar movimentos políticos revolucionários contrários a ordem política vigente socialistas anarquistas e nacionalistas que praticavam assassinatos de lideranças políticas ou atentados com bombas um exemplo desses grupos terroristas foi a organização nacionalista séve a Mão Negra responsável pelo assassinato do Herdeiro do Trono austro Húngaro em 1914 Franz ferdinan fato que desencadeou a primeira guerra mundial nas últimas décadas da Guerra Fria o termo terrorista também passou a ser aplicado a grupos armados islâmicos nacionalistas ou revolucionários que lutavam contra o colonialismo e intervenções militares ocidentais nos países de maioria
muçulmana em suas origens o adjetivo terrorista era aplicado unicamente a grupos e indivíduos não estatais o Departamento de estado do governo estadunidense assim define terrorismo um o termo terrorismo internacional significa terrorismo envolvendo cidadãos ou o território de mais de um país dois o terrorismo significa violência premeditada e com motivação política perpetrada contra alvos não combatentes por grupos subnacionais ou agentes clandestinos três o termo grupo terrorista significa qualquer grupo que pratique ou tenha subgrupos Significativos que pratiquem terrorismo internacional a partir dos anos 1970 também conou o termo terrorismo de estado esse conceito foi usado inicialmente para
designar as ações repressivas de ditatoriais contra opositores políticos com o tempo outros analistas e estudiosos também aplicaram a noção de terrorismo de estado para classificar as ações desproporcionais e os crimes de guerra cometidos por Estados em suas intervenções militares Em especial em países da África e Ásia muitos estudiosos criticam a utilização do termo terrorismo pela su instrumentalização poítica pois Geralmente os estados classificam como terroristas apenas indivíduos e grupos com os quais estão em conflito conforme aponta Karine shito desde a década de 1990 observa-se que o termo anteriormente empregado para descrever grandes grupos políticos de oposição
aos governos ou para Caracterizar políticas estatais expressivas e autoritárias passou a ser empregado também para deslegitimar e penalizar indivíduos ou pequenos grupos que se opõem aos interesses políticos dominantes e notoriamente grupos que se dizem próximos à religião islâmica fato é que o termo em todos os momentos históricos citados foi utilizado com objetivo estratégico e político para deslegitimar e impactar negativamente a opinião pública sobre um determinado Ator estatal ou não estatal O que observamos é que realmente na maior parte dos casos a classificação de um grupo como terrorista não levea em conta somente os métodos empregados
mas também o tipo de agente que pratica isso pode levantar alguns problemas de avaliação moral na medida em que ações terroristas ou de um determinado grupo não estatal podem ser usadas como pretexto para um Estado agir de forma violenta contra um país atingindo inclusive sua população Não Combatente na maioria das vezes os maiores exemplos dessa instrumentalização do conceito de terrorismo estão nas potências coloniais imperialistas do ocidente a grã-bretanha inicialmente classificou as milícias sionistas do irgum e do lerry como terroristas durante o seu mandato na Palestina entre 1918 e 1947 mas não classificou como terrorista as
forças de defesa de Israel no novo estado judeu mesmo tendo em suas fileiras incorporado Grandes partes dos antigos integrantes dessas milícias e mesmo as forças militares israelenses tendo mantido parte dos seus métodos e mesmo de seus líderes que de líderes terroristas passaram a ser líderes do exército os Estados Unidos somente classificou os grupos armados islâmicos Talibã e al-qaida como terroristas quando estes se tornaram seus inimigos mas anteriormente enquanto buscaram neutralizar a invasão Soviética no Afeganistão Durante a Guerra Fria as autoridades estadunidenses não viam nenhum problema em se aliar com aqueles combatentes tendo Inclusive a mídia
ocidental saludado o líder da alcaida Osama Bin Laden de forma elogiosa como um guerreiro que abriu o caminho para paz o maior ativista da luta contra o regime segregacionista do aparte na África do Sul Nelson Mandela só foi retirado da lista oficial de terroristas do Governo dos Estados Unidos nos anos 2000 durante o mandato de Barack Obama alguns grupos de resistência islâmica específicos como hamas ou hbol geram discussões entre governos organizações estudiosos alguns preferem não classificá-los como organizações terroristas pelo fato de serem movimentos de luta contra a ocupação militar estrangeira o que a princípio se
encaixa dentro dos princípios da ONU e do direito internacional que consideram legítima defesa a resistência armada Contra o colonialismo e a ocupação militar estrangeira que visam apenas alvos específicos Associados à ocupação externa e não outros grupos étnicos e religiosos outros analistas estudiosos e instituições os classificam como terroristas por entenderem que alguns de seus métodos como eventuais ataques a alvos civis ou uso de atentados Suicidas são comuns a outras organizações definidas como terroristas um exemplo de conceito de terrorismo que trabalha sua Definição a partir dos métodos empregados pode ser visto na definição apresentada pela Liga islâmica
mundial em um encontro na academia islâmica de jurisprudência em Meca no ano de 2002 o terrorismo é a agressão perpetrada por indivíduos grupos ou estados num espírito de opressão contra a religião o sangue a razão a riqueza ou a honra de uma pessoa abrange todos os tipos comportamentos danos e ameaças que induzem ao medo incluindo assaltos à mão Armada a propagação do Medo entre os Viajantes e atos de assalto nas estradas abrange todos os atos de violência e ameaça de cometer crimes individuais ou de grupo com objetivo de causar medo nas pessoas ou aterrorizá-lo através
de ameaças e de lhes causar danos pondo em perigo suas vidas segurança ou condições gerais incluindo nos tipos de terrorismo está o perigo de recursos nacionais ou naturais ou dano a serviços públicos ou propriedades privadas todos os itens Acima são tipos de danos na terra que Deus proibiu os muçulmanos de cometer Deus legislou uma punição rigorosa para o terrorismo agressão e corrupção e os considerou como atos de guerra contra Deus e seu mensageiro não se encontra nenhuma lei feita pelo homem que prescreva uma punição tão Severa que seja proporcional à gravidade deste crime um crime
que a charia considera como uma guerra contra os limites estabelecidos por Deus e contra a sua a Criação para os membros da liga islâmica Mundial Portanto o adjetivo terrorista pode ser igualmente aplicado a indivíduos grupos ou estados como no senso comum e em especial no discurso dos críticos do Islã o terrorismo é comumente associado à agressão indiscriminada contra alvos civis e ao uso de ataques Suicidas nosso vídeo vai se focar nesses dois aspectos comparando como essas duas questões são abordadas dentro do Islã bem como pelos grupos Terroristas islâmicos iremos nos referir a esses grupos e
métodos como terroristas por também serem assim definidos por importantes autoridades religiosas do próprio Islã isso não significa entretanto que não consideraremos igualmente como válido o conceito de terrorismo de estado para classificar as violências contra não combatentes e os crimes de guerra cometidos por forças militares regulares do Estado contra populações estrangeiras Invadidas ou ocupadas Então até aqui Você já viu que o termo terrorismo é extremamente instrumentalizado e pode ser aplicado por estados para detratores políticos diversos indivíduos que hoje são considerados heróis ou pela maioria das pessoas T uma visão positiv neutra já foram chamados de terroristas
no passado e diversos grupos terroristas que fizeram atentados enormes como o irgun e o lerry no próprio Oriente Médio Foram anistiados pela Europa e pelos Estados Unidos e seus líderes se tornaram presidentes do Estado de Israel e passaram a fazer viagens internacionais como itak shamir seria como se o Califa do Isis o Abu bakar al Bagdad após vencer a guerra que fez se tornasse um presidente e após decapitações e explosões você pudesse o encontrar discussão na ONU parece ridículo porém mais uma vez vez o terrorismo ele é instrumentalizado e terroristas são constantemente Anistiados chamados de
heróis e perdoados dependendo por quem está no poder havendo sim uma objetividade terminológica do que é terrorismo em atos e ações mas em condenações depende muito de quem faz por exemplo quando um grupo de terroristas invadiu a redação do Charlie EBD por uma ofensa na forma de caricatura que os jornalistas haviam feito a figura do profeta mohammad e mataram os jornalistas lideranças mundiais marcharam pelas ruas de Paris Para afirmar a laicidade do estado e pedir pela paz quando Israel fusila mais de uma centena de jornalistas que morrem de modo escabroso enquanto fazem a cobertura do
que tá acontecendo em Gaza ou mesmo antes quando shirina Abu akle uma jornalista Cristã Palestina estava fazendo a cobertura das invasões israelenses a Campo de refugiados e ela é fuzilada propositalmente por soldados israelenses Você não tem nenhuma comoção internacional nem mediática e nem das Lideranças então pera aí há liberdade de imprensa ou não há a liberdade de expressão ou não há mais uma vez a gente vê que terrorismo tanto em Atos quanto em conceito é um fator de pura instrumentalização Por quem o usa os preceitos do Islã sobre a guerra e os civis diferente do
budismo e do Cristianismo que não surgiram em contextos de guerra o Judaísmo e o Islã se desenvolveram Originalmente em situações de conflito bélico mas no caso Da Bíblia Hebraica as ideias sobre a ética de guerra apareceram em diversos textos de épocas diferentes o que pode trazer uma série de interpretações distintas no caso do Islã as normas sobre como os fiéis devem se comportar em uma situação de guerra já é encontrada bem definida nos Versículos do Al Corão e na Conduta do profeta Muhammad registrada através dos hadiz relatos e ditos compilados por seus seguidores é importante
deixar claro que No Islã não existe uma sóa escritura no sentido de uma interpretação isolada do Alcorão na religião islâmica o alcorão é interpretado dentro de uma tradição cujo contexto é a forma como profeta viveu e transmitiu a revelação corânicas crenças religiosas o Islã admite o recurso da Guerra em algumas situações o alcorão e o profeta entretanto conclamaram uma série de condições para que uma guerra fosse legítima e várias restrições ao comportamento dos Combatentes muçulmanos essas normas se encontram sintetizadas no Alcorão no capítulo 2 dos Versículos 190 a 194 combatei pela causa de Alah aqueles
que vos combatem porém não pratiquem agressão porque Alah não estima os agressores matai-os onde quer que os encontre e expulsai-os de onde vos expulsaram porque a intriga é mais grave do que o homicídio não os combata nas cercanias da Mesquita Sagrada A menos que vos ataquem mas se aí vos combaterem Matai-os tal será o castigo dos incrédulos porém se desistirem sabei que alá É indulgente misericordiosíssimo e combatei os até terminar a intriga e prevalecer a religião de Alá Porém se desistirem não haverá mais hostilidades senão contra os injustos se vos atacarem no mês sagrado combatei
os no mesmo mês e todas as profanações serão castigadas com a pena do talião a quem vos agredi rechaço da mesma forma porém temei a alá e sabei que ele está com os que o temem Estes versos do Alcorão são bastante Claros no livro sagrado combater pela causa de Alá em um contexto de guerra significa guerrear contra aqueles que perseguem ou hostilizam os muçulmanos mas essa guerra só deve ser dirigida como claramente aparece no Versículo contra aqueles que estiverem combatendo os fiéis e deve ser encerrada quando for obtida a Vitória ou a rendição do inimigo
ou um acordo de paz para que possam se defender de seus Perseguidores Os muçulmanos são autorizados a combaterem mesmo em locais ou tempos considerados sagrados muitos críticos do Islã assim como extremistas ditos muçulmanos frequentemente citam somente a primeira metade do versículo 191 matai-os onde quer que os encontrei e expulsai on de onde vos expulsaram pois a intriga é mais grave do que o homicídio para argumentar que o alcorão ordena a guerra e a execução dos não muçulmanos nesse ponto os islamofóbicos Os extremistas caem no mesmo erro mutilar o texto corânicas e parágrafo os versos 190
192 e 193 mostram claramente que os fiéis devem lutar contra aqueles que os atacam mas não devem ter uma postura agressiva atacando quem não os ataca pois como diz o próprio Alcorão aá não estima os agressores para entender melhor essa passagem temos que entender seu contexto o profeta Mohammed recebeu essa revelação quando os muçulmanos de Mecca Estavam sendo perseguidos pelos líderes politeístas da cidade é uma revelação para orientar os fiéis em Como agir quando forem perseguidos por sua fé esse texto portanto não tem nada a ver com a ordem para matar os não muçulmanos de
modo generalizado ou para usar a guerra como meio de converter infiéis mas como dissemos não existe interpretação isolada do Alcorão se o texto corânicas só devem guerrear contra aqueles que os combatem a forma como o profeta Mohammed Viveu e pregou nos ajuda a entender melhor essa ética da Guerra um hadith compilado no sahir muslim conta que Muhammad proibiu a morte de mulheres e crianças em guerra é narrado por ibn Omar que uma mulher foi encontrada morta em uma dessas batalhas então o mensageiro de Alah proibiu o assassinato de mulheres e crianças outro hadiz compilado no
musnad do Imam ahmad Demonstra o motivo pelo qual o profeta proibia que se matassem os não Combatentes em guerras na verdade o mais tirânico dos povos para alá O Exaltado é aquele que mata aqueles que não Lutaram contra ele esses dois radices sobre a vida do profeta provam que ele interpretou pregou e viveu os versos do Alcorão sobre a guerra no sentido de que os membros do grupo inimigo que não tomassem parte nos combates não deveriam ser combatidos ou mortos pelos guerreiros muçulmanos essa ética de guerra expressa no Alcorão e na pregação E atos de
Mohammed pode ser traduzida no que hoje em dia chamamos de legítima defesa a guerra é permitida para impedir ou conter uma agressão por outro lado no primordio do Islã houve o surgimento de um grupo chamado Caritas que se desenvolveu durante o governo dos primeiros califas esse grupo se rebelou contra a autoridade califal sendo em Essência a primeira seita do Islã adotando uma postura violenta contra outros muçulmanos combatentes e não Combatentes eles se viam como os únicos muçulmanos autênticos considerando os demais praticantes do Islã como apóstatas nos ríos do profeta Mohammed encontramos menções aos kijito Rebeldes
violentos Inimigos da religião e que continuariam a existir de tempos em tempos até o Juízo Final claro que essa continuidade não significa uma continuidade histórica do mesmo movimento mas a contínua presença doss métodos dos primeiros Caritas e de sua Mentalidade nas compilações do sahih muslim é narrado e oir ibn AMR relatou que perguntou a sahle ibn hun neif você ouviu o mensageiro de Deus mencionando os Caritas ele disse eu o ouvi dizer e ele apontou com a mão para o leste que este seria um povo que recitar o alcorão com as suas línguas e este
não iria além de suas clavículas eles passariam direto pela sua religião assim como a flecha passa pela presa o Imam sunita da escola jurídica shafi Abu bakr al aari falecido Em 970 apontou que os sábios muçulmanos de várias épocas consideraram os kijito como um grupo que interpretava o alcorão de acordo com seus próprios desejos se distanciando da pregação do profeta Mohammed nem os estudiosos de antigamente nem de hoje divergiram sobre os kijito mau que era desobediente a alá e ao seu mensageiro embora orassem jejuarem se esforçassem na adoração tudo isso não foi benéfico para eles
embora Eles Aparentemente ordenasse o bem proibissem o mal isso não os beneficiou porque era um povo que interpretava o alcorão de acordo com seus desejos nos comentários do Imam sunita também da escola chafe ibn kathir que viveu na Síria entre os anos de 1300 e 1373 da era Cristã apontou que quando os kitas se fortalecessem iriam espalhar seus males pela Terra ao longo dos tempos e que atingiriam de forma mais intensa o Iraque e a Síria quão incrível é o que Um dos salaf primeiros muçulmanos disse sobre os kijito seu sentido de que eles são
aqueles menci ados nas palavras de Alá diga devemos dizer-lhe quem tem mais a perder com as suas ações cujos esforços neste mundo estão equivocados mesmo quando pensam que estão praticando boas ações ao Corão surata 18 Versículos 103 e 104 se os Caritas algum dia ganhassem força eles certamente corromperam toda a terra especialmente o Iraque e a Síria eles não deixariam um Bebê nem um homem nem uma mulher vivos porque no que lhe diz respeito o povo causou corrupção uma corrupção que não pode ser corrigida exceto através de massacres em massa por esse motivo vários eruditos
e governantes muçulmanos ao longo da história consideraram grupos Rebeldes e violentos ou extremistas como continuadores dos carig ditas assim como muitos líderes muçulmanos atuais consideram os terroristas de hoje como os novos carig ditas históricos Como Podemos ver muitas das normas e ideais que hoje fazem parte da legislação internacional sobre ética e crimes de guerra ou mesmo que estão presentes na mentalidade de muitos ocidentais já se encontravam delineadas de forma expressa na crença e prática islâmica o Islã desde seus primórdios reprova o O Ataque aos civis e a guerra como forma de imposição religiosa basta lembrar
que o profeta concedeu proteção às Comunidades cristãs e judaicas e seus locais de Culto e que até hoje em países de maioria muçulmana no Oriente Médio Ásia e norte da África existem comunidades judaicas e cristãs muito antigas anteriores A Conquista islâmica Mas isso não é um fruto do modernismo ou das revoluções como aconteceu no ocidente o próprio Alcorão em diversas passagens deixa Clara a liberdade religiosa e a não imposição da religião como nos seguintes versículos não há forçação quanto à religião porque já se destacou A verdade do erro Alcorão 2 Versículo 256 porém se teu
Senhor tivesse querido aqueles que estão na terra teriam acreditado unanimemente Poderias então tu forçar os humanos a que fossem fiéis ao Corão 10 Versículo 99 diz-lhes a verdade emana do vosso senhor assim pois que Creia quem desejar e descreia quem quiser Al Corão 18 Versículo 29 diga ó descrentes Eu não adoro o que vocês adoram nem são Adoradores do que eu adoro nem eu vou ser um adorador do que Vocês adoram também não serão Adoradores do que eu adoro para vocês a sua religião e para mim a minha religião Al Corão surata 109 Versículos 1
a 6 e ainda numa passagem da vida do profeta mohammad o vemos agir da seguinte forma o homem dos ansar dos bano Salim bano auf tinha dois filhos que haviam se convertido ao cristianismo antes do Advento do profeta após isto estes dois filhos vieram junto com um grupo de cristãos para negociar víveres em Medina Seu pai foi até eles e se recusou a deixar que partissem dizendo por alá não vou deixar-lhes até que se convertam ao Islã eles se recusaram a se tornarem muçulmanos então todos se dirigiram ao mensageiro de Alá para resolver a disputa
o pai se dirigiu ao profeta Mohammed dizendo ó mensageiro de Alá como posso deixar que parte de mim entre no inferno Enquanto fico sentado assistindo então alá majestoso e exaltado seja revelou o Versículo não há Forçação quanto a religião é verdade que a comunidade muçulmana após a morte do profeta Mohammed não se limitou aos territórios da península arábica e acabou se expandindo militarmente para outras regiões em um primeiro momento isso pode parecer que em seus primeiros séculos os governos muçulmanos simplesmente praticaram a guerra de agressão Mas isso seria desconsiderar o contexto histórico entender o processo
de expansão territorial dos povos Islâmicos é algo complexo e seria um assunto para um vídeo próprio mas de forma resumida mas podemos dizer que a localização da península Arábia que entre dois impérios expansion istas como o império romano oriental ou Bizantino e o Império Persa sassânida era algo que colocava em risco a primitiva comunidade muçulmana assim com poucos recursos materiais econômicos e militares dentro dessa lógica a expansão militar era uma forma de defesa ao garantir aos Territórios e recursos estratégicos essa expansão não significou a imposição da religião islâmica aos povos conquistados mas a sobreposição da
população Conquistadora sobre a dominada já que conquistadores e conquistados foram se misturando desde as mais altas as mais baixas classes sociais e a conversão ao Islã de parcelas daqueles povos se deu de forma lenta e gradual durante muitos e muitos séculos já que foi somente dois séculos após a conquista e somente após Esses séculos que o Islã se transformou em religião majoritária no Oriente Médio ou outras regiões Então até aqui vemos que a religião islâmica em suas fontes primárias não endossa o terrorismo não endossa a morte de Inocentes Não endossa a morte ou o ataque
indiscriminado para impor a religião a pessoas através do terror e que a guerra só pode ser utilizada dentro de um contexto de resposta a uma agressão militar ou autodefesa para autopreservação isso Pode ser visto na própria Conduta do profeta mohammad durante sua vida ou dos primeiros califas fala-se por exemplo que os muçulmanos se expandiram e invadiram e tomaram o território Cristão do Oriente Médio norte da África que era parte do Império Bizantino só não falam que primeiro os árabes ganid que eram árabes cristãos que viviam ali onde hoje é a Jordânia mataram o emissário muçulmano
quo este viajava para o Império Bizantino de modo a fazer um Trabalho missionário de divulgar a religião islâmica após esse assassinato como ele era um emissário isso foi considerada uma declaração de guerra e aí a guerra islâmica contra os ganid das começou os bizantinos vieram intervir e acabaram perdendo o seu império Este foi o contexto os muçulmanos não simplesmente atacaram para converter todo mundo Oriente Médio a força ao Islã até porque essa conversão toda não aconteceu existem áreas do Oriente Médio Que são substância socialmente cristãs só que isso não aconteceu após uma grande revolução como
teve na Europa para dar liberdade religiosa essas comunidades elas possuem uma continuidade Histórica de mais de um Milênio óbvio que muitos deles se converteram ao Islã após serem apresentados a teologia islâmica E aí a gente entra numa discussão sobre qual teologia é mais Atrativa ou responde a mais questões humanas mas dizer que olha As pessoas chegaram botaram uma faca e disseram ó ou você converte ao Islão você morre Isso é uma mentira objetiva visto que a religião islâmica possui mecanismos Contra esse tipo de prática e se isso acontece na história em algum ponto é contra
a religião islâmica ou pela interpretação de uma seita Então apesar dela e não por conta dela mas se o alcorão e o profeta proíbem um ataque contra não muçulmanos e estabelecem vários limites à guerra como os Terroristas que se consideram muçulmanos justificam suas ideias vejam os principais argumentos usados pelos terroristas a ideologia dos terroristas os terroristas islâmicos usam-se de Versículos do Alcorão para justificarem suas ideias e suas ações mas a realidade é que essas referências não são o centro de seu discurso elas são usadas apenas para confirmarem as noções que esses grupos e seus potenciais
seguidores já possuem sobre opressão justiça e Vingança Essa foi a conclusão de um estudo conjunto realizado por três acadêmicos norte-americanos especializados em estudos islâmicos e conflitos religiosos sobre a forma como os extremistas islâmicos citam ao Corão conforme os professores Jeffrey Jaelson bennet furlow e stepen corman atestam concluímos que os versos do Alcorão que os extremistas citam não sugerem uma ofensiva agressiva que busca a dominação e A Conquista dos incrédulos como é Comumente presumido em vez disso tratam de temas de vitimização deshonra e Retribuição descobrimos que em vez de encorajar uma cultura de agressão aberta os
extremistas islâmicos utilizam citações diretas do Alcorão para proporcionar consolo ao sofrimento e para legitimar certas ações particularmente o terror ismo em resposta às queixas muçulmanas em outras palavras os versículos do Alcorão não dizem aquilo que os terroristas defendem Como justificativa para a suas ações mas são utilizados de forma de contextos para justificar uma lógica de Vingança de alguém que se sentiu agredido por infiéis ou para o conforto psicológico de uma família ou uma pessoa que morreu realizando um atentado terrorista as conclusões do professor havon e seus colegas acadêmicos ficam até mais fáceis de entender quando
olhamos os próprios argumentos dos terroristas um dos terroristas mais famosos do mundo nas Últimas décadas o Saudita Osama Bin Laden morto por forças norte-americanas em 2011 no Paquistão foi o responsável por arquitetar através de seu grupo al-qaida os atentados contra alvos nos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001 que resultaram em inúmeras mortes de civis As populações do ocidente ficaram em choque com as imagens das torres gêmeas do old Trade Center um centro comercial e financeiro de Nova York sendo atingidas por Aviões civis e Desmoronando enquanto pessoas pulavam de enormes alturas dos prédios fugindo
desesperadas as chamas causadas pelo no choque e explosão dos Aviões ainda na década de 2000 Osama binladen escreveu mensagens e divulgou declarações buscando justificar os seus atos terroristas para binladen o mundo nos anos 2000 estava dividido entre uma guerra entre os Estados Unidos e seus aliados que ele chama de cruzados em alusão às expedições militares de Católicos da Europa contra os potentados muçulmanos do oriente na idade média e o Islã que ele identificava como sendo seu lado e o dos seus apoiadores garanto-lhes que fazemos parte desta uma comunidade muçulmana que nosso objetivo é a Vitória
da uma e a luta para remover o mal a desigualdade e a irresponsabilidade enfatizar a importância de evitar essas coisas e a remoção das leis feitas pelo homem que a América impôs aos seus colaboradores na Região para que a nossa uma possa ser governada pelo livro que foi enviado pelo seu Criador Deus então eu digo que em geral nossa preocupação é que a nossa uma se una sobre as palavras de Deus ou de seu profeta e que essa nação Estabeleça o califado justo de Nossa uma que foi profetizado por nosso Profeta em um hadiz autêntico
que o Califa justo retornará com a permissão de Deus pede-se a uma que se una Face a esta campanha dos cruzados a mais forte mais Poderosa e mais feroz campanha dos cruzados a cair sobre a uma islâmica desde o início da história islâmica houve guerras passadas entre os cruzados mas nunca houve uma campanha como esta antes assim Bush declarou nas suas próprias palavras ataque de cruzada o estranho nisto é que ele tirou da nossa boca as palavras de que essa guerra é uma cruzada Portanto o mundo hoje está dividido em duas partes Como disse Bush
ou você estão conosco ou estão com o Terrorismo ou você está com a cruzada ou com o Islã na lógica de binladen diante dos conflitos movidos pelo presidente norte--americano George Bush e seus aliados contra países muçulmanos era necessário escolher um lado quem não se posicionasse como favorável às ações da al-qaida estava do lado inimigo ou seja o que binladen entendia como inimigo ou Combatente em uma guerra era bem diferente do que o alcorão e o profeta estabeleceram para tentar convencer o Público ocidental Osama usou não um argumento religioso mas Apelou por conceitos acidentais de proteção
à liberdade se dirigindo aos americanos anos disse povo da América falo-vos hoje sobre a melhor forma de evitar outra Manhatan sobre a guerra e suas causas e as suas consequências em primeiro lugar digo-vos que a segurança é um dos pilares da vida humana os homens livres não subestimam o valor de sua segurança apesar da afirmação De Bush de que Odiamos a liberdade Talvez ele possa dizer-nos por não atacamos a Suécia por exemplo é bem sabido que aqueles que desprezam a liberdade não possuem almas orgulhosas ao contrário dos 19 que Deus os abençoe se referindo aos
terroristas do atentado temos lutado contra você porque somos homens livres que não podem concordar com a injustiça queremos restaurar a segurança da nossa uma assim como você viola nossa segurança nós violamos a sua quem invade a segurança Dos outros e imagina que ele próprio permanecerá seguro é apenas um criminoso tolo explicarei a vocês o motivos desses acontecimentos e Contarei a verdade sobre os momentos em que essa decisão foi tomada para que vocês possam refletir sobre ela Deus sabe que o plano de atacar as torres não nos passava pela cabeça mas a ideia me ocorreu quando
as coisas foram longe demais os acontecimentos que me marcaram diretamente foram durante e depois de 1982 quando a América permitiu que os israelenses invadissem o Líbano Ainda me lembro daquelas cenas angustiantes sangue membros de lacerados mulheres e crianças massacradas por todo lado casas eram destruídas e Blocos de Torre desabavam esmagando os seus moradores enquanto bombas choviam impiedosamente sobre nossas casas era como um crocodilo devorando uma criança que não podia fazer nada além de gritar naquele dia tive a certeza de que a opressão e o Assassinato entre ional de mulheres e crianças inocentes é uma política
americana deliberada tendo como pano de fundo estas e outras imagens semelhantes os acontecimentos de 11 de Setembro surgiram como resposta a estas grandes injustiças você pode culpar alguém por proteger os seus autodefesa e punição do opressor na mesma moeda Isto é terrorismo vergonhoso mesmo que seja não temos outra opção Essa é a mensagem que tentamos repetidamente transmiti-los em Palavras e atos Anos Antes do 11 de setembro o conceito de atod defesa de Osama binladen significa Como podemos ver devolver na mesma moeda ora isso é bem diferente da ideia de legítima defesa tanto no Islã quanto
na legislação internacional moderna sobre crimes de guerra isso fica mais claro quando o líder terrorista relativiza a proibição de matar mulheres e crianças estabelecida pelo profeta mohammad disse Bin Laden dizem que a matança de Inocentes é errada e inválida e como prova Dizem que o profeta proibiu a matança de crianças e mulheres e isso é verdade isso é válido e Foi estabelecido pelo profeta numa tradição autêntica mas essa proibição de matar crianças inocentes não está gravada em pedra tratamos os outros como eles nos tratam aqueles que matam as nossas mulheres e os nossos inocentes nós
matamos as suas mulheres e os inocentes até que Parem de fazê-lo ou seja nós uma binladem Nítidamente passa por cima de uma regra estabelecida pelo próprio Profeta do Islã para defender uma lógica Vingativa de retribuir na mesma moeda percebam não se trata só de reagir com violência a uma agressão violenta mas de devolver a agressão também contra mulheres e crianças do agressor que sequer estão envolvidas no conflito Seria o mesmo que em um julgamento de um crime impor a prisão idenização ou pena de morte a esposa e os filhos o criminoso Juntamente com o próprio
acusado Não há nada no Alcorão nos ensinamentos e ações de mohammad que autorizem essa lógica binladen simplesmente escolheu não seguir o ensinamento da religião que dizia professar para poder justificar sua forma de pensar e agir em outro momento entretanto o líder da alkaida citou grandes pensadores muçulmanos à idade média para reforçar seus argumentos os estudiosos e pessoas do conhecimento entre eles ibn taimia e ibn Alkaim e shani e muitos outros e kurtu que Deus os abençoe em comentários ao Corão dizem que se os descrentes matassem as nossas crianças e mulheres Então nós não deveríamos sentir
vergonha de fazer o mesmo com eles principalmente Para dissuadi-lo de tentar matar novamente as nossas crianças e mulheres assim a América e Israel praticam o terrorismo imprudente e nós praticamos o bom terrorismo porque dissuade aqueles de matarem nossos filhos na Palestina e Em outros lugares uma leitura atenta Dos comentários dos eruditos islâmicos citados por Osama contudo mostra que os comentários de interpretação que estes sábios fizeram do Alcorão do profeta e da Lei islâmica dizem justamente o contrário do que binladen fala eles não autorizam a morte de mulheres e crianças não combatentes vejamos cada um desses
comentários Tak adin ibn taimia citado por binladen foi um teólogo árabe muçulmano sunita e jurista da escola Hambali de jurisprudência que viveu entre os anos de 1263 e 1328 depois de Cristo em Sua vasta obra ibn taimia comentou as normas islâmicas da guerra e do trato com não combatentes dizendo quanto a aqueles que não pertencem às pessoas que auxiliaram na guerra e combatem como mulheres as crianças os fiéis os idosos Os Cegos os deficientes outros então não devem ser mortos de acordo com a maioria dos ulemás a menos que a pessoa participe da Luta Ativamente
Com discurso mesmo que alguns ulemás tenham permitido a matança de todos meramente por causa da descrença exceto mulheres e crianças que sejam cativos dos muçulmanos a primeira opinião que não combatentes não devem ser mortos ou combatidos por qualquer motivo é a opinião mais correta porque a luta é apenas contra quem combate contra nós quando queremos manifestar o Islã tal como Alah diz combatei no caminho de Alá contra aqueles que lut ão contra voz E não transgrida os limites em verdade alá não ama aqueles que transgridem ao Corão 2 Versículo 190 outro nome citado pelo terrorista
Saudita foi o teólogo e jurisconsulto árabe sunita da escola hambali ibn alq al Jaia que viveu entre os anos de 1292 e 1350 da era Cristã em Sua obra ibn alkaim interpretou de igual forma que não era legítimo atacar os não combatentes em uma guerra ou fazer guerra contra alguém pelo simples fato de não ser muçulmano combater só é Necessário para enfrentar uma guerra e não para enfrentar a incredulidade Por esta razão mulheres e crianças não são mortas nem os idosos Os Cegos ou os monges que não participaram nos combates em vez disso só Lutamos
contra aqueles que fazem guerra contra nós Este foi o caminho do mensageiro de Alá com o povo da terra ele lutaria contra aqueles que declarassem guerra contra ele até que aceitassem a religião ou propusessem um Tratado de paz ou ficassem sob seu Controle prestando tributo o terceiro nome mencionado pelo líder da alcaida foi um dos precursores do movimento salafista no Islã o teólogo e jurista sunita Muhammad ibn Ali ibn mohammad ibn Abdullah mais conhecido como al shani al shani viveu na região do atual yem entre os anos de 1759 e 1834 depois de Cristo suas
interpretação das normas islâmicas da guerra é muito semelhante à dos outros juristas hbal citados por Osama binladen al shauan inclusive aplicou Estas normas ao caso do uso de civis como escudos humanos pelo inimigo prática que se tornaria comum nas guerras dos séculos seguintes os ah hadit ditos do profeta Mohammed sob a proibição de não matar combatentes expc claramente que não é permitido matar mulheres e crianças como foi afirmado por Malik e auai não é permitido em qualquer circunstância mesmo que o inimigo os usasse como escudo ou se cercasse deles em um forte ou em um
Navio não seria permitido atirar neles ou incendios shaf e os cufant estudiosos hanaf de kufa reconciliaram as tradições afirmando que só era permitido lutar contra eles nesse caso os Escudos humanos se eles lutassem contra você mas de todos os eruditos muçulmanos citados por binladen kurtu é o que escreveu de forma mais detalhada a interpretação islâmica tradicional sobre as prescrições do Alcorão e do profeta sobre a legitimidade de retaliar uma Agressão com a morte de inocentes em uma perspectiva que contraria completamente a interpretação do líder da alkaida ABU Abdullah al qurtubi foi um teólogo e jurisconsulto
andaluz espanhol sunita da escola Malik que viveu entre os anos de 1214 e 1273 depois de. Cristo em Sua vasta obra de exegese do Alcorão al curtu sintetiza dessa forma as normas islâmicas sobre os casos em que a morte pode ser imposta a um agressor como forma de retaliação ou punição a forma Que A Retaliação kissas assume é que quando o parente ou ali do homem assassinado quer matar o assassino é obrigado a se submeter ao comando de Alá e a aceitar A Retaliação prescrita o parente do homem assassinado é obrigado a parar no assassino
do seu parente e não ir além dele e matar outra pessoa também que era o que os árabes faziam antes o Islã Esse é o significado das palavras do profeta que alá o abençoe e lhe conceda a paz no dia da Ascensão as Pessoas mais insolentes para com alá Serão três homens alguém que mata outro que não assassino alguém que mata no haram local sagrado ou proibido e alguém que age pelas risas de sangue da jilia da era da ignorância anterior ao Islã eles disseram matar é uma salvaguarda contra o assassinato Alá proibiu-lhes a transgressão
neste Versículo e outros o objetivo era refutar os árabes que queriam matar alguém que não fosse o assassino de alguém que havia Assassinado e matar uma centena de pessoas inocentes emre Retaliação por uma delas ou para tirar vantagem de posição e poder portanto a laur ordenou a justiça e igualdade para que apenas aqueles que matam sejam mortos os estudiosos classificaram aqueles que não deveriam ser mortos em seis categorias mulheres crianças monges os doentes crônicos velhos contratantes e trabalhadores agrícolas segundo a interpretação de al curtu as prescrições Do Islã sobre a guerra seguem a mesma lógica
das normas sobre matar alguém como forma de Retalhação assim a religião permitiria a um parente de um homem assassinado matar o assassino como forma de punição ou Retaliação mas proíbe que o parente da vítima e outros membros da família do agressor o comentarista andalus ainda explica que o comportamento de vingar um assassinato Através da morte de parentes e de outras pessoas relacionadas ao assassino era um Costume dos árabes pagãos anteriores ao Islã um costume considerado pecaminoso perante a religião islâmica a lista de pessoas que segundo al Curt deveriam estar Livres da Retaliação pela morte é
ainda mais abrangente ele não considera apenas mulheres e crianças mas também pessoas ligadas a funções religiosas e ao sustento econômico da população rival monges e camponeses e pessoas com restrições à suas capacidades cotidianas como idosos e doentes não deixa de ser Irônico o fato de que dos eruditos muçulmanos citados por Osama binladen a única coisa que se aproxime de suas ideia sobre Retaliação contra civis seja um costume mencionado por um dos comentaristas muçulmanos como sendo uma prática pagã pré islâmica rejeitada pelo profeta diante dessa enorme diferença entre as leis islâmicas da guerra e as ideias
das práticas dos terroristas o sociólogo norte--americano Paul cmon concluiu que as ideias da al-qaida são Muito mais um simples americanismo ou um anti-imperialismo do que um ideal de Jad ou guerra religiosa de acordo com a religião islâmica o fato de uma lei de guerra poder ser mencionada contra o terrorismo anti-americano de vítimas em massa da liderança Sênior da alkaida revela ironicamente uma falha no cerne da singularidade dessa liderança como organização terrorista transnacional a liderança da alkaida elevou o antiamericanismo Acima da sharia Lei Islâmica e da gerad legal embora essa estratégia do inimigo distante possa ter
muito emcomum com outras formas de anti-imperialismo revolucionário tem pouco em comum com o desenvolvimento da charia sobre Jad legal que mesmo na sua expressão militante proíbe e condena a traição o ataque a não combatentes e a destruição de vidas propriedades honra e reputação de muçulmanos e não muçulmanos esse maior foco em um discurso anti-imperialista ou antiocidental Islâmico ou Isis mais recentemente que explora muito mais os Sofrimentos causados pelas intervenções militares das potências ocidentais nos países muçulmanos do que citações corânicas do profeta e desjet e juristas muçulmanos como forma de divulgar a mensagem e atraírem mais
seguidores existem divergências entre a alcaida e o Isis nas suas interpretações sobre a Jad e na forma de colocar essas doutrinas em prática isso se refere na diferente Forma de atuação em Como por exemplo o is se focou muito mais em aquisição de território do que em atingir os alvos civis e militares de impacto internacional com explosões Suicidas Mas apesar disso ambos cultivam ideologias e práticas terroristas em especial na forma de tratar os alvos c viisto o que fica claro analisando o discurso dos dois principais grupos terroristas das últimas décadas é que a retórica extremista
islâmica está baseada em uma Lógica de Vingança n essa ideia a finalidade de defender os povos muçulmanos agredidos pelo ocidente torna legítimo Qualquer meio utilizado para atingir esse objetivo as citações do Alcorão ou menções aos ditos do profeta aparecem apenas como um verniz como palavras distorcidas para tentar justificar o que toda a tradição interpretativa islâmica trata claramente como algo condenável as menções distorcidas e descontextualizadas ao Alcorão e ao profeta no discurso terrorista são apenas um viés de confirmação ao feito então assim o grande digamos arquiteto do terrorismo dentro do mundo islâmico moderno ou mais famoso
deles que é o azama Benin Laden ele tinha como pressuposto de acordo com as suas próprias palavras registradas livros que ele basicamente nunca leu porque dizem exatamente o contrário do que ele defendia e do que ele pregava e todos os grupos que vão se originar da Alcaida Como o próprio Isis como boku haram e outros que vão surgir tanto na Ásia quanto no oriente médio e na África vão seguir a mesma premissa que é uma premissa religiosamente errada mas como Dizem os especialistas em história do terrorismo que analisam milhares de discursos de terroristas a religião
serve apenas como um verniz de viés de confirmação mas que quando ela é estudada de forma fundamental ou fundamentalista mesmo não diz isso então Essas pessoas elas não são fundamentalistas religiosos elas não são ortodoxos elas são grandes relativistas da fé e um fenômeno da modernidade do mundo islâmico que é a teoria da relativização da jihad refutação aos argumentos dos terroristas além das condenações do Alcorão e do os exegetas mais antigos contra o ataque deliberado de civis em uma época em que não existiam ainda nem os movimentos e nem o conceito de Terrorismo houveram também eruditos
muçulmanos no Século XX e XX dirigindo fátuos condenando os terroristas e livros refutando os argumentos dos extremistas Como já falamos o Islã não é uma religião de livre interpretação isolada do Alcorão o alcorão é lido e interpretado dentro das práticas do profeta e de uma ampla tradição de comentadores teólogos e juristas mas o Islã não possui uma autoridade centralizada em matérias de dogmas e Disciplina religiosa como é por exemplo o papa de Roma a igreja católica ou como são os seus concílios ecumênicos nas igrejas ortodoxas calcedonias e não calcedonias e nas igrejas de ficas antigas
mesmo a chamada uma comunidade dos crentes muçulmana não é uma comunidade em um sentido institucional como a igreja no cristianismo mas a ausência de uma autoridade centralizada em matéria de doutrina e disciplina não significa que não existe entre os Muçulmanos ao redor do mundo algum consenso sobre aquilo que acreditam e sobre a forma como praticam a sua religião é claro existe a divisão entre sunit e xiitas Mas mesmo nesse caso cada conjunto de fiéis em sua ramificação específica possui esses consensos Por isso as divergências entre sunitas e xiittas são muito menores do que são por
exemplo as diferenças entre crenças e normas entre católicos e protestantes no cristianismo no Islã os líderes das Comunidades religiosas não são sacerdotes que possuem um Carisma especial para interpretar os textos sagrados e distinção dos fiéis comuns esses líderes são apenas pessoas que adquirem uma formação mais intensa da leitura do Alcorão e dos radices do do profeta mohammad e nas ciências da exegese coranica tafsir e da jurisprudência da sharia fi nos primeiros séculos do Islã vários estudiosos desenvolveram obras extensas Sobre esses assuntos textos exes que serviram de base para estudos posteriores o que dá autoridade ao
que um Imam um mufti ou um ayatolá shita de uma comunidade muçulmana prega ou comenta é um embasamento de seus ensinamentos nessa tradição interpretativa do tafsir exegese ou fi jurisprudência por isso o fato de não haver uma autoridade centralizada na comunidade muçulmana não faz com que um Fiel possa simplesmente criar sua Própria interpretação as comunidades muçulmanas de diferentes lugares acabam por reconhecer determinados indivíduos por sua formação e conhecimento como autoridades em assuntos religiosos para os solucionar dúvidas e resolver conflitos entre fiéis para entender então o posicionamento oficial que a comunidade muçulmana possui sobre determinados temas
atuais entre os quais o terrorismo que é um fenômeno recente da história humana precisamos ver o que As autoridades religiosas reconhecidas por esta comunidade escreveram ou disseram sobre esses assuntos uma forma de expor a forma como o Islã aborda determinados temas é a fátua a fátua é um parecer redigido por um erudito ou um conjunto de sábios em jurisprudência islâmica Que expõe com base na análise do Alcorão do profeta exegese jurisprudência como os fiéis devem se posicionar diante daquele assunto diversas fátuos foram emitidas por Eruditos muçulmanos condenando o terrorismo Em geral os ataques a civis
ou atentados Suicidas ou focados em algum grupo terrorista em particular Esses pareceres foram comuns principalmente na primeira metade da década de 2000 quando os atentos ados do 11 de setembro intervenção Militar norte-americana no Afeganistão e no Iraque incentivaram o surgimento de novos ataques e grupos terroristas e na primeira metade da década de 2010 quando O grupo Isis se expandiu por grande parte dos territórios do Iraque e da Síria ao mesmo tempo que aumentavam os atentados terroristas em terras ocidentais em setembro de 2001 poucos dias após os atentados da al-qaida nos Estados Unidos o grão mufti
da Arábia Saudita Sheik Abdul aiz al sheir principal autoridade religiosa islâmica do país condenou os atentados terroristas como pecaminosos e contrários aos ensinamentos do Tais atos Vão contra os ensinamentos do Islã Deus todo-poderoso decretou que as pessoas aderissem ao princípio da justiça porque o céu e a terra são baseados na justiça e ele enviou seus mensageiros para defender a justiça e o alcorão sagrado ressalta a importância de seguir o caminho da Justiça nesse mundo e é claro que responsabilizar alguém por um crime cometido por outro não é justo inimizade e Ódio Não justificam agressão ou
injustiça em primeiro lugar os recentes Acontecimentos nos Estados Unidos incluindo o sequestro de aviões o terror contra pessoas inocentes e o derramamento de sangue constituem uma forma de injustiça que não pode ser tolerada no Islã que os vê como crimes graves e atos pecaminosos em segundo lugar qualquer musulmano que esteja ciente dos ensinamentos de sua religião e que siga as diretivas do Alcorão sagrado e da suna os ensinamentos do profeta Mohammed nunca se envolverá Em Tais atos porque eles invocarão A Ira de Deus todo-poderoso e levaram danos e corrupção à Terra terceiro é dever dos
ulemá muçulmanos tornar os fatos Claros a este respeito esclarecer que o Islã nunca aceita tas ações mesmo sendo da vertente o arbita uma vertente considerada mais extrema do Islã o muf al Sheik se posicionou de maneira bem nítida contra os terroristas de fato as grandes autoridades religiosas do próprio arabismo T se posicionado contra O terrorismo seja quando praticados contra outros muçulmanos ou quando são praticadas contra não muçulmanos no ano de 2010 o jurista e acadêmico sunita paquistanês Mohammed tahir al Kadri ligado à escola hanaf sunita de jurisprudência islâmica publicou uma longa fato a contra o
terrorismo e os atentados Suicidas o texto com mais de 500 páginas aborda de forma detalhada divers as ações cometidas por terroristas desde os ataques a civis e Atentados Suicidas como roubo de propriedades revolta contra governos estabelecidos ataques a embaixadas e delegações estrangeiras dentre outros citando extensivamente oo Corão os hadices do profeta Mohammed e os exegetas e juristas islâmicos clássicos tahir kader concluiu que nenhuma finalidade pode justificar os atos de terrorismo mesmo que digam proteger o Islã ou a segurança dos muçulmanos disse ele o terrorismo na sua própria Essência Simboliza a descrença e é uma rejeição
daquilo que o Islã representa quando ele elemento proibido do suicídio é adicionado a ele sua severidade e gravidade tornam-se ainda maiores dezenas de Versículos do Alcorão e tradições proféticas provam que o terrorismo é ilegal no Islã e que é um ato de descrença Essa tem sido a opinião de muitos estudiosos islâmicos ao longo dos 1400 anos de história islâmica incluído os eminentes imames e exegetas Do Corão e autoridades de hadis Em lógica e jurisprudência quando os apoiadores dos Caritas não tê argumento jurídico para defender as suas ações chamam a atenção das pessoas para os vícios
e a corrupção da Elite dominante e para a opressão cometida por forças estrangeiras através desse equívoco moral eles tentam justificar o assassinato ilegal contentam-se em acreditar que embora os terroristas estejam a agir mal a sua intenção é boa E irrepreensível um ato maligno permanece mal em todas as suas formas quer seja interpretado como injustiça este princípio permanece o mesmo portanto nenhuma ação proibida pode jamais se tornar uma ação virtuosa e lícita devido à bondade da intenção matar pessoas comuns praticar opressão e comportar-se com crueldade violência não pode tornar-se uma ofensa perdoável pela presença de uma
boa intenção ou convicção piedosa não há lugar para Desvios deste Princípio Fundamental assim este argumento dos terroristas ou de seus simpatizantes é inválido de acordo com a lei Sagrada islâmica a fátua de tahir ul Kadri também demonstra que os atos cometidos pelos terroristas de hoje supostamente em nome do Islã não se diferenciam da conduta dos carig ditas do tempo do profeta e dos primeiros califas no entendimento da exegese e jurisprudência islâmica clássica todos os indivíduos e grupos Dentre os muçulmanos que se rebelam contra as normas de guerra estabelecidas pelo Alcorão e por muhammed julgando-se mais
fiéis do que os demais são carig ditas Independente de sua época em 2011 um órgão muçulmano de promoção do Diálogo interreligioso presenteou o Papa Bento XV com uma cópia da fátua contra o terrorismo de tahir al Kadri o líder da Igreja Católica na ocasião aproveitou para elogiar os esforços do jurista paquistanês na construção da Paz e do Diálogo interreligioso esse fato mostra a importância dessa obra pois além de sua enorme quantidade de fontes para embasar os argumentos do texto possui também o autor que é reconhecido como autoridade religiosa em assuntos islâmicos dentro e fora do
mundo muçulmano no campo do islamismo shiita não há uma fatua condenando nominalmente o terrorismo visto que essa terminologia é ocidental e recente mas uma fátua emitida em 2015 pelo grão Aiatolá do Iraque ali sistani no contexto de enfrentamento de Milícias xiitas contra grupos de outras Vertentes no território do Iraque recordava as mesmas proibições da ética da guerra do Alcorão e da tradição proféticas citadas nas fátua sunitas disse alial sistani No que diz respeito a gerad existem diretrizes Gerais as quais devem aderir mesmo quando se combatem contra não muçulmanos O Profeta que a paz esteja com
ele e sua descendência aconselhou seus Companheiros A seguirem essas diretrizes Gerais antes de enviá-los para batalha Não se entregue a atos de extremismo não desrespeite cadáveres não recorra ao engano não mate um idoso não mate uma criança não mate uma mulher e não corte as árvores a menos que a necessidade determine o contrário da mesma forma a luta contra os muçulmanos que oprimem e fazem guerra também tem suas diretrizes e etiquetas a vida daqueles que não luta contra vocês são sagradas especialmente Os mais fracos entre os idosos e as Crianças e as mulheres mesmo que
sejam membros das famílias daqueles que lutam contra vocês não prive de seus direitos nenhuma pessoa que não lute contra você mesmo que ela o irrite que ninguém dentre vocês pense que existe uma solução para a opressão que não pode ser obtida pela justiça às vezes pode acontecer que quando você adere a boa conduta e permanece disciplinado você sofra perdas militares isso no entanto é Mais gratificante espiritualmente tem um fim eterno e traz maior benefício Como podemos ver nas três maiores Vertentes do Islã o sunismo ortodoxo o arabismo e o xiismo existem pareceres emitidos por autoridades
religiosas reconhecidas dentro e fora das suas comunidades condenando os atos cometidos por grupos terroristas citamos aqui apenas um exemplo de cada vertente Mas você pode se informar através de várias outras fátuos de líderes muçulmanos contra o Terrorismo na tese de Mestrado do cientista político Nima Karim que estão nas nossas referências bibliográficas desse vídeo muitas pessoas podem contra-argumentar dizendo que algumas autoridades religiosas reconhecidas no mundo sunita e shiita emitiram sim fato favoráveis ao uso de atentados Suicidas com bombas isso de fato ocorreu em dois contextos ligados às ações dos grupos combatentes contra a ocupação israelense da
Palestina como no caso do hamas e no Líbano como no caso do rebolá na primeira década de 2000 no caso palestino as fátuos foram emitidas pelo mufti egípcio yussuf alcada ligado à Irmandade muçulmana de orientação salafista já no contexto Libanês o parecer foi dado pelo ayatolá iraquiano Libanês Mohammed Hussein fadlalah vinculado ao xiismo do odeci mano do Irã as ideias gerais da Defesa do ataque suí Ida como meio de ação legítimo para enfrentar um inimigo militarmente Superior podem ser vistas nas palavras de fadlala Às vezes você pode encontrar algumas situações em que precisa correr riscos
como por exemplo nas operações de Alto martírio que Alguns chamam de operações Suicidas se um povo Oprimido não tem meios para confrontar os Estados Unidos e Israel com as armas em que são superiores então ele possui armas desconhecidas a opressão faz com que os oprimidos descubram novas armas e novas forças todos os dias portanto devem Lutar com forças especiais e Meios próprios reconhecemos o direito das Nações de usar todos os métodos não convencionais para combater essas Nações agressoras e não consideramos como terrorismo o que os muçulmanos oprimidos do mundo fazem com meios primitivos e não
convencionais para confrontar as potências agressoras vemos isto como uma guerra religiosamente legítima contra as potências imperialistas e dominadoras do mundo já do lado salafista alcada usou a Mesma linha de argumentação em suas fatas não chega nem a ser uma opinião pautada na citação do Alcorão dos rizes ou comentários dos sábios é apenas uma opinião que justifica recorrer ao um meio extraordinário em uma situação extraordinária no caso do líder religioso egípcio a permissão de ataques Suicidas era ainda mais circunstancial ele considerava Que estee tipo de ação era necessária pela ausência de outros recursos para combater um
exército Melhor equipado e mais bem treinado quando os combatentes do ramaz começaram a usar foguetes para atacarem alvos israelenses kada revogou seu parecer entendendo que o desenvolvimento de novas armas e táticas de combate por grupos combatentes palestinos fazia com que o uso dos atentados Suicidas não fossem mais necessários para enfrentar o poderio israelense essa fato sub permitir atentados Suicidas referia-se ao uso palestino específico os Palestinos estavam sitiados e não tinham outros meios à sua disposição por isso emitiram a Fata para permitir Tais operações nessas circunstâncias depois disse que os palestinos não estão autorizados a fazê-lo
porque adquiriram outras capacidades não consideram essas operações admissíveis hoje eu os permiti devido a certa necessidade o princípio é que a necessidade tornou proibido permissível agora essa necessidade acabou apesar de permitirem a Legitimidade de atentados Suicidas os líderes religiosos ligados ao hamaz e hezbolá são cont contrários aos grupos terroristas como alcaida e Isis tendo inclusive o grupo rebolá lutado ao lado de combatentes cristãos contra o estado islâmico na década de 2010 eles também são contrários aos ataques com civis mas consideram que grande parte dos homens e mulheres adultos de Israel são combatentes por causa da
obrigatoriedade do serviço militar para os cidadãos Israelenses de ambos os sexos e por conta da presença de colonos judeus armados mesmo civis nos assentamentos da s Jordânia no caso do rebolá também locais ligados ao sionismo e ao Governo dos Estados Unidos como embaixadas ou determinadas instituições sionistas também são vistos como alvos combatentes e não puramente civis mas do ponto de vista da autoridade doutrinal sobre a comunidade muçulmana as opiniões de alar daal e fadlala são minoritárias sendo a Maioria das grandes lideranças religiosas do Islã contrárias aos ataques Suicidas de maneira geral o apoio que os
grupos como Ramis resbolar recebem provém muito mais do fato destes combaterem a ocupação militar israelense do que pelo apelo do discurso religioso a prova disso é que em muitos casos esses grupos recebem apoio de pessoas de outras orientações políticas e diferentes crenças religiosas então é Basic amente isso dentro do mundo das Lideranças religiosas islâmicas tanto chitas quanto sunitas o peso enorme é contra o uso de atentados terroristas contra o próprio terrorismo e contra a ideia de uma girade corrupta porém dentro de contextos específicos alguns líderes religiosos específicos permitiram o uso de táticas terroristas para grupos
que não tinham como se defender de agressores e opressores invasores Mas isso é circunscrito a essas circunstâncias e tanto eu como a Imensa maioria dos muçulmanos não Concord concorda com esses métodos e não concorda que isso é legítimo e que só surge dentro de contexto de guerra desesperadora entre guerrilhas e exércitos que são apoiados pela maior potência do mundo como é os Estados Unidos e Israel como sua cabeça de ponte o títere dentro do Oriente Médio e eu sempre falo pras pessoas voltarem para análises históricas os muçulmanos vão ter contato com a pólvora e desenvolver
Granadas e artefatos explosivos desde o século XI quando os Mongóis né vão invadir o Oriente Médio com rulan e trazer a pólvora para Oriente Médio os muçulmanos foram desenvolvedores de grandes armas aí na idade média e no início da modernidade Basta ver o império otomano e todo o seu poderio militar se se explodir sobre o inimigo se explodir para matar o maior número de infiéis civis inocentes em atentados terroristas etc fosse algo tão essencial No Islã eu acho que os emais e os líderes muçulmanos não eram estúpidos né até porque grande parte do conhecimento científico
do mundo foi criado por eles na Idade Média teriam proposto o uso de bombas Suicidas de indivíduos disfarçados como parte da guerra islâmica desde que a pólvora entrou em contato com o mundo muçulmano mas essa tática Como podemos ver ela é circunscrita era usada por indivíduos não muçulmanos foi importada para o Oriente Médio no final do Século XX e até mesmo eruditos que a permitiram em contextos específicos jurídicos e sem base coronica que vocês vão vero tem no Versículo do Corão radis que eles usam depois até refutaram as próprias opiniões que deram antes mas o
estrago Já tá feito e grupos terroristas utilizam essas táticas em diversos outros contextos mas para verificarmos qual o impacto que a religião islâmica realmente exerce entre os terroristas Que se identificam como muçulmanos precisamos entender o perfil desses indivíduos e grupos o perfil dos terroristas geralmente quando pensamos em terrorismo somos levados a pensar na imagem de grupos que cooptou e fazem uma lavagem cerebral e um longo processo de doutrinação para que o novo membro fanatiz torne-se totalmente Leal ao grupo no caso do terrorismo que se usa do discurso religioso essa imagem parece ainda mais enraizada no
senso comum essa Ideia era reforçada pelos estudos de contraterrorismo especialmente de órgãos norte-americanos ainda na primeira década de 2000 em um estudo publicado em 2006 o FBI sintetizou em um gráfico a tradicional teoria do desenvolvimento do um terrorismo como um processo de radicalização em quatro etapas pré-renal e Ação esse modelo concentra a análise do processo de ingresso de um indivíduo em um grupo terrorista a partir das ações de cooptação Doutrinação e treinamento da organização entretanto não é isso que dizem os estudiosos acadêmicos de setores de inteligências estatal e militares das duas últimas décadas de modo
majoritário dois anos depois o documento produzido pelo FBI um relatório sobre contraterrorismo apresentado ao comissão europeia já apontava o processo de radicalização como algo complexo que envolve diferentes fatores e contexto esse relatório foi produzido por três Especialistas e acadêmicos em estudos sobre terrorismo como cientista político espanhol Rogélio Alonso Pascoal Professor catedrático da Universidade Rei Juan Carlos de Madrid e o antropólogo social norueguês tor bjor professor de várias instituições de ensino Universitário na Noruega nesse documento dirigido à comissão europeia foi afirmado que é evidente que a adoção de uma ideologia específica não garante que se seguirá
um processo de Radicalização muitos outros elementos e a interação entre os mesmos devem estar presentes para que o indivíduo progrida através da passagem pessoal e social que a radicalização acarreta para a violência na verdade estudos anteriores de vários grupos terroristas europeus deixam claro que a ideologia teve um grau variável de relevância nesse processo Além disso os indivíduos que necessitam de enquadramento ideológico desenvolvem fo muitas vezes uma Interpretação instrumentalizada de recorte e colle de uma determinada ideologia a fim de justificar seu recurso à violência na década de 2010 as novas explicações sobre o fenômeno do extremismo
religioso foram ampliadas no meio acadêmico e órgãos de inteligência em 2014 um estudo do sociólogo Holandês Rude copm professor da universidade de Humboldt em Berlim apontou que não há uma relação direta entre fundamentalismo religioso e o emprego de violência e Hostilidade com outros grupos a questão de saber até que ponto as pessoas estão dispostas a apoiar ou a utilizar meios violentos na busca de objetivos fundamentalistas deve portanto ser mantida analiticamente separada da mesma forma que as ideologias seculares como nacionalismo ou socialismo podem ser buscadas quer de forma democrática e pacífica ou de forma não democrática
e violenta a relação do fundamentalismo com extremismo e violência não é o tema Deste artigo embora voltarei ao assunto na conclusão no entanto investigare a relação sobre o fundamentalismo religioso e as atitudes hostis com grupos externos mas também aqui é importante deixar claro de antemão Que essas não condizem necessariamente com um comportamento violento contra outros grupos o artigo de copm também não se restringe aos casos de extremismo entre muçulmanos Mas também de fundamentalistas cristãos na Europa Ocidental sua análise mostra as complexidade das causas do apoio ao uso da violência entre grupos extremistas onde entra não
só o fator religioso mas conflitos de ideologias radicais de nacionalidade ou etnia ele também aponta que mesmo em grupos extremistas a ideia do emprego da violência não é essencialmente presente representando parcelas minoritárias desses grupos em um livro publicado em 2015 O acadêmico e escritor britânico Aron kundan professor Da universidade de Nova Yorque especializado em estudo sobre islamofobia racismo e radicalismo político também apontou para a complexidade das causas sociais internas e externas dos fenômenos do extremismo religioso e do terrorismo rejeitando a tese tradicional do processo de radicalização na narrativa oficial o contexto político e a tomada
de decisão interna dentro de um movimento social insurgente são em grande parte Irrelevantes para explicar porque ocorre violência terrorista em vez disso a narrativa oficial implica que uma vez que o indivíduo tenha adotado uma ideologia religiosa extremista o terrorismo ocorrerá independentemente do contexto político ou de qualquer cálculo por parte de uma organização ou movimento social em conclusão os fatores que levam alguém a cometer atos de terrorismo são complexos e não podem ser reduzidos à manutenção de um conjunto de Valores considerados radicais há pouca evidência que apoiam a opinião de que existe uma causa única para
o terrorismo o próprio FBI remodelou sua interpretação sobre o fenômeno do terrorismo abordando as conclusões defendidas do estudo de 2006 em o novo documento de 2014 o órgão de inteligência do governo americano afirmou os especialistas comportamentais defendem a hipótese de que o extremismo violento possui semelhanças com outros Modos de comportamento social e modelos de desenvolvimento de forma mais notável o extremismo violento não é uma progressão linear mas uma situação dinâmica e Crescente que envolve numerosos fatores catalisadores inibidores e variáveis de mobilização Como podemos notar nesse documento o FBI não apenas sustenta que o processo do
extremismo violento é complexo envolve vários fatores como também comporta elementos de inibição e mobilização isso É que podem ao invés de incrementar o comportamento violento conter ou redirecionar o mesmo o desenvolvimento do extremismo não é portanto uma progressiva mas uma dinâmica de avanços e recursos e mudanças de Rota outro membro ligado a órgãos de inteligência dos Estados Unidos o psiquiatra forense norte-americano Mark sadman também contribuiu para derrubar os velhos mitos sobre o processo de radicalização segundo ele um desenvolvimento de Extremistas não é diferente da formação de outras formas de ideias e pensamentos ele passa muito
mais por conversas e ciclos de convívio social e cotidiano do que por processos de pregação e lavagem cerebral suas conclusões o levaram a afirmar em uma entrevista ao jornal britânico the huffington post em 2013 a noção de que existe um sério processo denominado radicalização ou doutrinação é realmente um erro os governos deveriam parar de sofrer lavagem cerebral através Dessa noção de radicalização não existe tal coisa para sageman que trabalhou na Cia na década de 1980 monitorando grupos extremistas no Paquistão e Afeganistão os governos deveriam dar menos atenção aos Pregadores de discurso de ódio e observar
os segmentos sociais protestos e reivindicações onde os extremistas atuam Para poderem confrontar suas teses para ele o isolamento total dos extremistas e o foco no discursos de ódio e pregação violenta apenas Fortalece o isolamento social desses indivíduos e as ideias de aspirantes à liderança desses grupos de pessoas quando olhamos para o perfil de pessoas que se envolveram em grupos e ações terroristas essas ideias sobre a distinção entre extremismo e radicalismo religioso e violência extremista terrorismo fica ainda mais nítida o mais interessante é observar o perfil das pessoas que se engajam em movimentos terroristas em um
estudo publicado em 2016 o cientista político Oliver Roy professor no European University institute em Florença demonstrou como os jovens envolvidos com o terrorismo islâmico na Europa São mais ocidentalizados do que as gerações anteror de suas famílias e que não se tratam de muçulmanos praticantes os membros da segunda geração não aderem ao Islã dos seus pais nem representam a tradição que se rebela contra a ocidentalização eles são ocidentalizados Eles falam francês melhor do que seus pais todos eles compartilharam a cultura da Juventude de sua geração beberam álcool fumaram maconha e flertaram com garotas em boates o
individualismo Fanático desses jovens remonta ao seu isolamento das Comunidades muçulmanas poucos dentre eles frequentam regularmente uma mesquita os líderes religiosos que eles eventualmente escolhem seguir são muitas vezes autoproclamados e Mans a sua Radicalização surge em torno da fantasia do heroísmo da violência e da Morte e não da charia ou da utopia o comportamento dos jovens envolvidos e com movimentos terroristas na Europa portanto reflete muito mais uma busca de identidade e autoafirmação de indivíduos pouco inseridos nas suas comunidades do que uma firme convicção religiosa na mesma linha de reflexão do professor Oliver Roy se encontra um
estudo anterior de 2010 do antropólogo Franco-americano Scott Atan professor da universidade de Michigan a entrada na Irmandade radista faz-se de baixo para cima desde jovens alienados e marginalizados que procuram companheirismo estima e significado mas também a emoção da ação o sentido de empoderamento e a glória da luta contra a nação e o exército mais poderoso do mundo num estudo em curso para o Exército o meu colega Mark sgem concluiu que os imames de ristas populares da Internet como anuar aak são importantes não porque façam lavagem cerebral comandem ou mesmo orientem os outros para ações e
alvos em vez disso os imames radicais populares servem como atratores cuja mensagem e presença alinham uma alma buscadora que praticamente já escolheu seu próprio caminho ou seja os líderes religiosos extremistas são quase que a etapa final de um processo carregado por outras motivações como o desejo de jovens e Fazerem partes de um grupo e serem vistos como figuras corajosas Alguém poderia contrapor essas conclusões dizendo que o elemento religioso seria o motivador desses jovens não praticantes do Islã na medida em que eles viveriam no martírio em especial através dos atentados Suicidas o meio de se purificarem
de seus pecados assim se sentiriam livres para continuar seu estilo de vida desregrado contando com a promessa de Redenção oferecida pelo alto Sacrifício Essa visão Contudo não se encontra nos ensinamentos islâmicos na crença islâmica o martírio só é legítimo se for realmente motivado pelo Desejo de defender a fé por parte de alguém que pratica a religião em um hadit encontrado no riada sim do Imam nawi é dito que o profeta Mohammed declarou a seus seguidores que um homem morto em uma das guerras em defesa dos muçulmanos não fora um Marte autêntico por ter lutado por
outros motivos Omar ibn Khattab que Allah esteja satisfeito com ele relatou no dia da Batalha de alguns companheiros do profeta vieram e comentaram Fulano é um mártir e Fulano é um mártir quando chegaram a um homem sobre quem disseram Fulano é um mártir O Profeta declarou não eu vi no inferno por causa de um manto que ele roubou em outro hadiz registrado no sunan nasai é relatado que o profeta disse que um dos primeiros tipos de pessoas que será julgado no último dia serão aqueles que Morreram supostamente como Mártires mas que estavam motivados pelo Desejo
de serem louvados por sua coragem foi narrado por aurr reira que uma das pessoas de hasham disse-lhe Ó Sheik conte-me sobre um hadit que você ouviu do mensageiro de Alá ele disse sim eu ouvi o mensageiro de Alá dizer as primeiras pessoas para quem o julgamento será feito no dia do juízo final Serão três o homem que foi martirizado ele será trazido E alá irá lembrá-lo de suas Bênçãos e eles as reconhecerá e ele dirá o que você fez com as mesmas e ele o suposto Marte dirá lutei por ti até ser martirizado E alá
dirá você está mentindo você lutou para que se dissesse que você era corajoso e isso foi dito então ele ordenará que ele seja arrastado de bruços e jogado no fogo também na surata 4ro Versículos 17 E1 do Alcorão é dito que alá perdoa aqueles que se arrependem com sinceridade mas não aqueles que deixam para se Arrepender somente na hora da morte a absolvição de Alah recai apenas sobre aqueles que cometem o mal por ignorância e logo se arrependem a esses alá absolve porque é sapiente prudentíssimo a absolvição não alcançará aqueles que cometeram obscenidades até a
hora da morte mesmo que nessa hora alguém dentre eles diga agora me arrependo e tampouco alcançará os que morrerem na incredulidade pois Para eles destinamos um doloroso castigo portanto a motivação Religiosa para o martírio como compensação para uma vida de Pecados só interrompida no atentado suicida não se justifica dado que não há nada no Alcorão ou na tradição Profética que sustente essa ideia mesmo dentro de um caso de indivíduos radicais com convicções religiosas não é possível identificar uma relação direta entre crenças e o comportamento violento além dessa conclusão um estudo realizado em 2013 pelo professor
Mark woodward de Estudos religiosos e conflitos da Universidade do Estado do Arizona e pelo professor Mohammed Sani Omar de estudos islâmicos da northwestern University juntamente com outros acadêmicos apontou que não existe uma dicotomia entre muçulmanos salafistas e sufistas na qual o primeiro seria mais propenso à violência religiosa do que o segundo em um estudo produzido em 2016 sobre o perfil dos combatentes estrangeiros do Isis os acadêmicos de Ciências Sociais Brian dodwell Daniel Milton e Don hassler membros do centro de contraterrorismo da Academia Militar dos Estados Unidos mostram que quanto maior a formação na charia islâmica
de um membro do grupo terrorista menor é a propensão desse indivíduo a tomar parte em atentados Suicidas com base nos dados verificados dodwell e seus colegas de pesquisas afirmaram que se o martírio é visto como a vocação religiosa mais elevada então uma expectativa razoável Seria que as pessoas com mais conhecimento sobre a Lei islâmica xaria desejassem realizar essas operações com maior frequência em outras palavras apesar da justificação religiosa que a organização utiliza para essas ações aqueles com maior conhecimento religioso dentro da própria organização são os menos propensos a se voluntariar para serem homens bomba a
ausência de formação e prática religiosa em grande parte dos membros de grupos terroristas Já havia sido constatada em um relatório de 2018 do mi5 o serviço de inteligência do governo do Reino Unido o que levou aquele órgão de inteligência a concluir que naquela época uma formação religiosa sólida seria na verdade uma contenção ao extremismo e à violência religiosa conforme sintetizou o jornalista Alan Travis em sua reportagem ao jornal britânico the guardian longe de serem fanáticos religiosos um grande número de pessoas envolvidas no terrorismo não Praticam sua fé regularmente muitos não têm formação Religiosa e poderiam
na verdade ser considerados religiosos novatos porque muitíssimos deles foram criados em lares fortemente religiosos e h uma propão de converso superior à média alguns estão envolvidos no consumo de drogas e no consumo de álcool e em visitas a prostitutas o mi5 afirma que a provas de que a identidade religiosa bem estabelecida protege de forma efetiva contra a radicalização violenta mas é Fato que existem também pessoas com certo nível de Formação em grupos terroristas muitas das quais assumem postos estratégicos ou de liderança nessas organizações mas conforme demonstrou um livro publicado em 2006 pelo sociólogo italiano Diego
gambetta e o politólogo britânico Stephen hertog a maioria desses indivíduos possuem formação em áreas mais técnicas do que em ciências humanas ou em estudos religiosos eles também demonstram que os Membros extremistas formados nas áreas de ciências exatas e ciências naturais possuem um perfil menos religioso do que os membros com formações em humanidades isso não significa dizer que pessoas com formações em ciências exatas técnicas ou naturais possuem mais propensão ao extremismo ou à violência mas mostra que mesmo entre os indivíduos com maior formação Educacional dentro dos grupos terroristas a formação religiosa não é a predominante mas
mesmo assim muitos Poderiam questionar isso tudo apenas mostra que poucas pessoas aderem aos grupos e atos terroristas porque as pessoas em geral não gostam de se envolver ou se arriscar em ações violentas mas não prova que a maioria dos muçulmanos condenam os atos terroristas o já citado psiquiatra Mark sjan diz que ficar cobrando dos muçulmanos que expressem publicamente sua condenação para cada ato terrorista cometido em nome de sua religião é tão Lógico quanto exigir que pessoas de direita ou de esquerda Se pronunciem toda vez que alguém comete violência em nome de uma das duas ideologias
por outro outro lado para o objetivo do nosso vídeo é interessante observar como os fiéis muçulmanos em geral enxergam a questão do terrorismo já que até agora vimos apenas as posições das fontes e autoridades religiosas para isso iremos agora nos focar em dois elementos O Ataque aos civis e os ataques Suicidas e Como os muçulmanos do mundo pensam sobre isso a aceitação de ataques civis no mundo islâmico e nos países ocidentais algumas pesquisas foram realizadas em níveis locais e internacionais visando entender como as pessoas de diferentes crenças ou descrenças religiosas se posicionam sobre atos de
violência geralmente associados ao extremismo religioso em 2011 o Instituto norte-americano de Pesquisa E opinião galo publicou uma pesquisa sobre o Posicionamento dos muçulmanos nos Estados Unidos sobre o tema da violência as perguntas foram feitas também a pessoas de outras posições religiosas e os gráficos comparam as opiniões de muçulmanos americanos com seus compatriotas protestantes católicos judeus mmos e outras categorias que englobam ateus agnósticos e pessoas sem religião também numa primeira pergunta os entrevistados foram interrogados se achavam ser justificável em alguns casos Ou nunca justificável o ataque e a morte de divis por forças militares entre os
muçulmanos americanos A grande maioria declarou que esses ataques nunca são justificáveis 78% também nesse grupo houve o menor percentual de pessoas que justificaram ataque e morte de civis em alguns casos Por parte dos militares 21% por outro lado entre os protestantes católicos judeus e mórmons o percentual de pessoas favoráveis ao uso de violência contra civis por parte de Militares em alguns casos foi maior do que o percentual desses grupos religiosos totalmente contrários ao uso da violência contra civis por forças irregulares já entre ateus agnósticos e sem religião o percentual de pessoas totalmente contrárias ao uso
da violência militar contra civis foi maior do que a quantidade de pessoas parcialmente favoráveis e mora com pouca diferença a segunda questão da pesquisa perguntava os entrevistados se eles Consideravam o ataque e a morte de civis por parte de indivíduos ou grupos justificáveis em alguns casos ou se nunca são justificáveis o grupo de muçulmanos entrevistados foi o que apresentou um maior percentual de respostas contrárias ao ataque e morte de civis em qualquer caso 89% também foi entre esse grupo que o percentual de pessoas favoráveis ao ataque contra vi em algumas situações também foi o menor
11% mas Diferentemente da pergunta Anterior que abordava o uso da violência por forças militares no caso essa pergunta que tratava da violência cometida por grupos ou indivíduos o percentual de pessoas totalmente contrárias foi maior do que o de entrevistados parcialmente favoráveis em todos os grupos de religiões no mesmo ano o Instituto realizou outra pesquisa desta vez abrangendo 181 países sobre opiniões acerca do uso da violência essa pesquisa Decidiu não usar o termo Terrorismo nas perguntas O que poderia ser muito vago mas abordou de forma direta o tema de ataques deliberados a civis algo que é
abordado pela tradição interpretativa islâmica tal como pelo direito internacional moderno como apronta o próprio relatório os analistas da galup decidiram medir a opinião Global sobre os ataques deliberados a civis por parte de Agentes estatais e não estatais e a sua relação com indicadores Independentes em vez de Tentarem definir terrorismo As convenções de Genebra de 1949 que tratam a proteção de civis orientaram a nossa pergunta de inquéritos sobre ataques militares a civis o relatório do departamento de estado dos Estados Unidos sobre padrões de terrorismo internacional orientou a nossa mensuração das atitudes públicas em relação à violência
individual ou de pequenos grupos dirigidas contra civis é importante notar que as questões abordam Especificamente o alvo deliberado de civis e não apenas de danos intencionais como danos colaterais esse tipo de critério que analisa a ação o ataque alvos civis e não o agente estado grupo indivíduo permite fazer uma comparação mais precisa entre os diferentes segmentos entrevistados da pesquisa Além disso é importante lembrar que tanto as normas islâmicas da Guerra quanto a convenção de Genebra consideram a Ataque aos civis não combatentes como algo Condenável Independente de ser cometido por um estado grupo ou indivíduo nessa
pesquisa internacional da galup foi constatado que entre pessoas de países membros da ONG organização para a cooperação islâmica oci que engloba mais de 50 países dentre eles as nações de maioria muçulmana o percentual de aceitação da violência contra civis por parte de forças militares grupos ou indivíduos era menor do que entre pessoas não membros da oc outros dados Interessantes foram apontados na relação entre a religiosidade dos entrevistados e suas visões sobre violên foi constatado que aqueles que rejeitam ataques militares contra civis dentre os entrevistados em países do Oriente Médio África do Norte e Europa São
mais propensos a ver a religião como elemento importante em suas vidas ao mesmo tempo Foi notado que em algumas regiões pessoas religiosamente isoladas de suas comunidades eram mais propensas a serem Favoráveis a ataques militares contra civis também é possível através de pesquisa internacional da galo perceber quais países possuem o percentual maior de pessoas parcialmente favoráveis aos ataques militares contra civis olhando esse Panorama percebemos que que dentro dos países de maioria muçulmana esse percentual oscila de 3% em países como Egito e Qatar a 20% mauritânia e Marrocos ou 23% Afeganistão ficando a maioria dos outros países
muçulmanos na Casa dos 8 a 19% a única exceção é Bangladesh com índice mais alto de 41% alguns desses países desenvolvidos laicos da Europa Ocidental apresentam percentuais parecidos com os de alguns países de maioria muçulmana em relação à quantidade de pessoas parcialmente favoráveis aos ataques militares contra civis como no caso da Alemanha 9% França 15% e Países Baixos 22% outros países do ocidente envolvido contudo mostram percentuais bem mais elevados do que a Média das Nações majoritariamente islâmicas no Reino Unido 33% dos entrevistados se declararam parcialmente favoráveis aos ataques militares contra civis enquanto os percentuais mais
altos são liderados em segundo lugar por Israel 43% e os Estados Unidos 49% com base nos dados fornecidos pela pesquisa o Instituto galup concluiu que não há nenhuma ligação entre as visões sobre violência e a importância da religião além daqueles que focam no Islã alguns Especialistas principalmente os Neo atus acusam a religião em geral de encorajar a violência embora as motivações dos terroristas reais estejam além do âmbito analisado deste documento as re evidências relativas ao apoio público para atacar civis desafiam essa noção além das conclusões do próprio galo podemos pensar em outras questões a partir
dos dados da pesquisa o porqu por exemplo de banglades ter um percentual muito maior do que o percentual Parcialmente favorável aos ataques contra civis do que o restante dos países muçulmanos ou qual seria o motivo pelo qual Israel e os Estados Unidos TM Os percentuais mais altos de apoio ao uso de violência militar contra aos civis no caso de banglades uma das explicações seriam fatores específicos do contexto daquele país cuja configuração política moderna é resultado de uma tensão entre imposição do secularismo da religiosidade no Ordenamento jurídico e onde conflitos religiosos se misturam a rivalidades étnicas
já no contexto israelense e estadunidense o que haveria em comum entre esses dois países o primeiro elemento É o cultural tanto Israel quanto os Estados Unidos são países de uma cultura majoritariamente laica secular mas que ao mesmo tempo observa o crescimento de grupos políticos radicais religiosos de setores judaicos e cristãos evangélicos outro elemento é o Geopolítico Israel e os Estados Unidos são Aliados na atuação política do Oriente Médio realizando várias intervenções militares na região onde alvos civis são deliberadamente atacados mortos e CH assinados aos milhares por ambos os países e isso não poderia ser feito
sem o massivo apoio da sua população a esses atos além de todos os ataques contra civis resultantes das próprias ações coordenadas pelas autoridades políticas e militares dos Governos de Washington em Tel Aviv observamos que muitos cidadãos desses países que se alistaram eem suas forças militares também cometeram atrocidades contra populações não combatentes de forma voluntária para além da aquilo que lhes é ordenado por superiores exemplos disso foram os abusos cometidos por soldados americanos contra prisioneiros de guerra no Iraque dos anos 2000 e as atrocidades documentadas por soldados israelenses até mesmo através de suas Próprias redes sociais
no atual genocídio contra a população Palestina Na Faixa de Gaza como outro elemento bastante associado ao terrorismo no Imaginário comum são os ataques Suicidas é interessante também analisarmos como as populações de alguns países se manifestaram a respeito desse tema embora comum em grupos terroristas islâmicos os atentados Suicidas também são usados por outros grupos terroristas ligados à ideologias secular de esquerda Ou a ideais nacionalistas separatistas ou mesmo grupos de direita um detalhe curioso é como o uso de ataque suicida visto como fanatismo quando associado aos pilotos camicases japoneses da segunda guerra mundial já foi celebrado pela
propaganda cultural dos Estados Unidos durante muitos anos se confundiu entre a população norte-americana que um de seus pilotos durante a segunda guerra mundial Colin Kelly teria jogado seu próprio avião contra o navio japonês Apesar de Kelly ter recebido honras de herói de guerra por seus feitos contra os japoneses ele na verdade morreu devido aos danos causados pela ilaria da Marinha japonesa contra seu avião e não através de um ataque suicida contra o navio de combate mas é fato que os americanos consideravam o fato de Kelly heróico mesmo quando achavam que ele de fato havia morrido
como um suicida que havia jogado um avião contra o navio que a ideia de um ataque suicida como último Recurso desesperado para destruir uma ameaça do inimigo não é algo completamente reprovável para a mentalidade ocidental moderna basta olharmos para algumas cenas do cinema comercial do ocidente em dois filmes americanos Star Wars Independence Day um dos protagonistas usa sua própria aeronave como projétil para para destruir uma grande Nave do inimigo com alto poder destrutivo já no filme Tropas estrelares um dos personagens já ferido E impossibilitado de fugir usam uma bomba para atrair os insetos alienígenas e
se explodem com eles para permitir a fuga de seus companheiros a partir desses exemplos acima podemos ver que a ideia de ataques Suicidas não é algo completamente alheio ao ideal de ética de combate ocidental moderno O que causa a rejeição na verdade em geral o uso desse expediente contra alvos não combatentes esse detalhe é importante pois em geral pensa-se que o ataque Suicida é algo exclusivo de um ideal de fanatismo religioso o que não é verdade Mas vejamos como os atentados Suicidas são vistos em países de população majoritariamente muçulmana em 2014 o peure research Center
o Instituto de Pesquisas de opinião dos Estados Unidos realizou uma pesquisa sobre o posicionamento em relação a atentados Suicidas em diversos países de maioria muçulmana no Oriente Médio África e Ásia quando perguntado se ataques Suicidas Com bomba poderiam ser justificados contra civis para defender o islandia e seus inimigos na maior parte dos países A grande maioria dos muçulmanos entrevistados opinou que esses ataques nunca são justificáveis o países onde houve maior percentual de entrevistados desfavoráveis a esse tipo de ataque em algum tipo de situação acima dos 40% foram na Palestina E mais uma vez em banglades
podemos levantar algumas hipóteses além do caso de conflitos bem Específicos em banglades que já comentamos anteriormente a situação na Palestina remete naturalmente ao uso que grupos como ramaz e agrad islâmica fizeram de atentados Suicidas em especial na década de 2000 e o apoio teórico que recebiam através da fátua do Sheik kadau mas mesmo assim a comparação do Instituto Piu com as pesquisas de anos anteriores mostrou que o apoio ao uso de atentado Suicidas entre populações muçulmanas diminuiu em Relação a décadas anteriores mesmo na Palestina e no Líbano essa diminuição também foi verificada com relação ao
apoio da população a grupos como ramaz E rebolá conforme aponta o relatório do Instituto Pio quando foi perguntado aos muçulmanos se os atentados Suicidas ou outras formas de violência contra alvos civis podem ser justificados para defender o Islã dos seus inimigos poucos nos países inquiridos disseram que esta forma de violência é frequentemente ou Por vezes justificada e o apoio geralmente diminuiu na última década ainda assim minorias significativas de muçulmanos em alguns países defendem a opinião de que isso pode ser justificado mas em uma década após o ataque do 11 de setembro e depois das centenas
de ataques de grande repercussão contra civis a percentagem de muçulmanos que afirmam que atentados Suicidas são frequentemente ou por vezes justificados caiu em muitos dos países pesquisados Além da conclusão apontada pelo Instituto de que as opiniões negativas sobre os extremistas cresceram no mundo muçulmano na década de 2010 em comparação com a década anterior é possível observar outro elemento grupos como alkaida e bocu haram possuem um percentual bem maior de rejeição do que o ramaz resbolar e isso pode estar relacionado com Outro fator o de que o ramaz o rebolá se direciona contra alvos mais específicos
como as forças de Combate israelenses de que alkaid e boko haram que atacam pessoas de várias etnias religiões e principalmente muçulmanos o que fica Clara de todas as pesquisas apresentadas é que a grande maioria da população muçulmana compartilha a visão mais importante das autoridades do Islã a de que o ataque contra não combatentes e atentados Suicidas são sempre condenáveis como também vimos através da pesquisa do Instituto galup o percentual de pessoas Parcialmente favoráveis ao uso de violência militar contra civis em muitos países muçulmanos não é muito diferente do que o percentual em países laicos desenvolvidos
da Europa Ocidental no entanto o percentual de pessoas que apoiam o uso de ataques contra alvos civis em alguns casos é relativamente mais alto em países como Israel e Estados Unidos do que na maioria dos países islâmicos no caso de Israel e dos Estados Unidos há uma relação entre as Opiniões favoráveis à população sobre a violência contra não combatentes e as ideias propagadas pelos governos e alguns meios intelectuais e religiosos desses países já abordamos em outros vídeos a forma como a ideologia das Forças Armadas israelenses através da doutrina da ria legitima o tratamento de alvos
civis como alvos militares e também como o extremismo religioso judaico como carran ismo e o sionismo religioso apoiam o uso de violência Contra a população Palestina no caso norte--americano a aceitação do ataque militar contra alvos civis pode ser notada desde pelo menos a Segunda Guerra Mundial conforme aponta o cientista político britânico Barry busan para o ocidente popar civis na guerra conforme exigido pelas Convenções de Genebra de inspiração ocidental é uma forma de se estabelecer como civilizado mas essa restrição ocidental contrasta com o seu comportamento durante a segunda guerra Mundial e a Guerra Fria durante essas
guerras totais foram feitos menos esforços para estabelecer distinções entre pessoas e estados na segunda guerra mundial ambos os lados bombardearam as cidades um do outro nenhuma confirmação mais clara sobre a associação entre o estado e o poder poderia ser feita do que as incineraçao e Nagazaki a questão pode ser colocada de forma incisiva as pessoas têm um governo que merecem durante a segunda Guerra mundial a resposta ocidental foi em termos Gerais Sim este entendimento legitimou os ataques de destruição em massa e a reconstrução forçada do Japão e da Alemanha so regime de ocupação buzan demonstra
uma incômoda contradição ao mesmo tempo que os países ocidentais vitoriosos na segunda guerra mundial buscam reforçar a ética e legislação internacional sobre a proteção de civis e sobre os crimes de guerra e terrorismo também tiveram uma conduta agressiva Contra civis no tratamento aos países vencidos quando aviões de guerra britânicos bombardearam indiscriminadamente cidades inteiras na Alemanha e outros países sob ocupação nazista ou quando norte--americanos despejaram bombas atômicas varrendo as cidades Hiroshima e Nagazaki do mapa trataram civis inocentes como combatentes as bombas com grande escala de destruir não faziam distinção entre civis e Soldados entre os apoiadores
e Opositores daquele governo na década de 1970 o filósofo político norte--americano Michel walzer defendeu que em caso seria legítimo o ataque a civis inocentes em nome da sobrevivência da coletividade da comunidade política já que a manutenção da sociedade seria um valor mais elevado do que a existência individual podem os soldados e os estadistas ignorar os direitos das pessoas inocentes em prol de sua própria comunidade política estou inclinada a Responder afirmativamente a esta pergunta embora não sem hesitação e preocupação poderíamos melhor dizer que é possível viver no mundo onde indivíduos são por vezes assassinados mas um
mundo onde onde povos inteiros são escravizados ou massacrados é literalmente insuportável pois a sobrevivência e a liberdade das Comunidades políticas cujos membros partilham de um modo de vida desenvolvidos pelos seus antepassados a Ser transmitidos aos seus filhos são os valores mais elevados da sociedade internacional o nazismo desafiou esses valores em grande escala mas os desafios concebidos de forma mais restrita se forem do mesmo tipo T consequências Morais semelhantes eles nos colocam Sobre o domínio da Necessidade e a necessidade não conhece regras quero sublinhar novamente contudo que o Mero reconhecimento de tal ameaça não é em
si coesivo não obriga nem permite ataques a Inocentes desde que estejam disponíveis outros meios de lutar e vencer não deixa de ser irônico como um estado que é louvado pela direita como exemplo de valorização do indivíduo frente às arbitrariedades dos governos e das coletividades seja na prática guiado por uma ideologia que esmaga os direitos individuais em nome de interesses de uma suposta coletividade que na verdade é somente sua própria Elite política essa lógica de o fim justificam os meios do Pensamento ocidental moderno sobre a guerra também transparece nas palavras do filósofo canadense britânico Ted hondrich
quando se questiona se se os ataques 11 de setembro poderiam ser justificáveis Caso sua finalidade trouxessem resultados racionalmente benéficos à humanidade apesar de não ser simples a moralidade da humanidade não deixa dúvidas sobre o mal cometido no 11 de setembro o que foi feito Foi errado porque não poderia haver certeza ou Probabilidade significativa nenhuma esperança razoável de que aquilo funcionaria para garantir um fim justificável mas apenas a certeza de que destruiria a vida Os Assassinos e aqueles que estão por trás deles mais particularmente não poderiam saber que a morte de vários milhares de pessoas serviria
naquele decurso a finalidade do princípio da humanidade salvando as pessoas de suas vidas más eles não poderiam ter essa confiança racional o Questionamento de honderich mostra portanto como a mentalidade ocidental pode facilmente relativizar os princípios do direito internacional sobre a inviolabilidade dos direitos dos não combatentes em nome da obtenção de uma vitória militar ou eliminação de um inimigo mostrando que os terroristas islâmicos e os teóricos do ocidente TM tudo em comum e não esses terroristas não TM nada em comum com que a charia defende e Podemos ver isso claramente Nas discussões sobre a moralidade do
ataque atômico contra Hiroshima e Nagasaki muitos ocidentais argumentaram que lançar bombas atômicas que destruíram duas cidades inteiras eliminando grande parte de sua população civil homens mulheres e crianças foi um recurso necessário para frear o fanatismo do povo japonês engajado na guerra em nome do seu Imperador segundo essa lógica matar os civis de Hiroshima nagasa foi portanto um sacrifício Necessário para evitar mais mortes e civin inocentes e os soldados pelo prolongamento da guerra com o Japão do Fronte do Oceano Pacífico também cristãos costumam justificar o bombardeio atômico das duas cidades japonesas o padre Wilson ming cambel
um sacerdot católico da Congregação da Santa Cruz e professor da universidade de Notredame nos Estados Unidos defende que o bombardeio de Hiroshima e Nagazaki foi necessário para neutralizar o Potencial Industrial militar dessas cidades e para evitar uma invasão direta das forças militares aliadas dentro do Japão na opinião do padre o uso da bomba atômica foi a melhor das opções Morais disponíveis que o presidente norte-americano Harry Thurman tinha para encerrar a guerra Atomic Bombs forced emperor hirohito to understand clearly and in a way his military leaders refused to comprehend that the Defense of the Homeland was
hopeless It took the Unprecedented intervention of a japanese emperor to break the impass in the japanese government and finally Order Surrender it was only the dropping of the Atom Bombs that allowed the emperor and the socalled Peace Faction in the japanese government to negotiate An end to the war all the viable alternate scenarios to secure American Victory All would have meant significantly greater American And allied casualties and much Higher japanese civilian and military Casualties the judgement of history is Clear and unambiguous the Atomic Bomb shorten the war averted a posição do padre mamb sobre a
bomba atômica não faz parte de uma doutrina oficial da Igreja Católica que desde o Papa João 23 em 1963 condena a uso desse tipo de arma e defende o desarmamento nuclear gradual dos países de forma multilateral sendo essa postura reafirmada recentemente pelo Papa Francisco em visita ao Japão em 2019 mesm os argumentos do padre mis Cambal não se remetem às doutrinas religiosas mas a uma certa lógica utilitarista de custo e benefício isso só reforça o que já mostramos como mesmo dentre pessoas declaradamente religiosas o apoio parcial a ataques a populações civis não é na maioria
das vezes embasados em argumentos religiosos no campo muçulmano a posição oficial das autoridades religiosas é contrária ao uso de armas Atômicas embora permita a posse das mesmas como forma de dissuadir a agressividade de nações adversárias uma fatum emitida em 2009 pelos juristas islâmicos do dar liif aleria no Egito definiu essa posição se baseando principalmente nas já conhecidas normas do Alcorão e da tradição Profética sobre a guerra que proíbe o uso da violência contra não combatentes Como podemos ver tanto os terroristas islâmicos como os apoiadores da política militarista de Israel e dos Estados Unidos na maioria
das vezes seguiam muito mais por uma ótica de Vingança e Ódio contra um determinado inimigo do que complexas justificativas ideológicas isso ocorre tanto no campo no discurso de acadêmicos em órgãos de governo quanto nas opiniões de pessoas comuns Mas qual será o efeito prático disso Será que muçulmanos matam realmente muito mais do que pessoas de outras religiões o que os números mostram uma das formas de analisarmos os Números sobre os atentados terroristas é olhar para o Global terrorism Database ou GDT um banco de dados mantidos pelo National consortium for the study of terrorism and responses
to terrorism um Centro de Estudos ligados à universidade de Maryland nos Estados Unidos atualmente o GDT disponibiliza online dados sobre os atentados terroristas tanto as tentativas falhas quanto os ataques efetivos entre os anos de 1970 e 2020 de acordo com os dados do GDT Podemos estimar uma cifra aproximada de 380.000 mortes causadas por terrorismo em todo o mundo entre os anos de 1970 e 2016 esse número apesar de elevado é inferior ao número de mortes causadas pelas intervenções militares do ocidente em países de maioria muçulmana em nome do combate ao terrorismo contando inclusive com numerosas
baixas civis para termos ideia dessa enorme diferença não é sequer necessário compararmos com o número total de mortes causadas por Todas as intervenções de potências ocidentais contra países muçulmanos basta pegarmos o exemplo mais recente das duas últimas décadas da chamada chada Guerra ao Terror capitaneada pelos Estados Unidos contra o Afeganistão Iraque e o Paquistão entre os anos de 2001 e 2011 no ano de 2015 a physicians for social responsibility oou PSR uma ONG de médicos estadunidenses publicou um território sobre a contagem de vítimas dos primeiros 10 anos da chamada Guerra ao Terror no Afeganistão Iraque
e Paquistão de acordo com o relatório essa investigação conclui que a guerra matou direta e indiretamente cerca de 1 milhão de pessoas no Iraque 220.000 pessoas no Afeganistão e 80.000 no Paquistão ou seja um total de cerca de 1,3 milhões de pessoas não estão incluídas nestes o número de outras zonas de guerra como yemen o número é aproximadamente 10 vezes superior ao público que os especialistas e os tomadores de decisão Tem conhecimento e que é divulgado pelos meios de comunicação social e pelas principais ONGs esta é apenas uma estimativa conservadora o número total de mortes
nos três países acima mencionados também poderá ultrapassar os 2 milhões ao passo que o número inferior a 1 milhão é extremamente Improvável se analisarmos o número de mortes causadas por terrorismo no mesmo período entre 2001 e 2012 teremos uma cifra bem menor aproximadamente 100 mortes somando as Vítimas de terrorismo em todo o mundo e da Guerra ao Terror nos três países já citados entre 2001 e 2012 chegamos ao número de 1,4 milhão de mortes e desse Total vemos que as intervenções lideradas pelos Estados Unidos foi responsável por 92% dessas mortes se esticarmos essa comparação para
o ano de 2016 o número de mortes somadas fica em 1. 540.000 desta cifra A Guerra ao Terror foi responsável por 82% das vidas ceifadas mesmo se contabilizarmos as Mortes causadas por terrorismo desde 19 1970 até 2006 com apenas a primeira década da Guerra ao Terror do total de 1. 680.000 mortes a intervenção Militar dos Estados Unidos ainda seria responsável pela maior quantidade de vidas perdidas cerca de 71 por. esses dados mostram que todos os atentados terroristas cometidos de 1970 da 2016 dos mais variados espectros ideológicos e não somente de extremistas muçulmanos mataram apenas 1/3
do que os militares Comandados pelo governo americano mataram em uma década em somente três países de maioria muçulmana pois houveram muitos outros se fomos comparar com as vítimas causadas pela intervenção dos Estados Unidos em todos os países muçulmanos no mesmo espaço de tempo certamente teríamos um número assustadoramente mais elevado diante desse cenário inclusive é Impossível não lembrar nas recentes ações militares de Israel na faixa de gaza onde em menos de Se meses as forças invasoras já haviam exterminado 2% da população local Mas então Alguém poderia dizer que essa comparação é injusta já que nos atentados
terroristas h o ataque deliberado contra seus avos inclusive civis enquanto morte de civis resultantes das Guerras movidas pelos Estados Unidos seria apenas um dano colateral ou seja uma trágica consequência não desejada do ato potencial destrutivo dos armamentos Modernos mas sabemos que esses ataques a civis pelas forças Americanas muitas vezes são intencionais já que seus militares possuem alta tecnologia capaz de acertar seus alvos com grande precisão se considerarmos que uma intervenção militar causa números tão elevados de dano colateral não estariam esses agentes revelando um desprezo ainda maior pela vida humana do que aqueles que escolheram deliberadamente
seus alvos em 2007 o sociólogo filósofo E linguista norte-americano noan chomsky fez a interessante provoc cação sobre o tema dos chamados danos colaterais evidentemente omite-se um caso crucial que é muito mais depravado do que massacrar civis intencionalmente ou seja saber que você os está massacrando mas não o faz intencionalmente porque não os considera dignos de preocupação ou seja você nem se importa o suficiente com eles para Pretender matá-los assim quando caminho pela rua se parar para Pensar sei que provavelmente matarei muitas formigas mas não pretendo matá-las Porque na minha cabeça elas nem chegam ao nível
onde importam Há muitos exemplos assim para citar um dos mais pequenos quando Clinton bombardeou a instalação farmacêutica de al shifa no Sudão ele e os outros perpetradores sabiam certamente que o bombardeamento mataria civis dezenas de milhares aparentemente mas Clinton e seus associados não pretendiam matá-los Porque segundo os padrões do racismo humanitário Liberal ocidental eles não são mais significativos do que as formigas o mesmo acontece no caso de dezenas de milhões de outros ou seja para muitos governantes militares ou mesmo cidadãos comuns dos Estados Unidos poderíamos certamente acrescentar de outras Nações do ocidente as vidas inocentes
das populações dos países muçulmanos ou de países da África e da Ásia sequer são dignas de consideração Sendo formigas mas os críticos do Islã ainda poderiam argumentar que do ponto de vista prático a religião islâmica é a causadora do aumento do terrorismo no mundo já que a maioria dos ataques terroristas desde o final dos anos 1980 em especial atentados Suicidas com bomba foi efetuado por grupos extremistas muçulmanos É verdade que a maior parte dos atentados Suicidas nas décadas recentes têm sido realizados por grupos terroristas islâmicos mas esse fenômeno É relativamente novo na história do terrorismo
no mundo muçulmano desde o final da guerra Irã e Iraque de 1989 até o ano de 2001 dos atentados Suicidas do an de setembro de um total de 181 atentados Suicidas A grande maioria 44% foi realizada pelos tumil tigers um grupo separatista nacionalista do sri Lanca de ideologia secularista em segundo lugar temos o grupo de resistência Palestina 33% mas outros grupos frequentemente Associados com Atentados Suicidas como al-qaida e resbolar foram responsáveis naquele período por um percentual bastante inferior desses ataques 4 e 3% é interessante observar que os atentados Suicidas só começaram a ser usados por
grupos armados islâmicos quando estes passaram a lutar contra uma potência militar muito superior em técnica e Arm é o caso da Resistência Palestina ou do rebolá contra as forças de ocupação israelense altamente equipadas no caso Da alkaida o grupo não recorreria aos atentados Suicidas quando enfrentava o poderio militar soviético por um motivo muito simples eles recebiam apoio Militar dos Estados Unidos e portanto tinham maiores condições de combater uma força militar altamente equipada sem necessitar de um recurso externo desesperado foi só quando passou a enfrentar as forças estadunidenses após a Guerra Fria que alcaida recorreu aos
ataques Suicidas com a concretização dos Atentados Suicidas com aviões e explosivos contra alvos civis e militares noss Estados Unidos em 11 de setembro de 2001 o uso dos ataques Suicidas com bombas se tornou mais recorrente entre grupos armados no mundo muçulmano um exemplo disso é o caso do Afeganistão onde o Talibã inicialmente relutante em usar o método foi convencido por membros da alcaida que argumentaram ser aquele tipo de atentado mais eficaz para minar as forças Militarmente superiores dos norte-americanos Como já mostramos foi apenas em 2001 que o uso de ataqu Suicidas a bomba cresceu no
mundo Muçulmano e em grupos extremistas islâmicos atuantes em países ocidentais mais de cinco 1000 a maioria no Afeganistão e Iraque se o islam fosse a motivação dos ataques deveríamos esperar que fossem numerosos mesmo antes da agressão ocidental iniciada em 2001 em seus estudos a acadêmica estadunidense Ann spard professora de psiquiatria da georgetown University School of medicine de Washington concluiu que o sofrimento emocional a garantia de Amparo Aos familiares estudados e principalmente o desejo de vingar as violências cometidas pelo grupo alvo foram os grandes motivadores por trás dos homem bombas à medida que desenvolvíamos o nosso
método de investigação para conduzir autópsias psicológicas daqueles que tinham se voluntariado para série homens bomba Descobrimos que um dos melhores indicadores da vontade de morrer especialmente em zonas de conflito eram a profundidade da dor emocional ou enxaqueca psíquica muitos também receberam a garantia de que seus filhos pais e familiares seriam respeitados sustentados por seus quadros após a morte e também teriam acesso ao paraíso quando a psique está presente e o suicídio em nome do grupo enquanto Visa outros é o mesmo tempo venerado e Encorajado pelo grupo social circundante aqueles que sofrem de profunda dor emocional
podem prontamente endossar o terrorismo embora a Sexualidade seja uma parte central da vida de todas as pessoas não Considero que a promessa de 72 virgens na vida após a morte seja um fator de motivação para os geradas militantes atuando talvez apenas como um conforto mas não como principal motivo para um martírio em vez disso a raiva contra o grupo alvo e o desejo de Vingança foram motivadores muito mais poderosos os instigadores terroristas ideologias e os líderes carismáticos também são ingredientes importantes descobri repetidamente que clipes de vídeo e áudio apresentados de forma forma dramática como imagens
traumáticas combinadas com versos e canções islâmicas podem excitar uma Fúria Religiosa e um sentido de dever de lutar pelos oprimidos especialmente se as vítimas forem retratadas como parentes Fictícios enquanto estudei grupos que fazem uso da ideologia do martírio posso afirmar enfaticamente que o Islã em si não é um problema mas se estamos mostrando que estados ocidentais e grupos islamofóbicos o xenofóbicos também atentam contra a vida de civis musul humanos Qual é a explicação para não existirem atentados Suicidas desse lado simples eles não possuem necessidades militares isso pois estão enfrentando um grupo não equipado os Exércitos
norte-americanos e israelenses não precisam enviar soldados Suicidas para atingirem seus alvos já que seus aviões e drones disparam bombas com potenciais muito mais destrutivos indivíduos islamofóbicos não precisam atar uma bomba ao seu corpo para matar muulmanos porque podem munidos de uma arma de fogo atirar contra fiéis indefesos enquanto rezam em uma mesquita como fez O Judeu israelense Baruk ghostin na Mesquita Ibrahim em Hebron em 1944 e o australiano Breton Tent na Mesquita alnur em Christ Church na Nova Zelândia em 2019 na década de 2010 com o aumento do uso de mísseis ou drones pelo ramaz
e o hbol bem como o aumento das ações de tomada de território pelo Isis e o boko haram diminuíram o uso de atentados Suicidas nos grupos armados islâmicos com o desenvolvimento do novo modelo de terrorismo que visava construir forças paramilitares para não somente danificar os seus alvos mas Efetivamente ocupar posições do inimigo viu-se a necessidade de manter o número de membros vivos para que pudessem não só eliminar seus inimigos mas também consolidar os seus domínios sobre as populações nas áreas antes controladas por força de ocupação estrangeiras ou por governos muçulmanos de igual forma nos países
ocidentais os terroristas islâmicos também passavam a utilizarse mais de atentados com armas de fogo ou explosivos avulsos do que com ataques Com homens bomba tanto atentados à redação do jornal Charlie ebdon em Paris em 2015 quanto atentado a boat LGBT pul em Orlando de 2016 foram efetuados por indivíduos armados de fuzis e pistolas embora continuem atuando em países ocidentais a principal zona de atuação dos grupos terroristas islâmicos T sido Oriente Médio alguns países da África e as regiões do Sul e sudeste da Ásia a partir disso cabe analisar Quem são as maiores vítimas do terrorismo
islâmico Quem são as maiores vítimas do terrorismo islâmico embora muitas vezes dirigidos contra civis e militares ocidentais em países militarmente ocupados ou mesmo dentro dos territórios ocidentais os terroristas islâmicos atuam também principalmente contra as populações de suas próprias religiões e nações além dos grupos profess Anes de outras religiões os terroristas islâmicos frequentemente se voltam contra os praticantes do Islã que não Comungam das crenças distorcidas desses grupos por isso que muitos extremistas islâmicos se consideram como os únicos autênticos muçulmanos considerando os demais seguidores da religião islâmica como apóstatas se olharmos para vários grupos terroristas de maior
expressão dentro do mundo muçulmano veremos que o maior número de suas vítimas são muçulmanas no Iraque e na Síria o maior número de vítimas do Isis foram os muçulmanos sunitas e xiitas na Nigéria o Boko haram ataca diversas populações muçulmanas na Somália os grupos terroristas destruíram santuários e túmulos de mestres sufis do Islã sunita também foram muçulmanos a maioria dos combatentes que lutaram contra os grupos terroristas no Iraque e na Síria além dos exércitos regulares desses países foram formadas diversas milícias sunitas e chiitas para enfrentar o Isis lutando lado a lado com milícias de cristãos
e outras minorias religiosas o rebolá Inclusive participou de alguns combates contra o Isis em localidades próximas à fronteiras libanesas na Somália importantes vitórias foram obtidas contra grupos terroristas graças à ação de Milícia sufis feito que foi reconhecido pelas autoridades militares do país os maiores adversários intelectuais das ideologias terroristas também são muçulmanos Como já demonstramos anteriormente as refutações mais extensas e completas aos argumentos Dos jihadistas foram feitas por grandes autoridades religiosas do Islã através de fátuos e livros para o público geral se o Islã realmente advoga o terrorismo como meio de impor suas crenças e normas
sobre os não muçulmanos Faria muitos mais sentido que as populações de países com maior número de seguidores do Islã religião que representa hoje 25% da população Global estivessem mais Unidas em combater os países não muçulmanos se esse quadro fosse verdadeiro seria Lógico supor que os atentados terroristas seriam muitos mais numerosos do que são hoje mas ao contrário a maioria esmagadora das populações muçulmanas tanto em países onde são maioria quanto em países onde são minoria vivem de forma pacífica com seus demais cidadãos mas o que provoca o terrorismo observando o discurso ações e perfil dos terroristas
islâmicos observamos que eles estão muito atrelados a três contextos um países de Maioria muçulmana que sofreram com intervenções militares políticas e econômicas à potências ocidentais como o caso da Síria e do Iraque minorias muçulmanas hostilizadas em países ocidentais como França ou Bélgica populações muçulmanas utilizadas por conflitos étnicos ou perseguições religiosas como na Índia ou sri Lanca o extremismo por trás dos grupos terroristas islâmicos é motivados pelo o desejo de vingar as agressões sofridas Pelos muçulmanos seja pelas potências ocidentais seja por outros grupos ele não surge de uma profunda reflexão teórica ou do estudo intenso da
religião islâmica caso contrário o apoio ao ataque contra civis entre governos e populações muçulmanas seria grande em todos os lugares em todas as épocas em que o Islã se fez presente nos países de maioria muçulmana do norte da África e Sudeste Asiático os ataques terroristas Foram poucos ou praticamente Inexistentes da mesma forma países com histórico de presença muçulmana minoritária onde o convívio Pacífico como o Brasil não possuem atentados ou grupos terroristas islâmicos o que países com grande histórico de atentados terroristas como Iraque e síria possuem em comum além da religião muçulmana para ter esse problema
é intervenção de potências ocidentais o sofrimento dos muçulmanos na guerra na exploração econômica ou no preconceito social Insuflado por políticos e religiosos São aproveitados por grupos terroristas para reforçar a ideia de que muçulmanos e não muçulmanos são antagônicos e não podem conviver juntos Dizem Que Um extremismo gera o seu oposto Isso é verdade quando olhamos para o caso do terrorismo no mundo islâmico a islamofobia e o terrorismo se Ret o alimentam os islamofóbicos precisam dos atos terroristas para criar a imagem desumanizada de um muçulmano Bárbaro e Violento e os extremistas precisam das agressões e preconceitos
contra os praticantes do Islã para retratarem um não muçulmano como inimigo irreconciliável mesmo assim ainda não seria possível dizer que o imperialismo ocidental ou islamofobia são as únicas causas do terrorismo os estudos acadêmicos e de órgãos de inteligência dos Estados Unidos T cada vez mais demonstrado como o terrorismo é um fenômeno complexo que possui muitas Causas como combater o terrorismo no mundo islâmico embora o imperialismo e a islamofobia alimentem o extremismo no mundo islâmico e o recrutamento de novos terroristas devemos entender que a falta de Formação religiosa entre os próprios muçulmanos também contribui para esse
processo pois impede os fiéis de reconhecerem as crenças e normas de sua própria religião contra as ideologias e atos terroristas é claro que acabar com a agressão Ocidental no mundo Muçulmano E o preconceito contra o Islã em países majoritariamente não muçulmanos ajudaria muito no combate ao terrorismo mas isso depende dos governos e dos Estados por outro lado a formação religiosa dos muçulmanos é uma forma de combater o terrorismo nesse meio quanto mais conhecimento os fiéis tiverem dos ensinamentos de sua religião mas convicto estarão de quanto o Islã se distancia da ideologia do terrorismo mesmo nome
bastante conceituado em meios Liberais e conservadores de direito anti islâmicos como o psicólogo canadense Jordan Peterson entend que o maior conhecimento sobre a religião islâmica é a forma de combater o terrorismo SPE chran and judais I Know demand but I think there any op Not that Easy to learn about islam either trying to It Years Fair speak ninguém nega que existam hoje vários indivíduos muçulmanos em grupos e Atos terroristas mas esses números por sió só não são capazes de apontar o Islã como uma religião essencialmente terrorista vimos através desse longo vídeo igualmente que indivíduos judeus
cristãos ateus e agnóstico também possuem percentuais significativos de adeptos que apoiam parcialmente o uso de violência contra civis e mesmo assim não podemos considerar que o Judaísmo e cristianismo são religiões essencialmente violentas ou que a defesa De uma democracia laica conduz necessariamente a uma mentalidade e prática violenta apesar dos milhões de mortos que democracias laicas e seculares provocam em países muçulmanos portanto a resposta à pergunta inicial desse vídeo é o terrorismo está presente no mundo muçulmano mas não provém do Islã é um fenômeno historicamente localizado no tempo e no espaço e que em suas ideias
e práticas se diferencia completamente das crenças e normas da Religião islâmica e se você gostou desse vídeo considere se tornar um apoiador do projeto história islâmica com Mansur pexoto fornecemos ao público diariamente artigos acadêmicos vídeos informativos postagens educacionais nas mais diversas mídias sociais além de palestras gratuitas e participações em entrevistas e lives financia iniciativa cultural através do pix contato @st islamica.com.br história islâmica com Mansur Peixoto