Bom dia, pessoal. Bom dia a todos. Muito bom dia a todos vocês que estão aqui conosco. Mais uma vez aqui para poder participar desse webinar referente aos documentos eletrônicos dentro da reforma tributária, OK? Eh, meu nome é Rodrigo Marçal, tá? Eu faço parte aqui do da equipe de consultoria de segmentos da TOTS. juntamente comigo estão eh Juan, André, tá, que são do Produto hospitalidade, estarão aqui conosco para poder tá apresentando aí o material de como que o produto está tratando o assunto da reforma, o que que o produto tem implementado, o que que será implementado,
quais são as expectativas aí com as novas publicações, com aquilo que já foi publicado, tá? Então são eh são informações sobre um assunto eh muito atual que vai impactar a todos nós referente ao consumo, né? Então, Pessoal, eu vou pedir apenas um pouquinho da paciência de vocês para que a gente dê o tempinho aí de 2 minutinhos para iniciar, porque às vezes o pessoal tá chegando, foi no banheiro e já está vindo e assim a gente começa com todos com todos eh eh disponíveis aí para o nosso evento, tá? Então agora são 10:2, exatamente. Quando
for 10:4 nós iniciaremos o nosso webinar, tá? Você que está aí, continue e a gente aguarda o pessoal que tá chegando. Dois Minutinhos, pessoal. Então é isso, mais uma vez, bom dia. Bom dia a todos aqueles que chegaram agora. Sejam bem-vindos ao webinar que nós estamos apresentando agora, tá? Aqui comigo estão André Albino, Ferrúci de Alencar e Juan Luiz que são do produto hospitalidade e juntamente comigo nós estaremos aqui discutindo e falando sobre os documentos eletrônicos dentro da reforma tributária, pessoal. Então, eh, são Informações que nós estamos trazendo aí com todos os impactos que irá
trazer, né, dentro dos documentos eletrônicos que já estão sendo, eh, implementados, tratados, porque nós temos uma data aí de homologação e uma data de produção definidas, né, embora saibamos que em 2026 é quando se inicia verdadeiramente se dá o start aí para a operção desse desses desses tributos, né, com as alíquotas teste, mas ainda assim nós estamos já agora, né, no começo desse Segundo semestre fazendo todas as tratativas para que o contribuinte ele possa atender as especificações do fisco. Então, pessoal, fiquem conosco, sejam bem-vindos, muito obrigado por pela presença de vocês. Meu nome é Rodrigo
Marçal, sou consultor tributário aqui na Totos, né? Trabalho com a equipe de consultoria tributária, fazendo toda a retaguarda pessoal tributária para os produtos e segmentos da TOTOS. Tudo que for Relacionado à legislação tributária, alterações, implementações, atualizações passam por nós aqui, tá? Além das graduações, né, que vocês podem perceber aí, também sou participante dos grupos de estudo junto à Receita Federal, Brascon e o INCAT, que são grupos que estão diretamente ligados a todos os assuntos tributários de documentos eletrônicos, atualizações que nós recebemos e também participamos como grupo, né, como empresa piloto, de Estar levando a eh
sugestões, alterações ao fisco, tá, pessoal? Então, fiquem à vontade. Eh, nós temos aqui, pessoal, o ambiente que vocês poderão estar fazendo perguntas aqui no nosso chat. Nós estaremos respondendo eh a mediante aí o o andamento do evento, tá? os documentos, o o os materiais que serão apresentados aqui, partes serão online, né, que eu vou estar mostrando para vocês. E outra parte de documentos que será apresentado pela pelo produto, vai Ser disponibilizado para vocês também, seja aqui pelo link, né, ou então quando nós disponibilizarmos esse vídeo no espaço legislação, que eu também vou mostrar para vocês.
Então, iniciando aqui, pessoal, antes da gente adentrar com o assunto dos documentos eletrônicos, eu quero mostrar rapidamente aqui para vocês o nosso ambiente de atualizações, tá? Então, para quem não conhece ainda, né, quem já viu, eh, é legal que você vai eh Se atualizar também e aqueles que não conhecem vai ficar conhecendo agora, tá? No nosso ambiente www.tots.com endereço super tranquilo, né, pessoal? não é tão complicado. Vocês serão eh recepcionados por esse ambiente. E na parte superior direita, pessoal, aqui, ó, tem a opção aqui, sou cliente. Observação, não necessariamente precisa ser um cliente para poder
utilizar esse espaço, tá? Então você vai clicar aqui em seu cliente e vai vir Nessa parte aqui, espaço legislação. Na página do espaço legislação, pessoal, vocês serão recepcionados aqui por esse poppap, ao qual vocês poderão colocar aqui o nome, sobrenome e o e-mail para que vocês possam estar recebendo todas as atualizações que nós colocamos dentro desse ambiente, pessoal, tá? Então, o que que você tem nesse ambiente? Além das informações dos Totos Responde, que é o que nós estamos fazendo aqui agora, Vocês terão informações sobre as principais obrigações acessórias, tá? Nós colocamos aqui algumas delas, né?
A FDREINF, ocial, a DIRF e a Dirb, tá? Temos outras obrigações, tá? Mas de eh linha de frente estão essas daqui, tá? Tem também a nossa página de FAC. O que que seria essa página de FAC, Rodrigo? Seria um ambiente onde existem perguntas e respostas sobre todos os procedimentos possíveis e o que nós enfrentamos no dia A dia aí, seja na área fiscal tributária, seja na área de contabilidade, seja na área de RH pessoal previdenciária, nós temos respostas aqui. Ai, Rodrigo, eu tô com uma dúvida sobre a tributação de um um um colaborador que ele
tá na minha folha, mas ele também faz serviço por fora e existe uma RPA. Qual é a parte que vai no eocial? Qual que é a parte que vai na REIF? Nós temos respostas para isso daqui. Rodrigo, eu tenho uma Margem de cálculo de valor agregado para poder tributar o o ICMS de substituição tributária nas operações de São Paulo, Rio de Janeiro. Qual que é a alíquota? Qual que é a referência? é o que que eu preciso. Temos também informações aqui nessa página de FAC, pessoal. Então, tá muito interessante. Você que tem dúvidas sobre alguns
procedimentos, pode ser que você encontre muitas respostas aqui nessa página, OK? E a nossa parte do destaques do blog, pessoal. O que que Seria esse destaque do blog? Seria um ambiente que nós atualizamos, tá? Todas as informações referentes a documentos eletrônicos, notas técnicas que são publicadas, nós trazemos aqui também normas referente a obrigações acessórias, nós trazemos aqui também Receita Federal, as capitais, tá pessoal? Os estados e as suas capitais. Todas essas informações e publicações nós trazemos aqui para vocês. Por quê? porque é um ambiente que vocês vão estar Sendo atualizado sempre com as principais notícias
aí do nosso ambiente fiscal, seja ele da área eh fiscal, né, seja ele da área contábil, seja ele da área de RH, também trazemos informações, OK? Além disso, pessoal, aqui na parte superior vocês vão ver que nós temos a o calendário. Rodrigo, o que que seria esse calendário? Nós sabemos que para quem trabalha com obrigações acessórias, com documentações eletrônicas, com impostos a recolher, às vezes são muitas Datas para que a gente possa estar ali antenado dia a dia e pode acontecer de se perder aí algum algum recolhimento, alguma entrega de obrigação. Então esse calendário vai
te ajudar com isso, tá? seja na área federal, seja na área estadual ou municipal, independente, pessoal, se você está na área contábil, fiscal, de RH, você vai ter essa ferramenta que vai estar te ajudando, te auxiliando aí com as informações do que você precisa fazer. Ah, Rodrigo, eh, eu Quero saber o que eu tenho de federal aí. Eu sou da área do do RH e o que que eu tenho para poder transmitir ou entregar aí no mês de maio? Olha aqui, pessoal, você vai ter as informações do que você tem de federal para poder estar
transmitindo. Ah, Rodrigo, mas eu sou eh da da parte fiscal e eu queria dar uma olhada aí eh do que eu tenho estadual aí para poder transmitir. Olha aqui, pessoal, que vocês têm. Mas, Rodrigo, eu sou do estado do Amazonas. Vamos dar um Exemplo aqui, pessoal. Amazonas. Olha o que nós temos aqui para entrega no estado do Amazonas, tá? Então, e mais ainda, pessoal, nós temos também municipal também. Se vocês tiverem eh atividades aí, você também pode estar filtrando aqui. Lembrando, nós temos informações dos dos estados e as suas capitais, OK? Então, é uma ferramenta
muito prática, muito dinâmica, tá, pessoal? que vocês podem estar salvando na sua agenda aí do Google ou então fazendo o compartilhamento dela através do WhatsApp, do LinkedIn ou por e-mail ou link se for necessário, OK? Então a ferramenta aí que vocês podem utilizar sempre e também a parte de biblioteca, pessoal, nós temos aqui a parte de vídeos. O que que seria essa parte de vídeos? seria o ambiente aonde vocês verão que todos os webinars que nós eh estamos apresentando ficam salvo nesse ambiente, Pessoal. Então, olha, nós temos os webinars que já foram feitos sobre os
documentos eletrônicos para essas linhas. Nós temos webinars falando sobre a regulamentação da reforma tributária. Nós temos o webinar falando sobre a DIRF, sobre a FD, ICMS, IPI, o Esocial, sobre a FD Contribuições, a ECF. Então, todos esses webinars vocês poderão assistir a hora que vocês estiverem mais tranquilos. Se de repente alguém perdeu, né, o webinar, que nem esse que nós Estamos fazendo agora, vai ficar salvo aqui. Aí vocês poderão compartilhar ou a pessoa poderá vir aqui no nosso ambiente e assistir também e vocês poderão assistir em outro momento com mais calma ou mais tranquilidade também,
ok? E a parte de conteúdo dentro da biblioteca é onde existem as páginas, pessoal, dedicadas a diversos assuntos, tá? Nós temos aqui uma página dedicada a ECF, a Dirb, né? A obrigação aí sobre os benefícios Fiscais, página dedicada a FD, CMSPI, FGTS digital, tá? O eocial. Todas essas páginas têm informações sobre conceitos e estão muito bem atualizadas, tá? quem precisa entregar, para que que serve a entrega, a obrigatoriedade, as penalidades por não entrega da obrigação. Então, pessoal, é um ambiente riquíssimo em informações, tá? Que nós atualizamos e confeccionamos esses materiais para que vocês possam estar
sempre bem informados, tá? E dentro Desse ambiente nós entraremos aqui no nosso na nossa página sobre os documentos fiscais eletrônicos, pessoal. Olha aqui, ó. Então vocês, além de poderem compartilhar, vocês poderão estar estudando, se atualizando o momento que vocês acharem oportuno, OK? Então, entrando aqui na nossa página, iniciaremos aqui o nosso webinar sobre documentos eletrônicos. Então, beleza, pessoal. Aqui no nosso menu, nós discorreremos sobre Informações gerais dos documentos eletrônicos, os documentos fiscais eletrônicos que nós temos atualmente, né, que são os documentos responsáveis aí pela movimentação, a operalização, seja de mercadoria, seja de serviços de transporte,
seja de serviços propriamente prestados, enfim, pessoal, uma infinidade aí de informações, as alterações nos layouts dos documentos fiscais, os códigos de classificação tributária, o famoso secles aí para quem Já ouviu, está acompanhando, viu que foi que a o fisco soltou aí a tabela, né, do CCLES, que nós estaremos falando aqui daqui a pouco também, o fluxograma dos novos campos, os novos eventos para a nota fiscal eletrônica, as finalidades, as novas finalidades trazidas aí por conta da reforma tributária, as adequações para as notas de serviço, o imposto seletivo, e o prazo de implementação. Então, nós estaremos
falando sobre isso quando nós Falamos sobre o conceito dos documentos eletrônicos na reforma tributária. Falando aqui, pessoal, sobre informações gerais, deixa eu diminuir um pouquinho aí, beleza? Informações gerais sobre os documentos eletrônicos, pessoal, para quem é um pouquinho mais da velha guarda, que eu costumo dizer, né? O pessoal que acompanhou eh desde o início, que já trabalhou com a parte fiscal, a parte contábil, vamos colocar aí um pouquinho mais de 10 anos, 20 anos Atrás, sabe muito bem o que que era, que eram, né, os documentos, os documentos fiscais, né? Era um processo muito braçal,
era um processo bem moroso, um processo complicado, porque existia necessidade de se enviar aquela documentação física pro fisco, existia a demora para que o fisco fizesse toda a operalização de cruzamento de informações, formulários e mais formulários, branco, amarelo, azul. E sem falar também no espaço que aquilo Demandava, porque existe até hoje, né, a obrigatoriedade de se de guarda desses documentos físicos de no mínimo 5 anos. Então você tinha além de toda aquele processo burocrático, braçal e e moroso, você também tinha que se preocupar, o contribuinte tinha que se preocupar com o espaço para poder armazenar
tudo isso. E como que isso está hoje com os documentos eletrônicos? não existe mais todo esse processo, pessoal. Por quê? Porque além de ficar mais prático, né, o cruzamento para o fisco dessas informações, até porque o principal, né, um dos principais motivos é esse de facilitar o cruzamento dessas informações, porque isso tudo é eletrônico, é virtual, também simplificou para o contribuinte, porque agora é tudo na nuvem, né, pessoal? Vocês têm aí a emissão do documento, você tem a assinatura desse documento de forma Digitalizada também. Não existe mais aqueles carimbos, aqueles eh canhotos que falavam, né?
Por quê? Porque com os documentos eletrônicos tudo isso foi simplificado, tá? E dentro desses documentos eletrônicos nós temos os agentes, pessoal. Quem são os agentes? Nós temos aí o emitente que demonstra quem que emitiu, né? quem foi o responsável pela emissão do documento eletrônico. Nós temos o destinatário que demonstra aí quem que vai receber esse Documento, quem que vai receber esse serviço, quem que vai receber essa mercadoria. o remetente para demonstrar aí onde a mercadoria está saindo, de onde que a mercadoria está saindo, o tomador pessoal que é utilizado para serviços, normalmente serviços, né, demonstrando
quem foi a pessoa que contratou aquele serviço, seja ele o serviço eh de transporte ou serviço prestado, o expedidor que documenta o responsável pelo despacho da mercadoria, Né, às vezes pode ser também o próprio destinatário e o recebedor que demonstra quem recebe recebe a mercadoria que é o também muit das vezes o destinatário. Então são essas esses agentes que estão dentro dos documentos eletrônicos que atualmente atuam, pessoal, dentro do sistema tributário. Lembrando a simplificação, né, como forma de cruzamento e abastecimento das obrigações acessórias pelo fisco. E quais são esses documentos, Pessoal? Nós sabemos aí que
nós temos os principais, né, dentre eles, os principais documentos que movimentam as operações com mercadoria, com transportes. Nós temos os documentos, o documento eletrônico que que é que abarca os serviços prestados, né? os documentos, os documentos eletrônicos também eh em consideração as notas fiscais de comunicações que estão substituindo aí eh os modelos, né, 21, 22, se eu não me Engano. A NF3E, que é a fatura de energia, que até então era o modelo 6, agora tá sendo eh considerado com esse novo documento eletrônico. e outros documentos eletrônicos aí que a gente tem também, como a
declaração eletrônica, que substitui aquela declaraçãozinha, né, que era feita às vezes até de próprio punho para poder fazer algumas operações com produtos inservíveis em outras operações, né? Aqui eu vou dar apenas um uma Degustaçãozinha, pessoal, desse documento eletrônico. Eu vou entrar aqui na NFE e a NF NFC. Vocês verão aqui que a nossa página é dedicada trazendo as definições do documento eletrônico, as operações que são assistidas por esse documento eletrônico, os eventos que existem dentro desse documento, tá? Aqui nós temos aqui a NF, a NFCE, que é o a nota fiscal de consumidor eletrônica. Todas
As informações, pessoal, que vocês têm referentes ao documento eletrônico, vocês vão encontrar nessa página. os estados que já aderiram, né, a NFCE, tá? A ECF também nós falamos aqui dentro dessa página eletrônica. Então, percebam, pessoal, que é uma infinidade de informações que vocês podem estar absorvendo, tirando dúvidas dentro do nosso ambiente, OK? Eu não vou entrar em todos os documentos, tá? Mas é mais para que vocês fiquem eh cientes, né, de Todos todas essas informações disponíveis dentro desse ambiente. Então, falando um pouquinho sobre o impacto da reforma tributária, pessoal, dentro dos documentos eletrônicos, nós sabemos
aí que foi eh publicado no início do ano, né, a Bíblia da reforma tributária. Por que que nós falamos a Bíblia da reforma tributária? Até um termo engraçado, né? Porque é a regulamentação pessoal, é a base que nós temos hoje sobre a reforma tributária, Porque através desse dessa publicação, dessa lei complementar, é que virão outras publicações. Então essa lei complementar, ela está para a reforma tributária da mesma forma que a lei candir está para o ICMS, tá? ou a a TIP está para o IPI e assim por diante. Então, vindo com a ideia da reforma
tributária através da Lei Complementar 214, o fisco publicou aí no finalzinho do de do ano passado, né, de 2014, notas técnicas que trariam, pessoal, novos Campos para preenchimento e e para poder abarcar esses novos impostos, pessoal, tá? Ah, Rodrigo, mas essas notas técnicas foram publicadas antes da da lei complementar? Foram. Por quê? Porque nós sabemos, pessoal, que nós teremos um período de transição, que nós estaremos falando mais um pouquinho à frente. E esse período de transição, pessoal, vai ser muito desafiador, de forma que com essas notas técnicas, o contribuinte, as empresas de software, tá, os
grupos de Trabalho, né, como o Encat, terão tempo, né, eh, teriam tempo para poder se organizarem e estarem eh o eh implementando, trazendo essas novas formas de tributação para os documentos eletrônicos. Então, por isso nós tivemos essas publicações antes do da norma ter sido publicada. E essas publicações, pessoal, atingem diretamente quais documentos? Os principais documentos eletrônicos. nota fiscal eletrônica, a nota fiscal de consumidor, os documentos De transporte, as faturas, né, pessoal, os documentos eletrônicos sobre o consumo, que é sobre consumo de energia, sobre o consumo de serviços de telecomunicações, BPS e assim por diante, que
inclusive, né, nós tivemos a publicação, a publicação da nota técnica, as minutas, né, e os rascunhos que foram publicados no início de abril e mais ali pro meio de abril foram publicados efetivamente. as notas técnicas oficiais, OK? Essas notas Técnicas foram publicadas para abarcar quais impostos, pessoal? Nada mais do que os novos impostos trazidos pela reforma tributária, né, que é o IBS, a CBS e o imposto seletivo, que é o famoso imposto do pecado, tá? Por quê? Porque nós temos o IVA, o IVA dual, que todos sabem, né? Se não tem uma ideia do que
seja esse IVA, pessoal, nós temos material sobre a reforma tributária que está no ambiente que eu mostrei para vocês, que vai trazer direitinho Detalhadamente o que que significa o IVA, qual que é a origem dele, de onde que ele veio, por que ele é IVA dual aqui no Brasil. Essas informações estão todas dentro do nosso espaço legislação, tá? Então, dentro desses documentos eletrônicos, precisam precisavam desses campos para abarcar esses novos tributos e toda a sistemática operacional deles, né? quando que ele vai ter base reduzida, quando que ele vai ter alíquota zero? Quando que ele vai
ser Tributado o imposto do pecado, qual o tipo de produto, qual o tipo de serviço. Então, todas essas informações precisariam estar, precisam estar dentro dos documentos eletrônicos para receber esses novos impostos, tá? Então, esses documentos eletrônicos, né, serão impactados, né, estão sendo impactados por conta desses novos tributos. E dentro dessas alterações, pessoal, nós temos as alterações nos layouts dos documentos eletrônicos. Nós trouxemos Aqui um dos grupos, né, que foram trazidos por essas notas técnicas. Nós trouxemos um desses grupos, que é o grupo UB. O que que significa esse grupo UB? Ele traz informações sobre os
os novos tributos, que são o IBS, a CBS e o imposto seletivo, tá? Lembrando, pessoal, que o IBS ele é um imposto voltado para os estados e municípios, OK? Ele é gerido pelo comitê gestor e o CBS ele é gerido pela União, pessoal, ele é federal, OK? E esses impostos eles Substituem IBS, substitui ICMS e o ISS, né, que é o o imposto municipal e o ICMS imposto estadual. e o CBS substitui o PIS e CofinS, tá? Que são de competência federal, ou seja, da União. E o imposto seletivo também que está entrando aqui nessa
fase da reforma tributária, ele é também de competência da União. Então esse grupo B, pessoal, é um dos grupos que vieram, né, nessas notas técnicas que nós destacamos aqui. Nós temos as seguintes informações dentro desse Grupo, pessoal. Nós temos IBS, o o campo IBS, CBS e sobre o imposto seletivo, que vai trazer as informações sobre esses impostos. Nós temos o campo também do CST, pessoal, importante aqui, tá, frisar, que é o campo que vai trazer as informações do código da situação tributária. Ah, Rodrigo, mas esses CST serão os mesmos que nós utilizamos atualmente com a
CFOPs? Não, pessoal, não será. Para quem está acompanhando sabe que essa semana mesmo foi publicado Aí a tabela do CLS, tá, pessoal? Que é o quê? O código da classificação tributária, que é logo o campo que nós falaremos que está abaixo aqui do CST. Por que, pessoal, não é o mesmo? Porque assim como existe o CFOP, né, o código fiscal da operação e o CST que se correlaciona com ele, né, por exemplo, você tem uma CFOP de venda, né? Vamos colocar aqui uma CFOP de venda, de revenda 5102 dentro do estado. Aí você vai informar
o CST, qual que é o CST, se Ele vai ser tributado integralmente, se ele vai ter uma base de cálculo reduzida, não é assim? Então, para os novos impostos, nós também teremos uma CFOP, por assim dizer, tá? Entre aspas, que será o CCLS, ele vai funcionar como uma CFOP e o CST que vai ser que se que será correlacionado com esse com esse código, tá? Então, por isso que nós temos essas informações aqui dentro desse grupo UB, o CST e o CCLS, que são referentes aos novos impostos, tá? Teremos temos aqui dentro desse grupo também
o VBC, que nada mais é da a informação da base de cálculo dos impostos, né? No caso aqui do IBS e da CBS. Também teremos o grupo de IBS referente ao estado, a UEF, né? E também teremos o grupo de informações sobre o IBS do município. Pessoal, Rodrigo, nós teremos duas informações dentro do IBS. Sim. Por quê, pessoal? Porque como eu falei para vocês, o IBS ele é um imposto que está substituindo o ICMS, que é competência estadual, e o ISS, que é competência municipal, correto? De forma que cada ente precisa ter o seu recolhimento.
Então, por isso que você vai ter uma IBS, pessoal, que vai ter uma alíquota compartilhada. Ou seja, parte daquilo que for tributado vai ser para o estado e parte daquilo vai ser daquela alíquota vai ser para o município. Então, dentro desses campos será segmentado essas informações, OK? E o valor do tributo, o valor bruto da Tributação da operação. Por que, pessoal, existe esse campo Vtrib da operação? Por quê? Porque nós sabemos que a reforma tributária, pessoal, está trazendo alguns benefícios, né, como redução na alíquota, como redução de base de cálculo para algumas alterações, alíquota zero
para algumas alterações e prestações de serviços, né, imunidades, enfim, existe uma série de tratativas que serão implementadas aí eh ao longo do tempo e que vão trazer uma Informação diferente do valor total. Então, por exemplo, vamos dizer que vocês comercializarão uma uma mercadoria que tem uma base reduzida. Primeiramente, precisa se estabelecer, ser informado dentro do documento eletrônico o valor total e depois fazer a consideração da redução para que o fisco faça o cruzamento e veja se está tudo coerente, está tudo certinho. Ah, tem um serviço que foi prestado e esse serviço tem a redução de
60% da Alíquota. vai ser informado o valor total, primeiramente, né, da operação e depois será informado qual que vai ser a redução, qual que é a porcentagem da redução, onde será aplicada a redução, se vai ser na alíquota, se vai ser na base de cálculo e assim por diante. OK, pessoal? Então, qual que é o impacto para as empresas? precisa existir a adequação dos sistemas internos a essa nova estrutura e os ajustes nos processos de emissão. Então, todas essas Essa essas considerações precisam ser precisam ser implementadas, pessoal, tá? cadastro, como que vai ser feito a
operalização do do dos documentos eletrônicos, em qual momento que eu vou abastecer um um campo específico, qual é o momento, o que que vai ser preciso colocar naquele campo. Então, todas essas informações, pessoal, vai impactar, vão impactar diretamente o dia a dia aí de vocês na emissão desses documentos, tá? E falando um pouquinho aqui desse dessa classificação tributária, pessoal, voltando aqui, né? A gente tem a figura do CFOP, CST e o CCless, né? A gente tem a inspiração, pessoal, desses campos do que veio na nos novos documentos, que são o NF3e e a NFCOM. Por
quê, pessoal? Porque esses documentos foram os mais novos, né, publicados atualmente. Porque nós temos a nota fiscal eletrônica, que já vem de um tempo, nós temos o CTE, que já tem um tempo que já foi instituído. Esses documentos eletrônicos, a NF3e e a NFC, eles são mais novos. Tanto é que agora, a partir de novembro a NFC será obrigatório para todos os estados, né? Existem estados que já implementaram, já estão até utilizando e tem estados que ainda estão ali simultaneamente utilizando o NFC com os modelos anteriores, né, da fatura, tá? Então, por conta desses documentos
serem os mais novos, eles já vieram com essa tratativa do CCLS, tá? Que é o novo Código, né? O novo CFOP, por assim dizer, tá? entre aspas, é o novo é é o novo CFOP aí trazido pela reforma tributária e também trazendo os novos CSTs, OK? Então, como que vai ser a transição, pessoal? Como que é essa transição aqui? de uma forma mais visual, nós temos em 2024 a tratativa ainda por CFOP e o seu respectivo CST, né, que é o que nós utilizamos atualmente. Você vai fazer uma venda, eh, se é uma revenda, se
é uma remessa, Se é uma uma importação. Todos esses CFOPs estão correlacionados com a sua CST correspondente, correto? E ela você vai ter a informação sobre a tributação do ICMS, sobre a tributação do PIS e Cofins, né? Se você tem isenção, se você tem, se é não tributado, se tem redução, se é substituição, se tem diferimento. Todas essas informações nós temos com a CFOP e a CST. Em 2025, pessoal, já entra em Cena aí os novos códigos, tá, de CLS e o CST. Como eu já falei, foi publicado a tabela, né, que traz lá, se
vocês entrarem lá no site do SPED, vocês vão no na parte de documentos, vocês vão encontrar e lá tá bonitinho, pessoal, o CST, o código do CCless, para que que serve aquela operação, se é uma operação tributada integralmente, se é uma operação tributada com redução de alíquota, se é uma operação isenta ou imune. pessoal, tá tudo lá. Então, em 2025, nós temos a publicação dessa tabela. Em 2026, tá? Nós temos já a atuação dessa tabela, porque nós temos aí a alíquota teste, né, que nós teremos 1% para o IBS e 0.9 para a CBS. Lembrando,
pessoal, importante, tá? Essas alíquotas testes serão tributados na operação de vocês, OK? Porém, para o contribuinte que eh estiver dentro das obrigações acessórias ali na demonstração, no documento eletrônico, no preenchimento correto dos campos, não Haverá recolhimento. OK? Existe lá a previsão na lei complementar do da tributação, né? Até da compensação, né? Que poderá ser compensado esse 1%, né? Com o PISCOFINS. ou se não tiver pisicofins, poderá ser compensado com outro documento federal. Mas é bom ressaltar, se eu não me engano, lá no artigo 348 da lei complementar, vocês vão ver que tem um parágrafo dizendo
se o contribuinte, né, para o contribuinte que eh estiver em dia com as obrigações Acessórias do documento eletrônico da operação, vai estar eh vai ser dispensado do recolhimento, OK? Então é importante vocês frisarem isso, porque o que que nós temos de obrigação acessória agora para esses novos tributos? Nós só temos o documento eletrônico, pessoal. Nós não temos uma FD que vai fazer a a transmissão pro fisco referente a esses impostos. Nós não temos outra forma de de demonstrar isso ao pro fisco, a não ser o quê? O documento eletrônico. E o Documento eletrônico é uma
obrigação acessória também, não é verdade? Então, o que que nós entendemos com isso? Que o contribuinte, fazendo o preenchimento correto nos campos, tudo corretamente, ele vai ser dispensado do recolhimento dessa alíquota de 1%. OK? E a partir de 2032 é quando efetivamente será utilizado apenas os novos códigos, ou seja, os os códigos do CCL juntamente com os CSTs correspondente a eles, que a partir de 203 não existirá mais ICMS e nem o ISS, tá? Lembrando que a partir de 2027 já não teremos mais PIS e Cofim, já teremos a tributação da CBS, tá na sua
plenitude. E falando um pouquinho aqui, pessoal, sobre um eh um pouquinho mais adentro dos documentos eletrônicos, no layout dele, nós temos trouxemos aqui um fragmento, né, desses campos que serão aí preenchidos para esses novos documentos, tá? Então, nós temos aqui a o grupo de informações de tributação de Tributações sobre a nota fiscal eletrônica, tá? Que nós estamos falando da NFE. Então, nós teremos aqui, pessoal, um campo referente ao CST, tá? O CST que nós estamos falando aqui é o CST correspondente já aos novos impostos, tá, pessoal? O CCLS Trib, que estão eh eh intrínsecos, eles
são amarrados, né? um vai estar eh eh correspondente ao outro, assim como nós temos hoje o CFOP com a CST atual, tá? Nós teremos um grupo aqui sobre o Imposto seletivo que ele vai tratar todas as informações do imposto seletivo, qual que vai ser a alíquota, qual que vai ser o grupo, onde que vai ser tributado, as informações do contribuinte que estará tributando. Então, temos também esse grupo aqui e a parte do grupo de IBS e CBS que nós abrimos aqui. Vocês podem perceber que nós abrimos a parte desse grupo, né, que tem a o
campo informando o valor da base de cálculo Dos impostos. Nós temos o grupo de IBS por UF, que é aquilo que nós falamos anteriormente, que é a alíquota que vai ser correspondente para o estado. E nós temos o grupo de BS municipal, que vai ser a informação referente ao recolhimento do município, pessoal. Então, percebam que dentro desse campo nós temos aí a separação, a segmentação dessas informações. E o grupo de CBS, por ser eh federal, é o grupo eh para todos, né? não existe Segmentação como nós temos ali do IBS para o estado e IBS
para o município. Então, dentro dessa dessa segmentação de informações, pessoal, qual que é a importância de existir dentro dos documentos eletrônicos essas informações? Nós sabemos, pessoal, que atualmente, né, com a o a vinda dos documentos eletrônicos, como nós falamos lá em cima, para simplificar e melhorar a fiscalização, toda e qualquer Apuração e confrontagem, né, e o confronto dessas informações serão feitos por documentos eletrônicos, pessoal, tá? Tanto é que eh se alguém aí trabalha com locação de equipamentos, sabe muito bem do que eu tô falando. Nós nós temos atualmente a visão do recibo, né? O recibo
você faz porque você pegou, fez a locação de um de um de um equipamento, isso e aquilo. E o recibo ele é tributado apenas pelo pis Cofins, não é isso? Por quê? Porque ele não é um Produto, não tem CMS e ele não é um serviço e por isso não tem ISS. Agora, pessoal, com a reforma tributária, a locação vai ser considerada tributação de IBS, ou seja, vai ter a tributação dos dois impostos aí. Por quê? Porque vai ser feito um documento, ele vai ser considerado num documento eletrônico. Então, todas as operações, até as operações
que nós não tínhamos aí em documentações eletrônicas, terão que Ser abarcadas por documento eletrônico específico. Por quê? Porque a partir desses documentos que nós teremos a apuração assistida, pessoal. Por quê? Porque há, com a reforma tributária desses novos impostos, a ideia do fisco é que tenha um ambiente ao qual o contribuinte tenha acesso, que vai ser abastecido com todas as informações de entradas e saídas desses documentos que vão, né, levar as informações de débito, de crédito, de Devolução, de cancelamento, todas essas informações para que o contribuinte tenha a apuração dele em tempo real. Pessoal, percebam
como que o fisco está trazendo isso de uma forma tecnológica e simultânea, né? Nós temos hoje, como que é a tratativa hoje, né? Hoje você recebe um produto, hoje você compra um serviço, você faz a apuração desse imposto, você vai fazer a a o pagamento desse imposto lá no outro mês, não é assim? E para os Impostos federais, nós temos a DCTF, que é declarado a 2 meses depois do fato gerador, assim por dizer, não é assim? Agora a ideia do fisco é com o documento eletrônico, tá emitido, você vai ter a classificação de quem
vai tá pagando aquele tributo, quem que vai estar recolhendo, se vai ser o fornecedor, se vai ser o adquirente. E nesse momento, pessoal, juntamente com os eventos, né, que nós falaremos também daqui a pouco, essas informações subirão para essa Apuração assistida e lá vocês vão, o contribuinte vai ter as informações do que ele tem de débito, do que ele tem de crédito, qual é o saldo dele, se vai ser um saldo positivo, se vai ser um saldo a recolher. Então, por conta disso, os documentos eletrônicos serão os únicos utilizados para essa apuração, tá? Então, os
campos nos documentos atuais e registro dos dados relativos aos pagamentos e a criação de novos documentos padronizados por todo o Território nacional, vai ter essa plataforma unificada, tá? Que é essa plataforma. Ô, Rodrigo, mas como que vai ser essa plataforma? Eu vou dar uma ideia para vocês. Para quem faz aí a entrega da declaração do imposto de renda, né? Vocês entram lá no ECAC, lá no GOV, tal, isso e aquilo. Quando vocês entram lá na declaração, como é que tá a sua declaração? Você tem a opção de fazer a declaração pré-preenchida, não é assim? E
você também tem a declaração Que você pode começar do zero. Quando você vai paraa declaração pré-preenchida, ali você tem todas as informações dos seus rendimentos, aquilo que foi pago, aquilo que você recebeu, aquilo que você teve de benefício, que você gastou com convênio médico, com despesa. É a mesma ideia que está sendo trazida aqui para o contribuinte, pessoal. É exatamente isso. E todas essas movimentações serão feitas através dos documentos eletrônicos para Abastecer esse ambiente. Por isso que para que seja abastecido essas informações tem que ser documento eletrônico. Por quê? Porque um papel que você recebe
lá, de repente comprou uma peça de carro, o cara te deu um recibo, assinou e te deu. Isso não tem peso nenhum, pessoal, porque isso não é eletrônico. Percebam que aquilo que você recebe na sua declaração de imposto de renda, efetivamente é aquilo que você teve como nota fiscal de Despesa. Aquilo que você recebe manual, você não tem. é a mesma coisa e é a mesma ideia trazida aqui pela reforma tributária. Então, com o o recebimento dessas informações no ambiente, lá será segmentado o que é guia do IBS, ou seja, o comitê gestor vai fazer
o repasse para o estado e para o município, tá? E aquilo que é da União, tá? A guia do CBS vai ser repassado aí pra União. Então o contribuinte vai ter a apuração nesse ambiente, tá? Ele vai Segmentar aquilo que vai ser pago para o o comitê gestor e aquilo que vai ser pago para a CBS. Rodrigo, isso vai ser uma guia única, isso vai ser uma uma guia unificada? Nós não sabemos ainda, pessoal. Nós sabemos que terá essa segmentação, tá? Mas nós não sabemos como que isso vai decorrer. Por isso existirão publicações a serem
eh trazidas paraa gente. Então, todas essas coisas dependerão dessas novas publicações, tá? E além dos documentos Eletrônicos, pessoal, nós temos também os eventos, tá? O que que seriam esses eventos? Atualmente nós temos aí 15 eventos, tá, pessoal? Esses eventos eh estarão juntos com os documentos eletrônicos. Qual que é a ideia disso, pessoal? Vamos lá. Você tem um documento que você presta serviço ou você vende uma mercadoria, você emitiu uma nota. Essa nota, quando você falar de apuração de imposto, quando você quiser alimentar aquele ambiente que nós falamos agora a Pouco, você vai fazer, você vai
emitir um evento. Esse evento ele vai dizer se você recolheu o imposto daquela daquele daquela nota ou se quem vai recolher aquele imposto será o adquirente da nota. Contrapartida, o recebedor, né, o adquirente dessa nota, ele também terá que publicar um evento, ele também vai ter que emitir um evento. Para quê? Porque no momento que essa essas informações se cruzarem, vão alimentar um ambiente dizendo: "Olha, existia um Débito, foi feito pagamento. Então o débito do fulano que emitiu a nota foi quitado de forma que gerou um crédito pro ciclano que vai estar também lá no
ambiente dele, naquela apuração assistida. Percebam, pessoal, como que está sendo mais dinâmico e simultâneo. A o fisco trouxe isso para para tempo real. Nós tínhamos aí um prazo de 2 meses praticamente para demonstrar alguns impostos, né? E o prazo de no mínimo um Mês para poder recolher o imposto. Agora nós temos de forma eh eh atual que vai ser no momento da operação você vai poder fazer o recolhimento daquele imposto. Só que isso precisa ser demonstrado por evento, tá? Então, nós temos aqui, ó, o evento de informações de efetivo pagamento integral para liberar crédito presumido
ao adquirente. Quem que vai emitir esse evento? O emitente da nota. Aí nós temos a contrapartida, solicitação de Apropriação de crédito presumido, o evento a ser gerado pelo adquirente em relação às notas fiscais de aquisição de emissão de terceiros que lhe gerem direito à apropriação do crédito presumido. Quem que vai emitir esse evento? o adquirente. Percebam que isso está sendo feito de forma que isso amarre as operações, pessoal. Isso seja amarrado. Por quê? aquilo que foi emitido pela nota do do Emitente lá, né, do prestador de serviços ou do fornecedor da mercadoria, precisa corresponder um
evento que será emitido pelo adquirente. Dessa forma, será cruzada as informações e abastecido o ambiente lá da da apuração assistida. E nós temos outros eh outros eventos aqui, destinação do item para uso de consumo pessoal. Por que, pessoal, nós temos isso? Porque com a reforma tributária também se eh eh também abriu-se, pessoal, a possibilidade da Não cumulatividade plena, ou seja, tudo te dá crédito agora, porém precisa-se entender que para se ter crédito sobre um uso e consumo, esse uso, esse uso e consumo precisa estar ligado preponderantemente à operação da empresa. Rodrigo, eu não entendi muito
bem. Então vamos lá. No regime atual, pessoal, vocês têm uma empresa, vamos dizer que vocês prestam serviços de de consultório médico, né, de serviço De saúde. Atualmente, as despesas com telefone você não toma crédito, correto? Por quê? Porque não está ligado diretamente ali com a sua operalização econômica. Com a reforma tributária, você vai poder tomar crédito agora dessas despesas com telefonia. Por quê? Porque você tá utilizando esses telefone, esses telefonemas para entrar em contato em contato com clientes, com pacientes, com fornecedores de serviço, Com prestadores. Então, nesse caso, você vai ter direito a crédito. Ah,
Rodrigo, mas eu tenho aqui uma despesa de telefone que é do diretor, que é o uso pessoal dele. Aí você vai mandar um evento informando que, no caso, essa despesa de telefone é o uso e consumo pessoal. Perceberam a diferença, pessoal? Então, por isso que existem esses eventos para poder segmentar e separar, né, para e demonstrar ao fisco o que que está sendo essa operalização, Tá? e os demais eventos que vocês podem ver que tem aqui manifestação do fisco sobre pedido de transferência de crédito, eventos de cancelamentos e assim por diante. Então essa parte é
importante que fique fixado para vocês que esses eventos que vão fazer com que as informações se cruzem, né, e sejam homologadas pelo fisco e abasteçam o ambiente de apuração para que o contribuinte veja lá o que ele tem de crédito, o que ele não tem de crédito, o Que está provisionado, se tem débito, se não tem débito, se tem saldo credor e enfim. OK? novas finalidades para a nota fiscal eletrônica. Isso aqui também é bem legal que trouxe aí, foi trazido pela reforma tributária, a nota de crédito e a nota de débito. Nós temos aí
eh alguns tipos de nota eh de nota eletrônica, não temos nota fiscal de devolução, nós temos nota fiscal de compensação, nós temos nota fiscal de Complemento de complementação. Não é assim, nós podemos fazer emissão desse tipo de nota, pois agora nós temos também a nota de crédito e de débito. Por quê? pessoal, porque nós temos operações trazidas pela reforma tributárias que vão aumentar ou diminuir a minha base de cálculo da operação. Como por exemplo, se vocês eh assistiram nossas aulas anteriores, a base de cálculo da IBS, do IBS está considerando juros e multa. Mas, Rodrigo,
juros e multa normalmente são considerados posteriormente à minha operação. Não é assim? vocês emitem uma nota e de repente você coloca uma um prazo de pagamento ali pro seu cliente, né? Você deu 30 dias pro cliente pagar, aí o cliente não pagou dentro de 30 dias, a partir do 31º dia, você tá contando multa em juros ali sobre aquela operação, pois essa multa em juros entra dentro da base da sua do seu IBS, CBS, Só que você já emitiu a nota, não é assim? Pois então, essa nota de crédito e essa nota de débito servirão
para essa funcionalidade, pessoal, tá? De forma que a nota de crédito vai ser o quê? utilizada para reduzir o imposto devido na na operação. E a nota de débito, ela vai ser utilizado para aumentar o imposto tributado naquela operação. Então essa funcionalidade para a nota fiscal eletrônica abastece eh exatamente essas operações Que nós estamos falando. Ah, teve um juros e multa tal, então quer dizer que isso vai ser aumentado. aquela base de cálculo considerada no documento emitido anteriormente vai precisar ser aumentada. Então você vai emitir uma nota de débito, certo? Então essa funcionalidade também foi
trazido pela pela reforma tributária. Então preciso estar bem atento com essas informações, OK, pessoal? E falando um pouquinho sobre as Notas de serviço, pessoal, informações importantíssimas, tá? que até então nós tem nós tínhamos, né, o pensamento de que com a o layout da nota fiscal nacional, né, todas as prefeituras adequariam, né, se adequariam ao ambiente nacional e nós teríamos ali um ambiente único, um layout único para a emissão do documento fiscal eletrônico, né? Só que eh todos imaginavam, né, o melhor dos mundos Seria esse, né? Mas não é exatamente assim. OK, pessoal. Nós temos aí
o direcionamento do fisco, isso está estabelecido na lei complementar também, de que as prefeituras elas poderão manter, né, pessoal, o layout que elas já utilizam ali para a emissão das notas fiscais eletrônicas, tá? Elas poderão eh manter um ambiente de emissão delas normal. Ou seja, o São Paulo pode, o município de São Paulo poderá manter o ambiente de emissão deles. O o município Eh de Vargem Grande poderá manter o ambiente deles, tá? Porém, quando eles forem repassar, o município for repassar essas informações ao fisco, ao comitê gestor, eles precisarão passar no modelo nacional, ou seja,
no layout nacional. OK? Então, percebam que não é que o município seja obrigado obrigado a alterar o seu layout. Por quê, pessoal? Porque eh por que se eh e se deu essa essa abertura, né, essa folga para os municípios, porque para que se altere o Ambiente de de emissão de nota fiscal, nós sabemos que existem contratos com alguns servidores, existem eh gastos eh investimentos que foram feitos para poder se emitir nota naquele município. Existem municípios que têm dificuldade, pessoal, de poder operalizar isso, de poder alterar isso. Então, por isso, até em 2033 que o ISS
ainda vai estar eh ativo, pode ser que nós tenhamos aí eh a aceitação desses ambientes. Pode ser Que mude a partir de 203, mas isso a gente precisa de publicações ainda sobre isso. Então, os municípios poderão ainda utilizar o ambiente, tá, até 2032. A ideia é essa, não que esteja escrito, mas podemos sugerir isso e a partir de 33 podemos entender que será utilizado o ambiente nacional para a emissão. Por enquanto, pessoal, o ambiente nacional é obrigatório apenas para a transmissão das informações do município ao comitê gestor. Ah, Rodrigo, mas e se o Município não
fizer essa não utilizar o ambiente nacional para transmitir essa essas informações do comitê gestor, ele não receberá o repasse, pessoal. Ele não receberá o o repasse, tá? O que que acontece? O comitê gestor, ele será o o responsável por estar repassando todo o recolhimento desses impostos, pessoal. Porque atualmente quando você faz o pagamento de uma guia de SS, né, quando você tem uma prestação de serviço ou você tem uma guia de ICMS, né, seja um DAR, seja uma GNRE, você direciona aquele estado, não é assim? e o estado automaticamente recebe, já cai na conta do
estado. Com o IBS, pessoal, vai ser diferente. Esses valores subirão para o comitê gestor e o comitê gestor vai fazer o repasse para os estados e municípios, tá? Então, dentro dessa de dessa visão, a gente pode dizer que os estados e municípios perderam um pouco da autonomia nesse sentido, tá? Mas os Estados e municípios têm autonomia para poder tributar, para poder eh legislar normalmente, tá, pessoal? As alíquotas quem vai direcionar é o estado e o município. Tanto é que nós temos também materiais falando sobre a alíquota padrão e a alíquota de referência, exatamente sobre isso.
Então, é importante frisar isso também. E dentro do documento eletrônico de nota fiscal de serviço, terão os novos os novos campos também, pessoal. o valor total de IBS e CBS. As regras de validação também precisarão ser consideradas, os ajustes, as reorganização dos novos grupos, como a gente pegou e falou lá na nota fiscal eletrônica, também terá na nota fiscal eletrônica de serviço e os sistemas, os legados dos sistemas que nós falamos a há pouco, que terá toda essa questão de migração, de atualização de de mudanças aí por parte dos municípios, OK? Falando um pouquinho sobre
imposto seletivo, aqui nós temos eh a Segmentação dos campos que serão alimentados, né, dentro do documento eletrônico, que informarão, né, a o a as particularidades desse imposto, desse imposto, tá? Como por exemplo, o CST, quando ele for utilizado, o CCLS tribente à tributação desse imposto, tá? e o grupo de informações sobre o imposto seletivo, como vocês podem ver, eh, que precisará ser abastecido no momento em que existir, né, a tributação desse imposto, seja ele em um produto Considerado nocivo à saúde ou algum serviço também que é considerado nocivo ao meio ambiente. Ah, Rodrigo, mas tem
serviço que pode ser considerado como nocivo? Pode, pessoal, tem serviços com nós que está lá na lei complementar que são serviços de apostas, né? Serviços de jogos eletrônicos. Então, esses jogos à vista do governo, né, do fisco, são serviços que são prejudiciais à saúde, né, porque se a pessoa não tiver limite, o que que acontece? Ela acaba com o Dinheiro dela. Então, existem serviços que são considerados nocivos à saúde também. E falando mais um pouquinho aqui para finalizar aqui a minha parte de de conceito, os prazos de implementação, pessoal, tá? Então, nós iniciamos lá em
2024, né, o as publicações das notas técnicas, né, em 2024 começamos, em 2025 nós recebemos as minutas e as notas técnicas oficializadas no mês de abril, né, que trouxeram aí as versões 1.0.1 Para os documentos NFE, NFCE, CTE, BPE, MDFE, nota fiscal de de serviço eletrônica, foram trazidos aí no mês de abril, tá? E agora em julho começa as homologações, ou seja, os testes nos ambiente testes, né, do desses novos eh desses novos campos referente aos novos tributos. Em outubro começa a produção disso, já entra em fase de produção, porém nós temos em mente que
essa é uma produção, uma pré-produção, por assim dizer, né, Pessoal? Por quê? Porque em 2026, a partir de janeiro de 26, é quando efetivamente vai se iniciar a tributação desses novos impostos com as alíquotas testes lá que nós falamos, né? 01% para IBS e 0,9% para CBS. Então esse é o prazo de implementação que nós estamos tendo, né, a o cuidado de poder trabalhar em cima disso. Por quê? Porque em junho nós aqui Totos já teremos já praticamente o ambiente liberado por os clientes para Poder tá fazendo já alguns testes, porque quando iniciar o mês
de julho nós já temos tudo oficializado, tudo bonitinho para que os os clientes, os contribuintes possam fazer os seus devidos testes, tá? E em novembro, outubro, né, que que começa aí a produção, a pré-produção, por assim dizer, tá? Então aqui temos aqui abaixo aqui primeiro de julho, início dos testes, 31 de outubro de de outubro de 25, a liberação para emissão e produção. E efetivamente lá em primeiro de janeiro de 26 uso obrigatório nos documentos eletrônicos, pessoal. Então, é importantíssimo que isso esteja eh funcionando, esteva esteja rodando certinho. E para isso tudo precisa se ter
eh a se fazer, né, a lição de casa tudo bonitinho, o cadastro, eh o as descrições dos itens, os NCMs, tudo bonitinho para que isso funcione corretamente, OK? E falando aqui sobre a nossa Documentação, aqui você vai ter a nossa página sobre a reforma tributária. Lá você vai ter informações desde da emenda eh constitucional, como que aconteceu, o faseamento da reforma tributária, o conceito geral de tudo isso, quais qual é a fase que nós estamos, os impactos, a fase de transição, pessoal, tudo isso está dentro da nossa página da reforma tributária. Temos também o nosso
classificador fiscal, que é uma ferramenta que vai ajudar você no dia a Dia aí na movimentação de produtos de produtos, tá, pessoal? Ah, Rodrigo, eu quero fazer uma venda daqui de São Paulo pro Rio Grande do Sul, mas eu não sei se essa esse produto vai ter redução na base de cálculo, eu não sei se é substituição, se existe protocolo entre o Rio e São Paulo para esse NCM. Pessoal, esse classificador ele traz essas informações para você. vocês poderão fazer simulações, tá, dentro do estado brasileiro, de qualquer operação, Venda, revenda, produção, eh, se é uma
remessa, todas essas informações vocês poderão simular e ter todas as informações de tributação, se existe margem de eh margem de valor agregado, as alíquotas, o dispositivo tributário, o dispositivo legal atualizado. você vai poder simular também se você vai fazer uma operação com 10, 20, 100.000 operações, como que vai ficar a sua nota fiscal, tudo isso nesse classificador, pessoal. E tem também a opção de vocês Fazerem, né, a degustação gratuita dessa desse dessa dessa ferramenta. Se eu não me engano, são cinco dias úteis aí para vocês utilizarem ou até uma quantidade de simulações, mas é muito
bacana essa ferramenta, tá? E aqui as linhas de produtos que atendem aí a reforma tributária. E tem páginas, né, falando sobre a reforma tributária e o nosso destaque do blog, tá pessoal? Que são a é aquele ambiente onde vocês receberão todas as informações que nós Trazemos aí de atualizações, OK? Então, da minha parte é isso, tá pessoal? Da parte conceitual. Eu vou deixar vocês agora com o Juan, que estará falando aí um pouco mais sobre o produto referente aos documentos eletrônicos. Ran, obrigado, Rodrigo. Obrigado pela aula que você acabou de dar pro pessoal. Bom dia,
gente. Prazer tá apresentando isso aqui para vocês hoje. Eh, lendo a lista de nomes ali, bastante. N, Juan, você ficou mutado agora. O seu microfone ficou mutado. Opa, tá me ouvindo aí? Agora sim. Ah, debarrei aqui. Então, tantos nomes conhecidos aqui, interessante e gratificante que todo mundo aqui, porque é a primeira vez que a gente vai est conseguindo fazer um evento desse em conjunto com a consultoria de segmentos e mostrar como que tem sido eh nosso trabalho aqui recentemente voltado a aos atendimentos fiscais, né, a parte de mantenimento da Saúde fiscal da da hotelaria e
agora também eh com o novo conceito, né, da a fusão que a gente teve com segmento de foods, eh trazer o o pessoal de food service junto com pessoal de hotelaria no mesmo conceito de hospitalidade, né, de receber bem, servir bem e ter o propósito ali atingido, né? Ah, então vou botar minha apresentação aqui, ô Rodrigo, vou sobrepor a tua, tá, cara? Pode ficar à vontade, Juan. Comigo hoje, gente, tá aqui o André Também, tá? ele é o po da da parte da linha de food service, mas a gente já vai falar um pouquinho, já
vai se apresentar um pouquinho melhor. E meu tópico aqui tá voltado a detalhe mais prático, né? Então o o Rodrigo apresentou aí os conceitos legais e a parte da da atuação da consultoria de segmentos. Eu vou falar um pouco da relação que a gente tem aqui entre a equipe de produto e a consultoria de segmentos. O André também vai mencionar Aqui algumas coisas, mas no fim das no fim da apresentação vocês vão ver que essa união ela tá cada vez mais real, tá mais tangível. Então, eh, a gente segue para um mesmo ponto, né, de
de destino, que é a questão da da unificação dos emissores. Isso a gente vai explicar um pouco melhor o que que o que que eu tô querendo dizer com isso e também como que isso vai ser benéfico para pros para ambos os segmentos, tá? Então, fazer uma breve introdução aqui De de quem somos nós, falar um pouco das áreas envolvidas na questão do desenvolvimento e em si da da das nossas aplicações, das nossas linhas, tanto quanto chefe, tá? E então entrar propriamente dito ali na reforma tributária, trazer alguns exemplos. A gente não pretende, não é
o intuito, tá gente? mostrar tudo que tá sendo feito eh eh com prints ou hands on, né, que que a gente costuma falar, mas sim demonstrar qual tá sendo a linha de Raciocínio, qual tá sendo o modelo de trabalho, quais são as expectativas, quais são as justificativas e premissas que a gente tem adotado aqui no nosso segmento. Então, eh, falando um pouquinho sobre mim, né? Sou pai da Alice e do Luís, já tenho uma formação em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente pósegraduando em direito tributário e tudo isso ouvindo música, né? Acho que a música
ela ela facilita os momentos que já não tão Muito legais, ela reforça momentos muito bons e ela sempre me acompanhou aí durante a a vida inteira, né? Tô atualmente 8 anos aqui na Totos. Atualmente sou producter na no segmento de hospitalidade mais voltado na questão da hotelaria e como disse, né, conheço muitos de vocês aqui, todos os problemas aí de de média e alta complexidade na na parte fiscal passam por mim, né? Seja qual for a o produto que você consuma no segmento de atelaria, tanto para algumas Questões de análise quanto direcionamentos e até mesmo
participação de de reuniões aí com vocês. Vou deixar o André se apresentar. André, vai lá. Vamos lá, Juan. Bom dia, pessoal. Primeiramente agradecer a todos aqui que tão que compareceram, né, nesta apresentação, nesse webinar falando sobre a reforma tributária aqui com a gente, né? Eu sou o André Albino, muitas pessoas me conhecem como Albino, né? Né dentro da linha chefe, né? Sou pior do Produto Chefe, faz 4 anos, né? Faz 11 que eu estou na Totos, mas trabalhando com o com um chefe mesmo, fazem 15 anos, pouquinho tempo, né? Trabalhando com chefe, formado em gestão
de TI e gosto muito de esportes automobilismo. A gente já tem adrenalina do dia a dia já do de produto, a gente gosta mais de adrenalina com esportes aí prin automobilismo, né? E e a gente vai apresentar para vocês aí no mais assim durante a apresentação, Né? Rua já comentou, a gente vai comentar as questões do produto do linha chefe, como a gente tá planejando as adequações e como vai ser feito esse processo de transição do dos emissores, né, principalmente do doc fiscal por linha chefe. Segue aí, Juan. Valeu, cara. Então, gente, eh vou falar
um pouquinho da estrutura aqui, mas antes de falar da estrutura, eu queria falar um pouquinho de de histórico, né? Eh, conversando com muitos aí, na Verdade, não ia falar alguns, mas diminuir, a gente tem um trauma no segmento aqui de da gente ter liberações que não correspondem com a realidade, né, de de pelo menos alguns clientes que tinham regimes especiais, algumas questões mais eh específicas e algumas questões aí também relacionadas a à legislações mais amplas. E a gente evoluiu muito aí nos últimos anos e e muito disso vem da nossa interação com Outros segmentos da
TOTOS, né, que a gente teve a partir ali de da de 2017, mais ou menos, a fusão real ali da da hotelaria com com a Totos, né? Até então a gente era bemc e a gente conseguiu trazer pro nosso dia a dia, pros nossos processos aqui que são tão em constante evolução, essa interação muito forte com o pessoal da consultoria de segmentos e isso norteou muito o desenvolvimento que a gente tem tanto para elabor eh desenvolvimento de roadmap quanto Desenvolvimento propriamente dito das aplicações e a sustentação do que a gente já tem, né? Eh, então
eu queria mostrar um pouquinho três áreas assim que são a as mais eh relevantes, mais associadas, melhor dizendo, a ao desenvolvimento da reforma tributária para mostrar, elucidar um pouquinho que nada do que a gente tá fazendo aqui é o entendimento do Juan ou do André ou do Ferrúcio. Exatamente, né? Eh, claro, é também, mas isso vem em consenso com uma Consultoria muito forte que a gente tem aqui dentro e também de comunicação com o mercado, né? Ah, então vou começar falando um pouquinho de um de um nome que vocês já olharam ali na tela, devem
estar seendo, o que que é isso? A gente tá falando então agora, a gente do RIG, né? Um departamento que a gente tem na Totos que ele faz as relações institucionais governamentais, hein? curtíssimas palavras é a Totos conversando Literalmente com o governo, tá? Então, tendências, eh participação em debates, a gente tá junto com o governo, né, claro, setores específicos, eh contribuindo com o desenvolvimento, eh, legislativo tributário, tá? Então, a gente tem essa participação. E por que que eu menciono isso? Eh, olha, é uma boa fonte que a gente tem aqui dentro para nortear algumas situações
que não ficaram tão claras, né, em questão de de publicações que foram Feitas. Vocês estão conseguindo me ouvir, gente? Perdão, tô com problema de internet aqui. André, dá um OK para mim, por favor. Tá dando, tá dando umas cortadas assim de vez em quando. Ob, desculpa. Tá, se continuar minha avisa que eu vou tentar mudar a internet aqui, tá bom? Então, seguindo aqui, a gente tem o departamento de relações institucionais governamentais e muito próxima ali com eles. A gente Dá um momentinho aqui, cara, rapidinho. Vou vou fechar meu vídeo para ver se melhora. Se não
melhorar, a gente tenta outra coisa. Então, a gente tem aí a consultoria de segmentos eh atuando para trazer informações pra gente e também tirar dúvidas. A gente trabalha com reuniões aí recorrentes, às vezes quinzenais, às vezes mensais e dependendo da criticidade a gente para o que tiver fazendo para conversar e é um segmento Que tá norteando bastante a gente aqui, tá? Alguns de vocês já tiveram inclusive contato indireto com a consultoria em alguns chamados que a gente teve aí no passado, tá? E por fim, não menos importante, a equipe de desenvolvimento, que a equipe responsável
por absorver essas demandas que tão vindo eh eh tanto via cliente, tanto quanto via consultoria de segmentos. mesma observação que a gente faz aqui, os estudos que a gente vem Fazendo do do âmbito legislacional e trazendo isso para dentro do sistema, de modo que eh a gente consiga ter o menor custo, tanto Totos quanto cliente, com a melhor performance e a melhor experiência, né, a melhor jornada de usuário possível. Então vou entrar então de vez aqui no assunto reforma tributária. Antes de mais nada, gente, a o Rodrigo mencionou ali, mas eu reforço aqui, a gente
tem uma página voltada Somente à reforma tributária na TODOS, né? E essa página é administrada pela consultoria de segmentos. Eu fiz questão de deixar o link aqui na tela porque eh quem puder, quem tiver oportunidade de acessar essa página, se não tiver conseguindo por aqui, é só pesquisar ali no no seu na sua ferramenta de pesquisa eh Totos reforma tributária, vai cair nessa página, vocês vão ver que tem um material muito completo, que é com base também nesse material que vocês eh vão Ver que a gente elabora o as rotinas que a gente tem pensado
aqui dentro do nosso nosso sistema, tá bom? Então, antes de entrar um pouco ali que tela que a gente tá mexendo, por que a gente tá mexendo, eh o que que a gente vai fazer, eu gostaria de mostrar um pouco a a parte mais sensível, né, pro nosso segmento. Então, como que isso vai impactar a tua operação de PDV e PMS, né? Porque até então a gente tá falando aí da inclusão de novos Tributos, mas que que na prática isso tá querendo dizer pra gente aqui? Bom, considerando o contexto já da reforma tributária, ou seja,
aqui olhando já ali especialmente para 2029 adiante, mas claro, isso aqui, gente, vai ter reflexo já a partir do ano que vem, só que eu tô falando em 202 porque ali é o momento que a gente já não vai mais ter nem o ICMS, PIS, fins e SS dentro da nossa operação. E aí a gente destacou somente IBS e CDS aqui na tela. Ah, o atacadista ele vai fazer uma revenda, por exemplo, né? E aqui, gente, mais uma observação, a gente não usou as alíquotas reais, tá? A gente só botamos um valor aqui mais fácil
de entender. Então, tanto 1 quanto 9%, a gente não tá não tá trabalhando no 0,1%, nem 0,9%. O atacadista ele vai fazer uma revenda desse desse suco de laranja que seria que ele vai receber os R$ 100. Porém, sobre esses R$ 100 a gente vai ter a incidência de tributos. Então, O que seria R$ 100 antes da reforma tributária? Vai passar a ser, na verdade, R$ 110. A gente vai ter nesse momento aí o recolhimento de R$ 1 de IBS, que claro, vai ser repartido entre eh estado e município, e a gente vai ter R$
9 recolhidos ali na contribuição, né, no CBS, que aí vai pra União. Uma vez que o o varegista comprou ali no atacadista esse esse suco de laranja e vai fazer a revenda, por Exemplo, no restaurante do hotel, ele vai, né, vamos supor que ele teve uma mesa ali muito muito movimentada, ele vendeu R$ 300 de suco de laranja. Sobre esses R$ 300, a gente vai ter uma incidência de R$ 3, né, de novo, ficticamente falando, eh, R$ 3 de IBS e R$ 27 de CBS. Porém, como a gente o o Ferrúcio já até acabou respondendo
uma pergunta ali na na nossa sessão de perguntas e respostas, a gente não vai mais ter Cumulatividade aqui dentro desse desse cenário. Ou seja, uma vez que já foi recolhido R$ 1 e R$ 9 dessa desse desse mesmo item pelo atacadista, a gente na verdade vai ter um recolhimento inferior ao que vai ser calculado ali na na operação do Vegista. Portanto, o IBS que ele vai fazer, na verdade, ele é de R$ 2, não de R$ 3, como a CBS vai cair para R$ 18. Bom, mas e aí, qual tudo bem, vai somar um valor,
mas onde que tá o o Impacto exatamente nisso? vai ter um slide que eu vou conseguir eh exemplificar um pouco melhor, mas aqui a gente tá falando de eh alterar o valor que vai ser cobrado pro do seu cliente em relação ao que tá no teu cardápio, né? Porque vai ter ainda um cálculo de imposto depois que fizer o encerramento da operação. E também a questão do recolhimento, ela vai mudar um pouquinho. Então, eh, e isso dentro da operação a gente tem debatido ainda, tá? Não é um assunto conclusivo, mas a gente já tem os
direcionamentos que muito provavelmente vão ser os que vão ser mantidos e a gente vai exemplificar um pouquinho melhor daqui a pouco. Então, eh aquilo ali é assim, o como que isso vai impactar na operação de PDV e PMS. Aqui eu vou falar de todas as áreas que vão ser impactadas, mas lembrando, a gente tá numa reunião voltada a documento fiscal eletrônico e eu vou me ater somente a documento Fiscal eletrônico e ao que é relacionado tão diretamente a ele, tá? Então o que que vai ser impactado, gente? Basicamente tudo, né? Contabilização, as integrações, a escrituração,
o financeiro, entrada de mercadorias, compras, arquivos fiscais e a apuração de imposto e outras coisas que sequetam aqui no slide. Mas nesse momento o que vai ter mais impacto é a venda de produtos, né, de serviços, a emissão de documento fiscal eletrônico, ou seja, NFe, NFCE e a NFSE, e os cadastros que são necessários pra gente conseguir a emissão desses documentos. Por que que eu tô focando muito, então aqui, né, já que esses quatro elementos aí falam, na verdade, sobre praticamente um só que é o documento fiscal. Eh, porque isso aqui, gente, é o que
a gente tem até o momento, tá? E uma das coisas que a gente tem feito aqui é fazer o trabalho mais assertivo possível. Então, dentro do que a gente tem tenha liberado, seja Pelo governo, seja pelas entidades, seja pelos órgãos regulamentadores, a gente vai trabalhar com base nisso. E até mesmo, é legal frisar que até mesmo essas coisas que já estão sendo liberadas, a título de exemplo, a tabela de classificação tributária, né, o o novo C class, que tá sendo chamado assim, essa mesma essa própria tabela, ela tá vindo com algumas alterações muito diferentes entre
uma versão e outra. né? Até mesmo o código da Hotelaria, por exemplo, mudou e não só o código, mas também a composição dessa tabela. Eh, então, falando desses quatro elementos aqui, a gente já teve aí autorização de notas técnicas desde o ano passado. Lembrando que, como o Rodrigo mencionou, a gente tá numa fase eh regulatória, né? Ou seja, regulamentação, leis complementares, notas técnicas, informativos, boletins, etc. E dentro do âmbito da NFE e da NFCE, a gente ali já teve qual vai ser o esquema de implementação do CBS, IBSIS nesses documentos e como como vão ser
dispostos esses campos na no XML da nota fiscal, que lembrando, né, uma nota fiscal hoje, né, na verdade um arquivo XML, a gente tem aquele outro documento de impressão, mas ele se trata apenas de um documento auxiliar, o que vai de fato paraa Secretaria de Fazenda é um arquivo XML. Então a gente já sabe como que vai Tá, como que essas informações vão estar distribuídas ali dentro. Mas ainda assim a questão dos preenchimentos, existem ali também algumas dúvidas, existem algumas eh algumas coisas relacionadas a a segmentos específicos que estão em debate e também como que
vai ser a demonstração disso nos documentos auxiliares. Mas fato é, a gente já tem um insumo, né, já foi dado o insumo pra gente, pra gente iniciar o Desenvolvimento dessas informações, eh, saber exatamente onde vai ser informado o que, por como muito dele já foi explicado também, apesar de ter algumas alguns pormenores ali em análise ainda, e a gente já tem a o direcionamento de quando isso vai fazer. Eh, eu vou voltar um pouquinho ali no que o Rodrigo falou agora a pouco sobre a disponibilização em produção e frisar o seguinte, gente, a vigência, né,
do IBS e da da CBS, ela Vai ocorrer ali a partir de janeiro de 26, mas a possibilidade de fazer o envio, ou, em outras palavras, o recebimento da Receita Federal e das receitas estaduais vai passar a acontecer ali já em julho, né, julho. julho e eh outubro. Com isso, a gente vai ter a possibilidade já de transmitir os documentos e a gente tá muito preocupado em antecipar a entrega, tá, o máximo possível, desde que a consistência, a Segurança, a qualidade do sistema esteja garantida, tá? Por a gente vai falar um pouquinho de emissores e
vocês vão ver uma mudança que ela é bastante significativa, tá? Então, a gente tem que ter tempo hábil também vocês têm que ter tempo hábiler, de se situar o que que a Totos tá fazendo com o meu sistema aqui e como que eu vou lidar com essa nova legislação dentro do sistema, como que eu vou operar isso? a gente entende que Vocês estão eh eh muito preocupados com essa situação. A gente também tá bastante, por isso a gente tá gastando muito esforço. A gente alocou equipes específicas para trabalhar com reforma tributária, porque a gente entende,
claro, né, na eh seria extremamente negligente da nossa parte falar que é mais um projeto, não é mais um projeto, é uma coisa muito grande que afeta literalmente todas as áreas, né? E a gente vai liberar com documentação. As novas rotinas, elas vêm com documentação. Existem motivos paraa gente fazer as coisas que a gente tá fazendo aqui. E é isso que eu gostaria de deixar muito claro para vocês, tá? Falando um pouquinho de nota do padrão nacional, nota efic a nota técnica 02 de25, né? Ela foi publicada no último dia de fevereiro e ela já
fez a inclusão de novos grupos ali na declaração de prestação de serviço e também na nota fiscal que tá Sendo chamada de nota fiscal nacional. A previsão de entrada em vigor, diferentemente da NFE e da NFC da NFCE ficou somente pro ano que vem, né, em janeiro de 26. Mas a gente sabe também que eh nem todos os municípios estão aderindo, né? Inclusive alguns. Aí eu não vou eh manifestar nenhum nome aqui para não ficar muito muito específico. Já tem municípios dizendo que vão preferir não migrar pro pro padrão nacional. E esses outros municípios, Eles
geralmente usam um padrão próprio, mas que ele tem como referência a Brasp, né? Então, a gente tem padrões aí como IPM, eh, Ginfs, ã, e outros, né? Tem tem Prcomcon, etc., que eles são e eles usam como base o layout disponibilizado pela Brash, mas, na verdade, eles são layouts muito específicos, né? É um desafio que a gente tem aqui, a nota fiscal de serviço, justamente pela pessoalidade de cada município, né? E até o momento não Teve nenhum tipo de atualização quanto aos padrões a Brasp. Claro que falando de reforma tributária, o mais racional e mais
provável é a nota fiscal de padrão nacional, mas como a gente sabe da liberdade dos municípios, a gente também conta com esse essa essa estimativa de que alguns realmente não vão ceder, ou pelo menos alguns que estão dizendo agora que não vão ceder, sigam com essa com esse posicionamento e a gente tem que estar preparado para esse cenário Também. Qual que é a preocupação maior da TOTS hoje, gente, da Tots hospitalidade? é manter a operação de vocês funcionando, porque a gente é um um dos segmentos que a que a Totus tem que funciona 24 por7,
né? A gente tem muito lugar funcionando 24x7, a maioria, né, obviamente. Mas assim, eh, a preocupação é, virou a meia-noite do dia 31 de dezembro de 2025 paraa primeira de janeiro de 2026, a gente quer que vocês Estejam eh com a operação de vocês em dia, que não tenha nenhuma surpresa, que não tenha nenhuma surpresa no PDV ali com a nota que não conseguiu emitir, enquanto os fogos estão estourando. Então, eh, é uma coisa que a gente vem trabalhando bastante, tá? Projetos que estão relacionados à reforma tributária. A gente elencou aqui esses cinco. A gente
tem outros em andamento que não necessariamente são só em produto, até mesmo porque o nosso Esforço ele não vai ser só produto, mas ele vai ter muito esforço também eh eh de capacitação, de adequação de ambientes, etc. A gente tem ali no backoffice o chequin de suplimentos, que alguns aqui já ouviram falar e ele tá em fase de piloto, né? Eh, o que que é o chequinho de suprimento, gente? A gente tá refazendo aquela operação da do recebimento de mercadorias do Mchari Fada. E o que que isso tem a ver com o Documento fiscal eletrônico?
Ora, o recebimento ele é feito via documento fiscal eletrônico, né? Então, eh eh a gente percebeu o seguinte, olha, isso aqui é um bom momento pra gente disponibilizar pro nosso mercado uma evolução dessa rotina aqui, que é uma das mais sensíveis do hotel. Então, a gente eh eh refez parte desse fluxo, né, do recebimento de mercadorias. Quero deixar claro aqui que isso não vai eh ser taxativo nesse momento, ou seja, ele Não vai ser imposto a vocês. Vocês não vão ter que eh de uma hora para outra, junto com tantas outras preocupações, fazer uma um
treinamento, uma adequação, uma implantação, qualquer coisa desse tipo. Isso aqui ele vai vir em forma de plugin, né? Mas o futuro da do recebimento de mercadorias é o chequinho de suprimentos, que tem muita coisa automatizada, a questão de usabilidade tá muito melhor, tá? Ele é um trabalho Que tá sendo multidisciplinar, não tá partindo somente do desenvolvimento. Existiram entrevistas, existem áreas específicas em questão de usabilidade envolvidas aqui. Então, um trabalho muito robusto que vai trazer eh bastante ganho paraa gente quanto a recebimentos de mercadorias e principalmente gente nos reflexos que isso tem na área fiscal, que
a gente sabe que é uma dor muito grande hoje o recebimento que a gente tem, que às vezes o almorarif ele Só precisa dar entrada e tá faltando alguma informação, faltou alguma coisa no cadastro, ele vai botar o que precisa para liberar e aí na hora da gente fazer a nossa apuração, a gente descobre que olha, a integração ela ficou com problema. E aí aquela correria, né, de tentar localizar nota, chamar o fornecedor, tentar chamar o homoarif para entender, chama o suporte, abre o chamado, chamado em época de fechamento demora um pouco mais e tudo
vai ficando Cada vez mais caótico quando a gente não tem uma uma um recebimento de mercadoria saudável, né? Então, por isso a gente optou por incluir no escopo da reforma tributária o chequinho de suprimentos e tá sendo bastante bem sucedido no piloto, tá? a gente tem tido bastante eh comentário muito positivo quanto a isso. A gente, só para a título de curiosidade, começamos a fazer o piloto num cliente executivo menor aqui do Rio mesmo, mas a gente também tem pretensão De pegar um hotel de muito maior porte que a gente já tá negociando para fazer
também e observar como que em diferentes contextos essa essa nova aplicação tá tá se comportando e quais são os ajustes necessários nela ou viáveis e interessantes, tá? Agora falando um pouquinho de doc fiscal, a gente começou ali no mês de abril as alterações na na camada das regras fiscais e também no tratamento dos tipos de serviços, fazendo, claro, a Inclusão dos campos referentes ao CBS, IBS e IS e também na questão da do cálculo desses tributos para informação nos documentos fiscais eletrônicos. Doc fiscal é um nome que eu vou passar a falar um pouco mais
aqui na apresentação, tá? para quem não conhece, é o novo emissor que a gente tem aqui dentro do do segmento de hotelaria, que comporta todos os modelos de documento. Hoje, eh a gente ainda não tá com todos os clientes dentro do doc Fiscal, mas eh a gente já vai falar sobre isso. A gente vai precisar trazer, pessoal, pro doc fiscal, justamente pela pela questão de tempo, né? a gente, se a gente for trabalhar a as integrações e os ajustes e tudo mais em todos os sistemas que a gente tem, gente, vai ficar muito apertado o
tempo e a garantia de que a operação de vocês vai tá realmente segura, né, vai tá garantida, ela é menor. Então a gente eh tomou a decisão de que o doct fiscal ele Vai ser o único emissor da companhia, tá? tanto pro segmento, né? Eu vou falar os dois segmentos, mas aqui enquanto Totos, hoje a gente se tornou um só, tanto segmento de hotelaria quanto de food service, tá? Ambos vão passar a fazer uso de do uso de doc fiscal e ele já tá sendo preparado para isso. Eh, dentro da parte do fiscal, que na
verdade ele seria o fiscal flex, a gente também tá fazendo tratamento e adequações dentro das regras fiscais. Por quê? porque essas informações elas vão ser usadas como base para coordenar as migrações pro pro doc fiscal. Eh, seria negligente também, né, repito a palavra aqui da nossa parte, se a gente não olhasse pro cliente que já usa hoje o fiscal DFE e falar: "Olha só, vamos precisar recadastrar tudo que você tem lá no doc fiscal, né? Olha, vocês já tem a informação, então a gente simplesmente vai eh adequar ela, claro, vai precisar de alguns ajustes da
parte de vocês, Justamente pelos impostos entrantes nesse momento, mas a questão de de fazer do zero, é uma coisa que a gente descarta, né, e a gente tem camadas já bastante consistentes de integração entre o fiscal flexo e o doc fiscal nesse aspecto, ou seja, eh eh é reduzir o trabalho o máximo possível para esse para esse momento ser eh tido como pra gente ter as preocupações do que a gente precisa ter, né, que já já não são poucas. E tem algum microfone aberto aí, Tá? H, e aí a a gente vai seguir então ali
em julho com as implementações, né, do dos campos no XML, tanto da NFE quanto da NFC, eh, relacionadas ao IBS, CBS e IS. Lembrando que em abril ali a gente tratou os cadastros, em seguida a gente vai tratar a a informação dos documentos. Por que que ficou um pouco mais paraa frente, gente? Porque para fazer a emissão de documento fiscal eletrônico, a gente não precisa somente da nota técnica ou somente da lei Complementar. a gente tem que ter algumas informações relacionadas a ambiente também, porque parte da documentação que tá eh eh sendo utilizada pelo pelo
pelas Secretarias de Fazenda, ela vem num formato muito técnico. Para alguns que talvez já conheçam aqui, a gente tá falando do esquema, né, no formato XSD, que vai nortear o preenchimento do XML. Algumas vezes e em alguns cenários a gente tem algumas exceções que são Observadas dentro desse arquivo e a gente só consegue garantir de fato que a nota fiscal tá eh eh adequada ao que precisa quando a gente tem o esquema publicado e a gente até agora não conseguiu trabalhar em cima desse desse esquema, tá? E por fim, a gente vai ter ali no
fiscal flex o tratamento na camada de importação de XML, tanto da NFE quanto da NFCE, justamente para fazer a integração do Do doc fiscal com fiscal flex, tá garantida ali pro para pro final do ano desse ano de 25 e não teve algum impacto aí nas obrigações que a gente vai continuar tendo, que são os SPED nesse momento, né? Então, tanto o SPED fiscal quanto PED contribuições, ou seja, ICMS, IPI, PIS e COFINS, a gente precisa garantir, mas eles vão vir no mesmo documento que vai ser discriminado a CBS, BS. Ou seja, a gente tem
que ter uma adequação de estrutura para garantir Que um não vai impactar o outro, né? a gente dentro desse período que a gente vai conviver com essas informações, tem eh que ter essa preocupação de tudo que funcionava tem que continuar funcionando e tudo que é novo tem que funcionar sem impactar o anterior, né? ou impactar o mínimo possível quando não for algo do nosso controle, como alguma determinação governamental, por exemplo. Então, na ótica, né, do prestador, a gente já fala em seguida do Tomador, a gente vai, como mencionei, usar o doc fiscal para comunicar pros
governos, né, de diferentes esferas, a NFe, a NFCE e a NFSE, sendo que no cenário atual a gente trabalha ali até 2027 com PIS, Cofins, PI, até 2000, na verdade 29 o ICMS, o ISSQN, né? Ah, já com a reforma tributária, a gente vai ter o IBS e o IS a partir de 2026 e também a CBS. Porém, apesar de no slide ele tá eh um pouco separado, né, um pouco longe um do outro Ali, a gente sabe que eles vão conviver e eles vão conviver dentro dos documentos que já existem, como o Rodrigo disse
muito bem aí um pouquinho mais cedo. E o que que o doc fiscal então vai ser responsável em fazer? Ele vai, antes de mais nada centralizar essas informações, né? Ele vai fazer todos os cálculos de impostos que são necessários pro documento fiscal eletrônico. Vai fazer a transmissão dessa dessa dessa Nota fiscal pros estados e gravar os retornos dele. Tanto B também paraas prefeituras. Ele vai automatizar algumas rotinas que muitos de vocês ainda têm que fazer manualmente hoje, como por exemplo, a emissão de nota fiscal de serviço eletrônica. ele tem essa capacidade já de de tirar
essa essa operação da mão do usuário final, garantindo cada vez mais consistência. Por eh se você precisar alocar uma pessoa para fazer documento fiscal e por Consequência, né, em algum momento aí essa pessoa eh tem alguma falha no processo dela e deixa de mandar uma nota fiscal, a gente tá falando de uma coisa que não é muito agradável, né? Acho que dizendo nessas palavras dá pra gente entender o que que o que que realmente é o problema, mas a automatização ela vai diminuir custos para vocês e também vai trazer mais segurança e mais saúde fiscal
pro estabelecimento de vocês. E a gente faz Também a custódia, né, dos arquivos. A gente sabe que tem um uma exigência legal do armazenamento dessas informações aí por pelo menos 5 anos. Por pelo menos não, né, até 5 anos. Mas eh quem os que são um pouco mais conservadores nesse aspecto acabam guardando esses documentos porque são úteis em alguns momentos, né, em alguns cenários aí de de entender o que que aconteceu com a empresa, se caso tenha tido algum Problema. E a gente faz isso hoje aqui dentro já, eh, e fica gravado de forma que
vocês conseguem acessar no momento que vocês querem. Em relação à centralização das regras fiscais, a gente vai entrar com o controle de vigência das regras, justamente para prever aquele cenário ali de migração, né, de de contexto, ou seja, 31 de dezembro parao de janeiro. E essas regras dentro do fiscalas já são replicáveis. Ou seja, olha, eu tenho uma Regra aqui voltada a um determinado tipo de item e eu vou vender um que ele é muito parecido, só que vai mudar, por exemplo, um um CST, sei lá, pro ICMS, eu preciso recadastrar tudo? Não, eu consigo
fazer a réplica dessa regra e trabalhar somente no que eu preciso. Eh, gente, parte do parte considerável do nosso trabalho aqui é tentar simplificar. Simplificar o quê? seja a questão do entendimento da das alterações que estão sendo feitas, Claro, o suporte técnico que a gente tem, ele não é um suporte consultivo, né? Ele é, como eu disse, técnico, mas a gente tem trabalhado cada vez mais eh eh universalizar a linguagem fiscal dentro do sistema. A gente, quem já teve oportunidade de trabalhar tanto com fiscal flex quanto com dó fiscal, acho que não vai negar que
a questão da da do entendimento de o que tem que ser preenchido onde. Claro que isso vai demandar um conhecimento técnico, Fiscal, técnico e teórico. Eh, ele é muito mais simples do que é hoje no nosso produto anterior. E isso é feito pensado justamente em reduzir custos, melhorar a performance, né? Ou seja, melhorar desempenho e tornar mais fácil a vida de quem trabalha com esse tipo de produto, tá? Só um momentinho. Então, na ótica do pristrador, que são vocês, né? A gente vai tá trabalhando com o doc fiscal e na ótica do tomador a gente,
né? Enquanto Enquanto vocês estão lá de tomador, vocês vão estar operando no backoffice. E o que que o backoffice vai ter? a gente vai trabalhar com manifesto de destinatário, que é uma coisa que já tem, né, hoje, mas ele vai ser eh trabalhado com mais precisão nesse ano, justamente pelas questões ali que a gente sabe que vão estar relacionadas ao crédito e à ciência da da operação, esse tipo de coisa que vai impactar muito na na apuração de vocês e também na parte Da nota fiscal de serviço. Então, a gente tem uma camada falando exclusivamente
do manifesto que são essas comunicações e também a recuperação de alguns arquivos que são emitidos contra o CNPJ de vocês, mas também o recebimento que aqui eu tô falando do checkin de suprimentos. Válido frisar que nesse momento a gente está falando do checkin de suprimentos enquanto nota fiscal eletrônica, tá? a nota fiscal de Serviço eletrônica, ela não entrou nele, mas a questão do recebimento da nota fiscal de serviço eletrônica também vai ser trabalhada. E no quesito das escriturações, a partir de 2026, a gente vai passar a aguardar as informações do IBS, CBS. Já vou mostrar
isso em seguida para vocês. Até 2027 a gente segue trabalhando com POFINS IPI e em 2029 ali o ICMS e o ISSQN. Então gente, que que é, né, de novo, Juan? Caramba. É de novo. Que que é esse Doc fiscal? Ele é um motor de cálculo de impostos, tá bom? E ele vai comportar, como eu falei ali, as novas regras, né, voltadas a IBS, CBS e o IS. Vai trabalhar, assim como o modelo anterior que a gente tinha com a vigência das regras fiscais. a gente colocou ali um carinha que tá com risco porque ele
tá em análise, que é a questão do pré-cálculo, que é o que eu vou falar ali à direita, tá bom? Eh, mas a gente vai ter uma espécie de pré-cálculo que a Gente tá discutindo ainda o qual é a melhor forma de novo, gente, qual a melhor forma? Aquela que tem menor custo, melhor performance e diminua a jornada de usuário, tá? pra gente garantir o que precisa ser feito ali na questão da da do imposto calculado por fora. E a gente vai trabalhar então com a descontinuidade dos emissores antigos, ou seja, fiscal DFE, fiscal manager
e fiscal service, eles não vão contemplar A reforma tributária. Por quê? Porque além de todo o esforço que precisaria ter da parte de vocês, porque são aplicações locais, eh locais mesmo, né? Locais é por máquina. Então, quem tem muito PDV teria que atualizar, vamos supor que esse hotel tenha 20 PDVs. Ele não vai atualizar somente 20 executáveis diferentes, porque ele vai ter que atualizar 20 fiscais de DFE e 20, por exemplo, tots PDVs e se preocupar com a atualização da Base de dados para comportar essas informações e outras coisas. Então a gente observa que num
cenário macro já não faz mais sentido a gente tentar manter os emissores antigos. E também corroborando com essa informação, a gente já anunciou pro mercado a descontinuidade do Totus PDV e do PDV operação. Esses obrigatoriamente vão precisar migrar pro fiscal, pro, desculpa, pro POS SAS e pro PDV lançador Que vão garantir a operação e já estão conectados com Doc Fiscal. Então, a gente tem uma gama de cliente muito grande de usando esses emissores antigos, aproximadamente 56 5760 clientes. E gente, é muita gente para fazer a migração em tão pouco tempo. Então, eh, a gente percebe
que a questão de trazer facilitadores dessa migração, da implantação, de forma que eh vocês mesmos consigam fazer isso sem depender Tanto da gente, eh que a gente vai ter isso entregue, que a gente vai conseguir dar atenção para todo mundo num tempo viável, necessário. E gente, a gente não tá aqui pensando de forma eh egoísta e falando que vocês não vão ter suporte, não. A gente vai trabalhar para garantir a operação de vocês, tá? Isso é uma mensagem que eu quero deixar muito clara, que a operação de vocês, ela é nesse momento a coisa mais
importante dentro do segmento de hospitalidade, tá? Eh, eh, é impossível não olhar para isso com preocupação e é impossível não atuar quanto a isso. Então, a gente sabe eh o que que a gente tá propondo para vocês, a gente entende quais são os impactos, mas a gente também entende e reforça que a gente vai trazer muitos benefícios. De novo, quais são os benefícios? Redução de custo, melhoria de performance, diminuir o estresse de operação, né? quantidade de cliques, eh tempo de processamento das informações, Dificuldade para obter novas informações, a gente tá trabalhando muito forte nisso. Então
hoje a gente falando um pouquinho do cenário, né, da fazendo um link com aquele primeiro slide do tópico de reforma tributária, como que é hoje? Hoje o nosso imposto é calculado por dentro. Então, quando vocês divulgam o preço de um produto, vocês estão divulgando ali, olha só, esse produto, vamos supor que é um um prato, né? Custa R$ 126. Você, portanto, vai cobrar R$ 126 do teu consumidor, né, do teu cliente e a nota fiscal vai sair com o valor de R$ 126. Hoje com a reforma tributária, a gente vai ter um contexto um pouco
diferente. E aqui vale um parêntese, tá? Nesse primeiro momento, como eu mencionei que o XML eh é de fato a nota fiscal eletrônica, a gente não teve nenhuma divulgação que mude o layout das impressões. Então, o que que o governo Já estabeleceu pra gente? Olha só, a questão do valor do produto e o valor total da nota fiscal permanece nesse primeiro momento. Então, se eu tenho um consumo de R$ 100, vai permanecer em R$ 100, pelo menos a gente vai ter um campo para informar isso. Mas a questão do pagamento, né, do do do consumidor,
na verdade, ela vai ter o cálculo do imposto que ele só vai descobrir no encerramento. Ou seja, consumir R$ 100, mas eu tenho alíquotas que vão me levar a R$ 26 de impostos antes do cliente me pagar e eu preciso que ele me pague antes de emitir a nota fiscal, eu já vou ter que ter um cálculo de imposto para ele me passar R$ 126, sabendo que esses R$ 26 são impostos e então a gente fazer a emissão da nota fiscal. Bom, eh isso aqui num primeiro momento o impacto ele vai ser menor, né? a
gente tá olhando aí para para esse Cenário e que a gente vai trabalhar com o período experimental do IBS, do CBS, com essa alíquota que somada dá 1% do valor de toda a mercadoria. E a gente entende que em grossas palavras o que importa nesse momento é a estrutura do XML, tá? E o preenchimento dele estar em acordo, né? Uma vez isso, que é onde a gente tá trabalhando, a gente vai tê-lo uma uma margem de respiro ali em 2026 para trabalhar com mais precisão nesse Quesito. Não que a gente não esteja agora, mas existe
um momento ali de refinamento que a gente observa em 2026, tá bom? Então, no escopo de front, né, a gente tem ali VHF, evento time sharing, a gente sabe que vão entrar novas eh eh novas incidências de fato gerador ali dentro. Lembrando que, e aí, se o Rodrigo me permite, tudo que não for produto e vai ser considerado serviço, né? Então a gente vai ter uma Abrangência um pouco maior dentro do nosso segmento em relação aos fatos geradores. A gente vai ter alterações voltadas tanto no VHF, né, que é o Visual Ponto Office, Visual Tal
Full, ah, a gente vai ter alteração no eventos e também no time sharing, tá? E que alterações são essas a gente tá eh trabalhando na questão do pré-cálculo ali dentro. Se esse pré-cálculo vai vir do doc fiscal ou se ele vai usar o que a gente já tem nativa, uma coisa que a Gente está debatendo, a gente tem prós e contra de todos os cenários que a gente já mapeou, mas é uma questão de analisar e e entender o que que vai ter menos impacto, mais benefício para pro pro mercado e também vai ser viável
da gente fazer, tá bom? A questão do PMS size, ele também vai precisar dessa informação por causa do pagamento no checkout, mas a gente vai precisar fazer alguns ajustes aí na integração com doc fiscal, visto que hoje ele não armazena eh Valores de impostos. Bom, quando eu falei desse cenário aqui, ele fica um pouco pode parecer um pouco trivial, né? Um pouco óbvio para para algumas rotinas. Por exemplo, olha, eu tô aqui hoje no dia 9 de maio, vou mudar só o ano, 9 de maio de 2026. E eu preciso saber quanto que eu tenho
de imposto nessa operação para eu poder cobrar do meu cliente. Bom, minha Alíquota ela não fica mudando no meio do dia, todo dia, toda semana. Então, uma operação que ela é mais curta, é mais fácil da gente ter essa informação e fácil de ter ela de modo preciso. Agora, quando a gente tá falando de um serviço continuado, como é a hospedagem, por exemplo, que hora o o a pessoa vai entrar, vai consumir uma diária, ora ela vai ficar 10 dias numa estadia, ora ela vai entrar num mês e sair no outro, a gente tem algumas
Situações aí que a gente tem que trabalhar com muito carinho, que é para saber qual é o imposto realmente devido desse cliente que que teve no teu hotel. Então, eh, se pareceu muito trivial aqui, a gente, eu gostaria, né, na verdade, de reforçar que, eh, esse aqui é o cenário mais simples, justamente para entendimento, pra gente saber o cerne da alteração, mas como que isso de fato vai ser trabalhado para frente ali com as questões de hospedagem e algumas Outras questões continuadas. Eh, é o que a gente tem trabalhado e debatido aqui dentro. Bom, então
em relação a BecOPS, o OTAL, tanto na linha OTAL quanto na linha chefe e o backside vão trabalhar ali, né? Vão ter a refaturação do recebimento de mercadorias acatando os novos tributos. Lembrando que no isso vai acontecer num modelo que já existe e também no chequin de suprimentos. Os cálculos de custos vão Precisar sofrer algumas alterações também, justamente porque hoje a gente trabalha com base no que a gente tem documento fiscal eletrônico. Vocês viram que nem tudo vai ser parte do do custo de vocês. O split payment é uma coisa que o governo, né, tá
tá debatendo bastante ainda. Então a gente sabe que ele vai precisar de muita atenção. a gente sabe que é uma rotina extremamente sensível e complexa de se trabalhar, mas que nesse momento ela só tá por Enquanto, né, ali em radar, ela só tá na nossa observação. A gente junto com a consultoria de segmentos e também por conta própria, vem estudando o split payment para assim que possível, assim que por tangibilizado pelo governo, a gente vai ter ações concretas relacionadas a ele, tá? a gente vai ter mudanças na contabilização e na questão também do controle fiscal
ali dos novos impostos. o na parte de PDV, o POS size o Lançador, né, como dito aqui nesse slide anterior, faço questão de voltar nele. Eh, eles só vão precisar mesmo fazer esse cálculo inicialmente, né, pra gente ter os valores das transações registrados conforme necessário. tá avisando também, né? A gente sabe que isso aqui é um uma pequena perninha ali, talvez um dedo do split payment, mas eh que isso tem que tá muito bem claro, muito bem eh eh funcional para pra adequação dessa nova Obrigatoriedade e vai receber essa essa funcionalidade. O PDVF, digo o
mesmo quanto a ele, porém ah, ele vai fazer ali, a gente vai ter que concluir as integrações da NFE e da NFC com dc fiscal. Pera aí, Juan. Concluí. Como assim? PDV Chefe não usa fiscal manager? Sim, mas recentemente ele passou a usar também o fiscal, o doc fiscal. tem uma versão específica do doc fiscal para trabalhar com ele. E aqui a gente tá falando de versão específica, não é no Sentido das outras versões específicas que foram feitas para determinado cliente, mas eh a gente tá falando de uma aplicação aqui voltada pro contexto, né, do
do o perfil dos dos clientes que a gente tem no segmento de food service, que não faria muito sentido colocar o doc fiscal que a gente usa na hotelaria lá, mas eles são eh iguais, por assim dizer, iguais Em que sentido? Ah, a manutenção deles é única, tá? Então, se a gente vai ter um uma liberação de Legislação que vai afetar a hotelaria, pela proximidade fiscal, pela proximidade tributária desses segmentos, ele vai atender também ao segmento de food service, tá? E como mencionei, a gente vai ter a descontinuidade que já foi anunciada anteriormente por e-mail
para vocês, tá, pelo nosso setor de marketing do Tots PDV e PDV operação. E a gente precisa trazer vocês pro POS Siz e pro PDV lançador. Por quê? justamente pelo atendimento das exigências fiscais Que a gente vai ter no ano que vem e pela garantia que a gente vai conseguir oferecer eh com esses novos produtos do que que a gente vai ter a a reforma tributária, tá bom? Então, paraa migração de de Totus PDV, PDV operação para POS SAS ou mesmo pro lançador, a gente tá trabalhando com uma data aí de 31/10, que é a
data da descontinuidade do dos PDVs delegados e a questão do pessoal do PDV chefe com crystal manager tem até o final do ano para fazer essa Migração. Por gente, eh, não fazendo essa migração, a gente não vai conseguir fazer emissão dos documentos fiscais. E aí a gente sabe que sem documento fiscal a operação para. Então é um ponto de muita atenção que eh a gente vocês já podem proativamente também procurar o suporte, o comercial, o executivo de soluções de negócio de vocês para começar a conversar quanto a isso, né? Mas é uma ação que a
gente vai ter muito grande aqui dentro do nosso segmento de Garantir isso. E tem outro, né? Outra coisa, ainda a gente sabe da da das descontinuidades dos dispositivos de autorização fiscal, que são o SAT de São Paulo, o EF e o MFE do Ceará. Bom, os governos já foram muito claros, né, quanto essa descontinuidade, já tá muito claro que 31/12 é a data de corte desse dessa dessa informação, desse desse uso. E a gente não tem eh eh não vai ter manutenção mais porque não vai fazer menor sentido, né? Então, POS com DOC fiscal e
lançador com DOC fiscal atendem perfeitamente hoje a nota fiscal de consumidor eletrônica. Eh, caso vocês tenham alguma dificuldade de aderência desses produtos, eh, essas dificuldades certamente podem ser conversadas e devem ser conversados com a gente pra gente posicionar, pra gente adequar, pra gente eh orientar a vocês, tá bom? E trazer de novo, não só como o doc fiscal trouxe melhorias de usabilidade e de questão de tempo, performance, o POS SAS também Trouxe. Quem não conhece o POS SAS é o nosso PDV. que é online, é na nuvem, né, na linguagem mais popular. E ele tem
também todo esse trabalho de de usabilidade, de jornada de usuário, né, que a gente costuma chamar também, de ele ser um um uma um operação mais simples, mais leve, até mesmo visualmente falando, eh é uma coisa que cansa menos de de trabalhar e traz mais objetividade na operação de vocês, tá? Então, trazendo a título de exemplos Aqui, né, que alterações a gente tá tendo no fiscal flex, a gente tá promovendo ali cadastros de alíquotas padrão e de referência. A gente sabe, gente, que no cenário aí da da da hotelaria que veio se reinventando muito, principalmente
depois da questão da da da COVID-19, muitos de vocês começaram a trabalhar, atuar mais fortemente com deliver, por exemplo, eh a gente tem as situações aí das empresas que t Administrador e e administrada. Então, a questão da tributação voltada no município de destino, que é uma coisa que o o segmento de hospitalidade não tinha experimentado até o momento, vai passar a ser realidade. E a gente já tá começando a preparar isso. Pera aí. começando a preparar, então a gente vai eh ter, né, essa funcionalidade prevista, mas a gente já tá antecipando ela aqui dentro do
possível, porque hoje o foco é manter a Emissão. A gente tá trazendo adequações dentro do do armazenamento das informações também, tá? Essas informações elas precisam ser eh mantidas, mesmo que a gente ainda não tenha um modelo eh público, né, definido ali da apuração, a gente quer tá preparado pro que vier e também para facilitar e gerar insites na frente. Então, mostari fado, a gente vai trabalhar ali com os custos agregados, né? E também eh dentro dos impostos a Gente vai ter novos tipos fixos, tanto para as entradas quanto saídas, por exemplo, devolução, né? E a
lembrando que nosso nossa base ela tem essa facilidade, né, de você conseguir cadastrar o imposto, referenciar como que ele trabalha, o sistema já tá teoricamente preparado para trabalhar com ele. Então, gente, eh, só para fechar, tá? Não quero fugir muito do tempo aqui, eu sei que já tô no limite, mas a gente Já tem aí então dentro do fiscal service, né, do nosso antigo emissor de nota fiscal de serviço, que tem uma operação manual, uma complexidade de manutenção maior, manutenção que eu digo tanto no ambiente de vocês quanto do nosso lado. Aqui a gente tem
540 CNPJ fazendo uso dele, sendo que eh pro do fiscal a gente tem 169 CNPJ e municípios ali que não tão homologados, que talvez usem alguma outra solução ou tenha, por exemplo, Como a título de exemplo, né, Fenando de Noronha não tem emissão de nota fiscal de serviço eletrônico. E falando, né, do que a gente já passou no slide anterior ali já para fechar, a gente tem 5.000 os CNPJ aí da linha chefe que vão precisar fazer migração pro doc fiscal, sabendo que muito disso é revenda, né, gente? Eh, 600 CNPJ somando ali PDV, operação
tóx PDV que vão precisar vir pro POS SAS com Doc fiscal e dentro de quem já tá no POS Fazendo uso dos Zeus também vai precisar vir pro doc fiscal são 160. Gente, a nossa preocupação ela é clara, ela é real, tá? Mas ao mesmo tempo a gente tá muito animado em trazer novidades e melhorias para vocês. É nisso que a gente vem trabalhando desde o começo do ano, na verdade estudando desde o ano passado e já trabalhando desde o começo do ano. E é o nosso foco aqui tanto para 25 e 26. Tá bom?
Muito obrigado pela apresentação de vocês. Eu Sou Juan. Tivemos o André aqui para trazer, né, essas informações. Eu acabei falando muito, acabei comendo. Tem um pouco do tempo do André ali. Desculpa, André. Mas aí ele veio para mostrar para pro pessoal de food service que a gente tem atuações na linha chefe também e que gente a gente não tá fazendo nada sozinho, tá? tanto com a sinergia entre o consultoria de segmento e o Desenvolvimento, a própria equipe de desenvolvimento tem sinergia também e aquela preocupação de não é trabalho de escola, gente, isso aqui, né, não
pode ser visto como como a gente trabalha na faculdade. Todo mundo tá trabalhando junto, tudo tá sendo concebido junto e tudo só é desenvolvido quando você tem uma concepção clara do que precisa ser feito justamente para trazer assertividade, qualidade e consistência na informação de vocês. Muito obrigado. Boa tarde para vocês. Uma boa tchau. Tchau pessoal. Rodrigo quer encerrar, cara? Agradecer a todo mundo aí. Eh, eu vi que tinha algumas perguntas aqui. Ô, Juan, vocês podem ajudar aqui na resposta? O Ricardo Rodriguez, ele tá perguntando se o cálculo do imposto vai ser pelo configurador de tributos.
Essa vai pro André, se eu não me engano, não é, André? No chefe não tem. Ô, Ricardo, se você Puder complementar qual produto que você tá que você desta pergunta, porque configurador de tributos o chefe ele não tem, né? Ele tem lá as configurações dentro dele, né? Se o Ricardo puder complementar a pergunta aí, só pra gente saber qual produto que de qual produto que é esse esse configurador de tributos. Ricardo tá aí com a gente ou ele já ele saiu? Se o Ricardo puder complementar aí, tá? Ricardo e tem uma pergunta aqui Também da
Prime Hotel, tá? Essa mudança que o Juan tava falando vai ter custo para o cliente Totus? Ela vai ter e ela tem que ser negociada com o pessoal do comercial, tá? Claro que cada caso vai ser analisado, tá? Cada um de vocês tem um executivo eh diretamente associado a vocês, que vocês têm livre acesso. Eh, esse executivo ele tá já instruído a falar com já a sabe o que vai precisar passar para vocês, tá? Se ainda tiver Gerar alguma dúvida que a gente vai ter transparência com todo mundo e se necessário a gente vai vai
conversando, tá bom? Obrigado você. Lembrando, gente, que a gente não tá falando só de obrigatoriedade, mas também de benefícios, tá? Eu sei que vem num momento muito eh eh complexo, mas existem diversos benefícios que quando vocês conhecerem o produto vocês vão vão atestar isso, tá bom? Beleza, Juan, obrigado. Então, eu acho Que é isso, pessoal. visto pelo horário, tá? Obrigado pela participação de vocês. Só pequeno recado, eh, respondam aí a pesquisa no final, quando encerrarmos aqui o webinar, porque a resposta de vocês ajuda bastante, tá? A gente a estar cada vez mais trazendo novidades e
melhorando aqui o que nós já estamos fazendo, OK? Esse material vai ser disponibilizado lá no YouTube, tá? quando for publicado esse vídeo no espaço legislação, na parte de Biblioteca, como eu havia comentado com vocês, vai tá o vídeo e também vai ter o material dos meninos lá disponível em PDF, OK? Então, até a próxima, meninos. Muito obrigado, viu? Bom almoço a todos. Ô, Rodrigo, p, o Maurício fez uma pergunta ali da das 15 horas, pessoal. Algumas pessoas, inclusive eu mesmo, tá? a gente recebeu a agenda de 15 horas, mas na nas mensagens de confirmação tava
até meio-dia, então, eh, foi algum erro técnico mesmo, tá, que a gente teve Aqui, mas encerra por aqui. Isso, encerra por aqui mesmo. A gente vai tá alinhando isso bonitinho, mas fica encerrado por aqui mesmo. Obrigado, viu, Maurício, por pontuar isso daí. Então, é isso, pessoal. Tchau. Tchau, tchau. Bom almoço a todos, tá, pessoal? Muito obrigado pela presença. B.