Olá, uma boa noite. Uma boa noite. Como estão os estudos? Boa noite, Maria. Sônia, Samara, Lúcia. Bruno, Camila, Adriana, uma boa noite, Gorete. Bom, hoje nós vamos falar sobre traumas, sobre como os traumas são programados no cérebro, fazendo com que a pessoa fique Em uma programação de repetição de dor, tá? Nós vamos começar a entender o mundo da epigenética. Vamos começar a entender o mundo da nova medicina germânica, da ciência do início da vida, dos transtornos psíquicos e começarmos a entender a técnica que eu vou ensinar para vocês do mapeamento biológico. Nós temos duas técnicas,
tá? Uma técnica é o mapeamento biológico, Onde conforme a pessoa vai dizendo aquilo que ela vive, a gente consegue fazer um mapeamento da biografia de vida, mapeamento biográfico, desculpa. Nós temos a técnica do mapeamento biográfico que nós fazemos na primeira consulta do paciente, em que conforme a pessoa traz o problema da vida dela, a gente consegue mapear a biografia de vida e identificar os traumas que a pessoa carrega que estão fazendo ela viver o conflito que ela Vive hoje. E nós temos uma outra técnica que é o mapeamento cerebral. Então são duas: mapeamento biográfico e
mapeamento cerebral, tá? Na primeira consulta, nós fazemos o mapeamento biográfico em que nós preenchemos esse questionário e damos uma devolutiva paraa pessoa. E nas próximas consultas a gente vai fazendo o mapeamento Cerebral com o mapeamento dos mapas, dos traumas. Eu sempre fecho um pacote de 10 consultas para mapeamento cerebral. 10 consultas para a pessoa passar por um processo de transformação, um processo inicial de transformação, em que nós ficamos todas as semanas juntos e depois que terminar esse processo, a pessoa ela pode dar continuidade Se ela sente que tem mais coisas a ser trabalhada, se ela
sente que quer continuar um acompanhamento ou não, ou a pessoa simplesmente diz: Tá bom, tá o suficiente, já me curei, tá ótimo. Tá. O primeiro, o primeiro é o mapeamento biográfico que é feito na primeira consulta. O mapeamento biográfico, você vai ser conforme a pessoa vai te dizendo que ela vive e você vai perguntando a história De vida da pessoa, você consegue fazer uma análise biográfica dos traumas que a pessoa carrega e do porque ela tá vivendo esse trauma, essa situação na vida dela, dar de evolutiva pra pessoa e falar pra pessoa que ela tem
que fazer as 10 sessões de mapeamento cerebral, tá claro? Então, o mapeamento biográfico é a primeira consulta E as próximas consultas nós fazemos o mapeamento cerebral. E nas consultas de mapeamento cerebral, nós acrescentamos as técnicas do renascimento, de reprogramações, de PNL, de eh psicodrama, que é uma outra técnica que eu vou ensinar para vocês, que essas técnicas vocês vão aprender só depois, tá? Primeiro a gente vai aprender como mapear o cérebro E depois a técnica é a coisa mais eh é só o fechamento do que vai ser feito, porque dependendo com a da consulta, eu
nem faço renascimento com o paciente, eu já consigo mapear de forma tão certeira aquilo que precisa ser trabalhado, que às vezes uma ou duas coisas que Eu falo pra pessoa já é suficiente para desprogramar o trauma no cérebro. Tá bom? Hoje nós não vamos usar esse arquivo. Nós vamos usar paraa próxima aula. Então, paraa próxima aula, eh, tenham ele impresso. Na próxima aula eu já vou ensinar vocês essa técnica e depois da próxima aula vocês já vão começar a trocar consultas e atender pessoas de forma gratuita para ir treinando. E a partir desse atendimento inicial
você já consegu ir fechando o mapeamento cerebral, o pacote de 10 consultas, tá? Mas para entender como é feito, é preciso entender a visão de como olhar para o cérebro, para o inconsciente, para o corpo emocional do paciente. E é isso que eu vou trazer aqui para vocês hoje. Alguma dúvida sobre isso? Sobre o mapeamento biográfico, sobre o mapeamento cerebral? como é feito, eu vou explicar depois, tá? Mais alguém ficou com alguma dúvida? Então, vamos lá. Tudo começa com um trauma. Como usar os mapas? Eu vou explicar depois, tá? Vou explicar depois. E quem já
estiver fazendo lá na plataforma o módulo do mapeamento cerebral, lá eu explico como usar os mapas, tá? O importante aqui é a gente entender o conceito, a visão que nós precisamos adotar diante De um paciente. Tudo começa com um trauma. Lembra o que eu disse para vocês na semana passada, na aula passada? que o que a pessoa está vivendo hoje e que a pessoa está em conflito, esse conflito são gatilhos ativados de traumas passados, tá? e que quando eu tenho um trauma programado no meu cérebro, eu vou lidar com a situação presente, Com a postura
da criança diante daqueles aspectos, daqueles arquétipos, daquelas situações. Vou dar um exemplo simples. Se uma pessoa me ignora e eu não tenho trauma de ser ignorada na infância, eu vou olhar pra pessoa e vou falar: "Nossa, que mal educada!" Certo? Porque é uma educação A gente cumprimentar o outro, correto? Agora, se a pessoa me ignora e essa pessoa é importante para mim e isso ativa um gatilho de rejeição, de se sentir ignorada lá na infância, eu vou lidar com a situação pela postura da criança. Tá, eu vou ficar mal, eu vou ficar para Baixo, eu
vou ficar triste, eu vou querer brigar, eu vou querer eh me defender, eu vou querer ã ã ir atrás da pessoa para saber se eu fiz algo de errado para ela. Eu vou querer tirar sensação, eu vou me sentir triste. Cada pessoa vai reagir de uma forma. Pode ser que a gente fique reativas, pode ser que a gente fique pensando, pode ser que a gente fica destruída por dentro, porque a gente sente que a pessoa não gosta mais da gente. Eu posso Não me sentir amada, eu posso ficar brava, eu posso ficar pensando que eu
fiz de errado paraa pessoa, certo? Ou seja, o comportamento da pessoa ativou um gatilho e esse gatilho faz com que eu tenha uma postura X diante da situação, que é a mesma postura que a minha criança viveu. Tá claro, Tá? Se eu me sinto ignorada por um homem e o meu pai me ignorava na infância, qual arquétipo nós estamos falando aqui segundo os conceitos da psicologia oniana no inconsciente, o arquétipo do homem, o arquétipo do pai, não é? Aí vai cair diretamente no arquétipo. E aí eu vou me sentir como igual à aquela criança abandonada
pelo pai. Só que como eu carrego essa ferida lá da Infância, sempre que eu estiver diante de um homem, mesmo esse homem não me ignorando, eu vou projetar nesse homem uma necessidade excessiva de atenção, de afeto, de presença, de carinho, porque para o meu inconsciente Esse arquétipo me remete a fragilidade da minha criança. Tá, Tá claro. Aí vem, né, os aspectos da dependência emocional ou os aspectos da mulher com energia masculina ou os aspectos. Estou falando tanto sobre apego ansioso, do apego ansioso. Então, eu vou dar um exemplo meu. O meu pai na infância, ele
era muito quieto. Ele tem dificuldade de demonstrar o que ele pensa e o que sente. A feição dele não demonstra as emoções. era muito Sério. E eu sempre que eu estava diante de homens, independente de ser relacionamento ou não, sempre que esse homem ficava sério, eu começava a agradar excessivamente. Porque o homem sério é um gatilho para o meu primeiro homem sério, meu pai. E aí eu passo a me comportar diante do homem sério hoje, igual eu me Comportava diante do primeiro homem sério da minha vida, que me traumatizou. Paraa minha criança, um pai sério
era algo muito desafiador, porque a criança precisa se sentir amada, elogiada, validada. pertencendo. E aí a minha mulher sempre que se vê diante de um homem sério, começa a entrar nessa postura, começa a agradar, querer pertencer, querer dar atenção, querer ficar ali totalmente disponível para esse homem Cérebro. E não importa se é na vida amorosa, não importa se é na vida profissional, não importa se é com amigo. Basta ter aquela característica pro meu cérebro que já vai ativar um gatilho, que eu não sei o que esse homem está pensando, que eu já começo a agradar
excessivamente. Tá claro? Jer está dizendo: "Eu me sinto paralisada perto de homens sérios. Meu pai é assim. Viu? Só de eu falar aqui Para você, já ativou o seu gatilho, você já começou a identificar, tá? Tá claro? Eu acabei de atender um paciente em que ele passou muito nervoso com a ex-mulher, porque a ex-mulher teve uma atitude de covardia. E nós trabalhamos no inconsciente dele à idade de 7 anos em que o irmão fez uma covardia com ele. A mulher faz pelas costas, o irmão bateu nele pelas costas. O cérebro dele não entende que ele
já é adulto. Só fica a informação. Meu irmão me batia pelas costas. A minha mulher, a minha ex-mulher está agindo pelas minhas costas. Essa informação entra no cérebro e ele já fica enlouquecido. E a pessoa ela não sabe mais o que fazer. a gente a gente cega, A gente perde as aptidões neurais e cognitivas para resolver os problemas do dia a dia, tá claro? E quando nós somos pontuais para entender o que tá acontecendo no cérebro da pessoa e isso vem pro consciente da pessoa, essa pessoa, a a gente como terapeuta consegue dar um auxílio
melhor pra pessoa do que deve ser feito e a pessoa também ter uma convicção daquilo que Deve ser feito. Geralmente essa pessoa já tem isso dentro dela. Geralmente a pessoa ela já sabe o que precisa ser feito, só que ela não consegue fazer porque o cérebro dela não responde ao comando daquilo que ela sabe que precisa ser feito, né? Você vamos vamos ver como funciona o apego ansioso, tá? Se eu sou ignorada, Isso vai ativar um gatilho, que esse gatilho me coloca em um estado de alerta, de ansiedade. Meu peito começa a bater e vem
a ataquicardia, tá bom? É o gatilho de ser ignorada. Se eu sou ignorada por uma mulher e eu não tenho esses gatilhos em uma mulher ativados, eu não fico assim. Agora, se eu sou ignorada por um homem e Eu me sentir ignorada por um homem na infância, eu vou ficar assim. Tá bom. Alguma dúvida sobre esses gatilhos? é muito mais sutil do que a gente imagina. O meu marido, ele fez uma viagem paraa despedida de solteiro no início do ano, faz uns 4 meses, tá? Para mim tava tudo bem, tudo tranquilo. Quando ele partiu, começou,
Eu comecei a entrar em palpitação, taquicardia, comecei a ficar desesperada. Não adiantava nada do que ele falasse para mim, não adiantava nada. Eu comecei a ficar desesperada. Eu tava pedindo para ele voltar. Eu não tava aguentando. Eu tava desesperada. Desesperada. Começou a taquicardia. Eu fiquei sufocada. uma angústia, uma angústia, uma angústia, um desespero. Fui fazer a sessão de renascimento E eu caí numa cena da minha bisavó quando partiu, faleceu. A despedida, a palavra despedida foi um gatilho para ativar o trauma que eu tinha de luto precoce da minha bisavó. Porque para o cérebro e o
nosso inconsciente coletivo, quando a pessoa Morre, que que a gente fala? se despediu, partiu. Está em paz. Estar em paz pode ser um gatilho que coloca a pessoa em desespero se essa pessoa viver um luto precoce. E aí ela não para nunca, ela não pode estar em paz. Sabe pessoas que não podem estar em paz, ela não pode parar. Tá claro, gente? Tá claro? Foi um grande trauma para mim. A minha, meus irmãos haviam nascido. A gente tem que entender o contexto do trauma. Os meus irmãos haviam nascido, eram irmãos gêmeos. Eu me senti muito
abandonada. A gente tinha acabado de mudar de uma casa. Era tudo novo para mim. A minha bisavó, ela morava na frente da casa nova. E de repente a minha bisavó começou a substituir o vínculo materno que eu Havia perdido da minha mãe por causa dos irmãos gêmeos. Então eu fiz uma projeção nela muito forte de proteção, tá? Porque a criança quando ela se sente sozinha, ela está em perigo. Todos os dias eu acordava, tomava o meu café da manhã e ia para o portão esperar ela me chamar. Ela ia, ela aparecia no portão dela, atravessava
a rua, me pegava e eu ficava Na casa dela. Certo? Isso. Passaram-se meses e acontecia isso todos os dias. De repente a minha bisavó falece, ela parte e eu fico cinco dias no portão esperando ela e ninguém me fala nada. E eu fiquei lá vários dias esperando. Ninguém me falava nada. Acho que ficaram com medo de falar Sobre o falecimento, sobre a morte, mas se tivessem me falado, eu não teria ficado lá tão desesperada, ansiosa e esperando a pessoa que partiu. Quando meu marido partiu, eu fiquei ansiosa esperando a pessoa que partiu. Tá claro, gente?
Eu entrei na postura da criança esperando no portão. Então, não foi o gatilho homem, não foi o gatilho relacionamento, não foi o gatilho amor, Foi o gatilho quê? Despedida. Partiu, tá? Então, às vezes, a gente fica ansiosos sem nem saber o porquê. A gente tem palpitação, a gente treme, a gente fica com raiva, a gente briga, a gente discute sem saber o que está acontecendo com o nosso cérebro. Isso eu descobri isso mapeando o cérebro, eu vi que tinha uma idade lá e aí eu fiz a sessão de renascimento. Eu Achei que era outra coisa.
Eu nunca imaginei que ia ser isso, que ia ser esse gatilho, tá? E aí quando eu trabalhei isso, desprogramei, falei: "Tá tudo bem, não sou mais aquela criança, eu sou uma mulher, eu consigo lidar com isso. Passou, parece que assim, ó, tirou como uma mágica, sabe? Tirou. Tá claro? Isso é uma coisa pontual que eu consigo Identificar porque eu já venho fazendo anos de terapia e não vai acabar, vai passar uma outra situação, eu vou ter outro gatilho. Nós estamos indo viajar agora, né? Falei para vocês, eu estou indo para Disney levar o meu filho.
Nunca fui para Disney, só que na minha infância eu tive um trauma com a Disney. Começou a dar um monte de problemas Nessa viagem. Até que eu entendi que tinha um gatilho ali de trás. Desprogramei o gatilho, de repente tudo começou a se organizar. Tá claro? Hoje eu consigo ser pontual. Eu sinto ansiedade, eu fico nervosa e começo a pensar qual gatilho está ativando essa alteração no meu estado de humor hoje, depois de anos de terapia, anos de entendimento de funcionamento do Cérebro, eu consigo ser pontual quando isso acontece. Mas quando a gente não eh
não tem esse conhecimento, eh mesmo fazendo anos de terapia convencional, a gente sabe não desprogramou os traumas ali na raiz, um trabalho mais pontual, sabe, de saber, de acessar, de entender, de reprogramar, de passar informações pro cérebro assim, tão sabe, cirúrgico, a gente fica caindo indo nos mesmos Gatilhos, caindo, caindo, não muda o disco, não evolui, não passa pra frente, muda de relacionamento, entra em outro a mesma coisa, a gente fica ali voltando pro mesmo lugar, tá? Então, quando você vai pegar um paciente, esse paciente vai chegar no seu consultório cheio de gatilhos, cheio de
traumas, enlouquecidos. primeira, segunda, terceira, quarta sessão, a pessoa não vai ver resultado Nenhum. Nenhum. Pelo contrário, parece que tá aparece até mais, porque acho que a pessoa cria tanta expectativa que eu vou resolver a vida da pessoa numa sessão só. E às vezes a gente vende isso, né? a gente vende porque realmente tem resultado. A gente sabe que em uma sessão a gente consegue desativar um gatilho, só que a pessoa está com tão traumatizada, são tantos traumas para serem Trabalhados que vai passar uma, duas, três, qu cinco sessões, a pessoa não vai ver resultado, tá?
Mas geralmente depois da quinta, sexta sessão, a pessoa ela já consegue diferenciar o que é um gatilho ou não e você já e já consegue ser mais eh certeiro. Então, a mesma coisa pode estar acontecendo com vocês. Ai, minha vida tá Uma bagunça, eu não vejo mudança, tal, não sei o quê. Por quê? São tantos gatilhos, são tantas coisas aí que estão eh gerando gatilhos, são tantos traumas que você está presa no inconsciente sem perceber o que que está gerando esses traumas e esses gatilhos. Mas conforme você vai trabalhando em cima deles, você vai começando
a perceber o momento exato que um gatilho ativa o seu cérebro, você muda de postura e Você eh altera, tá? A minha mãe me teve com 17 anos e quando ela tinha 24 anos, ela já tinha cinco filhas. Sempre foi deixado de lado e ainda mais foi a primeira filha, né, Camila? E sempre tive que dividir tudo ou ficar em segundo plano até na hora de ganhar uma coisa, festa de aniversário, ou a filha que iria sair com a mãe. Toda vez que você tiver que dividir, ficar em segundo Plano, vai ativar um gatilho. Tá?
E aí você vai precisar trabalhar todos esses sentimentos para não se desestabilizar mais, porque a gente tem que dividir as coisas. Às vezes faz parte da vida, às vezes a gente tem que dividir as coisas, né? Faz parte da vida, às vezes a gente vai ficar em segundo plano e tá tudo bem. Mas às Vezes a gente tem que estar em primeiro plano também. Então a gente fica entrando nesses gatilhos, tá? Vou dar mais um exemplo para vocês. Um dia meu marido chegou aqui e ele virou assim para mim e falou: "Eh, porque ele estava
está no momento construindo a casa, uma casa paraa mãe dele, tá? E meu marido chegou em mim e falou assim: "A a minha preocupação agora é Com a minha mãe e com a minha irmã, porque você já está bem resolvido". Gente, minha nossa senhora, ele acabou comigo. Acabou. Acabou. Já veio a mulher masculina. Que que ele tá pensando? A mulher precisa vir em primeiro lugar. Quem ele pensa que é? Lógico que eu já sei, eu não falei nada. Ai meu Deus, eu preciso controlar o meu emocional, preciso controlar, eu não Posso brigar com ele por
causa disso. E aí a gente fica, né, com aquilo, com aquilo assim, correndo por dentro, sabe? Porque se a gente não tem essa barreira, a gente já vai lá brigar, já vai discutir com a sogra, já vai criar um problema. E ele só falou uma coisa pontual e lógico. Eu entendo, o pai dele faleceu faz pouco tempo e ele precisa dar o suporte pra mãe e pra irmã. É normal o que todo mundo faz. É o que todo mundo faz. E eu tô bem resolvida Mesmo. E ele me deixa bem resolvida. Mas aquilo entrou com
gatilho. E qual gatilho? Na minha infância eu era a filha mais velha e tinha que dividir com todos os outros. E o que eu escutava? Você se vira sozinho. Você é mais velha. Você se vira sozinha. Você se resolve sozinha. Aquilo entrou num gatilho direto da minha infância e aí eu já estava lá agindo com uma criança ferida. Graças a Deus. Percebi Aquilo na hora. Entrei no chuveiro, tá? me fechei no chuveiro, fiz algumas respirações, já me vi na minha infância que eu não era priorizada. Aí já começa o chororô, né, gente? Porque a gente
já entra, a gente já entra na dor da criança, que eu não era priorizada, que eu sempre fiquei em segundo plano, que tudo era paraos meus irmãos, que eu tive que dar o meu quarto pros meus irmãos, que não sei o quê, não sei que lá. Aí você vem, dá um tapa na cara para Roberto, você cresceu, você é adulta, para com isso, chega. Tá? O próprio Renascimento faz isso com a gente, né? Mas não é assim. Vem com sentimento de amor, vem com sentimento de amparo, vem um sentimento que diz: "Você não precisa disso,
olha só". Eh, por que você não compartilha junto desse momento? Por que você não ajuda e apoia esse momento? Entendeu? É o gatilho que você tem, Camila. Tá. Tá claro, gente, como a gente pode destruir um relacionamento? Como a gente pode destruir uma oportunidade de emprego? Como a gente pode destruir a relação com os nossos filhos? né? E o relacionamento eh em todas as nossas vidas, o Relacionamento com tudo, o relacionamento com o dinheiro, o relacionamento com o parceiro, um relacionamento com o filho, o relacionamento com o trabalho, o relacionamento com os pacientes, o relacionamento
com Deus, até o relacionamento com Deus. Se eu tenho traumas religiosos na infância, se eu tenho traumas relacionados ao meu pai, porque pai pro inconsciente é Deus, eh Deus no inconsciente coletivo, a Gente chama de pai, isso vai estar impactando a minha relação livre com Deus, com o outro, com a vida, com dinheiro, com o cliente, né? O cliente me procura. No momento que o cliente me procura, eu já começo, ele não vai fechar, eu não vou dar certo, eu não vou conseguir, eu não vou. Tá claro? O que que são esses pensamentos? São gatilhos.
Gatilhos de insuficiência, gatilho de não. Pode ser um não. Eu fiz, quem quem fez a sessão de renascimento Da mentoria ser na quinta-feira? Eu trabalhei o quê? Na quinta-feira alguém fez? Eu trabalhei o gatilho do não. Gente, esse gatilho é o pior gatilho que existe, o gatilho do não. Porque quantos nãos a gente escuta na infância? Um não pode ser um gatilho tão grande que toda vez que a gente já começa a pensar que a gente vai tomar ou não, já vem atic cardiaco. A gente já começa a ficar tensos, a Gente já começa a
ficar preocupados, a gente já começa a ficar no estado emocional alterado. Só que a gente vai tomar muitos nos da vida, né? Nem todo mundo a gente vai gostar da gente, tá claro? E a gente não se aceita do jeito que nós somos. Exatamente. E o mais que e o mais incrível, parece que a vida parece não, né? tem aquele campo de sincronicidade, aquele campo Eletromagnético de imía, que as nossas emoções elas puxam exatamente situações que ressoam com os gatilhos que a gente vive. Então, se eu tô estou toda hora com medo de não e
eu me fragilizo diante disso, a vida vai tender a me trazer mais nãos. Tá, a gente vai vibrado não, né? Mas a gente pode virar e falar assim: "Eu tô alegri, eu vou conseguir do mesmo jeito". Não pode ser essa postura. Pode ser. Nós vamos conseguir, vocês vão conseguir. E aí a gente vai entrar aqui no gatilho do líquido, que tem a ver com o gatilho do dinheiro. Vamos lá, Matilde, ótima pergunta. Como resolvemos isso para deixar de vibrar no não. Eu falei, eu vou eu vou eu vou mandar o link dessa vivência para vocês
lá no No grupo, tá? Ela fica gravada lá na plataforma da mentoria se eu vou colocar o link da vivência para vocês lá no grupo da no nosso grupo para que vocês façam essa vivência porque realmente foi uma vivência muito boa e vocês vão entender a fundo, né, o que foi trabalhado na vivência. Uma pessoa me perguntou também, Roberta, eh, vivência de renascimento, você manda o script pra gente? Gente, eu nunca fiz script pra vivência de renascimento. Nunca. Nunca. Eu chego, começo a fazer renascimento junto com as pessoas, mapeio que precisa ser trabalhado no inconsciente
coletivo daquele grupo. Eu já mapeio, eu já vou mapeada, já sei mais ou menos o que precisa ser trabalhado e aí eu vou fazendo a vivência e e aquilo vai vindo do nosso ponto cent, os arquétipos vão vindo para serem Trabalhados naquele momento, tá? Isso é o renascimento. A gente não tem um um domínio sobre aquilo. E o querer o domínio já é uma insegurança nossa, né, de desvalorização, tá? Então vamos lá. A Matilde perguntou como deixar de vibrar nos lá na infância o não vinha com agressividade para você, né? Você escutava não de forma
agressiva, não te paralisava, você Se sentia diante de nos ou talvez você foi concebida e não foi desejada. O não vai ter um impacto muito grande na sua vida. E você não vai conseguir falar não. O pior é isso, que você você vai ficar atraindo muitos nãos da vida. Esses nos vão gerar uma frustração, uma dor, uma revolta, depende de como esses traumas estão programados no cérebro. E você mesmo não vai conseguir falar Não, porque o não é um perigo para você. Tá? O não está programado no cérebro como perigo. OK? E aí quando a
gente acessa esses momentos, esses traumas e reprograma e passa uma informação pro cérebro que é seguro lidar com não, que você pode confiar e acreditar que vai dar certo e que você o não é pequenininho diante de você, você é Muito maior que o não, o cérebro começa a entender de outra forma. Tá, eu não consigo falar não e sempre recebo não. Tem um bloqueio do não, né? O não pro seu cérebro é um gatilho. Tá bom, Sônia? Mas o que eu quero dizer para vocês é que nós temos milhões de gatilhos e o processo
terapêutico de trabalhar esses gatilhos é pra vida inteira, tá? Porém, a gente tem uma ferramenta em que nós conseguimos ser pontuais e desativamos o gatilho no momento que tá acontecendo. Hoje eu disse uma coisa para uma paciente e é mais ou menos essa visão que eu quero trazer para vocês. Quanto mais traumas nós temos, mais frágeis nós somos. Sabe aquele argumento de que a pessoa traumatizada ela fica mais eh resolvida paraa vida, mas, né, a Gente escuta às vezes tanto falar isso, né, que a pessoa que cresceu traumatizada, é uma pessoa que é mais aberta
pra vida, mas é o contrário. Quanto mais traumas nós temos, mais gastilhos nós temos e mais nós nos desestabilizamos. O medicamento chega, entra quando? Quando que entra o medicamento? Quando uma situação está acontecendo, está ativando tantos gatilhos, tantos Gatilhos, que a pessoa já não tem mais o controle sobre esse cérebro de tantos gatilhos que estão sendo ativados. Por isso que o medicamento faz com que a pessoa se torne dependente dele, né? Para algumas pessoas são tantos traumas que às vezes não vai dar para ser tirado o medicamento. Uma pessoa psicopata Não vai nem buscar terapia,
né? Mas nós conseguimos aqui, né, na neuropsicogenealogia, com essa visão, ir trabalhando os gatilhos e amenizando o conflito emocional da pessoa até que a pessoa consegue lidar de uma forma estável com a vida, tá? E o melhor de tudo isso é que a gente Vai se curando conforme vai ajudando o outro. Lembra que eu falei para vocês na primeira sessão que às vezes a gente vai estar atendendo alguém e a gente vai se desestabilizar na consulta da pessoa porque o conflito da pessoa vai gerar um gatilho em nós e é normal isso acontecer. Então imagina
que o seu cérebro tá aqui tranquilo e alguém fala algo que ativa um Interruptor. É exatamente um gatilho. Tá. Mas temos que ser adultos e fazer o que tem ser feito na hora e depois e nosso gatilho tratamos depois. Vou te falar que às vezes se a gente toma uma decisão que a gente tem um gatilho ativado, a gente pode colocar tudo a perder. pode colocar tudo a perder, coisas pequenas do dia a dia, uma briga de relacionamento, uma coisa assim, não. Mas às vezes se a gente vai tomar uma uma grande decisão na vida,
uma grande escolha e a gente está com gatilhos, a gente vai na raiva, a gente vai na revolta e a gente pode destruir tudo. Já agiu assim? Eu também já. Eu também já. E vamos agir de novo, tá? Vamos agir de novo. O importante é ter essa consciência de como funciona o nosso cérebro, o nosso corpo emocional e as nossas respostas Diante de gatilhos, diante de traumas. Deixa eu ver se tem mais alguma dúvida. Porque não estamos tomando decisões com o córtex préfrontal e sim com o límbico emocional. Eh, isso é muito relativo, tá, Leilane?
É muito relativo, porque pode ser que seja outra região do seu cérebro que seja ativada. E você, o que acontece é que quando nós temos uma região do cérebro ativada, esse essa região do cérebro deixa de trabalhar Da forma passiva e começa a trabalhar na sobrevivência. E aí você vai tomar decisões na sobrevivência e cada região do cérebro que foi ativado, você vai ter um comportamento específico, tá? Vocês vão entender muito isso na aula de psiquiatria. Isso vai ficar muito claro, porque a gente altera quem nós somos. devido a regiões do cérebro Traumatizadas. E a
gente passa a agir até de outra forma. Uma pessoa que mente, por exemplo, por que que uma pessoa mente? Pro cérebro dessa pessoa, mentir é uma sobrevivência. Ela aprendeu isso na infância. E quando ela está em situações que ativam gatilhos do que ela viveu na infância, qual o mecanismo do cérebro? Mentir. E nós vamos podemos julgar essa pessoa? Não. Por isso que nós terapeutas não julgamos o paciente. Não julgo, não julgo nada, tá? O pai dos meus filhos mente e acha que todos mentem para ele, porque ele está com essa essa região do cérebro engatilhada.
E às vezes a gente ativa o gatilho e a gente sai do gatilho. Às vezes o trauma é tão grande que a pessoa ela dorme e acorda com com aquela região Do cérebro funcionando daquela forma e aí entra a psiquiatria, tá? E aí a gente vai chamar pessoas que mendem de mitomaníacas, que é um transtorno psiquiátrico. Eh, em relacionamentos com pessoas narcisistas, eh, a gente sente isso, né? Não é toda hora, dependendo do grau do narcisismo, não é toda hora que a pessoa está com o narcisismo ativado. O narcisismo é um é um é um
meg é uma megalomania, né? leva Inflado. Não é toda hora que a pessoa está lá com o narcisismo ativado, dependendo do do grau. Tem hora que a pessoa está lá tranquila, humilde e de repente ativa. Mas tem narcisistas que foi tomado, né? Os traumas são tão grandes, a massa do conflito é tão grande que essa pessoa toda hora ela tá ali atuando daquela forma, tá? Meu marido é narcisista e age assim. Você vai, a gente começa a perceber, né, que é a mesma, a mesma coisa da pessoa Que explode. Eu era essa pessoa, explodia. E
eu sempre escutava: "Nossa, Roberta, eu nunca pensei isso de você, porque eu era sempre que tinha, boazinha, tranquila e de repente explodia." O que que era a explosão? Era algo que ativou um gatilho e eu entrei no biomaníaco agressivo, que é outro eh que é outro, né, quadro da psiquiatria, Tá? Eu vou mostrar tudo isso para vocês. Então, nós temos gatilhos pequenos pontuais e nós temos gatilhos que nos levam a uma alteração de comportamento que de personalidade que aí vai se ser enquadrado nos transtornos, nos sides, né, da psiquiatria. Tá bom. Uma ansiedade generalizada. O
que que seria uma ansiedade generalizada? Vários gatilhos acionados. Exatamente. O dinheiro gera ansiedade, o líquido gera ansiedade, o não gera ansiedade. Eh, o o marido gera ansiedade, o filho gera ansiedade, a hora gera ansiedade, o tempo gera ansiedade, tudo gera ansiedade. E aí eu preciso ir desativando esses gatilhos aos poucos para essa pessoa sair do quadro de ansiedade generalizado. Tá bom? Eu sou confeteiro e trabalho com horas marcadas de entrega do bolo. Precisa ver qual gatilho você tem relacionado à hora. Eu tinha um gatilho bem complicado relacionado à hora, porque eu nasci atrasada, passou da
hora. pessoas que nascem antes da hora. E aí a gente vai entrar nos traumas de nascimento, que é a visão do mapeamento biográfico Que vem a visão da Dra. Ele luzes da ciência do início da vida, que como o que que a Dra. Eleonor Luzes, ela fez, ela mapeou os traumas de nascimento dos primeiros anos de vida, que é do zero, do momento da concepção até os 3 anos, que não está formado ainda o ego, que é só o inconsciente, não está formado o consciente, é só o inconsciente. como esses traumas geram programações Na nossa
vida adulta. Então, eu tinha muito problema com hora, eu tinha muita dificuldade de ser pontual e sempre que eu chegava na hora e ficava esperando, eu ficava com muita ansiedade, porque a minha mãe ficou ansiosa esperando a hora do parto. Esperar me deixava ansiosa, hora me deixava ansiosa. Então, são gatilhos separados. Esperar é um gatilho. Ora é Outro gatilho. Aí eu tinha outro gatilho líquido, porque o meu líquido acabou, eu quase morri. Tá. E aí eu tinha um outro gatilho que era sentir que eu que as pessoas não me escutavam, que eu falava, falava e
não escutava. Não ser escutada era um gatilho. Por quê? A minha mãe, ela ficava falando, falando que eu estava passando a hora, Que eu ia morrer, que ia acontecer alguma coisa e ninguém fazia nada. Meu pai não fazia nada, os médicos não faziam nada, até que chegou um momento que a minha mãe explodiu e aí fizeram alguma coisa. Então, o que que acontecia na minha vida? E aí viram que eu estava com falta de líquido e que eu quase ia morrer. O que acontecia na minha vida profissional, eu ficava falando, falando que ia dar Errado,
falando que ia dar errado, falando que ia dar errado. Ninguém me ajudava, ninguém fazia nada. Atraía colaboradores que de fato não fazia as coisas certas, não ajudavam, não colaboravam. Aí quando estava chegando no limite, eu explodi e gritava porque o dinheiro estava perdendo, o líquido estava acabando e eu ficava com a sensação de morri, quase morri, quase perdi tudo. Então, a gente vai reproduzindo todo o Cenário com todos os gatilhos, com todas as situações na nossa vida adulta diante daqueles gatilhos. Tá claro? Exatamente, exatamente, exatamente. E isso fica muito nítido quando a gente faz o
renascimento. A gente começa a comparar, a gente fala: "Nossa, a mesma coisa. Nossa, Igualzinho. Nossa, eu nunca me lembro uma paciente que uma vez ela tava fazendo a sessão de renascimento porque o par marido dela é muito narcisista, grosseiro. E ela fez a sessão de renascimento e a gente foi trabalhar a mãe dela e a mãe dela maltratava ela. De repente ela ela deu um grito, ela falou: "É o mesmo semblante da minha mãe". O semblante dele quando grita comigo é o mesmo semblante da Minha mãe, o mesmo. E ela ficava com medo daquele semblante.
E ela não precisa mais ficar com medo daquele semblante, tá? Mas enquanto a gente não desprograma lá, quando a gente não desprograma, a gente vai reproduzindo sem perceber as mesmas coisas. Um número pode ser um programante. Eu tinha um problema na minha vida Financeira com o número quatro. quatro, quatro e múltiplos de quatro. Sempre acontecia coisa. Recebi um valor de um paciente de R$ 8.000, o dinheiro ficava preso. Perdia coisas no valor de R$ 400, de R$ 4.000. Sempre era o número quatro. Quando eu tinha 18 anos, eu era uma adolescente rebelde. A minha mãe,
a vida inteira, ela, minha Mãe, fez uma conta para mim na poupança. E quanto quando eu tinha 18 anos de castigo, a minha mãe, ela falou que quando eu tivesse 18 anos, ela ia dar o dinheiro que eu tinha na poupança e o valor que tinha na poupança era R$ 4.000. E quando eu fiz 18 anos de castigo, ela não me deu os R$ 4.000. Imagina a raiva que aquilo não gerou em mim. O que que acontecia? Eu sempre tinha problemas que o meu dinheiro ficava preso com montantes relacionado a quatro. E como eu ficava
enfurecida? Nossa, queria matar um. Quem eu tava querendo matar? A minha mãe. E eu falei para ela: "Você lembra que você fez isso? Você me deve R$ 4.000. Você pegou para você. Eu fiz isso você me deve R$ 4.000. Aí ela falou assim: "Quando eu tiver eu te pago". Finar, tá bom, te perdoa. Aí a gente sai daquela reprodução. Um dia da semana pode ser um gatilho. Toda segunda-feira a pessoa ela fica destruída. Todo sábado às 6 horas da tarde pode ser um gatilho. Sábado, 6 horas da tarde era o momento que o pai chegava
bêbado em casa e a vida da pessoa ficava destruída. Todo sábado às 6 horas da tarde essa pessoa começa a ter problemas. O final de semana dela é horrível. Ela já deixou De se relacionar. Ela não tem mais vida. Porque o cérebro começa a entender que é melhor não se relacionar mais com ninguém. Tá, tá claro. Então, qualquer coisa pode ser um gatilho pro nosso cérebro. O gatilho a gente não sabe. Um gatilho a gente vai tentar descobrir, sentir, entender, reformular, perceber, né? É uma palavra, é um dia, é uma hora, é um mês, é
um clima, é um animal, qualquer coisa pode ser, é uma comida. Uma comida pode ser um gatilho. Eu tenho um gatilho que eu ainda não parei para trabalhar, que é um gatilho de avelã, de nozes. Toda vez que eu como nozes, eu fico com dor de cabeça. É um gatilho. Eu vivi algum trauma, provavelmente no Natal, porque noes tem a ver com o Natal, em que, né, alguma coisa de família e veio com relacionado nozes. Eu como Nutella da dor de cabeça, eu como granola que tem eh brownie que tem nozes, dá dor de cabeça.
Não parei para resolver esse gatilho. Tem gatilho que a gente vai levando assim, a gente fica vai levando, sabe que tá ali, só para de comer comida e pronto. Tá. Meu marido não consegue ir pro nordeste, não consegue viajar de avião, não consegue andar de carro. Eu tinha uma paciente que perna era um gatilho. Era só um homem olhar pra perna dela que ela começava a se tremer inteira. E a gente trabalhou esse gatilho que ela tinha lá com a a madrinha dela. E depois que ela a gente trabalhou esse gatilho, ela conseguiu ter uma
relação sexual, porque essa mulher não tinha relação Sexual, porque ela ia ter que mostrar, abrir as pernas, tá? Então, às vezes, um gatilho pequeno pode gerar um problema enorme em nossas vidas. Gato pode ser um gatilho. Disney para mim era um gatilho, tá? Eu já viajei o mundo inteiro. O mundo inteiro. Eu nunca fui para Disney. Foi mais de 10 vezes por Estados Unidos e nunca fui para Disney. Era um gatilho Para mim. Vou até fiquei emocionada quando eu chegar lá. Resolvi o meu gatilho. >> Hoje não é mais. Tá claro para vocês? Covardia foi
um gatilho pro meu paciente. Ser humilhada é um gatilho paraa pessoa. Homem pode ser um gatilho. Tá. Então, estamos falando de traumas emocionais. Não são apenas memórias, não são apenas crenças, são programações biológicas armazenadas no corpo físico, no sistemas nervoso, no cérebro nosso e no do paciente, no campo familiar. Como que um trauma fica programado no cérebro? Quando um evento inesperado, intenso e mal processado acontece, ele cria um registro no cérebro do inconsciente. Gente, eu trabalhei um Trauma. Eu eu trabalhei um gatilho semana passada, eu tô lembrando ele agora, que foi um dos gatilhos assim
mais fortes que eu, um dos mais fortes que eu, que eu trabalhei na minha vida. Eu estou atendendo uma moça que ela está com câncer e o câncer vai ativar gatilhos, o câncer vem de traumas, tá? Todo câncer, ele começa com o cérebro, que todo toda a região do cérebro está ligada a um Órgão. E quando essa região do cérebro ela está muito traumatizada, ela vai desregular essa região do órgão e aí vem o câncer, a tal ponto que vem o câncer, tá? Então, quando a gente tá trabalhando com gatilhos, desativando gatilhos, a gente está
prevenindo histórias, né, históricos de câncer, tá? E essa minha paciente, ela está com câncer e o próprio câncer, ele vai ativar gatilhos. E essa minha paciente, ela tinha um Trauma que aos 6 anos de idade ela sofreu um acidente em que ela foi atropelada e a mãe dela no momento que estava no hospital sentiu que a filha ia morrer na maca. Então a gente tem que recriar o o negócio na maca. Ela deitada com 6 anos de idade e a mãe pegou na mão dela, viu ela pálida e começou a gritar que ela ia morrer.
Ali ficou programado um trauma. Tá. Essa moça está com câncer. E qual o maior medo dela? morrer é o trauma. É o E aí a maca é um gatilho, a mãe é um gatilho do trauma que ela viveu lá atrás, tá? Qual a probabilidade disso acontecer de novo? Muitas, muitas probabilidades. É quando eu trabalhei ela, é como se eu Estivesse vendo o desespero dessa mãe perdendo essa filha, que de fato já estava ali programado para acontecer. Então, a gente consegue prevenir a morte. A gente consegue, eu não sei até que ponto a gente chega nisso
e eu não sei se a gente tem permissão nisso, porque isso daí são coisas eh muito maiores ou se talvez ela Tem me procurado para trabalhar isso, já fazia parte de ela não morrer agora. E ela, você vocês vocês entenderam, eu acho que tem uma força maior que programa tudo. E não é a nossa intenção aqui entender isso, porque eu acho que até a pessoa que procura isso e a gente estar aqui também acho que já faz parte de uma força maior que está nos conduzindo, né? Mas eh quando a gente a o o por
que eu tô falando isso para Vocês? Porque é tão lindo, é tão mágico, que quando a gente entende essa profundidade de que um gatilho é desprogramado e isso vai, sabe, o efeito borboleta? o efeito borboleta que quando a gente bate asas aqui, a gente vai influenciar em todo um sistema e lá no futuro isso dá continuidade. Muitas vezes eu tô atendendo o paciente e eu estou já prevenindo o que vai acontecer no futuro do paciente, porque Tá claro que aquilo tá programado ali para acontecer, sabe? E quando a gente desarma aquele gatilho, a gente possibilita
novas realidades paraa pessoa vivenciar, certo? Tá? Então esse esse é a força que nós temos. Não vou dizer poder porque eu acho que não está em nossas mãos, mas é assim que funciona toda essa visão. Foi assim que o Dr. Hammer fundou a nova medicina germânica E é assim que funciona a nossa visão no paciente, tá? Então, como que um trauma fica programado no cérebro? Quando um evento inesperado, intenso e mal processado acontece, ele cria um registro no inconsciente. Um evento inesperado, intenso e mal processado acontece. O por que os adultos têm menos traumas do
que as crianças programados no Cérebro? Não que a gente não possa ter, tá? Se eu sofro um acidente de carro, esse acidente de carro, dependendo como foi, pode ter traumatizado regiões do meu cérebro. A gente pode ter traumas programados novos na vida adulta. Podemos ter, né? Mas o por que na infância nós temos mais traumas programados? A gente vai sempre cair na idade da infância para desprogramar os traumas, Porque estamos indefesos. Não conseguimos nos proteger, não conseguimos nos defender. Então, quanto mais vulneráveis nós somos fisicamente, mais traumas podemos eh ter, dependendo do ambiente que nós
temos ali. É igual é igual na selva. Quanto mais forte o animal é, mais ele consegue se proteger, tá? E pro cérebro humano, para a biologia, nós somos animais e o cérebro vai funcionar dessa forma. Por isso que todo trauma programado no cérebro e toda vez que esse trauma é ativado com um gatilho, nós parecemos animais lidando com o problema. Gritamos como um animal, choramos como um animal, não é? E aí vem a questão de estar no modo sobrevivência ou estar no modo consciente, tá? Então, um trauma, um invento inesperado, intenso e mal processado cria
um registro no cérebro, no corpo emocional, no inconsciente. Esse registro gera um programa biológico. Cada trauma vivido, dependendo de como a pessoa vivenciou o Trauma, vai ativar determinada região do cérebro. dependendo da personalidade da pessoa, dependendo do sexo da pessoa, dependendo do ambiente, dependendo se a pessoa é primeira filha, se a pessoa é segunda filha, a gente vai entender isso, como que é a personalidade da pessoa que é primeira filho, com que é segundo filho, que é terceiro filho, sempre tem, né, uma Forma diferente de lidar com o mundo, tá? Então, eh, quando a minha
mãe grita comigo, isso pode gerar simplesmente um trauma de audição. Só isso. E toda vez que alguém grita, eu me afasto, porque o grito do outro gera esse gatilho. Agora, se a minha mãe gritava e me Humilhava, esse grito, além de afetar a região do cérebro, que é dos ouvidos, vai afetar o tálamo também. E se essa mãe gritava e me humilhava e falava que ia me abandonar pro orfanato, vai ativar o tronco cerebral na região de sobrevivência, de carência e abandono. Tá? Tá claro? Agora, se eu era uma criança desligada e não tava nem
para nada, Ela gritava e eu nem ligava. É aí que começa a desenvolver as pessoas com TDH. O TDAH é uma proteção para o cérebro desfocar. é um mecanismo de proteção pro cérebro desfocar do momento presente. E aí a gente precisa entender quais gatilhos fazem a pessoa desfocar. Ao mesmo tempo que esses gatilhos fazem a pessoa desfocar, fazem a pessoa ficar Ansiosa. E aí nós temos déficit de atenção e a hiperatividade, tá? Tá claro, gente? Se eu sou uma filha mulher, primeira filha, eu já vou nascer com mais energia masculina do que uma segunda filha
mulher que vai nascer com mais energia. feminina. Se eu sendo uma filha mulher, primeira filha que nasce com mais energia masculina, minha mãe grita comigo, eu vou me ofender menos do que a minha irmã, que é segunda filha e que tem a energia feminina. Mas eu vou ficar com mais raiva do que ela. Ela, por ter mais energia feminina, ela vai ficar mais magoada e eu vou ficar mais raivosa, Tá? Por eu ter mais energia masculina que a minha irmã, que é segunda filha. Tá claro? Isso tudo, a personalidade de cada um e como as
pessoas interpretam. A gente vai trabalhando isso mais à frente. O que eu quero que vocês entendam aqui é que o momento do trauma, ele, o mesmo trauma vivido por duas pessoas diferentes, pode ser programado em áreas diferentes no cérebro das duas pessoas. Cada uma Vai interpretar de uma forma. Vou trazer mais um exemplo. É um exemplo que é sempre falado na nova medicina germânica. Um homem, ele entra no quarto dele e pega a mulher transando com outro homem. Certo? Se esse homem ama essa mulher, ele vai querer matar esse homem. O trauma vai ativar regiões
do cérebro de desvalorização E agressividade, tá? Se ele é um macho alfa, ele vai fazer isso. Se esse homem é um homem que tá desempregado e que atua na energia feminina, esse homem vai se sentir abandonado, vai ficar dependente emocional e vai ficar implorando o amor dessa mulher, tá? dependendo de como tá a vida do homem, ele vai reagir de uma forma diferente Diante do trauma que ele presenciou. Agora, e se ele já tem uma outra mulher e ele já queria se separar dela, mas não se separava por questões financeiras. Quando ele vê a mulher
na cama com outro, ele resolveu o conflito. A mulher está traindo, ele não tem mais que dividir nada com ela. Não vai gerar trauma nenhum. Tá claro, gente? Transtorno bipolar. Todos os transtornos São diversas regiões do cérebro específicas, traumatizadas ao mesmo tempo, que falamos que damos o nome de transtorno. Vou dar um exemplo. O TDH tem essa região do cérebro traumatizada. A pessoa paranoide tem essa região do cérebro traumatizada. Pessoas agressivas t essa região do cérebro traumatizada. Autistas têm essas regiões do cérebro traumatizada. Tá claro? Bipolar tem essas duas regiões do cérebro traumatizado, tá? Isso
daí vocês vão entender mais para frente. São regiões específicas do cérebro traumatizadas ao mesmo tempo. Quando duas regiões específicas estão traumatizadas ao mesmo tempo, vem o nome do transtorno. aquilo que a psiquiatria diz de transtorno, a gente Consegue saber exatamente qual região do cérebro está traumatizada. E quando a gente trabalha os gatilhos de uma região do cérebro, a gente já tira a pessoa do transtorno. Eu vou ensinar tudo isso para vocês na aula de psiquiatria, tá? Calma, gente, eu vou ensinar tudo para vocês, mas podem me perguntando. Conforme vocês vão perguntando, vocês vão entendendo. Minha
mãe teve um filho antes de mim que viveu só 40 dias. Isso faz eu ser a Segunda filha. Eu sempre tive mais energia masculina. Eh, o problema é que quando a gente nasce após aborto, sempre vem concepção gemelar, porque biologicamente o corpo humano vai conceber dois óvulos, dois embriões para que tenha a garantia de um. Tudo isso é biologia, tá? Como funciona a biologia? Então, na realidade você é a segunda filha, mas você é gemelar e você tá Presa no falecimento do primeiro filho. E aí vai desencadear uma síndrome que é a síndrome do jacente,
a síndrome do sobrevivente. E aí o seu excesso de energia masculina não é devido à casa de nascimento, mas o luto não trabalhado lá no seu na sua concepção. Lutos não trabalhado levam a pessoa à ansiedade depressiva. A pessoa, ela fica ansiosa, ela sente que não pode parar e que se ela para, Ela entra, parece que vai entrar numa depressão. Tá claro? Eu vou falar mais sobre lutos para vocês. Esse programa biológico, ele não é racional, ele é automático. E a informação no momento do trauma grava todos os detalhes do ambiente. Imagina que o momento
do trauma, a pessoa ela tira uma foto, o cérebro, no momento em que a pessoa está vivendo o trauma, Todos os nossos sentidos eles são ativados. As pupilas dilat, as nossas narinas, elas vão sentir mais o cheiro do ambiente. A audição aumenta, o tato, por quê? Os nossos sentidos servem para nos protegermos. Isso é biológico. Então, no momento do trauma, nós vamos entrar no estado de alerta e o cérebro ele vai registrar de forma minuciosa, em uma fração de segundo tudo aquilo que Está no ambiente. E aí programa o trauma no seu cérebro, no seu
inconsciente. A informação é gravada com todos os detalhes. O cheiro, o som, as expressões, as emoções, as sensações físicas. E o cérebro vai interpretar todos aqueles detalhes Como uma ameaça de vida. E todos esses detalhes são os gatilhos que vão te colocar em modo de alerta no futuro. E toda vez que ativar um gatilho, você vai entrar nesse estado de alerta para reagir rapidamente se algo parecido acontecer de novo. Por isso que no momento do gatilho a gente muda a nossa atitude. A gente entra em ansiedade, a gente fica nervoso, a gente fica mal, a
gente se Desespera, a gente não dorme. O cérebro ele está em alerta, ele está dizendo, vai acontecer um perigo, mesmo se não tiver nenhum perigo acontecendo, tá? Por isso que tudo pode ser um gatilho. Então, na nova medicina germânica, o o trauma é chamado de DHS, que é um choque biológico. A gente vai sempre chamar, sabe, de programa. É um choque, é um trauma. Para que esse Programa seja instalado no cérebro, essas três condições precisam ocorrer simultaneamente. Precisa ser algo inesperado, ou seja, o trauma não é antecipado. A gente não consegue, né, se antecipar diante
do trauma. H, eu tenho pacientes que já estão comigo há muito tempo e, por exemplo, eu já consigo, né, a paciente, ela vai ter alguma situação em que ela vai viver no futuro. Eu vou dar um Exemplo. Eu tenho uma paciente que ela tem problema com piscina e ela ia viajar para um lugar que tinha piscina. A gente já trabalhou o cérebro dela para quando ela chegar diante da piscina, ela saber como ela agir, a gente consegue prevenir uma reação futura diante daquele gatilho, tá? Eh, mas o trauma ele não é antecipado. O gatilho ele
não é antecipado. A gente Consegue imaginar que aquilo vai gerar um gatilho. Eu tenho problema com a minha mãe. Quando eu vou encontrar minha mãe, eu já sei que a minha mãe vai gerar um gatilho e eu já vou meio preparada pra minha relação com a minha mãe não aumentar os meus traumas. Porque conforme a gente vai vivendo o conflito, os nossos traumas, a massa do conflito vai aumentando, tá? Mas o trauma no momento que foi programado foi inesperado. Foi algo que aconteceu de forma inesperada. O cérebro é prego de surpresa. Ele não teve tempo
de se preparar. é altamente dramático. O impacto emocional é tão forte que o organismo interpreta como ameaça a sobrevivência e a pessoa sente que não tem solução Imediata. O cérebro ele sente que não tem solução. O conflito não pode ser resolvido no momento. Isso faz com que o cérebro congele a experiência e grave no nível biológico. Nesse instante, o cérebro ele cria uma trilha neural e associa o trauma a um padrão emocional específico. Enquanto esse padrão não for recificado, a pessoa ela vai reviver o trauma em Situações semelhantes. Tá claro? Vou dar exemplos práticos aqui
de novo. Uma mulher abandonada pelo pai, ela tende a atrair parceiros ausentes, buscando inconscientemente curar o trauma original. Toda toda a repetição que a gente vai buscar é uma forma também do cérebro estar tentando curar o trauma original. A gente vai se atrair pelo que é Conhecido e a gente vai reproduzir aquilo para tentar curar o trauma original, para tentar fazer diferente. Mas a gente não precisa ficar revivendo problemas para curar o trauma, né? Tá? Alguma dúvida? Então, o nosso objetivo é trazer consciência, é identificar o momento exato, é analisar o que a pessoa nos
traz. A gente não vai saber quais são os gatilhos. A maioria das vezes a gente vai ficar meio em dúvida, não é muito certo. A pessoa, ela vai nos trazer um problema e a gente vai identificar o momento exato do choque biológico. A gente consegue identificar a emoção congelada naquele momento mapeando o cérebro. E aí nós usamos técnicas como o Mapeamento, né, cerebral, a técnica de acessar memórias celulares, que eu vou ensinar para você, para vocês, a respiração com renascimento e a reprogramação neurológica para criar um novo registro emocional. E eu vou também ensinar para
vocês várias eh afirmações, reafirmações de reprogramação, tá? Tá claro? Não, a Tati tá perguntando, me tira uma dúvida. Eh, tive uma gestação e perdi o bebê com dois meses de gestação. Logo em seguida tive uma gestação gemelar e fiquei na dúvida se eles seriam trigêmeas. Não. O que acontece? Quando existe uma perda de um bebê, biologicamente, vai ter duas concepções, dois embriões. Esses dois embriões concebidos, eles podem avançar ou eles podem eh se desenvolver e aí só um evolui, tá? Como tiveram teve uma perda e teve gêmeos, os dois Evoluíram. Tá claro? Pode ser que
não. Depende de como você viveu isso. Pode ser que para você foi insignificante essa perda. Pode ser que não foi. Eu tive uma perda antes e eu tive muito medo do meu filho perder. Depende de como a gente vive aquilo, lembra? É o trauma, como foi processado. Por que que pessoa ruim não fica doente? Por que que pessoa ruim vive mais? Porque são frias. frias. O emocional está congelado. Essa pessoa está emocionalmente morta. Ninguém ela não vai ficar doente. O que vai gerar o trauma é como o nosso emocional vai lidar com o problema. Eu
tive um aborto antes do meu filho. Eu tive medo do meu filho morrer também. Eu programei um trauma nele. Se eu não tivesse nem aí, se eu tivesse simplesmente falado assim: "Ah, que bom, agora eu engravidei de novo. Eba! Não teria gerado um programa nele. Tá bom? Quando um aborto é provocado e tem dois filhos, se essa pessoa não carrega culpa em relação ao aborto, isso não vai gerar problema nenhum. Mas biologicamente se tem um aborto, isso é biológico, tem Um lado emocional. Agora biológico, se tem um aborto, vem duas concepções, tá? Às vezes pode
vir três concepções. No programa avançado terapêutico, no módulo dois, na aula cinco, eu falo sobre concepções gemelares e ali eu dou algumas técnicas para trabalhar isso e a gente vai falar mais isso na frente. Mais paraa frente a gente vai falar um pouco mais sobre isso. Eu sou a primeira filha e eu sou gemelar. Como eu sei que eu sou gemelar? Porque meus irmãos são gêmeos. Para vir gêmeos tem que ter havido uma morte. Então, meus irmãos são gêmeos. Isso quer dizer que eu também era gemelar, só que eu sou primeira filha. Por que que
primeiros filhos são gemelares? Porque na ancestralidade teve muitas perdas. Porque o o óvulo da mulher é formado Já no útero do avó. A mulher já nasce com os óvulos. Então, a informação vivida no útero da avó, o que a sua avó viveu enquanto estava gestando a sua mãe, ficou programado no seu órgo, tá? Tudo a gente, eu vou explicar um pouco mais sobre isso de ancestralidade na aula de psicogenealogia, essa parte biológica do DNA. Uma amiga teve uma gravidez de gêmeos, Provocou um aborto e apenas um filho permaneceu. Esse filho hoje quer ser menina. Pode
ser este outro bebê abortado talvez fosse menina. Pode ser, pode ser, pode ser. Pode ser que ele está preso na irmã. Tem como resolver isso? Dificilmente uma pessoa que é homossexual nos procura Querendo não ser homossexual. E a gente não pode influenciar sobre as escolhas da pessoa. Se ele quer ser menina e namorar uma menina, deixa ele ser uma menina e namorar uma menina. Agora a sua amiga vai ter que lidar com as consequências do aborto que ela fez. Ela tem um filho bem traumatizado, porque quem nasce em tentativa de aborto é um trauma muito
difícil de lidar. Ah, A gente não vai resolver os problemas das pessoas. A gente não vai mudar a nossa mãe. A gente vai ter que lidar com os problemas da mãe. A gente vai ver a nossa mãe definhando nos nossos nos problemas dela. A gente vai ver o nosso irmão se destruindo por causa dos traumas. a gente vai ver o nosso marido se acabando em vícios E a gente não vai conseguir fazer nada. Porque se tem uma coisa que a gente aprende enquanto terapeutas, é respeitar o livre arbítrio do outro. E quando a gente atende
uma pessoa, a gente pergunta: "Para que que você está me procurando?" Esse foi um dos principais motivos que eu parei de atender adolescente, porque geralmente é uma mãe que me procura querendo que o filho seja aquilo que ela quer, Sendo que foi essa mãe que traumatizou totalmente o filho e ela não está olhando para ela. Ela está querendo mudar o filho, mas ela não está olhando para ela que ela precisa se mudar antes de querer mudar o filho, que o problema tá nela, porque o filho é fruto dela, né? Então foi um esse foi o
principal motivo. Eu atendi muitos, eu atendia uma época muitos eh adolescentes e eu parei de atender Justamente por isso, tá? Porque eh a gente vai fazer aquilo que o paciente nos procura para fazer. Lógico que ninguém vai procurar uma terapia para matar a outra pessoa, né? Não, não exige isso. Mas eu já tive pessoas que me procuraram porque estava querendo abortar e precisava da minha ajuda para lidar com a culpa. E eu vou falar o quê pra pessoa? Eu vou Falar não, não aborta. Uma pessoa morando no exterior, sozinha, com um relacionamento extremamente tóxico, com
23 anos de idade, eu vou falar o quê pra pessoa? Apanhando de uma pessoa, eu vou falar o quê pra pessoa? Não, não aborta. Eu não vou falar nada. Eu não tenho que falar nada. Então é muito delicado a nossa postura, a nossa posição, o lugar que a gente se coloca de entrar em uma sugestão do que A pessoa vai fazer, tá? É muito delicado, é muito sensível, é muito difícil, a gente tem um poder muito grande sobre a pessoa que nos procura. A gente precisa tomar muito cuidado com o que a gente vai falar,
que a pessoa deve fazer ou não. Eu não falo para ninguém se separar do narcisista. Eu não falo. Eu não falo se separa. Eu não falo. A gente não pode dar sugestão do que a Pessoa precisa fazer na vida dela. O terapeuta, ele vai ajudar a pessoa a lidar com conflito emocional. Pode ser que quando a gente trabalha a culpa da pessoa que nos procura porque quer fazer um aborto, essa pessoa mude a decisão. Porque a culpa era a repercussão do conflito de uma dor que ela viveu lá no útero da mãe dela. ou pode
ser que não, pode ser que ela continue com a mesma decisão, Mas a gente termina a a sessão falando assim: "Melhorou a culpa, você já agora é com você, você decide o que você vai fazer, tá?" Tá claro? Vamos lá, mais uma história, Jericado, [Música] porque o pai dos meus filhos acha que o erro tá em mim ou na criação com ele, mas não percebe que ele está deixando os traumas Dele adoecer meu filho. Será que o seu filho também não tem aprendizados de vida com esse pai que ele vai ter que passar por isso
e vai ter que lidar com isso? E muitas vezes a gente também não tem muito o que fazer? nosso filho vai ter que lidar com aquilo. Eu também já me vi em situações com o meu filho que eu percebi que era uma situação delicada, que a única coisa que Eu pude fazer era ir trabalhando o emocional dele para lidar com a situação, mas não proteger ele excessivamente, porque senão também o emocional não se desenvolve, tá? A diferença é que quando a gente trabalha com crianças, todos os traumas que vão acontecendo, a gente vai trabalhando pontualmente,
de forma em que esse trauma vai sendo Dissolvido ali na primeira, segunda infância e essa pessoa não vai carregando para os próximos setênos. Ele tá na adolescência há 15 anos e vejo ele muito revoltado com o pai. E aí você vai a ter que entender, ter que ir lidando, ter que tendo o jogo de cintura, ter que ajudando ele como você consegue, ter que diminuindo os traumas, os programas dele, mas a gente não vai ter muito o que fazer, né? Então é muito difícil, difícil não, Delicado a postura que nós temos. enquanto terapeutas de não
ultrapassar os limites em relação à vida do próximo, seja com o nosso cônjugue, seja com os nossos pais, seja com os nossos irmãos ou com os nossos pacientes, tá? A gente desprograma o trauma. Depois disso, a pessoa vai ter os as percepções daquilo que ela precisa, porque o cérebro começa a funcionar. Eu atendi uma paciente que ela me procurou porque o o parceiro casada com bebê pequeno, o parceiro ele era totalmente indisponível, ele não dava atenção para ela e ela tava totalmente dependente emocional, buscando atenção do parceiro. Ela me procurou por causa disso. Na sexta
sessão, ela chega falando que pediu divórcio, que ela sentia nojo do parceiro. Eu não induzi ela a isso. Ela decidiu por conta própria e eu fiquei surpresa. Ela tá divorciada, tá gente? Ela se divorciou, parceiro, um alcoolismo enorme, agressividade, não trabalhava, narcisista, maltratava ela e ela não enxergava. Ela só se sentia carente, querendo o amor dele. Quando ela começou a ver as programações que vinham lá da infância dela, ela começou a perceber que ela Estava sendo maltratada, como ela era maltratada na infância. Foi só isso que ela precisava para falar que não vou ficar aqui
não, não preciso mais. Então a própria pessoa, ela começa a ter decisões e a própria pessoa, ela consegue sair do problema, tá? É assim que o cérebro começa a funcionar de uma forma harmônica. Quando a gente atende o paciente na primeira consulta, A gente não vai usar os mapas. A gente vai fazer um mapeamento biográfico. O que que é o mapeamento biográfico? é escutar o que a pessoa traz de problema. a pessoa te traz um problema e segundo a biografia dos primeiros anos de vida, você vai dar uma devolutiva pra pessoa do que precisa ser
trabalhado. Na primeira consulta, a gente vai jogar Uma bucha na cabeça da pessoa enorme. A pessoa vai falar assim para você: "Roberto, eu tenho um problema financeiro. O dinheiro não entra na minha vida". Aí você vai perguntar: "Ah, né, como esse histórico vem acontecendo? Como foi a sua concepção? Como foi o parto? Como foi seu pai? Como foi sua mãe? Aí a pessoa vai te contar. Aí você vai virar pra pessoa e falar assim: "Então você tem um trauma aqui no momento do Seu nascimento que ficou programado no seu cérebro porque é perigoso dinheiro entrar
na sua vida". Além disso, seu pai era alcólatra e o cérebro associou que eh é extremamente perigoso o trabalho, homem, dinheiro líquido na sua vida. Porque a referência do pai é essa. Se você não fizer uma desprogramação desses padrões, o dinheiro não vai entrar na sua vida. Não adianta. Nós precisamos trabalhar isso, isso, isso, isso. Mais uma coisa, na sua ancestralidade Aconteceu isso, isso, isso. Então, olha só, nós vamos fazer 10 sessões de desprogramação. Só uma não adianta. A gente precisa fazer 10 de desprogramação do trauma de nascimento do seu pai. da sua ancestralidade, eh,
da sua mãe. Ah, você também tem um pacto de honra com a sua mãe. E aí depois que a gente encerrar aqui, eu vou te passar o protocolo do que nós vamos trabalhar, tá bom? A pessoa, ela sai da consulta Assim: "Nossa, eu preciso me curar rapidamente". Você, a pessoa te traz um problema e você vai dar uma devolutiva pra pessoa do problema diante dos programas biológicos que você for registrando aqui, tá? Então, quando eu tenho um paciente, eu vou tampar o nome aqui do da pessoa. Quando eu tenho um paciente, Eu começo a perguntar
o problema dele, começo a perguntar o que aconteceu na gestação, o número de filho que ele é, tal, tal, tal, tal, tal, tal. Tá? Nessa primeira sessão eu falo assim, ó. Você, por exemplo, esse paciente, quando a mãe dele estava grávida dele, o pai dele abandonou ele, tá? E aí eu falo assim, ó, aqui você tem uma programação de abandono do pai e aí você vive o mesmo abandono Nos nas suas relações. Você se sente abandonado da mesma forma que a sua mãe se sentiu abandonada. E você não consegue ter a sua energia masculina porque
o seu pai foi embora. Ele não te deu a energia masculina. E aí? Aí eu trago outra coisa. Ah, e mais uma coisa que aconteceu aqui, você é o 13º filho. Você não tinha vez, por isso que você não tem vez no seu casamento. Aí eu vejo outro ponto aqui. Aí Aconteceu isso, isso e isso. Ai, a sua mãe era agressiva. Por isso que a sua mulher é agressiva. Então você se sente abandonado sem vez. E ainda a mulher agressiva, você tá reproduzindo tudo que você viveu na sua infância. E enquanto a gente não desprogramar
isso com o renascimento, você vai continuar revivendo. Isso é uma programação do seu cérebro. Você entendeu? Ele falou assim: "Entendi, então tá, eu vou te passar o que a gente Vai fazer, tá bom? Tá bom. A gente vai fazer isso, isso, isso. A gente vai fazer 10 sessões terapêuticas. nas 10 sessões terapêuticas a gente vai trabalhar a sua ancestralidade, a sua infância, tal, tal, tal, tal, tal. Tá bom? Tá bom. Depois pelo WhatsApp eu te passo os valores, tá bom? Tá bom, tá bom, tá, tchau. Aí a pessoa ela faz fecha um pacote de 10
sessões com você. E aí nas 10 sessões, cada sessão a pessoa vai vir te trazer uma questão, Você vai fazer um mapeamento, identificar o que precisa ser trabalhado e colocar a pessoa para fazer a desprogramação com a vivência e as afirmações que você vai fazer. Tá tá claro o processo? Na próxima aula eu vou pedir para vocês estudarem a fundo o módulo da ciência do início da vida da Dra. Leonor Luzes estuda a fundo o módulo um do programa Avançado terapêutico. Porque nós vamos trabalhar o quê? Momento da concepção. Qual a programação que gera? Se
eu não fui desejada, eu não me sinto desejada por homem nenhum. Se eu não fui desejada por meu pai, eu não me sinto desejada por homem nenhum. Se eu não fui desejada pela minha mãe, eu não me sinto desejada por mulher nenhuma. Se eu não fui desejada por pelo pai e pela mãe, entendeu? se no momento do meu parto, Eh, lá na ciência do início da vida, um módulo da ciência do início da vida é o módulo três da NPG e o módulo um do PAT. Quando eu comecei a atender, eu fiz uma tabelinha que
eu deixei na minha frente. Concepção não desejada, parto, não sei o quê, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal. e comecei a fazer um mapeamento Biográfico gratuito nas pessoas para pegar essa agilidade. A gente precisa pegar essa agilidade de falar: "A pessoa disse isso, é isso. A pessoa disse isso, é isso. A pessoa disse isso, é isso. Disse isso é isso." O que eu faço no meu Instagram é isso. As pessoas elas vêm do meu Instagram e já fecham consulta comigo, já fecham pacote de 10 sessões, porque
no meu Instagram eu já falo: "É isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, Isso". Todo tempo. Então, o mapeamento biográfico é paraa sua mente ficar afiada em dar devolutivas pra pessoa, tá? O do PAT está no programa avançado terapêutico. Vocês receberam de bônus. Se caso alguém não tenha recebido, entra em contato com a gente e avista que a gente disponibiliza para vocês. Quem não recebeu Acesso ao PAT, precisa entrar em contato com a gente pra gente disponibilizar no e-mail individual de cada um, tá? E chama a gente pelo privado. É o programa avançado terapêutico. O
paciente não preenche anteriormente, a gente preenche na hora. O que a gente vai fazer é mandar um textinho paraa pessoa se preparar paraa consulta. E esse textinho eu vou mandar para vocês exatamente o texto que você vai mandar pra pessoa e a pessoa vai trazer essas informações paraa consulta. Isso. Como curar sua criança interior? Módulo um. Pode estudar todos, pode estudar o módulo inteiro, tá? Esse módulo é muito rico de informações e vai ser um complemento muito bom pra próxima aula. Alguma dúvida? o módulo 3 da NPG e o módulo um do programa avançado terapêutico.
A próxima aula será, a gente volta pro mesmo dia, todas as quartas às 19 horas, tá? Somente essa aula que eu precisei antecipar. Próxima aula vai ser no dia 3 às 19 horas. Os mapas não serão usados ainda na próxima aula, porque na próxima aula a gente vai fazer O mapeamento biográfico e eu vou sortear um de vocês para fazer o mapeamento biográfico. Então, estejam na aula, porque quem não estiver na aula pode perder a oportunidade. Todas as aulas, as próximas aulas não são todas, tá? Mas em muitas aulas eu vou estar sempre sorteando vocês
para fazer o atendimento aqui. Eh, quem não quiser fazer, lógico, é só falar, não, não quero tal, mas vai acontecer isso aí Entre a gente, tá bom? O pessoal tá louco para mapear o cérebro. Antes de mapear, precisa treinar o seu cérebro para começar a identificar. Regra básica, o que você viva, hoje foi um choque biológico lá atrás, um programa. O que você vive hoje gera um gatilho que te coloca numa repetição de padrão do programa que você viveu lá atrás. Enquanto você não ressinificar o programa, você vai ficar ali revivendo o problema e o
problema vai ativar o gatilho. E toda vez que o gatilho é ativado, você repete o problema, tá? Quando a gente diz programa para a repetição da situação e a pessoa não se desestabiliza mais. Tá claro? O arquivo do mapeamento biográfico está na plataforma e também está naquele link do drive que eu disponibilizei para Vocês no grupo do WhatsApp. está sem o logo para que vocês possam colocar o logo de vocês. Então é isso, estudem, contem, continuem, né, estudando. Eh, tem um tem um livro que é bem interessante que vai trazer um pouquinho dessa visão que
é o nome do livro. É, se eu não me engano, o livro ele está, o PDF dele está lá no drive. O nome do livro é Como seu Nascimento. Perfeito. Gente, vocês me perdoem porque o PDF é horrível. como seu nascimento afeta seus relacionamentos, tá? Tá lá no drive. Um outro livro que tá lá no Drive não está e eu vou colocar. É um livro que fala é o livro da síndrome do Jacente que fala sobre abortos, eh abortos e lutos de bebês. Eu vou colocar isso lá para vocês também, tá? Tá, mas vocês me
perdoem, por exemplo, esse livro, a síndrome do do Jacente, é um livro em espanhol, não tem ele em português. Tem ele em português, mas ele é bem caro. Então é uma cópia em espanhol, uma cópia muito mais ou menos, tá? Mas está biografia aí Para vocês, caso vocês quiserem se aprofundar ainda mais. Muito conteúdo. É, Carla, é muito conteúdo. Só entendo o básico. Problema, programa. Diz programa, o problema passa, tá? Só o básico. Pega isso e aí você vai entendendo dos programas e aí você vai pegar isso muito fácil. Então, uma boa Semana para vocês
e nos vemos no dia 3. Obrigada, Bruno. Obrigada. Vou aproveitar Disney sem meus gatilhos. Um beijo no coração. Até semana que vem.