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outras. São cursos completos, atualizados e feitos para quem quer crescer rápido na carreira. E aí vem a parte boa. Em parceria com o pessoal do Redcast, a gente conseguiu R$ 500 de desconto na assinatura da comunidade impressionadora, que é tipo Uma Netflix do mercado de trabalho. Você paga uma assinatura e tem acesso a mais de 30 cursos completos para acelerar sua carreira em um único lugar. Para entender melhor e garantir esse desconto, é só acessar o link exclusivo da audiência do Headcast que tá aqui na descrição do vídeo ou no QRC. Isso é um aviso
importante, esse desconto fica disponível por poucos dias. Então, se você quiser aproveitar, corre lá e garante sua vaga antes que volte ao Preço normal. >> Pronto, estamos ao vivo, galera. Começando mais um episódio aqui no Redcast. Sejam todos muito bem-vindos. Eu sou Júnior Masters e dessa vez, segunda-feira, é, estamos aí, não 8 horas, né, 8:29, estamos começando esse episódio. Quero pedir para que você que está nos acompanhando, eh, já vai pegando a sua cadeira, já vai sentando aí no seu sofá para acompanhar esse bate-papo, porque Hoje é dia de sabatina. No hoje nós vamos dar
continuidade aí à série de conversas aí sabatinas com os presidenciáveis, quem são aqueles que estão aí na corrida presidencial rumo à Brasília. no ano que vem. E para isso já estamos aqui, já vou pedir para todo mundo dar o like e se inscrever quem não é inscrito, obviamente, porque nós estamos com uma incrível audiência e estou com meu parceiro diretamente de Calest Paraguai, Renato 13itão. Minha honra, minha honra. Espero que não apenas esses três pré-candidatos que tenha mais coragem de todos apareçam aqui, mas que esse seja o início de uma série de diversos diversas sabatinas,
dando inclusive visibilidade a pessoas que têm coisas relevantes a dizer, mostrar pro eleitorado brasileiro que não apenas as opções oficiais são as únicas, não é isso? >> Nessa nossa missão aqui, Júnior, >> mostrar que existem outras opções, não é Isso? >> E que e que a gente precisa conhecer melhor os candidatos, não é verdade? As perguntas que ninguém nunca fez, não é isso? As perguntas que ninguém nunca fez. Agora tem que pegar leve, viu? Porque o o o Rui Costa Pimenta, ele é um cara que não tem coragem, meu irmão. Dependendo do que você perguntar
de Israel, aí ele derruba seu canal, viu? >> Derruba o canal. [risadas] Fácil mesmo. B, mas estamos aqui. >> Se perguntar se local estr mentira, é capaz de você perder seu canal. >> Eita. [risadas] >> Ó, estamos aqui com Rui Costa Pimenta, pré-candidato aí à presidência da República pelo PCO, mais uma vez aqui no nosso programa. Seja bem-vindo, Rui. >> Muito obrigado. Prazer é meu. >> Rui Costa Pimenta, eh, há quanto tempo você tá no PCO? Nós fundamos o PCO, eu acho que nós conseguimos o registro Oficial em 96. >> 96. >> Mas nós somos
um grupo político que vem do da época do PT, da época da ditadura, em 78, mais ou menos. >> O senhor foi foi um dos fundadores do PT, correto? Eu fui, participei logo no começo, >> tá certo? Então, estamos aqui com o Rui Costa Pimenta. Pra gente já ir direto ao assunto, vou passar aqui já a palavra pro Renato 3 oitão. Ele vai fazer aqui Perguntas de sim ou não ou depende, né, para o Rui Costa. >> Vamos lá, Renato. Pode começar >> para nivelar, para nivelar início da conversa, até porque a maioria absoluta das
pessoas que assistem esses programas, o cara não passa do quinto, do 10º minuto, sem te perguntar as principais pautas hoje em dia no país. Apoio ou não apoio? ou passa ou tem que ver em 2, 3 minutos já faz o perfil do cara e depois a gente dá questões Dissertativas que ele fale o tempo que você que ele quiser. Se o se o pré-candidato quiser falar 5 horas aqui, meu irmão, a gente transmite 5 horas igual a Glauber faz o os e fala Glauber é ficou provado que ele era Daabim, porque ele fazia interrogatório da
BIM, né? Assim que instrumento de de inclusive bota o cara para repetir a mesma coisa cinco vezes para ver se ele entra em contradição, né? Assim que faz interrogatório [risadas] inteligência Na lab. Posso, posso começar, pré-candidato? Gostaria de dizer que é uma honra, que eu posso não concordar com tudo o que o senhor diz, mas eu admiro que o senhor tem atitude, meu irmão, diz coisas que pouquíssimas pessoas têm coragem de dizer publicamente, aquele negó do racismo, a zorra toda, meu irmão, o senhor, inclusive vários libertários, galera do Chuto Hop, admite que o senhor é
um dos é um dos maiores defensores da Liberdade, meu irmão, públicos que não é possível. Como é que inclusive o grande problema dos libertários é admitir que o maior representante da sua ideologia é um cara que é nominalmente comunista, não é? Isso é uma vergonha pra galera. É o que o padre Paulo Ricardo diz que no Brasil só existe esquerda e esquerda da esquerda. Posso começar metendo as expressões aqui pro senhor dizer se apoia, não apoia ou tem que ver? >> Pois não. >> Cotas raciais >> depende. >> Depende. >> Tem que ver, né? >>
Tem que ver. >> Desarmamento civil. Não. Armamento. >> Uhum. >> Cota feminina na polícia. >> Hum. Não. >> TF simbólico para mulheres na polícia. >> Como é que é? >> TF. Teste de aptidão ficou. >> TF é o exame físico que para as mulheres na polícia é 10 vezes menos esforço do que dos homens. Pro mesmo cargo, mesma atribuição, mesmo salário. >> Bom, tem que ter algum Sim. Tem que ter algum tipo de de seleção física. Sim. Candidaturas independentes sem partido. >> Sim. Sim. OK. >> Sim. É o senhor apoia. >> Apoia. >> Redução do
Estado. Menos impostos e menos gastos. >> Hum. Menos impostos sim. Menos gastos não. >> Pena de morte >> não. >> Castração química de criminosos sexuais como pena alternativa. >> Não. >> Aborto no SUS. >> Sim. Descriminalizar todas as drogas. >> Sim. >> Lei Maria da Penha. Mais ou menos. >> Uhum. >> PL de crime de misogenia. >> Não. Contra. >> Privatizações estatais. >> Contra. >> Fundo partidário e financiamento público de campanhas. >> Depende. Pode ser. Urna eletrônica sem voto Impresso. >> Não. Voto impresso. >> Bomba atômica brasileira. >> Sim. >> MST. >> Sim. >> Sim.
>> Capitalismo, >> não. >> Comunismo, >> sim. >> Feminismo, >> mais ou menos. Extinção da CLT e da justiça do trabalho. >> Não. >> Direito de homeschooling. >> Depende. >> Desregulamentação e simplificação de atividades privadas. >> Depende. >> Limitar [limpando a garganta] o Estado a suas funções próprias. >> Não. >> Lockdown tranca tudo na pandemia e em Futuras pandemias. Depende. >> Direito de livre comércio de sangue e tecidos. >> Que isso? >> Direitos para trãs como banheiro unissex. >> Não. Direitos sim. Mas >> nova constituinte. Nova constituinte. >> Sim. Nova constituinte. >> Lei ranê e
dinheiro público para artistas. Lei juan não. Dinheiro público pode ser >> casamento gay na igreja. >> Sim. >> Pronto. Era igreja. >> Não, em igreja. >> Em igreja não. >> Igreja. [risadas] Igreja >> qu sim. Na igreja não. Não é isso? >> A igreja depende da igreja. A igreja tem a igreja tem quiser. A igreja tem que decidir. Entendi. >> Entendi. >> Altamente libertário, não é isso? Eh, uma que o senhor respondeu, depende, foi Lei Maria da Penha. >> Acho que é uma lei necessária, mas imperfeita, né? Imperita e ineficaz também, em grande medida. >>
Entendi. >> Posso posso botar dissertativas pro senhor dizer o que senhor quiser, pré-candidato? >> Fica à vontade. Tô à disposição. >> Quem seriam suas três indicações ao STF, que o próximo presidente provavelmente vai ter até mais de três indicações, não é isso? Eu não indicaria ninguém ao STF, porque a nossa posição é pelo fim do STF. >> Rapaz, esse cara vai ganhar muitos votos por essa declaração, viu? >> Não tem que ter Corte Constitucional, >> não. Como que seria então dois poderes apenas? >> Dois poderes. Na verdade, o o judiciário É um poder num sentido
abstrato, né? Eh, muitos países não tinham STF, >> certo? Agora quase todos têm, mas muitos nunca tiveram. Inglaterra, por exemplo, nunca teve. E tem países que tem judiciário, mas não corte constitucional. Ele não tá dizendo que vai extinguir o judiciário. Vai ter juiz de primeiro grau, vai ter judiciário de recurso, só não vai ter uma pessoa para dizer o que é a Constituição, não é isso? >> Ex. Aham. Eu acho que não pode ter um um juízo que decide o que é a Constituição. >> Isso. O isso existe em diversos países. É desse jeito. Eh,
quem seriam os nomes que o senhor indicaria hipoteticamente? a ministro da fazenda e quem o senhor chamaria para fazer o programa de governo? >> Ah, é muito difícil com as pessoas que tem aí é muito difícil. >> Não tem ninguém fazends seria alguém do meu partido. >> Senhor, não tem um nome para dizer assim economista. >> Não, nós temos vários economistas. Não, não teria um nome assim. O você você eh chegou a comentar que você eh capitalismo não, mas comunismo sim. Mas como que o senhor pretende fazer o comunismo dar certo no Brasil se o
comunismo se encontra em crise no mundo todo? >> Não. O o essa crise do comunismo é um equívoco, porque Os países que todo mundo aponta como comunista não são comunista. Não existe, nunca existiu, né, na sociedade moderna nenhum comunismo. Existiu o socialismo. >> Não, o que existiram foram estados que acabaram com o a propriedade privada, né, dos grandes meios de produção. Mas isso daí não é suficiente para você falar em comunismo. é um passo nesse Sentido, mas não é comunismo. O comunismo ele implica implicaria, por exemplo, na no desaparecimento do mercado, do dinheiro. Nós nunca
tivemos isso em país nenhum. >> É, [limpando a garganta] o senhor apoiou o Lula em duas em duas em duas eleições, não é isso? O senhor se arrepende de ter apoiado o Lula em 2022 ou em 2018? Não, na realidade eu apoiei o Lula Três vezes, né? em três vezes. É, três vezes. Em 89, em 94 apoiei o Lula e agora em 2022, 2018 o Lula não concorreu. Eu teria apoiado. [limpando a garganta] >> E o senhor acredita nos nos processos eleitorais ou o senhor acredita que existem vieses e e crimes eleitorais? O senhor acha
que e a o senhor confirma confia nessa urna e nesse sistema eleitoral atual? >> Não, não, não confio. E eu acho um absurdo que no Brasil tenham transformado em crime você discutir a eficiência da urna eletrônica. É uma coisa >> Não. E os assassinos todos monetizando o YouTube e quem e quem discute esse tipo de coisa é é banido da da discussão pública, né? Totalmente absurdo. Ah, a >> se o senhor >> deixa eu só >> da sua presidência ou me perdoe, >> não. Só ia perguntar se se eu quiser concluir. O pessoal aqui no
chat tá dizendo a respeito de de alguns países. Então vou dizer alguns países. Senhor pode me dizer se por que não é o comunismo lá. >> Aham. >> Por que que na a Alemanha oriental, por exemplo, o senhor não considera o comunismo em primeiro lugar? porque porque era um um estágio muito incipiente De caminho para o comunismo e com uma série de problemas, tá? Não, eu sou da doutrina de que o comunismo é uma coisa internacional, não pode se acontecer num único país, porque eh o país não tem o potencial econômico para dar lugar a
uma sociedade comunista. Também aproveito para esclarecer uma coisa que deve ser confusão, né? Eh, na nossa opinião, o comunismo não é distribuição da miséria. Por exemplo, Cuba é um país pobre. >> Hum. >> Ali é uma distribuição do pouco que eles têm. Isso não é o comunismo, né? É um é um país que presta atenção na população, é, mas tá muito longe de ser o comunismo. Para nós, o comunismo seria um estágio econômico mais avançado do que o capitalismo mais desenvolvido. >> Mas o o senhor acredita então que, digamos, que essa revolução internacional pode começar
pelo Brasil? >> Poderia. >> Poderia, mas aí o senhor precisaria eh expandir essa revolução pro pro resto do mundo. >> Sem dúvida nenhuma. Esse esse sempre foi o programa comunista, expandir a revolução. >> Que que você acha disso, Renato? >> É o objetivo final do comunismo é o final do Estado. É por isso que algumas posições do Rui, eles são mais libertárias do que qualquer outro Candidato. A questão é que uma das etapas pro comunismo é a ditadura do proletariado. É por isso que ele disse, por exemplo, que Cuba, que a todos esses casos que
você deu, a Alemanha oriental não era comunista. A ideologia dela era comunista, mas ela estava na fase de ditadura do proletariado, não é isso? É isso mesmo. Para ser o comunismo, eles teria que destruir o próprio estado, que é uma fase que nunca aconteceu. O Rui, ele é trotquista, não é isso, Rui? >> Exatamente. >> Ele não é leninista, ele não é mauísta, ele não é como é Jush, que é os caras que acha que qualquer lugar você pode fazer o comunismo. Foi exatamente o que ele disse. Na visão de Trotsk, o comunismo era todos
ou ninguém, não é isso? Que é o que ele falou que é universalismo, não é isso? >> Isso. Exatamente. Internacional. Só que o Trotsk era leninista. >> O posso meter bronca aqui? Pode, pode, Pode. >> O senhor como presidente defenderia publicamente o impeachmanf do PGR, como o senador lá Alessandro propôs? Em caso positivo, como limpar o judiciário? >> Eu defenderia porque o STF foi autor de uma quantidade gigantesca de ilegalidades nesses últimos 3 anos. >> Só nos três anos? Não, não, nos três anos ele se excedeu, né? É de desde isso, é desde sempre, né?
Desde sempre. >> É uma entidade que só prestou de serviço ao Brasil. >> Eu acho que o impeachment seria bem bem colocado. >> O senhor apoiaria o impitman de todos que foram indicados lá pela Alessandro Vieira ou mais alguns? Eh, eu não me lembro agora quais que ele era. O >> era Gilmar Mendes, Dofol e e Alexandre de Moraes e o PGR, o Janô. >> Sim, eu eu defenderia o impeachment dos Três. Na verdade, todos que votaram no processo do pessoal do 8 de janeiro, na minha opinião, tinha que sofrer impeachment. E e voltando à
Maria da Penha, que o senhor disse que tinha que ver, eh, qual penalidade o senhor acha que seria correta para falsas acusadoras? >> Eu acho que não é possível você aceitar que uma pessoa seja condenada apenas com base numa acusação. Esse é um procedimento profundamente antidemocrático, né? Mas eu eu não me lembro bem exatamente do das cláusulas da Maria da Penha, mas me parece que isso aí não tá na lei. Uhum. >> É que não tem. Inclusive na prática, a a regra geral é é a impunidade da falsa acusação, né? É isso mesmo. >> Uma
uma uma outra um outro ponto que normalmente é altamente discutido nos no na na nas épocas eleitorais é moratória ou calote da dívida, porque um um dos Maiores gastos do governo brasileiro é uma dívida que em sua maior maior parte foi feita de maneira altamente ilegítima. No seu governo, como é que o senhor ia fazer a gestão da dívida pública do Brasil? ia pagar, ia meter calote, ia fazer moratório, ia ter auditoria cidadanão. O senhor faria o que com a dívida pública do Brasil de trilhão? Não é isso? >> Eu acho, eu acho que entre
o a dívida pública e a sobrevivência do povo Brasileiro, não tem dúvida. Não tem que pagar a dúvida. >> Cal, >> não tem que pagar. É calote. >> Não ia pagar nada para ninguém. Oudia os pequenos os pequenos investidores que não são a maioria, não é não é >> pequeno que até R 100.000 milhão deais 50.000 >> estabelecer alguma coisa assim 300.000 sei lá. >> Deixa eu abrir um pouco a a questão Dessa já que você tocou no assunto da dívida, Renato, queria que o Rui explicasse, até porque a gente tá aqui com com o
Renato, com a audiência e tal. Eh, o senhor militou já pelo Lula e foi o fundador do PT. Eu queria entender se o senhor concorda com uma com uma das coisas que o Aldo Rebeiro me disse, por exemplo, eh, o Lula de hoje em 2026 não é o mesmo Lula que o senhor conheceu, >> inclusive pelas posições que o PT anda tomando e as posições como taxa de Juros, eh, autonomia do Banco Central, pagar juros para para rentista e assim por diante. >> Não, acho que é uma avaliação equivocada. O Lula sempre foi o que
ele é hoje. >> Sempre foi. Então por que que o senhor sai do PT se ele é a mesma coisa? >> Nós sa não nós não saímos do PT voluntariamente. Nós fomos expulsos por divergência com a direção do PT que era encabeçada Pelo próprio Lula, né? Nó nós já tínhamos divergência naquela época. Nós entramos no PT com uma posição política própria. >> Hum. >> Nós não entramos apoiando a a posição do Lula. >> Nós tivemos muita briga com ele até no movimento sindical. >> Nós tivemos briga com ele no ABC. Nós nós atuávamos no ABC
quando teve as greves de 78, 79 e 80 e nós tivemos Muita briga. Mas o, pelo que o senhor tá dizendo, então, eh, vocês nunca concordaram, mas, eh, o Lula naquela época, ele era de direita ou de esquerda? Só para esclarecer, >> o Lula, ele começou a trajetória dele como sendo de direita. Ele foi, ele foi sindicalista, ele foi presidente do sindicato na época da ditadura. Aí ele começou a evoluir a esquerda, assumir posições de esquerda, né? Ele chegou até um certo ponto a ser bem esquerdista, eu acho. Mas o o projeto dele sempre foi
o de se eleger e fazer as coisas que ele acha que tem que ser feitas por meio das instituições políticas existentes. Ele sempre pensou isso, que é a essência do pensamento dele é essa. Você tem que fazer acordo, você tem que tem que se entender com o centrão aí, com a direita, com a tudo quanto é partido, lotear o ministério, que é uma Uma metodologia que não só eu discordo, como eu acho que é um fracasso. Eu acho que é uma metodologia fracassada, porque veja bem, a minha principal crítica ao PT não é a que
a maioria das pessoas aponta. A minha principal crítica é o seguinte. Nós tivemos aí 1/4 de século de PT. >> Hum. >> Quer dizer, já deu para ver o que o PT é capaz de fazer, o que ele não é capaz de Fazer, né? É, são é muito tempo. De 2002 até hoje, nós tivemos o governo Bolsonaro e um meio governo do >> Temer. >> Do Temer. O que que mudou no Brasil, né? Vou dar um exemplo só que eu acho que esclarece bem a situação. Quando o Lula entrou, ele fez o programa do Bolsa
Família, um programa necessário que a gente apoiou na época, apesar de que eu achava que era muito pouco dinheiro que eles Estavam dando pro pessoal, mas o programa em si era um bom programa. Bom, naquela época 1 qu4arto da população brasileira entrou no programa. O pessoal tava morrendo de fome depois do governo FHC. E hoje, 24 anos depois nós temos o mesmo 50 milhões de pessoas no Bolsa Família. Quer dizer, >> não, esse último governo foi o único que Diminuiu o número de de beneficiários, não é isso? Lula já cortou aí nesse ano, nesses últimos
dois anos, mais de 1 milhão de beneficiários, não é isso? >> Cortou, mas mesmo assim é o mesmo, basicamente é o mesmo número de pessoas, >> é >> do começo do programa. Quer dizer, a situação do país não avançou 1 mm, nada. >> Quer dizer, não dá, não vai mudar o Brasil assim. Eu não, eu >> um aumento de beneficiários do INSS, não É isso? >> Ah, sim. >> Os beneficiários do INSS de quando o Lula tomou posse em 2002 agora, meu irmão, exponencial, né? Então, eu eu, por exemplo, eu não eu não acusaria o
Lula de não querer fazer alguma coisa pelo Brasil, não é isso. Eu acuso ele de que o método que ele tem, a política dele, que é a política do acordo, da de da negociação dentro das instituições não leva a lugar nenhum, >> não leva ao poder. Ele é o poder, não é isso? >> É aí, exatamente. Tem muita gente que se beneficia individualmente. >> O JBS, pessoal do JBS leva, não é isso? >> É. É, tem em geral o pessoal se elege, tem um monte de gente que depende desse desse governo financeiramente. >> Então o
senhor concorda que a com a com a direita quando fala que o Bolsa Família é utilizado como compra de voto? >> Não, >> como como é um é um elemento de barganha do tipo, continua votando no PT, senão senão o benefício corta. >> Não, eu acho que isso acabou. Já >> acabou. >> Acabou porque o no governo Bolsonaro o Bolsa Família foi R$ 600. Foi o maior aumento do Bolsa Família. Eles chamaram de auxílio Brasil, não é isso? >> Auxílio Brasil, né? Auxílio Brasil com Bolsonaro atingir o máximo de bene Deficiários e o máximo de
valor, né? >> Então, quer dizer, hoje em dia ninguém vai falar que se o Flávio Bolsonaro ganhar, ele vai acabar com o Bolsa Família, porque não, >> se o pai dobrou, >> ele pode, ele pode até acabar, eu não sei, eu não tô na cabeça dele, mas >> Aham. >> Não haveria motivo para achar que só o Lula defende o o Bolsa Família. Inclusive há pessoas que não são Declaradamente de esquerda hoje em dia, que defendem abertamente eh UBI, né, que é renda mínima universal. Inclusive tá no programa do pessoal do MBL, Renda Mínima Universal,
que eles se dizem de direita, não é isso? >> Há pessoas de direita que defendem isso, >> inclusive para pessoas que se declarem eh, como é que chama? Eh, politicamente incapazes receber dinheiro, inclusive em decorrência da inteligência artificial. Muitas pessoas acreditam que a Inteligência artificial vai acabar com a maior parte dos empregos e tal e que a renda mima universal vai ser uma questão de de de sobrevivência e e e de dignidade humana, né? É, >> é só que um programa como esse tem que ser um programa temporário. >> O senhor Mas assim, não, a
renda mínima universal seria eh vitalício, né? Então, mas veja assim, >> se tiver robô, se tiver robô que faz tudo melhor do que as pessoas, seor Advocacia que eu trabalhava tinha 28 funcionários. Emprego, tem que ter emprego, tem que ter emprego. >> A inteligência artificial não tá tomando emprego de jornalista, de advogado, da zorra toda. >> Não, veja, é basta olhar pra China, tá todo mundo empregado lá. Lá tem muito mais inteligência artificial lá do que aqui. E aí >> eles passaram a ler, inclusive recentemente, proibindo que o fundamento Do da demissão seja substituição de
pessoas por inteligente artificial. Você pode usar, mas não pode demitir o cara utilizo como fundamento. >> Um negócio que eu queria, >> uma medida que a gente poderia adotar aqui, o problema no Brasil é que falta emprego >> porque falta indústria, porque falta economia. A economia brasileira, ela tem andado para trás. Nos últimos 40 anos, o Brasil perdeu 1/3 Da sua indústria. É uma tragédia nacional. >> A a desindustrialização é um processo uniforme até nos países ricos. A questão é que no Brasil não só cai indústria como caiu a riqueza em geral, né? Porque a
maioria das sociedades, a Europa e tudo mais também perdeu a indústria, mas ganhou muito mais em turismo, serviços, né? Isso é é uma tendência no mundo inteiro, né? Então, mas uma coisa são os países imperialistas, os países Metropolitanos, porque eles dominam o mercado financeiro internacional. Isso daí permite >> e máfias como patentes, não é isso? Máfias como patentes, >> eles monopolizam a economia. O Brasil não tem essa essa vantagem que é >> Uhum. >> uma coisa criminosa, mas o Brasil não tem. Então, se o Brasil perde indústria, tá andando para trás. Eles também estão andando
para trás. Vamos, vamos falar Que é verdade. A economia, por exemplo, da França, do Reino Unido, andou para trás. É que eles se sustentam com a economia financeira, mas há muito emprego que foi destruído lá, há muito problema social. Eu morei na Inglaterra. A Inglaterra, eu morei na década de 1970. A Inglaterra dessa época era uma coisa totalmente diferente do que é hoje. Não tinha problema social. Não tem mais negócio de siderúrgica, não Tem mineração. A mineração da GL 70 é uma coisa relevante lá de carvão, da zorra toda, né? >> É, é, >> fecharam
tudo. O o capital britânico não é aplicado na Inglaterra. >> Você vai você vai na Índia, a maior parte do capital britânico tá na Índia, tá na África. >> Os capitalistas, >> inclusive, o governo inglês, ele faz, ele hoje em dia tem uma política oficial De substituição do seu próprio povo, né? Destruíram até instituições para estatais de organização civil, acabou com maçonaria, com a zorra toda. Os caras acabaram com qualquer organização que não fosse o próprio estado e agora tão metendo bronca primeiro com as políticas antinatalistas e agora com colonização de funcionário mais barato, né?
Não exting se os caras chegaram num ponto de exploração que tem chegaram num ponto de extermínio da própria população E de substituição, né? É porque o investimento capitalista na indústria britânica é muito caro, o trabalhador é caro, então é melhor você abrir uma uma indústria na Índia. Trabalhador na Índia vai custar 10 vezes mais barato que na Inglaterra. >> Sim. >> Pois é. Ou na Malásia ou em qualquer outra escola. >> Na Malásia, na Ásia, em qualquer lugar. >> É, Rui, uma opinião sua que foi foi muito polêmica e eu gostaria de ouvir o senhor
falar mais sobre isso, é sobre o desarmamento civil. O senhor chegou a comprar uma arma na vida alguma vez? O senhor chegou a ter armas ou esse é uma é um é um é um motivo simplesmente ideológico? >> Não, eu já tive arma >> hoje em dia não. >> Eu tô eu comprei uma, eu tô tentando, eu preciso fazer o laudo para poder, porque Tem toda essa burocracia, né? Eu já paguei até. >> Mas a sua posição é contra o desarmamento, é isso? contra o desarmamento. >> Só acredita que o cara que mora na roça,
o cara que que se sente inseguro, deveria ter direito de ter arma em casa? >> Eu acho que sim. Só em casos muito excepcionais que a pessoa seria proibida de ter arma. >> Mas o o por exemplo, a esquerda, de modo Geral tem uma posição eh contrária à posse de armas. Então, mesmo em casa, a pessoa não pode ter. Então eu vi já, por exemplo, o Jones Manuel já mencionou o senhor uma vez falando que esse discurso de que cada um pode ter sua arma, de poder defender sua propriedade, defender ali mesmo que em casa
de eh se defender de uma invasão, é um discurso que não atinge a massa das pessoas, porque primeiro uma uma arma é caro, é uma coisa cara de ter e depois de além de Você gastar muito para adquirir arma, tem essa complicação e isso daí acaba se tornando uma coisa restrita à classe média, né? Porque você tem que ter residência, um monte de um monte de de questões burocráticas para poder ter esse porte de arma. No seu caso, você seria a favor de todo mundo ter poder comprar na loja, só pagar e levar embora. >>
Exatamente. Esse negócio de que a arma é cara é um problema de mercado. A arma no Brasil tem que ser cara, porque é muito difícil, é muito complicado você ter uma arma. Agora, se você tivesse como nos Estados Unidos, um mercado aberto de compra de armas >> e aí o o valor das armas cairia, depois teria muita arma de segunda mão. Hoje em dia mesmo, vamos falar que é verdade, né? >> Ou como na Suíça que o cara serve e leva A arma para casa, né? E depois fica o avô disputando com o neto e
o filho, não é isso? Na Suíça, inclusive é um negócio altamente democrático. A maior parte da população serve e a maior parte recebe o fusível para casa, não é isso? Exatamente. Agora que a esquerda, uma esquerda que se diz revolucionária, ser contra o armamento da população é uma coisa ridícula, né? Como é que você vai fazer uma revolução com a população desarmada? É isso que eu gostaria que Alguém me explicasse. >> É isso. O senhor disse que não se arrepende, que apoia, todas as vezes que apoiou o Lula, mas tudo que o senhor defende, ele
diz o contrário. Ele defende a censura, ele defende o desarmamento, a política racial, tudo o senhor diz o contrário, mas mesmo assim o senhor, porque o outro é pior, não é isso? Ou não? >> Não, eu tem muita coisa com do Lula que eu não concordo. O o apoio ao Lula é Pela política social dele e numa certa medida pela política econômica. Mas que o senhor admite que Bolsonaro aumentou o benefício e o número de beneficiários, não é isso? >> É, mas o Lula, por exemplo, uma coisa que eu acho importante, uma coisa que eu
não critico nele, apesar de ter muita crítica, ele não ele nunca privatizou nenhuma grande empresa estatal. Isso é uma coisa muito acredita que essas estatais são corruptas. Não tem Escândalos na Petrobras. Essas estatais não são corruptas ou são? Ah, a empresa estatal é corrupta e a empresa privada é corrupta também. E eu não defendo, eu não defendo a administração [tosse] da [limpando a garganta] burocracia do estado. Eu defendo que os trabalhadores que trabalham na empresa, que tem a sua vida ligada à empresa, que dão, que valorizam a empresa, que Eles administrem a empresa. Uma Petrobras,
por exemplo, administrada pelos petroleiros, pelos engenheiros da Petrobras, por todo esse pessoal que construiu a empresa, que trabalha nela, seria uma empresa extraordinária. Burocracia corrupta. Eu não, eu nesse sentido não, tem muita gente na esquerda que fala assim: "Ah, o Estado, o Estado é corrupto". Mas aí não é melhor privatizar, já que tá tendo corrupção, >> não. Mas você vai privatizar, privatizaram a Inel aqui em São Paulo. Primeiro que é um desastre, porque o cidadão não consegue manter as luzes da cidade acesa. Mas fora isso, qual que é a vantagem que a população tem quando
vem uma empresa estrangeira e manda todo o dinheiro para fora e cobra o olho da cara por para prestar um serviço? Não, não faz sentido. >> Tem privatizações e privatizações, né? Ele falou da Vale do Rio Doce. A Vale do Rio Doce dava prejuízoosos milionários, >> não? >> E aí quando eh Sim, dava prejuízo. E aí quando privatizou logo logo na sequência ficou em superáit e tá até hoje. A >> válid. >> A diferença é que o a corrupção privada dá prejuízo ao dono que tem como controlar. A a a corrupção pública, ela dá prejuízo
ao ao a uma ao quadr que não tem como fazer o controle daquele Daquele da daquilo. Tem tem uma tem um livro de Berlin Minins que já demonstrou há mais de 100 anos, né, que a a corrupção advém da separação de propriedade e controle, que o que o senhor falou, né, que o ideal é que as pessoas que trabalhassem, que dominassem, que que fizessem o controle do negócio. Mas enquanto for um presidente que busca, como o senhor falou, administrar pela amizade, pelo acordo, pelo compromisso, ele vai usar As estatais para agradar os amigo, não é
isso? >> É, sem dúvida. Eu sou contra isso. Por isso que eu defendo que os trabalhadores controlem a empresa e que o dinheiro fique aqui e que os trabalhadores ganhem mais. Porque vamos supor Petrobras, >> se o trabalhador brasileiro tivesse um salário melhor, o trabalhador da Petrobras, isso daí seria bom para o Brasil. É um dinheiro investido no povo Brasileiro. >> Em vários países, como em Portugal, há aulas de cidadania, não sei se eu vou falar em aula de cidadania em Portugal, que ensina coisas que os que os pais abominam, inclusive de sexuais e tal.
O senhor disse que tinha que ver sobre o o homeschooling. O senhor acha que acredita que os pais deveriam ter liberdade de educar seus próprios filhos em casa ou eles deveriam ser obrigados a entregar os filhos para educação Estatal? Quem deveria controlar a educação dos filhos são os pais ou é o governo? >> Bom, no Brasil não é que o o governo controla a educação, né? Porque tem muita muita educação privada, >> mas que é regulada. Ela ela é regulada pelo Estado, ela é menos livre do que a do que a própria pública, né? Porque
ela é estritamente regulada. É como dizer que bancos são privados. Não tem nada de privado, né? Um banco é mais regulado Que um que um policial, né? >> É também o banco vive do estado, né? É isso. É uma relação íntima de de na Câmara dos governantes, não é isso ou não? [limpando a garganta] Esse problema da escola doméstica, né, homeschooling, é um problema complexo, né? Eu não tenho uma sol uma uma uma proposta acabada para isso. >> É porque hoje tem pais que perderam o o controle dos filhos. Tem gente na cadeia Porque resolveu
e ir educar seus filhos dentro de casa e não entregar as regulações do estado em vários países do mundo, né? >> É, em vários país >> muitos brasileiros vem para cá para para Paraguai exatamente por isso, né? Para tirar as crianças da da do do regulamento da da escola que eles não concordam, né? >> Eu não acho que ninguém deveria ir preso por isso. Não acho. Isso >> só perder o filho já é o suficiente, né? >> Eu acho que a última coisa que alguém poderia fazer, tirar os filhos dos pais. O o senhor acredita
que o dono da terra deveria ser o dono do subsolo e da vegetação, explorando como quiser ou o subsolo deve pertencer ao governo? >> Ah, o subsolo tem que pertencer não ao governo, mas ao estado brasileiro. >> Então, se o cara ali acha petróleo no terreno dele, não é dele, >> não é dele, é do estado. >> Quais Quais estatais, órgãos públicos ou ministérios o senhor privatizaria ou extinguiria? Tem algum estatal que o senhor acha que que não deveria existir, que existe? Algum ministério? Não, eh, são poucas empresas estatais agora, né? Eu acho que a
empresa estatal é um patrimônio. Elas foram construídas pelo estado, >> mesmo dando prejuízo. >> Mesmo dando prejuízo, é, continua sendo um patrimônio e continua sendo benéfico Pro país. Por exemplo, você vê, a privatização levou as tarifas às alturas, né? Hoje em dia o cidadão comum para pagar água, luz e telefone, o salário, uma parte substancial do salário dele vai embora. Quando eu era eh jovem era, você pagava quase nada por tudo isso, era muito barato. Mas isso daí vamos só não cortando o raciocínio, mas isso não tem a ver com o fato da moeda Fiduciária,
do real não tá valendo mais nada, da gente tá cada vez mais afundado no no no sistema que que enfim a nossa moeda enfraquece, as coisas acabam ficando realmente mais caras e a gente não consegue ter um ganho real, mesmo com produtividade, mesmo com tecnologia, a gente cada vez mais tá ficando para trás nesse nesse ciclo. Não, eu acho que não, porque a moeda brasileira sempre foi fraca, né? Antes do real, ela era corroída Sistematicamente pela inflação. Eu mesmo vi quatro ou cinco denominações de moeda no antes do real. Eu tive, >> acho que senor
viu mais de 10, viu? Eu que sou mais novo podia ser seu filho, viete? Não >> é possível. É possível que tenha sido mais de 10. Então não acho que o problema, a moeda brasileira, ela tem se mantido mais estável desde o real. Não porque interesse ao Brasil que a moeda seja estável, é porque o mercado Financeiro exige uma estabilidade para poder investir aqui. Investir é uma palavra, é um efemismo, né, para vir arrancar o couro das pessoas aqui. >> É, o senhor mencionou que apoaria a nova constituinte. Qual seria o processo? O senhor acha
que a nova constituinte deveria vir de uma revolta popular e tal ou de um sistema negociado e armar a população e esquema Nepal, não é isso? >> Eu acho que sim. Esse seria o ideal. >> E [roncando] os lands, os senhores da Guerra que controlassem território, sentariam para fazer a eleição e fazer nova constituição? >> Não, de preferência o povo, né? Uma constituinte controlada pelo povo. Se a constituinte foi controlada pelos partidos que estão aí, o que que vai? >> Merda nenhuma. Qual, qual seriam suas primeiras ações como presidente da República? >> Ah, eu acho
que uma das primeiras coisas seria o problema da dívida pública. >> Calote. >> Calote enfrentar >> calote geral. >> Geral. E não só isso >> não. Geral não. O senhor disse que até 300.000. Quanto é que o senhor cons? >> Não, não. O o pequeno investidor não. >> O FGC de 300.000. Então tem a garantia. >> É, chutei aqui, né? Teria, >> mas teria que ser analisado, não é isso? Tem que ser analisado e agora outros países não honrar obrigações com países, Nada disso. >> Ah, não tem problema. Isso >> renegocia toda, né? >> Nós
estamos, nós estamos aqui, o país tá paralisado, a economia brasileira tá paralisada por causa da dívida pública, >> não é por causa dos altos impostos e regulações absurdas. >> É, mas por que que o imposto é alto? É para pagar a dívida pública. >> Na verdade tem a lei de tem o o tio tio Rafa, né? Se o se o governo reduzisse a Complexidade e o tamanho da carga tributária, ele arrecadaria mais, né? A questão é que vários impostos não tm como objetivo arrecadar, mas aumentar o controle das pessoas como pô de renda, né? >>
Possivelmente. Agora eu defendo também um outro tipo de política fiscal. Eu acho que o pobre não tem que pagar imposto. O trabalhador assalariado não tem que pagar imposto. Quem tem que pagar Imposto é quem tem renda, quem ganha mais do que o dinheiro para sobrevivência. Ah, o senhor, o senhor concorda com ele na questão da curva de lafer? >> Eu não conheço essa coisa. >> A curva de lá é justamente isso. É, existe um ponto que a partir dali é impossível o governo arrecadar mais. >> É, >> só que quando ele continua mantendo a taxa
de impostos naquele nível Crescente, ele não quer simplesmente arrecada mais, ele quer que você não construa um patrimônio. Então é uma forma de você manter a população empobrecendo, manter e e bens e serviços caros. Por isso que o carro cada vez tá mais caro, por isso que a casa fica sempre mais caro, porque isso dificulta você de ter e aí você acaba sempre se endividando e independente do governo. >> Mas aí seria uma conspiração do governo contra o povo, no caso. >> Sim. Ah, você não acha que a taxa de juros é uma conspiração do
governo contra o povo? >> É, a taxa de juros é determinada pelos bancos, né? O Banco Central Independente é controlado pelos banqueiros. É uma conspiração, mas é uma conspiração dos bancos que querem ganhar mais dinheiro sem fazer nada, né? >> Não, eu acho que o A situação dos impostos no Brasil é insustentável e chega um ponto que é improdutivo isso também. >> Então >> agora todos os países, todos os países que tributaram os mais ricos, os mais ricos caíram fora, não é isso? A Holanda tentou recentemente e deu para trás. É isso. Foi o que
o senhor falou no início, nosso início da conversa. ou o mundo inteiro faz ou não adianta, não é Isso? >> Não. Antigamente, veja bem, é que nós estamos vivendo aqui uma crise muito grande, né? Mas antigamente eh os países do norte da Europa, todos eles tinham impostos altíssimos e ninguém saía do car. >> Nunca tiveram imposto mais alto. A Bélgica vários países nunca tiveram imposto mais alto do que tem hoje, né? Isso a carga tributária dele já tá no Máximo, né? Bélgica nunca foi mais do que hoje, né? E vamos, deixa eu só explicar, porque
assim, tem eles, mesmo que tenham países com uma carga tributária mais alta, ela não é uma não é uma carga tributária efetivamente mais alta como no Brasil. Não, todos, >> a do Brasil deve ser uma das mais altas do mundo. E é ela é também ela acaba caindo sobre a população mais pobre, né? Porque o imposto sobre o Consumo é o povo pobre que paga. Não. Sim, mas assim, por exemplo, mesmo que você tribute a renda, você vai tributar muitas vezes a renda que é improdutiva. Se for uma renda que é produtiva, se o cara
ele tiver com o dinheiro dele, que é um patrimônio e ele tem essa renda, mas é uma renda que ele pega esse dinheiro que ele recebe do aluguel, da empresa, o dividendo e tal, ele pega esse dinheiro e joga e esse dinheiro na economia de novo, beleza? Se ele compra Alguma coisa com esse dinheiro, sei lá, ele compra uma casa mais um um carro pro filho, beleza? Se ele pega esse dinheiro e deixa esse dinheiro de forma improdutiva no no banco lá rendendo juros de rentista, isso daí é um capital improdutivo. Você tem que taxar
o capital improdutivo. Mas o capital produtivo, mas você deixa à vontade pro cara ele ele pegar esse dinheiro e reinvestir no no país, né, na na economia. Mas se for assim, ninguém, a Maioria não vai pagar imposto. >> Mas a maioria não paga imposto. >> Não, não, tudo bem. A maioria do >> ano passado >> dos empresários não pagaria imposto. >> Não paga. Zero. Rico nunca paga imposto. O pobre não paga porque ele é pobre. E o rico não paga porque ele é rico, não é isso? Quem paga imposto geralmente é classificado. >> Pobre paga
muito. Que o pobre paga. Quando o cidadão compra uma um Refrigerante lá no se ele tiver dinheiro para comprar um refrigerante, ele compra um refrigerante ali na vendinha. Ele tá pagando imposto. >> É, mas o o senhor compreende que 18% da população mora em áreas controladas por facções, não é isso? A maioria do consumo dessas pessoas não é tributado, né? Inclusive na energia elétrica delas é tributada. O cara o que o que o pobre paga de consumo é muito menos do que ele consume de educação, de saúde, de Energia roubada, de água roubada, de não
sei o que lá. Os benefícios não adianta dizer que por exemplo, servidor público paga imposto. O líquido do cara é negativo, não é isso? Servidor público paga imposto. Se o dinheiro dele vem do governo, não é isso? É, mas ele paga imposto assim mesmo, >> nominalmente, né? Se você for considerar no líquido negativo, se o senhor tivesse poder absoluto no Brasil durante 6 meses de reescrever Constituição, a zorras que o senhor quisesse, mas só por 180 dias, o que que o senhor faria? >> É, como >> com todo o apoio, sem oposição, o povo lhe
colocou como representante supremo. Que o senhor faria 180 dias é muito poder, né? Mas por tempo limitado, >> resolveria o problema da dívida pública, resolveria o problema salarial dos trabalhadores. O >> o salário mínimo adequado seria quanto? >> Ah, o Diz calcula que esteja por volta de R$ 7.000. >> R$ 7.000? Mas aí quem quem pagaria o salário mínimo? >> Os patrões. >> O o senhor tem doméstica em sua casa? >> Não. >> E o senhor teria pagando 7.000? R000. Se eu tenho algum funcionário, eu não teria Funcionário nenhum pagando R$ 7.000. Você teria, Júnior?
>> Não, mas isso acontece. >> Eu vou ficar quieto porque eu já tenho [risadas] >> 7. Mas eu só posso ter um. >> Acontece que se você aumenta os salários, você movimenta a economia. >> Então isso daí vai mudando as proporções, né? Tem que levar em >> inclusive o valor do dinheiro, né? >> É. >> Então, mas você >> se amanhã a as previdências, a previdência mínima for R$ 7.000, R$ 1000, a quantidade de reais vai explodir e o valor das coisas vai despencar, não é isso? >> Não, necessariamente. >> Se o mínimo for para
7.000, o gasto público vai que tuplicar, né? Porque a previdência vai o INSS vai bombar, não é isso ou não? >> Mas isso é só se você tomar uma única Medida isolada, >> né? >> Se você tomar várias medidas, isso daí vai provoca uma alteração geral na economia. >> É, dá o calote na dívida pública, já empobreceu uma porrada de gente, já assumiu dinheiro, não é isso? Já ia, >> foi que o senhor começou a dizendo, né? Isso já tem um efeito funcionário brutal, já ter muito, ia ter muito dinheiro para o estado, podia diminuir
Os impostos também. Então você pode fazer muita alteração na maneira como a economia funciona. >> Mas e tipo assim, o senhor vai ter 180 dias, certo? Senhor não pretende invadir o morro do Rio de Janeiro, acabar com comando vermelho? Não acho que >> tirar o pessoal que tá dominando, as facções estão dominando. >> Executar os banqueiros era uma boa. [risadas] >> Eu eu me preocupo mais com o criminoso Rico do que com o criminoso pobre. >> Mas a má população, >> mas as facções são no Ceará, por exemplo, estão na Bahia. >> Eu acho que
tudo isso daí é o resultado da desagregação social que o país vive. Não é um problema em si. O Brasil tá, a sociedade brasileira é uma sociedade totalmente desagregada. >> Mas o, qual que é a medida do senhor paraa segurança pública? >> Segurança pública é um tema. Eu eu eu tô Vendo agora e tô achando uma coisa ridícula. O PT virou o partido da segurança pública. O Lula tem o plano de segurança pública. >> Isso aí eu não tô sabendo. Não >> é? Você não viu >> não? >> Eu achei que ele era o partido
que os presidiários preferiam, né? Isanão. >> Então, mas ele tá agora com ele vai apresentar durante a eleição um plano de segurança pública. Eu acho que isso da absurdo, porque na minha opinião toda o falatório sobre segurança pública é demagogia. Eh, eu já eu já vi muita gente prometer a mão dura na questão do crime em São Paulo. Acho que não teve um único governador que não tivesse essa proposta. E, bom, eu tenho 68 anos. Eu só vi o crime aumentar de daqui para cá. Por que que aumenta? Se todo mundo promete que vai cair
matando, >> acabar com a criminalidade. Paulo, na verdade, em São Paulo o crime caiu desde Temer, não é isso? Todos os anos cai o número de assassinatos e tal. Agora eu acredito que não é por causa dos políticos, é por causa do da do efeito demográfico da população sendo envelhecida das câmeras em todo lugar e da demonetização do dinheiro, né? >> Sim, eu também acho, né? Não sei exatamente quais fatores levaram a isso, né? E eu acho também que estatística é Uma coisa complicada, que você lê aí que o crime acabou, daí você vai olhar
bem de perto. Na verdade não é assim, mas >> é >> a repressão policial não acaba com o crime. o o nível de crime que existe no Brasil hoje, >> você precisaria para poder conter isso daí, você precisaria aumentar o efetivo policial umas 1000, 2000 vezes >> ou fazer igual Buquelli? >> Não, também não. >> É, eu acho mais importante limpar o judiciário do que aumentar a quantidade de policiais, porque não adianta o policial prender, o judiciário soltar. Policial prender o judiciário soltar, né? Ministério Público, o judiciário que a gente tem, meu irmão, pode ter
100 vezes mais policial não vai adiantar nada, né? Se você prender todo mundo que comete crime aí, você não tem nem lugar Para colocar essa gente. >> Pois é. Dá, dava para fazer como os caras fizeram lá da barraca de camping pra galera, né? Isso meter um arame farpado. Um abraço. >> É, mas isso daí é é uma é uma maior desagregação inclusive da sociedade brasileira, tratar as pessoas desse jeito. >> Não, mas criminoso violento não tem que ser preso ou não? >> Não, mas que mata, que estup. Mas quem Vai preso não é só
o criminoso violento, tá? Tem muita gente presa aí por bobagem. Eu mesmo tava vendo uma notícia hoje que o cidadão foi preso, aí a justiça fez um exame de DNA, chegou à conclusão de que ele era inocente. Ele ficou 7 meses preso. >> Não, dentista tem vídeo que o cara não tava nem na cidade. Ele tem prova de vídeo que ele não estava na cidade. E o o a o o o Rio de Janeiro condenou ele a pagar R$ 500.000 Rage custa processual Por ter processado o estado, né? O dentista que o senhor tá falando.
>> Pior do que o DNA, porque ele podia ter estuprado com camisinha. Tem vídeo, meu irmão, que ele não estava nem na cidade. >> Então, então, o quê? >> É isso mesmo. >> Agora você imagina quanta gente que tá penando aí no na prisão que não fez nada ou fez muito pouca coisa. Eu não sou a favor. Eu concordo com o Senhor que os crimes sem vítima não deveriam ser crime. Quase 40% da da das pessoas hoje na cadeia, a maior parte das ocorrências em delegacia são crimes sem vítima. Inclusive o senhor defendeu o fim
de um crime sem vítima, que era o racismo. Não é isso? Senhor repete mesmo que o senhor acha que racismo deveria, a lei de racismo deveria ser revogada, o cara deveria ter o direito de dizer o que ele quisesse? Não. >> Racismo não. >> Racismo não. >> Eh, injúria racial. >> Injúria. >> Injúria racial. Sen acho que devia ser extinto ou não? >> É. Qual que é a diferença de racismo para injúria racial? Não, >> o racismo é, por exemplo, você não permitir que uma pessoa de uma determinada raça ingresse num estabelecimento comercial. >> Ou
afirmar a inferioridade de uma raça, O cara dizer, ó, tal raça tem uma inteligência menor, não é isso? São inferiores, não é isso? Isso é racismo também, né? >> Ah, isso aí é uma, Isso aí é racismo, mas isso daí eu sou contra também. Eu sou contra o crime de opinião. >> Só contra essa crime. Você acha que o cara tem direito de emitir a opinião dele? Se já com for, não é isso? menos. Ele só não tem o direito de restringir direitos do outro, não é isso? >> Eu eu nem acho que a sociedade,
se se os racistas saíssem por aí falando abertamente o que eles pensam, eu não acho que a sociedade aceitaria. Não precisa de lei. >> Vai acontecer igual aconteceu no no metrô do Rio de Janeiro hoje. Acharam tiozinho lá, só que o tiozinho não tinha feito nada, né? Esse é o problema. Mas desceram o [ __ ] no tiozinho dentro do do metrô. >> E por quê? Porque uma uma mulher que tava dentro do vagão lá gritou: "Ah, ele tá passando a mão, tá mais deando". >> Aí ele apanhou >> e apanhou metade do metrô bateu
e a outra metade assistiu. >> A sociedade em geral não aceita essas coisas. Por que que tem que ser crime? A pessoa tá falando, não pode fazer coisas, mas falar, falar não mata ninguém. >> Uhum. Vamos. >> O senhor tem alguma religião? Não, >> nunca nunca seguiu religião nenhuma. >> Comunista. >> É, se o senhor pudesse escolher um um modelo pro senhor, o maior brasileiro do seu tempo de vida e o maior brasileiro dos 500 anos, qual seria as pessoas que o senhor indicaria? >> Bom, teve muito brasileiro importante, o maior de todos aí é
complexo. >> Do seu tempo de vida. No meu tempo de Vida, não vi muita gente, fora alguns artistas e intelectuais, >> não teria nenhum que se destacasse assim na opinião do senhor >> na vida política? Não, >> não, no geral, na no Brasil. >> Então, eu não consigo pensar agora, mas >> nos 500 anos, 500 anos vai. >> Ah, não teve pessoas que tiveram um papel importante no Brasil, por exemplo, Dom Pedro I, que muita gente critica. Pronto. Dom Pedro I >> é o fundador do Estado brasileiro. É uma pessoa que eu acho que merece,
mesmo tendo cometido vários erros e tal, merece admiração do povo brasileiro. Não sou >> invadiu Portugal e impôs a metrópole uma constituição copiada da nossa. Não é isso? >> Sim. Isso aí. Isso foi muito. >> Você já imaginou um negócio desse? A colônia invadiu a metrópole, impor uma constituição copiada da nossa dois anos Depois da nossa, não é isso? promulgou a Constituição no Diário Oficial Brasileiro. >> Exatamente. A colônia invadiu a metrópole, impôs a metrópole, é uma construção copiada da nossa, não é isso? >> Era uma pessoa muito interessante, né? Ele foi, ele invadiu Portugal
com muito pouco recurso, ganhou a guerra civil. é uma pessoa. Se se eu falaria o Getúlio Vargas não Fosse que ele foi o chefe do Estado Novo, >> mas foi o fundador do direito do trabalho que o senhor defende, não é isso? >> Ah, mas isso daí aconteceu no mundo todo. Isso aí foi uma política internacional >> dos próprios capitalistas. >> Rapaz, a maior parte dos países da Europa nunca tiveram legislação específica trabalhista, né? O Brasil, Fora a Itália fascista, meu irmão, acho que foi o lugar que levou isso mais por mais tempo, de maneira
mais extrema, né? >> Alanha Alemanha tinha uma legislação trabalhista que foi da Constituição da República de Baimar. >> Sim. A legislação não um corpo judiciário próprio, né? >> Tipo assim, haver uma justiça do trabalho mais cara do que todas as causas julgadas ali mesmo. Acho que só aqui nem na Itália fascista, viu? no Brasil foi eh adquiri uma uma fisionomia própria, mas em todos os lugares, né, os capitalistas tiveram que aceitar que os trabalhadores tinham direitos legais. >> Mas o senhor não acha que tá na hora da CLT ser realmente revista? Porque a gente tá,
querendo ou não, a gente tá há mais de 70 anos aí falando de um de um contexto totalmente diferente, né? >> É, eu acho que os direitos básicos dos trabalhadores que constam da CLT tem que ser preservados. a duração da jornada de Trabalho, >> hum, >> férias, né? O fim de semana livre, inclusive >> isso uma redução de liberdade do trabalhador ele não poder trabalhar no dia que ele quiser. >> Ah, eu acho que ele tem que ter o direito de ter o fim de semana livre. >> Ele não tem o direito de trabalhar inclusive
no fim de semana. Então, >> não, ele tem o direito. >> Então, >> ele tem, >> ele trabalha numa empresa. >> Você obriga o empregador a não empregar ele no fim de semana? Ele não pode trabalhar no fim de semana, não é isso? >> É. Não, mas aí o que que acontece? O, se o empregador precisa de uma pessoa no final de semana, ele pode empregar esse trabalhador pagando muito mais do que o dia comum. >> Aqui no Paraguai, o salário mínimo é Muito maior do que no Brasil e o custo de empregar alguém é
uns 30% menos. É, >> o senhor não acha que com menos >> é isso? O senhor não acha que pagando mais ao funcionário e pagando menos ao governo, por exemplo, FGTS, que tem juro real negativo, não seria melhor pro governo e pior para os corruptos que ficam com esse dinheiro do FGTS? >> Eu acho que uma parte dessa dessas taxas que compõem o preço da força de trabalho deveriam ser revistas. O FGTS especificamente acho que deveria ser abolido. É o o FGTS eu não sei, mas tem muita coisa que o trabalhador nem utiliza. Ele não,
o dinheiro é dele, ele não toca e perde 10% ao ano, não é isso? >> Então eu acho que isso teria que ser modificado. Não sei se teria que ser extinto, mas deveria ser modificado. Isso é uma é uma política da ditadura. o FGTS >> no na na ditadura fascista da Itália Tinham mais estatais do que aqui no Brasil, inclusive tinham cassinos públicos. Sen já ou falar? >> Não, não. >> Cassinos públicos eram os bregas. Eram os bregas, os puteiros eram estatais. Senhor acha que [ __ ] também tinha que ser estatal ou não? >>
Não, acho que não. >> Aí também é demais, não é isso ou não? >> É, já é demais. >> Eu acho que a economia a [risadas] Economia estatal tem que ser a grande empresa. >> Ó, deixa eu fazer mais. >> Mas não tem que ter estatal para aqui na Bahia. Esse é uma do começou aqui na Bahia com a cesta do povo, com a ideia de fazer mercadinho estatal, não é isso que o cara de Nova York quer fazer lá. Como é o nome do islâmico lá de Nova York? >> Se uma uma coisa também
que o senhor fala bastante >> e que eu gostaria de ouvir sua opinião é em relação às ações do do Estado de Israel, qual seria a sua posição no Brasil em relação à política internacional? [risadas] >> Não, não precisa dizer que não teve holocausto nada disso. É só pensando no Brasil. O quê? >> Não, mas eu não falei isso, hein? [risadas] Não, >> não, ele falou sabor, ele falou que foi assim, eh, não foi isso que ele falou. Ele disse que é o seguinte, eu eu conheço, tá? Ele falou exatamente a seguinte questão, não é
que não existiu Holocausto existiu. Porém isso daí, a forma como foi propagandeado e propaganda tem um viés político, tem um viés do Estado de Israel a fazer disso, inclusive um motivo para que ele possa, além de existir, legitimar outras ações e atividades ao redor do mundo. >> Exatamente. >> Mas em relação a esses países em guerra Aí, o Brasil, no seu governo, apoiaria o Irã, apoiaria a Rússia? Apoiaria quem aí no no cenário internacional? Ia tentar se manter neutro? Como é que ia ser o negócio? O senhor tem uma opinião sobre o confid apoia o
Irã, apoia a Rússia, né? E apoia a China nos conflitos com o imperialismo. >> E o Ramá também. >> O Ramá também. >> Os Ruts, a Zorra toda >> também. O Yemen, resbolar. >> A nossa, a nossa doutrina é que os povos têm o direito de resistir pela força das armas. Se alguém achar estranho isso, isso tá na Constituição dos Estados Unidos, >> tá na Declaração Universal dos Direitos Humanos, isso tá documentos universais, não é isso? >> Então, eu acho que os palestinos têm o direito de reagir pela força das armas. Ninguém é obrigado a
baixar a cabeça quando é oprimido. E vou dizer mais, se Acontecesse no Brasil isso, a coisa ia ficar muito feia. >> Mas a gente não pode ser neutro. acontecesse o que no Brasil? Se o Brasil não tem força armada, se o Brasil fosse bombardeado, ia ser igual a Venezuela, né? Pera no dia seguinte, né? Não. Qu >> Se o Brasil fosse ocupado, a resistência no Brasil seria bem pior do que na Palestina. >> Que como sem arma? Quem que vai resistir? >> Ah, você você um movimento que decide resistir arruma armas, >> rapaz. >> Você
acha que não é? Primeira, se se o Brasil hoje fosse ocupado por uma força estrangeira, era capaz da maior parte da população celebrar ele como libertadores. Tudo bem? >> Pergunte aí qualquer qualquer um na rua, se matasse um congresso inteiro, a Presidência e o STF, você comemoraria sim ou não? Você acha que a maioria ia dizer sim ou não? [risadas] A maioria comemorar ia dizer sim ou não? O ET aquiesse um ET de outro planeta e matasse todos, irmão. [risadas] Você apoiar o ET agora dizer as horas. Eu não apoio, eu não apoio a [risadas]
Eu não apoio a interferência de nenhum país no Brasil. >> Imagine interplanetária, não é isso? >> Não é >> para não apoio para nada >> não. Eu não apoio, mas se aparecesse uma potência estrangeira matando e decapitando o Brasil, como sea fizeram na Venezuela, no Irã, era capaz da população ir na rua comemorar. Isso assim um carnaval, meu irmão, sem precedente, né? Não sei não. Não acredito. Não acredito não. Eu acho que o Brasil >> você acha que a população ia chorar a Morte do dos deputados, o congresso morrendo, a galera ac morrendo deputados. Ciro
morreu, Valemar morreu. Num primeiro momento. Pode ser que tenha uma opinião como essa, mas depois >> faz uma enquete aí, faz uma enquete. Eu quero ver se se o Brasil fosse invadido por ET. Faz enquete aí se matassem toda não se o Brasil fosse invadido por ETS. Não v >> não. E matasse todos os presidentes, os tribunais superiores todos e todos os Depos. Não, só precisa invadir. Só coloca assim, se o Brasil fosse invadido por ETs, população ia comemorar. >> Não, mas invadindo matando os políticos. Fosse em comú com os políticos, a população ia ser
contra. Não é isso ou não? Tem que ser cortando os políticos. Ô ZT de merda, né? Fazer logo aliança com o político não dá, né? >> Mas você [risadas] ir os Estados Unidos não fez não fez acordo com a Venezuela. Agora Roma só Entrava onde tinha governo. Roma nunca invadiu Irlanda, vários lugares que invadiria fácil, porque não tinha um um cara local lá para colocar como cabeça deles, não é isso? >> Então, mas veja só, no Irã, o bombardeio norte-americano fez com que o governo tivesse uma aprovação maior do que ele já teve em toda
a história do Irã. >> Não, isso é verdade. Qualquer ataque estrangeiro aumenta. O problema é que as pessoas que se manifestaram Positivamente foram mortas. [risadas] Então você não tem como confiar em opinião pública num negócio desse, né? Como é aquela história lá que ah, eu não posso falar mal do governo, não é isso? Porque você não pode falar mal, não posso, não é isso? Se o cara falar, ele morre, né? Ou não é isso? >> Não, isso daí é o que falam as ONGs que são ligadas ao Estados Unidos. >> Isso daí, isso daí tem,
não, não é só ONGs, não. Tem tem eh refugiados, por Exemplo, tem pessoas que vão pros os países, a galera que apoiou publicamente lá, os bombardeiros americanos não teve conição nenhuma. é inimigo do regime. A pessoa pergunta para você o que que você acha. Ele vai falar mal, lógico. >> Não. Então, mas tem refugiado, tem pessoas >> que deixaram a família lá e foram perseguidos e e alguém conseguiu escapar. >> E não foi só no Irã, não. A maioria das Das monarquias da região que nem estão em guerra, que nem foram atacadas de maneira relevante,
o Bahrain recentemente revogou a cidadania, acho que de 26 caras que comemoraram os ataques e mandaram foto com o Irã. Morindo desses países, tipo, não foi só Irã que fez isso não. Todos ali buscaram pessoas que apoiaram o inimigo ou comemoraram ataques, botou para [ __ ] botou os caras na cadeia. A finalidade mínima é é tomar a cidadania do cara e Mandar o cara embora, não é isso? >> Bom, mas aí também até certo ponto é correto, né? Se o país tá comemorando informação, tá guerra, >> hein? Não, se o país tá em guerra,
vai ser difícil o governo aceitar que alguém comemore a o ataque do outro país, [risadas] né? >> Mesmo que a pessoa que tá comemorando esteja certa, o governo não vai aceitar. Seria irracional isso. Não, mas sobre o Irã tem muita muita coisa. A a campanha de propaganda é muito forte. Ó, eu sei que eu fiz um debate, eu gravei, eu trouxe um um refugiado do Irã e um judeu, que os dois são pró Israel, e eu trouxe dois representantes do governo do Irã, daqui daqui da da associação que eles têm aqui no Brasil. E aí,
enfim, pessoas que estudam a geopolítica muitos anos. Foi, foi um debate dois contra dois. Foi, foi muito bom o debate. Vai sair Quarta-feira, mas eu sei que um, o iraniano que é refugiado e o iraniano pró governo, eles saíram de lá com ameaça de morte um pro outro. >> Foi um negócio assim, absurdamente assim, eh, foi foi um terror aquele negócio, cara. E eles falando em persa, meu Deus do céu, senhor não entendia nada, mas era só chingamento. O >> senhor falou que o senhor falou que era a favor de um aborto no SUS. Então
o senhor é contra criminalizar aborto e Adultério, não é isso? >> Sim, acho que não deve ser crime. >> E e transexualismo infantil, você acha que tem que ser feita castração química em em crianças e adolescentes? >> Não, eu acho que o você tá falando do problema dos trânssexuais, né? >> Sim. [roncando] Não, eu acho que seria eh necessário estabelecer aí um um limite de idade até que até que a pessoa Seja capaz de decidir efetivamente, né? >> E distribuição com dinheiro público de prep, o senhor é contra ou a favor? >> De >> prep.
Esses kits que os caras tomam para fazer sexo anal sem camisinha, sem pegar a ides, >> preps >> custa R$ 400 o kit. O cara fica tomando direto. Senhor nunca ouviu falar em prep? Não, >> não. >> O senhor acha que é correto distribuir um kit que custa R$ 400 para cara fazer sexo anal de usar camisinha [risadas] >> com dinheiro público, hein? >> Eu eu acho que se for relevante pra saúde pública, o governo deve distribuir. >> E e o banheiro? Banheiro trânsito? >> Não, unissex >> não tem que ter. >> Mas a mulher
do homem, vamos lá. no seu Governo. Acá quis que entrou no banheiro lá e falou pra mulher: "Ó, você, você não é daqui não, você tem que ir para outro banheiro. Ela vai ser condenada ou vai ser absol?" >> Não, não. Eu acho que ela tá certa em fazer isso aí. >> Ah, entendi. Mas vem cá, o trân tem que ir para qual banheiro? Tem se teria que ter um banheiro especial para ele. >> Ah, tem que ter um terceiro banheiro, então. >> Terceiro banheiro. >> Terceiro banheiro pros trans. Tá certo. >> Tipo deficiente que
tem vários banheiro deficiente, um negócio assim, não é isso? É. É, no Brasil há há 25 milhões de brasileiros expostos à cripto. Eles são 13% dos eleitores. O que que esse pessoal que mexe com stable, com Bitcoin, com criptomoedas poderia esperar do seu governo? >> Não, a princípio eu não teria nada em Particular, não teria nenhuma não esperar nada, nem a favor, nem contra. >> Espera nada. Muito bom. [risadas] É, com esse negócio de criptomoeda, hoje em dia, o cara consegue memorizar a a riqueza dele, ele consegue ter um ativo que nenhum juiz no mundo
consegue tomar dele, né? E ele consegue levar a riqueza dele para onde ele levar a memória. Inclusive, se matar o cara, a riqueza dele vai pro fundo do mar, tipo não vai Para governo, não vai para matando o cara, não consegue tirar o dinheiro dele. >> Essa é positivo. >> Acha que >> senhor, o senhor acha que sua reduz o poder das ditaduras e aumenta o poder das pessoas? É porque em grande medida o controle sobre o dinheiro que se fala tanto hoje é justamente para que não se possa financiar determinado tipo de oposição Política.
>> Exatamente. Na verdade é moeda, né? Porque dinheiro não existe mais. Que dinheiro seria reserva de valor. Essa merda que eles deixam escravo ter não é dinheiro, é moeda, né? O dinheiro eles deixam para eles, não é isso? >> É um dinheiro fictício mesmo. >> Então o senhor é a favor do Bitcoin. em alto custódia. >> Não, eles dis que não era para esperar nada, nem bom, nem ruim, mas que a Tecnologia era uma coisa positiva. >> Sou contra a vigilância estatal do cidadão. >> Não, Bitcoin custódia. >> É isso. Mas o senhor é contra
a vigilância estatal, mas apoio ao Lula todas as vezes é é contra o o o os pais controlar a educação? >> Em 2026 o senhor não vai apoiar o Lula. Tô me lançando. Tô sou pré-candidato, né? Eu não conv, eu não. >> O Aldo Rebeiro disse que se não que se ele não for pro segundo turno, ele também não apoia nenhum, nenhum candidato. E para ele, se >> se o senhor não fosse candidato, se o senhor não fosse candidato dos outros pré-candidatos que existem, o que o senhor apoiaria seria o Aldo Rebelo ou o Lula?
>> Não, nenhum nenhum candidato, provavelmente >> seria nulo seu voto. >> Vamos lá, vamos perguntar >> agora. Agora, veja bem, eu sou membro de um partido político, né? É, os partidos, você tem queria que seguir a orientação partidária que não é uma eu não posso tomar as decisões da minha própria cabeça, né? Então, por exemplo, claro, >> pessoal pergunta: "Você apoiaria o Lula no segundo turno?" Aí eu falo: "É possível, o partido vai decidir, >> depende contra quem, né? >> Depende contra quem e o partido tem que Discutir e decidir. Não sou eu que decido.
>> Deixa a gente entrar para >> depende do programa dele que não foi apresentado, não é isso? Agora, eu acho que o a o pior aspecto do desse governo Lula são as leis de censura na internet e tudo mais. Pior aspecto, >> rapaz. Para mim o pior aspecto foi a ampliação de leis feministas de Bolsonaro. A maioria dos homens acima de 35 anos já foram no Brasil vítimas ou de falsa acusação ou de elenação parental. E não tem nenhum candidato zero que que esteja denunciando isso. Zero zer zer. Até agora eu não vi nenhum velho.
Tipo, sendo sendo pela extinção da lei da Maria da Penha, essas leis todas que fazem cara sendo acusado sem nenhuma sem nenhuma nenhuma prova, bicho. O cara o Flávio Bolsonaro propôs um projeto de lei que qualquer delegada de polícia, sem nenhum procedimento judicial ia Proibir o cara perpetuamente de ver os filhos entrar na própria casa. Você viu isso? Eu sou totalmente contra isso. Totalmente. Assim, você tá falando da Lei Maria da Penha porque foi feito um adendo, né? >> Não, a lei Maria da Penha original já tinha medida de segurança, já tinha absurdo do do
cara sem ser ouvido, ser impedido de chegar perto da família da mulher. Como é que você impedido de chegar de sua casa sem você se defender? >> Ah, estou me sentindo, estou me sentindo ameaçada significa que o cara não fez nada. Porque estou me sentindo não é fato, não é isso ou não, hein? Podemos ir para as polêmicas. Vamos, vamos falar porque tudo até agora foi ponto passivo. >> Agora foi tranquilo, né, Renato? >> Não, [risadas] esse negócio de dar calote na dívida externa. Tem vários pontos que não foram Pacíficos. Até o senhor diz que
o cara que você apoiou faz várias coisas que o senhor não concorda, não é isso? Que você seria contra esse negó de de de fazer. O âmago do governo do PT é a relação íntima com essa galera rica, com os banqueiros, não é isso? com JBS que o senhor disse que não com seu governo não ia ter nada disso, né? Disse que nem até acordo com o negócio de burguês, não é isso ou não? >> É >> ou não? >> Sim, sim. Não teria nada disso. >> Que ia ser Palma Moleira e acabou, não é
isso? >> O nosso voto no Lula na eleição passada foi uma coisa excepcional. Há muito tempo que a gente não apoiava o PT. Eu saí candidato quatro vezes. Eu fui candidato em 2002, 2006, 2010 e 2014. Mas todas as vezes no segundo turno apoiava o PT ou não? >> Não, não, não apoiamos. >> Teve vezes que você apou nulo, então, >> nem no primeiro, nem no segundo. >> Rapaz, na última eleição, quase 30 milhões de pessoas escolheram ninguém. Ou não votaram ou chegaram lá e botaram nulo nulo e branco. Velho, eu acho que essa eleição
aí vai ter uma quantidade maior ainda de de de ninguém. >> É possível. É isso. O sistema, o [risadas] sistema eleitoral vai permitir que tenha um candidato de oposição real. Se o número de os donos de partido são todos amigos, os caras que controla televisão tudo mais, os caras estão dentro de um cartel ali e se tiver alguém que detesta, o cara usa o judiciário para acabar com a candidatura do cara, né? >> É, mas você não consegue também, se você não fizer parte, né, do pessoal que já tá encastelado no regime político, você não
consegue chegar lá. Se você for independente e Tal, né? Não tem como, é muito dinheiro que é gasto na campanha eleitoral. >> E o o que tá acontecendo em Cuba, qual seria a melhor solução de Cuba pro senhor? Você acha que tem alguma alternativa lá deles deles resistirem ou eles vão acabar cedendo lá? E acontecer a mesma coisa da Venezuela? >> Não, eles vão resistir. Não, não. Acho que na Venezuela também eles entregaram os pontos. >> Não. Então, o o petróleo não tá indo pr As refinarias americanas. Não, mas isso daí não. Eu eu, por
exemplo, se eu tivesse no governo da Venezuela, aparecesse alguém que falasse: "Vou comprar o seu petróleo, sendo que você tá com com problema de bloqueio econômico, eu faria o acordo também. >> E e a libertação dos presos políticos e tal, isso é um preço menor, né? >> Menor. E eles libertaram muito pouco preso político também. O pessoal não fala isso. >> Inclusive o o Trump é possível que deixe de ter 90% do poder que ele tem esse ano, não é isso? >> É, >> a tendência é que ele perca as mid termal elections logo depois
daqui, não é isso? >> Então, e aí >> e se ele perder o Senado é capaz de tomar e inclusive pra cadeia, né? >> E aí o acordo vai por água abaixo. >> É, rapaz, uma das coisas que que os Iranianos têm razão é que Trump lascou o acordo que eles tinham feito com Obama, não é isso? Foi quem não quis o acordo, foi os Estados Unidos. Foram os Estados Unidos. >> É isso. O o senhor não acha que aumentando o tributo em relação aos ricos, mais ricos sairiam no Brasil? Eu tô no Paraguai. Ano
passado, 30.000 brasileiros vieram para cá. Esse ano não chegou na metade, não é isso? E já Vieram mais de 30.000 brasileiros para cá. Se tivessem mais impostos sobre os ricos, o senhor concorda que mais ricos cairiam fora ou não? Eu >> não vejo isso como um grande problema. Eu acho que os setores da economia que são sólidos não vão sair do país por causa de impostos. >> E depois e depois eu defendo uma economia mais em grande medida estatal, né? >> É, então seria um grande vantagem a Galera ir embora, né? Porque estatizando tudo, os
caras iam embora fica mais barato para comprar, né? também tem isso. É, aconteceria mesmo. Veja que nós temos que olhar pra China que ultrapassou muito o Brasil economicamente. >> Hum. >> Eh, a economia essencial na China é toda estatal, >> por exemplo. >> Ah, empresas de armamentos E energia >> são são é diferente de você eh o estado ele tem um controle, mas ele não é o dono do do capital. e 100% do capital no caso >> eles não, eles têm uma boa parte da indústria estatizada, >> não? Então eles têm o o controle da
empresa, mas el mas por exemplo a a rede energética, por exemplo, como o senhor falou, dentro do do do caso, eles têm o controle da empresa, mas a empresa Funciona com dinheiro de investimento privado. >> Sim, acontece, tem esse esse modelo também. >> Então, a a tecnologia, a mesma coisa, os bancos, a mesma coisa. Ele tem um ele tem um controle, entendeu? Mas o o dinheiro em si, para onde vai, entendeu? Vem tanto de divers diversas fontes, diversas pessoas, inclusive bilionários, né? >> Sim. Mas >> já já que o senhor mencionou a China, o senhor
apoia ou rejeita a política de controle de natalidade estatal do do filho único que aconteceu lá? Eu acho que foi uma medida extrema que eles tomaram devido ao excesso de crescimento da população. Então, só apoia agora não acho uma boa medida não. >> Senhor, acha que o governo devia ter direito de limitar o número de filhos que as pessoas podem ter? >> Eu acho que num caso muito extremo sim, Mas não acho uma boa medida. >> É, o preço é altíssimo. Eles vão envelhecer mais rápido que o Japão, né? E uma vez que que a
cultura já se se definiu com poucos filhos e urbanizou, já era, né? Eu acho que tudo aquilo que pode ser substituído por incentivo, por facilidades, não deve ser colocado na lei. >> Como a humanidade poderia reverter o colapso de fecundidade? Tem alguma política pública que o senhor proporia Em relação a isso? >> Eu acho que esse problema da fertilidade é um problema de falta de perspectiva da sociedade. >> Na China as pessoas estão com falta de perspectiva, tá? Qual foi a quantidade mais baixa com o Japão? Porque a China ela cresceu muito a população porque
era uma população agrária, né? >> Sim. Aí vem a política do filho único que os caras tiveram que dar para trás. Agora acabou, não é isso? >> Agora acabou. Agora, agora, >> agora que a economia chinesa não, mas você veja, houve uma mudança profunda na economia chinesa, como ela ficou mais dinâmica e tem >> urbana, >> mais urbana, o pessoal vê mais perspectiva, eles viram que a natalidade caía naturalmente, porque lá era muito, né? Você vê o tamanho da população da China. Uma coisa muito, >> é porque quando teve a grande fome e a Grande
marcha, houve uma queda brutal de de fecundidade. A China teve uma uma época que teve uma fecundidade. Quando a a China fez a política do filho único, ela tinha a fecundidade do Brasil na de 50. A questão é que os caras ficaram assustados com com aumento, né? Ele veio da grande fome e a fecundidade tava pior do que na durante a guerra. Aí de repente as pessoas ficaram sem ter filhos 6 7 anos. Aí as famílias todas botaram pocando. Não há o cara viu, meu Irmão, um negócio sair de dois, três para seis, sete. Essa
[ __ ] dá 10, não é isso ou não? >> É, escapou de controle, né? >> É isso. Eles acharam que a projeção era era não existia que que as famílias seriam incapazes de de que não seria cíclico, não é isso? Que a tendência era >> contínua, né? >> Eu acho que o o caso da China ele é importante para ver como o Brasil tem andado para trás. >> Mas o senhor acha que que política que é resolver isso? É, você tem que privilegiar o crescimento econômico e principalmente industrial do do país. O Brasil tá
per >> a China cresceu mais nos últimos 10 anos do que qualquer outra época >> da história da China. E a fecundidade é mais baixa que o Japão ou não >> é? >> Não é mentira isso do como é que crescimento econômico não significa Necessariamente mais bebês ou não? >> Não entendi a pergunta. >> É isso. A China cresceu mais do que o resto do mundo nos últimos 20 anos com a fecundidade mais baixa com o Japão, não é isso? já tem 6, 7 anos, já tem quase 10 anos que todo mundo já pode ter
quantos filho quiser, não é isso ou não? >> Sim. A fecundidade não é não é o não é a questão central, né? Questão central é eh a o ingresso de capital que os chineses tiveram, ingresso de capital Muito grande e o controle do estado sobre esse capital que foi direç como é que faz para para reverter? O senhor acha que é um processo natural que as pessoas vão voltar a ter filhos daqui a 50, 60 anos quando o mundo tiver despovoado? Eu acho que a coisa tende a um equilíbrio, >> mas no longo prazo, tipo
daqui a sei lá, >> eu acho que pelo na no futuro próximo imediato, a tendência é cair a a população. >> Sim. E e a maioria dos países que cai nunca recupera, né? Geralmente a população colapsa e esse lugar vem e é colonizado por outro por outro grupo populacional, né? Só que o problema é que dessa vez é global, né? O mundo inteiro ao mesmo tempo e não tendência, né? Eu, eu, e eu como é você já termas a população, o judeu e o muçulmano, né? O o judeu mesmo em Israel eles estão acima de
dois de de dois filhos para mulher. A Taxa de fecundidade. >> O Irã tem uma estrutura de de fecundidade pior que é o Brasil. O Irã teve controle de natalidade. O chá fez controle. Inclusive foi um dos motivos pela queda do chá. Foi a política de controle de natalidade estatal. Aí o Atolá tirou o chá e depois fez a mesma coisa que ele tinha criticado, né? [roncando] Agora, viu pré-candidato, eu acredito que que isso é consequência de leis Feministas, viu? Isso é um desequilíbrio de direitos entre homens e mulheres. >> A queda da fertilidade, >>
qualqueda fertilidade advém do do universo 25, de você tratar mulheres como homens. Você dá quando quando as mulheres elas são hipergâmicas, isso é uma questão biológica, etnobiológica, né? Na hora que que a mulher em média ganha mais do que o homem, na hora que você bota a mulher nos seus anos mais produtivos para trabalhar e estudar, na Hora que ela vai tentar ter filho, ela tá seca, né? Não, mas não, isso aí não acontece na maioria dos países. Se >> nunca vou falar universo 25, num dos ratos. Isso acontece até com animais. >> Não, eu
digo, não acontece de que as mulheres têm mais presença no no mercado de trabalho do que os homens. >> Na nas universidades brasileiras tem muito mais mulheres do que homens. Nos cargos superiores de concurso do Brasil, Nos últimos 7 anos, a maioria são mulheres. >> Polícia tod Universidade, >> servidores de alto procuradores. A maioria dos servidores de alto, a maioria é mulher. Já maioria das universidades é mulher. >> Não, não, não. Eu não tenho a estatística, mas não acredito nisso não. Não, a maioria das universitárias já é mulher, acho que há 11 anos no Brasil.
>> É, mas aí você vai ver os cursos e tudo, Não é? >> Não, mas >> a maioria dos servidores são homens quando você inclui o efetivo do exército, que o cara é merda, o cara nem é corruçado, recebe uma mixaria, não é isso? Se você retirar o efetivo do exército e a polícia, maioria dos servidores são mulheres, não é isso? É lá ou é aqui? Não, a gente pode ver que na o o poder político no país é todo controlado pelos homens, não pelas Mulheres. É isso. Você depende do depende do do critério de
homem e mulher, não é isso? Hoje em dia, meu irmão, você olhando o cara da julgar, você pode ir preso, não é isso? Transfobia, né, dona? Não, mas concorda com o Renato tá falando a verdade, tá? Ô ô Ru, é verdade. O Renato falou uma coisa que é verdade. As mulheres são a maioria nos cargos públicos que são de de >> Não, eles só não são se você considerar O servidor, se você considerar o militar, porque o cara não tá ali porque ele fez concurso, ele foi obrigado ao circunscrito, né? Isso ganha mexaria, né? >>
Então tem esses cargos de concurso público, onde as mulheres são maioria, tirando os cargos, >> maioria do INSS, maioria de pensionistas, maioria de aposentadas, não é isso? a maioria que tá devendo eh o o Fiéis, a maioria que tá no nos programas de Bolsa Família. É isso, cara. >> Eu não tenho essa estatística. Não posso questionar o que você tá falando com fatos, mas eu acho que >> eu acho que não é assim, não >> é? E existe uma troca durante milhares de anos entre fertilidade e fecundidade da mulher e de e de proteção e
provisão do homem. Na hora que o estado se torna o protetor e provedor, ela não precisa do homem. Que isso se é demonstrado inclusive no com ratos, com diversos animais no universo 25, né? Tem a questão da humanização que já era registrado desde Roma que o cara perdeu a liberdade, ele ele tem menos filhos, não é isso? E na roça o filho tem valor com 7, 8, 10 anos, ele já começa a gerar mais do que ele come. E na cidade não, né? >> Não, eu acho que o que acontece é que é uma desagregação
da >> da estrutura social, natural, né? >> Da estrutura social e familiar também. tá muito em crise. >> Mas o senhor mesmo assim acredita que os pais não devem ser titulares da educação do filho? Ele não deve ter o direito de tirar o guri da escola pública e ensinar em casa o que ele quiser. >> Não, não. Eu não, eu sou contra que a pessoa vá presa. Ele deve ter o direito. O que eu disse é que eu não sei se essa é a melhor solução. >> Mas qual seria a melhor solução? Pegar o Guri.
Aqui no Brasil tem mais de 100 crianças já que foram tiradas dos pais, não é isso? >> Não, tudo bem. Eu sou contra lá, foi lá, tirou dos cara. >> Não, eu sou contra isável pessoa ser punida por isso. >> O senhor foi, o senhor foi do movimento estudantil também? >> Foi >> na época, >> fez eh muita greve na universidade, >> manifestação naquela época contra a ditadura. Sim, tinha muita coisa na universa, o movimento estudantil tava era um tinha um movimento grande, >> era um movimento voltado paraa democracia, liberdade de expressão >> e também
pela melhoria da universidade. Tinha isso >> pela melhoria da universidade. O que o senhor acha, por exemplo, do da Universidade brasileira nos dias de hoje ser uma universidade altamente improdutiva e como por exemplo está acontecendo na Universidade de São Paulo nesse momento, que tem eh estudantes, né, não vou chamar de militantes, não. São estudantes que estão em greve pedindo o aumento de um auxílio moradia de R$ 855 para R$.800. O aumento, o o auxílio moradia de 850 é muito baixo, né? Acha >> é é mais da metade de um salário mínimo. >> Como é que
você vai, quando é que você vai pagar um aluguel de R$ 850? >> É porque se a pessoa república, não é para juntar 10 deles e dividir um apartamento, né? >> É, você tá recebendo esse dinheiro, tá saindo do bolso de alguém. Não tá não. >> Não, tudo bem. É uma é um é uma assistência que a universidade sempre presta. pros estudantes sempre pressou >> é Universidade Federal >> seria para facilitar pro estudante mais pobre, né? Aí o cidadão vem do interior do estado de São Paulo, precisa morar na capital, então ele tem um auxílio.
>> O Atacadão tá contratando, pô. >> É que estudar e trabalhar ao mesmo tempo é duro. >> É pré-candidato. >> Muita gente faz. Muita gente faz. O Maior evento acadêmico da história da Universidade Federal da Bahia, lá de onde eu vim, é um evento chamado Cuelindo. O senhor ouviu falar? O que que o [risadas] senhor acha da militância transexual e gay na universidade? E como é que que isso seria como é que que e a educação pública poderia ser desnazificada, tirar a esse tipo de militância que tá recebendo salários na babescos para fazer esse tipo
de coisa na Universidade? Não, não, não acho que você tem que proibir. Eu acho que você colocar no primeiro plano, num país em que a universidade se encontra numa decadência total, o problema do transexual é muita é muita alienação. >> E e como é que faz para para parar de financiar esse tipo de coisa se esses caras são concursados? >> Mas eles são financiados como? Com salários na babescos do governo federal, né? >> Mas não são estudantes, >> não. Se o evento acadêmico tem são é uma coisa institucional, né? São professores e programas dedicados a
isso, né? >> Ah, bom. Eu também não acho que é um bom emprego da verba pública, não. >> E como é que faz para limpar isso? Como é que faz para tirar essas pessoas e fazer eles fazerem uma coisa útil? Problema. Eu sou favorável que as Universidades elas sejam administradas pela comunidade universitária, não pelos governos. Isso é uma política de governo, né? >> Sim. Mas aí é, mas o o exatamente elas são desmoralizadas desse jeito porque elas são auto eles que mesmo que determinam seus reitores, não é isso? O problema é exatamente é esse, né?
que os professores fazem concursos fraudados para seus brothers entrarem lá, que não Produz [ __ ] nenhuma, não entrega nada ao governo federal e eles mesmos que se gerem, não é isso ou não? Exatamente. Isso não é assim. Os estudantes em geral têm uma participação >> irrisória na administração da universidade. >> Mas se ele é estudante, ele é um cara que ainda não foi qualificado para trabalhar, como é que ele vai mandar na gestão de uma coisa que ele não é capaz nem de trabalhar ou não? >> Ele é membro da comunidade universitária, né? Ele
é o setor mais, ele é o setor mais importante da universidade. >> A universidade é feita para o estudante, né? >> É, pensei que a universidade era feita para paraa nação ser soberana, não é isso? Que os pilares da universidade era a pesquisa. Era a pesquisa. Quem faz a pesquisa não é aluno, não é isso? E >> mas quem que representa a nação dentro Da comunidade universitária? O estudante. >> Mas o que que a universidade brasileira produziu de relevante nos últimos 40 anos? >> Ah, difícil responder essa pergunta. Eu acho que a universidade tá, ela
é uma instituição decadente no Brasil, em grande medida, por falta de verbas, né, por falta de investimento. >> Correto, o senhor acha correto tirar dinheiro do de quem trabalha, de quem Investe no país para dar para esses caras recebendo salários dezenas de vezes maior do que a média nacional para fazer negócio de coelindo? >> Não, >> como é como é que a gente faria para para evitar esses caras receberem esses salários na B? Então, a minha solução para o problema da universidade é que a universidade ela seja gerida democraticamente pela comunidade, principalmente os estudantes, >>
mas gerida com dinheiro do governo. >> Eu não, eu não acredito que a maioria dos estudantes compartilhe com essas ideias, não. >> Mas ela já é assim. Os conselhos universitários são quem governam a universidade. Os reitores é eleitos. No conselho universitário, a maioria no Conselho Universitário são professores. >> Sim, mas eles são uma comunidade ou não? >> Eles são eles são eles são uma parte. Eles são uma parte, >> sim. >> Mas a maioria da universidade são os estudantes. >> Vamos, vamos aproveitar esse assunto. Vamos agora pro assunto polêmico, tá Renato? Vamos lá. Agora é
polêmico. >> Agora sim. >> Agora sim. Vamos assunto polêmico. Mas eu só quero dar dois recadinhos. Primeiramente quero falar para você que tá nos assistindo, que deixou o like, Que mandou o seu o seu live Pix ou o seu super chat que nós vamos ler aqui ao final da entrevista, tá certo? E agora que a gente vai conversar aqui também, quero falar para vocês que a #treinamentos tem uma promoção incrível para você que tá acompanhando esse episódio de hoje. #treinamentos, maior escola de tecnologia da América Latina. Você pode clicar no link da descrição, acessar o
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Gomes seja também candidato pelo PSDB. >> Bom, eh, Lula, nós temos muitas críticas, né? Já já exemplifiquei aqui várias coisas que nós discordamos. Aldo Rebelo, ele tem uma política mista, né? Eu concordo com eh aspectos da política dele de caráter nacionalista, de defesa do Brasil, mas outros aspectos eu não não tô de Acordo. Defesa do agronegócio, esse tipo de coisa. Os senhores eh apoiaria o MST para expropiar as terras do do agronegócio? >> Eu eu na verdade eu não sou não a política nossa não é não seria essa. Eu sou favorável a uma reforma agrária
>> redistribuição das terras >> e de redistribuição em geral das terras. >> Mas as terras a o maior detentor das terras atualmente ainda é ainda é o governo, ainda é o estado. >> Uhum. >> O estado teria que ceder essas terras. Porém, muitos não querem essas terras porque são terras que eles consideram improdutivas, mas que não podem vir eh tornar a ser produtivas, no caso, né, de pelo menos em produção de grande escala. >> Então, mas eu não eu tenho a mesma opinião do agronegócio que eu tenho das empresas capitalistas. Eu não acho que são
uma instituição positiva. Eles ganham muito dinheiro, né? Eu vi aí o o governo Lula falando bem do agronegócio e tal. Eu acho que nós estamos Brasil tá se transformando num num país colonial, né, vendendo produtos agrícolas. E todo esse benefício do agronegócio, na minha opinião, é o retrocesso. Eu não acho que é é um setor que contribui efetivamente paraa riqueza nacional. pré-candidato, Se o senhor ganhasse na mega cena da virada sozinho R20 milhões deais, como o senhor aplicaria esse dinheiro? Faria o quê? >> É, eu aplicaria a maior parte na luta política que eu travo,
que é a coisa mais importante para mim. >> Mas como em propaganda, folheto, posicionamento de internet, livro, >> propaganda. Sim, tudo isso >> fazer uma fundação para perpetuar a divulgação de suas ideias. É isso. >> Isso. >> Ã, aproveitando, o que o senhor acha, por exemplo, dos candidatos da direita? Vamos lá. Romeu Zema. >> Eles na minha opinião, é do ponto de vista das ideias é o pior candidato, né? É o mais neoliberal de todos. Mas ele tem umas ideias parecidas com o senhor, por exemplo, reforma do STF, eh, impeachment de ministro. >> Não levo
a sério isso daí, não. >> Não entendi. Tem alguma opinião sobre o Zema? >> Eu acho que tudo metade do que ele fala é jogo de cena. >> Entendi, rapaz. Acho que o o grande problema do Zema é ignorar, eu não sei se ele se ele ignora pessoalmente de verdade ou publicamente apenas o o a questão da guerra cultural, né? O o o significado simbólico de diversas coisas, né? Eh, em pré-candidato, o o senhor considera que existe atualmente na na grande mídia uma Guerra cultural que existe desinformação em massa e tal? O senhor acha? Eu
acho que existe. Eu acho que a guerra cultural ela domina o panorama político e na minha opinião é uma falsa questão. >> Então Gram não não propôs a a estratégia vencedora ou propôs? Não, não, eu não, eu não acredito no Eu não acho que o Gram pode aos poucos cultural, nada disso. Eu nem acho que o Gram propôs um negócio desse e nem acho que isso daí seja correto se ele tivesse proposto. >> A interpretação que é dada dos cadernos dele, o senhor acho que é incorreta, não é isso? >> É, eu acho que é
incorreta. É uma extrapolação, na verdade. >> Vamos lá pro próximo. Renan Santos. O que o senhor acha do Renan Santos, Partido Missão? Ah, isso aí é parecido com o Zema, né? Também é o candidato ultra neoliberal. Eu acho que é o candidato, é o candidato, Como é que outro dia eu usei uma comparação, falei que ele era a Erica Hilton da direita, né? >> É a Érica Hilton da direita. [risadas] >> Ah, porque ele é trames. É isso. >> Comecei a rir porque eu não aguentei, cara. Isso aí eu não sei [risadas] >> porque mudou
o cabelo. É isso. >> Não é que é aquele candidato Érica Hilton. Você vê que ela é uma das pessoas mais badaladas do Congresso Nacional, né? >> Eu acha? >> Vô. Foi eleita presidente da comissão da mulher sem ser mulher. [risadas] O senhor poderia ser processado por essa opinião. >> Pode, pode processar. >> É >> rua Mariano Procópio, número 37, né? >> Buscar. >> Exatamente. Bom, e Flávio Bolsonaro? >> Flávio Bolsonaro, eu acho que ele é um candidato, como é que eu poderia dizer, né? Ele é o o Bolsonaro que virou pro centro político, né?
Não, ele não parece um candidato bolsonarista. >> Hum. >> Ele não parece um candidato do que seria Da extrema direita. É meio que uma falsificação política. O programa econômico dele não era o programa do Bolsonaro, nada. Mas ele nem falou do do programa econômico dele. >> Falou como não. Falou que vai privatizar tudo, que vai fazer reforma trabalhista, reforma da previdência. >> Não, mas Bolsonaro fez tudo isso, né? Só que é uma reforma da previdência aumentando obrigação e diminuindo idade. Não é isso? >> Não. O Bolsonaro fez reforma da previdência? Não >> fez. fez uma
PEC, inclusive com as mesmas medidas de Dilma, aumento da contribuição e e e aumento de idade, que é o que o próximo presidente deve fazer, porque a população tá envelhecendo, né? >> Bom, eu não me lembrava dessa dessa medida aí. Teve PE Bolsonaro fez revolta reforma da previdência igual a Dilma, aumentando o valor de contribuição e Aumentando a idade. Esse não era o programa do Bolsonaro, né, quando ele foi, >> com certeza não. A reforma, a, o que existia no programa de Bolsonaro era a transformação da previdência no Brasil, como no Chile, de uma previdência
parcialmente parcialmente de de de caixa e uma parte parcialmente de como é nos Estados Unidos, inclusive tem IRA, tem 41K que existe uma quantidade que é intergeracional, que é de caixa e tem Uma quantidade que é que é capitalização, não é isso? que o Chile, os Estados Unidos, ele prometiu que uma quantidade de dinheiro ia ser investido no que o trabalhador quisesse. Você escolher onde para onde, que tipo de fundo você quer investir seu dinheiro. E uma outra parte e pro mínimo existencial que seria garantido pelo estado, que é comunalzinho. E inclusive uma das grandes
promessas de Lula era que ia reduzir a a fila do INSS. Ele pegou com 1 milhão e pouco, pegar com 3 milhões. Não é isso? É, pegou mesmo. 3 milhões agora na fila do aposentado do NSS. >> Mas então você tá dizendo que a política do Flávio Bolsonaro é a política do Bolsonaro. Ele promete ele os dois, inclusive o Zema, tava na frente do cara da MBL e caiu no no dia que ele afirmou que nenhum aposentado ia ter ganho real nenhum, que isso era impossível numa População envelhecendo. Ele deu essa declaração pública e nesse
dia ele perdeu Anas odes em todas as casas de aposta. Ele tava à frente do do nome dele, rapaz? O Ryan Santos, não, como é? Renan Santos, >> o Zeman, né? >> É, sim. Mas o o senhor concorda que se tem cada vez menos pessoas trabalhando e contribuindo e tem cada vez mais pessoas Idosas, não tem como ter um aumento real sem meter a mão em algum outro lugar? Vai tirar da onde? >> É, mas o pessoal contribuiu, né? >> Não, não, não contribui, >> contribuiu, né? O problema é que é que um teste da
galera não contribuiu [ __ ] nenhuma em recebeu como rural, não é isso? Se a pessoa tivesse contribuindo, ela ela pode fazer através do sistema de capitalização que o Renato falou, a pessoa contribui, ela ela deposita numa Conta dela, lá na frente ela pega de volta. Não é isso que acontece, né? A verdade é que um o sistema deficitário há há pelo menos já 20 anos e a gente não conseguiu. >> Minha mãe contribuiu para receber 30 salários mínimos do teto hoje é cinco, não é isso? Então, mas ela contribuiu, >> ela contribuiu para receber
30, aí chegou lá e recebeu cinco. E aí, a mesma coisa, o cara vai contribuir para receber cinco, vai receber três, né? Isso >> isso aí é um é um estelionato que é praticado contra o aposentado, né? >> É sistematicamente, né? O estado tem esse >> não, a pessoa a pessoa tem que contribuir. Se você se você trabalhou, mas o seu patrão não contribuiu, isso aí não conta pra aposentadoria. Você acha que a maior a a questão da aposentadoria é porque o patrão não tá depositando dinheiro? >> Não, eu acho que é má administração. >>
Não, o dinheiro não é administrado, ele é distribuído, né? O problema é que eles gastaram dinheiro. Eles gastaram dinheiro na época que tinha mais jovens e agora chegou os velhos e não tem dinheiro para dar os velhos. >> Não, não, não. Eles gastaram dinheiro em outra coisa. >> No quê? Universidade pública. >> Ah, outras coisas. >> Exatamente. O co é lindo. [risadas] >> Não sei no que que eles gastaram na JBS. Não, o dinheiro da o dinheiro da aposentadoria foi desviado da aposentadoria. Você acha? Imagina um banco que tivesse contribuição de toda a população nacional
durante tantos anos e a falência. Claro que não >> é, mas nunca houve esse banco. O dinheiro dos aposentados nunca foi acumulado em lugar nenhum. O sistema do INSS é um sistema de caixa, não é um sistema de capitalização. Paga os >> daí. Isso daí a partir do momento em que o dinheiro que deveria estar capitalizado lá foi gasto. >> Não, mas nunca houve previsão legal de capitalização. Só só houve previdência de capitalização com a reforma de Bolsonaro. Fez isso para servidores, não é isso? >> Tudo bem. Não havia previsão, mas o problema é esse.
Não foi administrado o dinheiro, não foi Acumulado. >> Então o senhor acha que devia ter parte de capitalização? Esse era o programa de Bolsonaro. >> Não, eu não é que deveria ser capitalização privada, é que o dinheiro deveria ser acumulado para poder pagar a aposentadoria. Hoje em dia o que acontece? O dinheiro entra e sai. Não tem não tem fundo, não tem reserva. Não tô ouvindo. >> É, o seu microfone desligou, Renato. >> Estamos próximos do momento em que vai sair muito mais do que vai entrar. >> Tudo bem. E o senhor concorda então com
a afirmativa de Zema que vai ser impossível para qualquer presidente que toma posse dar aumento os reais aposentados? >> Não, não, não concordo porque o pessoal dá muito mais pros bancos. Tem que lembrar sempre isso. Enquanto a gente >> é só dar o calote na na dívida que sobra 1 bilhão, 1 trilhão. Como é? >> É. E sobraria muito dinheiro. >> Sobra aí sobra dinheiro. >> É metade do orçamento que os bancos. Aí você vai esfolar um velhinho lá que trabalhou a vida inteira, vai deixar o cara lá com um uma aposentadoria que ele não
consegue nem comprar remédio. Essa é uma coisa cruel. >> Ó, tem um mais um assunto polêmico. Vamos lá. A gente tá agora com ranta Vírus. >> Inclusive alguns falam sobre uma talvez uma nova pandemia, né? Não sei se o Renato quer quiser quiser comentar sobre isso também. interessante. Mas se o senhor fosse presidente, a gente passasse uma pandemia, ia ter lockdown, tranca tudo, a gente fica em casa. Ele já respondeu, ele disse que que tem situações que justifica, né? Isso >> não, mas calma, a gente tá falando no porque assim, primeiro você o o primeiro
Passo do uma coisa é ele falar: "Não, tem que ter vacina, vou ir atrás", etc, vaiar todo mundo. Isso é uma coisa. Outra coisa é essa questão do do lockdown, por exemplo. Que que o senhor faria? Não, primeira coisa que tem que ser tem a vacina, logicamente tem que ir atrás, mas eu acho que a primeira coisa que a gente teria que fazer é que o a administração municipal, estadual e federal deveria ter um controle da situação que Na época da pandemia não havia. Eu li um livro, foi escrito no século X7, do escritor inglês
Daniel de Fou. Ele escreveu um livro que chama O Diário do Ano da Peste. Uma peste que arrasou a cidade de Londres. Sabe o que me surpreendeu no livro de Eu lido justamente durante a pandemia? >> Conhece ô Renato? Nunca ouvi falar. de F escreveu o >> Não, o autor sim, o livro não, >> não é um livro factual, uma espécie de reportagem. O que me surpreendeu, sabe o que que é? A administração de Londres, ela sabia exatamente quantas pessoas estavam doentes em cada bairro da cidade. Isso no século X7, não século XX, que o
pessoal tem computador. Mas o governo sabia a localização das pessoas pelo celular. Eles tinham pessoas que percorriam os bairros e Sabiam exatamente quem tava doente e quem não tava doente. >> Mas aqui no Brasil também >> não. De jeito nunca vi isso. O >> inclusive pessoas entraram com ação contra o estado para não usar informação de celular. O governo sabia quem pesquisava sintoma, >> não >> sabia as compras de de de de negócio de cada pessoa. Inclusive o Faca entrou com ação judicial contra isso. >> Se o governo sabitura sabia. Se o governo sabia, ele
nunca declarou que sabia e nunca teve uma estrutura para controlar essa situação. >> É isso. Teve inclusive disputa judicial em São Paulo. A prefeitura pediu e foi autorizado localização e pesquisas horra toda com bigtec. >> Tá, mas eles não fizeram nada com essa informação. >> Não sei se fizeram, né? Aí eu já não sei. Eu não posso afirmar se fizeram. Você pode dizer que fizeram merda, que eles ganharam dinheiro, que deve ter colocado os caras que apoiou para receber. Não fizeram nada. Acho que eles ganharam dinheiro com isso ou não. >> Hein? Em relação à
pandemia, não. >> Os amigos do rei deve ter mamado com essa aí agora. >> Com certeza. >> Com certeza, né? >> Agora o lockdown, se for necessário, eu sou favorável. Agora eu não sou favorável que eu vim em São Paulo na época da pandemia, >> certo? >> Né? Eu saía de casa, lockdown, etc. Daí passava um ônibus todo lotado de gente. Isso aí é uma farsa. Quer dizer, uma parte da população tava trancada em casa. Ah, >> a Rede Globo não parou num dia. >> Então, vários, várias teve. >> E o comércio dos amigos do
rei era Essencial. O comércio de quem não era amigo do rei não era essencial, não é isso? As grandes redes permaneciam aberta o mercadinho da esquina, meu irmão. E o cara lá metendo um processo que foi pedido pelos >> o pessoal de telecompras, televendas, que eles trabalham tudo na mesma sala. Você imagina no meio de uma pandemia, 500 pessoas trabalhando numa sala, pediram para interromper o serviço. Justiça não deu. Quer dizer, o negócio Era o quê? Era a classe média, era o rico, o trabalhador. Trabalhador ia trabalhar, pegava o IPS lotado, metrô lotado. >> Mas
o senhor apoiaria um lockdown a ponto de, por exemplo, e se o cara tem um comércio, fecha o comércio dele? Aí o o governo tem que ter um plano de auxílio, né? Não pode simplesmente fechar o negócio, ele tem que ter um plano de auxílio. >> Mas fechar aí. >> É, se então eu acho que numa situação extrema, sim. O que eu acho é que no Brasil com a pandemia eles usaram isso daí assim era o meio mais fácil de controlar a situação. Por isso também não mandaram o trabalhador ficar em lockdown, porque o trabalhador
para ele não tinha importância. Tinha importância a classe média, opinião da classe média. Então foi um eles usaram como recurso fácil. Eu não sou favorável a fazer isso, prejudicar todo mundo e tal. >> Uhum. E a vacina obrigatória? Não, eu já na época era contra a vacina obrigatória. Eu acho que toma vacina. Quem quer tomar vacina? >> É isso aí, ó. Tá vendo? Que que você achou, Renato? >> Eu acho que ele não podia apoiar Lula, que ele apoia tudo que Lula diz o contrário. Um cara desse [risadas] apoia Lula, velho. Acho, >> hein? >>
Ele é contra lockdown do jeito que foi Feito. Ele é contra vacina obrigatória. Ele é contra restrições a a negócio. Ele é contra crime sem vítima, não é isso? Ele é contra a JBS, ele é contra Odebrecht, contra os esquemas da Lava-Jato, ele é contra o SDF Speitman, é o contrário de Lula, velho. A única coisa que ele que ele elogia Lula de fato são as políticas sociais que ele admite que Bolsonaro fez mais gente com mais valor, não é isso? >> Não, não. Bolsonaro fez fez no no caso Do Bolsa Família, né? E como
Bolsa Família virou auxílio Brasil, que dobrou o número de de beneficiários auxílio Brasil, gente presidiári a [ __ ] toda. Lula, embora eu não ache que as políticas sociais do PT elas resolvam o problema, o Lula tem muito mais política social do que o Bolsonaro. >> Mas o benefício do Bolsa Brasil, o senhor admite que foi o máximo de beneficiários de valor, não é isso? >> Durante a pandemia, brombou, inclusive >> não foi só, não foi só o Bolsonaro, né? O Congresso aprovou essa medida também. Não teve teve isso, depois foi aprovado, mas primeiro foi
a ma provisória. Inclusive na ma provisória de Bolsonaro, que ele mandou pro Congresso, a mulher que botasse o marido para fora de casa receberia 50% mais, ainda destruindo a família e demonstrando que é o estado virando provedor e protetor que destrói a fecundidade e destrói a humanidade, né? >> Bom, eu não vou defender o Lula aqui, [risadas] >> não é? Você fez isso foi o Bolsonaro, não é isso ou não? também não vou defender o Bolsonaro. [roncando] [risadas] O >> Bolsonaro acho que ele fez bem na questão das armas. Isso daí eu eu eu achei
uma medida boa dele. >> Bolsonaro reduziu a metade do número de Armas que eu podia ter. O senhor comprou quantas armas no governo Bolsonaro? >> Não, eu não comprei nenhuma que eu não consegui. >> Mas então o senhor comprou errado porque o senor f >> Eu não consegui. Eu consegui comprar com Lula. Lula me franqui a comprar. De fato, de fato, eu tirei o meu registro no final do governo Bolsonaro. >> Hum. >> E pegou a arma do governo de Lula. >> E aí no governo do Lula peguei a arma. Eu tô esperando aí para
fazer o laudo, para fazer o psicotécnico, aquela coisa toda. >> Mas no passado o senhor teve arma? >> Eu tive antes de toda essa história do desarmamento. >> Aí o senhor entregou? >> Eu tive até porte de arma. >> O senhor entregou a arma? Não, >> não, >> rapaz. Aí é o cara raiz. É isso. O o Senhor a favor de lockdown, mas reconhece o direito do povo também da testa com armas contra esse negócio, né? >> Sim. Eu acho que o povo tem direito de andar armado, >> rapaz. Esse negócio ia ser muito Texas,
que lá no Texas os cara [risadas] metia era rifle na mão, era R15 e o entendeu? >> Quando o povo tá armado desse jeito, como nos Estados Unidos, o governo tem medo do povo. >> Governo não vai fechar [ __ ] nenhuma. Umas facções. 19% da população vive em áreas controladas porque é desarmada. Se ela tivesse armada como a Suíça, as facções não ia criar, não ia ter vantagem nenhuma sobre uma pessoa normal. >> Uma igreja organizada ia ter o mesmo poder da facção, não é isso? Todo mundo tivesse fuzil, ia ser todo mundo homem
igual. Agora quando o cara tá sem arma, meu irmão, o cara é menos homem que o outro, não é isso? >> Ex. É. Você é indefeso, você é uma vítima. >> Ó, no seu governo, se o senhor pudesse antiar ou condenar Jair Messias Bolsonaro >> pelo crime de golpe de estado, o que que o senhor faria? Não, eu sou contra essa condenação. >> E a facada é verdade ou é mentira? >> Ah, não sei. [risadas] Não sabe? >> Não sei. Eu já já vi muitas versões aí Sobre esse negócio da facada, >> rapaz. O cabo
Daciolo que vai vir aqui no dia 27 disse que era mentira e manteve a [ __ ] vários anos. Será que ele vai repetir isso aí? >> Então eu não sei dizer. Eu não vou eu não vou apresentar uma versão >> por divergência política com a pessoa, né? >> Não tem. E o homem foi a lu >> Mas mas o golpe de estado >> hã >> não, >> não, >> não teve golpe de estado. >> Não teve golpe de estado. Então se o senhor anichaia Jair Messias Bolsonaro de todos os seus crimes? >> Eu acho
que foi >> perseguição política. >> Perseguição política absoluta. >> O senhor anistiaria Bolsonaro eleito? >> Eu preferiria que o processo fosse Cancelado, que foi um processo ilegal. >> Mas mesmo assim o senhor anularia, perdoaria ele. >> Sim. E o senhor acreditou que foi não é porque o Bolsonaro seja um adversário político que eu sou favorável a usar qualquer método para tratar com o adversário político. >> É isso. O cara tem que ser condenado pelos crimes que ele efetivamente cometeu, não é isso? >> Exatamente. Eu defendi o Lula também. Não provaram nada, não tem que condenar.
>> Então o sítio de Atibaia não tinha nenhum nada dele lá. Era tudo mentira. O negócio do do cosmético era um sítio era qu >> era o os pedalinhos lá com com os nomes do [risadas] >> não tinha prescrição, tinha remédio prescrito dele e da mulher lá dentro do você tem que você tem que provar mais do que isso. >> Não, uma eu conversei com o Juca Kifuri. O Juca Kifuri comunista, militante desde a década de 70, é amigo do Lula, convite para ser ministro, tudo mais, né? Ele me disse uma coisa interessante, falou: "Não,
tudo bem. O Lula roubou, o cara foi presidente. O presidente com maior aprovação, maior popularidade, mais o cara foi lá, roubou. Aí você acha que o cara ele vai roubar e vai montar um apartamento duplex em Atibaia, velho? [ __ ] nem para ser um jato, não é não? Ô, [ __ ] viu apartamento igual tinha que fazer igual? Esse daí, esse daí é um arumento forte contra o negócio. Eu também acho. Como é o nome do cara? Como é o nome do cara que recebeu o apartamento agora de 22 milhões na véspera de aprovar
a [ __ ] lá do Nogueira? >> Você viu o apartamento do cara? [ __ ] fosse pelo menos um apartamento desse, não é isso ou não >> é [risadas] triplex? Não, então Exatamente o cara, [ __ ] um apartamentozinho triplex em Atibaia, velho, >> é muito fedendo. >> Era melhor ter vestido igual feito igual Vcaro. Já mete logo um jato, uma mansão, já dá dinheiro para paniquete, já faz tudo, velho. >> É, é, é um processo ridículo que o Lula sofreu. Ridículo. Agora veja bem, eu tô vendo um monte de gente pedir aí a
cassação do Ciro Nogueira, do PP. >> Hum. né, que apareceu que ele tava por causa do banco master. >> Então eu não sou favorável a esse tipo de coisa. Eu acho que ele tem que ser investigado, indiciado, tem que provar que ele recebeu dinheiro e se ele for condenado, aí pode se discutir a cassação dele. Se ele for condenado, >> não. E quem tem que definir a cassação é o legislativo ou judiciário, a Constituição Brasileira legislativo, né? Legislativo. Tem que ser o Congresso Nacional. O afastamento de Cunha motivo pro epitman de todos os minos STF
que eles concordaram com o afastamento de presidente de poder sem autorização da da da casa legislativa, né? >> Fizeram isso aí com um monte de gente. >> É isso. Afasta de cunha foi um crime Contra a segurança nacional. O Nani, todos os ministros da STF foram a favor, não é isso? >> Tá, isso é totalmente ilegal e fizeram isso com várias pessoas. Eu não sei, tem gente que defende isso daí. Não sei se o pessoal tá desesperado, mas eu eu não defendo por dois motivos. Primeiro porque é ilegal. Por que que eu vou defender uma
ilegalidade, né? Você não gosta da pessoa, você acha Que ele tem que ser expulso da vida pública, trava uma luta de ideias. Combata o cidadão com os métodos democráticos. Mas eu também acho que isso daí não dá certo. Você vê, né? O Bolsonaro foi caçado aí, perseguido, acusado e tal durante três anos seguidos. Como é que tá a eleição? >> Tá Lula empatado com Flávio Bolsonaro, >> que é uma pálida sombra do pai. Vamos falar que é verdade. >> Verdade. >> Bolsonaro tem um >> Se fosse o Bolsonaro, você acha que estaria estaria na frente
do Lula? Eu acho que sim. >> Não, tem várias pesquisas que dão Flávio na frente, inclusive as ODES estão dando o Flávio, né? >> Então, mas veja o fracasso da perseguição judicial. Isso significa que um monte de gente, uma parcela expressiva da população, não acredita Que o processo foi justo. >> Mas a questão >> e se acreditasse ele não tinha voto. >> Depende. Se se o Lula tivesse explorado a a margem equatorial, se se o governo tivesse entregando crescimento real, ganho de de efetivo de salarial, se se as pessoas tivessem melhorando a vida delas, se
uma a moeda na mão delas estivesse valorizando, Lula ganharia? A questão do do Fábio, não é porque a questão principal do da reeleição de Qualquer presidente >> não é a popularidade do competidor, mas a a competência da administração permanente. A reeleição ela é normalmente um referendo do governo. Senhor concorda comigo ou não? >> Tudo bem. É assim, mas >> o cara tá com a máquina na mão tem uma vagão. Mas é importante, é importante notar >> que a perseguição do bolsonarismo Foi um tiro que saiu pela culatra. E agora com as denúncias do envolvimento do
STF, com o escândalo do Banco Master, a coisa fica pior ainda. Eu acho errado. Eu acho um erro e eu acho que você colhe um resultado indesejado. Sem falar na desmoralização também. >> Isso é se o se o Ciro Nogueira que foi acusado de receber a mesada de 500 conto vai ser caçado, como é que não caça Lula? Como é que não tem impitman de Lula que o filho dele foi acusado de receber como é que não foi 300 conos de de negócio acusado? acusado, o cara acusa do que quiser, não é isso ou não,
hein? >> Exatamente. >> Ou não, hein? >> Exatamente. Tem que ser, ele tem que ser julgado e o julgamento tem que ser um julgamento democrático de acordo com a lei. Se não for assim, Não dá para sair caçando o pessoal. >> É a força acabou. O voto aí significa o seguinte, você vota, mas aí um um juiz ou um grupo de juízes caça o voto popular. >> O o senhor acredita que o pessoal da Coreia do Norte, por exemplo, tem uma ideologia comunista ainda ou ou que virou uma monarquia aquilo ali? >> Eu não, eu
não conheço suficientemente a Coreia do Norte para emitir uma opinião. >> Mas na China, o senhor acha que o topo do partido ainda tem ideologia comunista? Não, eu acho que eles têm uma ideologia mais nacionalista do que comunista. >> Pragmatismo, né? Isso é é cor do resultado, não é isso? É mais para Lula do que para comunismo, não é isso? >> É, eu acho que sim. Eu tive na China, é impressionante a China. >> O senhor foi em Xangá em Pequim? Eu tive No Cantão, tive em Pequim, visitei várias cidades. >> Eu fui a convite
do governo chinês. >> É, >> eles fizeram uma conferência com representantes de imprensa de vários países. >> Entendi. >> Então eu fui com >> O dia posso ser convidado por eles também? >> Pode, sem dúvida. >> Não é ruim não, >> rapaz. Teve inclusive um monte de bolsonarista que foi convidado, deu um escândalo da Zorra na época. Inclusive esse teve vários velho bolsonaristas que ficam em hotel cinco estrelas orra toda lá na China. Você não lembra disso não que foi um escândalo na época. >> Mas o escândalo foi o quê? Que eles estavam gastando dinheiro
do povo. >> Não, ele não, pô. Foi o governo chinês que bancava. >> É, mas então >> que que que como é que chama? Que eles o o pessoal ficou dizendo que eles diziam que era de direita, que não sei o quê. Depois tava mamando lá o o o como é que chama? os benefícios oferecidos por pela ditadura mais assassina da história da humanidade. Não é isso >> não. Por que a mais assassina? >> Você não você não acha que mais assassina? >> Qual foi o regime mais assassino da História da humanidade? >> Ah, isso
é difícil de estabelecer, né? Mas a esse negócio da China é pura propaganda. >> Não é muito difícil não. É só >> na China se você espirra >> você mata 10 milhões. Coronavírus. Sabe a inclusive tá mal explicada a própria propaganda. A, os 10 milhões da China é por causa da fome. >> Sim. Que foi provocada pelo regime, né? >> Não foi provoc, mas foi provocada por erros políticos. Eles não foram lá para matar a população. >> Como não? >> O plano econômico deles fracassou. >> O PP também não matou um texto da população porque
ele quis. Foi sem querer. >> Não, o PP também tem muita. Eu sabe o que acontece, ó? Eu não sou favorável a a tomar a propaganda que é muito intensa, né, de países como os Estados Unidos, os europeus por realidade. Eu acho que isso tudo tem que ser cuidadosamente investigado. Eu não sou eu não sou um admirador do regime político do Maltetung, né? Eu tenho a minha própria avaliação, mas também não sou favorável a apresentar uma coisa que eu acho que não tem cabimento. É isso. E a grande fome foi uma coisa, a revolução cultural
foi em outra década inclusive, não é isso? A revolução cultural eles admitem que Foram 22 milhões de mortos, não é isso ou não? A questão é que a população de lá também já era da Rússia, né? Eu acho que eles não admitem que houve 22 milhões de mortos na revolução cultural. Não. São quantos? Eles dizem que são quantos? >> Não, eu nunca vi número desse porte aí na China. É isso. Segundo os números oficiais, meu irmão, a China é muitas vezes mais do que a Rússia, porque inclusive a base Era maior, né? >> Não. A
a propaganda que eu vi, eu analisei a propaganda, eles falam do problema da fome, que teria morrido muita gente. >> A fome foi muito mais gente. A fome foi muito mais gente do que a revolução cultural. Só que eu, só que eu, só que eu não acho correto, >> a não ser que o governo tivesse provocado deliberadamente a Como é que você pega um cara urbano, Dá uma p, ele e diz assim que você não produzir, você não come, vá lá pra roça, isso não é matar o cara >> não, mas o Não foi assim
que o pessoal morreu. O pessoal morreu de fome mesmo. Pessoa que não tinha nenhuma qualificação foi colocado em um lugar para para tirar o que ele pudesse da terra, que não tinha nada, né? Ou não? >> Não, não. >> Isso não é matar o cara. Pote também fez isso, acabou com circulação de dinheiro E deu um lote de terra porque tivesse uma comida daí e ia coru que você tivesse isso daí isso daí é assim é muito muito é muita propaganda, tem que tomar cuidado com isso. >> Mas vamos lá, então. Esquece a China. >>
Não, por exemplo, Stalin, eu acho uma figura histórica abominável, >> mas quando a pessoa vem e fala assim, ele matou 10 milhões de pessoas, não concordo. Não foi assim. Não foi assim >> não. Aí também o o historiador que levantou fazer uma pergunta quem quem mandou matar trotskalin >> foi. >> Foi quem? >> Por isso por isso que eu tô usando o Stalin. >> Matou inclusive os caras do do da coligação próximos fisicamente próximos A ele. Não é isso ou não? >> Isso. Ele matou muita gente, mas não matou 10 milhões de pessoas. >> Não.
Deixa eu fazer uma pergunta para ser muito objetivo. Lodomor, >> isso daí é uma >> 3 milhões morreram. Foi isso daí também foi uma fome. A Rússia não, mas [risadas] essa foi essa foi provocada. >> Claro que foi. >> E o Irã também sofreu. O Irã também sofreu durante guerra, fome e morte, Porque os produtores iranianos eram obrigados a mandar o o eles. O Irã foi ocupado, foi neutro, foi ocupado pela Inglaterra e pela Rússia. A Rússia demorou inclusive três anos depois da guerra terminar para para libertar todos os territórios do Irã. Não é isso?
O Irã também teve uma quantidade de mortes absurda, porque o o alimento tava utilizado no esforço de guerra inglês e e russo, né? >> Isso daí, isso daí sim, Você tirou a comida do pessoal, levou para outro lugar, deixou o cidadão morrer de fome. É você, você é culpado. Seu no Holodomor, >> inclusive o o iraniano, o iraniano até hoje >> con eu conheço muito bem a história da União Soviética. >> O Gustavo Machado que é um historiador também, ele é membro do PSTU. vai tá aqui com a gente também, vai participar da sabatina. Ele
que é candidato Juntamente com quem é candidato a presidente é o Herz Dias e o Gustavo Machado, ele vai ser o vai ser o o candidato também, não me lembro agora qual cargo, mas enfim. Eh, ele explicou já várias vezes essa questão do do Lodomore. Ele me falou a respeito das fontes de jornais que falavam abertamente: "Olha, as pessoas vão morrer e nós precisamos de comida. a nós precisamos de de suprimento e todas el essas essas solicitações foram ignoradas E esse esse planejamento foi feito de modo de modo extensivo. Então assim, não foi uma coisa
que aconteceu um tempo, não. Foram mortes que aconteceram durante mais de 3 anos, entendeu? >> Tá, mas o que que o Stalin fez para matar o pessoal? >> Tirou toda a comida de lá. Não tinha listas, tinha lista, tinha lista de mortes, bicho. Stalin, isso é amplamente a própria União, a Rússia, própria União Soviética, admitiu que tinha lista de Mortes extrajudiciais. Não aconteceu isso. >> Deixa eu falar uma coisa disso essa essa expressão >> Holomodor. Isso aí foi uma um jornal, o grupo de de jornais mais poderosos da época nos Estados Unidos, queentou essa expressão,
né? Isso aí, isso aí foi aconteceu nos Estados Unidos >> e quem colocou que o Stalin teria matado 10 milhões de pessoas por causa da fome É um historiador britânico e ele mesmo reconhece que primeiro ele nem tem os números corretos. Ele mesmo reconhece, mas foi ele que, eu li o livro dele, foi ele que começou essa história. O que aconteceu foi o seguinte, o regime político entrou o os camponeses entraram em conflito com o regime político. Então, o que que eles fizeram, né, nesse Nesse mesmo livro que o cidadão fala do das das mortes,
etc, e tal, ele explica o seguinte: os camponeses para não entregar a sua propriedade para o estado, eles promoveram aí uma destruição generalizada do rebanho, queimaram as plantações, mataram as vacas, os cavalos, as galinhas, os porcos. Tá tudo no livro desse historiador britânico, que é o homem que pela primeira vez levantou que Teria morrido 10 milhões de pessoas. Foi uma, o que houve foi uma espécie de guerra civil. A política do Stalin era era equivocada, sem dúvida nenhuma. Mas agora falar que ele propositalmente matou 10 milhões de pessoas na fome é absurdo. >> Eu já
sabe sabe sabe sabe por que eles falam isso? >> É >> que é para que as mortes dos do chamado Comunismo elas sejam maiores do que a do Hitler. >> Mas o mas o senhor entende? O senhor concorda que a hoje menos gente na Rússia do que tinha 100 anos atrás? Não é isso? Isso é questão demográfica, né? Não, >> o Brasil nesse tempo aumentou no desde o da véspera da revolução. Se a gente pegar do início da Segunda Guerra Mundial, de de de 120 anos atrás para agora, tem menos gente hoje na Rússia do
Que tinha há 120 anos atrás. E nesse período a população brasileira aumentou quase oito vezes, não é isso? >> Sim. >> Todos os lugares onde houve regime soviético, a população diminuiu brutalmente. Inclusive continua caindo noche europeu até hoje, mesmo depois do comunismo ir embora, né? Não, não, não tem esses números. >> É isso. Qual, qual o lugar que houve uma revolução soviética em Cuba? >> Cuba hoje tem tipo 30% menos gente do que no Pico, não é isso? Acu todos os países que entrou regulação. >> Venezuela tá quase 20% menos gente do que teve no
topo. Tipo, todo lugar que aparece esses caras exterminam a própria população, né? >> Venezuela não é um país igual a Cuba. Venezuela é um país capitalista. >> Não, mas o regime foi pra esquerda ou não foi? >> Sim. É o regime de esquerda, Nacionalista de esquerda. >> Se ali, aliou intimamente com Cuba ou não? Tinha agentes cubanos, médicos cubanos. O que que eles fizeram com a população? Mataram todo mundo. >> As pessoas que tinham grana caíram fora e a economia caiu um texto. Não é isso? Não é isso que aconteceu com Cuba também? As pessoas
qualificadas de tudo foram embora. Só ficou a escória lá. Não é isso? >> Quer dizer, o povo, o [risadas] povo, o Povo é que seria, >> os capitalistas que estavam lá. É isso. Pote matou, né? Os caras que usava óculos, que era alfabetizado, ele matou. Não é isso? >> Não. Dizem que foi assim, né? Não dá para tomar. Veja as coisas que falam de todos os países que se opõem aos Estados Unidos, ao imperialismo europeu, é tudo propaganda, assim na pior espécie. >> Mas Cuba pro senhor foi uma experiência socialista ou não? >> É uma
experiência. É, é, eles expropriaram a burguesia. E eu acho que eles dão a população muito mais do que a população tinha no regime anterior. >> Acha? >> Pô, sistema de saúde cubano é universal. Sistema de educação é universal. >> Mas pera aí, mas pera aí. Na na na China, >> mas energia elétrica não é universal, não é não, Júnior? A energia elétrica não é universal, né? Aí aí não é aí não é culpa do governo. >> Aí não é culpa do governo. >> O governo não não é não é responsável por por evitar. Ele impede
inclusive, ele impede inclusive que o cara preste porque é concessão pública, não é isso? Ah, no Brasil você é proibido de gerar vender o problema energético de Cuba é Que Cuba tá sob um bloqueio econômico. >> Sim, >> isso é criminoso. Bloquear economicamente um país é uma coisa criminosa. >> Mas é isso, comprar coisas roubadas também é crime, é recepitação. Você fazer negócio com [risadas] compra coisas roubadas suas. >> As pessoas que investiram lá e foram desapropriadas, não é isso? >> É bom. Mas isso aí não é roubo. >> Isso aí foi o povo que
arrancou o dinheiro do pessoal. >> É isso. Mas o governo quer dizer que se amanhã a gente estatizar o banco é roubo. Não é o banqueiro que é ladrão. Você que estatizou o banco que é que é ladrão. >> É isso. Para pr para Ciro Nogueira e pro filho de Lula, o senhor pediu provas, procedimento, não é isso? Não tem que ter um processo judicial. Se se o um executivo >> revolução, revolução não é feita através de processos judiciais. >> Pois é, isso que eu tô dizendo. Para o Ciro Nogueira e pro filho de Lula,
você queria pro filho judicial. Agora, eu acredito que a maioria dos bancos do Brasil estatais na lei brasileira poderiam ser considerados crimes, inclusive expropriados legalmente. Agora, para isso precisaria procedimento judicial. A maioria das empreteiras que negociam com o governo hoje, se o cara Fizesse uma investigação real a fundo, se fizesse uma política de pagar por por informação, inclusive ia aparecer informação para dar no pau, não é isso ou não? >> É possível. É possível, >> hein? >> Ia aparecer mesmo. Olha, você vai ficar com 10% dinheiro recuperado. [risadas] Em questões como essa dos bancos, em
questões como essa dos bancos, eu acho que a opinião do povo é mais Importante do que o processo judicial. Um país não pode ser refém dos bancos. O Brasil é refém, eles engolem metade do orçamento todo ano. Aí eles controlam o Banco Central e aumenta a taxa de aumenta a dívida possuidores da dívida. É isso. Os bancos não são os maiores possuidores da dívida pública. >> Os maiores proprietários da dívida pública mobiliária são fundos de pensão. >> Não, tudo bem. Os >> os bancos eles são obrigados a comprar a Dívida porque eles geram inclusive dívidas
baseadas na usando como como a dívida do governo como colateral, não é isso? Não, os no final das contas você vai encontrar no final das contas você vai encontrar lá os bancos. Não, mas eh, por exemplo, o que a gente precisava fazer sem ser d calote, como o senhor falou, mas a gente poderia inverter a curva do juro da dívida, a gente poderia fazer com que a economia começasse a a a se desenvolver de tal forma, a ponto aí A conseguir conseguir sobrar dinheiro a ponto de pagar o o que tá devendo, porque o juros
inverteu, se você inverte, sobra mais dinheiro e com a economia crescendo, você consegue >> E como é que você faz, como é que você faz isso? Fazendo tudo isso, a taxa de juros cai, porque também o emprestado de dinheiro começa a ficar mais seguro e mais barato. >> Mas como você, como é que você vai fazer isso se os banqueiros controlam o Banco Central, levaram a taxa de juros oficial a 15%? Então, o país, o país inteiro, o país inteiro tá vendo isso. É, o governo Lula >> entrou pedindo a diminuição dos juros e acabou
apoiando. >> Não, ele dizia que o cara era um criminoso que tinha que ir pra cadeia com juro a 7% e meteu 15. Não é isso? >> Então, >> não era isso que ele dizia do do Roberto, ele ele ele traiu aquilo que Ele tinha falado. >> Mas o senhor não apoiou? Não foi o governo que senhor apoiou não? >> Sim. Mas não, eu Você não apoia um governo porque ele é perfeito, tá certo? Uhum. >> Você apoia um governo por considerações políticas concretas. >> Mas senhor ouviu que eu falei, por exemplo, se a gente
conseguir inverter o juros da dívida, 38 seu microfone tá desligado, inverte o juros da dívida, Sobra dinheiro, paga, começa a cair. Alguns alguns desses métodos eles são possíveis. Agora, um problema que tem é o seguinte, que a gente tem que entender, quem controla a economia nacional não é o governo, não é o ministro da economia, são os bancos, eles contram. >> Depende se o governo é submisso a eles ou não. >> Todo governo, todo governo que teve no Brasil até agora é submisso aos bancos. >> Todo, porque eles são um poder muito grande, rapaz. ninguém
enfrenta. Tem um livro do Barão de Maá. Por >> isso, por isso que não dá para você querer mudar a coisa respeitando as regras do jogo. Porque se desse, por que que você se por que que alguém seria revolucionário? Vamos mudar da maneira mais fácil possível. Mas como é que você como é que você Quebra o monopólio que os banque os bancos e os banqueiros têm sobre a economia nacional? Não tem você, o Congresso é submisso, >> tem, mas não por meios processuais, foi o que o senhor falou, não é isso? Através do armamento da
população em revolução, não é isso? >> É através da revolução e calote da dívida. >> E calote da dívida e calote da dívida que aí destrói os caras financeiramente e fisicamente. Eh, o senhor não acredita que o Brasil precisa ser desfazizado essas facções que controlam 19% da população, julgam, matam? Sen acha que o governo não deveria fazer direito penal do inimigo e e destruir essas facções PCC, CV? >> Não, não, não. Porque sabe o que acontece? Toda medida excepcional que um governo adotar vai se voltar Contra a população em geral. Eu não acredito na na
boa intenção de nenhum governo de combater as facções em favor e e como se reduziria o o número de de pessoas vivendo sobre porque Bolsonaro disse que combater aumentou em 50%. Lula disse que combater aumentou em 30%. Todos os governos, o número de pessoas vivendo sobre sobre a a esses caras são governos, tem território, tem soberania porque tem tribunal e tem população e se cobram tributos. Vai ter uma hora que o Governo brasileiro vaiizar na hora que 30, 40% da população tiver sobre nós nós temos que perguntar por que acontece isso. Uma proposta para evitar
o o aumento ou ou reduzir o número de áreas controladas por facções ou é um processo democrático? Eles estão acabar. Eu acho que a solução é acabar com a miséria nacional. A violência aí não vai resolver. Miséria. >> O senhor concorda que o que o homem mais pobre hoje do Brasil, o mendigo do Brasil é mais rico do que o imperador de 200 anos atrás? O imperador de 200 anos atrás não tinha antibiótico nem corticodide. Ele não tinha nada disso. Ele não tinha frutas em na 80% do ano, não é isso? >> Mas isso significa
que a pessoa não é miserável. >> Isso significa que a pessoa que dorme na rua não é miserável. >> O senhor preferia ter uma barra de ouro há 200 anos com sífiles ou ter um antibiótico hoje? >> É muito [risadas] mais. O vendigo é muito mais rico do que o rei de 200 anos atrás. Nunca houve mais riqueza na história da humanidade em nenhum século fora comparação é descabida. >> Como não? A miséria. A miséria é uma coisa relativa à sociedade que você vive. Não é absoluto. >> Sim. Mas em termos absolutos sim a a
percepção psicológica, sim. Mas em termos absolutos, o mendigo hoje é mais rico que um rei medieval, não é isso? >> Mas ele é pobre, ele é um miserável. Na sociedade nossa ele é um miserável. É isso. >> No Brasil hoje, o senhor concorda que a fome ela já foi superada? Não. >> Aonde que tem fome no Brasil de ver costela? >> Aonde? Que lugar? >> Uma boa parte do país. No nordeste tem fome, tá disfarçado. Eu servi 18 anos. Eu servi 18 anos nos lugares mais pobres do Nordeste. Eu nunca vi costela de fora. O
senhor viu costela de fora onde? No Brasil nunca vi. V. >> Aí, aí que tá. Não tem. Pode não ter a fome extrema. >> Sim, >> mas fome tem. Pessoal, fome. O cara não fazer três refeições ao dia. >> É subnutrido e tal. Isso aí tem de m. >> Mas o senhor concorda que na Venezuela e Cuba ainda tem fome mais do que o Brasil ou não? >> Em Cuba acho que não. Na Venezuela eles tiveram, mas Venezuela também tá sobre bloqueio econômico. Não dá para julgar um país que tá sobre bloqueio econômico. >> Entendi.
>> Não, mas o bloqueio só impede ele de fazer comércio com quem faça comércio Com os Estados Unidos. Os outros pais estão em bloqueio. Coria do Norte, Rússia, Irã. Pode fazer comércio de boa com eles, não é isso? >> Você você já você tentou alguma vez ir paraa Venezuela? >> Rapaz, [roncando] eu nunca fui que eu não tenho interesse. Agora eu conheço um monte de gente que foi, inclusive para namorar baratinho, viu? Que lá, meu irmão, a galera [risadas] namorava por não é de 10. Veja só, veja só. Não tem nenhuma linha aérea brasileira, >>
hum, >> que vai pra Venezuela. >> Não tem. >> Mas é, isso acabou. Não, não tem mais turismo, não tem mais nada, né? >> Não, não, não tem. Linha aérea brasileira que vai pra Venezuela por causa do bloqueio. >> Mas o cara vai de avião para Horai vai de carro. Não é isso? >> Não, >> chegou lá em Roraim, vai de carro. É longe até chegar muita gente que faz passeio. Como é o nome daquela região turística que tem lá onde tem o o a tríplice fronteira? Disse que é maravilhoso. Tem vários hotéis, as horras
toda. Que os caras fazem escalada, negócio de tem uma porrada de gente que vai >> na fronteira ali. Onde tenta ir pr fronteira chapada. O bloqueio econômico Imposto pelos Estados Unidos afeta uma quantidade gigantesca de países do mundo, inclusive o Brasil. Inclusive o Brasil. >> Não, o que o Brasil tem desvantagens comerciais em relação aos Estados Unidos é uma coisa incontroversa. A a questão é que no passado, na época da da das potências coloniais, a potência colonial mantinha o seu domínio colonial através da violência. Os Estados Unidos, quando acabou a União Soviética, passou a ser
a polícia do mundo, né? Só passou a ter uma metrópole que controlava os mares do mundo, não é isso? >> Exatamente. Pela violência. >> E isso não é de graça, né? Eles ou não, 12 strike groups com milhares de bombas atômicas, cada strike grupo desses com 30, 40, 50.000 pessoas muito bem pagas dentro, não é isso? Custa dinheiro, não é isso? >> Custa. E a gente que paga. >> Pois é. A a do mesmo jeito que o governo americano tá exportando a a o custo do exército deles, é a mesma coisa que você vê o
PCC faz com a vizinhança deles lá. >> Tudo bem. >> Você não concorda comigo? Um cara, um monte de cara armado. Eu disse agora você vai pagar aqui? Só eu vejo só. Eu não sou favorável a que o morro do Rio de Janeiro seja controlado pelo PCC. Não sou favorável. Eu só não acredito em dares a um governo Que vai usar isso daí não para acabar com o PCC, vai usar isso aí contra a população. >> Em em regra, eu concordo com o senhor. >> Então, >> inclusive a pena de morte hoje, se você desse
poder para esse judiciário que tá aí matar pessoas, a maioria das pessoas que iam ser mortas iam ser inocentes. Como a mulher do Batom ia morrer, como é que chama? Os falsos acusadores do dentista fal que foi que, como é o nome Do dentista? passou 7 meses como estupulador na cadeia, não é isso? Esse cara provavelmente ia morrer, ser castrado, não é isso? >> Não sou favorável a dar nenhum poder extraordinário ao governo. Eu sou eu sou favorável que o estado >> ele seja fraco diante da população, não forte. >> Eh, >> e e como
é que isso acontecer? Só através da revolução, não é isso? É, tem Que haver que haver não, tem que haver um crescimento da consciência da população, da organização. O problema das armas é importante porque você, você tá desarmado, você não vale nada. Você é um cidadão de segunda categoria, se decidir, >> mas tem que dar legalidade. O que o Bucell fez lá, por exemplo, de de afastar todo o Supremo que tivesse comprovada relação com as facções, o senhor acha que foi uma coisa meritória Ou que foi uma experiência negativa que? que aquilo lá, isso aí
também, o buquê ele tá tá cheio de denúncias de corrupção, tudo de >> Sim, mas com 90% de aprovação, o povo >> tá aprovando o cara como nenhum outro governo do mundo, não é isso? >> Isso daí também é isso aí também é >> Eu a hora que eu ouço que tem um uma pessoa que tem 90% de aprovação, eu torço na >> É só ele quejong um são os únicos, não é Isso? >> Não. Então não tem, não existe. >> Ó, vamos, mas a aprovação dele é seguramente acima de 70%, né? Tipo assim, se
você a maioria das pessoas que foram em Salvador, os caras fazem vídeo, você não encontra ninguém na rua, bicho. Ninguém. Agora, tipo, a atividade econômica do país floresceu, número de escolas funcionando quase dobrou, não é isso? Senhor acha que a experiência lá foi negativa por causa da violação e Direitos humanos? por causa da do tratamento com o povo. E na minha opinião, as intenções do governo Buquele não são >> maravilhosas, não são >> mas a intenção de qualquer homem no mundo é maximizar sua satisfação de todos os animais. O Bukell tá maximizando o poder dele
porque se ele quisesse acabar com crime, ele matava os caras, ele não deixava na cadeia. Na cadeia ele tá fazendo o país de refém. No dia que o regime dele caiu, os vagabundos voltam, não é isso? ver se todo mundo que tá na cadeia Precisa ver se todo mundo que tá na cadeia merece estar na cadeia também. >> Ah, mas lá em El Salvador o negócio era faroeste. Era era pior que Fareste, né? >> É o país mais violente. >> O negócio do Buquele, veja bem, a gente deve ser crítico das coisas. O buquele não
tinha PCC na em El Salvador. As gangs lá não tinha o o poder que tem as Facções no Brasil por causa do tráfico de drogas. Era coisa de muito menor voo. Então foi possível para ele acabar com essas gangs. Se é que ele acabou mesmo. Mas para começar ele limpou o judiciário, inclusive afastando o Supremo inteiro, né? >> Então, mas limpou o judiciário também é relativo. Quem que ele colocou no lugar? Tudo. Eu não sei, eu não eu não acredito nas boas intenções de um governo como esse. Não, já eu não acredito nas boas intenções
de governo muito mais democrático e muito mais redução de mais 90% dos crimes, o senhor concorda que é verdadeira? >> Que ele diminuiu o crime? Eu acho que sim, mas eu acho que é um fenômeno que é temporário. Não acho que ele resolveu o problema do crime. E a chegada do Homem à Lua nos Estados Unidos, o senhor acha que foi real ou foi uma peça de propaganda? >> Ah, essa daí é uma pergunta importante. [risadas] Eu >> eu acho que possivelmente foi real. Eu não não tenho prov. >> Estados Unidos botou o homem lá
e ainda >> minha perspectiva é igual o senhor da facada. Eu acho que é possível, >> mano. Se o se o >> eu, eu tenho como norma, veja bem, eu tenho tenho como norma >> desconfiar de tudo que não seja Eh provado por A + B e por B + C. >> Hum. >> Então, né? >> O que que você acha, Renato? Você acha que o homem pisou lá? >> Não sei. Eu tô igual a ele com a facada. Pode ser que sim, pode ser que não. [risadas] >> É o o caso da facada também.
Não dá para tirar uma conclusão. [risadas] >> Calma aí, né? >> Não, não dá. >> O Bolsonaro tá até tá até hoje aí eh a mulher dele lá, Michele, dizendo que tem que fazer isso, fazer aquilo por ele, que não se >> Mas ele pode ter outros problemas de saúde também, >> não. Mas é tudo vem da facada. Ah, >> o senhor, qual a opinião do senhor em relação a hospitais veterinários? Tirar dinheiro de criança para dar cachorro, gato, essas coisas? O senhor acha que os Animais merecem aplicação de dinheiro público, inclusive retirando de pessoas?
>> Não, dinheiro público não. >> Hospital veterinário com direito dinheiro público no seu regime não haveria. >> Dado o estado das da >> das crianças >> da da saúde no Brasil. É absurdo. >> Imagine não tem vacina para criança e o cara vai gastar dinheiro com bem-estar de cachorro. Eu acho que a pessoa tem Todo o direito de cuidar aí do animal de estimação, mas tem que tirar dinheiro do bolso. >> Direito e obrigação. Se é patrimônio dela, ela tem dever de cuidar, não é isso? >> Exatamente. É patrimônio dela, ela tem obrigação de cuidar.
Não pode cuidar, não tenha. >> E a E o que tiver solto na rua? Controle zonos. Não é isso? >> É. Que mais? Que mais? Podemos ir para as perguntas? Tem muita pergunta aqui, hein? Pergunta do público >> é ó, o problema sempre tem Berg, Stein e o Witz na terminação do nome. Isso ninguém tem coragem de falar no mainstream, muito menos o frouxo do 38. Que que é isso? Repita. Eu não ouvi o que o cara disse, na moral. >> Também não entendi. Tá em outra língua aqui. >> Ele não, ele tá fal, ele
tá falando dos Judeus. >> Ah, >> MVMJ enviou R$ 20. O problema sempre tem Berg. Stein ou wits na terminação do sobrenome. Isso ninguém tem coragem de falar no mainstream, muito menos o frouxo 38. >> É, é. >> Não, não é verdade isso. Tem muito, tem muito judeu envolvido em coisa estranha. Os sionistas são uma turma macabra, Mas não é que todo problema do mundo é os judeus. É bobagem isso. >> É isso aí. >> Eu, eu tenho eu tenho uma pergunta pro senhor do Fernando Chioca. Posso fazer? >> Faz, >> faz. O o Kyoka
é um dos pais do libertarianismo brasileiro. Ele pergunta o seguinte: "Eh, o senhor conhece a análise de classe austríaca de Hans Hopo, que diz que Marx estava correto em reconhecer a existência da luta de Classes, mas errado na identificação de classes do conflito, que a exploração não seria de capitalista sobre o proletariado, mas de membros do Estado e seus amigos, extraindo coercitivamente a riqueza dos trabalhadores e capitalistas, produtores de riquezas. O o Hans Herman Ropa, ele defende que a luta de classes entre honestos e vagabundos, entre corruptos amigos do rei e e e corruptos amigos
do rei, não é isso? Que tem ricos e pobres, não é Isso? Tem várias classes de amigo do rei, não é isso? E e a os os trabalhadores >> e pequenos proprietários, que seriam os que sustentam os amigos do rei, não é isso? O senhor já ouviu falar nesse nesse coroa, nesse Hman Hope que é considerado sucessor do Hotbaff. >> Não conheço, não conheço, mas eu acho que sim, que tem esse problema. Porque o estado é o estado dos capitalistas, não é uma coisa À parte. >> Mas Lula é um capitalista. >> Hã, >> não.
>> Lula é um capitalista. >> Lula não manda no estado. >> Como não? O governo o PT governa continuamente o Brasil há quase 24 anos, não é isso? >> O Seer não era vice dele e o Bolsonaro avançou todas as pautas do PT. Ele ele se adapta Às exigências do Estado como fazem todos os governantes. >> É isso. Mas ele nunca teve empresas. O senhor concorda que o Lula não pode ser considerado um burguês porque ele nunca foi proprietário de de meios de capital, não é isso? Ele nunca teve empresa, não é isso ou não?
>> Então, mas o estado é uma coisa, o governo é outra coisa. >> Isso. O governo são as pessoas que administram e gerenciam o estado. Sim. Mas parcialmente, muito parcialmente, inclusive não dá para você pegar e falar tudo que aconteceu foi esse governante aqui. Seria errado. >> Mas ele tá falando, por exemplo, de amigos do rei. O senhor concorda que o JBS é amigo do rei >> aparentemente. >> E que sem sem o Lula lá, sem o PT e etc, não nós não teríamos essa essa mesma realidade aqui >> no ele compra uma empresa de
ovo, no dia seguinte é obrigatório data no ovo, que a empresa dele é a única que tem, não é isso? E o cara compra a empresa de gás e no dia seguinte muda a regulação pro governo comprar gás cinco vezes mais, não é isso? Aí o cara compra a usina atômica, no dia seguinte muda a legislação de usina atômica, né? Aí o cara abre o negócio, consegue o financiamento do do BND, né? Não sei se é assim não, hein? >> Não sei se é assim, mas o não tem importância isso. O governante ele não manda
no estado. >> Não, >> não, >> não. Ele, como eu falei, ele pode mandar sozinho. >> Quer ver? Não, ele não manda nas coisas essenciais. Quer ver? Por exemplo, >> Forças Armadas. Qual é? >> O presidente da República não é o Comandante Supremo das Forças Armadas. Ele não indica o ministro e os comandantes. >> Isso daí é uma farsa. É uma farsa. >> Entendi. >> O exército é um poder dentro do estado. >> Sim. Mas inclusive o general, o o comandante do exército de Lula quebrou todas as tradições que ele não era o primeiro na
sequência em nenhum dos critérios tradicionais do exército 200 Anos, né? >> Mas ele não acha que o comandante que o Lula escolheu manda nas Forças Armadas? Ele escolhe quem são os comandantes. >> Não, >> ele que os comandantes definem quem vai trabalhar. Inclusive, o cara que desobedece, ele pode ir pro Acre, pra casa do [ __ ] Não é isso? Se fosse assim, se fosse assim, não tinha golpe de estado, que é o que mais tem no mundo. É golpe De estado. Tem no Brasil. >> É isso. E no Brasil não tem há muitos anos
ou não? Não, em 2016 teve golpe de estado. >> Golpe de estado. >> É, a deposição da Dilma foi um golpe de estado. >> Mas não foi votado legalmente no no Congresso. >> É, foi votado legalmente, mas quem acompanhou todo o processo sabe que essa votação aí foi Impressão. Hã, >> mas para ser eh existe julgamento político. O o o o Congresso tem autoridade, o Senado tem autoridade do julgamento político do Epitman, não é isso? >> Tudo bem. >> E condenaram o Dilma dentro do procedimento. Inclusive o STF entrou para inclusive atrapalhar, não é isso?
Criar várias >> atrapalhar nada. O STF apoiou o negócio. Os comandantes das os comandantes das Forças Armadas >> fizeram várias declarações intimidatórias na época do da deposição da Dilma. Não é assim. >> Mas o senhor concorda que o governo Dilma, em termos econômicos, o o governo Dilma 2 foi o pior período econômico do Brasil nesse século, não é isso? Em todos os critérios de de PIB, valor da moeda, desemprego. >> Nesse século não. Nesse século, >> qual foi o pior período nesse século? >> Isso. Brasil teve muita crise, >> não? Esse século começou em 2000.
>> Pascal, >> o século começa em 2001. Qual foi o ano? >> Ah, o século XX. Você quer dizer? Tá certo. >> Sim. Ou não. >> Sim. Foi o pior período. >> Ah, senhor falando, já mudou de século há 26 anos. >> Quando o Lula, quando o Lula pegou a situação da economia tava muito ruim também, >> mas veio, veio do século anterior. Mas o problema não é isso. >> O Lula teve o bom das comodes, né? >> Então, mas aí a gente teve uma crise mundial, eu não lembro que o o Lula foi criticado
porque ele falou que a crise no Brasil ia ser uma marolinha. Não, mas is >> pois é, até hoje o PIB do Brasil nunca voltou em termos reais de 2011, né? >> Não, o governo da Dilma foi atingido pela crise econômica mundial >> que o Brasil nunca recuperou. Inclusive a bolsa brasileira se dobrar hoje não volta o que era em 2011. >> O mundo o mundo inteiro não se recuperou dessa crise? >> O o o rapaz o mundo já recuperou várias vezes, viu? A China hoje tem quase 50% mais riqueza do que tinha em 2008,
né? China, a China, a China é uma coisa diferente, >> rapaz. Os Estados Unidos hoje tem quase 30% mais riqueza do que tinha em 2008. Estados Unidos riqueza física. Os Estados Unidos tem 50 milhões de pessoas na miséria. >> País rico do mundo. >> É, mas é uma miséria. É, é uma miséria relativa, não é isso? Que a miséria dos caras lá é melhor do que a classe média daqui, né? é que a miséria americana, Por exemplo, tem uma tem uma porcentagem muito grande de ex-fuzileiros, de ex-militares que não conseguiram viver eh 100% por causa
de diversos diversos problemas psicológicos, de mutilações e etc. E aí eles não não tma assistência do governo, por exemplo, que tinha que hoje >> aí o cara vai morar na rua porque o cara virou alcólagou todo tudo no >> maioria das pessoas que vivem na rua nos Estados Unidos é dependência de droga. São milhões doença mental e dependência de droga. >> Mas tudo bem, pode ser a droga, mas são milhões de pessoas, não é? Meia >> no Brasil também. >> Brasil, a maior parte dos moradores de rua são ex-militares, ex-fuzileiros. Não, tudo bem, pode ser,
mas o fato é que você tem uma crise social, mas não é por causa, mas eu tô achando que ele não, eles não são moradores de rua e miseráveis e pass, e estão passando Necessidade à toa. Tem um fator muito forte ali. >> Tudo bem, tem o fator, a maioria do pessoal que mora na rua é drogado, é alcólatra, >> mas o Brasil não tem monte, tem um monte de drogado e a gente não entra em guerra. >> Tudo bem. É o fato do cara tá na miséria que leva ele às drogas. Se o cara
tivesse, assivesse assistência, >> se o, se o cara tivesse oportunidade, eu não tava morando na rua. >> É isso. Não, tem pessoas que gostam de morar na rua, que preferem a rua do que Tem muitas pessoas que querem morar na rua. Eles querem essa liberdade. >> Deve ter, deve ter alguém que gosta de morar na rua. Mas vamos falar que >> eu trabalhei na C de Pen eu entrevistava esses mendingos. >> Nós nós três aqui nenhum dos três ia gostar de morar na rua. É. E inclusive a Maioria dos mendingos nas capitais metropolitanas do Brasil
ganham várias vezes mais por hora do que quem trabalha no salário mínimo. Isso é um fato estatístico do IBGE. Os caras ganham muito mais por hora mendigando do que o car gan salário mínimo lá na obra. Vaiando, >> vai lá no centro da cidade, você vai ver a o estado de de calamidade pública que tá. >> Sim. Porque normalmente esses caras são Dependentes de droga. O que destrói o cara não é o baixo rendimento e nem o cara tá morando na rua. É o fato do cara usar esse dinheiro para usar craque, não é isso?
Vamos, vamos, vamos chegar num acordo. Morar na rua é miséria. Às vezes o cara não mora na rua, ele mora numa favela aí >> da pior maneira possível. Também é miséria. >> É isso. Os caras que estão em abrigos são considerados moradores de rua, mas o Cara chega lá, tem um lugar para tomar um banho, tem uma cama, não tem os abrigos públicos ou não? >> Mas isso é, isso é miséria. Mesmo que ele tenha um pouco de assistência. Ó, nós temos um centro cultural que fica ali. >> Esse cara tá melhor do que qualquer
humano de 1 anos atrás. Os reis de 1 anos atrás dormia pior que ele. >> Nós temos um centro, temos um centro cultural perto do Teatro Municipal de São Paulo. Então, a gente faz atividade lá, eu passo pelo à noite, passo pelo Teatro Municipal, tem uma fila quilométrica, tá certo? >> De gente, tanto gente que mora na rua como gente que você olha para eles, você fala: "Esse cara não mora na rua". >> O senhor fica lá no nesse de diretório? É, a gente faz atividade lá no Centro Cultural. >> Centro Cultural. Legal. É perto
do Teatro municipal. >> Pertinho na rua Conselheiro Crispiniano. Quer dizer, você sai ali, você vê o teatro municipal. >> Ali é o quê? República, >> não é? É república. >> República. >> À noite, todas as noites, tem uma fila quilométrica de gente para receber um prato de comida. >> Eu tenho uma técnica. >> Isso. Isso daí é miséria. >> Não, eu tenho uma técnica. falar que ele teria dinheiro para comprar comida, mas ele vai pegar o prato de comida porque o dinheiro dele não é suficiente. >> Rapaz, eu eu peguei muita fila, eu peguei muita
fila de sopa e mingalométrica. >> Eu eu peguei muita fila de sopa e mingal grátis quando era universitário e tinha dois empregos. Não tava miserável não, mas a sopa e o mingal era top, viu? Peguei muita sopa na ali na não ser na Cidade de Salvador, onde tem o Icel Barbosa, de graça, sopa de graça ou não? Ó, se a pessoa tá pegando comida de graça, tá na miséria. >> Rapaz, eu tinha dois empregos e não tava na miséria. Tinha que fal não concordo com o Rui, mas eu acho que a maioria dos caras que
estão lá, eles foram levados lá porque eles se desiludiram amorosamente. Então é algum chifre, uma traição, foi foi alguma alguma perda familiar muito forte, alguém que morreu Que ele gostava muito. E aí ele acabou ficando mal da cabeça. >> Psicológico, lógico. E aí caiu nas ruas, caiu nas ruas, caiu na bebida, caiu na droga. Aí acabou, aí não s não volta mais. >> Então, mas o volume é determinado pela crise social. Você sempre vai ter uma um drogado que mora na rua, sempre. Mas aqui em São Paulo, no centro da cidade, aquilo, o centro da
cidade perto do do Teatro municipal é um dormitório ao céu aberto. É um monte de gente. E a cidade toda, eu frequentemente eu vou no centro da cidade para comprar livro, fazer outra alguma coisa. É uma miséria espantosa. Bom, >> e nos Estados Unidos a população miserável cresceu exponencialmente. >> Mas você acha que é melhor a gente pensar então que eh nos Estados Unidos as pessoas elas estão indo por outros Motivos? Então, diferente do Brasil? >> Não, eu acho que a causa fundamental é a crise social. Aí você tem vários tipos de pessoa que vão
parar na rua. Mas veja bem, na na quando os Estados Unidos estava crescendo economicamente, você não encontrava esse esse número de pessoas na rua. A droga, por exemplo, o consumo de droga é um problema social? Ou será que de repente uma determinada geração de pessoas Decidiu tomar droga enquanto que as outras gerações não tomavam? >> É que agora a droga é sintética, né? Agora o negócio é pesado. >> Agora é como é que é? Não é não é K9. Qual que é o nome, Gabriel? >> Pentanil. >> Pentanil. É uma droga legal, inclusive. >> Lá
na na Penilvânia, na na Califórnia. >> Meu Deus do céu. >> O pessoal toma isso daí sem o aviso de que é uma droga. Que tem um alto poder de dependência, de de causar. E >> e qual a solução? E qual a solução para isso? >> Não, o problema é a crise social, uma sociedade que não apresenta perspectiva pra maioria das pessoas. Por que que a pessoa toma droga, quer fugir da realidade, ela não aguenta. Por que que tem tanta gente com problemas psicológicos? é o maior índice de toda a história da Humanidade, >> porque
é o maior índice de famílias desestruturadas. >> Então, a sociedade tá >> existe correlação [risadas] direta, >> tá? Masistas, >> mas >> quem desestruturou provedor e protetor que é o pai, >> a família tá desestruturada por motivos econômicos. Não, >> essa esse esse negócio feminista, isso Aí é uma coisa para inglês ver. Não, mas o senhor não acredita no no feminismo. >> O feminismo governamental é uma coisa para inglês ver, não é não é real. >> Mas a e a Janja, >> mas o senhor concorda que a China que seria o governo hoje que é
mais próximo do ideal pro senhor, >> senhor concorda que o senhor concorda que a China, que é o governo que seria o mais próximo doide senhor, tem uma fecundidade mais baixa que o Japão e no Ritmo atual vai ser 10 vezes menos gente em menos de 120 anos. Não, mas não é o feminismo, >> é a substituição do papel do homem pelo estado. >> A mulher não precisa mais do do do homem, >> não. >> Todas as vezes que isso aconteceu, inclusive em Roma, inclusive na Grécia antiga, todas as vezes que o estado deu pão,
em vez de dar precisar do homem Para dar o pão, a fecundidade despencou. Isso é amplamente descrito em várias sociedades, inclusive na segunda guerra penopoliso, >> nós vivemos numa sociedade em total desagregação. >> E o senhor não acha que que a fonte disso é é são filhos bastardos? E os casamentos desfeitos. >> Tá bom. Por que que o casamento é desfeito? Porque as mulheres têm uma determinada mentalidade. Não é verdade Isso? >> Motivações econômicas, como o senhor falou, vale a pena para elas ter um comportamento eh oportunista e e e vale a pena pro cara
também ter um comportamento oportunista e pegar uma novinha que vale a pena pra mulher cornear o cara, enganar o cara, tomar o cara, faz uma falsa acusação. >> Analiz. Você já analisou a situação de uma mãe solteira? Uma mulher que tem que cuidar de um, dois, às vezes três Filhos sem marido. >> Você ouviu a mulher que botou a filha de 7 anos para tomar conta do bebê de três meses, que inclusive o pai diz que a mulher, os namorado da mãe já passava a mão na de sete, os três morreram. >> Ela queria, era
bolsa família. Inclusive o pai tentou a guarda e a justiça tomou do pai, o cara nem sabia a cidade morav. Que uma pessoa pobre queira o família é normal >> não. Mas querer o filho para ficar com Dinheiro e não cuidar da criança é de lascar ou não? >> É de lascar meses é produto, mas é um produto da desagregação econômica da sociedade. >> Pois é. >> Vai ver, vai ver a situação dessas mulheres aí. >> Pois é. Se ela não tivesse o Bolsa Família, não queria a posse das crianças, estaria lá sobre a guarda
do cara. Não é isso? Asariam vivas, não? Tivesse o Bolsa Família, tinha um monte de gente morrendo de fome no Brasil. >> Como >> sim? >> Por que que o pessoal tá no Bolsa Família? >> Porque é melhor bolsa família do que trabalhar. As roças estão tudo abandonadas. >> Quer dizer que a ambição da pessoa é receber R$ 600 por mês. >> É, o cara recebe, é melhor receber 600 De graça. Quando rece a o privilégio dele era receber R$ 100. O senhor preferia receber 600 para morar numa favela sem pagar luz e água e
tendo saúde e educação de graça ou ganhar 1600 para estar numa roça sem educação, sem luz e água e luz, sem sem infraestrutura e nenhum serviço público. A maioria das pessoas prefere o fácil, pega 600 ainda ganha 1000 fazendo bom. Mas isso daí não é fácil. Isso aí não é fácil. >> É ir pra roça e bloco. >> A vida, a vida do pessoal não é fácil. Na roça é difícil também, mas >> empilhar bloco no sol é mais difícil que receber bola famíl. Não, a vida da pessoa no bolso da família não é fácil.
É difícil. >> A mulher, a vida dessa mulher lá na na no paredão lá, enquanto os filhos dela morria, era dificíima, né? Hein? >> Se os filhos estavam inclusive para morrer, a vida é difícil. Eu não acho que a tendência do ser Humano é ser é ser criminoso. Eu acho que as pessoas são levadas a isso pelas circunstâncias. >> Não acho que não acho que a propensão de ninguém é ser drogado. >> É Robs e Russol. Não é isso? O a pressa o Robsou a o o esquerdista acha que a natureza humana é boa e
o cara que é mais à direita geralmente acha que a natureza humana ela ela ela ela a natureza humana como o cristianismo diz ela é pecadora e vocês vão se se através De Deus né >> acho. Eu não acho que existe uma natureza humana boa nem ruim. Eu acho que se você colocar a pessoa numa determinada situação, ela vai fazer coisas que ela não faria normalmente. >> Então não é não é natureza humana, porque natureza humana pressupõe uma essência, né? Exatamente. As pessoas respondem a motivações, isso a gente concorda. Agora, considerar que as pessoas são
são intrsecamente boas é Desconsiderar que crianças são violentas. Eu não, eu não acho isso. Eu acho que acho absurdo pensar isso. >> Mas o senhor acha realmente que o feminismo não tem impacto nenhum na nesses números que a gente tá falando aqui sobre a família? >> Eu acho que não. >> Mas então o feminismo não existe ou fracassou em tudo. >> Esse feminismo estatal, governamental, não. Isso aí é >> não. Tem vários feminismos, né? tem o feminismo liberal, tem um feminismo >> Não, eu acho que há mulheres >> marxista, >> eu acho que há mulheres
que são honestamente, genuinamente feministas, né? É uma é uma determinada ideologia o feminismo. Acho que tem gente que acredita nisso, que luta por isso e tudo. Agora, eu acho que a política governamental de defesa da mulher é uma farsa. Ah, tá dizendo que o estado não luta pela defesa da mulher. É, >> é como essa lei da misogenia. Isso aí não é luta defesa da mulher. >> Entendi. >> Isso é para botar gente na cadeia. >> Entendi. >> Exatamente. Aumentar o poder dos militantes para só botar seletivamente os inimigos do estado na cadeia. Exatamente. >>
É para aumentar o poder do estado, né? Porque quem vai botar o pessoal na cadeia é o juiz, é a polícia. >> Pois é. Que é o braço armado do governo, né? >> É. Então eu, por exemplo, acho que isso aí é uma farsa. Isso aí não é feminismo. Eu não sou, eu não sou fem, só para esclarecer, eu não sou feminista. Como eu sou marxista, vou ter duas ideologias. Eu defendo os direitos das mulheres >> iguais, não é isso? >> Hã, direitos iguais. Exatamente. E a aposentadoria, o senhor acha que a mulher devia aposentar
igual? Não, eu acho que a mulher deveria aposentar mais cedo. >> Se ela vive 10% mais e ela aposentar mais cedo, ela vai receber 10 vezes mais benefício, como acontece hoje. >> Eu parto do princípio vive. Eu >> parto do princípio de que a mulher é o lado fraco da sociedade. >> Por quê? >> Porque ela é mais fraca do que o homem. >> Tem mais suicídio masculino, tem mais gente na cadeia homem, mais homens são assassinados. As atividades mais as atividades mais perigosas são feitas por homem. O homem que que é o violentado, não
é isso? que é a vítima dessa sociedade, né? >> Mas o o homem ele tá nas atividades perigosas porque ele é mais forte, que ele tem mais eh agressividade, é da natureza do do biológica do homem, né? >> E por isso ele tem que ser penalizado, ele tem que receber 12 menos na aposentadoria. >> Penalizado não. Eu acho >> se ele vive menos e e a mulher aposentar antes, a mulher vai receber 12 vezes mais. >> Eu acho que a mulher Eu acho que a mulher >> as mulheres recebem 12 vezes mais. >> Veja bem,
não é penalizar o homem. Eu acho que a mulher tem que ser protegida. Mas, mas esse dinheiro vai ser pago por alguém. O cara tá pagando e não vai receber. Aqui o o tempo a gente volta no problema do da dívida pública. Eu sou favorável a jogar dinheiro na população pobre em vez de dar produt. >> Mas o dinheiro vindo da onde? Da impressora ou do su de alguém? Alguém vai ter que produzir o negócio? >> Do estado. Do estado. O estado tem que >> Pois é, mas o estado não gera riqueza. O Senhor concorda
comigo? Quem gera riqueza são as pessoas? Não é isso ou não? >> Não, tudo bem. Mas o estado recebe dinheiro da população, de impostos e tal. >> Eu sou, eu sou, eu sou favorável que o estado >> proteja os setores mais fracos da população. >> Mas por que que a mulher é mais fraca? Se ela é protegida, mulher, >> ela já é protegida pelas famílias, ela já é protegida pelas inspiras. >> Por que que a gente tem que explicar que a mulher é mais fraca? A mulher é mais fraca, é uma coisa óbvia. >> Então,
por causa disso, ela tem que trabalhar menos. >> Tem que trabalhar >> e receber o de mais dinheiro do cara. Ela tem que receber dinheiro do pai, do marido dela ou do cara que não tem nada a ver com ela. O cara que não tem Nenhuma relação nem conhece, a mulher tem que sustentar ela por >> aposentadoria. Aposentadoria é um fundo >> social gerido pelo estado. Ela não tá recebendo dinheiro de ninguém. >> Como não? Se cara contribuir não recebe. >> Aqui na Bahia a expectativa média da do do homem é não receber zero. Ele
morre antes da idade. Pessoa contribuiu para receber aposentadoria. Ela não tá recebendo dinheiro de graça. >> Sim. Mas se o se a se a expectativa de Vida do cara é menor do que a idade de aposentar, a expectativa dele é receber nada. Se a expectativa da mulher viver em 10 anos, ela vai receber o dinheiro que o cara contribuiu. Você >> é que você tá achando que eu defendo a situação atual da aposentadoria. Também não defendo isso. Eu acho que as pessoas deveriam aposentar bem mais cedo. >> Cedo >> bem mais cedo. >> E ganhando
mais. >> E ganhando mais. >> Mas aí não dá para salário mínimo de 7.000 aposentar mais cedo. Escala 6 por um tem que acabar. Aí não dá. >> E cobrando menos impostos, só que dando calote na dívida e acabando com os dinheiros. >> Cobrando, não é cobrando menos impostos, é cobrando menos imposto da da população pobre. >> É. >> E a população rica embora igual aconteceu na Venezuela em Cuba. >> É, você já explicou. Se o rico vai embora, você estatiza a empresa dele. >> Pois é, mas aí a empresa perde todo o valor, né?
Uma empresa de um médico sem um médico não vale nada, né? >> Uma clínica médica sem um médico não vale nada, né? Uma empresa de contabilidade, se um contador não vale nada, né? >> Mas se o se o o cidadão acha que ele tem Que ser privilegiado para ficar no país, vai embora, forma outras pessoas na universidade. >> É isso. A a mensagem de Jesus da Bíblia é a libertação pela fuga, né? É, os cara tá insatisfeito, não deve manter, se manter um gana é bem-vindo, né? Mas isso aí mostra que a conduta dele é
antisocial, né? >> Não, ele vai socializar, >> antisocial e até antipatriótica. Porque ele deixa o povo sem. Ele foi formado Pela sociedade brasileira. >> Hum. >> Né? Ele teria uma dívida social. Se ele é médico. É, >> ele teria uma dívida social. >> Depende, né? Tem médicos que foi ele que pagou a onda dele, a família dele, né? >> Não importa quem pagou. A universidade é um fenômeno social. >> É isso. A privada, o senhor concorda que é controlada pelo governo, mas quem pagou foi ele, não é isso ou não? Ele pagou, mas a o
sistema universitário é um fenômeno social, uma criação da sociedade. Não é nenhum indivíduo >> originalmente na Igreja Católica, inclusive, né? >> É, a Igreja Católica começou as universidades da Idade Média. Então, a pessoa que é formada na universidade, ela tem uma dívida social. Ninguém vai cobrar não. A lei que vai cobrar a pessoa dessa dívida social, mas A pessoa deveria ter uma moralidade, deveria ter consciência de que ele sair do país, porque ele não tá ganhando o suficiente do que ele gostaria meio, né? Deixar o povo sem médico. >> Não, não vai ficar sem atitude
muito condenada. Vai fazer igual a Cuba e vai chamar o enfermeiro de médico. Não, is não, agora todo mundo é médico, não é isso? Vai começar a fabricar diploma igual o Lula fez e a Cuba fez, né? [risadas] >> Em Cuba tá cheio de médiculdade aí, todo mundo é médico agora, não é isso, hein? Em Cuba os médicos são de boa qualidade, trabalharam em vários países do mundo. >> A maioria dos médicos de Cuba nunca vi uma uma máquina de de ultrassonografia, velho. A maioria dos médicos de Cuba não passa na prova ser enfermeiro, velho.
[limpando a garganta] >> A formação universitária ela piada. Isso aí não é verdade. Quantas máquina de Outras? Cuba >> mandou os seus médicos para vários países do mundo. Nunca ouvi uma crítica. Não está. Aqui no Brasil os médicos cubanos, meu Deus do céu, cara. >> Não vi, não ouvi crítica nenhuma. >> O médico cubano era assim, ó. Tem vídeo disso. O cara entrava lá, aí ele olhava pra cara do maluco fazia assim, ó. Aqui, aqui ou aqui. Aí o cara aqui toma um Buscopan, entendeu? Aqui toma um Doorflex. É isso. Ele vinha com carimbo. Ele
vinha com carimbo. Fazer assim, ó. Não, >> para você que tá com dor na cabeça, é isso aqui. Para dor da barriga, toma outro carimba. >> Não, você tá, você tá dizendo então que os médicos que vieram do Cuba eram uma farsa. >> Sim. Não. E os engenheiros? Se a maioria da galera, inclusive o pessoal da Gol já avisou aqui que tem voo direto para para Da de São Paulo para para Caracas. Mas você vai você vai em Cuba, tem um monte de engenheira nuclear, doutora, é, velho, para fazer um programa. Ela é engenheira de
verdade. Se ela fosse engenheira de verdade, ela não trabalharia na internet para ganhar mais do que do que dan pepeca. Não existe prostituição de doutora. Você compra dorme com doutora do que você quiser em cuba. Não é isso? Se ela fosse uma doutora de verdade, ela não produziria Pela internet mais do que 20. Absurdo. Não, isso é absurdo. >> Não acontece. Não tem prostituição barata. >> Isso é absurdo. >> É lenda. É lenda urbana. >> Isso é absurdo, >> rapaz. É porque os caras não vão deixar. Mas eu gostaria de dizer vários nomes de brother
meu que foram lá, velho. Rapaz, os caras fizeram a festa na frente do marido. O cara agradecendo n que vai Comer carne finalmente depois de não sei quantos anos. >> Que história é essa, velho? >> [risadas] >> ão em Cuba é lenda. Eu tenho certeza que eu conheço, eu tenho certeza que eu conheço muito mais gente que foi paraa Cuba do que você. >> E mas eles se divertiram, >> mas não tem prostituição lá. >> Hã? Ah, não sei. >> Não tem prostituição de 20. >> Isso aí não sei. Mas não é generalizado, não. >>
Vamos continuar com as perguntas. Generalizado. São lugares específicos. As coisas interessantes. >> Prostituição. Tem qual país do mundo que não tem prostituição? Tenho certeza que no Brasil, nos Estados Unidos, tem muito mais prostituição do que Cuba. Concordo com o senhor. Existe em todo lugar, mas pessoas com título de doutorado a 20 acho que é só em Cuba, velho. >> Ah, não sei. >> Porque de pessoas que tem um papel dizendo que ele é altamente produtivo e na verdade ele não produz [ __ ] nenhuma, não é isso? >> Não sei. Aí aí você teria que
ver cada caso porque é uma minoria também, não é um fenômeno generalizado. >> Tinha muito mais prostitutores de Cuba. >> Tinha muito mais prostituição em Cuba antes da revolução do que agora. O senhor foi em Cuba a última vez quando? >> Não, eu não não fui. Minha filha foi para Cuba. Isso tem tinha uma prostituição antes. Muita gente que teve em Cuba. Muita, muita gente. >> Mas foi recente alguma visita? >> Recente. >> Recente. >> Que agora eles estão com estabilidade política lá também, né? Acho que nem a população tá >> tá mais apoiando o
regime, >> não >> é? Não. Segundo segundo dados oficiais deles, a criminalidade aumentou 20 vezes em três anos, né? Não, não, eu não vi nada disso. Não ouvi falar de nada disso. Ó, minha filha teve em Cuba alguns anos atrás, poucos anos atrás, e ela falou o seguinte, que em Cuba não tem nem polícia na rua. Esse negócio, ó, o problema é o seguinte, é falar é fácil, vem um cidadão e fala assim: "Não, em Cuba o Pessoal tá tudo comendo pedra". Precisa ver, precisa, né? Eu eu tô me baseando em pessoas que esveram lá,
viram, me falaram, eu escutei, eu tenho um espírito crítico, tem gente eh em Cuba pobre, tinha gente pedindo esmola. >> Sim, >> isso me falaram que tinha, não era muito, mas tinha. Agora aí vem o cidadão norte-americano lá quer fazer uma, quer fazer a caveira Do país que eles estão sobre bloqueio econômico há 60 anos e fala que a situação lá é pior do que nos Estados Unidos. Não faz sentido. >> Vamos lá. Solta mais perguntas aí. Solta pergunta boa. >> A situação em Cuba tá melhor que nos Estados Unidos. O senhor acha? É a
tem tem várias pesquisas inclusive que mostram os caras fizeram pesquisa logo início que começou a internet em Cuba, mais de 80% dos cubanos diziam que viam Ter nascido nos Estados Unidos. Você acha que a propaganda é tão forte que até eles mesmos achamos Estados Unidos tá melhor do que lá? >> E quem que fez essa pesquisa >> quando começou a internet lá? Foi uma das primeiras pesquisas que ela fizeram antes do governo começar a controlar o acesso. O inclusive eu não conheço nenhum americano que tenha fugido paraa Cuba e tem um monte de cubano que
foge o tempo inteiro paraos Estados Unidos, não É isso? Pessoal, veja, veja bem, o o que o que os Estados Unidos, o Estado de Israel, o imperialismo europeu fala, eu não levo a sério. Eu eu ouvi dizer que invadiram o país inteiro, destruiram o país porque o país estava desenvolvendo armas atômicas e aí era tudo mentira e hoje todo mundo sabe que é mentira. Então eu não levo a sério propaganda desse desse ponto. >> Mas o mas o senhor reconhece que até Hoje a parte da Alemanha oriental que teve o socialismo é mais pobre e
tem uma fecundidade menor do que a Alemanha ocidental. Não, isso senhor concorda ou não? >> A fecundidade eu não sei, mas que é mais pobre. Sim. >> Isso. E todos os lugares onde houve o o o a experiência soviética despencou a população e a fecundidade. Não é isso? Não, isso aí eu não tenho. Eu Isso aí você que tá fal, você tá muito Interessado na faculdade, mas >> quanto mais, quanto é isso, quanto maior a presença do Estado, a intervenção do Estado na família, a os seres humanos eles são uma espécie de animal que não
se reproduz bem em cativeiro. Quanto mais oprimido o cara é financeiramente, moralmente, quanto mais intervenção nas relações de familiares, o cara tende a ter menos casamentos estruturados e tal. É que você falou, >> mas e se não tem, mas não tem mais. E Por que que não recuperou? Leis feministas, >> militância feminista, guerra cultural. Inclusive na Hungria, na Hungria, o o Orban era o >> é um grande feminista. Inclusive, o Orban fez diversas normas dando dinheiro à mulher para para para aumentar inclusive a diferença. E política natalista de dar dinheiro à mulher que pare, normalmente
leva a a a menos filho. Você dá dinheiro pra mulher Parir, aumenta a diferença entre homem e mulher. Isso aí dá dinheiro para você dá dinheiro. Não é isso aí não é uma política feminista. Pior >> como não você dá dinheiro à mulher? >> É uma política de natalidade, né? >> Isso. Você dá dinheiro à mulher por pro por pro pro pro na hora que você todas as vezes que existe uma uma diferença relevante de renda da mulher em relação ao homem, a fecundidade despenca. Isso é universal. econometria é tipo um fato e E >>
eu não acho que seja assim, mas eu também não tenho dados para contra me contrapor o que você concorda que no passado a produtividade do homem, inclusive porque era abraçal, era muito mais maior do que a da mulher. Que leva pro intelectual iguala, né? Isso >> eu acho que as sociedades têm períodos diferentes. Precisa analisar cuidadosamente. Não acho que são essas leis não. >> Eu não acho que >> no passado a a maior parte do trabalho era abraçal e hoje em dia a maior parte do trabalho é intelectual. Não é isso ou não? É, mas
também veja bem a o fato de que a sociedade é mais urbana, faz cair a natalidade, não tem são muitos a presença estatal também na vida das pessoas, como desde Roma se o estado dava comida de graça à população que morava na cidade, na roça não, né? >> Tudo bem, mas são vários fatores que fazem com que a natalidade caia, né? >> Sim, mas em minha opinião, inclusive dados econométricos, é a diferença de renda entre homem e mulher e direitos, né? Eu não acho que no Brasil ou em geral no mundo a a massa salarial
das mulheres é maior do que a dos homens. >> E e cotas, cotas não de universidades por raça, o senhor seria contra? Seram cotas sociais, não é isso? Eu não sou Totalmente contra, porque eu acho que a população eh negra brasileira teve sofreu muito o impacto da escravidão. Só que eu acho também que isso daí não resolve, não é uma medida muito positiva, porque >> o senhor admite que houve escravos brancos e senhores escravos negros também. >> Hã? >> O senhor admite que houveram escravos Brancos e senhores de escravos negros? >> Isso aí não quer
dizer nada. A maioria dos escravos era negra. >> A maioria dos escravos sexuais era branca, de olho azul. Você prefira ser o escravo do trabalho da roça ou sexual, hein? Ué, mas quando o cara era, quando a escrava era branca, minha mão era para lascar, não é isso ou não, hein? Ou não? >> A gente já pode passar para as perguntas de novo. Ô Renato, qu manda, manda aí. [risadas] >> Tá bom. Então, finalmente põe aí. É isso. Porque a uma cota, uma cota permite que a a vaga do descendente do escravo branco seja perdida
para o senhor de escravo, descendente do senhor de escravo negro. E além disso, se a universidade serve para devolver a sociedade de soberania, tem que ser os melhores, senão não cumpre o fator. Eu fui professor de Universidade Federal, eu posso lhe garantir que os cotistas destruíram a educação de todos na turma, Porque qualquer professor na universidade vai dar aula pro pior. Ele não vai chegar e botar metade da sala, pode entender a aula. a força de ocorrente, a força do seu mais fraco. Se você botar um ou dois alunos na sala que não tem condição
de acompanhar, você esculham a o curso de todo mundo, de 50, 60, 70 pessoas. Bom, esse é um defeito, é um defeito que a política de cotas não leva em consideração. >> Se a pessoa entra entra na universidade, Não, veja bem, se a pessoa entrar na universidade >> e o ensino que ela recebeu antes foi muito deficiente, tem que ter um ensino suplementar para não >> ajudar a pessoa a se equipar. De ensino suplementar, ele não era para est ali, não é isso? Se eles precisam, eles não merecem. Se eles merecem, eles não precisam. Esse
negócio de, esse negócio de merece ninguém merece. Ninguém merece nada. Universidade é universidade é o Pessoal que tem dinheiro e eles nunca mere. Tem um gênio. >> Senhor concorda que o menino que quer primeiro lugar de de olimpíada de matemática no Brasil, ele estuda na faculdade do mundo que ele quiser com bolsa ou não? >> Tudo bem, mas não é esse o critério para entrar na universidade que o cidadão tem que ser gênio. >> Como se o menino for campeão de olimpíada de matemática e física, ele Faz a a faculdade que ele quiser no mundo
com bolsa ou não? as faculdades pagam para ele para lá ou não? Esse cara merece ou não? >> Mas isso daí, isso daí é uma exceção. A maioria tá lá dentro de sistemas meritocráticos. A maioria do pessoal que tá dentro da universidade, >> principalmente a universidade pública, tá lá porque tem dinheiro, >> não é porque não é porque ele merece com Formação ao discurso oficial do Enem, porque o Enem inclusive tem muito mais questões ideológicas do que de matéria, né? É que o TR tem uma opinião polêmica sobre a sobre escravo, mas o senhor concorda
que a prova do Enem tem muito mais questões ideológicas do que de conteúdo? >> Eu concordo. >> Então, e conformação ideológica? Se o cara obedeceu aquela ideologia ali, ele tá dentro. Se ele deu testa, tá fora Disso. Então, eu não sou favorável a nada disso. Eu sou favorável, sabe o quê? Que o cidadão, tendo feito o curso elementar, ele entre na universidade, pronto. De 70, todo mundo merece. Todo mundo teria, deveria ter direito a um curso universitário, se ele quiser fazer >> mesmo, mesmo o cara não entendendo nada que tá fal acontecendo ali, >> tá?
Mas se aí se ele não entende porque O ensino que ele recebeu antes é uma porcaria, né? >> Eu senhor. Conhece alguém que tem um QI abaixo de 80 que tenha passado alguma matéria de cálculo? Não conheço, >> não sei. >> Mas na universidade, na universidade o pessoal não ensina só cálculo. >> É isso. Mas o cara não, ah, qualquer um pode entrar na turma que quiser. O cara vai atrapalhar ali. A maioria das pessoas que não tem condição. Tem um Monte de gente que queria tá ali, que não tem condição nenhum onde tá ali
ou não. >> Não, >> hein. Acabava, escolhamba a universidade. Po, a pessoa tem que ter o direito de ter ensino universitário. >> Não é porque ela é pobre que ela não pode ter universidade. >> Não, não falei pobre. Inclusive, mas é a realidade, não é a realidade. Pobre a maioria não entra na universidade. >> Sim. >> A a o rico >> depois depois, ó, vou te falar, a na Argentina o movimento estudantil estabeleceu o livro ingresso da universidade. Nunca ouvi falar que o ensino argentino fosse uma porcaria muito pior do que o brasileiro. Deve ser
pior porque a Argentina tá numa situação pior do que nós >> não sei dizer o senhor me diz lá. Melhor Pior que aqui? O povo argentino é é um povo relativamente culto. Na média é mais culto do que o brasileiro. >> É que também é mais rico, né? >> Não, mais rico não. Brasil é bem mais rico do que a Argentina. >> Não. Per capta. Eles têm mais poupança, mais PIB, qualquer medida de riqueza eles têm mais que aqui. >> Brasil é um dos países mais dos países que não são metropolitanos, um dos mais ricos
do mundo. >> Per capta. >> É. Qual medida de riqueza pro senhor? >> Ah, riqueza produzida no país. >> Não, o Brasil tem uma economia muito >> Se você for nos dados oficiais agora, Brasil é Brasil é é é.000 e a Argentina é 15.000 por cabeça. >> Tudo, mas a distribuição não não interfere na riqueza que o país produz. É que o Brasil é muito desigual, né? >> Não, mas o senhor tá querendo dizer que, Por exemplo, há mais ricos no Brasil do que mais ricos em outros países. >> Ah, não. Que tem mais rico
no Brasil do que qualquer país da América Latina, não tem dúvida nenhuma. Porque se a gente for analisar também tem mais pobre, >> tem mais população, né? >> Tem mais pobre. A população é grande, a economia é grande também. >> Vai, vamos seguir aí. >> Vamos ver a pergunta do do povo aí. >> Pessoal tá dizendo aqui que vai ser Filial PCO hoje. >> É, isso é bom. >> Pascarelli enviou R$ 25. Rui, fale um pouco sobre sua ideia do fim das policiais e instituição de milícias populares. É, a nossa posição é que a polícia
tem que ser controlada pelo povo, não tem que ser uma uma entidade separada do povo. Polícia brasileira, ela é uma coisa que é Agressiva com relação a população. Então nós somos favoráveis a uma reestruturação total. >> Beleza? Próximo. >> Brava enviou R$ 25. Rui, você acha da vertente de esquerda do Brizola? antigo PDT jango. A impressão que fica é que eles poderiam realmente ir contra o status qual do Brasil, diferente do PT. O que acham de uma terra brash? >> Olha, o O P o o brisolismo, o janguismo, isso aí fracassou, né? Eles capitularam aí
diante do golpe de estado, entregaram o país de mãobejada, não resistiram. Isso daí enterrou o nacionalismo varguista. Eu acho que é um mito que o Brzola estaria à esquerda do PT. Se o Brizola tivesse no governo, ia fazer basicamente as mesmas coisas que o PT faz. >> Mas todo mundo que tava lá na época do Brizola acha que não. >> É, mas é o mito que foi criado, né? O >> não há nada que prove isso. >> O garotinho falou que não, por exemplo, falou que o Brzola pensava diferente, agia diferente e que ele foi,
na verdade, sepultado por ganância do PT. >> Ah, por qual que seria a participação do PT na >> Porque o PT nessa nessa daí de Lula, de Não sei o quê, de projeto de poder, de hegemonia na esquerda, fez com que cada vez mais se esvaziasse a pauta deles. >> É, tudo bem. O PT é um dos fatores pelos quais o brisolismo acabou praticamente, mas não que eles tenham feito nada eh politicamente ilegítimo para conseguir isso. Eu eu, por exemplo, na primeira eleição em 89, eu participei da eleição. O o movimento do Lula era muito
superior ao do Brizola. Brizola já era um um político ultrapassado naquela época. >> Entendi. >> Mas então caiu aí. >> Estou ouvindo alto e claro. Enviou R$ 20. >> Tá me ouvindo? >> Está muito divertida a live, mas depois de duas horas ainda não deu para entender. Afinal o Rui é de esquerda, direita, centro ou alguma nova direção. >> Muito bom. O pessoal tem dúvida porque a esquerda brasileira hoje em dia é uma coisa muito esquisita. Houve uma transformação grande da esquerda. >> É culpa da Érica Hilton. >> É, >> não só dela, né, mas
a ver, >> é das do das várias Éricas Hilton que tem na esquerda. É uma esquerda que inclusive é dominada pelas ONGs. Precisa levar em consideração isso. >> O senhor no seu presidência botava essas ONG para fora do Brasil ou não? Ah, isso é precisava de uma medida dura contra eles. O Brasil gosta. A nossa posição é uma posição que a esquerda, mas não que a gente sempre teve divergência, mas a esquerda era muito mais parecida com o PCO do que hoje antigamente. A única coisa que nós não mudamos de posição, eles mudaram de posição.
>> O senhor tá falando em relação à Política, transexualista, eh esse progressismo, essas coisas, racialismo, não é isso? tratar as pessoas de maneira de e buscar o looping proletariado, né? Isso passar representar marginalizados de trabalhador, não é isso? >> É uma espécie de nova esquerda isso daí, se é que a gente pode chamar de esquerda também, né? Porque eu acho que >> é que os grandes capitalistas do mundo 2030 todos bancam esse tipo de coisa. Jorge Soros, a Zorra Toda banca esses caras pesadamente, essas pautas todas são empurradas. Isso é guerra cultural. Os os os
grandes os grandes capitalistas do mundo bancam esses caras sem pena, meu irmão. É todo tipo de de maluquícia que reduza a fecundidade, destrua a família. Quanto mais fraco as famílias, mais fortes os governos. Não é isso? >> É, o pessoal banca banca essa esquerda, o que é absurdo, né? Como é que você vai ser uma esquerda, >> uma esquerda bancada pro Jorge Soros e seus amigos? >> Não faz sentido. Não faz sentido. Isso é uma coisa que não faz nenhum sentido. >> Aí, aí o senhor ainda apoiou os caras e apoiava de novo, né? [risadas]
Bora mais. >> Quer quer fazer alguma mensagem final? >> Tem mais. Calma que tem. Grande honra conversar com o senhor. Que que o que que faltou a gente perguntar? O que que o senhor gostaria de meter bronca? Mas o Que que faltou dizer? >> Eu já nem sei nessa altura. [risadas] Falou tanta coisa. Proibir o fans no seu governo. >> No meu governo. Eu vou proibir oly fans. Fala assim, ó. Sabe o que eu ouço falar disso e eu não sei direito o que que é isso. [risadas] >> Você não sabe? >> Não sei. Oo
falar o tempo todo. Não sei o que >> sabe mulher pelada. >> É a mulherada quer ganhar quer ganhar uma grana mostrando a perpeca na internet. >> Ah, certo. >> Tá vendo como mulher vive no fácil? >> Eu não sou. Veja o homem que você [risadas] conhece que >> se você falar em proibição legal, >> 99% eu sou contra. >> Não, não é para, não é para proibir, não. É para taxar. Só taxar. >> Taxar o ponto de vista fiscal. Ah, um 50% de imposto. Tá bom, né? Não, >> eu acho que essas coisas bets
também devia ser regulamentado, mas sou contra >> sou contra proibir. Não, eu sou contra. É uma uma coisa absurda que tem no Brasil. >> O estatizar, meter uma bet nacional para não perder dinheiro. >> É, proibir o cassino físico e liberar o digital, né? >> Ó, a Caixa Econômica não faz BE bet, né? Melhor proibir e fazer só na Caixa ou não? >> Caixa Econômica faz. Não, eu acho que proibiu o jogo é o governo que quer tutelar a população. >> Sim, mas o cara apostado no exterior, ele tá tirando de vida do país ou
não? >> Ah, então, mas isso pode ser regulamentado ou não é? >> É iss diendo estatizar meto estatal para fazer isso como a Caixa faz, não é isso? >> Não, você pode nacionalizar, não precisa, pode obrigar. >> Não, você empresa o Tigrinho, como é que você Ah, entendi. Pegar as empresas que tiver no Brasil e nacionalizar a empresa, diz: "Ó, bicho, você não pode tirar seu dinheiro daqui, não é isso?" Isso, isso daí é possível de fazer agora, proibir a pessoa de jogar >> como Lula fez, que proibiu a a CT e todos os os
que não era nem aposta, que São prediction market, são derivativas, né? >> É, >> o Lula já meteu facão, arrancou tudo, velho. >> É isso, bicho. O cara apoia Lula e é contra todas as pautas de Lula, velho. O qu >> é? >> E ele é contra Bolsonaro. E as coisas que ele mais, as únicas coisas que ele admite que Lula fez bem, ele admite que Bolsonaro fez melhor. Não é isso, hein? Eu falei, não tem nada de lulista aí? Não, >> não é assim. [risadas] Eu não sou lista. Manda aí, >> manda aí. Bora
mais. Fica bravo depois que a gente não responde. >> Dantas enviou R$ 25. Qual a opinião do pré-candidato e dos entrevistadores sobre a psicose da pauta ambiental no Brasil hoje, principalmente No norte? e sobre os papéis de autarquias, como FUNAI, Ibama, IMBO e Incra. >> Eu acho que é uma Ele acertou e falar que é uma psicose, mas não é uma psicose. Isso aí também é uma uma questão que é imposta de fora do Brasil. Você vai ver todo o negócio ambiental, tá lá o Jorge Soros, a ONG tal, o milionário tal que financia. Vamos
lá, próximo. >> É, o senhor chegou a a conhecer o Eneas Carneiro. Qual sua opinião sobre essa figura? >> Eu conheci, mas ele ele foi meio que meteórico, né? Ele passou aí. Eu eu achava que algumas coisas que ele falava eram corretas, mas uma figura meio folclórica, né? >> O senhor chegou a a concorrer para algum outro cargo eletivo e ganhou? >> Não, >> não. Sempre presidente. >> Sempre fui candidato a presidente. >> Porque o >> o PCU atualmente tem deputados? >> Não. >> O porque o Enne a concorrer pra presidência, mas depois ele tentou
para deputado. Deputado ele conseguiu. >> Ele foi eleito. >> É. É, mas o >> mas o PCO tem candidatos esse ano para federal em vários estados. >> Sim, vamos ter candidato em coisa de 14, 15 estados. >> Hum, legal. >> Agora, eleger alguém, você precisa ter muito dinheiro, precisa lembrar isso aí. >> Depende da montagem da chapa também, né? Não adianta pessoal investir em um, tem que ter uma chapa inteira, não é isso? Para ter um monte de gente que essa organização, inclusive esse negó muita gente discute negócio de voto distrital. Qual a opinião do
senhor sobre isso? Seria mais legítimo alguém que Representa uma região menor ou não? Não, porque o voto distrital é uma manipulação. É como na Inglaterra, né? Na Inglaterra teve eleição deputado estadual do estado inteiro. Então você não tem acesso ao cara. Se ele fosse deputado estadual de três, quatro municípios, você saberia onde ele mora. Ia ter como cobrar o cara. >> É, mas isso daí não é, o importante seria votar no partido, não na pessoa. Esse negócio de votar na pessoa muito Cobrada. Pessoa tem como ser cobrada, né? >> Não, o partido tem como ser
cobrado, sim. Como não? >> Como não? Como é que vai cobrar o partido? Você vai bater na porta de quem? Você não tá vendo o que tá acontecendo na Inglaterra? Os dois partidos majoritários estão indo à falência. É o povo cobrando a conta. >> Falta mais aí. >> É, mas o cara, você pode dar grito, jogar o ovo no cara, você não tem como fazer isso no partido. O máximo que vai acontecer é o que aconteceu com o PSDB aqui. Todo mundo muda de partido. O PSDB hoje em dia, quantos quantos por cento do PSD
PSDB? Se você se você votar em partido, você começa a perceber que você tem que votar num programa, tem que votar numa coisa séria. Agora parece o cidadão aí candidato dele Mesmo. Na realidade ninguém sabe o que ele vai fazer. É isso. Há mais de 100 anos já foi demonstrado por Berlin Mines que toda a corrupção advenda separação de controle e propriedade. Quando você coloca na mão de uma instituição e não de uma pessoa, o cara não tem como ser responsabilizado, explode a corrupção. É a mesma coisa de ah tal, a galera vai votar, aí
o cara vota, se o dinheiro não é dele, quem que vai perder na votação? O cara vai pensar no interesse dele. Agora, se o cara for dono, ele vai pensar na continuidade do negócio, né? >> É, mas isso daí isso aí vale para um um número limitado de coisas. Tem mais gente aí, ó, para mandar mandando coisa. Deixa ele reproduzir aí, traduzão. [sino] >> Pascarelli filho, enviou R$ 25. Rui, as facções provavelmente Resistiriam à revolução. Sendo contra revolucionárias, as milícias populares do povo podem fazer como a faz com o pessoal do IDF. O povo terá
o direito de fuzilá-los. >> Então, um governo revolucionário é muito diferente de um governo constitucional. Numa revolução, os contrarevolucionários normalmente são reprimidos com extrema violência. É o que acontece na Palestina. Os colaboradores do de Israel, o Ramas Eliminou todos ou eliminou quase todos. Vai, tem gente lá ainda sobrevivente. Eu acho que eles estão certos em fazer isso. >> Próximo. >> É o último. >> Pascarelli enviou R$ 25, fui defendendo que o conteúdo das universidades sejam definidas pelos usuários dela, atendendo a demanda do mercado. Já o 38 pelo governo em nome do bem coletivo da nação.
Quem é de fato o ANCAP aí? >> [risadas] >> Aí, truitão, que sobrou para você, ó. >> Eu não ouvi não. Não, não chegou no meu áudio não. O que que ele falou? >> Falou que você defende que o estado controle o currículo da universidade. >> E eu e eu defendo que a comunidade >> eh controle, >> eu defendo que essas que esses antros de coelindos satânicos sejam totalmente extintos e o MEC seja extinto e quem quiser faz a escola como quiser, sem Interferência nenhuma. é que os pais é que devem escolher a educação dos
seus próprios filhos. >> Mas un na universidade não funciona isso. >> Pois é, a universidade vai funcionar como funcionou durante séculos, que era as universidades que têm alguma utilidade vão atrair pessoas que vão botar dinheiro nelas e aquilo que ninguém colocar dinheiro nelas é porque elas não merecem existir, não é isso? Vamos lá, próximo. >> Quem quem banca a universidade manda. As universidades que eram bancadas pela igreja, eles tinham intelectuais orgânicos da igreja, não é isso? Utilizando expressão como é graminiana, não é isso? >> Se a universidade, se a universidade for bancada pelo governo, dinheiro
na mão, calcinha no chão, não é isso? Se quem banca ali, quem manda ali ao governo, ele vai defender quem? Que o que o Governo mandar, não é isso? Se quem bota bolsa é Jorge Soros, é a Fundação Bill Gates, ele vai dar testa no Fundação Bill Gates ou ele vai baixar a calcinha pro Bill Gates? Pois é, quem paga manda, né? O quê? >> Próximo. >> Último. >> Tá. >> Não tem mais desse cara não, né? Hum. >> Mulher de tromba enviou R$ 20. >> Fala galera, beleza? falando aqui da República Bolivariana da Califórnia,
um abraço pro Rui. Eu sou semicomunista por causa dele, por causa do comandante Farinácio, mas felizmente eu sou um homem trânsito ainda pro lado da direita de Pico. >> Rui libera ou não os mojar? Quebra ou não as patentes? Diz aí camarada, saí de 190 kg, tô com 91 kg. E aí a bagaceira? >> É isso daí é um problema grave, né? >> Quebrar um patente do mãoar, mas vai Quebrar, né? Não quebraram não. >> Não, mas vai quebrar o o Lula. >> Não, mas eu queria fazer uma denúncia aqui que eu acho que é
importante. >> Hum. >> O no Paraguai eles começaram a fabricar várias eh vários remédios iguais ao Monjaro, que lá custavam coisa assim de 10 vezes menos do que o Monjar aqui no Brasil. Então o pessoal começou a ir lá e comprar o remédio lá Porque não tem como pagar. Monjar é quase R$ 2.000. Imagina >> aí a Anvisa proibiu todos esses remédios. Quer dizer, a Anvisa quer que a pessoa pague, >> é, pague o Monjaro. >> 15 anos de cadeia você tentar levar pro Brasil, né? >> É, pode pegar 15 anos de cadeia. É uma
barbaridade. Isso tem que ser denunciado porque é um crime contra a população. O Problema >> a população não tá passando fome, para que que vai precisar de canetinha para perder peso, rapaz? Não tá todo mundo passando fome? Não tá todo mundo passando fome. O pessoal tem que o pessoal tem que ter direito à saúde pública. A saúde, né? >> Sim. Tem direito para perder peso. O tratamento é jejum e oração. Não é isso? Funciona ou não funciona? Quem faz jejum diminui o peso ou não diminui, hein? Fechar a bola, não é isso? [risadas] De canetinha.
Qu >> tem que liberar isso aí. tinha que quebrar a patente do Monjaro. >> Inclusive um existe [limpando a garganta] diversas pesquisas mostrando que o a a existe a o a saúde de Cuba em vários aspectos é devida ao baixo e como é índice de massa, como é que da galera lá. A obesidade em Cuba é uma das menores da do mundo, não é isso? O cara tendo menos peso mesmo, com menos Soja, a zorra toda, tem menos pressão alta, menos diabetes, não é isso? >> Ah, o lado bom do do de cubo é que
lá o pessoal não come besteira. É isso. É s >> é isso aí. >> Isso aí, gente. Tivemos aqui com Rui Costa Pimenta. Muito obrigado, Rui, mais uma vez. >> Foi uma, foi uma jornada acidentada. >> É, agora você não pode pedir voto, você não pode fazer promessa, que é nós não Estamos em campanha eleitoral, mas você pode >> falar pro pessoal te seguir, pro pessoal acompanhar seu trabalho, conhecer mais sobre a sua trajetória. >> Eu tô no Twitter, no Facebook e no Instagram. Eh, só procurar por Rui Cimenta, quem tiver interessado em acompanhar. E
eu tenho vários programas na internet, na Causa Operária TV, na Rádio Causa Operária TV, Rádio Causa Operária e no Diário da Causa Operária TV. >> Maravilha. É isso aí. Muito obrigado, Renato, mais uma vez aqui. >> Minha honra, minha honra. Próximo, próxima semana o Entr e depois o como é o nome do brother? Cabo daolo, não é isso? Será que a gente vai chegar em 10 pré-candidatos, um por semana? >> Seria, tem que ser, né? Senão não vai dar tempo. [risadas] >> Eu acho que eu acho que o o primeiro a Ter sido incluído no
inquérito das fake news foi o Rui Costa Pimenta, não foi? O senhor foi incluso no inquérito em 2002, não é isso? 2022, não é isso? >> Foi, foi. >> Mas o senhor chegou a p alguma cadeia, responder alguma coisa naquele inquérito ou não? >> Isso respondi inquérito. Eh, fui condenado >> pelo quê? Fake news. >> Nem sei o que exatamente foi a Condenação. Eu >> uma [ __ ] de um crime inventado, não é isso? >> Eu ouvi falar que eu fui condenado porque você não tem não. Eh, >> a gente falou que tinha que
acabar o STF. >> Aí você disse mesmo nesse episódio, não é isso? Não, o que chegou aqui e repetiu, não é isso? [risadas] >> Ele fez igual com É só um cabo e um soldado. >> Não, no inquérito eu falei que eu era favorável ao extinguir o STF. Só expliquei que eu não era favorável a instinguir o STF pela violência. Era uma proposta política. >> Não, lógico. Era só não indicar ninguém 20 anos que acabava o STF. O que o senhor falou aqui, eu perguntei: "O senhor indicaria quem?" O senhor falou: "Eu não indicava [
__ ] nenhuma para acabar com esses tribunais superiores." Não é isso? >> Ó, as nossas redes sociais, elas ficaram fora do ar o quê? Um ano. Ficamos um ano sem redes sociais. >> Eita. Tomar cuidado para acontecer o mesmo, né? [risadas] >> É. Obrigado, Rui. Obrigado. Eu que agradeço. Foi um prazer o debate. >> O senhor é um herói da livre expressão e do armamentismo. Eu considero o senhor mais defensor da liberdade do que Zema e Flávio juntos. Foi uma honra conhecer o Senhor e ter contato pela primeira vez. >> Muito obrigado. Foi um prazer
debater com vocês. >> É isso aí, gente. Obrigado. Headcast vai ficando por aqui. Você vai ser redirecionado para o nosso próximo debate, tá? Assistam o trailer já. Defina um lembrete porque vem coisa boa por aí. Pois é, estamos aí fazendo uma maratona de conteúdo, deixando vocês aí já ligados no que que vem. Então vá lá, assista, defina um lembrete e quem não é Inscrito, se inscrevacast com programação ao vivo todos os dias. Valeu, galera.