Éd poderia responder: "Nós estariamos do outro lado do mesmo jeito que nós estamos hoje, com as nossas alegrias, com as nossas tristezas, com os nossos conflitos, com os nossos rancores, com os nossos amores, com as nossas culpas, com os nossos ressentimentos, com a caridade que a gente fez. o egoísmo que a gente viveu. Então, nós estaríamos do mesmo jeitinho, com a mesma cabeça, com o mesmo coração, de mãos cheias ou mão mãos vazias.
Então importa muito para nós, é claro, com essa consolação que nós temos, que depois da morte a vida continua, mas importa muito mais saber como vamos viver aqui para poder desfrutar de uma felicidade relativa aqui mesmo e não apenas depois da morte. Porque quem não conseguir ser minimamente feliz aqui, não vai conseguir ser minimamente feliz depois da nossa passagem. Então aqui os espíritos nesta foto aqui estão voltando pra terra.
Vamos imaginar que eles estão saindo de nosso lar, estão vindo para a terra. um movimento que todos nós fizemos antes dessa vida. E é provável pensar aqui como nós estávamos antes de vir para cá, o que que a gente prometeu, qual era o nosso objetivo quando a gente decidiu reencarnar, quando a gente percebeu que lá no mundo espiritual a gente precisava reencarnar para ter paz no coração, para buscar felicidade, para buscar evolução.
para refazer a nossa história espiritual, já que provavelmente do outro lado da vida a gente fez um balanço depois da última morte e verificamos que muita coisa ficou pendente, muitos sentimentos ficaram atrapalhados, muitas dores ficaram, muitas lições não foram cumpridas e a gente decidiu, vou voltar pra terra. E a gente pediu então a oportunidade de reencarnar. Vocês imaginam o que que a gente prometeu?
Que que vocês acham? Passar a limpo. Passar limpo.
Não foi o emprego de passadeira, né? Mas a ideia é essa, né? Quer dizer, restaurar relações que ficaram estremecidas, não é isso?
Diminuir o nosso egoísmo, diminuir o nosso orgulho. Concordam? Já que a gente aprende na doutrina espírita que a nossa principal doença, e aqui falo de doença da alma, eh estão eh radicadas nesses dois problemas, egoísmo e orgulho.
Então é muito intuitivo que quando a gente vem para cá a gente prometeu, se não acabar, mas pelo menos diminuir, que a gente nessa próxima encarnação, que é essa que nós estamos vivendo, não é a próxima. O espírita sempre [risadas] pensa na próxima, mas é a que nós estamos vivendo. Que a gente fosse menos egoísta, menos orgulhoso.
Claro, para aqueles espíritos que ainda não tem essa capacidade de discernimento, de reflexão, de auto consciência de que precisa voltar e precisa se remodelar, eles vão reencarnar compulsoriamente, sem direito a muitas escolhas de provas, de expiações, mas creio eu que não é o nosso caso, não é? Todos nós aqui, já que estamos aqui, reencarnamos compulsoriamente, voluntariamente, né? Nós pedimos para estar aqui.
Ainda ontem lia uma página do espírito Humberto de Campos pela mediunidade de Chico Xavier. de um capítulo intitulado candidato à redenção. E ele narra a situação de um espírito muito parecido com o que nós estávamos aqui comentando.
Esse espírito estava no mundo espiritual carregado de culpas, porque ele fez esse balanço, ele teve essa reflexão, ele fez essa consciência de que ele estava vivendo muito egoicamente, que ele nas suas últimas experiências ele fracassou, ele machucou muita gente, ele magou, ele feriu, ele roubou. Ele matou. Então ele pedia em preces oportunidade para reencarnar, porque era tão grande a dor dele que ele não conseguia conviver com a lembrança dos erros dele.
Muito interessante isso. A consciência dele pesava tanto que ele não conseguia conviver com as reminiscências dos atos que ele praticou. Então ele pedia para reencarnar para não só tentar reparar o que ele fez, mas sobretudo para poder esquecer o que ele fez.
Interessante isto, né? E acho engraçado que muitas vezes a gente quer lembrar das nossas vidas passadas. Ah, queria tanto saber que que eu fui.
A gente não quer saber o que a gente fez. A gente quer saber o que a gente põe. E é claro que com certo sentimento, né, orgulhoso, querendo descobrir alguma eh alguma figura importante na vida, né?
Quer descobrir se foi rei, se foi rainha, né? Eh, se foi príncipe, se foi princesa, conça já então já não é tão importante assim. E certamente é perguntado ao Chico, Chico, as pessoas dizem que fazem regressão de memória e descobrem que foram reis e rainhas.
É verdade. Ele disse: "É verdade, meu filho. foram reis e rainhas mesmo, porque as lavadeiras estão todas no céu.
Então aqui reencarnou a realeza. Então esse espírito rogava a Deus oportunidade de reencarnar para esquecer, para expungir a sua culpa. E nos seus pedidos ele clamava: "Me dê um corpo paralítico.
Cubra o meu corpo de chagas. me faça nascer na pobreza, na miséria. Ele pediu uma série de sofrimentos e depois de tanto orar, um benfeitor espiritual se aproximou e disse a ele: "Deus ouviu as suas preces, meu filho, você vai reencarnar.
Mas as leis divinas que são de bondade, de amor e misericórdia, não vão exigir de você que você volte ao mundo com tantos sofrimentos. O Senhor te oferece oportunidade de trabalho em troca. da dor.
Jesus falou, disse o benfeitor, que ele preferia a misericórdia do que o sacrifício. Então você vai reencarnar, vai nascer num lar simples, mas num lar carinhoso, do essencial. Nada te há de faltar.
No entanto, as suas oportunidades de redenção, de reforma, de transformação, serão oportunizadas através do trabalho na doutrina espírita. Servirás a Jesus na doutrina espírita. Praticarás o bem.
A caridade darás passe para as palestras, escreverá livros, assistirá palestras aos domingos de manhã. você aceita. E é claro que diante de uma proposta dessa, quem não aceitaria?
Aceito, farei tudo. E assim ele reencarna, assim ele nasce e assim com o tempo, ele é encaminhado à doutrina espírita, onde se torna um trabalhador, um médium, um passista, um colaborador da casa. Mas aos poucos ele foi se queixando.
É muito trabalho. Tem que acordar muito cedo. Tem que ir no centro muitas vezes por semana.
As pessoas no centro são chaves. O pessoal me critina, tem muita disciplina. As pessoas não me vem com bons olhos.
Ele foi reclamando da tarefa, reclamando. E ele pediu então um atendimento espiritual na sua casa. E o benfeitor, o mesmo que lhe avalizou a encarnação, disse a todas as suas queixas: "Meu filho, perdoa, trabalha e serve".
Qualquer queixa que ele fazia do serviço, da tarefa das pessoas, o benfeitor linha, meu filho, trabalha, perdoa e serve. Terminada orientação, diz Humberto de Campo. E este homem que havia pedido todas as dificuldades do mundo, todas as doenças, todas as misérias para pagar as suas culpas, saiu do centro e nunca mais voltou.
Então, na Escola da Vida, o livro propõe este este olhar para a nossa vida, esta volta ao mundo, olhando o planeta, olhando a nossa vida como uma grande professora do nosso desenvolvimento espiritual. E os benfeitores maiores sempre assinalam a terra, pelo menos com uma característica muito marcante, que é a característica de ser uma escola, evidentemente, não uma escola de formação meramente intelectual, mas uma forma, uma escola de desenvolvimento do espírito de todas as suas potências, que inclui, obviamente, a inteligência, mas que não se restringe Eamon, porque também inclui o desenvolvimento dos nossos sentimentos. Na história da nossa evolução espiritual, está lá no Evangelho Espiritismo, que no início nós só tínhamos o quê?
Instintos. Depois dos instintos, foram surgindo as emoções. E qual é a época que a gente está vivendo agora, eh, atualmente, que é a época do desenvolvimento do sentimento.
formas para ele é muita que qual é a matéria prima? Qual é o ápice desses sentimentos? Mensagem do espírito Lázaro.
Amor, amor que todo mundo quer, mas tão pouco a gente dá, não é? Um amor, evidentemente, não no prisma de relação entre duas pessoas, não é o amor no nível, segundo os gregos, no nível eros, erótico, romântico, mas é um amor maior, um amor mais amplo. E é esse desenvolvimento que nós viemos aqui para este planeta, basicamente para deixar aflorar, para aprender a amar, para não apenas ser amado, mas também para aprender a amar.
Então, este é o grande objetivo da nossa encarnação e entender que as experiências da vida são salas de aula, que as dificuldades, os problemas não são castigos, não são punições, mas são lições pedagógicas para despertar a nossa essência mais profunda, que nada mais é do que essência amorosa. O amor já está em nós. O amor somos nós, mas a gente se esqueceu disso.
E a encarnação é um roteiro de despertamento, de retomada do ser divino que cada um é, daquele Deus interior que Jesus falou que nós somos. Vs deuses. Vós sois a luz do mundo.
E a gente ouve isso e fala: "Mas com quem que ele está falando? " Não é? E ele não diz: "Vós sereis, vós sois".
Ele não fala: "Vós sereis depois que fizerem o curso, depois que fizerem a reforma íntima, depois não, vós sois". Mas é uma luz que ainda está o quê? Escondida por uma camada grosseira de ego, de orgulho, que não deixa o amor o quê?
desabrochar e os problemas, os desafios da vida nada mais estão fazendo do que quebrar essas camadas para que o amor floreça em nós, para que a gente não viva só dos instintos comer, beber, dormir e fazer sexo. Não que isso seja condenado, mas a vida não pode se resumir isso. A vida não pode se resumir apenas a dimensão material.
Será que a vida seria só nascer, crescer, arrumar o emprego? se casar, comprar uma casa, um automóvel, ter filhos, ir no supermercado, ir, envelhecer e morrer. Seria esse o sentido da vida?
Será que Deus na sua magnitude teria feito uma coisa tão sem graça? Que fosse desaparecer? Será que Deus seria tão reducionista a ponto de tornar a vida meramente guiada pelos instintos, por algo que agora eu tenho fome ou como, mas daqui a pouco vou ter fome outra vez.
Por isso hoje tanto vazio interior, tantas causas de depressão, porque a alma está lá dentro gritando. Eu quero mais da vida. Eu quero aquela água que a mulher samaritana pediu a Jesus e que ele disse: "Se você tomar da minha água, você nunca mais vai ter sempre.
Mas a água do mundo você toma vai ter sede também. Eu tenho o pão da vida. Se você comer do meu pão, você estará alimentado na alma.
E qual é esse pão de Jesus? Qual é essa água de Jesus? senão o amor, um amor que começa por nós, saber amar-se e o sentido mais próximo que a minha mente consegue de definir o amor ou definir o amar.
Porque para Jesus o amor tem sentido de verbo, não de substantivo. Amar é uma atitude, é um gesto. Amar é cuidar.
é o amor concreto. Por isso que a doutrina se tem como pilastra aquela máxima fora da caridade não há salvação. E o que é a caridade senão o amor concreto, o amor em ação, não é fora da religião, não é fora da igreja, não é fora do centro, é fora do amor concreto, o amor em ação.
E salvação que é cura. Salvação de quem? De nós.
Porque viver sem amor, a gente tá vivendo só daqui para baixo, do estômago para baixo. Nós seríamos como a figura mitológica do minotauro, né? Cabeça de homem de corpo de animal.
Esse amor que é capaz de fazer a nossa vida valer a pena. Uma senhora, pergunou o Chico Xavier para que ele pudesse ajudá-la na resolução de um problema. Ao que tudo indica, era um problema de saúde.
E ele disse a ela, mulher, eu não posso te curar. Eu não vou te curar. A sua cura está nos trabalhos da caridade.
Procure. A mulher saiu, estava ao lado do Chico Dr. Marlene Nobre, uma das suas biógrafas.
E ele disse para ele assim: "Marele, esta irmã tem o coração seco. Olha que figura interessante. Está com o coração seco.
É uma metáfora. É um coração que não ama. É um coração que só pensa em si.
É um coração que não tem empatia pela dor do outro. E quando isso acontece, nós fugimos da nossa configuração divina. Nós fomos criados em mar e semelhança de Deus.
Isso está no primeiro livro da Bíblia. Olha, se Deus é amor, nós somos o quê, meus amigos? Amor.
Amor. Eu tenho que dar um beijo nessa mulher aqui, porque hoje ela tá de aqui. Não é só você.
Não faz sentido isso. É a professora do coral. Não, ela não tem o coração seco.
Não é isso? Deus é amor, disse o evangelho de João. Ora, se nós fomos filhos de Deus, filho de peixe, peixe não é.
Nós somos o quê? amor, a nossa configuração, a nossa essência é amorosa. A nossa natureza é amorosa.
E todas as vezes que a gente sai fora desta configuração, vamos assim dizer, dessa configuração de fábrica, a gente entra em rotas de dor, de sofrimento. A gente perde a conexão com o pai, com o criador. Eu ouço Jesus dizendo: "Eu e o Pai somos um".
Acho isso tão lindo, não é? O que que ele quis dizer com isso? Eu e o Pai somos um.
é que a vontade de Deus estava plena em Jesus. Concorda? É o que acontece conosco quando a gente ora o Pai Nosso, não é isso que a gente pede?
Senhor, seja feita a vossa vontade. A gente não gosta muito desse treino. Se a gente pudesse fazer uma tradução, a gente falaria: "Seja feita a minha".
Ou então quando a gente diz na mesma oração, pai, que o teu reino vem a mim. Olha o quanto que é comprometedor nisso. O que que eu estou dizendo?
que esse reino de amor, de bondade, de justiça me pena. Foi o que aconteceu basicamente com Paulo de Tasso, quando ele diz algo semelhante ao que Jesus diz sobre Deus, quando Paulo disse: "Já não sou eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim". Uau!
Quantas vezes por dia a gente pode dizer isso? É o Cristo que vive em mim. Quando você tá ali no transporte público e alguém pisou no seu pé, quando alguém não nos cumprimenta, quando alguém nos fere.
Quem vive? É o Cristo ou é o meu ego? Na escola da vida, a gente vem desbastar o velho e a gente vem aprender basicamente a amar os que não são amados e amar aqueles que não nos amam.
Por isso que no lar nós vamos encontrar pessoas que se mostram para nós como grandes desafios de amar, não é isso? Muitas vezes Jesus chegou a perguntar: "De que vale você amar apenas aqueles que te amam? " que fazeis de especial se você gostar apenas daqueles que gostam de você?
E ele mostrou isto, né? Jesus exemplificou esse amor aos diferentes, aos excluídos, aos sofredores, aos pecadores. E a gente nunca viu Jesus dando sermão para essas pessoas, não é?
Quando vinha ali um irmão leproso ali pedindo ajuda, a gente nunca viu ele antes de curar dar um sermão censurar você, hein? Que vida cu, hein? Ele andava ao lado das prostitutas, se deixou tocar por uma delas perante os fariseus, que eram aqueles que se diziam virtuosos.
cumpridores da lei. Vocês devem lembrar desse episódio tão lindo que Jesus caiu numa cilada, vamos assim dizer, aquele fariseu chamado Simão, não é o Simão Pedro, era um outro Simão, aliás, lá de ter muito Simão, e que convideu Jesus para um jantar e ele queria, na verdade, colocar Jesus numa situação de contradição. Os fariseus queriam desmascarar Jesus, queriam mostrar para as pessoas que ele não era profeta coisa nenhuma.
Aí convidaram ele pro jantar. chegou lá, coitado, não receberam ele na porta com água para lavar as mãos, lavar os pés sujos da areia, para olho para untar os cabelos, para tirar a poeira dos cabelos. Eu não sei como é que isso ficaria, né?
O cabelo coerado com ódio, mas era costume da época. Mas o anfitrião Simão não recebe Jesus na porta, não manda oferecer a ele a água, não manda oferecer a ele o óleo. E Jesus entra naquela festa totalmente perdido, deslocado.
Ele devia perguntar assim: "Jesus, meu Deus, o que é que eu estou fazendo aqui? Jesus acho que orou a Deus, falou: "Deus me ajuda". E Deus ouviu as festas e no meio daquela festa irrompeu uma mulher que não era convidada.
Vocês lembram dessa cena? Uma das cenas mais lindas. Humberto de Campos diz que essa era essa mulher era Maria Magdalena que não gozava de boa reputação, porque se dizia que era uma mulher pecadora, que era uma mulher possuída com sete demônios.
E essa mulher que não era convidada, embora conhecida de todos os que estavam ali, conhecida sobretudo à noite, e ali rompe a cença, fura o bloqueio e corre aos pés Ajoelha-se aos pés dele. En chuva os pés dele com suas lágrimas, limpa os pés com seus cabelos e retira da sua bolsa o óleo de alabas, que era o óleo mais fino daquela época. Lançamento da Natura.
unta os cabelos do Senhor. E qual foi a atitude de Jesus? Se fôssemos nós na situação de Jesus, como que a gente viria?
Nós homens, vamos imaginar nós homens. está lá na festa da empresa, funcionário do ano, entrou com a Maria Madalena da sua vida. Vai, te abraça, te beijo, meu amor.
Qual seria a nossa reação? Saia daqui agora. Depois eu te ligo.
E Jesus não ficou sereno, feliz, se deixou tocar por ela, o que era um absurdo para os costumes de um. A mulher não poderia tocar o homem em público. Quanto mais uma mulher pecadora, quanto mais uma mulher pecadora tocaram um profeta.
E os fariseus dizendo, tá vendo como esse homem não é profeta? Coisa lua. Se ele fosse, ele bem saberia quem é esta mulher.
E Jesus ouvindo os comentários e ele curtindo lá todo o carê de Maria Madame e ele disse: "Então, vira-se para Simão e para todo o grupo dos fariseus que eram os virtuosos, que eram aqueles que se apresentavam perante o público como cumpridores da lei. " Jesus vira-se para eles e diz: "Simão, eu vim à tua casa e você sequer me recebeste, sequer me trouxe água para lavar as mãos e os pés. E essa mulher me lava com suas lágrimas.
Enxuga as minhas mãos e os meus pés com seus cabelos. Sim, Simão. Ela errou muito, mas ela foi perdoada porque muito amor.
E sabe de uma coisa, Simão, e com essa Jesus acaba com a que as prostitutas entrarão primeiro no reino dos céus. E ao falar isso, ele teve que sair correndo da testa porque causou uma revolta. Então, as situações da nossa vida, as adversidades, não são castigos e punições divinas, são oportunidades em que a gente possa o quê?
desenvolver as nossas virtudes, não só o amor, mas todos os subprodutos do amor, que é o perdão, a paciência, a coragem, a fraternidade, a gentileza, a doçura, a fraternidade, a irmandade, tudo isso é fruto do amor. Concordam? para que então a gente possa aflorar o nosso espírito, para que a gente possa progredir.
Qual é a frase que está no túmulo de Allan Kardec? É só não falar nada. Vocês lembram?
Quem lembra? Muito bem. Um homem representando aqui, né?
Então vamos relembrar. é a frase que sintetiza a nossa doutrina espírita. A filosofia da doutrina espírita, se pudesse ser sintetizada num pensamento, na minha modesta opinião, seria este.
Vamos lá. Nascer não, primeiro precisa viver. [risadas] nascer, viver, morrer, renascer, ainda progredir sempre.
Tal é a lei. Então, qual é a lei? Qual é a lei?
sempre. E progredir, o que que é progredir apenas materialmente? Não exclui isso.
Claro, estamos no mundo material, precisamos viver bem, com dignidade, ter o o essencial para viver, mas não se resume a isso. Porque tudo isto, tudo aquilo que é progresso material, nós sabemos o quê? que com a morte, o que que vai acontecer com essas aquisições?
Vamos levar. Alguém lembrou aqui que caixão, tem GB quando a gente lê. Às vezes eu venho no na atividade profissional, testamento e eu vejo que aquele que fez o testamento ele descreve assim: "Para fulano eu deixo isso, para belano eu deixo aqui, para cicrano eu deixo isso".
E eu fico raciocinando, né? Ele deixa porque ele não pode levar. É quase com lan.
Então esse progredismo engola principalmente o quê? O progresso do quê? Do espírito.
O progresso intelectual. Sim. Mas não apenas o progresso intelectual, porque eu posso muitas vezes ser um PhD, ser um doutor, um pósdoutor e de repente numa briga de trânsito, por conta de uma batida, eu desço do carro, dou um tiro na pessoa que matou.
Faltou o progresso, o quê aí? Moral, emocional, não é? O progresso do espírito, com todas as virtudes que o espírito tem, que estão em nós, mas que precisam ser o quê?
Desenvolvidas. Mas para desenvolver isso, a gente precisa do quê? de adversidade.
A vida não pode ser para nós um céu azul constante. E a gente vai muitas vezes pro centro espírito, ah, a gente vem pedir isenção de provas. A gente quer que todos os problemas sejam resolvidos, mas se tirar os problemas, o que que vai ser de novo?
Enquanto espírito imortal? Daí a gente consegue entender o que está no Evangelho Segundo Espiritismo. A dor é uma bênção que Deus envia aos seus eleitos.
Quanto tempo eu demorei para compreender isto? Sempre achei paradoxal. Da mesma forma que no sermão da montanha Jesus diz: "Benditos, felizes aqueles que choram".
Mas como alguém que chora pode ser feliz? Que a felicidade para nós na terra é sem problema, sem família. é viver numa ilha com internet, Wi-Fi, tudo, né?
Isolado dos problemas das pessoas. Mas o que que aconteceria com o espírito na nossa dimensão ainda que são espíritos ainda em fase inicial de evolução. Espíritos já muito maduros, eles já procuram voluntariamente o seu aperfeiçoamento, mas nós ainda não.
Se tudo estiver dando muito certo, tome cuidado. É o momento mais perigoso da tua evolução. Porque isso pode nos levar o quê?
A, como diz, a inércia. E aí quando eu estou em modo inerte, quando eu estou modo offline, o que acontece? Qual é a lei?
Lei é progresso. E progresso exige o quê? esforço, trabalho, mudança, transformação, transcendência, suor.
O grande problema quando a gente vem ao Santo Espírito achando que o passe vai resolver os nossos problemas. Eu atendo pessoas lá no centro e algumas dizem assim: "Quando eu recomendo um tratamento espiritual, quantos eu vou precisar para mim? " No começo eu falava: "Ah, oito".
E aí a pessoa terminou os oito, falava: "Ó, já fiz os oito, mas tá tudo igual. Foi mais 8. Então agora aí hoje eu falo quanto tempo vou vou ter que fazer para até o fim da B.
Porque a essência não é o passe que ajuda, que alivia, sem dúvida alguma, mas que não cura. Não cura a alma que não quer o quê? Ccer, expandir, evoluir, melhorar, transformar.
Quando certa feita Chico Xavier chegou no centro, havia uma multidão lá fora, uma imensa. E o Chico perguntou para a pessoa que o acompanhava: "Essas pessoas aí, quanta gente! " E o acompanhante disse: "Eles vive paraa reunião, eles querem receber o seu passo.
" Ele falou: "Essas pessoas não precisam de passo, elas precisam de paz. Eu procuro aqui pro Cear sala de pá, não é? sala de trabalho, porque é o trabalho que movimenta o nosso espírito no sentido da evolução, do crescimento, da superação.
E a maioria que estão desencarnando hoje, diz o espírito de curaio através de Chico Xavier, a maioria das pessoas que chegam do outro lado da vida, é o último senso IBGE do mundo espiritual, estão chegando lá em estado de perturbação e enfermidade. Olha que coisa, perturbação e enfermidade. A gente fica preocupado com isso, né?
Porque muitas vezes a gente acha que vai ser chegar do outro lado, a gente vai tá lá a bandra polícia tocando hinos, anjos, louvores, mas a maioria tá chegando lá, tá sendo recebido por enfermeiros com macas, padiolas. levando a gente para os hospitais espirituais, estado de perturbação. E ele diz, quais são as causas disso?
As causas são, primeiro lugar, viveram desprevenidos. Desprevenidos é desinformados quanto aquilo que a doutrina nos esclarece. Estamos aqui no movimento de trabalho, de superação.
Questão 132 do livro dos espíritos. Allan Cadec perguntou: "Qual é a finalidade da reencarnação? " E os espíritos disseram: "Transcendência, superação, melhora de si mesmo.
" A gente tem que sair daqui um pouquinho melhor do que quando a gente entrou. Não é perfeito. Não vai dar para sair perfeito nessa.
Se alguém tem essa ilusão, talvez isso mais complique que ajude, porque a gente pode correr o risco de querer buscar uma perfeição por fora, né, aparente. Nem os fariseus hipócritas, eram todos virtuosos por forma, né? Eles jejuavam, davam dízimo, dava cesta básica, vão no centro espírita uma vez, tomam um passe, trazem o nome de um familiar para colocar em vibração, porque eles que são os perturbados.
esquece que o nosso nome deve estar em algum terreiro aí por aí também, não é? Viver desprevenido, viverbito em curaio. A maioria vive também infantilizado.
Isto é o que ele quis dizer com viver infantilizado. é viver como criança que quer que o mundo se adapte a nós. É viver como se a gente fosse a única pessoa do mundo.
A criancinha quando nasce elas não tem noção do mundo afora. Ela acha que ela é o mundo. A própria mãe, ela não enxerga como algo diferente dela.
Ela acha que a mãe é a extensão dela. E a primeira, ou pelo menos a segunda dor dessa criança é quando ela percebe que a mãe é uma outra pessoa. Então nós vivemos infantilizados na medida em que achamos que somos o centro do universo.
E uma música do Guilherme Arantes é linda no sentido a música Brincar de Viver quando ele diz um determinado trecho. Professor, ninguém é o centro do livro. Assim é maior o prazer.
Quer dizer, o prazer está quando eu incluo o outro na minha vida. O prazer está quando eu enxugo a lágrima de noite. O prazer estar quando eu alimento o corpo de um famigo, quando eu dou um abraço em quem se sente solitário, quando eu ouço alguém que está abalado, porque isto bate com a minha natureza amorosa.
E aí meu coração deixa de ser seco. Aí meu coração pula, bate e gera hormônios do prazer. Gera serotonina, oxitocina, fortalece o sistema imunológico e traz bem-estar.
A gente já sentiu isso quando está amando. Como é que a gente fica quando está amando? Não sei se vocês lembram disso.
Lembra quando a gente tava apaixonado? Como é que a gente tinha? Estas não é?
Acordava de manhã numa segunda-feira chose, abria a janela, a chuva é bem. Mas quando a gente tá fora do amor, quando a gente tá irritado, nervoso, pessimista, tá centrado excessivamente em si mesmo, abre a janela, vê o sol e diz: "Vai fazer um calor, então gente, precisa crescer. O nosso amor precisa crescer.
O nosso amor precisa ir além de nós. Aí a gente se completa. Aí acontece aquela coisa maravilhosa que o Francisco de Assis, quando a gente dá, a gente recebe.
Paraa nossa mente egoísta isto é um absurdo. Na lógica do Cristo ganha quem dá. É perdoando que se é perdoado.
É morrendo que se vive. Morrendo. O que que é morrer o corpo?
Não morreu o ego, morreu o egoísmo, morreu o orgulho. Não ficar tão magoado quando alguém não cumprimenta, quando alguém não nos convida, quando alguém nos dá uma espetada. Ah, eu já fiz isso tantas vezes também.
Tá tudo bem. Ele não tá bem mesmo. A gente se torna humilde, a gente se torna leve, a gente se torna mais simples, a gente descomplica a vida e aí a gente vive bem com a gente, tem um prazer natural, tem alegria de acordar.
de viver, de encontrar, de abraçar, de ajudar, de pedir ajuda, de cuidar e ser cuidado. E a última característica dos que estão desencarnando, diz Biten com Sampaio, são aqueles que viveram vacilantes, não viveram, diz ele, com espírito vitorioso, ou seja, se atemorizaram diante das provas, tiveram a fé diminuída diante das adversidades. Quando a vida começou a dizer não em certas coisas, a pessoa se fechou, a pessoa desistiu de lutar, desistiu de perseverar, achou que a vida estava contra ela, quando na verdade a vida estava a favor dela, a vida estava duubando o ser espiritual dentro dela, o ser divino.
E aí então ela não quis enfrentar as suas provas, não quis enfrentar a tarefa maior que é a de progredida aqui na terra. E aí talvez a gente se encaixe naquela metáfora que o escritor Ruben Alves fez a respeito da pipoca. Quem gosta de pipoca aqui?
Levante. Muito bem. Estão todos salvos.
Mas como é que a surge a pipoca? Nós temos o milho da pipoca. Para ele virar a pipoca precisa do quê?
do calor, precisa do fogo, mas também precisa de fogo. Pessoal já quer dar um jeitinho, mas precisa de fogo, precisa de calor, precisa de quenta, se não tiver quenta, não tem pipoca, só tem o nível. Então, todos nós aqui quando reencarnamos somos milhos potencialmente capazes de virar pipoca.
Pipoca é linda pipoca não é uma flor, não é isso? Pode ser doce, pode ser salgada, mas o milho que não enfrenta o calor, ele fica sempre o quê? Ou então mesmo aquele lío que vai pro calor, mas ele resiste isto ao máximo.
Não quero essa prova, não quero essa família, não quero esse centro, não quero esse país, não quero esse mundo, não quero esse corpo. Ele não vira pipoca e fica, segundo os mineiros, um piruá. E o que que a gente faz com o piruá?
Joga fora, vai pro lixo. Segundo espiritismo, o piruá não vai pro lixo, ele vai para uma próxima reencarnação. Ou então ele vai para um fogo ainda mais forte.
Olha que coisa. E aqui no início do livro, eu cito aqui um pensamento do psiquiatra Carl Gustavo Jung, que diz assim: "Aqueles que não aprendem sobre os fatos desagradáveis de suas vidas, quer dizer, É um milho que não quis virar pipoca. forçam a consciência cósmica que os reproduza tantas vezes quantas seja necessário para aprender o que ensina o drama do que aconteceu.
O que negas te submetes e o que aceitas te transformam. Então, quando eu me recuso a participar da vida como um aluno, como um aprendiz, que não quero aprender com os fatos aparentemente desagradáveis, o que que esses patos estão me ensinando? O que que essa doença está me ensinando?
O que a convivência com tal pessoa está exigindo de mim em termos de desabrochar de virtudes? Se eu não aprendo isto, se eu não assimilo essa lição, a consciência cogne, que ele diz aqui, que nós poderíamos chamar de Deus, que a vida, a sabedoria divina vai reproduzir esse pacto tantas vezes quantas forem necessárias até a gente o quê? aprender tal qual ocorreu aquele cantor americano famoso que quis se apresentar no teatro Escala de Milão.
Na primeira noite, noite de estreia, ele cantou a primeira música e foi aplaudido e a plateia logo de cara pediu bis. Ele sonhou. Primeira música já pediu?
Nossa, tô abafando. Ele cantou outra vez a mesma música. Terminou a plateia novamente.
Diz: "Canta outra vez". Estranhou mais um pouco, mas cantou. terminou mais uma vez a plateia com a mesma reação.
Canta de novo. Aí ele não aguentou e perguntou: "Meus amigos, muito obrigado. Mas até quando vocês querem que eu cante essa música, né?
Essa mesma música? E uma simpática senhora sentada na primeira fileira disse: "Até você cantar direito, meu filho". Então, a vida vai repetindo os mesmos fatos até o quê?
A gente o quê? aprender. Por isso que o Chico Xavier recomendava sempre quando surgir um problema, ele disse: "Hora de promoção, a vida está querendo me levar para um lugar melhor.
E lugar melhor é um lugar melhor dentro de mim. Ele quer desenvolver virtudes que aqui ainda não estão amadurecidas. Então nós devemos perguntar, o problema, senhor problema, meu amigo, o que é que você veio me ensinar numa doença, por exemplo, o que você doença não é combater a doença.
Ela é uma benfeitora, um tanto severa, mas ela vem trazer uma mensagem da vida. O que eu preciso fazer para me curar? Que virtudes que eu preciso ter?
Por exemplo, eu tenho uma labirintique, é uma velha companheira de quase 40 anos. E ela aparece de vez em quando, quando eu estou numa fase mais agitada, muitos compromissos, querendo fazer muita coisa ao mesmo tempo, querendo dar conta do recado de muitas coisas, assumindo muitos compromissos, muitas responsabilidades, muitas preocupações, muito isso, muito aquilo, muito aquilo. Ela fala: "Ah, meu amigo Deuca está precisando de ela vem, aparece e me leva paraa cama e diz assim: "Calminho, meu filho, vá devagar.
Maneira aí eu tenho que ficar movimentos leve, né? Tem que acalmar. Tem que aliviar atenção, não querer acumular tudo, não ter mania de grandeza, de querer fazer tudo, de ser tudo, de suprir tudo e às vezes esquecendo até de mim.
Ela fica comigo uma semana, duas semanas e conforme ela vai percebendo que eu baixei a bola, ela fala até até a próxima não é. E ela nunca vai embora. Ela sempre está de plantar, embora eu não a vejo, mas ela sempre aparece em momentos importantes para mim, quando eu estou em perigo.
O próprio câncer, eu fico pensando que é uma doença que pode comprometer seriamente a vida, não é? Mas será que o objetivo da vida é extinguir a própria vida? Dentro dessa perspectiva, o câncer não seria uma intimação, um aviso compulsório para dizer que a pessoa está comprometendo seriamente a vida dela e que se ela não conseguir fazer uma conversão de rumo, ela pode de fato perder a existência física.
atendendo pessoas no centro com essa dificuldade que vão lá em busca de tratamentos. Eu pergunto para elas, se o senhor fosse curado hoje aqui do câncer ou de uma doença mais preocupante? O que que o senhor ia fazer daqui paraa frente?
Ah, eu ia continuar a minha vida do mesmo jeito. Igual não ia mudar nada. Eu não tenho procuração de Deus, mas comigo eu fico pensando que talvez eh a pessoa não foi capaz de fazer essa reflexão.
O que é que o câncer de ensinar, o que é que essa doença veio de trazer? As outras dizem para mim nada. Lucas, eu pensei bem, eu tô mudando muita coisa na minha vida.
Eu já era doente antes de ter o coração. Eu pergunto como que é? Era uma brigava com todo mundo, vivia só pro trabalho, não conversava com ninguém na família, não tinha momentos de lazer, de bem viver.
Era muito briguenta, brigava no trânsito, brigava no trabalho, encrencava com todo mundo, vivia muito estressada. Chegava à noite, não conseguia dormir porque eu tava tão estressada, aí ficava trabalhando à noite, a base de café, de energético, gostava de uma fofoca, gostava de encrenca, ele não tinha tempo para mim, não tinha tempo para relaxar, não tinha tempo para me divertir, eu não tinha tempo pra família, eu não tinha tinha tempo para namorar, eu não tinha tempo com meu esposo, eu não tinha tempo dos meus filhos, eu não tinha tempo para fazer uma viagem, para fazer um lazer, para ter um momento de nada fazer. Vivia no celular 24 horas.
E quando o médico falou para mim que talvez eu tivesse 6 meses de vida, eu tive um BC. E eu me perguntei como é que eu quero viver os meus próximos e últimos se meses vivendo desse jeito? Posso?
Talvez eu não dure nenhum se mês. Então vou começar a fazer o que eu não estava fazendo. Parei de brigar no trânsito, parei de brigar com as pessoas que eu pensava, eu vou brigar para quê?
Vocês vão morrer. Eu não vou consertar isso porque aí eu tô perdendo tempo de viver bem com as pessoas. Comecei a marcar todo dia um ponto, encontro, um horário de encontro com a minha família.
Me matriculei numa escola de dança, que foi uma coisa que eu sempre quis fazer e nunca fixo e nunca tinha tempo que vivia brigando com os outros. Eu tinha uma vontade enorme de viajar, conhecer as praias do Nordeste, mas nunca tinha tempo. Aí eu fui numa agência de viagem, pedi o orçamento de um pacote maravilhoso, duas semanas no Nordeste, cale.
Aí eu perguntei para parcelar, pode em até 18 vezes. Qual é esse que eu quero? Se eu p E ela foi fazendo então pequenas mudanças, foi viajar, curtiu as périas, ela relaxou, ela ficou na verdade o quê?
Veja, ela ficou mais vulnerável quando ela percebeu que ela era vulnerável, que ela era de carne e osso, que ela precisava de cuidado, que os outros também tinham defeitos, que os outros também tinham problemas, que os outros também tinham imperfeições tanto quanto ela, ela relaxou, ela ficou humilde, ela não encrencou mais com ninguém. fico mais simpático até com os outros. As pessoas estranharam: "Nossa, esse câncer te fez também.
Você ficou outra pessoa, você não reclama mais, você não briga mais, você não xinga mais. " Ela disse: "Como eu posso fazer tudo isso se a vida minha tá contada? " V pensando, qual vida a nossa contar?
O que difere nós para essa moça? Quem é aqui que vai ficar para sempre aqui? Qual de nós não está desperdiçando a vida?
Desperdiçando cada momento, a alegria, a leveza, a beleza, a oportunidade de amar. O fato é que um contato com essa pessoa passaram se meses e ela está viva, está encarnada. E eu perguntei para ela: "A que você atribui a sua cura?
" Ela falou assim: "Eu perguntei isso ao médico. " Ela falou de Luca de Pato, eu não estou curada porque o tumor ainda está aí. Só que o médico disse que o tumor acalmou, estacionou, parou de atividade.
E ela perguntou para mé: "Por que que o senhor acha que aconteceu isso? " O médico disse: "Eu não sei, mas eu acho que o tumor gostou da vida que você tá fazendo agora. É claro que um dia ela vai desencarnar.
É claro que um dia todos nós vamos desencarnar. Mas não importa quantos dias a gente vai ter pela frente. Ninguém tem essa conta.
Mas importa de saber quanta vida existe nos meus dias. Percebe quanta vida existe nos dias a dias? E vida que não é só minha, vida é nossa.
Por isso que Jesus falou o pão nosso de cada dia. O quanto que eu estou vivendo apenas pelo meu pão e não estou olhando para o pão do outro? Oquanto estou preocupado apenas com a minha alegria e não o seu motivo de alegria para o outro.
E essa é a maior conquista do espírito quando ele vem pra escola. é sair dessa escola sem muitas recuperações, sair aprovado na maioria das matérias. E sair aprovado significa sair com coração mais feliz, coração mais em paz.
Eu gostaria então junto com vocês encerrando essa palma cantar uma música. Chamar aqui a nossa professora do coral aqui, vem me ajudar aqui que a gente oferecesse essa música pra pessoa que está do lado, pra pessoa que está em casa. e oferecesse também para nós um coração carinhoso.
Meu coração se vai noite meus olhos que estão flindo e pelas ruas vão seguido, mas mesmo assim, ao que tão soubesses como sou tão carinhos muito mal que te me sincero meu amor eu tu Não fugiras mais de mim. Vem, vem, vem, vem. Senti dos olhbios meus à procura.
Vem matar. Paixão que eu ora o coração que só sei feliz.