Olá, nessa live aqui nós vamos falar sobre o que mais define a nossa qualidade de vida. O estudo mais longo sobre isso, feito por Harvard, provou o que mais nos mantém saudáveis e felizes não é dinheiro ou fama, é a qualidade dos nossos relacionamentos. Mas como a gente faz isso na prática com base no que a ciência nos ensina?
É o que a gente vai conversar aqui hoje. Olha, vamos a 10 hábitos simples para o dia a dia dos nossos relacionamentos. Não se trata de receita de bolo.
Aliás, não existe receita de bolo que funcione quando as duas pessoas não estão dispostas. Dentro da espontaneidade de um bom relacionamento, esses cuidados que a gente vai discutir aqui podem te ajudar bastante. É o que a gente vai fazer aqui.
Ah, olha só. e valem para qualquer tipo de relacionamento, parceiro, amigo, irmão e até um colega de trabalho querido. Vamos lá para o primeiro hábito de todos.
Olha lá, praticar a escuta ativa e construtiva. Uma psicóloga chamada Shelly Gable mostrou que o que mais fortalece um vínculo não é como você reage ao sofrimento do outro, mas como você reage às boas notícias. Ignorar ou ser pessimista mata qualquer conexão.
Você pode pensar agora mesmo uma pessoa que você tudo que você fala, ela vem com pessimismo e coloca você para baixo ou simplesmente ignora o que você fala. Isso aí não sustenta nenhum relacionamento, é claro. E o conselho prático é o seguinte: quando alguém te contar uma vitória, pare o que você tá fazendo.
Faça um contato visual, celebre com entusiasmo, pergunte algum detalhe, mostre algum interesse. Quando alguém vem falar de algum projeto novo, de algum plano que ela tem para melhorar a vida dela, mostre algum interesse, dê algum estímulo para essa pessoa. Alegria compartilhada é o cimento do vínculo.
Isso é bastante curioso. Tem muita gente que sabe demonstrar os sentimentos nos momentos difíceis, mas não consegue celebrar as vitórias do outro. Tome cuidado com isso.
Olha, vou dizer um recado pros pais aqui. Tem muitos pais que matam a esperança e a positividade dos filhos por não fazer isso. Por mais bobinha que seja a novidade, por mais simplória que seja a novidade que o seu filho traz para você, valorize isso.
Crie pessoas otimistas e com isso a pessoa vai se estimular e vai ser de de fato mais proativa e vai ter mais sucesso naquilo que ela faz. Hábito número dois, manter a proporção cinco para um. Essa aqui é bastante interessante.
Você deve est curioso que proporção é essa? Cinco para um. Sabe, muita gente diz assim: "Ah, brigar é normal, o importante é que a gente se ama".
Toma cuidado com isso, porque existe uma realidade científica que um psicólogo americano chamado John Gottman, ele relatou. E, aliás, esse esse esse John Gotman, ele foi um dos maiores pesquisadores de casais lá nos Estados Unidos. Ele descobriu essa proporção cinco para um.
Que que é isso? Para cada interação negativa, por exemplo, uma crítica ou uma briga, são necessárias cinco interações positivas para manter o relacionamento estável. Essa foi a estatística que ele chegou depois de observar muitos e muitos casais, tanto casais felizes quanto casais em crise.
Então, um conselho prático, monitore o clima. Se você criticou ou foi ríspido, não adianta só pedir desculpa uma vez. Tem em mente que é preciso manter um clima afetuoso com elogios e gestos gentis.
para que essa conta emocional ela se mantenha equilibrada. Hábito número três, esse aqui é bastante interessante, identificar e atender aos atos de conexão. O que seria um ato de conexão?
É qualquer tentativa de iniciar uma interação, um olhar, um comentário, um gracejo. Casais que duram, normalmente eles atendem muito mais esses atos de conexão. Tem até um número que foi pesquisado para isso, né?
Os casais mais duradouros, eles atendem esses atos de conexão 86% das vezes. Quantos casais que se separam? Apenas 33% das vezes.
Qual que é o conselho prático aqui? Quando alguém te cutucar com assuntinho bobo, não ignore, responda, valide, olhe. Relacionamentos morrem por negligência, não é apenas por conflito.
Eu diria que morrem muito mais por negligência do que por conflito. Hábito número quatro. Muita gente boa e solidária tem dificuldade com esse hábito número quatro, que é estabelecer limites com assertividade.
Tem gente que diz: "Ah, quem ama aceita tudo". Não, muita calma nessa hora. Essa frase até faz sentido em alguns contextos, mas não em todos.
Qual é a realidade científica? A falta de limites gera o que nós chamamos de ressentimento crônico. Na psiquiatria é muito comum a gente ver que essa incapacidade de dizer não leva o quê?
Leva ao esgotamento. E muitas pessoas depois de esgotadas têm uma explosão de emoções negativas lá na frente. Isso não adianta nada.
Então, qual que é um conselho prático aqui? Dizer não para o outro é dizer sim para a saúde, não apenas sua, mas a saúde do relacionamento. Seja claro, sem ser agressivo, porque sabe aquele momento que você estoura, aí você é agressivo, você é agressiva.
Então, toma cuidado. Pega o momento em que você ainda tá calmo, põe o limite claro, sem ser agressivo. Os limites não afastam as pessoas, na verdade ensinam como elas devem te amar.
Se um limite teu afastou uma pessoa, essa pessoa tava querendo sim se aproveitar de você e o teu limite foi muito bem-vindo. Olha, e não espere que os outros tenham bola de cristal para adivinhar sempre os seus limites. É lógico que com a intimidade a gente acaba conhecendo a pessoa, a gente entende melhor os limites dela, mas não espera que não espere que ninguém adivinhe não, tá bom?
Muitas vezes você tem que dizer claramente quais são os seus limites. Lembre-se disso. Ninguém é obrigado a adivinhar os seus limites.
Hábito número cinco, regular a emoção antes de resolver conflitos. Muito cuidado com isso. Tem gente que diz: "Ah, a gente não pode dormir brigado, a gente tem que resolver isso agora".
Olha, eu até entendo quem fala isso. Quem fala isso normalmente é uma pessoa que tá de boa intenção, que não suporta ou é muito incômodo para essa pessoa deixar para resolver depois o problema. Eu até entendo a boa intenção aqui, mas muito cuidado com isso, porque a realidade qual é?
Quando a gente tá com raiva, a gente entra no que eu chamo de sequestro emocional. E quem que é sequestrado? O nosso córtex pré-frontal, que é fundamental paraa decisão mais lógica e ponderada.
Nosso córtex pré-frontal num momento de muita raiva, ele praticamente desliga. A gente a gente toma as atitudes muitas vezes sem deliberação alguma. Muito cuidado com isso.
Olha, nada de bom pode sair de uma conversa com o cérebro nesse modo fuga ou luta. Um conselho prático que eu dou. Então, se o sangue ferveu, peça um tempo, espera, mas não precisa esperar muito, não, né?
20 minutos pode ser suficiente para adrenalina baixar. Eh, ou você precisa de um tempo a mais, ou você combina. Amanhã, manhã de manhã, a gente conversa sobre isso.
É muito importante também estabelecer prazo para não deixar outra pessoa insegura, sabe? Então, talvez, ó, vamos dar um tempo, tal hora a gente se encontra e conversa com isso, ou amanhã tal hora a gente conversa, estabelece, aí vai dar tempo de você se acalmar, adrenalina baixar. Lembra que o objetivo de uma boa discussão tem que ser a compreensão, não a vitória.
E por falar em manejo emocional, né, se você tem dificuldade de manejar suas emoções e quer aprender um pouco mais sobre isso para você manejar sua emoção antes de discutir, eu vou te dar um conselho aqui. Esse é um conselho extra que eu vou dar para você. Olha, se inscreve aqui no canal.
As estatísticas mostram que a maioria das pessoas que assistem os meus vídeos acabam não se inscrevendo. Às vezes é porque esquece, mas se você gosta dos temas de saúde emocional, bem-estar e comportamento, aproveita e já se inscreve no canal. Não leva 2 segundos, a gente faz isso agora.
Eu ainda tenho cinco hábitos super importantes para manter um bom relacionamento. Mas um hábito aqui ou uma atitude que você pode ter é essa, se inscreve no canal. É muito simples, ó.
Você dá o like, se inscreve, clica no sino e para me seguir em todas as redes é muito fácil, é sempre psiquiatra Fernando Fernandes. Se você não quiser perder nenhum conteúdo meu, tem grupos na descrição. Olha, essa coisa de dar um like, se inscrever no canal, é uma coisa muito simples para você, mas é muito importante para mim, pelo que eu sou muito agradecido.
Vamos seguir ainda que faltam cinco hábitos. Ah, esse aqui é muito interessante. Esse aqui as pessoas estão errando demais ultimamente, ó.
Mais contato no olho e menos celular. Mais contato no olho e menos celular. Tem gente que pensa: "Ah, e eu consigo ouvir o que o outro tá falando enquanto eu checo alguma coisa no celular.
A gente nem precisa apelar para ciência alguma aqui, né, gente? Eu não preciso dizer que a ciência explica algo. Aqui é uma questão de bom ciência e educação.
O uso do celular na presença do outro é completamente desprestigiante e mostra o quê? Mostra desprezo, né? Eh, eu acho que isso não se faz nem com desconhecido, muito menos com alguém que a gente considera.
Desde que o mundo é mundo, isso é verdade. Muda a tecnologia, mas essa educação é desde que o mundo é mundo. Antes do celular poderia ser a TV, o rádio ou um jornal.
Então, o conselho prático qual é? Ignore os distratores quando alguém pede a sua atenção. E aqui eu não tô falando nem precisa ser o teu parceiro, tua parceira, teu amigo, qualquer pessoa.
Isso é uma questão de educação. Então, ignore os distrores, controle os distratores quando alguém precisa da sua atenção. Presença física sem atenção é apenas vizinhança, não é relacionamento.
Hábito número sete, trocar o julgamento pela curiosidade. Isso aqui é muito difícil pras pessoas. A gente é muito rápido em julgar e a gente tem pouco interesse na vida dos outros.
Essa é verdade. Sabe o que dizem por aí? Ah, eu já sei porque ele agiu dessa maneira.
Ele sempre faz isso para me provocar ou ele sempre faz isso para tirar vantagem? Não sei. Alguma justificativa que seja na tua cabeça.
Qual que é a realidade? É que o nosso cérebro adora atalhos e rótulos. Isso facilita o nosso trabalho mental, né?
Só que são vieses cognitivos. Isso impede uma empatia real. Para empatia real, a gente tem que ter real interesse nas motivações da pessoa.
Então, qual que é o conselho prático que eu deixo aqui? Ao invés de assumir que sabe a intenção do outro, pergunta. Pergunta ao que te levou a agir dessa forma.
Eu queria entender o seu ponto de vista. Às vezes você pode até confirmar o que você achava antes, mas muitas vezes você pode se surpreender que a motivação da outra pessoa é totalmente diferente do que você imaginava para ela. A curiosidade desarma a defesa do outro.
Porque se uma pessoa, por exemplo, inclusive quando a pessoa tá meio agressiva, meio irritada, fala: "Não, mas me fala por que que você tá irritado? Por que que você tá e eh agindo dessa forma? " Muitas vezes isso basta para desarmar a pessoa.
A pessoa fala: "Não, não sabe o que é que eu tô com a cabeça quente? Não, não, não liga não, não liga não. Eu vou contar uma breve historinha para vocês.
Não tem nada a ver com relacionamento íntimo, mas era uma relação de trânsito. Eu tava num, eu tava, eu lembro até onde era, era perto de onde tinha um consultório ali no paraíso, aqui em São Paulo, no bairro do Paraíso em São Paulo. E tinha uma pessoa que tava saindo com o carro de um estacionamento de um comércio e tava buzinando exaustivamente, só que o trânsito tava meio parado, não tinha nem sentido ela ficar buzinando.
Aí eu falei: "Calma, meu amigo, ó, quando o trânsito andar, eu deixo você passar. É que tá parado o trânsito, não precisava buzinar não, tranquilo". Ele tirou a cabeça para fora e falou: "Meu amigo, não ligue não, é que eu tô com a cabeça quente", né?
Ou seja, você faz uma interação amistosa, mostra interesse pela queixa da pessoa, muitas vezes é suficiente para desarmar a pessoa, né? Hábito número oito. Esse aqui é bastante interessante.
Pega muitos homens, muito cuidado, homens. Tá aí, ó, os homens durões de plantão. Praticar a vulnerabilidade gradual.
Essa aqui pega muitos homens que querem fingir dureza todo dia, o dia todo, a vida inteira. Tem gente que diz que mostrar fraqueza é perigoso, as pessoas vão se aproveitar. Não tem muita gente que fala isso, sobretudo homens.
Esse é um hábito ruim, típico masculino, né? Agora, qual que é a realidade? Tem uma escritora que é bastante interessante que ela chama Brennet Brown.
Eh, ela diz uma coisa com a qual eu concordo, viu? Eh, se tem eh uma coisa, um caminho que leva à intimidade é vulnerabilidade. Ela diz: "A vulnerabilidade é o único caminho para a intimidade".
Olha que interessante, né? A gente é íntimo de uma pessoa quando a gente conhece as fragilidades dessa pessoa. Isso aparece tanto na literatura, para quem gosta de histórias de heróis, por exemplo, é muito comum isso, né?
São as pessoas íntimas do herói que conhecem as fragilidades dele, né? É muito interessante isso. Sem mostrar quem a gente é de verdade, a gente cria relações superficiais e que não vão sustentar a nossa saúde mental.
Muito cuidado com isso. É lógico que ninguém tem que expor as suas fraquezas logo de cara. em qualquer relação.
Deixa as pessoas conhecerem primeiro as suas qualidades. É isso que normalmente aproxima as pessoas. Depois você vai se abrindo mais gradualmente.
Então, praticar a vulnerabilidade gradual. Um conselho prático. Comece pequeno, compartilhe um medo ou uma insegurança com alguém de confiança e aos poucos você vai se abrindo e mostrando aí a vida como um livro aberto.
Olha só, a perfeição cria admiração, mas é a vulnerabilidade que cria conexão. Lembra disso? Se você tá do lado de uma pessoa com a qual você tem que ser forte, 24 horas por dia, 7 dias por semana, alguma coisa tá errado, você não vai suportar isso.
E que medo você tem de mostrar sua vulnerabilidade, que a pessoa perca admiração? Se você tem esse medo, é porque na verdade não existe uma real conexão. Hábito nove, investir no reparo rápido.
Muita gente diz que o tempo cura tudo. Não, o tempo cura, deixa para lá. E não é bem assim não, tá bom?
Não é bem assim não. A realidade é que o tempo não cura feridas relacionais, o que cura é o reparo. Alguns conflitos eventualmente eles podem se dissipar no tempo.
A pessoa esquece até porque não era importante, né? Mas o mais comum é o quê? Os problemas se acumularem, os traumas e a confiança vai se desgastando ao longo do tempo.
Então, o conselho prático errou, pede desculpa de forma específica. sem aquele, ah, desculpa, mas não sei o que, não sei o que, não sei, sem o que vier depois do más, deixa para depois. Pede desculpa.
Tô me desculpando por isso. E resiste à tentação de falar, mas você também tá errado, não sei o que, não sei o que lá. Conselho prático é esse.
Errou, pede desculpa. Eu eu eu lembro a época que eu comecei a fazer isso na minha vida, muito antes de eu ser médico psiquiatra. E as coisas facilitam muito quando você pede desculpa rápido pelos seus erros, né?
Agora, caso você tenha se magoado, fale sobre a dor logo. O segredo das boas relações não é ausência de briga, é rapidez com que se conserta as coisas. E o hábito número 10, cultivar rituais de conexão.
Olha, eh, um relacionamento bom, ele flui naturalmente, não precisa de esforço. É o que diz muita gente, tá? Tem um que de verdade nisso.
Tem um que de verdade. É muito legal quando o relacionamento, na maior parte do tempo, ele flui espontaneamente. E tudo que eu tô conversando com vocês agora acontece de forma natural, sem as pessoas precisarem ficar pensando nisso.
Às vezes isso acontece, é uma bênção, mas às vezes alguma estratégia pode ser crucial para manter um bom relacionamento. Então, olha o que eu disse, relacionamento bom flui naturalmente. Pô, isso é verdade.
dizer que um esforço, uma estratégia, um cuidado deliberado não é importante. É mentira, é importante sim. Então, olha o que eu digo para vocês.
O que flui espontaneamente no teu relacionamento, ótimo, é uma bção. Agradeça por isso. E o que depender do teu esforço, da tua estratégia, da tua energia, coloca no relacionamento.
A realidade é essa. Olha, o cérebro humano, ele se beneficia de rituais. Os rituais criam o quê?
Previsibilidade e segurança emocional. Então, tem os seus rituais. Eh, eu e a minha esposa, a gente tem vários rituais que a gente faz e um deles é comer uma pizza.
É o dia, é o dia da tranqueira. No nosso sábado, a gente come uma pizza e assiste uma série no stream, né? Não é à toa que essa foto eu tô compartilhando com vocês aqui.
Não é nossa, mas é o que a gente faz no sábado. É um ritual que a gente tem, é uma coisa gostosa demais. Então, o conselho prático que eu dou tem esses rituais, o café da manhã juntos, a caminhada no fim da semana, uma ligação pro pros pais todo dia, por exemplo.
O amor é um verbo de ação, não um sentimento passivo. Guarda isso, gente. Relacionamentos dão trabalho, mas é o melhor investimento que você pode fazer.
Recentemente eu tive em um podcast, o host me perguntou: "Olha, se fosse para você recomendar uma única coisa para saúde mental, o que seria? " Eu, ele acabou de perguntar isso, eu respondi na lata: "Cuidar dos relacionamentos nada é mais importante pra nossa satisfação com a vida do que cuidar dos nossos relacionamentos. Aliás, se você chegou até aqui nesse vídeo, certamente você também se importa com os relacionamentos.
E eu queria saber duas coisas de você. Queria saber mesmo, olha qual hábito você acha bacana que eu não citei aqui. Eu queria saber de você nos comentários, porque eu posso até fazer um vídeo a respeito do hábito que você citar.
Então, coloca aí que hábito eu não citei aqui, que é bacana e que você usa para nutrir um bom relacionamento para você. E eu queria saber uma segunda coisa, qual dos hábitos que eu citei aqui que você vai adotar a partir de hoje, que você gostou e falou: "Pô, boa sacada essa eu vou adotar a partir de hoje". Deixa um comentário aqui embaixo pra gente seguir com a discussão.
E para você que chegou até aqui, meu muito obrigado pela sua atenção, que é o seu bem mais valioso. Por enquanto eu deixo esses vídeos aqui para você continuar me assistindo, todos relacionados ao tema. Se não se inscreveu ainda, tem esse botãozinho aqui embaixo no qual você pode se inscrever.
Novamente, muito obrigado, fique com Deus e até um próximo vídeo. Ja.