e é uma dificuldade que a gente tem quando ler textos críticos e por quê porque ele primeiro é mostra a ideia que ele quer criticar né para depois criticar então a gente se sente meio imbecil assim né entre aspas porque ele conta toda uma história né e falar então é assim é assim assim se compreende tal coisa e aí no final ele fala então tudo isso que eu comprei para você tá tudo errado né agora eu vou dar uma outra visão e não é assim um socorro e no primeiro capítulo é mais angustiante ainda porque
ele tá só ele tá só problematizando ele tá pegando as ideias que se tem né de doença mental lá na época dele ele problematiza tudo né então será que a doença é esse primeiro capítulo ou central é a questão da doença mental ea doença orgânica né será que elas podem ser tratados da mesma maneira será que é uma patologia só o deveria existir uma psicopatologia é entre outras questões né no segundo capítulo ele já começa abordar uma problemática mais profundamente a que eu tô resumindo cápsulas optimum né o que a questão da doença evolução e
aí então ele apresenta né os partidários dessa ideia da doença como evolução mas depois ele vai a criticar né ele vai falar talvez não seja essa a melhor maneira de a gente compreender a doença é e oferece uma alternativa de compreensão só que mesmo essa alternativa de compreensão que é o que ele vai chamar lá do modelo estrutural quer dizer eu acho que ele até usa esse termo né modelo estrutural ele vai tratar com uma estrutura né por isso estrutural é ele próprio né oferece essa possibilidade de leitura de compreensão doença mental mas logo em
seguida ele vai falar então ainda assim tá faltando um aspecto que é crucial né que determinante uma doença mental que a história do indivíduo e aí é o que ele vai abordar no terceiro capítulo e aí ah e assim vai até ele vai depois falar sobre a loucura ea cultura e etc etc então ele vai né aprofundando não tema por tema não sei em que momento a gente vai vou vai voltar no focou mas eu espero que a gente volta minha ideia é lei se livro inteiro até o final do semestre não sei se a
gente vai conseguir mas agora vamos parar um pouco vamos lá por poder jogar larrondo bom e depois assim que possível a gente volta né tu ficou mas então vamos lá com o segundo capítulo né a síntese que eu fiz aqui cadê tu bom então a doença e evolução e todo mundo vendo aí o powerpoint e aí é sim é sim e essa evolução ela é evolução do darwin mas também a evolução sentido mais amplo né bom vamos lá vamos lá o cocô cocô que tem que correr se tem prova para fazer ainda então vamos direto
ao ponto aí né então ele começa o capítulo falando que historicamente a doença mental ela tem esse do vista né pelos próprios estudiosos né pelos próprios médicos que se devoluções se debruçaram pelos próprios pesquisadores da doença mental ela tem sido encarada de um ponto de vista negativo mas negativo no sentido moral né com alguma coisa ruim assim não negativo por quê porque o que se ressalta é é é o défice ou seja lá do que for né ou a perda de funções psicológicas e características de bom então foca-se no que é acontece de menos por
isso negativo né porque eu tenho uma ideia assim de subtração parece que foi subtraído daquela pessoa uma característica da personalidade ou uma função psicológica ou desempenho né de uma função psicológica nossa pessoa era assim e aí depois em outro momento ela ficou bem menos do que ela era então é sempre essa ideia do negativo né tá a pessoa doente mental ela tem sempre uma perda historicamente entretanto aí um trechinho do próprio ficou falando né de fato a doença paga mas sublinha a questão de um lado dela paga mas do outro ela sobrinha ela bola de
um lado mas é para exaltar do outro é a essência da doença não está somente no vazio criado mas também na plenitude a positiva das atividades de substituição que vem preenchê-lo faltam acento circunflexo aqui ó e é ou seja o déficit por um lado é como que compensado por um exagero de outras funções então assim só nessa problematização que o corpo que eu ficou faz ele já mostra assim que é doença não essa negativa ela tem um aspecto negativo mas ela tem um aspecto positivo ou seja uma coisa é que se perde por um lado
existe outra coisa que se ganha mas acabou se focando historicamente muito mais na perda do que no ganho que a doença traz muito mais no que no que se subtrai da pessoa do que no do que e do que ela adquire vamos dizer ou do que ela expressa é com mais vigor do que ela não expressava antes da doença né então foca se muito na perda e não se foca no ganho foca-se no negativo e não se foca no positivo certo essa parte gente a ideia principal é essa focou-se muito na perda mas a doença
não envolve só perder envolve também uma compensação pior que acabou sendo negligenciada na história aí dá fica longe e o professor suporta um exemplo de ganho ou de compensação eu posso dar deixa eu ver se ele não vai falar isso já logo ah tá não ele vai fazer uma longa análise mas depois ele vai falar esse ganho então por exemplo é nós vamos pegar o exemplo mais absurdo assim que é por exemplo um esquizofrênico e psicológico assim o que tem aquela esquizofrenia que o dalgalarrondo fala que é a florida né então por um lado ele
pode perder sociabilidade e tetra mas por outro lado ele ganhou todo mundo de experiência é ganhou uma nova realidade que a gente não tem nem ideia de colocar ele vivencia isso é um ganho e ai mas é um ganho aí a gente com a nossa mentalidade capitalista talvez pode olhar para isso e falar ai mas é um ganho inútil porque a pessoa não vai contribuir com nada com esse ganho mas é um ganho é uma coisa a mais né a ideia de ganho não é de lucro é ganhou pensando em luculo ou pensando sei lá
no uma vantagem não era na ideia não é ganho na ideia de vantagem é ganho na ideia que a pessoa passou a e a mostrar o apresentar uma coisa que antes ela não apresentava nesse sentido nesse sentido é positivo não tem então por exemplo é e aí eu vou dar um exemplo que o próprio ficou fala aí né do melancólico né que o melancólico hoje a gente não chama mais vê-lo cônico chama depressivo né ele pode ser uma pessoa é então qual é a perda então depressiva ele pode ter perda de produtividade e pode ter
perda de sociabilidade também né pode acabar ficando mais isolado e tal mas ele pode por outro lado desenvolver uma sensibilidade muito mais acurada para muitas questões é pode se for uma pessoa com tendências mais artísticas pode produzir coisas incríveis nos períodos depressivos né o que eu ficou fala na verdade do o melancólico ganhou do melancólico né é o meu desespero né eu nossa mas desistir uma coisa negativa então não é negativa no sentido moral né porque a gente considera o desespero como algo ruim mas se você for pensar em um ponto de vista estético se
alguém aproveitar esse desespero para produzir sei lá uma poesia um romance uma obra de arte e só extremamente positivo e é algo que a pessoa não apresentava antes da doença entendi essa questão do positivo e não é positivo de pão e ruim não é não é positivo e negativo de bom e ruim é positivo e negativo no sentido positivo a pessoa ganha alguma coisa apresenta uma coisa a mais e negativo ela perde alguma coisa né pega uma função psicológica pede alguma coisa na uma característica de personalidade perde ou diminui né para menos ah entendi entendi
johnson inn sim sim sim eu posso prosseguir o vídeo e aí eu posso prosseguir gente é sim quem é tá bom então sempre se perde por um lado mas algo se destaca alguma coisa se apaga mais uma coisa se destaca e essas funções cíclicas né que são destacadas né em detrimento das abolidas ou seja alguma se apaga mas em compensação outra se destacam elas têm algumas características em comum são mais simples né são menos complexas do que aquelas que foram perdidas e são mais primitivas entre aspas do ponto de vista do desenvolvimento onto e filogenética
ponto eu coloquei aqui on her nest tá ó o ponto janete e essa mais primitivas o pão de vista desenvolvimento ontogenético e filogenético ou seja é aí ele de novo as palavras do fogo né digamos então resumindo que é doença suprime as funções complexas instáveis e voluntárias exaltando as funções simples estáveis e automáticas então pensa por exemplo num autista e eu não sei se alguém já viu um autista né porque eu tô pensando altíssimas não sei se alguém já viu uma notícia dele e é ele vai ter perdas principalmente com questão da sociabilidade né da
comunicação depende tem alguns que se comunicam outros nos comunicam mas o mesmo que se comunicam às vezes tu não vais comunicar com desempenho tão bom quanto uma pessoa que não é autista mas vamos pensar a questão da sociabilidade então ele vai perder suas habilidade e em compensação é que a sociabilidade é uma função mais complexa é uma função voluntária né você voluntariamente se relaciona com alguém nessa não é obrigado a se relacionar oi e essa função é suprimida e uma e algumas funções mais simples estáveis automáticos são exaltados então o autista ele tem o que
se chama de estereotipia que é o que é só um movimentos estereotipados né que eles fazem o tempo todo é então esses movimentos as estereotipias são um exemplo de função simples estável e automático ela é uma agitação motora né é mais simples é mas estava sempre do mesmo jeito por isso que eu receber eu te via e é meio que automático 1 e é alguém já viu e deixa eu ver se eu acho que eu vi um vídeo no youtube o que ele mostra um exemplo disso é porque o psicológico pode fazer esses movimentos também
eu falei do autista mas tem são só tinha ele tem aquela coisa duas vezes está balançando pra frente isso a estereotipia alguns ficam batendo as mãos como se fosse rasa né tivesse batendo asas em dar e andando em volta o que você falou marister é uma mãe começa uma vez comigo que ela começou a questionar se a conduta da criança tava certa porque ela quando ia tomar banho a criança sentada ali né perto da porta ela bate a cabeça na porta eh atendimento e toda vez e ela é para chamar atenção dela né ela pensou
e aí ela foi ver essa criança era o fita porque amanhã achou que ela só ficar aqui é assim quietinha no canto é porque ela era uma criança sozinha em casa mas lá a perguntar alguns movimentos repetitivos para fazer foi quando ela me ensinou que a criança é batia várias vezes a cabeça na porta sabe aquela coisa assim para frente sentadinha e bater na festa na porta e ela não sentia dor ela fazia só aquele repetidamente hum hum aqui não sentia né não chorava e e não demonstrava sentir né é que ela não sentia mas
aquilo para ela era algo repetitivo que a mamãe achou que era para chamar atenção simplesmente mas tá certo aí eu não tô conseguindo achar vídeo aqui e aí mas é uma as estereotipias bem ah ah tá não tem nenhuma aqui mais interessante e aí e aí e aí e aí e aí e a nossa computador tão larga mas tão lerda estão vendo aí o meu navegador é sim e isso é um exemplo de estereotipia é só movimentos repetitivos tem um parece que eles são meio e voluntários assim né não tem muito sentido ea criança fica
repetindo aí o tempo inteiro né é um exemplo esse daqui que ele tá agitando o braço mas pode ser batendo como se estivesse batendo asa pode ser coisa de ficar balançando a cabeça para frente para trás pode ser ficar andando em círculo pode ser ficar mexendo uma coisa na mão é o tempo inteiro e pode ser vários movimentos então isso é um exemplo de sintoma positivo né porque não é uma coisa que ela que a pessoa ou a criança perdeu é uma coisa que ela tem a mais não é uma coisa que ela tem a
menos é uma coisa que ela tenha mais então por isso é positivo entendi essa lógica do positivo e negativo e agora sim é bom todo mundo já viu entendeu né a ideia da estereotipia e se a noite pia ela não é uma função psíquica não é uma função corporal seja complexa não é não é voluntária né eles fazem de uma maneira quase que não voluntária é uma coisa automática é estável então no lugar de alguma função mais complexa as funções mais simples estáveis e automáticas acabam sendo exaltados tudo bem até aqui olá tudo bem então
assim tem uma perda e no lugar dessa tem uma perda mas também tem um dono né é e subtrai-se algo mas soma-se um outro algo e esse outro algo que se soma esse a mais ele são as funções mais simples estáveis automáticas e geralmente o que se perde são as mais complexas instáveis e voluntários seja função complexa geralmente a que se perde uma doença e o que se ganha o que que a palavra s ou que se exagera são as funções mais simples e automáticas certo gente até aqui ó é a primeira ideia era o
que se perde algo mas no lugar se ganha algo a segunda ideia o que se perde as funções mais complexas e se exagera ou se ganha né nas funções mas menos complexos das funções mais elementares e tá certo e aí oi gente fez ler o capítulo 60 resenha tá ok tá ok sair assim até aqui o resto é e aí oi não deu para perceber isso no vídeo de alguma forma e ficou bem claro novo a nossa repetição que eles chamam de ganho muito bem pode cobrar a vaquinha de seus colegas maria ester i eu
não sei se vão da festa de formatura aí mas vocês cobra deles aí tem que pagar a minha que eu não tô pagando aí é mato dentro é é é tá certo então vou seguir gente eu tô perguntando ninguém tá respondendo eu vou seguindo e essas funções mais simples elementares né elas representam as primeiras funções psíquicas desenvolvidas do ponto de vista evolutivo né são funções na aqui os outros animais também têm menos coisas que os outros animais também consegue fazer né ou caso não consigam são funções humanas bem básicas né essas funções mais simples e
elementares né um ponto de vista evolutivo elas vêm primeiro né portanto a doença mental faz o caminho inverso devolução suprimindo as funções mais complexas tardias do ponto de vista evolutivo e descobrindo pondo em evidência as mais simples elementares e primários e é uma compreensão da doença mental como regressão oi gente aqui tipo assim eu é nesse slide aqui tá falando quatro vezes a mesma coisa stalkeei isso ou não se precisar falar 10 vezes ele fala importante é que fique claro e por quê que é regressão por que regride né então assim existiu um estágio anterior
da evolução seja como criança seja como homem primitivo né é e a doença é essa que a ideia que eu ficou tá criticando mas antes dele criticar eu preciso apresentar a ideia né e quer o quê que o doente mental comportamento dele o funcionamento dele acaba sendo muito parecido por exemplo com o comportamento com o funcionamento de uma criança ou de um ser humano primitivo isso que a ideia da regressão da doença mental g1 é uma cole e isso fica claro gente não só perguntar para você de escrever a ideia da doença mental como regressão
na prova você vai responder eu não vou perguntar isso mas eu perguntasse e aí acho que eu cortei alguém se alguém que ia falar pode falar sou todo ouvidos por favor e aí a professora entende na televisão e a doença mental vem e o paciente ele regride aos seus atos mais primitivos ou por exemplo atos de criança perdendo um pouco o foco aí ele fala também do em vez pode desistir no caminho de sarar e aí é a doença toma conta do indivíduo é mais ou menos assim né e isso a ideia da doença mental
como regressão é isso se perde vamos ver a senha funcionamento adulto né mas ganha exagera passa até em evidência com funcionamento de criança ou de ser humano mais primitivo aí é essa ideia essa mental como regressão e esse exagero nesse exageram da doença é o que camurça o real problema né que o problema não é o exagero do comportamento dele problema já é outra coisa é o problema qual problema por exemplo a pessoa tem uma doença e nesta doença os sintomas aí ele tem esse esse exagero no comportamento dele então as pessoas veem exagero como
a doença mas a doença aquilo lá é a camuflagem da doença na eu entendi essa nessa parte mais ou menos um e dá para se pensar isso dá para dispensar isso dá para discutir isso também em algumas pensar amanda a que levar fala alguma coisa e não no esse negócio de regressão não é e o jefferson mas nessa questão da nelson é mas esse tempo a presença aí da doença como regressão é ainda não é a crítica dele né é a formação que está fazendo da doença evolutiva sim sim sim sim se amarrando o que
você iria ia comentar eu não consegui te ouvir muito bem ah não então só não entendi muito como isso que você falou da regressão e o que que você não entendeu g1 eu não entendi nada não e desde quando eu conheço o que é e como que é esse negócio de regredir é mesmo né tá você conhece o conceito de regressão da psicanálise eu acho que eu não me lembra é porque a mesma coisa só que é fio fucou ele tá expandindo essa ideia para ir para a questão evolutiva né não é só no nível
individual né no nível evolutivo nível da espécie né também né e é bom vamos lá desde o começo a doença mental geralmente se considera ela como uma perda de algo certo responda ok sim é ah entendeu os pontos ah entendi entendi a doença sempre uma perda ok aí o que focou vai falar é pia ok se perde alguma coisa mais se ganha outra coisa é sim certo certinho geralmente que se perde são funções mais evoluídas mas desenvolvidas ações mentais mais elaboradas é o que se perde geralmente ah tá certo e no lugar vamos dizer assim
entre aspas né no lugar da da função evoluída que se perdeu entre uma função menos evoluído uma função mais elementar mais simples mas básica mais primitiva essas funções acaba entrando em evidência acaba exagerando vamos dizer assim a irmã tem inglês e assim então essas peças mais primitivas mais elementares elas são se expressam né como um comportamento de criança ou de um homem primitivo né e não por exemplo quem é a nossa nem sei é o da a um exemplo 1 e aí e aí e aí e por exemplo uma pessoa com depressão em diante jogo
dificuldade isso pode acontecer tipo assim uma dificuldade mínima que para a gente normal na verdade é minha irmã né essa pessoa pode desabar em choro quem usava ouro por qualquer coisa a criança faz isso sim tem antes você tira um brinquedo da frente essa criança vai começar a chorar né que eu não faz isso né não é para beber não não é para fazer né né pressa mais verbal mente pode ficar com raiva mas não vai começar né igual uma criança faz a criança faz isso não faz e aí vamos pensar uma pessoa com o
algum cantor vão pensar depressão por exemplo ele uma situação que para as outras pessoas é uma situação mínima ai gente você vem dizer que der é isso aí lápis só mandou oi para o amigo dela no whatsapp eu amigo não respondeu ou levou quinze minutos para responder sei lá e aí a pessoa começa a chorar desesperadamente por quê que até porque que eu fui ignorado por quem nutro da pessoa odeia não tem ninguém aqui me ama nesse mundo sei lá como que não tô pensando nisso eu tô pensando comportamento é o que a pessoa vai
ficar uma noite triste vai começar a chorar copiosamente de escravos local isso é um comportamento próximo da criança certo ruim sim então essa é a ideia da regressão da doença mental como regressão quem é o que a doença mental é uma regressão estágio e vou motivo manter o e aí e bora contraste e ficou sim sim podemos avançar sim é muito bem muito obrigado por perguntar amanda porque se você não perguntar se eu jamais ia saber se eu não tava obrigado eu tá bom e aí bom então avançamos e sai corona vários bom o focou
começa então a e ele sempre ficar na com as ideias de alguns autores essa concepção de doença mental como regressão e ele começa então pelo jackson esse autor jackson ele vai ter uma compreensão mais neurológica né cada um dos autores que ele vai falar vai ter uma compreensão é própria né mas no geral eles vão compreender a doença mental como regressão então o primeiro autor que ele cita esse jackson que vai falar que nós doenças mentais estruturas cerebrais mais recentes do ponto de vista evolutivo como ocorre se e se de se deteriorou e as mais
primitivas permanecem ok então assim o ser humano é o cérebro de semana a parte mais recente assim a última que se desenvolveu do ponto de vista da evolução é o córtex ou neocórtex que é chamada massa cinzenta que é a parte mais externa do cérebro que aonde que se fazem todas as conexões todas não né mas a maioria das conexões enfim a aonde que é a área de associação né que todas as partes do cérebro se integram e etc então numa doença mental essas estruturas mais recentes ela se deterioram e as mais primitivas permanecem então
aí olha só mais um exemplo de regressão né então porque uma estrutura cerebral mais permissiva fica bom dia mais desenvolvida se perde então ele está regredindo com como como se estivesse regredindo para um estado anterior devolução de evolução da espécie inclusive né fica claro isso gente e aí e pronto o crime pode avançar oi e aí beleza é e aí depois a gente tem o nosso querido o meu querido pelo menos prod né que o que a gente aprendeu lá na psicanálise né que toda neurose é um retorno no funcionamento ligue na aula anterior se
daí a concepção básica da psicanálise né fase oral fase anal fixação regressão né regressão pensando como mecanismo de defesa mas toda neurose de certa forma é uma regressão também né pelo próprio pela própria concepção da psicanálise dá uma lá o que o senhor ficou colocou lá no livro dele aí eu esqueci de te falar gente isso daqui página 27/19 aqui no livro físico é página 27 no pdf que vocês têm aí para a gente 19 por isso que eu coloquei as duas e e é bom senhor ficou cada tipo de neurose é um retorno estágio
da evolução libidinal ai eu tô falando libidinal acho que não acho que não é grego né pra vocês que já tiveram uma hora de psicanálise estudaram as fases do desenvolvimento psicossexual né ou do desenvolvimento da libido né lembra da libido o autor ao fazer não lembro sim ou não e aí e aí é você que tá me passam essa reflexão da é postado em o que quer e no texto também retrata essas fadas sim ele dá uma sintetizada né que aqui um dois três quatro aqui né hum e aí oi gente entendeu porque a eu
estou ouvindo professor aqui só tem que ter bons on e já mislaine isso é e aí e aí e aí a professar eu tinha ficado mudo meu tava ouvindo mais também já deve ter travado computador dele é e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí g1 g1 e aí e aí e aí e aí e aí e ele mandou no grupo que a internet caiu aí já está voltando um e aí e aí e aí se alguém já as pessoas ou a o portal para ver o que que tem
na prova oi ester por é uma olhada na primeira que eu dei uma olhadinha na primeira questão é desistir que animador é bem complexa primeira questão viu é alternativa não a primeira questão é discursiva e bem extensa com pouco aí eu falei ah não vou no olhar as outras aqui acho que fazem tudo no mesmo esquema bom e você lembra mais ou menos do que se tratava e parece que é um senhorzinho no asilo para definir o que ele tem um texto enorme acho que eu tô trabalhando eu não sei vocês meu deus tô pensando
que horas que eu vou fazer um quem é e aí e aí vamos que vamos oi gente a minha internet está horrível hoje tá cortando tudo que vocês estão falando hum será que é o professor lá a minha net qual que é de vocês e é sério ok é isso é se eu acho essas que tu vai e aí e aí e a gente para que tem com questões de novo deu para ver mislaine quando questões eram não não só lei a primeira achei muito difícil desistir vou vou amanhã mesmo de manhã quantos anos e
aí e aí e daqui a pouco ele vai passar não vai nesse vai e aí ah ah mas eu não vou conseguir fazer depois que encerrar aula pois alta já e acorda muito cedo e eu não produzo muito tarde da noite e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí e aí olá olá e aí ah pois é ontem olá seja bem-vindo muito obrigado é bom continuando então a chuva está gravando né você está gravando está gravando e vocês falaram mal
de mim eu vou assistir tudo hahaha se perguntando da copa oi e agora como é que a gente vai fazer prova calma eu estou preocupada calma vamos lá vamos terminar conteúdo primeiro né oi e a libido parando na libido né que que os meus se canario listas de saída da libido a combinar e ninguém tem nada a dizer bom demais bom então fica a dica e e é como eu disse né o dalgalarrondo here e não não porque o droga larrondo mas a psicopatologia né de modo geral o meu tem muitas relações com a psicanálise
então termos conceitos modos de entendimento etc da psicanálise e vamos aparecer muito nessa disciplina e o dalgalarrondo sim tem uma proximidade com a psicanálise é então fica a dica aí para vocês revisitar em os principais conceitos assim pelo menos nada psicanálises oi e a libido desenvolvimento psicossexual são alguns alguns deles bom e então como o senhor ficou falou aqui né cada tipo de generosa um retorno ao estágio de evolução libidinal é psicanálise acreditou poder isso achei muito legal essa frase do fogo né psicanálise acreditou poder escrever uma psicologia da criança fazendo uma patologia do adulto
o que vocês acham dessa frase e aí eu vou conseguir entender bom e você estudando a criança tem ideia do do doente a duplo e é isso filha é isso e a neurose no adulto seria um retorno né aí o que tá escrito na linha de semana toda nervosa um retorno ao funcionamento libidinal anterior ou seja neurose no adulto é na verdade está expressando um funcionamento libidinal infantil né e é isso que nos diz a psicanálise i e aí o focou vai passar a limpo né de uma maneira bem sintética bem resumida o desenvolvimento psico-sexual
ea relação com as psicopatologias né então ele vai colocar lá fazer oral ea relação com as psicoses tá fazendo ao a fixação na fase oral e a relação dessa fixação com psicose ou dito de outro modo a regressão é a fase oral né o funcionamento oral e o funcionamento psicótico o funcionamento anal minha fase anal e suas relações com a neurose obsessiva o estágio do espelho a experiência da noção de eu o narcisismo e por consequência as fobias e aí né o a última essa é a fase fálica ou complexo de édipo e o desenho
e é da personalidade a partir das escolhas do detalhes que é isso é uma das ideias centrais e psicanálise também né e lembrando que as relações objetais quis como elas são feitas resolvidas enfim durante o complexo de édipo vai determinar muito da personalidade daquelas crianças que no momento a criança mais escondida vai ser adulto e o adulto tu é filho da criança de certa forma né e tem uma frase aqui do machado de assis nuno miguel não quer o menino o menino é o pai do homem né então aquela criança é na compreensão da psicanálise
é isso mesmo né aquela criança e vai o que é aquela criança vai desencadear no que é o adulto ou que é um adulto hoje na verdade expressa o que foi aquela criança é do complexo de l1 tá certo podemos conseguir é sim sim então vou prosseguir nessa frase aqui é que é como o termina a parte que tá falando sobre o freud né e é quem resumo todo estágio libidinal e uma estrutura patológica virtual quem é oi e a neurose é o mar que o lojista espontânea da libido eu achei essa frase também espetacular
e e aí o quê que vocês acham dessa frase a neurose ea arqueologia espontânea da libra e nada a declarar o que que é arqueologia e aí e ninguém assiste o history gente nunca assistiu nunca vira aqueles programas do history on eu estou chanel são a cara de escavações não é um deles encontra 11 as coisas antigas e isso possa isso é e nisso é os fósseis também bem é mas vamos pensar os achados humanos né a ficção esses achados aí e se eu achar um vaso e de alguma tribo por exemplo e aí o
frango por hoje o quê que pode significar aquilo e eu vive dentro desta tribo beijos da existência dessa tribo que mais em eu vou mostrar o e quem falou a esperança eu não sei se a palavra seria certa mas seria reviver algo que aconteceu numa daquelas é uma daquelas frases exatamente dona yasmin a neurose é justamente isso é uma fixação em uma das fases no modo ele não só em uma né mas eu senhor de modo geral vamos começar dessa forma para didaticamente vamos pensar nessa forma né na vida real é mais complexo mas é
mas não deixa de ser real também isso né é como se ela tivesse funcionando daquela forma ele exatamente como que você falou você falou de uma maneira melhor até é reviver a fase que a reviver aquela fase por exemplo a fazenda alguma fase oral e é exatamente amorosa justamente isso é reviver essa fase para sempre né é por isso que a neurose a marca elogia espontânea da libido porque ela no presente nos revelam o passado assim como o safados arqueológicos no arqueologia só faz sentido a gente falar de arqueologia hoje em dia no passado não
existir cirurgia né é e esses achados arqueológicos de hoje nos fazem entender o funcionamento de uma sociedade que talvez nem exista mais do passado entende a relação aí que eu por isso que ficou e é coloca essas frases assim a neurose ea marca urologista com telha de vidro fica mais claro essa frase fica e aqui é o contrário né se a neurose amar teologia espontâneos a libido por outro lado todo estágio libidinal é uma estrutura patológica virtual o estágio libidinal da criança é potencialmente uma uma estrutura patológica por isso virtual virtual quer dizer é um
e ontem somente né imaginariamente tá certo gente vamos para o já né então o trabalho você já ficaram semestre estudando freud seja sabe muita coisa diferente vamos com geleia hummmmm e aí bom então se o freud ele vai então o primeiro lá o jackson ele vai falar vai compreender é a doença né é mental como uma regressão do ponto de vista neurológico né vamos voltar lá no cadê o jackson ah é né que as estruturas cerebrais mais recentes desaparecem as mais antigas permanecem o freud né vai considerar então que uma doença mental é uma residência
como disse muito bem a yasmim de um estágio libidinal anterior infantil né então também uma uma doença mental entendida como regressão oi e para o janeiro e aí tem e aí o terceiro autor pierre janet que é um dos grandes nomes aí da psiquiatria da psicopatologia também é cru janeiro regressão seria mais sociológica né entre aspas ou sócio-histórica porque as funções suprimida são aquelas adquiridas através da inserção do sujeito na cultura mas complexas né então se numa doença mental as funções que vão ser suprimidas que elas que vão deixar de existir ou que vão diminuir
o seu desempenho são essas funções que só surgiram né no ser humano porque eles desenvolveu né se desenvolveu em sociedade historicamente e as que se evidenciam então essas são as que some as mais complexas e as que se exagera não se evidenciam são as mais naturais e natas e conheça mais elementares então é de novo uma ideia da evolução né é como se o é como se voltasse um passo atrás na evolução por um momento em que o ser humano não e não era civilizado acho que pode usar essa palavra ou menos civilizado bom então
por exemplo a linguagem e suas nuances que envolve a capacidade de considerar o outro como interlocutor né isso daqui é um termo da psicologia do desenvolvimento na teoria da mente quando a criança é é é e começa a compreender o comportamento do outro né começa tem um sentimento de alteridade de empatia é porque ela desenvolve o que se chama teoria da mente porque ela então imagina que se a ela funciona de uma maneira os outros também vão funcionar daquela maneira então ele consegue pensar na reação do outro a partir do que vai fazer oi e
para o diálogo para a convivência em grupo sociedade precisa ter isso da teoria da mente ou dito de outra forma considerar o outro como interlocutor né eu estou aqui estou considerando os meus queridos alunos e alunas como meus interlocutores certo e isso é complexo é muito complexo é que a gente faz é é isso de uma maneira tão automática conversar fazer fofoca né olha só que função a tensão psicológica tão complexas tão refinada que a linguagem capaz de transmitir informação capaz até de curar a outra pessoa pelas palavras tomar já tinga e a gente usa
para fazer fofoca e o que que é maria ester falou então é tão forte assim que era capaz até de matá-la né dependendo do que fala antes do jantar que a gente não fala e não tá nem vendo né nem nem se dá conta disso mas a linguagem né a fala é social é o diálogo é extremamente complexo só um funções psicológicas extremamente refinados assim tanto que só gente fala né os outros animais não falam em conversa tem outro sistema de comunicação outros tipos de linguagem e é outra questão também que em volta fala né
e o pensamento por consequência remeter-se é um tempo que não é o presente a depender do que ensinar então quando você tá narrando alguma coisa você tá se remetendo a um tempo que não é o tempo presente não é o agora você pode ser remeter ao passado você pode falar um planejamento de algo que você tá pensando para fazer no futuro é tudo isso é muito abstrato muito é ensinado mesmo assim muito desenvolvido então isso é um exemplo de função que só se desenvolveu na nossa espécie historicamente através da nossa vivência em sociedade né se
o nossos primitivos não ter passado lá fazia uga uga né uma maneira pé caricata né e como que o homem das cavernas se comunica falando uga uga né mas aí com o tempo vai se desenvolvendo todos os idiomas aí que a gente tem hoje no mundo né são vários idiomas de maneiras descritas de escrever esses idiomas toda uma riqueza e de símbolos para transmitir ideias né isso é muito avançado pensando em comparação a natureza né quem é e aí o focou fala né que pode sim tô medida dificuldade de uma ação de acordo com o
número de condutas elementares que implica a unidade do seu desenvolvimento aí ele dá ele dá um exemplo lá da pessoa que narra uma caça não de uma pessoa que está caçando e ao mesmo tempo pensando que ela vai contar vantagem daquilo que ela tá fazendo né então olha como é complexo isso tá envolvendo muitas coisas né muitas funções psíquicas envolvidas na caça em si e outras tantas envolvidas que a pessoa está projetando que ela vai contar vontade depois que o que que ela vai dizer quando acabar essa casa enfim tudo isso é muito complexo né
é a dificuldade é difícil né formação difícil é ao tomar praticamente automática que a gente faz enfim bom dia mas é super complexo elaborado é esse tipo de situação fazer uma coisa ele já pensar que você vai conversar pensar como que o outro vai reagir quando você contar o que você tá fazendo agora no presente seja pensando já quiser luiz acho que todo mundo já fez ou não e por exemplo sai de casa escondido do pai com a mãe e pensa nossa quando minha mãe ficar sabendo tá lá na balada dançando ao mesmo tempo de
falar com você não eu não mexendo o corpo inteiro flertando e ao mesmo tempo a sua cabeça tá pensando assim nossa meu pai com a minha mãe vai me matar quando ele souber que eu saí hoje escondido sei lá nunca nunca aconteceu isso com vocês algo do tipo e não gente tem não jefferson mais me fez lembrar de outro o que você tá fazendo uma coisa lembrando de outra coisa pensando em outra coisa como agora estou aqui na aula já pensando na prova e que hora que eu vou fazer ela é muito bem assim que
eu terminar nessa aula eu vou dormir já que seu madruga on e aí ah mas então pode passar isso tá ok essa parte tá é sim bom complexo o joão avançando e era cada doença segunda sobre aí o jane é aliás o ficou falando do janeiro né cada doença do segundo só gravidade a bola e certas condutas que a sociedade em sua evolução tinha tornando possíveis é substituído por formas arcaicas e comportamento bom então por exemplo ele dá o exemplo do de uma doença que o pierre rené estudou que chamava oi gente esqueci ficar astenia
é tão freud foi lá das histéricas né que geralmente eram mulheres e o gênero se dedicou se castanics que geralmente eram homens e é isso psicastenico só sempre ficar astenia é uma doença que hoje não se fala mais nela mas que era chamada de fraqueza é um a fraqueza psíquica porque a pessoa se negava ah ah ah e a considerar a realidade e isso na verdade né e aí a gente vê uma compreensão histórica disso não era uma época que não existia lá e trabalhistas esse hoje em dia os patrões esfola o nosso couro naquela
época era bem pior né então o trabalhador não tinha outra alternativa para se salvar do que adoecer e eles adoeciam porque a situação que eles viviam era insuportável então chegar um certo dia e o trabalhador simplesmente levantava da cama e não saía do lugar ficava sentado na cama e aí os outros conversavam com ele não respondia e por aí vai então dizia que ele tava psicastenico né bom então nós ficou sintonia né exemplos de condutas que são abolidas e as formas arcaicas que surgem em arcos substituição então é abolido o diálogo que super complexo e
surge o monólogo né que é menos complexo mas na hora uma pessoa pode falar com ela própria não precisa considerar o outro o fit kings em situações sociais ou seja é um desconforto desconforto situações sociais e começa assim movimentar e voluntariamente e a perda ou diminuição da capacidade de compreender símbolos e simbolizar n símbolos né principalmente feições do rosto né o ficou cita então no lugar aparece a desconfiança é persecutoriedade o que é isso aqui aí eu queria crescer o que é isso deve ser mal então assim o que a gente não compreende geralmente a
gente tem medo né então eles perdendo a capacidade de compreender por exemplo expressões faciais é o que é isso que que é isso que sorriso o que que essa esse tipo de expressão facial não sei deve ser mal né então perdeu a compreensão aparece eles confiança e persecutoriedade que a gente não conhece geralmente a gente tem medo nem acha que pode nos causar mal oi e o embotamento afetivo é delírios e alucinações crenças próprias que são né os delírios e as alucinações são crenças próprias individuais engrossamento afetivo a pessoa é afetividade da pessoa a revoltada
tudo para ela sendo sentido ela não demonstrar afetividade né olá tudo isso surge no lugar da sociabilidade então sociabilidade é mais complexa e se fechar em si é menos complexo então por isso essas são o que fica em evidência nesse tipo de doença nesse modelo de doença mental que o janeiro é isso tudo bom bom então seja janeiro seja freud ou seja jackson todos esses três autores aí que eu fui consultou eles tenham a compreensão da doença mental como regressão mas segundo o senhor ficou comparar né para ficou essas maneiras de compreender a doença mental
e que parar o adulto doente com a criança e o homem primitivo normal nada mais são do que mitos então ficou dá um tipo assim um tapa na cara né da sociedade desses autores dizendo que considerar que a doença mental é uma regressão é um vip e não é e não é científico mito sentido né o filme o ou seja é aquela ideia que eu falei no começo né entendeu entendi então tudo está errado não significa que tá errado significa que o cocô tá criticando esse modo de entender a doença como regressão um e recorrendo
a jackson ele considera que a personalidade doente não corresponde a uma versão anterior dessa mesma personalidade mas sim uma nova versão considera doença mental como facto positivo portanto é necessário considerá-la em sua especificidade ou seja doença mental não é nesta perspectiva e aí e nessa perspectiva em que ela não é considerada regressão ela é considerado um fato novo a pessoa não tá voltando para um outro estado de vida não ela está vivendo uma nova situação ah então você não está vivendo essa nova situação é uma coisa a mais quero estar vivendo então é positivo é
um fato positivo então você precisa considerar esse fato na sua especificidade e não comparar com criança comparar com um homem das cavernas comparar com que seja você tem que compreender a doença ela e esse ah entendi o que a crítica que ficou faz a virada aí que ele dá na lógica da doença mental e aí é ou não rafa e aí eu posso seguir gente o atacante já não deixa eu só estou fazendo uma anotação deste comparar ah tá o cabo e aí e aí e aí e aí e aí e aí eu posso conseguir
ô mãe ó e aí e pronto pronto tá bom então o socorro considera que a gente não tem que nesse capítulo né ele considera que a gente não tem que entender a doença mental como uma regressão mas como uma estrutura que ela tem a sua própria estrutura ela é um fato positivo ela é um fato em si né não é um retorno algo que já foi ela é outra coisa é uma coisa nova então ele vai dar essa compreensão da doença mental como estrutura né e aí aí aqui é tudo isso parágrafo inteiro são trechos
que eu copiei lá da página 34 quando ele explica essa visão dele aí então não se trata mais de personalidades arcaicas é preciso admitir a especificidade da personalidade mórbida a estrutura patológico do psiquismo não é originária ela é rigorosamente original ela não é originária ela não é antiga ela não é no estágio anterior ela é original ela é uma coisa nova a cirino é tá só repetindo o que eu falei no nesse esse tempo né é é é a ser inútil sem dúvida dizer numa perspectiva explicativa aí ele tá criticando né os outros autores mas
enfim ser inútil sem dúvida a dizer não é perspectiva explicativo que o homem adoecendo volta a ser uma criança é mas do ponto de vista descritivo é exato dizer que o doente manifesta na sua personalidade mórbida conduta segmentares análogas à de uma idade anterior ou de uma outra cultura a doença descobre e privilegia condutas normalmente integradas bom então focou ele vai dizer assim você comparar um comportamento de um doente mental com uma criança ou com a um primitivo ok né ok não tem problema o problema é você é explicar a doença dessa forma na perspectiva
ou expectativa ele fala que é inútil mas que do ponto de vista descritiva ok dá para comparar e a regressão só deve ser então entendida como um dos aspectos descritivos da doença se tem como ela se apresenta mas ela não é isso é apenas um dos aspectos é uma descrição estrutural da doença deveria então para cada síndrome analisar os sinais positivos e negativos e isto é detalhar as estruturas abolidas as estruturas realçadas e aí e é isso ele faz né é bom então é o focou sintetiza sua proposta estrutural descritiva e explicativa o que a
partir da dissolução de certas estruturas integradas da personalidade sobressaem as menos integrados então ele não vai dizer que regride a uma fase anterior mas que as funções psicológicas mais desenvolvidas ela se desintegram e aí aquelas são menos desenvolvidos ou menos integrados elas acabam se sobressaindo quem é vocês vêm uma diferença de entendimento do doença dessa ideia de dissolução para uma ideia de regressar bom deixa eu falar os exemplos aí talvez fique melhor bom é a ordem numérica também evidencia uma ordem crescente de dissolução das estruturas então se no primeiro nível a neurose né que é
uma doença mental um transtorno é mais leve né não prejudica tanto como os próximos aqui que a gente vai ver né então nível mais superficial da dissolução né ele a neurose acaba evidenciando os conflitos afetivos em conscientes e é isso então tinha conflitos afetivos o que é não se mostravam né com tanta facilidade é neurose e coloca isso me vi denso tá certo dona o seu tem uma diminuição da auto controle para algum certo aspecto né e aí o que fica em evidência são os conflitos afetivos tem uma diminuição da razão e da emoção fica
evidente nos conflitos em conselhos tá certo e aí o segundo nível é paranóia e a paranoia ela exagera alguns aspectos já presentes na personalidade mas não desorganiza gravemente então você pensa é aquele o king size do rio de janeiro por exemplo tem algumas características para nós para nós diz mas ele provavelmente trabalhava né tinha uma vida normal como dizer assim a medida do possível né e tem um filme chama uma mente brilhante e é uma mente brilhante não é e aí eu acho que uma mente brilhante a e aí o que conta a história de
um professor de matemática professor universitário de matemática que ele tenho esquizofrenia e ele consegue ainda assim é viver a sua vida de professor i bom então fala olha exagera aspectos já presentes e aí o delírio dele era bem para nós assim que ele tinha que fazer as contas por que alguém ia cobrar alguma coisa assim ele não quisesse ele ia sofrer uma a minha assa ia ser prejudicado então assim todas essas e essas características que tem os delírios paranoicos né bom então exagera esses aspectos paranoicos da personalidade mas não desorganiza gravemente a pessoa consegue ainda
levar uma vida relativamente normal né e é uma mente brilhante é esse é o nome do filme mesmo é isso mesmo uma mente brilhante é é é e nos estados unidos ó diz que são os estados oniróides que o fala aí só o que a gente viu na aula da sicose das esquizofrenia são aquelas psicoses produtivas barra positivas né é que ao contrário das psicoses negativas né e diminui a e a manifestação dos comportamentos essas surgem novos comportamentos novos fenômenos né então nesses estados unidos ó diz leroid é relativo ao sonho né mico a rompe
se a lógica da realidade predomina o funcionamento natal típico do sonho né os delírios e as alucinações tudo mistura com tudo é um sentido pode virar outra coisa uma coisa que pode virar outra que significa outro então esse é o funcionamento do sonho e também dos delírios das alucinações e aí já é uma e já é uma dissolução maior porque a pessoa já não consegue se reconhecer na realidade né lógica da realidade já se rompe e o próximo estágio aí né a mania ea melancolia é que hoje a gente não usa mais esse nome né
mas que seria a depressão ou a bipolaridade e é dissociação vai acontecer na esfera em instinto afetiva se por um lado na fase maníaca existe a possibilidade né a possibilidade significa agir como criança é uma agitação a agitação perdi a tá certo os freios assim que teria como adulto na fase melancólica pode acontecer o descuido com o corpo a pessoa não quer tomar banho quer se alimentar não quer se vestir né direito esses são sintomas negativos mas os sintomas positivos entretanto é que nem eu falei no começo nela desespero para gente né negativo moralmente negativo
mas é um algo novo né é algo a mais né o desespero aparece na melancolia né e aí euforia aparece na mania então pessoa acha que pode tudo vou me esforçar uns comportamentos é sintomas positivos aí mais um nível de solução na esquizofrenia confusa ou catatônica ou negativa quando já acontece uma dissolução grave das estruturas da personalidade sintomas positivos então assim a as estruturas da personalidade de modo geral a gestão bem dissolvidas mas no lugar aparecem ainda alguns sintomas positivos como as estrelas fios as produções verbais e os arroubos afetivos ocasionais e por último a
demência é que é o estado mais grave de dissolução da personalidade aí segundo o cocô não há mais personalidade não somente um ser vivo então a gente pode ver essa característica de demência naquele os pacientes muito católico cozinho e nos velhinhos com alzheimer assim muito avançado então essa é a não existe akane solução total da personalidade nessa ideia de que não há mais personalidade somente um servido em tá certo gente a ideia geral sim nesse slide né dessa proposta que ficou por exemplo aqui então me faz tanto sentido pensar doença mental como regressão né como
volta a uma fase anterior mas como uma situação nova ah é então você tem que considerar ela como uma situação em si né na sua especificidade então ele vai dizer que tem uma certa estrutura oi e essa estrutura da doença mental e ela envolve é dissolução de certos características certos aspectos da personalidade por um lado mas essa dissolução sempre está acompanhada de uma exageração né ou de um sintoma positivo por outro lado oi e aí ele exemplifica isso o hino do dá mais leve para mais pesado né tá certo gente isso eu posso avançar para
últimos large oh alô e pode por mim tudo bem oi beleza quem é e aí né ele próprio fala que essa visão te apresenta tenho falhas né não tem limites né então quais são as falhas os limites dessa visão que ele apresenta o que ele não é evidencia a organização da personalidade que está sempre presente com exceção da demência que quando a personalidade já se dissolveu por inteiro ou seja ao se considerar a doença mental é necessário considerar a organização da personalidade porque ela sempre vai estar presente qualquer que seja é a doença que a
pessoa tem ela vai se manifestar essa organização da personalidade que é singular oi e aí tem essa frase lado focou né que é a ciência da patologia mental só pode ser a ciência da personalidade doente aí dá para a gente pensar discutir mas eu vou avançar quem é é que nessa proposta que lhe apresentou também não não perde-se de vista não se considera o significado pessoal e atual tanto da forma como do conteúdo dos sintomas e da doença aí a frase que eu gente eu não coloquei a página aqui coisa feia o show de página
31 e aí e aí ah tá a página 37 no pdf 26 1 e aí a frase do ficou né noção abstrata de regressão não pode dar conta do fato de que uma pessoa esteja doente e esteja doente nesse momento desta doença que suas objeções tem um determinado tema seu delírio com porte tais a gente passou em ou que suas alucinações extasia no universo de certas formas visuais bom então o que que ele tá dizendo né que essa é a proposta que lhe apresentou ainda está deficiente né tá deixa de levar em conta o que
ele vai tratar no próximo capítulo que é a história individual do sujeito para dar conta de responder essas questões é necessário ir a história individual do sujeito tema que será abordado posso no próximo capítulo então assim é possível entender né o quê porque não se levou em conta né até agora nesse modelo que ele apresentou o que são significados pessoais qual a relação da história do sujeito com os seus sintomas tá certo vem e aí e aí e aí e aí tá certo tá certo oi podemos ir para avaliação e aí