Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou Rogério Vila, tá começando mais um Inteligência Limitado, programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais criminal do que a minha, do que a sua. A sua é criminosa. >> A minha é bandida, cara. >> É bandida. O que que você fez de fora da lei aí nos últimos dias? >> Cara, eu já roubei doce de criança. >> Sério? >> Sério. Do meu sobrinho, cara. >> Falei: "Dá aqui
esse chocolate, cara. É do K agora". Pá. >> E aí foi fácil, né? Facilho. >> É verdade que falo que é mais fácil que roubar doce de criança. >> Ah, cara, acho que eu aprovei isso daí, ó. Ali, ó. >> Deixa ele crescer aí, ele vai dar o troco, cara. >> Você vai ver, cara. >> Ele nem cresceu tanto. Ele já tá dando tranco. >> Mas você vai ser enquadrado aqui, cara. Cuidado com o que você fala. Pois é. >> Que que o pessoal pode fazer a partir de agora? Homer >> cara, se você não
quer tomar um enquadro agora, já deixa o seu like, se inscreva no canal, torne-se membro e envie aquele Super chat maroto >> com perguntas. >> Com perguntas, entendeu? >> Todas serão respondidas. >> Todas serão respondidas. Mas, ó, as melhores, entendeu? Não vai ficar mandando um salve lá pra tua tia Lag Carapicuíba, cara, >> que não vira, entendeu? Eu vou ler, mas eu não vou colocar aí na mesa. Então, >> exato. Quero falar com vocês aí de casa. sobre estratégia. 6 milhões de pessoas Estão desempregadas hoje no Brasil. Talvez essa seja a sua situação hoje. Então,
ó, procurando por uma nova, você tá procurando por uma nova chance de se inserir no mercado e, claro, você pode estar querendo pagar suas contas com tranquilidade. Não é só isso. Então, ó, tem muita gente também que tá procurando um cargo melhor, um trabalho que pague mais, um lugar que o chefe não seja abusivo. Sei bem como é essa esse tipo de situação que eu já passei. Então, ó, Talvez vocês tenha pensado em distribuir currículos por aí, mas além disso, tem uma forma também de conseguir um trabalho praticamente sem risco de ser demitido e estudar
para concursos públicos. Homer. >> Pois é, cara. >> Olha só, temos mais de 86.000 vagas nos próximos meses com salários de mais de 8.000 para quem tem nível médio e mais de 30.000 Para quem já concluiu a faculdade, eu tô falando de instituições Como Banco do Brasil, Petrobras, Câmara dos Deputados, Polícias Civis, Tribunais de Justiça e muito mais. E você pode ser aprovado ao seguir três passos que o Estratégia Concursos mostrará para você. Eles são nossos parceiros e são responsáveis por sete. Ó, eles prepararam sete de cada 10 aprovados em concursos no Brasil. Então acesse
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da Insider aqui, né? >> Somora, hein? >> Galerinha já toda separando aí. >> Já tô esperando a minha peita já. >> Exato. Ó, até 30% off somando os descontos no site com o meu cupom inteligência que é acionado automaticamente com link na descrição, QR code na tela. >> É isso aí. >> E se você é cliente novo, ainda tem um desconto maior. >> É isso aí, cara. Certo. Faz um bom. Então vamos começar com quem já falou com a gente, já veio aqui, né, batata, que a gente fez um episódio especial lá no Rio de
Janeiro sobre as mega sobre a mega operação. Dá um oi pro povo, se apresenta aí. >> Boa tarde, galera. Sou Batada mais para os que não me viram e para os que viram, eu agradeço vocês de coração. Obrigado Por ter pedido tanto aí e hoje esperança aí fazer um bom episódio aí. Estou hoje estou felicíssimo. >> Trouxe meu presente, >> rapaz. Eu dei graças a Deus de conseguir ter chego aqui, cara. Vou falar o inferno um dia Paulo tá o inferno, né? >> Eu quase eu vi andando. >> Árvore caída, >> pô. Hoje foi tudo
de bárbaro, cara. Mas tô muito feliz de ter chego aqui. Estou perto aí desses caras feral bravas, o Castro, o Nandes. Pô, >> que que triu que a gente reuniu ainda, >> gente? Pô, pessoas que eu já admiro há muito tempo. E você, Vilela, pô, feliz para caramba. Então, eu acho que >> ob >> mesmo fazendo essa força toda, valeu a pena estar aqui com vocês aí. Espero que pode aguardar aí que vai ser um ótimo episódio. >> Tenho certeza. C tua câmera aquela tá apita para quem não conhece. >> Aí, beleza pessoal, gente na
área aí, agradecendo a Vilela mais uma vez pelo convite, meu irmão. Sempre um prazer estar aqui. Para mim aqui é um podcast muito top, né? Um cara, um podcast que pá, cara, é top, né, meu? >> Vem todo mundo aqui de todo, fala tudo, gente, que vocês concordam, que não concordam tudo. Não, mas a essa é a democracia, né meu? A democracia é justamente o >> deixa a pessoa falar depois aí a galera Analisa, né? >> Examente. Aí a galera arrebenta ou elogia. O importante é a gente, [ __ ] dar dar voz a pessoa.
>> Tem gente que já ganhou eleição aqui, teve gente que já perdeu a eleição aqui. >> Exatamente. Teve gente que já foi bem-sucedida aqui, tem gente que já foram cancelada aqui. >> Teve gente que já falou, teve gente que já falou da flor preta aqui nesse programa. Já teve tudo aqui. >> Teve tudo aqui. Então, legal. Espero não ser cancelado. Não se não tem impossível. Cato não tem comoantes. Primeira vez que vem aqui. Belo bigode. Você aproveita pro pessoal e eu quero meu presente, hein. >> Boa. Fala meus amigos, tudo bem? Boa noite. Acredito que
vai ser um fenômeno aqui. >> Vai hoje. Vai. >> Tomara que o gerador aguente, né? Porque sabe, mas estamos sem luz aqui. Estamos no gerador. Então, >> rapaziada, qual coisa nós puxa o gato daqu vai dar um jeito. Fica tranquilo. Gato sem luz de puxar o gato. Fica ele vai dar um jeito. >> Trouxe o presente. >> Qual é o presente? O presidente útil, segundo especialistas de segurança da atualidade, falou que isso aqui é muito útil no combate ao crime. Um pedaço de Pedra. >> Para pr combater fuzil. >> Combater fuzil. Melhor do que >>
a pedra. >> A a batata se arma aí. Batata. Arma aí. Eliante. Tá tá lá com fuzil. Você vem aqui, mira. >> Olha, deu vontade de fazer um travesseiro de preda. >> Eu fiquei, eu fiquei preocupado que ele tá sem controle de câmera. Nossa. Controle de cano, meu parceiro. Você viu Que já apontou para você, né, cara? Apotei ele já tava aqui passar cara porque de repente pode ter uma pedra perdida aqui, né? Isso aí, cara. >> Aliás, né? Vamos falar a maior causa de mortes lá no Rio é pedra perdida. Vai uma pedra >>
tá dentro do buzão, toma uma pedrada na cabeça. [ __ ] mano, é [ __ ] >> Tem um presente útil. Aí eu trouxe o presente útil também que eu acredito que Combina com o cenário. He mano que top maninha aquió cara. >> Vai mudando de corpo >> é sucesso. >> Deixar aqui por enquanto >> aí pô top já trouxe que o Nant evoluiu. Eu >> evoluentei. Sou o sargento Nates, >> policial militar há mais de 20 anos e hoje atualmente vereador na cidade de São Paulo. >> É isso aí. Vamos, vamos falar de Política,
vamos falar de polícia, segurança pública. Nunca, eu acho que nunca foi, nunca se foi se eh se falou tanto sobre segurança pública como nos últimos meses, né? >> O tema acho que eu tenho quase certeza que é o mais comentado. >> Bom, mas é bom a a população se interessar, ir atrás e querer saber mais. Vocês acham que a a Claro que a mega operação tem a ver com isso, mas o fato de muitos eh muitos policiais Também estarem no YouTube falando sobre isso também ajuda, né? a mega operação na minha o batata que é
o é o o cara mais indicado para falar da o polícia mais indicado, mas na minha na minha concepção foi um divisor de águas, cara. >> Também uma virada de chave, né? >> Uma virada de chave, porque muitas pessoas começaram a se manifestar favoravelmente a a a área de segurança, né, cara? Você vê que só os mimizento, só os Maconheiros, parente de vagabundo que foi lá defender o pessoal, entendeu? a não ser um um alguns que também da política que começou a pôr a a as unhas de fora e você começou a ver quem é
quem. Então isso daí foi um divisor de água até nisso daí tinha muita gente aí que que falava que era de direita, que apoiava, pá, e agora você vê lá defendendo o vagabundo. >> É mesmo? >> E de esquerda, o que que aconteceu com a Esquerda pós mega operação? Vocês viram alguma mudança no discurso? >> No cenário político? Eu acredito que sim. O, eh, principalmente lá na Câmara, a gente vive intensamente a política. A Câmara Municipal de São Paulo é uma Câmara muito atuante, inclusive diversas pautas saem daqui e acaba atingindo Brasília, né? >> E
eu percebi uma retração deles, principalmente na defesa contra criminosos. Tivemos até o embate logo no Primeiro dia, logo após a mega operação. >> Mas por tava pegando mal, você acha? Foi pedido um minuto de silêncio para os as vítimas da da chacina que aconteceu na >> detalhe, não foram as quatro vítimas que realmente aumentou para cinco, né? Não, eles queriam pras outras vítimas, >> pras outras vías na cabeça deles seriam vítimas, né? vagabundo. >> Então nó só que após a grande repercussão e principalmente com as pesquisas que foram realizadas por Diversas diversos institutos, inclusive institutos
que geralmente a pesquisa sai com uma tendência um pouquinho mais enviezada, >> eh todos apontaram que a pessoa que mora dentro da comunidade, que é a maior parte do eleitorado muitas vezes dessas pessoas da da dos políticos de esquerda, eles de apoiaram a operação, ou seja, tão de saco cheio falar alguma coisa cheio. Os caras estão refém, pô. Você vê que inclusive eu vi um vídeo hoje de uma Menina de 17 anos, o cara, o namorado dela comemorando que deu deu descarregou a pistola na cara dela porque a menina queria sair do relacionamento. >> Ô
louco. >> E isso é cada vez mais comum no interior de comunidades. O cara tem o o cara o trabalhador, o cidadão de bem que sai de casa cedo para trabalhar, ele deixa os filhos com medo do filho homem se tornar um traficante, se envolver com o crime e Com medo da filha dele muitas vezes ser pressionada a ter que exercer uma vida marital muitas vezes com com o criminoso. Os criminosos eles oprimem as comunidades >> e e menor de idade, né? Exatamente. E a mega operação, ela conseguiu dar voz para quem tá sofrendo na
mão do crime organizado verdadeiramente. Então eu acredito que os políticos de esquerda entenderam isso e falaram: "Se continuar defendendo o bandido, >> estão reajustando aí o >> eles estão reajustando o discurso porque se continuar defendendo o vagabundo, o prejuízo vai ser grande para eles nas eleições." Então, provavelmente a gente vai ver na nos debates e no na campanha do ano que vem todo mundo falando de segurança pública como nunca antes foi falado, né? Com certeza. >> É, e o que que acontece? Eu entendo assim, eu não achei assim, eu acho que houve a virada de
chave como N colocou, Como o Caixa acho que colocou bem posicionado, mas eu acho que não foi uma coisa nova, eu acho que foi uma possibilidade de gritar. É isso. >> Eles ficaram puto porque ninguém suportava mais essa merda toda. E porque tudo que aconteceu lá e o que vem acontecendo hoje, que eles vem de noticiando e tornando como se fosse inédito. A gente que vive nessa nesse batido aí Já vê isso há muitos anos. >> É, não é novidade, né? Não, esse negócio de namorada matar, namorado matar namorado, essa [ __ ] é antigo.
>> Quantas vezes essa [ __ ] acontece? Meninas estuprada, essas coisas assim, >> chegar num chegar num barraco e fala: "Sai daqui porque tem outra família para morar". Isso, Vilel, toda vez que uma comunidade no Rio de Janeiro é tomada por outra facção e olha que isso acontece assim, >> é meio é meio guerra assim, per >> é o tempo todo, assim, por exemplo, há tem umas duas semanas a Carobinha foi tomada, que era uma área de milícia. Quando a facção entra, todo aquele cara, o simpatizante, o cara que olhava, a namoradinha, por exemplo, tem
uma namoradinha lá que um cara pegava lá da da ministra, pega, pronto, pega a Família dele, rua, rua. Eu já cheguei em comunidade que outra outra facção tinha tomado, eu já cheguei com 30 famílias na calçada, pô. >> E não tem, não tem com >> esperando a polícia, pô. Não tem para onde ir. assim hoje e e lá o seguinte, existe, por exemplo, tu a pessoa, tu mora na comunidade CV, houve um problema desse, o próprio bandido que sai dali, que perde a Comunidade e vai pra outra comunidade, lá os caras dão um barraco para
ele cair, dá um, entendeu? Abraça o cara, ele tem um então sempre tem essa parada. O quem se ferra mesmo é o simpatizante, pô. Aquele que fica lá na di assim, qual é? >> Acha que é amigão? >> Não. E fica para pegar moral na favela, pô. >> Ah, >> tu passou na favela, tu apertou a mão no Traficante, tu já vai falar mais alto com o teu vizinho, [ __ ] >> Entendi. >> Quando ele falar contigo, [ __ ] tu não falar, vai devagar que o Vila, conhece os cara, [ __ ] Esse
é, esse para mim é o que primeiro que devia rodar, porque esse é mais vagabundo do que o próprio vagabundo, que é o cara que é que nem eu falei um dia pro cara num debate que eu tive lá, eu falei: "Vocês fala, ah, que o traficante ele, eu não posso fazer Nada porque o traficante é meu primo". Eu falei, vocês são coniventes com ele. Tudo bem, que quer uma conivência, vamos dizer assim, eh, forçada, mas é conivente. Então, esse cara que o Batata tá falando para mim é um dos piores. É o cara que
é conivente e ainda fica querendo ganhar alguma coisa em cima disso daí. >> Castro, não. O problema se que quer é porque eu não sei como é que funciona as favelas daqui. Quando o cara faz reduto, E preste atenção, tá? Reduto é o cara, por exemplo, ali não entra mais ninguém, a não ser o que eles dizem, >> tá? >> É diferente daqui. >> É bem diferente diferente. É diferente. >> É, eu eu passei ali no Uber ali, eu olhei para dentro, o cara falou assim, o cara do Uber, né? O cara falou assim: "Cara,
isso aqui é uma comunidade >> Paraisópolis." >> Isso aí, >> Paraisópolis. >> E cara, pelo nome, eu falei, "Porra, Paraisópolis >> conhecia, né?" >> É, pelo nome, pô, é a maior >> novela teve até novela. >> Eu acho que é a maior, pô. Maior é maior, >> maior irmão. Não tem um radinho, não tem um >> Você não viu um fuzil ali, >> não tem uma barricada >> não. Barricada não tem, mas os caras estão meioado aí dentro. Mas eu entend, mas em em nível do que o rio, que é radinho, radinho, radinho mesmo. >>
É comunicação. É os caras que que ficam na na TV. >> Posso te falar uma parada? Totalment >> do jeito que tá ali, >> como a gente tá acostumado a entrar, irmão, quando a gente se ligado nó já tá no miólogo. >> É isso aí. É isso aí. >> Por quê? Porque lá quando você aparece com a viatura no outro bairro, >> o cara já tá dando aqui, ó. Aí você passou uma barca lá tá o lugar. Tá em direção aí. >> Tá em direção. Longe para burro. Mas é muita coisa, bicho. É por isso
que às vezes a gente fala assim, hoje a o hoje o Rio de Janeiro, o Rio de Janeiro é uma peça principal, porque todos os modos operantes que estão passando para outros estados, e Deus me livre, mas pode chegar aqui, porque aqui é uma facção muito forte. O PCC tá em 42 países. Isso aí já é é >> ele é um problema na Argentina, é um problema em Portugal Central. >> Paraguai. Paraguai >> grande. Portugal na Europa já >> é um problema, é um problema, é um problema de grande envergadura em Portugal já. E na
Argentina foi aonde impulsionou o presidente da Argentina aí Aos Estados Unidos. Fez com que o Trump reconhecesse o PCC como terrorista, tá? >> É isso aí. Pois é, >> dentro dos assentamentos deles. E é onde eu falo e e se repito, né? Se eles reconhece como terrorista, [ __ ] se essa merda nasceu aqui, é, >> eles vão daqui a pouco, daqui a pouco eles vão eles vão invadir essa [ __ ] >> Daqui a pouco eles vão invadir. Invadir. >> É, mas em todos os casos, qual é o grande problema, cara? Esse molde, esse
Modelo que é aqui é muito rentável, vende muita droga, o caramba quatro, mas não é nada comparado com o que os caras ganham lá. Por que eu posso explicar isso, irmão? Lá é gás de cozinha. >> Não, lá é território. Lá não é mais lá não é mais lá não é mais isso daí lá já é território, >> não é? É o que eu tô falando. Tentou >> aqui. Os caras até tentaram um tempo Atrás. O que acontece? O PCC ele >> não estão tentando >> não. Eles eles tentaram mais assim um tempo atrás eu
cheguei a derrubar, por exemplo, Central de Gatonete. >> Nós derrubamos algumas aqui >> ligada ao PCC. Existem alguns bairros, mas é tudo merrequinha. Os cara domina ainda >> p Mas se deixar os caras falam. >> Mas foi assim que exato. Não, eu concordo. É que aqui >> foi assim, [ __ ] Mas >> por que que aqui é mais difícil? Eu eu eu costumo dizer que aqui, por exemplo, diversas vezes já tentaram fazer o copiar o que é feito no Rio. Por exemplo, na Baixada Santista, que eu acredito que o criminoso lá, ele tem um
perfil muito mais parecido com o criminoso do Rio. O perfil dele é parecido e eles querem atuar no mesmo modo do operande. Mas o que acontece, diversas vezes nós deparamos com Barricada. Só vi isso aí na Baixada Santista, por exemplo, os cara colocar barricada lá tem, só que é a barricada mirim, tá ligado, mano? Os caras coloca um cesto de lixo na frente, coloca um tronco. Falei: "Mano, isso aí é menina. Aí vem da com a frente da viatura, pai empurra e vai embora. >> Vai embora. >> Mas >> só para comparar, ela não viu
como que é a barricada, >> não é? Tem, [ __ ] os cara, >> [ __ ] Agora lá, agora na última operação de hoje, por exemplo, e quando eles vê a operação, eles vê com os carros, tomba os carros, encapota o carro, taca fogo no carro e vira aquele aquela bola gigantesca de incêndio e e e você tem que apagar a [ __ ] do fogo para depois vir enrolar um um um corrente, um troço assim para tentar arrastar da frente. Para quê? Isso é para forçar a tropa a andar a pé para não
para não Conseguir entrar com blindado. Aí a tropa vai filtrando a pé. Só que você na defensiva, eu tenho ato emblemático que eu falo que se você me der um carregador, um 762 com 10 carregador na rua que eles ficam, não vai passar nem rato. >> É isso aí. >> Mas é verdade. Não sou eu, não. É você. É você. É qualquer polícia meu. Eu não disse eu. Qualquer polícia meu, porque ela é muito fácil você na defensiva Atrás de um bank. >> É sim. >> O cara subindo numa rua. >> [ __ ] quem
se mexe é você, [ __ ] Ele tá parado >> no can. >> E isso é 300 m. Ó lá. Tinha uma, tinha uma melhor, ô Homer, uma de vários carros pegando fogo lá no rio na vou pegar essa daí também para ilustrar aqui. >> Mas ó, que os cara fazem e coloca Concreta, >> não é? É, é trilho de trem. >> Trilho de trem >> com mais 2 m de chão adentro, [ __ ] >> Você quando tu bater com blindado alguma coisa, é, tu não enverga não, [ __ ] Tem que cortar. E
vem com maçarico, corta. Isso aí já figuraram vocês. >> Só que que que acontece, cara? O que que entristece N? [ __ ] eu respeito vocês para [ __ ] Eu tenho gente da rota que me liga oficial, [ __ ] eu gosto para [ __ ] Mas é que cada um, compadre, dentro do seu quadrado, >> sua realidade. >> Se eu, se se eu, se eu trabalhar com você aqui, Nantes, >> é uma realidade completamente diferente. >> Eu aqui, pelo teu tempo, pelas tuas histórias que eu vejo você contar, eu não vou pegar nada,
eu vou demorar. Porque você tem o modos operantes, você sabe o que que o cara faz, tu sabe onde o cara pula. Tu sabe o esquema. Só que que [ __ ] da internet é [ __ ] Vixe. O nego deitar os cabelo na [ __ ] do troço. Aí o cara vem contar parada da guerra que a gente vive, [ __ ] >> Aí não dá, né? >> O cara que eu vi o cara especialista, o cara falando polícias, essas [ __ ] O cara falando da troca de tiro dentro do mato. Não, porque
o polícia vem assim, irmão. Irmão, >> tá [ __ ] né, >> irmão? Aquilo quando tu bate frente um montão de matinho fininho assim, aquele é um capeteiro. Um fumaceiro do diabo. Um, meu irmão, naquela operação tinha mais de 18 polícia ferido, pô. >> Pois é. [ __ ] >> você sabe o que que aconteceu? Os polícias tava num local, as pedras era pequena. O polícia ia se abrigar. O cara contando, o polícia se abrigar, Ele não dá para enfiar o corpo todo, [ __ ] Ele tirava o tronco, as pernas ficaram por fora, eles
foram turbalhando nas pernas. Parece sacanagem, [ __ ] >> É [ __ ] Pois é. Só quem viveu. >> Não, mas é uma parada, irmão. Qualquer favela que eu botar aqui o qualquer favela daquela, qualquer rua daquela ali, meu irmão, que tu botar a cara, é cinco, seis fuzil cantando no teu lombo, [ __ ] E se você vi com uma operação com 600 homens, se você entrar em 20 entradas de tiro. 30 entrada 30 troca de tiro, parceiro. 4 horas da tarde aquela operação terminou. 4 horas da tarde o BOP ficou lá. Era 8
horas da noite, o que morreu 120. O pau comendo em alto nível, [ __ ] >> De novo. >> E não, de novo não. Não, não parou. >> Parou. Não parou. Foi contínuo, pô. >> Não parou. 120 que nego tá fazendo esse Negóciinho. Ah, morreu 120, cara. Morreu uma fagulha. 120 homem para fazer a segurança que ele mor >> comp >> ao que tem. >> É isso. >> Para se hoje hoje se contabiliza em torno de talvez 500, 600 homens de fuzil na mão, >> cara. >> Na mão, [ __ ] Eles pegaram 120. Aí
falou assim, ó, especialista, o BOP cercou todo o mato. >> É >> [ __ ] aquilo >> eu ouvi falando isso. >> Eu passava mal, Vilela. Virela. >> Quando você conhece a realidade, você escuta um bagulho desse, mano. Gato morto. Fala desgraçado. >> Nantes. É chão pra caçamba. >> Quantas pessoas precisavam para cercar? >> Não pode botar, podia botar uns 300 lá em cima, pô. 400 talvez não cercava. Por quê? Por que você dentro do mato, pô, vocês são policiais operandes, sabe de você dentro do mato, você não pode afastar 2, 3 m do cara
não, senão tu não enxerga o teu parceiro. >> Aí já vai, já pode correr um risco de um fogo amigo. >> Tu balear, [ __ ] porque começa a avançar, não dá para falar, [ __ ] >> não dá para ver a comunicação, não dá. >> E você começa a avançar, tu tem que estar olhando o colega, >> porque senão um avança mais do que o outro. Quando o pau começa a comer, irmão, tu não vê o último colega teu lá, não. [ __ ] cara, a as câmeras corporal é um fumaceiro do roman de
rica. Aquela [ __ ] >> não, mas porque aquela inclusive a câmera é um [ __ ] de uma covardia até com a gente que eu costumo dizer. Por quê? A Câmera você provavelmente você tem um iPhone, né? Se você liga ele num ambiente escuro não fica tudo claro. Coisa mais linda, né? A câmera é igual, você não tá enxergando o que a câmera tá enxergando, meu irmão. >> O olho não não compensa daquele [ __ ] Não, não compensa. [ __ ] eu >> não sabia dessa [ __ ] aí, não. Por isso que
eu falei com ele. Eu falei parece que tá de dia. >> Já fique sabendo. Já fique sabendo. >> Eu falei pro Castro, eu e o Castro nós somos a versão burra do Nant, entendeu? >> A versão chucra. A versão chucra. >> Cara, o cara sabia que tem uma a visão que >> melhora. >> Melhora. Eu eu não sabia que essa parada. Agora uma coisa eu tenho dizer, a câmera ela não carrega emoção. Carregaém. >> Tu viu agora a última agora que mostrar Do BOP lá? Puts, mano. >> Pegou o moleque no beco, irmão. Me ferraram
com aquele vídeo. O o no meu Instagram, o Estadão, acho que entrou lá contra mim lá. mesmo. >> É, [ __ ] travou meu Instagram, meu meu meu meu meu Instagram um tempão. Por uma mentira, irmão. Eu falei no beco porque a alegação que tinha no fantástico que no beco tinha o garoto vinha para comprar cachorro quente. Eu frei no beco não tem. A primeira discussão que houve lá no Globalis que a gente faz uma bancada assim >> e há uma discussão falar nisso. >> Um beijão pra galera lá do Grau lá do Grau Beniza,
ó. Vejão, galera, que que acontece? A discussão era o seguinte, se havia o beco ou não havia. >> Ah, tá. >> E no mapa não tinha beco. O puxou lá, pô, batata não tem beco. Falei, tem beco, porque eu Já entrei centena de vezes aí, [ __ ] >> Colocou no Google Maps, essas coisas. >> É, não, não parece. >> Mas quis ir lá ver, os caras não quiserem ir lá ver >> não. Aí >> o car não quiserem dar uma olhadinha no quiserem lá só para confirmar. >> Até o Google Maps tá jogando contra
você, cara. [ __ ] não tinha o beco. Mas tô falando, os cara que estão falando porque que os cara não lá vem lá, [ __ ] >> Tem um beco. Os caras não conseguiram chegar, não foram na festa. Eles chegaram antes, cara antes da festa porque o papo que tinha que o Bob chegou na [ __ ] da festa, tá cobalho em todo mundo. [ __ ] isso não existe polícia nenhuma. Nenhuma, mano. >> Isso daí é falácia, mano. Isso é falácia dos cara. >> Não existe essa [ __ ] em lugar nenhum. >>
Narrativa de pilantra. É >> ninguém não. A gente quer por is quantas Vezes tu evitar de atirar porque tu vê uma criança p isso é normal na [ __ ] do vi ela você não atira porque tem criança. >> Porque tu olha ou tu vê que vai por um barraco. >> Exatamente. Pô >> p mas isso é normal. >> Para de atirar quando vê criança. >> Para o [ __ ] Ele ele atira de propósito sabendo que a gente vai retrocar. A gente sempre a polícia Sempre tem a a o tiro responsável. Você vai atirar.
Eu tive uma situação aí há pouco tempo atrás. tava com a com a minha esposa na moto, né, e os caras vieram me roubar e eu fiz uma uma conversão rápida e eu tava com a arma aqui no peito. Eu saquei a arma e eu virei. Quando eu virei, minha mulher ainda tirou o corpo ainda, eu virei para tirar nos caras e os caras voltaram. Aí eu olhei e minha mulher falou: "Pô, pensei que você ia tirar." Falei: "Eu não atirei porque quando eles voltaram o farol tava fechado e tava cheio de carro parado." Tem
o efeito o disparo ali. Se eu acertasse o vagabundo, maravilha. E se eu acerto alguém que tá parado num no farol ali que não tem nada a ver? Então a gente tem essa responsabilidade. Você acha que o vagabundo vai ter esse tipo de responsabilidade? Não tem. Eles tem poder que acontece. Só que a quantidade de confronto, o ambiente é um bagulho Escroto também, tá? Deixa você na merda. Uma coisa é nós, você eu te dou um fuzil na mão aqui, você sair daqui e ganhar esse beco aqui, que você tem a certeza absoluta que ninguém
vai te dar um tiro na tua cara. É >> outra coisa é você ter certeza do confronto e o cara brota no beco, [ __ ] Porque se ele brotar de fuzil, tu no bec, tu não tem onde você brigar não, irmão. >> Pois é, irmão. É, é duelo, mang aqui, mano. É bundada na na é bundada na porta do de barraco de casa dos outros. Mete com as costas assim, olha, e br tu cai na sala do cara, o cara ainda vem, sai da minha casa que não tem mandato. Aí começa, aí começa e
tu tomando tiro para cara, tu vendo a morte. Aí o cara fala: "Pô, o policial truculento, eu te pergunto, tu tomando um balde de bala num beco, >> tu vai cair para onde? >> Tu empurra o primeiro aqui, ó. Ó, aqui, ó, ó. Buffet, tu entrou aqui, irmão. Aí o cara fala: "Sai do meu quintal, sai da minha casa. A vez tu cai dentro da sala do cara, >> cara. É, >> sai daqui. Porque cadê o teu mandato? Aí tu fala para ele assim: "Eu queria informar o senhor que o senhor não tem um mandato,
mas aí dentro das dos moldes do direito penal que você entenda que isso aqui é um estado de necessidade e Dentro do estado de necessidade eu estou amparado. [ __ ] isso não dá tempo. E a bala comendo. Tô explicando. >> E os colegas que tá lá fora e nego começa a gritar porque tu cai para um bagulho, tu some, tu cai para dentro do negócio e qual é, qual é qual é? Começa pela comunicação. Qual é, irmão? Tá legal aí? Tá legal, porque quando tu toma uma foguetada, >> é isso, >> os colegas já
olha logo para ver se você Foi baleado, [ __ ] >> Qual irmão? Pegou, pegou, não pegou? E aí dentro dessa brincadeira toda, me explica aonde vai aí você vai tracejando sabe o quê? O perfil do policial, [ __ ] Ninguém falava da polícia da Bahia. A gente conhecia da polícia da Bahia como no carnaval, né? Car no couro ali. Ali é bom. Eu ia trabalhar de graça ali, mano. De graça eu ia. >> Tem o nome da da >> Mas de irmão. >> Quando eu junto os polícia lá, mano. >> É os caras são
eficientes para >> não que eles andam no meio do povo assim e o mar vai abrindo assim. >> Parece parece tubarão andando no meio da sardira. Vai abrindo assim. >> Ali é bonito demais. Não >> pode ter a briga do demônio. Aqueles homens chega, irmão, é uma paz na hora, mas eles batem até até cadeirante. >> Na realidade, hoje os caras nem batem mais, porque eles vão passando e os caras não encosta não, por irmão. E os cara aqui, aqui ó, eles bate aqui para ceta, [ __ ] De madeira 1, aquela gente como polícia.
fica apaixonado. >> Não, eu eu mesmo eu mesmo sou apaixonado. Eu ia eu ia trabalhar na no carnaval da Bahia lá de graça. Você vai de graça? Foi de graça, cara. >> Porque tu tá acostumado de nego te desrespeitar, [ __ ] Aqui o cara vem te dar porrada. >> É >> agora o cara te dá porrada. Todo dia um cenário diferente, [ __ ] >> Tivemos essa semana, inclusive recentemente ocorrência aqui. [ __ ] >> as comunidades aqui, principalmente hoje tá uma moda da molecada de querer arrebatar o abordado, arrebatar o Ladrão. Tivemos >>
como assim arrebatar? Tira o polícia prender o cara e querer tomar junto com tacapé, dar paulada no polícia e tá acontecendo frequentemente aqui em São Paulo. Teve, tivemos um caso inclusive aqui na Paraisóp que os caras tomaram a arma do polícia e balearam ele pescoço. Cabo Santana Santana >> tomou um tiro aqui, >> não morreu porque Deus não quis ali. Ali foi porque Deus não quis. O cara colocou Na cabeça dele, tomou a arma dele, colocou na cabeça dele e deu o tiro. Passou na, passou no pescoço aqui, ó. Sabe porque o cara da tabe
que que é, mas agora tá tomando também. Teve uma ocorrência. Ah, teve uma lá. >> Eu parabenizei aquele polícia >> homenageou lá p o polícia que tava foi bater nas costas do >> que polícia [ __ ] >> Que que foi? Qual foi o essa ocorrência? >> Mesma situação, igual eu falei, tá Viralizando e tá virando moda aqui em São Paulo da molecada querer tomar o bandido dos polícios e vem pra porrada. enfim, da pedrada, paulada. Esses policiais foram firme, tava no meio de uma abordagem, os caras tentando tomar o abordado e aí o abordado
resistindo. Determinado momento, o polícia que tava abaixado, ele pau, mandou uma benzaço de de direita, o cara já caiu, apagou, >> aí ele tava algemando o cara >> nisso o parceiro dele de costa veio um moleque por trás e aí é fração de segundo, não dá muito, cara. Tá com a O gesto do cara foi >> para atacar a cabeça do polícia na nuca. O que tava agachado de imediato disparou. Irmão, >> esse cara morreu. >> Que que atitude do polícia ele ele contenda o cara aqui, mano. Ele contenda o cara no chão. Não p
>> desculpa, mas ele contenda o cara >> e olhando o colega, mano. >> Parceiro, >> tomando conta, cara. Não. >> E ele atirou no cara. [ __ ] meu irmão, eu parabenizei esse cara para caraca lá no tive oportunidade de reagir esse vídeo lá no no Gber. [ __ ] que atitude, meu irmão, do policial. A atitude centrada. Senão poderia ter morrido, né? Só efetuou um disparo. >> Um disparo só. >> Poderia ter dado 15. >> Poderia. deu um disparo tranquilo, se manteve tranquilo, atirou no cara e manteve o preso. >> Manteve. >> Foi tão
de repente que o disparo assustou o cara. O o polícia que que que tomou que que foi ser foi atacado pelas costas chegou a assustar o polícia que ele não tava esperando. [ __ ] >> mas bom aquele moleque também essa ali também segurando enquanto o parceiro Tava aqui, que é que é algo difícil. Infelizmente às vezes a gente vê >> recentemente vimos lá no no sul e não é criticando polícia. A gente até entende que o cara às vezes entra em choque, mas acabou, foi muito criticado da internet que o pessoal falou que ele
abandonou o parceiro, mas às vezes o cara trava, mano, no meio da turba e aí o parceiro na briga sozinho e o cara às vezes trava de um jeito que ele não consegue entrar. Você não tá falando aquela da rodoviária Não, né, mano? Pelo amor de Deus, >> pelo amor de Deus, irmão. Pelo amor de Deus, não vou bater, pelo amor de Deus. Não, não, pelo amor de Deus. Ele não abandonou o cara não. Explica. Ele ele ficou descosta por colega e fazendo a proteção porque tinha uma porrada de gente querendo >> não. Esse daí
tá falando do cara que atirou. >> O Gunan tá falando aqui é outro caso que vá. Ó Castro dá explica aí. Explica aí. Você tem que viver cara o [ __ ] Viver o [ __ ] Ó, >> tá eu e você. Eu e você som parceiro, certo? Você tá tracado com o cara ali, brigando com o cara e eu sou seu parceiro. Tô l pera aí que eu vou, pera aí que eu vou chamar, vou ver se eu arrumo alguém para te ajudar. Pera aí que meu irmão, meu irmão, meu irmão, na moral, eu
largava o cara que eu tava brigando e eu arrebentava a cara. Fal, você vai apanhar agora, velho. Você vai apanhar agora para você deixar lá ser homem, [ __ ] O segin meu parceiro, ó, tá aí você de parceiro. A gente, todos os meus parceiros, a gente combinava assim, velho. Se vai morrer, vai morrer os dois. E se correr, vai correr os dois. Isso é é meu. É, >> não é correr, é recuar para uma coisa. >> Agora, meu parceiro, meu parceiro não é meia volta e avança, né? É, dá meia volta e avança. A
gente não corre nunca. É, dá meia volta e avança. Mas aí é o seguinte, velho. Meu parceiro tá embolado com o cara, meu irmão, tá junto. >> Nós vamos se embucetar nós todo mundo ali, velho. >> Vai apanhar, vai apanhar os dois. Se bater, vai bater os dois. Tá entendendo? Agora esse caso você falou aí, pelo amor de Deus, >> mas Castrão, vamos lá. É que a gente tem que fazer uma análise mais. Minha Análise é voadora. Minha análise é voadora. >> Você quer arrebentar o cara? Só que é o seguinte, eu eu falo assim,
nós temos que fazer uma análise porque, por exemplo, vou falar, vou tirar um exemplo por São Paulo, >> tá? Eh, da, o perfil psicológico de admissão da época do Castro é um. A polícia depois de 97 ali pros anos 2000 mudou o perfil Psicológico de admissão. E a polícia de São Paulo, ela é uma polícia que as diretrizes dela são bem eh elas são bem aceitáveis por outras instituições militares de outros estados. Então, o que acontece? perfil psicológico hoje, que é o perfil desses louco aqui, que eu peguei um pouquinho também porque meu pai é
mais ou menos meio ter a mesma idade mais velho aqui sou eu. Velho, tem >> p meia idade 40, pô. 4, apesar que se eu falar quando eu entrar aqui entrei na PM aqui 87. >> Então eu tinha eu tinha tava acabando de sair das fraldas quando você entrou na polícia. >> Só que o que acontece? O perfil que era admitido, que é um perfil mais combativo, o perfil de guerreiro, perfil de não largar o parceiro, esse perfil durante muitos anos. Isso aí eu falo com Propriedade porque eu tenho vários amigos que participam da seleção
>> e muitas vezes os caras eram obrigados a dispensar pol eh a inscritos, candidatos que tinham esse perfil, porque não era o perfil que a a Polícia Militar queria. Então aí hoje quando passa uma molecada dessa, nós tivemos algumas alterações ex também, mas hoje quando consegue, quando você vê ser admitido um moleque que tem esse espírito que é o mesmo que a gente, que é o espírito de guerreiro, que eu Falo que é a rendição nossa, pode ser uma falha no sistema, mano. Foi uma falha no sistema de ter admitido que moleque. É absurdo, infelizmente.
Infelizmente, porque o sistema durante muitos anos não queria mais esse perfil louco que escruta a porta. >> Eu entendo, eu nunca fiz isso. Nunca fiz isso. Eu entendo falando porque é o seguinte, esse papo igual falou de arrebatar eh ladrão da mão de polícia, De partir para cima, no meu tempo isso daí eu vilia. Por quê? Por quê? Porque a gente quebrava todo mundo, entendeu? A gente quebrava todo mundo. O cara sabia assim, ó, eu vou partir para cima do polícia. Ele teria certeza absoluta que ele ia tomar um p no mínimo ele ia tomar
um ps 20 polícias >> mais ou menos. Todos os polícias que tinha ali, todo mundo ia bater nele. Mas aí o que que acontece? O que que acontece quando veio essa fase que o Nandes tá falando de de de mudou o perfil aí? O o o que a gente tá o prêmio que a gente tá ganhando é isso aí. Aí quando eu vejo uma situação dessa, cara, eu não consigo ver um vídeo. Se o cara mandar um vídeo para mim, ó, vê que esse polícia apanhando, eu não assisto. >> Eu não assisto por primeiro estraga
meu dia e segundo, cara, porque, mano, para mim inadmissível, cara. Inadmissível eu tá fardado, armado e apanhar. >> Mas aí aí é onde entra o meu o que eu tô Falando. >> Não é que eu tô defendendo o moleque, >> mas você tem que entender que muitas vezes o cara ele só queria prestar um concurso público, irmão. >> E aí ele >> tu presta pra [ __ ] do do do banco, cara. Banco do Brasil, por ele foi aprovado. E aí o que acontece? E aí muitas vezes na escola, no centro de formação, os caras
não falou que ele ia paraa guerra. Isso aí já, isso aí é Natural, irmão. Eu, por exemplo, eu fui bloqueado de dar aula em centro de formação, que os caras falavam que eu ia transformar os alunos em violência. Eu também, eu também somos dar aula centro de formação. >> E aí, infelizmente, >> e não vou generalizar, que eu não gosto de generalizar nada, que nada é exato na vida, mas assim, boa parte dos instrutores você vai ver, o cara não tem experiência, >> zero. >> O cara nunca foi pra rua. O cara que tava dando
aula lá no lugar que eu tava concorrendo para dar aula, esse cara nunca nem tinha trabalhado na rua, mano. >> Os caras que foram dar aula para mim, em 1987, todos estavam afastados da rua >> por resistência, por todos. >> Eles já começava batendo nos alunos, precisavam aprender não. A gente a gente apanhava na escola. É. E e assim, eu fiz seis meses de escola de soldado na minha Se meses. Eu nunca fui chamado pelo nome, >> era só demônio, do cão, Satanás. Lia porosa. Maldito. Maldito era só assim. Mas por quê? Aí é quando
tava de bom humor. E aí eu você vinha correndo, ô aluno maldito, vem aqui. Aí chegava lá e falava assim: "Eu não fui com a sua cara, paga 10". Aí o cara já pagava 10. Aí conclusão. Aí me colocaram para rastejar num córrego fedido. Aí eu um dia em casa pensando, Falei: "Para que se eu vou ser polícia, para que que eu tenho que rastejar nesse código?" É, >> mas depois eu fui entender porque quando você tá trocando na favela e tem um córrego para você não tomar tiro, você tem que pular. Decidi vi um
polícia da da até da Rocan. Não, o cara, o ladrão correu para dentro do córrega, ele falou assim: "Ai, olha que nojo correndo no córrego". Mentira. >> Juro por Deus. >> Pode procurar. >> Juro por Deus. Er, >> não, não, não, não. Essa aí é mentira. Juro por Deus. Aí metendo inteligência artificial no car. Que nem tinha essa [ __ ] >> Que nojo. >> Correu assim, ó. Olha, correndo no cóo. Que nojo, [ __ ] mano. >> É, nós já vai lá na outra sem bola com o cara no cor. >> Cara, eu vejo,
eu quer aqui é de verdade ou verdade? Eu tô arregaçando aqui, pô. Aí, conclusão. Aí eu fico vendo bagulhos daí. Tudo bem que eu sou dinossauro, cara. Eu sou dinos. Eu não quero que o, eu sempre falo, eu não quero que o polícia de hoje ele aja igual eu agia. Não tem como. Mas eu quero que ele saiba que o polícia já agiu assim. Nós com dois polícias num fusquinha, com pica-pau na cintura, a gente resolvia qualquer coisa, cara. O [ __ ] pau aquele 38 que que o cão era parece um pica-pau. >> É
fixo. A gente resolvia qualquer parada de sequestro. Discord você. Eu discordo de você que o polícia não tem que agir assim. Por causa disso. Nós viramos, nós fomos achincalhados. Exatamente. Sabe com eu vou dizer a você, aquele evento que o Lula fez, >> COP, >> a COP >> COP 30, >> como que pode os índios >> tem >> invadir um evento com tanta gente importante lá, >> autoridades do mundo, [ __ ] >> Podia ter dado lá, >> não foram muitas, né? Foram só 18 só. Meu irmão, poderia ter uma isso demonstra, irmão. Olha só,
assim, nós não estamos falando a respeito do movimento em si, do do que que era Aquilo, se foi legal, se foi vantajoso, se não foi, sem discussão. Que quase quase morre morre jujuba. >> [ __ ] continua, >> sem sem a discussão política a respeito do evento. Eu tô falando a respeito da segurança. >> A segurança, claro, >> cara. É um esculacho mundial, seja índio, seja [ __ ] seja o capeta que for, invadir um um um uma reunião >> de líderes mundiais. >> De líderes mundiais. [ __ ] aquilo ali é segurança da segurança
da segurança, irmão. >> Tinha que voar só pena de índio, velho. Ali, >> irmão, não vai passar daqui. Segurança boa, uma segurança >> pelotão do 01 [ __ ] Foi um pessoal da Bahia lá. >> Mano, passou a primeira etapa. Porrada. Tá com arma. Não, >> porrada, >> irmão. Olha só, não pode entrar. Ou ou ou ou ou. Não pode entrar. Boa. Segunda visto. >> Vamos entrar a força. Então, tu vai sair a força. Mete na porrada. >> G, gás é bom. É efeito moral. Não tem essa coisa >> não. Gastar essa [ __ ]
com índio. Desce o couro, mano. Não, porque se você vai trocar ideia, >> então. Mas se você vai trocar ideia com os caras, foi que o batata falou, você vai trocar ideia com os caras, eles se acham. Eles discutir, discutiu, fodeu. Perdeu. Tu perde, tu perde a ocorrência. Ó, o polícia só ganha a ocorrência, ele só mantém a ocorrência. Infelizmente é uma realidade. Tu chegou lá na ocorrência, o cara começou a discutir contigo, pô, como é que é meu chefe que não sei que lá e pá pá pá pá, começou a falar no teu mesmo
ele pode Colocar aí. >> Você parou, começou a conversar com ele intelectualmente. Não, meu amigo, sabe o que que acontece? Nós efetuamos a pressão. Não tem que prender ninguém. Daqui a pouco ele tá pegando a tua fada, pegando a mão do cara. Aí ele faz, aí ele faz uma dança já, já deu, já um estalo aqui, ó. Quando estou aqui já, já >> ele faz uma dança, começa a chover. E aí, >> [ __ ] >> [ __ ] Aí, a >> vai apoar na chuva. >> Vai apoiar na chuva, >> apoiar na chuva, >>
irmão. Aí o cara tem os países de primeiro mundo que serve de exemplo pra gente. >> Se fosse lá fora que acontecesse isso que acontecer. >> É, o cara me chamou. Não, não. Não, não. Não, p. Eu falei caral. É isso aí. >> Aí a gente que coleto. >> A gente que trocou coleto. >> É láão. >> Não, lá no só gritar assim, ó. F. Sai de baixo, tira o batado. Descarrega a pistola e troca o carregador. >> Troca o carregador e descarrega de novo. >> É lá é pouca ideia. Tem essa, né? [ __
] >> Ô, mas o que o Batata falou? O que o Batata falou é, eu sempre digo isso daí, antigamente o povo chamava a gente pr pra ocorrência, tava aquela zica, aquela Des a gente chegava com a viatura, a gente já chegava movido pelo ódio, né, meu? Porque chamaram a gente, a gente, [ __ ] para chegar lá e aí a gente já descia, >> aí a mulher falava assim: "Não, >> não, a gente já descia da viatura". Falava assim, >> mas os caras estavam armado ou não? Eles estavam com arco e flecha ou não
tava nada por >> era fácil? Então era fácil segurar os cara. Mas mesmo se tivesse com arco e flecha dá invoca eles com arco e flecha, [ __ ] Invoca >> a tua função como segurança é impedir que eles entrem. >> Exatamente. Eles e qualquer um, né? >> Tu bota o segurança aqui. Aí o segurança. [ __ ] eu escutei o cara falar isso, cara. Eu quase rolei na mesa assim num Podcast. O cara falou assim, ó: "Eu giro certo porque senão". >> Quem que falou? >> Ai, senhor não mandou tomar no >> Eu não
podia, tava no ar assim. Eu falei assim, o cara falou assim, eles agiram certo porque aí eles protegeram a integridade moral. Ele agiu corretamente. Aí o cara falou assim: "Aqueles caras da segurança estavam sendo, ó, eles estavam sendo orientados. >> Ah, é >> porque aí eles protegeram. Olha onde o cara vai para para >> para mijar, >> para não dizer que o cara é merda. Olha só, eles eles protegeram a integridade moral do segurança. [ __ ] o segurança que fura a segurança, a integridade moral dele é uma bosta. É um merda. Acabou, parceiro. Tu
é bundão, Irmão. Eu tô na segurança. Tu me coloca lá, batata. Tu vai ficar aqui, irmão. Passou ali, eu tô morto. Pode ir lá no portão, pô, compadre. O cara chegou aqui, tá morto. Pode ir lá. Pode ir lá que tá >> batata foi baleado, tomou na bola e já caiu e perdeu, pô. Perdeu. >> Mas o que eu tô, o que você tá falando? O que você tá falando? Como eu tava falando, quando a gente chegava na ocorrência, tava aquela, aquele tumulto Generalizado, a gente chegava com uma viatura, dois polícia, a gente descia e
falava assim: "O que que tá acontecendo nessa [ __ ] aqui, [ __ ] Quem que chamou burro isso aqui?" Aí você escutava os cara falava assim, ó. Aí, tá vendo? Vou me subir aí, cara. Aí, tá vendo quem foi onde chamou? Quem foi? Quem foi onde chamou? Só coisa, >> o meu, o meu relógio aqui, ele ele coloca ambiente e barulhento. Quando ele só toca quando eu tô embalada, quando tá Rolando som alto. Ele 10, ele nunca acionou no meio do podcast. Ele tá falando os níveis de atingiram, >> mas também [ __ ]
vai batalha. Ele ap ele apareceu uma frase que nunca apareceu e tá escrito assim hoje tá [ __ ] >> O relógio falou: "Eu vou me desligar aqui". >> Então, mano, aí a chega mesmo aqui em São Paulo, cara. Se você chegar lá, assim na ocorrência, fala assim: "Boa Tarde, tudo bem? Quem chamou a polícia militar?" Pô, os car falar já era, vai, já era, velho. Já era. Na, ó, eu quando eu entrei na polícia 2001, a gente na maré, se tu garrar um cara na maré, pegar um cara preso, um traficante, um vapor, um
gerente, o cara, se tu não der um gogó nele aqui, ó, botar a pistola na cabeça e os colegas v de fuzil nos cantos e tu vim arrastando e tirar da favela, eles te tomam preso, [ __ ] >> cara. Ele vai chegando perto. E qual é? Vai atirar, mano. Vai atirar que não sei que lá. Qual é? Basta arma, rapaz. Que que não se na atitude vai chegando perto de você >> aí já era, >> cara. Idêntico. Em São Paulo não tinha isso. É o que o CO tá falando. >> Não tinha. >> Pois
é. >> Não tinha isso. O Rio de Janeiro já faz essa [ __ ] há muito tempo. Por quê? Por quê? Aqui eu sabe o que que eu sinto, irmão? Eu vim de lá para cá, até o oxigênio é diferente aqui, mano. É diferente, [ __ ] irmão, do Eu tava perto da comunidade. Tu ficar p Eu, [ __ ] de cintura quebrada com a pistola assim para ficar fácil o saque. Eu não sei qual é, [ __ ] >> É >> carregador no bolso. >> Carregador no bolso lá. Se tu parar de Pistola na
cintura num lugar assim, já começa as motinha zip. >> Sério? Passando >> daqui a pouco lá do outro lado da favela. Já sai pouco, compadre. Tem um tem um cano armado lá na esquina. >> O cara já manda assim. >> Tá maluco, [ __ ] Tá maluco. Então, mas ó, a a as coisas acontecem assim, igual você fez uma pergunta. >> Quer colocar o vídeo aí? >> É, coloca o vídeo depois eu vou falar isso. >> Coloca o vídeo aí pro O áudio vai tá pro pessoal lá. A gente não vai escutar. >> É, ó,
dá uma olhada, ó. >> É do cara que >> ó lá, ó lá, ó. Ó, ó, ó, ó. Tá vendo, ó? Ó, vê se o polícia caiu lá dentro. Caiu. Você >> você é louco. Du >> não. Ele tá falando, ó. Que nojo. Pode, pode ver. Vou atrás dele. Não, >> não foi, cara. Ó. Não foi, não foi atrás. Tô falando para você. Ele foi tentar dar volta para ver se ele pega o cara do outro lado. >> Policial no Nutella. >> Não, esse não é nem Nutella. Esse deve ter alguma alguma fase acima do
Nutella. >> A culpa não é do cara. >> Quem >> eu falo? Não é dele, do polícia. A culpa é de não ter metido ele no córrego também, no treinamento. >> Então a culpa aí >> hoje em dia os car os caras tava colocando até aqui. >> Treinamento não é assim. Habilidade é feito de de colxonete. Os car esveram >> foi colxonete rastej se machucar. >> Eu fui um dia, eu fui um dia na aula de tiro, cheguei na aula de tiro, os caras tava pondo joelheira. >> Aí eu falei, >> vocês estão pondo joelheira
para quê? Cutuveleira. Falei: "Mas você estão pondo para qu não que a gente vai dar tiro quando a gente dá tiro de fuzil. Aí tu quer pior? Calma aí, cara. Eu nunca falei isso. Eu nunca falei podcast nenhum. Essa é a maior novidade do [ __ ] Essa daqui é para rasgar o verbo. Essa daqui, [ __ ] [ __ ] eu tenho uma vergonha. Olha que eu fiquei sabendo. Eu tô com a cara rachada até o pulmão. Presta atenção. >> Só umas coisas. O cara falou: "Pegar leptospirose e graça é [ __ ] >>
CM Não, não, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Eu não sei se é das antigas. A gente brincava, eu bebi água do do que corria na guia. >> Eu baleiei o cara. Eu balei, eu tenho um vídeo, eu baleiei o cara, fui lá, pulei lá dentro do valão, um valão desse aí, amarrei o cara pela cintura, tiramos o cara de dentro do valão, filmaram, eu postei essa [ __ ] Uma vez Eu eu fiz um poste, botei isso lá no gr lá, depois [ __ ] soubesse que tinha pegado a imagem. >> Agora
olha que inédito, eu fui fuzileiro naval, >> pô. >> Eu fui fuzileiro naval 5 anos. Um beijo e um abraço para minha tropa. Que [ __ ] meu irmão. Tropa braba, tida como braba, [ __ ] O fuzileiro naval tido como ralado. É a tropa de elite da marinha, [ __ ] Meu irmão, rusticidade, [ __ ] Na guerra é justicidade. Você entra num confronto tu tá na guerra, tu tá com fome, tu tá com sede, tu tá cansado, tá suado. Teu sapato que tá te machucando, que tu caga para aquela [ __ ] é
rusticidade, >> irmão. Agora criaram lá o mãe da semana. >> É o quê? O que que >> mãe da semana? Não, per, pera aí, pera aí, >> calma aí, mano. A mãe da semana que aí uma dasã uma da uma mãe dos alunos que estão passando no curso de fusião naval passa lá no curso vigiando o o >> filho, >> os filhos, vigiando o curso todo >> para ver se vai haver algum desvio, algum excesso de >> Ah, vai tomando. >> Eu também achei. >> Não, você tá >> Eu também achei que era mentira. Eu
Falei pro car pra minha mãe, ela falou assim: "Eu vouar o [ __ ] >> Se eu for lá, eu vou dar o pão você. Minha minha mãe". Fala assim: >> "Minha mãe levava leva levava a baiana para man". Honestamente, cara, eu fiquei apavorado com isso. Eu achei que era mentira. Eu falei assim: "Porra, essa [ __ ] é fake, é fake", cara. Aí eu fui perguntar aos amigos lá que a gente, pô, tem o quadro de comanf lá do do >> pô e os amigos confirmaram, cara. É de verdade. >> Acabou então, mano. >>
Não, isso aí é para acabar lá levar o guarda-chuva. Isso é uma técnica de enfraquecimento das tropas, mano. É para acabar com o guerreiro. Isso aí é >> é uma técnica de enfraquecimento das tropas, pô. >> Nós já temos essa de cair a bunda do quadril cai no a geração atual hoje ela já é mais fácil frouas armadas. Não, não, mas a geração atual ela já é mais fraca por >> Só tá falando aqui no chat. FR, >> eu tive eu tive a experiência desde cas meus a molecada que é são meus primos, mas meus
tios tem quase mesma idade, então eles me chamam de tio, né? Meus tios, idade próximo a minha. Aí a molecadinha ali dos 16, 17 anos, um dia eu tava indo para um curso tranquilo lá de curso de rota, né? na aula inaugural, como eu sou cursado também, sou um dos Instrutores, tava indo lá dar as boas-vindas pros novos tentantes. >> E aí eu lembro que eu tava saindo e eu falei bem por cima pra molecada, tava jantando antes de começa meia-noite a aula. >> É tranquilo, tranquilo. >> Essa inaugural baixa a porrada, bate >> agora.
E aí nós tava e aí eu lembro que eu tava jantando com a molecada em casa e aí eles me perguntaram: "Tá indo fazer o qu tal". Eu expliquei bem por cima que A gente não gosta de contar detalhes, né? Ah, >> mas eu expliquei bem por cima, falei: "Não, eles passam por um treinamento 30 e poucos dias, tal, um treinamento intenso, às vezes um dia o outro vai ficar com fome e tal". E fui explicando por cima que que era um curso de ralo. Os moleques olharam para mim, os três e olharam para mim
e falaram assim: "Mas para que isso?" E tava começando a guerra do, eu lembro da da Rússia contra A Ucrânia, tá ligado? Eu falei, deixa eu te falar, a gente treina o homem e deixa ele preparado. Ele tem que passar por todo o sofrimento que pudesse e porque no dia que tiver uma situação verdadeira, uma situação real, uma missão real, ele vai suportar essa missão. >> E para defender homens igual você que acha que é desnecessário, que não tá preparado. >> E é isso, cara. E para na cabeça da Molecada hoje em dia não entra
esse tipo de de treinamento. Então o que que vocês o o >> quem que mudou? >> Não, não. O a pessoa que decide entrar hoje, fazer concurso e seguir a carreira de policial, qual é o perfil? Vocês têm você tem ideia? Primeiro que hoje o cara que tem esse perfil de guerreiro que existe, a molecada que tava aí nessa ocorrência que nós falamos, é perfil de guerreiro, >> é de lealdade, é de de parceiro, é a rendição nossa esses moleques, falei até isso para eles, >> mas esses molequ >> minoria, >> minoria porque a falha
do sistema. O sistema não detectou que eles tinham esse espírito, >> senão barravam, >> que senão tinha barrado. >> Qual que é a maioria? >> A maioria hoje, infelizmente, é o Moleque mais de um perfil para prestar um concurso, um moleque mais da paz. E aí quando eu falo que não é culpa do cara não correr atrás do não correr atrás do bandido, não é culpa dele, é culpa da seleção, do trein de quem treinou. Porque é o seguinte, meu irmão, alguém precisou falar para você que você tem que correr atrás de um cara daquele
lá, Batata. >> Tá doido. >> Precisava falar para você, Castro, o Instinto de guerreiro, o instinto de guerreiro nosso que tá dentro, que é o que eu falei que o outro dia perguntaram no podcast, eu falei assim: "Qual que é a maior semelhança entre os policiais da rota e do BOP?" Eu falei, cara, é o é o instinto, é o espírito do guerreiro, é ver o cara dando tiro em você e você ir para cima. Isso tá dentro do ser humano, é natural dele, não é algo que você treina. E esse e aí é onde
eu eu costumo dizer, cara, essa molecada não tem e não É culpa deles. Por isso que eu não critico. Tem uns até que são esforçados que tenta, >> mas infelizmente os que são selecionados. Mas ó, quando você falou no no meu, quando eu entrei em 1987, a gente chegava para trabalhar, a gente colocava sempre um recruta e um antigo. Aí ele falava pro antigo: "Segura esse recruta, [ __ ] Segura ele aí, segura ele aí que esse moleque ele vai dar novidade". Ele é [ __ ] louca. Hoje em Dia é o contrário. Coloca um
recruta antigo, fala assim: "Me empurra essa desgraça para trabalhar". Empurra ele aí. É, vê se faz ele trabalhar, porque isso daí já quer arrumar um lugar para ele se encostar. Hoje em dia os caras já entra querendo se encostar, [ __ ] Então, quer dizer, meu, tem que mudar isso daí, cara. A, eh, tudo bem, os tempos mudaram tudo, mas a guerra tá aí, meu irmão, a guerra tá aí. E o vagabundo, ele é covarde. O vagabundo Ele tá vendo que a polícia tá fraca. Que eu sempre disse, polícia fraca, crime forte. >> E já
era, irmão. Mas mas aí é é aí que a sociedade, ó, ó, ó. Sabe por a sociedade brigava muito com a gente, porque a gente era truculento, que a gente era monstro. Eu fui responder muito, eu fui muito esculachado pro motor, rapaz. [ __ ] quando chegava lá por causa de auto resistência, por causa de tiro, esculaçado para [ __ ] irmão. Porque lá No Rio de Janeiro, qualquer recruta lá tem um um um um barro de resistência, [ __ ] Se tu assinar três altin de resistência por por ano, o cara trabalhou 10 anos
é 30, [ __ ] >> É isso aí. >> Se o cara trabalhar 30 anos, 90. Ele assinou o quê? Nada. Taca ele aí e noite subindo m papum papumum papumum papum. É tiro para [ __ ] [ __ ] >> Não tem ideia. >> Agora é a boca. É igual a mulher, bicho. É a mesma coisa. A mulher antigamente o homem era bruto. É um monstro. Fizeram até aquela novela para esculachar o cara, né? Porque cala a boca que eu vou te usar que não sei o que lá. Não tinha aquela novela? É, vou
te usar. Então, e aquilo ali era paraa para escolachar o cara que era truculento, brigando, né? Aí ela >> eles ficaram tudo moça. Aí viraram uma Porrada de moça. Agora, parceiro, agora elas tão é >> ol se entregand mulher tão [ __ ] >> Eu ainda eu ainda falou >> agora. Olha a sociedade que elas arrumaram. Olha o que que eles arrumaram aí, ó. Agora só tem como quê? É uma mimizada do [ __ ] Agora elas quer que enfoca soco na costela. Essa [ __ ] aí, rapaz. >> É, mas é verdade, [ __
] É verdade. >> É igual a polícia, bicho. A que que a Sociedade quer? Quer que tu suba, morra agora e mata 200, [ __ ] Mas antes era assim, ó. Polícia aqui oprime os outros, não pode atirar, bate nos outros. Aí o polícia se encolheu. E quem vai quem? >> Primeiro a polícia se fodeu, né? O polícia foi preso, polícia foi mandado embora. >> Que que eles fizeram? >> Aí os caras começaram tirar o pé. >> Os caras falaram para >> aí os mais saidin que não parava. Eles ia lá e >> pau é
isso >> 10 anos. Paraá, >> já falei paraó. >> Ó lá, ó. >> Aí o cara aí ó, vou te usar hoje. >> É isso aí. Era momento >> aí era aí. Vou falar para você aí firmeza. Ô Romero, ô Romer, quando você vai transar que você fala pra sua mulher? E aí, amor? Bora. Bora brincar, bora brincar um pouquinho. >> É isso aí. >> Já viu corrida de homem pelado ou não? >> Chega mais cedo em casa que você vai ver. >> Elas são doid para reviver esse cara agora, parceiro. >> Não, você não
viu a a o a mulher do Kaká largou ele porque ele era muito bonzinho. >> Ah, é? >> Ela falou isso. >> Ela falou isso, cara. falou: "Ele é muito perfeito. >> Agora, agora perí, pera aí, pera aí, pera aí. >> Agora virou o programa da Márcia G de família. Conta aí, conta aí. >> Corroborando com batata de família. >> Corroborando com batata. Hoje em dia minha mulher chega, meu, eu a minha mulher não tem problema. >> Minha mulher não tem problema. Minha mulher não tem problema. >> Os problemas dela eu resolvo. >> Achei que
tem que ser. >> É, cara. Então, mas hoje em dia não é assim. Hoje em dia o cara com a mulher. Ah, eu tô com Se vira, né, meu? Vaiá ver. Vê que você pode fazer. >> Sabe trocar um fusível? >> Não sabe trocar o fusível. O cara não sabe trocar um gás dentro de casa. Queimou uma lâmpada. O cara não sabe trocar. Não sabe trocar uma resistência de chuveiro. O cara não sabe fazer [ __ ] Nenhuma, [ __ ] Aí para que que desgraça? Para que desgraça de uma mulher que é um homem
desse, [ __ ] >> Não é a mulher, é o cara em cima da cadeira e a mulher tentando matar o rato. A barata >> é [ __ ] >> Essa [ __ ] de neto rola. Eu fico olhando, eu passo mal, meu irmão. >> Barato, eu mato com a mão. Passo assim, lava a mão. Já era, velho. Não lava Porque a mulher não vai nem quer pegar na minha mão. A mulher não quer pegar na minha mão depois, pô. Mar de barato. >> Não, gente, você tá falando que você é bruto, acho que nem
a mão você lava depois. Não, >> uma vez eu tava num num bico lá, pegaram um ratinho, as meninas pegou um rato daqueles camundonguinho, aí colocaram num saco transparente, grandão, ficaram, nossa, olha que bonitinho, bonitinho. Aí eu cheguei, né, falei que tá Acontecendo? Ela falou: "Ah, que nós pegamos que bonitinho foi chover pá na parede, ficou tudo vermelho." Ela falou: "Seu animal, falei: "Porra de rato, mano, você tão cultuando o rato aí agora, [ __ ] >> Chamar, chamar ele aqui. Apareceu aqui uma, tem umas baratas aqui, né? Para matar. >> Não é pá com
a mão, pô. Agora o que tá acontecendo é isso daí que você falou, meu. Hoje em dia o homem aí cara falou, >> os cara falou lambe a mão e a mão e >> já era, [ __ ] >> Aí o que que acontece? É a polícia é o reflexo da sociedade. >> É isso aí, >> a polícia é o reflexo. Então, se os homens estão desse jeito que você tá falando, a polícia não vai ser diferente, irmão. Só que é o seguinte, >> você entendeu a referência, é um reflexo da sociedade. Agora você tem
que entender o seguinte, então eh tem que Aceitar quando eu, pô, que sou um cara do século passado, chegar e falar alguma coisa, eu fico, meu, tem coisa que não dá para para aceitar, cara. Igual eu vejo, tô tô andando na rua, eu vejo tá calor, beleza, tá calor, aí eu vejo um cara passar com a viatura com vidro fechado, no ar condicionado ligado. Meu irmão, isso daí >> é de doer, né? >> Me corrói, cara. Isso não, isso daí acaba comigo, cara. O certo é tá tá aberto para escutar. >> A gente a gente
a gente não observar, você precisava tirar, não tem. >> A gente não fechava o vidro nem chuva. Só se a chuva fosse torrencial. A gente fechava o vidro até chegar no ponto de estacionamento para e fica parado lá. Mas não existe isso daí. Aí hoje em dia para mim é viatura. Não, não, não. Para mim é viatura, velho. Não é outra pegada. É polícia, [ __ ] Para mim é viatura. Não tinha temp. Vai >> no Rio 40º como é que faz ar condicionado? >> E aí? E aí, velho? >> Não, mas fecha lá para
tu ver aqui, ó. >> Você fecha o bico, batata? >> Fecha aqui para tu ver. Tira o bico de lado de fora. >> Então é o fuzil pendurado de cabeça pro lado de fora. Aqui, ó. Aqui, ó. >> Já pateando. >> E ó. E ó. >> Qual a diferença de de viatura para hoje E pra época de vocês? Não é que eu ia falar agora, hoje em dia os caras tão andando bem melhor. Que >> que vocês pegavam? >> Não, não. Antigamente era Fusca, pô. Trabalhei quando quando entrei na P Fusca, Verano. Não, pô. Trabalhei
com Fusca, pô. Veraneio. Aí depois quando eu entrei era Fusca e Veraneio. Aí chegou os Opalas. Peguei Gel. Gurgel. Negócio era de de fibra. >> Fibra, cara. Não, e você não sabe. O Gurgel você, ele é uma caixa, >> aí você entra dentro da caixa, né? >> Caixa de plástico, né? >> De plástico. Aí o motor, o motor fica dentro da viatura. Mas não é dentro da viatura. Todos o motor fica dentro da viatura, mas ele ficava junto ali. >> Esquentava, >> esquentava e o barulho do [ __ ] Você não escutava o rádio, >>
mas era realidade. >> Não, ele abri a porta. Você abrir a Porta, ele tem um limitador da porta. Só que como é fibra, >> estoura. Aí você abria a porta, a porta fazia assim, ó. Pá, colaba lá na frente do do Aí você aí você tinha que descer para bordar. Para você descer bordar você tinha que fazer assim, ó, para descer para bordar. Desculpa aí. Começava rindo, né? >> É. Aí aí aí os caras hoje em dia tá aí, ó. Aí, ó. Eu eu não peguei dessa cor. Eu não peguei dessa cor. Peg branco. Põe
Gurgel. Põe gordel. >> Vermelho e preto. [ __ ] P >> preto e branco. Só a p >> é >> na polícia civil. Essa aí que você viu? Essa tá em vermelho. Essa preta vermelha. Meu moto >> que carro aquele lá de trás é um é um corcel. ter tirado essas cores aí. >> A a minha meu maior trauma não ter trabalhado nesse tempo aí, ó. Nesse tempo aí eu vou falar para você. 80. Isso >> não é 70 >> não. Não, pô. 80 chegou, chegou 80 de 70 a 80. >> É de 70 a
80. Mas ó, meu, aí quando eu entrei 87 já era cinza e branco, né, meu? Mas eu peguei, não peguei esse Fusca aí, eu peguei já o Fafá, né, que era aquele aquele que tem a lanterna mais grande. Por que que é Fafá? Explica aí. É por que que é fafá? Porque a lanterna grande. Belém. Parecia os peitão daquela daquela inútil da faf. >> A gente não vou cancelado hoje. Ô, ô, não tem mais, né? >> Não tem mais, né? Teste de fogo hoje. >> É, hoje é o teste de fogo. >> Hoje é o
teste de fogo. >> Mas e hoje como que são vi as viaturas que que carro que é? Hoje >> tem uns carrões aí, né? >> Corolla Crossa. >> Cara, e pior que outro dia eu >> Mas mexe o motor também? Não, outro outro dia eu lembro que quando os caras entregaram pra gente as >> as Hilux, cara, 2000 eux >> 2010 2011 aí lembro chorar vai chorar pareí você dá um soco. Eu não tô zoando, você quebra no soco. Não parece o potinho de nós tombamos uma vez uma dessa daí tombamos ela. Entrou numa curva,
ela tombou, ficou de lado assim, ó. Eu e o Polícia, a polícia saiu na volta, aí pegamos em cima assim, eu e ele. Vá, destombamos, vamos embora. Parece um poque de sorvete, não parece, cara. Ó lá, depois dessa a Land Rover, você sabe quem que Rover, os cara trouxeram a Land Rover pro Brasil, colocaram na viatura da PM de São Paulo. >> Mas qual carro você lembra? Qual que era? >> Ah, era Defender, >> tá? A >> em 95, mas tá 95, 96. Trouxeram essa viatura para cá. >> An, funcionava essa >> meu irmão. Os
caras conseguiram moer o câmbio que os caras falavam que era inquebrável. Não conseguindo capotar o carro que tanque de guerra um tanque de guerra. >> O cara consegue consegue >> os caras não quiseram vender mais para PM de São Paulo. Tava [ __ ] o nome da Marca. >> Não, você não sabe quando chegou o jogo de Rome Paulo não aí não, mano. >> A gente tá acostumado lá na Inglaterra os cara os car tomando chá >> tomando chá e pá pilotando aqui. Op disponibilizou os Opala. Quando a PM comprou os Opala? >> Ah, eu
lembro da época do Opal. >> Opala. Eu peguei o Opala. Pegou. Foi depois do Fusca. Foi depois do Fusca. Palão. >> Aí eu peguei o palão. Aí quando >> não não era, era comodoro. Era qu cilindro. Aí quando tinha gasolina que às vezes acabava Santana também. >> Santana. >> Aí a a PM despizou. Aí nós fero rver. L de rover aí. >> Ah, das antigaça. >> Pô, essa aguenta tudo. Vocês conseguiam todas. >> Cara, isso é para rallyir. Os cara, >> os caras conseguiram capotar, [ __ ] Isso aí conseguiram acabar com >> não. A
a quando a BM comprou >> parou de vender, falou: "Não vendemos mais para vocês". comprou Opala. Aí a nós fomos fazer teste na Interlagos com eles, né? Fazer curso em Interlagos. Aí a GM disponibilizou uns seis cilindro pra gente rodar lá dentro, né? Para ver a diferença ali de motor. O polícia deu 85 capotada com ele. Opala >> no na Interlagos com Opala. Aí a PM foi Lá e devolveu pra GM em cima de um guincho só o caco. >> Era o teste. >> Era o teste. Aí aí ó. Aí fal assim aí. Aí ter
uma miniatura com esse aí quando chegava na quebrada na para bordar o bar. >> Nossa, >> seis cilindros. Não, não era seis não, era quatro. Era quatro, mas era álcool. Andava que nem o demônio. Só álcool. >> Quando a gente parava assim com isso daí Que abria a porta, >> os caras xingava, corgava. >> Não existia isso. >> A nossa lá, a nossa lá, a nossa lá, o temor lá era as verio. Verio né falava. A verio era o [ __ ] >> A verio aqui venderam tem umas de lei as pessoas acha umas viraneio
aí. E tem uma bala desse e tem uma veran. >> Uma veran. >> Quando você abre, quando você abre forma ainda vou deixar ele. >> Quando você abre assim o porta-mala hoje, se você abrir hoje ainda sai espírito lá de dentro ainda. Rio. Sai não saiu tudo >> aí. Não, essa daí é C20, >> não é? Anterior. Tem uma dessa. >> É veraneio. >> Veraneio. Sabe qual que é, né? >> Que que acontece? Eu não sei como é que assim zona verano. É C10, é C20, C10. C10. >> Porque a polícia a polícia azul e
branca. Os caras estão falando >> não. Azul e branca não. [ __ ] é a polícia de São Paulo, ela sempre foi muito mais assim mais robusta no sentido assim de de condição do que a do Rio. >> Foi. Sei. >> E de armamento também. É porque que que não de armamento, o uso do armamento aqui não tinha mais armamento por por falta de necessidade no sentido. >> A gente usava mais fuzil, todo mundo Mais carregador, essas coisas. >> Não, lá quando que ano que vocês começaram a usar, andar de fuzil lá no Rio? >>
Eu desde que eu nasci lá. >> Então, pronto. Aqui fuzil não. Fuzil aqui é coisa de de que Ô, não, fuzil aqui é coisa de quê? 15 anos para cá, né? >> 15 anos para cá que começou é 15 anos para cá. Um dos caras que foi pioneiro porque Assim aqui a rota ela é meio que um laboratório para civá. Isso é icônico, hein? Ó lá. >> Não, essa daí é da civil. >> Essa aí é da polícia civil. >> Mas é esse modelo aí. Esse modelo modelo >> eu lembro com umas com uma umas
rachadinas do lado aí. A mano, >> o pneu dela é da é dessa finura aqui, ó. A pergunta se capotava. >> Não capotava nunca. >> Não, não. Peixe de bola, né? Isso aí era O diabo, bicho. Satanás de asa. Isso aí era. Aí era quando vi >> era a única viatura que você entrava na curva assim de lado assim, ó. E você já via seu parceiro aqui, ó. >> Tava atrás. O que tava atrás? Não, o que tava atrás. >> Você via ele aqui do seu lado. É cara, aí aí era viatura, meu irmão. >>
É mesmo. A os pneus de trás quia queria cortar os da frente. Temp, >> mas andava, não parava. E detalhe, não Tinha direção hidráulica, não tinha vidro elétrico, não tinha ar condicionado, não tinha [ __ ] nenhuma. As rodas era tudo de fervacionava. >> Na realidade tudo é tudo é uma uma lenda, né? >> Porque os caras andava com os vidros aberto e aí virou o costume, né? >> Baix para fora. >> Mas dizem que andava com vidro aberto porque não fechava. [ __ ] aquela máquina >> não funcionava. Funcionava. Não, >> quando eu falei
da robustez, eu não sei como é que era aqui, como é que funcionava o sistema de viatura. Em governos anteriores, a gente escutava que aqui tinha um sistema diferente do nosso lá. O nosso lar, irmão, sempre foi [ __ ] tá? Agora tá melhorando um pouco. Vai, foi melhorando, foi melhorando, foi melhorando. Vieram algumas umas viaturas Muito nova, inclusive algumas veio até desses desses eventos que tiveram lá no Rio, veio com umas umas umas viaturas novas e e isso ajudou muito, entendeu? Mas, cara, a viatura rendia, o cara não desligava nem a viatura, [ __
] O cara não desligava, funcionava 24 horas. >> O cara para saía a guarnição, saía a outra entrava e 24 horas. [ __ ] >> às vezes, às vezes ela não tava pegando mais. >> Sim. >> Aí já não desligava mesmo para não empurrar. E bom, bom, bom, bom, bom. Abastecia com ela ligada. E bom, bom, bom. Então eu não sei como era aqui, porque como eu tô falando para vocês, é mesma coisa, a mesma coisa >> pode botar o que quiser. >> O zopalão não tinha gasolina para Abastecer. O car viveu isso aí. Não
cara acelerada era 1 L, né? >> Mas tinha época que não tinha recurso para abastecer as viaturas. >> Não tinha não tinha viatura. Aí o cara falava matéria empurrando a polícia procurar ali marchar. Matéria antiga. Os polícia empurrando viatura. >> A viatura ficava encostada. Os caras estão pedindo para você contar sua primeira ocorrência com gol quadrado. >> [ __ ] merda. >> Golzinho quadrado. >> É, eu eu na >> duas portas, né? Porque não tinha quatro, né? Duas portinhas só. >> Só duas portas. É, >> é por causa que eu eu conto o seguinte, quando
eu entrei na polícia, eu a gente eles pensam o seguinte, cara, eu tenho uma raiva do cara que fala que o negócio tem que ser dom. Eu acho que a gente, você pode ser tudo Aquilo que você se propõe a fazer. Também acho. >> Vai lá, estuda, treina. >> Porque se a gente se acreditar, eu eu acredito num Deus que faz todos nós semelhantes um ao outro, porque se ele dividir por dom, parceiro, e Roberto Carlos, para mim, ele me sacaneou para caraca, entendeu? Assim, entendeu? O cara faz lá lá lá lá lá lá 10
milhões, [ __ ] E eu morro >> todo final de ano descongelo nele, né? [ __ ] e você tá entendendo? Então, na minha concepção, cara, quer ser can >> é? >> Então, na minha concepção pelamento busca. >> É, então na minha concepção eu acho o quê? Eu acho que, [ __ ] eu acho que todos nós somos iguais. Então, fala assim: "Pô, e aí batata? [ __ ] tu troca tiro, caramba qu tal". Irmão, eu sou honesto, parceiro. Minha troca de tiro, eu [ __ ] eu era fuzileiro naval, 5 anos De fuziliro naval,
>> tá? Fui trabalhar no DPO da Vila do João, meu primeiro serviço lá, eu com fuzil pendurado no pescoço naquele favelão lá na maré. Só que eu era fuzileiro naval e eu achava que eu sabia tudo de guerra, [ __ ] Porque a impressão que você tem quando você é militar que você tá preparado, irmão, Não tem nada a ver. A realidade do fictício, parceiro, lá o tira de feixinho, o estilhaço é confete. [ __ ] isso, >> [ __ ] quando o cara acende um fuzil na tua direção, o bagulho é diferente. Mas eu
não sabia. Tô lá e eu doido para ir pra favela, coroaia fuzil na bal. Eu era, [ __ ] atirava bem de fa e o caramba quatro. Tô lá no DPO assim irritado e tal, o dia tudo. [ __ ] eu Cheguei para trabalhar no DPO. Eu cheguei para trabalhar no DPO e já cheguei assim. O cara falou assim: "Os cara, e os cara de camiseta de chinelo Nantes? Os cara de camiseta e de chinelo. Fala aí, polícia." E eu arrumadinho, tudo esticadinho assim, ó. camisa por dentro, tal, tudo apertadinho, doido, [ __ ] doido
para trabalhar. Eu queria tocar tiro, eu queria tocar tiro. E os cara, mano, [ __ ] fala aí, guerreiro, que que tu Quer? Aí eu falei, pô, vamos embora, não, a gente vai trabalhar não falou assim, mais tarde, agora a boca tá fraca, fica tranquilo, relaxa, vai comer alguma coisa aí, mais tarde a gente vai dar uma volta. Eu, [ __ ] quero trabalhar. Eu quero trabalhar, [ __ ] Ah, eu quero trocar tiro, mano. Queria ver o bagulho acontecer. >> Aí ele falou assim: "Tu gosta de que arma, polícia?" >> Aí eu falei: "Pô,
eu gosto do fal, né? Fuzilero naval". Aí ele falou: "Vai lá dentro do cachorro, tinha um cachote de madeira, tinha mais 100 de tinha uns 50 carregador, 1000 munição que ficava um cunhete lá dentro lá. A gente ficava encurralado toda hora. Aí aquele monte de munição, eu peguei o fa, eu dei uma limpeza nele. Poderia passar a língua nele, para ser >> [ __ ] picou um aço. >> Pendurei no pescoço. >> Aí o antigo vou me dar essa arma que é Minha. >> Não, não. Já fiz muito isso daí. >> Tranquilo. >> Já fiz
muito. >> Aí ele, eu limpei aquela arma toda, pendurei no meu pescoço e fiquei para lá e para cá. E eles Calma aí, parceiro. Ô, polícia, vamos comer um negócio aí, pô. Relaxa, a gente vai dar uma volta mais tarde, [ __ ] Daqui a pouco os caras Bota as parad, fica calma aí. E eu, [ __ ] vamos trabalhar, meu irmão, eu quero, eu quero pá e tal. E eu fiquei em frente o DPO assim, dentro da favela, irmão. Não é aqui igual assim, pô. O que eu tô te falando? >> Eu sei, meu
irmão, >> irmão. Lá é uma hostilidade do [ __ ] Três vezes, cara. Irmão, >> falar para você, o clima é pesado. >> Os car te olhando, os cara passa de moto, ficou te olhando de cara feio, Irmão. >> É isso aí, pô. >> Se tu tu fazer uma língua para ele de tá já desata o DPO, irmão. Ataca com 30, 40 homens dilo. Os cara quer me convidar para ir no podcast lá no Rio aqui. >> Ô carro, ô CV, tu vai dá para ir a gente leva, pô. Ninguém, vocês não foram me buscar?
Vocês não foram me buscar? Ah, que eu também tava perdido, pão. Aí >> não, você é louco. >> [ __ ] essa aí chegou de tarde, ele se arrumaram, mano. >> Se arrumaram, fiquei louco. >> Aí falou: "Agora vai". >> Falei: "Porra, agora vai, né, mano?" Ele de porta sabe dirigir, mano. Sei, pô. Tu topa é tudo, né, parceiro? Lógico. >> Claro que eu sei. >> Aí falou: "Pula naquele no gol ali". Aí eu pulei no golzinho, dei um toque nele, né? Pá, a gente chamava gol bostinha. Eles entraram, já peguei o fuzil, botei aqui,
ó. Aí ele, tu vai dirigir com essa [ __ ] toda aí, fuzil? Falei, pô, >> uma volante. Agora >> falei, vou que aqui eu pego aqui, ó. na [ __ ] Pô, fica tranquilo, deixa comigo. >> Deixa comigo. Aí ele, beleza. Aí no meio da da vila do João ali, ele falou assim: "Pega Brasil ali, porra". Falei: "Que isso, irmão? A favela é para Cá". Ele: "Pega Brasil ali, polícia, tão mandando tu pegar Brasil?" Eu falei: "Porra, já fiquei puto para car, mas eu não entendia". [ __ ] eu burro para [ __ ]
Porque se pega para dentro, tu não passa da divisa. Porque ali é o seguinte, vira do João, vira do Pinheiro, conjunto esperança, é um bagulhão grandão, parceiro. O negócio é salgadaço. Aí ele falou assim: "Pega Para Brasil". Aí eu peguei um. Aí ele falou assim: "Amela". Mas aí eu já fui, já fui comendo água, brabo demais. Falei: "Porra, eu queria para dentro, chefe. Vamos trabalhar, [ __ ] Vem aqui pra pista, pô. A favela lá. Ele cala a boca, polícia. Pega aí, ó. Acelera essa [ __ ] aí. Um mais. Hum. Ai. Aí ele entra
na direita. Eu entrei na C4. É no meio da do da vila do Pinheiro, mano. O moleque com a K47 no meio da rua. >> Aquela [ __ ] aparecia dentro de mim. Eu abri a porta, caí no chão assim, blo os caras desceram a viatura, ganharam pelo canto e bom bumbaram pelo canto aqui, foram embora e eu olhava assim, tenta levantar, tenta levantar. >> Babão tava babão. Meu, meu fuzil caiu assim, ó. E eu fiquei assim assim, ó. >> E a alma tava onde, >> [ __ ] Parecia que era dentro de mim. Aí
eu fiquei assim, a os polícias, eu Olhei assim, sabe? Vem olhando assim de lado. Aí eu vi os caras correndo no canto assim, sabe? Indo assim tocando, empurrando o cara na bala. Pumba pum buum. Aí eles olharam para trás, falou, falou: "Ô polícia aí eu, aí ele falou: "Tá pegado". Eu falei [ __ ] acho que não, porque a gente eles falam que tiro não sente, né, cara? Aí eu falei, [ __ ] eu acho que não. Falei, ele pega o teu fuzil aqui E o capeta mesmo, os caras empurrando ele na bala, ele vai,
ele vai recuando, mas ele às vezes fica de longe lá, dá uma boladinha p não pega mais porque ele já tá fora de ângulo. Mas tu que não tá viciado no tiro, aquela [ __ ] te te arrebenta, irmão. O tiro de fuzil parece que é dentro de você, irmão. Diferente. >> O bagulho é ensurdecedor. Tu sente o cheiro da pólvora, [ __ ] >> É diferente demais. >> Fuzil é [ __ ] Fuzil é covardia. >> Irmão, é um esculacho, [ __ ] É por isso que eu reclamo, meu irmão, com muito custo. Levantei
dali, irmão. Eu saí correndo na direção da calçada, p, colei os pulmão no muro e os eu olhando os cara, mano, olhando eles voltaram. E aí, polícia? Gostou? Eu >> vamos voltar pra base >> aqui, ó. me limpar >> aí ele. E tem uma coisa, Tu olha os polícia nada sem um sem nada no peito, sem [ __ ] nenhuma, sem nada, mano. >> Nada. >> Até você tá tomando tiro de fus. >> Depois eu de um tempo, meu sangue ficou fininho também. Eu falei: "Cara, como é que esses cara faz?" Aí os caras, tu
vai abrigando, vai aprendendo, vai olhando. Por isso que o cara tem que aprender, senão morre. >> É isso. >> Vai aprendendo. Mas eu não me envergonho de falar que aí eu chegou, eu vou converso com os caras. E aí, foi a primeira vez? Não, minha primeira vez eu era já era [ __ ] >> Quando o cara começa com essa ideia, você já >> não entendo. É, o cara começou com essa ideia. Não entendo >> não. E outra, aquele cara que fala que troca tiro, fala assim, eu ficava Mirando no olho do cara. Mentira, cara.
Troca tiro para você parar do cara tirar de você. A sua intenção da troca de tiro é fazer com o cara que o cara tá tirando em você. Para de tirar isso, man. Fif. >> O ponta, >> que que é o ponta? >> É o cara que vai na frente. Na frente. O que que bate na frente? Primeiro, 90% da troca de tiro à noite que tu quase enxerga o teu oponente, >> vai pelo son. >> Tu não vê, é uma bola de fogo, você é um linguão do [ __ ] Aí quando tu bate
de frente assim, por exemplo, em favela, por exemplo, complexo do alemão, serrinha, essa de operação hoje, Salgueiro, o cara chega a dar tiro quase em outro morro em você. >> O quê? >> É, é assim, ó. Parece tu tá na em outro mundo do universo. Esquece, tem nada a Ver que você acha de >> E aqui é plano, né? Mais plano, né? >> Não, aqui se o cara ficarado é um pouco parecido, >> irmão. Se o cara ficar encurralado ali naquela comunidade que eu vi ali, >> se ele sair correndo ali com medo, ele cai
de peito lá na principal, [ __ ] Lá tem tem rua igual aqui de cará, tem quase 11 km de de distensão, [ __ ] Quê >> é humanamente impossível, [ __ ] tu ficar de baixa, levanta e bum bum bum, Trocando tiro, [ __ ] Tu acha que o BOP é considerado a maior tropa, melhor tropa do mundo? >> Do mundo? >> Por quê? Porque eles prende velho fumando maconha. Não é? Não é porque os caras comem um pau violento, irmão, >> no ambiente de guerra, né, >> irmão? >> De guerrilha. Qualquer, pô, eu
comando um gate lá, Cara. Irmão, qualquer polícia, meu, não sou eu que sou brabo, não. Sabe qual a diferença minha do Nantes, do Castro pra tropa, para resto da tropa, seja de São Paulo, seja, Não é que não tem nego brabo mais brabo que a gente, não. É que eles não sabem falar no podcast. Só isso >> aí. Exatamente. >> É só isso. Tem caras tão bom quanto eu ou melhor. >> Examente. É que nós temos essa oportunidade de tá aqui. Mas [ __ ] mano, tem cara que eu vou falar, tem cara que é
infinitamente melhor, cara. Então não é não é nem não é nem é que tem cara que ele não quer vir contar, não quer não quer falar >> falar não sente à vontade. Bom, >> cara bom para [ __ ] irmão. >> É isso, >> irmão. Eu eu eu tinha falado no teu Podcast lá, eu falei no no no pô no Crow, cara. O Cru é mais antigo do que eu. Voltou pro B, ele é caveira. Ele é o diabo, cara, meu irmão. Só que o Crot bota ele para falar aquele, ele não fala gungum não.
>> Eu trabalhei com um cara assim que eu só entendia 10% do que ele fala. >> O reclamava, né, que ele não >> é, eu só entendia 10%. Ele falava comigo lá lá no no B Crow, lá na rota nós tem o Nobel. Aí, >> não. Você é louco. >> Ô, irmão, eu tive oportunidade, eu falo pro Croo que eu tive a oportunidade de operar com cara, >> cara brabo. >> Não, gelo na veia, [ __ ] Gelo na veia. O cara, você sabe o que que é o o vermelho? Tá o bagulho, tá, o
mundo se acabando, um capeteiro desgraçado, um monte de tiro e a pressão dele 12x8, parceiro. Ele eu vejo >> fala contigo. E aí meu amigo ele noble. Olha só. >> Ó o noble. >> Eu vejo, eu vejo esse cara aí. >> Você é bravo. Você é bravo até no bom dia, né? >> Dá, mano. Bom dia. >> Encontrei ele lá. Encontrei ele ele ontem lá. É, você tá, você tá falando um cara, eu tô lembrando de um sargento que tem naquele filme, é [ __ ] como é que É? Não sei o que em perigo.
>> Falcão negro em perigo. Falcão negro em perigo. Tem um sargento que ele vai, ele vai apoiar os caras, ele vai tá com os blindado. Aí ele vai apoiar os cara, a bala comendo plá plá plá para ele. Pega esse cara, coloca ali, ô, levanta, vai pra viatura, entra naquela viatura ali e os tiros comendo, batendo na viatura blindado e ele assim de boa. Calmo, é que nem esse cara aí, mano. >> Então, Caio, deixa eu te explicar isso aí. Lá eu eu tive um polícia até que tava falando, brincando comigo nesse sentido. O que
que acontece? Isso aí eu não tô falando porque eu tô aqui no podcast, não. Tá aí meus os meus comandados aí, o grande Brand tá lá, o Gajo tá trabalhando ontem e o pessoal tá aí. O que a gente fala aqui, isso aqui não tem como você ficar ser invencionista, porque quando a gente fala, fala nomes De colegas. Outra, você vira a esquina, você vira lá dentro do quartel, se os caras olham aonde não se cria o mentiroso, é na PM. Não se cria, porque se você contar uma ocorrência aqui, se você contar uma ocorrência
aqui que você não participou, daqui a pouco os caras já trocam o telefone. Onde foi essa ocorrência aí? M baguncinha. E eu tô na ativa, tá? M baguncinha. >> E eu tô na ativa pior ainda. >> Sim, >> eu tô nativa. >> É, >> pior ainda. >> Mas o que que acontece? O cara que é comandante de gate lá, Voltim, tu tá numa ocorrência complicada. É ocorrência com morto, é ocorrência que tem troca de tiro, ocorrência com problemas. E você como comandante da parada, Tu tem que manter a tranquilidade, mano. Que se tu não manter
a tranquilidade, meu irmão, ferrou. Ó, o meu comandante de gastar o sargento Cunha, já veio a falecer também. É a diferença da nossa polícia, cara. [ __ ] é [ __ ] >> Que eu canto se falar um amigo tal que infelizmente já faleceu. >> Eu pego, eu pego, eu pego assim, eu pego uma foto de, de da minha guarnição De, de 15 homens, tem três dois trabalhando, três trabalhando, entendeu? É, todo mundo da minha guarção foi baleado. Todo mundo. Tu chega lá num grupo de polícia lá no Rio com 10 homens assim, sete. Eu
fiz isso. Eu fiz essa pesquisa. Quatro, cinco, seis, às vezes até sete já foram baleados de alguma forma, seja no braço, >> sim. >> Na perna, às vezes alguns mais graves, outros mais superficial, assim. Sem contar estilhaço. Estilhaço a gente não conta como baleado. Não entra na conta não. >> A gente não conta como baleado. Estilhaço. Você é bobe >> estilhaço é é >> chilhaço. Já tomei de granado, [ __ ] Chapisco de granada. Isso aí, isso, isso aí é besteira lá. Besteira. >> Besteirinha. Besteirinha. >> Isso não se conta. Se contar lá é igual
o cara. É igual o cara que contar ocorrência que pegou o cara de oitão. Não, isso não se conta essa [ __ ] não se fala. Tu guarda para você. Vai conta. vai faz te zoando, [ __ ] >> É, exatamente, >> irmão. Nós passamos por coisas que olha como é que são as coisas. Como é que você pode, como é que você pode se equiparar uma [ __ ] dessa do policial, Ser baleado, ser sofrer estilhaço de tiro, não contar como baleado, não conta nem estatística, >> não >> é você acostumar, >> não ser
ferido, mas não é baleado. >> É você acostumar você viver num mundo, né, cara, que é tanta desgraça que as desgraças, cara. Escuta essa Cunha. A gente estava na roquete pico, a rapaziada sempre me Assiste. Lembra da Roquete aí, Rocha? Lembra aí o Cunha. Aí tava a gente estava numa situação muito ruim, sabe? Muito vagabundo para [ __ ] Eles sabem disso aí. Lá tinha um tem um tem um tinha um beco lá que eles botaram uma ponto 30 e eles estavam contando com a Mad pra gente >> e vocês estava sabendo já que tava
para para empurrar. Não, os caras fizemos um cerco e aonde por onde eles veem ficaram cer meio que cercados. >> Uhum. >> E o Cunha foi aquele sargentão assim, mano, o bagulho tá doido. E o Cunha assim, não, tranquilo. Nós vamos, vai dar para sair >> a bala comendo. >> A gente vai sair por aqui. Ô Cunha, tem 50 vagabundo ali, [ __ ] Cunha, não vai dar pra gente sair que é um [ __ ] rapaz. Você [ __ ] e vai empurrando. Você é frouxo essas [ __ ] A gente vai p E
a gente acreditava De verdade funcionava porque ele faleceu. >> Por isso que tem vários baleados lá, pô, >> irmão. Não, não é, meu irmão. Os cara acreditar. >> Não, não, não, não. Mas Castro, se não for assim, tu não vai mesmo não. Morrido todo mundo. >> Tu não vai não, parceiro. >> É verdade. Eu sei de >> lá não vai. >> Não vai. Não tem essa [ __ ] não. Lá você tem que acreditar que tu vai sobreviver porque >> senão você não sai de lá. >> Senão você não entra nem com 2000, >> nem
com 3.000, nem com 4.000. A operação de 2500 homens lá, tu viu não? O som, o barulho >> é. >> Tá pensando que não sobrevo? O cara falou assim, por que que não botou o helicóptero em cima? Bota [ __ ] >> bota aqui, bota, >> bota. >> Ó lá, o piloto tá tentando recuperar hoje lá. >> Bota por bota lá, >> bota lá. Tu acha que eles não dão de ponto 30, ponto 50 e o diabo quatro. >> Bota, [ __ ] a realidade é outra, [ __ ] Eu sei disso, [ __ ]
>> E aí a gente vê na televisão, [ __ ] >> Aí o o o Cunha dessa, ele meteu mão no telefone assim, ó, um sapatinho assim. A Mulher dele era evangélica, eu não sei nem se ela já faleceu, tal, mas a mãe dele é evangélica. Ele fez falou: "Alô, amor". Dá uma morada pra gente aí que hoje tá >> hoje tá meio >> hoje tá salgado e desligou meu irmão. >> E você e você ouvi isso daí >> no geral geral já aqui, mano. Porque tava todo mundo no silêncio que tinha vagabunda Aqui, vagabunda
ali, vagabunda ali, vagabunda ali. Tava geral no silêncio, mano. Quando essa [ __ ] vazou, [ __ ] dentro do no do no lugar já já ficou insustentável. [ __ ] mas vai morrer por mãe da [ __ ] da insustentável. E a gente achando que ele tava com tudo no controle, que ele sempre mantha tudo no controle, irmão. Ele sempre chegava para você num troço Que você falava assim: "Meu irmão, não vai dar para sair". Ele falou: "Claro". Ele falava assim, ó: "Claro que dá. Tu vira a esquina aqui, mete bala ali, mete bala
ali, >> já calculava tudo, >> irmão. E dava certo essa merda. >> Não. E pior que ele tá falando isso daí. Pior que isso é meio normal lá no Rio, que eu ten, eu tenho um vídeo que eu adoro o cara do Rio de Janeiro, que o cara tá dentro do caveirão e ele tá Tirando. Aí ele pau, pau, pau, pau, pau. O cara correu ali, ol pau pau, pau, pau, pau dentro do caveirão. Aí ele, o cara falou: "Dá mais um carregador". Aí o car, calma aí. Vai, vai rapidinho. Aí o car não sei
o quê. Fou. Vai, vai que tá gostosinho. Vai que tá gostosinho aí. E meu normal isso daí lá, [ __ ] >> O polícia deu uma desesperada assim, meu irmão. O Rocha deu uma desesperada que quatro, [ __ ] [ __ ] Então, para você o Cunha rédia da situação. Fica quieto, [ __ ] Fica quieto, meu irmão. Fica quieto. Deu porrada no ele. E ele dava porrada na gente. >> Porrada na gente, meu irmão. Fica na moral, [ __ ] Pravo, fica na moral, [ __ ] Fica tranquilo, [ __ ] Porque o bagulho
pirava, gente, endoidava. >> Tem como não, né? >> Endoidava. Aí você aí é onde eu falo, como que tu pega um especialista de segurança pública e o cara vai discutir >> a minha condição, [ __ ] Não dá, mano. >> Discute. É igual eu chegar aqui. [ __ ] o Nandes é um cara que trabalha, que trabalhou na rota, que é hoje a polícia mais respeitada de São Paulo, inclusive por mim. Ele conhece o sistema do patrulhamento. Caramba. com a pô, é leviano para [ __ ] eu achar que eu tenha capacidade de discutir as
condições de trabalho dele, [ __ ] porque eu é fatídico. Eu vou errar, Eu vou errar, irmão. Mas eu nunca vi tanto especialista na polícia do Rio de Janeiro, mano. Meu >> irmão. E eu e aí eu fal grilo, >> quando você fala isso aí, reforça uma tese que eu tenho. falou, eh, os teóricos jamais serão melhores que os práticos. Jamais vão superar os práticos, meu irmão. >> É só o exemplo vivo. Você tem que tá lá, pisar no chão, entender, pisar no terreno. É o que você falou, sentiu o Cheiro da pólvora, senti o
estrond falar, [ __ ] mano, é agora que eu morro ou eu vivo? ou é ou eu vou paraa guerra e enfrento e saio vivo dessa [ __ ] ou senão, meu irmão, aqui eu tô [ __ ] E tudo isso aí, se o ser humano não tiver um preparo psicológico, não tiver essa experiência, não dá para ele comentar, >> porque é muito fácil o cara sentar, que aí é onde eu entro, volto lá naquele Assunto da covardia das câmeras, >> [ __ ] O cara pega uma [ __ ] de uma câmera, pega o
vídeo da sua ocorrência que você tava lá tomando tiro, que você tava lá no calor, aí o cara pega, fatia, 60 frames por segundo, né, mano? 60 fps as câmeras 4K. Aí o cara pega, amplia do tamanho dessa parede aqui a imagem, pá, e fraciona cada segundo e 60 fotos. Aí ele fica olhando foto por foto. Não, mas nesse momento você não viu batata? [ __ ] mano. Você errou aqui nesse Momento. Você não viu isso, cara. >> Olha o que aconteceu em Nova Iguaçu. >> O policial, dois policiais de moto chegaram para efetuar uma
abordagem. Efetuaram a abordagem do de dois cidadães. Tem que falar cidadão agora. Agora a gente a gente tem que afiar o plantão, senão derruba o programa. >> Aí nos dois dos dois cidadães, né? >> Os dois cidadães. Aí pegou, eles efetuaram abordagem. Um colega ficou com um aqui abordando, o outro no relance, Ele de cima da moto, que o pessoal da moto é [ __ ] Eles abordam de cima da moto, os caras são p, eles matam a moto, eles matam a moto. O cara tá me mostrando, ele mata a moto assim, a moto vai,
vai, vai, vai parando assim, ele já com a arma aqui, parceiro, >> eles são [ __ ] mano. Lá no Rio também os cara, os cara, os caras, os caras são bom. Os caras são moleques são aí o moleque em cima da moto aqui, ó, ele ele sentado na moto segurando c já rendeu o Cara aqui. O cara peitou a a abordagem, foi levando na na mandiola. Não, meu irmão, que não sei o que. Ele foi andando nessa direção aqui, ó. O ângulo, ó. >> Uhum. nessa direção e ele virado para cá, olha o que
aconteceu. Ele virado para cá, o cara andando nesse ângulo aqui, ó, ele de repente efetuou um disparo aqui, ó. Plau, o cara caiu. Foram lá, o cara tava com Uma pistola. Presta atenção. Na mesma hora a tua rede de televisão grande, eu não posso nem falar, tá? Falou assim, ó. É claramente execução. >> É idiota. O cara isso. >> Louco. Escuta, mano. >> Claramente, >> claramente execução. Por quê? A câmera do polícia não pegava nada. >> Sim, >> porque o o polícia tá aqui, ó, de frente aqui, ele atirou nesse ângulo aqui, ó. Peguei o
vídeo, eu postei isso no meu canal lá. Quem quiser me seguir lá vai lá procurar lá, tá lá. Mas vamos lá. Eu peguei esse vídeo, levei pro pro para pro para um um colega que mexe com computador, porque eu sou burro que de pai, mãe nessa merda. Não, eu sou analfabite mesmo, de verdade. >> Alfabe. >> Analfabite é >> não, eu sou ruim, pô. Sou ruim. Tu viu que eu cheguei aqui, eu pedi a menina Que trabalha com você para pedir o porque eu não tenho aplicativo dessa [ __ ] Não tenho, >> eu acho.
>> E o cara ficou esperando lá na frente, falou: "Por que que tu não falou que era você?" Eu falei: "Pô, eu não sei quem é você." >> É simples, né, meu? >> Aí ele falou: "Mas aqui tava Fabi, porra". Falei assim: "Meu irmão, eu não Sei também queem é você também. Você você não sabe quem sou eu? Não sei quem é você. Empatado, >> porra". Então, mas vamos lá. Aí >> eu peguei, coloquei passo a passo, consegui ver no passo a passo, igual o Nant tá falando, o cara sacando a pistola, pô. O cara
saca a pistola, o polícia atira com em cima da moto assim, ó. O polícia atira com uma mão só. Pegou o cara, o cara caiu, a pistola caiu acima da Cabeça dele. Mostra certinho o vídeo. Esse cara foi embora para casa com todas as redes de televisão chamando esse cara de assassino. Esse polícia tá >> covardia dos cara, >> irmão. A gente que é polícia sabe uma rede de TV, parceiro, te chama de assassino. Tu vai pra casa com 20 anos de cana assim >> é fácil >> aqui psicologicamente, irmão, psicologicamente tu vai morto virado.
E ainda que tinha nessa nessa circunstância ainda a câmera ajudou, né, irmão? >> Não, a minha que pegou sua. Então, mas >> a câmera que pegou, eu peguei a filmagem do poste >> do do de outro de de um de um de um mercado. >> Ó, mas deixa eu falar uma coisa para Você aí, o que que acontece? Eu sempre digo isso daí, a PM não tem o o ouvidor. O ouvidor para que que ele serve? Para mim [ __ ] nenhuma, né? Mas beleza, colocaram o cara lá, ele vai ouvir a sociedade e vai
levar o problema da sociedade para tentar resolver, né? Que é sempre contra os polícia. Na PM tinha que ter o falador. Que que é o falador? >> Ouvidor e o falador. >> E o falador. O que que é o falador? Nesse caso aí, nesse caso aí eu eu me Identificaria como falador. Nesse caso aí a emissora não foi, não acusou o policial de assassino, [ __ ] Que que aconteceu depois com a emissora? >> Nada. >> Aí onde tá o X da questão. A PM, que que ela deveria fazer? Você não acusou o meu policial
de assassino, então agora o a a PM vai para cima. É isso que eu falo para você, Batata. Por isso que as as emissoras de TV fazem o que querem com a PM, que a PM não dá um um retorno. Entendeu? Se pega essa emissora aí e põe no rabo dela e processa e pega o dinheiro e põe no bolso do polícia, fala que polícia é seu. Não, eu sei que é surreal. Eu sei que é surreal, mas tem que fazer, [ __ ] Tem que fazer, meu. Sabe o que você >> aí? Aí a
emissora vai pensar duas vezes na próxima vez. >> Você sabe o que que você tá falando hoje aqui? Sabe por quê? Porque eu sou reformado. >> Não, eu não sou [ __ ] sou da ativa. >> Então, mas então, mas se eu tô aqui hoje, porque os caras da ativa tá do Rio de Janeiro tá de boa, porque aqui toma pau, viu? >> Sabe por que que nós estamos falando? >> Hã? >> Existe uma coisa chamada populismo, força populacional. Hoje há um entendimento, logicamente da minha tropa, meu comandante, Nosso secretário, que realmente o que nós
estamos fazendo, nós estamos trazendo a população mais próxima da gente. É uma verdade. >> E traz >> por entende que >> eu eu o último vídeo que eu eu postei dentro da comunidade comunidade que nós não tínhamos antes de falar, né? Eu nunca imaginei a população me cumprimentando, Castro. >> Eu vi você em cima de um carro da P, os Cara te cumprimentando. Eu visto. >> Eu nunca vi isso. Eu nunca vi isso. Eu fui ver, eu tinha, fui ter oportunidade de ver isso com 25 anos de polícia, pô. >> Tem uma mudança, né? >>
Mudou, Virela. Como mudou vê as crianças fazendo continência para você, pô. Mas só que, mas só que a mídia não mudou, [ __ ] Então tem que dar pau em cima dos cara, [ __ ] >> Mas daí a mídia ainda tem mia, ela vai pro lado. Mas a a mídia não, mas a mídia também ela tende a ir >> pro lado da onde tá a força do povo. >> Isso aí. >> Então assim, durante um tempo atrás, durante muitos anos, o que que a imprensa o que que a que a mídia no geral, não
vou falar só da imprensa, mas a mídia no geral ela moldava seus costumes. >> Sim. É. Ah, ela queria que você ali Através de novela, jornal de propaganda, eu vi ali até um gradiente ali, molecada era doido para ter um daquele quando era moleque, pô. Tô vendo aquela não, eu tô tô falando sério. >> E aonde aparecia, [ __ ] na aparecia na televisão, ele moldava o que, qual o brinquedo que você ia comprar pro seu filho? Os caras direcion >> hoje qu vendo da internet, os caras perderam força, perderam patrocínio. >> Vocês não acham
que começou a mudar um Pouco depois de tropa de elite? Tropa de elite, eu acho que deu uma mudança na opinião. E a tropa de elite, ela foi feita para denegria PM, né? Só que o tiro só pela culata. Só pela culata. >> Cara, eu acho, eu acho que isso aqui, isso aqui foi muito melhor. >> A internet, >> o podcast, o internet, a internet ela deu voz para quem antigamente, você quisesse aparecer, se você quisesse ser Visto na casa de alguém, você tinha que ir lá fazer um teste para ser ator, >> senão você
nunca ia chegar. Hoje em dia não, hoje você dá oportunidade, às vezes o cara não tem nenhum estúdio, mas o cara tem um celularzinho aqui daquele mais simples o cara começa a fazer uns vídeos >> e bomba na internet como a gente vê o luva de pedreiro, um exemplo, e os caras começaram a entender por que que mudaram a opinião. Iniciaram a manhã da operação Do Rio falando o quê? Maior execução da história. >> População não >> iniciaram falando isso aí. Daqui a pouco começa o barulho na internet. maior operação da história, ô, maior execução.
Não, não. Aí já começa a chegar vídeo dos caras arrancando, arrancando os colete dos cara, arrancando as calças tática. Aí, aí os caras já começaram a tirar o pé, falou: "Meu, vamos pegar de leve." Veio a pesquisa eu reagi aquilo 6 horas da manhã. Hã, nem tem um vídeo meu que chegou a bater, acho que 6 milhões. Eu reagi aquilo 6 horas da manhã quando botaram eles tudo pelado, >> enfileirado. Cobardia, >> cara. Eu vi na hora, eu falei, cara, deix eles estão pelado, por qu [ __ ] >> calor, né? Meu rio faz muito
calor, né? >> Faz, [ __ ] Faz. O problema é você andar pelado o tempo todo, né? >> Peladão. >> Ô, Nantes, o pessoal tá pedindo para você contar sua ocorrência mais treta, mais pesada aí. Qual foi? A minha mais treta é mel na chupeta perto do do >> Cada um cada um tem a sua história. >> Ué, [ __ ] >> Não, eu tô escutando as ocorrências aqui, meu irmão. >> É surreal mesmo. É surreal. >> Antes de contar a ocorrência, eu vou falar. Eu fui no Rio umas três vezes. Uma, inclusive, o por
me levou lá, mas Eu fui outro dia de viatura. de viatura. Não, eu fui com o carro descaracterizado, o carro meu. Aí cheguei lá, levei uns três, quatro polícias, fui lá naquela feira na LD. >> E aí o moleque, a a Lad >> que é a feira de lá de Defense, é onde tem exposição de arma para tanque de guerra para as forças armadas. >> E eu fui lá nessa feira, cara. >> E eu lembro que tinha a [ __ ] do moleque e ele fez inocência. Eu até falei com o O cachorro louco lá,
comagn, eu falei para ele, [ __ ] meu irmão, depois troquei ideia com ele no outro dia. >> Bom, aquele moleque é louco mesmo, cara. Ele é parceiro, moleque. >> Não, eu trabalhei com ele de fuzil na pista. >> Ele era doente para [ __ ] aquele moleque. >> E aí eu lembro que eu não liguei para ele, mano, porque tinha um por de um moleque que é camarada meu, que o Moleque falou assim: "Ô, chefe, >> tem o apartamento do meu irmão aqui, pode ficar aqui em casa, tal". Eu falei, mano, tô de boa.
Levei mais três polícias comigo, entupi os carregador só de pistola, irmão. Aqui você não carrega mal. Enfim, duas, três pistolas aqui, carregador até a tampa. Falei: "Meu irmão, mas tô de boa, vou lá pra feira". Cheguei de carro, mano, umas 2 3 horas da manhã e o moleque, ele tinha, aí tem um outro assessor meu que tava trocando Ideia com ele, falou assim: "O moleque mandou o vídeo de dois apartamentos que nós ia íamos ficar". Aí ele falou: "Meu meu primo, meu irmão tem um apartamento na beira do mar". Aí ele mandou um apartamento que
era na rua lateral da beira da praia. Aí depois ele mandou um outro que ele falou que era da colega dele, que era de frente pro mar. Aí mostrou tal, não, desse aqui vai custar tanta diária, mas se você quiser ficar na minha casa é de graça. Quando ele Falou ficar na minha casa, eu imaginei que era o do irmão dele, certo? >> Aham. Aí beleza, chegamos lá 2 horas da manhã na na principal lá no que é daquilo para lá não é adulta, é adultra daqui para lá que para adulto. Adro >> chegamos na
dúra, ele tá na beira aqui no acostamento assim esperando é chegamos lá umas 2 da manhã aí daqui a pouco eu vi o moleque quebrou pra direita. Eu falei: "Mano, eu tô vendo no mapa que o matar pra esquerda". >> [ __ ] que pariu. >> Aí ele quebrou uma pá. Aí começou a afundar um pouco. Aí eu comecei a olhar assim que tem um uma característica do terreno parecida com a Baixada Santista aqui. >> Não é porque não. Ali onde você tava ali ali tudo é feio. >> Não, mas aí é não é vendo,
meu irmão. Aí o moleque começou a afundar para dentro das eu falei: "Caralho, tá aparecendo um maitá aqui". >> Que é uma quebrada que tem aqui na Baixada >> que é onde dá para tem uns negocinos. Eu falei: "Man, tá esquisito". Aí ele quebra, afunda mais, afunda mais. Pá, falei, meu irmão, casa. >> E aí eu lembro que na a última rua, a última rua que nós entramos, que já era a rua dele, só que eu não sabia, >> eu olhei no fundo da rua e se era ou não era, tipo assim, olhei uns 200,
300 m pra frente, eu vi uma pá de cara. Aí eu lembro que naquela hora ali, meu irmão, eu saquei as duas quadradas, eu falei: "Rapaziada, prepara que nós vai trocar tiro nessa [ __ ] agora, mano." E na cabeça, mano, eu falei: >> "Meu irmão, eu preparei o espírito, meu irmão, aquela, aquela energia que você sente aqui." Eu falei: "Meu irmão, nós vai trocar tiro agora essa porra". >> E os caras já p eu tava no carro blindado, eu falei: "Blado vira papel perto do fuzil, pô". >> E eu aqui, ó, mano, pode preparar
que nós vai trocar tiro agora. >> E aí a minha cabeça é mais ou menos, como é que é? Do Cunha. A minha cabeça é mais ou menos do cois os cara. Você é louco, mano. Você vai trocar meu irmão? >> Não vai morrer aqui dentro. Por >> que eu morrer, irmão, >> que morra, >> eu vou meter bala nessa cara. Se [ __ ] irmão. >> Agora se de repente eu pegar um bod que Os cara vê que caiu dois, três e os caras se jogar, sucesso. >> Nós deu sorte e nós sai vivo.
>> É isso aí. >> E eu aqui, ó, trancado. Aí, beleza. Fui o moleque morava, tipo, ele mora num apartamento tipo do, eu não sei se é Coab, CDHU, como que chama lá, mas é uns predinhos. Só que aí quando eu vi os caras no fundo da rua, ele abriu o portão da garagem assim, levantou nós entrando >> 2 hor da manhã, >> dormiu. Você dormiu? >> Aí eu, >> aí eu comecei a jogar aquele aluno soldado aqui, inocente, cara. Não foi na maldade que ele fez. >> Eu falei: "Meu irmão, aqui você tá expondo
você e eu aqui todo mundo e você vai se [ __ ] se os caras ficar sabendo." Ele: "Não, meu chefe, eh, três ruas para cima, só o morro, não sei o que lá". [ __ ] >> E eu assim, eu falei, meu irmão, se os caras subir dessa [ __ ] eles invadem aqui para pegar nós, cara. Na minha cabeça, eu não sei, irmão. Mas eu tô no cá, mas lá, >> meu irmão. >> A pergunta que não quer calar. >> O recruta é uma coisa maldita, né, cara? Eu catei, aí os polícias se
ajeitaram, os colchão na casa dele. Meu irmão, eu catei >> 2 horas da manhã, você vai para onde, Mano? No lugar que você não conhece. É pior, irmão. É pior >> para tá brincado. >> E o moleque foi mó de bom coração. É meu truto. Eu gosto dele. O moleque fez lá, comprou um uns steak, uns rangos da hora. Aí comi, cara. Aí eu lembro que eu deitei, falei e ele é não, chefe, tem uma cama ali para falar, irmão, eu vou ficar nesse sofá. >> Não, você gosta dele. Ele que não gosta de tu,
né, cara? >> Aí, mano, ele vai, ele descobriu isso agora. >> Não, moleque é da hora. [ __ ] é firmeza para [ __ ] Aí eu lembro que eu falei assim, eu vou dormir aqui, ó, que é uma porta só, uma entrada. Eu falei: "Vou ficar nesse sofá aqui, pode ir lá, mano." Eu peguei as duas quadradas e fiquei aqui, irmão, sem dormir, sem zoeira. >> Sério, >> eu fiquei esperando o tempo passar Também. >> Se alguém vai dormir, [ __ ] >> os primeiros que botar a cara, eu arrebento, mano. Se eu morrer,
[ __ ] Eu vou levar um demônio pro inferno também. Eu quero que se [ __ ] E aí? E vou te falar, ele deu suço, deu sorte pr [ __ ] me >> irmão. No outro dia eu fui pra feira, aí deu umas 6:30 ali, já comecei a acordar o povo. Vamos, bora, bora pra feira. Aí me arrumei os cara aí, ó, mano. Marcha. Aí fui pro lado lá da onde que é aquele local de evento que é do Centro Olímpico lá. É, mas não, outra pegada. Até o ar diferente lá também. É, >>
mas aí é o que eu falei, as pessoas vão ao Rio de Janeiro e acham que conhece o Rio de Janeiro >> e não é, >> cara. É, é o lance do corpo. >> É, é tipo da Adem Carapcuíba, tá ligado? Eu só que um monte de lugar assim. Ele beija o pescoço aqui. Aqui, aqui não tem O cheiro do rabo. Não tem. Tem, não tem. Não tem. >> E acho que conheceu o corpo. Conheceu o corpo. >> Não, você beijou o pescoço, parceiro. >> É isso, meu irmão. >> Não tem cheiro de nada ali,
né? Ali tá até perfumado. >> Não, irmão. >> [ __ ] nada. Cheg lá no outro dia, tô lá na feira no evento, >> mas daqui a pouco vem o aí trombo Vaginal e aí meu irmão pá pá começamos trocar ideia. Ele falou: "Meu irmão tu é louco de tá lá mano? Lá nós só vai de caveirão porra". Aí eu falei: "Meu irmão eu vou saber cara". >> Mano, >> falei: "Pois tu não vai dormir mais lá hoje não". Falei: "Não, vou meter o pé, cara, vou embora hoje." >> Esse garoto, caraca, mano. Sabe sabe
o que acontece? Não tem espaço para inocência. >> Mas é exatamente isso. Aí no dia eu ainda troquei maior ideia com ele. Eu falei: "Cara, eu sei que você não fez por mal, >> mas ali dependendo da informação que vaza, os caras descem depois para te pegar poresse, entendeu? >> Então assim, >> mas inocência e é [ __ ] isso aí porque você ir para um local que você já não conhece. Então ali as impressões que eu Tenho das vezes que eu fui é embaçado meu umas três, quatro vezes nada contra o Rio de Janeiro,
cara. Eu fico principalmente quando tá nessas hora que vocês quiserem ir lá pode ir lá. >> Fica tranquilo. Um cabirão para nós lá. >> Disponibiliza um cabirão para nós dar um lá pô. >> Não vai lá pr pro meu filho. >> Vai ficar lá agora, >> [ __ ] Vai andar. Vou andar. Vai andar pelo Rio de Janeiro todo. Eu não tu não vou eu não vou te botar numa treta. >> Eu te mostro. Ó lá. Tá vendo lá antes? Mas em local fora de perigo. >> A minha vida ultimamente, sabe o que acontece? É
assim, ó. Principalmente na política. Eu tô na correria milhão. Tô aqui para conversando, agenda, cumprindo agenda. >> Então, às vezes eu olho pro moleque, falo assim: "Mano, troca ideia lá com Fulano já reserva lá, ajeita lá". >> [ __ ] >> só que eu tava indo pro Rio, [ __ ] Depois com a minha ficha, hoje eu tô muito mais cuidado. Pera aí. É para ir pro Rio. >> Pera aí. Sona camarada lá. Vamos. Não tenho nada contra o Rio de Janeiro, porque nós fomos entrevistar o Gabriel Monteiro e nós fomos na casa dele porque
lá em Niterói não, nós fomos de carro porque tinha que levar os equipamento. Não, eu ia de moto, mas como tinha que levar os equipamentos, nós fomos de carro. Aí nós fomos lá em Niterói lá entrevistar ele na casa dele, né, mano? >> Aí o Sneider com o Kook não passava nem Wi-Fi. Aí eu falei: "Mano, vamos pegar e vamos até onde a gente conhece. Que que é Dutra?" Eu falei: "Quando chegou no final da Dutra ali, aí nós chamamos o o pracinha lá que conhece lá o Rio de Janeiro, né, meu? falou: "Mano, escolta
a gente até lá, né, meu?" Aí ele foi Levando a gente pra gente não, porque meu problema no Rio, cara, não é nada. Não tenho nada contra o Rio, pá, mas só que eu não conheço. Então, o fato de eu não conhecer e eu andar armado, entendeu? Esse é o X da questão. Aí eu caio no comunidade de canivete, nós irmão. Eu tava aqui hoje, eu desci lá, eu tava bolado demais, [ __ ] É por isso que o cara ficou esperando lá. O o meu tá lá parado, o carro parado, Filmado, todo preto. Ele
não sai. Eu também não saio. >> Fica um esperando o outro. Ele ficou de lá e eu de cá. Eu só saí de dentro do negócio que do do do onde eu fui entregar o carro. Eu só saí dali porque a menina que trabalha aqui ligou para mim. Eu não tô, eu falo menina porque eu não tô falando o nome dele. Pode falar o nome del. A Fabi me ligou e falou assim: "Bata, ele tá aí, porra". Ela mandou uma mensagem. Ele tá aí. Eu falei aqui Falei: "Então deve ser esse". Falei: "Irmão". Aí ele:
"Tô ocupado". Eu falei: "Eu sei que tu tá ocupado". Aí ele falou assim: "Eu tô ocupado". Eu falei: "É pra Fabi." Ele falou: "Fabi, eu falei: "Então sou eu >> a Fabi." Aí ele >> aí ele, pô, se eu sei que ela não vem. >> É o Fabitata. É o Fabitata. >> É o Fabitata. Mas o que que é isso? Essa impressão que você tem? >> Sim. Isso que você tá falando, Castro, o fato de você não conhecer. >> É que nem você, [ __ ] Você tá acostumado com o Rio de Janeiro, [ __
] Você tá, você tá, você tá numa, numa zona de guerra, aí você vem aqui para São Paulo que para nós aqui é suave. Ó, como é que você ficou, você a gente sabe onde tá, >> é? A gente sabe onde a gente pisa aqui, Velho. Eu tô bem do Uber. O cara falou assim, ó, tô fica ligado. Ele falou assim, por quê? Eu falei: "Por quê?" Ele não falou fica ligado, né? Que isso aí é giramento? Aí ele falou assim: "Fica esperto aí". Eu falei: "Por quê?" Ele falou assim: "Porque aqui o cara vem,
dá-lhe uma pedrada no vidro aqui para pegar seu lar." É, >> vai ver a pedrada que ele vai tomar. >> Eu falei: "Pedrada, irmão?" >> Para quebrar o vidro? >> Aí ele falou assim: "No vidro é quebra, quebra". O cara mer [ __ ] Ele falou assim: "O cara enfia o pedulho no dedo do cara". Vela de carro. >> Eu falei: "Tu tá de sacanagem, compadre". Ele falou: "É, >> cara, mergulha dentro do carro". Eu falei: "Cara, vou botar um carregador de 40 nos coros dele. Vai voar pedaço de cabeça lá do outro lado". >>
Exatamente. Tá doido. >> Imagina o cara tentar roubar o celular Do batata, velho. Coitado, >> mano. Não, já é ruim, feio e que barato. >> Mas é o seguinte, não vai levar. >> Mas só tenho esse mas não vai levar. >> Não vai levar. >> [ __ ] ele vai tomar uma pentada, monstro. Eu meti a mão na 40, botei em cima da caixa assim. Aí ele fez assim, ó. Eu falei: "Fica tranquilo, parceiro, eu sou polícia. Eu tô aqui esperando o cara vir dar uma pedrada. Não, porque ele me viu, eu tava na beira
Da janela, eu encostei de explicar o que que aconteceu. Eu entrei dentro do carro, a gente que mexe com internet, o que que tu faz?" >> Vai na internet direto, >> irmão. Eu vim dirigindo do Rio para cá. >> Lá vai responder o povo. >> [ __ ] alguma coisa você tem que falar. Avisar que cheguei, >> eu entrei no carro e eu quando eu botei o pé que eu entreguei o carro, a Fábia começou, ele já tá aí. Tem não. Ela Falou tem um minuto. >> Falei um minut um minuto. [ __ ] eu
saí catando as coisas dentro do carro, >> pum, joguei aqui para ir pro outro carro, né? Juntei, saí com a bolsa nas costas. Quando eu sentei no carro dele, joguei a bolsa, sentei, encostei aqui na no carro, >> tranquilinho. >> Aí ele ele falou o seguinte: "A claridade do teu celular >> é >> tá mostrando no vidro. Ele foi até inteligente. >> Foi, foi, >> ele foi safo. E depois eu fiquei raciocinando. Aí ele falou assim: "Porra, a claridade, o cara olha a claridade, tu vai tomar um pedradão de com tudo aí o cara para
pegar, vai pegar teu celular." Eu falei: "Como é que é o negócio, irmão? >> Vai pegar o quê, >> irmão?" Eu fiquei apavorado, pedrada. Ele falou: "Ó, sai isso aí, >> já pensou naquela, você já pensou naquela especialista em segurança já, né? Na hora >> não é que eu fiz, meu irmão? Que que eu fiz?" Mas eu falei, mas ele aqui, ó. >> É, >> eu acho que ela, ela ela é de São Paulo. >> Aí por isso que ela achou, né? É fogo contra fogo, é o nome do filme. Aí eu eu joguei as
costas contrárias à janela Para tirar o >> o brilho. >> O brilho, mas eu meti a mão na 40, né, parceiro. Meti a mão na 40, falei assim: "Vai ficar na mão, >> eu não vou esperar para sacar". O cara me veio com a rocha de dentro na minha cara, [ __ ] Ele falou: "E". Eu falei: "Cara, ma pedradão". Ele falou: "Cara, ele está com a pedra grandona". Escuta gente, isso, isso aqui em São Paulo, ele entra, ele mergulha no vidro. Que bagulho escroto. >> Depois a gente fala que o rio que é perigoso,
de bicicleta também, né? >> Aí já pensou o batata chega lá no rio acostumado tomar tiro tomou uma pedrada aqui. >> Não, os cara rouba, car, rouba com celular de fuzil no rio, [ __ ] >> Não, [ __ ] Serve >> para roubar celular >> não. Ele rouba todo mundo. Arrastão de fuzil, pô. É, >> é, [ __ ] Ah, a gente tá com o fusil. >> Então, por isso que eu tô falando que eu não vou, por isso que eu tô falando que eu não vou pro Rio. E aí, detalhe, ainda fui lá,
aí na hora que nós estamos paramos para abastecer o carro lá, para esperar o o pracinha. Aí paramos para abastecer o carro, a menina desceu, ficou abastecendo, ficou me olhando, né? Falou: "Não, sor do Castro". Ah, aí eu falei assim: "Sou aí o Snad já falou: "Ah, [ __ ] que pariu, nós estamos [ __ ] aqui, cara". Ah, não é? Ah, não, pelo amor de Deus. Aí tinha um Rabibs lá na na na no posto. Aí nós abastecendo, falou: "Vamos comer, esperar o car, vamos comer um negócio que tava com fome, né? Não aguentei
o gerente do Rab. Falou: "Ah, sargento Castro, pô, vamos tirar uma foto com diferente. >> Sargento Nant >> é N. >> É, o meu é Castro. Sarito Castro. Ah, Mano, vamos tirar uma foto aqui agora. O sua é celebridade para o Snade. Vamos embora cachorro. Vamos embora. Os cara vai, os caras vai matar a gente aqui mano. Vamos embora. Cabeça para trocar com uma pistola e um carregador. Os cara ia mandar pro microondas, [ __ ] >> Não. Ó lá, tipá, uma pistola e um carregador. Nada. Um carregador, [ __ ] Longe lá no Rio.
>> Não, não. Um carregador >> não dá nem para conversar. >> Um carregador é para é para jogar a pistola debaixo do banco. >> Meu irmão, eu fiz eu fiz operação. Levei até torniquete >> os bagulhos. Tonique. Bus não, eu fui para trocar tiro nessa no dia que eu fui tonquete aqui. >> Polícia anda com torniquete no colete. >> Torniquete combate, levei aqui na minha bolsa. O Tony Kate tá aqui, ó. >> Cara, isso é funcional demais. Isso tá Salv >> é lá na mega operação. O cara que o cara mostrou lá que ele teve
que fazer tonique. Salvou o cara. >> É, é lá lá. [ __ ] eu quando eu fui balhado na cabeça, >> qual que é como conta essa história? Eu eu eu >> foi de raspão. >> De raspão entre os olhos. Foi estilado. >> Raspão entre os olhos. >> Entre os olhos. >> Deu uns 12 pontos. >> O ladrão falou para ele. Você quer tiro na mão ou na cabeça? Ele f na mão põe a mão na cabeça. >> A mão na cabeça. Põe a mão na cabeça. >> É por isso que eu pedi o cabelo
assim. >> Entendeu? Contrário agora esconder, né? >> Aí o cara falou assim: "Porra, e se não nascer cabelo?" Eu falei: "Boto peruca, porra". >> "Cara, eu já boto de tomo bomba". [ __ ] já é, >> [ __ ] Peruca é mole, cara. >> [ __ ] cara. O bagulho é ficar novinho, bonitão, entendeu? Aí, irmão, eu eu eu sempre competi a história do que eu fui baleado, porque eu eu eu não tinha sido baleado. Eu eu eu passei esse tempo todo mundo baleado do meu lado, perna, braço, morto. Não, é, eu eu assim eu
já tu já acaba, começa a achar que não vai acontecer contigo mais. É, essa é o polícia é [ __ ] por causa Disso. É um perigo a troca de tiro. Por causa disso. Tu tu fica na prática. Por que que o cara corta a mão na serra? Porque ele faz tantas vezes, tantas vezes >> que ele acostuma, ele ele cria uma certeza mental que ele não vai cortar o dedo e um dia ele vai vrapo. E eu entrei na rua, na rua do gás ali na parada de Lucas. Tinha tinha quatro fuzis na tinha
dois na ceteira, tinha mais dois assim, tinha Um cara dando tiro do alto assim e eu tô trocando tiro. Eu tava bem ainda, eu tava zoando os colegas ainda. Acho que eu eu tava com fuzilzinho que tava com red dot, né? >> Os caras >> gostosinho, né? Os caras fizeram até fizeram até meme comigo assim me sacanhando que e eles aí eu bof bof só aí os cara eu falei vem mané vem eu só no red dot aí os caras falam assim E os caras rindo lá atrás assim a brigade eu só no red dot
só na e bab estancand parecia que um o cão deu uma marretada assim Assim, ó. Bom, mano. Mas que porrada do [ __ ] Uma porradão. >> Porrada. >> Eu bum, cai sentado. Falei: "Tô baleado, baleado". Nisso assim o sangue porque a cabeça é muito arrigada. >> É, é um sangue pr caraca. Aí começou a Cair assim por cima do olho. >> Aí fala: "Fodeu tá estourada a cabeça. Peg na cabeça, man. Tá perto >> porque porque eu sabia que era fuzil lá. Émorão, >> eu sabia que era fuzil, então o que que eu imaginei?
Falei: "Porra, aí o sangue começou a bater, aí eu comecei a não enxergar ali do olho assim, eu tô cego, tô cego." >> Eu falei assim, arrancou um pedaço assim, >> a metade da cara já foi. >> É, eu imaginei, [ __ ] fodeu um pedaço da cara assim eu não vou botar a mão não, porque se eu botar a mão >> vai desesperar, >> eu vou desesperar e vai sair mais sangue. Tem essa parada porque tem isso aí. Os colegas, porque eu os colegas com bandagem israelense, [ __ ] >> É, >> é meus
p da minha guarnição, pô. Os colegas Os eu tenho dois polícias da minha guarnição que dão curso, o Borge e o Augusto. L Augusto, eles dão curso3, né? dão um curso de de de é de de de uso da da da do tornique de pático. Aí eles vapo meteram a bandana aqui e que foi segurando segurando, segurando o sangue e tal e pá eu eu tranquilão. Aí que que eu encarnava do Oliveira, o Oliveira fica puto que eu conto essa história. O Oliveira é um cara que trabalha 9 anos comigo. Um moleque muito tranquilo. Sei
Como é que é, mas eu era era o mais recruta na época. Agora tem até um outro que é mais recruto do que ele, mas dos oito que trabalhava, ele era o mais recruta, né? Aí ele e ele fica tranquilo, batata fica tranquilo. Fica tranquilo, batata fica tranquilo. Para não sair o sangue. Para não sair o sangue, né? >> Fica tranquilo, cara. Fica tranquilo. Ele tá assim, não. Ele tá assim. Ele tá assim, ó. Fica tranquilo, batata. Fica Tranquilo para não sair sangue para pressão não subir. Fica tranquilo. Eu eu tô sentado assim. Aí eu
falei assim, aí eu falei assim: "Pô, pô, Olivera, eu tô tranquilo porque eu acho que foi superficial, porque eu pensei assim, foi superficial, bateu na cabeça, eu falei, não apaguei". >> Sim, é isso aí, >> [ __ ] Não, não, não pegou lá dentro, né? Aí tu dá uma mexida no braço que diz que fica alejada, tu já logo dá uma >> Não é isso aí. Já fui na os dedos do >> a chapé já tava mexendo. >> Aí não dessa aí eu falei assim, fica tranquilo, batata funcionando. >> Aí ele falando assim m assim,
fica tranquilo, batata, fica tranquilo pro sangue não sair. Aí eu falei assim, pô, Olivera, eu tô tranquilo, cara. Foi superficial. É superficial, cara. É Sangue para [ __ ] Eu falei calma Oliveira, [ __ ] Tá tranquilo, cara. Tá tranquilo [ __ ] nenhuma. Olha quanto sangue, [ __ ] >> Pô, isso que ele queria tranquilizar, [ __ ] >> Cara, mas coitado do cara que que pô meu amigão demais. >> Não é não. Desespero, irmão. >> É o desespero, pô. >> Tacaram eu dentro do blindado para tirar Dentro da favela. >> [ __ ]
meu irmão, aquilo é um inferno. Por quê? Porque quando você é baleado, parceiro, não tem licença bala, não é? >> É >> quando ele sente que tu tu apagou aí que a bala estancou para [ __ ] Aí meu irmão, aí com os cara é um a menos, né, irmão? Um a menos não, não é? Ela ponta o ponto tomou. Ele sentiu que tomou. Ele senti ele sente movimentação no desespero tentando Tirar. [ __ ] parceiro. É isso. Foca na bala parceiro. >> Aí o bagulho é doido. Aí >> mas você consciente total consciente. >>
Então como que tu fica, irmão? Porque tua cabeça o psicológico zero, mano. >> É, eu não sei como sei. >> Ô irmão, >> como tu ficou? A [ __ ] não é a porrada da consciência, Bilela. Não é só a consciência. Que as pessoas pensam que o problema é só o o que a bala te causa com o buraco. Não, mano. >> É o quê? >> Porque tu fica bolado. Vou ficar alejado. >> Ah, >> vou. Tu fica, eu fiquei esperando assim, pô, vou apagar, mano. Aí eu comecei, pô, não liga pra minha mulher não,
mano. Se ligar, ela vai, ela vai morrer, Parceiro, primeiro. Aí, pô, e meu filho, aí eu, pô, tu, tu pensei, falsa no armário. Meu armário, cara. Quando eu fui malhado, eu fiz tudo o contrário do que você tá falando. >> Eu falei, aí eu falei assim, ó. Falei, [ __ ] meu filho, eu falei, meu filho, tá tranquilo porque eu já sou sargento. Eu juro por Deus. Falei, eu sou sargento. Tu pensa logo num bonequinho? Não, >> mas ó, e você tá narrando, depois que Você concluir, eu vou contar a minha experiência nesses momentos quando
tava baleado. Pensa isso, cara. Se eu for baleado aí, limpa meu armário lá. >> Deixa eu morrer com alguma, >> irmão. >> Deixa eu morrer com alguma decência. >> Primeira uma honra. >> A histórico de busca no meu irmão, >> né? Melhor some com meu celular. Deixa minha mulher ficar com meu celular, >> cara. >> Primeira coisa que tu pensa, mano, teu filho. >> É >> teu filho, mano. Teus filhos. Se vai ficar [ __ ] porque tá sozinho, como é que vai ficar? Aí eu pensei, pô, mano, eu sou sargento. No ruim de tudo,
o moleque, o arroz e feijão, o moleque tem lá, tem um salário legal. Fiquei tranquilo esperando. Juro por Deus, meu irmão, eu sentei e fiquei esperando eu apagar porque era na Cabeça. Quando é na bola assim, meu irmão, tu não adianta, tu acha que tu vai de ralo, padre. Pode falar quem quiser, irmão, até você se ligar. [ __ ] irmão, eu cheguei lá no hospital, a primeira coisa que o cara falou: "Meu irmão, tu já vai para aquela [ __ ] daquela tomografia, o cara aquilo é uma pressão [ __ ] mano. >> O
teu psicológico vai a zero." Porque o cara falou assim, eu falei, "Porra, vai tomografia, não sei que ela vai passar Naquele bagulho. >> Aí tu vai fazer o quê?" Eu falei, "Não, >> tomou sem". >> Aí eu entrei naquele bagulho. É, os cara veio com contraste nada. Aí eu falei para que irmão as lesões. >> Éidificar. Eu falei para quê, irmão? Ele falou assim: "É para ver se você vai ficar com sequela". Eu falei: "Pô, tu tá de sacanagem, compadre". Falei: "Sequela". É. Aí o cara porque quando tu toma um tiro assim, pode gerar Um
coágulo. Ele falou: "Tu pode se sentir bem, mas pode ser que a gente tenha que operar". Falei: "Não tem que não, cara". >> Ah, tem que ir, >> [ __ ] Não tem que não, [ __ ] Deixa essa [ __ ] E o e tua teu, tua cabeça, meu irmão, ó. >> Hum. E e a dor, parceiro, é um um absurdo. E como queima. Parecia que o cara tinha tacado fogo aqui, compadre. >> Na hora não, parece que não aconteceu nada. Tomou o impacto, mas depois é uma desgraça. >> Meu irmão, começa a queimar
pr [ __ ] mano. Aí você, aí você começa, tá queimando porque é o tiro ou porque é o local ou porque tá gerando alguma coisa. E o mal nosso de fazer essa análise é porque assim, a gente tem um conhecimento sobre a gente tem um um conhecimento avançado sobre eh sintomas, sobre anatomia, aí, Meu irmão, sobre o que que pode acontecer e aí a cabeça vai a milhão, você começa a percorrer o caminho do que pode acontecer. >> Nós tivemos um colega lá, um sargento tomou um tiro no braço, foi pro hospital, bonzão, conversando,
moleque, gente boa para [ __ ] >> E aí, meu irmão? Gente boa para cá, com dois, trê dias deu uma complicação, o moleque morreu. >> Fecção hospitalar já era, >> meu irmão. Falei: "Caralho". Eu falei: "Eu, eu eu com essa bolada na cabeça, falei: "O moleque tomou tiro no braço, [ __ ] A gente achava que era superficial. Aí o pedaço da fagulha do osso que entrou no sangue dele, eu falei, eu com eu com porradão na cabeça desse, entrou a [ __ ] toda no sangue e já tá ali no já tá do
lado do cérebro, né, mano? Eu falei, cara, >> já do lado do cérebro ali, >> eu falei: "Bem, irmão, >> fala: "Fodeu". >> O cara tomou no braço, entrou no na corrente sanguínea dele. Eu falei: "I eu que tô com tudo dentro". Falei: "Porra, falei: "Babou a tua cabeça, compadre". Ó, >> começa a ver todos os cenários, né? >> E aí, na mesma operação, outro polícia morto na mesma operação, pensamento que foi >> é foi quatro polícia. Tudo em ponto diferente, tá, irmão? Tudo importa para Tu ver a gravidade do bagulho. E é embaçado. >>
O bagulho como é que é. Fica contando as histórias. Mas eu É isso que eu tô te falando. >> É, irmão. Só quem me viu. >> É é é 200 250 homens de fuzil. >> Putz, >> entrincheirado, respeitando, esperando tu entrar. [ __ ] >> eu gosto de falou: "Você tá caminhando, você tá cansando. Os cara tá ali Paradinho >> lá Castro >> puxando o gatilho >> lá Castro. Que eu quero ver o cara gritar assim, ó. Ah, policial lá. Grita assim, ó. Vai morrer, [ __ ] Vai morrer geral. E tome granada, ó. E
vapo. Bum. Ele jogou o ovo e pum. Aquele faz assim, ensurdecedor. Faz assim, ó. Tum. E t. [ __ ] >> granada. Ó os caras, os caras. E aí os car >> que drone com bomba [ __ ] Não quero agora. >> Agora jogaram o drone com bomba. >> Isso aí é terrorismo. Isso aí terrorismo, [ __ ] Pior que aí além de ser um cenário de guerra, é uma guerra injusta do [ __ ] Por qu, meu irmão? Beleza. >> Os caras não tem nem limite >> o quando que os caras começaram a usar
o a [ __ ] dos drones com granada que ficou Mais famoso. Guerra da Rússia e Ucrânia. Certo. >> Certo. >> Só que é o seguinte, a Ucrânia começou a usar contra a Rússia. O que que a Rússia tá fazendo? Tá metendo o drone também. Lá tu pode usar o drone com granada para meter nos cara >> que era o ideal porque pra guerra ficar igual deig, entendeu? Jogar em cima do >> Mas lá tu pega o cara inimigo teu que te Jogou o drone, tu empurra ele, [ __ ] P >> lá você, ele
descarrega um saco de munição em você, tu descarrega um saco nele e você, tu empurra ele, tu mete bala nele. Aí o cara que tá trocando tiro contigo fica com medo. >> Não, mas >> agora aqui não. Aqui ele pega, dá 50 tiros na tua cara, pega o fuzil e enfia no fogão. Aí ele sai assim. Aí ele sai assim, ó, com a mão pro alto. Não, >> mas é >> te filmando. Ele te filma, Nantes. A tua câmera filma ele. A do seu colega filma você, Nantes. >> Não, mas filma, mas eles são perigosos.
>> E se você peitar, Nantes, >> Nantes, se você peitar, >> porque tem uma porrada de colega aí pagando para ver Nantes, >> tá se [ __ ] >> e tá sendo preto, tá tomando 20, 30 anos de cadeia. Sabe por quê? Porque é [ __ ] irmão, tu guerrear o dia todo com o Cara. O dia todo, quando tu fura o bloqueio que tu chega lá perto dele, ele grita lá, tia, filma aqui, ó, >> liga o celular, os caramba e >> e se tu der um, se tu puxar a orelha dele assim, ó,
>> tá [ __ ] >> tu tá preso para [ __ ] [ __ ] Isso >> é isso que tá fazendo a polícia mimimi. >> É >> porque o cara fala: "Pô, meu irmão, não Leva não, não vale a pena". >> É, >> é por isso que realidade responderam aqui no chat quando nós tava falando do cara correndo no córrego. >> O cara falou assim no é meu, mas para que para que entrar no córrego e correr atrás do cara se vai chegar no DP e vai ser solto? Escrever isso aqui, cara. Não, mas
aí, aí acontece o seguinte, aí a população que vai pagar o preço, porque os loucos estão indo embora. >> Estão indo embora. >> Os loucos estão indo embora. Aí vai ficar quem? Os mimimi, vai ficar os Nutella. Aí quando ficar os Nutella vai acontecer igual já tá acontecendo. Que nem aquela menina fez lá. O caraá, ela fardada lá e o cara falou assim: "E a meu você vai? Não, tô de folga". >> É, >> entendeu? Vai acontecer isso daí. E ela tá errada. >> Se ela vai lá e mete a mão na orelha do Cara,
>> ela arruma pra cabeça dela. Então quem que vai pagar com polícia Nutella? com polícia mimizento, com polícia concurseiro, é a população. E aí eu digo para você, tá pagando aí, aí eu falo para você, cada povo tem a polícia que merece. >> Aí você tem que essa parada, eu eu quero ouvir você falar dessa parada do do do tubalhado. É só uns 5 segundinhos. Ele tá falando essa parada assim, escuta, eu Lembrei quando eu entrei na polícia lá no 22 tinha duas mulheres brigando por causa de uma máquina de lavar. >> Uma máquina de
lavar. Aí quem sabe disso que sabe quantou verdade. Lá no 22 lá no Bol Sucesso, uma polícia foi na ocorrência, polícia se fodeu, respondeu essa [ __ ] lá, se fodeu, foi no conselho. Já tá imaginou tudo a máquina de lavar. >> É o que eu faria. >> Acabou o problema. >> Vocês estão brigando. A máquina minha aí a máquina minha. A minha minha. Ele fala assim, [ __ ] Para com essa [ __ ] Chega um consenso aí com essa máquina. Não vai chegar não. Pera aí. Tá resolvido no local. Resolvido no local. >>
[ __ ] n, por favor, [ __ ] Tu tu foi falando da você foi falando da da sensação de de tá baleado, né? Fui baleado também e eu lembro ainda no dia eu saí de casa de colete. Meu pai Tava indo de moto e meu pai, meu pai tava fazendo escola de sargentos e ele tinha ido um final de semana antes socorrer um polícia que tinha sido baleado, tava de moto, foi baleado no colete. E aí era época de frio, meu pai falou assim: "Ô, meu, por que que você não anda de colete? Tá
andando de moda direto aí?" Cara, nesse dia tava até meio quente à tarde. Eu tava saindo, aí eu voltei para dentro de casa, catei o colete, coloquei, lembrei que meu pai Falou, coloquei o colete, ó. [ __ ] por Deus. Aí eu lembro que nesse dia aí eu tomei aí tava lá na situação frente da pizzaria os caramba, os cara veio aguentar, veio dois de frente e dois veio e dois passou por mim na hora que o outro daqui sacou. Aí eu fui para cima, o cara quando eu saquei também o cara baixou atrás do
carro. >> Mas pera, peraí, desculpa. Como é que você tava na pizzaria? >> Isso >> é eu eu que eu não conheço essa história. >> Você não conhece essa história? >> Não, não, não, não. >> É por Deus, pô. >> Não, eu tava na pizzaria na frente lá, fui comprar uma pizza. Aham. >> Como todo polícia, que o polícia gosta de pizza na folga, certo? >> Certo. Certo. >> Entendeu? Entendeu? A polícia adora Pizza na folga. Eu fui comprar uma pizza, [ __ ] >> e eu tava >> normal, normal. >> Aí eu lembro que
veio, veio. Na realidade eu tava aqui, ó, trocando é o cara recrutinha, mano. Cabaça para [ __ ] man. tava na frente ali, tinha menos tinha ia fazer um ano de formado. >> [ __ ] que um oitãozão bonito, inox, sete tiro e e um jet loader no bolso. >> Tava com os dois jetader no bolso >> que eu não consigo fazer aquela [ __ ] nem pro [ __ ] >> Não, não, aquá, aquilo lá eu tinha me especializado. Tava pr [ __ ] >> É, você tem que treinar aquilo ali. Treinar. >> Era
um demônio. >> Para quem não sabe o que que é jetloader aí, vou explicar. >> Um carregador rápido para revólver. É como se fosse o carregador da pistola, Só que é pro revólver. Os cara inventaram aqui lá para não ficar colocando munição de uma em uma. >> Isso aí >> é uma conhecidao também como speed lour. E eu lembro que esses caras vieram tal e aí o cara que veio de frente quando ele sacou a arma, eu já puxei a minha também. Ele abaixou, tinha um carro no meio entre nós dois. Aí ele abaixou. Eu
lembro do vulto que aí depois que você lembra que na hora da situação não Lembra de [ __ ] nenhuma. Eu lembro, passou dois caras no vulto assim correndo, só que eu tava atento no cara que tava que tinha mostrado a arma. Aí que eu tô fazendo fatiamento, daqui a pouco eu escuto o primeiro sapego p. Aí eu senti a porrada nas costas, parecia que tinha tomado a marretada nas costas. >> [ __ ] que o pariu. >> Não, não. Pareceu uma >> é o impacto. Você tomou uma marretada. Não, parece tinha tomado. É, parece
Tinha tomado uma marretada nas costas. >> Aí eu olhei, só que eu achei que o cara que tava do lado de lá atirou. >> Tirou. pelo vidro do carro que eu tava o carro aí eu, [ __ ] tomei aí eu caçando o cara >> tava se expondo mais ainda pelo >> exatamente não, aí eu abaixei ainda dei uma baixada e aí continuei escutando p e aí senti no impacto, aí caiu minha ficha. Eu falei: "Mano, é aqueles caras que >> passou correndo, >> que passou correndo, que é fração de segundos o cérebro process". Eu
falei: "É os caras que passou correndo que tá tirando". Aí eu lembro que eu me joguei no chão, eu virei, dei uns tiros pra reta dos cara, pinote, dei tiro por baixo do carro, que esse aí eu acho que eu balhei o pé ainda do outro porque ficou rato de sangue, ficou chinelo para trás e os caras meteu o pé e eu fiquei igual Um bicho acuado, né, mano? Tava sozinho no canto, aí veio um cara, [ __ ] vou tirar o carro daqui. Eu falei: "Meu tira o carro daí, não vai tirar [ __
] nenhuma". Revolve na cara. Aí veio o outro, pega a arma dele, ele tá baleadas. Eu falei, vou entregar minha arma. Eu lembro, mano, que eu não sei a cara que eu fiz, mas eu, mano, some daqui, [ __ ] >> E eu fiquei tipo numa numa valeta aqui, ó, e ganhando a esquina ainda. Eu só Deixei, parecia um bicho acuado mesmo. Eu lembro que eu só deixei o motoboy da pizzaria chegar perto de mim, mano, para trocar ideia, que eu conheci o moleque. Aí o moleque veio, eu falei, liga no número tal que era
na companhia e era pertinho de lá. Aí ligou. Aí eu lembro que os cara veio a milhão, encostou, aí demorou 5 minutos para chegar a primeira viatura. Para mim parece que demorou tipo 5 anos, >> é isso aí. Essa batida aí >> se 5 minutos parece que demorou 5 anos e eu baleado no chão. Aí chegou os polícia aí tu tá falando da da namnese que você faz é o que passa na cabeça. >> E aqui ó, eu já não tava sentindo a perna direita. Legal. Pito falou: "Pegou a coluna". Eu >> falei: "Pegou a
coluna. Eu falei, pegou a coluna. >> É a, é isso que eu falo, a cabeça. >> Aí, eu falei, pegou a coluna. Aí eu olhei para esse dedo aqui tinha, tomou De raspão, tava sangrando pra [ __ ] que o que mais tava sangrando. Aí eu, mano, não tem sangue muito expor, tal, acho que tá tranquilo, não tô baleado. Pegou só no colete as porrada. Aí eu lembro que a primeira viatura que chegou ainda, Jesus, mandar um abraço para ele aí, Jesus, o marido da Bel, o pessoal que trabalhava comigo na companhia. Aí eu lembro
que o Jesus chegou. E aí, meu papá? Arides, fin arides também. Aí eu comecei a trocar ideia com eles. Aí eu Falei assim: "Cara, eles vamos socorrer você?" Eu falei: "Cara, não me socorre porque eu tomei, eu tomei os disparos na coluna. Provavelmente deslocou vértebra, então o meu Aí eu tô com a dormência nas pernas já." Eu >> falei: "E aí que fica?" Eu não deixei, eu não deixei os caras me movimentar para não agravar a lesão >> na minha cabeça. Eu falei: "Não me movimenta, deixa do jeito que eu tô aqui, mano. Chama o
resgate aí, vê Quanto tempo". Aí chegou o resgate e até então sentia o impacto da porrada, mas dor zero praticamente que você foi falando e eu só lembrando. >> É. >> Aí eu lembro que eu tava ali e na hora que eu tava tomando os tiros, o que veio na minha cabeça que você falou aí foi muito louco. Na hora que eu tava tomando os tiros, eu falei assim, eu fiquei só esperando tomar um tiro na cabeça para Morrer, para desligar. Falei: "Eu vou morrer daqui a pouco". E aí eu lembro que o que passou
na minha cabeça, eu falei assim: "Caramba, eu vou morrer e não tenho um filho, mano. Eu não tinha filho na época. >> Foi o que passou na minha cabeça. Eu falei: "Eu vou morrer". >> É, mano, na hora vem essa [ __ ] >> Você foi falando do do dos pensamentos, eu fui lembrando, cara. Falei: "Porra, eu vou morrer aqui no não tenho um filho Ainda, mano." Aí pensei na mãe na que a mãe do dos meus filhos hoje, na época a gente era casado recente, né, mano? Aí eu falei: "Puta, mano, ela vai ficar
[ __ ] porque eu eu tô fora do serviço. Eu tenho um ano de polícia, não vai ter, não vai ganhar nada. >> Ganada, tu pensa logo na família, mano. Na mulher, tu pensa, mano pouco. Você foi falando, eu fui fazendo um paralelo aqui, cara, dessa sensação, cara. >> Eu o meu e o meu filho pequenininho que Brincava com com com meus coletes, com minha bota, >> com a [ __ ] toda. Meu irmão. E como que você não lembra? Eu cheguei em casa enfachado com sangueiro todo fardado >> que eu fui embora. >> Ele
chegou, ele ele chegou quando ele bateu o olho em mina antes. >> Você é louco. >> Eu cheio de sangue, o [ __ ] Ele porque eu fui embora logo porque começou jornal. Caraca, sargento morto, sargento Outro morto. E eu começando a ligar é você batata que tá morto e o cara ligando para você perguntando você que tá morto, irmão. Mas o cara ligava, o cara ligava batata atende, mano, que a gente quer você atende, atende, atende, porque a gente, se você não atender, a gente vai entender. E pá, atende, atende, >> desespero, né, irmão?
>> Irmão, cheguei em casa. Cheguei em casa, aí eu eu acho que para mim foi a pior porrada que eu quando eu fui baleado. Aí meu filho falou assim, aí meu filho sempre quis ser polícia porque o filho da gente quer ser polícia, né, mano? >> E ele andava de colete pequenininho, andava com as bota, com a botona, pegando no joelho, ele bofo, bofo, bofo, bofo. Ele chegou para mim, pô, pai, que que houve? Quem te machucou? Eu falei: "Pô, filho, o pai trabalha trocando tiro e tal e aí e machuca, né?" Ele: "Pai, mas
machucaram o senhor, pô? Machucaram você, pai? Você você é polícia, pô". >> A cabeça do moleque é essa mesmo. >> Aí eu falei: "É, filho, mas a polícia às vezes ele machuca a gente". >> Mas você você devia ter falado para ele, mas você precisa ver como é que o que o cara que machucou o papai ficou. Aí eu falei com ele, [ __ ] >> você precisa ver, filho. Eu falei, mas machuca, >> você nunca pode ficar por baixo com os filhos, cara. Você tá baleado. >> Tu quer sair do local, rapaz? >> Aqui,
ó. >> Ah, aí o o Honório, sabe? A gente já tiramos polícia de dentro do complexo alemão lá baleado que tu não tocava, tu não botava a mão nele, pô. >> É isso aí, caveira. >> Aí te empurrava ele com pé, tocando Tiro. Bom, bom, bom, bom, bom, bom. Empurrava ele com pé assim, ó. E o cara rolando cheio de areia, [ __ ] e colando no sangue, [ __ ] Bagulho é doido, cacho. >> É [ __ ] Eu imagino, cara. Você é >> [ __ ] irmão. >> É, >> [ __ ] Pô,
o cara pensa, a cabeça nossa é muito louca. Eu tive umas duas, três situação que eu falei aqui já era, aqui eu vou morrer. >> É, >> é verdade que eu falei assim, final da linha um situação aquilo mesmo. Falou, já era. Aqui >> sair é >> aqui é fim. Porque tem uma tem umas situações que nós tá no controle, certo? >> Você tá no controle, meu irmão. Você vai olhando aqui, ó, pá. Você tá entrando não. Quem acha que os cara fala, os cara é louco, mas a gente sabe o que tá fazendo, pô.
Um bagulho desse, você Entrou na viela, os cara, você tá aqui, meu irmão, você tá mandando, o cara tá correndo. Se você, você tá no controle, você sabe. Mas dependendo da onde você tá, meu irmão, que você começa a tomar uma rapa, você fala: "Puta, fodeu". >> E aí, o que que é? Aí é, acredita em Deus, todos vocês acredita, >> acredita, mas não dá muito tempo não para lembrar. >> Tu lembra, mano? >> Irmão, você só pensa, cara, já era. Aqui, aqui é o final da linha hoje. Hoje vai encerrar. >> Semana passada, >>
agora essa semana agora o trem me pegou no carro, tu viu? >> [ __ ] mesmo, [ __ ] >> Você parou o trem? >> Parou, >> irmão. >> Não, ele achou que era o Superman. Eu tava indo para essa essa esse negócio de Fazer >> o trem tava sequestrado. >> Não, cara, eu você foi abordar o trem, [ __ ] Para. >> É, foi abordar o trem. Que aconteceu, car? Fazer essa [ __ ] fazendo, a gente fazendo nossas gravações, aquela coisa toda, tu dorme tarde e tal. Eu acordei atrasado, irmão. Tinha operação barricada
zero. >> Pode crer. >> Me fardei, tô saindo de casa com o carro E ligando, né? Ô, capitão, tô saindo de casa, acordei agora, tal. P, tô falando no telefone. Pá, pá, pá, pá. Tô saindo. Tô falando, tô saindo. E pá, expliquei que tô atrasado e tudo mais, irmão. [ __ ] >> você achou que dava para passar, né? >> Não, eu nem vi, parce, mano. Eu eu moro, eu moro, eu moro. Não, não tem onde você. Eu moro depois. >> Você é doido. >> É. >> Não, meu. >> Não é. É. >> Você tem
um blindado para sair de casa? Não, deve ter, [ __ ] Não, mas tá sobre conto. Eu sei como é que >> eu conheço os parangolé todo. >> Não. E os caras sabe da onde? É, >> tem um ditado que fala: "Assombração sabe para que aparece." >> Mas aí que que acontece? Mas aí, parceiro, irmão, eu fiz a gravação depois do local lá, eu mostrei lá onde É. Não tem [ __ ] nenhuma, não tem cancela, não tem placa, não tem [ __ ] nenhum, nada, nada, nada. Rapaz, que nego fica contando história igual aqui,
pô. Eu cheguei aqui um [ __ ] uns prédios parece uns arranhacel, mano. Um bagulho maneirão e tal, mas essa [ __ ] é outro mundo, é outro universo. >> É outro. >> Não é o oxigênio que a grande maioria respira. >> É, é. >> Não é [ __ ] >> É isso mesmo. >> Lá onde passa lá, pode pegar o vídeo meu lá, não tem cancelo, não tem [ __ ] nenhuma. E tem uma coisa lá, só vê em cima. Quando vê, se o cara não buzinar, fodeu, meu irmão. Tu só vem em cima,
tu tem que frear em cima. E só que ele só passa uma vez ali, uma vez ou outra, tu vicia passar para lá e para cá. Quando tu veio, pô, meu irmão, me pegou, me Arrastou quase 50 m. O cara falou assim, aí, aí a sé célebre frase, o cara perguntou: "Cara, tu não viu o trem?" Eu falei: "Vi, >> vi". Claro, e quis bater. Eu queria fazer isso. Eu queria ver se o freio dele é bom. >> A, cara, como é que tu fez? Tu pegou o trem? Eu falei, [ __ ] tu não
viu ele que me pegou? Não fui eu que peguei ele, cara. >> [ __ ] eu f >> pegou na parte de trás do carro. >> Pegou no meio, parceiro. No meio rolou assim tudo o carro. Ah, pô, meu irmão, nasci de novo. >> Aí o cara falou assim: "Cara, >> [ __ ] susto, >> graças a Deus que tu tá bem, tu nasceu de novo, pô". Marca dato, cara. Quas >> só Nandes, que eu sou ferrado, parceiro. Isso é história para grego, para [ __ ] Tu sai do carro, tu pensa em quê? >>
Do carro. Carro, tudo [ __ ] >> [ __ ] man. Tava tudo fugido, mano. >> Mano, eu olhei para trás assim, [ __ ] eu tô a pé, [ __ ] [ __ ] batata. Já tem uma atração que já dá para juntar o Pix na uma vaquinha para comprar o carro mesmo possível, car. Tá a pé, [ __ ] Não, vamos juntar essa. Ô, Castro, >> vamos fazer uma carro novo batata. >> Ei, eu fiquei com lá, ó lá, lá, ó lá, ó Lá, lá, lá. >> Precisamos, pô. lá, irmão. Eu eu eu
fiz o outro vídeo que mostra no meio dele. >> Vê se acha aí. >> Eu tenho um outro vídeo que tá aí mesmo. Do lado. >> Carga leve ali. Carga leve. >> Não, a carga era tranquila, irmão. >> É. Cada cubo daquele deve ter 5 toneladas. Premunição. Premunição. >> Pegou no meio do carro, mas pegou legal. Entrou até onde custou dinheiro. Mas Entrou para caraca, mano. Mas entrou de verdade. >> Eu só queria saber se o trem tá passando bem, né? Vou te falar, meu irmão. Aí, aí e ele me empurrando, aquela, ele buzinou, [
__ ] Que ódio, cara. Obrigado. >> Depois, depois ele buzinou. Depois >> para dessa [ __ ] >> cara. Que agonia, mano. Que sensação de morte. E na mesma hora >> e passa na cabeça ou não? >> Na mesma hora. Falei assim: "Agora vai, >> agora vai virar." >> Primeira coisa que tu pensa, mano, >> agora. Agora eu vou de ralo. >> Agora vai. Tão brabão. Tão brabão, né, meu irmão? O trem mata o cara. É [ __ ] né, mano? [ __ ] mano. >> Agora engraçado, bicho. Eu eu eu já perguntei isso a
alguns colegas. Quando eu tomei o tiro na cabeça que eu vim trabalhar. Ah, lá, lá, lá. Eu mostrando. >> Mas é vídeo ou é foto? Essa não, não é Essa não. >> É, é o vídeo. Eu tenho um vídeo >> no Instagram que tá. >> Não, tá no Instagram. Tá do lado. >> Vou ver se eu consigo achar aqui que eu só achei imagem só. É. É, tá do lado dele lá. >> Não, foi tranquilinho. Ô, Rom, aí chega lá, ele tá no carro todo arrebentado que falou: "Não pode estacionar aí não. >> Não, agora
olha o local, parceiro, lá Onde o carro tá lá. >> Não, >> meu irmão, esquece [ __ ] Ali passa prea, passa gambá, cachorro. É, passa, passa boi, passa o [ __ ] e o trem, entendeu? Parceiro, e passa a gente. >> Por isso que a gente fala com o polícia. >> Aí o cara fica com esse papo de que [ __ ] parece o que dá a impreensão é que eu eu furei uma cancela. >> Uhum. que eu passei num local aonde é tudo sinalizado, que o batata que não viu porque ali facilmente tu
vê, [ __ ] Vai lá, >> vai lá fila. É igual os especialistas do sofá, [ __ ] >> É o especialista de >> É isso aí que eu falei. Cheio de especialista de sofá, cheio de cara inteligente, cheio falando da da da operação de barricada lá, [ __ ] Barricada. O cara fica assim, ó, Gente, são 1800 favelas, são 42.000 homens. Então, tecnicamente, se eu dividir 42 por 1800, tem uma divisão X, sendo que tem 5000 adidos. Ah, é. Aí depois desse vídeo, >> ó, o vídeo >> aí depois desse. >> Esse aí já
é. >> Não é esse daí, não. >> É o outro. >> Esse. >> Olha lá. >> Olha, >> coisinha tranquila, pô. Não, de boa, >> mano. >> Ah, não, isso aí poliu, já era. Puliu, puliu. >> Aí eu puto, olhando para ter, falei: "Caralho, eu tava, >> tava achando que tava com dor". Eu tava pensando preferido, falei: "Porra, >> fodeu o carro todo." >> Tem outro vídeo além desse? >> Tem >> aí pensando no carro aí. Ele tá pensando no carro. >> É depois desse, logo após isso aí que eu mostro o carro e mostro
o local. >> Ah, tá. [ __ ] batata. [ __ ] que pariu. Você nasceu de novo, hein? >> Pouquinho de massa de polu. Estop. >> Não, estopinho. Um saquinho de cimento, um calzinho. >> Dá um reboco ali. >> Nasci de novo e sem carro agora. >> E o seguro? >> A cara dele. >> É agora ou depois? Você que ele mandala, fala do seguro. >> [ __ ] >> não tinha seguro >> não. Eu vou respeitar o caso que >> é falar para ele. >> Eu sabia que não tinha. Pergunta você, cara. >> Quem
que é o polícia que tem seguro em carro? [ __ ] mano. Car, >> o polícia só espera que vai ser roubado, cara. >> Não, eu espero e ele fala: "Se vi para levar meu carro, vou ter que dar foda". O >> meu paga o seguro porque minha mulher anda com ele, entendeu? Mas eu também. A minha a minha intenção de pagar o seguro é porque se eu ver alguma situação eu passo por cima, né? Arregaço, arregaça tudo. Aí o seguro pago não te paga. Vai confessando isso aí. Não, não, não. Mas Aí na hora
da ocorrência eu falo que eu perdi o cont. >> Não é? Tá bom. Eles vão pegar esse podcast e colocar outra >> pô os cara agora, [ __ ] do seguro faz mais de inquérito do que tu, por >> faz mesmo. Tá pior que você assai agora o seguro. >> E lá no Rio imagina moral tem que ser também que tem uns malandros para [ __ ] também que dá chapéu. >> Eu sei cara, eu entendo. [ __ ] ô, vamos segurar. Ol a realidade do dia a dia da gente, cara. >> Sim, sim, sim,
sim. E eu eu eu tive a impreensão, cara, que quando a gente sai, quando a gente é baleado no dia, a impressão que se tem, cara, é que parece que tu sabe que tu vai ser baleado, mano. Tu parece que >> é igual eu falei, eu tive a sensação de ir lá buscar o colete. E se eu tivesse o colete, eu acho que eu tinha morrido. >> No dia que eu fui baleado, >> plégico, eu ia ficar. >> Parece que eu sabia que eu ia ser baleado, cara. Eu ainda falei ainda, cap falou, chefe, a
gente vai entrar por aqui, cara. a gente vai tomar bola aqui que a gente tá divididão. Eu reclamei a forma que eles montaram. Eu tinha falado, pô, desse jeito aqui a gente vai tomar bola aqui. E e a ordem era aquela. Aí a gente acaba, É aquele negócio, às vezes tudo acaba cedendo um pouco. Morreu no >> É cara, parece que >> ele falou assim, ele tava meio assim, [ __ ] mas vai entrar ali e tal, não sei o que lá e foi o que foi, cara. E é o único que tinha questionado e
é muito louco, não tá é inexplicado. >> É, eu eu eu eu eu comecei a pegar essas paradas, dá impressão, cara, que tu parece que tu sabe que tu vai ser Baleado, [ __ ] Bagulho escroto, mano. >> É só que aí já tem uns caras que já tem essa impressão toda hora. Eu não vou impressão porque eu tô com a impressão hoje. Eu tô com Não vai nenhuma. Aí bate o aventurinha cidro medrol. Aí é [ __ ] Aí é só você que bota a [ __ ] da cara. >> Toda operação. Caramba, mano.
Hoje eu tô com pressentimento. Hoje aí é bracinho curto, né? Aí é dinossauro. >> Aí é tiranossauro Rex. >> Tiranossauro Rex. Ô Romer, manda a Pergunta da galera aí. >> Vamos lá. O Goduco mandou aqui, ó. Pegue pro Batata contar do contador de histórias da porta da audiência. >> O cara contou a história do próprio Batata para outros policiais. >> [ __ ] que pariu. Isso aí >> é muito go, >> cara. Por quê? Porque quando eu desde 2004 eu tenho vídeos que como eu falo eh eu tinha um vídeo trocando porque batata da Madsen
Madsen era uma metralhadora antiaérea que eu usava >> e essa metralhadora virou batata da MS e tal, mas eu usava isso em 2004 >> e e esse vídeo era o vídeo que que que dava a a trilha sonora, como é que o nome que de entrada lá da do Programa do Wagner Monte. Wagner Monte. See, man. >> Então, o Wagner Monte era era muito assim aqui agora, >> [ __ ] uma audiência do [ __ ] na época. Da mulher dele era, >> principalmente no Rio lá. Son Lima. Son >> ele lembro da Sonia Lima.
Do se ele lembrou da Sonia Lima. >> Ô, e na moral >> eu lembro do Wagner. Eu andei na perna e falou Wagner. Os car em mim. Ele botou assim: "E a Sora Lima e não, ele falou assim: "E o Wagner é morto, tá vivo, ele não sabe nem que morreu, mas a son ele lembra. >> Tá certo, tá certo. Isso é o polícia, entendeu? Mas vamos lá. Que que Acontece? >> Tá errado, pô. Quando o nome todo mundo já >> não todo mundo falta a mulher dele anima. Todo mundo lembrou >> aí essa [
__ ] Desde 2004 me conhecia como batata, batata, batata mais caramba quatro e tal. Só que a minha imagem na época não tinha rede social, muita gente me conhecia por nome. >> Aí eu tô chegando, >> sabia quem era, tipo assim, sabia o nome. >> Eu tô chegando para depô lá no fora da capital, a rebanha uma porrada de batalhão. Então sempre no corredor ali tem muito polícia. >> Uhum. >> É o local que a gente se encontra para fazer aquela ideia. Aqui uma pegada também aqui. >> Aí eu tô chegando no fórum lá, tô
vendo aquela roda de polícia conversando e pa papo vai papo vai papas que eu já uso já tem >> aqui não pode, né? Aqui não pode. Senão >> os papos às vezes é tanta bala que às vezes tu tem que passar brigado, >> não é? >> É que passou tir >> conversa de polícia é só isso daí, velho. >> É fofoca de outro polícia. É um inferno, cara. Aí eu tô chegando, aí eu tô vendo o polícia falar de mim. Não, porque eu tava lá e pá pá, eu e o Batata lá na Amarel, [
__ ] no 22. Aí eu encostei, né, cara? Tava sozinho e eu eu já falo pouco, entendeu? >> Não, pouco quase nada. >> Aí eu já encostei por ali >> hoje. O Vil tá de boa aqui, mano. Tô tranquilo aqui hoje. Aí, aí >> nem fazer pergunta. >> Aí já encostei por ali mesmo e começar aquele bate-pola p pa pa p pa pá e tal. Eu tô vendo polícia e não porque eu trabalhei, pá. Então eu e batata. Falei: "Legal". Eu falei: "Cara, eu e batata". Aí você sabe que lá no Rio de Janeiro a
gente faz muita operação. Não sei se acontece aqui. >> Estamos junto. >> Acho que aqui acontece. >> Acontece também. Mistura os batalhões. >> Mistura os batalhões. Então >> aqui mistura também até na DG. Mistura bastante a DG que é a hora extra que >> lá é diferente lá. Como é que chama lá? >> Quando a polícia vende a folga lá pro estado. >> É R. Ris. Aí que que acontece, [ __ ] A gente pega que que a gente que que a gente quer às vezes você já operou com colega, às vezes o cara fala
assim: "Pô, eu operei com você, você não lembra? >> Não lembra, acontece." >> Aí eu f [ __ ] leviano, né, mano? >> Aí eu tô olhando dentro do focinho dele legal assim. Falei: "Pô, mas esse bebedor de lavagem eu nunca vi. >> Esse bebedor de lavagem. Olhei mesmo, mirei, parceiro, nada >> não vinha na memória. E e eu e eu eu de nome eu sou ruim demais, >> mas fionia não tem. >> Se eu bater a cara na fachada assim, ó, >> eu ferrou, vê de longe. Aí eu falei: "Não conheço não, mano". Aí
encostei Perto dele. Aí falei: "Porra, compadre". Aí ele não, porque a gente tá do 22, tal, pá. E os outros caras ali, os outros garotos trabalhavam num serviço mais tranquilo. Um trabalhava até naquele jeep, negócio de de de estádio, o cara nem pra rua e tal. É >> a história. >> E o cara pulando e dançando, né, parceiro do nome pulando e dançando. Eu tô bem olhando ele, eu não aguentei. Falei: "Fala aí para você tá pá." Eu Falei: "Você vou, você trabalhar no 22?" Ele: "É, trabalhar no 22 lá sempre pelo". Tá. Aí eu
falei, "Porra, eu falei, eu trabalho lá também no 22 e lá tinha um serviço na época patama expediente." >> Uhum. >> Que que é o patama expediente? para o expediente. Ele >> apartelado. >> Não, ele ele cumpre ele cumpre uma uma >> um horário. >> É, um horário até até até >> no horário expediente. >> É, no horário de expediente. Só que a gente não falava patama expediente. >> Trabalhava para você, pô, tô montado, tô tô tô tô num expediente. >> Expediente. Não, que é a gila, isso é ag do do cara que que monta
na tampa >> aí que a gente chama tampa. Aí o pôr compadre, ele falou assim, pô, trabalho que lá. Falei: "Pô, tô no expediente, Achei que ele ia pegar". Uhum. Aí ele achou que eu trabalhava no expediente no papel. >> Sim, sim, sim. Tava ali na >> Aí ele, pô, tu trabalha no expediente >> os caras chamam de maçaneta. Tem maçaneta. >> Trabalha no expediente, irmão. [ __ ] não gosto de guerra não. Aí eu deixei ele. >> Ah, não. Aí não, né, mano? >> Falei não. Falei não. Tu tu gosta, Parceiro ele [ __
] >> Eu e o batata na regata. Nós bota pro >> Aí eu falei assim, pô, mano, não leva a mão não, pô. Sou eu o batata, cara. Ele falou: "Tu batata". O batata é fortão, pô. Você pode carregar mais menorzinho e tal. Aí eu falei, mano, sou eu batata e e batata e qual é? É [ __ ] nenhuma, mano. E foi saindo e os cara mano, foram saindo também. E eu fiquei parado e Passei como mentiroso, cara. Você ainda quis se passar pelo batalho. É, >> cara, eu sei como mentiroso na [ __
] do troço, >> [ __ ] >> É. E posso te falar uma parada? Essa semana, vou voltar lá na câmera lá. Essa semana o polícia me ligou para uma situação idêntica. Aí, batata, tem um cara aqui que trabalha no teu patamo. Eu falei: "No meu patamo". Aí eu pensei, [ __ ] que é >> lá em É, é lá na ele tava lá no no no no cinco cinco bo cinco bic lá no bagulho tem um churrasco lá vou nem falar o nome tá meu parceiro >> vai aí que eu não vou gosto de
nome. É, deixar, mas o o amigo passa aqui no WhatsApp que eu falo, >> o polícia eu não sei quem >> o polícia eu não sei quem é, mas o o o por isso que me ligou, né? É irmão para [ __ ] tá tá na RR, mas [ __ ] bancou a parte dele, na moral, bancou o Bom Combate, aí ele me ligou e falou assim: "Porra, batata, tem um maluco aqui, compadre, que tá falando que trabalha no teu patama. Tem como tu ligar de vídeo aqui?" [ __ ] eu tava apertado para cara
fazer um montão de coisa. Falei: "Mas liga essa [ __ ] mano. Liga." Eu falei: "Quem é, compadre?" Aí ele falou assim: "Tá aqui se eu falei: "Porra, nesse local aí o moleque é fortinho, tal careca". Ele falou: "Um careca". Falei: "Pô, careca é um polícia meu, o Borg". Falei: "Mano, se tem um cachorreiro que, pá, que é braço". Dig que inclusive no dia que eu fui baleado, pulou na ponta, segurou aonde onde eu tava, que é uma [ __ ] Quando tu sai baleado, tu tomou ali paciente para segurar a >> o outro cara
entrar onde tu tomou parceiro? >> É ruim para [ __ ] O moleque segurou. Tá aí o moleque, [ __ ] Eu falei, eu tenho Um um um polícia meu que, [ __ ] é o Bos cachorreiro, tá ali, [ __ ] Aí ele não par, o nome dele não é Borg não. Falei: "Liga logo aí para essa [ __ ] para me ver esse cara. Vem ver quem é esse cara aí, mano." >> Irmão, eu nunca vi aquele polícia. Nunca viu o comedor de lavagem com ele. >> Nunca viu o bebedor de lavagem dele.
Aí o cara mandou aqui: "Aí, batata, trabalha no teu patama?" Falei: "Pô, nego, esse não trabalha não. Ele não Trabalha não, cara". Aí ele falou assim, aí o aí o garoto falou assim: "Não, cara, eu falei que eu trabalho no batalha." O cara p >> E isso deve acontecer contigo, cara. Não aconteceu comigo, mas comigo foi diferente. Aconteceu no Romão Gomes. >> Romão Gomes é o presidente militar nosso. >> O meu aconteceu com uma também, depois vou contar a minha. >> Pode aí, N. >> O Romão Gomes, nós tava lá, né, meu, eu fui lá
tirar, fazer um treinamento, né? Nós costuma dizer o Romão Gomes é o presidente uns dias, tira uns dias lá. >> Os cara fala que é, >> eu, eu costumo dizer legião estrangeira. Quando eu tava na Legião estrangeira que você some, tá ligado? Aí quando eu tava lá na legião, eu deparei com um guerreiro lá. Aí o guerreiro tinha um bandido muito fomos. Não vou falar aqui porque essa ocorrência ainda tá em aberto de vez em quando dá barulho, então não vou falar. Mas tinha um bandido que era faccionado >> e ele foi numa ocorrência em
quis trocar tiro com a polícia e e foi dessa para melhor. E aí eu tô lá no Romão Gomes sentado. Um dia, chega o guerreiro falando assim: "Tá ligado tal ocorrência? Isso aí. Eu que tava lá, tava eu e o fulano. E o fulano era camarada meu, só Que eu sei quem tava, quem que era a equipe. Eu é mesmo, cara. Não, eu, >> eu e o fulano que nós foi lá e essa ocorrência de um trabalho foi embaçada e a imprensa tá atrás de nós e ele saí espalhando isso aí para todo mundo lá
no presídio. E eu >> aí um dia passou alguns meses, o camarada meu foi para lá também. E você respondendo a [ __ ] das eu, mano, ele >> não dá vontade de matar o cara. >> Dá vontade de matar o demônio. Aí passou Um tempo, alguns meses, o camarada meu foi para lá também. >> Aham. >> Aí o camarada meu chegou, eu falei: "Ô, mano, sabe aquela ocorrência tua lá?" Ele falou: "Sei". Falei: "O fulano tava com você, mano. >> Imagina." >> E aí ele chegou para trocar ideia e aí eu, pá, né, mano?
Eu gosto de dar uma esqueirada, né? Pô, conta aí aquela ocorrência que você tava pulando. Só que Ele não conhecia o camarada meu, >> que é o cara da ocorrência. >> Aí ele não, meu, que o bagulho foi louco, que nós chegamos e deu trabalho que foi zoado e pá, tirotei e ele contando a história >> e o cara só >> eu falei: "Mano, mas é, você trabalhou mesmo com o >> o camarada aí, com o fulano que tava na sua conhece com você?" Lógico, pô. Conheço eles, conhece mesmo. Aí o Camarada estendeu a mão,
falou: "Praazer, eu sou fulano, porra". >> Aí >> e aí me contador de história, [ __ ] >> E tem muito, mas eu vou falar para você, irmão. Eu vejo e ainda mais na internet, nós tem que, por isso que nós pensa muito igual, cara. Eu nunca falei a ocorrência que for. Eu nunca falei que não é minha, irmão. O que é o que é meu é meu, irmão. O que é meu pode ser uma bitca de maconha que eu levei o cara e Eu vou falar agora o que não é meu, irmão, eu conto
quem que é o dono, quem que fez, quem tava na ocorrência, porque o mundo é desse tamaninho aqui, cara. E daqui a pouco você encontra o cara que tava na ocorrência, fica feio, você passa por a gente dentro do batalhão. Eu tô, eu tô nativa, [ __ ] Exatamente. >> Eu vou virar um vai virar o palat do [ __ ] Negozou do pátio ganha. >> Não. E você não tem >> tem uma galera e o se vocês no mundo Normal que o polícia não é do mundo normal, se vocês acham que vocês zoam um
camarada, vocês acham que vocês fazem bul no quartel, meu irmão. >> Irmão, o cara te zoa de manhã, de tarde e de noite, todo dia. Sem parar, todo dia. >> Aí às vezes o cara quer se matar, [ __ ] quer falar na moral, mano. A minha foi, a minha para variar, as coisas que acontecem comigo é engraçada, né, meu? Aí eu tava na favela do mata porco lá, que é uma favela que tem lá na área do 21. Aham. >> E aí, pá, uma moto descendo, a gente a gente na viela escondido, né? E
a motinho descendo, aí pau, saiu da viela, né? As viatura mocosada, pum, enquadrou o cara. Aí enquadraram o cara tava na viela de baixo, aí pá, era um um negócio de jogo do bicho, né? Aqueles apontador do jogo do bicho, né? >> É. Tava com os bagun com as poli do jogo do bicho, pá. Aí com uma pochetezinha os cara aí, mano, esse jogo do bicho aí n sei o quê, mano. É o seguinte, mano. Eh, eu sou camarada do do Castro, saí do Castro. Aí o cara falou assim: "Ah, é, falou: "É, meu". Ele
falou para mim quando pintar esses negócios para mim trocar ideia aí, né, meu que aí falou assim: "Pô, sério mesmo, mano?" É. Aí um cara, um polícia que tava com desceu e falou assim: "Ó, tem um motoqueiro do Jogo do bicho, tá falando que te conhece". Falei: "É, beleza". E nós estava de capote que esse dia eu não tava na Rocan. E ele falou: >> "É aquele aquele sobretudo, né? A gente tava com o capote num nesse, não dava para ver o nome. Aí eu peguei e eu e eu e eu tinha abraçado de tático
e de Rocã. Então às vezes quando faltava sargento eu vinha pro tático, mas quando tava completo eu ficava na Rocan. E nesse dia eu tava no tático. Aí ele falou: "Não, Sujeto o co da Rocan, mano, conhece a gente aí falou pra gente: "Ó, quando pintar alguma coisa aí para dar um toque lá, vida com o pessoal que o pessoal me conhece p aí eu cheguei". Falei: "É mesmo, cara? S educ falou isso daí para você". falou: "Pé, seu educar é meu truta, mano." Eu falou assim: "Então". Ele falou: "Meu, quando tiver essa situação dessa
daqui, ah, velho, eu não me contive, não me contive. Dei uma mãozada na lata dele e falei: "Desce, Seu filha da puta". Até voou. Falei: "Ó, s gente, o caço sou eu." Não, senhor, pelo amor de Deus. Falei: "Seu filho da puta". Aí quebrei no pau, velho. Rasguei tudo, rasguei com pule, com dinheiro. Falei: "Isso é para você aprender, seu maldito". Quando que você me conhece? Quando você me viu, seu seu monte de merda. Não é que um camarada nosso mandou falar que você abordou ele pá. Falei: "Ó, que filha da puta". Não. E Aí?
Aí é aquela situação. Se eu não tô ali >> se você não tá presente, você vai passar. >> É, os meus camarades até falar: "Porra, [ __ ] o Castro, né, se vendendo lá no jogo do bicho. Você vê como é que é as coisas, não é? >> É, mano, às vezes >> já cortou mal pela raiz, >> não? Já cortei mal pela raiz, arrebentei as pul dele, já furei os pneus da moto Dele. Falei: "Some daqui agora". Só empurrando a moto e foi embora. Nunca mais esse vai falar que conhece o sargento Cast. Nunca
mais. Deu ruim para [ __ ] >> Deu ruim. Manda aí, Rom. >> Vamos lá. O se Machado perguntou aqui, ó. Peça para o Nangs, eh, para resenhar um enquadro que ele deu no lutador de MMA. >> Isso aí foi [ __ ] Os cara gostam dele. >> Essa eu quero. >> Os cara gosta do da >> Naade não era lutador de MMA, mas o maluco era forte e você via que lutava, né, meu? A orelha tudo, a orelha de repolho. Tô lá, abordagem, patrulhamento ali, pá, ajeitei aquela lá. Volta, volta no carro. Eu lembro
que acho que era um velóster, mano. Velóster na época era tinha acabado de sair, era o carro. >> Tava o cara mina volta para pia atrás, parou, desceu, comecei a posicionar o cara que aí tem as ordens que você Emana, que estão previstas inclusive no padrão de procedimento operacional. Aí tô aqui, desce, vem para trás do veículo, vira de costa para mim. afasta mais as pernas. E aí, meu? Só que o cara quando ele desceu do veló, >> do veló, ele era gigante, malabrande assim, aquele cara que não consegue, mano, coçar as costas, mano. Gigante
o cara. A orelha assim, ó, parecendo um repolho do cara, mano. >> [ __ ] >> E aí, meu irmão? E eu assim, né, mano? Bracinho de vareta, né, meu irmão, que eu tô no treino não tomo bomba igual os car mano, eu uso bracinho de vareta de gril >> na época era mais ainda, mano. Eu era magrelinho. >> Aí eu tô lá aqui. Aí quando posicionei o cara que eu falei para ele: "Vai, meu, abre as pernas aí". Aí ele virou, olhou, aí já tá mais, meu, porque ele tava com a mina no carro,
ele Se sentiu humilhado, porque >> porque eu só tava fazendo ele seguir o protocolo, só que ele sentiu humilhado, tipo assim, [ __ ] esse cara tá mandando em mim, esse magrelo do [ __ ] grilo falante do [ __ ] meu irmão, aí ele veio para cima aí, aí já tá para mais meu que pai. Aí quando ele começou a vir para cima, aí o espírito do guerreiro, né, mano, eu lembro que eu enfiei o fuzil embaixo do queixo dele assim, eu Falei: "Mano, coloca a mão na cabeça, mano, senão vou te rasgar na
bala, mano". Aí quando ele olhou, ele falou: "Mano, >> essa [ __ ] não tá brincando, irmão." Aí ele foi assim, ó, foi virando no veneno, mas fez tudo que nós mandou, meu irmão. >> Eu falei, mano, tá na disposição ali esse moleque >> não é, a gente luta isso aí, né? 9 mm artes marcial as artes marciais é só Essa daí entrou noógono só polícia hoje >> tá com umas bobeira e perdendo a cabeça, entrando na pilha de vagabundo discutindo >> tem. Ah, nem tem por mais mas per outro dia eu vi um polícia
foi dar um chute no outro. Aí o cara pegou a perna dele, ele caiu no chão. >> Não, mas é é o que acontece hoje em dia. Os polícia quer ficar se agarrando. Ô irmão, não tem negócio de se agarrar, Mano. >> Não tem agarrar. O vagabundo chegou para mim outro dia. Ah, tu só é homem armado. >> Eu falei: "É, >> vai tirar, tira, tira essa arma aí". Eu falei: "Cara, >> para aqui, prou! Eu tô na vantagem. Para que não tira arma? >> Eu vou perder minha vantagem. >> Que idiotice, cara. Porque, >>
meu irmão, você imagina que você entra no aí pode ser qualquer cara. O cara, o Cara encaixou um soco bem encaixado e você >> já vai pegar sua arma e te matar. >> Não, teve um caso daí com um amigo meu, nós chegamos em, nós chegamos em duas viaturas, né? Quatro polícia e o cara loucão, mano. Loucão, loucão, loucão na rua. E só que ele era baixinho, mas trocinho, né, mano? E loucão, loucão, loucão. Ele falou: "Mano, vocês quatro, dois de cada vez pode vir que eu arrebento, né, mano? Eu igual a você, Chassi de
grilo, né, meu parceiro. Só que meu parceiro, velho, [ __ ] mano, ele era [ __ ] mano. Aí ele falou assim: "Só, deixa só eu, só eu vou". Aí tirou o cinturão, >> tirou o cinturão, né? Briga de rua, né, meu? E nós falei, vamos ficar olhando, né, meu? Eu eu conheci meu parceiro. Ah, >> falei se ele der um bem dado, mas foi titi feito, cara. Foram naquela de luta de rua mesmo, né, meu? Pá, o polícia fardado, cara. É gente fight, pá. Aí o Cara deu. Quando o cara deu, ele tirou. Quando
ele tirou, passou o soco do cara e o queixão do cara ficou, né, meu? >> Aí ele deu >> velho. Mas ele deu um >> então >> que desmontou o cara. Aí o cara caiu assim, bram. Foi que nem você implodir um prédio, caiu. >> Aí eu falei assim, matou, né, meu? Aí ainda tivemos que socorreu o cara liga. >> Aí socorremos o cara. Quando chegou no PS que o cara voltou, ele só falava assim, ó, não deixa aquele baixinho chegar perto de mim, não. Não deixa aquele baixinho chegar perto de mim não, mano. Meu,
desmontou o cara, entendeu? Eu jamais, foi que nem você falou, eu jamais entro uma dessa, cara. Eu não >> tira sua arma aí, velho. Eu não luto [ __ ] nenhuma. V >> ten até umas noção. >> Não, não tenho noção nenhuma. Não. A noção que eu tenho é do do FC que eu Assisto. >> Se o cara falar é covarde. Sou >> sou. Não, acho que lógic condição é essa. >> É. Minha condição é essa, meu irmão. O estado me deu essa pistola aqui, ó. me deu esse fuzil aqui que é para eu defender
minha vida dos meus polos meus músculos tá aqui [ __ ] >> Meu músculo tá nas falanges dos indicadores. >> E depois e depois que o chinezinho Inventou a pólvora, meu irmão, acabou o homem forte, cara. >> Eu já vi. >> É só você encaixar bem encaixadinho, já era. >> Tirar o cinturão >> e tomar um pau. >> E tomar um pau lá aí, ó. >> E aí? >> E aí? >> É, é melhor >> aí você, aí você não tá só envergonhando A si, >> tá envergonhando, tá desmoralizando uma O que que acontece, irmão?
Aí tinha que dar um pau nele também. >> Ó, tu lembra aquele vídeo que o garoto o o cara o cara passa com a filha dele? Aí um cara dá uma porrada na filha dele? >> Já acho que já vi. >> Já viu esse vídeo? Acho que eu já vi esse vídeo. >> Aí ele ele fica olhando. O cara é um o cara, sei lá, fala que o Cara é meio maluco, >> mas é um cara grandalhão. O cara fica intimidado, irmão. >> Aí não. Aí >> se ele bater na minha filha, >> aí nós
vamos >> Não, escuta, eu não tô falando de que eu tô armado, não. Se ele bater na minha filha, uma filha ou no meu filho, ele pode me amarrar todinho assim, ó. >> Você é louco, >> que ele vai ter que me matar, que eu vou partir para cima. Ele vai me bater até me matar, parceiro. >> Mas pelo menos você vai morrer. >> Mas eu vou dar a porrada que eu dei nele essas que eu vou aqui entrar, parceiro. >> Acho que entrar na força doar os força do ódio, irmão. É o combustível. >>
Agora eu buscar um bagulho para disputar uma porrada não vou, mano. Eu não vou, cara. Ó, é isso que eu vejo hoje. Eu vejo muito polícia quando entra no Embate desse daí do cara vir para cima, o polícia tentar ficar imobilizando. Ele não tem que mobilizar, irmão. É soco na cara. Soco na cara. Depois queel, >> eu peguei um [ __ ] Eu ten, eu tenho um vídeo. Eu peguei um [ __ ] que eu joguei ele na caçapa. Eu peguei um [ __ ] tentei enfiar, tentamos enfiar ele na caçapa, mano, de todo jeito.
Caçapa é o chique chiqueirinha aqui. Guarda preso agora que não pode Chiqueirinha. Guarda >> só que é o seguinte, >> eu não sei se vocês já tiveram aquela aquela que que que quando tu abria aí era tudão. >> Sim. >> Era mole, tu tacava ele que do jeito que tu jogava, né? >> Ali a gente fazia um lançamento. É isso aí. Isso mesmo. Arremesso. >> Que que fizeram? >> Colocaram a grade. >> Fechaam de grade aqui. Só um portinhola. >> Ah, não. Aí, aí fica difícil, >> irmão. O cara abre as pernas. O cara faz,
>> parece um gato quando vai tomar banho, >> irmão. Que desgraça, cara. Para enfiar o cara lá dentro. E eu tava vendo a hora dele bater com a cabeça ali e tu fodeu a ocorrência. >> Sim. >> Porque hoje >> que a gente nunca quer isso, cara. Irmão, nunca quer esse filho. Mas foi por >> Car, mas C hoje é o que eu tô falando, Carro, >> hoje o N também tem uma polícia mais mais hoje, né? >> Sim. >> Hoje, Castro, tu chega com cara, >> não? >> Eu peguei a parte, >> mas o
cara não resistiu, >> Castro. Presta atenção, >> a partir do momento que ele tá resistindo, Batata >> Castro, >> você tem que usar os meios sab. Vai audiência de custódia, o cara impena tua carreira. Empena de verdade, Castro. >> É maneiro para [ __ ] aqui. >> Sim. >> Eu mandei todo mundo largar ele. Eu eu fui para imobilizar ele para colocar ele na caçapa. Por quê? Porque que que acontece? Eu tenho um gate oito homens, todo mundo em cima. Aí começa negar. A polícia começa a ajudar com o pé, entendeu? >> Aí falei, falei,
para essa [ __ ] >> Eu sempre ajudava com pé. >> É isso aí. Falei >> tem aquele do seriado lá. Eu sou o da pau, cara. Eu sou o do pé. Do pé. >> Eu falei para essa [ __ ] que vai acabar, Meu irmão, daqui a pouco machucando esse moleque. >> E aí, fodeu. >> E o cara hoje na delegacia, cara, eu sou do tempo também. Você também pegou isso aí. Quando o cara quer te prejudicar, ele mete a cabeça lá na na viatura, na boleia e te [ __ ] cara. >> Irmão,
>> fala que foi você que fez, >> irmão. Presta atenção, irmão. Se liga. O machucado oriundo de porrada é diferente do oriundo ele dá uma cabeçada na parede, pô. >> Mas aí você taca a cabeça dele na parede, pô. Ainda no no no no negócio do guarda preso. >> Tem que ajudar a perícia. Tem que ajudar a perícia. Só que agora tu tá com oito câmera, [ __ ] Não dá >> não. Mas aí o que tá o que eu tô querendo dizer para você Não, mas sabe o que eu tô querendo dizer para você,
Batindo a prisão, cara, ele tá, ele tá correndo risco de se machucar, você tá entendendo? >> Ô, ô, ô, ô, Carlos, >> aí é testemunha, aí é a câmera tá mostrando que você igual você não tava tentando colocar ele lá dentro do da caçapa. Então, numa daquela ali, se ele cai e você cai por cima dele e machuca ele, cara, a câmera tá mostrando que você tá tentando, cara. Não, eu sei, Cacho, mas eu você Existe existe ferimentos, por exemplo, eu botei ele no chão, eu imobilizei, ele foi cheio de escoriações, pô. >> Aí, ó.
>> Então, >> mas aí é diferente, cara. Um oriundo uma porrada, o que você vê que é contundente, que é uma porrada. Isso não cabe mais não, parceiro. Não cabe não. É maneiro para [ __ ] A gente acha legal o cara, irmão. Se tu der uma bicuda Maldada, pegar na costela o cara e se quebrar a costela e matar ele asfixiado, o cara leva pra perícia, vai levantar lá. Ah, mas ele era estuprador. [ __ ] você tá preso. Isso daí não é só hoje não. Isso daí não é só hoje não, pô. Nós
lá no no 21 nós tivemos uma ocorrência que nós pegamos os caras praticou o furto, aí nós algemamos um cara, colocamos o cara sentado no chão e estamos procurando outro. Daqui a pouco o polícia começou a olhar pro cara, eu Não tava nessa ocorrência, foi no dia no outro dia, mas o polícia começou a olhar pro cara, o cara começou a babar e caiu. Ele teve um infarto e morreu. >> Sim, deu morreu algemado. Ele morreu algemado. Aconteceu isso aí. Então lá aconteceu lá no 21, entendeu? Aí beleza. É difícil para você explicar isso daí
cara, mas tem como explicar, cara. O cara teve um infarto, [ __ ] Que que o polícia faz? O polícia vai enfiar a mão no coração do Cara e desligar o coração do cara, [ __ ] Você tá entendendo? Tudo é questão, tudo é questão de você saber se defender. >> Olha só, Castro, hoje como é que é as coisas. Eu chegava com um preso na delegacia, independente como ele estivesse, o policial civil recebia ele e >> já era, >> já jogava ele lá dentro e às vezes dava até mais uma maciadinha, dependendo da Situação.
>> É, ele jogava lá dentro. Hoje, hoje >> se ele tiver um raladinho qualquer, ele não recebe, [ __ ] Ele não recebe. Você tem que levar ele lá no aonde forativo, vi com ban dele. >> É isso mesmo. >> Mas daí não mudou. É a mesma coisa. Antigamente também assim, cara. Coisa, [ __ ] >> Antigamente é assim. Se >> ninguém ligava. >> A gente ó, às vezes a gente ia pegar o cara tava em cima da casa e o cara caía de cima da casa >> e nego botava, >> quebrava uma perna, quebrava
uma. Não, não. Aí a gente levava o cara para hospital, o cara ia lá, ele ele ele era medicado. Se ficasse internado a gente levava o papeleta, chegava lá no doutor, Doutor, ele ficou internado. Nós entramos lá, ele pulou de cima da casa, quebrou uma perna, ficou internado, entendeu? Mas tudo é agora o que não pode é o polícia. O polícia tem que saber se defender. É isso que falta hoje. Muitas vezes o polícia não sabe colocar no papel e não sabe se defender, entendeu? É, é isso que o polícia tem que ter. As leis
são as mesmas. as leis de do meu do tempo que eu trabalhava e hoje o sistema mudou, >> não mudou, mas legítima defesa, estrito cumprimento delever legal, uso moderado da força, continua a mesma coisa só que o polícia tem que saber se defender, entendeu? O polícia não pode, se o cara for na audiência de, se o cara tiver na maldade, ele vai na audiência de custódia e vai falar, vai falar o que ele quiser, entendeu? Aí o polícia, cabe ao polícia ter material para se defender, entendeu? Eu sei que acho. Só que o problema é
o seguinte, existe uma Existe uma coisa no direito que se chama interpretação. É isso aí. >> E a interpretação quando ela é tendenciosa, >> é, eu sei disso. >> Convencimento jurídico. >> Fodeu. Juro, já era. >> E ele quiser te empenar, ele vai te empenar. O problema é que veio empenando tanto polícia que hoje, essa é uma realidade, quem tá brigando Contra, quem tá trazendo essa coisa são alguns polícia. Eu sou um deles. Eu acho que a gente tem que trabalhar. Nós somos fregueses do nosso próprio serviço. Nós somos fregueses de nós mesmos. >> Com
certeza. Se eu parar lá, fodeu. >> O cara não vai na padaria, [ __ ] Não vai. >> É isso aí. >> A hora que cair a ficha do povo aí. Mas enquanto não cair >> só, irmão. >> Mas é o que ele tá falando. Até o polícia não vai na parar parado. >> Mas é isso que eu falo para você. O polícia cansado, aquele polícia que passa 12 horas na [ __ ] da viatura e não aborda ninguém, esse maldito, ele tá prejudicando o própria polícia, [ __ ] Porque, mano, qual que é o
básico do patrulhamento? básico do é abordagem, irmão. >> Incomodar, Incomodar. Agora hoje você vê o polícia aí é 12 horas na viatura, batata. Chega no final do serviço, quantas abordagens você fez? Nenhuma. 12 horas passeando de viatura. Atendeu? Porque hoje em dia a gente vê que o polícia é iFood. A a o CONO passa o pedido e ele vai lá atender. >> Mas aí que que acontecia, por exemplo, lá no no lá no Flamengo lá, como é que os os guri tava fazendo lá? Ó o modo dos operantes do do nosso aqui. Eles usam a
Pedra, né? >> Lá eles vê um coroa ou uma pessoa, uma mulher sozinha, ele juntava três, quatro, metia a porrada e tomava tudo. >> É isso mesmo. >> Socão na cara assim, ó. O cara vi, o senhorzinho vinha com o telefone, ele vinha assim, ó, e pum, >> socão na cara, coropão no chão, eles rouba tudo. >> Polícia começou a bordar. Bordava o quê? Qual era o biotipo? Três, qu cco garotos Juntos, faixa etária, joviano, né, jovens e tal, abordando. Não, uma dessa abordagem, abordar o filho de um cara que é diplomático aí, não sei
da onde, lá em Copacabana, um diplomata, não sei da onde. Pronto, acabou a abordagem não durou 3 minutos. Porque o cara veio, abordou, ele abordou, simplesmente abordou, só que quando ele veio abordar, ele veio com o fuzil em punho, pô. Corretíssimo, Policial, como que tu aprendeu? E como que tu aprendeu? Como que tu aprendeu? Como eu aprendi? Arma punho. >> Até que >> você abordou, verificou que ele não tinha nada, >> baixa a guarda, >> baixa a arma. Mas enquanto tu não verificar, arma punho. >> Arma em punho. Fez correto. Só isso. A abordagem não
demorou 3 minutos. Penou polícia de tudo quanto é jeito. Jornal Nacional. É [ __ ] Fantástico. Tá difícil com o cara. >> Fantástico, [ __ ] Aí o cara não quer abordar, [ __ ] Enquanto a polícia diversos então, mas enquanto a polícia for refém da da mídia, cara, nós estamos [ __ ] O cara que arrastou a mulher lá não sei quantos quilômetros como que foi agredido no no na >> na audiência de custódia, cara. Vê se Pode. >> Então, o advogado dele tava preocupado que ele tava com que ele tinha tomado um tiro
e tava aberto a ferida. E a menina que perdeu as duas pernas. E aí? >> E aí, >> cara? Isso não é noja, cara. É noja. Então, quer dizer, >> ô, o pessoal tá falando de pizza. A gente já pediu pizza aqui. P pede pizza. Pede, pedi pizza. Desesperada. Já pedimos pizza aqui Agora. Eles também porque a rapaziada tá >> é a galera acha que eles vão vão vão comer. >> Não vai da hora, rapaziada. É isso aí. >> Cobra mesmo, hein? >> Muito obrigado, galera. Queria agradecer a rapaziada da pista. >> Batata tá o
dia inteiro hoje sem comer, cara. Ó, o Castro tá comendo mais que nós tá acabando. >> Olta pr cá. Olha aqui. >> O caso tá acabando. Sozinho. >> Sozinho aqui. >> Aqui tá eu e batal. É irresistível, cara. É irresistível, cara. Não sei o que você tá falando, cara. Você até se engasgou, >> cara. >> Não, pessoal, eu vi um pessoal aqui falando, avisa pro Caso que os tempos são outros. Eu sei que os tempos são outros, cara. Só que eu não posso eh eh incentivar o polícia a não fazer nada, Cara. >> A gente
tem que incentivar o polícia a trabalhar, cara, porque senão somos nós mesmos que vamos pagar. P >> eu brigo todos os dias. a respeito disso. >> Então, cara, >> meu irmão, a guerra é essa. >> É essa, [ __ ] >> Só que é o seguinte, >> não quer passar por isso, vai trabalhar em outro lugar, [ __ ] >> Mas hoje você é vereador, irmão. Você tem que vir a deputado federal. Mas por que, batata? Você tem que vir. Você tem que vir porque são pessoas que nós acreditamos. >> É >> porque ontem era
assim. O polícia vi o cara falar assim: "A pessoas viam o cara na internet fala assim, ó". Ah, tá vendo? Tá contando, tá falando uma coisa bonita. Agora já vem Na política. >> É. E era mesmo muito >> mas até hoje assim, cara. >> Deixa vir, [ __ ] porque o outro lado vem bicho e vem bonito. >> Professor de sociologia lá da USP vaií. >> Tá bom para tu, né? E o ano que vem o ano vem ainda tá bom. É isso que eu ia falar. Ia falar tá bom ainda. Aí você vai pegar
determinados ambientes, o crime organizado tá fazendo o quê? >> Botando e >> botando grana. Ó >> grana. >> Porque ainda você pegar sua questão ideológica ainda é uma coisa. Agora você pegar o cara metendo grana >> para colocar e os caras estão vindo pesados aí. Aí o cara fala assim: "Ah, mas eu botei o polícia, ele não fiz nada. Troca, porra." Exatamente. Tem quatro, depois de 4 anos, tira o cara, [ __ ] >> Tira babaca. O que não pode é você pegar E ficar >> 20 anos. O cara que não fez [ __ ]
nenhum. >> Não, isso que eu me conforme. Pega o cara lá, aquele tem um um um deputado que pegaram ele com pegaram, não, não vou falar o nome, que pegaram dinheiro na cueca dele. >> É. >> E o cara é deputado hoje, cara. Votaram nesse cara de novo, [ __ ] >> meu irmão. >> [ __ ] meu curto, bicho. Eu memória a curta, >> [ __ ] mano. Caramba, >> eu não sei o que que o povo tem não, cara. É burrice mesmo, cara. É. Eu vou falar para você, se esse se esse maconheiro
do Oruan se candidatar, ele ganha, cara. >> Eu acho que vai ganhar. Tem dúvida, [ __ ] Você tem dúvida? >> Olha a situação que nós estamos, cara. >> Em busca. >> Ninguém falou assim, ó. Ó, >> busca. >> Ninguém falou assim, ó. Amém. Você tava querendo se candidatar, né, seu sac? Ninguém fala, >> não fala. Exatamente. >> Eles são unido para cabeça. >> Pelo contrário, os cara vai meter um caminão de dinheiro na campanha, [ __ ] >> É, é isso mesmo, compadre. Ai, meu mano, tu tem que vir mesmo. >> É isso aí.
>> Eu caramba. Agora se você fala assim, ó, vou vir na Não vem não, cara. A política é suja para caramba, [ __ ] Você é suja para limpar, pô. Cabeça de imbecil, [ __ ] >> Ex. >> É por isso que a gente não, a gente tá igual verme, sabe? Se sair da merda, morre. A gente, >> ó, eu vi um vereador de uma cidade aí de Minas Gerais lá, um que ele foi no plenário, você viu isso daí? Ele foi no Plenário e colocou 100 conto lá em cima da mesa. Falou: "Tá aqui
ó, isso daqui foi o que pagaram para mim para mim votar em no fulano de tal aqui. Então tô aqui mostrando aqui, tô p aqui todo mundo." A gente tem que fazer isso, cara. Tem que ter mais gente assim, mais gente igual esse cara. Aí tem gente que fala: "Ah, política não adianta". Adianta sim, cara. É só pôr as pessoas certa, cara. Adianta. Lógico que adianta. >> Mas daí não adianta o cara fazer assim, ó. Ó, ele é vereador. Vem federal, Nand. Ai, pô, pô, não sei, bat, eu acho que eu não consigo ganhar, cara.
Impulsiona. Vem, irmão. Vem. Sabe por quê? Porque gente, igual a você precisa pra gente mudar a lei lá no âmbito federal. Sim, sim. >> Porque você como vereador, você não consegue mudar a legislação penal, >> não. >> Aí não é questão de querer uma questão De de legitimidade. >> Sim, sim, sim. >> Mas não, [ __ ] >> eu se eu vim, eu quero só arrumar encrenca. >> Eu quero ser daqueles caras que quando a esquerda olhar assim e falar assim: "Ah, não acredito que esse cara chegou >> qualquer lugar que eu tiver." Ô, Caso,
que você arruma encrenque, que você >> não, mas a encrenca que eu digo, a encrenca que eu digo é aquela encrenca Do cara, do cara achar que todo mundo é igual, que pode ser comprado, que pode ser, que não tem caráter. O que tá faltando na política, cara, é caráter. Cara, que tem a palavra, eu eu sempre falo, eu sempre falo no meu podcast, minha palavra que nem tiro, saldo cano não volta. Tá faltando gente assim, cara. >> Aí, o que que a gente pode fazer? >> Aí sim. Aí o cara que trocar tiro com
a polícia Afasta o direito constitucional dele, [ __ ] >> É, é isso. >> Perdeu. Ó, meu irmão, olha só. Se você tiver em troca de tiro com a polícia, afasta o direito constitucional. Ah, mas você vai dar muito poder a polícia. Mantém a câmera nele, pô. Tem problema não. >> É, >> quando o cara tiver segurando o fuzil lá, abate ele, pô. Já era. Saco. >> Como é que vai bater? Nós temos ótimos atiradores de 800 m de me irmão. Os caras são são os diabos para tirar. >> Sabe que eu fico [ __
] Ô batata. Ah, mete a câmera no polícia. Por que só no polícia, [ __ ] Por que não mete no político? Porque aqui em São Paulo tentaram colocar câmera nas escolas. Que que aconteceu? >> Guerra. >> Guerra. Os professores foram lá na frente da da Câmara Municipal reclamar. Por que que pode colocar a câmera no peito do polícia e não pode colocar numa sala de aula para ver a aula que o professor tá dando? Por quê? Porque sen polícia, você tá entendendo? >> Porque polícia ele é militar. O problema é que a polícia incomoda,
irmão. Eles quer tirar quem incomoda. O problema é esse. Eles quer, eles quer anular quem incomoda. O professor tá lá na sala de aula fazendo a cabeça dos alunos, orientando os alunos pro mal, Entendeu? Levando pro lado. Não todos, né? nem tá generalizando. Mas mas tem uma boa parte que faz isso, [ __ ] >> Vai pra [ __ ] com esse negócio de as faculdades federais. >> Você é louco. Aí não, aí é lixo, pô. >> Aí é lixo, infelizmente. >> Fala R. >> Acho faculdade federal. >> Vamos lá. Tem uma pergunta aqui do
Zampirim para o Castro. >> Zampirim. Zampirim. >> Ele tá pedindo aqui, ó, para contar a resposta do Copom. doão. [ __ ] mano. É que a P que AP, [ __ ] Essa vez >> é então eu fui, eu tava naqueles momentos que você não tá muito bom, né, cara? Eu não tava legal, mas você tem que trabalhar. >> É. >> Aí eu vim assumir a viatura, né, meu. Aí tô assumindo a viatura. Trabalha, nesse Tempo era a gente trabalhava dois dias e folgava um. Então era oito por trabalhava 8 horas só, trabalhava dois dias
e depois folgava um, né? E eu tô assumindo o serviço 14 horas. Aí o cupom tava fazendo um relatório ali, iniciando o relatório inicial, né? O cupom 326, cupom chama. Aí eu peguei o M, falei que AP cupom, né? E tô aqui. Aí o cupom 326, cupom chama. Aí eu peguei o Mike de novo, falei que AP cupom aí, né? Antigamente, acho que o Nandes Ainda lembra, tinha uma sireninha, quando o policial tava, não atendia o rádio, tocava essa sirene, mas tocava em todas as viaturas. [ __ ] aí alguém, pô, tem alguém que não
tá atendendo o rádio. Deixa eu ver se é eu, né? Aí, [ __ ] Aí tocou a sireninha >> três 26 o cupom chama. Ah, cara, eu tava uns dias muito ruim, né? Aí eu peguei o o Mike assim, apertei o PTT, falei que AP, [ __ ] Aí coloquei o Mike lá, né? Aí o cupom Falou companheiro, não há necessidade disso, hein? A rede KX, né, meu? que a X é para silenciar a rede, né? Aí eu fiquei falando sozinho. F agora você escutou, né, filha da [ __ ] Tô aqui falando, você não
escuta, né, meu [ __ ] Tô aqui sentado pr achei que não ia dar nada. E eu era soldado. Daqui a pouco chegou o sargento do lado falou e aí castor, beleza? Falei: "Beleza, sargento. Sentado na viatura". Falou: "Me dá sua arma?" Aí eu falou assim: "O tenente mandou te escoltar pr pra psiquiatria no". Aí eu falei: "O chefe, não há necessidade." Falou: "Castrô, me dá a arma, senta atrás da minha viatura e não me enche o saco. Sargento [ __ ] né? Tinha que me levar psiquiatria. Aí eu peguei >> naquela época aí, mano.
Tirei o tirei o carregar lá, entreguei para ele. Aí sentei lá atrás da viatura. Aí ele veio sentou pegar porque tem Genteente aí no caso tem que fazer um ofício, né? Fez um ofício me apresentando. Aí eu fui naquele centro na viatura. Falou assim: "Gente, falou: "Não fala comigo, cara". com você, [ __ ] Pa, era Hermelino Matarazo. Tinha que me levar lá em Santana, cara. [ __ ] uns 20 km. Aí falou assim: "Não fala comigo". Eu falei: >> "Soldado miserável". >> Aí eu fiquei quieto, né, meu? Aí chegou Lá, ele entrou comigo, né?
Fez minha ficha, tudo. Aí falou: "Castrô, tá aqui, ó, vai chamar aqui". E eu tô indo embora. Aí eu falei: "Ô, sargento, eu tô desarmado, fardado, como é que eu faço?" Falou: "Se vira, se vira, [ __ ] Você não pedi, você não ficou arrumando cré". Eu falei: "Caralho, né?" Aí eu fiquei lá, né, irmão, sentado. Aí o médico me chamou, entrei o psiquiatra. Aí eu falei: "Bend, e aí, caçora, senta aí, que tá acontecendo?" Falei: "O cupom". Aí expliquei para ele, falou: "Pá, o psiquiatra é tudo 71, né?" Aí ele falou assim: "Não, cara,
é isso daí mesmo. Aqui os caras que vem aqui ou é o cupom ou é a mulher, cara. É só isso que dá aqui. Mas tá bom, senta, entra naquela sala lá, espera que daqui a pouco eu vou falar contigo." Aí entrei na sala toda acochoada, né, mano? Eu falei: "Caralho, não é?" Eu fiquei pensando, falei, "Caralho, eu tô zoado mesmo, né, meu? E tinha uns dois, três car sentado. Eu fui No fundo, né, meu. Sentei lá no fundo. Aí daqui a pouco levantou um de bermuda e chinelo. Aí foi lá e falou assim: "E
aí, beleza?" Falei: "Beleza, você já se apresentou pro comandante?" Aí eu falei: "Que comandante, mano?" Aí ele falou assim, ó: "O cara ali é comandante. O cara tava de pijama. Aí eu falei: "Ô, mano, [ __ ] eu tô zoado aqui, mano. Ó, faz o seguinte, fala pro comandante que se eu sair daqui, eu vou lá e vou arrebentar ele, mano. Beleza, não tô Muito bom." Bom, aí ele pegou, foi lá, coxixou com ele, aí ele olhou assim, né, mano? Aí falou assim: "Deixa quieto". Aí, aí entrou a enfermeira e lá no HM os médicos
são oficiais, né? E o enfermeiro é tudo praça. Aí entrou uma soldado lá, ela veio com um copinho de aqueles de café e vinha uns tipo uns jujubinha dessa daqui, né? >> E um uma garrafinha d'água. Ela falou: "Ô, C, o médico mandou você beber". >> Aí eu falei assim: "Eu não vou tomar". Ela falou assim, ó: "O médico mandou você tomar". Eu falei: "Eu não vou tomar. Você quer que eu escreva, cara? Não vou tomar. Falou. Tá bom. As costas foi embora. Aí deu uns 10 minutos, lá veio o médico. Aí o copinho já
tava mais cheio, né, mano? O copinho já vinha um pouquinho mais turbinado. Aí ele falou assim: "Castor, vamos lá das duas uma, cara. Ou você toma ou eu vou te internar. Pronto. >> É. >> Aí eu falei daí. Daí joguei na mão, eu cheg encheu a mão assim, eu pá, tomei a água, meu, não deu 10 minutos, a língua já virou um chinelo aí. Aí eu não conseguia mais falar da palavra. Aí o a a aqui o sofá era aqueles de alvenaria todo homfodado, né? Aí eu fui escorregando aqui, pá, tentei, né, mano? Aí cara,
minha mulher e meu irmão foram me buscar, eu nem vi, cara. Aí fui Embora para casa. Aí >> não é enfermeira. Enfermeira. E a enfermeira acordou cedo. >> Não, aí eu fiquei lá, saí de lá, não vi nada, mano. Aí fui pra casa. Aí cheguei em casa, aí eu acordei, cara com uma fome, cara, uma fome de 10 mendingos, né, mano? Aí falei uma mulher, falei: "Ô, que hora que é?" Ela fosse 9 hor. Eu falei: "Puta, mano, caramba, dormi, dormi 6 horas, meu, tô com uma fome do car". Falou: "Não, não, você não tá
Entendendo. Era 9 horas do outro dia. Eu dormi 30, mais de 30 horas eu dormi, cara. direto. Minha mulher chegou a ligar lá pro HM e falou assim: "Ó, escuta, eh, que aconteceu aqui?" Ele aí, os caras lá do HM falou: "Ele tá vivo?" Falou: "Aí tá respirando." Falou: "Então tá bom, quando ele acordar, você fala para ele vir aqui no retorno". Aí eu falei: "Tá bom". Aí acordei, jantei. Aí no outro dia de manhã peguei minha moto, fui lá Para Gain. Aí fui lá passar com o mesmo médico, né? Aí o médico falou: "E
aí, Castor, como é que você tá?" Falou: "Doutor, depois daquele remédio que o senhor me deu, tô zerado, mano. Tô bonzão." >> Aí ele falou assim: "Porra, que que você tem para tirar?" E naquele tempo, antigamente, hoje, hoje o policial ele tem que tirar férias no ano letivo. Ele é obrigado. A PM é obrigada a dar meu tempo antigamente não tinha não. Você Acumulava três, quatro férias, não tinha efetivo. Seis, oito férias, >> não tinha efetivo, você não tirava férias. Falou: "Doutor, eu tô com umas quatro, cinco férias, né? Licença prêmium, mas os caras não
dão, né, meu?" Falou: "Não, eles vão dar. Eu vou receitar pro cara te dar 30 dias de férias." Eu falou: "Doutor, aí de boa" e me deu 30 dias de férias. Aí quando eu voltei, voltei zerado, né, meu? >> É, >> mas o bom disso daí é você ter essa passagem na psiquiatria é quando você ia para algum batalhão, o cara olhava, falou: "Hum, mano, esse cara é psiquiatria, mano. >> É, esse cara é doido." Aí os caras já ficava meio já respeitava. Uma vez eu eu fui >> tava ia puxar uma cana, né? Puxar
uma cadeia lá administrativo e aí tinha que ir no batalhão, né, meu, puxar lá. Pô, eu tava na companhia, eu falei: "Pô, Puxar aqui na companhia. Meu meu meu armário tá aqui, né? Tá tudo aqui, né, mano? Aí eu falei, aí eu chamei o tenente, falou: "Chefe, só não autoriza eu puxar minha cana aqui na companhia?" Ele falou: "Não, não, batalhã". Falou: "Falei: "Senhor autoriza eu falar com com o major lá, com o subcomandante?" Falou: "Não, tô autorizado. Vai lá, se ele autorizar". Aí eu peguei minha moto, fui no batalhão, né? Aí cheguei no batalhão
e falei com o pessoal do Serviço de dia, pô, beleza, vou trocar ideia com o major, né, meu? Beleza, o major tá aí, tá, tá lá na sala dele. Aí eu subi, né, meu, os caras não me anunciaram nada, aí eu bati na porta, não, não atendeu, peguei de uma porradinha, não tinha ninguém. Aí eu entrei e fechei. Aí eu tô escutando um barulho que ele tava no banheiro, né, mano? Aí eu fiquei esperando. Ele saiu assim limpando a mão. Quando ele lou fez assim, ó. Aí ele deu aquela travada, né? Aí falou assim: "Fô
comandante, tudo bem com o senhor?" Falou: "Tudo bem, Castro, que tá acontecendo?" Olhou assim, né? Aí eu falei assim: "Então, eu vim fizer um pedido pro senhor". Ele falou: "O que que foi?" Falei: "Eu queria ver se o senhor autorizar puxar minha cadeia lá no no na companhia, né, para mim não tirar aqui. Tá tudo meu lá". Falou: "Não, tô autorizado." Autorizado, caralhão, de boas. Aí eu falei ass obrigado major obrigado. Premissão para me retirar. Não, não, c vontade. Aí eu desci falei pr os caras, ó. Beleza, na hora que eu peguei minha m, cheguei
na companhia, os caras me ligou. [ __ ] casto, Majol arrebentou a gente aqui, cara. Vocês são louco, mano. Deixa o cara subir na minha sala. Deixa o cara vir para me matar, pô. O quê? Tá preso. Falou. importante é que ele autorizou ele aqui. >> Pô, então é bom você ter uma essa fama, Né, meu? >> O cara tem medo de de de louco do [ __ ] >> Louco armado, >> [ __ ] Louco armado é o pior que tem, mano. >> É o pior que tem, cara. Louco armado é armado autorizado ainda.
>> Isso é que é o pior, pô. >> Pede pro Batata falar do dia que ele entrou na favela com o coronel. [ __ ] Cara, eu tenho duas situações que eu entrei com com coronel Álvaro. Coronel Álvaro é maravilhoso, >> gente boa, >> [ __ ] meu irmão. Cara caveiro, um cara. Só que quando eu conheci o Álvaro, eu não conhecia o coronel Álvaro assim. Eu conheci o coronel tava trabalhando naquele DPO que eu falei para vocês, mas eu comecei a ficar assanhadinho trocando tiro todo dia, pá, pá, pá. Todo dia foi Pegando. Comecei
a virar o cara ali que eu eu tocava direitinho a má assim e pá, e foi ali que eu comecei a virar o batata. Por isso a consideração com a tropa, o carinho com a tropa. >> Sim. Mas [ __ ] eu fui pegando ali, não foi, eu não tenho um dia, um dia, eu tenho 25 anos trabalhando, trocando tiro, [ __ ] Aí eu tô lá um dia de e as guarnições foram trocando, Foram trocando, foram trocando, foram trocando. Toma um dia de tarde lá no DPO, pá, chega uma equipe da P2, o coronel
de P2. Paisano, paisano. >> Chegaram lá, tinha um polícia que tava numa que tava numa ocupação do ele ele era do quarto batalhão. O quarto batalhão que Tava apoiando na ocupação tinha tinha um polí que tinha sido baleado na barriga >> lá no conjunto de esperança. E aí ele chegou no DPO para ir lá. Só compadre que é o seguinte, a bala estancando para [ __ ] Bum bá bum bum para tudo quanto é lugar. Porque começou os tiros, os caras pegaram o cara baleado, manteram ali, começaram a tirar, atirar, atirar. Só que que acontece?
Ele estava numa posição na praça que eles não conseguia porque a saída do conjunto de esperança é maior retão e os caras fica dando tiro do fundo. Você tem que ir lá tirar os caras do fundo >> para pegar o retal que senão tu vira as costas, o cara vai te dando tiro assim 400 m, sei lá. >> Sim. E aí eles não conseguiam sair. Aí chegou lá o coronel Álvaro, mas eu não sabia que o coronel Álvaro, um cara Simples, caveira, um cara [ __ ] Aí ele falou assim: "Boa noite, tô querendo ir
lá no conjunto de esperança, tem um polícia abaliado lá, quem pode ir lá comigo me ajudar?" Aí eu levantei, quem conhece aí que eu tô e ele chegando novo no batalhão, eu acho que era o sei lá o segundo serviço dele. Quem pode quem quem quem pode dar comigo? Ele tava paisando, tava >> paisando, >> paisando >> com fuzil 556. Aí eu falei assim: "Pô, eu posso, eu vou". Aí ele olhou pra minha cara, ele falou assim: "Tá bom, pega lá tua arma lá". Aí eu fui lá dentro, peguei a mágica. A rapaziada falou assim:
"Pô, batata, eu não vou não. Polícia ficou tucando aí a favela o tempo todo aí, [ __ ] Aí dá ruim, caramba. Quatro e tal. Só vou se montar a operação aí eu vou se e assim no falei: "Não, compadre, vou levar ele Por aqui, por trás aqui. Nós vamos vamos rasgar aqui a vea do João aqui." Mas eu achava que era mais fácil para mim, porque a gente fazia sair do DPO, eu saía por trás do DPO, aí desse lado eu não tomava tiro porque aqui já era Brasil, aí eu só tomava tiro de
um cara que ficava na esquina. >> Tá entendendo? Você escolhe o lado que você vai tomar tiro, [ __ ] >> É. Aí eu eu aí já ficava um cara de fuzil aqui na esquina. Aí o cara saía. Quando eu virava assim, eu virava na praça aonde tinha uma boca, mas era tapado. O cara do conjunto, o o cara do pinheiro não dava tiro porque ele ficava do outro lado do valão. Aí eu virava assim, ia reto pra ponte fininha, aonde até nós fizemos uma conhece do macumba lá, virava assim. Aí eu só eu ficava
funilado com aí o conjunto de esperança, a gente só ia tomar tiro de um prédio lá do conjunto de esperança já lá perto. Enfim, eu já tinha tudo uma piada mais Ou menos. >> Sabia onde você ia tomar tiro, né? >> Normal. A gente isso e são pontos básicos deles. Eles eles f eles tomam conta como se fosse sentinela, [ __ ] você acaba conhecendo a [ __ ] toda. Aí eu disse vim sair com ele, n ele com 556 no pescoço. Aí eu falei assim: "Pô, tu vai com isso aí?" Olha, bicho, >> dando
uma tirada, né? >> O cara caveira, bicho. O cara caveira, cara. Aí eu falei assim: "Pô, tu vai com esse com essa melicinha aí?" Aí ele falou: "Não, moral, mano, você chama de Micinha". É porque é o seguinte, no ambiente que nessa [ __ ] aí, mano, >> é >> é que, por exemplo, eu caço o javali, sou caçador, eu sou caçador. Você você bota de 556 no jaavali, filho, ele vai Embora da áa do, pô. >> É, é >> porque é uma feita ela foi feita na guerra justamente só para mais para ferir. Ela
mata, >> mas o o é um efeito [ __ ] É muito mais, >> é que nem a 380, né? Obrigado. Falar isso. Um amigo, eu dou 380. Não, mano. É, é, mano. Quantas vezes nós já viu o cara com quatro, cinco, não, nove. E e assim, E não é merecer o armamento, mas a gente sabe foi um equipamento criado para ferir, >> para tirar no dia que tu foi balhado, tirou quantos caras de combate? >> [ __ ] >> no mínimo três, quatro. Aí, >> se você fere o cara agora, se você racha a
cabeça do cara no meio 762, os caras já larga, pô. Você não tem mal o que socorrer. Morte é evidente, >> entendeu? E o 556 ele tem, eu já falei Tudo que você. >> Então é assim, é lógico que o o tiro que mata não é a arma, é o tiro bem dado. >> É o tiro bem dado. É o tiro bem dado, >> porém é uma arma que se o cara não tiver tanta habilidade para dar o tiro bem dado, ele vai ter dificuldade de de near. >> Não. E outra coisa, potência, barulho, tudo
envolve. O tiroteio, não é só onde vai pegar. >> Sim. É, é isso. >> A Maden, ela era tão esporrenta que era muito mais o psicológico que necessariamente o estrago. >> É o estrago. Porque [ __ ] era um era uma sequência de 7 p que [ __ ] mano. Aqui eu entrava impactando. >> Sim. >> Aí eu falei com ele assim, pô, >> que a mericinha >> é a mericinha. Aí eu falei assim, ó, a Gente vai sair aqui pro trás do DP, ó. Aí eu falei assim, ó, tem que dar uns tiros no
cara na reta da calçada aqui. Eu vou atravessar aqui, vou dar-lhe uma pentada de má assim, ó, cruzado, que aí eu dando cruzado aqui, ele não consegue ficar aqui na esquina, ele não aguenta ficar. Se você ficar dando aqui na na mesma calçada, tu vai ficar aqui até semana que vem dando tiro, chefe. Aí ele já é. Então vamos lá. Vamos lá. E Ele é assim mesmo. Vamos lá. Vamos lá. Coronel Alvo. [ __ ] ele tá, ele não tá bem. Tá. >> É mesmo. >> É. Tá muito bem não. >> Pratigão. >> É. Tá.
Tá muito mal mesmo. Mas Deus tem que que abençoa ele. >> Amém. >> E que que acontece? Aí eu falei assim: "Eu vou dar tiro assim, eu vou dar tiro Assim, né? Aí tu vai sair". Aí aí ele falou assim, eu falei: "Mas com essa mericinha aí o cara não vai sair não, pô". Aí ele falou: "Que que tem a ver isso aqui, cara?" Eu falei: "Pô, tu tá, o senhor me chamou lá para para ajudar. Eu conheço aqui o cara não vai sair, rapaz. O cara caveira de uma humildade, pô. Ele podia me mandar
ir para [ __ ] que Caiu, cara. Cara emblemático, um guerreiro. Ele podia mandar ir pra merda. Eu era um recruta, bicho. Um recruta, [ __ ] Em >> imagem do cão. >> É. Aí ele foi lá, aí ele falou assim pro outro polícia: "Me dá esse 762 aqui. Tá bom esse agora?" Ele falou: "Tá bom esse". Eu falei: "É agora tá >> para melhorar". Aí ele foi, ele foi na a gente quase na grade, bicho, quase na grade do DPO, botava assim, ó, de lado. Aí começou e botou uma bolada bom bom bom bom
bom no cara que o cara, aí o cara respondeu: "Qual é?" Aí ele botou bom bom bom. Aí eu fui, atravessei como se eu fosse sair da favela. Aí eu ganhava a esquina de lá. >> Aí eu atirava camad. Aí ele não aguentava o som, [ __ ] Ali a gente já dava um lanço, ia lá na frente. >> Sim. >> A gente só se a gente quisesse ir lá pela outra rua e ganhar reta pelo valia Ir mais rápido. Mas só que você de frente lá, o cara do fundo não deixava tu pegar a
retona do valão, >> ele não deixava. Então tu tinha que ir pelo meio da vila do João >> e aí a gente pum, pela vila do João ia, fom lá, F, F, F, F. Aí no meio do caminho, cara. E eu gritando para [ __ ] me irmão. Cala a boca, porque para mim ele era um polícia da P2, cara. Eu tava e eu gritando com com G [ __ ] filho da [ __ ] Recruta, né? Para ser trocando tiro, né, mano? E meu irmão, embora [ __ ] [ __ ] meu irmão, vou
correr, cara. Então, irmão, no outro dia, no outro dia eu fui, eu fui render o serviço. Como é que era a rendição de serviço? A rendição de serviço, o polícia, a gente ia pro batalhão, aí você pegava uma viatura daqui, ia lá, trocava no batalhão e vinha. Não tinha esse papo de entrar com o carro paisando Ali para não [ __ ] nenhuma. Não tinha na época, eu tinha não. Aí eu fui trocar, fazer a troca lá no batalhão. Rapaz, eu tô passando assim, né? E eu tô contando pro Ribeiro como foi Ribeiro, como é
que foi tal pá pro Ribeiro. Aí eu falei: "Pô, Ribeiro, a gente entrou assim, assim, assim, tal, pá, passamos lá no bar, os caras no bar, cara, [ __ ] e eu gritando para caramba e tal explicando. Aí eu passando assim, eu eu quando eu olhei Assim, mano, ele com a gemada, >> pá, o ombrão, >> o ombrão você até reluzia, >> instalando, instalando lá. Virei assim, falei: "Ribeiro, babou". Aí ele falou assim: "Por qu?" Eu falei: "Tô preso, porra". Aí ele falou: "Por qu, batata?" Eu falei: "Aquele cara que foi lá no DPO é
o coronel, [ __ ] E que é isso, cara?" Falei, falei, "Olha, falei, olha ele ali, [ __ ] Olha ele Ali." Aí ele olhou assim, né? Falei: "Eu tô [ __ ] mas vou passar aqui. Eu vou dar um jeito de passar aqui nessa [ __ ] que eu tinha que entregar o armamento. Quando eu passei assim, ó, ele falou pro subcomandante: >> "Ó lá ele ali, ó". >> Fodeu, mano. >> Já deu na espinha. >> Parece que foi balhado nas costas. >> Eu fiz assim, >> a alma saiu do corpo. >> Ela fodeu,
mano. >> Eu falei: "Babou". Aí eu fui lá, olha ali, olha ali. Polícia, vem cá. Ah, fodeu. >> Eu falei, [ __ ] tu já vem assim, né? >> Não, já o estômago reverando. Lá meu irmão, cara, uma vontade de vomitar monstro. Dá mesmo, não dá? Eu falei: "Não deu". Falei: "Caralho". Falei sim, senhor comandante. Aí ele, ô polícia, Eh, falou pro subcomandante, ó, bota ele amanhã no patam de expediente, bota no meu patamo para ele. Eu falei: "O quê?" "O patamo dele, o patamo de confiança dele." >> Pode crer. >> Falei, "Porra, e lá
tem a cultura, né, do comandante levar o seu patão depois. É onde ele vai, ele leva leva. Eu escutei isso aí esses dias, cara. Não sabia não. >> Leva o gat agora. Leva o gat na época. Batamos agora leva o gate. Aí a gente do patam criou-se o comboio. >> Hum. >> Que na época em vez de gate era comboio. >> Por quê? >> Somente Guarnição Grande lá trabalha assim. Esse negócio de de quatro homens, três homens, meu irmão, é só no interiorzão só que vai fazer alguma Coisa. Esquece. Ah, >> irmão, lá RP lá,
troca tiro para [ __ ] >> Pr [ __ ] Já vi >> o cara prende fuzil, >> mata pr caraca. você entender. Você entender. Aqui em São Paulo é o cara é o cara que atende um 90 é o cara que atende a briga do marido, mulher, >> um rob, >> aquele cara que fica naquela viatura com dois polícias na viatura. >> Geralmente atende atende ocorrência mais simples, né? Às vezes pode tombar uma ocorrência complexa, mas no dia a dia é toda aquela ligação que cai 90, >> ó, prova disso que o pessoal liga
90, aí o cara vai atender. Geralmente é a primeira intervenção do da RP. Ó, o o primeiro homem abaixo do peixão lá, >> sei. >> Tô tô tão falado do TCP. >> O primeiro era o Sombrão. Sombrão morreu na numa praça próximo a cinco bo a é a cinco boca. Próximo Cico Boca, se eu não me engan me esqueci o nome da praça. Morreu e quem matou foi uma RP, parceiro. Pegaram G3 e tava ele mais uma porrada de vagabundo. A RP bateu de frente. >> É meu irmão. >> E os caras, os caras de
fuzil, [ __ ] abaixo do peixão era o primeiro homem. Tu acha que os cara Quantos homens tinha lá, pô? Entendeu? E eles em dois, eu conheço os caras, trocaram bala, foram lá, pegaram o vagabundo e pegaram o G3, aprenderam o G3, irmão. Então, e eh o polícia eh eh onde eu falo ali, né? A a qualidade de policiamento nosso é de uma Exposição tamanha e e quando você falou da vira revira volta hoje entre a sensação de seguran da polícia da da sociedade, porque mudou a nível Brasil, tá? É a nível Brasil, >> sim.
Hoje o nosso governador, ele não tem popularidade no Rio de Janeiro. Só não tá >> não. Rio Nacional. >> Cláudio Castro tem >> nível nacional >> popularidade a nível nacional. Sim, >> porque foi um governador que teve culhão >> para segurar >> para bancar uma operação com 120 mortos, que não é fácil não. >> E na moral, vou falar para você, >> uma operação dessa magnitude, teve culhão, hein? >> Não é todo político que tem a moral, não. Segurar a pressão da imprensa no peito e falar: "Pode vir que os >> [ __ ] tá
certo e já era". Para quem tem >> E ele fez tudo certo, cara. Tudo que tinha que ser feito, ele fez, pediu apoio pro governo federal, o governo federal negou, ele fez tudo certinho, cara. Amarrou. Por isso que ele tá de boa, >> mano. Eu vou falar, >> ele amarrou tudo, cara. de tudo que ele mais fez correto nessa operação para mim, cara, foi matar no peito, mano. Hernand, >> o problema da operação não é o tiro, não É o mo é a pós do operatório que operatório >> que eu falei o problema do operação.
Igual, por exemplo, imagina que o cara acorda de manhã com a mídia massacrando, falando massacre do Rio de Janeiro, chacina, a maior chacina da história do país e tomando porrada a porrada e ele sustentando. Pra ele falou: "Não, aqui foi uma operação lícita, os policiais, infelizmente perdemos policiais e continua sustentando ele, o secretário, Comando geral, eu vou falar admirável, de verdade. Nes no outro dia ter valor, tem que ter culhão para segurar uma parada dessa, porque o outro dia >> se fosse aqui em São Paulo, se fosse aqui em São Paulo, ninguém baixava nos governos
anteriores baixava a cabeça, não, nós vamos apurar que não sei o quê, que não sei o quê. Não tem que apurar [ __ ] nenhuma não. A operação foi lícita da car. >> Você acha que lá era como? >> Era igual. >> E você acha que lá era como? >> Então eu sei. É a mesma coisa, cara. Não, >> nós chegamos até aqui com ocorrência em tese simples que é corriqueira para nós. Nós tivemos tempos atrás secretária aqui que falou assim, ó: "Os policiais estão sendo presos e serão expulsos". E pouca ideia, irmão, te prendia.
Não queria nem saber o que aconteceu na ocorrência. E a deixa para investigar Depois jogava você lá na jogava você lá no presídio lá e sei que que aguardasse o júri. Se o seu jurri demorasse três meses para acontecer, sorte sua. Se demorasse 3 anos, podem camarada que ficou 6 anos preso aguardando o júri, >> aguardando, >> aguardando o jurri, >> [ __ ] >> E nessa brincadeira, meu irmão, >> e dance >> quem paga o tempo que ficou para trás, >> acabou. >> [ __ ] porque o cara achou politicamente adequado prender polícia e
depois no final pro cara provar que ele >> que ele tava correto na ação, pô. No outro dia os caras, ó, teve uma comissão do pessoal, como eu falo comissão comitiva, porque tinha três parlamentares que fizeram questão de aparecer em TV com uma folha, com a folha, eu via que era uma folha de papel ofício, nem sei se Necessariamente era realmente um documento aqui, ó, o impachman do governador por causa da operação. >> Pois é, meu irmão. Foi o que eu falei para ele. >> Eu tô batendo no cara aí, né? Porqueão irmão, >> foi
homem para caramba, mano. Eu não tô questionando o governo dele, porque aqui o papo aqui não é político. >> É isso. >> A papo, o papo não é esse. >> Para mim ele foi espetacular, irmão. >> Não, o papo não é esse. >> Tanto antes como depois. Não, o papo não é esse. O que assim, se por exemplo caberia o impeachman, mano, a discussão quem tem que discutir é eles. Agora pedir impeachment pela operação, mano, é o maior escolar. >> Meu, mas nesse partido que você falou aí, o pessoal, eles não tm vergonha nenhuma na
cara, porque eles defendem de vagabundo assim tranquilamente, sem Nenhum tipo de vergonha, cara. O povo tá acordando. E aí? E o povo não, não. O povo tá acordando. >> Chegou na hora, né, mano? >> A rapaziada >> que mora dentro de comunidade mora, mano, a as tampa dos olhos tá saindo e eu vou falar e os caras vão ter resposta na urna, viu? >> Os caras vão começar a tomar pancada na urna. >> Nand acredite em mim, tá? Eu não tô assombrando vocês não. >> Sim, >> mas esse negócio de tomada de território, você vai
acabar aqui. >> É, >> já tem interior aqui de São Paulo aqui o comando vermelho botar na cara aqui, tá? Não, mas ô ô, na época de 90, ô batata, eu ia até falar isso daí a hora que o a hora que o Bela falou, eu ia falar isso daí botando aqui. >> Não pense você >> não, não duvido, não duvido. >> Ó, >> é que assim, de verdade, eu acredito muito mais no efeito depois dessa operação que talvez gere um gerefeito bola de neve, bola de neve, efeito avalanche. Sim, >> que a rapaziada comecem
a ter coragem, porque deu bom, viram que p e e que comece a acontecer Um enfrentamento maior, ainda mais sabendo que tem o seu apoio, o apoio popular, então acredito que vai haver esse enfrentamento de maneira mais rigorosa. E a rapaziada tava, eu vou falar para você de verdade, tempos atrás eu combati o crime organizado aqui, eu tive inserido muito tempo nisso aí, então era dedicado, sabia? pegava o notebook dos cara na nas apreensão e eu era um moleque mais fuçado. Eu entendia dessa [ __ ] achava as planilhas, Apreensão. Na época, nós fizemos um
levantamento com a inteligência aqui >> uns 15 anos atrás, o PCC faturava em média 10 milhões por mês. Era era o faturamento dos caras. 10 milhões seco. E os caras vendendo rifa, estorquindo, obrigando os caras a vender droga, tinha que pagar a cebola, enfim. Era uma [ __ ] era, era um rateio entre os bandidos, entre os caras que estavam dentro e fora do sistema. Isso há 15 anos atrás. Aí recentemente Chegou-se a estimativa depois que os caras tomaram a fronteira do Paraguai lá, que mataram o Rafá em 14, que era do Comando Vermelho, Comando
Vermelho que pilotava a fronteira, aí mataram o Rafá, entrou na dividida dos caramba e o PCC passou a tomar conta. Essa facção depois disso aí, cara, estima-se que o faturamento anual de 100 de 100 a 120 B. Aí, meu irmão, quando eu vi isso aí, eu falei: "Fodeu". >> É, >> como é que você freia uma Porque porque em 2012 nós quase extinguimos cara, >> eu lembro que nós começamos a cair para dentro do das das casas cofre e os caramba, nós derrubava 4 milhão hoje aí para uma para um uma empresa, né? Mas para
uma facção que tá faturando 10 milhões mês, quando você rebenta e e pega 4 milhão, tá levando 40%, aí dá outra cana ali de 500, outra de 1 milhão. Aí você tá quebrando os caras, tava comendo os cara pelas pernas, os Caras já estavam tretando, batendo cabeça entre eles. Isso aí tinha na escuta. E na época, por infelicidade do governo começou a sofrer pressão política, o governador tirou o pé, tirou nós mesmo, jogou para dentro do quartel, falou: "Não, vocês não põem mais a mão deles". E aí os caras viraram monstro, mano. Tá ligado aquele
bonequinho, né? Tem um bonequinho no Godzillo, o cara joga água, virou aquele monstro, irmão. Eu falei, mano, como é que segura agora Uma potência dessa? 120 B por ano, irmão. >> Então, mas é o que eu falo para você, é o que eu falo para você, aqui em São Paulo não não se cria >> por causa que nós tivemos a sorte do do do Tarciso tá aqui, porque se tivesse ganhado um governo de esquerda já tinham, já tenham tomado já. Mas cara, e é assim, eu não, eu não, talvez eu acho que sei lá, né,
mano, mas eu não acredito também. É óbvio que deve ter Envolvimento de cara da esquerda com o crime organizado. Não, não tenho dúvida, mas eu não vou dizer, eu não, eu não posso generalizar também. Muitas vezes, e aí eu eu acabo enxergando isso lá dentro na política. Muitas vezes até o político de esquerda que ele tá defendendo o criminoso, nem ele acredita naquilo. No dia da treta, por exemplo, do que que pediram um minuto de silêncio, eu lembro que Era algo mandado pra pessoa que tava pedindo. Eram duas vereadoras de esquerda que começaram a debater
e a gente entrou no debate, pá, e cancelamos, conseguimos cancelar um minuto de silêncio. Quando eu subi pra tribuna para falar, que aí eu comecei ler a mensagem do do sargento Éber, né, que mandou pra mulher dele, pediu para ela orar. >> Sim. >> E ali eu me emocionei de verdade ali, tá Ligado que aqui não tem média? Eu comecei, eu me emocionei na tribuna na hora que eu tava lendo. >> E é [ __ ] né, mano? >> Ô, meu irmão, o cara manda mensagem pra esposa dele falando, ó, tá tá hoje tá difícil
aqui, muita gente morrendo. Aí ela falou: "Tô orando". Aí o cara escreve assim, ó, continua orando, tal, e depois não responde mais. Aí na última mensagem ainda ela fala assim: "Que que eu vou falar pra Sofia que é a filha? Você pensa em quem?" Na hora você pensa nos seus filhos, não tem como. E eu me emocionei. >> É o que aconteceu aqui, tu viu? Ele ele falou, eu falei: >> "É isso >> é natural, mano. Na hora tu pensa os moleque." E aí ele eu tava ali na tribuna. E aí quando eu falo que
muitas vezes eles falam coisas que nem eles acreditam e eu sei que não vai ter envolvimento, que eu vi uma dessas que Tava pedindo um minuto de silêncio, na hora que eu enchi, que eu me emocionei, ela encheu o olho d'água, ela quase chorou também. Então assim, não dá para dizer 100% que tem esse envolvimento. >> Mas ela se presta a fazer um serviço desse, [ __ ] >> Mas meu irmão, é é que >> é [ __ ] mano. >> É que eu eu não eu é assim, eu não consigo só julgar diretamente um
uma Pessoa comparando. É igual eu falei para você, eu não gosto de generalizar muito porque eu vou falar assim, cara, e se eu falar que e aí eu não tô, eu tenho meus princípios ideológicos sobre política, mas eu vou falar para você, cara, e se eu falar também que dependendo da situação, dá para você confiar mais às vezes num político esquerda no que num direita, que ele vai ter mais palavra, dependendo, tá? Não tô dizendo que é de Olho fechado, meu irmão. É mais ou menos eu queria dizer assim, meu irmão, >> você tá sendo
coerente. >> Existe assim, ó. Lá agora no Rio agora no Rio agora teve a direita votou a favor da saída do do cacho do do Barcelão e à esquerda votou paraa manutenção que >> Marcelá é o presidente da da >> da da da >> da LGE. Isso. Agora, presta atenção. Um uma menina, uma uma mulher do parlamentar do PT votou favorável que ele saísse. Pronto. bastou para o PT abrir um procedimento terra >> contra a menina, >> contra a menina, com a seguinte alegação, que o voto tratava-se de uma opinião partidária, >> voto da bancada.
>> É um voto da bancada. Só que é o seguinte, irmão. Quando o voto se torna de bancada, sabendo você que pelo coeficiente político, 90 mais de 90% ou não 90 70% dos políticos que que são eleitos não são escolhidos diretamente pelo povo. >> Exatamente. >> Tá. Como que você pode dizer que o voto de bancada ele prevalece a a a democracia? Porque [ __ ] de democracia é essa? >> Pois é. >> É, são jogadas pro pro controle, né? A política ela tem muita A política ela é uma ciência, uma engenharia e é um
jogo de xadrez, cara. E se o cara não tiver a manha de jogar esse jogo, fica difícil. Bom, >> é o que eu falo, a política e e o o político ele faz uso do parlamento. Parlamento é para parlar, falar isso aí já vem. E se a gente não entender isso, Cara, que você tem que conversar, muitas vezes eu escuto críticas, né, às vezes na internet de um radical, outro, [ __ ] igual o que eu falei aqui amanhã, eu vou escutar que eu falei assim, dependendo da situação, cara, de verdade, às vezes dá para
confiar mais num cara de esquerda do que de direita. >> E aí quando eu falo, cara, por quê? por exemplo, eh, existem maneiras de você trabalhar e Fazer política que ou você trabalha em benefício, por exemplo, eu podia subir lá, falar o que as pessoas querem ouvir, gritar, enganar. Vamos dar um exemplo, tá? Essa semana tive uma votação difícil lá que foi do Moto App, do Moto Aplicativo pro cara conduzia o pessoal na garupa que em São Paulo é proibido, tava proibido, enfim. Aí foi nós precisar aí judicialmente foi judicializado e nós fomos tivemos criar
Uma lei para regulamentar. >> Uhum. Certo? Essa lei que nós criamos, ela tem algumas restrições. E aí eu eu lembro que alguns subiram à tribuna e falaram que os motobai quer ouvir. Os cara gritava, pulava uma a rapaziada que é do motoapp. >> Uhum. >> Só que eu tenho uma ideia com os cara. >> Uhum. >> Aí eu peguei uns três, quatro líderes ali que são os caras mais importantes do Movimento deles que estavam lá na Câmara. Aí chamei a rapaziada, falei: "Ô, desce aí para nós bater um papo". Eu desci, olhei no olho, eu
falei: "Meu irmão, do jeito que tu quer não vai acontecer. Eu não vou vender fumaça para você, irmão. Eu sou homem. >> Entendeu? Eu não vou fazer um barato aqui, um movimento para eu me promover politicamente e vou contar uma mentira para tu que para você que você tá cheio de esperança, cara. E a rapaziada Entendeu, olhou no olho. Por qu, irmão? Eu não, eu não sei vender fumaça, irmão. É, é, não é, não é, entende? Só que, infelizmente, a gente vê muitas vezes pessoas e aí de ambos os lados, tá, direita e de esquerda
vendendo fumaça. Vai lá, vende uma fumaça do caramba, deixa o cara iludido, o cara sai feliz, falou que agradou o ouvido do cara e já era. >> Isso que é [ __ ] >> E aí eu acho que é a parte da sacanagem Da política, meu irmão. Se você chegar no meu gabinete, pedir um apoio, >> eu vou falar assim: "Cara, isso aí dá para eu fazer. Isso aí não dá". É, mas olha só, olha que interessante. Você falou de esquerda, direita. Olha que interessante. >> Quem foi lá para dentro da comunidade que ficou assim,
ó, ó. A operação é uma merda. Tiram eles tudo assassino. Quem foi? >> A esquerda. >> À esquerda. >> Sim. O voto era para alegar com a alegação que bacelara o quê? Envolvido com >> Sim, sim, sim. >> com o comando vermelho. >> Exatamente. >> Não é isso? >> Por isso tinha que tá preso, certo? >> Uhum. >> Quem eram os políticos que estavam dentro da comunidade? Com >> autorização de quem? Porque dentro da comunidade não é igual aqui não. >> Exatamente, meu irmão. Como é que você entra >> lá? Não entra não, [ __
] Não. >> E aí os cara tá ali, ó, metendo o dedo falando, ó, você é envolvido. Pera aí, mas você é envolvido >> aí. Eu vou dizer a você, Eu não tô dizendo que eles são envolvidos, não. >> Sim. >> Eu tô dizendo o seguinte, que contato por contato eles também tm. Exatamente. >> Contato por contato, mano. >> É isso. >> Eles também tem, [ __ ] E nenhum momento, nenhum momento, nenhuma gravação. >> Foi questionado o contato dele. >> Ele não liga, ele não tem nenhuma ligação com vermelho. >> Uhum. Quem liga para
ele é o TH que liga de casa para ele. Foi ele que ligou, liga para ele. Agora eu não tô dizendo para você, eu tô dizendo o seguinte, uma hipocrisia do [ __ ] [ __ ] >> Para [ __ ] >> Onde que é hipocrisia, [ __ ] >> Hipocrisia do [ __ ] [ __ ] Ué, vocês merda no contato, tem a porcaria toda. Aí você fica assim, [ __ ] você é traficante, você tem contato. [ __ ] [ __ ] ontem tu tava lá dentro do cara lá. >> Como é que
tu lá dentro? Falar assim, como é que você chegou lá? >> É, você não tem contato, então >> é, >> mas entrar de alegre lá. >> Ninguém, [ __ ] Eu vi eles andando Assim, ó, de mão dada assim, ceré pimpom pela Joaquim de Queiroz. A jaquin de que parceiro, ó, tu anda, eu, tu anda, eu entrei lá uma vez, tu eu andei 10 m, 10 m. Parecia que todos os fuzil do universo estava ali dentro, >> [ __ ] Tudo apontado para você, >> não é um inferno. Aquela é principal, é o centro nervoso,
aquilo ali, ó. A entrada pro inferno. É ali. É, tu toma tiro. Por quê? Porque ela vai entrando pelo miolo, Tu vai entrando feito o Maracanã. Aí depois vem Largo do Bulufa, vem, ó, não sei se é a churrasqueira primeiro. Acho que é a churrasqueira, Lagargo do Bulufa, irmão. Tudo tu olha assim, ó, 360 graus, assim, ó, tu fica cercado assim, ó, >> pelo amor, >> caldeirãozão, >> irmão. De tudo, tu toma tiro de 360 graus. Então é aquilo ali é uma desgraça. >> E eles entraram de mão dada. >> Não vem não. Já tavam
dentro. Vem sair a filmagem na TV. Na TV uma uma emissora vem ele saindo aí. Aí no mesmo dia. A presidente da OAB, eu acho que a presidente da OB >> dá a seguinte. É muito triste eh ir lá dentro porque a gente tem que pedir autorização ao tráfico. >> É isso aí. Pode crer. Verdade. É isso. >> Foi eles que falaram. >> É, é isso aí. Eles falam, eles falaram na televisão. Não foi eu. Não. Presta atenção. >> Não foi eu que falei não. Tá. >> É rápido. >> Você tem esse contato aí lá,
batata? Tá para trocar. Tenho. Por gentileza. Eu vou entrar hoje. Eles falam >> trocar o tiro rápido. >> A linguagem lá. A linguagem sua lá é, >> eles falam do balais. Eles falam do balaleis. >> Ô Romer, perguntas aí. >> Vamos aqui. >> Ai, [ __ ] >> O Leandro Carvalho lobo, ele colocou: "Castro, conta a intercorrência da arma ponto 30. Foi coisa de filme. >> Ponto 30, cara. Você é louco. >> Ponto 30. >> Ponto 30. Nós aprendemos a ponto 30 tá aqui São Paulo, né, na minha área lá. E Nós estava levando ela
pro exército, né? Pegou essas armas de grosso calibre, tem que levar pro exército lá. Lá, eu tava na barca, tava levando, cara. Trombei com roubo de carro forte, cara. A minha barca trombou com roubo de carro forte. Tinha uns 12 cara, cara. E viramos a esquina, os caras roubando o carro forte, desembarcamos da viatura e começou a troca de tiro. Troca de tiro, troca de tiro, troca de tiro, troca de tiro. Chegou uma hora que a munição tava Acabando. Aí eu falei pro meu, pro terceiro homem, falei: "Mano, pega a ponto 30 lá. Nós pegamos
ela com com a com o aquele aquele carregador de de tira, né, meu. Falei, pega ela lá. Aí ajoel no chão, cara. Bum bum bum bum. Com a pon 30. Arregaacei todo mundo, cara. Arregaacei todo mundo lá na ponto 30. Ficou os corpos caídos no chão lá. Pá, quando eu levantei, pá, senti um, escorreu um negócio na perna. Falei: "Pô, fui baleado, Caralho". Falei pro parceiro, fui baleado. Aí quando ele falou assim, não, chefe, que ele veio para cima de mim, eu acordei, tava sonhando, miji nas calças, car. >> Tava sonhando, miji nas calças. É
o R, >> é o Rambo. >> O N já tava pensando que mentiroso do [ __ ] >> Não, eu eu já tava passando mal. Sabia, eu te conheço, filho. >> Eu já tava passando mal aqui, cara. Pegou a ponto, não deu tempo de voltar na viatura e pegar a ponta 30 no meio do calceira >> escorrendo um negócio na perna quando a dona Cida me ligando. O cara tava falou: "Não, calma, chefe, minha mulher falou: "Vai no banheiro maldito você tá mijando na cama aí, pô". >> [ __ ] >> Fala, Robert. >> O
Luiz Fernandes, ele tá perguntando pro Nantes. Fala sobre o cara que ao ser perguntado em abordagem se devia para alguém, ele respondeu: "Cas Bahia, Marabra". >> Aí ele já estragou, >> ô cara o final da piada, cara. Ô [ __ ] >> Mas vamos lá. Quem vai fazer o corte vai fazer a partir daqui sem saber da história. >> Sem saber da história. Vai. >> Essa aí eu tava patrulhando em Osasco, Região da minha mãe. Nunca gostei muito de patrulhar perto da casa da minha mãe, né mesmo? Porque você acaba arrumando a treta com >>
merda. >> Conhece às vezes malandro você conhece. >> Aí tava patrulhando lá perto. Eu lembro que abordamos aquele filé. Tava no jeito. >> A pizza chegou, hein. Se olhava falar: >> "Opa, que isso, >> pessoal? Chegou a pizza parando aqui no Meio do corte para falar. Chegou a pizza. >> É. >> Aí eu lembro que tava lá naquela aí abordamos, posiciona o cara, desce. Não era cabo na época ainda. Eu que dava geral, né, mano? Aí tô lá dando uma geral. Aí vem o sargento. Sargento vem do lado. Aí vira o cara de frente naquela
minuciosa. Aí o sargento olha para ele. E aí meu Pagou o que você devia já, meu? Não, não é f pagou o que você devia já? Ali paguei não, senhor tá devendo o quê, então, mano? Aí falou senhor Marabraz, >> [ __ ] mano. >> Loja, aí já era. Acabou a abordagem, >> aí não tem como, né, cara? >> Não, aí não tem como. Aí já era. Aí não virou. É a mesma coisa do cara, rapaz. Esse negócio de de trocadilho é a mesma Coisa que eu contei outro dia o cara comigo, pô. A gente
tava na numa abordagem, sempre vi passando o carro, né? A gente pá, meteu o fuzil, né? Aquele pá, para aí, mas para aí. Aí ele falou assim: "Pô, pai, tranquilidade, pô, colega, pô, teu colega, >> colega, colega, né, mano?" >> Ó, tucosta aí, compadre. Mas calma aí, calma aí, colega, pô, vai embora, pô, né? Falei: "Pô, [ __ ] Pô, tranquilidade, irmão, colega, dá uma carteirada aí pra gente, né? Só pra gente não não passar batido." >> Só para não foi de graça. >> Pô, [ __ ] dá uma carteirada aí pra gente e vai
embora. Aí ele falou assim: "Eu não tenho carteira não, chefe". Falei: "Você falou que era colega, pô. Tu não é polícia não?" Falou: "Não sou polícia não, pô". "Você não falou que era colega, pô?" Ele falou que eu falei: "Eu sou seu colega". Eu gosto de você. >> Sou seu colega. Eu sou seu colega. Eu não falei que eu era polícia. Gost de você? >> Falei: "Filha da [ __ ] de Costa de manta". O cara, eu sou promotor, meu. >> É, teve um desse daí lá no segundo, teve um desse daí lá no segundo
batalhão que os caras colocaram na viatura na parte da frente, levaram lá pro pra companhia. Cara, >> falou o que? Que era promotor? >> Cara, falou que era promotor na abordagem. O cara falou assim: "Não, era um go". Falou assim: "Sou promotor". Não é mentira, não é promotor. Falou: "Sou promotor". Aí o cara falou: "Eu quero ir lá pro 24 DP, eu quero conversar com o delegado." Aí os cara, pô, tá bom os promotor, né? O cara tava terno gravato, colocaram na viatura lá, levaram lá, chegou lá, o cara entrou e falou: "Então eu tô,
eu sou promotor de vendas >> e eu tava fazendo, eu tava no mercado e Deu um problema lá, eu fui ameaçado lá pelo dono do mercado, mano. Nossa, lopramos polícia, cara. Falei, [ __ ] mano. [ __ ] promotor de vendas, mano. [ __ ] >> o cara não mentiu. Ele era promotor, [ __ ] Promotor não, tem uns cara, tinha um, um vez teve uma fuga no 24 DP, né? Aqui teve um tempo que tinha preso no nos DP, né? Preso no DP. >> Aí teve uma fuga, >> a gente também não tinha. >>
Então teve fuga no 24 DP, sempre tinha, né? Aí >> superlotação >> polícia de dia lá chegou e falou: "Ó, tenta a terceira se com certa com fuga do 24 DP, pá." E o Tira veio e falou assim: "Ó, avisa que os caras tão tão estão saindo com a Teresa". Aí o cara falou: "Não, beleza". Aí o polícia recruta, me falou: "Copom, é fuga no 24 DP e tem é refém". Os caras pegaram a Teresa como refém. Mas Teresa, é >> Teresa é uma [ __ ] que os cara faz. >> Miserável burro, cara. >>
Chama Teresa >> com. Ó, avisa aí que é fuga dos 24 DP e tem reféns. Pegaram a Teresa de rebem. >> Ah, mano, nossa, >> nós chegamos na companhia e ó, tinha uns caras que era, teve outro que foi, nós fomos depois, daí fiquei sabendo, né, meu, mas eu fiquei sabendo, depois eu vi a cana dele. O juiz mandou a a o bagulho Para ele lá, >> para prender ele. >> Na juíza já mandou uma cartinha dessa para três Lauda, mandando prender eu. >> É, o juiz mandou. Mas por quê? O polícia, o polícia foi
no fórum, chegou lá. A juíza em pé falou, era uma ocorrência de roupa, falou assim: "Você reconhece o o o indivíduo, né? Ele está aqui para ver se o polícia reconhecia, né? E o o mala foi de terno e gravata, né, mano? Terno e gravata. Pá, ligeirão. >> Ah, ele não teve dúvida. Era o promotor, cara. >> Meteu o dedo aí. >> Meteu o dedão. É isso daqui mesmo, ó. Nunca esqueço o vagabundo que eu prendo. O promotor falou assim: "Eu aí falou assim: "Vou ser mesmo, mano". A aí o não. Aí o a juíza
falou assim: "Não, e o Mala, né? Deve ter ficado todo feliz, né, mano". Falou assim: "Caralho, [ __ ] meu, tô livre, né? Porque se o Cara apontou o promotor porque não me reconheceu, né, mano?" A juíza falou: "Ô, policial, acho que o senhor tá errado, porque esse aí é o promotor de justiça". Aí ele, ah, é, [ __ ] parece muito com o cara que eu aprendi, mano. A juíza mandou um documento desse também, cara. >> E a PM, ela faz umas prisão que é engraçada. Tem outra prisão também que é engraçada. >> Antigamente
tinha uns cabo velho, mano, Que o cara não conversava, não conversava com o recruta, né? É, os cabo antigo, né, meu? >> Não deixava encostar na viatura. >> Não, não, não. Cabo antigo. Vamos conversar aí. Viatura lá. Esse polícia já até faleceu, já tava lá pilotando, né? Aí eu não, aí eu, eu fiquei interno uns tempos lá que eu fiquei, tive uns problemas lá, fiquei interno e eu fiquei de estafeta lá, né? Pegava o documento da do da companhia e levava pro Batalhão. Eu não tinha o que fazer, eu ficava olhando as cadeias dos caras,
né, mano? Lendo as cadeias do carairo, né? >> É, fui chiqueiro. Fiqueiro. E aí que você fica com a carta na manga também, né, mano? >> Aí olhando as cadeias dos car eu olhei assim, cadeia do polícia, né? Expressar vontade da superior hierárquico. >> Mentira. Juro por Deus. Juro por Deus. Por essa aí eu falei assim, não, escuta, Deixa eu te contar a história, deixa eu te contar. Aí eu peguei e falei assim, não é possível, cara. >> Aí eu peguei, esperei o polícia chegar, fui falar com ele. Falei: "Ô, chega aí, mano. Pô, que
cadê aquela lá, mano? Que eu olhei lá, expressar vontade de dar o anos ao superior hierárico?" Falou: "Mano, ele começou a rir, né?" Ele falou: "Você não sabe, cara". Sabe o cabo tão fulano e tal? Falei, sabe o cabo fulano e tal, né? Eu acho que esse Cabo já até morreu, é muito. Daí faz mais de 30 anos. Falou: "Sei, voltava com ele na viatura." [ __ ] mano, a gente patrulha a noite, né, cara? A noite inteira ele não falava nada mano. Aí eu falei: "Ah, vou quebrar o gelo, né, meu". Aí fui brincar
com ele, falou assim: "Ai, que vontade de dar o cu". Aí passou, passou, passou, só olhou para ele assim, ó, >> meteu a caneta, >> meteu no papel. >> Ah, é, vou colocar aqui agora. Você vai ser, >> eu falei para ele, eu não acredito, mano. Eu falei, pô, ele não falou nada, só me olhou assim, ó, >> chegou na companhia, foi lá na máquina escrever, >> ficou preso um dia. >> Fala, R. >> O Giovanen mandou aqui para o Batata contar a história do fotógrafo que acompanhava ele. >> Pô, cara, >> você tinha um
fotógrafo Batata? Cara, não. Na época do do macaco se dormir três para quatro, o Alves, Bruno, eh Alves é Bruno Alves, Júnior Alves, Júnior Alves, Júnior Alves era um freelance na época ele era freelance e foi ele que levou as filmagens pro Wagner Monte ficou e ele até ficou bem, foi acabou hoje. Eu acho que ele tava trabalhando para Globo, alguma coisa assim. É. E que que aconteceu? Que ele acompanhava a gente direto e ele queria pegar a porcaria do do igual a gente no corte, ele queria pegar a [ __ ] do vídeo >>
que bombava. >> É isso >> aí. Certa vez, cara, nós fizemos um plano lá no Andaraí. >> Andaraí. >> E a equipe ia vir pelo mato por cima. A gente tava até atrás de um traficante Lá aqui que era era atirador e ele ficava num ponto na favela com com G3 para segurar a entrada. Eh, esqueci o nome dela, Saviana. Não, na outra é outra entrada. E ele ficava com 762 lá para da laje para ficar. E aí, como a gente ia vir por cima, precisava que o cara desse tiro para que tinha o pessoal
vindo do mato, precisava que o cara desse tiro para identificar o posicionamento dele >> para vir em cima, porque o mato era fuga, como ia descer pelo mato, ia identificar ele, ia meio que cercar ele ali. Beleza. Aí eu falei com ele, compadre, qual era minha função? Minha função era entrar embaixo da bala, me abrigar, eu ia dar pinotão, me abrigar. Quando eu me abrigar, ele ia me arrebentar na bala E eu não podia dar muito tiro. >> Uhum. >> Por quê? Porque se eu calasse o fuzil dele, nego não ia achar, >> não ia
achar ele. >> Eu tinha que dar uns tirinho e deixar ele ficar bem >> para ele achar que tava. >> É. E ele tinha e eles me adoravam naquele naquela favela e me amavam. Aí falou assim: "Então vai você que ele vai Dar tiro para caralho". Ele não vai, ele não vai f >> pensar em gastar munição. >> Falei pro Góv, Júnior, não vem hoje porque eu venho, eu vou entrar para tomar tiro e eu vou dar um lanço e vou ficar só atrás do porte. Só tem o porte. Depois que o cara plotar a
gente, não dá para voltar mais, porque é um lanço grandão e ele já te plotou, que tu já botou a cara. Por ele tá lá, ó. Ele tá lá quieto. Aí Você entra, pai, parou, começou a tirar, parou ali, já >> parou embaixo dele, ele da laje, embaixo dele, parou, não abriu, para, parceiro, sossega, >> respira e sossega o rabo, >> irmão. Ele falou: "Não, eu vou, eu vou, eu vou, eu vou." Entramos no pinó. Br. Quando eu olho para trás, quem veio? Ele. [ __ ] entramos atrás do porte. O o G3, Ele o
G3 ele faz um barulho assim, ó. Pum. Aí ele começou o cara, [ __ ] foi só a gente botar a cara na curva. Ele começou pum, meu irmão, derrotando a [ __ ] toda e achou. Aí começou a bater no poste, aí começou a arrancar as lascas. Las dobrar já. >> Aí com um lascão assim, vem na cara dele, parceiro. >> Meu irmão, abriu um bom buraco aqui, ó. E o melado. Uau, >> eu queria pra não queria. >> Aí ele quis voltar. Falei: "Agora tu seg, >> nós não vai voltar não. >> Agora
>> agora você vai, >> agora tu vai ficar aí o melado pai rindo para [ __ ] Eu falei: "Ah, porque eu vi que era pedra que bateu, né? Eu e o cara, ó, ó, tacando pau na gente e bum. E aí, cara, naquele nós fomos pegar Aquele cara no outro serviço. Nesse serviço ele fugiu. Era o, era era o Gui >> vai pegando >> da Saviana pegando. >> Gui da Saviana. Aquele moleque era atirador, [ __ ] O moleque era chato, cara. chato, >> porque a gente tinha um caminho que ele corria por cima,
só que ele não corria por cima. Aí de por nesse dia a gente descobriu que ele Ele descia e fugia aqui na cachoeira e nós fos pegar ele lá na cachoeira pegar nunca mais voltou. >> Não, pegamos ele e maneira correr essa maneira. >> Entendi. >> E vapo >> vapo >> aí cara aí sim. >> Mas aí mas não matamos. Não eliminamos ele, fomos, trocamos tiro, entendeu? Ele tava veio atirando, veio atirando, veio. Só que quando você cercava ele, ele tinha um plano de fuga para ganhar mata, entendeu? >> E nesse dia tinha alguém na
mata? >> Não, a gente vinha pela mata, só que ninguém consegue se arcar. Porque que que acontece, Car? Quando a gente fala assim, ó, você vem pela mata. Vem. Só que a mata, parceiro, é uma extensão monstruosa. É, >> ele pode entrar aqui, aqui, aqui, aqui, Aqui. No dia nós descemos assim, mas nós descobrimos que ele não fugia para cima assim. Ele ele descia a favela aqui e vinha pro lado e subia aqui no cantinho. [ __ ] como é que tu vai adivinhar? Só operando, trocando tiro >> e pá. que aí você vai perto
vendo um pinote de um dia >> aí. Isso aí vai pegar o Ah, foi por ali. Foi, pai. Aí tua um caminho aí >> uma pecinha do cabra cabeça. Vamos Montando cabeça. >> Daqui a pouco você domina o bagulho, vai pegar. >> Só que, pô, só que isso é ruim lá montar porque é baixo de bala. E barra de bala é merda, [ __ ] >> Tirotei do [ __ ] [ __ ] >> Não gosto também, >> [ __ ] É isso aí. Ô cara, [ __ ] mas tem muita gente, cara. É porque
é aquele negócio, tem tem um lance que eu conto, as Críticas é infernal. >> Sim, >> as críticas é infernal. Ainda mais quando fizeram o vídeo, né, todo mundo ficava puto para cara, ó, batata dá um monte de tiro de de de de de de um monte de tiro. Só que é o seguinte, irmão. >> Se você não tiver uma coisa chamada cortina de fogo, você não anda, [ __ ] Você não anda, >> irmão. Você falou de um negócio aqui Interessante. >> Em média, quantos disparos numa entrada dessa na comunidade? Em média. >> Então,
por exemplo, >> vamos lá. Só o número, um número em média. >> Não, vamos lá. A minha guarnição, minha guarnição, só minha guarnição. Numa operação já, já demo baixo de 1000 munições. >> 1000 munições. >> [ __ ] mano. >> Aqui nós tivemos um problema que foi até um teve uma ocorrência aqui, eu não gosto de ficar citando porque essas porras tá tudo aberto depois, mas teve uma ocorrência aqui que chegou a utilizar quase um pouquinho mais de 500 munições. >> Aí, >> meu irmão, você precisa ver o escândalo que foi, eu falo externo, tá?
Chegou falando: "Não, isso aqui é execução, abuso." Mas quem viveu essa [ __ ] Quem Tá lá no dia os cara passando fecho de laser assim, ó, passando feixo de laser, varrendo os polícia, brigado atrás do guarda rei e os caras buscando na lanterna no laser, os vagabundos e chamando na rajada. >> Aí >> e aí meu irmão aí você vai economizar munição nessa hora? Não, >> quem vai economizar o [ __ ] Só que é o que eu falo, mas muitas vezes o cara Que tá criticando, o cara que tá batendo é o cara
queada aqui escrevendo. >> Eu trabalhava no sexto batalhão. Coronel Álvaro foi comandar o sexto batalhão. Sa do 22 que me conheceu, tá? Eu trabalhei 8 anos com esse coronel. 8 anos direto direto. Aí ele saiu do sexto, ele saiu do do do 22, foi pro sexto batalhão. Nós fomos com ele, chegou lá no sexto batalhão, tal, pá pá pá, trabalho para lá e para cá. Aí um um Oficial mandou assim: "Pô, dá muito tiro. Aí ele ele ficava esperando. Quantos tiros tu deu aí? 300, 280, quantos que você matou? E isso não me ofendia porque
eu era a patrona do coronel e aí o que ele falava não apitava nada para mim, >> mas aquilo me incomodava bicho para [ __ ] porque ele falava no meio da puniçada. >> Sim. Para aquele >> é como se tirar tudo é bundão. >> Sim, sim. >> Fiquei puto, mano. Aí uma vez aí o coronel botava operação, como ele era ali é do BOP também, né? Aí operação com o BOP, tal, o BOP vinha pela Mamba e a gente entrava em conjunto por baixo. Aí eu falei assim, ó, operação mais no macaco. Falei assim,
aí eu falei: "Cara, pô, o cara vi chamando de bundão. Aí, leva ele lá, pô. Bota ele, >> bota ele lá, pô. >> Bota ele entrar para entrar comigo lá pela DRE, >> [ __ ] mano. >> Pela DRE. >> Você fez daí carro com carro? >> Sim. Aí a DRE era assim. Quem quem sabe o que eu tô falando aqui? Aí era o seguinte, tu vinha, era uma delegacia e tinha entrado aqui do morro do macaco atrás delegacia colado, irmão. Você olhava aqui na esquininha assim, ó, só tinha uma árvore dessa grossura assim, Ó.
Depois dessa árvore era um lanço de quase 50 m que tu tinha que correr e virar à direita no pelado. >> E no meio desse lançezinho que você encostava ficava reto assim, ó. >> Se tivesse barriga não dava para encostar ali não, né? >> Não, mano. A barriga sumia. Quero ver sumindo. >> Ela entrava. Eu não vou te contar nem Aonde, tá bom, parceiro. >> Aqui, ó. Ó que quando começava a bala voar era uma trancadona, parceiro. >> Ah, >> aí, irmão, ele chegou lá, eu falei assim: "E aí, chefão, >> vamos >> vamos entrar
aqui comigo e vou falar uma coisa pro senhor. Hoje eu vou atrás do senhor puxar. >> Eu só dou tiro quando o senhor mandar. Eu atrás do Senhor vou mostrar pro senhor que eu não dou é nenhum, tá? Nenhum, nenhum. E vamos ver quando tu vai matar, tá? Vamos embora, irmão. Eu já sabia que aquele moleque não sai dali. Ele não saía na época. Ele não saía. Tá aí, ó. Meus amigos, não sei se eles estão aí no no chat, mas aquele e quem que trabalhava lá sabia. Ele não saía nem pelo demônio na reta.
Ele não saía, ele só saía quando eu pintava ele de Madsen. Ele não saía, ele ficava brigadão, à vontade, vapo, vapo, vapo. Irmão, quando nós entramos ali que botamos a cara na árvore e fiquei atrás, só que eu fiquei tranquilão na árvore, porque eu sabia que a árvore aguentava o tiro. Muito lá aguentava o tiro. Eu fiquei tranquilão. Só que dali tu não andava mais, tu não volta. >> É isso aí. >> E nem pra frente tu vai, mas tem que tirar ele. Tem que sair. >> E como é que sai >> aí? Se Só
que que que acontece? Quando você começa a pegar o ranço da favela, você sabe aonde ele tá exatamente. Então, quando tu fatiar para atirar, tu fatia e já bota tudo em cima dele. >> Aí já era. >> É diferente de você que não conhece, tu ficar dando tiro pra lua pro cara. Táando aí perto, ele não sai não. >> Ela começa a lascar a coluna. Aí ele sai, [ __ ] eu dava, tacava 30 cames, meu irmão, dava um tucho de poeirão assim, ó, aonde ele tava, que ele metia o pé. Ah, mas só que
eu não dei. E aí ele começou, >> só que eu não dei. >> Dei não. Eu iri, ó, b, ele botou a carinha assim, o cara, ó. Hum, hum. E pumba pumba pumba pumba pumba pumba pumba. Eu tô bem tranquilão. >> É isso aí. Eu falei capitão, euora não gastei nenhuma munição. É, falei: "Capitão, mata ele. Vamos embora ele, [ __ ] >> Falou que era bravo, pô". >> Vamos embora, pô. >> Galera, tem pizza aí, hein? >> Tem mesmo? Vamos parar aí, >> pô. Deixa eu só dar uma resposta aqui. Tem uma Line aqui
que tá escrevendo, fez uma manifestação que é justa, plausível, só que eu acho que ela justa não, né? Mas eu ela é plausível, ela tem o direito, né? Tá. Ela falou que nunca mais vai votar em mim porque eu votei no aumento de PTU. Eu quero deixar um recado para ela. No meu canal do YouTube tem um vídeo explicando o porquê dessa votação. E me desculpa se você tem essa opinião. Você é mais uma das pessoas que só compra fumaça de quem só quer fazer barulho. Dá uma analisadinha lá no vídeo lá. Aí, se você
entender que eu tive coerência no que eu fiz, talvez, se você For justa você vai entender, porque lá eu expliquei bem explicadinho. Em vez de comprar só matéria pronta, coisas que as pessoas anunciam e os maldosos que gostam de vender fumaça, não. Aqui eu trabalho em cima do que eu acho justo. Então, lá, se você for lá no meu canal, você vai dar uma olhada lá, você vai conseguir entender. Se você for honesta comigo, depois você >> Mas explica agora fica curioso, explica, resume. >> Não, não. O que acontece aqui já começa pela maneira, existe
uma narrativa sobre, nós tivemos até o embate e existe esses dias, tivemos o recentemente é que calhou bem de c no dia da operação do R, então meio que deu uma abafada no assunto, tava em alta na cidade. Mas o que aconteceu? Nós tivemos a votação do, na realidade não é o reajuste do PTU, é o é o reajuste da valorização venal do imóvel. O que acontece? E aí eu fiz toda essa Explicação, por isso que eu falo que que é extenso, tá no meu canal, dá mais de 20 minutos de explicação isso aí. >>
Mas o que acontece? E a esquerda criou uma narrativa que era um [ __ ] de um reajuste injusto que Ricardo Nunes estava fazendo, que é uma covardia, aumentar imposto, enfim. Aí eu tive que trazer algumas verdades. Primeiro eu expliquei que não é o prefeito que reajusta. Existe uma lei federal que obriga todo prefeito no primeiro ano de De mandato, no primeiro ano do da gestão, quando ele é eleito, ele tem que fazer é uma reavaliação dos valores venais do imóvel da cidade. E quem faz isso? Não é ele, é uma comissão composta por vários
órgãos, que são a FIESP, FIP, enfim, a a CVM. São vários órgãos que montam essa comissão e aí eles começam a pegar por amostragem. Um exemplo, no bairro aqui eles pegam quanto valia a casa X, agora vale tanto? Vale mais ou menos. Então da mesma maneira. E aí >> é nunca vai valer menos, né? >> Não aconteceu. Aconteceu desvalorização em alguns bairros, entendeu? De de retrair o preço. Aconteceu mesmo. E o que acontece? Nesse estudo, eh, o foi observado que a maioria dos imóveis tiveram um reajuste de, eh, até 70% dos imóveis tiveram um reajuste,
uma valorização de até 20%. Beleza? Que que o prefeito Ricardo Nunes fez? esticou o cobertor, o imóvel que era um Exemplo, a nós temos isenção, temos eh desconto, um desconto progressivo pro valor venal do imóvel aqui. Então, imóveis até, se eu não me engano, agora vou falhar a memória que eu fiz uma apresentação disso aí e antes era imóveis até 250.000. Esses imóveis eles tinham um desconto, eles tinham a isenção total do IPTU, beleza? E e é um número significativo na cidade, tá? E aí o que acontece? Esses imóveis que valiam até 250.000, como valorizaram
mais de 20%, até 20%, esses imóveis passariam a pagar o imposto. Então o que que o prefeito Ricardo Nunes fez? Nós tínhamos 1 milhão de imóveis isentos. Que que ele fez? Ele pegou e aumentou o alíquota para 300.000. Então quem esse imóvel que valorizou os 20% vale agora 290, ele tá coberto dentro dos 300.000. Então a taxa de isenção ele aumentou para 300. Ou seja, eu eu resumi como se fosse esticar o cobertor para continuar. Quem era isento continuar isento e quem tem o desconto progressivo também fez da mesma maneira. Então nós tínhamos e e
aí e aí o criou-se um teto de barreira. Então, por exemplo, seu imóvel valorizou 50%. >> O ano que vem agora, você teria que pagar esses 50% de valorização, então seu imposto subiria 50%. Que que nós criamos? criamos uma trava que não pode aumentar mais que 10% ao ano. Então, Mesmo ao longo desses 4 anos, se mesmo que seu imóvel valorizou nesse período 50%, o máximo que você vai pagar e é no último ano 40% de reajuste no seu imposto. >> 10 por ano. >> 10 por ano. Vai aumentar 10 por ano. E aí o
que aconteceu? Eu fui explicando e aí é óbvio que depois narrativa aumento do do IPTU, não é aumento do IPTU, é reavaliação dos valores venais dos imóveis. E aí após isso eu catei e Trouxe na minha explicação sobre eu trouxe o histórico, que a gente não adianta só falar de quem tá fazendo agora, eu tenho que trazer o histórico. E aí é óbvio que eu trouxe, falei assim, quem traumatizou o cidadão daqui sobre o IPTU foi a esquerda. Aí eu comecei a mostrar os pontos, a o reajuste da Marta de imediato. E agora o [
__ ] é de falar sem os dados. É por isso que no vídeo tá lá. Eu trouxe todos os dados, >> tem tudo lá. Mas se eu não me engano o primeira paulada da Marta Suprrec, >> aliás eu já comecei explicando, falei assim: "Alguém lembra da Martaxa? Os vereadores de esquerda tava batendo falando que o reajusto era absurdo." Falei: "Lembra da Martaxa? criou taxa do lixo, taxa da da iluminação, enfim, criou infinitas taxas e ainda criou um reajuste logo na de saída de 35%, tá? Putando uma paulada no na >> E aí e ela e
a e o valor da alíquota Para isenção era 120.000. Imóveis que valiam até 120.000 tinham de isenção, ela reduziu para 100.000, ou seja, ela encurtou o cobertor e fez mais pessoas pagarem. E aí posteriormente o Radad, o do Radad foi absurdo. O Radad, isso eu fui colocando tudo matéria do jornal da época. O Radad, quando ele fez o reajuste, ele meteu 45% para imóveis não residenciais e 35% de reajuste para imóveis residenciais. E aí eu provei dentro dos dados que de fato a avaliação E o reajuste que foi feito pelo pelo prefeito Ricardo Nunes foi
um dos mais justos da história. Eu provei isso aí, eu mostrei ao longo dos anos. E aí, infelizmente existem pessoas que tm diferença, existem políticos estão lá comigo que o cara tem uma diferença com o prefeito. E aí é onde eu falo que o cara tem que ser honesto, que o cara começa a dar pancada aleatória, inventar discurso que tá arrancando dinheiro dos mais pobres. E é mentira, mano. Tanto que eu deixei assim, eu falei, eu falei ainda no dia, eu falei assim, ó, você com o ano que vem que chegar a isenção do do
IPT1 na sua casa, você agradeça a mim, porque foi eu que votei a favor. Eu votei contra, eu eu votei o resumo da ópera. Eu não votei só aumento, eu votei isenção, eu votei o desconto. Quando você receber desconto na sua casa também, você agradece a mim e aos demais vereadores que tiveram coragem de votar, Mesmo sob pressão da mídia e tomando porrada. tomando porrada de pressão de grupos, teve coragem de votar, porque se tá isento na casa da pessoa, foi uma lei que foi proposta pelo executivo, mas quem teve coragem de votar e botar
a cara foi nós. >> Claro. >> Tá entendendo? É mais ou menos que na situação que tu tava falando aí, quem tem a moral, falar é fácil, mas quem bota a cara para meter o dedo lá. Só que Eu explico porque que eu votei agora. Manda a pessoa que tá falando que tá tomando dinheiro dos mais pobres, que tá aumentando o imposto, manda ela explicar, porque inclusive citou nomes aqui, né? Então assim, manda as pessoas explicar, porque eu tô de consciência limpa. Eu vou pelo certo, eu vou pelo justo. Eu não faço nada para lacrar,
eu não faço para ganhar like, eu faço o que é certo e que é justo. Se for injusto, se eu analisar que tá sendo injusto, Você pode ter certeza que você vai ver o brigar. Agora, do contrário, não vai não vai ver. Então, infelizmente, isso aí as pessoas e é muito fácil às vezes as pessoas comprarem ideia pronta porque tá falando que agrada o ouvido delas. Entendi. Ô Romer. >> Opa, fala comigo. >> Comera pizza aí não, né? >> Ainda não. Amor de Deus. Deixaram deixar pr gente levantando. O carinha acabou de levantar e o
Bigodinho acabou cheio de gordura lá. Ó, >> o bigodão só não tá comendo a borracha da geladeira porque não tem sabor, viu? >> Pô, mano, a dizer vocês que estiveram aqui com a gente 4:37 de papo aí. >> Faltou alguma pergunta muito boa? Não falou >> foi tudo, né? Boa tem que voltar aqui depois. >> É isso aí. Tem bastante história para contar, hein? Temantes aí tem Só veio. Tem que voltar de novo. Passou rápido. [ __ ] >> foi rápido. Batata tá já >> tá quase dindo aqui. O batata batata já tá naquele ritmo
do castro de madrugada na >> é 6 V. Já não acaba. >> É porque esse cheirinho de pizza bateu uma. É cara, esse cheiro tá gente. Tá arrebentando. Se me dá 1 kg de farinha aqui, eu como com cheiro. >> Já aproveita a batata aí. Passa rede social, canal, tudo. >> Poxa, galera, batatadam @batatadam lá no Instagram. >> Fala de vai entender, [ __ ] >> Batata da mais de 100. >> Abatata. Você dá uma moral aí, galera. Obrigado mesmo pela satisfação. Vou aproveitar e agradecer. Obrigado mesmo. Obrigado pela pela oportunidade, táela? Obrigado de verdade
mesmo. E cara, tá perto desses Cara aqui, [ __ ] Brincadeira. Castro é uma comédia de verdade, galera. Um cara é uma comédia de verdade. O Nantes, [ __ ] sem falar, pô, é o cara, sempre fui fãzão desse cara aí porque é um cara centrado para caraca. é um cara que já teve aí eh na guerra e hoje tá aí na política ajudando a gente para caramba, galera. E é um cara que mais uma vez aí faz com que a gente nos torne fã, porque às vezes o cara tá na política, ele toma Uma
atitude, principalmente de saia justa, ele prefere sair a francesa. Não, não, não é que é que não. Mas você fez, fez questão de mostrar, faz questão de provar, porque você não quer sair de vagabundo, você quer fazer a coisa. Agora, tem coisas que tem certas atitudes dentro da política que não são tão eh eh são não são populistas, mas tem que ser feita. >> É isso, mano. >> Não tem jeito. >> É igual a polícia, pô. A polícia sempre leva notícia ruim. Ninguém é, meu irmão, >> ninguém quer. Mas aí, galera, obrigado mesmo, no fundo
do coração, ó. Um beijo para todos, galera do Rio, ó. Beijão, ficam com Deus que com certeza segunda-feira estamos lá juntão. >> Nantes. >> É isso aí, meu irmão. Obrigado pela pelo convite. >> Tem que voltar, hein? >> Vamos voltar. Vamos marcar >> rede social >> @sargentonantes por extenso. Sargentoantes. >> Castro. >> Isso aí. Obrigado, Vilela, mais uma vez, cara. Está aqui >> ó. Tão, tão, tão te chamando lá. >> Ah, tá. E agora é verdade, não. E aí eu eu criei uma página agora só para colocar, porque o assunto de política muitas vezes a
rapaziada não gosta de acompanhar e acaba derrubando Engajamento da minha página. Então eu criei agora uma página voltada para postar tudo que eu faço, tudo de ação. É isso aí eu tô postando na na rede @vereadorsargento maneiro. >> Que isso? Eu quero agradecer o Vilela mais uma vez, meu irmão. Obrigado pelo convite, cara. Muito bom estar aqui. É muito legal. Você sempre v me chama aqui, sempre vem com pessoas legais aqui. Você trata a gente muito bem, Recebe muito bem a gente aí. E eu quero agradecer o Batata por conhec hoje aqui. Não conhecia pessoalmente.
>> A gente nunca se conheceu pessoalmente. Não conhecia pessoalmente. Só conhecia por internet. Aí foi, pô, legal para caramba conhecer ele aí. É um cara que, [ __ ] mano, é diferenciado, né? Eh, o policial do Rio, como ele falou, não é só eu. Lá todo mundo tem ou o cara, >> ou o cara é [ __ ] ou ele não sobrevive. >> É ou não é? Tem que ser assim. >> Tem que ser assim. É a lei da selva. Então, batata. Eu quero agradecer. A minha rede social é @sargentocastro. É por extenso sargento Castro
oficial. Sigam lá. Graças a Deus eu alcancei 1 milhão de seguidores. Aí eu vi, eu vi, >> eu vi. Rapaz, daí feliz cargar 1 milhão. Tô com 900 e alguma coisa lá. >> Quem? Você >> é sério, sério. 9 milhões. Então, milhões. >> Eu faço no divulgo. Me segue lá. @bila, >> passa sua rede social. Passa sua rede social, por favor. @bila, eu esqueço de passar minha, né? Divulgo os outros. Divulgo a minha. Eu >> fiquei muito feliz. Aí o cara que há três anos atrás não tinha rede social nenhuma. É zero zero rede social
também. É em dezembro de 19 de contar que no caminho perdeu várias vezes a conta, né? Que ele falava é que era eu que cuidava da minha conta, né? Eu mesmo postava, eu Mesmo. Então só deu ruim, né? Falava os bagulhos. >> Perdi conta para [ __ ] Aí mas agora, agora que eu arrumei alguém para tomar conta lá, a ágile lá, o meu amigo Daniel que toma conta na minha conta lá, então ele deu uma, deu uma ajeitada, né, meu? Então às vezes eu mando os bagulhos fal não posso daqui daqui vai dar ruim.
Aí ele dá uma filtrada lá. Mas eu quero agradecer você, agradecer a todos, estamos junto. Obrigadão aí. Vamos comer Pizza agora. >> Vamos comer pizza. Então fiquem com Deus aí. Beijo no cotovel e tchau. E agora é a hora do nosso amigo e Homer brilhar. Agradecer demais. >> Opa, agradecer os nossos patrocinadores, o Estratégia Concursos e também a Insider que tá patrocinando aí o nosso episódio. >> Tem nosso cupom aí, link na descrição que recol na tela estratégia também. Três passos para você passar em Concursos públicos. Vale muito a pena. Sete em cada 10 aprovadosam
comos estudam aí no no estratégia. E o que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse papo? >> Para provar que chegou no final, coloca aí. Calma Oliveira. >> Calma Oliveira. Lembra disso, batata? >> Calma Oliveira. Calma. Tá tudo sob controle. Ainda bem Que não quiseram um toniquete do seu pescoço. Apertou assim. Aí, né? Tinha uma hora que ele vão apertando, porque o desespero que ele não mano, desespero é [ __ ] Aí fica apertando assim, aí falei: "Porra, >> calma, Oliveira, >> pô, eu tô apertando para caraca". E
aquela bandagem, aquela bandagem >> p lá depois que dá atração, puxa o contrário, >> irmão. A bandagem que ele é um cão, mano. Aqueleá roxo. >> Eu fiquei assim assim. Calma, Oliveira, desliga aí o microfone. Oliveira, tchau, fiquem com Deus. Fala os caras. >> As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do Canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você
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