a visão convencional sobre as ilustrações dos livros infantis é de que a imagem tem o papel de reforçar o texto o retrato um complemento da narrativa mas os novos estudos da leitura apontam que definitivamente as ilustrações não são meras coadjuvantes elas têm papel fundamental elas se entrelaçam ao texto e muitas vezes projetam a narrativa para o território da poesia o programa iluminuras de hoje vai falar sobre ilustração literatura os meus convidados são o premiado escritor e ilustrador brasiliense roger mello ea jornalista mestre em literatura e doutor em história da arte graça ramos o meu primeiro
convidado é formado em desenho industrial pela uerj universidade estadual do rio de janeiro estou aqui com o premiadíssimo escritor e ilustrador brasiliense roger mello muito obrigada pela parte do fígado israel você é autor de mais de 30 livros já ilustrou centenas perdeu as contas de quantos livros nós temos vários aqui vamos falar ao longo do programa de alguns mas eu queria que você contasse pra gente quem veio primeiro roger ilustrador ou roger e escritor eu gosto muito de estar ali na fronteira eu trabalho com o teatro eu sou apaixonado por história em quadrinho que pra
mim é um tipo de livro também o desenho industrial a pintura escultura as artes plásticas a ilustração e o texto eu sempre falo que palavra imagem é a mesma coisa né eu cansei de ficar tentando fazer essa diferença quer uma diferença que não me levava a nada né e aí eu comecei a falar isso pra mim palavra imagem são a mesma coisa aí vem um monte de gente tentando chegar ao ensino um absurdo tá bom então diz porquê que não é a mesma coisa né quando a gente fala a palavra imaginar que é uma palavra
normalmente ligado ao texto verbal é uma palavra que vende imagem né quando a gente fala de texto muitas vezes essa idéia de texto vem de tela de textura de tecido né então eu acho que era é muito mais interessante que as duas estejam misturadas do que separadas às vezes eu vejo as pessoas falarem muito no livro ilustrado hoje agora é a moda livro ilustrado pra mim é dizer água molhada é dizer o óbvio porque porque o livro quando ele surgiu aí você vai considerar o livro uma placa com uniforme aqui como na história da enredo
ana se você vai considerar um livro um pergaminho um rolo ele já era todo ilustrado se você for considerar o primeiro código cinex são essas esse é esse feixe de páginas ligado pelo meio ele já nasceu todo ilustrado sem separação entre palavra e texto haja ilustradora e escritora uma coisa só é uma coisa só nome não me parece um às vezes eu vejo as pessoas falaram assim há no brasil hoje em dia muitos autores da palavra são também autores da imagem eu não vejo nenhum estranhamento nisso porque claro essas coisas podem estar separadas mas o
ilustrador ele escolhe esse objeto fantástico que o livro por que ele ou ela gostam de livro eles gostam de imagem narrativa ou de palavra narrativa ela poderia não ser ficcional mas esse livro sem ilustrações ele demorou muito pra existir ele começou a existir quando as pessoas começaram a imprimir antes lado guttenberg dizem que foi o dérbi que retornou 400 anos no chinês chamado be sempre criou o tipo modo não quer dizer a impressão que que mudaria o jeito do mundo ser então imprimir com a imagem era mais difícil a imagem ilustrada que a letra também
uma imagem né então eu chamaria esse livro ilustrado de livro e não faria diferença entre os dois roger a visão convencional da da ilustração eu falei na abertura do programa que é que as imagens teriam a função de reforçar o texto um retrato um complemento da narrativa e novos estudos mostram que não é bem assim definitivamente isso ficou para trás qual é o papel da ilustração na sua visão a luz só ela é um [Música] ela é uma linguagem narrativa visual eu costumo dizer o seguinte como ilustrador a coisa mais importante que o ser humano
inventou foi a palavra tudo o algoritmo tudo nada antes nem depois é mais importante que a palavra a palavra é a coisa mais importante inventada pelo ser humano dito isto existe uma outra coisa que não inventada é dada mas que o humano começou a expressar com um artifício que era sei lá em x um pedaço um punhado de corante que é a imagem nós precisamos das dos dois elementos um trabalha com um artifício a palavra o outro trabalho com a natura então eu não suporto substituir por exemplo uma linguagem pela outra por isso que é
tão definitivo importante o papel do livro é porque quando você tem acesso ao livro você também tem acesso a narrativa da visualidade ele é objeto ele tem uma fisicalidade e ele é texto verbal e texto visual em relação às crianças você aborda a poesia referências populares contemporaneidade e você não subestima a capacidade das crianças de reconhecer e de decodificar fenômenos né todos esses essas questões culturais que você aborda que temas variados e pesados também é não tem não existem temas tabu né pra criança é melhor que a criança esteja em contato com a dor neste
simulacro que o livro do que na via vencer o ou melhor como ela vai ser levada muitas vezes na realidade a dor da perda a guerra real trabalho infantil como no caso do carlinhos muitas vezes a criança vai vai escolher a aav beleza não é não é uma coisa é edificante não é por isso mas para que ela proposta através da ficção está em contato com por exemplo o outro né e outras pessoas no mundo hoje vamos falar um pouco dos prémios agora você foi vencedor do prêmio internacional hans christian andersen na categoria ilustrador que
é considerado o prémio nobel da literatura infantil e juvenil o principal do mundo esse sem dúvida né no mesmo ano 2014 foi premiado como melhor autor estrangeiro na china também levou na categoria do livro mais bonito do ano na china em 2015 foi autor da capa para o catálogo anual de ilustradores na feira do livro em bolonha na itália da câmara brasileira do livro o roger já foi agraciado dez vezes com o prémio jabuti seus livros são publicados na frança bélgica suíça china coréia japão suécia dinamarca argentina méxico outros países nem muitos outros como é
que começou a sua carreira internacional o prêmio de 2014 foi o principal dentre todos ficar sem o ranço pressionando assim alguns questionando assim ele eh eh eh eh os candidatos são indicados pelo pelo abril ae a international board on books for young pipo o representante do brasil a fundação nacional do livro infantil e juvenil eles indicaram nem existiram é porque foram três durante três vezes eu tive entre os cinco finalistas até é até acontecer de ganhar né então uma coisa de certa maneira já puxa a outra é assim veio um convite para participar de um
livro sobre a paz junto com a luciana sandroni é na coréia do sul ame na ilha diname que é uma ilha utópica e eu fui muito por esse lugar e já há além da e outro lugar mas muito por causa do tsunami vários outros países com livros que eu fiz depois na china uma em parceria com chávez o andré é um grande autor de lá esse é uma é uma não foi lançado ainda pelo brasil vai ser lançado é pela global e esse é um livro que eu fiz em parceria com o grande ilustrador bom
ele faz um tudo né ele se chama kang cunhã ele é da coréia do sul e que a gente fez a gente tentou fazer um livro sobre a criação de uma ilha oceânica jejum a gente dá uma olhada e agente a idéia foi fazer uma história junto sobre a origem da ira e fazer o desenho junto então vocês vão ver que é uma ilustração que o que é um pouco diferente da minha nós fizemos em parceria e era muito muito doido porque eu ficava fazendo essas pessoas em fazer essas massas de cor ea gente nossa
tudo dele está vendo essa sereia quando você fala pessoinha já é a sua referência à eu digo que sou eu quero mas quando você vê uma pessoa linhas do mar mas foi interessante que nós criamos tudo junto mas olha aqui por exemplo aqui é uma avó que fez em anos e ela mergulha ainda hoje elas são muito muito idosas que ainda hoje mesmo deu então você vê uma parceria inusitada entre dois artistas também isso é uma coisa muito interessante né porque não ficar só numa coisa lá e aqui fazer uma coisa que é brasil que
é coréia mas que fala pro mundo todo né falar em lá e aqui é eu queria ser explicar pra gente se existe alguma diferença nas referências na ilustração do brasil lá fora você gosta muito de cores né gosto de você usa e uab tem dois livros seus aqui e todos a gente pode ver que é sempre essa pegada né é tem muitas cores esses elementos muita brasilidade é a arte tradicional não gosto desse nome arte popular no brasil ela incorpora o contemporâneo também mas é uma coisa brasileira ou não é certo em outros países essa
referência não é brasileira muitos ilustradores não trabalham com essa paleta não trabalham de repente daí o sucesso não só claro né mas é lá fora você observa que isso chama a atenção é um diferencial nosso trabalho que eu observo é que trabalhar com cores não é trabalhar jogando cores é o brasil trabalha muito bem com a cor porque a índia também o méxico também porque tem sol porque tem luís cor a luz né cada vez menos vezes que você trabalha com uma incidência de luz muito forte a tendência de que a luz seja saturada de
que a coisa já saturada é muito forte também mas pra escolher a cor toda por aí a escolhida ela não é um chute não é aleatória tem a vitória roger para a gente finalizar você lançou w que é um livro que curiosamente gente não há ilustrações esse livro é um romance que você reuniu também ali a sua paixão pela literatura cartografia quando é pra gente o w eu tinha certeza de que não podia ilustrar com imagens eu acho que ele está ilustrado com palavras ficava muito claro pra mim que as paisagens de escritas de que
as ilhas de que os infinitos eles precisavam ser imaginados pelo pelo leitor o romance é um romance eu vou optar pelo pelo pelo não momento é pela entropia pelo pelo pelo que não é dito pelo suspiro pelo espaço entre dois ambos rock roger mello muito obrigada pela presença eu agradeço isso fantástico tivemos a honra de receber aqui o ilustrador premiadíssimo brasiliense obrigada mesmo parabenizo por essa série fantástica que leva à literatura para as pessoas e que mostra a visualidade que a corporalidade a fisicalidade do livro também é tão importante quanto o texto verbal o iluminuras
casa agora uma breve pausa e daqui a pouco eu volto a falar sobre ilustração literatura arte com a doutora em história da arte e mestre em literatura graça ramos até já o programa de hoje se dedica à ilustração literária ao meu lado neste segundo bloco a minha convidada a especialista no tema é jornalista e doutora em história da arte também mestre em literatura brasileira graça ramos muito obrigada pela participação daquela disso convite é sempre um prazer vir o iluminuras bom graça você trabalha com duas categorias que você diferencia como texto visual e texto verbal o
que é isso dentro desse contexto da ilustração literária da literatura é o livro o livro sempre foi visual pela própria programação tamanho das letras o espaçamento na página a mancha de texto dentro da página ele sempre teve um caráter visual só que isso não era muito consciente é tá boa parte dos leitores alguns percebeu não gosto de achar que é um texto visual que é esse texto que está ali e que ele poderá ter luz tração principalmente no livro infantil é recomendável que ele ter extração é ele tem um texto verbal que esse texto que
pode ser quadrinhas prosa e versos ele tem um texto que é com as palavras exatamente a palavra também é uma imagem na hora que você vê uma palavra desconstruído uma palavra você está vendo uma imagem ali né então eu lido com essa categoria que o livro infantil hoje ele tem um texto visual um texto verbal quanto melhor os 2 folhas e mais eles dialogarem aí é um diálogo que é estabelecido o melhor será o produto que chegará na mão da criança porque o livro é um produto é um produto do mercado é no caso brasileiro
ele melhorou muito nos últimos 15 20 anos você ampliou a capacidade é de produzir é esses livros e de ter cada vez mais melhores autores aí eu também tenho uma outra diferença eu costumo estar a tratar como autores o autor do texto verbal e o autor do texto visual eu acho que ambos trabalho para tornar aquele material o melhor possível então eu gosto sempre de tratá-los como autor outros teóricos sempre diz discrimino digamos assim há uma visão que a gente pode chamar de arcaica que ela não corresponde mais aos tempos atuais de que a ilustração
ela seria lhe acessório apenas né não é bem assim é esse é um conceito cuidamos conservador claro que ainda há gente que defende o teórico que defendem mas de modo geral eu acho que há uma compreensão do universo da literatura é infantil e juvenil é de que são textos autônomos que podem alugar que na verdade diz que se trata é eu acho que a produção crítica hoje ela leva muito em conta os prêmios também então assim é muito importante dentro do circuito ao mercado e ao circuito nesta diferença importante mercado aquilo que vende circuito é
aquilo que está sendo produzido então no circuito é dada edição do livro infantil os prêmios têm um papel muito importantes porque eles validam as novidades eles apontam um caminho eles nos fazem lembrar os clássicos às vezes com uma nova leitura é visual a história pode estar ali poderá ter uma nova leitura visual isso é muito importante a gente comparando é como que é o leitor porque isso também é uma exigência no leitor o leitor vai mudando né edição também vai mudando ele vai tendo novos por exemplo a entrada do digital e minha leitura é que
influenciou muito uma produção do livro infantil as cores ficaram é mas não sei se é mais viva mas tem alguma coisa aí que a gente teria que dar um tempo avaliar como é que se refletiu essa influência do digital no livro de papel graça você é autora de vários livros né dezenas entre eles dois aqui a dedicados a essa questão da do papel da ilustração nesse segmento infantil né a imagem nos livros infantis caminhos para ler o texto visual e também a habitar a infância como ler literatura infantil falar um pouquinho sobre esse aqui vá
quando a gente vai procurar ele é uma coletânea é de uma série de textos que eu publiquei no site do jornal o globo é sobre literatura infantil o aparecimento do digital é de um determinado momento possibilitou que os jornais contratar 100 profissionais para escreverem sobre muitos temas depois houve um fechamento e eu fui agraciada com a possibilidade de escrever sobre livros para criança que eu procurava falar é para esse público de pais professores e os famosos mediadores da leitura a minha linguagem aí era pra eles no imagem dos os livros infantis eu falei para professores
de primeiro grau basicamente essa é a linguagem adotada então ele é um pouco mais de idade aqui não o habitar a infância como falava num site um público é foi a primeira vez que eu tive que lidar é por esse meio que quando eu deixei jornal eram estava iniciando a informatização não era uma coisa ainda muito forte a graça é trabalhava com política aqui em brasília jornalista escrever para um jornal de circulação nacional sobre política e aí mudou totalmente a área é é eu achei que eu deveria me dedicar a temas da cultura por isso
eu vim fazer um mestrado no mestrado eu fiquei muito em dúvida se eu trabalharia com o livro infantil é o com a poesia é terminou optando pela poesia a literatura infantil ela ficou um pouco é escanteado digamos assim em função da produção de arte é como curadora e mesmo do jornalismo e uma das minhas professoras tanto insistiu e insistiu que terminou falando você tem tanto livro infantil de uma coleção muito grande porque você não escreve um livro é sobre a imagem é o que você mais gosta aí eu fiz o primeiro né é um problema
porque quando eu comecei a escrever já tinha doado os livros mas eu tive que me lembrar porque eu tinha notado muita coisa né de ter chamado o telefone eo habitar é isso é é um livro de orientação que orientar é uma coisa muito complicado mas é um livro de referência e referenciam cada cada texto que eu fazia eu jamais escolheria um livro é eu fazia a vinculação desse livro com outros são várias visões é é sobre aquele assis por exemplo a morte é um tema que é um tema difícil a criança então escolheram um livro
sobre a morte recente que o vinculava vários outros sobre as férias são os temas que a criança linda normalmente aí eu tentava fazer um apanhado daquele momento editorial e no passado também tanto que você vai ver aí a bibliografia se referenciada é muito grande por isso que eu ficava um diálogo com livros que o link crítica e livros para criança é e às vezes os livros que nem eram pra criança mas que eu conseguir fazer alguma relação graça eu abrir que justamente no capítulo as dificuldades do livro imagem e aí você faz aqui é uma
diferença né entre o livro imagem e o poema visual quem é esse é porque o poema visual ele tem é um jogo é que ele sugere muitas vezes a palavra damos assim o livro imagem ele vai só na imagem a história ela está ali para ser criada por aquele que vê a imagem ele vai além da narrativa ali que ela não é transparente mas ela tem na medida que o ilustrador escolheu uma seqüência de imagens ele está propondo uma narrativa que ele inventou ele só que o leitor vai poder criar sua imagem como ele sua
nativa como ele bem entender ele é criador de lost poder amento até nos dois né o todo leitor ele é um pouco autor né cada um vai ler um pouco com as suas referências mas no caso do livro imagem sua imagem é o papel de autoria do leitor ele é muito mais preponderantes ali ele se define como autor também então essa parceria ela precisa ser muito bem estabelecida não é todo mundo que consegue para a gente finalizar você é coloca o leitor como protagonista o tempo todo e achei interessante que você dedica um capítulo aqui
no seu livro para o ilustrador nós conversamos no primeiro bloco com roger mello premiadíssimo ilustrador brasiliense que também ganhou um capítulo no seu livro de fato ilustrador ele tem essa essa importância muitas vezes não reconhecida pelo mercado pela academia se é o ilustrador no livro infantil acho que ele é fundamental assim eu li o patinho feio com poucas imagens isso há muito tempo e até hoje lembro dessas imagens elas ficaram retidas aqui a mesma coisa chapeuzinho vermelho eu lembro direitinho bandeira seqüência a imagem ela é fundamental roger ganha três ou quatro artigos no livro porque
ele é excepcional né é ele o brasil é e ele ganhou o maior prêmio da literatura que pode haver é o nosso cristo então assim ele tem uma delicadeza é em seus livros pra lidar com a criança porque eu acho que ele também coloca a criança sempre como protagonista ele tem essa generosidade escrever eu quase sempre acho que é um ato de generosidade se está criando mundos ali parado ao outro e no caso do róger essa generosidade é mais acentuada ele leva tempo pode fazer os seus livros ele não produz seqüencialmente ele precisa do mundo
no tempo ele pesquisa muito é ele faz vinculações que você nem imagina ele gosta de brincar ele faz o próprio engenharia do papel dos livros dele isso é importante eu fazia não ser conectado no momento porque estou um pouco afastada mas assim ele próprio gosta de desenhar e se você pega ou é o livro dos carros linhas os matrimônios você tem é todo um papel ali trabalhado então sim há uma preocupação também com o manuseio com a textura isso é fundamental no livro também é um bom livro ele está preocupado que a criança desenvolva é
a sua actividade é desenvolver a sua percepção é todos esses componentes por isso que os ilustradores ganham aí um papel importante no livro que eles são fundamentais a literatura sempre teve uma feição pelas imagens e usava de recursos da própria prosa para reproduzir algum tipo de possibilidade visual de estimulação do imaginário mas a partir do prelo guttenberg foi possível incorporar técnicas e fazer com que de alguma maneira as imagens começassem a aparecer mais propriamente na na história mesmo da literatura é nos livros e aí você tem grandes nomes como a obras de weiwei cuja é
tipo de textura de imagem consegue marcar muito a obra em que aparece e também é o dom quixote de cervantes né com as ilustrações do estado do rio requereu esta edição não consegue se desvincular mais daquela imagem produzida pelo do rei né nós temos grandes ilustradores no brasil fica imaginando uma obra por exemplo estrada pelo grande galera ou pelo fernando lopes neto são grandes nomes que de alguma maneira conseguem encontrar um mecanismo visual para dar um pouco mais de asas à imaginação da literatura parabéns a todos os ilustradores pelo seu trabalho parabéns muito obrigada pela
sua participação conosco mais uma vez aqui no programa iluminuras de graça obrigada um prazer ver obrigada a você também que acompanhou mais esta edição do programa iluminuras lembrando que para rever é só acessar o youtube pontocom barra tv justiça oficial obrigado pela sua companhia tchau tchau i