Hoje nós falaremos sobre como superar o apego ansioso em 7 dias. Primeira coisa que eu quero falar pra vocês é que eu já estive nesse lugar. Eu já passei muito por apego ansioso, apego evitativo.
Eu tinha os dois, tá? Quando o outro fugia de mim, eu ia para muito perto e depois como uma espécie de revanche, eu ficava quieta e falava: "Agora também não quero". bem birrenta mesmo.
Quando eu falo que eu superei o meu apego ansioso em 7 dias, se eu ouvisse isso de fora, eu ia achar bem irreal, até porque eu já estava há 6 anos em terapia, já estava meditando, praticando yoga e ainda assim na parte de relacionamento amoroso, isso só se intensificava com o tempo. Naquela época eu tava num buraco mesmo. É, não era um malestar que gritava.
Eu não. As pessoas ao meu redor, elas podiam até achar que eu estava bem, mesmo que eu estivesse um pouquinho triste, um pouquinho magoada. Quando eu estava em casa, aquele pânico, aquela ansiedade, aquele momento de o coração batendo, eu esperando uma mensagem do outro, eu incomodada se o outro ia querer me ver ou não, falar comigo ou não.
Se o meu parceiro me mandasse alguma mensagem diferente, já vinha todo um mal-estar no meu corpo. Então, pra gente começar a entender o que que acontece no nosso corpo quando nós estamos com apego ansioso, tá? Primeiro que a gente sente medo, falta, a gente se sente incapaz.
E tudo isso faz com que a gente saia da energia do amor. Essa energia do amor, ela nos conecta com algo que não carece, que não demanda, que não necessita. E às vezes, quando você tá sentindo o apego ansioso, você acredita.
que isso é amor. É porque você ama a outra pessoa, porque você está apaixonada pela outra pessoa, porque você quer a outra pessoa. Uma parte sua pode querer, pode amar, pode ter paixão, mas também pode ser que você ainda não aprendeu como se sentir segura no seu corpo.
Talvez você ainda não aprendeu que existe sim um relacionamento onde você pode ficar tranquila e segura. E isso eu estou falando mesmo se a outra pessoa mentir, mesmo se a outra pessoa atrair. Eu vou explicar essa situação mais lá na frente.
Quando nós estamos no apego ansioso, normalmente nós temos medo do abandono, medo da rejeição. Nós também queremos sempre nos sentir suficientes para o outro, mas nós projetamos isso na relação e aí consequentemente o outro também não se sente bom o suficiente pra gente, porque parece que o relacionamento nunca tá bom, nada tá bom, tanto o que você faz quanto o que o outro faz para você. E vem uma mania muito desgastante de achar que você sempre tem que se esforçar muito para o outro e para o relacionamento.
E aí vem aquela voz de que você faz demais e você tá cansada e só você faz para essa relação, por essa relação. E este apego, ele te ensina que o relacionamento ele precisa ser conquistado o tempo todo. Mas veja que essa conquista ela não vem através da leveza, da tranquilidade, da paz.
Essa conquista vem através de cobrança, de desgaste, de mal-estar. Então essa conquista ela tá enviezada, ela tá vindo através de algo que vai separar a relação mais cedo ou mais tarde, esse relacionamento que tá já muito desgastado, o seu bem-estar, ele não tá sendo cultivado, você não tá se sentindo bem, então ou o outro vai terminar com você ou você vai terminar com outro. Qual que é esse famoso truque que eu quero falar aqui com vocês hoje nesse vídeo?
Primeiro que não foi mágica e segundo que precisou de muita honestidade. Essa honestidade ela não é com o outro. Essa honestidade, e aí esse era o erro que eu cometia lá atrás.
Normalmente as pessoas quando elas querem ser honestas, elas a o primeiro a primeira intenção delas, o primeiro impulso é ser honesta com o outro. Então, deixa eu falar a verdade pro outro. Então, deixa eu falar que eu fiquei com ciúmes, que eu fiquei insegura, que eu fiquei me sentindo mal, que essa atitude dele me fez mal, só que elas ainda não aprenderam, e era isso que eu não tinha aprendido lá atrás, a ser honesta comigo.
Então, apesar de ir à psicóloga naquela época, mas estava me ajudando bem lentamente, eu já estava 6 anos na terapia e eu não conseguia sair desse apego ansioso. eu me conectava com Deus, eu sentia na meditação e nas orações aquele bem-estar bem pontual, mas eu não sabia praticar uma honestidade diária comigo, tá? Então esse negócio aqui, ó, é de Ario.
E o que que é essa prática diária que mudou na minha vida? Primeiro que eu estipulei um foco de 7 dias. Eu queria me dar s dias para testar, para ver se isso ia funcionar.
Eu não queria 21 dias, eu não queria 30 dias. Eu queria algo que eu conseguisse ver uma mudança em s dias, que eu conseguisse analisar se aquilo ia me fazer bem ou não a longo prazo. Vou dar um exemplo para vocês.
Se vocês se comprometerem a 7 dias, começarem a caminhar, eu vou caminhar por 7 dias. vocês já têm uma noção se isso é bom ou não para você. No primeiro dia, no terceiro dia vai ser cansativo, mas no sétimo dia você já sabe se você quer continuar com aquilo ou não, certo?
E eu estava buscando algo mais específico para o meu apego. Que mudou completamente foi essa honestidade. Mas essa honestidade comigo, a honestidade com o meu corpo, com o meu bem-estar, com o meu autoacolhimento, com tudo que se dizia referente a mim.
Então não era essa honestidade não é para você chegar e falar pro outro primeiro, é para você encontrar isso dentro de você. Porque o apego ansioso ele fala muito mais sobre um corpo, uma mente que não habita si mesma. Você tá olhando dentro do apego ansioso muito para o outro, para o que o outro está fazendo ou não está fazendo, se o outro tá mentindo ou traindo, se o outro está te enganando ou não, se o outro foi sincero ou não, se o outro está feliz com você ou não, se o outro gosta de você ou não.
Então, o seu olhar tá para o outro e vai precisar de muita honestidade pr você entender que você tá fugindo da responsabilidade de cuidar de você. Você tá fugindo da sua responsabilidade de se dar bem-estar, de se dar amor. Então, o primeiro passo é ser honesta, mas não é com outro.
Não é para você ir lá de novo e falar pro outro assim: "Ai, eu tô muito fissurada em você. Ai, eu sei que eu tô sendo muito ciumenta. Ah, eu sei que eu tô sendo muito insegura.
Aí, eu sei que eu tô cobrando muito de você. Não, não é, não é. Porque se você for para isso agora, neste momento, se você, se essa for seu primeiro passo, você está de novo indo para o apego ansioso, porque o seu olhar está está para o outro.
Então, cadê meu apagador? Então, a gente tem que tirar isso daqui, que não é de um dia pro outro, porque eu tenho certeza que você já tentou e provavelmente você já foi em alguma terapia, já tentou alguma coisa ou já tem a sua rotina espiritual, o seu, não sei, não sei qual religião, o que que você acredita ou não acredita e não importa no final das contas, tá? O que que acontece no apego ansioso?
O seu corpo, além de você estar ali focando no outro, o seu corpo ele entrou em modo sobrevivência, então ele ainda não está acostumado a conduzir a própria vida. Quando você tá muito se importando com o que o outro tá fazendo, deixando de fazer, o seu corpo ele entra em modo sobrevivência. Ele ainda acha que depende do outro para alguma coisa.
Você acha que depende da validação do olhar, do da valorização? Que mais? É como se a segurança da sua vida dependesse dessa outra pessoa.
Você só se sente segura se tiver essa validação, por exemplo. Tá? Então, eh, dependência aqui e segurança.
Veja que eu não falei que você está dependente emocionalmente. Veja que eu não falei que você tem essa dependência, mas o seu corpo em algum nível, em algum momento, ele acredita que depende dessa outra pessoa para se sentir segura, validada, aceita, bem vista, porque lá no fundo você busca. Deixa eu ver se pega aqui.
Busca. Então você tá procurando essa segurança lá fora, você tá procurando essa segurança e confiança nos relacionamentos, no outro. O que que tudo isso significa?
Que se você olhar com honestidade para dentro, pro seu corpo, você perdeu em algum momento do da sua vida, da sua rotina, a referência de segurança interna. Talvez porque você aprendeu lá na infância que você dependia dos outros e necessitava dos outros. Talvez porque você ainda não amadureceu o suficiente para aprender a se dar bem-estar, a se dar segurança, confiança, a se dar às vezes dinheiro, a se dar conhecimento, sabedoria.
Então você às vezes perdeu ou nem construiu a sua referência interna. E foi neste ponto que eu tive a famosa virada de chave, porque eu já tava entendendo, só não conseguia colocar em palavras isso. Veja, eu já tava pensando que toda hora eu sentava ali na terapia e falava ou do meu passado, ou do meu parceiro, ou das minhas dificuldades.
E quando eu entrava em estados de meditação, eu olhava para dentro, eu sentia esse bem-estar, essa paz, mas eu não conseguia carregar isso comigo no meu dia a dia. Eu não conseguia carregar para além do momento da meditação, para além do momento do yoga. Foi assim que eu criei o chamado à reconexão.
Nos primeiros sete dias, eu comecei a fazer uma coisa que foi bem desafiadora mesmo, bem desafiadora. Eh, eu ficava com vontade de desistir, achava que seria baboseira, achava que seria perda de tempo e tudo mais, porque eu já tinha tentado várias coisas. E aí eu me comprometi a sentar comigo durante 7 dias.
Eu me comprometi a tirar muitos ruídos externos. Então, eu não deixei de ir na terapia nessa época. Eu não, eu me comprometi a continuar na terapia, me comprometi com as meditações, até porque elas me ajudavam a alcançar o estado que eu queria sentir lá na frente.
Elas me conectavam com aquele estado de paz. Então, digamos que o seu dia tem 24 horas e, vamos dizer 23 horas, você tá ali sentindo aquela angústia, aquela ansiedade se preocupando com o outro. Talvez você senta 10 horas do seu dia essa angústia, porque nos outros consegue focar no seu trabalho, nos seus estudos.
Eu não conseguia focar muito bem no meu trabalho naquela época, até porque isso estava muito forte no meu corpo. Então o que que eu fiz? Primeiro eu não deixei de meditar e eu não deixei de ir à terapia.
Inclusive dentro do chamado a reconexão, que é o meu método completo, lá dentro eu coloco meditações específicas, porque você precisa ensinar pro seu corpo que ele, o seu corpo é capaz de chegar nesse estado sem depender de ninguém, sem depender de um estímulo e material, físico, externo. O truque mais importante desse vídeo é o seu compromisso diário de se conectar com o seu sistema emocional, que já é o que você faz, né? Às vezes uma vez, duas vezes na semana, vai à terapia, mas talvez você ainda não tenha esse compromisso diário de se conectar com esse sistema emocional.
E durante esses sete dias eu fiz esse compromisso de sentar comigo. E sentar comigo mesmo não era a minha versão mais forte. Eu me conectava com o que eu tava sentindo no dia e às vezes tinham dias que eu estava mais tranquila, mais alegre.
Tinha dias que eu tava acabada mesmo. Mas eu fiz esse compromisso comigo, para mim, por mim, não era para ninguém mais. Outra coisa que foi bem importante é que nesses sete dias eu me conectei com uma pessoa que ela não fingia se sentir segura.
Ela tava buscando uma segurança verdadeira interna. Veja, você tá buscando a segurança no outro. Veja que você tá querendo se sentir bem só se ele falar que quer ficar com você, que quer namorar você, que você é a única, que você veja que você tava buscando sempre no externo essa segurança.
Ah, só quando o seu chefe te elogiar, só quando a sua chefe falar que você fez bem as coisas. Então, é sempre um uma corrida infinita, uma caçada infinita para se sentir segura lá fora. E olha que engraçado, mesmo recebendo elogio, eh, meu parceiro sempre foi muito educado, muito fofo, muito gentil comigo.
Ele fazia isso, ele falava muito bem da gente, falava muito bem de mim. Gente, não passava 30 minutos, uma hora, eu já tava com os meus pensamentos intrusivos, porque eu ainda não sabia que era o meu dever me dar bem-estar. Quando eu me comprometi a olhar diariamente e acher meu sistema emocional, eu entendi que a minha ansiedade não era sobre a pessoa, era sobre o valor que eu tinha dado na mão da outra pessoa.
Era, por exemplo, ó, se você falar que eu sou legal, é porque eu sou. Se você falar que eu sou bonita, é porque eu sou. Se você falar que eu sou inteligente, é porque eu sou.
Eu entreguei a sensação, sensação de pertencimento, de valor, de merecimento na mão do outro. Então, se a pessoa fosse embora na minha cabeça significava que eu não tinha valor, que eu não tinha sido boa o suficiente. Mas eu te pergunto, para quem você quer ser boa ou suficiente?
Se você quer ser boa ou suficiente sempre para a sua mãe, pro seu pai, pro seu parceiro, paraa sua amiga, pro seu amigo, para qualquer outra pessoa no externo, isso vai te minar e vai te esgotar muito rápido, porque a única pessoa que precisa te valorizar, te aceitar, e a única pessoa que pode verdadeiramente te abandonar e te trair e te deixar é você mesma. aqui tá você certo. Como eu disse no começo do vídeo, é o seu dever te dar bem estar.
É claro que esse bem-estar ele é cultivado também com relacionamentos. É claro que o bem-estar ele é cultivado com pessoas, com interações. E aí pode ser interações tanto com pessoas quanto animais também, mas é o seu dever cultivar boas relações.
E a primeira relação, a mais importante, é a sua com você mesma ou com você mesmo, se você for homem, estiver me escutando. Essa é a relação mais importante de todas, porque se você fala bem consigo mesmo, você vai falar bem com outra pessoa. Mas se a sua cabeça tá toda hora assim falando: "Nossa, que feia você tá, nossa, como você é burra.
Nossa, como você é chata". Tá cheia de julgamento e de minhoquinha, né? ali julgamento.
Mesmo que você não fale para o outro, mesmo que você não comunique, você consequentemente vai julgar o outro, porque você se julga muito. Então, o os relacionamentos que nós temos durante nossa vida com o feminino ou masculino, com homem, com mulher, diz muito sobre a nossa relação com nós mesmas e o que nós achamos de nós. Neste caso, o primeiro relacionamento que a gente tem que encontrar é o seu com você.
Só que o que que as pessoas fazem quando elas entram no apego ansioso? Elas esquecem que é o dever delas eh se dar bem-estar. Elas conhecem o jurandir da vida aqui, tá?
Se você é homem, você conheceu a fulanazinha. E o que que acontece quando a gente deixa de dar o nosso bem-estar, que é o nosso dever, achando que é o dever do outro, né? Então, eu conheço aqui o Jurandir.
E o Jurandir ele é legal, ele é bacana, ele elogia você. Então, ele faz, ele fala coisa, ele fala que você é linda, que você é legal, que você é maravilhosa. Ele te leva para passear, ele te leva para conhecer coisas novas, para sair.
Ele às vezes te presenteia, ele tá cuidando, entre aspas, né? Entre aspas, pelo amor de Deus, mas ele tá cuidando de você. E eu posso falar uma sinceridade, gente, não é tão fácil cuidar da gente.
É o nosso dever, porque se não, se se a gente não cuidar da gente, a gente vai começar a projetar, seja em pai, filho, filha, parceiro, marido, no outro. E a gente começa a entrar em casos de apego, dependência. Então, o que que acontece aqui com essa mocinha aqui?
Ela tava, quando ela tava solteira, ela tava lendo os livros que ela gostava, ela tava saindo com as amigas dela, ela tava buscando grupos, ela estava focadíssima no chamado reconexão. Ela tava ã que mais? Viagem, viajando.
Ela estava que mais que ela tava fazendo? Ela tinha até uma cartinha onde ela escrevia os limites dela. Ã, que mais?
Ela tinha tempo de qualidade com ela. Aí ela conhece o Jurandir. Inclusive ela comprava flores para ela.
E aí o Jurandir, quando ele se apaixona por ela, o Jurandir ele faz o quê? Ele dá flores para ela. E aí sabe o que que ela faz?
Ela para de comprar flores para ela. Ah, eles vão pro parque e aí ela cancela sair com as amigas dela. Eles começam a assistir filmes e à noite que ela gostava de ler livros, ela para de ler livros para ver filme com ele.
Ela para de se dar flores porque ele que deu flores para ela. Ela sai do grupo porque agora ela ela sei lá, faz de quarta-feira. Quarta-feira é o dia do date dela.
Aí vai ter aula comigo, vai ter aula de domingo. Ela não vai participar porque é o momento dela de vê-lo, né? Porque eles só se só se encontram de final de semana.
Então, poxa, final de semana é dia para ele, né? Então, ela não vai mais. Ah, sabe aquela cartinha dos limites?
Ela até perdeu as cartinhas. Ah, ela viajava sozinha, agora ela viaja com Jurandir. E aí, gente, o que que acontece aqui?
Ó, isso daqui sumiu, sumiu, sumiu, sumiu, sumiu. Aí depois me pergunta: "Pô, por que que a gente faz isso, né? Por que que a gente dá o nosso valor na mão do outro?
Por que que acontece essas coisas? " Veja que ela mesma foi dando na mão do outro todo o dever. E veja que não é consciente tanto, né?
é um pouco inconsciente, mas ela deu na mão do outro dever de fazê-la feliz. E veja que ela não tá mais com medo de perder o outro. É isso que ela fala para ela.
Ela começa a chorar, o outro não trata mais ela tão bem quanto lá no começo. Ou ele é uma pessoa boa, mas ela tá muito insegura, né? que foi meu caso, meu caso do meu apego, meu marido atual, meu parceiro atual, ele é totalmente fiel, 100% comigo, mas eu ainda tinha muito trauma, muito medo.
Só que assim, independente. Lembra que eu falei lá no começo do vídeo que eu ia falar agora? Imagina que o Jurandir ele tá falando com outras mocinhas aqui, ó.
Ele tá falando com essa, falando com essa. E aqui a Clara, sei lá, tá sentindo que não tá tão bom o relacionamento e ele tá mentindo para ela. E essa moça aqui, ó, ela tá chorando, tá triste, não tá bem, tá toda hora desconfiada do outro.
Veja que não importa se ele tá fazendo ou não tá fazendo as coisas. O que importa é que ela não, ela se perdeu a tal ponto que ela entrega a responsabilidade de fazê-la se sentir bem no outro. Então, a primeira coisa que ela tem que fazer, primeira coisa, compromisso diário de olhar pro sistema emocional.
Segundo, ela vai entender que foi isso que eu entendi no meu segundo dia de chamado reconexão, que ela não tá com medo de perder o outro, ela tá com medo de se comprometer com ela. Ela esqueceu um pouco o que que é fazer as coisas por ela. Ela tá tão envolvida ali com os projetos com ele que ela esqueceu que que é viver para ela, por ela.
Só que ela sendo uma mulher muito inteligente, ela entrou pro chamado reconexão, que eu vou deixar aqui no link da descrição, se vocês quiserem fazer todo o processo que eu fiz. E no quarto e quinto dia, ela olhou pras feridas, pras crenças dela, partes que ela ainda queria deixar ali para agradar o outro, para se diminuir, porque ela queria confirmar que ela ganha amor, que o outro escolhe ela. Por que que ela queria essas duas coisas?
Porque ela não se escolheu e ela não estava com medo de perdê-lo. Ela estava com medo de entender que ela projetou nesse cara. Ela nem consegue entender ainda que ela não ama.
Ela não ama. E aí não importa se o cara foi babaca ou não com ela. O que importa é que ela, se ela não aprender nesse relacionamento que não é sobre o outro, é sobre ela não se abandonar mesmo numa relação, não tem como sair do apego ansioso.
E é isso que você aprende quando você se compromete diariamente com o seu sistema emocional. Veja que não é uma vez na semana. Se você faz terapia, continue a sua terapia.
Se você está em processo ali, continue, mas faça esse compromisso com você. Eu parei de perguntar por que ele tá fazendo isso? Por que que ele não me falou?
Por que que ele fez tanã? Por que que ele mentiu? Por que que ele e comecei a me perguntar o que que eu vou fazer por mim?
Como que eu vou me dar isso que eu tô necessitando ou querendo dele? Por que esse medo tá me tocando tão profundamente? Por quê?
E para de colocar o olhar no outro. E eu vou te ensinar como fazer isso de forma prática no chamado reconexão. Veja como não foi mágica, veja como não foi de um dia pro outro, mas veja como temos sim um processo de s dias para realizarmos isso.
E além de tudo isso, depois desses s dias você pode refazer, tá? E ainda eu deixo alguns bônus lá para vocês. O que eu percebi que funcionou em mim e em diversas alunas minhas é reencontrar essa força dentro de você.
É essa reconexão onde você tem que ganchar mesmo, falar: "Agora eu tô comigo. Agora eu entendi que eu tô comigo. Eu te espero lá porque você não nasceu para viver em estado de alerta.
Você nasceu para viver leve, com presença, um amor saudável. Yeah.