Shalom, seja bem-vindo. Bom, gente, já estamos no oitavo pilar. Você chegou até aqui.
Glória a Deus. Por isso, eu quero pedir a vocês de alguma forma essa essa essa série aqui tem te marcado, que você envie para alguém, que você compartilhe com alguém. São vídeos mais curtos e a gente tá aqui olhando paraa igreja de Atos e aqui extraindo alguns valores que diz respeito a uma vida cristã mais profunda, olhando para essa igreja, entendendo que nós somos a continuidade dela e que essa foi uma igreja que abalou o mundo.
Me marca quando diz que eles tinham a simpatia de todo o povo, né? Nem todos se converteram, mas eles tinham a simpatia de todo o povo. Muitos se converteram, mas eles tinham a simpatia de todo o povo, porque era um povo que pregava genuinamente.
Eles também tiveram a diversidade, que é um outro fator, né? Eh, uma vida cristã sem também inimigos, sem pessoas que se levantem, opositores, ela também tem, ela também é manca, também expressa, né? E às vezes a gente gosta daquela água de açúcar, aquela coisa que não expressa espiritualidade profunda.
E a verdade também aqui é que eles tinham inimigos. A gente vai ver prisões, nós vamos ver todos os apóstolos aqui, exceto João, que não foi morto, mas terminou os dias preso. Não sei que que é pior, né?
Se ficar sob prisão, mas que sofreu fortes torturas. Todos eles perderam as suas vidas, mas por conta do evangelho que viviam, por aquilo que valia a pena. E hoje o oitavo pilar que eu quero falar com você, que tá presente na vida de um cristão genuíno, de uma vida cristã mais profunda, é a cultura de partir o pão.
É a cultura da partilha. A gente, eu tenho falado isso e a gente tem difundido isso de forma tão profunda. Lá em Primeira Coríntios 11, o apóstolo Paulo, a partir do verso 17, quando ele vai fazer as instruções da ceia, Paulo diz: "Olha, nisso que eu vou dizer para vocês agora, não vos louvo, porque nisso que eu vou falar agora, vocês estão reprovados.
" E Paulo vai falar sobre a cultura de mesa da ceia, não como apenas um momento ou um ritual de seiar, mas ele vai usar isso como uma pedagogia para trabalhar o nosso coração. E Paulo diz: "Que que tá de tão ruim acontecendo que eu não vos louvo? " é que cada um chega e tá preocupado em comer o próprio pão.
Em outras palavras, é um evangelho que eu só quero suprir a minha necessidade. É um evangelho que eu frequento a igreja, eu frequento o culto, mas também no meu casamento isso deságua para todas as áreas da minha vida, na minha empresa. Eu só tô preocupado com que eu posso arrancar de vantagem das pessoas, dos lugares.
Eu só tô preocupado com quanto eu posso me alimentar. E Paulo tá dizendo: "Há divisões no meio de vocês. " Por quê?
Porque quem vive só para olhar pro próprio umbigo, só preocupado com o próprio pão, nunca entra em unidade plena com ninguém. Quando eu falo de uma cultura de partilha de pão, eu falo de uma cultura de unidade plena, de estar junto, de valorizar mais relacionamentos do que realizações. Eu falo de sair da cultura superficial do individualismo, da maior maldição que tem.
Gente, por que que a gente tá tão incomodado assim de fazer parte de um pequeno grupo? Por que para alguns cristãos é tão doloroso ter que viver vida na vida com os outros? Porque a gente tem uma cultura de individualismo.
Eu não quero que ninguém saiba da minha vida. Não quero, não quero que ninguém tenha contato com a minha vida. Eu não quero ter que prestar contas da minha vida para ninguém.
Eu também não quero lidar com o problema de ninguém. Você sabe que é muito mais é interessante porque em João 13, quando Jesus nessa cultura de partilha e ali também ele tá partindo o pão a última vez com os discípulos, ele diz: "Ó, agora antes de partir o pão, vou lavar os pés de vocês". E ali tem uma pedagogia, porque enquanto Pedro tá com o pé na bacita sendo lavado, Jesus tá com a mão no pé de Pedro.
Então, a cultura da partilha é uma cultura onde eu me permito ser lavado pelos outros, mas eu também me permito ter o problema do outro. É abraçar o problema do outro. Você sabe, um tempo atrás a Chloe, por mais que a gente, como pastor, meus pais fizeram isso muito comigo, de de me resguardar dos desafios pastorais, dos eventuais problemas que a gente tem no contexto da igreja.
Eu imagino que você faça isso com seus filhos também, porque todos nós temos problemas, né? E nós queremos resguardar os nossos filhos, mas à medida que as crianças vão crescendo, elas vão tendo um olhar mais profundo e algumas coisas a gente não consegue evitar e algumas coisas fazem parte também para que elas possam perceber que tudo tem desafio, né? Você tem desafios na sua vida, eu tenho na minha, e não tem como livrar os nossos filhos de todos eles.
E algum desafio que eles percebam, dado uma dosagem coerente, são importantes inclusive pra construção de quem eles são, do ser humano que serão. E a Chloe, eu tava voltando eh de uma situação que eu fui resolver, imaginei que eu tinha poupado ela de ouvir, mas na ocasião ela ouviu alguma coisa. E eu lembro que a gente tava salvingando no carro, ela disse: "Pai, eu não quero ser pastora não".
Aí eu falei: "Por que a gente nunca tinha conversado sobre esse assunto? " Falou: "Porque eu não quero ter que ficar resolvendo assim o problema dos outros. Muito complexo.
" E aquele dia eu falei: "Cloi, deixa eu te ensinar uma coisa, filha. No mundo só tem dois grupos de pessoas. Os que dão problema, os que criam problema e os que resolvem problema.
Ora, nós estamos nos dois, mas nós somos chamados muito a ser os que resolvem problemas, os que estão tratando com os problemas dos outros, estão partilhando pros outros, os que estão se doando. Inevitavelmente, nós vamos precisar de gente que lave os nossos pés também. Mas o caminho e o que Jesus convida não é fique colocando o pé na bacia para que resolvam o seu problema.
É seja um solucionador do problema dos outros. E talvez, talvez tem muito menos problemas. Eh, ou só tem ou tem muito mais problemas aqueles que só querem que lavem seus pés.
São problemas infinitos, mas quando a gente se propõe a ser um canal, e aí lá em Atos capítulo 20, em Atos 2, 4, Atos 2, ali no, a partir do verso 42 já vai falar que eles se reuniam unânimes nas casas, no templo, né, na partilha, se dedicavam no ensino dos apóstolos, a comunhão, a partir do pão e as orações. Que que esse partir do pão é muito mais do que a refeição, é um estilo de doação de vida, é um estilo de entrega. É a permissão de que Cristo seja visto através da minha partilha.
É o entendimento que Cristo não é visto por aquilo que eu como. É a libertação da mentalidade do Adão caído. O que que o Adão caído faz?
Ele toma e come. Ele quer comer o que vê pela frente. O Adão caído tem um espírito de querer arrancar tudo de todo mundo.
Quando eu arrancar tudo dessa igreja, eu vou embora. Quando eu arrancar tudo desse casamento, eu vou embora. E essa percepção de Adão caído é tão forte, porque lá em João 3, Jesus vai denunciar o traidor aonde?
Na mesa. A mesa é tão importante pro evangelho que Jesus diz: "Olha, a forma com que Judas colocou a mão na mesa denuncia que ele vai me trair". O que isso significa?
É que o marido não trai esposa lá no motel, trai na mesa. É a falta de percepção que eu não tô no casamento para arrancar tudo da minha esposa, né? Um um amigo trai o outro amigo, não é lá no dia da traição, no negócio que ele faz, é na mesa.
Quando ele perdeu a perspectiva de que eu tô na sua vida para te servir. E o apóstolo Paulo, olha como era forte o aspecto. Eu tava lendo Atos 20 na ressurreição de Éutico, no primeiro dia da semana, Atos 27, reunimo-nos para partir o pão.
Primeiro dia da semana, domingo, para fazer o quê? partiu pão. O culto é pedagógico.
A gente não se reúne, a gente se não sai da nossa casa para fazer nada a fim de comer pão dos outros. É por isso que essa vida de oração e devoção em Deus, ela é tão importante. A meditação na palavra é tão importante, a centralidade de Cristo é tão importante, porque quando eu me encontro com os outros, eu tenho algo para partir, eu não quero comer, eu não quero arrancar, eu não quero tirar.
Quando eu me encontro com os outros, a minha disposição de poder servir. Servir com quê? Com aquilo que tá transbordando em mim.
Ele diz: "No primeiro dia da semana, reunimo-nos para partir o pão". E Paulo, Paulo falou ao povo, pretendendo partir no dia seguinte, continuam falando até meia-noite. Olha aí, gente, quantos de nós iriam embora desse culto.
Havia muitas candeias no piso superior onde estávamos reunidos. Um jovem chamado Éutico, que estava sentado numa janela, adormeceu profundamente durante o longo discurso de Paulo. Vencido pelo sono, caiu do terceiro andar.
Quando levantaram tava morto. Paulo desceu, inclinou sobre o rapaz, o abraçou, dizendo: "Não fiquem alarmados, ele está vivo". Então, subiu novamente, partiu o pão e comeu.
Depois continuou a falar até o amanhecer e foi embora. Levaram vivo o jovem, o que muito os consolou. Aqui num verso, em poucos versos, nós estamos falando aqui do 7 ao 11.
Tem Paulo partindo o pão duas vezes. Tá falando do ambiente de comunhão da igreja, né? Aqui consola um pouco porque dormiram na pregação de Paulo, eventualmente dormem na minha.
Uns dias atrás uma senhora foi na igreja e ela dormiu a reunião inteira. E no final do culto ela veio conversar comigo toda constrangida. Ela falou: "Pastor, sabe o que que é?
Eu não dormi a noite inteira. Eu tive uma programação, uma viagem e eu não dormi a noite inteira. E por isso, né, que eu tava dormindo aqui na hora do culto, eu falei: "Não, fica tranquila".
Eu até me lembrei de uma história aí que você lembra que dormiram na pregação de Paulo te consola um pouco. Mas lembrei de uma história que diz que um senhor tava dormindo no culto e ele dormia e aí o pregador foi se incomodando, se incomodando, ele falava mais alto e nada do senhor acordar. Ao passo que tinha um menininho sentado do lado desse senhor, ele falou pro menino, menino, acorda esse senhor aí, culto não é lugar de dormir, cutuca ele, acorda ele.
Aquele menino disse, vem acordar você. Foi você que fez ele dormir? Então assim, eh, consola um pouco vê alguém dormir na pregação de Paula, mas aqui não é o meu enfoque em relação à palavra.
Ele cai. E ó, que poderoso, meu Deus do céu, que tragédia ter que acabar o culto com alguém que dormiu na hora da palavra porque o pregador demorou, caiu do terceiro andar e morreu. Paulo vai lá e olha que poder que essa igreja operava, sinais e maravilhas.
E a gente vai falar um pouco sobre disso também aí no nos últimos dias aqui do do nosso compartilhamento. Mas Paulo agora vai orar com sinais e maravilhas, com uma marca tão profunda. Ele vai voltar a subir e continuar a partir o pão com os irmãos.
Tem algo pedagógico nisso tudo. Essa partilha na igreja de Atos aponta para essa vida na vida, casa na casa, essa vida de discipulado, né? Nós temos falado sobre um discipulado bíblico e nós temos explicado o que é isso.
Que gente, a maioria das igrejas que falou sobre discipulado criou discípulos de pessoas de modelos esquisitos que nada tinha a ver com a Bíblia. né, da formação de grupos que mais pareciam marketing multinível do que igrejas. E nós estamos orando ao espírito pedindo.
Nós queremos discipulados genuínos, bíblicos, partilha do pão, mas não é um ambiente de paternidade, aonde um quer ser pai do outro, um quer mandar no outro, um quer dizer o carro que você compra, como que você compra. Não é o ambiente de casa em casa, de partir o pão, aonde os líderes só são facilitadores, não são super poderosos, maiores, não. É gente que tá ali com coração disposto, é gente um pouquinho mais madura, partindo o pão para esse ambiente, para que Cristo possa ser visto.
É cada um de nós oferecendo a Deus aquilo que temos. é dando graças e entendendo que cinco pães e dois peixes pode alimentar uma multidão. Sabe que é uma marca de um cristianismo maduro?
É de quem não esconde os cinco pães dois pes. Tem coragem de pôr na mão de Jesus. É de quem não retém os cinco pães dois pés.
Aí deixa eu dizer, a sua partilha pode curar alguém. A sua partilha pode ser o canal de restauração de alguém. a sua partilha simples de um menino que ele tem sempre pães dois peças e agora ele tá usando a vida dele, tá permitindo que através da vida dele o Senhor possa usá-lo.
É de gente que não tá preocupada, não tem jeito. Ou você tá partindo ou você tá só querendo comer. Quem parte também come.
É óbvio. Ele partiu pão e participa. O problema da Bíblia não é você comer.
O problema não é você estar numa igreja que você tá sendo alimentado e recebendo. É óbvio que você quer estar nesse lugar. O problema é lugar que você só quer estar para isso.
E a verdade é, se você tiver disposição de partir, você pode comer. Mas se você tiver disposição apenas de comer, você vai viver o que Adão viveu. Ele tomou e comeu o fruto.
E ele morreu com aquilo que comeu. É partir sua vida, seu tempo. A gente diz, né, que Jesus tem uma mania estranha, esquisita, de partir tudo que ele pega.
Ele dá graças e parte. E nessa igreja tinha essa característica, mas também tinha essa característica real. E por que que o nosso culto dominical é importante primeiro dia da semana?
Porque ele expressa muito como a gente como igreja. Você chega no culto, você precisa partir, partir dos seus recursos com a sua fidelidade. A primeira décima parte você parte todo mês, põe na mão de Jesus.
Mas partir a sua generosidade também, irmão. Vai lá no Shalom Café paraas nossas comunidades que tem, né? Na minha comunidade ainda a gente tá numa fase clamando para que a nossa reforma acabe, mas para quem tem vai no Shalom Café, você pode comprar um café aqui na nossa comunidade, o café é dado, né?
Então fica mais fácil. A gente tá partindo o pão com todo mundo. Mas você pode encher o café e levar para alguém.
Você pode partir o pão com um sorriso, com uma palavra, com abraço. As os nossos cultos precisa ser uma expressão da igreja da partilha. Você não pode entrar e sair, só receber a palavra, o louvor e embora.
Você precisa sair de casa pensando quem eu posso abençoar. No seu dia a dia. É um dia a dia de partilha.
Quem eu posso servir? E sabe o que é demais? é que Deus parte o nosso pouco.
E muitos tm a desculpa dizendo: "Poxa, pastor, mas olha o momento que eu tô vivendo, olha a situação que eu passo na minha vida, olha o meu contexto, eu gosto". Porque lá em Primeira Coríntios 11, Paulo vai dizer o seguinte: "E Jesus, depois que ele faz a instrução, ele vai dizer sobre o nosso modelo perfeito. Na noite em que ele foi traído, tendo dado graças, partiu o pão.
" A noite em que Jesus foi traído foi a pior noite da história. Deixa eu dizer uma coisa para você. Não existe cura no evangelho escondido só em culto de domingo.
Venho, participo e vou embora para casa. Você vai continuar a mesma pessoa. Corre o risco.
Não existe cura no evangelho. Eu esperando que vai aparecer o salvador da pátria. O discipulador que vai ficar batendo na minha casa.
Vai ser a minha resolução. A cura no evangelho tá na partilha, tá na doação. Você quer que Cristo seja visto na sua história?
Parte, reparte, entrega. É nesse lugar que a gente vive a cura completa. E a cura completa é poder fazer pelos outros aquilo que não fizeram por nós.
Quem partilha vê isso. Você tá no meio do sofrimento, mas tá servindo. Foi o que aconteceu com Jesus.
Na noite em que foi foi traído, ele podia dizer: "Gente, hoje tá difícil demais. Até hoje eu parti, mas hoje eu não vou fazer o que muitos fazem. Pastor, vou ficar aqui com isso.
Eu não quero menosprezar os processos de restauração, mas é o tempo inteiro servindo, sendo canal. E para isso você não precisa estar em cima de um púlpito. Para isso você não precisa estar com seguidores te acompanhando, não.
É na simplicidade da partilha. É de casa em casa, é de mesa em mesa. Nesse espírito de partilha, eu quero te encorajar a ser alguém que parte o pão.
Será que você pode colocar aí? Eu quero ser alguém que parte o pão. Quem tiver ao meu redor vai receber da partilha daquilo que Deus vai fazer.
A igreja primitiva tinha essa marca. E aí aqui num momento tão interessante em Atos capítulo 20, Paulo vai partir o pão, vai passar a noite inteira compartilhando, partindo, se doando. Eutico vai cair da janela, ele vai curar, ressuscitar esse cara vai subir, vai voltar e vai continuar na mesa partindo pros irmãos.
Que extraordinário que Deus nos deu uma igreja assim. Amém. Deus abençoe.
A gente já tá na reta final. Compartilha com todo mundo, comenta aqui o que mais te marcou. Clica aqui, ativa o sininho, clica para curtir, para que essa plataforma possa entregar esse vídeo para mais pessoas.
Estamos chegando no final.