Nós vamos abrir a palavra de Deus na carta de Paulo aos Efésios, Capítulo 5, dando continuidade à nossa série de mensagens nessa carta. Hoje à noite, o tema da nossa exposição são os deveres mútuos do marido e da esposa. Efésios, Capítulo 5, 22 a 33: "As mulheres sejam submissas a seu próprio marido como ao Senhor, porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo Salvador do corpo.
Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas a seu marido. Jamais, vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e assim mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito. Assim também, os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo; quem ama a esposa a si mesmo se ama, porque ninguém jamais odiou a própria carne, antes, alimenta e dela cuida, como também Cristo faz com a igreja, porque somos membros do seu corpo.
Eis porque deixará o homem a seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne. Grande é esse mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja. Não obstante, vós, cada um de vós, ame também a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido.
" Até aqui, queridos, a leitura da palavra de Deus. Vamos orar mais uma vez, pedindo que ele nos ilumine na compreensão dessa palavra. Senhor, nós pedimos que Teu Espírito Santo nos conduza na compreensão desse texto.
Quero orar pelos casais aqui presentes e pedir, ó Deus, que esta palavra seja usada por Ti para abençoá-los, fortalecê-los, encorajá-los, ajudá-los e repreendê-los onde for necessário. Nós queremos pedir também pelos jovens que planejam casar e que gostariam de ter família, que possam meditar na Tua palavra. E nós pedimos, ó Pai, que Teu Espírito nos conduza nesse instante para nossa edificação e glória do Teu nome, por amor de Jesus.
Amém. Na nossa sequência de exposições da carta aos Efésios, chegamos aqui no Capítulo 5, verso 18, onde o apóstolo Paulo instrui a igreja a encher-se do Espírito Santo. E nós vimos, na mensagem anterior, que ele coloca quatro orientações básicas para que isso aconteça.
No verso 18, ele diz: "enchei-vos do Espírito". É uma ordem. E no verso 19, 20, 21, ele diz como essa ordem deve ser cumprida.
No verso 19, falando entre vós com Salmos; ainda no verso 19, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais; no verso 20, dando sempre graças por tudo ao nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo; e no verso 21, sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo. A nossa tradução da Sociedade Bíblica do Brasil, e eu acho que as outras traduções também, depois do verso 21, colocaram um subtítulo – na minha Bíblia tem "O Lar Cristão: Marido e Mulher", separando o verso 21 do verso 22, o que dá a impressão de que Paulo terminou de falar sobre a plenitude do Espírito Santo e agora está começando um outro assunto. Então, esses subtítulos são muito úteis; o alvo deles é dizer ao leitor qual é o tema do bloco seguinte.
Mas, às vezes, acontece que eles separam um versículo do outro e a gente perde a sequência do pensamento. Vocês têm que lembrar que o apóstolo Paulo não escreveu esses negritos, né? Esses subtítulos são dos tradutores aqui brasileiros que colocaram, portanto, não é inspirado por Deus.
Por isso, eu posso falar mal, tá certo? Não tá no original. Qual é o problema desse subtítulo entre o 21 e o 22?
É que você vem lendo 'enchei-vos do Espírito', chega no 'sujeitai-vos uns aos outros' e você para aí, pensando que no verso 22 Paulo está começando a falar agora de um outro assunto, ou seja, da relação da mulher para com seu marido e do marido para com a sua mulher. A verdade é que Paulo não está começando um novo assunto; ele está continuando. O verso 21 diz: "sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo", e o verso 22 explica como é que a mulher casada faz isso: sujeitando-se uns aos outros no temor de Cristo, as mulheres, ao seu próprio marido.
Então, ele está na sequência; ele ainda está explicando de que maneira nós podemos ser cheios do Espírito Santo, ou seja, a ordem 'enchei-vos do Espírito Santo', que exige que nós nos sujeitemos uns aos outros, é cumprida pela esposa quando ela se sujeita ao seu marido e é cumprida pelo marido quando o marido ama sua mulher. Portanto, estamos na continuação daquela ordem 'enchei-vos do Espírito Santo', que agora tem efeitos na família, particularmente no casamento. Ou seja, o que vai ser dito aqui da mulher ser submissa ao marido e do marido amar a esposa está ligado à questão espiritual de duas maneiras: ou como resultado – uma pessoa cheia do Espírito Santo, uma mulher casada cheia do Espírito Santo, ela vai se submeter ao seu marido; e o marido cheio do Espírito Santo, ele vai amar a sua esposa – ou como condição: para que uma mulher casada seja cheia do Espírito Santo, ela tem que ir em casa aprender a respeitar o seu marido; e, para que o marido possa ser cheio do Espírito Santo, ele em casa tem que aprender a amar sua esposa.
Então, tá ligado, quer seja por meio de resultado ou como condição, mas nós não podemos separar a espiritualidade. Nós não podemos separar o nosso casamento da questão da espiritualidade. Tá ligado intimamente.
O que você é no seu casamento vai afetar a sua vida espiritual com certeza. Duas coisas estão ligadas: você não pode separar. Do tipo assim dizendo: "aí eu posso ter um casamento muito ruim, tá tudo errado no meu casamento, mas eu amo a Deus e minha vida com Deus vai muito bem.
" Não, senhor! Se não vai bem no casamento, não vai bem com Deus. Pode ter certeza disso: as duas coisas estão ligadas.
Como nós acabamos de mostrar aqui. Segundo, uma observação que eu gostaria de fazer para vocês é que vocês percebem que o homem tem responsabilidades de submissão também. É por isso que eu gosto de olhar para essa passagem em contexto.
A gente pensa que é apenas da mulher o dever de se submeter, mas se o que eu estou dizendo aqui está correto, se há o verso 21 "sujeitando-vos uns aos outros", isso é explicado pelo que vem em seguida. Isso significa apenas que não somente a mulher deve obedecer ao verso 21, se sujeitando ao seu marido, mas o marido cumpre a ordem da sujeição mútua também à sua esposa. Então, nesse sentido, um se submete ao outro no casamento: a mulher se dedica primariamente à submissão e o marido se dedica primariamente a amar a sua esposa.
E, ao fazer isso, ambos estão cumprindo o que está no verso 21: "sujeitava-os mutuamente. " Isso eu gosto de enfatizar porque as pessoas, quando leem essa passagem, só veem a missão do lado da mulher. Não é, mas o marido deve sujeitar-se à sua esposa.
E como é que ele faz isso? Amando a esposa como Cristo amou a igreja. É o que nós pretendemos ver aqui hoje à noite.
A terceira observação que eu gostaria de fazer é que o apóstolo Paulo gastou três versos para explicar o papel de submissão da mulher e nove para explicar como os homens têm que amar a sua esposa. Daí vocês avaliam o que é que é mais difícil. Pronto, falei.
Vamos, então, entrar na exposição do texto, começando no verso 22 até o verso 24: o papel da esposa que quer ser cheia do Espírito Santo. O que aquela tem que fazer? Como é que a esposa se submete ao seu marido?
Como é que ela se submete? Como é que ela cumpre o que está no verso 21? A resposta é que ela faz isso submetendo-se ao seu marido.
Verso 22: "As mulheres sejam submissas a seu próprio marido como ao Senhor. " Uma vez, uma senhora me perguntou: "Mas isso é um absurdo! Deve ser um problema de tradução.
" Não tem um problema no grego. Aí não, pastor! É isso mesmo.
Submissão, minha irmã! A palavra significa literalmente "colocar-se debaixo da autoridade de alguém". Colocar-se debaixo de alguém, da autoridade de alguém.
Traduções válidas: "subordinar-se", "obedecer", "respeitar". Essas são traduções absolutamente corretas. Não é um problema de tradução; o problema que você está encontrando é com conceito, mas não com a tradução.
A tradução está corretíssima! No grego diz exatamente isso: exatamente isso! A mulher deve submeter-se.
Até em português, a gente percebe o sentido: sub (embaixo) + meter (meter-se debaixo) da autoridade do seu marido. Submeter-se. A tradução está absolutamente correta!
É isso que ela significa. Então, como é que isso funciona? O apóstolo Paulo dá duas comparações e um limite.
A primeira comparação está aí no verso 22: "As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido como ao Senhor. " Então, para ajudar as mulheres a compreender o que significa ser submissa, o apóstolo Paulo disse: "Você deve se submeter ao seu marido como você se submete a Jesus Cristo. " Eu acho que ficou pior, né?
Ficou pior. Mas é a comparação que o apóstolo Paulo está dizendo aqui: "Você deve se submeter ao seu marido como você se submete a Jesus Cristo, como ao Senhor. " E aqui nós podemos pegar alguns pontos de comparação: a submissão da mulher crente ao Senhor Jesus, primeiro lugar, é voluntária.
Ela se submete voluntariamente ao Senhor Jesus. Ela faz isso porque ama o Senhor Jesus. Ela faz isso porque reconhece que o Senhor Jesus é o seu Senhor e o seu Salvador, é autoridade sobre sua vida.
Portanto, a mulher cristã se submete com alegria. É algo do seu coração! Ela faz isso espontaneamente ao Senhor Jesus Cristo.
Então, da mesma forma como ela se submete a Cristo, ela deve se submeter ao seu marido voluntariamente, prazerosamente, com alegria, como parte da sua devoção a Jesus Cristo. Como parte da sua religião! É uma questão—não entenda mal—é uma questão de religião!
A mulher crente se submete ao seu marido porque a comparação que é colocada aqui é exatamente essa: ela se submete ao seu marido como ela se submete ao Senhor Jesus Cristo. Então, essa é a comparação que o apóstolo Paulo coloca aqui, tá certo? A segunda comparação está aí no verso 24: "Como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.
" Da mesma forma que a igreja está submissa a Cristo, a mulher deve estar submissa ao seu marido. Como é que a igreja está submissa a Cristo? Mais uma vez, a igreja procura entender a palavra de Cristo.
Ela procura compreender qual é a vontade de Cristo e ela cumpre o querer e a vontade de Cristo com alegria, com dedicação, com empenho, não resmungando, não se revoltando, mas voluntariamente desejando agradar o Senhor Jesus. É assim que a igreja se submete ao Senhor Jesus e é dessa forma que a esposa deve ser submissa ao seu marido. Por isso, é jovem, você que quer casar, a moça que quer casar, escolha alguém que você olha assim e diz: "Vai ser fácil me submeter a esse.
" Não é porque se já tem problema antes, saiba que você não precisa ser casada para ser feliz! E eu acredito que tem muita gente que seria muito mais feliz se tivesse ficado solteiro. Tivesse ficado solteiro talvez porque não calculou direito e não entendeu o.
. . Direito que é o casamento, mas olha o que a Bíblia diz para a esposa cristã: ela tem que se sujeitar ao marido como a igreja está sujeita a Cristo e como ela se submete ao Senhor Jesus como parte da sua devoção.
E o limite, eu disse que tem duas comparações, já mostrei as duas, e um limite que aparece no final do verso 24: como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas ao seu marido. Pastor, pera aí, isso também é demais, né? Em tudo!
Quando o apóstolo Paulo está dizendo "em tudo", ele está pressupondo que isso aqui é um casamento cristão em que o marido não vai impor à sua esposa nada que não seja de acordo com a palavra de Deus. Paulo não está aqui pensando no marido imoral, impuro, infiel, violento, ímpio. Então, nesse caso, a mulher está desobrigada, porque a obrigação.
. . Veja que a primeira comparação foi: ela tem que ser submissa ao seu marido como ela é submissa a Cristo.
Se o que o marido orienta, quer, deseja, pressiona, não está de acordo com Cristo, a mulher está desobrigada, porque a primeira consciência da mulher é para com Jesus Cristo. A primeira obediência da mulher cristã, a consciência dela, está ligada a Jesus Cristo. Se o marido quiser obrigá-la a fazer alguma coisa contrária a Cristo, essa passagem não se aplica.
Em tudo, ser submissa em tudo que estiver de acordo com a liderança de Cristo na sua vida, porque o comparativo é esse: não é obedecer ao marido como você obedece a Jesus Cristo. Se o seu marido lhe pede alguma coisa que Jesus Cristo não lhe pediria, você não tem que obedecer. Está autorizada a desobediência em nome de Jesus, explicando porque eu não vou fazer isso, não posso fazer isso.
E, infelizmente, acontece. Recentemente, eu recebi um e-mail de um cidadão de uma igreja que dizia o seguinte: "Pastor, eu fui casado, larguei a minha primeira mulher, tive um filho com ela, e aí agora encontrei outra mulher, mas estou com saudade da primeira. O que você acha da poligamia?
Um crente pode viver na poligamia? " Então, eu tenho certeza de que aquele homem ia pressionar a sua esposa a aceitar esse relacionamento bígamo. Minha resposta foi: "Você pare de tentar 'Deus separa e tentar Deus', porque você errou a primeira vez, errou a segunda, e agora você vai entrar em um buraco ainda maior.
" Um buraco ainda maior! Então, tem marido que faz isso, sim. Tem marido que obriga a esposa, que constrange a esposa e quer levar a esposa por caminhos que não são aqueles de Jesus Cristo.
E a mulher cristã deve obediência, em primeiro lugar, ao Senhor Jesus, mas, enquanto o marido está guiando o casamento, liderando o casamento dentro daquilo que Cristo faria, é dever da mulher sujeitar-se ao seu marido, seguir aquela orientação com alegria, voluntariamente, como parte daquela devoção que ela tem ao Senhor Jesus Cristo. E quais seriam os motivos, então? Nós vimos o que isso significa, de que maneira fazer duas comparações em um limite, e agora qual é a razão que o apóstolo Paulo dá para que a mulher faça isso?
Está no verso 23. No verso 22, as mulheres sejam submissas. No verso 23, ele dá a razão: porque o marido é o cabeça da mulher.
A palavra "cabeça" aqui está usada no sentido metafórico, né? A ideia de autoridade. Alguns estudiosos que não querem aceitar que esse é o sentido dizem que a palavra grega para "cabeça" na literatura antiga significa, às vezes, origem, porque, quando você olha para o corpo humano, dá a impressão de que o corpo se origina na cabeça, porque a cabeça é o cérebro, é a fonte de liderança.
Então Paulo não tem nenhuma conotação de autoridade. Está apenas dizendo e se referindo ao que está escrito em Gênesis, que a mulher foi tirada do homem. Nesse sentido, a mulher tem origem no homem.
Mas se isso é o significado, a passagem não tem sentido nenhum. O que significa submeter-se? Então, se "cabeça" aqui não significa autoridade, a razão pela qual a mulher deve se sujeitar ao seu marido é porque o marido é o cabeça da mulher.
Isso não significa que o marido é melhor, que o marido é maior ou que o marido tem uma posição mais elevada do que a mulher. Significa simplesmente que, quando Deus criou o homem e criou a mulher, deu a eles funções distintas, sem que isso significasse que aquele que lidera é maior do que aquele que é liderado. A Bíblia diz, por exemplo, que nós devemos nos sujeitar às autoridades constituídas (Romanos capítulo 13).
A palavra "sujeitar" ali é a mesma que é usada aqui para a mulher se sujeitar ao seu marido. Quando a Bíblia diz que nós temos que nos sujeitar às autoridades constituídas, ao governo, isso não quer dizer que a pessoa que ocupa a função de governo é maior ou melhor do que nós. Às vezes não é, mesmo, né?
Às vezes não é, mesmo! Então, da mesma forma, quando diz que a mulher se sujeita ao seu marido porque ele é o cabeça, não quer dizer que o marido é melhor, maior, ou que tem uma posição mais elevada. Quer dizer simplesmente que ele tem a função de liderar, a função de guiar a família, e que a sua esposa é ajudadora e que vai com ele, alegremente, decidindo juntos, conversando, tomando decisões colegiadas, acordadas.
Mas vai ter sempre um momento em que não dá para resolver, não há acordo. Então, a palavra é do homem, e a responsabilidade também. A mulher que é sábia vai compreender isso.
Aí, o Martinho Lloyd-Jones tem uma ilustração que eu achei maravilhosa desse assunto. Ele era, antes de vir para Londres, na Capela de Westminster, pastor de. .
. Uma igreja na cidade de no País de Gales, eu esqueço a cidade agora, e um dia ele foi visitar um casal que tinha chegado na igreja. Ele e a esposa foram lá visitar o casal na casa deles, e logo que o pastor chegou lá, ele já viu a diferença entre os dois: ela, esperta, alegre, com iniciativa, dinâmica, inteligente; e ele, morto nas calças, parado, calado, passivo.
Assim, o pastor percebeu que ela fazia as coisas e conversava, não é, meu bem? Falando de tal forma que parecia sempre que a última palavra e a decisão eram do marido. O pastor ficou impressionado com isso.
Na saída, na hora que estavam se despedindo e foram embora, ele conseguiu chamar a esposa e disse: “Eu tô impressionado com o casamento de vocês, tá tudo bem? ” “Tá tudo bem, pastor, graças a Deus, tá ótimo. ” “É só uma pergunta, você não se incomoda se eu perguntar?
” “Não, pastor, pode perguntar. ” “Aqui na casa mesmo. ” Ela disse: “Não, pastor, é meu marido.
” Aí ela perguntou: “E quem é que decidiu isso? ” Ela disse: “Eu, claro! ” Óbvio!
Querida irmã, se você não deixar o seu marido assumir a liderança, pode ter certeza disso. Para que ele possa ser o cabeça do lar e da família, é preciso que você entenda que esse é o papel que Deus deu para ele e que seu papel, de fato, é colaborar com isso, ser Auxiliadora idônea. A razão pela qual a esposa deve ser submissa ao marido é porque o marido é o cabeça da mulher, pela criação de Deus e pela comparação que é feita no verso 23 entre Cristo e a igreja.
Olha aí: o marido é o cabeça da mulher. Isso aqui é um reflexo da criação, foi assim que Deus nos fez, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este o Salvador do corpo. Mais uma vez, o apóstolo Paulo faz uma comparação entre o papel da mulher com aquele papel ou com a relação entre Cristo e a igreja.
O Senhor Jesus é o cabeça da igreja, ele é o salvador da igreja, é o provedor da igreja e aquele que guia a igreja, abençoe a igreja, sendo o seu mestre, o seu senhor. Da mesma forma que Cristo é o cabeça da igreja, assim também o homem é o cabeça da mulher no que diz respeito ao casamento. Então, aí no verso 24, Paulo conclui dizendo: “Como portanto a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.
” As mulheres precisam de oração, elas precisam de sabedoria e de discernimento. Não são poucos os problemas causados no casamento porque a mulher não entende o seu papel. Longe, longe está aqui da palavra de Deus dizer que isso significa escravidão, opressão, sujeição da esposa.
Não se trata de nada disso, é apenas uma questão de definição dos papéis. O homem não é mais do que a mulher; ambos foram criados à imagem e semelhança de Deus, mas Deus nos criou com funções distintas. Se você não está pronta, minha irmã, a reconhecer isso, é melhor não casar.
Melhor não casar! Mas você deve entender isso. Essa é a função que Deus determinou.
Se você está com problemas no casamento, minha irmã, antes de colocar o dedo no marido, apontar o dedo para o marido e dizer que ele é o responsável pelas crises e tudo mais, faça uma análise da sua vida e pergunte-se se, à luz da palavra de Deus, você tem cumprido esse papel de Auxiliadora, de respeito, de sujeição à orientação do marido, enquanto ele está dentro da palavra de Deus. Agora vamos para a segunda parte: nove versículos do verso 25 ao verso 33, na verdade 32, em que o apóstolo Paulo agora orienta os maridos como eles devem cumprir o que está no verso 21: “sujeitar-vos uns aos outros. ” A resposta de Paulo para essa pergunta, como é que o homem cristão casado obedece ao verso 21, é que ele deve fazer isso amando a esposa.
“Maridos, amai vossa mulher. ” A primeira questão que se levanta aqui é: por que a ordem para amar é dada ao homem e não para a mulher? E a resposta é que isso está implícito.
Não há um mandamento aqui direto para que a esposa ame o marido porque está implícito que ela faz isso. De que outra maneira ela se sujeitaria ao seu marido a não ser por amor a Cristo e ao marido? Então, está pressuposto.
Mas, por outro lado, parece que Paulo reconhece uma diferença no coração a ponto de que é preciso que ele explique ao marido que é necessário que ele ame a sua esposa. E se é uma ordem, significa que amor pela esposa não é um sentimento, mas é uma atitude. Porque se for um sentimento, e uma vez que o sentimento é uma coisa que independe daquilo que você quer ou não, às vezes a gente gosta das coisas porque gosta, não tem razão para isso, e você não pode evitar.
De repente, vê uma coisa agradável e gosta daquilo, e se apaixona. Então, os sentimentos são, de certa forma, independentes. Então, se amar a esposa é um sentimento, não pode haver uma ordem: “amai vossa esposa”, só se o amor aqui for uma atitude, uma decisão que o homem toma.
Aí sim, está correto o apóstolo Paulo dizer: “Marido, você tem que amar a sua mulher. ” É claro que companheirismo, diálogo, amizade, carinho, relacionamento físico, tudo isso faz parte do amor, mas a essência do amor que nós vamos ver descrita aqui é uma atitude. É uma atitude!
É errado aquele conceito que diz que. . .
É o amor que faz o casamento. O correto é dizer que é o casamento que faz o amor. Você ama porque você está casado com ela, é sua mulher, e você prometeu diante de Deus e diante do povo que a amaria na dor, na doença, na necessidade.
Você estaria com ela e cuidaria dela. Então, é esse o tipo de amor que a Bíblia contempla, que não dá para confundir com paixão, né? Não dá para confundir com paixão.
A paixão é você olhar para ele e achar que ele é tão engraçado como Tiririca e tão inteligente como Eduardo Cunha. Mas amor é você ver que ele é tão inteligente como Tiririca e tão bonito como Eduardo Cunha e, mesmo assim, você diz: "Eu vou ficar com ele de qualquer jeito". Isso é amor.
Paixão é uma coisa que é baseada no externo, na aparência; é uma sensação, uma emoção, e ela vai embora. Mas o que faz o amor, que é determinado aqui, tem origem no fato de que você é casado. Você não vai encontrar, por exemplo, nenhuma passagem dizendo assim: "Namorados, amai vossa namorada.
" Não tem. Não é noivos, "amai vossas noivas. " Também não tem.
Só tem assim: "Maridos, amai vossa mulher. " Por quê? Porque a base do amor aqui é o casamento e a promessa que você fez.
Por isso, é difícil quando um homem chega assim e diz: "Vou largar minha mulher porque meu amor acabou. " Não, o que acabou foi a paixão. Mas amor, pelo jeito, nunca teve.
Então, está na hora de começar, porque amor é uma coisa que se aprende. Você pode aprender a amar a sua esposa, senão, não diria uma ordem na Bíblia para isso: "Amei a sua mulher. " Você vai ter que aprender a amar sua mulher, porque o amor, como nós dissemos aqui, não é uma emoção.
Começa pela referência que é dada aqui, ó, no verso 25: "Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. " Paulo dá duas referências do amor aqui. A primeira é essa: nós devemos amar a nossa mulher como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.
O amor de Cristo pela igreja é um amor que se traduziu em ação. Ele saiu da glória, ele desceu dos céus, tomou a forma humana, se tornou como um de nós, se humilhou e se deu na cruz pela sua igreja. Ali na cruz do Calvário, ele pagou o preço da sua noiva, da sua esposa, que é a igreja.
Sangrou por ela, renunciou a sua própria vida para que pudesse resgatá-la. Como está dizendo aqui no verso 26, que ele fez isso para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra. É uma referência à purificação que Cristo fez da sua igreja com seu sangue na cruz.
E no verso 27, para apresentar a si mesmo uma igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito. O amor de Cristo pela sua igreja consistiu no fato de que ele se sacrificou pela igreja, se deu pela igreja porque ele queria, no final, trazer a igreja para si, apresentar a si mesmo a sua noiva purificada, perfeita, sem manchas, sem ruga. Esse é o amor de Cristo.
Eu sei que não é o momento aqui, mas apenas para os interessados: essa é uma das passagens que a gente usa para dizer que Cristo morreu na cruz não pelo mundo, mas pelo seu povo. Na cruz, ele estava se dando pela igreja, sangrando pela igreja, purificando a igreja, morrendo por ela, renunciando por ela a sua própria vida. Foi por isso que ele morreu por aqueles que são seus.
Nenhuma gota do sangue de Cristo foi derramada em vão, porque ali na cruz ele sangrou por nós, pelo seu povo, pela sua igreja, porque queria santificá-la, purificá-la e apresentá-la a si mesmo na glória, no dia do juízo. Quando ele vier, então, vai se encontrar com sua igreja. Aí, veja o verso 28: "Assim também os maridos devem amar a sua mulher.
" Está entendendo por que eu disse que isso aqui não é um sentimento? É uma atitude de renúncia. Amar a mulher é você renunciar a você mesmo por amor a ela.
É você perguntar: "O que é que eu posso fazer para fazer minha mulher feliz? Para que a minha mulher cresça na palavra de Deus? Para que eu santifique a minha esposa?
Para que ela cresça na graça e no conhecimento de Deus? " O que é que eu posso fazer? Se eu tiver que dar a minha vida pela minha esposa, eu vou fazer isso, porque eu tenho que amá-la como Cristo amou a igreja.
É isso que é amor. É uma decisão que o marido toma. E, na prática, isso vai significar que você vai pensar na esposa em primeiro lugar, em vez de você pensar nisso, tipo assim, no dia a dia.
Você quer a esposa como se fosse uma empregada doméstica, que ela faça tudo para você. Você quer ser servido e a sua esposa está lá fazendo, né? Maior prova, no Brasil, do marido e da má esposa: vai lavar prato, vai lavar roupa também, né?
Mas tem gente que deixa, não é? Está lá e a esposa vive para servi-lo, para atender às necessidades dele. Ué, eu levo prato.
Eu estou dizendo isso porque eu tenho um colega, disse numa seminário, eu até avisei a minha esposa antes. Tem um colega, disse no seminário, estudou comigo e se formou comigo, ele não ia bem no casamento, não ia mesmo. E um dia, ele estava fazendo um estudo bíblico na escola dominical e falando do amor do marido, que o marido tinha que fazer isso e aquilo.
A mulher se levantou e disse: "Ele não faz nada disso em casa. " Acabou o pastorado dele, né? Então, antes eu.
. . Conversei com minha mulher; a gente acertou tudinho para eu poder dizer essas coisas aqui.
Mas há tantas maneiras no dia a dia, não há? Que você pode se dar pela sua esposa. Você pode renunciar por ela, e você agora entende como o ciclo fecha.
Não é fácil a mulher se submeter a um homem que a ama dessa forma. Ela vai fazer, com alegria, se submeter alegremente, e é fácil para um homem amar uma esposa que se submete a ele se os dois cumprem o seu papel. O casamento anda redondinho.
Claro, sempre tem problemas, né? Sempre tem dificuldades. Afinal, são dois pecadores vivendo debaixo do mesmo teto.
Tem que dar problema de vez em quando, mas se nós concentrarmos no papel que nos é dado pela palavra de Deus: a esposa na submissão e o marido no amor, as chances dos problemas serem resolvidos são muito maiores do que cada um buscar o seu interesse. Em vez de você dizer: “Eu tenho direito de ser feliz, eu tô buscando a minha própria felicidade”, inverta a questão e diga: “O que é que eu posso fazer para fazer o meu cônjuge feliz? ” O meu alvo no casamento não é a minha felicidade, mas a felicidade dela e a felicidade dele.
Na hora que você faz isso, aí você vai ver como a situação muda. A situação, na verdade, segundo a referência que o apóstolo Paulo dá aqui, pode até parecer estranha. A primeira referência foi: marido homem e a mulher como Cristo amou a Igreja.
Segundo a referência, está no verso 28: o marido deve amar a mulher como ama ao próprio corpo. Ele deve amar a mulher como ele ama ao próprio corpo. Aqui, do verso 28 até o 32, Paulo tem em mente o relato de Gênesis, capítulo 2, verso 24.
Deus fez o homem, dele fez a mulher e disse: “O homem vai deixar pai e mãe, vai se unir à sua mulher, e os dois serão uma só carne. ” No casamento, a constituição de uma bi-unidade: marido e mulher formam uma só carne. Portanto, a carne da esposa é a minha, e você, mulher, a carne do marido é a sua.
É um só corpo, como se fosse um corpo: duas pessoas vivendo no mesmo corpo, uma bi-unidade. Essa ideia está por detrás aqui e Paulo, inclusive, usa como ilustração da relação de Cristo e da Igreja. Tanto é que, no verso 32, ele diz: “Grande é esse mistério.
” O homem e a mulher são uma só carne, mas ele disse: “Eu me refiro a Cristo e à sua Igreja. ” Da mesma forma que Cristo e a Igreja estão unidos, o homem e a mulher estão unidos. Por isso, Deus aborrece o divórcio; ele aborrece o divórcio.
E só pela dureza do nosso coração, em caso de adultério e de abandono obstinado por parte do descrente, é que ele permite essa situação. Mas a visão do casamento, a visão bíblica do casamento é essa: que os dois são uma só carne. E o argumento de Paulo agora gira em torno disso.
Ele disse para o marido assim: “Se você ama sua mulher, você, ao amá-la, assim mesmo, porque serão os dois uma só carne. ” Da mesma forma que você cuida do seu corpo, verso 29: “Ninguém jamais odiou a própria carne; antes alimenta e dela cuida. ” Da mesma forma que você cuida do seu corpo, você tem que cuidar da sua mulher, porque cuidar da sua mulher é cuidar de você, é cuidar do seu próprio corpo, porque são uma só carne.
O que você faz com ela, você está fazendo com você. Então, dá duas referências para o amor. Você tem que amar sua mulher como Cristo amou a Igreja e como você ama a você mesmo.
Agora, é evidente que um marido que, primeiro, não ama a si mesmo, né? Não tem o menor respeito possível; e, segundo, não ama Jesus Cristo, ele não vai ter referencial para amar a mulher. Então, minha jovem, pense bem antes de casar, com quem você vai casar, quem você está escolhendo para ser aquele que tem a missão de lhe amar como Cristo amou a Igreja.
E Paulo termina, no verso 33: “Resumindo, não obstante” — ou seja, apesar de ser um mistério — “vós, cada um de vós, persista também ame a própria esposa como a si mesmo e a esposa respeite ao seu marido. ” Aquele resumo. A partir do capítulo 6, ele fala agora da família: pais e filhos, que nós veremos na próxima vez que estivermos juntos.
Mas eu quero concluir com algumas aplicações. Queridos, estes aqui são os pilares que a palavra de Deus nos dá sobre os quais se constrói um casamento em uma família feliz e estável. Esses diferentes deveres que eu mencionei aqui não significam, como eu disse, inferioridade de um e superioridade do outro, mas simplesmente duas funções diferentes para dois iguais: respeito, consideração, diálogo, oração juntos, servir a Deus juntos.
Tudo isso é importante para que estas coisas funcionem. Eu estou absolutamente convencido de que grande parte dos problemas que existem no casamento é porque um dos dois não está cumprindo o seu papel ou, às vezes, os dois não estão cumprindo o seu papel. O marido não está amando a mulher como deve amar, como Cristo amou a Igreja, como ele ama o seu próprio corpo, e muito menos a mulher está se sujeitando a Cristo Jesus.
Então, eu termino aqui com a palavra de encorajamento. Primeiro lugar, as jovens, os jovens que querem casar. Eu sempre fico tão grato a Deus quando, daqui de cima, olho para vocês e vejo tantos jovens.
A nossa igreja é uma igreja jovem, tem muita gente jovem na igreja. Chegando, fico feliz por isso e eu sei que uma das questões, nessa idade. .
. Menos é com quem eu vou casar, e os jovens gostariam de casar; a maioria deles gostaria de casar. Às vezes, as pessoas querem casar porque casar faz parte da cultura.
É isso que jovem faz: ele namora, noiva, termina a faculdade, arruma um emprego e casa. Mas eu quero que você olhe para o casamento de uma outra perspectiva. Eu quero que você olhe não como um costume, mas como uma instituição divina colocada por Deus e que você olhe esses papéis que estão aqui e veja o que é que é exigido para que o casamento funcione.
E que isso leve você a escolher o seu namorado, o seu noivo, você pensando que esse é o seu dever: amar essa pessoa como Cristo amou a Igreja, onde você se submete a essa pessoa como você é submisso a Cristo. Comece a ver agora. Não fique assim pensando: "Depois que casar melhora".
Não, melhora não! Às vezes, a pessoa fica nessa ilusão. Não!
A gente é tal e a namorada é nova, não tá dando muito, mas depois que casar melhora. Não melhora! Porque aí vocês vão viver juntos e aí vai aparecer mais defeito ainda, né?
Vai aparecer mais defeito ainda. Você vai descobrir que ele ronca, vai descobrir que ele ronca, né? Mais uma coisa para você.
Então, eu queria que você pensasse sobre isso, tá certo? E eu queria que você contemplasse uma possibilidade. E aqui eu quero fazer um apelo para a igreja: não fique fazendo pressão nas moças que já têm uma certa idade, do tipo assim: "Ela vai ficar para titia".
Não faça isso! Não faça isso! Porque é por pressão em casa e, às vezes, na igreja que a moça casa com o primeiro que aparece, porque ela não aguenta mais o bullying, às vezes, na própria igreja.
Não faça isso! Porque existe o dom do celibato; a Bíblia fala com muita clareza que jovens podem ser felizes, solteiros e puros, é claro, e que você pode ser muito realizado na sua solteirice. O casamento não é uma condição para você ser feliz.
A sua felicidade está em outras coisas. Não fique pensando assim: "Se eu não casar, se eu não arrumar um marido, se eu não arrumar uma esposa". E você solitário, e você infeliz.
Claro que a solidão é uma coisa com a qual você vai ter que aprender a lidar. Mas eu prefiro a solidão sendo essa a vontade de Deus do que você entrar num casamento sem estar preparado para isso e ter a capacidade para isso, e isso vai te dar os problemas que a gente já conhece. Segundo a palavra, é para quem já teve um casamento destruído.
Eu não queria colocar culpa nessa noite em você, mas se você já teve um casamento que foi destruído, um casamento que se acabou, um casamento infeliz, você tem que lembrar da misericórdia de Deus e do perdão de Deus. O nosso Deus é um Deus compassivo, ele é misericordioso, ele é capaz de restaurar a sua vida. Alguma coisa você aprendeu desse relacionamento que não deu certo.
Por isso, agora, seja sábio e seja sábia diante de Deus. Não jogue o seu sofrimento fora, porque tem gente que comete no segundo casamento os mesmos erros que cometeu no primeiro, e vai cometer no terceiro. Então, não jogue fora o seu sofrimento.
Mas aprenda! Aprenda o que Deus quer lhe ensinar, aprenda o que Deus quer me ensinar, porque Deus é um Deus que nos restaura, é um Deus que nos levanta, é um Deus que cuida de nós. Ele não desiste dos seus filhos, mas você tem que aprender e se humilhar diante de Deus.
Dizer: "Deus, eu pequei! Eu não fui uma esposa correta diante de Ti; eu não fui um marido que amei a minha mulher. Eu fui infiel, eu não fiz o que é correto.
Eu peço que o Senhor me perdoe, eu quero que o Senhor me restaure, eu quero aprender a andar nos Teus caminhos". A outra palavra é para os casais que estão aqui e que estão passando por problemas. Eu queria muito fortemente nessa noite, como pastor de vocês, orientar.
Isso: cheguem em casa e conversem. E conversem à luz da palavra de Deus. Uma autocrítica: "Eu estou sendo a esposa que a Bíblia diz que eu tenho que ser?
Estou sendo um marido que a Bíblia diz que eu tenho que ser? " E se perdoem. Tem três frases que vão salvar o seu casamento: "Eu errei, por favor, me perdoe, e com a graça de Deus, nunca mais vou fazer isso".
Talvez seja a hora de vocês dizerem essas três frases um para o outro, conversando. E, por último, oremos pela família e pelo casamento. Essa é uma instituição que vem sofrendo ataques de todos os lados, e nós sabemos disso: ataques que vêm da mídia, que vêm da nossa cultura, do relativismo da nossa época e tantos outros inimigos da família como estabelecida por Deus.
Queremos ser cheios do Espírito Santo. Vamos começar em casa, vamos começar com o nosso casamento, com o seu relacionamento com o seu marido e com a sua esposa.