e esse aqui é Cândido da Fonseca Galvão ou dom da segunda de África a gente sabe que ele nasceu na Bahia provavelmente lá por volta de 1845 os registros sobre a origem deles são meio que incertos o que a gente sabe é que ele era filho de Benvindo da Fonseca Galvão um africano e orubá que foi escravizado em África e trazidos para o Brasil bem vindo era do império de maior o império africano na região da atual Nigéria mas o bem-vindo Galvão pai do kanji Galvão Obá segundo tinha uma característica específica ele era filho de
abiodun lobar o imperador do império de oyó la no final do século 18 bem-vindo Galvão era da linhagem dos governantes de oyó e antes do início da fragmentação do império e acabou sendo escravizado e traficado para o Brasil lá pela metade do século 19 Ele foi liberto a gente não sabe exatamente como isso ocorreu mas não sabe que ele seguiu em busca dos Diamantes da Chapada Diamantina o que naquela época não era nada em comum Multidões seguiam para aquela região movidas pela ideia de riqueza mas então é nessa que bem-vindo Galvão acaba por ter um
filho O Cândido da Fonseca Galvão que no fim das contas seria neto do antigo roubar do antigo imperador do império aí o o avião um dos seus quase 20 anos de idade Cândido Galvão se alistou como voluntário na guerra do Paraguai mais que isso ele articulou um enorme grupo de negros para também se alistarem voluntariamente ele acabou se tornando mais o tipo de liderança até por ser identificado como descendente dos governantes de olho ó lá do outro lado do Atlântico ele acabou sendo nomeado como Alferes da 3ª companhia de zuavos baianos mas cândido foi afastado
do exército por ferimentos ainda durante a guerra do Paraguai e acabou se mudando para o Rio de Janeiro Mais especificamente para o centro do Rio de Janeiro nas proximidades do porto uma região a apinhada de africanos e descendentes de Africanos de escravos e libertos uma região apelidada de pequena África lá o Cândido Galvão passou a ser definitivamente considerado como Dom Obá segundo de África era mantido com o apoio financeiro daqueles que o considerava uma liderança africana no Brasil é um tipo de Elo identitário com uma ancestralidade e com uma série de referências muito além da
condição de escravizam a ao qual esse sujeitos foram submetidos e pela qual eles eram marcados o nome do Obá segundo explora uma outra alternativa de ser de estar no tanto para ele o carnaval vão quanto para aqueles que viviam nos seus arredores Começou assim a frequentar corte do império do Brasil e acabou mantendo uma certa proximidade ao imperador Dom Pedro Segundo ele passou escrever artigos em jornais os jornais mais populares do Rio de Janeiro em especial um chamado carbonário nesses textos que publicavam ele se posicionava politicamente contra a escravidão e dava publicidade a questões próprias
a população da tal pequena África carioca desse dessa região mais miserável eu quero enviar tratado com príncipe pelos habitantes da parte mais empobrecida da cidade e acabou que deu uma base segundo se mostrava acessível a todos e acabou se tornando um representante de suas demandas a coroa Imperial e mais ainda era uma voz popular do movimento abolicionista por outro lado alguns círculos da Elite política do império tomavam o Buzz segundo como um sujeito pitoresco e um tanto desequilibrado não faltaram versões sobre ele que o retratavam como um louco um delirante nesse círculos mais da Elite
ao contrário de como ele era a vista na pequena África carioca muitas vezes eles ele era referido então de chacota de ridicularização Oi e essa história pode nos ajudar entender algumas nuances sobre toda essa discussão acerca do conceito de identidade EA sua relação com a ideia de raça por exemplo até que ponto o título O nome dhomba segundo atribuído a Candida Galvão não era uma forma de restabelecer e identidades perdidas o melhor negados pelo sistema escravista nomear uma espécie de príncipe africano em pleno Rio de Janeiro acabaria tornando possível a existência não apenas de Cândido
Galvão como o Buzz segundo Mas de todos aqueles que se colocavam redor dele como africanos e não como escravos o que está em jogo aqui a identidade com uma questão de existência e essa abordagem de um psiquiatra martinicano sobre a questão do racismo a rodagem do autor chamado Francis Marion um livro chamado Pele Negra Máscaras Brancas Franz fanon se questiona sobre os efeitos do racismo entre os sujeitos submetidos a ele mas ele se foca não Nas questões materiais propriamente ditas mas sim No Impacto de sistema escravista e do colonialismo e de forma geral no aspecto
ontológico dessas pessoas para Canon A1 tô logia seria as características do ser da existência desses sujeitos para dentro não nas limitações sociais impostas a eles é como ciências e impactos ontológicos do racismo eles limitassem as possibilidades resistência das pessoas submetidas a ele são impactos a subjetividade de sujeitos na percepção deles sobre si mesmos para fanon a ideia de desumanização criada por esse racismo acabaria impedindo a existência a dessas mesmas pessoas ao inferiorizar em desumanizar as experiências de sujeitos racializados são apagadas características que definiriam essas pessoas e ajudariam elas a se colocarem no mundo aí Aqui
tem uma coisa tratar de sujeitos racializados seria uma forma de deixar claro que a ideia de raça Não é algo inato e relacionado a Biologia como se entendeu durante muito tempo Aliás não é algo própria biologia mas sem uma ideia criada historicamente mas o fato de ter sido criado historicamente e não ser algo natural não diminui sua importância para entender relações sociais me acompanha aqui se a raça ainda que historicamente criada organiza relações sociais em grandes no racismo nota que há como se essa ideia tivesse uma espécie de digamos assim efeito de verdade mesmo que
a raça não exista natureza biológica humana ela passa existir ao passo que essas relações sociais são organizadas como se a raça existir se entende haveria uma racionalização do mundo Ou seja a organização do mundo a partir da ficção da existência de raças humanas pois bem essas características racistas elas são reproduzidos quando são naturalizados quando são tomadas não como algo histórico mas sim consideradas como naturais a com a condição humana e essa reprodução desse conceito de racismo naturalizado segundo fanon tem um caráter ontológico ou seja de afetar a subjetividade desses e realizados a ideia que eles
têm sobre si próprios e por isso mesmo acabaria limitando as possibilidades do ser dessas pessoas [Música] e aliás aqui cabe relembrar lélia Gonzalez se lembra dela então a gente viu como ela trata de uma neurose e cultural brasileira essa noção pode alugar muito bem com a perspectiva ontológica do Franz fanon para ler González essa neurose e cultural seria uma de negação de características próprias a nós mesmos e distantes das referências europeias a tal amefricanidade da coala fala essa delegação seria fruto de uma racionalização do mundo pensar as coisas e mesmo assim mesmo a partir de
categorias racistas racializados essa de negação produziria esse mesmo racismo no aspecto ontológico na percepção e na construção subjetiva de si mesmo no fim das contas haveria aqui uma uma desumanização de si mesmo e por Se valer de noções coloniais [Música] conectar quando se interioriza essas categorias racistas e supõe elas como categorias e características naturais do mundo o que acaba rolando é a desumanização de sujeitos e não só isso acaba supondo a inferiorização de conhecimentos e não-europeus taram transitar não esse problema ontológico ele é perpetuado a partir da aprendizagem é por meio dessa aprendizagem que essas
tais categorias elas são reproduzidas e são replicadas É nesse sentido que falou um trata de uma certa ideia de educação segundo ele a educação deveria ser um processo de desaprendi o que desaprender essa lógica Colonial é a partir dessa dizia aprendizagem que se poderia quebrar a tal desumanização a educação como um processo que inclui a reconstrução EA emancipação interna aos sujeitos mas para isso é preciso o realçar perspectivas não euros entradas é preciso tratar de outras experiências históricas e filosóficas seria preciso segundo Franz fanon romper com colonialismo ao nível individual meio que vem ser uma
patologia psiquíca criada por essas categorias racistas nas palavras de farol e aí "o colonialismo Não se contenta com apertar o povo entre suas redes com esvaziar o cérebro colonizado De toda forma de todo o conteúdo por uma espécie de perversão a lógica orienta-se para o passado o distorce o diz figura um anequila se nota que ao tratar de um cérebro colonizado o fá não tá falando da introjeção dos valores coloniais pelos próprios sujeitos então geralmente a colonização ela é tratada apenas como uma uma espécie de um território em um determinado período histórico a submissão administrativa
política de um certo território pois bem pro Franz fanon a colonização se dá no âmbito psíquico individual também e essa patologia psíquica se dá a partir da distorção do passado determinando o experiências válidas e inválidas perspectiva estilizadas e primitivas humanas e não humanas mais recentemente a Franz fanon outros autores africanos tem devolvido essa ideia os outros modos de outras formas e essas propostas elas acabam sendo tratadas diferentes maneiros um exemplo dessas releituras das ideias do transformam aparece uma altura nigeriana chamada chimamanda adichie muito citada e conhecida atualmente a chimamanda adichie tem um texto onde ela
trata do perigo daquilo que ela chama de história única nas palavras dela "a única história cria estereótipos eles fazem a história tornar-se única muitas histórias importam histórias têm sido usadas para expropriar é tornar maligno mas histórias podem também ser usadas para capacitar e humanizar histórias podem destruir a dignidade de um povo as histórias também podem reparar essa dignidade perdida quando nós rejeitamos uma história única quando percebemos que nunca apenas uma história sobre nenhum lugar nós re conquistamos um tipo Paraíso nota proximidade entre esse trecho da chimamanda adichie e aquele do Franz falam ambos falam sobre
essa perspectiva eurocentrada sobre o passado sobre histórias e experiências com uma forma de desumanizar sujeitos para o chanon o colonialismo se voltaria ao passado distorcendo desfigurando e aniquilando pra chimamanda adichie essa perspectiva que supõe única tornaria malignas certas experiências e defende uma pluralidade de perspectivas de forma a restituir uma certa dignidade no meio dessa e rodagens a infância e na educação como possibilidade de romper com esse padrão pluralizar experiências no ensino seria humanizar e aqui que a gente pensar no caso brasileiro em específico algumas tentativas de intervenção legal podem ser pensadas é ver a gente
pode começar pela lei 10639/2003 artigo 26-a nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e Médio oficiais e particulares torna-se obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira parágrafo primeiro o conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da história da África e dos africanos A Luta dos negros no Brasil a cultura negra brasileira eo negro na formação da sociedade Nacional resgatando a e o povo negro nas áreas social econômica e política pertinentes a história do Brasil parágrafo segundo os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira serão ministrados no âmbito de todo o
currículo escolar em especial nas áreas de educação artística e de Literatura e história brasileiras e essa lei lá de 2003 ela reformava a lei de diretrizes e bases da educação a LDB é um documento de 1996 basicamente essa lei 2003 ela determinava a inclusão no currículo escolar de temas referentes a África aos africanos e aos negros no Brasil enfatiza-se a necessidade de inclusão de reflexões sobre a cultura Negra movimento de afirmação e entre astros contribuições dos negros na estrada do Brasil é só lhe parece de alugar de alguma forma com alguns dos pontos indicados pelo
Franz fanon e pela chimamanda adichie Mas algumas coisas podem ajudar a gente aí um pouco mais fundo na consideração desse texto legal específico esses conteúdos sobre história e cultura afro-brasileira deveriam ser ministrados em todo o currículo escolar mas o texto da Lei enfatiza algumas desse um específico educação artística Literatura e história pois bem O que está sugerindo aqui é a inclusão desse conteúdos no ensino mas não necessariamente pensar o ensino a partir dessas perspectivas sentem diferença tratar das culturas africanas de artes africanas o histórias africanas não é necessariamente quebrar com o colonialismo no sentido que
o França a não trata seria preciso segundo ele ir além imaginar por exemplo o estudo de filosofia africana de sociologia africana não sei se você entende a diferença seria necessário não apenas estudar África mas está a partir da África imaginar essas outras experiências não como algo a ser pensado a partir de reflexões europeias mas tomar essas outras experiências elas mesmas como reflexões por E aí Ah mas ali também trazia uso pontos no texto dela define-se o seguinte um artigo 79-b o calendário escolar incluirá o dia vinte de Novembro como Dia Nacional da Consciência Negra em
focar o dia vinte de Novembro teria algo a ver com essa afirmação de identidades a partir da memória até então o Treze de Maio a celebração da Abolição da escravidão legalmente falando era a data na qual mais era remetida uma causa Negra mas essa data o Treze de Maio ela tava ligada ao ato político da Princesa Isabel e não atuação política negra em si é como se fizesse supor a abolição a luta contra a escravidão como uma benesse da coroa Imperial se entende é como se tornassem os sujeitos negros como passivo gente é um processo
histórico liderado pela coroa Imperial o dia 20 novembro e ele remonta uma ideia diferente sobre os passado negro o Vinte de novembro de 1695 é a data de falecimento de Zumbi dos Palmares uma liderança negra de residência ao adotar o Vinte de novembro e não o Treze de Maio a lei acaba por restituir um papel ativo na luta contra a escravidão ainda aqui alguns pontos podem ser indicados sobre essa lei ao colocar em primeiro plano em relevo a figura de Zumbi dos Palmares ali tendo afirmar uma identidade Negra mas o se focar nessa categoria negros
o texto da Lei não terminaria por replicar algumas invisibiliza ações Pensa a partir da kimberlé crenshaw que a gente tratou a pouco quando se coloca em primeiro plano essas características genéricas não terminaria em visibilizando os sujeitos que são colocados nas intersecções em relação a 20 Novembro EA afirmação do Dia da Consciência Negra a partir da referência Zumbi dos Palmares não se estaria supondo a neutralidade de uma outra característica aqui a categoria é de homem ao falar da consciência negra refere-se a um homem negro sem friend esse outro grupo que é um grupo normativo homens ele
está implícito e meio de suposto como ausente como se não tivesse ali para kimberlé crenshaw e mesma na geladeira e visitantes dela isso faria com que movimentos antes discriminatórios acabar sem replicando discriminações uma boa forma de refletir sobre isso e a partir da figura de Dandara Dandara também foi parte da Resistência organizada em Palmares no século 17 zumbi teria sido seu companheiro e Geralmente se atribui a ela um papel arte e na organização contra tropas invasoras O problema é que faltam Fontes históricas da época que nos possibilitem saber muita coisa sobre ela mas isso essa
falta de fontes não quer dizer necessariamente que ela teve um papel menor é preciso sacar que boa tarde dessas Fontes produzidas a partir da perspectiva eurocêntrica a partir das autoridades portuguesas na colônia por exemplo essas Fontes elas são parciais elas são organizadas e descritas a partir de uma perspectiva em específico a partir de uma história uma memória em específico que é uma memória e outros entrada tudo que esse sujeito se inscreveram sobre Palmares foi escrito A partir dessa perspectiva o fato de Dandara não ser mais citada não quer dizer que ela tinha um papel secundário
em Palmares os dias referências europeias atribuíam a ela esse papel secundário diz muito mais sobre a perspectiva europeia sobre o papel feminino do que sobre Dandara em si talvez Daí vem uma infância e nessas Fontes históricas de referir com mais atenção a zumbi um homem negro entendi o problema disso tudo não será que ao relacionar o dia da consciência negra a data de morte de zumbi esse tipo de iniciativa não estaria sendo mesmo que involuntariamente a um fato de replicação desse preconceito digo até mesmo replicando as concepções de colonizadores europeus do século 17 isso poderia
ser um indício desse colonialismo do qual fala Franz fanon ele habitaria tão densamente nas nossas formas de encarar o mundo nossas formas internas ontológicas que a gente acabar Yahoo e vindo ele de forma automática iniciativas legais como a lei 10.639 lá de 2003 elas deveriam ser cautelosamente pensadas A partir dessa perspectiva lembra que a kimberlé crenshaw colocava que é preciso levar em consideração nas propostas de intervenção legal uma perspectiva interseccional Pois então é exatamente sobre esse tipo de questão que a gente tá faltando aqui posteriormente lá em 2008 essa definição Legal ela é redesenhada e
passa a incluir questões referentes a identidade dos indígenas também o texto da Lei 11.645 lá de 2008 é o seguinte um estabelecimento de Ensino Fundamental e de Ensino Médio públicos e privados torna-se obrigatório o estudo da História e cultura afro-brasileira e indígena o parágrafo primeiro o conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracteriza a formação da população brasileira a partir desses dois grupos étnicos tais como estudo da história da África e dos africanos A Luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil a cultura Negra
e indígena brasileira eo negro e o índio na formação da sociedade Nacional resgatando as suas contribuições na área social econômica e política pertinentes a história do Brasil parágrafo segundo os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar em especial nas áreas de educação artística e de Literatura e história brasileiras mas percebe que ainda assim algumas ressalvas que a gente pode supor a proposta de 2000 Olá continuam possíveis em relação a esteja 2008 um exemplo disso é a ideia de que essas culturas seja
africana ou indígena elas teriam uma espécie de relevância ao passo que elas ajudam a compor O que é identidade brasileira ainda assim uma forma de supor uma uma espécie de valor relativo das suas culturas elas são relevantes ao passo que elas contribuem para a formação de uma identidade nacional de agora ainda assim tem algo de negação das suas identidades você percebe a ideia de Franz fanon é exatamente a gente tá aberto e atento a isso colonialismo a essas categorias e impostas ao mundo pelo sistema colonial a esse colonialismo que permanece no reproduzido no mundo mesmo
em iniciativas que tentem romper com ele base E aí a gente lutar com uma ontologia a existência que criamos sobre o mundo ela acaba fazendo perdurar essa atualização E aí que tá o caso de dor lombar segundo de África do código estava falando lá no início da aula o vestígio pessoal de Cândido Galvão lá na pequena África carioca entre negros escravizados e livres e se dava pela capacidade que é uma outra possibilidade de resistência de definir a si mesmo de uma outra ontologia como mudou o Buzz segundo de África cães do Galvão e tornava possível
uma identidade para além do sistema escravista que desumaniza vai aquele sujeitos uma identidade que remeteria a lei mar mas o Buzz segundo frequentando os círculos palacianos do Rio de Janeiro ou nos artigos que escreviam na imprensa carioca ele não se colocava exatamente como um chefe de estado africano chefe de estado estrangeiro e se portava como súdito de Dom Pedro Segundo como brasileiro no fim das contas a identidade que ele em cantava não era em relação ao continente geográfico africano mas é um continente as e para Além disso um continente como alternativa as categorias colonialistas um
continente capaz de emancipar ontologias não à toa o bar segundo era tantas vezes ridicularizado por aqueles que não compunham o seu círculo digamos de súditos lá da pequena África carioca ridicularizá-lo era manter os limites que essas categorias coloniais e racionalizados impunham a tantos sujeitos manter a desumanização tão próprio escravismo ao tomar ele com um louco um delirante é