Eu estava já no COD e chegou informação de um dos ladrão que a gente acompanhava na época lá no Graer. E esse ladrão era ladrão de banco. Nós tínhamos a caminhada dele que ele iria fazer uma ação de num agência bancária e ele tava com miguelito, tava com explosivo, tava com armamento e que ele iria para um local durante a semana para que ele pudesse partir dali e para ação.
Na ocasião chegou uma informação para nós de um do então subtenente da reserva lá da Bahia que que iria passar com carregamento de droga. >> Vocês foram até São Paulo tentar pegar os caras, passaram pela Bahia, foi até para São Paulo e lá em São Paulo. >> Outra ocorrência aqui, ô Glá, esse aí aconteceu lá no COD também.
Ocorrência que nós estávamos empenhados na operação festas festa de trindade, é uma festa santa. Nós na ocasião o governador Ronaldo Caiado tava fora do país e quem era um representante ali era o vice-governador então Daniel Vilera, que é o atual pré-candidato ao governo do estado. A gente chegou num local para para uma situação, para você ver, a atividade policial ela ela é muito dinâmica e polícia polícia, independente da onde que esteja e uma vez acionado ele vai atuar.
Eu estava novamente com todas as equipes no interior, né? E a gente chegou nesse nessa solenidade e era próximo ali um a um evento que iria acontecer, né, um evento futuro do CR. E eu tô ali naquele evento e por acaso eu cheguei ali no rádio, escutei um apoio policial, pedindo um apoio policial de de vida armados que havia tentado contra a vida de dois irmãos.
Eu de pronto ali, eu já peguei o rádio, comuniquei, recebi todas as informações necessárias ali da ocorrência. Eu falei para os caras, falei: "Ô, vamos ali ver uma novidade ali. " Aí já acionei outras equipes de apoio ali também pra gente descer pra região.
Resumindo, caímos para pra região. Quando eu entrei na principal via, né, da dessa do lá no sererrado, inclusive o serrado, a gente já teve três confrontos lá, né, ocasiões de confronto lá, que eram os principais marginais à época, né, de cada geração de ladrão ali, que nós tivemos a oportunidade de confrontar com esses marginais e e ter o êxito na operação e que de certa forma quebrou o tráfico aquela região por certo tempo, mas sempre nasce uma nova liderança, né? sempre vai nascer uma nova liderança se você não tiver instrumentos para coibir isso aí.
>> A dinâmica ali é diferente, né? >> É a dinâmica >> é o quê? Rota é o quê?
>> Não, a nossa a >> não no cerrado, né? Nessa parte aí que você tá citando, >> você fala dinâmica do crime. >> É de dessas gerações aí de criminosos, >> cara.
Nós, quando eu falo dinâmica do crime, com relação às gerações da época que eu fui rotando comando, da época atual, um exemplo, hoje, hoje você não tem mais liderança em regiões lá em Goiás, não existe isso mais. Antigamente tinha, então você tinha já os nomes. Então você sabia que o Bogão era lá do serrado, você sabia que o Guina, que é outro ladrão que trombou lá, era do serrado.
>> Hoje você não tem esses nomes. >> Vocês vocês foram confrontando, derrubando, surgiu nova liderança, >> foi quebrando, né? Que que a gente percebe?
tem lideranças que ainda se mantém, mas estão fora do estado ou fora do país. A exemplo do período que nós tivemos na Trindade, uma uma das lideranças lá que é da DE, que é o Ingrid Júnior, que é um dos maiores trafic hoje, tá na tá fora do país. Tá fora do país, mas logo logo vai cair também.
Logo logo vai cair. O estáado de Goiás, só depois da operação aí, prendeu dois ou três ladrão em outros estados. A última agora foi no Pará.
Sim. >> Então, ladrão famoso não fica lá. E aí já entra na via ali na contramão, já surgiu no rádio ali as características do veículo.
Fizemos ali a meia volta. Quando fizemos a meia volta trombamos com os cara subindo e a gente descendo, né? Já pulamos ali pro canteiro central, já fizemos a paralela ordem de abordagem ali, policial, não respeitaram, jogamos para cima, três ladrão pro saco.
Fomos, já já fizemos os os iniciais ali do socorro da Ocoense, já deslocamos uma equipe lá também em apoio lá no local, dois irmãos baleados, já demos todo o suporte, graças a Deus os irmãos não faleceram lá nessa situação, mas entra naquilo que a gente havia falado sobre o homí no caso a dívida que tava sendo cobrada era a dívida do trato. Cobrança de dívida do trato, que ia cair na conta do quê? Do homicídio.
>> Sim. na conta do homicídio até até quando o homicídio de fato mensurado, né, pegando um gancho da ocorrência aqui, ela reverbera em segurança. Ao meu ver, em roubo mensurado, ele reverbera muito mais em segurança do que um homicídio.
Porque quando você fala em roubo, você boa parte do roubo, talvez 95% dos roubos não são solucionados. Você não você não vai chegar na autoria. >> Sim.
Sim. Agora, boa parte da dos homicídios, você chega na autoria. >> Sim.
>> É porque o a autoria ela já tá determinada por região. Aí você vai pegar o lastro ali hoje com tecnologia e toda a dinâmica do crime, você consegue chegar no autor. Agora o roubo chega, não é interesse de chegar também, né?
que temos uma dinâmica ali para chegar, mas nós estamos falando do roubo que que ele é denunciado, né, dentro da delegacia que ele é registrado, >> que precisa aqui precisa ser investigado, que precisa ter todo um trabalho. >> É, não, mas e o que é registrado? Quantas pessoas são roubadas e furtadas, nem beram uma delegacia que a gente não sabe, não tem como mensurar.
>> Verdade. >> Então, assim, eu vejo que segurança pública ela precisa ser repensada do ponto de vista de estatística. redução de homicídios não vai reverberar de fato em segurança real, porque a exemplo do Buquelli, né, tem depoimentos do Buquell essa semana, você entrar no Instagram, ele falando sobre a tutela do estado e a tutela do marginal, como é que era antes e como é que é agora.
Dois pesos, duas medidas ali, né? Antigamente o estado tava coligado com o crime e ao mesmo tempo a sociedade tinha dois senhores. Hoje a sociedade ela não aclama mais pelo estado anterior, mas tem outras nações que fica aclamando e falando que lá tá errado.
Mas o pessoal lá mesmo, a aprovação do cara é lá em cima, então alguma coisa tá certo. Se você pegar Caiado hoje em Goiás, Ronaldo Caiado hoje é a aprovação dele. Se ele pudesse eh ser reeleito, que tá no segundo seria com tranquilidade.
Primeiro turno de longe. Primeiro turno de longe >> foi >> o governador, o vice, o vice vai ter uma dinâmica ali agora. Ele já manifestou inclusive ontem que sobre a valorização policial que merece muito a polícia goiana, né?
Pelos serviços prestados, né? Ele falou abertamente que o salário do Goiás será o primeiro entre será o primeiro salário, né? a melhor remuneração do país.
Então, sensacional e que também vai dar continuidade ao trabalho do governador Ronaldo Caiado. E de fato ele é o cara que tá mais alinhado, né, do ponto de vista. é um cara novo, é um cara que tem uma visão, é visionário, então já tem, já apresentou ontem lá uma expertise já de inteligência daquilo que eu te falei que a gente praticou lá no código lá no lá em Trindade, lá no CRPM de inteligência artificial com banco de dados para identificar os marginais, né?
Exemplo de Smart Sampa que você que você citou aqui. E no Rio também, né, cara? O Rio hoje tá com >> com a um arsenal de guerra lá em câmeras, né?
Não sei como é que isso tá sendo utilizado, mas eu eu tive a oportunidade lá de estar no centro de Comando Controle, né? Lá no Centro de Comando Controle lá é algo realmente que foi foi ali que a gente buscou os conhecimentos iniciais para que a gente pudesse aplicar aqui em Trindade. Então uso de drone para abordagem com reconhecimento facial e tudo mais.
Então, tecnologia, ao meu ver, o Rio de Janeiro ele ele tá bem, ele tá bem. Que atrapalha um pouquinho o Rio de Janeiro com relação a Goiás e algum ou outro estado aí, acho que é a dinâmica de terreno também, mas logicamente não impede da polícia tomar o terreno, dominar esse terreno e permanecer nele até. >> É, eu já acreditei nisso antes, cara, que era o terreno.
Eu acho que tem muito mais coisa ali no Rio, >> sim, >> necessária, né? Mas a gente tá aqui para falar de Goiás, né? Vamos falar de Goiás.
E essa ocorrência terminou com três ladrão pro saco. E aí, cara, eh, um dos ladrão era uma mulher, ela tava pilotando a a tava na pilotagem da equipe e muitas vezes a as pessoas elas não querem citar uma mulheres em ocorrência. Mulher também atira, mulher também tem mulher no crime, tem mulher que tá na ação lá na ponta da lança, mas tem mulher que também tá tá no esquema total, né?
Exemplo da de de mulheres aí que tiveram aquela japonesa lá, né? Do que que se safou, que divulgaram que ela tinha morrido. Não, não morreu.
>> Japinha, japinha do CV, né? >> Japinha do CV. E aí, >> tem hoje hoje o criminoso tá na internet fica famoso, né?
Porque ele tem seguidor, ele rpa na internet. É, porque a soberania ela é total, né? >> Não, e principalmente com essa diferença, né?
Quando vem uma mulher e se a mulher tiver, [ __ ] um rostinho bonito ou um charminho, né? Uma maquiagem, um filtro, aí vira sensação. >> Já não é bandido mais, né?
>> Não, [ __ ] Suavizado. As pessoas querem ver, querem seguir, querem saber a rotina. É [ __ ] né, mano?
>> É, os caras tavam gravando lá dentro, né? >> Pegando um gancho aqui de outra ocorrência também. Gra, eh, a gente teve um período lá no Graer e tanto é que eu até sempre falo sobre isso, eh, de 2000 e 13 ali, 2012 paraa frente até 2017, 2018, eh, o Graer, nós nós alimentamos um grande banco de dados, de informações de várias modalidades de crimes.
Então, nós tínhamos ali os ladrões de roubo de carga, nós tínhamos ladrão de banco, nós tínhamos quem era faccionado, quem não tinha, quem não era. Então, a gente tinha uma grande uma grande capilaridade de de informações ali no Graer. E eu acredito com com tranquilidade aqui que só obtivemos os resultados que nós tivemos hoje devido a essa constância de buscar mais.
Hoje a gente não tem isso mais à mão. Isso hoje tem um sistema específico que identifica as as quadrilhas e e é e o policial tem condição de acessar esse sistema e entender a raiz da quadrilha ali dentro desse sistema. Mas antigamente era relatório, não deixamos de fazer relatório, mas eh era obrigado estudar relatório dentro do Graé.
E aí eu estava já no COD e chegou informação de um dos ladrão que a gente acompanhava na época lá no Graer. E esse ladrão era ladrão de banco. Nós tínhamos a caminhada dele que ele iria fazer uma ação de de numa agência bancária e ele tava com Miguelito, tava com explosivo, tava com armamento e que ele iria para um local durante a semana para que ele pudesse partir dali.
a gente levantou todas as informações e deixamos de stand by na ocasião especial. Novamente nesse momento, as equipes estava no interior e estava quem no quartel? estava comandando o quartão novamente.
Eu a comandando o COD, a gente obteve já a informação de pronto, a gente já tava monitorando esse cara e descobrimos que ele estava no salvo engano, era, eu sei que era uma amanhã, não se não me recordo direito que era segunda-feira ou terça-feira, era início de semana, nós deslocamos paraa região para tentar abordar esse indivíduo. A gente estava com a equipe de inteligência também no apoio. Conseguimos ali, é, através da inteligência ali identificar o veículo na rodovia.
Fizemos um cerco só com uma viatura, na onde a gente conseguiu pegar esse sujeito numa numa curva que ele iria fazer e por sinal ele caiu nessa nessa via e nós conseguimos abordar. No momento que da abordagem ali, ele reagiu, era um marginal famoso, já conhecido, que a gente havia andado vários dias atrás dele ali pelo Graer e esse marginal morreu em confronto. O casão que foi apreendida, armas miguelito e explosivo.
Então o que que acontece, ô Gláuber? O que que eu percebo, né, em Goiás? Eh, todos aqueles que testaram a força do estado em algum momento padeceram na mão do estado.
A conta ela foi cobrada, não ficou barato. Não é porque você, Glauber, ladrão de banco hoje e amanhã você tá usufruindo do dinheiro que você roubou com a sua família, pagando de honesto com com mercado, vendendo pastel ou laranjinha para lavar o dinheiro de X ou de Y. que você deixou de ser bandido.
Não, >> perfeito. >> Você tá sob a batuta do nosso >> único erro aí é tu botar meu nome como exemplo, né? >> Ah, não.
>> Aqui a gente usa mano Valter, cara. >> Manu Walter. Cadê o Mano Walter?
Manu Valter tá no Rio. A gente tá em Brasília. Não, mas é isso.
Ô, ô, Edson, continua, irmão, porque eu gosto de É bom falar sobre isso, camarada, [ __ ] lava dor de dinheiro, mexeu com um monte de coisa errada, aí vira empresário, tira onda, peito, não sou empresário, >> acabou. Aí vai andar nas altas sociedades e tal e aí acabou, virou um honestoão. Não virou não.
>> Para nós não. Nós temos esse indivíduo cadastrado e nós vamos monitorar a ação dele se ele de fato recuperou e tá vivendo a vida dele. Mas a gente tá com olhar lá porque a gente sabe que o spoiler dele ali é todo decorrência do crime.
Então se tiver alguma situação que vai sair daquilo, não que a gente pratica a polícia investigativa, não. Quando eu tô falando aqui, eu tô falando da de acompanhar o dia a dia do ladrão. Então, o ladrão em Goiás, ele não tem sossego.
Ele não tem sossego, Gláudo. Ladrão pisou em Goiás, ele vai passar mal mesmo. Por isso que Goiás conseguiu mudar algo que é histórico da época de Escobar, da época de Tchapo, da [ __ ] toda, que é o a caminhada do tráfego, né, que é a rota caipira, que antigamente tinha obrigatoriedade de passar em Goiás e já depois da atuação da polícia de forma mais incisiva, né, nos primeiros 4 anos ali, várias interceptações telefônicas de dos marinais falando: "Não, pula Goiás, pula Goiás".
Porque passar em Goiás vai dar merda. Então vamos fazer a rota caipira, mas vamos fazer ela pro outro percurso. Não vamos passar dentro de Goiás não.
Goiás tá embaçado. E a visão que o ladrão tem hoje Goiás é a mesma. É essa mesmo.
Não mudou não. É 7 anos. A caminhada é essa.
Todo dia o ladrão, às vezes ele ainda testa a cerca aqui ou testa a cerca ali e a gente tá dobrando a aposta em cima do ladrão. É o ladrão, ele sabe que ele vai perder. E ali perde mesmo, Galbli não tem como não.
Ali a gente vai. Hoje nós temos uma estrutura muito grande de inteligência. Sujeito ele sabe que se ele incomodar o polícia, seja no momento de folga, seja o polí atuação policial, ou seja ali o cidadão de bem, ele vai tomar a pregada.
Ele vai tomar a pregada. até pegando um gancho. Ô Globo, até nosso irmão aí correia, né, da Bahia, a gente iniciou o podcast aqui, aconteceu uma ocorrência com a gente lá no COD também.
E esse fato é um fato interessante e talvez algum de vocês que está assistindo aí vai lembrar. Felizmente nós temos na instituição pessoas boas e pessoas que aderem à maldade, né? E ao meu ver, o policial ladrão, o bandido, ele é pior mil vezes do que o bandido.
É até vergonhoso, né? Do ponto de vista profissional, você imaginar um ladrão olhando para um polícia e falando: "Esse cara é um ladrão, é um bandido". É [ __ ] você carregar uma [ __ ] dessa, mas existe.
Toda profissão existe, então existe. Na ocasião chegou uma informação para nós de um do então subtenente da reserva lá da Bahia que que iria passar com carregamento de droga, eh que ele iria despachar esse carregamento eh em Porto Santos e que ele tinha ali uma movimentação de drogas na cidade de Jacobina. >> Hum.
>> Eh, na Bahia. Nós montamos a operação e ficamos monitorando. Tivemos todo caminhada desse sujeito e tivemos informação que ele tinha de fato descido pro Porto Santos.
Nós levantamos algumas informações ali por cima. Sabíamos que ele participava de uma de uma milícia ali em Jacobina que tinha uma acesso ali inclusive com a de segundo informações, né, com a prefeitura ali de Jacobina. tinha um acesso muito direto ao ao prefeito ali, as pessoas ali, exercia de fato eh bem incisiva ali cobrando com a vida ali, né?
Eh, aqueles que afrontassem a pessoa dele ali em Jacobina. Então, ele era uma pessoa muito temida lá. E aí nós compartilhamos informações com a com a polícia de São Paulo e chegamos ir para São Paulo e operamos com a rota lá.
Mandar o pessoal abraço aí até pro Derit que na ocasião disponibilizou as equipes de rota lá pra gente operar lá no Porto Santos. Só que nós perdemos eles eles em Santos e retornamos para Goiás, né? Retornamos.
>> Vocês foram até São Paulo tentar pegar os caras, passaram pela Bahia, foi até para São Paulo e lá em São Paulo, >> é, operamos lá um dia lá com a rota, não conseguimos pegar e descobrimos que tava retornando, né? >> Tá. E aí ele retornou e nós tentando identificar que hoje que acontece, ô Globo, hoje a polícia tem uma, tanto em rodovia federal quanto em rodovia estadual tem as OCRs, né?
Você consegue bater placa e identificar trajeto, que é um que é uma máquina de guerra para resolução de problema. >> Hoje, bem como você falou aqui no início também, o crime acontece, ele vai passar por onde? Tem dois, tem três caminhos para ou na rodovia ou no ar ou na água.
Quando você pega aqui Goiás, indo pro norte ou descendo pro sul, é terra, vai passar onde? Na estrada. Então a polícia, ao meu ver, e aí eu tive a oportunidade de comandar o rodoviário lá em Goiás, máquina de guerra, rodoviário.
E a gente tem uma visão que o rodoviário é meter a caneta nos outros da multa. >> Multar. Exatamente.
>> É só que é uma das unidades que mais apreende droga, arma, apreensão de veículos furtados, roubados, cadeia. O rodoviário, se eu soubesse que era tão bom, eu tinha passado por lá antes. >> Vamos falar ocorrência, >> só um parêntese para dar destaque.
Uma lenda do Brasil rodoviária, hoje é um parlamentar, deputado federal, quem? Farruro. >> Farruzão no Paraná, meu irmão.
Farruzão no Paraná na rodovia, irmão. Policial rodoviário, ó, descendo a lenha. >> Vários confrontos.
>> Esse Fu que o Brasil ama. >> Sim. >> É na rodovia.
Então assim, isso 2012, 2010, 11, 14, Farruzão tava lá produzindo resultado no Paganá. Nós temos em São Paulo, né, eh, o Thor, né, que tem muito respeito lá em São Paulo, trabalha, >> tem um Thor e a gente chegou a já tava substituído, mas a gente fomentou o Thor aqui também. Agora Goiás tem o Thor.
Logo logo você vai ter notícia do Thor. Aí, >> que maneiro, irmão. >> É, agora nós temos o COD e o Thor.
O Thor subordinado a rodoviário. Logo logo vocês vão ter notícia do Thor. >> Então, continua, irmão, falando aí, Rod.
>> E aí, cara, a gente conseguiu mapear através dos OCR esses cara e tal, fomos conversando, tá? Tivemos a informação que ele estava entrando por por cristalina. E aí no fechamento dessa essa ocorrência, nós conseguimos aqui com as equipes do COD interceptar esse indivíduo aqui já dentro de Goiás em Cristalina.
E de fato se tratava de um sujeito de altíssima periculosidade, de coragem insana, jogou para cima das equipes. Eu acredito, até porque ele já tava na com essa ideia de est na pisada, né, de tá no corre e aí a gente prendeu arma, droga com ele e o banco do passageiro dele tava sentado num ladrão de banco, né, que andava com ele ali. E beleza, fechamento de ocorrência.
A equipe ali do primeiro confronto ali foi do então tenente Arantes. A gente teve a resolução da ocorrência, deu uma repercussão midiática, a gente retornou e beleza, cheguei, passa um pouquinho. Quando a gente já publicou na ocorrência, já no Instagram do COD, pipocou, pipocou no direct, a galera vindo falar, polícia falar, paisando falando, falou: "Cara, você deu um sosseco para para nossa cidade, tal, o senhor não sabe o peso que esse cara era aqui.
matava geral, batia em todo mundo, estorquia, pá, que eu não sei quem é o prefeito de Jacobina, quem era o prefeito de Jacobina na época, mas a informação que chegou, né, que tinha ali uma leniência muito grande com o prefeito de Jacubin na época. Então, são essas questões que chegam no resultado que a gente tá hoje, né? E ainda depois que eu que teve a ocorrência, nós tivemos informações que porque não era somente a milícia não acabou ali, né?
A gente compartilhou informações aí com o pessoal da Bahia, chegamos a algumas informações, né? Tem um inclusive até hoje a gente tem alguns identificados que estão no radar porque na época eles movimentaram no sentido de vir cobrar a pisada minha. >> Sim.
>> Eles queriam vir me matar aqui em Goiás. >> É, né? >> É.
Eles disse que ia matar o coronels, né? O tenente coronel aqui. Aí nós interceptamos, conseguimos levantar as informações.
Fal, vamos esperar, né? Vamos dar um de doido aí. Vamos esperar.
Vamos ver se vocês é os brabal mesmo. Mas pode ter certeza, você que tá atrás de mim, eu vou te pegar antes. Você me pegar, você não tenha dúvida, eu te pego antes.
>> E é comum isso, cara. >> Cara, essa é a vida do policial, cara. Essa é a vida do policial.
Todos os dias você coloca a cara tapa para defender a sociedade e no final você tá sozinho. Todos os dias você sai para confrontar, não sabe se vai voltar para casa, você não sabe se é o último beijo na sua mulher, no seu filho, tudo aquilo que você tem, que é sua família, seus pais, você não sabe qual que é o seu último dia, né? M.