mais uma vez eu estou aqui com Caroline arcaria convidada para participar aqui nesse vídeo seja bem-vinda mais uma vez obrigada querido e hoje a gente vai falar mais uma vez do assunto que eh como eu falei ontem inclusive né e em grande parte foi silenciado por muit gente de esquerda porque é um tópico que de fato é Um Desafio tremendo para que as pessoas abordem essa questão por razões que a gente vai explicar hoje aqui ou abordar hoje nesse vídeo mas para começar dada circunstância o livro d Juliana Lustosa entrou nos mais vendidos da Amazon
eu não sou daqueles que pensa que não existe propaganda negativa que toda propaganda é boa porque basta pensar no caso do Gustavo sketch né O cara ficou associado agora com alguém que come merda então assim eu acho que tem propaganda ruim mas esse caso acabou gerando vendas ali que me parece que era um pouco também a intenção né É mais do que avançar uma pauta de esquerda mais do que avançar uma pauta eh por igualdade por direitos de minorias mais que que outra coisa me pareceu ser uma promoção própria né e nesse sentido deu certo
e aí Eh eu quero falar com a Caroline hoje aqui sobre um tema que a gente comentou muito né a gente fala muito sobre esse tema né acho que é um tema que a gente mais mais conversa nos últimos tempos tem a ver justamente com esse desafio de abordar certas questões porque são tópicos espinhosos demais para que você tenha uma perspectiva que não esteja alinhada com uma uma um tipo de cartilha ideológica que determina aquilo que você pode pensar sobre certos assuntos você tentar pensar de maneira independente sobre certas questões eh te joga pro campo
oposto eh nesse sentido a gente tem que pensar que nos últimos anos a gente observou um movimento né que foi muita gente que e você Jamais pensaria que era de esquerda sendo jogado pra esquerda porque você tinha um governo de extrema direita então foi jogando as pessoas para outro lado na medida que o discurso foi se orientando paraa extrema direita isso foi aumentando eh aquilo que se entende como esquerda porque seria qualquer pessoa se opondo ao bolsonaro e depois que o Lula vence a presidência iniciou um rebote né então assim na medida que o discurso
vai se aproximando agora da Extrema esquerda da esquerda radical eh joga todo mundo pra direita então assim se você é alguém que discorda de algum ponto específico você acaba sendo atirado pro outro lado porque eh não há um espaço de debate não há o espaço de divergência não há o espaço para que você possa discordar de postulados que às vezes são por si próprios absurdos e aí esse caso dessa semana é um exemplo desse né parece ser um caso absurdo suou para muita gente inaceitável eu vi muito comentário de gente indignada com isso gente de
esquerda né que agora já foi jogado pra Extrema direita na Austrália então assim você tem muit muitas pessoas que estão se sentindo um pouco até sem um lar ideológico né porque assim se Eu discordo disso O que que eu sou né eu posso discordar disso eu posso rejeitar certas posturas e sei lá da esquerda radical ou da sei lá de grupos identitários sem que eu perca minha carteirinha de esquerda Então hoje a Carolina vai falar um pouquinho sobre isso porque ela tem as perspectivas dela tem as visões dela sobre isso e tem a trajetória dela
também Nesse quesito né é meu nome é Carolina ercar e eu perdi a carteirinha de esquerda né Eu já perdi há muito tempo e eu não tive muita opção inclusive muitos seguidores seus estavam perguntando ali Cadê Carolina é cara para falar sobre esse tópico porque sempre que vem essas questões que envolvem o transativismo eh esse embate entre o transativismo e o feminismo radical as pessoas já estão acostumadas que eu apareço no canal mas é aquela coisa que o Henry me disse ontem né que calada eu durmo e sem processo eu acordo então assim não é
que eu não queria participar eu estava com muita vontade mas às vezes a gente precisa né tomar alguns cuidados porque esse é um tema espinoso e quando eu digo que eu não tive muita opção E eu perdi minha carteirinha de esquerda apesar de eh me reconhecer ainda eh como uma pessoa de esquerda e Progressista é porque chegou um ponto no meu trabalho em que a essas questões as demandas do transativismo e o meu trabalho eh acabaram se tornando temas incons áveis para quem não sabe eu trabalho com enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes
e o nome é esse é violência sexual é baseada no sexo biológico e Então a maneira como a gente enfrenta e como a gente faz um manejamento dessas situações é baseado no sexo biológico com a chegada da agenda transativa da cultura w da própria teoria queer os termos homem eh e mulher acabaram se tornando do polissêmicos né então falar homem e mulher eh nesses territórios eh em que há um policiamento sobre esses termos ficou extremamente complicado ainda mais para uma Educadora sexual e que trabalha no enfrentamento à violência sexual e precisa dar nome para esses
indivíduos embora tenham se tornado eh termos polissêmicos porque homem e mulher acabou ficando muito vinculado pelo menos paraa linguagem da esquerda identitá há uma identidade de gênero então você pode se sentir mulher e você pode se sentir homem falar de mulher biológica homem biológico macho fêmea se tornou inaceitável né mas na teoria as coisas funcionam de uma forma existe uma idealização do tipo de mundo que se quer só que nas políticas públicas a gente precisa de uma objetividade para resolver alguns problemas para lidar com fenômenos para lidar com estatística quando a gente atende um caso
de violência sexual eu preciso saber exatamente o que que é um menino uma menina um homem uma mulher porque a gente vai lidar com esse manejamento a partir do sexo biológico por isso que o nome da violência é violência sexual Porque mesmo que as dinâmicas e as dinâmicas são de controle e poder e a maioria dos abusadores são homens a origem desse controle é no sexo biológico se eu atendo uma vítima menina que foi abusada por um homem por um macho a maneira como eu vou atender e o acesso aos tipos de tratamento e atendimento
que essa menina vai ter é a partir do sexo biológico dela se esse abusador é um homem mas se sente mulher o que importa ali é que essa menina tem 72 horas caso ela tenha sido Abusada com penetração por exemplo a gente tem 72 horas para que ela tenha acesso a toda medicação incluindo medicação que vai prevenir uma gestação indesejada que vai ser fruto aqui de uma violência Porque se é uma menina em idade fértil ela pode ficar grávida do seu abusador e a gente vê um monte de notícias assim no Brasil é a menina
que engravidou do pai é a menina que engravidou do padrasto então não importa como o abusador se sente se ele se identifica como uma mulher tem pênis nessa perspectiva que eu preciso partir para resolver problema nessa política pública em que eu preciso atender essa vítima o que me importa é é do sexo masculino envolver um abuso de uma menina idade fértil do sexo eh feminino Então qual é a maneira que a gente vai agir para proteger essa menina porque como menina ela vai ter acesso a várias abordagens para impedir por exemplo que ela adquira alguma
IST e a atuação para que essa menina e não fique grávida como as pessoas conhecem aí que são os hormônios né né é popularmente conhecidos como pílula do dia seguinte essa menina também vai ter acesso então ela vai ter um atendimento baseado no sexo biológico dela assim como o abusador a maioria dos abusadores são pais são padrastos tios avôs do sexo masculino e é assim também que aparece na estatística na estatística não tá dividido ali a maioria dos abusadores são do sexo masculino mas alguns se sentem ou se identificam como mulheres então a gente precisa
dessa a definição muito clara o que que é um menino uma menina um homem e uma mulher nesse contexto do enfrentamento a violência sexual mas não é só nesse contexto pra gente eh se organizar por exemplo proteger mulheres de violência doméstica organizar as prisões como é que a gente vai organizar as casas de repouso como é que a medicina vai organizar as estatísticas e os estudos levando em conta que muitas doenças ou muitas condições afetam um sexo ou outro e eu tô falando de sexo biológico devido a toda a configuração que não é só a
genital a gente já falou em vários vídeos aqui o que que é sexo biológico nesses contextos né é um conjunto de elementos que eh somados eles resultam no sexo então é genital externa interna são os hormônios é toda a constituição eh desse corpo que começou a se desenvolver na gestação então não tem como eu atender a esquerda identitária e entrar nessa ideia dessa agenda de que ser homem ser mulher ser menino e ser menina é uma questão de identidade você pode se sentir como tal Porque eu lido com coisas muito concretas eu preciso dessa definição
menino menina homem e mulher a partir da perspectiva biológica e a perspectiva biológica não deveria ser criminalizada e policiada pela esquerda identitária como está sendo agora e como é que tem sido a reação das pessoas quando você aborda essas questões sobre essa perspectiva porque assim eu fique surpreso inclusive com a reação das pessoas nesse caso particular agora dessa semana porque eu imaginava que muita gente tentaria defender ou tentaria justificar e pelo contrário vi muita gente que eh demonstrou um certo cansaço né uma certa exaustão porque parece que isso foge e primeiro de questões que seriam
fundamentais para as pessoas de esquerda pra classe trabalhadora e assim por diante mas também porque vem com discurso que está descolado de de questões reais mesmo das pessoas né então assim como é que você sente ou se você percebeu uma alteração com o tempo em relação ao modo como eh que a gente segue né que que gente acompanha lida com a sua abordagem desses temas bem a esquerda identitária eh me acusa de transfobia né e eu não tenho outros termos e não vou abrir mão deles porque eh quando a gente sai desse território da militância
O Mundo Continua as estatísticas continuam a medicina continua e a forma da gente lidar com esses dados e aí a gente pode pegar por exemplo diz que que 100 né que é um número eh que acolhe as denúncias eh não só de violação dos direitos de crianças e adolescentes mas também violação dos direitos das mulheres dos idosos Mas se a gente pega esses relatórios o meu mundo que tá muito conectado a essas realidades principalmente a a realidade da violação de de direitos as estatísticas têm como base o sexo biológico Eu até tentei manejar isso durante
alguns anos tentei eh não me expor em redes sociais tentei não me engajar em algumas discussões mas depois disso eu comecei e isso foi mais ou menos durante a pandemia eu comecei a ser atacada eh por causa do conteúdo dos meus livros infantis Por exemplo quando eu vou ensinar de onde vem os bebês eu mostro que precisa de um homem e de uma mulher eu preciso que tenha um um espermatozoide que encontre um óvulo e eu tô falando com crianças de quatro 5 anos então as pessoas passaram a me acusar também de transfóbicas por causa
do meu material para criança né em que eu parto da biologia Então chegou um momento Henry que ficou injerencias por organismos que tem muita credibilidade como Unicef childhood Unesco e os meus materiais foram apresentados aqui em Paris tanto as produções de enfrentamento à violência sexual quanto de educação sexual quanto de desconstrução de estereótipos de gênero então Eh continua sendo lá na base os professores trabalhando com as crianças os assistentes sociais atendendo violação de direitos os psicólogos atendendo crianças e adolescentes lá na base o material ele não só é utilizado ele é elogiado ele está transitando
no Brasil todo mas pra militância que é uma militância barulhenta então espirra de qualquer maneira no meu trabalho para Essa militância o meu material eh transforme É que na verdade quando você fala que se fundamenta na Biologia para falar sobre sesses temas eh também se trata de uma posição né desses grupos que é anticientífica em certos elementos Ou pelo menos crítica da ciência do que seria a ciência ou de uma verdade objetiva sobre o mundo então assim é a própria ciência é vista como uma relação de poder e de determinação das coisas então assim é
é uma crítica a própria ciência o próprio conhecimento científico e é um novo tipo de de fazer científico que eh não reproduziria eh instâncias de dominação então assim é uma rejeição da certo certo modo é negacionista da ciência também né sim e é um pensamento interessante Henry desde que houvesse debate O problema é que o debate foi interditado e não se pode mais falar de sexo biológico perdendo a carteirinha de esquerda eu ganhei a carteirinha de Rad fen né que é a da feminista de feminista radical e hoje eu vejo isso como um elogio porque
se a gente se aprofunda no debate que tá sendo desenvolvido pelas feministas materialistas feministas radicais críticas de gênero elas realmente estão lutando pelos direitos das mulheres e crianças Então eu tenho orgulho que me chamem de feminista radical porque se você ultrapassa esse estereótipo de que é uma mulher angustiada que faz barulho eh que é Trans excludente elas são muito fiéis a uma teoria muito robusta inclusive Simone de Bovo que começou a ser usada pela teoria queer pelo transativismo para justificar O que seria uma identidade G quando a Simone de Bá fala no segundo sexo não
se nasce mulher torna-se mulher e aí isso começou a ser utilizado tirado de contexto porque Simone de Bovo não tava dizendo que qualquer pessoa pode ser mulher se ela quiser se tornar e uma o que ela estava querendo dizer é que muitos comportamentos que são atribuídos né à mulher que seria essa feminilidade na verdade é uma forma de opressão então uma mulher ela não nasce naturalmente ó ela não tem uma um desejo de maternidade ela não tem uma predisposição ao cuidar e que tudo isso seria uma construção cultural então quando a Simone de Bovo fala
não se nasce mulher torna-se mulher ela não abre mão da dimensão biológica ela fala que culturalmente a partir da dimensão biológica se atribui e se exige da mulher um conjunto de comportamentos e atitudes para que ela seja conhecida como tal na sociedade né então o primeiro sexo é o homem e o segundo sexo é o que o homem deseja da mulher então a gente pode até fazer uma conexão as pessoas podem pensar para onde ela tá indo nisso ah a gente consegue fazer uma conexão com essa situação que aconteceu na Universidade do do Maranhão Então
você tem uma pessoa performando uma feminilidade como se feminilidade fosse eh O que determinasse o que é ser mulher assim assim como não existe e masculinidade positiva e negativa Só existe masculinidade O que é exigido dos homens é como os homens agem para controlar as mulheres também não existe feminilidade tóxica ou feminilidade positiva não tem como uma feminilidade ser positiva porque na verdade feminilidade é ferramenta de controle e e submissão da mulher então o que que é feminilidade a exigência da docilidade a mulher tá sempre com o cabelo alinhado a maquiagem Esses códigos que são
incorporados pelo transativismo como os códigos que tornariam alguém mulher porque se a pessoa se veste desse jeito se ela eh se maquia desse jeito e se ela se movimenta desse jeito logo ela deve estar se sentindo ela está parecendo uma mulher mas os códigos de feminilidade São nada mais do que opressão e a sônio de bovar já trazia isso então essa distorção de conceitos básicos do feminismo estão sendo utilizados para justificar o que seria a a identidade de gênero para mim não faz sentido a ideia de identidade de gênero isso nem na infância e nem
como mulher eu entendo que ser mulher parte da nossa materialidade não tem como uma pessoa que não nasceu com útero vulva não passou pelo processo de menstruação pela capacidade reprodutiva pel pelo medo de engravidar pelo medo de não ter acesso ao aborto por violência obstétrica se não passou por isso eu não entendo que uma outra pessoa possa simplesmente dizer eu me sinto uma mulher eh eu me identifico como uma mulher eh então eu concordo com o feminismo radical com o feminismo materialista crítico de gênero que a Biologia embora eh ser mulher não se encerre Nisso
porque a gente tem todos os códigos culturais parte da nossa biologia é inclusive até até o modo né como a imagem da mulher ou como erotiza a mulher como se Esses códigos da feminilidade significassem isso né e faz parte desse Imaginário E aí eu quero aproveitar Deixa pra gente divulgar que você vai est em Portugal para lançar o pornland sim exatamente quer falar um pouquinho sobre isso pois é estaremos o Henry também estará em Lisboa então a gente vai para Portugal no dia 11 de novembro estaremos na Livraria Travessa de Lisboa então a mesma Livraria
Travessa que tem no rio em São Paulo onde a gente já fez fez esse lançamento inclusive de pornland também tem uma filial aqui na Europa em Lisboa então nós vamos fazer o lançamento vai ter uma discussão incrível junto com a Yasmin Morais que é uma feminista radical ela é jornalista ela é ativista e ela tem eh trazido essa discussão sobre como a pornografia e a exploração sexual das mulheres tem impactado a nossa sexualidade né E como nós precisamos eh lutar e resgatar muito Muitas das nossas lutas que que tem sido apagadas pela cultura w pelo
transativismo Então essa situação em que e pessoas de esquerda estavam ali aplaudindo né os esquerd machos estavam ali aplaudindo uma performance que Sinceramente se fosse uma mulher e vou deixar aqui entre aspas Sis tá se fosse uma mulher Sis mostrando a bunda daquela forma ela sequer teria saído daquela Universidade sem uma escolta policial a gente pode lembrar a jaiser ruda que sequer fez uma performance ela não mostrou a ela apenas estava com um vestido que foi lido como erotizado sexy e um monte de macho violento começou a ir para cima da jez e ela teve
que se trancar numa numa sala quem não conhece a maioria das pessoas conhec esse caso mas é para vocês verem o que que uma mulher entre aspas tá se se um dia vocês ficarem curiosos Por que que Carol usa Cisa entre aspas a gente pode falar sobre isso Eh mas o que teria acontecido com uma mulher a gente não tem esse privilégio de de mostrar de fazer uma campanha política super sensualizada porque nós seríamos repudiadas Então qual que é a diferença dessa sendo mostrada naquele contexto e se uma mulher tivesse mostrado a ou então faça
um exercício de lembrar da situação da jeis e a ruda só que daí eu vou deixar a conclusão para vocês Qual é a grande diferença tá e nós estaremos então lá em Lisboa no dia 11 de novembro às 19 horas fazendo o lançamento de pornland que é uma tradução brasileira essa obra da Gale dines que é uma feminista radical e a yasm Morais que foi quem fez a quarta capa estará lá numa discussão imperdível sobre tudo isso que a gente tá falando no vídeo e eu vou deixar uma indicação também para aquelas pessoas que estão
curiosas porque às vezes alguém fala assim ai Carol Mas da onde vem essas ideias você tem que falar mais sobre isso isso aqui não é novidade vocês podem seguir é no Instagram @ mamatraca vocês podem seguir a matria que está no Instagram e é um grupo muito organizado de mulheres a sua maioria são mães e estão fazendo um ótimo trabalho para defender os direitos das mulheres eh nesse cenário e nessa fase em que a gente tá sofrendo ataques constantes do transativismo Então eu estou do lado delas eu reforço que ser mulher está ligado à materialidade
isso eu posso falar porque eu sou uma mulher e a gente vive todo dia as consequências e as opressões que historicamente surgem da nossa configuração biológica do nosso potencial reprodutivo da nossa configuração física e porque a gente vive na pele O que é ser mulher dentro do patriarcado bem Obrigadão pela participação aqui eu vou deixar os links para que vocês confiram tanto a obra né o pornland como também o seu curso de educação sexual que está disponível agora que está ministrando quem quiser saber mais sobre inclusive prevenção a violência eh sexual contra crianças e adolescentes
também pode participar do curso né também pode conferir e fica aí o convite para você conhecer o trabalho da Caroline então um forte abraço obrigadão aí e até mais até mais tchau