o Olá tudo bom contigo hoje é terça-feira portanto é dia de colocar vídeo sobre a Playlist de catalogação a parte da gente começar o nosso trabalho eu te peço logo se caso você não seja inscrito no nosso canal Aproveita e se inscreve logo ativa o Sininho e já dá logo o teu like se porventura o final do vídeo você não gostar você tira o seu like mas Garanta logo like agora porque pode ser que você esqueça até o final do vídeo Ok vamos começar nosso trabalhos já que a Playlist de hoje tá na área da
catalogação eu te faço uma pergunta e sabe o que é catalogação você sabe qual é a função desse processo desse mecanismo que se chama catalogação não sabe não te preocupa fica comigo que depois da vinheta a gente trabalha sobre isso Professor ali e você está no canal vive o responde então de acordo com que nós falamos nós iremos começar a trabalhar a nossa playlist de catalogação e sendo assim nada mais do que começar pelo começo então é por isso que hoje nós iremos trabalhar os aspectos introdutórios do processo de catalogação Ok então Fun Oi gente
pensa em catalogação O que que a primeira coisa que vem à sua cabeça com toda a certeza o que que viu na sua cabeça é aquela fichinha catalográfica medindo o sete e meio por 2 e meio Onde tem um monte de informação e você não sabe nem o que significa Pra que serve Por que serve porque ela está ali não é verdade isso é nada mais é do que o processo que a gente vai descrever a nossa obra no sentido de fazer com que o nosso do alho quando chegue até a nossa biblioteca por meio
do nosso catálogo ele vai conseguir identificar localizar e recuperar a informação que ele deseja a partir do empréstimo daquela obra que ele foi lá buscar e conseguiu encontrá-la e somente no nosso instrumento de busca mas para eu fazer um instrumento de busca eu preciso ter toda uma tarefa no interior para que possa alimentar o nosso catálogo é por isso que nós temos a catalogação é por isso que nós temos as fichas catalográficas caso o teu catálogo ainda seja manual ou também podemos ter a nossa planilha quando o nosso catálogo já é automatizado se você ainda
não assistiu a nossa playlist sobre catálogo interno cada catálogo externos catálogo manual e catálogo automatizado eu te convido você dá uma e Dinha lá dá um pulinho lá e verifica vai estar aqui em cima OK com a nossa sugestão que aí você consegue entender o que que nós estamos falando em relação a instrumento de busca Oi e o processo do catálogo manual e o catálogo automatizado Ok então vamos nessa nós temos primeiro lugar que entender o que que significa a catalogação isso é só uma palavra isso é um termo Isso é uma conjunto de ações
O que que significa esse termo catalogação então nós trouxemos dois conceitos o primeiro roteiro O que que tem lo fala a catalogação nada mais é do que a operação que consiste em colocar o conjunto de documentos que fazem parte do acervo de uma biblioteca em ordem utilizando-se do catálogo que servirá de índice indicativo os componentes individuais Então essa é a primeira definição que nós trouxemos aqui com Taylor a segunda definição já vende mei onde nós lemos a seguinte citação textual catalogação corresponde ao estudo preparação e organização de mensagens codificadas com base em itens existentes ou
passíveis de inclusão em um ou vários a termos de forma a permitir interseção entre as mensagens contidas nos itens e as mensagens internas dos usuários e olhando as duas definições sobretudo essa definição de e-mail você conseguiu entender por você ficou um pouquinho confuso um pouquinho confusa do que seria então essa palavra catalogação então para fazer com que descomplique a sua cabeça a gente pode resumir a catalogação da seguinte maneira ela nada mais é do que o processo de análise descritiva do documento quando a gente fala análise descritiva como o nome tá dizendo mesmo nós iremos
pegar aquela obra e apenas te dei escrever os elementos que identificam esta obra e eu não vou querer entender o que que a obra trata Ok então a catalogação Ela é irmã da classificação quando junta catalogação EA classificação aí eu formo ao meu processo técnico completo porque a catalogação é voltada para análise descritiva do documento e a classificação é para análise do conteúdo do documento Ok então por isso que aqui nesse canal a gente trabalha planta catalogação quanto à classificação fique de olho nos dias que a gente lança os vídeos dessas duas águas porque uma
complementa A outra tá então a nossa catalogação é apenas o a descrição física e também digitado documento independente do céu suporte físico ela pode ser uma monografia vejam eu falei o termo monografia eu não falei o teu livro porque corretamente para nós da biblioteca o nome ia o livro se chama monografia e o que que aquele negócio que eu chamo de monografia que eu faço ao final do meu curso aquilo ali se chama trabalho de conclusão de curso ou simplesmente TCC Ok então vamos começar a trabalhar os termos corretos da nossa área tá então a
catalogação lá faz análise do documento tradicional que são as monografias e hoje as nossas o nosso recursos contínuos e são os periódicos e também faz a catalogação do suporte não tradicional então aí vem o material cartográfico que é o mapa a gravação de som que é a música Pode ser CD pode ser disco de vinil pode ser fita k7 nós fazemos a catalogação de objetos artefatos tridimensionais nós fazemos de fotografias de esculturas de qualquer objeto que traga uma informação então por isso que para mim eu vou fazer análise do documento independente do seu suporte físico
é entendida até aqui então esse a nossa catalogação Ok vamos agora trabalhar um pouquinho da sua história como é que começou o processo de catalogação lá na antiguidade Nós já tínhamos as bibliotecas as grandes bibliotecas não é e as pessoas que possuíam essas bibliotecas elas tinham o interesse de ter pelo menos um controle do que existir ali no seu acervo então eles começaram a fazer listas com assuntos ela basicamente só lista com assunto é por isso que Esse instrumento lá na antiguidade ele não tem como ser considerado um catálogo como nós trabalhamos Hoje ele na
verdade era chamado de inventário de relação ou de índice menos de catálogo ok e como cada biblioteca tinha uma forma de organizar essa sua lista de assunto de acordo com seu interesse de acordo com a sua necessidade cada um tinha uma forma diferente de arranjar os as suas obras no seus devidos lugares não é terceiro que eu tô falando Ah ao termo arranjar E não organizar as obras porque para nós na biblioteca os nossos documentos eles são arranjados Ok então o que não simplesmente guardados ou colocados nas prateleiras e estantes o nome correto é arranjar
Então como é que a gente arranjava essa material como é que eles faziam essa lista desses materiais que existiam dentro dos seus Assis e é justamente por conta disso que começaram a surgir algumas palavras algumas perguntas Desculpa então primeira pergunta como é que eles organizavam segunda pergunta será que eles tinham algum critério para poder estabelecer esse seu mecanismo de controle da documentação que ali tinha a investir um critério eles partiram de algum princípio ou não então é por isso que quando nós chegamos no início da idade média nós temos uma figura que foi extremamente importante
para o processo de catalogação que foi o Antônio panizzi ele foi trabalhar na biblioteca do congresso e naquela altura cada biblioteca tinha uma forma de arranjar e controlar o seu acervo e ele achava isso uma coisa extremamente é que ia na contramão do processo que nós queríamos ele queria que todas as bibliotecas conseguissem manter um o último linguajar o mesmo processo linguístico para poder permitiu o intercâmbio entre bibliotecas e as bibliotecas então foi Pensando neste modelo é que por Nise acabou publicando o primeiro código moderno de catalogação ele foi fez uma obra que popularmente é
chamada 91 regra de panizzi então era uma monografia com 12 páginas e ela tinha algumas formas de entrada no sentido de fazer com que as pessoas começassem a pegar esse seu material como base e também começar a organizar as suas entradas os seus cabeçalhos e as demais informações é necessária está fazer o nosso processo de controle dentro do nosso acervo lá da nossa biblioteca E isso aconteceu lá no início da idade média e esse material ele começou a ser utilizado dentro da biblioteca do museu britânico e lá na Idade Média Nós também estudamos lá na
playlist de catálogo que nós ainda tínhamos também a juliotex dos Mosteiros e elas continuavam lá firme e forte cheia de acervo e também com controle específico para guardar esse material juntamente com a juliotex particulares não é que Brenda antiguidade ela já existia o que fez com que aumentasse o fluxo informacional nesse período histórico foi justamente a criação das universidades bom então o que que aconteceu quando tivemos as Universidades automaticamente criaram-se as suas bibliotecas então o que que elas precisavam elas precisavam no mínimo tem um controle para poder guardar e se seu material não é e
disponibilizar para os seus alunato seus alunos para os seus docentes para toda a comunidade acadêmica esse material que precisava ser utilizado então o que que elas começaram a fazer Elas começaram a estabelecer de forma bem rudimentar o catálogo dicionário quando a gente fala que é bem rudimentar porque eles continuavam com o único foco que era o assunto das obras não é e nós não podemos esquecer e nós tivemos a presença dos livreiros que eles Os Donos das livrarias começaram a ter um monte de livro contrataram Os caixeiros-viajantes para começar a vender as suas obras e
eles precisavam não só ter um controle do que eles tinham no seu depósito mas também uma lista para poder divulgar como é que a pessoa ia vender essa material tanto importa importa quanto nas próprias universidades que passaram a fazer a demanda para comprar esse material para aumentar o seu acervo nas suas bibliotecas então foram os livreiros que começaram a melhorar um pouquinho mais Esse instrumento Porque além do assunto eles passaram a colocar o autor e um ano então e começou a ter uma certa regra nessa lista mas ela continuava ainda no formato de inventário Ok
quando nós chegamos na idade moderna aí eu não temos é o nosso querido cateter o cateter ele pegou a obra de países lá da idade média e ele começou a ler complementar e ele implementou Esse instrumento então no ano de 1876 Kátia pública a sua obra regras para catálogo dicionário Oi e essa obra ela juntou a experiência de panizzi a experiência dos livreiros e experiências das bibliotecas universitárias e ele criou realmente um catálogo dicionário do jeito que nós conhecemos hoje com foco para o autor para o título e pro nosso assunto então é por isso
que só foi 1876 é que nós passamos a ter o catálogo da forma e da estrutura que nós conhecemos hoje ok uma outra coisa que também se destacou na idade moderna foi justamente a criação da aula que era Associação de bibliotecários americanas a aula ela começou a criar códigos no sentido de torná-los universalmente aceitos por todas as bibliotecas do mundo inteiro então no ano de 1908 tem esse o primeiro código da aula só que esse código ele começou a sofrer críticas Por parte dos bibliotecários que quando eles pegaram esse material eles achavam divergência na hora
de colocar em prática Então esse código sofreu duras Críticas não é E aí o que que aconteceu a Segunda Edição a terceira Edição E à medida que ele ia fazer 2 folhas edições ele incorporando aí sugestões e dando melhorias até que no ano de 1967 o código da aula enfim e gerou o nosso a a serve só que o nosso a CR ele foi criado em duas versões ele foi criado na versão Americana e na versão britânica porque eles não entravam em acordo em determinados pontos sobretudo a questão da entrada né de autoria então o
que que eles fizeram cada país criou a sua versão então nós temos duas versões do código a a c r e paralelamente a isso nesse processo ainda que o código da aula estava em tramitação em reformulação em 1931 nós temos a criação de um outro código que o código da vaticana que foi esse código que por muito tempo o Brasil utilizou Então na verdade na idade moderna nós passamos a contemplar dois códigos de classificação o ATR e o código da vaticana e isso significa que nós continuávamos não atingindo o objetivo de unificar o processo de
catalogação porque cada biblioteca escolhia qual era o código que queria trabalhar ok então a catalogação ela passa na verdade a ter a história três elementos básicos que fizeram com que fosse surgindo o Nossa Purificação que tanto todo mundo queria Então quais são os elementos que realmente são importantes para a história da o primeiro a conferência de país segundo a reunião internacional dos especialistas em comunicação e terceiro a divulgação do documento que era justamente o ISS de que foi apresentado por gorement lá na reunião internacional dos especialistas de catalogação então Vamos por partes no ano de
1961 teve a conferência de país Qual era o objetivo desta conferência apresentar os princípios da da catalogação internacional no sentido de que esses princípios passassem a ser aceitos mundialmente então para isso o que que eles fizeram Dois Anos Antes da co e eles encaminharam esses princípios esse documento para todos os países e eles pediram que cada país durante esses dois anos analisar se seu documento apresentasse sugestão e em 61 no dia que fosse efetivamente ser realizado o a conferência de Paris cada país iria apresentar o seu representante iria apresentarem sugestões No que diz respeito à
entradas e é os cabeçalhos principais Ok então isso foi a conferência de Paris A primeira é evento que efetivamente se preocupou de forma decisiva sobre a questão da padronização de entrada e cabeçalhos principais no no e quem foi representar o Brasil foi a Maria Luísa Monteiro da Cunha daqui a pouco a gente vai falar um pouquinho mais dela porque ela foi a figura extremamente importante para catalogação brasileira e não só a nossa catalogação brasileira mas também para Mundial uma vez que a contribuição que ela criou foi incorporada no acr2 por exemplo a forma de sobrenome
do jeito que nós usamos até hoje foi justamente a Maria Luiza que assim apresentou e assim foi aceito pelo comitê da conferência de Paris Então ela foi importante não só em nível Brasil mas também em nível mundial por isso que daqui a pouco a gente vai dar um destaque para ela porque ela merece não é mesmo e continuando o nosso segundo momento aí quando foi no ano de 1969 nós se vemos lá em Copenhague a reunião internacional dos especialistas em catalogação E lá o goma Apresentou um documento que era Justamente a descrição bibliográfica internacional normalizada
o que a sigla passa a ser esbd o objetivo desta é esse documento que ele apresentou era justamente É apresentar para o aacr2 que antigamente não tinham para que nós pudéssemos a olhar uma ficha conseguir Identificar qual Campo aquela ficha se tratava principalmente essa ficha fosse de outro idioma e o idioma que eu não dominados por exemplo é nós temos assim antigamente é o processo da catalogação ele apresentava todas as informações da obra então eu olhando e eu não consigo entender o posso entender alguma coisa 2004 então pode ser um ano 21 centímetros aqui embaixo
pode ser o isbn Mas algumas o resto eu não consigo entender e era assim que era o processo que eles estavam trabalhando quando o forma apresenta Justamente esse documento que era descrição bibliográfica é de forma Internacional e normalizada ele apresenta os pontos e os símbolos e a partir daí a olho nu você que já é da área da biblioteconomia Você já consegue identificar Quais são os elementos independente da língua que tá falando você que ainda não não é ainda e é você ainda é aluno que você vai aprender também aqui no nosso canal como é
que a gente vai montar ficha mas olhando assim a olho nu eu já consigo verificar que o que está entre colchetes antes da Barra é o meu dgm que a designação Geral do meu material o que vem após a barra eu já sei que vai ser a responsabilidade o que vem após os dois pontos eu já sei que vai ser o nome da editora então facilitou o processo de visualização então o isbd Ele veio para agregar e facilitar esse processo chamado de catalogação então juntando as recomendações da conferência de Paris ã e as recomendações da
reunião de Copenhague onde eles aproveitaram o documento que gostam apresentou do nesta conferência então eles acabaram unindo aí sugestões da conferência de Paris aí sugestões da conferência de Copenhague e a sugestão do livro do forma Então Significa o quê que a partir desse momento nós tivemos a criação do aacr2 onde se juntou o texto da CR Lembrando que se uniu a versão britânica e americana mas o isbd E aí a gente juntando tudo isso gerou o nosso a seleção do código por isso que passou a ser chamado aacr2 e é o que é o mais
trabalhado hoje apesar de desde 2010 nós já temos a divulgação do RD que vai ser justamente o código em vez de ser o a acr3 seria o rd a no sentido de substituir o a série 2 mas a gente vai trabalhar um pouquinho mais pra frente ok mas mesmo assim muitas bibliotecas continuou trabalhando com o a série 2 assim como a biblioteca do congresso ela tem registro tanto já na versão do LD quanto na versão do a série 2 e a gente percebe essa diferença na forma como o registro é estabelecido por exemplo no a
série 2 onde for volume eu coloco ver. Quando vai ser Ltda em relevo a palavra volume não é então quando você olha você consegue verificar que tem fichas fora da cr2 quanto do RD está nesse momento de transição Ok mas por enquanto nós estamos trabalhando o nosso foco o a série 2 então nós iremos ter nossas três playlists o as R2 nós vamos ter o do mar que 21 e também der der ok então a gente vai trabalhar bem devagar por você puder entender todo esse processo vamos vir para o Brasil nós vimos Que nós
tínhamos aquela briga de qual código que eu uso dois código dos códigos do afrmm versão Americana a versão britânica e nós tinha mais o código da vaticana E desde o da década de 30 o Brasil tenta estabelecer um processo de catalogação Nacional porque começou daí da década de 30 porque foi na década de 30 que surgiu o primeiro curso de biblioteconomia em São Paulo não é evan década de 40 tem um segundo curso de biblioteconomia já no Rio de Janeiro então em São Paulo com Mackenzie Instituto Mackenzie no Rio de Janeiro com a Biblioteca Nacional
tudo bem que a Biblioteca Nacional a princípio começou a oferecer o curso somente para os seus colaboradores mais 15 abriu para o público só que o que que acontecia os alunos dos cursos como eles adotavam o código da vaticana e era língua inglesa os alunos sentiu muita dificuldade então tanto aluno conta o bibliotecário sentiu dificuldade não é depois de um tempo o Brasil começou a utilizar o ACR a 43 em 34 o Jorge Ribeiro ele lançou um documento chamado regras de biográficas ensaios de consolidação infelizmente não houve sucesso os vídeos até casos brasileiros continuavam apitando
pelo processo ainda do afrmm para o mais que tivesse o bloqueio do idioma em 41 a sociedade Paulista e brasileira ela apresentou as regras Gerais de catalogação e redação de fichas e o Conselho Regional de biblioteconomia de São Paulo aprovou essa régua também mas infelizmente elas também não vingaram em 43 o departamento de administração e serviço público junto com o instituto nacional do livro e mais a Biblioteca Nacional eles se reuniram e fizeram uma condição o e criaram o projeto de um código de catalogação que também infelizmente não houve um resultado legal no ano de
54 Nós temos dois fatos importantes o primeiro que foi a criação do ibdd que hoje é o ibict o e ouvir o primeiro Congresso Brasileiro de biblioteconomia documentação na cidade do Recife nesse evento o Edson Nery da Fonseca ele apresentou um trabalho chamado normas brasileiras de catalogação entrada de autor e os coletivos e nomes brasileiros ó e todo mundo com base nesse documento e com uma discussão mais aprofundada sobre a necessidade de se ter um código nacional e que pudesse ser utilizado por todas as bibliotecas brasileiras nós tivemos como resultado e a recomendação da criação
de duas comissões então nós tivemos a subcomissão Paulista EA subcomissão carioca a subcomissão Paulista ela ficou responsável de traduzir as regras que foram fornecidas pela biblioteca do congresso essas regras da Microsoft compras elas foram incluídas no texto da a a CR do código das é então a função da comissão Paulista era pegar essas regras e traduzir EA subcomissão carioca ela tinha como finalidade pegar o código da vaticana e o código da CR olhar o que os dois trabalhavam no o Guido de entrada de autor então ele se focavam para autores exclusivamente para as autorias e
eles tinham que também traduzir e apresentar uma junção desses dois códigos sobre autoria infelizmente a subcomissão carioca ela não quis contribuir muito porque ela dizia que esses dois códigos não se cruzavam não se beijavam então eles foram resistente e não estavam disponíveis dispostos a contribuir com a atividade que foram proposto no primeiro CD de tá aí o que que nós temos rapidamente nesse meio tempo nós temos as traduções dos códigos por quê e eu tinha que ajudar a minha clientela entender um código e começar a praticar tanto os alunos quanto os profissionais e como a
barreira idioma prejudicar Vá então nós temos lá em 49 a tradução do primeiro código da vaticana in-62 a tradução do segundo o código que esse segundo o código já teve a inclusão das regras da aula e inclusão das fichas padronizadas entre 69 traduziu-se o afr-sp 70 a catalogação simplificada do a cr75 a catalogação de esquemas e exercícios entre do 8283 teve a tradução da nova versão do afrmm e nos damos um destaque para o ano de a 180 hoje por meio da presidência da Maria Luísa Monteiro da Cunha ela foi convidada pela formado que a
Federação de bibliotecários a das associações brasileiras de protecard então o ar que vale convidou a Maria Luiza para coordenar um trabalho para tentar traduzir o a série 2 então quando foi 78 quando as R2 foi publicado ela já começou a trabalhar com a comissão da aula no sentido de fazer aquele casamento para fazer com que a gente em nível Brasil tiver temos autorização para traduzir para a língua portuguesa o código a série 2 bom então no ano de 1980 o Brasil recebeu enfim a autorização para traduzir o código para a língua portuguesa colocando a fé
Barbie com os direitos autorais desse processo o que para gente foi uma grande Vitória lamentavelmente depois de todo esse trabalho que foi feito durante todo esse processo graças a Maria Luiza quando o processo de tradução começou a ser feito infelizmente ela chegou a falecer e não conseguiu ver o fruto que ela tanto queria que era a tradução do acr2 inclusive nós vamos ver que ela foi importante que tinha parte do texto dela dentro do a série 2 e não conseguiu nem ver o processo da tradução e muito menos o processo de unificação por que de
fato todo mundo passou a fazer o uso do Açaí de 2 fazendo com que todas as juliotex no mundo inteiro com processo de catalogação seguir se a mesma regra para gente ver como foi o processo da inclusão do documento da Maria Luiza no código da do afr9 nós temos em 61 o 3º Congresso Brasileiro de biblioteconomia e documentação o terceiro CBB deu ocorreu lá na cidade do Paraná e eles tinham como finalidade fazer o estudo de dois documentos o primeiro era o documento que foi apresentado pelas a seleção carioca lá daquela recomendação do primeiro cbbd
lá em Recife então a subcomissão carioca Apresentou um documento intitulado projeto de regras de catalogação para os nomes brasileiros e portugueses porque eles trouxeram Este trabalho Porque até então os bibliotecários estavam enfrentando problemas na hora de como atribuído o cabeçalho de autoria nomes portugueses e nomes brasileiros eles ficavam Será que colocamos o sobrenome o último Será que colocamos o nome que a pessoa ela pretende o pseudônimo como a forma que a pessoa quer ser conhecida então não chegaram a um consenso não é então a comissão Branca carioca Apresentou um modelo para tentar solucionar essa questão
dessa divergência de como vai entrar o nome português e o nome brasileiro que isso era um grande era pedra no sapato de todos os bibliotecários naquele até então e a Maria Antonieta ela trouxe uma obra chamada a catalogação de autores brasileiros e portugueses Então o que foi que a Maria Luiza fez ela pegou esses dois documentos Ela estudou minuciosamente cada um deles e formou um outro documento intitulado nomes brasileiros e portugueses problemas e soluções e esse documento que foi elaborado pela Maria Luiza foi entregue para comissão Brasileira de catalogação a qual leu aprovou essa versão
preliminar e após essa provação esse documento foi encaminhado para a comissão da conferência de Paris onde Eles estudaram e eles não só gostaram do documento como eles incluíram esse documento na versão brasileira do ATR R15 e foi em 69 a publicação Então esse documento na Maria Luiza recebeu o número de documento número 13 e foi incorporado numa CR como atende esse número 8 e uma coisa que também é importante é que além o momento da Maria Luiza a NBR 60 norma brasileira 60 que também trabalhava questões relativas ao processo de catalogação também foi aprovada pela
comissão da conferência de Paris e também foi agregada então o Brasil ele marcou dois gols né então a gente conseguiu se destacar Nesse contexto mundial da área da catalogação por isso que a Maria Luiza o nome a figura da Maria Luísa Monteiro da Cunha é extremamente importante para nós da área da biblioteconomia e para o campo da biblioteconomia brasileira e mundial é por isso que ela merece Sim todo esse nesse destaque afinal de contas ela desde 61 ela venha batalhando e conseguiu fazer com que é aquela vontade largo bonise lá da idade média se conseguir
se concretizar ok e por fim nós temos como é que nós temos hoje os nossos códigos então nós temos na verdade o que que aconteceu e 78 tem que ser criação do a série 2 naquela altura as ai o processo de catalogação ela voltado para o catálogo manual então ali nós tínhamos A professora é catálogo interno catálogo externo e um catálogo próprio para autoria caringi autor um para título um para assunto não é só que com o advento da internet nós começamos a aproveitar esse a ferramenta a nosso favor então por isso que surgiu o
Marc 21 que é voltado para sua aplicabilidade para os catálogos automatizados então o Mark porque ele recebeu esse número 21 porque quando ele foi divulgado E estávamos já chegando beirando o século 21 então para presentear ou homenagear o próximo século eles incluíram no marque o número é por isso que ele passou a ser Marc 21 e ele anda casado com a série 2 porque ao a série 2 ele pega todas as informações do acr2 e faz a adaptação para planilha para ser alimentado na base de dados e o que que é o nosso RD o
rd é um sistema o rd é um concorrente o rd é um código de catalogação o rd a ele é um código de catalogação que foi divulgado no ano de 2010 e qual foi a preocupação do grupo que fez o estudo EA proposta do código chamado essa ideia é é um correto o a série 2 quando ele foi criado ele tinha uma característica não é Então tinha um espaço era um ambiente físico e com tempo nós temos não só mudança no ambiente mas também no suporte que as obras são feitas e por onde as obras
circulam então nós temos obras online nós temos Azul RL nós temos um ambiente digital então o que que eles no primeiro momento em um fazer eles iriam adaptar o código para gerar a terceira versão do afrmm eo Então seria o afr3 mas como eles viram que isso ia ser muito é complicado então ficou mais fácil você cria um novo código então surgiu um pele dela então é um código de catalogação que a princípio veio para substituir o as R2 é por isso que já tem biblioteca que já tá nessa transição de negra ao as R2
para o RBA como eu expliquei ali a biblioteca do congresso por exemplo ela já tem ficha tanto não formato do até e quanto no formato RBA que a tendência é essa é a gente sair do a série 2 e passar a trabalhar pegue de ar que ele tem características diferentes do a série 2 porque o a série 2 Ele tem muita geirinhas ele tem muitos Campos ele tem muitas siglas muitas pontuações cor e o rd a já não tem por que o rd ai é um código que se volta para o ambiente digital Mas ele
também aborda ou não digital então ele vai pegar os documentos analógicos digitais Tá então não vai ser só para o documento digital ele também vai agregar os documentos não digitais e os documentos analógicos não é os tradicionais e os não tradicionais e o foco maior deles é justamente a necessidade do usuário eles querem fazer com que o usuário consiga ao ler aquele catálogo ele consiga decifrar uma maneira muito mais simples como por exemplo o volume que eu falei naquela vez não é então toda vez que for volume o meu a CR ele me mandou eu
colocar um ver. Então eu tenho três volume então três ver. Quando for aqui no E aí eu vou escrever 3 volumes não é Então em vez de fazer abreviaturas nós iremos transcrever de forma fidedigna o material daquela obra no sentido de fazer com que o usuário consiga compreender mesmo é que ele processo de empatia eu como usuário vou conseguir entender que isso daqui significa volume que isso daqui SD eu vou conseguir entender que isso é sem data então é para esse é por isso que se criou esse novo código de classificação que vai ser bem
trabalhado na nossas próximas playlists Ok então chegamos ao final da nossa primeira aula da playlist de catalogação então trabalhou aspecto histórico da catalogação no sentido bem o detalhado tentei não ser muito demorada não é mais continuei um pouquinho hoje tinha que ser um pouquinho de morar na aula para gente poder explicar bem detalhado esse processo histórico da nossa catalogação Ok eu espero de coração que você tenha gostado da nossa aula Se caso você ainda não é inscrito no nosso canal senta-se convidado para se inscrever e se você for Compartilhe o seu vídeo esse vídeo os
seus colegas ajude a fazer com que esse conteúdo que é tão importante e tão escasso de ser encontrado consiga ser disseminado para mais pessoas para mais estudantes Camargo J Car span mais interessados na área da biblioteconomia em especial na área da catalogação Ok esperar o que você também acione o Sininho porque nós temos hoje terça-feira a nosso vídeo a nossa aula é sobre catalogação mas na quarta-feira o vídeo a nossa aula já é a sua classificação na quinta-feira a nossa aula já é sobre metodologia da pesquisa e na sexta é o nosso momento tira dúvida
então eu convido você também se caso ficou alguma dúvida no ar alguma curiosidade que você quer que a gente satisfaça coloque nos comentários quem sabe na sexta-feira a gente já não vai está estabelecendo a resposta que você está querendo saber sobre o conteúdo de hoje e das outras playlists Ok então eu espero vocês na nossa próxima aula e fique com Deus até lá tchau tchau