[Música] Está entrando no arma podcast, o podcast mais católico desse Brasil. Eu sou Ken, estou aqui com Bertaldinho, marido da Kenia, sempre azul e muito feliz. Gostei do muito feliz. E para o nosso bate-papo de hoje, nós vamos falar um assunto interessante, aparência, a imagem que a gente transmite, arquétipos e tantas outras coisas assim que vão nos ajudar muito. E para isso nós convidamos William Celso. Bem-vindo. Muitíssimo prazer estar aqui com vocês. Muito obrigado pelo convite maravilhoso. Eu fiquei lisongeado quando eu recebi esse convite. Não esperava porque eu acompanho vocês. Eu sou, né, um telespectador.
Ah, que coisa boa, né? E estar aqui hoje para falar com os nossos queridos ouvintes é um prazer muito grande. Então, espero que eu possa trazer alguns insightes muito interessantes para quem vai nos ouvir Hoje. Muito obrigado pelo convite novamente. Que bom, que bom. A gente fica feliz. Gente boa a gente traz, entendeu? V que a pessoa é boa, fala assunto interessante. Vamos embora. Vem pr cá. Hoje, tá? Que coisa boa. E antes de iniciarmos a nossa conversa, primeiro que se eu não falar isso, gente, a produção vai comer o meu fígado. Então, gente, ó,
tô cumprindo, hein? Tô cumprindo, ó. Tô cumprindo. Se inscreva no canal, por favor, porque fal Que nem você esquece de falar, quando você fala tá no final, todo mundo já saiu, ninguém ou já no final que já subiram as as letrinhas, não sei o quê. Então, gente, se inscreva no canal, faça isso. O algoritmo entende, gosta, fica feliz. Aí, deixa o like, depois vai botando seus comentários aqui pro William sobre o episódio. Quer ver? Deixa eu te falar um negócio importante sobre isso. Eu tava, de vez em quando, eu vejo trechos de alguns podcasts pelo
Mundo do Brasil, quase não não consigo ver. E aí tem um que eu gosto imensamente. E aí o o que que o apresentador fez igual a Kenia e ele diz o seguinte, há uma estatística e ele bota a estatística que 58% daqueles que gostam do programa não se inscreveram no canal. Olha só. E ele bota estatística. Toda vez ele tem 58, 59, 57. E ele vai botando isso, dizendo que olha, se você realmente gosta dessa Produção, se isso te faz bem, né? É um conteúdo legal que assim você, muitos, muitos até dizem: "Ah, eu sou
viciado na ânima, eh, eu tô assim maratonando a ânima, ajude a ânima a chegar mais gente, porque o algoritmo realmente ele entende que é uma boa entrega, que você gostou, que você botou o like, você se inscreveu no canal e aquilo vai propagando." Quando um monte de gente vê, né, só para você entender, e ninguém se inscreve no Canal, você dá um recado pro algoritmo que é o seguinte: "Olha, eu até vi esse conteúdo, mas eu não amei, eu não maratonei." E é mentira, porque vocês mesmos nos dizem que que gostam, que maratonam, que assim
que a ânima mudou a vida de vocês. Então, pra gente poder ajudar a mudar a vida de outras pessoas, eu queria que você fizesse só o básico, que é clica ali agora, se inscreve no canal na IMA e também dá o likes. Olha, eu gostei desse conteúdo, eu vou ajudar A evangelizar. E assim, é isso, é com todo mundo. E eu vou te dizer, esse sujeito, ele tem apenas 10 milhões de inscritos no canal. Olha, 10 milhões de inscritos, você fica pedindo pras pessoas se inscreverem, né? Isso significa não, mas isso significa que 5.800, né,
pelo menos que vem ali, vamos dizer do povo que ele já tem. Ou seja, ele tem uma audiência gigantesca e 58% não aperta o botão. Gente, hoje a produção vai ficar feliz Porque você deu explicação com embasament do fundo do coração. É porque assim, né, eu vejo daí da seguinte forma já para complementar também, porque eu produzo muito conteúdo, né, e nossa, o que eu tenho de cliente, amigo, gente, nossa, adorei aquele conteúdo, mas eu vou lá ver o fulano não segue, não tá curtindo o negócio. Vamos ser honesto. Aqui há uma produção cinematográfica que
foi muito dinheiro, que foi muito tempo, muito carinho e muita energia. Ah, e um Conteúdo de alta qualidade que muitas vezes o ouvinte não teria eh como ter o contato com algumas pessoas que vocês convidam aqui, como por exemplo o Frey Gilson. Eu não sou amigo dele, né, mas eu consegui ouvi-lo muito bem por aqui. E vocês conseguem trazer essas pessoas para cá. Isso custa dinheiro, isso custa tempo, isso custa contato, isso custa muitas coisas, energia, energia, né? E o que que é um like? Ele é gratuito, mas para nós que produzimos conteúdo, ele Vale
muito. Ele vale o quê? Ele vale a sua atenção e vale também essa relevância que você causa aqui pro podcast e pro trabalho de qualquer outra pessoa que você siga também. É uma forma de eh gratificação. Olha, você fez um bom trabalho para mim. você investiu rios de dinheiro, energia e conhecimento. E eu vou te dar tempo, né, tempo em troca uma coisa, um like e um vou me inscrever para acompanhar mais conteúdos como esse. E tem uma outra Coisa boa, você começa a receber mais conteúdos de outras pessoas ou até como este aqui e
limpa o teu algoritmo de um monte de bobagem que às vezes você tem aí também, né? Gente, vou trazer o William para falar sempre aqui comigo. Olha, gostei muito. Você fala muito bem. Compredade isso, isso, isso é realmente uma necessidade, uma verdade. A gente pede e eu quero até agradecer as pessoas que já se inscreveram também no canal, sabe por quê, ô William? Eh, elas nos Deram também, por um outro lado, um grande presente na busca na busca Google de 2024. Esse podcast ficou no top 10 do Brasil na busca. Nós somos o oitavo. Depois
de nós tem duas pessoas que de muito respeito no Brasil. Jó é o J Uhum. E Café com Deus Pai. Uhum. E se qualquer um que tiver hoje assistindo esse programa, entra no Google e procura a a busca Google de 2024. Veja todas as categorias, chegue na categoria podcast. Uhum. E e outra, por enquanto, dos 10 do top 10, apenas esse podcast não tem um patrocínio. Que diga de passagem, nós estamos buscando patrocínio. Se você é um empresário, se você vê relevância nesse podcast e também tiver algo que a gente também pode anunciar, que nós
também não vamos anunciar qualquer coisa, são valor, né? Isso é isso, isso não não tá para negócio, né? Então assim, mas nós também precisamos de ajuda para expandir. Nós além desse Podcast temos o Anima Saúde que tá começando a decolar também bons conteúdos. Então assim, eu acho que essa abertura, mais até do que uma abertura, ela ela precisava acontecer e ser esclarecedora, assim pra gente poder pedir ajuda e agradecer. Olha, se nós ficamos em oitavo lugar do Brasil é graças a muita gente que nos buscou e que procurou. Sem sombra de dúvidas. Eu sinto que
o brasileiro ele tá passando por um momento, né? E, querendo ou não, A gente já começa a fazer uma ponte aqui pro conteúdo. Eh, eu percebo que há um pessimismo na mídia é gratuita geral, né? Mas quando você para de ouvir demais a mídia e choca os seus olhos com a concretude, com a realidade, você vê que o brasileiro e o povo eh eles estão buscando de fato por eh por algo, estão voltando à suas origens. Então, como é que eu posso trazer isso? É só você ir numa missa, né? Eu virei católico de Verdade,
né? Eu era de BGE tem alguns anos e eu me lembro quando eu comecei ir à missa, não tinha ninguém. Eu podia me sentar à missa sempre. Hoje, se eu não chegar em qualquer catedral ou paróquia ali perto de casa, se eu não chegar pelo menos 30, 40 minutos antes, eu não sento. E só há um ano e meio atrás não tinha quase ninguém. O que eu quero dizer? O trabalho de vocês e de muitas outras pessoas é está trazendo essa esperança pro Brasil. Então, quando uma Pessoa dá um like, ela apoia, ela reforça para
que mais pessoas vejam isso aqui. E se nós queremos ter um Brasil de esperança, um Brasil que realmente vai se reinventar a forma como é a nossa cultura, não se reinventar, né? Talvez só voltar à tradição já tá muito bom, né? Que foi o nosso motivo fundacional aqui desse país que foi uma missa. Se se a gente voltar ao básico, e eu sinto que o brasileiro tem buscado por isso, eh esse podcast ele faz essa função. Então Você que acredita no nosso país também, que acredita nas pessoas que t a esperança de quando for morrer
ou tiver próximo de morrer, eh, e ver teus filhos, teus netos, cara, eu queria que esse país fosse bom para eles, né? Melhor do aí do que eu tive. é o nosso trabalho de hoje que tá fazendo isso. Então, um like, um se inscrever, um compartilhar, faz isso, porque toca no peito de alguém que ouve, fala assim: "Cara, eu acho que eu vou voltar a Rezar. Eu acho que eu vou voltar para uma missa. Eu acho que eu vou me confessar ou deixa eu ler um negócio aqui ou deixa eu ouvir mais pessoas como essas
aqui." Nós começamos então a fazer eh um convite a essas pessoas todas a praticarem as virtudes, uma e aí a vida volta a ser reta, a vida volta a funcionar, né? Então a pessoa tá no inferno de Dante, ela começa a ver o céu de Dante, né? Então ela começa a ver esperança. Enfim, gostei que você falou De praticar a virtude. Eh, então a gente tá chegando aí perto da Páscoa. Sim. E aí a gente fica, né, muitas vezes, ah, vou encher a criança de ovo de Páscoa, vou não sei o que lá, muito chocolate,
chocolate para lá e para cá e para lá e para cá. Então, eh, presentear com algo que evangeliza também é muito importante. Por isso que a loja Anima criou até fez uma promoção que é um cupom de desconto chamado assim, gente, é Páscoa 10. Só Colocar na loja, entra no site lojaanimoficial.com.br e colocar lá como cupom de desconto Páscoa 10, 10% de desconto em todos os produtos. E a equipe montou um eh alguns kits que assim que são sugestões de presentes, dentre eles a capelinha com a oração de proteção que para botar é oração mais
antiga dedicada à Nossa Senhora. Exatamente. E aí para pessoas eh saber a sua oração antes de sair de casa, porque a oração é belíssima, de já pede a vossa Proteção recorremos santa mãe de Deus. Então olha só, começa assim. É a primeira oração feita na nossa senhora. Sab e ela e ela é muito bonita, porque vou então vou ler. Olha, a vossa proteção recorremos, santa mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos. Ó Virgem gloriosa e bendita, rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que
sejamos dignos das promessas de Cristo. Então você pega, Faz essa oração todo dia sair de casa. Lá em casa a gente faz, eu, Bertal das Crianças, desde que o mundo é mundo, não tem, a gente faz. Ninguém sai de casa sem fazer essa oração, nunca. Desde desde bebezinho tod que é importância. E aí a gente montou um kit com o terço. Esse terço é um terço que a gente produziu. Terço, um terço que a gente produziu exclusivamente pra pro pro santuário que ele é do santuário aqui que aqui tem o anjo da Paz, o o
Imaculado Coração, Nossa Senhora de Fátima. E aqui vem São João Paulo I, Santa Jacinta Marto, São Francisco Marto e Irmã Lúcia que tá em breve de qualidade, né? Coisa linda. Então assim, montou esse kit. Esse é uma sugestão de presente, sim. Né? Uma sugestão. Mas tem muitos outros kits. Exatamente. Tem outros kits. Então gente, é só entrar e escrever Páscoa 10 na loja e também é não perde se cupom. Vai até domingo de Páscoa. Temos também O nosso livro que, enfim, você sabe, né? Muitos sabem, mas muitos ainda não. E não tem ainda. O livro
conta a toda a mensagem de Fátima, que Nossa Senhora disse, quem eram os pastorinhos, como era a vida deles, o que aconteceu com eles depois. Quais foram os milagres, tornaram eles beatos e santos? Por que Francisco e Jacinta já são santos e irmã Lúcia não? E o segredo já foi revelado? Então aqui tá toda a história. Você quer presente, ó? Muito obrigado. Já sou Sendo mimado. Muito obrigado pelo presente. Eu quero depois Ah, já tem dedicatória. Tem dedicatória. Willam e Gabi, a minha amada esposa está aqui. Rezem o terço todos os dias. Nos pediu Nossa
Senhora com carinho. Muito obrigado. Agora eu queria só. Você elogiou tanto terço. Tom para você também. Ah, pronto, já dá pra família também. Muito obrigado. Lindíssimo, lindíssimo. E é e lembrar uma coisa, ele falou sobre a missa, né? Sobre voltar à Origem e da primeira missa no Brasil. Sim. No domingo de Páscoa, a cruz da primeira missa no Brasil, que está em Braga, em Portugal, estará aqui. Ah, é às 17 horas para 13. Que espetáculo. Isso aqui não vai caber, gente. A Cruz de Braga. A cruz de Braga, que é a primeira, a cruz da
primeira missa no Brasil. Aham. Ok. OK. O pessoal chegou, desceu do navio, botou a cruz, celebrou a missa. Esta cruz vai sair de Braga e vai fazer um um trajeto pelo Brasil. E no domingo de Páscoa, às 5 da tarde, vai estar aqui para rezar o Ton Santário de Fátima aqui no Rio. Que coisa maravilhosa. Vou tentar dar um pulo aqui, ó. Não é assim, é é bem mais perto que é bem mais perto do que Braga. vai ter que até então assim e assim emocionante a cruz cara que que fundou o país. Exato. Exato.
Vai tá aqui. Então a gente tem que voltar à origem mesmo. Sim. De verdade. E isso, né, a gente já consegue Já calhar com o que a gente vai falar um pouco aqui hoje ou não. Porque o que que é posicionamento em essência? É a construção de uma percepção na mente de alguém. OK. Mas o como que um posicionamento forte ali é construído? através do ato fundacional, de um mito fundacional. Eu eu gosto de metáforas, né? Então pensa que a gente eh criança e tá com um lago na frente ou a praia e aí e
a gente tá jogando pedrinhas. Aquela pedra assim que ela cai, ela faz as Ondinhas ao entorno, né? Aquilo é o ato fundacional. Então é aquele primeiro ato, aquela primeira pedra que cai que as ondas vão eh as causalidades vão acontecendo a partir dali. E o nosso país, ele tem esse ato fundacional. A primeira pedra que foi jogada aqui nessa analogia, ela é isso. Esse é o nosso país, esse é o nosso DNA, esse é o nosso povo, né? E é o que esse podcast é o que vocês fazem, né? Vocês trazem esse posicionamento de revogar
assim e Simplesmente a tradição, né? Gente, começou assim, eu não tô inventando moda, é só continuar fazendo porque tava dando certo até certo ponto, entendeu? Então é muito belíssimo isso e obrigado pelos presentes. Eu gostei demais. Ah, que bom. Muito bem. Então, ah, tem mais uma coisa. Vamos falar rapidinho, senão a gente não começa a nossa conversa. Ela já começou. Você fala com muita propriedade sobre a comunidade ânima para quem não conhece. Então, a Comunidade Ânima, nós fundamos aqui uma comunidade que ela pretende ser além desse local que eh junta as pessoas, que as pessoas
podem estar, ela é uma escola de formação. Uhum. Ela quer formar, né? Ela quer trazer de volta isso, o nosso início. Como é que nós somos? Eh, Deus criou homem e mulher, não é? Como é que é a criação dos filhos? Como é que nós cuidamos da saúde? Como é que nós empreendemos? Como é que nós temos uma vida espiritual? Porque sem esse Primeiro pilar aí não vai lugar nenhum, né? Corpo, alma, espírito. Então, as coisas perdem o eixo. Perdem o eixo. Deus tem que estar no centro de tudo. E nós temos a comunidade de
Ânima, tá ali, ó. Eh, para quem quiser ver, temos muitos bons professores nessa comunidade. Sempre queremos mais, aumentar mais e mais. a gente quer chegar ao final desse ano assim, talvez com mais de 100 professores e e com uma linha mestra que vai nos levando de Volta ao sagrado, de volta à família, de volta à reconstrução da nossa capacidade também de trabalho, de saber que nós não ficamos, precisamos ficar dependendo de ninguém, da coisa nenhuma, nem bolsa nenhuma, nem nada. Eh, pode ser que momentaneamente alguém precise disso, mas é é preciso reconstruir, fazer a pessoa
estudar. Sim, a pessoa mudar de vida. Eu eu eu não quero apenas na comunidade ânima, Ken eu, a gente não quer com os professores dar o peixe, eu Quero dar a vara. Sim, para a pessoa poder construir a família, entender qual o papel do homem, qual o papel da mulher, como é que cria os filhos, como é que tem uma boa saúde, como é que trabalha, como é que reza, ou seja, como é que você muda a sua vida e e tem assim um novo sentido, o sentido original que por muito foi se perdendo. Então
você que ainda não faz parte da comunidade ânima, se inscreva no dia de hoje, já começa a ver as aulas. Que maravilhoso. Muito bem, né? E o William, agora sim, vou falar propriamente do nosso convidado William Celson. Ele é psicoterapeuta, empresário, especialista e mentor em posicionamento de marcas. E assim, o que eu acho que eu vi que ele sente mais orgulho de falar que ele é casado com a Gabriela Pbel. Sim, minha lindíssima esposa. Tá lá trabalhando porque lá em casa é assim que funciona, né? Ela trabalha, eu curto a vida, passeio, viajo, né? Né?
Ela tá lá com os compromissos hoje. Ela tá num curso, na verdade, né? Então ela não po vir, mas mandou um abraço para vocês também. Ouve vocês. Que bom, que bom. Voto para ela. Então, Willam, diz pra gente aqui uma coisa. Você faz um você é especialista em posicionamento de marcas. Eu sigo você, acho que o seu conteúdo é ótimo, muito bom. E você fala realmente, eu vejo você sempre falando muito sobre o posicionamento, sobre a a, né, como a pessoa se apresenta. Perfeito. Tudo isso é, tem gente que acha que isso é bobagem, que
acha assim, mas olha só, eu sou a minha essência, eu sou eu sou o que sou. A pessoa tem que gostar de mim pelo que eu sou, não pelo que eu visto. Eu já escutei muita gente falar isso. Perfeito, perfeito. É isso, é bem bem convencional, né? Ah, vamos começar aqui da parte antropológica básica, né? Eh, hoje eu falo de marketing e por consequência de posicionamento, né, que tá dentro do Marketing, a o termo posicionamento. Eh, por quê? Porque eu passei alguns anos e até hoje estudo apenas sobre pessoas, né? Então, eh, fiz várias formações.
Eu comecei com a psicanálise, que depois eu vi que, enfim, foi a minha introdução, né? Hoje eu vejo que, enfim, ali cai tudo por terra. Mas eh foi o meu primeiro pé que Deus me guiou ali após 2018 mais ou menos, que eu sofri ali mais uma parada cardíaca e abandonei a vida de atleta. Ah, depois você vai Contar essa história. Conta. Ele falou que sofri mais uma. Não, mas não conta agora não. Daqui a pouco a gente vai entender essa história toda. Eu vou ser bem sucinta aqui, né, para não abrir muito looping. Ah,
e aí depois disso eu falei assim: "Bicho, eu acho que eu tenho que ajudar a gente de uma forma diferente." Comecei o concurso de coach, aí fui pra psicanálise, falei assim: "Cara, isso aqui tá meio estranho, né? parece que Freud quer comer todo mundo. Eu acho que não é bem isso, tal. Eu falei assim, deixa eu estudar mais coisas. Aí fui conhecendo o professor Olávio e aí foi a coisa, né? Fui conhecendo outros professores e outras linhas psicoterapêuticas até chegar na própria filosofia e na própria teologia, que é a que é a psicologia mais sofisticada
que existe, né? Que é a psicologia da alma, que é a psicologia do eh que é o tratamento do espírito, na verdade, né? Que é o corpo, a alma e o Espírito. E eu vi que era uma coisa só que havia momentos para tratar. Por que que eu dou essa introdução? Porque eu comecei a compreender ali algumas coisas que são do homem. É o homem isso. Então, vejamos. Hã. Um rapaz numa noite de 9:20 da noite, no meio ali do Leblon, eh, cruza uma rua e logo que ele tinha visto a 300 m de distância,
ele coloca um capuzlo na cabeça e ele tá mal vestido e ele tá com as mãos na cintura e vindo rápido na sua Direção e não tem ninguém na rua. Ele quer ser seu amigo ou ele talvez queira te assaltar? A sensação que dá que vai me assaltar. Perfeito. Vai ser meu amigo. Pra, mas como que você pode julgar o livro pela capa? Porque graças a Deus a gente julga o livro pela capa, Porque senão a gente não estaria vivo. Porque senão nós iríamos, por exemplo, fazer um passeio numa montanha e tem uma cobra, você
ia querer dar um beijo na cobra, né? Então Isso é do senso comum do homem, né? tá na antropologia do homem, ele reagir, o mundo entra através dos sentidos para dentro dele e nós já temos ali eh uma habilidade maravilhosa, automática, que a gente nem precisa instalar ela de fábrica, ela já vem para instalada, que ela te traz reações de, cara, isso parece ruim, isso parece bom, isso parece, enfim, são as percepções. Então, a gente se movimenta através dessas percepções e algumas percepções já são Enraizadas em nós, como por exemplo o mal, o perigo. O
que eu quero dizer? Julga-se o livro pela capa o tempo inteiro. E aí vem as pessoas, né? Eu eu adoro essa. As pessoas precisam perceber a minha essência. Aí eu faço uma pergunta: "Tá, então quem é você? Qual a tua finalidade última? Quem é então? O que que é tua essência? Então". E aí a pessoa ela começa a devanear e ela não sabe definir quem ela é. E aí é uma premissa que eu tenho como uma empresa Que tem um fundador, tem um CEO, se ele não sabe quem é, ele não, ele não se posiciona.
Se eu não tenho claro do porque eu tô fazendo isso aqui, que é uma visão futura, que talvez eu chegue um dia, uma missão clara, né? Do que eu estou convocando pessoas para participar dessa empreita comigo, como a os aliados que foram para a guerra contra o nazismo, por exemplo, na Segunda Guerra Mundial. Se eu não tenho uma missão clara, uma visão clara de futuro e por Eu existo e quais valores existem em mim como fundador de uma empresa ou como CEO, mas isso começa com um posicionamento pessoal, eu não tenho nada. Eu deixo com
que as pessoas definam quem eu sou, com que aquilo que eu ouço, que nem que eu não medito sobre, vá definindo a minha própria personalidade. Aí é onde eu digo, é uma pessoa que ela não tem eixo nenhum, na onde qualquer um diz aquilo que ela é, onde um influencer um pouquinho mais Influente já faz com que ela troque completamente de ideia, sem com que ela nunca descubra no final do dia quem de fato ela é. E são essas empresas que hoje em dia a gente encontra, eh, muitas, as pequenas empresas, principalmente acontecendo, acometendo isso
com elas e milhares de pessoas na internet fazendo este mesmo movimento, não tendo o que, então, uma identidade, não entendendo do porque faz aquilo que faz. E se eu não sei do porque estou Fazendo aquilo que deveria fazer, eu não tenho o que, por fim, um posicionamento forte e claro, que é uma coisa que eu concluo dizendo que é o que eu chamo de cercadinho de avô. Eu tenho um vô, né, o vô Zé Bento, e, enfim, já tá quase indo, já tá um senhor, eh, e o bicho não se cuida. E eu entendo muito
de suplementação, de dieta, porque eu fui atleta profissional de físicoturismo. Então, a gente entende bastante. Eu tenho hoje médicos Maravilhosos, falam assim: "Vou, tem que fazer assim, assado tal". Quem diz que eu mudo a cabeça do velho, né? Eu vou lá, é só falta ele me bater se eu tento trazer um um conselho para ele. O que eu quero dizer com o cercadinho do avô? A gente não consegue chegar na casa dos nossos avós, quem tem avô ainda, né? Ou quando tinha e mudar a cabeça do velho. Ele vai te estirpar de lá, vá, sai
daqui. Ou ele xinga, né? Não é assim mesmo que eu sou, não sei que lá. Ele já Vai me estirpar para fora. O que eu quero dizer com isso? Ele tem clareza do que ele é e do que ele não é, mesmo que ele esteja ali errado em em muitas coisas. E é a partir daqui que a gente precisa começar a nossa conversa. Qual é o seu cercadinho de avô? Ou seja, dentro daquele cercado, quais são os comportamentos que você tolera e que você não tolera? Quais são as coisas que você acredita e não acredita?
Quais são os valores que você realmente permite e Não. E o que que você quer com esta casa? Então, por exemplo, vamos pensar numa casa de um avô. Quero manter a a minha família bem e unida. Beleza? A nossa missão aqui é ter harmonia e trabalhar para ajudar em casa, porque a gente não é rico. E os nossos valores é respeitar pai e mãe. A gente tem fé, a gente tem religião. Aqui é assim que funciona. A gente não rouba, não mata. E é assim que funciona. Ninguém aqui tá em cima do muro. Não tem
mais ou menos. É Assim que funciona um posicionamento de uma empresa, de uma instituição, como também de uma pessoa, porque uma empresa é a materialização das ideias do dono, né? Então ele é uma expansão dos valores da visão dele num negócio, precisa ser igual. Então o posicionamento para mim eu gosto de articular com coisas práticas. Pensa no teu avô, não era negociável com ele, certo? Por que que é negociável então na tua empresa? Por que que é negociável então no teu perfil do Ali do Instagram você não xingar às vezes um fulano que é justo
xingá-lo, que é justo você dizer: "Cara, aqui não é assim que funciona. Problema teu, a tua opinião, porque aqui não é assim que funciona. Aqui funciona de uma outra forma. O posicionamento ele começa por aí. E a percepção de imagem, no entanto, e portanto, ela vem de que, cara, se eu estou dentro de um ambiente de negócios, eu preciso me portar como uma pessoa que tem negócios. É diferente, por exemplo, De eu estar na praia. Na praia é um ambiente cujo causa final é descansar, relaxar. O trabalho, a causa final é o quê? Servir ao
outro. Então, se eu tô servindo ao outro, eu preciso estar bem uniformizado. Concluo dizendo, imagina se os policiais não quisessem mais usar farda porque tá calor, eles não cumpririam bem com o seu ofício. Por exemplo, você teve sua bolsa assaltada e tem um policial do seu lado e você poderia pedir ajuda, por exemplo, só que Ele tá de bermuda, chinelo, de regata e aí você sai correndo, aí tropeça com ele, ele fala assim: "Nossa, você tá bem, né, que o que aconteceu?" Eh, eu fui assaltado, um menino pegou minha bolsa. Ah, mas por que você
não me chamou? Por que você é o quê? Ah, sou policial. Ah, mas você tá em dia de descanso? Não, não tô trabalhando, mas tava quente hoje resolvi não trabalhar da forma como eu deveria vir. Não funcionaria. Então, o mundo ele move-se Pelos símbolos. As pessoas interpretam a realidade pelos símbolos, portanto pela aparência. E a aparência importa muito em todos os sentidos. Não importa muito. Se você não importa pouco, importa muito. Você deu o exemplo de um policial, você deu e e seja a pessoa mesmo se ela tá indo trabalhar ou nem indo trabalhar. Vou
te dar um exemplo. Uma vez eu fui numa era uma era uma coisa que tava acontecendo na igreja, não foi aqui, não, foi em outra Igreja. E eu fui e tinha que levar uns materiais, umas doações. E eu conheci uma mulher nesse mesmo dia. Ela tava assim com uma parecia um vestidinho de ficar em casa, bem assim ensurradinho, cabelo mal amarrado, um chinelo tipo Havaiana no pé e levando. Eu conheci ela nesse momento assim, eu cumprimentei oi, me apresentei, ela se apresentou para mim. Eu eu até senti que ela tava meio encabulada, mas ela se
apresentou para mim. Ah, tá bom, eu vim deixar aqui ela, Eu também pronto, acabou. Aí numa próxima oportunidade a gente se encontrou de novo. Ela estava impecavelmente vestida. Aí eu falei assim: "Ih, hoje ela resolveu se arrumar". Eu pensei comigo, mas depois de todas as outras vezes que eu encontrei com ela, encontrei com ela depois mais de 20 vezes, ela estava impecavelmente vestida, mas eu me surpreendia toda vez esperando encontrar aquela mulher descabelada e desgruda, é Porque nesse dia ela saiu correndo. Bom, eu não sei o que que foi. Acho, eu acho, talvez ela tenha
pensado, eu não vou encontrar ninguém hoje, eu tô atrasada. Eu vou só lá entregar esses mantimentos e vou sair correndo. Mas eu vou dizer para você, eu tô falando sério. Tô, eu encontrei com ela mais de 20 vezes depois em alguns eventos. Impressiona ainda. Toda vez que eu encontrava com ela, falava assim: "I ela tá arrumada, eu pensando comigo mesmo." A tua Expectativa era outra, era era voltar a ver ela, porque ficou marcado primeiro uma percepção. O que as pessoas não elas não entendem para concluir esse eixo aqui é pessoas compram percepções, pessoas não compram
produtos, pessoas não compram serviços. Hoje você vê isso mais do aí do que nunca, por exemplo, numa Irmess. Cara, é sim, é uma bolsa bonita, claro, mas Exato. Mas é R 200, R$ 300.000 e 2, 3 anos de filo de espera se o atendente quiser te vender, quiser Te vender, se você se você for agregar alguma coisa mais, você pode pagar e esperar dois, tr anos. Tem muita gente que pode pagar na hora. Exatamente. E se o vendedor não gostar de você, ele não te vende, porque você não tem os valores da marca. Não, você
sabia que agora tem uma estratégia para comprar lá? Sabe como é que faz? Vou vou dizer qual a estratégia. Não, eu vi, eu falei que ajudo gráfic nunca comprei lá, mas conta aí ela dizendo assim, para você, para Você comprar uma bolsa da tua conta aí, você primeiro, você vai na loja lá e você pega e especificamente dessa marca, você vai lá na loja e aí você compra, sei lá, você compra um alguma outra coisa que não tem nada a ver com bolsa, entendeu? Sei lá se é, faz amizade com vereador, não é amizade. É,
não, você vai comprar coisa, tu não tá nem interessado na bolsa. Você vai comprar, sei lá, coleira do cachorro, você vai comprar outra coisa não tem nada a ver Com nada. e compra e faz cara blazeria, não sei o quê. Para, olha isso, gente. As pessoas inventaram um método para vendedora falar assim: "Ah, é uma pessoa que tá despretenciosa, tem dinheiro, tá gastando com outras coisas e tem um perfil para ter uma bolsa". Eu falei, gente, as pessoas desenvolvendo método, método para poder comprar. E eu queria comprar, não sei se eu queria comprar não, mas
eles fazem uma cela para montar, né? Remessa, mas é, então, Pronto, eu vou lá comprar cela baratinha, né? Aí faço cara de blazer. E essa cela aqui, me dá essa cela. Deve ser. Imagina o rin não é cela. Me dá essa cela aqui, por favor. Depois eu faço cara de não quer nada. Pronto. Aí v aí vai ter que comprar a bolsa. Exatamente. E uma bolsinha de brinde, né? Uma bolsinha de brinde para complementar a compra pra sacola não ficar tão vazia. Mas para ver o valor que a percepção gera, pessoas compram Percepções. Will, eu
não concordo. Tem milhares de testes. Um deles que é muito famoso é o da própria Coca-Cola com a Pepsi. Colocaram Coca e Pepsi num copo de plástico. Eh, várias pessoas que gostavam daquele refrigerante provaram no copo de plástico. Mais de 70% escolheu a Pepsi, porque ela de fato é mais gostosa para quem bebe refrigerante. Eu não sei mais nem o gosto, eu não tomo 16 anos já. É, mas quem gosta, preferiram a Pepsi, Colocaram os refrigerantes em suas devidas embalagens, abriram na hora e deu para e aí deu ali para as pessoas provarem. Magicamente o
número inverteu para 70 e poucos por de pessoas que preferiram Coca. O que eu quero dizer? Pessoas não consomem produtos, pessoas não consomem serviços, pessoas comem, consomem, bebem suas percepções. Então, a percepção que você constrói na mente do outro, porque esse cercado de avô, que é o exemplo inicial, ele é um Cercado na mente. Antes nós eh eh você consegue ver um cercado de carne e osso ali, né? Ele com cercadinho, com cerca bonitinho. Só que nós precisamos entender que o eh onde nós temos que dominar é o território mental. Então, quando uma marca, quando
uma empresa, quando você quer construir de fato algo mais sólido, você tem que entender que você está lidando com o solo mental. E esse solo mental que funciona como se fosse vários Condomínios, eu gosto de pensar dessa forma. Vamos pensar junto. Ah, tem o condomínio de número um, dois e três. No condomínio de número um, tem lá a catolicismo. Estamos no mesmo carro, vamos entrar neste condomínio. Entramos no carro. Rua um, podcasts católicos. Rua de número dois, padres famosos. Rua de número três, a gente pode colocar Instagrams famosos. Vamos paraa rua de número dois, padres
famosos. Qual é o primeiro padre que possivelmente estaria Na casa um ou o primeiro que vem à mente? Hoje talvez Fregilson. Padre Paulo Ricardo. Padre Paulo Ricardo. Muito bem. Padre Paulo Ricardo tá na casa de número um. Então o Fregilson na casa de número dois, que é um vizinho, porque estão na mesma rua. Uhum. Né? E o de número três, o padre Marcelo. Concorda comigo que dentro de um condomínio de casas, as casas são meio que semelhantes, mas cada uma tem sua diferença única. Uma o portão é laranja, Uma nem tem portão, a outra é
mais moderna, a outra é neoclássica, mas tem o mesmo padrão ali. Perfeito. Quando a gente entende que a mente humana é exatamente isso, porque o que que a gente acabou de fazer? A gente categorizou essas pessoas em departamentos na nossa mente. Olha só, o Frey Gilson eh tá brigando por um terreno quase do mesmo tamanho que o padre Paulo Ricardo, porque houve uma confusão aqui. É como se o terreno dele De 2000 m², aqui na analogia, o do Frey Dilson já tivesse 1800 m². O que eu quero dizer? Já está definido na mente do público
o primeiro, o segundo, o terceiro lugar, o quarto lugar. Então o que que nós temos que fazer? Nós precisamos ter um terreno muito bom em alguma rua na mente de alguém. E como é que eu construo esse terreno muito bom? Através da construção de uma percepção. Mas como é que eu construo uma percepção, meu Deus do céu, como que eu Trabalho isso? Porque a percepção percebe em que esse terreno jun. Exatamente. E como é que eu compro esse terreno? Como que, por exemplo, uma IBM perde todo o mercado que eles tinham há décadas atrás pra
Apple, né, e pra Microsoft, sendo que eles eram os maiores do mundo e do mercado e não tinham teoricamente como perder. como que uma Kodak, né, da, é, da minha época do filme, perde completamente seu mercado e hoje em dia não significa mais Nada. Bom, por conta da percepção, construção de percepção, e tem manual para isso. Tem um manual passo a passo de como construir uma percepção na mente de alguém que pode ser usado pro bem ou pro mal. Mas, por exemplo, se digamos que a gente enumerou três padres, Paulo Ricardo, Fre Gilson e padre
Marcelo, digamos que não houvesse o quarto terreno, OK? Só os três, mas um dos três hipoteticamente, né, dissesse assim: "Poxa, eu tô no número três, eu quero ir Pro número um". Perfeito. Como é que eu inverto isso aqui? Muito bem, essa é uma ótima pergunta. Toda a teoria do marketing, ela foi escrita com base eh em manuais de guerra. Se você pega Cotler, ele escreveu grande parte dos seus manuais, é, eh, o Aes, o Jack Throw, David Ogov, os pais do marketing, né? Ah, o próprio Berne, que é que era o que era o sobrinho
do Freud, eles têm uma base de onde eles mais pesquisaram marketing, Foram dos estrategistas de guerra. O maior estrategista de guerra ali, eh, aliás, um filósofo ali da guerra foi Klauswitz. Ele tem um livro que chama Sobre a Guerra. Se você pega todas as nomenclaturas do livro e formas de ataque, se você lê um livro de marketing e lê um livro de guerra, as nomenclaturas são as mesmas. Então, a primeira coisa que a gente tem que dar um drive aqui na nossa cabeça, se eu tenho um negócio, eu estou em guerra com Outros negócios. Só
que as só mas só que a nossa guerra atual não é com armas, não é uma guerra bélica, é uma guerra de palavras, é uma guerra de percepções, mas muitas vezes não é nem uma guerra tão pacífica. Na maioria das vezes, nas grandes empresas, principalmente, guerra, é uma guerra velada, mas tem uma guerra. Tem uma guerra. Tanto que você não pode contar um segredo, você não pode, vamos dizer que eu tô aqui, tô exato. Tô bolando aqui, digamos, um Podcast X, né? Aí o meu concorrente aqui diz: "Pô, o cara vai fazer aquilo, eu vou
fazer na frente". Perfeito. Exatamente isso. Então, não se esqueçam, isso é muito interessante. A primeira coisa que a gente tem que ter claro na nossa mente, eu tenho um negócio, eu tenho um CNPJ, ótimo, você tá em guerra, só que você pode saber ou não. E se você não souber, é pior, porque você vai começar a tomar tiro e não sabe de onde que vem. Perfeito. Aí a sua pergunta, Will. Então, primeiro, segundo, terceiro e quarto lugar. Porque olha só que interessante, eu vou dar exemplos de guerra como entrei aqui nesse contexto. Ah, quem está
em primeiro lugar, ele está numa guerra defensiva. Ele está defendendo uma posição. Vamos pensar no nazismo, no auge, eles defendiam a posição da Europa, né? Eles tinham eles tinham dominado a coisa toda, tinham todas as costas eh ali da ali da nossa querida Europa e automaticamente eles Estavam protegendo aquilo, defendendo uma posição, porque eles tinham o maior número de soldados e maior número bélico e melhores estratégias. Beleza? Eh, aqui no caso é mais armas, né? Os aliados faziam pequenas tentativas ali de eh ofensivas e quase nunca dava certo. Tanto que que a Inglaterra, eles tentaram
várias, França caiu em dois, três dias, né? Enfim, o que eu quero dizer? Eles eram tão fortes e tão poderosos que não tinha nenhum segundo Lugar, porque eles dominaram o território inteiro. E aí, no caso, a guerra de ofensiva não tava funcionando. Então, eles precisaram fazer uma estratégia de flanco. Bom, eles eh os aliados olharam lá para aquela potência nazista e falaram assim: "Bicho, uma das praias eles não estão vendo direito, que é a praia da Normandia. Vamos montar uma estratégia que de dissuasão que vai parecer que invadiremos aqui pelo norte, mas nós Vamos vamos
mas nós vamos invadir pelo sul, porque de todas as praias de e de todas as costas, essa que tem uma fortaleza que defende ela é a fortaleza mais fraca, é uma força mais fraca, tem menos pessoas ali para defender aquela posição. O que que eles fizeram? Uma estratégia de flanco. Então eles pegaram e invadiram por ali por uma fraqueza do líder. e começaram a bater muito naquela fraqueza e foram dominando mais território. Eu vou terminar a última de Guerrilha e aí a gente conclui com a tua resposta paraa tua pergunta. A de guerrilha, por exemplo,
nós temos ali o Vietnã que ganhou a guerra dos Estados Unidos. Eu não sei se vocês se lembram, mas Vietnã é uma ilha, cara. É perto dos Estados Unidos é nada. Como que uma potência como os Estados Unidos perde uma guerra no Vietnã, que eles têm força ilimitada de dinheiro bélica, de estratégia, os cara fazia no posto pro cara cair com gravetinho, com perfeito. Porque eles dominavam aquele território, guerrilheiros dominam local. Vamos pr as empresas. Olha que interessante. A gente vê, por exemplo, os telefones, eh, temos ali Apple, que é o primeiro lugar, sempre se
defende. A Samsung ataca, né? A Samsung, claramente, tanto em eh em vendas, é o segundo lugar. Quem que tá em terceiro? A Xiaomi olhando para aquelas duas gigantes que vendem telefones mais caros e vendem os telefones para uma outra classe social. Cara, eu vou criar um telefone bom, só que eu vou pegar uma fraqueza que os dois não estão conseguindo se defender delas, o preço. E aí tem um telefone que eu me esqueci qual marca que é, mas existe só no Japão. Até pouco tempo atrás era o que dominava. Agora a Apple entrou lá também,
mas tinha um telefone no Japão que existia somente no Japão praticamente e era praticamente 100% do mercado porque tinha tudo, internet e etc. E naquele local eles dominavam o Território. Eu gosto, para concluir esse exemplo muito da minha cidade natal, Campos do Jordão, a cidade a qual eu amo demais. Lá tem hamburguerias e já entrou, pessoal, Burger King, McDonald's, Subway, redes bilionárias, todas quebraram em campos. Como é que um multibilionário quebra em campos? Ele pode dar um hambúrguer pra cidade inteira, tem 50.000 habitantes só, né? E não vai fazer nenhuma cosquinha no caixa deles. Bom,
eles não são como, por Exemplo, o Santa Fumaça e o Médio Maria, que são duas lanchonetes lá de Campos, que são carrinhos de lanche que viraram lojas, que eles conhecem todo mundo, conhecem o que o que o Jordanense em específico gosta. Então, vamos lá, vamos para negócios agora. Como é que eu vou articular isso com a tua resposta? Como que eu me torno do terceiro lugar para me tornar o primeiro ou de um guerrilheiro, um cara do Vietnã, me torno um Estados Unidos? Percebe que a Conta ela quase que não fecha, mas tem estratégia para
isso. Como que um terceiro lugar vira eh o primeiro lugar? Então, a primeira coisa, qual dessas duas forças aqui do aí do aí dos líderes são forças fracas, que é na qual bater de frente com elas, eu vou conseguir sustentar isso? O que vai acontecer? você vai ganhando tanta força naquela força que tu ali de flanco que tu entrou que você começa a dominar um território e começa a criar um novo mercado, porque Normalmente você não vai conseguir retirar completamente o número um do mercado, a não ser que ele comece a fazer muita eh muita
cagada. Por exemplo, a Apple dificilmente vai ter um telefone barato para competir com uma Xiaomi. Não é a intenção da marca. A Apple ela dificilmente vai ter coisas ali que tem uma qualidade um pouco inferior em aparência, design, estética. Então, automaticamente, o que que a gente tem aqui? Você não consegue tirar Muitas vezes um primeiro lugar, mas você consegue criar um outro mercado, né? Então aí é onde você vai dominar um outro território mental, um espaço mental que ainda ninguém dominou. É, tô tô aqui pensando. Não, isso tudo faz muito sentido. É porque a gente
às vezes faz as coisas no feeling. No feeling. Não faz pensando isso, né? Você vai e faz. Depois você vê se fe desse jeito, fez de guerrilha, se fez de se deu certo ou não. O importante é pagar As contas no começo, entendeu? Exatamente. E começar como o propósito, mas tem toda essas ferramentas para analisar em que posição que você tá na cabeça do cliente. E quando eu eu identifico que eu tô, por exemplo, numa defensiva ou num flanco, numa ofensiva ou numa guerrilha, eu uso isso ao meu favor. É o que eu falo muitas
vezes para muitas empresas que eu posiciono. Às vezes o cara quer ser o maior do Brasil, só que ele domina o território dele, a Cidadezinha dele. Eu falei assim: "Meu amigo, sei lá, tem 50.000 pessoas aí aí no seu território, que é Campos do Jordão, por exemplo. Por que você não domina os 50.000 habitantes e fica muito rico com isso e ajuda muito essas pessoas, né? Ah, quero ser o maior do Brasil em tal coisa. Por que não é o maior então de uma região? É o que eu falo, muitas vezes nós não meditamos sobre
aquilo que queremos e não entendemos que aquilo que queremos às Vezes nem precisa ser, não tem razão de ser. E aí é onde quando você tem essas ferramentas de colocar que posição você ocupa na mente do cliente e às vezes essa pessoa nem ocupa uma posição, ela não é ninguém ainda, ela nem tem uma percepção criada na mente do outro. Então, cara, vamos começar a fazer o você, como é que você pesquisa esse cliente para saber se a pessoa tá na mente ou não? Perfeito. Eh, tem as pesquisas de nicho que a gente faz. Então,
vamos lá. A categoria católico, a gente vai lá e entra dentro da rua podcasts católicos. Eu começo a fazer essa pergunta, porque o senso comum é o que vale. Não tem aquilo, a voz do povo tem poder. Pois bem, eu não influencio quando eu vou fazer essas pesquisas. Então, quando eu vou fazer uma pesquisa, eu falo assim: "Quem vem na quem vem e quem vem na tua cabeça quando o assunto é tal coisa?" Essas pessoas falam e a gente colhe ali. Mas você faz essa Pesquisa de novo no mundo católico, que é o nosso aqui.
Você faz isso em que em que rua? Quer dizer, você joga isso? Bolha católica. Mas em que bolha você pega? por exemplo, os dados daima, os dados de quem para poder chegar nos católicos. Vou acessando os Instagrams e as páginas e vou pegando contatos e vou entrando em em contato com essas pessoas, com o seguidor que comenta e vou atrás e a gente vai perguntando e vai investigando, investigando até ter Ali pelo menos de 100 a 1000 pessoas para ter dados mais consistentes com as suas sinoides ali e com isso a gente já consegue estando.
Então você pegaria o Instagram do padre Marcelo, do Frei Gilson e do padre Paulo Ricardo. Aí você liga para um, para dois, para três. Liga ou manda mensagem direct. Direct. Tá, então você comentou aqui do legal. Você gosta também. Cri um rapor ali. Legal. Legal. E eu também gostei dessa dessa dessa sei lá, dessa aula dele aqui. Pô, Maneira essa daí, né, tal. Quem mais que tu curte é quem mais tu curte? Aí você fica cruzando o dado. É isso. Exatamente isso. Quando você tem 1000 resposta, você diz: "Quer dizer, de 300 em diante não
muda muito, né? Não muda muito. É, a gente faz ali, é, a gente faz ali hoje no nosso negócio, como a gente tem várias perguntas boas, 100 perguntas no máximo ali pra gente já já é o suficiente. Já me dá um parâmetro muito bom. Não, sem perguntas ou 100 pessoas? 100 pessoas, perdão. Pessoas é exato. Então é onde a gente fala assim, bom, aqui tá bom já, né? Porque a gente já tem o feeling também de mercado, né? Eu faço isso já há muitos anos. Então eu olho para minha empresa hoje, para muitas, na verdade,
eu não preciso nem fazer pesquisa de mercado. Eu olho assim, vejo, comparo os dados, falo assim: "Essa aqui tá melhor por conta disso, disso, disso, disso, disso, disso, porque aí tem as brechas de Posicionamento que são 23, são 22 brechas. Então eu vou colocando essas empresas nas brechas. Essa aqui tem isso, essa aqui não tem, essa aqui tem, essa aqui não tem. É tipo um jogo de, e ir colocando forças e fraquezas como uma análise SWAT. É, é, é mais ou menos isso. Eh, e aí eu uso essas ferramentas, falo assim: "Pronto, essa empresa é
mais fraca nisso, é mais forte nisso, então vamos se posicionar para cá". Pronto. E aí dá resultado. Aí dá resultado, porque Aí eu, o que eu faço? Aí vem a parte simbólica. O que que é um símbolo? Bom, é, eu não vou entrar aqui em metafísica, né, em quatro causas e a coisa toda, a cadeia do ser, mas, eh, vamos falar de forma simples. Nós nos comunicamos hoje através de quatro frentes: textual, verbal, gestual e simbólica. Então, por exemplo, quando eu coloco uma roupa, aquilo tá emitindo uma ideia para alguém. Se eu coloco uma bermuda
e um tênis e um smartwatch e uma camiseta, a Esse cara tá fazendo exercício. Eu tô aqui com uma camisa e um blazer. Ah, esse cara, ele vai fazer alguma coisa interessante, ele vai trabalhar, ele não vai fazer outra coisa. Perfeito. E aí vem a textual. Imagina se eh, aliás, a verbal e a gestual. Então, eu estou vestido para tal e daqui a pouco eu começo a falar assim: "E aí, mano, tal, e aí, não sei que lá, você tá firmeza aí? não tá combinando, não tá combinando, não tá na mesma cadeia do Ser, né?
Ou seja, o que que é a cadeia do ser? A mulherada já nasceu com isso instalado de fábrica, né, amor? Tá combinando, né? E aí você fala assim: "Tá meio com medo assim, né? Ela não, mas esse salto não combina muito com isso por conta dessa cor". Tá falando assim, você concorda de novo e você fala assim: "Tá certo, tal". É, concordo de novo. Olha, salto não combina. Eu tenho, eu tava vendo isso. Mas, mas essa blusa aqui não, essa blusa Era melhor mudar. Mas se eu mudar, pior. Eu também acho. Vai piorar. Fica com
ela. Ass. Parêntese. Às vezes eu pergunto assim, "Bertalo, você acha, você achou que a minha roupa tá bonita?" Ele sem ele tá me virado. Ele falou assim: "Tá, eu falei: "Você não viu". Eu falei: "Você nem viu" ele? Você que pensa que eu não vi. Vi sim, não viu nada. Tá. E ele fica dizendo que tá bom, vai parir, minha roupa tá boa? Tá ótima. Ah, porque a tua opinião não importa, Cara. Você vive um relacionamento tóxico, entendeu? É oprimido, entendeu? Caso quiser um abraço depois uma sessão de terapia eu posso te atender. Não, aquele
negócio que faz assim, o cara, se você tiver passando problema, faça assim no vídeo. Exato. Pobrezinho, né? Tá ficando ruim para Ken. A coisa é a mulherada já tem esse tal senso de combinar as coisas. Claro, né? Nem todas. Tem umas que PQP, né? Enfim, é Mas a as mulheres ela Elas normalmente têm mais bom gosto que os homens. pra estética principalmente, né? Isso tá na alma da mulher. E aí a gente vai pra antropologia da mulher também. Ela tem essa esse feeling. O que eu quero dizer? Ela sabe combinar um salto ah preto com
uma calça é um pouco mais larga e com uma blusinha e enfim, isso tá nela. Uma joia um pouco mais solta ou essa mais justa por conta daquilo combina, ou seja, tem Harmonia, né? Perfeito. Quando você vê eu aqui que tô assim, estou razoavelmente bem vestido e começa a soltar muitas gírias, pera aí. Não é comum, não tá no senso comum que uma pessoa assim fale muitas gírias. E aí no caso pode ter aqui a galera do podcast, não nesse, né, mas tem a galera mais afetada. Ah, não sei que lá tá julgando. Sim. Pois
é, meu amigo. É assim que é o mundo, né? Essa é a estrutura da realidade. Ah, ou texto com Muito erro de português, você fala assim: "Cara, tem algo incoerente, tem algo que tá com ruído aí nessa pessoa. Tá falando problema. Porque parece isso, mas quando eu vou provar é isso. É como um lanche bonito que a gente vê nas franquias e quando tu vai comer é outra coisa. Tem um ruído ali, né? Tem um ruído de posicionamento. Tem um negócio que me dá uma certa, um negócio que me dá uma certa, me vê a
memória aqui. Inclusive, Até parei um pouco. Uma certa agonia é na história do chego, né? Não tinha chego. Nossa, mãe do céu. Eu não sei que verbo é esse. Não tinha chego. É, tem gente que fala, a invés de falar assim: "Eu não cheguei". Eu não havia chegado. Ele não tinha chegado, não tinha chego. Olha, chegou a a caneca. Acho que não tinha chego não, Olha só. Chegou a caneca, mandei entregar agora os livros que chegaram, né? Aí a pessoa, vou começar a usar, vou não, não, bicho. Olha só, na boa, isso, isso, isso, isso
dá uma certa e aflição, não é? Ou então o soltei do ônibus, porque o soltei do ônibus você não tá preso. É, você no máximo saltou do ônibus. Do ônibus um filme de ação, né? Se soltando. É, mas você é uma pessoa mais simples que fala assim. Não, mas não, já já já passou de longe do A gente já encontrou muita gente que não tem nada de simples e que falou não tinha che não encaixa o que ele tá dizendo. Se É uma pessoa que não tem instrução, que é uma pessoa mais humilde, que né,
OK? Você entende os erros, são os contextos. Exatamente. Agora é uma pessoa que que tá em em outro contexto, bem sentido falando e aí fala, não combina, você fala assim, pera aí, combina, não, há um ruído ali, né? Então são os contextos. Então, respondendo diretamente a sua pergunta agora, ah, como se constrói essa percepção na mente de alguém? Através dos quatro tipos de comunicação Que nós temos à nossa disposição: simbólica, verbal, gestual e textual? Quando eu tenho a harmonia entre as quatro, eu criei um check no senso comum de alguém. Essa pessoa, hum, essa pessoa
parece que ela fala algo legal, parece que tem uma coerência ali, né? Ela tem um jeito dela, no meu caso, né? Ele tem um jeitão dele barbudão, meio grandão ainda, xinga de vez em quando, dá uma alfinetada, mas combina com este cara. Imagina se eu falasse mais fofo, oi Gente, tudo bem? Não ia combinar muito o negócio, entendeu? Porque não tá na mesma cadeia do ser. Imaginei o And o Anderson Silva com aquela voz dele assim. Exato. Tem algo errado ali, entendeu? Eh, não pega muito bem. Não pega muito bem, né? Então, olha só que
interessante isso aqui. Houve um ruído e se há um ruído, aquela pessoa, ela vai fazer um não sei. OK. E como é que eu alugo de fato, né? Porque é um aluguel a mente de alguém, tem tempo limitado Aquilo. Ou seja, muitas pessoas podem mudar. E uma pessoa que gostava muito de hambúrguer, hoje em dia ela pode estar fazendo dieta, então ela não vai mais gostar de McDonald's, por exemplo. E tá tudo certo, OK? Mas a pergunta é: quando o assunto for hambúrguer rápido, tem que vir McDonald's na cabeça dela. Ok? Como que uma marca
faz isso? seja uma pessoa, como muitos empreendedores têm feito, como Adibe, o próprio Marcos Zuckenberger começou a aparecer mais Agora, tá virando gente, né, graças a Deus. Eh, a gente tem o Elon Musk, a gente tem essas personalidades nacionais e mundiais que estão aparecendo de propósito. Por quê? Eles sempre aparecem de uma forma semelhante, com narrativas semelhantes, falando de coisas semelhantes todos os dias. Porque como um terreno estilo um sítio que o mato cresce muito rápido, é a mente de alguém, porque o simbolismo do mato é a informação que a pessoa fica rodando, Rodando, rodando
e um monte de poluição vai criando na cabeça da pessoa. Então, como é que eu deixo o meu terreno certinho? Todo santo dia eu apareço comunicando a mesma mensagem de formas diferentes, como o McDonald's, como a Monblan faz 117 anos. Há 117 anos, nós fazemos instrumentos de escrita para homens que entendem que deixam a sua história no mundo através daquilo que escrevem. Mas então você tá dizendo que se uma pessoa fizer uma vez por semana Não adianta nada. Repetição. Repetição é a mãe do posicionamento, porque é como um terreno que você cuida, é como uma
casa que você mantém. Se você lava louça uma vez por semana, imagina, ia ficar um caos. Você lavar as suas roupas, talvez você tenha uma intensidade maior de uso de roupas. Uma vez por mês, lascou, não vai funcionar. você vai andar fedendo por aí ou pelado, né? Então, como uma casa que você mantém a ordem, você precisa manter essa ordem dentro do seu Posicionamento, seja na sua empresa física, para quem tem empresa física. E tem muitas empresas hoje que nós sabemos, é só um escritório com uma sede, mas se aquilo não é vendido, é vendido
o Instagram, o YouTube e etc. E aquilo tem que ser mantido. Aquilo tem regras para ser mantido, aquilo tem uma fachada para ser mantida, cores da fachada. a repetição de assuntos semelhantes dentro de um mesmo eixo narrativo. Concluo dizendo que eu gosto Muito de pensar em posicionamento da forma mais simples possível, como a capa de um livro, Fátima. O que que eu espero que tenha dentro aqui deste livro, né? O e os capítulos que compõe a obra. Eu penso no capítulo um. Eu não vou pensar aqui em, por exemplo, vou abrir no capítulo um aqui.
Ah, a xícara perfeita para tomar café. a biografia da santa que apareceu para três crianças tomar café. Que aconteceu Com esses autores? Se eles estão muito louco. Eu vejo um ruído gravíssimo ali de incoerência com o título, com os capítulos. Ou seja, perdeu o eixo narrativo essa obra. Se o primeiro capítulo fala sobre isso. Qual o nosso papel aqui? é construir um eixo narrativo no nosso posicionamento. Então, quais são os capítulos que devem compor a nossa obra ou microtemas que devem compor o nosso título que vão dar coerência para ele? Eu falo de Posicionamento, então
você não vai me ver no meu perfil falando diariamente falando de como fazer um burger, mesmo eu tendo feito faculdade de gastronomia. Eu não vou ficar falando disso porque não é útil para minha audiência, porque eles vão ficar, cara, mas isso aqui é o quê? é fala de hambúrguer ou fala de mercado, marketing, posicionamento, como aqui no podcast anima. Imagina que vocês queiram, vocês têm outras facetas, outras faces na vida de vocês também. Vocês fazem outras coisas a mais. Mas imagina se cada dia vocês falam de uma coisa diferente aqui no assunto do podcast, no
sentido que não amarra com o eixo, que é a causa final dele. As pessoas vão falar assim: "Cara, eu até seguia, mas de um tempo para cá eles começam a falar um monte de coisa que não faz sentido, que eu não sei mais se é católico ou não. Eles estão trazendo um pessoal agora eh diferente de outras religiões. Eu não tô entendendo mais o Que tá acontecendo. Isso perdeu a identidade, perdeu a consistência. É aquela casa que começa com sobradinho vai puxando uns cantinhos pro lado, sabe? Não, vamos fazer mais um negócio aqui. Aquilo perdeu
a forma. não cumpre mais com a finalidade. É como tentar usar essa xícara para escrever com ela. Eu não vou estar respeitando a causa final dela. Agora, quando eu tenho uma empresa cujo causa final é clara e eu tenho as ações da aí da aí do aí do Negócio a respeito disso, ele fica coerente. Repito isso diariamente. Meu cliente que pode às vezes, muitas vezes, nem ser meu cliente, mas uma coisa ele vai poder dizer: "Essa pessoa é coerente". Mas eu tenho uma eu tenho duas dúvidas. Vamos lá. A primeira dúvida, bom, primeiro eh vou
fazer as duas perguntas e aí você responde como quiser. A primeira dúvida é se o mercado termina, se ele se esgota. E aí você tem que a a quando você afunila tanto e a e A questão do católico também é isso, né? Quando você afunila tanto, parece que às vezes você chega num mercado que ele em si mesmo se esgotou. A a segunda coisa é se alguém pode não ter posicionamento. Eu sou um sem posicionamento, mas o ser sem posicionamento não é um posicionamento. Alguém que, ah, não, eu não tô afim de me posicionar, eu
não gosto de ficar falando isso, eu não sei o quê, eu muito bom. O cara não tem ente, né? Ele não existe. Então, né, Porque assim, muita gente pode dizer: "Não, eu não quero me posicionar, porque eu sou obrigado a me posicionar, porque eu sou obrigado a fazer isso, né? Todos já estão posicionados. Então vou começar pela segunda pergunta e essa é bem simples e rápida. O que que é posicionamento? Qual é a etimologia da palavra posicionamento? A origem da palavra vem do positivo latim, que é posicionar algo como essa xícara em relação ao livro.
Estou posicionando uma Coisa em relação a outra. Muito obrigado, né? Vamos lá. Estou posicionando uma coisa em relação a outra. Posicionamento é isso. Perfeito. Uhum. Então, quando uma pessoa se posiciona, ela está se posicionando na mente de alguém em relação a outra coisa. Ponto. Ou seja, se ela só publicar besteira no Instagram, ela se posicionou, ela está numa categoria automaticamente de quem posta besteira também e ela tá em relação com outra Pessoa. E tá naquilo ali. Ou seja, o que você tá me dizendo é que todo mundo o que está posicionado está posicionado de uma
forma ou de outra. Por quê? Porque você existe, não existe. Quando você aparece com a barba mal feita ou bem feita, vestido ou não vestido, brigando ou não brigando, xingando ou não xingando, rezando ou pecando, eh, matando ou senão e fazendo uma boa ação. Você está tendo uma ação no mundo. Perfeito. Você é um eu que existe. Se Você é um eu que existe, você está se posicionando a sua vida o tempo inteiro para ações. Então, essas ações causam percepções. Partir. Filosofia, penso logo existe. A partir do momento que eu agi, eu gerei uma percepção.
Por exemplo, quando eu cheguei aqui, é provável que a percepção a respeito do meu conhecimento que vocês tinham não era essa aqui que pode, que eu não sei agora a altura do campeonato, né? que merda. Esse cara só ele só falou Merda ou caramba, que legal. Ele falou algo que presta, né? Até até foi bom, mas causei uma percepção. Ah, imagina se a primeira percepção assim que eu tivesse chego oi. Pera. Positiva. Obrigado. É claro. Sim. Imagina se eu assim que eu cheguei, né, eu tivesse de regata. Você fala assim: "Kenia, quem que é esse
cara que chegou aqui, né? Vou bater nele, né? Não dá, porque não corresponde com a nossa empresa, com os valores, visão, missão Da empresa." Vou te dar um exemplo. A gente teve um convidado que veio, veio aqui, foi ótimo podcast com ele. Eh, João Brother, pelo nome você já vê a escrita aí, João Brother. Ele tava de bermuda, de camisa florida, de boné. Ele é surfista. Tudo dele era coerente. Autêntico. Posicionamento autêntico. O a fala dele. É exatamente. Ele fazia gestual, pô, isso é muito maneiro. Falando tudo, combinava com ele. Foi foi tava tudo Alinhado.
Aí combina. Se ele chegasse de terno, falou: "Pô, maneiro, não sei." Aí ia ficar estranho. Você pô, tem alguma coisa cara. Isso é a coerência do todo. Exatamente, né? Então é o que a gente chama que é a cadeia do ser ali, por exemplo, por exemplo, você falando de posicionamento, de de se colocar, se você chegasse de regata, eu ia estranhar. Eu ia falar assim, mas ele fala de posicionamento, se eu tô enganado, a construção desse Posicionamento, ela independe da opinião pública. Perfeito, porque é o seu posicionamento. Perfeito. Não é? A pessoa pode achar depende
até certo ponto porque existe a verdade. Perfeito. E a verdade a gente sabe que não é relativa. Então não é relativo que um homem de negócios eh não é mundial isso, que um homem de negócios trabalha de bermuda e de chinelo e do jeito que quer, sem fazer a barba, sem lavar o Rosto. Beleza? Porque existe uma verdade ali. Não, você tá falando de um consenso. Eu tô falando de um consenso, mas não só também de uma verdade que é o quê? O respeito ao próximo, como tem na própria Bíblia. Cara, se você for pra
missa, eu sei que você pode vir zoado, mas se você puder vir melhor vestido, vem com a tua melhor roupa. Ninguém é, ninguém vai de terno pra praia, mas também não venha de biquíni pra missa, né? Perfeitamente. Existe um consenso Comum, mas também uma questão estética. E a estética é ligada à verdade. A estética do mundo é ligada a eh tem, né? Ah, Deus, o mundo dos anjos, o mundo dos homens, temos eh o mundo animal, temos o mundo vegetal e a e a matéria bruta, né? Aqui tá a cadeia do ser. Eh, e veja
isso, existe uma ordem que se eu estou num espaço de trabalho cujo falo de coisas elevadas, como este podcast, como este ambiente lindíssimo, é um disrespeito a este local, não é estético E é antiestético, portanto, e e se torna grotesco se eu inverto essa cadeia simbólica e venha aqui com uma roupa muito feia, se não é o meu estilo, eu não estou respeitando ao ambiente. Então, vamos lá. O que é a verdade? A verdade é Deus. Perfeito. E isso vai se popularizando, isso vai se materializando, aliás, através de tudo que nós vemos, símbolos. Perfeito. A
partir deste ponto, se eu entendo que existe uma ordem natural no mundo, é Verdade que quando eu estou numa posição de poder, na qual eu influencio pessoas, eu devo um respeito a essas pessoas. E o e o primeiro respeito é a ordem estética, porque a bondade, a verdade e a beleza levam a Deus. Então, se eu estou neste cargo, é importante que eu então esteja municiado para tal, com uma roupa, por exemplo, com uma qualidade estética como essa. É harmônico, é a verdade. E aí vem: "Ah, mas aí eu posso ter o meu posicionamento". Tudo
bem, Você pode, sei lá, se pintar e ir na rua gritando, né? Você pode, enfim, fazer o que você quiser da tua vida. Mas aí vem um eixo que te prende a uma realidade, que é Deus, que é a verdade, que é eternamente. É. automaticamente existe um referente. Se existe um referente do que é bom e do que é mau, do que é feio e do que é bom, enfim, existe um referente claro, ou seja, não existe ninguém sem posição. Todos têm posição. E se eu tenho um referente mais claro, Eu automaticamente tenho um posicionamento
mais claro também, porque como o caso do surfista, ele sabe quem ele é, talvez muito mais que muita gente que assiste ele, que acha que tá engomadinho, que é o Catolic Man ali, eh, e se acha o santo. muitas vezes, mas aquele menino, aquele rapaz, ele muito provavelmente tem uma identidade mais formada, uma personalidade mais formada do que uma pessoa que muitas vezes se acha tal coisa, mas ela tá imitando de Uma forma grotesca e esse cara não, esse é o meu estilo, gosto disso, mas isso me torna um bom homem, um bom pai, um
bom marido, um um Exatamente isso, porque ele é um bom marido, ele é um bom pai, ele evangeliza, faz casa de missão, tá construindo uma casa de missão agora no Rio e qual aquele estilo. Perfeito, maravilhoso. E ele atinge uma outra audiência. Isso porque aquele estilo permite com que ele entre em lugares que vocês não entram. Sim. Aquele estilo Permite com que ele vá ali para uma molecada às vezes que tá, seja, ele vai para um outro terreno, tá surfando que precisa dele, que vocês nunca vão entrar. Ah, esse estilzão esquisito aí, tal, não sei
que lá, maó pousadinho. A molecada vai pensar isso, mas ele entra nesses terrenos. E a outra questão que você trouxe foi: "O mercado tem um teto?" Sim, o mercado tem um teto e aí no caso tem o efeito de fabricar mais mercado, que é opinião pública. Então é Quando você começa a pegar hoje, no nosso caso, antigamente eram jornais, revistas e mídias comuns. Hoje você pega influenciadores de movimentos distintos e compra a audiência deles para que eles queiram alguma coisa também, que é a indústria do desejo, né? Hoje nós temos eh o como fazer com
que as pessoas desejem as coisas, né? Porque as pessoas compram suas faltas. Essa é sua verdade. Tô com fome, compro uma comida para matar minha fome que me falta comer. Tô Com sono, eh, me falta dormir. Então, a alma do homem sempre tá faltando alguma coisa. Então, quando eu tô oferecendo um serviço ou um produto, é como uma peça de um quebra-cabeça que se encaixa numa falta que uma pessoa tem. Perfeito. Então, você pega essas bolhas que estão ao lado e começa a comprar essas bolhas para aumentar a percepção pública e o desejo público de
algo que ele nem sabia que precisava. Na realidade o mercado não termina, né? Eu eu na na no Fire no Ano passado, eu vi um dado muito interessante e que assim a gente fala: "Puxa, mas eh e eu fiz essa pergunta de propósito, né? O mercado católico ele é muito fechado, ele é muito pequeno e não tem quem entrevistar, porque vamos fazer a conta, 7 bilhões de pessoas, 5 bilhões e meio de celulares no planeta Terra. Se nós juntarmos todos os influenciadores católicos que nós conhecemos, todos, de Frei Gilson a Padre Paulo Ricardo, de Ítalo
a Anima, não dá 50 milhões. Não dá 50 milhões. Pode colocar no papel, já fiz essa conta 500 vezes, não chegamos em 50 milhões. Mas tudo bem, eu fiz a conta errada. Nós vamos jogar para 100 milhões. Nós estamos falando de 5 bi e meio. Faltou cinco, 5 bi e 400 ainda de você chegar em algum local, que é o que você tá falando da da percepção de de outros mercados. Por exemplo, a gente foi eh enfim num Encontro em São Paulo e aí uma senhora lá que ela tem um mercado dela que não é
o mercado católico, mas dentro daquele mercado dela, se eu consigo entrar ali naquele terreno, naquela seara, certamente tem gente ali que pode pertencer ao meu mercado. Perfeito. Por isso que assim, esses influenciadores podem trazer mais pessoas para dentro do nosso próprio mercado e a gente também jogar para dentro do mercado dele. Por exemplo, Todas as pessoas que vêm aqui e que nós entrevistamos, tá bem? Elas ao mesmo tempo que elas estão se beneficiando, entrando dentro do mercado da ânima, porque alguém da ânima pode não conhecer um entrevistado. Sim. ao mesmo tempo, o entrevistado, a pessoa
que tá aqui, que tá batendo papo com a gente, a também vai entrar dentro do mercado dele. E se isso for feito de forma sistemática também, com intencionalidade, com outros Influenciadores dizendo: "Olha, tem esse podcast aqui também, viu? vocês não assistiram lá, eu acho que aí esse mercado não acaba perfeitamente isso. Ah, quando nós entendemos que as pessoas hoje, a maioria dos brasileiros e do mundo, elas vão imitando, né? Uma criança imita num primeiro momento. E veja, se o meu influenciador favorito ele começa me influenciar a gostar de X coisa ou me anuncia tal coisa,
automaticamente eu acho que aquilo é bom Ou eu deveria dar uma olhada. Automaticamente eu começo então a consumir aquilo com o tempo ou viro as costas. As marcas grandes, eles entenderam isso já há muitas décadas. Por que que o Michael Jordan ganha milhões e milhões de dólares até o final da sua vida pelo sucesso que ele fez com a Nike? Porque entenderam que pessoas não compram produtos ou serviços, pessoas compram percepções e compram histórias humanas. E aí quando você vê histórias humanas coerentes de um atleta que foi o melhor do mundo no basquete e etc,
você quer um pedacinho daquela história. Quando você compra o tênis, não é o tênis, você comprou um pedacinho do Michael Jordan para colocar em ti, porque ele te influencia aquele seu melhor. Quando eu vou pegando todas essas outras bolhas que são vizinhas e sei como me comunicar para essa bolha, sei como construir o COP, Né, para essa bolha, eu consigo fazer com que esse influenciador influencie mais pessoas a mudarem seus comportamentos e a desejarem algo que antes elas não sabiam que era importante ou que precisavam. E aí o mercado não acaba, né? O mercado não
acaba. Eu já fiz essa pergunta para mim muitas vezes também, cara. A minha empresa vai acabar um dia? O meu mercado acaba um dia? Só se o meu modelo de negócio não for sustentável, que é o que a gente tem Mudado muito aí nos últimos anos na empresa. Eh, e ele tá se tornando bem sustentável. Então, o que eu quero dizer? Não acaba porque sempre haverão CNPJ, sempre haverão empresas precisando vender mais, sempre haverão empresas cometendo erros grotescos de comunicação e de posicionamento. Automaticamente nós temos uma metodologia capaz de ajustar isso com muita facilidade. A
gente chega, bate o óleo, a gente tem um Checkup, não tem, não tem, tem, tem, tem, tem, faz isso tudo perfeito. Hoje nós temos muitas tecnologias, I etc, e pessoas treinadas que cada um faz uma parte, entrega uma marca rápido e pronto, tá aqui o seu posicionamento, tu a tua direção é essa, é isso aqui, tal, tal, tal. Você faz um diagnóstico, vê o que que tá certo, que tá errado, tem que como exame de sangue. Sim, sim, entendi, né? Pronto. Vai suplementar aqui, né? Suplementar, tá faltando uma vitamina C Aqui, uma B12 e tal,
não sei que lá, uma creatina tá muito baixa, por isso tá meio indisposto. Enfim, vai lá e suplementa, arruma a empresa, a empresa começa a vender mais, a empresa feliz me paga e aí me indica para outras pessoas. E esse mercado não acaba. E eu posso fomentar mais esse mercado ainda, comprando influências, fazendo o quê, cara? Tem como tu falar pra tua bolha que se o negócio dela não tá crescendo muito, é por conta, não é da gestão, não É das vendas, é da atração de cliente bom, de cliente qualificado. E isso se dá por
conta do posicionamento, tá ruim. O posicionamento, qual a consequência clara, material dele? Atração de cliente qualificado, automaticamente mais vendas. Tem como você falar isso pra tua bolha também para virar senso comum? Cara, tem. Beleza, eu vou lá, compro uma propaganda do cara ou faço um cross, enfim. É a partir disso que você vai mudando a opinião pública. Você faz Pra empresa, mas você também faz pra pessoa física. Sim, sim. Normalmente hoje 90% dos nossos clientes, a gente trabalha com clientes que têm empresas. Já a gente posiciona o founder para ele aparecer mais, porque a gente
já entendeu que as pessoas estão comprando muito mais quando o founder aparece. Então, quando o CEO ou fundador, exatamente, o próprio ADIB, Flávio Augusto, aqui no Brasil é onde a gente mais tem o marketing de assim, é um dos Mercados mais aquecidos para marketing de influência, é na onde os cos assim mais estão aparecendo. Eu fiz uma pesquisa recente até no aí no aí no chat EPT com o com aquele pesquisar profundo. Eu pedi uma lista de 300 nomes de CEOs influenciadores brasileiros. Cara, é uma lista que não acaba mais em todos os nichos possíveis.
E aqui são bolhas assim de 1 milhão, meio milhão, 3 milhões de ali de pessoas a cada pessoa que ele me listou. Olha que interessante O que eu descobri com essa pesquisa. Eu descobri que quando o founder aparece desde uma uma uma Natália Beauty, por exemplo, que é amiga lá nossa, tudo, cara, a comunidade dela adora ela. O que ela vai vendendo de produtos, o pessoal vai confiando automaticamente, porque eu confio nessa pessoa e se ela tá me falando para comprar este produto, posso confiar nela porque é uma pessoa do bem. Tô acompanhando ela um
tempo, gosto do dia a dia dela, é uma pessoa de carne e Osso real e eu gosto e eu vou confiar no que ela vai mandar comprar. Então, a influência ela tem este poder de formar percepções, de criar percepções muito mais rápido. É como se fosse uma casinha que tá sendo construída por dois pedreiros e versus, né, uma pessoa, ou seja, que está começando versus quando eu compro um influenciador grande, ah, um cara que tem uma equipe de engenheiro com o próprio time de obra, é uma construtora já, ele constrói um espaço Mental mais rápido.
Então, quando a gente vai posicionar uma empresa, eh, eu posiciono o dono. E se o dono, por exemplo, tem uma empresa e ele fala assim, eh, sei lá, ele vende relógio, um exemplo, fabrica e vende de relógio ou vende relógio. Ah, mas eu não quero, eu não quero. A menina que fez o negócio de relógio. Não, mas deixa, deixa eu só explicar. Sei lá, se eu ver bolsa, seja o que for, se relógio. Vamos pro relógio. Mas o, o founder não quer Aparecer. Ele falou: "Não quero aparecer. Eu só quero que a minha empresa apareça".
Por quê? Porque, sei lá, porque eu tenho vergonha, porque eu não quero, porque não é minha vontade, porque não sei o quê. Sei lá. Não importa o porquê. Perfeito. É possível essa empresa se destacar, sem sombra de dúvidas, quando ele tá disposto a pagar influencer, porque ele vai precisar de rostos, de almas humanas, almas humanas se conectam com almas humanas. Cara, por Que que um chatt nunca vai substituir, por exemplo, eh, uma um depois de quando porque que ele tá me olhando? Quando desligar as câmeras, eu vou te contar de terapia, porque, cara, eh, não
dá um chat EPT. Hoje eu tenho muitos, né? Eu sou programador também. Eu era gago, gente. Gago, gago faz o quê? programa, vai montar quebra-cabeça, vai jogar xadrez, entendeu? Então é isso, você pode parar com isso que depois vou ter que explicar para ele. Ele não vai Entender o que tá fazendo. Tá achando que você é maluco. Parece maluco, não parece? Mas ele é maluco mesmo. É maluco. Ele é maluco, né? Lá maluco. Exato, né? Ahã. E hoje a gente tem, eu tenho várias ferramentas ali que, cara, elas são terapeutas, atendem muito bem por ali,
por sinal, dão bons conselhos, mas não substitui eu atendendo uma pessoa ainda. Entendi. Ainda ainda. Mas tem uma coisa, cara, que eu assim que eu medito muito. Tem alguma coisa e algum Tipo de ferramenta que tem a capacidade de substituir um olhar humano que é como se fosse uma faísca que acende ao peito do outro, cara? Não, não. Isso jamais. paixão, essa poesia que existe, mas vai chegar muito perto, viu? Vai chegar, vai chegar. É, mas eu entendo o que ele tá falando. Tem uma uma sutileza ali numa percepção que é que é o espírito
humano tocando outro espírito humano, entende? Esse esse olhar que ele petrifica o coração do outro no bom sentido, né? Ele Reaquece o peito do outro. O que é um olhar estável? O que é uma pessoa está? Uma máquina, né? É uma pessoa. É lindo. É uma pessoa, não é uma máquina. É um convite a um universo desconhecido que são sensações indescritíveis. Óbvio que muitas pessoas vão ser substituídas por máquinas, como já foram e vão continuar sendo. Mas uma coisa é uma consistente no mundo, pessoas. Essas pessoas elas têm uma coisa em comum, se relacionam com
outras pessoas. Hoje eu Vi, hoje eu vi uma propaganda que é uma das maiores mentiras eh que pregam. Eu vi uma propaganda de inteligência artificial. Uhum. E aí mostrando os robôs trabalhando e aí tava até, não me lembro o nome do cara, tava lá sentado somente lendo assim e dizendo: "É, olha só, aí você não vai ter mais, ter que ter trabalhadores e tal, você não vai ter que fazer mais nada na sua casa. Que beleza. Mas esqueceu que todas Aquelas máquinas, de uma forma ou de outra, tão substituindo pessoas que não estarão sentadas da
mesma forma que aquele sujeito com dinheiro lendo e que estarão descartadas. Tem que entender isso. A tecnologia, por um lado, ela vai avançar, por exemplo, cara, o cara faz um cálculo que ele consegue eh estimar que daqui a 20 anos você pode ter um câncer e vai te ajudar antes. Show de bola. Uhum. Mas isso que tira todo mundo de todos os lugares, Você não tem onde enfiar essas pessoas. Perfeito. Essas pessoas não têm instrução, né? E aí eu me incluo também, né? Acho que todos nós em algum momento eh a gente pode até tá
quase descartável se não tomar conta disso, porque assim eh eh hoje para você escrever um livro, né, eu eu você pega um um um um um texto, você fala fala fala fala, joga aquilo no chat, vai melhora, não sei o quê, em 30 minutos tá um livro escrito perfeitamente, perfeitamente. Eu levei Meses sentada escrevendo esse aí deu um trabalho. Não, nem tinha chato PT 2020, 2000, sei lá que ano foi negócio. Mas assim, tem um negócio que nunca vai mudar, gente, que é o quê? A forma de estudar nunca vai mudar. Ela pode ser uma
pesquisa rápida, mas você vai ter que tomar nota. E é uma ferramenta de fato, como você falou, para pessoas que vão estudar mais. É assim, vai causar, é uma conversa, eu tô nos principais grupos hoje de IAI do Brasil e do mundo, Né, com os líderes aí do setor. Eh, são meus clientes também, meus amigos. E a gente conversa muito sobre isso e de fato vai ter ali uma ruptura cada vez mais. Por exemplo, hoje na minha empresa a gente tá diminuindo o time produzindo mais com IAIS, né? Eh, então isso já é uma realidade
na nossa empresa. Já já é uma realidade, né? Então você tinha quantas pessoas no time? 60 e poucas pessoas. E hoje 40 e poucas. Hoje tirou 20. É. E produzindo a mesma coisa e Faturando mais. O, e o que que a qual posto de trabalho você mudou para IA? Ah, pré-vendedor, ah, ajuda na produção de conteúdo, né? Então ela não faz com perfeição como nós, mas ela economiza horas de trabalho. Ã, a construção de posicionamentos de marcas, antes que tinha que fazer longas pesquisas, agora com um clique com as IAIS que eu programei, elas já
pegam todos esses bancos de dados universais e já fazem tudo que eu preciso que faça com um Clique. Antes eu ficava horas, agora é tipo, sei lá, 5 minutos, entendeu? Eh, enfim. Então, eu precisava de volume de pessoas para fazer. Eu fui diminuindo essas pessoas porque não eram mais necessárias essas pessoas de fato, né? Você faz uma consultoria então nessas empresas, não é isso? É, eu tenho consultoria. Eu hoje a gente tem programas, né? Eu sou fundador da ORSEN, que é uma empresa de posicionamento de marca, ah, que nós ajudamos as empresas A terem um
bom posicionamento, principalmente no digital, né? Que é onde que é a nossa praia, que é onde nós nascemos. Claro que isso espelha pro negócio físico dela, porque aí nós vamos pra parte estética do negócio físico quando há, beleza? Então, no caso, hoje nós temos esse trabalho já há alguns anos e nós já fizemos mais de 300 marcas. Então, marcas que não existiam, foram criadas ou eh repaginadas por nós. Muitas marcas que não existiam hoje Faturam muito bem, graças a Deus. Outras cresceram bastante, outras não deram muito certo porque o foundery ou o se não estava
pronto para aquele posicionamento. Isso é muito comum de acontecer. A personalidade não sustenta aquilo que ele gostaria de ser. Ah, e nós temos um programa também de imersão, onde esses empresários vão para aprender para construir o próprio, né? Então, interessante. Hoje a gente tem faça você ou faço por você, né? Então, faço por Você é sob medida, eh, conosco mais rápido e e fica excelente. O faça você, você vai ter suas percepções, você não vai ter o repertório, mas você vai ter todas as ferramentas para conseguir aplicar no teu próprio negócio. Bom, mas você continua
um negócio muito legal. Agora, em relação aos arquétipos, você também trabalha com eles, não é isso? Perfeito. Os arquétipos eles são da psicologia, né, analítica. Ah, para quem não sabe, os arquétipos foi o Dr. Jung Que trouxe, né, à tona isso, mas não foi ele que trouxe isso pro mundo, né? Platão já reconheceu isso lá no início como ideias, né? Então, eram as ideias, cara, ele percebeu que haviam recortes e da realidade que eram iguais nas pessoas. Então, parece que quando uma pessoa ela tem um comportamento aqui de ir para o exército, ela tem um
comportamento daquele grupo, tem um comportamento semelhante, né? Eles eles têm motivações que são semelhantes. Então aí vem os arquétipos ã que hoje quando uma pessoa, por exemplo, ela tem um sonho muito louco de noite, né? Você acorda assim, que sonho doido que eu tive. Aquilo tem tradução. A ferramenta que traduz isso é as ferramentas da psicologia analítica, no caso os arquétipos. Então, antes de tudo, é uma ferramenta da psicologia que eu usava no consultório para atender, para traduzir sonho de paciente. Homem seus símbolos. Exatamente. Para traduzir Sonho de paciente, não era para montar marca, né?
Eu, o cara chegava com sonho muito louco. Eu, bicho, por acaso o cara, cara, você falou coisa que eu nem queria ter falado, que eu não tava pronto para falar ainda, mas apareceu no sonho e vamos resolver essa e vamos embora, né? Então os nossos sonhos, esses símbolos que emanam ali da nossa cabeça, estão ali de alguma forma vivo dentro de nós, esses esses tais arquétipos. Então esses arquétipos São ideias universais e por que que eles importam para uma marca, né? Não vou entrar aqui na psicologia da coisa, tal. Vamos pra parte prática, pra nossa
audiência. Por que que importa? Veja, ah, vamos pegar o dois exemplos. Nós temos aqui a Havaianas de um lado, a Rolex de outro. Tudo bem? duas marcas bilionárias e conhecidas mundialmente. A Rolex um pouco mais, mas ambas são muito grandes. Bom, quando você passa na frente de uma Rolex, não sei quem teve Essa oportunidade, ou dá uma pesquisada no Google para ver uma foto de uma fachada, de uma loja, tal, e você passa na frente de uma Havaianas, tem algo, tem algo ali naquelas lojas ou naqueles Instagrams, YouTubes, não sei, que um, você fala assim,
se eu tolio sem sem grana no bolso, fala assim, cara, não é para mim. Tem algo nessa loja, uma presença nela que ela afasta é se eu não tenho grana ou pelo menos nem me convida muito para entrar. Ela é imponente. Rolex, no caso. Havaianas parece que eu tô indo, sei lá, visitar alguns amigos. Parece que é uma mesa de bar, parece que é um local muito tranquilo para entrar. É bem-vindo. Todos são bem-vindos aqui na Rolex. Parece que não é para todo mundo não. Parece que eu não sou bem-vindo lá, né? Por que disso?
Bom, porque de fato um custa 60, 70, 100, R 200.000 até R 1 milhãoais um relógio e o outro você tem a baianas ali de R$ 30, R$ 50, que é pro povo. Olha que legal Ali. Então houve uma separação de público, porque cada público tem uma motivação diferente ali. Um tem a motivação de comprar o quê? Um relógio que vai aumentar a percepção de valor e etc. E o outro é, cara, eu só quero um chinelo para não queimar o meu pé ou para andar no dia a dia. Perfeito. São motivações diferentes para lados
da aí da nossa personalidade também distintos. E aí houve a separação pela Dra. Carol, dos 12 arquétipos. Ela percebeu 12 Motivações muito claras dos seres humanos. Ela falou assim: "Cara, tem pessoas que se motivam mais ou tem um lado de si que se motiva mais pela vida comum, homem comum, caso da aí das Havaianas. Tem pessoas que elas se motivam mais e elas são aquilo, mas líderes, são donos de empresa, são pessoas que sempre estão tomando à frente das coisas, são pessoas que coordenam as outras. Essas pessoas são líderes, são governantes, né? Elas têm Esse
comportamento comum de querer organizar o mundo. Automaticamente tem uma marca que representa aquilo que ela é, os sentimentos e as ideias que ela tem. Então, quando houve essa separação dos arquétipos, ah, pela Dra. Carol Spearson, que fez um trabalho muito bom, né? As obras delas são interessantes, né? Ela tem um viés mais progressista ali, mas se você ler com esse filtro, eh, tem coisa muito boa ali para você identificar as marcas. Você entende Então que marca você é. Porque quando eu converso com uma pessoa como terapeuta e a nossa primeira etapa da nossa metodologia, por
exemplo, a a de consultoria é com é com um terapeuta, nós vamos ouvindo a narrativa da pessoa, porque eu consigo reconhecer o arquétipo da pessoa, ou seja, aquele momento motivacional da vida dela pelo rosto, pelos trajes e pela narrativa, principalmente. A narrativa é tiro, porrada e bomba, né? Tá ali dentro, tá Ligado na cabeça dela um uma forma de falar. Ah, eu reconheço que em ti você tem tal comportamento, cara. Você é um governante. Claro. Por acaso a tua vida é tum tum tum tum tum tumum tum tumum tumum a pessoa. Nossa, você me descreveu.
Perfeito. Vamos projetar isso na marca. Esse eu que você é. Vamos projetar isso na marca porque você vai ser o rosto da marca ou você quer vender algo assim. pessoa, topo, tá fechado. Pronto, a partir daquilo, a Gente começa a trabalhar uma marca com aquele devido arquétipo, porque eu tenho uma caixa, vamos simplificar do simplificar. É como se eu, é como se eu tivesse uma caixa que eu coloco na mesa e dentro daquela caixa tem o meu manual. E aqui ele tem um manual de que cores que eu devo usar, que objetos que eu devo
comprar para aparecer, que tipo de paleta de cor que eu devo colocar, que tipo de roupa, que tipo de comunicação de texto, que tipo de comunicação Verbal, que tipo de influencer que eu vou contratar, que tipo de bolha que eu vou entrar, que tipo de cliente que eu vou atrair por conta disso, que tipo de produto que eu tenho que ter, que tipo de visão me são valores eu tenho que construir paraa minha empresa e com quem que eu vou provavelmente competir. Eu tenho manual disso. Eu tenho um manual de tudo, automaticamente a marca começa
a dar muito certo. Por quê? Eu tenho um manual de tudo aquilo que uma pessoa Comum que vai abrir um negócio não enxerga. E pronto. Aí eu entrego essa marca pra pessoa. Eu você me fez lembrar, eu acho, eu li alguma coisa, acho que foi do David Hog, não é? Uhum. Eu acho que era dele, mas isso tem muito muito muito tempo. Acho que era antes de vovó andar pra frente, mas eu li e e era exatamente isso. Perfeito. São caixas, são manuais, né? Então a gente era um livro grande, não me lembro agora, mas
era uma coisa as confissões de um Publicitário ou o propaganda, é alguma coisa dessa que eu que eu eu foliei uma vez e e assim tinha mais ou menos. É, é isso. Quer dizer, é, é, é, isso serve para uma pessoa que quer, porque tem pessoas, por exemplo, no Instagram que elas não vendem propriamente nada, elas vendem o estilo de vida delas, né? Elas não têm uma empresa. Ontem mesmo eu tava vendo uma que eu falei, eu falei: "Nunca vi, mas deixa eu entrar". Ela, eu vi que o aqueles rios sugeridos, eh, que ficam Assim
pequenininhos. Eu falei: "Deixa eu ver". Aí quando eu vi, eu falei: "Pô, a mulher tem, sei lá, quase 3 milhões de seguidores." Eu falei: "Nunca vi essa mulher na vida". Ela ela o que que ela vende pros outros? Ela era gorda, ficou magra, engordou de novo, emagreceu de novo. Ela ficava no yoô, agora tá magra correndo. Eh, nem vi o nome dela. Mas aí eu vendo aquilo, eu falei: "É, aí eu falei: "Mas ela não vende nada em relação a isso, mas ela vende eh à as Marcas à vezes contratam, ela faz uma públia ali,
ganha dinheiro, enfim, e aí vai, né? Esses arquétipos servem também nesses casos sem sombra de dúvidas, porque vamos lá, né? As pessoas muitas vezes me perguntam, Will, como que eu escolho o meu arquétipo ou como que eu eh identifico qual é o meu arquétipo, por exemplo? É aquilo, você usou a palavra apropriada, não se escolhe um arquétipo, não é um Pokémon, que você joga, ah, agora eu sou o Governante, né? Pronto, aí você se veste lá, a não ser que você seja um um sei lá, um a patologia, a psicopatologia de um esquizofrênico, né, cara?
Agora eu sou um periquito, né? Agora eu sou um leão, Você tá maluco, pô. É, mas fica muito fquito é leão, né? Você não consegue fingir o tempo todo? Outra coisa dá. Não dá para fingir um personagem. Então vamos lá. Primeira coisa para todo mundo aí que tá ouvindo, que já ouviu esse tema em algumas outras Pessoas, possivelmente tal, não se escolhe, pelo amor de Deus, um arquétipo não dá porque vai ficar caricato. Eu fui atleta de físicoturismo, fui o quarto melhor atleta do mundo e em 2015 na minha categoria. Eu era enorme, eu era
grandão. Caramba, né? Eu era muito grande. Bom, era possível. Mas você ia para aqueles concursos? Sim, eu fui o quarto melhor atleta do mundo. Fazia aqueles negócios aquelas Coisas. Eu vou te mostrar as fotos. Eu fui pro classic em Barcelona, qualquer lá te conhece. Então provavelmente era uma calcinha das minhas namoradas da época, né? Eu eu eu emprestava que era mais barato ao invz de comprar, né? Pintava, pintava. Mas aí tinha que tomar bomba também? Não, muita, cara. Muita. Gente do céu. É parte do esporte. Qualquer esporte hoje de alta performance no mundo se toma
muito esteroide anabolizante. É vendido Pra mídia que não, porque senão não vende produto e serviço, mas todos tomam e muito. E o físico turismo, para você ter a ideia de uma escala de esportes no top 10 de esportes que tomam esteroide naolizante, o fís o bodybuilding tá em sexto lugar. Caramba. Sexto? Sabe qual o primeiro? Ciclismo. Primeiro. Ah, não, mentira. Na perna, cara. Eh, é, os caras tem uma perna desse tem um cara, tem um cara, tem um documentário aí no Netflix muito bom. É, um cara é um cara que ele Foi mega campeão em
tudo, depois descobriram que ele tava se dopando, mas todo se dopam. Isso que é injusto do documentário. Eles fazem transtão de sangue. Como assim? Coloca outro xixi na bexiga. Cara, é bizarro. Coloca outro xixi na bexiga. Pois é, gente. É dopping. É. Não, não vai. É ganhar comp. Como é que você vai botar um xixi? Tá, não dá seu xixi aqui que eu vou botar na minha bexiga. Simplesmente o cara pegava um xixi de uma outra pessoa Que não tava dopado ou colocava ali atrás ali do pênis ou alguma coisa ou pega e injeta na
uretra com uma seringa para fazer o dopping e não sair que ele tomava alguma substância. Que isso, né? Transfusão de sangue no meio da prova. Eu também. Como transfusão de sangue? Você, você, por exemplo, você tá aí, você vai treinar, não é? Mas ele ali, no caso, para não ter nenhum esteroide em si, ele fica treinando por três a 6 meses, eh, por exemplo, em algum local Do mundo que tem 5 6000 m de altitude, o sangue cria muito mais hemácias e glóbulos vermelhos, ou seja, ele é um sangue mais e ali que vai est
muito mais poderoso, vamos colocar assim. Esse cara fica seis meses e tirando o sangue dele, fazendo bolsas de sangue por meses. Quando ele vai para um Iron Man ou para uma prova, durante a prova ele vai só fazendo trans na ali nas paradas estratégicas. Aí aí ele bota o sangue que ele guardou e que Tá sem sem nada que ele tomou um sangue que ele guardou ou que tá sem nada ou um sangue novo. Por quê? O que que deixa uma pessoa muito cansada? O sangue que está com excesso de ácido lático, que é o
quê? Você vai dar tempo para injetar isso na pessoa? Eu, meu filho, você não tá ligado o que dá para fazer. A gente é muito inocente. Eu sou muito bobo. É, a gente sabe de nada. Inocente. É assim, mas todos os esportes tem muit falando de posicionamente. Mas você tá, por Exemplo, o cara do dos 100 m raso lá, um bolt da vida, toma um negócio desse também. bicho. Olha aquele shape, cara. É porque assim, quando a gente começa a entender o mundo e e convive com isso, você vê que uma pessoa toma só pela
pele dela. A pele muda a textura, entendeu? A pele muda a textura, fica mais bonita ou mais feia? Mais bem mais bonito, né? O corpo todo muda, né? Então assim, éível. Beleza. E os riscos? Ah, é um esporte de alta performance. R. Por isso que você inou. Não, eu nasci com uma com uma patologia chamada e Wolf Parkson White, né? Que é chique por sinal, né? Me dá percepção de valor. Não dá você chegar numa roda, mas o que que você tem? Wolf Parkson White. O cara legal. Bonito, caro. Mas você pagou quanto? Você comprou
na m? Tem para mim também. Exato. Pessoal, maneiro. Eh, é um fio solto no coração. Vamos simplificar a coisa. Então, é como se fosse um fio desencapado. Às vezes um encosta no outro, fecha curto. Com curto circuito o coração entra em taque cardia. Vai, eu aqui, por exemplo, eu antes, né, tava aqui paradinho, de repente entrava e tacardia, o coração ia para 200 batimentos cardíacos. Eu em repouso e ficava assim por um tempo até o coração se cansar. Aí quando cansava parava de bater. Aí eu ia ou já tava no hospital, né? Aí tomava três,
quatro, cinco Choques pro coração voltar para reanimar. Aí voltava e tranquilo. Ou seja, eu morria. Vida que segue. É. A última eu tive uma EM, né, que foi a experiência de quase morte. Foi uma experiência que me tornou inclusive, né, católico e etc. Porque eu era ateu, né, foi, foram as minhas experiências. Mas agora já encapou o fio. Pera aí. Cortei o fio assim fora. Não, não tava usando. A gente cortou e acabou. Como cortou? É, falou que eu tinha o fio Desencapado no coração. Olha só, é muita informação ao mesmo tempo. Você tirou o
fio, tirou isso que um procedimento que chama ablação, né? Então você não vai ter mais esse problema. Então eu estive tendo aí nos últimos meses, mas foi por conta de excesso de estress, cafeína, tal, não sei que lá. Aí eu tirei a cafeína e aí estabilizou novamente, ficou tranquilo. Parou de tá com tacadinha. Tá aqui. Você fazia, você era fisiculturista? Foi o Quinto do mundo. Perfe o quarto melhor atleta do mundo. O quarto. Cara, você era muito forte. Eu era bem grande. Depois a gente coloca uma foto aí aí pro pessoal ver. Ah, vou querer
ver. A produção vai botar uma foto. Produção. Essa foto entrou agora. P entrou uma foto. Exato. É de calcinha, né? de calcinha. Enfim, eu era bem grande de fato. Ah, e eu eu falo do aí dos esteroides brincando e com um certo humor, tal, e eu sei que é pesado, é uma Coisa que, de fato, não, óbvio que não é bom pra saúde, mas tem uma coisa mágica num atleta que eu tinha, né, e isso eu passei pra minha vida como empresário, que é a tal do esforço a qualquer custo. É muito bonito isso no
atleta, porque é, eu tive mais de 100 amigos que começaram a treinar comigo num prazo de 10 anos que eu fui atleta e nenhum continua. Eu não tive um amigo meu do início que se tornou atleta e foram centenas. Eh, isso é a virtude da fortaleza. Você persistiu Ali, né? Total. Cara, eu comia todos os dias a mesma coisa por 10 anos. Eu comia 30 ovos, eu comia 2 kg de carne e batata ou 2 kg por dia. Por dia, domingo a domingo. Ah, quero ir para uma festa, leva marmita, vou para aniversário, leva marmita.
É muita disciplina. Então, só que não era de vez em quando. Eu vivia essa vida por 10 anos sem falhar. Treino de segunda a sábado sem falhar. Às vezes dois a quatro treinos por dia, sem falhar. Tô cansado. Eh, eu era Adolescente, jovem. A a namoradinha terminou comigo ou te traiu? Problema teu. Não tenho dinheiro para comer. Quando eu fui competir no mundial, eu contava moeda de 25 centavos para comprar ovo solto na venda. Sendo que eu tava indo competir numa competição mundial contra russos, americanos, alemães, os caras têm tudo e eu não tinha como
comer. Não interessa, eu vou do mesmo jeito, entende? Então, o atleta não é o esteroide anabolizante que Nunca, em hipótese alguma, vai tornar um atleta um atleta. Ele é literalmente a cereja de um excelente, delicioso bolo. Se tirar cereja, os atletas campeões continuariam sendo as mesmas pessoas. Não mudaria. Porém, existe os recursos ergogênicos, é normal no mundo das competições, qualquer uma, todos usam e não tem como você competir se não usar. Então você precisa dessa cereja do bolo. Mas se retirassem os esteroides, os campeões seriam os mesmos. Ah, porque Tem o mesmo foco, a mesma
disciplina. Mas ninguém consegue ficar daquele tamanho. É impossível, sem injetar alguma coisa. Sim, é impossível, mas ninguém fica daquele tamanho sem treinar. Por o que que é um esteroide? Um esteroide, ele é um sinalizador e um reparador. Por exemplo, fiz um treino de bíceps até quase vomitar e tive lesão nos meus tecidos musculares. Automaticamente eu preciso de pedreiros para reconstruir o esteroide. Ele é esse Super pedreiro, ele reconstrói mais rápido. Ele é um sinalizador de proteína, de olha, manda mais proteína, mais aminoácidos para essa região, porque ela tá precisando de reparação. Então, é por isso
que eu falo, eu fazia agachamento livre com 315 kg, fazia supino reto com 210 kg. Tá igual bitelo. Eu era muito forte, muito forte. É o Bitelo. Bitelo fez com 300 e tanto. É, eu era muito forte. Essa força toda não vem por conta do Esteroide, vem por conta de 10 anos treinando sem eh sem parar para conseguir desenvolver essa força, para causar essas microlesões diárias. Ou seja, você sabe aquela dorzinha muscular que você sente? Então, eu tinha febre quase todos os dias e tive febre por quase todos os dias e vomitava quase todos os
dias por 10 anos. Febre quase vomitava febre muscular durante a noite de ali do corpo ficar tremendo ou suando de tanta ali de tanto que você machucou O teu corpo, né? E é isso. E você suporta isso numa boa. Fala assim: "Cara, o preço e foda-se". Entendeu? Isso, é saudável. Não, mas é aquilo, treina coisas em você que te torna, se eu já fosse católico ali na época, eu eu entenderia que aquilo era uma espécie de santificação mínima, pelo menos ali de cara, tô me sacrificando por algo aqui que eu acredito. Você queria ficar igual?
Enfim. Sim, exatamente. Era, tem categorias, não é isso? Tem aquele que é Do peso. Qual era sua? Categoria. A minha era peso livre. Quanto maior, melhor. Caraca. Mas o quê? E e levantando em tamanho. Não, não é tamanho, não é não é volume muscular. A minha era. São daquelas poses que fica assim, faz assim, faz assim, faz assado. Você ficaria bom de sunga, cara, fazendo umas poses. [Risadas] Você ficaria muito bem. À noite farei isso, Vou te ensinar as poses. Aí você po noite. Hoje vou colocar uma sunga e vou fazer umas poses. Eu tenho
uma rosa até hoje que eu posso te emprestar. Vai ficar muito bom. Obrigado. Você já pensou? Tem umas tão brilhosas. Exato. Tem umas brilhosas. Tem que passar aquele, tem que vocês passavam um negócio do cor para brilhar, né? Não é um negócio que se chamava e hoje tem várias marcas, mas na minha ali na minha época era o Protan. O Protan ele é um Bronzeador artificial. Mas por que que fica tão alaranjado? Porque a gente passa muitas demãos, né? Eh, mas se passar só uma mãozinha, por exemplo, numa pessoa que é branquinha, fica bonito. Mas
é que a gente passava, você já é moreno, quase não precisa precisa. Você já é moreno. Exato. Exato. Tô imaginando Bertaldo de Deunga. azul brilhando. Que coisa linda, cara. Pô, ia ficar sensacional. Mas agora deixa eu voltar que eu fiquei Muito curiosa. Pera aí. Você não pela sunga não. Você teve eh foram três paradas cardíacas. Foram três. Uma em 2012, que é, aliás, em 14, que eu desmaiei sozinho, mas voltei horas depois. Mãe, a sua mãe é viva? A minha mãe é. Imagina que cada vez você tinha um negócio, quando você ficava cada vez mais
forte, a sua mãe tinha um treco, né? Sua mãe que tinha um treco no coração. Não mandava separar, não. Sim. A minha mãe, Ela sempre teve uma coisa. Não, eu não tenho mais voz. Menino, não, mas ela nem ligava muito não, mas isso não tava ligado ao que ele fazia. Ele tinha um fio desencapado. Se não fizesse ele ia ter uma coisa. Mas quando você imagina o tamanho dele para ser o quarto do mundo, ele devia ser um armário de gigante. Sim. E aí vó e mãe começa, vai. Mãe também. Menino, você tá ficando grande
demais. Tudo isso tinha qu tinha 118 kg de músculo de com 8 7% de gordura. Músculo. Quanto? Oito. 8 ou 7% de gordura. Isso no meu momento de ficar gordo, quando eu ficava pronto para competir era 3 4% de gordura. Mas isso faz mal em outros órgãos, né, bicho? Aí vem uma questão que eu sei que uma quem está de fora não compreende tanto. Eh, e eu digo isso assim com clareza, porque eu vivi nesse mundo por 10 anos. Que ótimo. Ele foi, ele foi, eu achei que ele ia dissertar aqui o negócio, ele fez
um Daí, acabou o negócio. Isso aí, isso aí. um atleta ele tem essa mentalidade. É, eu eu, por exemplo, eu tô eu vou chegar a 15% de gordura e já é um sofrimento grande que eu saí 19.9. Tava passando o Papai Pig, então, pô. É Papai Pig, exatamente é isso mesmo. Não, pior que não muda muito, entendeu? É engraçado isso. Sacanagem. Não é verdade, ele não fica assim gordo. Eu não sei. Deve ser gordura visceral. Só pode. Isso é gordura viseral. É os Glúteos do homem também. Ele armazena muita gordura. O quadril no meu não.
O meu glúteo não tá com essa gordura toda, não. Vamos ver com Vamos ver na pose hoje à noite com a com a cueca lá para poder ver. A gente vai sair daqui. Eu já vou comprar o óleo para ti. Já a gente já vai deixar tudo pronto para mais tarde. Mas vamos voltar pros infartos. No terceiro, você era ateu. Ateu. Graças a Deus ou atu mesmo. Atueu. Não. Quando Ele faturou, ele chamou Deus. O que aconteceu, né? Hã, eu fui buscar como eu acho que muitas pessoas antes de voltar pro catolicismo elas buscaram. Fui
buscar eh em sete raios, em energias, em mestres ascensionados. Sete raios, você falou é tipo esse negócio de mestre ascensionado, tal, não sei que lá, enfim, essa loucura toda que tem por aí. Esoterismo, esoterismo, né? Então eu fui buscando nessas praias. Por quê? Eu sou de uma escola particular. Eu era Bolsista numa escola particular. Numa escola particular você aprende a tirar sarro de Deus. né? É o que a gente aprendia, né? É assim nas escolas, né? se você acredita em Deus, você é meio caricato, você é um cara meio otário. Mas a escola era religiosa?
Não, claro que não, né? Era era uma escola particular do normal, onde o professor de história e você ouve desde a quinta série ali, que cara, Deus é piada, o negócio do passado, a moda agora é a Ciência e aquela coisa toda, né? Bom, então eu falei assim, cara, é, meio que faz sentido isso aqui e neste período, eh, eu me apaixonei por astronomia na quinta série, aí fui estudar astrofísica no IMP, no Instituto Nacional de Pesquisas, eh, de Pesquisas Espaciais, na Erdola, que eu era, né, não conversava muito com as pessoas, tal, era remixado.
Eh, e aí eu fui estudando isso, fui me apaixonando e aí eu tive certeza na minha cabecinha Infantil de que Deus não existia, porque tinha um pintado para mim que Deus era um cara numa cadeira. que mandava os outros pro inferno e que isso era coisa do passado. Eu falei assim: "Cara, total que a ciência faz muito mais sentido mesmo. Olha só isso aqui. Porque eu tava tendo acesso a telescópios que eu conseguia ver uma galáxia em espiral com os meus próprios olhos. Eu conseguia ver eh pesquisas maravilhosas, eu eu conseguia pegar naquelas coisas porque
é Material e aquilo me dava uma segurança, né?" Eu falei assim: "Porra, tá aqui era na verdade a minha religião, né? Astronomia era a minha religião, era o meu Deus ali." Ahã. Tá bom? Mas olha só Deus, o jeito que ele vai costurando as coisas, né? Só para fazer um parênteses breve. Quando eu fui me tornando católico de verdade, fui entendendo a como ter uma vida espiritual minimamente decente. Mas você já tinha sido batizado? Sim, eu nasci na Igreja Católica, né? Ah, aconteceu uma coisa que eu me lembro até hoje, eu tava, eu acho que
numa missa, não me lembro bem o local, mas eu lembro da memória em si, a sensação. Eu ouvindo a missa, eu acho isso, e eu lembrei de quando eu vi pela primeira vez uma galáxia por por eh ali por um telescópio profissional eh de espiral, é aquela, eu falei assim: "Cara, existe mesmo outras galáxias, né? Que coisa linda". E foi naquele momento Ali, naquela missa ali, anos depois, tem uns dois anos, isso, falei assim: "Cara, Deus é, né, Deus criou isso tudo, cara. Que maravilha. Então, astronomia me deu mais certeza ainda que Deus existe, porque
você consegue ver o tamanho das coisas. Eh, não, aliás, você tem uma noção maior do que as pessoas comuns do tamanho das coisas, porque eu fiquei anos vendo planetas, eh, estudando planetas, luas de outros planetas, né? Ganimé, Calisto e Europa, As principais luas de Júpiter. eu lembro dessa porcaria até hoje, né? Enfim, e eu via isso e isso me deu mais força para que hoje falou assim: "Cara, Deus é que alguém construiu esse negócio todo, tem uma causa eficiente aqui, né? Vamos fechar o parênteses." E aí eu em 2016 eu tive minha segunda parada cardíaca.
A primeira eu voltei sozinho. Você tava com quantos anos? Horas depois? Era novo. Era novo. Você era novo? Então eu Era mais novo ainda. É, eu devia ter. Eu acho que a última eu tinha 21 anos. Caramba. 20, 21 anos por aí. Mas depois que você teve a primeira paraa segunda, você não quis resolver logo que botão era esse que tinha que tirar? Não, não, não, não dá para parar não. Só eu sou atleta. Isso aí a gente deixa para depois, né? Mentalidade de atleta é assim, burra no caso, né? Eh, muitas vezes. Eh, a
segunda foi em 2016. Aí essa foi uma crise, foi a primeira crise Muito forte de verdade, porque eu tinha ataque cardia no dia a dia, mas aí qual era o processo para parar a taquicardia? Eu ficava de cócoras no chão, o coração relaxava os batimentos, reiniciava, então ele ficava tu tum, dava uma batida, ficava 5 se segundos sem bater e reiniciava e voltava a bater normal. Aí eu voltava ali pro meu dia a dia. Que isso, gente? Desfribilador. Isso era isso é um distribilador natural e eu fiz isso por anos, entendeu? Muitas vezes. Que loucura.
É assim, era bem comum. Você não ficava com medo dele parar de uma vez? Não, não é porque é aquela coisa, a galera mais, quando a gente é mais novo, a gente acha que não vai morrer nunca. Mas não só isso. Eh, eu já pensei nisso também. Eu falei assim: "Não é esse que não acho que que eu não vou morrer muito, mas não sou eu que escolho, sabe? Então é claro que eu vou me cuidar. Hoje em dia eu me cuido, mas cara, eu vou tropeçar aqui e vou morrer. Caso se é o que
é o que Deus quer ou vou morrer do coração. Eu meio que eh não ligo mais muito para isso, principalmente depois da minha última porque eu percebi que eu não tenho controle de nada. Literalmente não tenho controle de nada. Eu vou chegar nela porque ela importa. Eh, a segunda, então fui pro hospital, quatro, cinco choques, aliás, foram três ou quatro choques no coração. Aí eu acordei horas depois ali com a marca das pazes no peito, tal. Aí O médico veio, olha, você não vai poder mais treinar, não sei que lá. Eu mandei ele a merda
meio que assim e fui treinar já no dia seguinte. Caramba. E aí a vida continuou de atleta. Em 2018 eu tive minha última eh síndrome assim aguda mesmo, né? E aí no caso, nessa eu tive a a EQM. O que é uma O que é uma EQM? É uma experiência de quase morte. Ah, no caso, eu fui ler para todo canto o que era isso depois de algum tempo Para entender o que tinha acontecido comigo de verdade. Resumo da ópera, pode ser uma fabricação, uma produção da sua mente ou de fato uma experiência espiritual. O
paciente, naquele caso, ele escolhe, né, o que é para ele, porque independente disso, um resultado é constante em todos os casos. A pessoa muda muito, né? a pessoa muda muito. Então, fui estudar centenas de milhares de casos de EQM. Uma consistente, ela é verdade. Essas pessoas mudam da água pro Vinho. Ah, muito assim. Bom, eu não mudei tanto da água pro vinho, né? Mas enfim. Eh, mudou sim. Se era teu virou católico. É, né? sim. Tá bom, né? Tá bom. Já não vou pro inferno, mas espero, né? Enfim, o ponto foi, vou passar aqui, eh,
de forma breve, eu desmaiei e voltava de, aliás, eu desmaiava e voltava. Eu eu desmaiava e voltava e fiquei ali 3 4 horas agonizando ali na maca ali. E eu lembro que para cada respiração que eu tinha Que ter, eu tinha que, cara, é como se tivesse 100, 200 kg em cima do meu peito, que eu tinha que fazer muita força para respirar, fazia muita força, suavam um tanto. Eu lembro a última memória que eu tenho antes de apagar, é da maca pingando o suor e eu molhada em cima dela, assim, liso já em cima
dela e toda a minha roupa molhada, né? Bom, eu lutando ali para viver de fato já com muita dor, há 3, 4 horas em agonia, de repente a uma dor tomou conta De mim. A maior dor que eu já senti na minha vida foi essa em específico, eh, física, eu digo. E de repente, das pontas dos dedos, uma sensação de paz começou a tomar conta de mim e veio lentamente, lentamente, lentamente até chegar eh na ponta do nariz. E eu senti uma paz e que é indescritível, né? Eu tive uma sensação semelhante assim de vazio,
mas de completude ah no dia do meu casamento com a minha esposa e e no dia Que eu tava morto, né? E essa paz me tomou conta e de repente eu fui levado para um lugar, eu vou chamar de lugares físicos, né? Quindo para materializar. Fui levado para uma sala que tinha uma TV, vamos pensar assim. E ali foi a primeira vez que eu assisti a minha a minha vida inteira sem me julgar. O gago e tudo que eu tinha passado ali, ele é muito autopunitivo porque ele tem muita raiva de si. Bom, em todos
os casos de gago que eu estudei, né? Porque eu era Gago, então estudava bastante. Quando eu virei terapeuta também, eu fui estudar bastante caso de gago, tal, não sei o que lá. Ele tem muita raiva de si, porque as pessoas riem dele e etc. Ele é chacota. E obviamente com uma personalidade não desenvolvida você se sente mal por isso. Você quer ser aceito. E eu chegava em casa, eu dava murno na minha cabeça porque eu ficava muito puto, porque eu conseguia falar quando não tinha ninguém olhando. Bom, Você não gaguejava quando não tinha ninguém olhando.
Era isso. Aham. O gago normalmente ele não gagueja com outras pessoas olhando, ou seja, ele fica inseguro com os outros. Aí a gente vai para vários pontos. tem segurança, tem a formação da personalidade, tem traumas infantis graves, né, como estupro, abuso infantil, eh, ou susto, né? A mim, eu fui ali, depois eu fui descobrindo, né? Posso mencionar depois, foi abuso, foi muita coisa em casa também, treta, né? Enfim, foi muito problema ali que foi me deixando ali numa jaulinha. Bom, vamos direto ao ponto. Eu assisti minha vida pela primeira vez sem nenhum julgamento, mas eu
assistia e eu lembrei desde quando eu era pequeno, eu tive memórias desde desde a infância e lembrei de muita coisa que tinha saído apagado, só que eu assisti aquilo tudo com um amor e com uma sensação de acolhimento e compreensão que eu eh não sou capaz de descrever. nem doevk talvez tivesse Habilidade para descrever o sentimento. Eh, você estava vendo a sua vida passar ali diante de você com um amor muito grande. Fui levado para um segundo lugar. Nesse segundo lugar, uma espécie de eu vou chamar de anjos, porque quando nós vemos as imagens de
anjos, é muito semelhante. Anjos me recebiam, dois ou três, eu não me lembro bem, mas eu sei que eram mais de um. me recebiam com um amor e com uma alegria. E eu sabia que eles sabiam tudo que eu tinha feito de Cagada e de coisa boa também, mas me amavam com um respeito e com uma sensação de completude e de força que eu nunca senti uma sensação de amor, paz e calma maior do que eu já senti na minha vida naquele momento. A outra vez que isso se repetiu, como eu disse, foi por alguns
segundos durante o meu casamento, na hora que a gente foi comungar, né? Porque a gente fez castidade, aí se aí se confessou tudo Certinho para casar. E a gente assim que foi receber a hóstia e eu virei e olhei para ela, eu falei assim: "Porra, eu acho que é isso aqui mesmo, né?" Enfim. E eu me senti bem. Fui levado para um terceiro lugar para terminar a história. Uma espécie de montanha, um um local predominantemente branco no solo, mas eu olhava, tinha uma espécie de uma montanha com nuvens ao norte, né, ao meu norte. E
uma voz grande ecoou de lá e da montanha ou de dentro da minha cabeça, Não sei descrever, não sei separar, uma voz. E fez uma pergunta: "Você quer voltar ou você quer ficar?" E eu não sabia responder, porque eu nunca tinha me sentido tão bem na minha vida, né? E eu não sabia se eu queria voltar ou ficar, porque eu tava pela primeira vez na minha vida, eu me lembro claramente assim, uma memória muito viva, como estar aqui com vocês, que eu tava bem e eu nunca tinha me sentido bem em vida Até então, daquele
jeito. E eu sei que dentro da experiência eu demorei para responder. Eu falei assim: "Eu quero voltar. Essa voz de bate pronto já complementou. Papum, se você voltar, você vai voltar para fazer aquilo que você tem que fazer". Falei assim: "Tá, é nós, né?" Eu respondi comigo, né? Não faço a menor ideia do que você tá falando. De repente eu abro os olhos Assim, tem uma enfermeira no canto direito, eu pergunto para ela meio cabeça um pouco embaçada, meio tonta, eu tô vivo, né? Ela: "O senhor tá assim, tal". Eu olhei assim, eu falei assim:
"Caralho, me deram com uma maconha aqui, me deram com cogumelo na minha veia aqui. Que muito louco que foi essa experiência". Aí eu falei: "Você tem certeza?" Perguntei para ela, ela tem sim, eu tá, eu que aconteceu, bicho? Porque eu toquei nisso, eu vivi Isso que acabou de acontecer aqui na minha cabeça. Resumo da ópera. Uma semana depois tinha um um treinamento que nós íamos dar lá em Campos, já meio na aí nessa pegada motivacional, porque eu já era atleta, muito reconhecido na cidade e tal, e tinha backups para mim, eh para me substituir caso
eu começasse a gaguejar muito com o público, porque sabiam que eu ia gaguejar, mas queriam me ouvir falar. Mas você ia falar sobre o quê? sobre a parte de mentalidade, de Motivação, de força de vontade, etc. Eh, num evento de de inteligência financeira, né, que tá ali do lado, essa fortaleza. De repente eu falo por 4, 5 horas, não gaguejo, domino a plenária, pessoas se emocionam, choram, riem, se alegram, não, remixo, né? O CD não pula. Muitos vieram me abraçar, tinha umas 60 pessoas, umas 40 vieram me abraçar chorando e etc, tal. Eu fiz até
alguns exercícios de ali de grupo muito legal, aliás, bem legais. E no final eu deito No chão com os pés doendo, porque eu tinha 118 kg, né? Com os pés doendo, eu falei assim: "Nossa, deixa eu dar uma deitada aqui no chão". A sensação de paz que eu senti morto, eu senti no chão. Falei: "Sim, é isso aqui." Dali, eu comecei, abandonei o esporte. Aí comecei a estudar para ser psicoterapeuta e a coisa me trouxe até aqui. E Deus, como é que foi a sua abertura para Deus nessa história toda? Perfeito. Eh, bom, eu fui
tendo outros relacionamentos ruins. Ali Ainda não me converti, mas eu percebi que já existia alguma coisa e tive várias relações muito ruins, assim, mesmo loucas assim. Ah, e eu falei assim: "Cara, algo tem que mudar". E foi uma live do Ítalo, né? Eu já falei isso para ele, se eu não me engano, até vou falar para ele hoje de novo, caso ele tenha esquecido, né? Eh, eu falei assim, em uma live dele de 2020, eu acho, né, que eu tava ali no fundo do posto psíquico ali, já fazendo Um dinheiro, já dando certas coisas, tal,
mas a parte emocional ali de uma personalidade instável, ele trouxe em uma live exatamente isso. Um demônio pode se transformar num santo e um santo pode se transformar num demônio. Isso tudo parte a partir do agora. Porque a tua história, porque você não é tua história. Falei assim: "Cara, tenho esperança então de eu sair de onde eu tô, um relacionamento Horrível que tava na época, tal, muito conturbado, um monte de problema". Falei assim: "A esperança". Então, porque até então eu vinha muito da via psicanalítica, né? Então, eu não tinha eh eu era um materialista, eu
era um nilista. E de repente eu falo assim: "Cara, eu acho que é isso aí mesmo". Acabei com aquele relacionamento e etc. E aí a partir dali eu comecei a ter uma coisa que para mim eu usava no físicoismo, que eu chamava de sucesso de Um dia. Não importa se eu vou ter o que comer amanhã, se eu vou poder treinar amanhã ou não, se vai acontecer alguma coisa. Hoje eu vou ter o sucesso de um dia. E quando eu era atleta, o sucesso de um dia era igual a treinar, comer, trabalhar e não encher
o saco de ninguém. Depois, quando eu vi isso do Ital, eu falei assim: "Cara, então é trabalhar muito, estudar muito e começar a praticar alguma coisa". E aí, em uma das Formações dele, numa aula eh de metafísica das quatro causas aristotélicas, eu percebi que Deus era a causa eficiente de tudo. Eu falei assim: "Cara, Deus é lógico, eu sou muito burro". Ali eu me converti de 100%. Caramba, existe uma causa eficiente que dá matéria para as coisas que, portanto, da forma e essa forma alcança a finalidade. E esse criador do criador é Deus, porque tem
que ter um primeiro criador. Então, para mim, a conversão Foi um processo 100% lógico e racional. E a partir dali comecei a ter vida espiritual de verdade e a entender e a estudar estudo até hoje. Isso foi em 2020 para 2021, né? Só que aí vem, eu trago a minha mochilinha de atleta. Então aquilo tudo que eu faço, eu sou ultra rápido, disciplinado também, constante. Sou rápido, sou constante. Exatamente. Mas a cheio de virtudes aí, sua aplicar na sua oração. E é isso que eu vejo que o esporte me trouxe de Presente. Ele me fortaleceu
para que eu tenha uma personalidade e não ali parecendo uma mea que não tem consistência, porque quando eu vou entendendo as coisas, eu consigo pegar e drivar naquilo e ir fundo, né? Então é um presente que Deus me deu e ele foi escrevendo a minha vida, né, pelas famosas curvas, né, E ele escreve certo pelas pelas linhas tortas. É o dito popular. É, é o dito popular. Perfeito. Eu vejo isso, sabe? Falo Assim, que bom. que até agora tudo que você me deu eh de sofrimento, na verdade foi nenhuma, entendeu? Foi um de um presente
para eu me tornar menos porcaria, né? Você antes já tinha lido alguma coisa de dessa EQM, experiência de quase morte? Nada. Pois é. Engraçado que eu já vi algumas coisas e as pessoas todas falam muito parecido ou falam que tinha uma luz no final que ia caminhando. Eh, tá aqui que eu pego mais. É, que ia caminhando e que e que Já vou lá pegar. Eh, que muito isso e fala também que passou um filme na eu vi a minha vida. Eu falei assim: "Tá, tá tá de sacanagem porque contaram a minha história. E aí
foi uma coisa que eu fiquei assim abismado. Eu falei assim: "Bicho, mas eu não tinha lido nada antes, né? Porque eu poderia ter fabricado isso a partir de uma memória". Claro, mas eu nunca li nada disso. Conhecimento. É, mas aí depois quando eu fui tocar nisso, eu falei assim: "Meu Deus do céu, cara". Né? Foi bem interessante. Mas interessante são essas três salas que você descreve, né? tava aqui, depois aqui, depois assim. Ainda foi perguntado para ele quer voltar. Tem uns que não, a maioria não pergunta quer voltar, não. Tá aqui, meu filho. Vamos. Chegou
tua hora. Quer voltar? Não, eu acho que talvez eh nesse caso eh tenha sempre essa possibilidade, né, de olha, ainda tá faltando alguma coisinha, tem um caminho aqui que pode Não estar lá tão bom. E aí, que que você quer? Mas é engraçado que ele não no tudo que ele relatou, ele não falou nada que o anjo que alguém chegou para ele lá e falou assim: "Olha, você vai voltar, você tem uma missão, Deus existe, volta-se para Deus". Nada disso, nada disso. Tanto que eu voltei ainda burro, né? Ateu ainda, querendo ou não, né? Eu
acreditava em energias e que tinha uma força superior, aquela toda esotérica assim que não tem forma de Nada, né? que não dá estabilidade, eh, que só dá loucura e só faz você abraçar a árvore. Eh, mas foi eh a semente que germinou anos depois, né? Então, eu vejo que foi um baita de um presente mesmo essa oportunidade. Quanto tempo você ficou nessa última aí que você ficou morto? Ah, o coração parado, o tempo do coração parado foi pouco, né? Eh, mas o tempo desacordado, não sei se foi por conta das anestesias também e etc, foram
algumas horas. Foram algumas horas, foi Eu acho que três ou 4 horas. Tá. E o que que você diz que é pouco pro coração parar? 10 segundos coração parado já ferrou. É, foi, foi poucos segundos assim. Basta para o coração. Não, mas aí é poucos segundos. Aonde tem segundo, isso aí, aonde não tem segundo, ele vive aquela experiência sem saber que segundo que foi. Perfeito. Perfeito. Assim, não tem noção nenhuma assim de tempo. Assim. Sim. Imagina. Tanto até que você descreveu que foi numa sala, depois de Outra sala para outra sala. É, parecia que foi
um tempão de rolê assim, né? É, mas pode ser um segundo. Naquele segundo se viu tudo. Pum. É, porque a coisa é, né? É, a coisa é, ela não tá no no curso. Então, sem contar que no céu não tem tempo. É isso, né? Então, a coisa é, então, tipo assim, é isso. É uma história muito interessante, viu? Que doideira isso. Muito boa. Resumo do resumo, concluindo com uma única frase, sinto que o que eu faço hoje é Exatamente ajudar as pessoas encontrarem a sua finalidade. Porque quando a pessoa encontra a causa final dela, como
uma caneca que é usada para tomar água ou café, encontra sua finalidade fazendo isso. Quando eu sento com um empreendedor e ouço a história dele, porque eu vou extraindo, eu entendo que forma e que matéria tem aquela história para alcançar uma finalidade. Falo assim: "Bicho, é por aqui, ó." se Posiciona para cá, porque isso e de tudo que eu vi você falando e deu para perceber na sua fala que você tem muita clareza do que você faz. Então, que é é a sensação que me dá, que se eu fosse chegar para você e falar: "Pô,
me ajuda aqui a a dar uma cara que você olhar e falar, pô, isso aqui, aqui, isso aqui, aqui, isso aqui, aqui, isso aqui, aqui tá fórmula, faz isso aqui que vai dar certo o negócio." Eu vejo as coisas hoje exatamente como fórmulas mesmo, né? Tanto que quando eu fui construir o meu método, que é o manual do posicionamento de marca, que inclusive a gente tá num processo agora de ah tê-lo ah internacionalmente, tudo, a gente tá escrevendo um artigo científico dele, porque eu já tenho mais de 1000 casos documentados de empresas que se que
se transformaram, né, que que que seram do A pro B através do método. E eu criei uma função matemática. Você pode falar alguma? Não sei se é sigilo. Não, posso, Posso, posso. Eu já, eu falo já. Eh, eu criei uma função matemática junto com um químico, um professor do ITA, eh, doutor do ITA, eh, uma função matemática que consegue aferir posicionamento, se ele está autêntico ou com ruído. Então, essa função matemática a gente já testou com 100 perfis também, tá coerente, tá funcionando. Eh, um algoritmo de previsibilidade de likes e e shares também que a
gente construiu com base no posicionamento. A gente tá desenvolvendo Tudo isso, já funciona, só que é planilhas, estatísticas. A gente tá criando uma agora que faz isso. Então a gente vai avançando muito nesse lance de realmente porque qual é o eh aí vem as histórias, né, que Deus nos traz. A minha maior dor, gente, era uma. Eu era um excelente atleta. Eu era um dos melhores do mundo. Pô, o quarto do mundo é coisa pr caramba. E eu não tinha muitas vezes o que comer. Eu ficava puto com isso, que é a realidade quase todos,
Né? E eu via pessoas que não eram atletas, mas eram do nicho de fitness. Ah, ou pessoas que eram atletas infinitamente piores do que eu, com muito dinheiro, podendo comer. Na minha época, para mim, luxo era poder comer carne, comendo filé minhon. Fala assim: "Caralho, velho, comendo salmão, aspargo." Eu olhava para aquilo, falei assim: "Cara, como é que a pessoa consegue pagar R$ 14 no aspargos, né? Eu, não consigo comprar ovo, né?" Então, era o meu mundinho, né? mais materialista, mas era o meu mundinho e eu sonhava com aquilo. Eu era muito bom, só que
eu não conseguia comunicar quem eu era, mostrar de fato quem eu era, posicionar-me para que as pessoas entendessem quem eu era e vissem, portanto, o meu valor e os patrocinadores quisessem me patrocinar. Então, foram 10 anos eu tentando fazer marketing ali do meu jeito, que no final começou a dar certo. Então, ali nos Últimos um ano e meio de vida de atleta, a coisa começou a a engrenar, porque eu comecei a estudar muito marketing, já estudava antes. Minha primeira publicação no Facebook de atleta é de 2011 ou e 10, que eu comecei a me expor
como atleta. E ali eu comecei a ver marketing de uma forma tímida, mas comecei a ver. E pra coisa começar a dar certo lá em 2018, que eu ganhava 40, 50.000 por mês para ser atleta em patrocínios, né, Produtos, suplementos, mas poxa, já não precisava mais quase ter gastos. Eh, não ficava mais suando com aspargo sem poder comprar. Isso demorou muito. E eu vejo hoje a quantidade de, meu Deus do céu, é muito profissional bom, é muito produto bom, é muito serviço bom, é muita empresa boa que o nosso Brasil tem, cara. O que eu
já vi de empresa linda, só que escondida e perdendo audiência, venda e público, eh, e clientes para idiotas, porque não sabe se posicionar. Que não sabe se posicionar. Você me lembrou de novo o encontro que nós fomos. Eu não vou poder falar aqui nem da onde é que é, nem que produto era, mas é exatamente isso. É exatamente isso. E aí você vê, fala assim: "Cara, não é possível que é, não é possível, não é possível que tanta gente seja enganada com um produto tão ruim". Pois é, pois é. É, não é possível. Exatamente isso.
Então, esse foi meu objetivo de olhar para isso dessa forma, entende? Então, eu comecei a olhar para coisa, eu falei assim: "Bicho, eh, parece-me que pode mudar amanhã, né? posso acordar e a minha vida mudar completamente, mas parece-me que é o que Deus quer de mim, é o que a vida quer de mim, né? E cara, o teu foco é porque na na realidade ajudando esses empresários ajuda as empresas e ajuda a muita gente, né? A empresa não é um empresário só. A empresa é um monte de gente que depende daquele salário para Viver. E
uma empresa posicionada tem o quê? funcionários que seguem uma ordenação, porque uma um uma empresa com posicionamento poderosíssimo, como uma Disney, eu acabei de volotar da Disney, eu fui fazer um curso lá de experiência do cliente. A Disney tá voltando a ser normal, né? Graças a Deus que o CEO antigo voltou e tá acabando com o LGBTQ mais da Disney. Ah, que bom, graças a Deus. tá acabando com a indústria walk Da Disney. Na Flórida, por exemplo, já não tem mais quase brinde. Antes era só brindes, walk, agora não tem praticamente mais um chaveirinho walk.
É um negocinho ou outro, assim, eles rancaram tudo, né? Eh, enfim, a coisa tá voltando aos trilhos. O ponto é, são milhares de funcionários lá que vivem uma cultura de encantar os outros, de servir os outros tão bonita, cara. Porque o parque tá retomando seu oxigênio, eh, que é a sua matriz Fundacional do Walt, que é belíssimo, né? O que o Walt fez com os desenhos antigos, cara, é lindo aquilo. E a empresa tá voltando paraas suas raízes e você vê aquilo acontecendo e você vê 300.000 1000 pessoas trabalhando, pagando suas contas, tendo uma vida,
criando seus filhos e aprendendo todos os dias a serem eh a se desenvolverem e também a serem pessoas melhores através do CEO, daquele eh ali daquela pessoa que tá Naquele papel de fundacionar aquilo tudo e articular. Nossos valores aqui são esses. Nós não permitimos isso. Nós permitimos isso. Isso dá estabilidade para as pessoas. Essa é a nossa missão, essa é a nossa visão. É assim que nós somos. Esse é o DNA Disney de C. Topa-se assim, porque aqui é assim, se você não for, você tá fora. Uma empresa dá uma personalidade para alguém. Poxa, uma
empresa dá um eu para alguém, dá uma vida pelo qual os outros podem lutar, Uma vida pelo qual os outros podem acreditar. Uma empresa salva milhares de pessoas. Então parece que é isso. Essa daqui então tem duplo dupla finalidade de salvação, não é? Perfeito. Perfeito. Aqui e não ir pro inferno. É isso aí. É aqui não. Assim a a o santuário de Fátima nos últimos 3 anos é a igreja na cidade do Rio de Janeiro que mais confessa pessoas. Maravilhoso. Inclusive tem que me confessar. Tem Confissão aqui hoje? Tem. Tem de domingo a domingo. Maravilha.
Então depois vou me confessar. Pronto. Tinhamos tivemos missa inclusive ainda h pouco aqui. Que maravilhoso. Mas enfim, estupendo. É isso. Muito bom. Olha, uma maravilha. Posso falar uma coisa? Falar para todo mundo. Posso dizer uma coisa? Me surpreendi muito com você. Sabia que você eu, sério, eu vi, eu via o teu conteúdo e falava: "Pô, ele tem um conteúdo bom, mas é muito bom". Hum. De Verdade. Tô falando sério. Excelente. Sério? Uma uma boa grata surpresa. É excelente. Obrigado. E a Gabriela não era fisiculturista, não, né? Não, não, não, não, não. Ela não era. Não
vai ser uma história dela muito engraçada. Eu já não era mais atleta, mas como vocês podem ver, eu sou arrumadinho ainda, né? Tenho shape em dia ainda. E eu me lembro, mas você ainda malha. Treino, faço dieta até hoje, né? Só não tomo mais esteroides anabolizantes, mas Treino e faço dieta até hoje. Mas não tantas horas por dia, né? Três vezes na semana só. Só, né? É, três, quatro vezes, né? Hoje a intensidade é bem menor também. O agachamento agora não tá mais com 300, tá com 250. Agora uma menininha do Eu treino aqui é
uma florzinha, né? É 100 kg lá 60 kg, nem é peso é aquilo, mas enfim, é o que dá, né? Ah, eu me lembro muito de quando a gente começou a namorar. Aconteceu uma coisa interessante também, Rápido para concluir, quando a gente começou a namorar no nosso primeiro encontro, que a gente deu o Tudo bem e estavam com vários amigos por perto, teve um momento de silêncio que é muito mágico para mim e para ela que eu acho que vale para todo mundo que tá ouvindo isso aqui também, porque nosso relacionamento não teve paixão, não
teve entusiasmo, não teve batedeira no coração, não teve nada, era só era. Assim, a gente se olhando de repente Numa conversa, como a gente tá aqui, não vai ser contigo isso, tá? Olha, tô ficando preocupada. Pera aí, olha para mim, deixa ele falar. olha para mim. Eh, a gente ficou quieto por 5, 7 segundos no meio da conversa tava fluindo e tá OK. A a conversa fluiu no Aí no dia seguinte a gente deu um primeiro beijinho, tal, não sei que lá, passou uma semana, a gente voltou para essa casa desse mesmo amigo que tava
tendo lá um evento. Ela me chamou para Conversar no sofá, a minha esposa é colérica, né? Então, como um bom colérico, ação, ação, ação. E eu sou fleumático, né? Então sou mas de boa. Ela chegou em mim e falou assim: "Olha, você lembra aquele dia que a gente se conheceu, que a gente ficou um tempinho quieto, um olhando pro outro?" Falei assim: "Sim, me lembro porque marcou eh a minha memória também, mas não comentei nada. Ela também não. Ela falou assim: "Então, eh o Espírito Santo, ele falou Comigo nesse dia, eh bem nesse momento, ele
falou assim: "Que você é o homem da minha vida, que a gente vai casar e vai ter filho". Aí eu olhei para ela, falei assim: "Eu sei porque eu também havia visto ela correndo com as crianças numa espécie de uma montanha assim com vestido florido num pô do sol". uma coisa meio campus do Jordão assim e era ela. E eu falei assim, eu sei, é isso aí mesmo. Enfim, cá estamos, né? Três anos e pouco depois. Isso, nunca brigamos. Sério? E os corações, olha que coisa linda. Bom demais assim. Ai que lindo. Os filhos, os
filhos ainda vão chegar, né? Você não sejam, a gente é aberta à vida, né? Só que aí me disseram que tem que praticar depois que casa. E eu fiquei sabendo isso agora dois anos depois. Eu não sabia que tem que ali que tem que praticar, tentar ter filho, né? Eu não sabia. Você não tá tentando não? Eu nunca tentei desde quando eu casei, né? Então tô enchendo do saco, É, tem que tentar. Eu eu continuo tentando. Eu tenho três, continuo tentando aí porque vai que uma vez por ano você tenta. Tento, tento. Aí de vez
em quando vai que dá certo. É, exatamente. Ai, meu Deus. Inocente. É, meu Deus do céu. Mas é isso, gente. Obrigada. Muito bom. Olha, gostei imensamente, viu? Foi muito bom também. Foi leve, foi doce. Muito bom. Muito bom. Obrigada. Como Falei, foi uma grata surpresa. E aí, o seu Instagram é o William Celso. Isso. A pessoa que quiser contratar, tem um empresário assistindo a gente, fala: "Eu quero contratar o serviço dele." Entra pelo seu direct, fala com É ali no meu Instagram, no ali na Bill, já tem um link que é a nossa ficha de
interesse. É ótimo. Qualquer empresa que queira comprar de nós hoje, a gente sempre faz uma análise de 20, 30 minutos. Não é sessão de venda clássica. Ah, você vai Ter uma análise gratuita. Não, a gente realmente dá uma olhada no ali no negócio da pessoa, cara, deixa eu ver seu Instagram, seu YouTube e tal, você, a sua marca, ah, não tenho nada ou tenho e tá tudo na porcaria. A gente fala assim, ó, cara, tá ruim mesmo. E com um diagnóstico que nós estamos tendo da tua doença, nós cuidamos de você. Não vou nem pedir
para ele fazer um diagnóstico não, que nós estamos lascados, né? Não, de vocês é muito bom. Não, não é. É mais Ou menos bom. A, a, a a empresa assim, a anima tem nem sei hoje com uns 400.000, 1 300 e tantos mil e tal, enfim. E e vai andando par e passo no YouTube e no no Instagram, mas os fundadores não t nas suas redes pessoais. É importante o que é ruim. É, entendeu? O meu Instagram é é abaixo da linha da miséria, deve ter lá, não sei. É, gente, porque a gente não posta
quase nada, 30.000 pessoas, mas é um erro e que a gente tem que corrigir isso. Eh, uma pesquisa final de Curiosidade pro amigo empresário. Em 5 segundos falou ela, Harvard fez um estudo magnânimo de consumo de pessoas. Hoje 33% ou 37% das pessoas falando de milhares de nichos compram por conta do propósito da empresa ou por conta do founder ou do que é um conceito que se chama founder ledad growth. Aham. Pessoas estão comprando dos CEOs e dos fundadores, não mais produtos e não mais serviços. Isso já é uma estatística com milhares de pessoas real.
Então se Posicionem. A Virgínia tá aí para falar isso, não é isso? Virgínia tá aqui para falar isso. A Natália Bey, que eu fui palestrar no Masterm dele esses dias, eles tem um império maravilhoso, um trabalho lindíssimo, cara, milhões de seguidores e que ela fala, evapora e vende. Então é isso, o mercado mudou. É muito bem. E aí pessoal, então gente @william com2 L n no final Celso. O pessoal vai botar escrito aqui também. Sigam, né? Vai lá, Sigam William Celso e E você que é empresário, você quer ter essa mudança toda no seu posicionamento,
tá aí, tá o cara aqui. Ajuda a gente também a se posicionar, por favor. @bertaldo@kencs, por favor, segue a gente também aí, tá gente? Para poder dar uma melhorada nessa posição nossa aqui que tá muito ruim. A gente tá abaixo da linha da miséria. Muito bom. Não, a gente vai arrumar e vai mudar as coisas na tua vida a partir de hoje à Noite com a tanga e o óleo no corpo. Você vai ver posicionamento vai mudar a partir de hoje. Começou a mudança de posicionamento. Eu vou postar foto. Isso. Perfeito. Como promessa. Como como
como é a promessa? É dívida. Tá aqui a foto dele. Exatamente. Já comigo. Vou pegar uma foto dos fos nega lá e botar minha cabeça e postar hoje à noite. Perfeito. É isso. E pessoal, não se esqueçam, na loja É o cupom é Páscoa 10 para 10% de desconto em todos os produtos até o domingo de Páscoa. Então não perca porque eh é importante a gente evangelizar, a gente dar algo que é o sagrado, represente o sagrado para nós, para nós somos católicos. E coelhinho não tá com nada na Páscoa, né? Pode dar lá um
ovinho e tal, mas é táindo de coelhinho lá também para você poder presentear também com terço, com crucifixo, com várias outras coisas. É Tão importante, não é isso? Isso mesmo. Então tá. Valeu, gente, querido, muito obrigada, viu? Muito obrigado pelo convite de vocês. Foi uma honra. Deus abençoe vocês também. Obrigado pelos presentes. Tchau, gente. Um beijo. Até a próxima. Talinho sempre azul. Vamos lá. [Música] เ