[Música] Olá pessoal tudo bem chegamos então no na terceira aula do nosso curso de terapia cognitiva o comportamental com crianças e adolescentes até esse momento nós vimos já um pouco da parte teórica né conceitual da terapia cognitivo comportamental então nós vemos o que que é de onde veio a terapia cognitivo comportamental Vimos um pouco de como que funciona a formulação do caso né que tem toda aquela coleta de dados informações que a gente vai fazendo inicialmente com os pais e depois com a própria criança e aí então passamos etapa Inicial e agora vamos começar a
falar sobre a estrutura da situação ou seja neste ponto nós já estamos com uma criança em sala nós já iniciamos o atendimento com a criança e nós vamos ver como que a terapia cognitivo comportamental é organismo essa estrutura de atendimento E aí depois vamos ver também como que é quando estamos aplicando especificamente no contexto da infância então é o que eu já falei Em outro momento e Vale ressaltar não é porque a gente tem aí uma estrutura no caso de sessão que nós estamos falando que o tratamento vai ser conduzido de um modo mecânico E
impessoal lembrando que isso serve como um facilitador e não como um livro de receitas que vai dizer tudo que a gente tem que fazer com esse paciente então mesmo com crianças quando a gente tá falando de uma estrutura de exceção é para ajudar a gente a ter uma linha de segmento uma linha de raciocínio durante o atendimento terapêutico e isso vai ser benéfico não só para nossa organização mas para própria criança em si de qualquer forma estamos falando de uma criança única então além de adaptar as nossas coletas de dados como a gente viu na
última aula nós vamos adaptar também a forma como a gente dá prosseguimento a essa estrutura Então por mais que tenha uma proposta de uma estrutura de como se seguir o conteúdo do que a gente vai fazer dentro do processo terapêutico dentro do atendimento vai variando e se adaptando para cada criança para cada adolescente então o back lá a Judith back em 2011 ela coloca que o objetivo terapêutico Mais amplo é melhorar o humor do paciente durante a sessão e criar um plano para que ele se sinta melhor e haja de maneira mais funcional durante a
semana então é dentro de tudo aquilo que a gente viu sobre a terapia cognitiva comportamental então de trabalhar a ressignificação das estruturas cognitivas da forma como que a pessoa interpreta as suas vivências E o que e como isso influencia no seu comportamento no seu sentimento a gente tem também aqui a ideia um objetivo mais direto para o contexto terapêutico que é Então essa questão da melhora do humor do paciente durante a sessão então muito do que a gente faz aí de prática de técnicas elas devem ser aplicadas durante a sessão em momentos em que a
criança o nosso paciente está tendo um sentimento que não tá sendo muito bom ou tá passando por uma crise de ansiedade Esses são os momentos principais em que a gente vai estar aí aplicando então o nosso conhecimento em terapia cognitivo comportamental mas também é um dos objetivos aí que a gente consiga criar um plano para que ele se sinta melhor e haja de maneira mais funcional durante a semana ou seja a nossa estrutura de sessão ela vai ser muito pautada nesse objetivo nessa ideia de que a gente vai estar aí conduzindo então a pessoa para
uma melhora não só durante a sessão mas que ela consiga aplicar essa melhora durante a semana dela que ela consiga aplicar o que ela treinou que ela teve de prática durante a semana dela no decorrer da vida dela e não é diferente com criança e com adolescente Então essa estrutura ela vai ser muito benéfica não só por terapeuta como para criança porque é o que tá colocando aqui vai permitir com que a criança tenha previsibilidade e funciona como sistema de automonitoramento então com essa estrutura a criança Primeiro ela consegue se sentir mais segura porque ela
consegue prever ela já sabe o que vai acontecer na sessão porque ela tem um ritmo de caminhamento que é acertado com a criança que é conversado com a criança mas não só Isso facilita aí para que a criança consiga se auto monitorar então tem também a função de contenção ou seja esse formato organizado aí para expressão e modulação de pensamentos e sentimentos que são angustiantes Então o que eu coloquei a intervenção ela não vai ser as técnicas as práticas adotadas a gente não vai só aplicar ou ensinar a criança a aplicar quando ela tiver ruim
fora da situação a gente vai estar trabalhando isso inclusive dentro da situação a gente vai tentar identificar Quais são esses pensamentos sentimentos que são angustiantes e a gente vai trabalhar para que a criança consiga dentro da situação colocar em prática e depois generalizar para os outros ambientes e fora isso esse planejamento a gente tem essa estrutura de sessão ela começa já muito antes muito antes às vezes não mas começa antes da gente estar necessariamente com a criança dentro de sala então quando a gente está lá fazendo toda a preparação da sala ainda mais no atendimento
infantil é muito importante que a gente pense na preparação e organização da sala quando a gente está lendo o prontuário desse paciente quando a gente está pensando em quais técnicas em quais intervenções a gente vai aplicar quando a gente está estudando sobre o caso tudo isso a gente já tá fazendo aí o planejamento da sessão então aqui é o que envolve o antes Então a gente vai aí examinar o quadro do caso né a gente vai estudar o caso a gente vai ver quais são os objetivos a gente vai ver quais são as nossas anotações
sobre o caso a gente vai reler para ficar vendo ah hoje eu poderia trabalhar esse objetivo olha semana passada isso aqui deu certo só que não deu Então a gente tem que todo um contexto de preparação antes da solução que faz parte da nossa estrutura mas a gente tem também a estrutura influenciando no depois então por exemplo com exercícios de casa na terapia cognitivo comportamental Tem uma parte que é muito muito importante muito reforçada de ser utilizada que são as tarefas de casa é a parte né de prescrever digamos assim de fazer uma tarefinha aí
de casa e muito com os adultos mas também com as crianças Então a gente vai estar lá no planejamento estrutura absorção Relembrando que a gente passou de tarefa de casa para essa criança e aí no final da sessão dentro da nossa estrutura a gente vai ter também o momento de passar uma tarefa de casa para semana seguinte então o processo terapêutico aqui ele não vai ser apenas no tempo presente da situação ele vai se expandir para outros momentos Extra consultório então uma tarefa de casa que a criança tem que fazer durante a semana que a
família pode ser que ajude ou se for uma criança maior um adolescente que ele vai fazer sozinho e antes quando a gente tiver estudando caso planejando organizando para o atendimento isso sim bem imediato antes mas também em um outro período quando a gente levar esse caso para supervisão estiver elaborando hipóteses estudando sobre o caso previsão nós também estamos fazendo aí essa parte do planejamento da sessão Então qual que é a estrutura da sessão que foi que foi colocada pela jurite back E aí lá em 2013 em 2011 2013 que é quando ela coloca ela lança
livre e tem separadinho separadinho passa por passo de como você estrutura a Assunção então na parte inicial da sessão ela coloca que a gente precisa fazer uma verificação de humor E aí assim esse espaço eles são colocados nessa ordem mas e sempre vale do ressaltar que você pode conversar com o seu paciente e organizada a forma que que combine melhor que faça mais sentido para ele mas no geral vai envolver esse espaços e Essa ordem então primeiro é uma verificação de humor Então você está feliz se tá triste como que foi essa semana como que
você se sentiu o que que aconteceu E aí depois disso a gente vai definir a pauta que é o que vai ser trabalhado o que faremos muitas vezes essa pauta ela já tá pré-estabelecida então você já sabe porque anunciou no final semana que vem gostaria de falar sobre tal assunto pensa um pouco sobre isso E aí já pode até ter sido uma tarefa de casa ou então você falou vamos começar abordar sobre a família então já é uma pauta que já tá pré definida mas aí quando chega esse momento da solução você conversa dialoga com
paciente para definir essa pauta E aí assim só um parente essa primeira estrutura que eu estou apresentando é o que ela pontua mas é muito mais voltada para atendimento adulto depois não difere muita coisa mas a gente vai ver o que alguns livros sugerem para o atendimento infantil então terceiro passo obter uma atualização então do que que aconteceu durante a semana o que que teve de relevante Quais foram as pastas revisar um exercício de casa então essa tarefinha aí de casa a gente vai ver se a pessoa conseguiu ver o que que ela achou como
que foi E aí essa tarefa de casa ela vai depender muito da demanda para você dizer o que que vai ser então pode ser que a pessoa reflita sobre alguma questão Pode ser que ela faça anotações sobre algum tema específico Pode ser que ela tente uma experiência nova isso tudo é acordado em sessão depois a gente vai ver Em que momento que é no momento final mas tudo isso é acordado em sessão e a pessoa tem que fazer o paciente né tem que fazer fora do consultório E aí priorizar a pauta então esses cinco primeiros
passos são os passos do Quebec colocou que é a parte inicial da sessão então quando a gente vai fazer o atendimento tem que ter muito noção de que tem vários Passos aí acontecendo para acontecer então a gente conseguir equilibrar o tempo para conseguir abordar tudo isso mas claro sempre respeitando um tempo do paciente porque às vezes e aí assim vai acontecer no contexto prático de você acabar passando mais tempo do que você gostaria numa revisão do exercício de casa por exemplo porque acabou levantando questões muito relevantes ou tiveram algumas dúvidas da paciente quis tirar essas
dúvidas Então acaba se estendendo mais ou quando chega algum momento de discutir sobre alguma temática durante a sensação e prolonga porque a pessoa precisa desse momento para desabafar para falar ou porque aconteceu alguma coisa E aí você tem que dar mais atenção né demanda maior atenção então isso acaba se prolongando a ideia é que tentar se organizar para abordar os itens que estão aqui nesse nesses tópicos dessa estrutura Mas sempre pensando que estamos lidando com seres humanos então a gente também vai ter que ir se adaptando E aí trabalhando o nosso Jogo de Cintura como
terapeuta se conforme essa prática forçando feita fica mais fácil mas para conseguir contemplar isso tudo sem desrespeitar assim o silenciar a pessoa porque muitas vezes a gente tá querendo falar passar uma lição de casa nova e que tem que explicar um pouco mais mas a pessoa tá relatando alguma coisa que é muito difícil para ela então a gente tem que dar essa Escuta ela precisa dessa escuta e a gente abandona um pouquinho a estrutura e se modela aquilo que o paciente precisa naquele momento o segundo então a segunda parte que a parte intermediária da sessão
para becking ela coloca que a gente vai ter trabalhar em um problema específico e ensinar habilidades da terapia cognitivo comportamental naquele contexto essa parte aqui é o que a gente vai chamar de psicoeducação Então a gente vai estar lá ensinando para aquela pessoa como que ela vai lidar geralmente essas habilidades são relacionadas com as queixas que levaram essa pessoa terapia então ah eu tenho é muita dificuldade de apresentar trabalho na sala de aula então Vamos ensinar e além da gente ensinar sobre essas questões que podem envolver aí sintomas ansiosos a gente vai ensinar o jovem
né um adolescente a como lidar a como desenvolver habilidades para aplicar na sua no seu contexto para aplicar na sua vida E aí depois disso a gente também vai discutir o segmento com a prescrição colaborativa de um exercício de casa relevante Ou seja você e o paciente vão pensar Então olha baseado no que a gente discutiu aqui hoje não no que você traz para terapia ou no motivo de você estar aqui na terapia O que que a gente pode então fazer em casa para colocar essa esse treninho aí em prática para continuar esse processo de
intervenção para além do consultório e é isso é feito de uma forma colaborativa você pode perguntar para a pessoa o que que ela acha que seria pertinente como você pode dar sugestões e ver o que que a pessoa acha E aí vamos trabalhar em um segundo problema então a gente vai abordar outra questão outra demanda é dentro dessa parte intermediária da situação E aí para finalizar né a Beck sugere uma parte final da sessão em que a gente apresenta ou solicita um resumo então a gente faz meio que é um resumo do que aconteceu Então
olha a gente falou hoje sobre tal coisa abordou essa demanda combinou de fazer essa liçãozinha de casa Você concorda com isso tá tudo certo a gente esqueceu de alguma coisa a gente revisa essas prescrições de exercícios de casa de tarefa de casa então a gente vai lá vamos lembrar então o que que você vai fazer durante a semana Ah você vai tentar fazer uma lista de prós e contras de você sair com as suas amigas não você vai tentar fazer uma lista do que você poderia usar de técnica para se acalmar antes de apresentar aquele
trabalho da escola a gente já apontou alguns aqui você vai tentar pensar em outras e colocar em treino Então a gente vai fazer essa revisão aí e vai solicitar um feedback Este é um ponto em que muitas vezes os terapeutas né os psicólogos eles têm medo né porque a gente tá basicamente abrindo para que a pessoa possa oferecer Suas críticas construtivas ou não sobre o atendimento mas é um ponto que é muito importante ainda mais que a gente está falando de uma abordagem que é toda pautada nessa colaboração entre terapeuta e paciente então a gente
tem que solicitar o feedback do paciente perguntar o que que ele achou do que foi abordado que fez sentido você acha que está indo pelo caminho certo o que que ele achou do processo terapêutico do terapia aliás da situação como que foi para ele então essa parte de solicitar o feedback é muito importante e quando a gente fala de atendimento infantil A gente também vai solicitar esse feedback a gente também vai ouvir a opinião da Criança e sem contar que quando a gente solicita esse feedback a pessoa ela se sente mais engajada e ela se
sente mais valorizada porque de novo rompe com essa ideia de que o terapeuta é o dono da verdade do conhecimento e o paciente só tá lá para aprender Não ele tá lá também para contribuir para dar opinião dele então para ele alguma coisa não tá fazendo sentido não tá dando muito certo ou até para ele dizer que tá tudo bem e que ele tá gostando é uma parte do processo da terapia cognitivo comportamental E aí seja com adulto e seja com criança e eu sei que pode ser meio assustador que a gente sabe que as
crianças elas são bem sinceras né muitas vezes elas ainda não tem aquilo que de filtro para falar alguma coisa que a grade a pessoa ou que não vai ser tão chat que não vai te chatear tanto Mas no geral as crianças conforme você vai desenvolvendo esse vínculo com ela né então você vai se tornando esse colega tendo essa ação colaborativa ela vai fornecendo esse feedback e esse feedback tende a ser positivo porque eu vínculo também estabelecido então não precisam ficar com medo de que a criança seja super sincera e não levem a sua sinceridade também
como algo negativo porque a ideia que a gente consiga utilizar isso para aprimorar o processo terapêutico daquela pessoa então ou daquela daquela criança né então quando ela vai lá expõe a opinião dela de uma forma sincera que às vezes parece meio não gostei a gente tem que encarar isso como uma crítica construtiva e tentar ver o que que dá para ser feito com base nesse feedback Mas no geral os feedbacks acabam sendo mais para um lado positivo ou pelo menos não de atacar ativamente terapeuta Então tá tudo certo Então a gente vai para a estrutura
da seção com as crianças o que vai modificar mais é uma questão não tanto do que é abordado Mas como é bordado Então como a gente vai coletar as informações fazer esse processo de ensinar de tarefa de casa é que pode ter uma diferença maior do que quando a gente está falando de uma terapia com adultos então primeiro a gente faz por exemplo o registro de humor é sintoma então a gente fornece informações preliminares sobre as emoções os sintomas atuais e verifica aí uma temperatura psicológica com a criança então por exemplo você tem uma queixa
de ansiedade a gente vai viver como que ela se sentiu durante a semana se ela teve ansiedade se ela se sentiu ansiosa e pode até usar de uma forma bem lúdica para ver essa temperatura como por exemplo um termômetrozinho em que o termômetro que do verde deixa eu tentar representar aqui um termômetro e a gente pode mudar de cor então aqui ser de uma cor então Verde aqui amarelo e aqui vermelho e aí vai piorando então conforme a criança sente um pouco ansiosa onde que ela classifica que ela sentiu aqui acho eu senti muito ansiosa
eu me senti muitíssimo ansiosa Ah me senti um pouco e a gente vai sondando com ela como que ela se sentiu a mesma coisa com relação as emoções então a gente pode ter aí é uma a gente pode ter cartas com as emoções em rosto de pessoas ou então em formato de emojis ou em formato de desenhos para que a criança tem que identificar durante a semana qual emoções ela acha que ela sentiu mais e a gente faz esse registro aí de humor isso permite que a criança reflita sobre o seu estado de humor e
comportamentos então quando a gente vê da introdução do modelo cognitivo a gente vai ver que mesmo mas vamos estar associando tá você se sentiu muito ansiosa Quais são os pensamentos que passaram na sua cabeça ah e o que que você fez quando você se sentiu muito ansiosa e aí a gente uma parte que é importante também definir como que foi essa ansiedade então a gente vai descrever essas emoções que a criança tá relatando que ela sentiu depois a gente vai recapitula social anterior e compara com humor atual então a gente pode já fazer esse comparativo
até para criança começar a refletir sobre como ela anda se sentindo como ela anda se comportando então ai olha essa semana você marcou aqui que tava muito muito muito ansiosa na semana passada você tava ó só que um pouco ansiosa O que você acha que aconteceu da semana passada a última sessão para essa sessão que pode ter te deixado mais ansiosa ah teve uma apresentação de um trabalho na escola ai como que você se sentiu se sentiu dor no peito Ah sentiu triste sentiu deprimida sentiu o coração acelerar então a gente já pega os aspectos
fisiológicos e emocionais E aí o que que você fez quando você se sentiu desse jeito ai eu chorei e não apresentei o trabalho então a gente já tá fazendo toda essa toda essa parte de registro de humor de sintomas vendo todos esses aspectos aqui e aí a gente consegue identificar também mudanças nos sintomas então o que você sentiu da última vez aqui que vocês estavam ansiosa Ah eu senti dor de barriga e dessa vez agora dessa vez eu senti meu coração muito forte como se eu tivesse com dor no peito E aí de novo crianças
menores não vão conseguir muitas vezes não vão conseguir relatar com essa riqueza de detalhes não vão conseguir muitas vezes até elaborar porque elas têm essa dificuldade de identificar o que elas estão sentindo então aí o ponta da gente adaptando as técnicas para fazer esse registro de humor então a gente pode perguntar com os emojis com as carinhas como que ela se sente ai quando E aí a gente pode falar o que que você fez na escola ah e aí como que você se sentiu na escola e ela apontando com a carinha mas não precisamos já
ainda nesse momento se for ainda mais no início da terapia desenvolver muito e falar muito sobre elaborar muito sobre isso que ela tá sentindo Então a gente vai aí adaptando de qualquer forma o registro de humor ele permanece aqui como uma parte da estrutura da seção infanto-juvenil e é essa parte de registro de humor ela é muito importante porque muito do que a gente vê se desenvolvendo como base da terapia e ainda terapia cognitivo comportamental não são só os aspectos cognitivos dos pensamentos mas é toda essa parte de você conseguir identificar como você se sente
nomear isso ver como isso se reflete no seu corpo e como isso faz você agir Então apesar de ter sempre fazer muito grande no aspecto cognitivo o aspecto emocional é muito forte também até porque muitas vezes quando você tá tentando ensinar a criança perguntar para ela o que que passou o que que ela pensou sobre uma situação ela dá relato de então ah você brigou na escola o seu amigo brigou com você o que que você pensou nesse momento Ah eu pensei que que raiva que ódio que que vontade de dar um soco nele também
ah então Olha viu raiva e o ódio são sentimentos foi como você se sentiu naquela hora agora aí tem um pensamento que você teve você pensou queria dar um soco nele também tem algum outro que é pensamento e aí a gente vai ensinando para criança como ela desmembra como ela identifica o que são os pensamentos e o que são as emoções e essa parte inicial do registro de humor já é um treino para conseguir fazer isso então algumas dicas para a gente fazer esse treino de humor mantém o processo simples ainda mais porque estamos falando
de crianças então muitas vezes elas ainda estão aí aprendendo a identificar e a nomear as suas emoções esses sintomas Então se a gente deixar tudo muito complexo elas não vão conseguir acompanhar e elas não vão nem aderir a essa atividade esse processo porque vai ser chato ou vai ser difícil eu não entendo o que tá acontecendo Então a gente mantém isso simples Ah é uma criança que tem pouco repertório não sabe falar muito sobre as emoções dela informa visual E aí ela mostra a uma criança que fala melhor já consegue desenvolver mais a fala mas
ela não sabe muito bem nome é o que ela sente trabalha com ela então para ela descrever E aí tenta ajudar ela a identificar dentro dessa descrição qual que foi o sentimento seja inventivo então muito do que é uma dica para terapia cognitiva comportamental para terapia infantil no geral é da gente ser criativo ser inventivo da gente conseguir se adaptar para criar formas diferentes de fazer esse processo né de fazer essa parte da do registro de humor de uma forma que não só seja acessível para criança mas também seja Atrativa para criança então faz por
meio de uma dinâmica faz por meio de uma historinha por meio de um desenho utiliza recurso visual usa da criatividade no que for possível dentro daquilo que essa criança demonstra interesse isso torna a terapia como um todo muito mais interessante para criança ajude a criança ver as emoções relativamente em graus de escalas então por exemplo o termômetro então a gente pode ensinar a criança aí vendo o selo sente muito pouco mais ou menos Então se foi um sentimento que foi fraco que foi meio forte ou foi muito forte de 0 a 10 sem do zero
quase nada e sendo 10 foi muito muito forte então ela vai conseguir identificar esses graus de escala porque a gente tem diferentes sentimentos muitas vezes acontecendo em conjuntos e a gente tem um sentimento que pode se manifestar em diferentes níveis então o exemplo da ansiedade um dia ela sentia uma ansiedade mais leve mais moderada que causou com uma dor de barriga no outro dia ela sentia uma ansiedade muito intensa e aí ela teve muitos outros sintomas fisiológicos muitos outros sentimentos emoções negativas e comportamentos diferentes Então nesse processo a gente tá aí ajudando a desenvolver tudo
isso e permaneça atenta o contexto cultural Então como sempre essa questão cultural ela vai influenciar até na forma como essa criança reconhece as emoções e no valor que essa emoção ou que esse sintoma tem para ela então uma criança que é de um ambiente de um contexto de Muita cobrança acadêmica para ela não conseguir apresentar o trabalho Talvez seja algo de muito mais ansiedade muito mais tristeza do que para uma criança em que o contexto dela é bem mais tranquilo com relação a isso então a gente tem que ficar atento a essas variáveis revisão da
tarefa de casa então também permanece aqui a revisãozinha da lição de casa então crianças têm a tarefa de casa um ponto que eu acredito que tenha aqui no slide mas eu já vou ressaltar agora é que a gente pode muitas vezes não utilizar o termo tarefa de casa porque pode ser aí um pouco aversivo para criança a gente pode tentar substituir este termo por alguma outra coisa então ah vamos fazer uma atividade ou um treino alguma coisa que vá mais para um lado lúdico que passa mais uma imagem de algo lúdica do que de uma
lição de casa Ainda mais por uma criança que tem dificuldades escolares isso pode se tornar muito aversível e a gente falar já você tem que fazer uma tarefa de casa ela pode já ficar achando que vai levar uma nota que vai levar uma bronca isso não fizer ou então ela pode justamente por ser de escola não queira fazer E aí ela não vai nem tentar fazer pedindo então a gente pode muitas vezes pegar e mudar que esse termo que pode ser meu assustador para as crianças quando a criança é maior e você já tem um
vínculo melhor aí com ela eu costumo até brincar falar eu vou tirar uma liçãozinha de casa hein vai para fazer mas tudo isso vai depender aí de qual o paciente que a gente está falando de qual criança que a gente está falando então a gente vai examinar essa criança completou a tarefa o conteúdo do que ela fez e a reação que ela teve a essa tarefa E aí é completar a tarefa que a ideia não é que a gente dê uma bronca na criança ela não tiver feito que a gente fale que ela não fez
direito ou que a gente fala que não gostou do que ela fez a ideia que é só a gente dar essas examinada mas sempre pensando que tem algo motivador para criança para ela continuar querendo fazer então a gente pode orientar Olha dessa vez você pode tentar pensar de desse jeito Vamos tentar fazer de uma forma diferente ai me fala mais um pouco sobre o que você achou quando ficou fazendo isso em casa como que você sentiu quando eu tava fazendo essa tarefinha de casa foi fácil foi difícil alguém te ajudou você precisou de ajuda e
o que que você pensou e a gente vai fazendo esse exame aí fazendo essas sondagem sobre a tarefa de casa ou atividade E aí a tarefa de casa então ela vai permitir aí é prática das habilidades que a gente tá trabalhando na terapia que vão ser importantes para redução de comportamentos inadequados outros sentimentos inadequados então diminuir sintomas e melhorar o humor porque muitas vezes o que vai acontecer que é o que levou a terapia Então os comportamentos inadequados os pensamentos disfuncionais as emoções elas vão aparecer em um contexto que não é o da terapia então
elas vão surgir lá na escola ou em casa quando discutir com os pais ou quando brigar com um coleguinha E aí quando a gente já começa a levar esse treino para fora da sessão a gente está facilitando para que a criança consiga aplicar essas habilidades quando acontecerem essa situações então por isso que é importante essa parte da prática do treino de casa é importante na terapia cognitiva comportamental Porque como a gente vai ajudar essa criança desenvolver essa autonomia aí de lidar com seus pensamentos e consertes então ela transmite o interesse pelo sentimentos pensamentos e reações
da Criança em relação à tarefa quando você faz a revisão você não só manda ela fazer em casa e esquece quando você faz a sua revisão você que é importante para você o que ela achou da atividade E aí por isso até que a gente pergunta aqui qual que é a qual que foi a reação dela Fazendo atividade porque isso vai mostrar para criança que a gente se importa com a opinião dela que a gente se importa com que ela tá fazendo com que aconteceu fora da sessão e é isso já faz uma colhida né
já dá uma acolhimento maior para essa criança aumenta o engajamento e deixa ela mais motivada para fazer as atividades então assim quando aplicarem uma tarefa de casa alguma coisa para criança fazer em casa ou algum assunto para ela pensar sobre que depois a gente vai revisitar revisitem peguem perguntam mesmo que ela não tenha feito você falar não tudo bem vamos tentar de novo que que você acha você acha que essa semana você consegue Isso mostra que você tá interessado que não é só da boca para fora você tá interessado nesse processo você tá interessado em
saber o que ela acha com a opinião dela e você não não deixa só ao vento Então ela se sente valorizada E aí Comunica a mensagem de que atividade a central no tratamento e reforça o empenho da criança porque muitas vezes e ainda mais dependendo da idade e do comportamento da criança não vai bastar a gente chegar para ela e falar ó você tem que fazer essa atividade Porque é importante tá zero significado para ela não vai ter um significado Então a gente tem que ir mostrando isso conforme você vai fazendo agora você revisitou olha
só que legal você viu só que isso te ajuda você acha que isso pode ajudar em outros contextos você acha que se você fizer também na escola isso vai dar certo isso vai reforçando essa ideia né que é importante de que essa atividade ela é importante para o tratamento dela ela é importante para o processo terapêutico no qual essa criança se encontra E aí se a gente conseguir fazer com que essas tarefas se aliem também com demandas que a própria criança trouxe isso fica ainda mais motivador então o pai quer que eu trabalhe problemas de
comportamento na escola vou trabalhar isso aí mas a criança relatou que ela tá tendo dificuldade de conversar com uma coleguinha Vamos colocar uma lição de casa também relacionada a isso para ela ir para ela desenvolvendo responsabilidade vendo que olha viu eu me importo com aliás mas a terapeuta se importa com que eu tô colocando então é muito importante e algumas dicas para a gente trabalhar então a tarefa de casa envolver a criança na revisão então de novo colaborativo vamos estar aí fazendo essa revisão em conjunto com uma criança não vai ser só eu pegar a
atividade ou o relato dela avaliar e guardar para mim vou compartilhar com ela vou pedir opinião dela e a gente vai fazendo isso conversa ser inventivo e criativo na forma como eu vou abordar essa tarefa de casa então não só na qual que eu vou aplicar mas em Como vamos fazer hoje por meio de brincadeira com bonecos ou você vai fazer por meio de me contar história ou você vai me trazer por meio de um desenho ou então você vai pensar e aí quando chegar aqui a gente vai interpretar Então tem que ser criativo a
maioria dos usuários daqui Acredito que para frente vai estar ressaltando muito a sua importância de ser invertido e ser criativo eu acho que é o cerne de ser terapeuta infantil é você conseguir ser criativo para adaptar as questões para adaptar as estratégias e se adaptar a criança é reforçar o fato da tarefa ter sido realizada então é aquela coisa que a gente muitas vezes quando vocês forem quem for atender ou quem já tem vai orientar muito isso para os pais reforça quando a criança tiver feito algo de adequado algo que você espera então não é
mais do que sua obrigação porque você quer melhorar não mas que bom que você fez Que bom que você conseguiu que legal ai que bom fico muito feliz reforça isso fortalece isso para que a criança se sinta motivada a fazer uma próxima vez também e aí o que eu falei que usar outros títulos criativos no lugar de tarefa de casa então treinem atividade é lição do final de semana vai ser um final de semana ficou pior ainda então treino de habilidade atividade de casa pós-terapia você pode colocar outros nomes e aí evitar colocar como uma
exigência Então esse ponto é importante porque lembrando Apesar do nome tarefa de casa não é uma tarefa acadêmica que ela é super obrigatória de fazer então tem que ser como algo Extra que vai trazer benefícios para criança mas que também pode ser divertido pode ser bom de se fazer então a gente não vai colocar como uma exigência aí depois disso vamos estabelecer a agenda então que é o que a gente vai abordar exceção né a pauta então quando a gente faz isso a gente prepara o terreno para o trabalho terapêutico e o direciona então a
gente já começa aí a preparar o terreno porque vai ser abordado dentro das queixas e das demandas e já vai direcionar nessa intervenção a gente identifica itens e tópicos a serem trabalhados durante a sessão e de novo processo colaborativo Então quem vai ajudar muitas vezes a identificar esses tópicos é a própria criança ela pode aí é muito rico quando isso acontecem te trazer alguma coisa que aconteceu na semana dela e que ela gostaria de falar sobre e ela pode não falar assim ah eu gostaria essa semana de falar sobre a minha colega da escola que
discutia comigo dificilmente chega já tão elaborado essa questão mas tem criança que traz de uma forma indireta então por exemplo vocês estão falando sobre um assunto aleatório ah estamos falando sobre o filme que ela assistiu E aí do nada ela para então tia mas a minha eu tinha que te falar uma coisa no sábado a minha mãe brigou comigo porque eu fui só e aí ela mesma mas já traz um assunto que ela gostaria de ser abordado ela não vai dizer com essa palavra muitas vezes Mas você vai saber que se trata disso E aí
você pode falar já então o que que você acha de hoje a gente conversar sobre isso então a nossa terapia a gente fala sobre isso E aí você já tá fazendo aí estabelecimento da agenda então dicas lembre-se de que esse é um processo novo e desconhecido para crianças e adolescentes o processo da terapia em si o processo de entender sentimentos as emoções outros pensamentos tudo é muito novo então a gente tem que fazer isso de uma forma tranquila e de uma forma que seja compreensível para essa criança de um a três itens é algo realista
para crianças menores Então também não propor itens para serem trabalhados na situação porque pode ficar muito carregado para criança e aí pode ser útil registrar agenda por escrito E aí até deixar como um apoio visual para criança ter essa noção de por quais assuntos a gente vai passar por qual caminho a gente vai trilhar durante a sessão E aí as dificuldades da criança nos estabelecer uma agenda pode ser um dos itens da agenda então a criança que fala que não aconteceu nada que ela não sabe sobre o que que a gente poderia conversar que não
tem nada de importante a gente pode então colocar isso como uma demanda para ser trabalhada naquela situação E aí o conteúdo da sessão é assim então estabelecemos aí a agenda e vamos entrar no conteúdo então o conteúdo ele influencia no nível de motivação Então se a gente conseguir fazer todo esse processo colaborativo E aí trabalhar aquilo que a criança trouxe do interesse dela ou então mesclar O que é do interesse dela com aquilo que a gente quer trabalhar e estabelecer na agenda e isso aumenta o nível de motivação da Criança e a forma que a
gente vai abordar essas demandas tem ser animada e tem que ser envolvente Então a gente vai utilizar diversos materiais a gente vai utilizar diversas técnicas estratégias principalmente com crianças mais novas que não vão se utilizar tanto do Diálogo Então a gente tem uma demanda de time dele a gente não precisa só conversar sobre a timidez a gente pode usar bonecos a gente pode usar desenho A gente pode pegar um livro e contar a história a gente pode antes da solução sabendo é uma demanda separar um videozinho para criança assistir Sobre um personagem que é tímido
E aí conversar sobre isso então essa criatividade aí tá aqui envolvida do mesmo jeito então a gente pode utilizar de diversos materiais e diversos formas de abordar o conteúdo da sessão então a dica é equilibrar estrutura conteúdo e processo terapêutico a tentar se para escolha a que a escolha para escolha de palavras linguagens e extensão das frases e perguntas você não vai fazer uma pergunta de três etapas muito complexas com palavras difíceis para uma criança de 4 anos um adolescente você já pode fazer uma pergunta mais complicadinha e aí não só a idade mas também
as habilidades cognitivas são relevantes Então você tem um adolescente de 14 anos mas ele tem uma dificuldade de aprendizagem ele tem uma deficiência intelectual você talvez não consiga fazer uma pergunta muito difícil muito abstrata para esse adolescente Então você tem que estar atento a isso também E aí é a partir desse conteúdo da sessão a gente consegue individualizar os procedimentos e as técnicas porque a gente vai adaptar as necessidades do nosso paciente então não é porque deu certo uma técnica para tratar ansiedade com uma criança de 6 anos que vai dar certo para outra criança
de 6 anos ou para uma de 9 ou para uma de quatro Então a gente vai fazer isso de uma forma de visualizada E aí a gente tem a tarefa de casa que ocupa em um lugar central Em Cada sessão porque ela resulta do conteúdo da sessão então Com base no que foi trabalhado Na situação a gente já propõe algo que mente isso para ela continuar nesse ritmo de processo de trabalho e a gente tem que tornar essa tarefa significativa e aumentar a motivação da criança para continuar a terapia então aquilo que a gente falou
lá sobre a tarefa de casa essa tarefa de casa tem que fazer sentido para essa criança então a gente não pode pedir algo que para ela não faça maior sentido não seja algo possível para essa criança e se a gente conseguir fazer isso então tornar essa tarefa significativa e motivadora a criança vai estar mais motivada não só para fazer a tarefa de casa mas também para continuar com a terapia então a gente viu lá no slide de trás que não tem se tornar uma exigência porque quando a gente coloca como uma exigência como algo que
vai ser obrigatório que ela não tem escolha Deixa de ser prazeroso e Abaixa essa motivação diminui ao invés de aumentar então dicas tornar motivadora e não discutir discutir ou forçar a atividade o discutir aqui é no sentido de você brigar com a criança né de você ficar discutindo com a criança de que ela tem que fazer a tarefa propõe tarefas que sejam mais fáceis para essa criança realizar e aí conforme ela vai conseguir engajar nessas atividades você vai para outras tarefas porque também não vai adiantar você pedir uma coisa que vai ser muito grande muito
difícil para essa criança que isso vai ter um poder motivador muito baixo e ela vai se sentir frustrada por não ter conseguido fazer e isso vai diminuindo ainda mais essa motivação E aí nós vamos obter o feedback então como eu falei importante mesmo no atendimento infantil isso representa então a construção do relacionamento e de estratégias terapêuticas significativas então quando a gente tá obtendo o feedback a gente tá fortalecendo o vínculo com essa criança porque é uma relação de troca então não dá só para eu falar o que eu acho que a criança tem que fazer
e no final não perguntar o que que ela tá achando isso tudo a gente precisa fazer essa jogada E aí é ideal obter no final de Cada sessão então toda a sessão no final perguntar para criança o que que ela achou da sessão como que foi ela gostou se ela não gostou o que ela acha que tem que mudar e aí de novo a gente adapta essas perguntas essa avaliação aqui do que foi útil inútil Irritante A gente adapta isso tudo a linguagem da criança a experiência da criança os habilidades criança então não só com
relação a sessão mas o ponto aí que é assustador para todo mundo gente relação ao terapeuta Então a gente vai perguntar também o que que ela tá achando da gente você acha que que a tia foi legal com você Você acha que foi mais brava O que que você achou ou então se pergunta bem mais aberto e que que você achou da nossa terapeuta você acha que eu fiz tudo bem você concordou com que eu falei você discordou o que que você pensou E aí é um ponto muito importante é assustador uma dica que uma
dica não uma um feedback é que com o passar do tempo essa relação de receber algo da criança que pode vir a ser uma crítica Deixa de ser ameaçador porque você já tá estabelecendo esse vínculo com a criança sabe como é o jeito dela então você sabe mais ou menos o que esperar e que Muito provavelmente não foi para ofender não foi para pente foi porque realmente ela acha isso e tá sendo sincera e aí fica mais fácil fazer esse feedback pedir esse feedback então dicas encare feedback como uma tarefa fundamental para construção do relacionamento
terapêutico Então desse relacionamento entre paciente e terapeuta em frente suas próprias preocupações sobrevocar o feedback então assim ninguém gosta de receber críticas mas não quer dizer que porque você pediu um feedback que vai ser só crítica que vai ser só coisa ruim muitas vezes uma ser coisas boas nunca ser coisas que vão ajudar e a gente tem que ir superando esse medo aí de pedir feedback diversifica as perguntas das maneiras de obter esse feedback então foi o que eu já falei adaptando tanto para não ser sempre a mesma coisa como também para modificar de acordo
com a criança aí descubra a função do elogio ou da crítica o terapeuta Então por que que essa criança fez esse elogio ou fez ela crítica Ah porque ela ficou chateada e queria te incomodar ou porque ela ficou muito feliz com a atividade Ah não porque ela realmente gosta gostou do que aconteceu na situação Então a gente vai descobrindo isso processe a reação da criança então Observe veja como que a criança reagiu com seu pedido de feedback e vai vendo aí o como é que foi essa reação ela tá acostumada isso vai dar indícios inclusive
ela tá acostumada a ter a opinião dela escutada ou ela achou muito estranho foi pegar que foi presa porque ninguém pergunta o que ela acha ou se ela concorda com algo ou se ela quer fazer algo então isso já dá alguns indícios E aí resolve tempo para realização como fica lá no finalzinho da situação muitas vezes pode passar percebido e pode ser esquecido então tente lembrar de fazer esse feedback de pedir esse feedback e aí guarda lá nem que seja aqueles últimos 5 10 minutinhos da sessão para fazer isso com a criança bom essa é
a aula de hoje sobre a estrutura da sessão aula que a gente teve aula três Metade já do nosso percurso e a gente continua na próxima aula obrigado