Nos próximos capítulos da novela Força de Mulher, Seida finalmente receberá o exame de DNA e descobrirá um segredo assustador. A mulher não só saberá que Henry não é o pai de Arda, como também ficará diante do verdadeiro pai da criança e ainda descobrirá que seu filho foi trocado na maternidade. Seida então não saberá o que fazer.
Enquanto isso, Enver, após perder tudo, receberá uma proposta que o fará pular de alegria vinda de Arif. Sentindo-se muito culpado, Arif tentará ajudar a se reerguer a todo custo e estará disposto a cometer um grande sacrifício para isso. Enver ficará chocado ao descobrir o que o dono do café fez por ele.
Sirin, por sua vez, odiará a atitude de Arif, que até então todos acreditavam ser muito nobre. A bandida, que não terá mudado em nada, estará disposta a acabar com todos para vingar a morte de sua mãe e seu primeiro alvo será Arif. A maldosa colocará um plano em prática que deixará ver entre a vida e a morte.
Barrar, por sua vez, descobrirá o que a criminosa fez e, além de dar uma surra na vilã, conseguirá finalmente desmascarar Siri na frente de todos pelas suas maldades. No hospital, Enver receberá uma visita inusitada. O bom homem ficará chocado ao ver Sarp diante dele em um retorno triunfal.
Com o retorno de Sarp, Sirin finalmente terá o que merece. Deixe o seu like se você quer ver Siri pagando por todas as suas maldades e comente aqui embaixo: "Você gostaria que Barrar tivesse um final feliz ao lado de Arif? Tudo acontecerá numa manhã aparentemente comum, mas que logo se revelará decisiva.
Arif sobe as escadas do prédio às pressas, ofegante, como se cada segundo contasse. Seus olhos varrem o corredor até encontrarem Enver, que fechava a porta do apartamento. Enver, grita ele, correndo em sua direção.
Enver se vira, surpreso com a urgência na voz do rapaz. Arif, o que foi, meu filho? Você tá branco?
Aconteceu alguma coisa? Arif olha para os lados, nervoso. Sua voz sai baixa e trêmula.
Preciso falar com você. É muito sério. Enver franze a testa.
Falar sobre o quê? Não aqui, não agora. Você pode vir comigo, por favor?
É importante. Enver começa a se preocupar. Arif, você tá me assustando?
É sobre a barrar? Não, não é. Quer dizer, é sobre a Siren, mas não do jeito que você tá pensando.
Antes que possam sair, a porta da escada se abre e já lhe aparece, com os cabelos presos às pressas e o semblante visivelmente abalado. Os dois se viram ao mesmo tempo. Doutora Jal de Zenver, já sentindo que algo estranho está prestes a acontecer.
Tá tudo bem? Já lhe respira fundo. Não.
E é por isso que eu tô aqui. Preciso falar com a com urgência. Arif e trocam olhares.
A tensão aumenta no ar. Ela ainda não saiu pro trabalho. Responde Enver.
Deve estar em casa. Quer que eu chame ela? Já lhe hesita.
Na verdade, eu queria pedir para vocês virem comigo. É algo delicado e acho que a Seida vai precisar de apoio. Enver se assusta ainda mais.
Doutora, pelo amor de Deus, o que tá acontecendo? Já lhe apenas balança a cabeça. Eu explico assim que estivermos todos juntos.
Vocês precisam ouvir também. Arif engole seco, enverolha de um para o outro, cada vez mais inquieto. Tá bem, diz o alfaiate com a voz embargada.
Vamos até ela. Mas Jal, se for algo grave, eu prefiro saber logo. Você vai saber, Enver, mas não aqui.
É melhor que ela esteja presente também. Os três caminham lado a lado pelo corredor silencioso em direção à porta de seida. Nenhum deles fala mais nada.
O som dos passos é o único ruído que se ouve. Até que jale para diante da porta, respira fundo e ergue a mão para bater. Momentos depois, Jalhe bate na porta de Seida, acompanhada de Enver e Arif.
Seu olhar estava fixo no chão e suas mãos seguravam com firmeza um envelope pardo. Seida abre a porta com um sorriso no rosto. Ué, o que tá acontecendo aqui?
Uma visita coletiva. Brinca olhando de um para o outro. Jali, que cara é essa?
Jali levanta o olhar. Posso entrar? A gente precisa conversar.
Claro, entrem. De Seida, ainda animada. Se for sobre o exame, já tô até com champanhe na geladeira.
Quero ver a cara do Henry quando eu esfregar esse papel na cara dele. Arif e Enver trocam um olhar desconfortável. Jal entra devagar e encara Seida com cuidado.
Seida é sobre o exame, sim, mas tem algo que você precisa saber antes de qualquer coisa. Seida fecha a porta com leveza. sem perceber a tensão no ar.
Ah, não enrola, Jale. Diz logo. Eu tô louca para acabar com essa dúvida.
Aposto que o Henry vai engasgar quando souber que o Arda é filho dele. Já lhe engole seco. Eu refiz o exame.
Quis ter certeza e os resultados chegaram ontem à noite. Ótimo. Então me dá logo isso aí.
Ela estende a mão em direção ao envelope. Quero ver com os meus próprios olhos. Em verdade, um passo à frente.
Seida. Talvez seja melhor você ouvir o que a Jal tem a dizer antes. Seida franze a testa, agora começando a perceber o peso no ar.
Mas o que tá acontecendo? Porque esse clima já lhe respira fundo. Seida o Henry, ele não é o pai do Arda.
O silêncio se instala como uma pedra no meio da sala. Seida arregala os olhos e dá uma risada nervosa. Como assim?
Você deve estar brincando. O exame anterior tinha dado positivo. Vocês erraram alguma coisa.
Eu tive muito cuidado, Seida diz já lhe com calma. Fui eu mesma quem colheu as amostras e mandei para outro laboratório também. O resultado é o mesmo.
Seida dá dois passos para trás, como se procurasse apoio em algo invisível. Isso não. Isso não faz sentido.
Como ele não é o pai. Eu tava grávida quando a gente teve aquela noite. Eu eu sei.
Mas Jalita tem mais uma coisa que você precisa saber. Enversura firme a bengala. Arif observa sem dizer uma palavra.
O quê? Pergunta Seida. Agora sem forças para sorrir.
O que mais? Já lhe se aproxima, com o envelope ainda em mãos. Seida.
Você também não é a mãe do arda. A mulher paralisa. Os olhos piscam rapidamente como se o cérebro lutasse para processar.
Como assim? Como assim? Eu não sou a mãe.
O que você tá dizendo, J? Seu filho foi trocado na maternidade, revela J com a voz embargada. Há indícios claros de que houve uma troca de bebês no hospital no dia do nascimento.
Não, não, isso não pode ser verdade. Isso é, isso é loucura. Eu sei que parece impossível, mas os exames confirmam.
O material genético do Arda não tem nenhuma compatibilidade nem com você, nem com o Henry. Ele não é biologicamente seu filho, Seida. Não!
grita ela com lágrimas já escorrendo. Eu carreguei ele, jale. Eu senti ele dentro de mim.
Eu dei de mamar, cuidei, passei noites acordada. Eu sei, eu sei. Ninguém está dizendo que ele não é seu filho no coração, mas biologicamente não é.
E agora precisamos descobrir onde está o seu verdadeiro filho. Seida se senta no sofá. completamente atordoada.
Enver se aproxima devagar e segura sua mão. Isso, isso muda tudo, sussurra ela. Ari fala pela primeira vez.
E o menino, o Arda, ele tá bem, está, responde Jalhe. Mas precisamos agir com calma. Já estou fazendo contato com o hospital.
Ainda é cedo para conclusões definitivas. Mas Seida, você tem direito de saber a verdade. Seida encara o envelope nas mãos de Jal, como se fosse uma bomba prestes a explodir.
Eu quero ver, diz ela com a voz trêmula. Quero ver com meus próprios olhos. Já lhe entrega o envelope.
Seida o abre com as mãos tremendo. Ao ler as palavras, o mundo ao seu redor parece desabar. Ela cobre o rosto com as mãos e começa a chorar.
O que fizeram comigo? O que fizeram com meu filho? Em verabraça a moça como um pai.
Nós vamos descobrir tudo, minha filha. Juro por Deus que vamos. Seida enxuga as lágrimas, respira fundo e encara jale em veriarif com os olhos marejados.
Eu eu preciso ficar sozinha agora, por favor. Jal se aproxima e toca de leve no ombro da amiga. Claro, qualquer coisa me liga, tá?
Eu tô aqui para tudo, Seida. Tudo mesmo. Seida apenas acena com a cabeça e já lhe caminha até a porta, seguida por Enver e Arif.
Assim que saem no corredor, Jal se despede com o aceno e desce as escadas. Enver ainda pensativo, vira-se para Arif. Agora que estamos a sós, posso saber o que era tão importante que você queria me contar?
Arif coça nuca hesitante. Talvez esse não seja o melhor momento. Enver Arif, já passamos por coisa demais hoje.
Se tem algo que precisa me contar, é agora. O rapaz respira fundo e acena com a cabeça. Então vem comigo.
Eu eu quero te mostrar. Mostrar o que? Só vem comigo, por favor.
Até a cafeteria. Enquanto os dois descem, Sirien, que estava escondida atrás da porta do apartamento vizinho, escuta tudo e decide segui-los em silêncio, desconfiada na cafeteria. Assim que Enver atravessa a porta do local, para imediatamente.
Seus olhos se arregalam. O lugar está completamente diferente. O balcão sumiu.
As mesas foram retiradas. No lugar delas há agora uma ampla bancada, tecidos coloridos, linhas, máquinas de costura novinhas. O cheiro de café fora substituído pelo leve perfume dos tecidos novos.
Mas o que, o que é isso? Pergunta Enver chocado. O que você fez, Arif?
Arif sorri timidamente, visivelmente emocionado. Eu vendi tudo em ver, os móveis, as máquinas de café e chá, tudo o quê? Mas por quê?
Porque esse lugar não é mais minha cafeteria. Agora é o seu atelier de costura. Em verdade, dois passos à frente, boque aberto.
Você, você fez isso para mim? É o mínimo que eu podia fazer. Você sempre foi como um pai para mim.
E depois do acidente, eu me senti o pior dos homens. Tanta coisa ruim acontecendo. Enver, com os olhos marejados balança a cabeça.
Arif, você não devia ter feito isso. Isso é grande demais. Não é.
É justo. Você perdeu tanto e mesmo assim nunca virou as costas para mim. Mas e você?
Como vai se sustentar agora? Eu consegui um trabalho. O Henry me chamou para ajudar na cafeteria dele.
Já tô contratado. Enversura os ombros de Arif. Mas você não precisa fazer isso, filho.
Eu, por favor. Enver, me deixa fazer isso. Eu já contei para todo mundo.
Fiz até uma placa. Olha só, ele mostra orgulhoso uma pequena placa de madeira, ateliê de costura do senor ver ajustes, reformas e dedicação. Enver desaba em lágrimas e abraça o rapaz com força.
Eu vou te pagar aluguel do ponto. Ouviu bem. Eu faço questão.
Só se fizer isso como meu sócio, Enver. Os dois riem entre lágrimas, emocionados, mas o clima é interrompido bruscamente quando Siri invade o local cruzando os braços. Isso não vai ficar assim.
O que você tá fazendo aqui, Sirin? exclama Enver surpreso. "O que ele tá fazendo é o que me incomoda", diz ela apontando para Arif.
"Você não pode aceitar isso. Ele é culpado pela morte da minha mãe, mesmo que ninguém diga isso em voz alta. " Arif baixa a cabeça, respirando fundo.
Enver se coloca entre os dois. Chega, Sirin, eu não vou permitir que você fale assim com ele. Quantas vezes já falei que aquilo foi um acidente?
Acidente ou não, ele destruiu tudo e agora vem bancar o bonzinho. O Arif já se puniu demais, menina. E se tem alguém que se culpa mais do que ele, esse alguém sou eu.
Mas mesmo assim ele tá aqui de pé tentando recomeçar. E você vai viver a vida inteira culpando os outros. Si com os olhos marejando, grita: "Isso não vai ficar assim.
Vocês vão ver. " Ela sai batendo a porta com força, deixando um silêncio pesado para trás. Enver respira fundo e encara a Rif.
A vila acredita nela e isso vai te causar dor. Eu sei, mas eu aguento. Agora eu tenho um motivo para continuar.
E qual seria? Você e esse atelier sorri em meio às lágrimas. Então vamos recomeçar aqui com linha, agulha e coragem.
Momentos depois, na cafeteria de Henry, Hen Verarif entram cabes baixos. Henry, ocupado atrás do balcão, percebe o clima tenso. Que caras são essas?
Aconteceu alguma coisa? Enver se aproxima. Sério?
Precisamos conversar. É sobre o Arda. Henry Franze o senho, deixando o pano de lado.
O que tem o Arda? Arif olha para Enver. que suspira profundamente.
O exame de DNA foi refeito, Henry. Refeito. Como assim?
O resultado anterior estava errado. Você não é o pai do Arda, mas não é só isso. O que, Seida?
Também não é a mãe. Henry dá um passo para trás, como se tivesse levado um soco no estômago. O que?
Arif fala com calma. O filho da Seida foi trocado na maternidade. Henry Arda não é filho dela, nem seu.
Henry fica em silêncio por alguns segundos, depois se senta devagar, sem fôlego. Isso. Isso é inacreditável.
Eu tratei tão mal a Seida, julguei ela por tanto tempo. E agora? Enver coloca a mão em seu ombro.
O filho de vocês está por aí em algum lugar e vocês merecem encontrá-lo. Eu vou, eu vou encontrar esse menino, nem que eu tenha que virar esse mundo de cabeça para baixo. Ele vai voltar pros braços da mãe dele.
E seida deixar pros meus braços também. Arif sorri de leve. Você vai conseguir, Henry.
Eu dou uma carona para vocês. Vamos. Eu levo até em casa, na rua do atelier.
O carro mal estaciona e enverarregala os olhos. Meu Deus, não. Uma pequena multidão está em frente ao novo atelier.
A vidraça está quebrada e uma fumaça fina sai por entre as frestas. Um princípio de incêndio assusta os moradores. É o atelier, grita Ariff pulando do carro.
Meu Deus! Enver corre o mais rápido que pode, mesmo sentindo o peito apertar. Quando força a entrada, ouve uma tosse fraca vindo lá de dentro.
Tem alguém lá? Grita a um vizinho. Sirin!
Enver reconhece a silhueta encostada perto do chão, torcindo com a roupa chamuscada. Sirin, sem pensar, ele entra no meio da fumaça. Arif tenta detê-lo, mas não consegue.
Enver, não. Enver avança, cobre a boca com a camisa e chega até a filha, puxando-a pelos braços. Vem, minha filha, vem comigo, pai.
Eu eu não consegui sair. Envera arrasta para fora. Os vizinhos ajudam a apagar o foco do fogo com baldes de água.
e extintores. Minutos depois, já na calçada, Sirin senta-se, ainda tonta. Enver, arfando, se curva sobre os joelhos.
O que você estava fazendo aí dentro, Sirin? Grita ele, rouco. Você tava tentando acabar com o atelier?
Não, não, pai. Eu eu vi fumaça e entrei para pagar. Juro, jura.
Envercospe as palavras com raiva. Você entrou depois da vidraça estar quebrada ou foi você quem fez isso também? Si chora indignada.
Eu só queria ajudar. Eu não sou um monstro. Arif se aproxima, mas enverergue a mão, pedindo silêncio.
Subitamente ele leva a mão ao peito. "Pai! " grita Siri.
Enver o que foi? Arifo, segura. Ele tá passando mal.
Meu coração tá apertando. Chamem uma ambulância rápido. Grita Henry correndo em direção ao grupo.
Instantes depois, no hospital. Já lhe aparece avisada por telefone e corre até a sala de espera. Siri chora no colo de uma vizinha.
Arif anda de um lado pro outro. O estado dele é estável, dejale-he por fim, mas ele precisa de repouso absoluto, sem sustos, sem estresse. O coração dele não aguenta mais.
Sirin levanta os olhos cheios de culpa. Foi por minha culpa, não foi? Arif suspira, tentando aumentar o peso sobre ela.
Você quase morreu, Sirin. Ele te salvou e eu quase matei ele. Já lhe encara jovem com seriedade.
Talvez seja a hora de você mudar, Sirin. Antes que seja tarde demais. Na sala de espera do hospital, Siren, ainda trêmula e ofegante, olha em volta cercada de olhares acusadores.
Arif permanece calado, a respiração pesada, tentando manter a calma. Isso tudo é culpa sua. Si grita, apontando para ele.
Desde que você apareceu, tudo só piora. Meu pai quase morreu por sua causa. Arif não reage, mas Barrar.
que chega naquele instante, ouve tudo. Você tá mentindo, Sirin? Barrar se aproxima devagar.
Eu ouvi. Você mesma admitiu. Eu só falei da boca para fora.
Não. Você gritou que colocou fogo, que quebrou a vidraça, que queria estragar tudo. Barrar vai até ela, olho no olho.
Você quase matou o seu pai. Eu não queria. Eu, você fez e agora vai ter que responder por isso.
Si exaltada grita: "Eu quis apagar o fogo. Eu não queria machucar ninguém, mas machucou. Barrar grita de volta: "Sirin, nervosa, dá um passo atrás.
Isso não vai ficar assim. Vocês vão ver. " E foge pelos corredores do hospital.
Desaparecendo. Arif tenta ir atrás, mas Barrar segura seu braço. A polícia vai cuidar disso.
No quarto de Enver. O quarto está silencioso. Enver respira com dificuldade.
Seus olhos se fecham e ele começa a imaginar uma figura à sua frente. Sarpa aparece sereno parado ao lado da cama. Envera regala os olhos.
Sarp. Ele sussurra. Sou eu, Senhor Enver.
Vim te dar força. Mas você se foi, ainda tô aqui. O Senhor sempre me tratou com respeito.
Me deu conselhos quando ninguém mais dava ouvidos. Eu falei com tanta gente, Sarp. Eu tô cansado.
Não, o senhor é forte e tem gente que precisa do Senhor agora. Barrar, o Arif, eles contam contigo. Barrar, ela sofreu tanto e o Senhor sempre foi um apoio para ela.
Continue sendo. Enver sorri emocionado. Uma lágrima escorre, ele pisca e a imagem desaparece.
Barrar entra no quarto logo em seguida e corre até ele. Pai, o senhor acordou. Barrar, ele tava aqui.
O Sarp. Ela se senta ao lado da cama, apertando a mão dele. Talvez tenha sido só um sonho.
Não foi mais que isso. Ele me deu forças. Disse que eu ainda preciso lutar.
Precisa mesmo, pai, porque eu também preciso do senhor. Em verá, olha sério. E airin barrar respira fundo, fugiu.
Depois que confessou, ameaçou a gente. Agora a gente não tem escolha, pai. A gente vai precisar entregar ela à polícia.
Enver fecha os olhos com dor no peito. Ela é minha filha, mas precisa pagar pelo que fez. Ninguém tá acima da lei.
Barraro abraça com cuidado, emocionada. Eu tô com o senhor sempre. Bom, pessoal, o que acharam dessas cenas da novela?
Gostaram da atitude de Arif para ajudar Enver? O que acharam da atitude dele? Além disso, vocês acham que a Barrar merece um final feliz?
Sim ou não? Me contem nos comentários que eu quero saber. Beleza, pessoal?
O vídeo ainda não acabou, tem mais um acontecimento imperdível. É só clicar no vídeo que está aparecendo aí na sua tela. Estarei esperando por todos vocês.