Saudações a todos. Chegamos na data tão querida, a famosa data que todo mundo espera, a mudança de ano. [Música] Mais um reveon acontecendo nas nossas vidas.
E mais uma vez estou aqui com vocês fazendo um vídeo explicando coisas, explicando situações e sobretudo acho que hoje vou falar sobre o melhor ritual pra passagem de ano, né? Qual que é o melhor ritual? Vocês já pararam para pensar?
Você já tem o seu ritual aí? Pois é, né? Coloca aí no comentário.
É interessante, essas coisas mexem muito com nossa cabeça, né? Mas qual que é o melhor ritual da virada de ano? O que que realmente faz a diferença?
Enquanto a gente começar a agir de maneira idêntica o que nós já fazemos há vários anos, nada muda, né? A mudança ela acontece quando a gente começar a entender e tratar esse evento, né, como realmente um processo e não só um evento. E aí que vem a grande mudança.
Então, entender que o reveon ele faz parte de um processo e não de um evento, a gente vai ter uma transformação muito interessante. Agora, se você continuar tratando tudo isso aí como o evento, a virada, não sei o quê, isso te traz a frustração. Isso e traz um grande problema, porque pessoas se sentem bem, né?
Pessoas ficam felizes com as doideiras de reveillon, né? Aquela questão lá das ondas, pula onda e não sei o quê, e come lentilha, né? E coloca roupa íntima de cor X, cor B, cor C, né?
azul, vermelha, eh uma para paz, outra pro amor, outra para dinheiro. Mas tanta coisa, né, que as pessoas usam de ritualística. E outra, né?
Tem pessoas que vão eh pega, né? Vão viajar, se entope numa casa com 30 pessoas, com cinco famílias, né? E acha que isso imagina pegar trânsito, carregar o carro de mala, horas de viagem e acha que isso é descanso.
Na verdade, é tão trabalhoso quanto o próprio trabalho dessa pessoa, né? e tudo para ir lá numa praia ou ir em algum lugar para realmente manifestar essa virada de ano com o ritual. E final das contas acaba ficando mais cansado ainda.
E esse ano então eu fiquei abismado porque nós temos aí situações bem interessantes. Por exemplo, tem o reveon, acho que é em Carneiros, né, o nome do local, em que as pessoas pagam verdadeiras fortunas, né, se eu não me engano, são diárias de R$ 15. 000, dependendo do lugar, pessoas estão pagando pacotes aí de R.
000, tava dando uma olhada aí na internet. Bom, é interessante, né? Nesses momentos em que as pessoas elas perdem pouco noção da realidade, acha que tudo vale a pena para poder passar aqueles dias.
Acho que todo mundo já passou por isso. É válido, sei lá, né? Pode ser válido, pode ser uma coisa eh colocada aí, né?
Imposta pela sociedade. Afinal de contas, estamos falando de histórias até milenares, né? Elentilha, por exemplo, uma coisa milenar.
Mas o que a gente pensa assim, né? Vamos ser realistas. 2026 será um ano bom ou ruim?
2026 será um ano complicado. Possivelmente muita coisa estranha acontecerá, né? 2026 é o ano do laboratório, o ano das experiências.
Eu, lógico, não vou falar nesse vídeo aqui porque eu não quero me estender nessa noite de hoje que vocês estão comemorando aí, né? Mas o que a gente percebe que boa parte dos seres humanos abandonou a racionalidade. Muita, muitas pessoas estão vivendo como verdadeiras bestas, né?
E e o coração esfriou, né? E a convivência com o mal se torna normal, né? A convivência com as trevas se torna muito normal.
Vou deixar isso aí para um outro vídeo, se sobrar tempo de fazer amanhã, talvez, ou depois de amanhã. Mas é interessante que a gente não pode se apegar à história do calendário mágico, né? As pessoas olham pro calendário, falam: "Nossa, que legal, um calendário mágico que vai transformar nossas vidas".
Então, né, esse ensinamento também secular fala o quê? Que essas tradições do reverion, né, levam você a repetir sempre elas, né, de pai para filho para neto, né? E de repente você tá lá fazendo todas as coisas e não entende, né, que a grande mudança ela vem justamente de uma constância, né?
Que constância que é essa? Uma constância da vida. E se você não tiver essa constância, você vai pegar lá o seu caderninho de metas, né?
Não tem aquele negócio de fazer meta. Ah, vou fazer uma meta, vou tacar fogo nela, vou incendiar, eu vou jogar no mar, eu vou fazer um barquinho com ela, né? Eh, pega a nota, põe na lua, põe não sei o quê.
E mas é aí, né? Se você não tiver uma constância, uma vida regulada, uma vida constante, você não consegue realizar nada daquelas metas. Sei lá, talvez consiga realizar 2%, mas tudo impossível.
E você às vezes fará as coisas mais simples, não as coisas mais complicadas. Então, a o grande problema, né, que a gente vai ter é justamente que que essas mudanças elas não são apenas pro final de ano, elas fazem parte da rotina da vida. constância e rotina andam juntas, né?
Então, se a gente começar a pensar que o calendário, né, ele é apenas uma desculpa, a coisa não anda, a vida não vai, né? Porque o que a gente tem na nessas tradições, a gente tem uma coisa interessante, né? Parece que é um momento muito forte de mudança.
E se você acompanha aqui o canal, você sabe que a verdadeira passagem de ano não acontece no dia 31 de dezembro pro dia 1eo de janeiro. Isso é uma mudança de calendário. Então a verdadeira mudança ela vai acontecer no dia 20 de março, quando ocorre o quinócio, né?
E é ali que realmente o ponto vernal da Terra ela entra na energia zodiacal, na energia astrológica. Então, por isso que fala que é o ano novo astrológico. Agora é só uma egrégora formada, né?
Daqui algumas horas, alguns lugares aí, as pessoas estão na egrégora da mudança de ano, né? E e que é interessante, né? Que o ano novo do jeito que ele está tá bem estranho.
Vocês já perceberam isso? Vocês perceberam que cada tempo que passa tá mais frio, mais distante? Quem se recorda, por exemplo, da época, né, o pessoal que é de Rio de Janeiro, de São Paulo, quando chegava no dia 31, né, tinha aquela aquele fechamento da da das empresas e muitos locais tinha aquela chuva de papel picado, né, era uma festa, as pessoas se vestiam bem naquele último dia, no dia 30 ou no dia 31, e elas saíam pelas ruas, né, muito bem vestidas.
Eh, era uma época em que se tinha presentes das pessoas, né? Porque além de ser Natal, também era reveon, era virada de ano. Então havia uma esperança no ar, havia uma coisa muito gostosa, uma alegria.
Vocês lembram dessa época, né, que entre São Paulo, então tinha até a São Silvestre que acontecia aquela corrida, né, tradicional de São Silvestre, ela não acontecia de manhã com as pessoas hoje vem, ela acontecia na virada do ano. A chegada ali do primeiro colocado ocorria sempre um pouquinho antes da meia-noite, né? Quantas vezes assistir ele na brigadeira, o Luís Antônio, o pessoal subindo para entrar na Paulista e em plena madrugada, né, de reveião da meia-noite.
E de repente tudo isso aí você percebe que há um esfriamento, há um distanciamento. E olha que interessante, né? Se a gente começar a ver com os olhos mais terapêuticos, vamos usar essa palavra, a gente entra numa situação interessante que o ano novo, da forma que é, ele ele tá pesando demais.
Vocês já perceberam isso? Ele está pesado, né? Porque o que que tá mexendo muito com as pessoas é uma uma inversão de espaço tempo.
Hoje o Leveon, né, o ano novo, ele tem muito mais a ver com seu presente do que com que o seu futuro que foi tão almejado. Vocês já perceberam isso, né? O o o calendário, né, que você tem, ele ele leva a isso, né?
é uma obrigação. E aí isso acaba inclusive trazendo uma negação. Muitas pessoas negam, já que ele pesa tanto no presente, muitas pessoas negam eh enfrentar o seu presente fingindo que tá tudo bem.
Vamos tentar, vamos pensar no futuro, vamos pensar em coisas melhores, mas o reveão do jeito que tá, ele mexe com o seu presente. Por quê? Tem a ver com o que você está vivendo, né?
Por exemplo, falei das pessoas estão lá pagando reveillon de R$ 60. 000. É lógico que elas vão dividir, né?
vão comprar um carro mais novo, vão dividir, vão fazer viagens, vão dividir, né? E acabando de pousar um jato aqui do lado, mas a gente tem então uma população que ela transforma o fim de ano num ritual de invocação de esperança, pensando que tá atraindo o futuro. Mas na verdade o que que ela fez?
ela tá vivendo o presente que ela tem, porque ela passou o ano inteiro adiando a tomada de decisões, inclusive as mais difíceis, né? E então, né, como fuga é muito mais fácil viver esse momento simbólico do que aceitar que a mudança vai exigir uma certa regularidade, uma certa constância, uma certa disciplina e muitas vezes também uma boa dose de resiliência, porque não é fácil. Às vezes, para você sair numa situação que tá estagnada, exige muita coisa, né?
De repente você tá lá com a sua empresa, com seu estudo, onde você mora, né? Exige às vezes uma força sobreumana para aquilo lá se transformar, ainda mais as energias enadas que se tem hoje em dia, né? Porque muitas pessoas não querem saber mais de nada, né?
E a gente vê, tivemos, nós tivemos vários períodos negativos aí, né? E a egrégora é negativa no ar, não é aquela egrégora da esperança legal, daquela coisa 10. o delírio, né, que a gente pode pensar aí que as pessoas vivem, né, eh que é justamente mais fácil viver nesse delírio do ano novo simbólico, né?
A a simbologia que que a invés de aceitar uma mudança constante, ela vai aceitar que ah, não, ó, tá virando o ano, est uma champanhe, amanhã será diferente. Não será, não é uma virada de calendário, né? O o delírio não é você querer uma vida melhor, né?
Isso é até legítimo, renovar esperança, legal, tudo t, né? O delírio, na verdade, é você achar que a sua vida vai mudar sem você mudar seu comportamento. Não é assim, né?
E eu tenho visto durante muitos anos pessoas se decepcionando com as suas próprias ideias, com seus sonhos. Ah, será diferente? Não vai, não vai mudar nada, né?
Porque os hábitos, né, eles não mudam no calendário, eles vão mudar justamente com transformações que muitas vezes você tem que ter renúncias, né, e sem renunciar a nada e sem mudar nada vai mudar, né? A mudança ela exige o quê? O confronto com a sua própria realidade.
E aí o calendário vem só como uma desculpa para reforçar, né? O quê? Os hábitos antigos, a tendência constante aí, né?
que vai continuando os padrões. E aí eu pergunto, se você mantém hábitos antigos, continuando os menos padrões, onde está a mudança, né? Isso é um autoengano pro seu próprio cérebro, né?
Até um pleonasmo falando assim, mas é dessa maneira. Agora será diferente, nunca será diferente do jeito que estão as coisas, jamais será diferente, né? Enquanto a mudança, lembre-se da frase que eu falei no começo, enquanto a mudança fori tratada como evento e nunca é tratada como processo, a sua frustração será inevitável.
Você será uma pessoa frustada, né? Porque o ano novo não é o Salvador para ninguém. O ano novo não é uma entidade, tão entendendo?
Há um zitgist, né? vamos dizer assim, há o espírito do momento, há uma egrégora formada, mas o ano novo não é salvador de nada, né? Pelo contrário, esse processo ele vai expor, né, o os o que você deixou de lado na sua vida.
Por isso, cada ano que passa é mais chato, é mais triste, porque expõe o quê? O que você não tomou de decisão, né? expõe as coisas que não foram resolvidas na sua vida, que lógico, numa data tão forte como essa, ela vem à tona e mostra, ó, não tá legal, né?
Eh, a verdadeira mudança então vai acontecer, né? Ela acontecerá quando você deixar o tempo executar o trabalho, né? Que é a sua responsabilidade pessoal, né?
você junto com o amigo tempo fará essa mudança e aí sim você pode de repente pensar o que eu tô falando hoje do ano que vem para caramba, porque o professor falou é é real, né? Eh, eu não tô mais vivendo só o presente, eu também tô vivendo o futuro. É, não é fácil não, né?
Nessa linha de espaço tempo, hoje o revenhon, ele expõe o seu presente e não o seu futuro. Quando vai expor seu futuro, quando você conseguir resolver as suas pendências. Então essa é a mensagem de final de ano que eu passo para vocês e esse é o verdadeiro ritual, né?
O ritual mais eficiente de passagem de ano. Lógico, né? Seguindo aquilo que o professor sempre fala para vocês aí, procure no momento da transição ficar mais sozinho, ficar um pouquinho mais isolado, né?
Ficar esperto com aquele negócio de agarra agarra, porque, né? Além de ter pessoas que querem aproveitar um pouco, né? Como que é que eles falam?
Só casquinha, né? Não é isso? É uma linguagem meio vulgar, né?
Mas tem o canibalismo da energia. E nesse momento, né, olha, vocês estão tendo a chance de assistir o que eu tô falando para vocês, mas nem todos assistiram. E nesse momento as pessoas estão carentes, né?
As pessoas estão em estado alterado de consciência muitas vezes por causa da bebida, de outras coisas aí, né? E e elas vão naquele naquela situação te agarrar e vão, né? Colocar lá as cama rupas, as coisas pesadas.
vai ter o canibalismo energético. Então, cuidado, né? É, é interessante.
Muitas vezes as pessoas vão para praias, né, e vão lá abraçar estranhos e não sei o quê. Toma muito cuidado com a sua energia. É um momento muito íntimo, é um momento muito secreto em você manter a sua energia.
Então, presta atenção isso que a gente tá falando, essas dicas que eu estou passando para você, né? Assista outros vídeos aqui do meu canal que eu falo sobre o o lado oculto do reveillon. E realmente, né, quando eu tô falando dessa questão do canibalismo da energia, não é brincadeira.
Eu acredito que ultimamente são os reveiões, reveons, né, como que é o plural disso, reveillons mais pesados energeticamente. Vocês estão percebendo isso ou não? Coloca aqui nos comentários o que que você está sentindo além da falta de esperança, uma negatividade muito alta no ar, uma falta de realidade, uma falta de perspectiva pro futuro, né?
Uma um impacto de consciência com a realidade e muita fuga. E lógico, né? A famosa guerra dos egos, que eu já falei outro dia na live para vocês.
Então, pessoal, coloque aqui nos comentários, veja o que você sente, desabafe aqui. Às vezes a sua resposta, né? a sua pergunta, sua resposta pode ser muito útil para outras pessoas também, né?
A sua experiência de vida. É o momento de a gente unir todos esses conhecimentos para realmente termos um uma passagem meio inóqua, né? Vamos dizer assim, uma passagem meio sem ser contaminado com essa egrégora.
Não é fácil, né? Daqui a pouco, em alguns lugares já é reveillon. E aí, certo?
Eu agradeço vocês ao tem assistido ao vídeo, como de sempre, né? Coloque seu like aqui, divulgue para as pessoas que você gosta. Eu não comemoro reveon, então, né?
Dá feliz ano novo, que é uma maneira socialmente certa, né? Mas energeticamente, lembre-se que o ano novo é lá no dia 20 de março, ano novo astrológico. Agradeço a todos.
Honrara, cuide da sua energia, se eh fortaleça e sobretudo se proteja. E nos vemos nos próximos vídeos. Рете.