เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ E aí, pessoal? Vamos começar mais um episódio do podcast Os sócios. Quem fala aqui é Bruno Perini, host do podcast. Dessa vez estou apenas eu no sócios porque Malu tá com a TT lá em casa. a gente tá com problema eh por conta de calendário. A nossa babá, ela acabou se ausentando por uns dias numa questão de saúde. Tá tudo bem com a TT, tá tudo bem com a Malu, mas por conta disso, para cuidar da nossa filha, ela acabou não vindo. E começamos
bem o ano, né? 2026 Começou muito animado. Esse é o primeiro podcast ao vivo tratando de um tema >> sobre o qual não dá para não falar nesse momento, que é a questão do Trump versus Maduro. Essa captura que foi feita pelas Forças Armadas Americanas do líder de um país, um ditador, numa operação assim que é é coisa de cinema, né? Se você parar para pensar, >> cinema, >> é realmente um algo fantástico do ponto de vista militar o que eles conseguiram Fazer, colocando inveja em com certeza, muitas outras nações, né? E para falar desse
assunto, eu tô trazendo novamente aqui no podcast Renos e Cuquer, professor Rock. Ele é cientista, político, palestrante, professor, criador do canal Professor Rock, o maior canal do YouTube de geopolítica do Brasil, trabalhando no Conselho de Segurança da ONU, estuda poder e é autor do livro Inteligência do Carisma. Rock, bem-vindo novamente ao podcast sócios. >> Prazer tá aqui, Bruno. >> E no Rock Academy, cara, como é que estão as coisas lá? >> Indo bem. Eh, aquilo que, né, que a gente sabe, tem uma saturação, mas acho que o produto que a gente vende é diferente, é
um produto educacional. E meu, com a geopolítica desse jeito, cada vez mais as pessoas precisam entender de geopolítica, precisam entender o que tá acontecendo no mundo, não importa qual é o negócio, qual a Atividade dela. E o e o aplicativo é muito completo, são muitos cursos e agora eu coloquei outros professores também para dentro. Então, >> legal. Para quem quiser conhecer, o link tá na tua B. >> Tá na minha B. por Rock Academy, Rock H Academy. Ah, estamos ainda com uma promoção valendo, eh, que a promoção do final do ano aí a gente estendeu
mais um pouco, eh, e é 50% de desconto e é só agora. E é uma assinatura muito barata. Aí você tem cursos, aulas e tem um feed notícias em tempo real que você consegue eh se informar de tudo que tá acontecendo no mundo já mastigado, digerido, que a gente dá para vocês. >> Perfeito. Cara, para começar esse episódio, por que que você acha que o Trump escolheu o começo de 26 para fazer essa ação ousada na Venezuela? Ele botou nas metas dele, quis bater logo essa? Tem algum outro motivo? >> Não, na verdade eles tentaram
fazer no Natal. tentaram fazer, >> tentaram e tentaram fazer no na virada do ano >> e não deu certo por causa da do tempo. >> Hum. >> O clima atrapalhou e aí ele meio que falou assim: "Bom, tá com vocês, né, pros militares, carta branca, façam no dia que as condições de tempo tiverem perfeitas". E aí ele aí o primeiro dia que apareceu a chance eles fizeram, mas ele queria assim já começar o ano Também, isso é um fato, mostrando eh que ele obteve uma grande vitória ou, né, terminar o ano, tipo começar num num
outro estilo. mesmo se ele tivesse feito nos últimos dias, a história ia correr na virada e todo mundo ia começar o ano falando disso, porque como tá falando, porque tem 1 milhão de desdobramentos e essa é uma é começar já com uma com uma vitória, né, mostrando que ele conquistou uma coisa bem difícil e, como se disse, muito bem feita. a operação, Que é uma vitória tática, não é uma vitória estratégica, porque o jogo estratégico ele é muito mais complicado, mas não dá para descartar o sucesso da operação em si, eh, não só de fazer
inveja nos outros, mas de causar medo, >> contrário do que muita gente tá dizendo aí, >> né, que, ah, não, então essa operação vai facilitar que eh Rússia e China se sintam à vontade para serem mais ousados. adas na Sua região, na sua área de influência ou nos países que se interessa, que eles estão interessados. Eu discordo totalmente dessa ideia, porque tanto a China quanto a Rússia tem esses projetos muito antes dos Estados Unidos fazer isso. A China tem um grande objetivo de política externa, que é unificar Taiwan. É isso. E ela tá há 30
anos se preparando para isso. E ela não faz, não é porque o direito internacional impede ou porque os Estados Unidos não abriam Um precedente para ela fazer. Ela não fez ainda porque ela não tem poder suficiente. O dia que ela tiver poder, nada e ninguém vai impedi-la. a não ser que uma outra força com outro poder vire e fale: "Ó, eu vou vir aqui para te encontrar nessa história e vou fazer isso custar muito caro para você". Eh, ou seja, só poder pode brecar a China de fazer isso. Não é precedentes do direito internacional que
vão incentivar a China a fazer isso. E muito menos a Rússia, Porque a Rússia já começou a fazer isso em 2014, depois 22 e já tá passou 2025 inteiro fazendo isso na Europa, com uma guerra híbrida, assimétrica, provocando os europeus ao OTAN. Ou seja, eh, a ação do Trump, ela não muda a tomada de decisão chinesa e russa. Se mudar de alguma forma, muda para deixar eles mais cautelosos pelo sucesso da operação. >> É, faz bastante sentido isso, né? Eu vi muita gente comentando justamente esse ponto, falando: "Olha, o que impede a China agora de
fazer o mesmo, né? Na verdade, nada impediu eh nunca. É realmente uma questão de poder, como você disse. >> Isso, porque não e não é a China não tem uma trava, a direito internacional vai pegar mal para mim. Primeiro que a China nem considera o assunto de Taiwan um assunto de política internacional. >> É nacional. Isso é um assunto de política doméstica, primeira coisa. Eh, e depois, assim, no ponto de quando você Olha paraa Rússia é muito pior, porque a Rússia já rompeu e rasgou eh um princípio do do direito internacional ou da ordem internacional.
Não dá nem para falar só do direito, porque o direito pressupõe que tem uma regra e aí tem alguém que aplica a regra e que faz a regra valer. E na verdade o direito internacional é muito mais baseado em cima de eh ações ou ou escolhas voluntárias dos países. Então, meio que se quebrou um acordo de cavalheiros. Eh, E foi isso que a Rússia fez quando ela invadiu a Ucrânia. Então assim, ela já rasgou eh todas as premissas e limitações que ela podia fazer numa escala muito grande. Então não faz sentido eh olhar para isso.
Esse olhar ele tá focando num mundo que já não existe mais, que é colocando um peso muito grande para os princípios e as regras que regem o sistema internacional eh representadas no direito internacional. Só que o Direito internacional foi enterrado e morto eh faz algum tempo. E na verdade isso é comum na história. Toda vez que você tem uma grande disputa geopolítica, uma das primeiras coisas a morrer é o direito internacional, porque ele depende eh de convivência pacífica entre todo mundo. A partir do momento que eu e você não estamos se dando bem, as regras
que a gente combinou em comum, elas não tm valor nenhum, uma vez que não tem uma terceira parte externa capaz de fazer Você cumprir as regras ou eu cumprir as regras. Como essa essa terceira parte não existe na política internacional, então depende da nossa boa convivência e respeito o múto de querer que as regras sejam respeitadas. Mas se a nossa competição tá altíssima, primeira coisa que a gente vai fazer não respeitar essas regras. E a história mostra isso, conselho de segurança não funcionou durante a Guerra Fria. E é assim, o Conselho de Segurança funcionou No
final, quando acabou a Guerra Fria, eh, antes de vir o 11 de setembro, a primeira guerra do Iraque, e depois no 11 de setembro ainda funcionou. Aí já em 2003, quando vem a Segunda Guerra do Iraque, aí as divisões políticas começaram a aparecer e dali elas só vão crescendo, crescendo até chegar num ápice que claramente um a geopolítica retornou pra equação e ninguém vai cooperar em nada. E como o direito internacional tá baseado no, né, por Exemplo, um órgão importante dessa história é o conselho de segurança, que é o que eu tenho dito, conselho de
segurança é um órgão político, ele não é um órgão judiciário. E um órgão político toma decisões baseadas em política e não >> sim >> em princípios e regras que fundamentam uma ordem legítima. É política. Você é meu amigo, você é meu aliado. É, tá bom, eu voto a Favor, eu voto contra. Bom, não dá pra gente ter um direito que é fundamentado em política. Aliás, essa é a grande crítica hoje do Brasil com o nosso judiciário, com o STF. Exatamente essa crítica. Ah, o judiciário ou o STF tá politizado. É, se ele tá politizado, ele
começa a ser mais parcial. E aí esse direito, >> é, se é parcial, já não é justo, né? >> Isso. E aí você não tem legitimidade, você não tem legitimidade, aí todo mundo Olha e fala assim: "Pô, que regras são essas? Eu nem quero seguir essas regras. ou essas regras elas vão tirar vantagem de mim, eu não respeito elas, se eu não fizer nada, eu vou ser explorado ou me dá mal o tempo inteiro, que é um pouco do que tá acontecendo, que é um pouco do que tá acontecendo dentro das democracias, inclusive, né? Os
países ocidentais estão olhando e falando, a população tá olhando e falando: "Ea, esse direito internacional não me Protege, não me faz nada. Por que que nós estamos respeitando isso?" Aí surge então um político astuto, capaz de captar esse humor da população e fala: "Gente, deixa comigo que eu vou fazer o que precisa ser feito, independente da existência do tal do direito internacional". E essa é a história do Trump. >> É, tem uma frase, se eu não me engano, é do Eduardo Galeano que diz que a justiça é como uma serpente, só morde os pés Descalços.
Para mim, a Ona é a mesma coisa. Ela faz exatamente a mesma coisa. Com país fraco. Eles podem se impor, coloca lá missão de paz, né? Pausa o conflito. Meu pai em 96 ele participou da missão de paz em Angola. >> Hã. >> Ele foi enviado para lá, ficou um ano, voltou com malária. E era uma época em que a Angola tava destruída. Tem uma estatística que eu me lembro bem porque me impressionou. >> Ele falou assim: "Olha, eh, em Angola, quando eu fui, para cada angolano existiam em média duas minas terrestres. Então, se ele
viu uma pessoa sem uma perna, estt estatisticamente essa pessoa poderia pisar em uma outra mina e perder a outra, entendeu? Agora, para um país realmente poderoso, o ambiente é meio anárquico, né? Ele faz o que ele quer >> totalmente, >> porque ninguém vai conseguir impedir. >> Eu eu iria mais longe assim, a gente Assistiu nos últimos 3, 4 anos eh Azerbaijão invadindo a um um território que disputa com a Armênia e pronto, e não aconteceu nada. a gente viu o Ruanda, que é um micro país da África, invadindo o segundo maior país da África, que
é o Congo. Então, assim, não é nem mais só os poderosos que fazem o que querem. >> Entendi. >> Simplesmente eh, a anarquia tomou conta e só vai aumentar. E por isso que nessa História toda eu fiquei bastante eh perplexo com a ênfase e eh a maneira como o assunto tá sendo discutido. Todo mundo falando do direito internacional. Falei: "Pera, mas vocês vão perceber que o direito internacional já não tá funcionando faz tempo?" Assim, você listar ou apontar que uma das consequências dessa história toda é o direito internacional, uma coisa, mas a discussão inteira ser
sobre o direito Internacional não faz sentido algum, porque as pessoas estão pensando que elas estão há 20 anos para trás. Nós não estamos mais nesse cenário. Direito internacional é primeiro que ele é muito frágil, depois que ele já foi totalmente deixado de lado. E o Trump, ele só é o último da fila para fazer isso. E se você olhar bem, ele fez isso de uma forma bem menos eh agressiva ou intensa do que outros presidentes americanos. Ele não matou, ele não entrou com tropas Lá e ocupou o país, ele nem derrubou o regime. >> Sim.
foi lá e só prendeu dois indivíduos numa operação que ele disse que não era nenhuma operação militar internacional. Claro, tá alegando, mas existe um indiciamento a essas duas pessoas e eles foram com policiais do FBI, DEA e prenderam essas pessoas, tiraram elas do país e estão fora. Não derrubaram o regime. Totalmente diferente do que aconteceu no Iraque, no Afeganistão, na Líbia. é bem mais suave em grau de problema do que tá ali. E é estranho essa, né? É claro, a gente vive numa era polarizada e assim por diante, e isso é um fator, mas não
é não é uma análise bem embasada com o que a gente tá acostumado, ainda mais depois do que Rússia, China, Irã e todo mundo tá fazendo. E ainda mais curioso que eu acho é, né, e eu eh falei disso até, eh quanto desrespeito ao direito internacional acontece na Venezuela? >> Todos, né? >> Todos. Isso. Todos. da presença de terrorista, de traficante, de narcoterrorista, de guerrilheiro de outro país, de outras ditaduras ali dentro, de expulsão da população, de expropriação de dinheiro de todo mundo, de bens de todo mundo. Assim, eh, 8 milhões de pessoas saíram da
Venezuela. Para onde você olha, a Venezuela é um grande violador do direito internacional. E aí a gente se depara com uma questão moral, né? Não tô dizendo que o Trump toma uma decisão por uma questão moral, tô dizendo que eh é inevitável que a gente faça uma comparação de ordem moral. >> Eh, o que que é mais importante? Respeitar o direito internacional de dois indivíduos, Maduro e a sua esposa, ou respeitar o direito internacional que afeta milhões de venezuelanos e milhões de pessoas em outros lugares do mundo? Me parece bem óbvio, né? E na sua
visão, qual o interesse do Trump na Venezuela, além dessa questão de inicial maduro, por tráfico de drogas, entre outros crimes? E e o que que poderia acontecer lá? Porque como você disse, ele não derrubou o regime, >> não. >> Então tem muita gente comemorando, né? Vários venezuelanos comemorando seu vídeo por aí, né? E até engraçado porque o povo lá comemora o professor da Federal aqui tá triste, né? Tem tem esse essa essa diferença, né? de como foi encarado o acontecimento, mas a vice-presidente que é a Delc Rodrigues, ela tá como a a governante interina nesse
momento, você tem um estado que continua todo aparelhado, executivo, legislativo, judiciário. Então, o que na prática muda na Venezuela e o que que o Trump tem de interesse lá, por exemplo, porque muita gente fala do petróleo, falou-se do ouro também, tem muito gás Natural, então a Venezuela ela é muito rica em recursos minerais, né? Além do que também tão investigando a investigação independente, tem meio que uma especulação ainda, não tá tão confirmado, mas que eles têm um estoque de Bitcoin gigantesco também. Eu já não sei se é Venezuela ou é Maduro nesse caso, né? >>
É, é, >> é. E assim, se a Venezuela é quem? O regime da Venezuela. E o regime da Venezuela não tem esse dinheiro, esse estoque de bitcoins para o país, né? Sim, >> certamente é pro grupo deles. Então é é não é um dinheiro público. É, imagino que é um dinheiro do regime que eles estavam escondendo usando esse dinheiro para tirar dali para roubar o dinheiro para eles. Eh, tem duas partes do que você me perguntou, né? A primeira é sobre para onde a Venezuela vai com a com a Rodriguez e a outra é porquê.
Acho Que eu vou começar pelo porquê e depois a gente fala dela. >> Sim. Eh, óbvio que todo mundo só quer falar do petróleo, né? Petróleo é o mais tangível, mais fácil, argumento marxista, é econômico. Eh, e assim, o petróleo é um dos fatores, mas nem é o petróleo pela maneira que as pessoas acham que é. Primeiro porque, eh, nos Estados Unidos você não tem indústria do petróleo eh estatal, são todas privadas. Para uma, Para uma empresa de petróleo privada investir na Venezuela, ela tem que fazer conta, ela tem acionista. E o e o presidente
e o CEO que tomar essa decisão, ele vai ter que trazer resultado econômico. E a conta econômica não é tão simples assim. Se você tem vizinho da Venezuela, guiana, onde você pode investir eh um démo dos valores num estado muito mais estável, sólido, para extrair um petróleo eh muito mais leve, fácil e melhor, de qualidade, com um Preço muito mais baixo, por que que você vai paraa Venezuela? Então começa, você começa a fazer conta, é um negócio. Eh, então quando o Trump fala, eh, as empresas americanas vão vir para cá, ele não pode garantir que
elas vão, ele vai tentar persuadi-las, mas a decisão final é das empresas americanas e elas são negócios preocupadas com o risco político, o risco econômico, o risco eh de segurança física, eh o risco jurídico. Tem um monte de coisa para ser Considerada. Quanto dinheiro eu vou colocar? Quanto dinheiro eu vou extrair? São quantos anos de investimento? Eu preciso investir tudo isso. Tem até uma conta muito simples que é assim, Bruno, eh, o preço do barril tá muito baixo porque tem uma um excesso de de oferta. Se você traz o o mercado venezuelano para mais, né,
para aumentar a oferta, o preço do barril vai cair. >> Sim. E assim, a empresa quer que o preço do barril caia e que ela diminua as Margens dela para colocar tanto dinheiro investindo nesse lugar. Esse não é o melhor momento para ela fazer esse investimento. As ações da da Chevron subiram imediatamente depois da ação, né, da ação do Trump. E aí todo mundo achou que é porque a Chevron é a única que tá operando na Venezuela, mas todo mundo esqueceu que a Chevron tá operando na Guiana. E um dos grandes receios era que o
Maduro invadisse a Guiana. Sim. >> E quando o Maduro tá retirado do poder, a ameaça de causar problema para Chevron na Guiana foi congelada. Ou seja, as ações subiram não porque necessariamente a Venezuela é um grande lugar para você investir. Elas subiram porque um outro risco de um lugar estável que tá dando muito dinheiro deixou de ser um risco político, no caso. Eh, aí você tem outras questões, né? Eh, para você colocar o dinheiro na Venezuela e esse retorno valer, talvez eles falam num Break even do preço do barril de 80. Se nós estamos em
50 e poucos e o Trump disse que ele quer baixar para menos de 50, você vai começar a criar um problema pros produtores de petróleo dentro dos Estados Unidos de che, né, de chisto, que quando começa a ficar muito barato começa a não compensar. >> Sim. Então não é tão óbvio assim, ah, não, vou extrair o petróleo, tá tudo bem. Eh, eh, tem algumas outras coisas ligado ao petróleo que são importantes. Por exemplo, 70% das refinarias nos Estados Unidos precisam do petróleo pesado. É, >> esse era o argumento que eu ia te perguntar. Eu vi
uma análise sobre isso, né? Porque para quem não sabe, a Venezuela ela tem as maiores reservas provadas de petróleo do mundo. Tem mais que Arábia Saudita, por exemplo, seria alguma coisa em torno de 300 bilhões de barris. Só que como o Rock já adiantou, não é um petróleo leve, ele é denso, é Mais difícil ser refinado. Só que os americanos têm muita refinaria para esse tipo de petróleo. E um outro argumento que eu vi a favor dessa intervenção por conta do petróleo é que os russos também t muito petróleo pesado. Então derrubar o preço do
barril de petróleo deste tipo seria muito interessante para prejudicar a Rússia. >> Isso com certeza. Prejudicar a Rússia é uma das consequências do petróleo. Tem uma outra ligado com o petrodólar. Daqui A pouco a gente fala dessa, mas essa história do do tipo de petróleo e das refinarias, porque antes de ter a exploração do fracking, do shisto, os americanos importavam muito petróleo e esse petróleo vinha do pesado. E aí as suas refinarias foram construídas com uma infraestrutura para processar esse tipo de petróleo. E agora não tem mais, porque os Estados Unidos extrai o petróleo de
Xisto que ele é leve, >> no maior produtor do mundo. >> É. eh, e e exporta inclusive petróleo hoje em dia os Estados Unidos. E então 70% das refinarias americanas precisam de uma parte da composição desse petróleo pesado. E 40% do petróleo que é refinado nessas refinarias é importado de fora. Então, existe um espaço eh para esse petróleo ser refinado nas refinarias americanas, principalmente na costa do Golfo, eh, onde, sei lá, das cinco maiores refinarias americanas, quatro estão ali. Então, e que tá próximo da Venezuela. Eh, então tem esse argumento. Mas aí é é diferente
de você falar assim, a empresa americana ela vai lá e vai explorar o petróleo, né? Vai investir num campo de petróleo, de exploração dentro da Venezuela. E as contas são interessantes. Eh, tem um estudo que fala assim: "Se você e colocar alguns bilhões de dólares em um a dois anos, você consegue aumentar em 500.000 barris a produção. Hoje a produção tá quase 1 Milhão de barris. >> É, eu vi que tava a 900.000 barris. >> Isso de 900 1 milhão. >> O que é muito menos do que quando o Chaves assumiu de passagem >> com
3,5 era 3,5 3 milhões quando o Chaves assumiu >> e aí em 2018 ficou em 2 milhões e agora 900.000. 1000. Eh, então eles falam: "Pô, subiria 50%, OK, subir 50% é bastante, mas desculpa, 15 milhão não é nada. Eh, o Brasil tá chegando nos 5 Milhões. Os Estados Unidos produz 14 milhões, 14, 15 milhões por dia." Então, percebe a diferença? Ah, não, a Venezuela vai mudar o mercado de petróleo. Não, eh, não é tão óbvio o que que o o Trump tá oferecendo de incentivo? Ele tá virando pras empresas e falando assim: "Ó, eu
vou dar seguranças e garantias que você não vai perder dinheiro. Se você perder dinheiro, sei lá, vai ter um bailout, uma algum tipo de salvamento aqui do Governo." Aí eles vão vão pensar assim: "Tá bom, mas aí mudou o governo, esse negócio vai continuar valendo?" Então, eh, tem várias preocupações, mas o petróleo tá na equação. Eh, acho que um outro elemento importante do petróleo, assim, só para constar, é o do petrodólar. que uma das coisas que faz o dólar ou que fez, ajudou o dólar se consolidar foi o dólar ser adotado com a moeda no
comércio internacional e a precificação Do petróleo em dólar, né, com a negociação eh eh do nossa, fugiu o nome dele, o secretário de Estado americano, eh, Kissingir, do Kissingir com a Arábia Saudita, fez a Arábia Saudita e pegar e começar a precificar em dólar. Só que hoje a China compra, né, o maior comprador da Arábia Saudita e ela já compra uma parte pagando na sua moeda. E a mesma coisa com a Rússia e a mesma Coisa com o Irã e aí com a Venezuela também. Então, percebe, grandes produtores do mundo já estão comercializando o petróleo
na moeda chinesa. E os Estados Unidos olha para isso, fala: "Pô, isso daqui pode ser o começo eh de um destronado, destronamento aí do do dólar. Então vamos garantir que o da Venezuela vai continuar em dólar, eh, já que tá aqui juntando com todo. Eu nem acho que todos esses esses argumentos que eu trouxe até Agora são os principais. Para mim, o principal é a questão geopolítica. Tem a ver com a doutrina moral do século XIX, quando os Estados Unidos falou que não poderia ter influência de outras potências no continente das Américas. O Trump resgatou
essa doutrina, escreveu isso na estratégia de segurança nacional americana no final do ano passado e falou: "A, o continente americano é a região mais importante pros Estados Unidos". E aí, eh, ele tá dizendo Basicamente que ele não aceita que Irã, China, Rússia, Resbolá e Ramás tenham uma base dentro da Venezuela. E isso é muito relevante pros Estados Unidos e muito importante. Então, eu diria que esse é o principal. Além disso, você tem outros problemas, imigração, eh, porque a Venezuela tá falida, 8 milhões de pessoas já saíram de lá, eh, e você tem o tráfico de
drogas, você tem a presença de organização terrorista, você tem um monte de outros problemas. Eu colocaria todas essas coisas nessa equação. E o fato de que assim, você tem que direcionar onde que eu vou gastar a minha energia. Parece que a Venezuela é o lugar onde tem mais problema junto e é o lugar que tem menos legitimidade. Mais de 50 países não reconheceram o Maduro. >> Sim. >> O mundo inteiro sabe o que tá acontecendo na Venezuela há 26 anos. É diferente você falar, vou fazer uma uma Operação, sei lá, né, no Brasil, não tem
motivo para isso, mas na Venezuela é o lugar mais aceitável que isso aconteça. Então, quando você combina tudo isso, fica claro porque eu entendo que ele fez isso. >> E para onde você acha que vai agora Venezuela? Porque como você disse, vários pais não reconheceram Maduro como presidente, porque houve uma eleição que foi fraudada e o vencedor é o Edmundo Gonzales. >> É. >> E você teve até a Maria Corino ganhando um Nobel. Então a Venezuela ela ela tem os holofotes sobre ela. >> E agora o o Trump ele falou: "Não, talvez a gente venha
administrar a Venezuela". Então você acha que essa é a hipótese mais plausível num curto prazo, uma administração americana? ou o regime vai continuar, vai assumir uma outra pessoa, ou você enxerga realmente uma transição a ponto dessa oposição poder Passar a governar o país. >> Eh, o regime tá no tá no poder e ele deve ficar por um tempo. o que ele fez, o que o Trump fez. É, eu sei que as pessoas tão incomodadas e eh apaixonadas, mas se você perceber bem e olhar pra história das posturas e das ações americanas em outras situações parecidas,
você vai perceber que foi inteligente a maneira como ele tomou a a ou como ele fez a operação. Por quê? Ele Não derrubou o regime. Se você derrubasse o regime, você ia ter todo mundo que tá armado do lado do regime querendo resistir à queda. Então isso não aconteceu. Então você não tem uma guerra civil, você não tem um completo caos. Claro, Venezuela está próxima de um caos pela destruição geral, mas você não criou essa instabilidade a mais. Eh, e o que ele espera é que a Rodrigue vá governando o país alinhada com os Estados
Unidos, para que ela consiga aos poucos ir mudando as coisas e ele vai enfraquecendo o regime e vai chegando numa hora que, bom, desculpa, mas não tem mais porque vocês estarem aí, vamos fazer a transição. Antes essa opção nem existia, enquanto o Maduro tava ali, não tinha essa opção. Primeiro porque ninguém se dispôs a fazer nada. Depois, porque só ameaçar que iria fazer sem fazer, muitos acharam que era um Blef, inclusive o próprio Maduro, tanto que ele fez a dancinha no TikTok, eh, >> e provocou ainda, né? Tô te esperando aqui em Miraflores. >> Isso.
E aí o Trump ficou, né, mexeu no ego dele e falou: "Não, então tá bom, você tá me esperando, tô cansado dessa história já. Vamos fazer então". e fez. A hora que ele fez, ele ele tem uma credibilidade, a ameaça dele passa a ser crível e toda a força militar americana tá na costa da Venezuela. Então, eh, Você pega essa situação, né, eh com a Rodriguez sendo uma líder mais pragmática, com algum conhecimento econômico, já liderou a transformação da indústria do petróleo. >> Ele é ministro da economia hoje também, né? Isso. Eh, ela ela parece
que vai trabalhar com os Estados Unidos. Óbvio que ela vai ter um obstáculo de trabalhar com ou lidar com o grupo que tá no poder com ela, que é desde o Ministro do interior, o Cabelo, o ministro da defesa e outros. Mas os Estados Unidos também tá de olho. Então, se ela virar e falar assim, ó, eu não tô conseguindo, os caras vão tentar me derrubar. Aí os Estados Unidos pode fazer uma segunda operação e vai lá e captura o cabelo ou mata o cabelo, né, que é o ministro do interior. Eh, então eu acho
que se abre uma possibilidade para Venezuela seguir um caminho. Esse caminho vai ser rápido, fácil, sem Percalços? Claro que não, mas é uma estratégia melhor do que você ir lá derrubar o regime do Saddão Hussein ou do Talibã e ou do Kaddaf e depois vira um vácuo de poder e um caos completo desordenado. Eh, nesse sentido é um negócio mais seguro. Trump escolheu por uma operação mais segura e ele continua cercando a Venezuela, fazendo um embargo ao petróleo. inclusive aprendeu mais dois navios ontem e esse Embargo dá uma força e um poder de coerão ainda
maior. Fala: "Ó, a sua economia vai colapsar, você tem que fazer o que eu quero". Ele não vai diretamente governar o país. E e aí a gente tem que distinguir quando o Trump fala uma coisa do ponto de vista retórico. >> E qual é a realidade? Ele é um político, ele vai falar de forma retórica sempre. E você acha que isso é é um início de algo maior pro Trump em termos de ações Militares? Porque já tem gente relembrando aquela história da Groenlândia, né? >> Sim. >> Será que a gente pode ver algum tipo de
invasão de fato a a Groenlândia ou não? O pessoal só tá resgatando isso agora por conta do acontecimento na Venezuelação. >> Não, eu eu acho que o Trump resgatou isso. Ele é que veio falar disso. E ontem ele fez um post assim bem Provocativo, diferente. >> Hum. que ele virou e falou assim: "Eh, a OTAN, os países da OTAN não queriam gastar mais de 2%, eu cheguei, eles estão gastando cinco. Eh, eles não estão preparados para vir nos defender. Nós estamos preparados para defendê-los. E os Estados Unidos vai sempre defender a OTAN, mesmo que eles
eles não nos defendam. Só que a China e a Rússia não respeitam a OTAN em os Estados Unidos. E a China e a Rússia vão fazer o que Querem com a Europa, sem os Estados Unidos, mas nós estaremos aqui. E assim, tá todo mundo esperando ele falar isso, porque ele só fala o contrário disso. Estados Unidos vai abandonar a Europa. O não, eu não vou salvar a OTAN. E eu acho que ele tá falando isso porque essa a base da negociação que ele vai trazer para ficar com a Groenlândia. >> Hum. Você a Dinamarca libera,
por exemplo, entre aspas, né, porque não é deles, né? entrega a Groenlândia para Mim e eu vou estar aqui com vocês até o final. Porque, aliás, vocês sequer conseguem proteger sozinhos os seus próprios territórios, ainda mais um território do tamanho da Groenlândia, onde ela tá localizada, com só 57.000 pessoas. E você, Dinamarca, você é um mini país. Que que você espera que você vai fazer com aquele negócio daquele tamanho? Então assim, para eu continuar defendendo vocês, eu tenho que estar bem posicionado próximo da onde vocês estão E eu tenho que ter um território aí. Eu
eu acho que nós estamos caminhando para esse segundo movimento, >> mas não seria uma invasão, então seria uma negociação política, >> não é? E esse é um erro de leitura do Trump. É, e nem tudo que ele fala é faffle ou taco. Taco é Trump always chickens out. E Fafo é >> fuck around and find out. Então, tipo assim, todo mundo pega as falas dele e Acha que ou ele está e simplesmente blefando, é um taco, né? Ele vai chickens out, vai acovardar ou qualquer coisa que você falar, ele vai vir e vai te atacar.
A gente não pode achar que é sempre um ou sempre o outro. Numa hora ele tá blefando, tem horas que ele vai ser taco e tem horas que ele vai ser fafono. E quando ele decide ser fafo, nem sempre é o mesmo tipo de operação. Ele vai ele vai fazer uma mistura de Negociação, eh eh de coação, né? ele vai deixar a a Dinamarca desconfortável, ele vai fazer algumas ameaças, ele vai talvez dar algum dinheiro para os habitantes da Groenlândia e no final, se der tudo certo, ele vai levar aquele território. E essa é uma
vitória assim, eh, indescritível pros Estados Unidos. No século XX, em 2026, se aumentar o tamanho do seu país, eh, conquistando um território que é a maior ilha do mundo, Que não tem quase ninguém vivendo dentro daquilo, é sem uma guerra, sem ter que dominar uma população, extinguir uma nação, olha assim, não dá nem para conceber que isso pudesse existir. >> É um baita negócio imobiliário, né? É, você pensa que é o que é a especialidade dele, >> é o cerne dele, né? >> É o que faz eh parecer que ele vai levar isso mais a
sério. E isso escreve o nome Dele da na história dos Estados Unidos para sempre. O presidente que conseguiu aumentar o tamanho dos Estados Unidos, o Brasil continental, né? Oras, o nosso território é maior que os Estados Unidos continental. O problema é que os Estados Unidos fica maior porque comprou o Alasca. >> Então imagina comprar a Groenlândia. E como é que é essa questão do dos greenlandeses? Porque a Dinamarca eles têm essa relação, mas eles são Independentes também. Eles são semi-independentes, são a eh eles se autovernam, mas eles não são um estado. >> Humum. >> Eles
dependem dos recursos e do dinheiro da Dinamarca para sobreviver. >> A Dinamarca que mantém a Greenlandia. >> Isso é uma espécie de um protetorado assim. Eh, e aí tem uma discussão se eles vão se tornar independentes, fazer um referendo e querer a independência. O Trump não precisa nem da população inteira, ele precisa convencer eh 50 mais um e falar: "Tá bom, eu vou dar uma um dinheiro para vocês, vamos fazer um referendo, votem pela para vocês se tornarem um território americano, tipo Porto Rico, e olha, Dinamarca, eu vou te proteger, eu vou proteger o OTAN
e tal, e aí a coisa pode dar certo. Eu acho que esse é a essa é a bola da vez. Esse é o próximo. >> Você acha que até o final do governo Trump, então, a gente deve ver a Groenlândia passando para controle americano? A chance disso é grande. >> Eu acho que a chance é muito grande. Ele vai colocar toda a energia dele para isso acontecer. Se ele vai conseguir ou não, não dá pra gente dizer. >> Ele teria 3 anos para isso, né? >> É, mas se ele conseguir, escreve aí. Ele escreveu o
nome na história de um jeito assim, vários presidentes americanos, a gente já falou Disso num outro programa eh aqui, já quiseram isso e não conseguiram lá atrás. Conseguir isso agora, nesse momento do mundo, é, é um feito bem bem relevante. >> É, >> era algo que quando ele falou no começo, eu pensei, ele tá alucinando. >> É, >> mas realmente o que ele está fazendo. >> É incrível como a jornada de Overton vai se deslocando, né? Isso aqui a Alucinação agora começa a ficar mais plausível, né? E assim, eh, faz muito sentido porque que outro
território do mundo, como eu falei, tá meio que nessa situação de limbo? Sim, não >> existe. Não existe territórios no mundo que vivem uma situação como essa. Os territórios t nações constituídas, tem povos, tem países. Eh, não tem um território tão grande que não é bem um país, que é uma parte de um Outro que é pequeno e que esse território é muito maior que esse outro. O único lugar assim no mundo que existe é a Antártica. >> Sim. que em breve será um palco de disputa territorial e geopolítica. Certamente a gente vai chegar uma
hora que nós vamos assistir os países tomando posse de pedaços da Antártica. >> Mas em termos de importância, o ártico, o círculo polar ártico, por enquanto, é Muito mais importante do que o Antártico por conta de rotas de navegação. >> Isso. Mas é que o ártico ele não tem terra, né? El é gelo. É autártica é terra >> e terra tem valor. Eh, tava lendo um livro muito bom que ele ele conta que a Terra é o ativo eh mais valioso que existe na Terra, no mundo, na história da humanidade, porque eh ele tem limite,
ele ele tá naquele lugar, todo mundo precisa, você não consegue mais. Os anos Passam, a Terra continua sempre se valorizando. É um livro interessante, se depois eu te falo o nome, você vai gostar, porque eh fala bem desse desse lado financeiro do valor da Terra. E a terra é limitada, quantidade de terra que a gente tem no mundo. E com mudanças climáticas, a Antártica vai deixar de ser um lugar tão inóspo. E vai aparecer muita coisa ali Interessante, não só em recurso, mas em outras utilidades para esse continente. E tem um monte de disputa, né?
Tem um monte de país que já há já clama, eh, reivindica território ali ou espaços eh ali dentro. E hoje como é que é essa divisão de território na Antártida, porque os ingleses eles sustentaram uma guerra contra os argentinos para manter as Falklands, né, as Malvinas. E na Antártica, quem tem terra mais próximo teria o direito de explorar alguma coisa Ou não? É, é um território internacional, é só pesquisa, >> é, é um território internacional, não é para ser assim, mas esses países que estão próximos querem adotar essa regra >> de reivindicar que tá meio
que na zona exclusiva deles dentro de uma extensão do território deles. É, óbvio que não é o que rege é a o uso e convivência dos espaços da Antártica, mas a, por exemplo, a a presença chinesa tá crescendo eh absurdamente, estão Construindo mais bases. A maioria dessas presenças e são todas militares de todo mundo. >> Essa presença fica mais pro lado do Oriente na Antártica ou não? Tá, >> não tá próxima, mais ou menos. tá todo mundo meio próximo do mesmo lugar. >> Hum. Eh, mas ela e você tem uma eh uma questão de científica
e todo mundo tá usando a roupagem científica, na verdade, para ter a presença e a presença acontece por vias militares. É, Então é é um é um negócio frágil porque, sei lá, é que nem o tratado do espaço sideral, que diz que a gente não pode ocupar eh corpos eh celestes, mas isso vai acabar em breve quando começarmos a chegar na lua. E aí, então, se isso vai acontecer fora da Terra, pô, se tem um espaço aqui na Terra, por que que isso não vai acontecer? que é um pouco do que tá acontecendo no Ártico
sem ter a Terra, mas no espaço eh da navegação e dizer que é ali zonas Econômicas exclusivas, marítimas estão associadas aos territórios. E isso é uma coisa que os Estados Unidos ganharia com a Groenlândia, mais zona econômica exclusiva, eh, marítima por causa da presença do da Terra. Perfeito. Antes de fazer a próxima pergunta, eu tenho um recado para vocês que estão assistindo, que é dos nossos patrocinadores, no caso MyPit, aquele programa que eu uso para consolidar minha carteira, eu vejo lucros, Prejuízos, gero darf quando tenho que pagar, por exemplo, que eu ganhei em termos de
valorização ou dividendos, fica tudo lá no programa, sem falar que você ainda pode usar o Myprofit para facilitar muito a sua vida na hora de preencher a declaração de imposto de renda, que é o encontro anual que todo investidor tem na sua vida. Eu, por exemplo, gastava um dia inteiro para fazer a minha declaração e a da Malu. Eu faço até hoje, não passei para ninguém, Não quis terceirizar essa parte. Com My Profit, eu levo coisa de 5 minutos para colocar toda a parte de mercado. Inclusive, não preencho nada. Eu simplesmente baixo do programa, subo
depois na Receita Federal e fica lá preenchido de maneira automática. Basta conferir e nunca tem problema, né? É um negócio bem tranquilo de ser utilizado. Então, para quem quiser ter um Qcode na tela e um link na descrição. Vale muito a pena, pessoal. Agora, Rox citou o caso da China, aumentando a sua presença na Antártica, por exemplo. E os chineses e os russos, eles deram declarações de que não aprovaram essa operação. Os chineses, inclusive, pediram eh pro Trump soltar o Maduro imediatamente, né? Hã, >> eu queria ver a tua visão sobre isso. Eh, se, eh,
é mais um, sabe, um ponto de discordância entre Estados Unidos e China ou se eles só fizeram isso porque era o argumento que que deveria ser dado E aí todo mundo esperava e fica por isso mesmo e não vai ter mais nada. Não, não vai ter nada. Mas claro que eles não gostaram porque eles perderam influência. Mas assim, por um outro lado também, >> mas acho que eles ficaram surpresos com o final da operação? >> Ficaram, ficaram >> e ficaram assustados. Não, porque fazer a mesma coisa com o Xipin ou com o Putin é factível,
como Foi feita com o Maduro, mas eles olharam a força americana e concluíram: "Nossa, realmente esses caras estão num outro patamar ainda. Talvez não reconheçam isso a si mesmo, mas falam: "Pô, que saco, que operação muito bem-sucedida". Eh, e mostrou muita força. Então, isso incomodou. Mas assim, não tem o que eles fazerem, porque já não foram lá ajudar a Venezuela antes, não vão fazer nada. Eh, ontem mesmo esse navio que os americanos abordaram da Venezuela tava sendo Escoltado por um submarino e por um navio de guerra russo. >> Hum. >> E ele mudou de bandeira
e botou a bandeira russa e ligou pros russos. E aí veio o submarino e o navio de guerra russa e ficaram escoltando o navio e a guarda costeira americana atrás do navio junto. E aí quando chegou perto da Islândia, onde os Estados Unidos tava mais bem posicionado, né, com equipamentos Militares, né, ou com reforço, aí eles fizeram a operação de abordar o navio e aí o submarino e o navio russo saíram de canto, ficaram quietos e foram embora, não fizeram nada. Então, oportunidades não faltaram paraa Rússia e paraa China ajudar os seus aliados, seja o
Irã, seja a Venezuela, seja eh a a o confisco desses navios. E eles não fizeram nada disso. Eles não querem entrar num conflito direto com os Estados Unidos. Eles estão mais Preocupados com seus objetivos. Para eles é mais interessante continuar dividindo os Estados Unidos da Europa, dividindo os Estados Unidos de Taiwan ou deixar os Estados Unidos ganhar algumas vitórias em outros lugares enquanto eles se preparam para ir em busca das suas vitórias nos lugares que importam mais para eles. Mas uma coisa é um fato, eh, o eixo das ditaduras perde mais um uma perninha, perde
mais um um aliado, fica mais enfraquecido. Venezuela, eh, não tão vai conseguir operar. Por outro lado, eh, a Venezuela deve muito dinheiro pra China e não consegue pagar, >> pagava em petróleo, né? Isso. Agora, se a Venezuela sair dessa situação e começar a dar certo, eventualmente a China vai receber seu dinheiro e ela pode também acabar vendendo petróleo eh para a China, que já não conseguia ou vendia muito pouco. Então não é só perdas que eles têm, mas óbvio, do ponto De vista geopolítico, era muito melhor manter a Venezuela funcionando do jeito que tava, eh,
próximo aos Estados Unidos territorialmente e você ter alguma influência. Agora, sem o Maduro, com a presença americana militar ali em volta, a coisa mudou de figura. Eles vão condenar publicamente, mas não vai passar disso. >> É, você disse, o o Putin e o Xinping olharam para essa operação assim, admirados, né? Porque é realmente muito Difícil fazer algo nesse nível. Se fosse fácil, o Putin tinha feito com o Zelensk, >> que seria o sonho dele, imagina >> acabar com uma guerra muito rápida. >> Em 47 segundos tira os elis de dentro do quarto dele e leva
ele embora ou mata ele, né? >> Acabou a guerra, não teria mais o problema. E que tipo de recado você acha que isso manda para outros países não aliados com os Estados Unidos? Porque o Trump ele usou toda essa ideia do combate às drogas para capturar o Maduro. E ele já falou que talvez faça uma operação assim na Colômbia, né? Colocou medo na mesa assim ameaçando o Petro e o Petro falou: "Olha, se acontecer aqui, o povo tem que tomar o poder, né? Me aproveitou para usar de palanque político." >> Você enxerga alguma coisa assim
acontecendo? Não foi só retórica? Eu não, eu não acho que na, na Colômbia vai Acontecer algo assim, mas aquilo que eu falei, a gente não pode tomar todas as falas do Trump como só blef ou como só eh ameaça concreta que vai acontecer. A gente tem que saber que tem horas que é blef e tem horas que é ameaça real. Quando é qual? Tem vários outros fatores para serem analisados, mas eu não acho. >> Mas bem retrospectiva, né? Essa aqui não era blef, né? Mas eu não acho que Mas é quando eu vim aqui falar
de Venezuela no Ano passado, eh, a gente desenhou, né, a gente falou de um cenário de possibilidades, uma delas era era extrair o Maduro. >> Eu falei que essa era a mais difícil e foi a que aconteceu. Ela tava ela ela tava no radar, mas eh ela acontecer mesmo foi uma surpresa, porque é uma operação muito difícil, mas eles treinaram, né, construiram uma base que simulava a residência do Maduro. ficaram muito tempo treinando. Então, é, Voltando, né, pra Colômbia, eu não acho que ele vai fazer algo com a Colômbia, até porque vai ter eleição na
Colômbia. Eh, e isso assim, não precisa fazer nada agora. >> Eh, deixa a eleição seguir seu curso. Eh, acho que quando você fala da Groenlândia, aí a coisa já é já tem um valor muito maior. Colômbia não tem todo esse valor pros Estados Unidos. México, a presidente do México, ela tem Se comportado de uma forma sabendo gerir o Trump. Também não acho que vai acontecer nada. Eh, Irã, esse já é mais perigoso. Esse eu já acho que que o Trump já deu um recado, já fez uma ameaça, blef ou não, não sabemos. Mas tem coisas
estranhas acontecendo. Tem movimentação de forças militares americanas pra região de novo. Eh, Israel queria ter derrubado o regime, não derrubou porque não tinha eh nenhuma movimentação interna dentro do país para Ocupar um espaço político para querer lutar contra o regime. Não dá para um país de fora vir derrubar o regime e não tem nem lá dentro querendo fazer algo. >> Sim. >> Agora se nesse momento que nós estamos assistindo os protestos, a esse é um momento bem bem factível para para algo acontecer. Então, eh, colocaria aí a o Irã na lista, não colocaria nem a
Colômbia, nem o México, mas deixaria a Groenlândia e o Irã. É, Se eu penso em uma outra força armada capaz de fazer algo similar que os americanos fizeram, o que vem na cabeça é Israel de treinamento, certeza. é que Israel não tem o tamanho e o volume, né, americano. Então você você imagina na operação eh na Venezuela, você teve o comando cibernético americano. Eles acabaram com a energia em Caracas, desligaram a internet, você teve o comando espacial, você teve a força aérea, você teve a marinha, você teve o Exército e você teve os marines, né,
os fuzileiros navais. Bom, e essas são tantas divisões tão gigantes, né, coordenadas, agindo em conjunto, numa coisa totalmente coreografada. Israel consegue fazer essa coreografia, mas não é não são esses volumes de coisas eh de tanta gente, porta-aviões, é o navio anfíbio, são 150 aviões que decolam daqui. Israel consegue fazer ações assim bem estruturadas, mas é uma Coisa menor, uma coisa pequena. Nesse tamanho, Estados Unidos é único. >> E quanto a reação do nosso presidente, o Lula deu uma declaração, né, eh, falando que era ruim você invadir a soberania de um país. Então, no final, ele
acabou se mantendo fiel aos amigos, digamos assim. >> E teve inclusive, não sei qual foi o o se era um secretário de estado do Trump que xingou o Lula no Twitter. >> Eu não vi isso >> por da fala, não vou lembrar onde cara Agora. Não, não foi o Ruby, não foi. Era, eu vou vou pesquisar aqui enquanto eu eu pergunto a sua opinião. >> Mas você acha que o Lula ele também deu a declaração que já era esperada, não foi mal encarado? >> Eu eu acho que ele só falou uma coisa e tudo bem
assim. Acho que ele não continuou batendo na mesma tecla. Se ele continuasse ou continuar batendo na mesma tecla, aí eu acho um problema. Eu acho perigoso. Acho que eh o que a gente Já assistiu em 2025 mostra eh que se você fica provocando demais o Trump a aí você convida ele para fazer alguma coisa. Tanto que eh uma parte da decisão do Trump em agir na Venezuela foi a dancinha sim do Maduro. E você tem vários relatórios, né, várias eh eh reportagens investigativas de eh Wall Street Journal a New York Times, contando de fontes de
dentro que falaram que sim, a dancinha incomodou ele demais e foi um momento que ele ele tomou a Decisão, falou: "Tá bom, você tá certo, Rubio, não dá para negociar com esse cara". Então a gente sabe que a gente sabe como ele é. Ele mostra como ele é a gente tem informação que ele é assim. E se o Lula ficar cutucando ele demais, aí eu acho que é vai ser ruim. Mas o Lula entendeu, senão ele não teria conseguido o que conseguiu, que é o fim da Magnites, que que a negociação com tarifas e então
acho que ele vai se manter mais Controlado. Alguma coisa ele ia ter que falar, acho que Mas ficou nisso. >> É, o pessoal ideologicamente de esquerda esperava algum tipo de de declaração, né? não poderia eh se ausentar disso. E quem falou foi o Jason Miller, que é um conselheiro do Trump ou ex-conselheiro do Trump. Ele simplesmente xingou o Lula depois da declaração dele. >> Mas eu não vi o Trump reagindo a a nada disso. Mas aproveitando esse assunto, em que pé você acha que tá a relação entre Brasil e Estados Unidos? Agora, pensando nas figuras
dos presidentes, né? Realmente tá tá mais próximo o os americanos aceitaram CD por conta de terras raras, como tem umas teorias por aí? É, eu acho que o Trump é um líder transacional e ele não é um líder ideológico e nem um líder transformacional. Ele, alguns dos objetivos deles, dele até são transformacionais. Tipo, gás é transformacional, Mas a maneira como ele vai alcançar o objetivo de Gasa, o approach, o método, é transacional. é na base da transação, faz pressão em Israel, eh, chama o Qatar, dá alguma coisa pra Arábia Saudita e aí faz a coisa
acontecer ou ou se mover. Eh, tendo dito isso, acho que enquanto ele continuar olhando e percebendo que o Brasil tá disposto a dar alguma coisa e fazer negócio, o Brasil tem algo para ele, eu não acho que ele tá preocupado Se o Lula é de esquerda, de direita, de centro, de cima, de baixo. Eh, ele não é um cara ideológico. E esse é um erro que as pessoas cometem sobre o Trump. Quando eu digo isso, as pessoas não entendem. Não é que o discurso dele não é ideológico. O discurso, a plataforma, as propostas, óbvio, que
são ideológicas, até porque ele se posicionou num lugar, no espectro político para conseguir ganhar a eleição. >> Sim. >> Então, ele não vai falar coisas que não sejam ideológicas. Ele tem que falar com coisas alinhadas com aquilo, mas as ações dele não são ações preocupadas como um princípio, um valor, uma coisa inegociável que tá dentro dele. Tanto que o encontro dele com o prefeito de Nova York foi muito claro aquela cena que ele virou e falou assim: "Não, não, o jornalista pergunta, né, pro prefeito: "Mas você não acha que ele é um fascista?" Aí ele
vira, aí o Trump interrompe, pode falar, pode falar o que você acha de mim, pode falar que eu sou fascista, não tem problema. Tipo assim, tá nem aí, entendeu? Isso é parte de um teatro, de um show. Eh, e eu não acho que as pessoas elas não conseguem, não vão conseguir entender o Trump se elas continuarem achando que não, ele é um defensor da direita. Não é que ele seja um cara de esquerda, mas ele ele em primeiro lugar ele é uma figura Pragmática que olha pro mundo de um ponto de vista muito econômico, de
ganhos de transações. Eh, então não é ai, esse cara é de esquerda, eu não falo com ele. Claro que ele tem um discurso, não, nós temos que trazer a América Latina para a direita, a Europa tem que vir para a direita. Ele tem que falar isso. O eleitor dele não vai entender. Ele não pode só ficar falando, né, Danis, essa história de esquerda e direita. Você não Fala isso para para eleitor. A política é baseada nessa paixão, nessa nessa emoção, dessa divisão, eh, desses dessa ideia de valores. E ele tem que explorar isso. É daí
que vem o discurso, na verdade, e não eh dessas outras eh teorias de que ele vai defender o Bolsonaro ou que ele não ele vai fazer de tudo pro Lula perder. Não acredito em nada disso. >> É, ele não é um cara ideológico, né? Ele usa a ideologia para obter um ganho Próprio. >> Isso como uma ferramenta >> política, mais do que qualquer coisa. Política do palco político, do teatro político, eh do posicionamento político, da retórica política, narrativa política. A construção da mensagem, ela precisa ter algum sentido. Uma mensagem pragmática, ela não desperta ira, paixão,
emoção, amor, raiva. Você precisa tocar na emoção das pessoas. E só eh esses discursos, esses gatilhos de Direita e esquerda que fazem isso. Você acha que ele bombardeou o Mausoléu Doug Chaves pensando nisso, nessa questão de de conseguir mais popularidade com os venezuelanos e com a direita americana? Será que vai ter eleição por agora lá, né? >> Acho acho que ele ele ele ele usa, né? Ele usa e abusa desses pequenos símbolos. Ele é uma figura, ele é um comunicador mais do que um empreendedor do ramo imobiliário. Ele é um uma uma Figura de comunicação,
cara. Ele é um showman. >> Durante muito tempo ele teve o recorde de audiência da TV Americana, sabia? >> Que era com o programa Aprendiz. >> Com Aprendiz. É. Então ele é um showman e o o sucesso do negócio dele não é porque ele construiu grandes empreendimentos. Na verdade, não era nem ele que construía, ele licenciava a marca dele. Ele é um grande construtor de marca, de imagem em cima de uma Habilidade de comunicação, de uma habilidade de chamar atenção. E então eu acho que ele usa muito bem esses símbolos e ele eh ele não
perde uma oportunidade. Vamos dá para dizer que sim. Acredito que ele pensou nisso, falou: "É mais uma coisinha para eu jogar ali em algum momento que eu precisar". Bom, e falando agora especificamente de China, né? Como você disse, há várias análises falando: "Olha, se os americanos fizeram isso, os Russos já invadiram a Ucrânia, o que impede a China de tomar Taiwan?" E como você disse, eles não têm força suficiente para isso. Mas você acha que com essa ação a a China ficou realmente muito surpresa e acha que vai ter que esperar mais tempo para poder
fazer algo contra Taiwan? ou não, porque eles acreditam que os americanos não vão comprar essa briga. Eu acho que eles vão acelerar e vão colocar mais energia nisso. E eles estão percebendo que os Estados Unidos não está jogando o jogo apenas, é, na defensiva, que os Estados Unidos saiu para o ataque, a saiu para o ataque contra o Irã, contra a Venezuela, contra o Ramás, eh, quer territórios importantes, ou seja, os Estados Unidos vai estar melhor posicionado nesse jogo se ele decidir reagir ou conter a China na ação. em Taiwan. Eh, o Xijinpim, a China
nesse momento, né, no final, nessa passagem do ano, começou a fazer o maior exercício militar que já fez na história Em Taiwan, porque os Estados Unidos venderam 11 bi de dólar em arma pra China, para Taiwan, desculpa. E e o Xinpin diz que a o exército chinês tem que estar pronto em 2027 para tomar Taiwan a força, se necessário. Então esse é um ano muito importante pra gente ver o que que a China vai fazer. Ela vai fazer algum teste, vai testar água do tipo, vamos fazer um talvez um um semibloqueio ao fandegário Ao redor
de Taiwan. E vamos ver como os Estados Unidos reagem, vamos ver como o mundo reage. Ela não vai chegar e já e fazer o cerco de uma vez. ela vai testar, ela vai aumentar o grau, grau a grau. E eu acho que 2026, pelo deadline do prazo que o Xinpin estipulou, é o ano ideal para começar a testar isso. Eh, as ações assertivas do Trump deixam a China mais preocupada e ao mesmo tempo assim, né, pô, se eu não fizer isso agora, quando que eu vou fazer? Mas certamente O objetivo da China é que os
Estados Unidos não venham defender Taiwan. E talvez isso possa acontecer numa grande negociação. E esse é o grande receio de todo mundo. Se os Estados Unidos não vai aparecer para defender Taiwan, >> o que é uma possibilidade, né? É porque voltando pro FF tacle, é Faffle com o Irã, com a Venezuela, com a Groenlândia, com a Colômbia, mas com a Rússia e com a China, >> outra história >> tem sido taco. >> Eh, isso vai se manter? Ele vai ser tacle. Ele tá indicando que talvez sim. Ele tá indicando que com a China e com
a Rússia ele não quer confronto direto. Óbvio que não é tão simples assim, porque se os Estados Unidos entregar a Taiwan para a China, os Estados Unidos ficar numa posição muito desconfortável e vulnerável. Primeiro pela questão dos chips de Taiuan, depois pelo fato de ter Abandonado um aliado. Isso vai causar um efeito dominó com todos os outros aliados. que pode parecer não um problema, mas o Japão vai mudar sua Constituição e vai se armar. E tudo isso tem uma repercussão maior do que vai estar acontecendo na Ásia. Os Estados Unidos pode fazer um acordo com
a China, olha, me mantenho o fornecimento dos chips, deixa a indústria dos semicondutores intacta e leva a ilha. Eh, pode, mas aí todo mundo vai falar: "Dá para confiar na China? Você vai confiar na China nesse nível?" Acho que vai depender muito também eh dos resultados que vão ter acontecido com essas outras eh ações de Irã, Venezuela. Ela vai ter dado tudo certo. Se der tudo certo, eu acho que não é tão fácil dos Estados Unidos fazer eh essa concessão à China, entende? Eh, só simplesmente entregar a Taiwan, porque o Rubio, que é um cara
que tá lá Dentro, que advogou e defendeu todas essa postura, ele ele não vai defender essa postura com a China. E ele vai ser uma voz na orelha do Trump falando: "Isso não é uma boa ideia, não vamos por aí, não vamos por aí". Então ele vai tentar eh falar: "Ó, a gente não pode dar tudo pra China, a China vai ficar muito forte". Não sei. Eu acho que esse é um ano bem importante nessa história toda, da forma como veio o 25, na forma como começou o 26 e o que 26 representa para a
China, não pelo que os Estados Unidos fez até agora. E como a Rússia tá se movimentando também e se movimentou 25 inteiro, a gente pode ver se a China se sentindo muito confiante, porque ela saiu vitoriosa do tarifaço, ela peitou os Estados Unidos e Estados Unidos acabou recuando. Estados Unidos se viu numa vulnerabilidade com terras raras, absurda, Não teve o que fazer. Estados Unidos não tem muita arma, a não ser mostrar força. E a China pode olhar e falar: "Bom, ele faz isso na Venezuela, só aqui ele não vai fazer e ela pode testar se
ele vai fazer ou não." >> Caramba, mas 2027 que você citou, o Xinpin, ele colocou essa data como, ó, você tem que tá pronto, mas não quer dizer que é uma data de invasão. Ou não, ele se comprometeu a falar em 2027 a gente vai unificar a China. Não, ele Falou a partir de 2027 os militares têm que estar habilitados para, se a ordem vier, conseguir ser executada. >> Hum. >> Não é que ele tomou a decisão e é 27 até 27 tem que ter, mas tem outro problema, a idade dele. E esse é o
legado que ele quer deixar. Esse é o grande legado dele. Assim, OK. Ele não não é o Iatolá, não é o líder supremo do Irã que tá quase morrendo, Mas ele assim, quantos anos ele tem? Então talvez se assim, dependendo do que acontecer, que 5 anos hoje é muito tempo. Imagina como é que o mundo vai estar daqui 5 anos, >> né? Radicalmente diferente. >> Vamos lembrar robô. >> É, vamos lembrar o que que aconteceu, como que o mundo estava 5 anos atrás, pô. Em 2021, a Rússia nem tinha invadido a Ucrânia ainda. A gente
não existia eh a IA que a gente conhece hoje >> não tava no público, >> não. Não é, não tinha público, não tinha empresas operando e dando uma ferramenta para todo mundo usar. 5 anos. Os próximos 5 anos paraa humanidade vão ser os 5 anos mais determinantes e transformadores da história da humanidade pelos motivos que você falou de tecnologia, pela situação geopolítica, pelas coisas que estão culminando de todos os lados, né? Não dá, não dá nem Para imaginar o que acontece em 5 anos, mas a gente vai olhar pros próximos dois ou três e aí
a gente vai ter uma uma clareza bem melhor, se se é que não acontecer até lá, né? Se é que a China em dois ou três não faça esse movimento. >> Você não acha, por exemplo, que compensa para eles esperar por conta de uma diferença em termos de de produção Industrial mesmo e também para lidar com uma pessoa menos imprevisível? Porque é difícil entender como é que funciona a cabeça do Trump, né? Como você disse, quando que ele tá blefando, quando que ele vai assumir o risco mesmo, vai para cima e é o último mandato
dele, né? Teoricamente, >> é, então esse >> teoricamente ele não poderia ter mais um, né? >> Esse é um problema que a China tá Calculando. Ele vai ter mais um ou não? Eh, eu acho que ele quer ter mais um. >> É que ele não pode, né? Hoje >> é, mas isso não vai ser um obstáculo. >> Você acha então que é capaz de ele conseguir um terceiro mandato? >> Acho assim, isso é catastrófico, né? pros Estados Unidos como democrátic >> muda totalmente como funciona o o país. >> Totalmente. Mas ele vai tentar isso. E
e aí a China tá pensando o seguinte: "Bom, se tem 4 anos dele agora e mais quatro depois, 8 anos dele fazendo isso, ele talvez altere esse equilíbrio de poder industrial, eh, posicionamento, geopolítica. Ele ele muda em 8 anos a configuração do mundo. As vantagens que a China tem hoje, elas não estarão tão sobressalentes. Não só porque ele quer mudar, mas porque os Estados Unidos já acordou e já entendeu que tem que mudar. Em dois anos, os Estados Unidos não Consegue trazer a produção industrial, o ship building, né, a os estaleiros para produzir os navios
na velocidade que precisa. em 8 anos consegue. Então, talvez com mais tempo a China não tem a vantagem que ela tem hoje. >> Eh, e aí existe um incentivo para ela fazer essa operação antes. E acho acho que esse é é a conta da China. Eu não eu não acho que a China só joga que quanto mais tempo passar, melhor vai ser para ela. Eu acho que ela Ela percebeu que os Estados Unidos acordou. E os Estados Unidos tá tentando se consertar, eh, corrigir a rota de várias das coisas que colocam o país numa situação
difícil. 4, 3 anos fazendo isso já dá uma bela de uma mudada. Por exemplo, a construção da indústria de semicondutores dentro dos Estados Unidos. Isso é uma coisa que tá acontecendo em um ano não vai ter Mudado. Em dois não, três não. Cinco, uma parte já vai tá ali operando e funcionando. Aí Taiwan é, sei lá, também relevante. >> É isso que eu penso, que talvez o momento da China pegar Taiwan seja na hora que o o mundo sentir menos falta do que vem de lá, porque a produção de semicondutores já passou para outros países,
né? >> É. Eh, mas aí também eu acho que os Estados Unidos vai estar mais forte Eh se ele seguir no rumo que ele tá. E isso é ruim pra China, ele mais forte. E eu e eu acho que a gente tem que esperar o que que vai acontecer com a Rússia, porque a Rússia talvez faça um movimento antes que a China, inclusive incentivada pela China. Vai, vai, faz, dá mais um passinho aí. Vamos testar um pouco, vamos ver como é que eles reagem. Mas a Europa tá gastando dinheiro, a Europa tá se rearmando, Entendeu?
Em 5 anos toda essa história vai ter mudado. >> É, sem dúvida. >> Eh, muita coisa vai ter acontecido. A gente não sabe o efeito que a inteligência artificial vai ter nessa corrida. Eh, e a chegada dos robôs, exércitos de robôs. >> É, paraa China eu fico pensando nisso também, porque eles têm aquele problema das décadas de políticas do de política Do filho único, né? Então eles têm exército de filhos únicos. >> Agora você coloca robôs para invadir, para lutar. >> É aí é outra história. >> Pois é. Então por isso que eu penso que
deixando passar mais tempo, Taiwan perde importância relativa pro mundo e a China vai est com um exército de robôs. Ah, os americanos vão ter também, beleza, mas vai querer botar lá se não precisa mais de Taiwan. Então não sei. Eu fico Curioso para saber o final da história, mas espero que o final não seja tão breve assim, né? Eu acho que se for um eh se for uma guerra, e talvez nós estamos chegando perto do fim das guerras travadas entre eh seres humanos. E se for uma guerra com o robô, aí eu acho que os
Estados Unidos vai entrar, porque >> porque não tem baixa, né? não fica impopular com a população. >> É, não só isso, porque aí tem um Problema deixar a China travar uma guerra de robô e ganhar e ele não ter testado e não ter feito e não ter vivido isso. A Estados Unidos está num lugar bem perigoso pós Taiwan, para além de Taiwan, entendeu? >> Sim. Eh, eu eu acho que é uma é uma guerra mais fácil para uma democracia travar com robô num outro território. Vamos testar isso no nossos territórios. Vamos testar o Robô no
território aleheio. >> Mas precisa testar. >> Mas olha o que a gente tá discutindo, né? Uma guerra com robôs é um negócio que era cenarão científica até exterminador do futuro, né? Isso é o é exterminador do futuro. >> É, mas agora em questão de poucos anos é realmente uma perspectiva real. Isso pode vir a acontecer >> muito real. E é por isso que eu que eu falei, né? Eu acho que nós estamos assim Na eh eh na berlinda de uma virada muito grande em muitas áreas que elas vão mudar muito as coisas. falar em 5
anos daqui paraa frente ou é muito tempo, é muita mudança. Mas você enxerga, por exemplo, Rock, pegando esse intervalo de 5 anos, né? Vamos voltar para 34. Hitler tinha acabado de assumir na Alemanha. Eu duvido que muita gente enxergasse que em 39 o mundo ia entrar numa Segunda Guerra Mundial. Você acha que por conta de Taiwan, né, e dessa dinâmica entre China e Estados Unidos, um querendo proteger a ilha e outro querendo anexar, a gente pode realmente ver um um uma escalada para um conflito mundial? Acho que se os Estados Unidos eh escolherem não abandonar
Taiwan, sim. A pergunta é se abandonar Taiwan não tem conflito mundial? Hum. Não pode ter mediar só, >> a gente só vai jogar um pouco mais pra frente. E aí o conflito mundial ele é muito mais muito mais caótico, porque aí Vai ter muito mais gente, muito mais armada, eh, e vai ressuscitar grandes potências adormecidas da Segunda Guerra Mundial, que vão estar armada até os dentes, como a Alemanha e o Japão, que vão se tornar potências militares caso isso aconteça, caso os Estados Unidos abandone Taiwan. E e aí o conflito mundial ele pode começar com
a China e o Japão, não é nem os Estados Unidos. E óbvio, né, tá acontecendo outras Coisas, a Rússia na Europa, eh, os Estados Unidos envolvidos de alguma forma vai ter que tomar algum lado. Você tem um monte de outros problemas acontecendo. Isso não vai eh eu não, eu não, eu não consigo, eu não consigo ver a gente colocando Eugênio de volta dentro da lâmpada. É isso que eu tô vendo na sua resposta, né? Porque se eles vão lá e e sócorre em Taiwan, tem guerra. E se não socorre, então tem guerra também, só joga
mais paraa frente E com mais atores. Porque eu não acho que as bases da sociedade, da civilização, da humanidade, ela tá num lugar estável, não geopoliticamente, socialmente, psicologicamente, politicamente, economicamente. Eu não acho que as coisas que estão acontecendo estão deixando as pessoas eh equilibradas, tranquilas, eh Pensando direito. Eu acho que as pessoas estão cada vez mais loucas. Acho que as pessoas estão e tão descontroladas, elas estão apaixonadas a a tudo aquilo que a gente já fala, rede social e tecnologia, e vai vir muito mais incerteza. E esse é o verdadeiro condutor. São esses os condutores
que alimentam os líderes malucos. Os líderes malucos, eles não são ninguém se não tem plateia para eles. E por exemplo, dentro da direita Americana tá surgindo um um negó uma franja assustadora, eh, que é Steve Bannon, Nicky Fuentes, Turker Cson e o líder deles que tá quietinho agora é o JD Vans. E e esses essa direita tá brigando, tem uma briga hoje dentro do movimento maga enorme. Os influenciadores da direita maga mais eh de centro, não centro de direita, mas centro dentro do mundo Maga. E centro não, né? Mais >> mais moderados. >> Mais moderados.
E os outros radicais entraram em rota de choque total com eles. Então eles estão se degladiando, se matando internamente. E os discursos desses caras da ultradireita dentro dos radicais dentro do maga, assustador. Os caras assim falam: "O Hitler era demais", mas na mas assim, sem nenhuma vergonha, Nenhuma. Eh, os discursos você falar: "Não, não é possível que isso tá acontecendo". E e esses caras estão ganhando uma visibilidade na internet, são influenciadores gigantescos. Gigantescos. Essa onda não veio para cá ainda. Vai vir. >> É, se lá tá acontecendo, né? >> Vai vir e vai pra Europa
e tá indo pra Europa já. Eh, então o movimento maga, o Trump, ele ele é só o primeiro passo desse lugar. E esses caras ultra radicais dentro do movimento maga, eles são iguaizinhos aos ultras radicais da esquerda. Iguaizinhos. As coisas que o prefeito de Nova York fala e Turker Cson e outros aí são as mesmas coisas, são idênticas. As coisas que o Steve Bannon fala na entrevista que ele deu paraa Economist é a mesma Coisa que o Mandani fala em Nova York. Você percebe que assim, eh, nós estamos, ah, polarização é um problema, a gente
ainda não viu o pior da polarização. E e são é essas tendências, esses movimentos que me preocupam muito mais até a discussão, ah, vai invadir aqui ou não vai? Não, você começa a ter uma eh tudo começa a se corroer, né? as estruturas todas que a gente conhece começam a colapsar e quando você começa a trazer mais tecnologia, começa a Entrar discussões muito polêmicas, muito difíceis sobre saúde, sobre vida, sobre questões morais, eh, pô, assim, né, você alterar eh a o corpo humano, imagina a quantidade de discussões que vão começar a acontecer. >> Sim. Eu
vi lá aquelas propagandas sobre os filhos feitos sobre encomenda já, né? Aprimoramento genético, cor de cabelo, cor de olho, tirar os possíveis doenças, né, que esteja ali no DNA da família. É, O futuro ele é ele é ele é distópico, né? Se você pensa por um lado, porque nessa parte genética, o pessoal fala muito desigualdade econômica, mas a desigualdade vai parecer ser biológica, pô. biológica, porque o dinheiro e os recursos que você tiver para construir eh esse tipo de vantagem fisiológica vão ser assustadoras. E aí você imagina começar a conectar a tecnologia à máquina com
o corpo, que é o projeto do Elon Musk, né, que é o que tá Acontecendo com a Neurolink. Eh, mas imagina isso começa a dar certo. >> Sim. Então, os anseios e problemas que da humanidade lidar com a tecnologia, eles não passam só isso. A gente começa a falar de uma fusão, o o ser humano máquina. E esse ser humano que fez essa fusão, que tipo de ser humano ele vai ser? Independente dele ser diferente ou não, que tipo de reação psicológica, social, política causa no resto das pessoas? Sei lá, você conecta um chip em
você e não importa que você não mudou, mas será que todo mundo vai olhar para você e vai te tratar do mesmo jeito ou vai achar que você é a mesma coisa? A imaginação humana, ela é muito fértil e ela começa a criar surtos coletivos em direções muito estranhas. Eh, essas coisas me preocupam porque elas vão criando ambientes muito mais instáveis. Não é só a disputa pelo recurso ou é o posicionamento geopolítico. Esses Posicionamentos eles vão tomando formas de em lugares que você não consegue botar o gênio de volta dentro da lâmpada. >> É o
o Harari, ele tem aquele livro dele, o o Homodeus, >> é >> onde ele usa o argumento de que, olha, o mundo ele derrotou a as três grandes pragas, digamos assim, né? que era a fome, as pestes, as doenças, foi escrito antes da pandemia, né? >> Aham. >> E a guerra, porque a gente tava ficando cada vez mais seguro. Mas quando eu lei, eu fiquei pensando nisso, tá? Cada vez mais seguro até agora, né? Mas imagina uma terceira guerra mundial. >> É. >> E eu gosto de uma analogia que imagina a Terra como uma piscina
assim, né? E todo mundo nela até o peito, mas ela tá cheia de gasolina. Quem poderia incendiar essa piscina lá no passado? Um Alexandre Grande não tinha um isqueiro, ele tinha um poder >> que era físico, né? Eu precisava chegar nos locais, né? Eu tinha uma certa limitação, apesar de ter dominado uma boa parte do mundo conhecido na época. Então, digamos que ele tivesse o isqueiro, mas era ele. Agora com tecnologia, daqui a pouco você tem um monte de gente com isqueiros na mão, então basta que um cara derrube e o mundo pega fogo, pô.
>> Que essa é a história do filme da casa de dinamite. Não vi esse filme não. Novo? >> Nossa, né? Lançou no ano passado, no final do ano, >> a casa dinamica. É, House of Dynamite. >> Hum. eh, tá no Netflix e ganhou, tipo assim, foi mais o filme mais assistido no Brasil e no mundo por um bom tempo. E eu fiz um vídeo de 1 hora e meia explicando, porque o filme ele traz conceitos da discussão da estratégia Nuclear muito profundos e muito interessantes. Eh, e as pessoas, óbvio, não conhecem, então não entenderam o
que que o filme queria passar. Mas basicamente sem dar spoiler, né, o filme é sobre uma discussão de um lançamento de uma bomba atômica que ninguém sabe quem lançou. >> Hum. E e os Estados Unidos tem uma doutrina que se chama launch on warning, lançar a Sua resposta retaliatória em alerta antes da bomba aterriçar e explodir o seu território. A política de defesa de dissuazão é lançar o ataque retaliatório. E e o filme passa sobre esse dilema. Porque eles não sabem quem lançou, como é que vai retalhar >> isso. E aí a opção da retalhação
é global. E assim, ó, é muito complexo, tem muitos assuntos, mas eh o ponto aqui é que se Você tem estados, mais estados com bombas atômicas, é um pouco da história do isqueiro que você tá falando. Todo mundo pode jogar o isqueiro e e se você não sabe da onde foi lançado, quem que você vai retaliar, suazão funciona, mas se não fizer nada, pelo amor de Deus, você convidou todos os outros a fazerem um segundo ataque para destruir de vez os Estados Unidos, porque é lançado uma única bomba em Chicago, em direção a Chicago. E
o Filme se passa nesse período do da história da decisão até a bomba cair. E, e é muito interessante, tem que assistir depois assiste meu vídeo que aí você vai entender melhor ainda. O, >> quando Maria Teresa me permitir, eu vou assistir, né? Por isso que eu não vi esse filme, senão só no passado foi depois de abril. Tô tô num limbo, né? Acho que eu vi um filme só. >> Que o assunto é infinito aqui, cara, mas já estamos chegando ao final do episódio Com essa mensagem é muito animadora, né? De que olha, deve
estar chegando um conflito envolvendo China nos Estados Unidos. É uma questão >> de tempo, mas para quem quer aprender mais com você, além da Rock Academy, deixa redes sociais, tudo que tem direito aí, cara. Eh, bom, pessoal, eh, as minhas redes, professor Rock, Rock H, quem não conhece, convido aí vocês me seguirem no YouTube, Instagram, eh, vários vídeos muito longos e completos Sobre tudo isso que tá acontecendo. Eh, inclusive, eh, para quem não assistiu o filme, sugiro que assista e depois assiste meu meu o meu vídeo explicando eh sobre a casa de dinamite que vocês
vão entender e vão gostar e muitas outras coisas. o Rock Academy, eh, que é o meu aplicativo. Então, baixa, dá uma olhada lá seão gostar dos cursos. E tem a minha pós-graduação com a PUC do Paraná, que é uma pós-graduação em geopolítica, chama Dinâmica Global. Eh, Eu construí com a PUC e é online, todo mundo pode fazer. Você não precisa ter estudado relações internacionais. Então você tá no empreendedor, você tá no mercado de finanças, você tá nos eh sei lá, numa grande empresa, você quer entender o que tá acontecendo no mundo. Esse tipo de conhecimento
é fundamental e a gente tem várias disciplinas e todas as disciplinas com esse olhar para eh a geopolítica. Então tem economia, tem finanças, tem comunicação, tem Tecnologia, tudo olhando eh com a geopolítica. Tony Blair é um dos professores, eu entrevisto ele, a gente bate um papo ali, conversa sobre um monte de coisa e sabe que legal, >> ele é um, né, um político de extremo sucesso. Então, todas as respostas dele, Bruno, eram muito políticas. Eu perguntei: "Que que você acha? Você acha que nós estamos caminhando pra terceira guerra?" Tal. Aí ele fala assim: "É, o
fato de você tá me fazendo essa pergunta Quer dizer que ela tá colocada na mesa". Mas não responde. Mas quando eu fiz a pergunta de Iá, aí ele mudou. É, e ficou bem assustado e foi bem assim, isso me preocupa demais, me preocupa sério. Ele não deu uma resposta, né, mais amena, mais político. Ele realmente respondeu de um jeito assim bem, fiquei impressionado assim, preocupado. >> É, eu acho que o cara que não tá preocupado eh com IA, ele não tá olhando Direito que tá acontecendo, né? que vai trazer muita mudança, algumas para melhor e
outras eu não sei. >> Pode ser muito para pior em alguns pontos, né? >> Mas é, mas achei curioso eu ouvir dele, eh, que no assunto IA e ele se ele trouxe uma preocupação a mais. O nível ali de eh de resposta dele me chamou atenção. >> É, tem caras muito animados, o Willon Musk, eu li um livro chamado Super Inteligência do Nick Boston, que falava sobre a ascensão da Iá e como se proteger, né, de uma Iá que pudesse ter incentivos contrários à humanidade. E não sei se é no prefácio, na parte de trás
do livro, quando bota comentários, sabe? Um dos comentários era do Elon Musk. A gente tava tipo invocando o Satan quando falava de de a, só que depois ele mudou de ideia e criou a própria empresa dele voltada para isso. >> É, mas ele criou porque ele quer, assim, Na verdade, ele é o cara, né, que foi lá tentar, eu quero achar aqui um um livro que é muito bom sobre um outro cara que tem uma visão bem mais negativa, né? >> Hum. Eh, que é o >> é o Elon Musk. O que eu ia falar
é que ele publicou outro dia no Twitter que ele espera uma era de crescimento econômico de dois dígitos para os países por conta de A. >> Isso é eles falam de uma singularidade econômica, que é você acabar com Escassez, você transformar completamente a economia do mundo. >> É, isso pode ser muito interessante, né? >> Mas tá, então vai produzir tudo, né? Mas e aí? A gente vai consumir como >> é a gente vai viver de renda, né? Uma renda universal, que é o que ele fala, ele fala isso. Quero achar o eh e é if
we builds will die. É um negócio assim bem tipo, é bem chocante. Se a gente construir, eh, nós vamos morrer. Uma Coisa assim, eh, >> deixa eu só ver se eu não achar aqui. Depois eu te >> Bom, tenta achar aí, mas eu já vou deixar aqui, já que a gente entrou nesse assunto, um site que eu acessei há há um tempo atrás, que eu achei bem interessante, >> porque ele foi feito por pessoas que são campeãs em campeonatos de previsão. >> Uhum. >> Ótimos forecasters, que é o AI 2027. Já Vê esse site? >>
Hum. Ah, claro. Se não é um site, é um relatório, né? É uma pesquisa mega importante. Falei dela assim aprofundadamente já >> eh em outros podcasts, mas a conclusão é assustadora. >> Exato. Ele vai até 2027 alegando que é um nível muito razoável de precisão e depois ele começa aí para dois cenários, um cenário muito bom e um cenário muito ruim. >> Isso. Mas o cenário muito bom, ele não é totalmente bom. Ele é um cenário onde a gente perde liberdade. >> Sim, verdade. Não é totalmente bom. O cenário ruim, que é o cenário da
competição geopolítica que faz a gente ir para aquele cenário, é o cenário onde eh em 2027 a gente liga o a artificial general intelligence, que é a super inteligência, e alguns anos depois, né, a humanidade acaba. >> Bom, vejam o site, é bem bacana. Conseguiu achar? >> Não achei. >> Ah, então fica para depois. Vejam a rede social do rock. Quem quiser me encontrar, vocês podem lá no Instagram Brun canal do YouTube Você e aqui semanalmente no podcast sócios. Para quem assistiu nosso muito obrigado pela audiência, o convidado obrigado pela presença. Espero que volte mais
vezes, Rock. >> Obrigado, Bruno. >> E é isso, pessoal. Grande abraço e até a próxima.