Quando falamos que algo é teórico, a impressão que dá é que ele não tem nenhum efeito na realidade. Afinal, é só uma teoria. E no marketing o problema é que as teorias custam muito dinheiro. Se na política, se na filosofia, as teorias custam vidas, milhares de pessoas acabam morrendo por causa de teorias erradas, no marketing, muitas pessoas acabam perdendo emprego, perdendo negócios, porque elas seguem, elas acreditam nas Teorias erradas. E com esse vídeo eu quero mostrar o que, na minha opinião são as 10 teorias mais idiotas no marketing. Quanto dinheiro ela já não deve, elas
já não devem ter custado para você ou quantas oportunidades erradas você acabou aproveitando porque elas pareciam concordar com uma teoria dessa aqui. Isso é importante para nós, porque nós no marketing privilegiamos demais a prática, como se a prática fosse explicar aquilo que funciona, o que não Funciona. Nós somos da tese, essa é a teoria do marketing preferida, de que a prática resolve tudo. A prática prova quem está errado e quem não está. A grande questão é que os motivos pelos quais alguma coisa dá errado podem ser diversos. você, se você não sabe aquilo que você
tá testando, você não sabe muito bem o que esperar daquilo, não é mesmo? Então, a ideia de que você vai testando e uma hora aquilo vai dar certo, não prova que você sabe o que Está fazendo, mas sim de que a realidade vai dizer o que você tem que fazer. Para mim não parece muito profissional que você toque as coisas dessa forma, que você simplesmente saia testando tudo sem nem saber o que está testando, porque está testando. Muitas vezes isso é só uma desculpa para você fazer um trabalho mal feito. Afinal, você não sabe o
que tem que fazer, vamos fazer. E aí no final a gente inventa uma teoria que justifica porque essa coisa Funcionou. Essa talvez seja a teoria mais idiota de marketing de todas. essa ideia da pós-racionalização, de que nada pode ser previsto, de que nada pode ser pensado, de que nem vale a pena, inclusive pensar muito nas coisas, porque afinal é a prática, é a realidade que vai dizer exatamente o que funciona. E não é que não haja verdade nisso, de fato, quando você testa uma ideia na realidade, você acaba descobrindo até onde ela pode te levar.
Só que quando Você vê os resultados, os dados na tela, você inventa uma teoria sobre porque aquilo deu certo. Imagina uma campanha, uma ação em que tem anúncios, textos, vídeos, stories, vídeos no YouTube, campanhas na TV. O que de fato deu certo? O que de fato foi mais eficaz? E se a teoria que nós temos a respeito de como as pessoas tomaram as decisões esteja errada, de como as pessoas querem as coisas estej errada. Essa então é o que eu prometo, né? Essa Exploração que eu prometo fazer aqui nesse vídeo a respeito das 10 teorias
que eu acho que você tem que ter em mente sempre que você pensar alguma campanha, pensar em ter algum negócio na internet, mas também se você não pensa em nenhum, vai ser divertido para você dar risada, tá? A teoria mais idiota, com certeza dessas daqui, não está numa ordem, tá? Mas essa daqui, eu acho que é uma das principais, é a teoria da pirâmide de Maslow, né? O Maslow, ele Tem uma, ele nesta teoria, na verdade, não é dele, mas ele começou a estudar as motivações humanas a partir das tribos do dos Blackfoot. Ele foi
estudar a tribo dos Blackfoot e lá ele entendeu na teoria dele de que havia motivações que comprovavam uma certa hierarquia das necessidades humanas de que nós, a depender daquilo que nós queremos, privilegiamos umas coisas e não outras. E não ele, mas sim os seus alunos tentaram colocar aquilo numa espécie de Pirâmide, não é? Essa é a pirâmide de Maslow, que a maior parte de vocês deve conhecer, já deve ter visto em algum lugar. Aqui está em inglês, normalmente tem cinco, apenas cinco, não é, níveis, mas aqui você pode ver todos eles que o Masl depois
atualiza ao longo da sua vida. Não é bem, digamos, a ideia dele, mas isso de fato estava ali, era uma consequência da teoria dele, sim. Não foi ele que desenhou essa pirâmide, mas ele falava numa certa hierarquia das Motivações humanas. quer dizer de que algumas motivações se sobrepõem às outras. Mas ao você desenhar uma hierarquia como essa, dá a entender o quê? que você primeiro atende as suas necessidades fisiológicas, depois as suas necessidades de segurança, depois as suas necessidades de amor e pertencimento, depois as suas necessidades de respeito, de estima, depois as suas necessidades cognitivas,
depois as suas necessidades estéticas e Depois a sua necessidade de autotranscendência ou autorrealização, como também é chamada. Vocês podem perceber que isso aqui é um pouco esquisito, já que afinal, segundo a própria hierarquia, é como se dizer, como se ele dissesse assim: "Olha, você primeiro atende essas coisas, né, fisiologia e e segurança, depois você busca as outras, mas na prática e e a própria tribo dos Blackfoot depois desmentiu o Meslow, não é assim que Acontece. As pessoas frequentemente, até por necessidade, digamos, de respeito pelos outros, acabam sacrificando necessidades fisiológicas. Por exemplo, você quer emagrecer para
eh impressionar as pessoas com o seu corpo bonitão e magro? Quer dizer que você sacrificou uma necessidade fisiológica de comida, de calorias, para atender uma outra necessidade, uma uma necessidade estética que tecnicamente você deveria atender depois. Então, muitas vezes até Por, digamos, você sacrifica alguma coisa muito básica para obter algum tipo de estima das outras pessoas. Você, sei lá, mora num barraco, mas você tem um iPhone 14 tranquilamente. Você, essa é uma crítica que inclusive se faz a muitos países, não é? Assim, o país é pobre, mas tá lá com o celular na mão. Então,
é muito comum você ver, pode encontrar várias pessoas que às vezes nem tm essas necessidades básicas, mas elas têm Outras coisas que para você não parecem necessárias. Na sua visão, essa hierarquia está invertida, não é? a pessoa está colocando a atenção no lugar errado. Então você percebe que o Maslow ao trazer isso, e vou chamar de Maslow, mas não foi o Maslow que fez isso mesmo, foram os alunos dele que desenharam e depois outras pessoas usaram a teoria, principalmente no marketing, para refletir, expressar um tipo de necessidade de mercado. Quer dizer, como Se os seus
produtos se encaixassem nessas necessidades. Será que o seu produto atende uma necessidade fisiológica? Então é um produto perene, ele com certeza vai vender porque ele atende uma necessidade básica humana. Você vê inclusive isso nessa conspiração da IA. Você agora vai ter que fazer trabalhos, não é, mais braçais porque você vai ser substituído e tal. Então você percebe que a teoria de Mazo, ela nunca ela ela não é verdadeira, ela Nunca foi comprovada cientificamente e ela contraria as observações mais básicas a respeito de como as pessoas decidem. Então você pode dizer assim que mesmo que se
ela assim, se algumas pessoas fossem assim, elas seriam uma minoria da minoria. Mas a grande verdade é que a teoria nunca foi comprovada cientificamente, nunca houve nenhum tipo de pesquisa. E o o grupo que na verdade mais quer manter a a essa hierarquia em pé, quer continuarála usando, é o grupo Dos marqueteiros. Porque marqueteiro adora um gráfico. Marqueteiro adora um desenho em que você pegue uma realidade complexa, ambígua e coloque numa página que fique fácil de ver, que fique fácil de decidir, porque tudo que ele quer é não oferecer uma solução errada pro seu cliente.
Ele quer ter alguma, não é, algum tipo de gráfico, algum tipo de, não é, de dado ali, tabela para conseguir mostrar porque ele está decidindo as coisas. Ele não pode dizer Coisas do tipo, e se a gente fizesse isso aí parece algo pouco profissional e pouco confiável. Então, marqueteiro quer vender segurança de que ele faz um negócio muito previsível e você vai perceber ao longo desse vídeo que boa parte das teorias vem por causa disso. Elas surgiram para dar uma falsa segurança e a hierarquia de Maslow é uma delas. A segunda, que também tem a
ver com isso, é a proposta única do Roster Reeves. O Roster Reeves, que com certeza Deve ter o rosto, né, o perfil mais bonito do do marketing, né? Se você ver as fotos do Ross Reeves, ele tem um perfil muito e identificável, vai. É muito depois que você olha a cara dele, você nunca mais esquece. E também era famoso por jogar bilhar. Ele tem um livro de bilhar, tá? Ele um especialista em bilhar. Eu falo dele também no meu curso Arquitetura dos Anúncios, porque ele é importante pra história do marketing, embora ele tenha trazido Várias
pestes pro marketing. Eu, esse o Ross Revlo de uma pessoa que pratica muito bem o marketing, mas é um péssimo teórico. E você pode achar que isso é besteira. Ah, o importante é fazer o dinheiro. O importante é fazer o negócio rodar. Sim, mas quando você quer aprender, o importante é a teoria, né? Porque é isso que você vai aprender. A pessoa vai transmitir conhecimento para você. E ela não pode transmitir conhecimento de forma prática. A forma Prática só você que pode ter, só você que pode colocar a mão na massa. E o Russell Reeves,
com certeza, é ele é um arquétipo de vários marqueteiros que surgiram ou principalmente no mercado digital. Quer dizer, são pessoas que sabem fazer, mas elas não sabem ensinar como fazem. E não há nenhum problema, são duas teorias. São duas teorias. São duas necessidades, não é? São duas personalidades às vezes difíceis. São duas habilidades muito difíceis de você Encontrar na mesma pessoa. Há pessoas que ensinam bem e fazem mal, não é? Então, há pessoas que fazem bem e ensinam mal, há pessoas que fazem mal e ensinam mal e há pessoas que ensinam bem e fazem bem,
elas são a minoria, tá? E a proposta única de vendas dessas teses do Ross Reeves é outra que foi desacreditada várias e várias vezes ao longo das pesquisas de marketing. Assim, até esquisito a gente falar disso eh no mercado digital como se nada disso Existisse. Eu acredito que é porque o mercado de resposta direta americana tem o mecanismo único de vendas como um jeito de você se diferenciar dos outros produtos, mas a verdade é que existem muito mais coisas envolvidas numa venda do que apenas ter um mecanismo único. Então a ideia, para quem não sabe,
da proposta única de vendas, né, a PUVP, eu vi, ou USP, né, Unix Selling Proposition, é de que se você tiver uma proposta bem específica pro consumidor, Algo que segundo Russell Reeves, os concorrentes não poderiam ou não queriam oferecer, isso motivaria as pessoas a comprar aos milhões, porque só você poderia oferecer aquela proposta. Isso na verdade é possível num certo período de mercado, principalmente quando você tem alguma patente com ou alguma coisa, né, um blend, não é, que só você possa oferecer por causa de alguma patente ou que você tenha alguma habilidade muito única e
desejável que Poucas pessoas tenham ou só você tenha, mas a verdade é que ou isso é impossível, quer dizer, você fala que você é único, mas na verdade você não é, ou não dura muito tempo. Porque o fato de você fazer essa proposta, essa promessa única, ao ela se tornar pública e os seus concorrentes começarem a ver o que afinal você está vendendo, eles também atualizam a própria comunicação e começam a competir às vezes por propostas muito parecidas, Senão as mesmas. Isso mata a proposta única de vendas. Então, na prática, assim, ou isso é muito
difícil de acontecer, né? Quando você tem, beleza, você aproveita, mas quando você não tem e e quando você tem, né, as pessoas acabam te copiando logo em seguida. Então isso no mercado como o nosso acaba dando muita atenção a coisas erradas, não é? Você fica em busca de um mecanismo único, mas na verdade você tem outras coisas que parecem Desnecessários, mas que são muito necessários. As pessoas que criticaram Russell Reeves e desmentiram o Russell Reeves, elas criaram uma outra doença no mercado digital, que é a doença da ausência de diferenciação. As pessoas não buscam diferenciação,
elas falam assim: "Só faz arroz com feijão e e mete anúncio nisso aí, mete ficha". Não isso gerou um problema de brand, né? De que você não tem que buscar a diferenciação de que ela vai surgir naturalmente, Espontaneamente de você. Então esse é um outro problema, é uma outra teoria idiota que a gente não vai conseguir tratar aqui porque são só 10, porque senão a gente poderia fazer 1000 vídeos assim, né? Mas a ideia aqui é que de fato você precisa buscar alguma diferenciação, mas a proposta única de vendas, ter uma proposta única de vendas
como o principal e o mais vantajoso elemento, não é muito lá inteligente. Há vários exemplos nesse sentido. A Palme Ou a BlackBerry, né, elas tinham propostas únicas de vendas muito boas, né, como sei lá, né, era o melhor, tinha o melhor e-mail, né, de de celular móvel, né, é de todo celular móvel, né, mas enfim, de mobile, né? Então, eh, mas eles não conseguiram competir com o iPhone, principalmente no caso da Black Bear, né, que tinha um teclado, né, aí vê o iPhone e não tem nenhum teclado. Então, a Blackberry, entre outras coisas, faliu por
isso. Mas a Kodak Tinha também uma outra proposta muito forte de filme fotográfico que aconteceu, não é? Então, você percebe que depois vocês podem pausar o vídeo é aqui e e podem ler isso aqui, né? Tem algumas pesquisas também do Pine e do Guilmore sobre isso, né? Mas a grande questão é, as pessoas formam impressões das marcas baseadas em dezenas de microinterações e não apenas em único benefício. Então, se você quer construir algo mais duradouro, Uma marca e um influenciador, é uma uma marca em vários aspectos, você vai precisar de muito mais interações e muito
mais pontos de contato do que apenas uma proposta única de vendas. Ela pode ajudar, mas certamente não é a coisa assim, se você não tiver, por exemplo, você não vai vender, sabe? Não é nenhum obstáculo. Essa é a questão. E outra vez, não há muita pesquisa em relação a isso. Não há, sabe, dados que comprovem isso. E todas as vezes que o Nas pesquisas, né, tentaram provar, eles não encontraram nada do tipo, tá? Depois eu vou deixar aqui algumas coisas, algumas referências para quem quiser ler e não apenas confiar em mim. Mas a ideia aqui
é que a proposta de vendas não é algo que você deva buscar brutalmente, assim como se fosse o o a sua o maior o seu maior interesse. Quem é do Copcraft, quem é da minha mentoria, vai saber disso em breve, porque a gente vai ter uma aula a respeito sobre essa Diferenciação, tá? se ela é útil ou não. O toda a storytar do Sef Golden, o Sef Golden, eu acho que essa teoria, terceira teoria mais idiota que nós vimos até agora, né? Mas o CF Golden, ele trouxe uma peste também pro mercado digital com a
ideia de que você não precisa ter um bom produto. Várias pessoas e não é bem dele essa ideia, mas assim, várias pessoas vieram nessa esteira do CF Golden dizendo que o produto não importa. Então Eles estão dizendo que a experiência da pessoa com o produto não importa muito. O importante é o storyting, é a história que você conta. Quando eles fazem isso, eles pegam o marketing e tiram, digamos, da área de mercado e colocam na área de comunicação. Para quem domina a comunicação é ótimo. A grande questão é o que acontece quando a pessoa usa
o produto e acha o produto uma droga? Então, a teoria do CF Golden é excelente para quem só quer vender uma vez, para Quem só precisa vender uma vez, por exemplo. Você pode ver isso na história daquele famoso copywritter que vendeu pedras aqui, o pet rock, né? O produto era o pet rock. Ele ficou milionário, o produto durou 8 meses apenas, né? O hype, mas ele ficou rico em 8 meses. E aí, qual que era o storytal? Que havia vários benefícios. Veio como uma piada entre amigos, inclusive havia vários benefícios de você ter uma pedra
de estimação, né? ela não dava trabalho, Ela durava muito, etc. Tinha personalização, né? Tinha todo um storyting em cima do produto. Só que, como vocês devem imaginar, ter uma pedra de estimação é uma boa piada, é baratinho. Quando milhares de pessoas compram, você enriquece, mas é um produto que não dura, né? Não é um negócio muito interessante. A pedra não faz nada, ela não reage, ela não, né? Então é na cara, era uma piada que acabou dando dinheiro, mas é um produto Que não iria durar, mas tinha um bom storyteller. Então ele apela, essa ideia
apela bastante para quem não se importa com produto. Ela diz assim: "O produto não importa. Não são os melhores produtos que vendem, mas sim quem tem a melhor, o melhor posicionamento, que é a melhor comunicação, né? quem tem o melhor storyting. Então assim, esse tipo de coisa gera muito charlatão, porque coloca a força da sua comunicação, a Força do seu negócio na comunicação apenas e não no produto, no desenvolvimento do produto, na experiência de produto. Quando você faz isso, você ignora que as pessoas ainda precisam consumir o seu produto para que elas continuem confiando em
você, para que elas gostem de você, para que, enfim, elas comprem outras coisas suas. Então você vê que existe um drama no mercado de as pessoas quererem sempre mais clientes. Elas precisam o tempo Todo de crescer mais, crescer mais, porque as pessoas que compram vem que o produto é uma droga e daí eles precisam de mais pessoas, tá? Então, a ideia do storytell ela é muito importante. Você tem que aprender a contar histórias mesmo. Inclusive eu tenho uma oficina com o Raul Martins, que nós vamos lançar agora no final do desse mês, que é o
Storelab. Vou deixar o link aqui na descrição, que a gente vai ensinar a contar histórias. Mas nós não somos Idiotas. Nós sabemos que contar a história é apenas, se você quer vender alguma coisa, é apenas uma parte do da comunicação. Você tem que ter um bom produto também, tá? E às vezes contar a história do seu produto não é uma coisa muito legal, né? Imagina aí a a a o o AliExpress, outras ou outras empresas que usam trabalho escravo chinês ou de qualquer outra nação, né? Conta a história de como o produto foi feito, né?
Imaginou? Conta a história de como Aí o seu, a sua calça jeans aí é feita na na no corredorzinho ali em São Paulo, não é? Então, conta a história de como os colombianos ganham 15 centavos para fazer uma calça. Então, ninguém quer contar essas histórias. Então, tem que levar isso em consideração. Muitas empresas no passado foram processadas por causa desse storytelling, essa ênfase no storytelling, que é essa ênfase de contar uma história. Lembra daquele suco de laranja eh da fazenda? Aí inventaram um fazendeiro que plantava e colhia essas laranjas e não tinha nenhum fazendeiro, era
Coca-Cola e tudo mais, tá? Então tem que tomar muito cuidado com isso, senão você vai ser um mentiroso. A quarta teoria mais idiota é de dar desconto. A teoria de dar desconto a gente pode resumir, a gente tem uma aula específica no Copcraft sobre isso, mas a gente pode resumir dessa forma. Quando as pessoas não Compram de você, há três motivos básicos. O primeiro é, elas não sabem que você existe. Então o foco do da sua venda, do seu produto, é na distribuição. Você precisa penetrar em mais áreas do mercado. As pessoas não sabem seu
nome, não sabem o que você faz, enfim, elas sem saber que você existe. Essa é a verdade. Então, antes de mudar qualquer coisa a respeito do seu produto, você precisa expor esse produto, expor essa oferta a mais Pessoas. É isso. Feito isso, você só tem mais duas alternativas e só duas. A primeira, ele sabe que você existe e esse público tem dinheiro. Objetivamente falando, tem dinheiro. Então o foco quando eles não compram está no valor, no marketing, na educação. Quando eles sabem que você existe, sabe que você vende, mas não tem objetivamente o dinheiro, você
tem que mudar de público. Isso eu tô falando no geral. Claro. E e quem trabalha na Internet sabe disso. A pessoa diz assim: "Cara, eu adoro seu produto, eu só não tenho dinheiro, ainda estou juntando dinheiro, em um ou dois meses eu vou comprar". E muitas vezes a pessoa compra, ela realmente não tinha dinheiro. Nesse caso, mais marketing mantém a pessoa motivada a comprar, mas ela não vai acelerar a compra de alguma forma. É igual você falar assim: "Eu, ó, eu, Rafael, não preciso de de nenhum marketing para querer comprar um Rolex Date Just. né?
Não preciso de nenhum marketing, não precisa ficar fazendo mais marketing para mim. O marketing aí só me lembraria de que eu quero isso, não é? Então assim, ó, o que que falta, não é? Falta eu pegar, né? E e e comprar, né? O Rolex não é bem porque eu tenho dinheiro para comprar Rolex, né? Eu acho que o o que eu não tenho dinheiro, né? Objetivamente, eu não tenho dinheiro para comprar um castelo na Europa. É isso. Eu não tenho dinheiro para comprar um castelo na Europa. Não tenho, sei lá, 3 milhões de euros, 4
milhões de euros. Não tenho, tá? Sinto muito. Se você acha que eu tenho. Então, o que que acontece? Se você fizer propaganda para mim do seu castelo na Europa, eu vou achar excelente e maravilhoso, mas eu não vou comprar. Eu não tenho objetivamente esse dinheiro. Então você tem que oferecer para outra pessoa se você quer vender logo. Não Adianta me dar desconto. A não ser que você dê desconto assim, né, de vários milhões. Então a ideia aqui é se você tá oferecendo, tá aparecendo para muita gente, mas essas pessoas não têm comprado, então ou elas
não têm o dinheiro, mas elas gostam, elas vem valor no seu produto, mas el mas elas não têm mesmo dinheiro. Você pode falar como um bom marqueteiro que assim, ah, elas, o que você não tem prioridade e tal, mas às vezes a pessoa realmente ela Não tem o dinheiro, objetivamente fala, não tem aquele dinheiro no banco, né? Mas às vezes ela, você não está dentro até do dinheiro reservado que ela tem para aquele tipo de coisa. Quer dizer assim, o seu produto custa R$ 2.000, a pessoa ganha R$ 2.000, ela tem R$ 2.000, mas depois
que ela tira todas as compras que ela faz ou aquilo que ela acha necessário, ela não fica com esse dinheiro. Se você ganha R$ 2.000 apenas, você provavelmente tá numa situação Muito ruim no Brasil. Então, ou você mora com os pais, enfim, né? Mas R$ 2.000, acho que só no interior, talvez você ganha dinheiro, assim, mas a ideia aqui é o desconto ele antecipa a compra e dá um motivo pra pessoa comprar. É isso que o desconto faz. dentro de um lançamento, quando você faz um lançamento aí faz total sentido, mas mesmo que o desconto
não é bem verdadeiro muitas vezes, né? Então a porque assim, a não ser que você lance Mais barato no lançamento e depois pass passado lançamento ainda é possível adquirir aquele produto, mas por um preço maior. Aí faz total sentido. Agora dentro do do de um digamos da venda comum de um produto, reduzir o preço do produto muitas vezes não assim, ele só antecipa a venda muitas vezes, tá? Se o se o preço, claro, tá razoável, tá? Se o preço é razoável, não adianta tentar vender um e-book por, sei lá, R$ 5.000, R$ 10.000 que você
não vai conseguir, Tá? Então assim, se é um preço razoável, dar um desconto de R$ 100, 200, R$ 300 é só uma desculpa pra pessoa comprar, tá? ele só vai antecipar uma venda, mas se a pessoa não tem aquele dinheiro, ela não vai comprar mesmo. Não adianta que você nada que você possa fazer vai resolver isso. Se ser que você preste dinheiro para ela. Então há várias coisas que você pode fazer aqui. Isso aqui não é uma aula disso, mas a a para cada um dos casos, né? Quer dizer, A pessoa tem dinheiro e tem
marketing, que como que eu gero esse valor? Mas aí coisa para outra aula, mas a ideia de que você precisa dar desconto, ela é muito ruim, ela é muito idiota, porque há várias outras coisas que você precisa fazer antes de pensar em dar desconto. Ninguém precisa pagar um marqueteiro para chegar lá e ele falar assim: "Ah, acho que você tem que dar desconto, tá?" A a ideia de desconto é, digamos, a última alternativa que você tem depois Que você tentou todas as outras coisas, porque daí você fala assim: "Ah, vou encaixar o meu produto então
dentro da média de vendas aqui do mercado, eu vou tentar reduzir esse produto, pegar a parte dele e vendê-lo mais barato para cobrar mais caro depois que as pessoas confiarem mais em mim". Há várias outras coisas que você pode fazer, mas normalmente dar desconto não é a mais interessante, tá? A outra teoria que eu acho que é a Quinta, é as pessoas sabem o que querem. As pessoas saberem o que querem pressupõe que você tem uma ideia racional muito parecida com a do Masl a respeito de como as pessoas compram coisas, como que elas tomam
decisões. Isso é bem ruim, porque você começa a oferecer coisas pras pessoas com base em argumentos. E quando você tenta vender as coisas com base em argumentos racionais, as pessoas começam a responderem argumentos racionais. E aí Viram uma batalha de quem ganha e quem perde no argumento no meio como marketing que usa de da lógica para fazer na verdade argumentos emocionais é um pouco ruim você pensar dessa forma porque você acha que as pessoas sabem exatamente o que querem e como querem. Se as pessoas soubessem exatamente o que elas queriam e como elas queriam, não
haveria nenhum drama de carreira, de vocação, o que comprar, comparativos de produtos, nada. elas sabiam exatamente o Que queriam, tá? Então essa esse mito, né, do do do homem que compra, né, do homem racional comprando, o Daniel K ganhou um Nobel de economia provando que isso era errado, que nós temos dois duas formas de pensar o sistema um, sistema dois, isso aqui fica para outra aula também, mas saiba que há muita pesquisa na ciência comportamental provando que o nós não tomamos decisões de maneira racional. Ten certeza que aí você casou com a sua mulher, com
seu Marido, você não tomou de uma maneira racional essa decisão. Eh, fez vários argumentos, por que que eu vou casar com ele e tal. Até inclusive quando as pessoas perguntam isso, você começa a se questionar, né? Quer dizer, por que que eu por que que eu casei assim, né? Isso às vezes gera um drama no relacionamento. Porque é o seguinte, para você desse as coisas, você precisa matá-las. Então, toda hora que você começa a analisar demais coisas Que não precisam ser analisadas de uma forma racional, usando um método errado, uma ferramenta errada para analisar uma
experiência errada, você acaba se frustrando, tá? Então, as pessoas não tomam decisões dessa forma racional, como a gente imagina. As pessoas, eu quero dizer, nós, eu também não tomo decisões dessa forma. A gente tenta tomar decisões dessa forma, mas na maior parte do tempo a gente não toma. Não há nada de errado nisso. Seres humanos são Assim. Não há nada de errado em um humano ser um ser humano, tá bom? A sexta teoria, algumas, então vocês podem perceber que são mais idiotas que outras, porque algumas eu não quero nem entrar, porque senão eu vai vou
dar outra aula aqui. Esse vídeo vai ter 12 horas, tá? Mas essa do do as pessoas sabem o que querem. Eu tenho uma aula aqui que é aula sobre a teoria mimétrica para lançamentos. Tenho uma aula sobre desejo que eu expando melhor esse Conteúdo, tá? Aia vai tornar o marketing irrelevante. Então essa talvez seja aquela que mais tem tenha aparecido nos grupos que eu participo e a várias teorias que eu há várias ideias, né, argumentos que as pessoas dão, que eu aqui eu dei um nome aqui de teorias pra gente desmontar aos poucos, tá? Mas
vamos lá. Primeira coisa em relação a IA, eh, existe uma tendência de quando você vê uma nova ferramenta, você achar que ela vai substituir completamente as Outras de uma vez, como sei lá, o fato de ter moto substituiu todas as bicicletas, não é? O fato de ter fotografia acabou com a pintura. Não é assim. as tecnologias convivem por muito tempo juntas e e algumas mesmo séculos depois de serem, digamos, terem opções mais eficazes, mais eficientes. Como você pode ver, você às vezes tá com uma teoria idiota na cabeça aí para tomar decisões de negócios, de
marketing e ainda tá vivo, né? Você tá vendo que há Outras teorias melhores que explicam a coisa melhor, mas você ainda tá aí com essa teoria idiota, né? Então é a mesma coisa assim, você consegue manter mais de uma teoria eh na cabeça, tá? É, o ser humano tem essa capacidade. Então aí vai tornar o marketing relevante. É um pouco esquisita essa essa ideia, porque primeiro existe uma um pressuposto de que a IA vai ter uma decodificação total de intenção. Ela vai saber assim, por meio de uma análise profunda de dados e Pá pá pá,
vai saber exatamente o que as pessoas querem e quando as pessoas querem, não é? Então, com a IA vai tornar o marketing relevante. Você não vai precisar adivinhar mais nada, você não vai precisar criar campanha nenhuma, porque você vai saber exatamente o que oferecer pra pessoa para que ela compre. Então isso aqui é idiota, não vai acontecer. a teoria da manipulação algorítica garantida, né, de que você vai conseguir fazer as pessoas tomarem a Decisão na hora certa, no lugar certo, de um jeito que elas vão, digamos, você vai eliminar o livre arbítrio dela, você vai
eliminar a capacidade de decisão delas, elas vão ver o seu anúncio do jeito perfeito que aí ela vai saber qual que é, claro, no pro produto perfeito que é, claro, vai saber qual que é e a pessoa vai comprar aquilo, nossa, exatamente isso que eu queria, exatamente isso que eu precisava, né? Na prática, você só vai apertar um botão e O dinheiro vai cair na sua conta. Então, a mesma coisa acontece com essa teoria da previsão de tendências. Aí ela vai saber o que que vai vir em seguida, tá? Então essa é uma das coisas
mais malucas, porque prever tendências muitas vezes acontece eh sem as pessoas entenderem que é falar dessas tendências que faz com que as tendências aconteçam. Então, se você começa a falar assim que a IA vai tornar o marketing relevante, o que acontece? as pessoas Começam a falar de a. Quando as pessoas começam a falar de a, elas começam a vir com argumentos a favor, contra, e o assunto se torna cada vez mais relevante. E as pessoas começam a dizer: "Cara, as coisas vão ser dessa forma a partir de agora. Na minha empresa eu estou fazendo dessa
maneira. Puxa, você tá fazendo dessa maneira, então vou fazer na minha também". Então, percebam que é ficar prevendo as tendências que geram muitas tendências. É quando você Olha pros líderes de mercado, eles falam: "O que que vai acontecer?" E que você começa a tomar decisões com base naquilo que eles falaram que vai acontecer. No fundo é uma profecia autorrealizável. Esse é o nome técnico, né? Você diz o que vai acontecer, você joga a bola paraa frente e corre atrás dela e as outras pessoas correm atrás de você porque você está correndo atrás dela. Então é
um jogo do desejo no final das Contas. A teoria então da da previsão da tendência é outra teoria que tá dentro dessa parte de marketing relevante, tá? Outras são a síndrome da supremacia de dados, né? Que é assim, quando você tem dados, você não precisa pensar, né? Se você tem dados, você não precisa de criatividade. Se você tem dados, você não precisa pensar para tomar decisões. Se você tem dados, você, enfim, não precisa fazer nada, porque os dados dizem tudo. Esse é um outro jeito que Mostra como no marketing as pessoas pensam mal. Elas acham
que o fato de ter dados, números lá com gráficos, faz com que elas não precisem tomar decisões, porque os dados são autointerpretativos. As pessoas vem lá, o CTR tá 2%, isso é bom ou é ruim? Eu não sei. Você percebe que assim, que que isso quer dizer? Nada. Eu preciso do contexto inteiro para para tentar criar uma teoria sobre porque as coisas estão assim, tá? Então, a teoria Da criatividade artificial autônoma é outra coisa maluca, porque pensa só, eu acho que uma tendência, olha só, eu vej aqui, ó, para vocês começarem prestar atenção, eu acho
que uma tendência neste ano, pela pelo que eu tenho visto várias marcas fazerem, é mostrar assim, isso aqui não foi feito por IA, porque quando você faz algo com IA, somente para um certo público, que é um público bem relevante, parece que você não teve cuidado bastante em criar aquilo. Ah, eu Fiz esse texto aqui, esse carrossel com imagem de a, com texto de a e eu só tive o trabalho de postar como nós nos importamos como as coisas são feitas. Quer dizer, o storytelling do Sef Golden, né? Tá vendo que, né, não é completamente
inútil, né? Só inútil você achar que isso é o bastante. Mas assim, o storytelling que você conta a respeito de como as coisas surgem, mostra que você precisa eh as pessoas dão mais atenção quando elas sabem que você teve Esforço naquilo. Não quer dizer que elas valorizam, mas se o produto é bom e a história é boa, perceba que você tem um um jogo de vitória, vitória, tá? Todo mundo vence. Então, quando você faz algo feito por IA, perceba que é primeiro tem esse aspecto de valorização. Por mais que as pessoas às vezes não saibam
distinguir uma coisa da outra, é, esse pode ser um bom argumento para alguns públicos, embora eu pelo menos veja algumas coisas, falo: "Isto Aqui é escrito por IA, isso aqui é feito por IA". E eu tenho eu não sou uma pessoa única, há várias pessoas que sabem fazer isso também. Eu tenho a impressão de que quando você tem um negócio feito por IA e outras pessoas têm acesso a mesma ferramenta que você para fazer as mesmas coisas, o que acontece é uma homogeneização do conteúdo e dos produtos. Todo mundo tem acesso às mesmas coisas. E
se no passado era a Mesma ferramenta, agora é é aos mesmos resultados, né? Então eu pego o mesmo prompt e gero praticamente os mesmos resultados. Então, a pessoa tem um texto muito parecido com o meu, que é muito parecido com o fulano. Então, você precisa ser um pouco melhor para se destacar. Então, existe um risco muito grande, é claro, na internet você tem muito lixo, o o chamado slop, tá? O termo técnico, muito lixo e e vai demorar para você achar coisa boa, gente Boa, porque tem assim, vai ter tanto lixo que você vai ter
que caçar muito, vai buscar isso, cansa. Mas a teoria aqui da da criatividade artificial autônoma, ela é errada nesse sentido. Ela acha que aí ela vai conseguir prever o negócio, fazer um negócio maior, mas por natureza ela só consegue fazer um remix assim das coisas, né? Então ela não consegue fazer o próximo, o número, o próximo, o que que pode vir de estranho, de esquisito. Essa é uma coisa que ela ainda não consegue fazer e talvez nunca consiga fazer, tá? Por causa da natureza dela, que é de colocar esses elementos bizarros dentro de coisas que
você fala: "Puxa, só um cara poderia ter escrito isso, tá?" Mas seja como for, mesmo que tudo isso que eu falo esteja errado no futuro, eh, tem uma coisa que as marcas podem fazer que é mostrar que aquilo não foi feito por IA. Então, filme, você pode perceber que eles têm feito muitos Bastidores. Quer dizer, a gente não usou nada de aqui para mostrar que, ó, aqui tem esforço, aqui tem, ó, artesanato em fazer as coisas. Então, mostrar os bastidores, eu acho que é um negócio que vai se tornar mais importante. Mostrar o esforço seu
em produzir alguma coisa, vai, sabe? E não assim, ah, eu cliquei aqui, ó, e gerei 400 carroceis, tipo assim, ah, beleza, passou promet, ai, beleza, agora eu gero. Então, entre mim e você só tinha uma informação de um Store de 2 segundos. Então, para eu chegar ao seu nível, é, esse é o tempo, esse é o esforço. Então, o contraste entre quem produz e quem e quem consome, entre professor e aluno, praticamente não existe. Quando isso acontece, você tem uma igualdade entre as pessoas de uma maneira muito ruim, porque significa homogeneização da do pensamento, homogeneização
da criação, tá? Isso aqui é um, acho que é um tema de outro assunto, eu nem vou desenvolver aqui, Mas comecem a prestar, prestem atenção nisso. Todos esses canais Darks do YouTube que começaram a ser construídos com IA, em que um rouba o conteúdo do outro, copia e cola e eles criam muito volume, mas eles não duram muito. O tempo todo tem que ficar criando outro canal, porque senão não tem nada muito diferente ali, tá? Então tem que tomar cuidado com isso. A outra teoria idiota, essa aqui também darei outra aula, né? Mas é o
Porque a geração Z, sempre assim, ah, mas a a geração Z, mas a geração Z, e eu nunca entendi muito a fixação que as pessoas têm pela geração Z. a minha geração, né, há controversas, né, mas eu sou da geração Z, Millennium, enfim, a gente já vai ver que isso é um grande problema, a a classificação das gerações. Mas seja como for, a ideia de que você tem uma geração, não é diferente da outra, é, principalmente no nosso caso, é um pouco esquisita no Sentido de que para que que eu vou dar atenção para uma
geração que é mais pobre, mais burra, mais impaciente para que que eu vou falar, tem um uma geração de pessoas de 30, mas principalmente 40 anos, com muito mais dinheiro, muito mais paciência, mais inteligente em vários aspectos, tá? de uma de uma era que ainda lê, por exemplo, né? Para que que eu vou ficar fazendo marketing para essa molecada? Entende? Eles que se danem, você entendeu? Então assim, ah, Existe uma o o pessoal no marketing normalmente é mais jovem, então eles tendem a achar que as pessoas pensam como eles, que as pessoas têm as mesmas
preocupações que eles, que as pessoas todo mundo fica no TikTok como eles e tem os mesmos dramas pessoais. Ai, será que eu posto isso? Você é meio cringe e tal. E as pessoas de 30, 40 anos são aquelas pessoas que têm saudade dos comerciais dos anos 90. de como a a publicidade tradicional era Feita e não existe muita gente fazendo isso dentro do do próprio mercado digital. Então assim, não sei para que dá muita atenção para pra jovem, não. E assim, a ideia de geração, rapidinho aqui, né? A ideia de geração é questionável em si
mesma, né? Porque primeiro as pessoas, a ideia de geração ela surge da biologia, que era mais ou menos assim, a ideia de que a cada 15 ou 30 anos você tem uma nova geração, porque tem é o tempo de maturidade de um Organismo. Surgiu daí a ideia, tá? A segunda ideia, e vocês podem perceber, é a ideia do jovem. O jovem mesmo, ele ele nasce no século XX. Por mais esquisito que isso que pareça dizer isso, é isso. A ideia de jovem, de cultura jovem, é um negócio que só acontece no século XX. A mesma
coisa acontece com a infância. Por muito tempo, na Idade Média, por exemplo, criança era só um adulto pequeno, não era tratado como algo diferente. E é por isso quando a gente Vê essas coisas muito esquisitas, o tipo assim, poxa, o rei tinha eh 30 anos e casou com uma menina de 14 anos, para eles era tipo uma mulher pequena, tá? E aí o cristianismo por vários, né, enfim, né, tornou isso tudo e até eu acho que, né, certamente, tem que ser assim mesmo, eh eh errado, criminoso, pecado de vários sobre vários aspectos, ilegal, inclusive, tá?
Mas aqui o que eu quero que vocês saibam é a divisão de geração, ela ela é arbitrária nesse sentido, quer Dizer, não é natural o negócio, tá? Então, a ideia dos limites arbitrários, quer dizer, alguém que nasceu até 64 é baby boomer e quem nasceu na geração X, que é 65, tá? A outra coisa, ah, e aí a gente vê de novo porque que esse tá nesse vídeo do influencer de marketing. Os marqueteiros querem alguma segurança, eles querem dizer que eles conhecem o público, que eles conhecem o povo. O marqueteiro gosta de ter esse papel
Consultivo de dizer: "Eu entendo as pessoas e eu vou dizer para você exatamente o que você precisa vender." E aí a indústria de consultoria, principalmente McKinsey, né? Vendeu muito essa ideia de que as gerações são diferentes. Então você que vende precisa se atualizar, hein? Se não se atualizar, você vai ficar para trás. Tem que entender essa nova geração. Aí isso vende muito, porque o mercado gosta da ideia de estar sempre se atualizando, Sempre, né? Não quer ficar para trás. Então isso a a isso aterroriza bastante os empresários. Se você quiser saber mais sobre isso, tem
o The Generation Myth, do Bob Duff, tá? Mas o que ele fala nesse livro, resumindo, é que as diferenças entre gerações são super estimadas. Por exemplo, você pode dizer que o a geração Z vê menos TV, mas todo jovem em toda a história sempre viu menos TV, porque jovem tende a ficar Fora, tá? Você pode dizer: "Nossa, mas hoje o pessoal usa muito celular, usa muitas coisas, tudo mais". Talvez essa seja uma diferença entre essa geração e todas as outras, mas até entre elas acontece a a diferenças, né? Quer dizer, a pessoa precisa economicamente conseguir
comprar um celular, não é? todo mundo consegue. Então, é muito importante não ter essa visão uniforme das coisas. E aí, esse essa que é a mensagem, né? Não há Nenhuma eh evidência, por exemplo, de que a geração Z seja mais é mais ética ou mais woke mais esquerdista do que as outras. Até porque boa parte das teorias que sustentam essas pessoas vem de pessoas mais velhas dos anos 60, 70, tá? Então, estereótipos como jovens são viciados em redes sociais são exagerados, tá? Porque se você dá um celular para seu avô, pro seu tio, pro seu
pai, você vai ver sua mãe viciada também em celular, tá? Assim, eu falo Com uma pessoa que assim até pouco tempo não tinha Instagram. Eu só eu só criei o Instagram para começar a trabalhar com ele. Eu não tinha nem no celular. O TikTok, por exemplo, eu não tenho no celular. Agora, se eu baixar? Se eu baixar, vou ficar viciado também. Sim, é isso. Não importa a geração, a ferramenta influencia mais do que quando você nasceu. Então, há coisas que mudam muito. Quer dizer, você fala assim, ó, o jovem é irresponsável, jovem é não sei
o Quê. Cara, assim, você quando era jovem pensa assim, você se achava muito responsável. Então você vai tentar eh olhar para pro seu passado de uma maneira muito, sabe, fantasiosa do, né, assim, ah, aí não era tão responsável, mas assim, eu não era tão irresponsável quanto essas outras pessoas, tá? Então isso eh leva a gente marqueteiro, a dar muita atenção a esse tipo de mudança drástica. Eu não sei como lidar com essas pessoas e tal. Primeiro, você não precisa lidar se você não quiser. E segundo, as diferenças não são tão grandes assim quanto a gente
imagina, tá? Ele diz assim que os fatores históricos, ciclo de vida, envelhecimento, são fatores mais importantes por causa disso. Você envelhece, você assume mais responsabilidades, inevitavelmente, você querendo ou não. E isso eh faz com que você tome atitudes diferentes. Há coisas que influenciam muito, por exemplo, a a Capacidade de compra de uma casa, por exemplo. Isso mudou bastante. Então isso influencia mais do que a geração, muito mais do que ter uma geração. Porque você não ser capaz de comprar uma casa significa que você é incapaz. de ou assim pelo menos dificulta a ideia de você
formar uma família. Então o que acontece é que as pessoas ficam todas juntas ali com os pais e no mesmo lugar. Assim, por muito tempo na história foi assim, não é? Então você herdava a casa Do seu pai, o negócio do seu pai. Então todo mundo sempre morou na mesma casa por muito tempo. A ideia de você sair e ir para fora é um negócio recente na na história da humanidade como um todo, tá? Não é um não é um erro assim. Todo mundo sai de casa aos 18 anos e tinha um AP. Isso é
um negócio recente, tá? e na história do Brasil, recentíssimo, tá? É um negócio que acontece nos Estados Unidos no século XX também. Então, se você assistir aquela Série ah britânica, né, do daquela aquele novelão lá britânico, como que é o nome? Ah, ah, eu esqueci o nome agora, mas enfim. Eh, corta isso daí, né? Então, Downtown Abay, lembrei. Não corta não. Downtown Abay. Então, Downtown Abay. Eh, se você assistir essa série, você vai ver que lá tem uma datilógrafa, essa série do século XX na Inglaterra, tem uma datilógrafa que ela não quer mais seguir a
a tradição ali da família e ela quer, ela na verdade assim, ela Trabalha como empregada e ela quer ser datilógrafa porque ela não quer seguir mais a tradição da família. Então, ela sai de da do trabalho e vai ser datilógrafa e trabalhar na cidade. Isso é visto como horror. Quer dizer, ela teria que seguir a profissão ali da família. Só que ao sair de casa, ao sair eh do seio da família, ela também cria mobilidade social, encontra mais pessoas, casa com pessoas de outras classes e tal. Isso tá vendo que é um Negócio muito recente.
Normalmente você fazia o que você era meio que obrigado a fazer. Tem um romance famoso disso que é o Ilusões perdidas do Balzak. O título talvez não seja muito bom para isso, mas eh acho que ele exemplifica bem isso. Então, muitos millennials, por exemplo, é a minha a minha geração, foram chamados de preguiçosos porque adiar o casamento, a compra da casa, mas boa parte disso aconteceu por causa de conquistas financeiras. Os Nossos pais compravam casas com trabalho de multinacional, trabalhava na Toyota, comprava um carro, comprava uma casa assim de um jeito muito fácil. Hoje ficou
muito mais difícil. Então isso atrasou algumas decisões de vida. Então, tá vendo que isso foi mais importante do que a geração. A crise econômica se tornou mais relevante do que, mas assim, era que é porque ela aconteceu enquanto você tava vivo, né? Então, a crise marcou a geração e não necessariamente, Não é? O fato de você ter nascido depois eu ser mais jovem, enfim, né? São coisas diferentes, né? Então, quando a economia começou a melhorar, os milênios começaram a agir de forma similar aos seus pais. Isso varia de país para país, claro, mas aí no
livro o Bob Duff explica isso direitinho, tá? Então, outra coisa que acontece são pessoas da mesma classe, não? Então, pensa assim, um cara que nasceu eh eh de classe alta, né? Eh, e às vezes na um cara de classe Alta da geração Z ou e da geração millennial, né? Eles têm muito mais em comum do que às vezes pessoas dentro da mesma geração, mas de classes sociais diferentes. Então, isso é outra coisa bem importante. Então, eventos econômicos explicam mais que gerações. Classe, raça e educação importa mais do que no nascimento. Estereótipos são ciclos. cíclicos, né?
Então, os baby boomers, né? A mesma coisa que a gente fala dos boomers, né? Eh, vão falar de Nós, né? Quando você envelhece. E a mídia simplifica essas tendências para criar narrativas fáceis de vender. Então, você joga uma geração contra a outra, tá? Então, é muito ruim disso. Se você pegar um exemplo clássico é esse, né? Então, dois jovens de 2003, tecnicamente da mesma geração, só que um é herdeiro de empresário, estuda na USP, posta sobre veganismo, o outro é entregador de aplicativo, ganha 1500 por mês e sonho em comprar uma moto. Eles São da
mesma geração, vivem no mesmo país, mas não tem realidades diferentes, mas tem realidades muito diferentes, tá? Então, falar de geração sem classe, raça, religião, todos os outros conceitos sociológicos, antropológicos que você quiser usar, leva a erros muito comuns, tá? E ruins, na verdade, pra sua teoria. Então, por isso que é um pouco idiota, tá? Então aqui eu vou deixar o material depois para quem quiser aqui baixar, para quem é assinante trainos Letter, mas você pode pausar o vídeo e ler caso você queira mais detalhes, tá? Então tô passando aqui só para você ver, mas para
esse vídeo não ficar muito longo, eu vou passar logo para a próxima, que é uma ideia muito idiota, que é a ideia de que produtos que terminam em set vende mais, vendem mais, né? Então, de novo, quando você vai vender alguma coisa na internet, você tá muito preocupado em saber o jeito certo de vender. Você se preocupa com coisas Extremamente pequenas do tipo, o que será que tem que ter do lado da minha ali na minha bio, o que que exatamente eu preciso escrever. E uma dessas preocupações idiotas é que o o preço, né, assim,
o o dígito que precisa est ali. A verdade é, não existe nenhuma pesquisa que indique que produtos que terminam em sete vender mais nenhuma, tá? algumas coisas que explicam, que vão estar no num livro que eu tô escrevendo, tá? Normalmente em marcas de luxo, ter Números inteiros, 5000, 3.000, 10.000, é visto como uma maneira de imposição de autoridade da marca. Ela como um objeto de desejo, a ter 5.000, 6.000, 7.000 dá uma impressão de autonomia. Quer dizer, é 5 pau, 3 paus, 5000. É como se ela tivesse dizendo isso e e não tem muito argumento.
Quando você coloca 4999, primeiro tem essa questão, como a gente lê da esquerda pra direita, o quatro vem antes do 9999, né? Mas assim, parece haver uma concessão. É como se a pessoa Tentasse dizer assim: "Parece barato agora, não é? Tá vendo que olha ao que eu me sujeitei, eu estou facilitando para você perceber o valor para ele parecer mais barato do que é." E no caso o luxo não é para parecer mais barato do que é. Ao contrário, é para parecer que eu decidi que isso vale tanto e se você quiser, você vai pagar
o que eu tô falando, tá? Então existe, existe isto aqui no mercado de luxo, normalmente isso é um costume. No 4999 é para gerar essa impressão. E quando você tem números muito precisos de tipo assim 724, que eu acho que é o valor do arquitetura dos anúncios, dá essa impressão de justiça, de transparência. é um é um número muito preciso, como se tivesse tirado a média dos cursos do mercado e colocado ali. Foi o que eu fiz no caso, tá? Então isso influencia um pouco, mas o preço em si, esses pequenos dígitos, não tem essa
influência tão Grande. É, a gente volta de novo pra questão do desconto aqui. Essas coisinhas elas importam, tá? Mas elas não importam tanto quanto a gente gostaria. Então a se a pessoa, as escalas são maiores, por exemplo, entre 5.000 e 1000, existe uma diferença muito grande, tá? Então existe um esforço de marketing muito maior. O que eu quero dizer que mudar o preço apenas não vai te ajudar, no caso, você vai ter que mudar a comunicação, vai ter que mudar o Produto. Então existem escalas que as pessoas começam a comparar. Essa comparação acontece por causa
de uma questão muito simples, que é comprar algo, é deixar de comprar outro algo, né? É abrir mão de alguma coisa. Então, quando você compra algo de R$ 5, não há muitas coisas que você pode comprar com R$ 5, né? Então vira um no brainer, né? Quer dizer, você compra sem pensar, ainda mais f uma pessoa que você gosta, por exemplo, Storelab, R$ 20 aí, R$ 23, você não vai comprar muitas coisas com R$ 20. Então você tem acesso a uma imersão de 8 horas, não há muitas imersões de 8 horas sobre narrativa, você pode
comprar por R$ 20. Então não existe muita comparação. Agora se ela custasse R$ 20.000, R$ 1000, poxa vida, a gente venderia muito menos, muito menos. Por quê? Porque com R$ 20.000 você começa a pensar, pô, poderia comprar um carro, poderia comprar, né? Então você passa, tá vendo que o o seu Âmbito de competição começa a ser muito maior, porque há muitos mais itens que que a pessoa poderia comprar para substituir esse desejo que você, né, pode oferecer ali, tá? Então isso é muito importante na hora de você começar a precificar, mas esse tipo de dígito
não tem uma influência muito grande não, isso é importante. A penúltima, eu acredito que é a penúltima, não sei se eu perdi as contas aqui, mas é a ideia de que a mídia tradicional está morta. Isso aconteceu? Essa ideia da mídia tradicional está morta aconteceu por uma por um lance de marketing do Facebook que em 2007 o Facebook e o Zuckerberg, né, ele anunciou que o Facebook estava presto a permitir publicidade em sua plataforma e ele disse assim, ó, uma forma completamente nova de publicidade online. Ele fala, ele continua: "Nos últimos 100 anos, a mídia
foi empurrada para as pessoas, mas agora os profissionais de de marketing farão Parte da conversa, né? E assim, o que que aconteceu? O que que ele queria dizer? Na ideia do CF Golden, ele não queria mais interromper as pessoas. O a publicidade apareceria onde as pessoas consomem redes sociais. Então você pode perceber que o post seu pode ser turbinado para aparecer de outra forma pras pessoas, tá? Mas como post é parece que você pediu por ele, não é? Parece que ele tá ele ele parece invisível dentro das Redes sociais, mas você pagou para que ele
alcançasse mais pessoas. Os formatos de anúncios são praticamente os mesmos formatos de conteúdo. Acontece que o Facebook, depois de dizer isso, percebeu que ele queria matar a TV. Quer dizer, as pessoas vão começar a usar as redes sociais, elas vão deixar de ver TV, então ou outra mídia tradicional, rádio, né, outdoor, enfim, sei lá, cinema, né? E aí assim, e a gente vai usar apenas Redes sociais, o resto morreu, porque todas as outras redes são redes de interrupções. E o que aconteceu? O Facebook em pouco tempo viu que essa é uma ideia idiota. Não dá
para você matar a publicidade tradicional. Ao contrário, né? A TV ainda tem muita influência tradicional nisso. Há várias pesquisas, depois eu posso colocar aqui embaixo outros links em relação a isso. Mas a mídia tradicional não morreu, tá? O Facebook voltou a fazer e o Facebook Faz. Às vezes passa na TV, passa no YouTube, passa, enfim, vários outros lugares que você não imagina em revista, né? Facebook aparece lá. Então a mí tradicional não está morta. Há revistas que cobram aí 10, 15, 20.000 para fazer um anúncio em revista. Não é uma uma questão de se ela
funciona ou não funciona. Normalmente o marqueteiro faz isso para valorizar o seu trabalho de gestão de tráfego, de de fazer algo na internet, porque com R$ 20.000 fala: "Nossa, a gente bota R$ 20.000, a gente alcança 1 milhão de pessoas". O que assim vende muito bem para quem trabalha com negócio físico, presencial, enfim, alcançar tanta gente assim. Só que ele não fala para você que às vezes você paga R$ 15.000 R000 para aparecer numa revista especializada, porque é apenas só aquelas pessoas que você quer alcançar. Vão ler aquela revista. Quando você paga 20.000, por maior
e melhor que seja a sua segmentação, não dá para Fazer esse tipo de de de garantia, né, de que vai atingir exatamente e tal. Essa é o que o pessoal vende, porque eles trabalham com isso, tá? Eu trabalho com isso também, tá? Mas tô dizendo para você que às vezes, assim como estou fazendo um projeto hoje, a gente vai fazer cartas físicas, ó. pensa assim, qu qual foi a última vez que você recebeu uma carta física? Não existe, né? Assim, é um meio sem competição nenhum, é um meio que em relação a anúncios que são
Digitais, não tem nenhum apelo tátil, né? Eh, são muito superiores, você pode ter muito mais meios para explorar ali, inclusive é mais barato de dependendo do tipo de projeto, você manda só para as pessoas que se inscreveram. Então, várias vantagens aqui. Eu tô dando aqui um um um negócio de graça para quem ficou até o final, tá? Mas fazer carta, por exemplo, se você tem o endereço das pessoas, é um [ __ ] negócio hoje. No passado não era, né? Por quê? Porque Havia muitas pessoas fazendo. Então perdeu o apelo. Hoje não tem ninguém fazendo.
E a última, então aqui algumas pesquisas aqui, né? E a última que eu acho, as duas últimas, né, assim, né, bônus, né? Eh, essa é a de que você só precisa se posicionar porque é a ideia de que tem muito a ver com a questão da diferenciação, né, de que se você souber se posicionar, você não precisa ter um bom produto, não precisa ter um bom profissional, porque eles vendem assim Que você já é um bom profissional, você só precisa aprender a se posicionar. Então eles acabam colocando posicionamento como comunicação. De novo, é a ideia
do Sef Golden aqui, só que vista de outra forma, a ideia de que marketing é apenas comunicação e não produto, mercado, né? e outras coisas chatas, tá? Então tem que tomar muito cuidado com esse tipo de coisa. Você provavelmente precisa aprender a se posicionar, isso é certo, mas só se Posicionar não vai resolver seu problema. E talvez você não seja tão bom quanto você imagina. Talvez você assim o seu, a a ideia de vender que você é bom e só precisa se posicionar é muito útil, né? Porque você só precisa se posicionar. E curiosamente eu
tenho um curso de posicionamento em que eu ensino a fazer isso. Você não precisa ser bom. você já é bom, já é excelente, você não tá com inveja de quem é melhor que você só porque sabe se posicionar. Então isso É um é um tipo de argumento muito tentador mesmo. Mas na prática não é assim. Você vai precisar aprender mais coisas na maior parte dos casos. Às vezes tem uma pessoa muito boa que só não sabe fazer isso, mas é é raro, viu? Se você é uma pessoa muito boa mesmo, com muitos resultados as pessoas
já saberiam, já conheceriam você de alguma forma, tá? Menos pessoas, isso é claro, né? menos pessoas, tem um público menor, mas elas saberam reconhecer quando Vissem uma pessoa boa, tá? E o bônus é um métodos validados. Gente, a ideia de método validado é assim, claro que há métodos que tenham, digamos, track record, não é? Então, tenho ali bastante resultados, pessoas que obtiveram resultados fazendo aquele método. Só que tem um problema. O método validado, ele é validado não universalmente, quer dizer, serve para todos os produtos, em todos Os contextos, para todo sempre. O método, por exemplo,
da forma de lançamento é um método validado, só que à medida que as pessoas começam ou começaram, né, a serem expostas para mais métodos validados, não é, várias vezes a forma de lançamento, as pessoas começaram a ter algumas reações ao método e o método precisou ser alterado, como naturalmente tem que ser. E em breve ele deixa de funcionar. ele precisa assumir uma nova Forma, porque as pessoas passaram a se comunicar de uma nova forma com a sua audiência, porque a audiência já não tolerava esse tipo de eh mensagem de comunicação. E quando você tem um
método, normalmente ele funciona melhor para produtos que são bem parecidos com aquilo que validou o método. Então, por exemplo, se você conseguiu fazer um certo tipo de lançamento para uns profissionais bem específicos num mercado bem específico, você vende, sei Lá, você faz lançamento de oftalmologista para oftalmologista. É um mercado bom, o pessoal paga bem, tem dinheiro, pá, pá, pá, o seu marketing ruim, meia boca até funciona lá porque não tem muita concorrência às vezes, não é? Então, e às vezes os profissionais já são tão reconhecidos entre os outros oftalmos, o cara com pós doc, não
sei o quê, que meio assim, você só faz um trabalho de informação, só diz o que é. Só que quando você pega um produto que Sai, sai desse, não é, desse, desse meio, você vai vender, sei lá, terapia holística, criatividade para empresários. Tá vendo que o negócio começou a ficar difícil? Talvez você não consiga usar a mesma linguagem. Então, quando a pessoa pega o método, ele exige que a pessoa que use o método seja criativa em algum aspecto. Ela precisa pensar. E a ideia do método validado é o contrário. Muitas vezes as pessoas vendem como
assim, você não precisa mais Pensar, eu já pensei por você. Você só precisa pagar para acessar o método e, ó, fazer o passo a passo ali, ó, preencher com seus dados. É tipo muda, né, o tira o esforço seu para um esforço de preenchimento, de apenas de adequação, tá? E o método validado normalmente ele vai funcionar enquanto os produtos forem parecidos com o método original e o mercado for parecido com o mercado original. Mas se você olhar para as pessoas, pra maior parte das pessoas Que vendem isso, elas o tempo todo estão mudando de método
e às vezes elas nem sabem como elas deram certo para fazer um método. Gente, um método dá muito trabalho de fazer se você fazer do jeito certo, não é? E o o objetivo é fazer com que ele dê certo para outras pessoas em outros contextos. Então tome muito cuidado quando alguém fala assim: "Esse é um método validado" e tal, né? Como se fosse só copiar e colar, tá? Isso geralmente dá errado. E a mensagem final É assim, gente. Qualquer teoria que proponha uma solução universal para todo o problema de marketing é e sempre será idiota.
A palavra idiota do idios, do grego, né, significa o mesmo. É ficar na mesma coisa, pensando a mesma coisa, do mesmo jeito, pros mesmos problemas. Ser idiota é isso. Então, pensa só aí, se você é idiota, você não vai pensar, né? Mas assim, pensa só, você não é idiota. Você já tá aqui até o final do vídeo. Pensa Só, quando você vira um método, uma ideia, você começa a pensar assim: "Puxa vida, nesse contexto aí para tipo de produto funciona. O meu contexto é parecido com isso daí? Será que eu consigo fazer algo parecido com
isso daí? Será que eu tenho os recursos, aquilo que é exigido de mim para fazer isso daí? Se sim, então talvez seja um bom método para você. Se não, talvez você tenha que pegar só o que vale a pena daquele método. As pessoas às vezes Criticam, né? Você vai pegar um pouco de cada método e vai virar um Frankenstein, a gente vai fazer um lançamento, não sei o que, é porque as pessoas não te ensinam os princípios, o que está por baixo de todos os métodos, não é? Então, um lançamento rapidinho aqui, só para para
encerrar, um lançamento tá baseado em alguns princípios muito clássicos, que é assim, você precisa ter uma mensagem que vai alcançar uma quantidade muito grande de pessoas por várias vezes Ao longo do tempo para fazer uma oferta. Isso eu explico lá aqui na aula teoria mimétrica para lançamentos. lá eu explico bem melhor o que eu acabei de falar e talvez até de um jeito mais claro, tá? para Mas assim, a ideia aqui é que você precisa começar a questionar esses métodos, a questionar essas teorias, porque elas são só isso, muitas vezes teorias, hipóteses que você precisa
usar sua cabeça para saber se vale a pena, porque de novo, ter uma má Teoria, uma teoria idiota, custa dinheiro. Ja.