o olá todos bem-vindos ao nosso canal conhecimento não tem dono e vamos falar hoje sobre acidente vascular encefálico isquêmico na verdade nesta vídeo-aula vamos falar sobre a circulação cerebral até porque né nós não vamos conseguir entender o acidente vascular encefálico se a gente não lembrar de como acontece a circulação em torno de todo o encéfalo a circulação cerebral tem como principal objetivo manter um fluxo sanguíneo constante lá para o nosso encéfalo até porque ele não armazena nenhum tipo de nutriente cerca de mais ou menos quinze por cento de tudo o sangue que sai do nosso
coração ele vai direto para o encéfalo ou seja o nosso cérebro precisa receber constantemente um fluxo sanguíneo desejável para as suas funções de estrutura e metabólica esse coração ele manda em média 750 ml por minuto de fluxo sanguíneo a contração cardíaca oi stephanie então eu vou atualizado através de dois sistemas o verbo base lá que são as artérias vertebrais e o carotídeo esses dois mecanismos ou seja essas duas artérias principais é que fazem então toda a circulação cerebral a circulação cerebral ela é única em diversos aspectos né a primeira é que as artérias né e
os vasos sanguíneos cerebrais eles não são paralelos como acontece em outras partes do nosso corpo por quê que isso acontece porque o nosso sistema venoso cerebral ele também tem que absorver o licor produzido lá dentro do cérebro o encéfalo apresenta também uma circulação colateral que é chamada de circuito de willis essa circulação colateral ela direciona o fluxo de sangue conforme a demanda do próprio cérebro os vasos sanguíneos do encéfalo tem duas camadas ao invés de três como acontece em outras ar o nosso corpo isso deixe então essas artérias mais propensas a ruptura quando o sangue
ser aquecidas por exemplo sobre pressão ou seja um aumento drástico da pressão arterial é importante pessoal o fluxo sanguíneo nessa parte anterior do encéfalo tem início lá na artéria carótida artéria carótida comum que a primeira bifurcação da horta ou seja o cérebro recebe sangue diretamente vindo do coração das artérias carótidas internas ela se originam da bifurcação da artéria carótida comum os ramos das artérias carótidas internas e também né são chamadas de artérias cerebrais anterior e média e todas as suas conexões as artérias comunicantes posterior né e anterior elas vão formar todo o circuito de willis
e esse circuito de willis então fica alojado lá na base do nosso encéfalo são as artérias vertebrais elas se ramificam das artérias subclávia para subir então a maior parte da circulação posterior do nosso encéfalo ou tronco encefálico as artérias se une para formar então artéria basilar que vai dividir não é para formar os dois ramos das artérias cerebrais posteriores do ponto de vista funcional as partes posterior e anterior da circulação da nossa encerra ou seja aquela que foi originada lá da carótida ea artéria vertebrobasilar elas permanecem normalmente separadas o porém marco circuito ou seja círculo
de willis ele pode proporcionar uma circulação colateral por meio das artérias comunicantes se a gente tiver por exemplo uma obstrução ou uma oclusão arterial impedindo o fluxo de sangue cerebral já drenagem venosa lá para o nosso encéfalo segunda já falamos né slides anteriores ela não a compõem a circulação arterial como faz em outras estruturas do nosso corpo as veias elas alcançam a superfície do encéfalo e se unem às vezes maiores em seguida elas cruza espaço subaracnóideo e desembocam nos seios durais esses seios durais são os canais vasculares localizados lá na dura-máter em toda essa rede
de seios durais então vão transportar o sangue venoso lindo de todo o encéfalo lá para às vezes regulares internas devolvendo então esse sangue lá para o ato direito as veias cerebrais diferentes de outras veias do nosso corpo elas não tem válvulas para evitar o fluxo retrógrado do sangue e elas dependem então diretamente da gravidade e também da pressão arterial para que se o fluxo aconteça de uma forma tranquila o líquido cefalorraquidiano também chamado de líquido cérebro-espinhal ou apenas licor é um líquido claro incolor e é produzido lá pelo plexo corióide dos ventrículos esse licor ele
circula na superfície do encéfalo e de toda a medula espinhal a4 ventrículos os laterais direito e esquerdo o terceiro ventrículo e o quarto ventrículo os dois ventrículos laterais direito e esquerdo ele se abrem o terceiro ventrículo no forame que é chamado também de forma de mouro e se for amelie interventricular ou seja comunica esses ventrículos já o terceiro quarto ventrículos ele se conectam por meio do aqueduto de sylvius o quatro ventrículo drena todo líquido para o espaço subaracnóideo lá na superfície de todo o encéfalo na medula espinal onde ele é absorvido pelas vilosidades aracnóides e
e já que a gente enfatizar que qualquer bloqueio do fluxo do licor em qualquer ponto de sistema na como no caso por exemplo de traumatismos traumatismo crânio-encefálico seus nós podemos ser então quadro de hidrocefalia obstrutiva lembrando que o licor ele tem papel fundamental nas funções e imunológicos e metabólicas do nosso encéfalo ele é produzido numa taxa basal de cerca de mais ou menos 500 ml por dia é parte né desta produção fica armazenado nos entre colas e entre os espaços subaracnóides essa quantidade é cerca de mais ou menos 150 ml de licor em cada combate
né eu gostaria também de lembrar aqui a função da barreira hematoencefálica tanto que lembrar então que o nosso sistema nervoso central ele é inacessível a um grande número de substâncias que circulam no nosso plasma sanguíneo por exemplo temos corantes alguns medicamentos antibióticos é isso somente é possível porque existe uma barreira hematoencefálica essa barreira é constituída pelas células endoteliais lá dos capilares encefálicos que forma então funções firmes e contínuas criando uma barreira as macromoléculas e há muitos compostos é importante pessoal a substâncias que entram no nosso licor tá bom precisa ser filtradas através das duas células
endoteliais capilares e nos astrócitos lembrando que astrócitos nada mais é do que uma célula da glia e ela tem esse nome porque elas lembram né uma estrela que elas fazem parte então você não levou central e elas são em grande quantidade dentro do nosso cérebro a barreira hematoencefálica ela desempenha uma função extremamente protetora mas pode ser alterada por algum traumatismo edema cerebral hipoxemia cerebral isso tem implicações no tratamento e na escolha de medicamentos não é para alguns distúrbios do sistema nervoso central ou seja quando falaram os acidentes vasculares encefálicos nós podemos ter alterações no funcionamento
dessa barreira hematoencefálica alterando então a capacidade dela bom e protegeu o nosso cérebro contra algumas substâncias por exemplo eu deixo aqui para vocês as referências utilizadas nessa vídeo aula lembrando então para vocês não se esquecerem de escrever esse no canal e acionar e ensino para receberem notificações do próximo conteúdo postado