quando nós falamos sobre esses delírios fala muito sobre como nós acabamos vivendo Esse aspecto um pouco delirante tem esse Delírio narcísico de que é sempre possível encontrar no outro alguém igual a mim então eu tô sempre em busca da minha vamos dizer assim da minha cara metade da minha metade da laranja não é assim que a gente fala eu tô sempre em busca de alguém com quem eu realmente eh contato eu me Sina identificado eu me sinta realmente eh confortável ao lado dessa pessoa porque é possível que de alguma forma essa identificação ou essa busca
objetal desse objeto de amor tem a ver com a minha própria busca interna desse desses pais renascidos desse objeto de amor renascido na condição narcísica então eu fiquei muito encantado e até por isso que eu trouxe paraa gente poder conversar um pouquinho porque toda vez que eu eu penso nessa questão dos delírios narcísicos me traz muito essa conotação do quanto a gente acaba construindo um mundo de idealizações de ideais de fantasias o quanto a gente acaba de alguma forma estabelecendo noções eh sobre o outro tem muito mais a ver com aquilo que nós esperamos em
relação a nós mesmos que às vezes a gente sequer se dar conta disso ou a gente se quer dar conta da daquilo que a gente próprio idealizou em termos narcísicos a gente acaba projetando no outro esperando que o outro atenda tudo isso que esse outro ocupe esse lugar então tem um um uma série de reflexões que vão esbarrar que esses delírios narcísicos essa busca desse desse objeto de amor desse primeiro objeto de amor desse outro desse espelho desse outro que n é tão idêntico também fala muito sobre as nossas idealizações diz muito sobre eh essa
essa idealização que esbarra na Esfera da libido que toca no EGO né e que e que de alguma forma perpassa ou transita também a libido objetal então quando a gente começa a pensar eh num por exemplo na questão dos delírios eu poderia até trazer adicionalmente que assim o Delírio eh ele ele tem essa coisa de de ter essa característica do devaneio então Eh vamos vamos pensar assim só para para tentar trazer uma aproximação rápida e simples para esse assunto eh a gente pode até ter essa coisa do Delírio por exemplo vou trazer uma um exemplo
fácil né Delírio de estar sendo vigiado e isso é um Delírio Isso é uma espécie de devaneio por exemplo que a gente pode ter e isso pode est revelando de alguma forma essas nossas eh eh identificações narcísicas ess nossos delírios narcísicos porque de alguma forma vai esse esses delírios vão induzindo o indivíduo a formar um ideal de ego a formar essa imagem em nome da qual a sua consciência também vai atuar a sua consciência atua como vigia da qual ele busca de alguma forma essa identificação com o outro e da qual ele de alguma forma
constrói todos esses delírios em relação ao outro ele não só estrutura um um um ego ideal como de de alguma forma ele projeta no outro esse ego ideal ele busca nesse outro essa identificação objetal essa identificação desse primeiro objeto de amor ou desse Resgate desses primeiros objetos de amor que são as figuras parentais Então tem conotações muito interessantes sei que são reflexões Profundas o Delírio perpassa muito por essa ideia que nós temos de achar que é sempre possível encontrar esse espelho essa identificação esse outro esse que me é tão igual esse que me é tão
parecido esse que traz eh de alguma forma essa essa essa imagem com a qual eu me identifico mas eh linhas Gerais eu acho que nós podemos então dizer que esses delírios narcísicos são naturais possível que a gente realmente de alguma forma tente recuperar esses primeiros objetos de amor geralmente não são processos conscientes são processos bem conscientes é possível que eu busque pessoas muito parecidas a mim ou que de alguma forma recordem esses primeiros objetos de amor da minha infância mas eh no normal fala muito sobre como nós construímos as nossas fantasias nesse desejo de alguma
forma de voltar a viver esses primeiros objetos de Amor quer seja através dessas figuras parentais e aí a gente fala desse Delírio NC fío essa identificação com a mãe essa identificação com o pai esse outro que lembra a mãe esse outro que lembra o pai ou esse outro que lembra a mim mesmo com o qual eu me identifico porque de alguma forma quando esse outro lembra a mim mesmo quando eu me sinto identificado com esse outro de alguma forma eu me identifico também Com todas essas construções simbólicas que eu trago em relação a esses primeiros
objetos de amor que eu trago internalizado