[Música] gente então boa noite né primeiro agradecer a presença e o convite do professor Ricardo para est aqui Ness momento com vocês então me nome Fernando Lucas né est PES Laí e gerente de produto de algumas digital laboratório e também servidor lá do IF sergip né No momento faz concluindo né doutorado em computação bom então ten Um Desafio nesse né que resta da nosso Seminário falar um pouquinho sobre métodos ágeis e a sua abordagem na transformação digital do RN seja alguns cases né a gente vai perceber muito que a aplicação de métodos ágeis é aquilo
que funciona paraa sua realidade e como combinar essas abordagens para resolver os problemas são propostos no dia a dia então vai passar um pouquinho sobre os métodos us a gente percebe de que forma o laboratório tem incorporado Deso seus produtos e um e a ideia que seja Dialógico então fiquei à vontade para est colaborando ou ia pedir para passar Então vamos lá Opa Então a primeira coisa que a gente tem que refletir um pouco é que fala um pouco de agilidade né então fala muito métodos ágil agilidade ser ágil né Então a primeira coisa é
nivelar um pouco esse conceito então quando a gente fala de agilidade a gente precisa perceber que não necessariamente agilidade seja um projeto ágil seja um profissional ágil Seria aquele profissional que faz namente no menor prazo né ou mais rápido que entrega logo mas faz com eficiência flexibilidade que ele consegue ser e responsvel e resiliente em relação à suas demandas Então a gente vai perceber muito que a agilidade ao longo de toda a abordagem da apresentação é conseguir perceber rapidamente de que forma o negócio ele precisa que os seus problemas sejam resolvidos E como eu desenhar
Estratégias assertivas para que alcançar esse resultado então a gente percebe também que a agilidade pode ser associada muito a ser leve e gerenciável então quem teve a oportunidade de ler o scram por exemplo vai perceber que ele é um Framework feito leve ou seja ele não é tão prescritivo ou seja ele não tem um apesar de ter várias algumas regras elas não são engessadas né Elas são adaptativas Então a gente vai perceber que o grande desafio não é entender os Conceitos do métodos ágil mas prtica ágil né como envolver as pessoas nessa transformação ágil Cadê
Obrigado Então a primeira coisa que a gente pode abordar também é um pouco sobre governança né inclusive Grande Desafio que a gente tem hoje aqui no laboratório em alguns projetos grandes A exemplo do PEP mais RN onde você tem várias comunidades de usuários Distribuídos n em vários dados hospitalares e como orquestrar com que esses usuários seja especialistas né naquela área de domínio daquele grupo experimental ou até mesmo um simples usuário de tela que a gente recebe também contribuições através da escuta qualificada como promover uma estura de governância da gente consiga consiga priorizar né as entregas
conseguir definir as prioridades de uma forma que promove Equidade Ou seja a gente tem o Desafio de ter várias unidades que normalmente tem interesses diferentes e o desafio é que a gente fazer a curadoria do conhecimento em torno desses grupos pra gente alcançar resultado então combinando né práticas ágeis o linha melhoria condicional do processo a gente vai conseguir orquestrar né Essa escuta essa colaboração dessas comunidades para que a gente consiga entregar valor do produto no menor prazo possível então Esse início às parece um pouquinho difícil de abstrair para alguns que não estão no dia a
dia né a gente sempre reflete às vezes quando a gente tá só conceitualmente sem viver o dia não tem oportunidade de viver o dia a dia das práticas ágeis parece é algo muito conceitual mas na verdade Ajuda muito principalmente quando você compreende a proposta de valor e pratica esses valores no seu dia a dia Opa eh teve um conceito que a gente tava abordando recentemente muitos sobre o que seria a boa governança né então se a gente observar a boa governança é justamente você permitir com que aquelas pessoas que fazem parte do seu ciclo de
governança sejam ouvidas né participem participem da cadeia da tomada de decisões E que esse processo ele seja democrático né às vezes algums pessoas ouv o termo colegiado né quando Se fala em colegiado às vezes até mesmo serviço público associa muito a burocracia ineficiência dificuldade de direcionar as ações quando na verdade quando você tem uma boa estrutura de governança onde você tem processos bem Claros com a tomar de decisões realizando aquele grupo e de que forma eles podem est atuando colaborativamente nessa co-criação nessa nessa gestão a gente consegue mitigar os riscos principalmente os desafios do processo
Né seja gerenciamento de conflito ou seja o gerenciamento de prioridades seja gerenciamento de conflitos porque às vezes um determinado membro daquela comunidade tende a priorizar coisas que não neamente A coletividade então a gente vai perceber que ao praticar eh alguns princípios relacionados à governança a gente vai conseguir fazer com que esses usuários eles tenham eh o espírito coletivo exercitado Ou seja que eu não abal apenas minhas decisões Individuais meus interes individuais se a gente observar algumas práticas ágeis como o scrum onde a gente tem alguns papéis bem definidos a gente vai perceber que a figura
do po ou dono de produto onde você tem aquela pessoa centralizada responsável por tomar todas as decisões do produto então o desafio que a gente tem feito recentemente é mudar um pouco essa abordagem e trazendo a perspectiva colegiada de comunidades onde eu tenho ainda algumas autoridades Sobre quem define as prioridades mas eu tenho uma comunidade que tem poder de decisão essa comunidade ela consegue trazer pro produto Quais são as propostas de valor e a gente conseguir direcionar aquilo que realmente seja importante para atingir A coletividade então só para vocês terem a ideia uma solução hoje
como o PEP mais RN que é uma solução de prontoar eletrô da rede cesap ela reúne hoje pouco mais de 5.300 o ages e 1500 médicos se a gente Observar isso é um a cada três médicos do Rio Grande do Norte utilizam essa solução de plonar eletrônico hoje presente em seis hospitais e por mais que a gente tenha 1500 médicos com interesses diferentes a gente tem um colegiado um grupo uma comunidade que está disponível para definir as prioridades para esse grupo então imag Se cada um desses 15 m definisse o que deseja ver no sistema
o tema Skin que componente que prioridade então o Desafio é justamente estabelecer uma governança mas que não seja aquele modelo de governança engessado né alguns aqui de vocês já devem ter ouvido do do rup né aquele processo Unificado tem várias etapas bem prescritivas o que tem que acontecer e o nosso desafio é como eu tenho o controle com flexibilidade né então muito do que tá por trás da governança ágil que envolve muito a escuta qualificada envolve muito eh alguns princípios eh alguns princípios Universais como a colegialidade Ou seja eu faço parte desse grupo que avalia
eh aquilo que vai ser priorizado ao longo das Sprint ao longo das entregas e eu me sinto parte do processo eu me sinto parte dessa tomada de decisão conceitualmente parece tudo muito lindo mas no dia a dia é bem desafiador equilibrar né esses interesses e principalmente conciliar esses conhecimentos multidisciplinares então quando a gente Fala em métodos ág na saúde Existem várias abordagens eu parte do pressuposto que algumas Você já conhecia então não vou me abordar tanto no Manifesto ágil nos princípios ágeis eh nos pilares porque são conceitos já exercitados bastante na literatura mas tentar trazer
umas outras abordagens de conceitos que a gente utiliza de maneira recorrente no nosso dia a dia desde a parte do Design f o design thinker né o modelo grupo diamante onde a gente sabe Que sempre que a gente separa com um novo problema a primeira etapa é criar empatia entender esse problema não é já partir pra solução sem entender o que é que eu vou resolver é gostar do problema né Eh se apaixonar por o problema e consequentemente a solução você vai conseguir alcançar de maneira mais orgânica Então a primeira etapa exploratória é fazer essa
escuta qualificada que no nosso caso a gente tenta ser o processo mais democrático Possível ou seja ouvir na comunidade e a partir disso você tem o colegiado um grupo vocês vão ver um pouquinho lá na frente que ele faz essa curadoria para que a gente consiga definir que momentos a gente vai fazer os recortes relacionados à curadoria desse conhecimento e nesse processo de co-criação que envolve a discussão nesses espaços de comunidade a gente consegue definir de que forma o produto vai avançar e a partir disso a gente vai Ter uma sequência de experimentações que o
mais comum hoje aqui é justamente a prototipação para que o nossos usuários consigam visualizar melhor aquilo que a gente tá desenvolvendo esse processo ele se repete de maneira Interativa incremental em ciclos e a partir disso a gente vai conseguir definir as prioridades para fazer a liberação em ao final das sprints eh outra abordagem que se complementa cada abordagem que eu vou cando aqui Para vocês elas são complementares então Dificilmente uma única abordagem á vai resolver completamente o seu problema é um conjunto de estratégias que vocês devem levar consigo e a partir do momento da combinação
ou a utilização integra estratégia você ver de que forma o seu público responde melhor tem usuário que responde melhor à entrevista né Tem usuário que gosta mais do formulário responde mais a formulário tem usuários que a gente tem que fazer Um role Play ou seja eu tenho que ir lá observar fazer a imersão etnografia para entender o processo aquele usuário para conseguir desenhar melhores requisitos e tem casos que eu preciso reunir grupos de usuários que trabalh em locais diferentes O Grande Desafio hoje trabalhar em comunidades é que a gente percebe que às vezes no você
não tem processos é tão mapeados de maneira tão prescritiva Ou seja eu não tenho guia eu não tenho pcdt para tudo por exemplo que São aqueles protocolos clínicos né e diretriz terapêutica Então nem sempre eu tenho um referencial normativo Onde estão os processos de trabalho daquele grupo que eu tô entregando a solução então a partir do momento que eu Pens usar Sprint que olhando aqui ah como é que eu vou conseguir parar C dias a gente sabe que é muito difícil mas se a gente faz uma abordagem adaptativa disso eu vou ter momento onde eu
vou fazer o alinhamento seja Identificar o problema então sempre que eu vou começar um projeto novo eu vou alinhar a equipe que tá chegando é precis entender que problema estamos resolvendo e de que forma esse problema tá mapeado o problema ele tá na ferramenta na ausência do a ferramenta ou tá no processo pela experiência normalmente os problemas estão relacionados aos processos de trabalho o que a ferramenta faz é ser uma indutora da reer desse processo e a partir do Momento dessa cocriação com o usuário ele acaba refletindo para melhoria dos seus próprios processos então a
nossa ideia é a partir do entendimento do problema em profundidade que alguns conceitos pode chamar de imersão né nessa etapa Inicial né lembrem apesar do Design pint a trazer essa pretensão no 1.05 dias né a versão nova já reduzi isso para quatro e a ideia que eu não deixa passar um pouquinho a ideia é que eu não precise reunir toda equipe como é Preconizado na primeira versão então a gente sabe que hoje mobilizar tantos usuários para ficarem numa imersão vários dias é muito difícil Principalmente quando você tem que envolver a autto administração então por exemplo
hoje nas nossas Comunidades a gente precisa reunir representantes da área finalística que são coordenadores de área então eu tô desenvolvendo uma melhoria relacionada quem conhece aqui contexto hospitalar controle de Antimicrobianos Então qual a melhor forma de entender melhor o problema por trás do controle da terapia com antimicrobianos eu vou reunir pessoas referência nessa área normalmente os coordenadores ou pessoas por designados para pensar de que forma esse monitoramento pode ser realizado só que eu não vou passar a semana inteira com essas pessoas para entender o problema prototipar mapear refinar e tudo mais até que eu faça
a entrega no sistema Funcionando mas eu posso quebrar o meu processo em pequenas partes então eu faço uma sessão hoje onde a gente faz a ideação do problema entendo o problema mapeia os requisitos né entende o que é que o usuário exatamente precisa O que é que aquela comunidade necessita faz internamente o desenho de potenciais soluções leva uma proposta referência ou propostas referência né a ideia também é você não diversificar tanto as alternativas porque quando você tem uma Comunidade quanto mais alternativas ele tem à disposição mais dificuldade ele vai ter de convergir né então se
ele tem uma proposta A e B ele vai ter mais facilidade de definido que cinco mesmo que a nível de engenheria de software você tenha 5 10 NX possibilidades você vai ter que eleger o quê as melhores alternativas para aquela solução então quando a gente pega a bordarem eh F ou tin A ideia é a gente perceber que existe uma ordem que as coisas podem Acontecer para que esse processo criativo que às vezes quando fala BR aparece caótico eu tenho como estruturar esse processo né seja de maneira eh sequencial ou o que funciona melhor hoje
interativa incremental Então a gente vai fazendo as experimentações adquirindo conhecimento para compreender o problema problema perdão e reduzir a chance de ter dívida técnica ou seja o retrabalho Então a partir do momento que eu invisto um tempo em mapear e desenhar soluções Né seja com hisor Inter seja com prototipação e eu consigo validar com usuários que conhecem profundar o domínio não é um usuário é uma comunidade então a gente percebeu que por não ter alguns processos mapeados eu precisava ouvir a rede eu precisava desenvolver em rede Então a nossa estratégia apesar de ser desafiadora a
gente tem como proposta ouvir todos os representantes dos hospitais na construção desse prontuário que tem mais Ou menos vai fazer 2 anos agora em abril de 2025 onde ao longo desse processo já pass pararam mais de 300 especialistas mas a gente sabe que o grande desafio é a gestão de tempo então o que a gente faz a gente pega a abordagem faz justamente é um híbrido onde a gente pega a sequência do processo e divide nas sessões nas sessões colegiadas seja as sessões que é chama de ordinária onde todos reservam o tempo da sua agenda
normalmente uma vez por semana ou Quinzenal vai depender muito da n do colegiado e exercita práticas né de ideação pra gente conseguir materializar pro usuário aquilo que ele imagina como proposta de solução então no caso aqui do Design Sprint em que contextos vocês vão tá utilizando essa abordagem seja no começo do projeto onde todos precisam estar alinhados Qual é o objetivo do produto qual é a missão do produto qual é a visão do produto que problemas ele vai resolver e um esboço Inicial que a Chama de MVP que é o produto mínimo viável então estabelecer
o que vai conter as primeiras entregas não pensar tanto a longo prazo Ah daqui a 2 anos o prodo vai ter isso isso Mas quais são as entregas de curto prazo e materializar essa técnica de alinhamento também pode ser utilizado no meio do projeto para garantir que todos estejam na mesma página é muito comum que ao longo do projeto principalmente projetos grandes eh com o tempo as pessoas não consigam Ter a mesma visão de como tá o avanço do produto então a gente pode usar técnica design Sprint ou seja a gente apresentar pros usuários participantes
da sessão qual é o a eh qual o backlog né Qual o escopo do seu produto e e alinhar todos em relação aos próximos passos isso ocorre sessões que vai envolver nos primeiros dias todos os usares da cade de decisão né tanto usuário estratégico tático e operacional às vezes parece algo conceitual como é Que eu vou envolver o estratégico de hospital então aqui no PEP mais Erena a gente tem um colegiado dos diretores que eu não posso acioná-lo obviamente toda a semana mas que a cada dois meses ele se reúne para avaliar o que o
produto avançou e ver De que forma a ferramenta pode agregar valor no processo de trabalho estratégico E assim a gente vai desenhando o processo para aproximar né esses usuários eh das entregas de valor do produto e também serve para alinhar Integrant do equipe nov então claro que aquilo que vai atender sua realidade vai depender muito do problema que você tá enfrentando eh no dia a dia acho que até tem algo parecido na na tese da Ingrid né sobre isso a importância de você coordenar os trabalhos da equipe deex ou design com a equipe de desenvolvimento
Então quem já foi quem teve a oportunidade aqui de atuar no desenvolvimento de software né na gestão de um projeto sabe quando você tem os Times multidisciplinares tanto de desenvolvimento seja back ou front ou pessoal de devops enfim e equipe de design Dex é muito difícil quando eles andam na mesma Sprint ou ou seja no mesmo ciclo de entrega Por quê existe as incertezas do processo de prototipação nem sempre você vai ter uma validação aceitação na primeira entrega Então nesse refinamento Você tem uma dívida técnica muito grande quando a equipe desento já está atuando naquela
entrega Que a equipe de eg está projetando tá a partir do momento que você tem o cuidado de fazer com que a equipe de ue Gere as entradas para equipe de desenvolvimento de não na mesma no mesmo ciclo você reduz o retrabalho da equipe desenvolvimento seja na modelagem do banco de dados seja eh no desenvolvimento das funcionalidades então a gente garante que o nível de incerteza que é mitigado nessa etapa de de prototipação não vai ser repassado Paraa equipe de desenvolvimento porque o custo de mudança como a gente sabe é bem maior eh então o
scram né é uma coisa que a gente utiliza bastante aqui no laboratório com algumas adaptações né a gente sabe que no caso do scrum ele é um Framework né com um conjunto de práticas ágeis que vão auxiliar no gerenciamento tanto dos eventos no planejamento das suas entregas né Na avaliação na revisão das sprints Ou seja quando você vai Inspecionar aquilo que foi projetado no início do ciclo de entregas que no caso do scram ele tem uma duação mínima de pelo menos um Sprint vai até quatro na nossa realidade como a gente trabalha muito com verticalização
Então a gente tem alunos de graduação de Mestrado doutorado então a gente percebe que no contexto do laboratório praticar o foco que é garantir que todos estejam alinhados com a meta é muito difícil quando você você tem espaços muito Grandes tá apesar de no dia a dia é muito comum Sprint de duas a quatro semanas a gente trabalha com uma Sprint comprimento bem menor que é uma uma semana aí muitos pensam Nossa uma semana para ter um um incremento potencialmente liberável do produto como é que vocês fazem isso a gente fragmenta o planejamento então às
vezes você tem uma fita como um módulo que é muito grande e eu não vou entregar todo esse módulo na primeira semana então você vai Entregando o passe do módulo é exemplo que a gente fez recentemente nesse exemplo que eu trouxe do controle de antimicrobianos Então a gente tem a jornada de monitorar os pacientes que estão com prescrição desses antibióticos antimicrobianos Mas você tinha uma jornada de recomendações que é um setor chamado cch que faz esse controle no hospital para avaliar se aquele plano de tratamento tá adequado com a condição Clínica do Paciente se a
gente for esperar ficar pron todo esse módulo com a jornada do monitoramento desses pacientes os planos de tratamento período a sua correlação com o farmá as recomendações algo que eu posso entregar numa primeira etapa em duas semanas vou levar seis semanas dois meses a gente sabe quanto mais tardia a entrega de valor pro usuário ele tende a perder engajamento ele tende a não priorizar no processo então o grande desafio é definir o que você vai Selecionar do seu backlog como parte do seu Sprint backlog que é aquilo que vai estar no seu cinco de entregas
ao longo da Sprint Então nesse contexto aqui a gente vai ter as cerimônias né tanto a do planejamento quanto da revisão e no caso aqui ao longo desse processo a vai ter a del scram Sprint diária na nossa realidade a Delis scram porque CR que pareça é o mais elementar né das atividades do Framework scram a gente Às vezes tem uma dificuldade justamente por A gente ter times multidisciplinares que trabalham em horários distintos a gente tem esse desafio Você tem uma a graduação que tem uma rotina uma a de Mestrado tem outro doutorado profissionais que
já são pesquisadores convidados e tá gente Às vezes tem que tem que coordenar P 20 30 pessoas que tem que conciliar em torno de um objetivo em comum então quando a gente tá mapeando em que momento vão acontecer as cerimônias a gente precisa coordenar Esses horários quem já leu o guia do scram sabe que paraa maioria das cerimônias ter serem mais dig assim produtivas elas T que ocorrer no mesmo horar no mesmo local quando a gente fala local não necessariamente é local físico mas um padrão de comunicação Ah eu vou fazer sempre usando o zoom
Ah eu vou fazer o teams eu vou usar o Google Meet Então você até a ferramenta você ter uma Constância né um padrão na utilização da ferramenta garante que todos sempre vão Estar alinhados com aquela prática que você vai fazer de maneira recorrente para garantir a evolução do seu produto o a scran ele lembra um pouco eh para projetos um pouco menores onde você não vai ter um ciclo de entrega tão extenso Ou seja eu tenho uma figura central de um PM ou Líder técnico que ele vai ter um backlog ou seja um conjunto isso
até Inclusive é o mais comum né que o pessoal se depara que é você ter um conjunto de tarefas que você vai fazendo E vai entregando Então essas tarefas elas vão sendo priorizadas e ela entra no seu tesk board onde você vai ter aquela lista do que você vai querer fazer naquela naquela semana naquele momento aquelas que estão execução aquelas estão pausadas por algum motivo e aquelas que estão entregues a grande dificuldade do scrumban é você ter uma visão de rud Map onde eu estou que falta ser entregue Porque como você foca sempre em tarefa
você tem aquela Hierarquia ização do backlog você tem essa dificuldade de avaliar Progresso você tem facilidade de gerar o flow contínuo né o fluxo contínuo de entregas então se você tem um produto onde ele se assemelha mais a um serviço e não um projeto Talvez o scran ele seja mais adequado por você vai ter uma lista permanente de tarefas que não necessariamente estão interrelacionadas e ele acaba sendo a melhor abordagem mas se você tem um escopo mais claro bem Definido Onde você consegue claramente estabelecer ser uma visão do produto como ele deve estar a partir
de de uma rti daqui a 2 meses 6 meses talvez você usar uma abordagem um pouco mais prescritiva como scrum seja melhor tudo vai depender da sua maturidade da sua equipe não então como a observou o scran ele faz um um híbrido né ele traz as um pouco do da flexibilidade do e kamban onde você tem a ideia do fluxo centrado em tarefas Diferentemente do Onde esse fluxo ele vai ser Centralizado em Sprint como alguns de vocês conhecem o Sprint ele é considerado como se fosse o coração da o coração do a Sprint é como
se fosse um um um contêiner né dos dos eventos onde você vai conseguir ao longo desse ciclo de entrega realizar todas as etapas de planejamento revisão que é apresentação das entregas e eventualmente a retrospectiva e ao longo desse processo para garantir foco com assistência você vai fazendo a del scram O Grande Desafio aqui não é entender o que é que eu faço no planejamento o que é que eu faço na revisão retrospectiva e quem participa mas garantir que todos envolvidos entendam ágil que o ágil é o mindset né é uma mentalidade é o olhar ágil
é o olhar de responder rápido a mudança ou seja por mais que eu tenha um backlog para entregar dentro daquela Sprint vão surgir intercorrências ao longo do caminho não é pagar tudo que eu planejei na segunda para fazer o que Apareceu na quarta não mas você conseguir ser ágil o suficiente para saber até que ponto Você pode ceder para incluir algo no seu backlog que não comprometa a entrega no final é distinguir uma melhoria de um incidente então é algo que gerou a descontinuidade de uma parte do produto então é um incidente que impede os
usuários de executar uma tarefa ele vai ser mais prioridad que talvez algo em uma Fit que você ainda tem algumas semanas para ser Concluído por isso normalmente uma boa prática é você ter times separados né times entação time de manutenção evolutiva eh e aí só para cons essa Prim esse primeiro bloco entender que existem várias abordagens ágeis não existe uma melhor ou pior existe aquela que resolve o seu problema e entender que o que vai definir a melhor prática não é quem seguiu literalmente cada processo cada etapa cada atividade mas de que forma Você conseguiu
adaptar adequar aquelas práticas ao seu processo de trabalho a sua equipe como seu time responde melhor Como você consegue envolver mais os steakholders e conseguir maximizar o que nós de entrega de valor E aí eu falar um pouquinho no Contex mais prático né no contexto do RN como os mtodos contribu na transformação digital qu fal transformação digital não é só entregar ferramenta não é só colar tecnologia a serviço dos usuários é pensar processo De trabalho é pensar incorporação tecnológica é pensar na jornada do paciente na jornada do cidadão na jornada do gestor é entender Quais
tarefas as pessoas desempenho e de que forma esse processo mapeado nas etapas anteriores pode ser melhor eh sistematizado nas ferramentas estão sendo desenvolvidas Então se a gente pensa aqui na abordagem em Comunidades a gente vai perceber sempre que a as os métodos Ages sempre tentam definir sempre atores etapas processos e atividades mas sempre esses atores eles vão ter alguém que desempenha aquele papel seja isoladamente ou cumulativamente né A exemplo de um dono de produto ou ser um scrum master no caso do scrum o que a gente traz na nossa realidade aqui do SUS é o
desenvolvimento em comunidade que Dada Mais é do que você envolver usuários de forma ativa e contínua na construção na cocriação desse produto Para isso exige o quê um processo de governança ágil onde essas pessoas entendem o seu papel no sentido de auxiliar na construção e na agregação de valor daquilo que tá sendo desenvolvido então a ideia Central é criar justamente soluções que sejam mais alinhadas então parece algo bobo mas a chance de aceitação de um painel de por exemplo gerenciamento de hemoterapia de soluções de hemoterápicos né sei lá Emas plaquetas e afins se você envolver
Representantes dessas agências transfusionais sejam se 10 12 unidades do que você ouvir apenas o LACEN que tem autoridade institucional para definir os padrões mas talvez gargalos operacionais que essa comunidade vai conseguir trazer no Brainstorm que esse especialista que tá no nível mais tático e estratégico talvez eue não consiga visualizar Então democratizar essa escuta não só para nível estratégico mais tático operacional é o grande diferencial Trabalhar em comunidades você tem usuários dos mais diversos tipos de de aprendizado de letramento e você consegue ter uma visão tanto do que nós chamamos de detratores que são aquelas pessoas
que odeiam o produto falam mal do produto né Ai meu Deus estou aqui tendo que usar esse sistema horrível né para os outros tempos que eu não posso usar aqui ou os promotores são aqueles que realmente defendem o produto que tão engajados e estão sempre dispostos a Contribuir o que muitos não sabem é que a partir do momento que você ouve os detratores e faz uma curadoria daquilo que ele tá lá reclamando O que é que faz sentido ou não e traz pro espaço de discussão qualificada que é o colegiado e já antecipando no conceito
que qual a diferença da comunidade pro colegiado a comunidade é qualquer usuário que esteja no contexto de uso do produto e que ele por algum motivo seja impactado pelo processo também chamado de steak holder Só que essa parte interessada não necessariamente tá no dia a dia da solução que você tá desenvolvendo já a comunidade você vai ter pessoas que operal tem mas não necessariamente T estão nos Espaços colegiados porque não tem como envolver imagine hoje o PEP só o PEP mais RN eu tenho aí 5300 usuários não tem como reunir uma super comunidade mas existem
grupos né espaços canais de comunicação de qualquer usuário que entenda que tem uma contribuição ele Pode socializar e tem pessoas que vão fazer uma curadoria daquelas contribuições e trazer pro espaço colegiado Opa is que F fraquinho agora foi bom então quando a gente fala desenvolvimento né Eh ágil centrado em comunidade a gente precisa entender alguns Pilares né avaliar alguns conceitos a primeira coisa é que quando eu falo desenvolvimento comunidade eu vou começar com sessões de Brainstorm Para definir a visão do produto né eu vou definir aquilo que eu quero entregar a partir disso né Desse
Rasco inicial do produto tem várias técnicas né painel csd que é certeza suposições e dúvidas você pode fazer o mapa mental enfim tem várias estratégias para você delimitar isso a partir do que o seu produto vai entregar você vai estudar comunidades então eu tô falando do PEP mas tem outros produto tá gente mas o PEP é o que ele acaba sendo um pouquinho mais Complexo que realmente a gente precisa criar várias comunidades e o que vai definir que uma comunidade tem que trabalhar separadamente da outra objetivo não adianta eu discutir quem é do contexto hospitalar
aqui demandas da radiologia com o pessoal de microbiologia com o pessoal de análises clínicas porque são jornadas diferentes tudo é exame mas são exames que t singularidades a forma como ele vai Analisar quem tá olhando para rest antibiograma é diferente quem tá usando hemograma que é diferente de um raio x tomografia Ultra sucessivamente Então a partir do momento que os usuários têm objetivos distintos jornadas diferentes a gente cria uma comunidade e para garantir governança eu tenho uma comunidade de comunidades que é a comunidade central ou também chamar da colegiado Central que ele vai fazer essa
curadoria da produção desses espaços Para garantir que tudo seja definir de forma segura e que não tenha viés porque se você propõe você mesmo apra a chance de falha é muito grande é o mínimo de governança né então você não pode eh ser juiz e Jú né ao mesmo tempo Apesar que é muito comum Às vezes as pessoas acumularem responsabilidades E aí quando a gente fala de governança Á é justamente essa orquestração entre aquilo que tá sendo eh criado priorizado construído cocriado com as comunidades De usuário também chamado de colegiados técnicos junto com os times
de desenvolvimento né seja os profissionais de back front as equipes de ux E aí orquestrar esse processo é justamente o desafio da governança ágil como garantir que aquilo que é desenhado pelos colegiados pelas comunidades vai ser compreendido pelo time de experiência do usuário que vai prototipar validar junto com a comunidade e que isso vai ser implementado pela equipe desenvolvimento Então para isso eh a gente tem práticas ágeis que são combinadas de acordo com o grupo Focus né então tem grupo que a gente consegue com poucas sessões entender o que aquela comunidade precisa tem outras que
o nível de incertezas é maior do que antes de entrar na reunião então a gente tem esse desafio do dia a dia por isso que quanto mais ampliada essa escuta Inicial for mais chance eu tenho de perceber eh o espectro né dos requisitos daquela Comunidade conseguir fazer a curadoria conseguir fazer a priorização que normalmente ocorre na própria comunidade ou perdão nas comunidades que fazem a governança que seria no caso os grupos centrais que são a última barreira de validação antes de uma funcionalidade ir para release né ser entregado e tem a própria incorporação que o
Nicolas é especialista nessa parte né tem muita paciência trabalha Corporação não é simples que seria na verdade fazer com Que essa tecnologia seja utilizada com seu propó propósito por mais que essa Escuta ela é colaborativa ela é ampliada Ela nem sempre ela tem capilaridade Eu tenho um grupo de 10 pessoas que tem uma representatividade de todas unidades não é a garantia que a opinião desse grupo é a mesma de todos estão lá na ponta então para isso existe o processo de incorporação que muitas sugestões de melhorias vem desse processo dessa escuta seja ouvindo os detratores
ou os Promotores para garantir o enriquecimento eh das funcionalidades construídas no produto aí tem alguns atores tem mais mas aí como eu tinha que resumir um pouco a apresentação T agrupar alguns perfis pra gente entender um pouquinho como é que funciona essa governança Então a gente tem a ideia de algumas líderes né o líder é aquela pessoa que vai ter uma responsabilidade mais tática né mais estratégica no processo Então Você tem o líder ou gerente de produto que ele vai ser um orquestrador que vai olhar tanto para fora do produto quanto para a parte interna
né a gente sabe que o melhor mundo é você ter o líder de produto que ele tem um olhar mais negocial ou seja ele consegue ter uma maior sensibilidade naquilo que a comunidade precisa mais melhor então por mais que tenha os espaços de decisão esse líder de produto é que vai trabalhar a mediação dessas discussões Fazer com que todos compreendam aquilo que vai agregar maior valor produto enquanto o líder técnico de produto ou gerente técnico de produto ele vai se preocupar com o operacional Então a partir do momento que as comunidades desenham soluções validam esses
protótipos né validam os projetos eu vou ter o líder de produto preocupado em garantir que o prazo pactuado seja cumprido ou que as intercorrências que surjam nesse processos sejam mitigadas o Mais rápido possível da melhor forma possível com menos recursos né fazer ser na Perspectiva da melhoria contínua e o líder técnico Vai garantir que eh aquilo que foi planejado do ponto de vista de projeto seja executada da melhor forma possível né com os testes com qualidade a gente vai garantir que eh aquela funcionalidade Ou aquele módulo ele seja componentes visuais que vão auxiliar na padronização
na construção dessas funcionalidades então designer de Produto junto com o time design c tem como finalidade garantir que essa biblioteca por exemplo ela seja sempre atualizada com os componentes que são utilizados no produto e aqui na segunda parte a gente tem o a os papéis dentro do colegiado tanto o membro que é um Zag especialista tá que faz parte daquele colegiado seja central ou satélite E você tem um mediador que é um facilitador que vai ser responsável por definir as pautas O que é que esse Colegiado vai priorizar essa semana esse mês ou nessa release
né Um Desafio que a gente tem hoje pelo grande volume então na gestão hospitalar para um prontoar eletrônico funcionar você chega a ter até 30 colegiados técnicos tem como ser único todo mundo não então o grande desafio é saber como fazer a alternância dessa escuta ah a gente atendeu agora com a release focado nesse grupo da microbiologia nesse grupo da Segurança do paciente e nesse da da a ccih por Exemplo que é o controle de infecção hospitalar em que momento eu vou fazer uma nova escuta né então isso é um conjunto né de variáveis que
algumas acabam sendo empírica mesmo taças empíricas né que de acordo com eh avaliando a experiência desse usuário que atividades são comprometidas hoje em relação a um um um certo processo que ela não foi mapeada ou não foi incorporado Então a partir da combinação dessas escutas tanto nap da incorporação Então na Perspectiva do colegiado do produto a gente vai conseguir priorizar e esse mediador ter como papel fazer com que os membros do colegiado se entendam já que eu tenho uma comunidade aí formada por representantes da área de negócio que estão estão geograficamente distribuídos estão em locais
diferentes consequentemente a gente tem interesses diferentes a gente tem um representante de cada hospital e vai defender os interesses do hospital e como cada Hospital tem perfil diferente um é Pediatria outro é hospital de trauma outro é Hospital Geral Então como G que hospitais que TM realidades diferentes consigam convergir consigam chegar no consenso Então esse mediador ele tem essa habilidade de comunicação precisa ter para garantir que todos estejam sempre focados na tomada de decisões que contribuam pro produto e consequentemente paraa sua realidade ele não pense apenas em resolver a curto Prazo os problemas da sua
realidade e tem o líder esse Líder é uma figura um pouco eh folclórica né nicas mas a ideia do líder é alguém que representa o estratégico do negócio que no caso do conflito entre os membros do colegiado ele tem a eh o poder final tomar decisão ou seja vamos supor que eu tenho lá seis membros né que representando seis hospitais que é a nossa configuração hoje e por algum algum encaminhamento não há um consenso não tem uma maioria Simples né nesses membros Então nesse caso esse lí pode atuar em dois momentos quando há ência em
relação à tomar de decisão ou quando algum ato do colegiado ele é por algum motivo ilegal em válido né pode ser por falta de conhecimento alguma decisão vá de encontro algum normativo legal em vigor Então esse le de colegiado ele tem autoridade para sugerir a revogação do ato anterior então ele pode tomar né retomar a decisão anterior para isso já os membros Eles não têm esse poder né eles podem até sugerir mas passa pela anuência do de vez em quando a gente ou Ah quem foi que colocou isso no sistema aí a gente vai lá
pra reunião 85 de sei lá Maio e diz olha inclusive você est nessa reunião e você votou né então Ah tá tudo bem então ele entende que foi uma adesão colegiada não é só ele discordar o que ele pode fazer enquanto membro é uma contra proposta para garantir que não sejam tratado iguais os diferentes então O Grande Desafio do trabalhar na comunidade é conseguir mapear essas diferenças tem o colaborador adoc que seria aquela pessoa que não tá lá na pauta permanente mas porque ela tem uma expertise muito boa um certo tema ele é convidado a
construir propostas nas agendas satélites né então Ou seja eu tenho as reuniões padrã faz as reuniões ordinárias e aí de vez em quando eu tenho alguns temas são muito difíceis abordados a gente precisa construir uma Proposta antes né de uma maneira mais aprofundada a gente convida algumas pessoas conforme sugestão dos membros do colegiado para construir as propostas a gente não vai para uma reunião sem pauta né pelo menos é do co a gente trabalha assim porque se vai para uma reunião sem pauta é ismo pro caos né porque cada um vai querer pautar na hora
o que precisa Então pel menos ass que eu trabalho a gente evita né ir pra reunião sem pauta para que todos sai pode até surgir um Outro tema mas a gente tem um roteiro daquilo que prisa ser debatido bom gente então parece que são muitos papéis mas tá falando aqui da engenharia que envolve aí um produto que hoje tem mais de 400 funcionalidades né sendo desenvolvido há pouco mais de 2 anos e aí o desafio é garantir que não haja desconstrução Principalmente quando tem mudança Imagine se mudar um coordenador de um hospital e ele queria
mudar todo módulo porque agora ele entende que o Processo é diferente não é que a gente não possa mudar se forem ideias que agreguem valor e essa percepção de valor seja coletiva A gente vai fazer como sempre faz mas para isso eu tenho uma governança que vai garantir que não adesão individual mas uma decisão que vai beneficiar a comunidade eu acabei já falando um pouquinho como é que elas funcionam então tem essas reuniões Ordinárias eh inclusive Professor Mara até pergunta como é que você faz para Engajar pessoas por tanto tempo né então lá no espírito
de Santo la tem um projeto né chamado vacina e confia onde esse colegiado técnico que se reunir toda segunda-feira antes ag 8 horas igual 8:30 né pessoal de essa reunião mas assim ela é necessária né então toda segunda-feira ch 1 hora do seu tempo 1 hora meia no máximo para definir as prioridades E esse grupo se reúne há quase 4 anos ão falando assim é religiosamente só não se reú acho que é Uma vez ou duas no ano é quase aquela academia lá né que é duas vezes por ano que feixa então esse colegiado Ele
só não se reúne E mesmo quando tem algum feriado a gente tenta sempre colocar no dia seguinte porque eles entendem a importância que a qualidade que a solução teica é referência no SUS em imunização é por esse trabalho de continuidade então ele sabe que Enquanto existir o produto vai existir esse colegiado que define as prioridades como A gente fez inclusive ali hoje né hoje segunda que fizemos hoje tá Então nesse caso aí são as reuniões Ordinárias programáticas Quando surge algum requisito legal que eu preciso atender no menor prazo possível aí às vezes você faz uma
extraordinária para resolver a gente sempre evita extraordinária porque já é difícil as pessoas manterem né agenda fixa Então realmente a est o nome sugere é situações excepcionais que representam um risco muito grande né de Responsabilização e ou desrespeito a algum alguma Norma legal e tem agenda satélites como eu falei agenda satélite quando é um tema muito complexo e a gente precisa fazer uma reunião para discutir estratégia normalmente a estratégia a proposta é feita assíncrona Ou seja a gente faz a a curadoria do conhecimento né coleta instrumentos coleta processos a gente sistematiza faz uma proposta referência
no máximo duas Porque quanto mais opções mais difícil De você convergir e a partir disso a gente valida nas Ordinárias mas alguns temas demandam agenda saté essa própria esse próprio colegi se reú há 4 anos Às vezes tem alguns temas de alguma nota técnica do ministério que trouxe um processo novo semana passada acho Professor até lembra a gente teve uma reunião com o ministério que é o dpni Né que é o departamento Nacional de imunização para definir um cálculo de cobertura é uma fórmula nova que mudou Completamente a gente vai ser um dos primeiros sistemas
fora do sistema cpni que vai implementar esse cálculo então para isso a gente seou com os analistas do ministério para entender esse cálculo Então essa prenção não foi no colegiado com 20 pessoas foi uma agenda satélite com um grupo menor de especialista para fazer essa curadoria montar essa proposta e levar pro colegiado então o colegiado é um espaço de discussão qualificada você não vai pegar um grupo E começar uma pagina em branco toda vez Então grande diferencial é tratar essa reunião como espaço de discussão qualificada onde propostas são melhoradas mas não são consti do zero
se você fizer isso as pessoas não vai conseguir encaminhar numa reunião de uma hora por exemplo acho que não tá indo aqui Opa pronto meta usag no RN né Vamos acelerar um pouquinho então no caso do PEP que eu já falei para vocês ao longo Da apresentação é a solução de prontuário dados de hoje né tá chegando aí a 141.000 atendimentos são 76.000 prontuários e 5300 profissionais Então a gente tem aí mais ou menos 1500 médicos como eu já mencionei para vocês mais de 2.000 profissionais da equipe eh de enfermagem e quase 1000 da equipe
multi além da equipe que atua nos setores administrativos eh então o PEP mais RN né a solução S digital que tem como foco disponibilizar Um prontuário eletrônico de paciente integrado multidisciplinar e centrar no Cuidado integral então no caso do PEP se você faz parte da linha do Cuidado você tem acesso a de maneira responsável obviamente aos dados saúde do paciente então não existe aquela percepção que o Enfermeiro só vai visualizar os registros da enmagem o médico S do médico Aquela aquele excesso de de fragmentação da informação não o cuidado ele é integral então o paciente
ele Assistir de maneira multidisciplinar então conceitualmente o PEP é desenvolvido dessa perspectiva né do Cuidado integral ser multidisciplinar hoje ele tá disponível em seis hospitais da rede cesap tanto deoclécio Marques emn Opa é o deoc mar parnamirin né Hospital da Mulher em Mossoró o g Trigueiro em Natal né o achado aqui em Natal o tacisio mar em Mossoró e recentemente a gente iniciou lá no Valfredo gugel foi né um dos Maiores desafios a gente sobreviveu né pode se fosse do ex uma estrelinha né quem sobr aquela implantação porque realmente foi bem desafiadora porque Opa a
gente fez e a que chama de virada de sistema em um hospital que já usava um software há 10 anos então imagine vocês um hospital que já usava pontuar eletrônico há 10 anos aquela coisa já enraizada de repente do dia paraa noite mudou todo o sistema de todos os setor todas as áreas né migrar Todos os pacientes e a gente entendeu que existia duas estratégias né Essa mais agressiva e uma mais conservadora essa agressiva o ônus é que você tinha um avalanche de demanda nos primeiros dias tanto é que a gente no meu caso lá
a gente chegou antes de 6:30 foi 6 6 horas 6:30 no meu caso eu saí de lá meia porque tinha que sair porque se fosse ficar ia dobar o plantão mas no outro dia tinha que est lá novamente mas a gente percebeu que essa foi a forma de Induzir a mudança da forma como o sistema ele se comportaria melhor porque se você a jornada do paciente ela não poda dar fragmentada em dois sistemas imagina a enfermaria e um sistema a internação e outro é muito difícil porque a forma como a gente desenha a solução é
totalmente integrada então a gente teve esse Desafio Foi um trabalho que diferente dos outros hospitais que é um três semanas o mês no Valfredo a gente começou em junho e foi até Novembro então foram 5 meses de planejamento Apesar que algumas pessoas acharam assim Oxe mudou o sistema né descobriu no dia mas assim houve o planejamento houve comunicação e eu não lembro Foi muita turma Nico mas assim muito 20 30 bocado né 40 é assim 30 e pouco as turmas Foi muita Ou seja a gente investiu em comunicação capacitação disponibilização de várias formas quem quis
participar do treinamento cinco participou quem quis Achar Ah o professor do vídeo né à Olha o rapaz do vídeo né porque muita gente assistiu de maneira assíncrona aqui são mais de 30 eu só trouxe alguns só você ent Quando eu falar colegiado como eu falei você tem um objetivo diferente eh quando a gente pega o o ag né Principalmente o scram que eu vim quando eu comecei ag bem assim andava embaixo do braço de lembra dessa época acho é a gente fala ah não todo mundo tem que saber tudo o time tem Que ser Cross
funcional Auto organizado aquela coisa toda só que a gente percebe que você precisa personalizar a experiência então eu não tenho como já é Um Desafio no colegiado Central né porque o colegiado Central ele tem esse problema como ele chega todos os temas lá eu sou da farmácia Clínica aí hoje eu falei de evolução do anestesiologista hoje a gente falou de bloqueio de prontuário para paciente permanência mais de 24 horas a gente falou de Assinatura eletrônica então a gente falou de vários temas a gente falou de pareceres de filtros Então são muitos temas é muito difícil
hoje a gente uma carência de pessoas que tenham sede pelo conhecimento M disciplinar né as pessoas estão muito direcionadas hoje a ser hiper especializadas a gente tem uma dificuldade muito grande dessa escuta ampliada no colegiado Central sabendo disso a gente nos colegiados técnicos saté são esses aqui a gente tenta Agrupar os usuários membros com objetivos em comum então mesmo exame como eu falei né todo mundo igual aqui não tem mas a gente tem separado microbiologia que a gente já percebeu que vai ter que separar não tá aqui mas por centro Seguro Ah vamos juntar todo
mundo sentro cirúrgico e vamos colocar para discutir vai dar não vai dar certo Por quê você tem o cirurgião ele tem jornadas diferentes do instrumentador que é jornada difer do anestesiologista O o que o anestesiologista vai perceber o que ele vai evoluir é diferente do boletim operatório que o cão tá preenchendo o Enfermeiro ele tem evolução do pré-operatório evolução do pós-operatório Tem um pessoal lá do srpa então não faz sentido e tratar igual fez como eu falei lá atrás Então a gente vai fragmentando então mesmo um módulo sendo único chamado centro cirúrgico a gente teve
que quebrar em três colegiados o colegiado do centro cirúgico dos Enfermeiros que não é o mesmo dos enfermeiros da assistência Olha que interessante é tudo enfermeiro mas o olhar do enfermeiro centro cirúrgico é diferente de quem tá lá na enfermaria ou quem tá na UTI Então nesse caso a gente teve que separar para garantir eh uma um uma melhor pacificação né se você bota pessoas que não tem muita conexão com o tema elas vão ter dificuldade de propor né de ser mais eh propositivas E resolutivas então a gente agrupou em Aliás fragmentou né especializou no
eh centro cirúrgico em enfermagem cirurgiões e anestesiologia porque a gente percebeu que apesar do anestesiologista esse Apesar tem que ter cuidado né mas o anestesiologista ele é médico também né porque às vezes tem um problema aí na área deles mas enfim ele é médico também só que ele tem instrumentos diferentes então a gente percebeu que não daria para discutir os mesmos temas os mesmos problemas que os Cirurgiões enfrentam com anestesiologia porque ele tem outros problemas ele tem avaliação pré-anestésica ele tem avaliação anestesiologica são instrumentos diferentes Então sempre que tem um projeto grande e trabalhar colaborativamente
é bem desafiador fazer a governança ágil desse processo então a gente conseguiu resolver e é interessante assim a paciência entre aspas que os colegiados têm saber nem toda semana vai ser possível então essa Esse ano né estamos acabando o primeiro mês né amém janeiro né 40 dias já a gente teve reuniões com pessoal na nutrição a gente teve com enfermagem a gente teve com com pessoal do do centro cirúrgico tá então são várias categorias que a gente faturamento né aí faturamento tem uma separação mas como mas também não não faz S fragmentar demais mas tem
um faturamento hospitalar faturamento eh de internação Então a gente vai percebendo Né o quanto aquela comunidade ela tem conhecimento prévio para fazer aquela tomada de decisão e vai especializando como vocês estão vendo aqui e aqui são os números mais macros do PEP né então Eh hoje a gente tá chegando a quase 1 milhão não é 1 milhão são 900.000 evoluções é muita coisa né Quase que eu coloco 1 milhão mas assim provavelmente até sei lá próxima semana terça-feira né a média são 70.000 evoluções por semana no ritmo atual depois que entrou o sexto Hospital Então
deve tá alcançando esse 1 bilhão próxima semana é muita coisa gente então o que que a chama de evolução do paciente no PEP é o ato de você registrar um novo dado de saúde daquele paciente seja algo mais bobo como o histórico de saúde se aquele paciente tem comorbidade se ele faz uso prévio de medicações até mesmo uma solicitação de cirurgia uma prescrição demo terápico uma prescrição hospitalar Então nesse caso são tratado como Evoluções tá um pedido de parecer uma resposta enfim eh 181.000 prescrições é muita prescrição hoje a média de prescrição são mais ou
menos 800 prescrições dia então todos os dias nós temos aí mais de 800 pacientes internados que tem a sua prescrição e a gente gera não só obviamente o registro dessas prescrições mas o diferencial é que a partir da escuda da comunidade a gente definiu alertas né prescrição que não checada no horário prescrição que Não foi apras prescrições eh que estão próximas do horário né então hoje com poucos cliques um gestor ou até mesmo quem tá no plantão sabe ah você tem no seu setor 20 pacientes Quantos estão sem prescrição então el faz o filtro pro
setor Ah o diretor do hospital sabe que hoje internados tem 288 pacientes Quantos estão sem prescrição com poucos cliques eles conseguem monitorar esse tipo de situação mais de 500.000 exames Solicitados Então são muitos exames das várias áreas como eu falei tanto a parte de análise Clínica microbiologia exames de imagem e a agendamentos ambulatoriais eh Lembrando que há muito tempo no SUS que não se constrói uma solução de prontoar eletrônico ou gestão hospitalar do zero com né a preocupação a qualidade na experiência que a gente tem feito hoje além do PEP no SUS basicamente el só
tem mais dois que é o esus speec Né da aps e o ag nos hospitais Universitários mas construído do zero né o grupo independente que é no caso laboratório sei lá no histórico recente a não tem porque normalmente o que o pessoal faz é gerenciamento de consulta de atendimento mas não consegue fazer gestão hospitalar de forma integrada como nós fazemos aqui ouvindo essas mais de 30 comunidades de usuários né Eh são 20 20 Opa passei 25 milhões de visualizações ou seja só para mostrar para vocês Que esse trabalho com essas Comunidades tem não só gerado
indicadores mais Impacto né impacto na melhoria da qualidade assistên eh tem um tempo que a gente Recebi uma reclamação que é o seguinte Nossa com o sistema novo os pacientes estão ficando menos tempo eu digo Será que estão ficando menos tempo ou o dado ele é mais qualificado né Ele é mais oportuno né então provavelmente no momento que eu usava outro sistema de informação ou papel você não tinha um registro Oportuno Porque hoje a gente tem várias várias eh digamos assim vários gatilhos várias barras de segurança que quando o médico ele não resiste oportunamente a
saída do paciente a gente tem uma finalização administrativa Então hoje entende que um paciente de ambulatório com uma consulta ele não vai ficar mais que 24 horas então após 24 horas esse atendimento é encerrado uma atendimento de PS que né não vai ser mais J enfim Eh por exemplo faz todo sentido quando você tá falando de leitos você bota um paciente no leito em média o paciente por exemplo fica 10 15 dias no leito para um determinado procedimento aí quando você olha o paciente Ficou 100 dias o paciente Ficou 100 dias ou Alguém deixou de
dar baixa e quando eu deixo de dar baixa tá entrando outro paciente que não tá registrado que aí é o Fura Fila entendeu então eu deixo lá a Paciente é ocupar o leito ocupado por José mas na verdade já passou Francisca Maria Pedro João nesses 100 dias aí e aí você furou a fila e ainda prejudicou o quê o faturamento do hospital É nesse caso aí um subfaturamento beleza e só fechando esse exemplo E aí já vai para o final e tinha mais coisas mas eu vi que o tempo já né avançou eh quando a
gente táa lá no colegiado ho foi um caso clássico né ah o diretor reclamando porque o sistema não deixava Admitir o paciente se ele tivesse outro hospital digo é óbvio né é conceito elemental um paciente não pode estar internado ao mesmo tempo em dois hospitais Então esse é um pr da ferramenta ou processo de trabalho então a gente sempre tenta tá esse conceito Será que o problema está na ferramenta e não é perfeita a gente tá todo dia n mudanças todos os dias né todo dia tem atualização mas sempre que chega uma demanda da comunidade
a gente faz uma Primeira barriga uma primeira coisa será que realmente aquilo faz sentido Não faz Nícolas já é treinado Eles já quando ele manda normalmente já já tem esse dado já tá qualificado e a gente vai tentar né encaixar nas prioridades são muitas prioridades Mas a gente sempre faz aquela classificação é um incidente ou uma melhoria O que é um incidente ah a pessoa não consegue trabalhar por conta de isso é um incidente tem que resolver Ah não é uma melhoria Então a gente vai Colocar naquela proporção de melhorias fe aquilo que já tá
planejado pro produto e conseguir equilibrar esse interesse mas a gente tem muito problema no colégio de fazer essa mediação entender o que é visto de processo de trabalho o que é ferramenta e como a ferramenta pode ser uma parceira nesse processo A ideia é perceber que quando você une comunidades né de usuários e Oi é aqui foi um compilado então oid de Coma usuários né com desenvolvimento ágil e colaboração contínua a gente consegue fazer Justamente a entrega de soluções de alto impacto então é desafiador é difícil às vezes estressando né Nicolas mas ao mesmo tempo
a gente consegue ter efetividade ser mais eficaz Então não é só entregar por entregar é resolver problemas e grandes problemas né o que não falta são problemas do SUS para resolver e a estratégia de ter a comunidade garante Que os problemas em tese nem sempre né mas na maioria dos casos os problemas mais relevantes são aqueles que a gente tá priorizando então com certeza é uma grande alternativa pensar em ouvir não só um dono de produto ouvir Só um especialista mas ter a governança a paciência e a articulação de ouvir comunidades de maneira sistematizada integrativo
incremental com certeza vai contribuir para que você consiga potencializar não só o impacto dos seus Produtos mas a percepção desse impacta pelos usares então com isso eu encerra aqui obrigado pela atenção [Música]