Tem muita gente que tá acompanhando que se você eu fizesse essa pergunta para ela, falar assim: "Minha história é negativa. Eu só sofri na vida, que eu tive que trabalhar desde cedo porque meu pai me abandonou, porque minha mãe me batia, que eu tinha que sustentar meus irmãos". Olha só que interessante. É porque ela ela tá olhando sempre do lado negativo, mas ela não percebe o quão resiliente ela é, quanta garra ela carrega, quantos pela história, se tivesse passado pelo que ela passou, já teria desistido. Uhum. Então, o fato de você não olhar pra sua
história da maneira correta é um dos maiores erros básicos que nós cometemos. Cleiton, sua história teve momentos difíceis? Teve, mas teve momentos de alegria. Na vida você já errou já, mas eu mais acertei do que errei. Amigos, sejam bem-vindos. Sejam bem-vindos a mais um Conectando com a Inteligência. Mais uma oportunidade de você se aprofundar na gestão das suas emoções e no autoconhecimento. Eu sou Cleiton Pinheiro e eu estou aqui com a equipe da LF Gestão. Do meu lado direito, dona Bruna. Olá. Ao seu lado, dona Ariele. Oi, gente. Vocês estão com frio? Sim, hoje tá
frio. Hoje tá frio. E no banquinho, senhor Mateus. E aí, gente? Não tá frio não. Mateus, ele é do contra. Ele é do contra sempre. Sei. Olha só, tema de hoje, calma. Na semana passada no Mentorcast você assistiu Erros Básicos com pessoas. Por quê? Eu fiz dois episódios especiais do Mentorcast. Um já subiu semana passada e o outro vai subir essa semana. E este Conectando também vai ser um episódio especial falando sobre erros básicos que nós cometemos na vida. Porque no dia 14 de junho, que está próximo agora, nós vamos realizar o poder do básico.
Então você não alcança o extraordinário porque você comete erros básicos na vida. Então o que que eu resolvi? Vou gravar três episódios, três, quatro episódios especiais falando justamente sobre erros básicos para você entender o que é um erro básico, para você entender a importância de estar nesse treinamento. Então ele vai acontecer em Alphaville no dia 14 de junho, das 9 às 18. Aqui em Alphaaville, você precisa estar para identificar quais são os erros básicos que eu estou cometendo. Na descrição aqui do vídeo tem um link ingressos a partir de R$ 97. Então assim, ó, não
tem desculpa para você não estar aqui, entendeu? Até o VIP você no VIP você tem acesso a mim, vai tirar foto, vai ficar lá no no espaço no cofre junto comigo. Então você escolhe o que que é importante que você esteja. Então o tema de hoje, esse é um episódio especial. Eu vou falar sobre o básico, erros básicos no autoconhecimento. Então eu vou trazer hoje erros básicos que você comete no autoconhecimento. E eu gostaria de te fazer um pedido hoje diferente também. Além da curtida, da inscrição, que eu sei que você já fez. Não compartilhe
o vídeo ainda porque não é o momento, você precisa saber se o conteúdo é bom, mas eu gostaria que você colocasse de onde você está acompanhando ou conectando dessa semana. coloca seu nome e o estado de onde você está acompanhando, que a nossa equipe está ali fazendo um mapeamento. Ela quer saber de onde você está acompanhando esse episódio. Eu sei que tem gente de outros países, inclusive que acompanha o nosso canal. Então, coloca o seu nome nesse momento. Coloca lá seu nome, Cleiton de São Paulo. Só coloca isso só pra nossa equipe eh saber de
onde você está nos acompanhando. Então, vamos lá, ó. Erros básicos no autoconhecimento. Autoconhecimento, Cleiton, ele é importante, ele é fundamental, ele é o pilar principal na gestão das emoções. Você nos acompanha toda semana porque você quer evoluir na gestão das suas emoções. Então, qual que é o principal pilar que você acredita, Cleiton? Na minha opinião, é o autoconhecimento. Qual é o mais difícil? é o autoconhecimento. Por isso você comete erros básicos com relação a autoconhecimento sem você perceber. E por isso você tem uma dificuldade em gerir as suas emoções. Por isso você tem uma dificuldade
em se controlar em momentos que você não deveria falar coisas que você falou ou tomar decisões que você tomou. Esse autocontrole que você busca, a maior dificuldade dele vem porque o autoconhecimento não existe. Um exemplo muito simples que eu vou te dar aqui. Se eu já sei que eu não, o autocontrole não é a minha maior habilidade, para mim é um desafio. Isso aqui é um erro básico, tá? Ó, já um erro básico que você comete. Se eu já sei que o autocontrole não é a maior habilidade que eu carrego, é um desafio. E eu
já sei que algumas pessoas me tiram do sério com facilidade, quando eu vou encontrar essas pessoas, eu preciso me preparar e as pessoas não se preparam. Verdade. É mais ou menos assim, ó. A Ariele me tira do sério. Eu tenho um encontro com a Ariele, uma reunião, não importa. Eu já sei que ela me tira do sério. Eu não me preparo antes. Do jeito que eu estou, eu venho. Aí eu fico só esperando ela falar uma coisinha, pronto, começou a discussão. Isso é um erro básico que eu cometo por falta de autoconhecimento, por falta de
identificar quais são as pessoas que me desestabilizam. Deixa eu te explicar. Todos nós temos pessoas que desestabilizam, que tiram você do sério. A maioria, exemplo dos casais, quem tira você do sério em fração de segundos? Seu cônjuge Cleita, Luciana te tira do sério em fração de segundos. Infração de segundos é um olhar. Basta ela virar o olho ou um gesto que ela faz que eu não gosto. Pronto, aquilo ali por dentro já. Claro que aí eu equilibrado ali na gestão emocional eu seguro. Mas tirou do sério. Da mesma maneira que dependendo do que ela faz
o Cleiton fica muito feliz. Não, queria tirar uma dúvida. Ah, e e também do nada o cara faz assim para mim. Aí eu imagino que Mateus sendo Mateus nada muda. Eu não, então eu tirou do é o autocontroleus. É isso ao vivo. É, mas exemplo, nós temos pessoas que nos desestabilizam, mas por falta de autoconhecimento, eu não identifico quem são essas essas pessoas no dia a dia. E isso faz com que eu tenha conflitos, estresse, consuma minha energia, me arrependa de coisas que eu falo só porque eu não identifiquei quem são as pessoas que me
desestabilizam, quem são as pessoas que eu tenho dificuldade em lidar. Não é uma pessoa específica, é o jeito da pessoa. Então não é Ariele que me desestabiliza, é o jeito dela que me desestabiliza. Isso quer dizer o seguinte: se eu encontrar amanhã o João que é pares com Ariel, ele também vai me desestabilizar. E qual é o erro básico dessa história? Eu não identifico por falta de autoconhecimento. Eu não me conheço. Porque autoconhecimento é o quê? Eu me conhecer. Porque eu não me conheço, eu acabo cometendo erros básicos. Leiton, mesmo se você tiver num dia
ruim, dá para se controlar assim. Respirar aí. Olha só, se eu tenho autoconhecimento e eu estou em um dia mal, eu já sei que eu estou em um dia mal. Hoje de manhã eu fiz uma reunião com vocês. Eu falei para vocês o seguinte, falei assim: "Olha, o Cleiton do escritório, ele é diferente do Cleiton que a Luciana conhece." Sim. Então, exemplo, existe um Cleiton que vocês talvez nunca viram, que é o Cleiton no dia que ele não tá bem ou já viram. Cleiton, no dia que ele não tá bem, que eu sei pelo autoconhecimento,
eu tenho uma tendência a me isolar. Por quê? Porque eu não tô bem. Então isso quer dizer que dependendo do que você falar, você pode me irritar. Eu posso falar algo para você, porque eu estou irritado, não tem a ver com você, tem a ver comigo. Eu acabei falando. Então o o o dia mal quando ele chega, quando você não está bem, se você tem autoconhecimento, você já tem a tendência a se isolar. Exemplo, a Ariele quer falar comigo. Ariele, pode ser amanhã. Eu não preciso falar para ela porque hoje eu não estou bem. Sim,
pode ser amanhã. Amanhã a gente conversa com mais calma. Então, autoconhecimento é isso. Hoje eu não estou bem para falar com a pessoa, entendeu? Então, deixa para amanhã. Não, por falta de autoconhecimento, eu já tô irritado. Aí o Mateus pede para falar: "Ah, se o Mateus falar alguma coisa, é hoje que eu já descarrego tudo em cima dele. O problema é que o que eu vou descarregar em cima de você não tem a ver com você. É tudo que tá acumulado aqui dentro. Outros problemas. Sim, ó. Existe uma série de pessoas que andam com coração
cheio de lixo, vamos dizer assim. Que que é o lixo? Raiva, amargura, rancor, decepção, frustração. Tudo isso é lixo emocional, traição, entendeu? Tudo isso é lixo emocional. Isso quer dizer o seguinte, isso tá dentro do meu coração. Eu estou só esperando a oportunidade para colocar isso para fora. Quando que a oportunidade surge? Primeiro passo, no dia que eu não tô bem, não estou bem, apareceu alguém, falou algo que eu não concordo ou que feriu meus sentimentos ou feriu meus valores, pronto, eu vou descarregar nessa pessoa agora todo o lixo emocional que eu tenho dentro de
mim. Nossa, né? E a culpa não é dela. Quantas vezes alguém chegou e você olha, você fala assim: "Nossa, que estranho! Por que que você tá falando assim? Você não é assim. Você você não não entende. Você fica assustado. Você fala assim: "Não é a pessoa que eu conheço. Não, não. Ela é a pessoa que você conhece, só que agora ela tá revelando aquilo que ela carrega no coração." Nossa, as pessoas que nos tiram do sério, que nos desequilibram, elas servem para nos mostrar o quão desequilibrado ainda somos. Uau! Então, é mais ou menos assim,
ó. Eh, entende isso aqui. As pessoas que tiram você do sério, as pessoas que te desequilibram, as pessoas que te estressam, as pessoas que acabam com o seu dia, essas pessoas têm uma função na sua vida. Qual? Mostrar o quão desequilibrado você ainda é. Por quê? As pessoas só vão até onde nós permitimos. Então, eu é quem permito qualquer pessoa tirar a minha paz ou não. E se eu tenho pessoas no meu caminho que tiram a minha paz, é porque eu ainda não tenho esse autocontrole como eu deveria. Eu ainda não sou a pessoa equilibrada
como eu deveria. Então, essas pessoas, a função delas é mostrar para você que você ainda é uma pessoa desequilibrada. Você ainda precisa trabalhar o autocontrole, porque ela ainda consegue te tirar do sério. Se você entender a profundidade disso, muita coisa vai mudar na sua vida. Muito bom. Quem não faz isso comete um erro básico. Erro básico de autoconhecimento. Por isso que você precisa participar do treinamento. Isso é muito porque esse é um dos erros básicos que acabam com a sua vida. Cleiton, e como que eu identifico se eu estou sendo essa pessoa que tá com
entulho emocional? As pessoas sinalizam? É um comportamento meu? É só você olhar o seu estado emocional. Quando você não está bem, você tende a se isolar, você fica mais triste. Sim, você não quer muito papo com as pessoas porque você quer ficar mais isolada. Você estora com facilidade, você tem comportamentos que as pessoas estranham, as pessoas sinalizam se tá tudo bem. Essa pergunta assim, ó, tá tudo bem? Essa é uma pergunta que irrita muita gente. Pode ver. No dia que você tá estressado, a última pergunta que você quer ouvir, tá tudo bem? É verdade. Pode
ver, cara. Você ficou irritado, não tá? Se tivesse tudo bem, a pessoa não ia te perguntar, mas você aceita não. Aí que que você fala? Não, tá tudo bem, tá tudo em olho. Por quê? Já, tipo, até o tom de voz já muda. Uhum. Cara, não, não tá tudo bem, mas nada grave, estou resolvendo. É algo assim, sim. Ent, então, eu consigo identificar o lixo emocional. Consigo. Exemplo, quando você fica nervosa, o que que você fala quando você sai do sério, o que você fala? Tudo isso. Porque, ó, a boca, a Bíblia nos ensina o
seguinte: a boca fala que o coração tá cheio. Sim. Então, no momento em que eu fico nervoso, que eu fico estressado, que eu perco o controle, eu vou colocar para fora tudo que tá dentro do meu coração e que antes eu não tinha oportunidade de colocar. Cleiton, e uma pessoa que ela tem um coração limpo, no dia que ela tá nervosa, o que que ela faz? Ela vai olhar para você e vai falar assim: "Tá tudo bem, por contrário, ela não vai entrar em discussão, porque o coração limpo ele te ajuda a evitar entrar numa
discussão, entendeu? Sim. Uhum. Mas a pessoa fez algo, não, não, não, eu tô estressado, eu tô nervoso, ó, tá tudo bem, depois a gente conversa. Por quê? Porque se eu for falar agora, eu posso te ferir. O autocontrole ele não acontece, entendeu? Sim. E Cleiton, você já comentou também de ambientes que a gente conversa. Então, um exemplo, se você quer ter uma conversa mais leve com a pessoa, na sua sala, por exemplo, tem o sofá, então você na sua linguagem corporal mostra isso. Mas em casa, falando em relação aos pais para ou de pai para
filho, filho para pai, isso interfere também. Existem ambientes certos para você não despejar aquilo que você tá sentindo? na pessoa. Se você chegar hoje na sua casa, seu pai entra no seu quarto, senta na sua cama e fala assim: "Filha, senta aqui, preciso conversar com você". Diferente, eu fico mais mudou radar fez isso aqui. Verdade. Ou ele leva você lá na cozinha, puxa a cadeira, fala: "Filha, senta aqui que eu quero conversar com você". Ó, na hora mudou. Vou prestar atenção no que ele tá falando. Mudou. Não, todos os dias você chega, seu pai tá
sentado, sua mãe tá sentada, aí ele fala assim para você lá, você tá no seu lar, filha, ó. Eh, se arruma aí que eu quero falar com você. Existe uma grande chance de você não entender aquilo. Sim. Porque ele não mudou o cenário. Uhum. Entendeu? É verdade. Então, a nossa mente ela funciona assim. Às vezes o assunto é sério e aí você tá assim, pode ver, ó. Nós temos esse hábito com os nossos pais quando somos crianças. Você tá ali na doido para pedir uma. Eu lembro quando eu precisava pedir uma coisa pro meu pai.
Meu pai era mais bravo que minha mãe. Então assim, aí eu ficava ali, cara, era uma luta para falar. prepara, olhava para ele, tá bonzinho, não tá, vai deixar, não vai? Aí eu, pai, aí ele, oi. Aí, tipo assim, meu Deus, agora eu tenho que falar. Aí eu posso ir jogar bola? É mais ou menos isso, entendeu? Aí às vezes ele vai, oi. Que jogar bola? Não vai jogar bola não. Vai lá. Aí já falava mais ou menos isso. Mas exemplo, vamos supor que eu chegasse de uma maneira diferente. Sim, pai, posso falar com você
aí já? Opa, como assim? Nunca falou desse jeito. Eu queria que os meninos estão jogando bola. Eu queria jogar bola um pouco. Faz tempo que eu não jogo, senhor deixa. Mas uma criança não tem como consegue fazer isso. Mas na fase adulta a gente já consegue, entendeu? Então é você tirar do cenário para chamar a atenção da pessoa para que ela possa realmente prestar atenção em você. Não, a pessoa tá lá deitada no sofá, você quer falar com ela e quer que ela preste atenção. O assunto é sério, não vai levar a sério, porque a
mente dela não tá funcionando naquele momento. Para algo com seriedade. Uhum. Cleiton, eh, você tá falando dessa questão do dia mal, do lixo emocional. Qual que é o perigo da das pessoas? Você sempre fala que o negativo sempre tem um peso na nossa vida, que a gente foca mais nele? Qual que é o perigo da gente sempre olhar pelo lado negativo? Quanto mais eu olho pro lado negativo, mais amargurada fica a minha vida. Erro básico sobre autoconhecimento. Olhar as coisas pelo lado negativo. Quanto mais eu olho pelo lado negativo, mais amargurada a minha vida vai
ficar. Por quê? O lado negativo não tem por eu me orgulhar, ficar feliz, sim, ou comemorar. Mas a vida sempre te dá oportunidade de olhar os dois lados. Eu posso ver algo como positivo ou negativo. Se eu tenho a tendência a olhar tudo como lado negativo, mais amargurada a minha vida fica. Menos eu celebro, menos eu vou ficar feliz, menos eu vou querer falar com as pessoas, menos eu vou querer alegrar alguém. Sim. Por quê? Porque eu só vejo o lado negativo, entendeu? Então o lado negativo, ele fortalece crenças que eu preciso me libertar. O
lado negativo, ele fortalece complexos que eu carrego, que eu preciso me libertar. O lado negativo, ele fortalece a sua baixa autoestima, que talvez seja um dos maiores desafios que você tem. Sim. Então, nós sempre temos duas opções. Olhar pelo lado positivo ou cometer um erro básico. Olhar pelo lado negativo. Se você tem um hábito de olhar pelo lado negativo, dia 14 de junho, você precisa estar presente no poder do básico. Ah, no poder do básico você vai falar a mesma coisa que tá falando aqui, Cleiton? Claro que não. Aqui é é são tantos erros básicos
que fica tranquilo. Se eu passasse o ano gravando episódios aqui falando de erros básicos, eu ainda teria conteúdo para fazer o treinamento. Lá é você vai aprender outra coisa. Lá você vai aprender erros básicos na área financeira, na sua área conjugal, na sua área profissional, na sua área espiritual. Lá você vai aprender sobre as áreas. Aqui eu tô indo na sua área emocional também, mas aqui é só pensar. É mais profundo. Ó, erro básico que as pessoas cometem. Primeiro que eu anotei aqui, ó. Não conhecer a sua história. A maioria das pessoas não conhece a
sua história. Isso é forte. Como assim, Cleiton? Não conhecer a sua história. Exemplo, fala para mim uma história que você conhece. Minha? Não. Qualquer história de um personagem. De um personagem? Ah, é. Pode falar qualquer um. Um famoso que saiu da pobreza, cresceu, teve sucesso, fama. Não sei não. Ah, eu achei que você tá falando não. Qual que é personagem? Pequeno Príncipe. Você é bom de história. Você é bom de história. Entendi. Pode ser Branca de Neve. Tá. Branca de Neve. Você conhece a história da Branca de Neve? Sim. Sim. Tem os Sete Anões. S.
Tem a bruxa. Sim. Sim. Ó, é a história. É que você falou conhecer sua história. Eu fiquei pensando, será que é olhar para trás? Não sei. Aí eu falei isso. Calma. Quando você conhece a história, então, exemplo, se você tiver que contar a história da Branca de Neve aqui, você consegue, se você conhecer Uhum. Sim. Você vai falar: "Ah, que ela começou no espelho, espelho, espelho meu". É, é, não é essa foi a malvada, mas tudo bem. Ele não sabe a história, gente. É, é a história que eu toca nos anões. É melhor. É isso.
Então, assim, aí você vai contar a história porque você conhece. Sim. Se você não conhece direito, você vai fazer igual eu fiz. Pode ver, ó, a história que você conhece é uma que já é diferente da minha. Sim. Entendeu? Tá bom. Vamos lá. Conta agora a sua história. A sua história. Vamos supor, se você tivesse contar a sua história e se a sua história fosse se tornar um filme ou um livro, seria o quê? Seria um romance? Seria tragédia? Seria drama? Seria aventura, ação, seria comédia. É mais ou menos isso. Isso é conhecer a história.
Se você tivesse contar a sua história, entendeu? Creita, minha história dá para dá para fazer todo. Dá para pegar uma parte da minha vida e falar que foi um romance. Tem uma outra parte que foi a comédia, tem outra parte que foi o drama. É mais ou menos isso. Então, quando você começa a olhar paraa sua história e entender como as coisas aconteceram, olhar paraa história não muda o passado, mas muda a ótica. Sim. Entendeu? Então, exemplo, quando vocês estão aqui, que eu trago algo relacionado ao passado que te traz o entendimento, pode ver, você
muda a ótica. você. Caramba, eu achava que eu fazia isso por esse motivo. Então, na realidade é por esse. É isso. Por que que é importante você conhecer a sua história para que você possa trabalhar os gatilhos que você carrega, as feridas que você carrega? Todos nós temos feridas emocionais, entendeu? Os medos, a insegurança. Para você identificar quando que eu estou num processo de autossabotagem, quando que eu estou carregando um padrão de desistência. É por isso que eu tenho que conhecer minha história. Sim. Se eu não conhecer minha história, não tem como. Só que conhecer
a história é muito difícil. Por quê? Porque até para você olhar pra sua história, você pode olhar de duas maneiras, como positiva ou negativa. É verdade. A sua história de vida é uma história de vida positiva ou negativa? Positiva. A sua positiva. Positiva é ótima. Mas talvez antes de vocês chegarem e terem conhecimento, será que vocês tinham o mesmo olhar? Tem muita gente que tá acompanhando que se você fizesse essa pergunta para ela, falar assim: "Minha história é negativa porque eu só sofri na vida que eu tive que trabalhar desde cedo porque meu pai me
abandonou, porque minha mãe me batia, porque eu tinha que sustentar meus irmãos". Só que ela, olha só que interessante, é porque ela ela tá olhando sempre do lado negativo. Sim. Mas ela não percebe o quão resiliente ela é, quanta garra ela carrega, ela tem resiliência. quantos pela história, se tivesse passado pelo que ela passou, já teria desistido. Uhum. Então, e a o fato de você não olhar paraa sua história da maneira correta é um dos maiores erros básicos que nós cometemos quando se fala de autoconhecimento. Cleiton, a sua história teve momentos difíceis? Teve, mas teve
momentos de alegria. Na vida você já errou já, mas eu mais acertei do que errei. É mais ou menos isso. Eu conheço a minha história, entendeu? Então, quando você conhece a sua história, você entende um pouco como você funciona, o que é para ser seu e o que não é, o que te pertence, o que não pertence, o que combina com você, o que não combina. Sim, isso vai trazendo mais clareza na identidade. Mas assim, Cleiton, para você, como que foi conhecer de fato a sua história de uma forma prática? É, é o momento que
você para e, e começa a refletir, se anota? Não foi decepcionante, porque foi quando eu caiu a ficha de que eu vivia num mundo que existia na minha cabeça, onde eu achava que eu era uma pessoa mais legal do mundo, que todo mundo me amava e todo mundo gostava de mim. Nossa. E aí quando você descobre que o problema não são as pessoas, o problema está em você. Autoconhecimento é isso, porque quando você tem um nível mais aprofundado de autoconhecimento, a primeira ficha que vai virar é que o problema não está nas pessoas, o problema
está em mim. Sim. Entendeu? Aí você começa a conhecer a palavra, você vai perceber que Jesus fala muito sobre autoconhecimento. Tudo Jesus traz para você. Por que que Jesus traz muita reflexão para si? Por que que Jesus não fala tipo assim, eh eh coloca a culpa no outro? Por que que vocês acham? Porque ele entendeu que começa nele. F. É só isso porque quando se todo mundo pensasse assim, a gente ia se perdoar mais, talvez mais humildade. Isso porque primeiro colocar a culpa no outro a gente já faz. Sim. Segundo o outro não tá na
minha mão. Não é nossa responsabilidade. Não consigo mudar você. Eu consigo mudar o Cleiton. Uhum. Mas eu não consigo mudar você. Então, o o auto o autoconhecimento, a gestão emocional, o que Jesus sempre traz nas reflexões é para que você mude, porque você não tem poder de mudar o outro. Então, quando ele manda você tirar a trava dos seus olhos, hum, é porque você não consegue tirar a trava dos olhos de outra pessoa. Sim. A mulher era adúltera, o povo queria apedrejar. Nossa, verdade. O que que ele fez? Olha só que interessante. O que que
ele fez? Ele trouxe a consciência. Olha, para quem conhece a Bíblia, a mulher adúltra já estava ali pronta para ser apedrejada, multidão ao redor dela com a pedra na mão. Jesus chega e aí questionou ele. Fale aí, olha pra sua história. E aí, que que você vai falar agora? Porque a lei manda apedrejar. Que que você vai falar agora? Jesus agacha e fica lá escrevendo no chão. Jesus poderia falar o seguinte: "Olha, eh, ela tá errada, mas vocês também não estão errado? Por que que vocês vão atacar a pedra nela? Jesus poderia defender ela dessa
maneira. Sim. Sim ou não? Uhum. Ou poderia fazer o contrário. Não, tá errado, tá com a pedra e pegar uma pedra também. Fala e vai que eu também vou jogar. Uhum. Não. Que que Jesus fez? Não acusou ninguém. Sim. Ele só fez uma pergunta. Aquele que não tiver pecado, quer tira a primeira pedra? Cara, isso para mim é uma maior autorreflexão, um dos momentos mais tipo fortes de autorreflexão que Jesus faz. Sim. Que nesse momento ele faz todo mundo olhar para dentro de si, falar: "Pera aí, aquele que não tiver pecado, ih, eu pequei semana
passada, rapaz, pequei hoje, tá prestando, acabei de pecar, eu passei uma vida pecando, como assim vou atacar uma pedra nela?" Sim. E aí a Bíblia fala que os mais velhos começam a soltar as pedras, né? Porque mais nível de consciência ou mais nível de pecado. E sai e ele chega para ela e fala assim: "Eh, cadê os que te acusam?" E ela fala: "Já foram?" Aí ele fala: "Vai e não peques mais". Aí sim ele fala: "Vai, não erra mais, hein, filho? Pelo amor de Deus, dessa vez você escapou". Mas Uhum. Entendeu? Então ele vá,
não peques mais, ela vai sair dali consciente. Isso é o quê? Ele trouxe autoconhecimento. Então, se você pegar tudo aquilo que ele nos ensina, vem pro autoconhecimento. Você vai ver que Jesus fala assim: "A sua fé te curou". Pera aí. A sua fé, então, quer dizer, você teve fé, você acreditou que eu seria capaz de fazer um milagre, entendeu? Então, tudo isso é o que? Autoconhecimento. É você olhar para dentro. Sim. Por isso que ele traz tanto essa questão de você refletir, de você olhar para dentro de si, porque seria muito fácil se Jesus nos
ensinasse a colocar culpa nas pessoas. Ele não precisava ensinar isso, porque isso a gente já é especialista. Verdade. Tem fazer curso. Você já fez algum curso? Aprenda a colocar a culpa nas pessoas. Não. Já fez? E como é que você, onde você aprendeu a pôr a culpa nas pessoas? Porque nós somos especialistas em colocar a culpa nas pessoas. N está em nosso. Nós somos formados. Pode ver. A culpa não é minha, não. O erro é porque o fulano atrasou, é porque não sei o quê. Não, não fui eu. Ninguém. É difícil encontrar pessoa que fala
assim: "Não, o erro foi meu". Sim. Entendeu? Então isso isso é é autoconhecimento. É quando você olha para você, pera aí, a Bruna errou. Errou. Eu como líder, ela errou. Tá bom, mas eu também tô errado. Deixa eu primeiro ver o que eu poderia ter feito para ter evitado. Sim. Ah, Ariele tá chateada comigo, beleza, mas o que eu poderia ter feito para evitar essa chateação? Quando você começa a pensar assim, a sua vida muda. É diferente. Muito bom. Porque você sai do modo de defesa, entendeu? Você para de ficar só se defendendo no sentido
de de coitadinho, de vítima, de vítima. E vai pro modo de autorresponsabilidade. Uhum. Então, tem alguém chateado com você? Tem. Qual é a sua responsabilidade nisso? O quanto você contribuiu para isso, independente se a pessoa tá certa, se ela tá errada. Então, quando você olha para você, o nível de autorresponsabilidade aumenta. O problema é que as pessoas não gostam de assumir responsabilidade. Por isso que eu evito o autoconhecimento, porque quanto mais eu olho para mim, mais responsável eu sou pelos meus atos, mais difícil minha vida se torna. Sim, pô, ninguém tá errado, só sou eu.
Uhum. Entendeu? E Cleiton, você falou que foi basicamente frustrante depois que você conheceu a sua história e entendeu a sua responsabilidade. Mas depois que você entendeu isso, o que que você fez? Qual foi a sua ação para mudar? Primeira coisa que eu fiz, eu saí pedir perdão pra Luciana, pros meus filhos, pros meus pais, para alguns amigos. Saí pedindo perdão para todas as pessoas que eu vi que eu tinha cometido um erro. Sim. Segunda coisa que eu fiz, comecei a fazer o que é certo. Então, eu tenho uma coisa comigo que me ajudou que é
tipo assim, eh, vamos supor, tem uma tem um chocolate aqui. Tudo bem que eu quase não tô comendo chocolate, mas tem um chocolate aqui e não tem ninguém vendo. Eu não sei. Chocolate é do Mateus, sei lá. Tá, mas chocolate tá aqui. Sim, cara. Se eu comer o chocolate, ninguém vai ficar sabendo, porque ninguém viu que eu estava aqui, ninguém viu o chocolate aqui. Então eu tenho uma coisa comigo, ninguém vai ficar sabendo, mas eu sei. Então se eu sei, para mim já é o suficiente. Nossa, que lição forte, entendeu? É assim, eh, como que
eu caminho na vida? É assim, eh eu descobri que o seu pagamento na hora do cálculo foi errado R$ 100. Você não percebeu, tanto é que você não reclamou, mas você não precisa saber, porque eu já sei. Se eu já sei, já é o suficiente para eu ir lá e corrigir. Então eu não preciso esperar alguém chegar até mim para falar: "Ó, você errou". Se eu identificar um erro, eu mesmo já vou lá e corrijo. E se for necessário, eu já vou lá e passo perdão. Tem erros que eu não identifico, que as pessoas me
sinalizam: "Ó, você errou aqui, OK?" Sim. Mas hoje eu caminho com o olhar no seguinte. Cometi um erro, Cleiton, mas ninguém viu, ninguém ficou sabendo, não. Eu fiquei sabendo. Se eu fiquei sabendo já é o suficiente. Até porque se eu fiquei sabendo, Deus também tá sabendo. Então, verdade. É suficiente mesmo. É consciência. Então não adianta. Uhum. Entendeu? Então isso me ajudou muito. Uhum. Antigamente era o seguinte, alguém ia ficar sabendo. Não. Então não precisa contar. Hoje não. Eu já tô sabendo. Tá errado. Se tá errado, vai lá e corrige. Uhum. Pode ver, às vezes vocês
trazem situações crit, ó, isso aqui passou, tal, mas ninguém viu, não, mas a gente viu, vai lá e corrige. Sim, entendeu? Muito bom. Muito bom. Segundo ponto, segundo o erro básico que você comete sobre autoconhecimento, não aceitar os erros. Que que é não aceitar os erros? É ficar contando uma história. Uhum. Entendeu? Nós somos especialistas em contar histórias. Nós somos especialistas. Nossa, se você pegar nossa mente a criatividade que a gente tem para criar um um um fluxo, uma história e isso aquar um cenário, entendeu? Deduções. Pode ver, nós somos especialistas em deduzir. Sim. Não,
a a o fulano tá com inveja de mim. Ah, o fulano tá com raiva, entendeu? Então, assim, essa especialidade que nós carregamos, ela ajuda a não aceitar os erros. Sim. Exemplo, se você é uma pessoa ferida, se você cresceu sendo muito cobrado, quem muito é cobrado na infância tem sentimento de não posso errar. Então, o perfeccionismo ele vem de um excesso de cobrança na infância normal. Então, uma pessoa que ela que ela que o a cobrança que ela recebeu na infância, ela ela trouxe marcas, quando ela cresce, a última coisa que ela quer admitir que
ela tá errada. Porque tipo assim, pô, na minha infância eu sempre ouvi meu pai falando que eu tava errado, minha mãe falava que eu tava, todo mundo falava que eu tava errado. Agora que eu cresci, agora eu não vou aguentar, agora não vou aceitar ninguém falar que eu tô errado. É onde você começa a criar justificativas para não admitir que tá errado. Porque admitir que tá errado para você é a última coisa que você quer no mundo. Exemplo, quem é perfeccionista, você quer ver um perfeccionista sofrer, ele tem que verbalizar Uhum. que ele tá errado.
É a última coisa que ele quer. Ó, é difícil ele admitir e a última coisa ele ter que verbalizar para ele é o fim do mundo. No caso, se torna uma pessoa reativa porque já é automático. Não é questão de reativa, é reativa no caso da defesa. Mas é assim, ele não vai admitir, ele vai falar: "Não, você, cara, você pegou o negócio, colocou aqui na beirada e deixou cair". Não, mas eu coloquei na beirada. Tudo bem, mas se vocês não tivessem batido a mão, não tinha caído. Sim. Não, tudo bem. Mas você concorda que
se você não tivesse colocado na beirada, a chance de cair era menor? Não, tudo bem. Mas você concorda se vocês também tivessem prestado atenção no É mais ou menos assim. O perfeccionista ele não admite porque para ele admitir que eu errei. Não, pera aí, não vou admitir. Sim. Não, vocês poderiam ter tdo atenção também, tá? Pode ver que ele fala assim: "Não, tudo bem, mas vocês poderiam ter tirado atenção." Ele não fala assim: "Tá bom, eu errei". Pode ver, tem gente que não consegue verbalizar, eu errei. Errei. Se eu não consigo verbalizar, eu errei. Eu
não consigo verbalizar, me desculpa. Sim. E se eu não consigo verbalizar, me desculpa, isso quer dizer que eu sempre tô com a razão. Uau! Isso quer dizer que as pessoas também podem se cansar de mim. É difícil você conviver com uma pessoa que é dona da razão. Verdade. Que mesmo quando ela está errada, ela quer dizer que você está errado. Por quê? Porque eu tenho dificuldade de admitir o erro. Gente, qual é o problema em errar? Todo mundo erra. É verdade. Uhum. Qual o problema errar? Todo mundo erra. Não, errar não pode, porque meu pai
falou que não pode, porque minha mãe cobrava, porque perfeccionismo, uma série de coisas. Mas é erro básico você viver uma vida sem admitir os erros. Cleiton, mas assim, na sua na sua vida, você sempre teve facilidade de admitir ou foi algo que você foi construindo? E como que foi esse processo? E até os 35 anos eu não errava não, filho. Que errava? Era sabe tudo. É, eu era sabe tudo mesmo. É ruim que eu errava. Eu era vendedor. Uhum. Entendeu? Muitos anos. Eh, persuasão, raciocínio rápido. É, mas não era, não tava errado. Então, e quando
você tava falando assim, ó, você errou, eh, ali assim, assim, eu já tava aqui pensando na justificativa. Cleiton, ó, você essa frase aqui, você trocou a palavra, você falou errado. Aí, olha, mais ou menos isso. Ah, então aí a gente tinha lá os problemas e não sei o quê. Aí, tipo, depois alguém chega e fala assim: "Cito, ó, fica atento porque você falou problema". Eu antigamente, não. Então deixa eu te explicar. Quando eu falo problema, é porque aí eu vou eh atingir um público. Nossa, o público que fala problema. Então tem muita gente que fala
problema. É intencional. Aí eu me conecto com essas pessoas. Então assim, não é que eu errei, é que é uma maneira de Aí a pessoa ia olhar e falar: "Ah, tá, você tem razão. Nem ia discutir". É. Entendeu? Hoje, hum, verdade. Me desculpa, preciso me policiar. Aí eu vou ficar aqui pensando, pera aí, o que que eu vou fazer para que esse erro não se repita? Então, hoje não é só me pedir desculpa, aceitar o erro, eu vou além, é o que eu posso fazer para que o erro não volte a acontecer. Sim. Então, o
Cleiton até os 35 anos ele não errava. Era muito difícil alguém chegar e tipo assim, cara, você tá errado. As pessoas mostravam o meu erro, mas eu não admitia porque eu vinha com argumento, eu queria e no fim a pessoa, tipo assim, cara, aceita porque é o tolo. Por isso que eu falo, eu eu sou eu era especialista em ser tolo. Então, de tolícia eu entendo, porque eu era um especialista. Por isso quando eu bato o olho num too, eu sei. Por qu Por que que você sabe, Cleit? Cara, eu era tolo e com tolo
você não discute. Com tolo você não contraria. Ó, erro básico na vida, querer discutir com tolo. Pronto, deixa eu te ensinar algo aqui, ó. Um dos maiores erros básicos que nós cometemos, querer discutir com o tolo. O tolo você não discute, o tolo você não contraria, o tolo você não corrige, porque ele não quer, ele é tolo, ele não quer aprender. Ele acha que ele é dono da razão, ele acha que ele sabe tudo. Quer um conselho, se você encontrar com tolo, mantenha a distância. E se ele te falar algo, concorde com ele, porque a
melhor maneira de você conviver com tolo é concordando com ele. Agora, você quer arrumar um problema paraa sua vida, começa a discordar do tolo. Começa a querer corrigir um tolo. Então, seja sábio, nunca discuta com tolo. Todas as vezes que você quer discutir com tolo, esse é um dos maiores erros básicos que você comete nas suas emoções, na sua vida. Não discuta com os tolos. Muito bom. Bom, inclusive tem até um provérbio que fala isso, que quando você discute com tolo, você é mais tolo do que ele. É, não, alguma coisa assim tem, mas é
mais ou menos isso mesmo. É, é uma versão adaptada a Mateus, assim, mas não é Mateus Almeida 71. Tem vários, tem vários, na verdade tem sim, tem vários versículos que falam sobre isso. Tem um versículo que ele fala assim que não adianta você discutir com too, porque ele está focado apenas no seu próprio entendimento. É tipo assim, ele só tá focado no que tá na cabeça dele. Não tá ouvindo o que você tá falando. Sim, ele tá só focado aqui, ó. Ele é o dono da razão, entendeu? Por isso que não adianta você discutir com
ele. Eu era esse cara, eu era esse tolo, entendeu? E esse tolo, Cleiton, como é que você fez para ele sumir da sua vida? Ele não sumiu, ele tá aqui dentro. Vira e mexe às vezes vem, mas aí você decide que não, você não faz mais parte da minha vida. Sim. Ah, mas você não é batizado. Sou. Então, mas o não é o velho homem? É, mas ele não morreu afogado não. Porque o velho homem fica dentro de você. Isso é forte. É. Entendeu? E você decide se ele vai fazer parte da sua vida ou
não. Por quê? Quando você desce as águas, não apaga sua memória do passado, entendeu? E agora começa zerado. Você começa zerado no mundo espiritual, uma série de coisas, mas a memória não, ela continua. Você vai decidir se daqui paraa frente agora eu sou outra pessoa, porque realmente eu tive um encontro com Jesus e eu me converti de verdade ou se daqui paraa frente de dependendo com quem eu tiver, eu vou dar uma volta aqui, vou voltar a ser essa pessoa depois. Pode ver que tem muita gente que é assim: "No trabalho é um comportamento, no
domingo na igreja é outro". Sim. Não houve a transformação. Essa pessoa não se converteu de verdade. Nem os discípulos que andavam com Jesus. Tem passagem que Jesus repreende Pedro e fala que ele não se converteu ainda. Entendeu? Então é é é isso é importante. Quando eu entendi isso, que a memória não era apagada, que os velhos hábitos não poderiam fazer mais parte. Sim. e que eu sou responsável para que esses velhos hábitos não façam mais parte, minha vida começou a mudar. E qual que é o principal pilar assim paraa nossa mente para que essa transformação
aconteça? De fato, é decisão, não sei. Decisão. Decidi fazer o que é certo, principalmente quando não tem ninguém olhando. É isso. Muito bom. Muito bom. Cleiton, o que te ajuda? decidi, porque eu decidi fazer o que é certo, principalmente quando eu estou sozinho, quando não tem ninguém olhando, ou seja, principalmente quando está eu e Deus. Então, você é santo? Não, claro que não. Vira e mexe eu me pego fazendo coisa errada. Pensamentos, pensamentos você não controla, você controla o que sai da boca. Verdade. Entendeu? Então, V mex às vezes vem um pensamento do velho homem,
pronto, não, isso não te pertence mais. identificar, vai orar mais, vai vigiar, vai ouvir o louvor, vai fazer outra coisa. Muito bom. Fica sozinho para você ver. Fica sozinho com o celular na mão para você ver. Fica sozinho com celular na mão e não coloca um negócio que edifica a sua vida para você ver o que que vai aparecer para você. A Bíblia fala que o nosso inimigo está ao nosso derredor só esperando, fica sozinho. Então isso quer dizer assim, você não tá sozinho, tem alguém ali ao seu de redor só esperando o vacilo, só
esperando a brecha. Verdade, para fazer algo que você olha e fala assim: "Não tem ninguém vendo". E é onde a brecha começa a entrar. Daqui a pouco as coisas acontecem. Nada acontece por acaso. Tudo é construído, entendeu? E as pessoas não percebem. Sim, verdade. Por quê? Porque elas não se policiam quando elas estão sozinhas. Muito bom. Dúvidas? Apenas os nossos inscritos. Dúvidas? Ficou com alguma dúvida aí? Parou. Temos convidados. Temos plateia hoje. Plateia hoje. Aliás, eu tenho uma dúvida que ficou comigo. Tem também. Vou falar a minha primeira rapidinho que ficou desde o começo do
episódio, porque vou perguntar, vou perguntar e não perguntei. Eh, teve um momento que você falou que quando a gente vai encontrar uma pessoa difícil, a gente tem que se preparar para encontrar com ela para, enfim, não dá muito explodir e tudo mais. Como que seria esse preparar para encontrar alguém difícil? Isso eu não ficou claro para mim. Primeiro passo, quem são as pessoas difíceis? Exemplo, uma pessoa que grita, você tem facilidade em falar com ela? Não, uma pessoa ignorante, você tem facilidade de falar com ela? Então, só que o ignorante pode chamar Pedro, João, José,
Maria, certo? Porque não é o nome da pessoa, é o comportamento dela. Então isso quer dizer o seguinte: se você conhece alguém que tem um hábito de gritar e gritar é algo que te faz muito mal, eu preciso me preparar. O que que é me preparar? Não vou com expectativa de que eu vou chegar, essa pessoa vai falar baixinho comigo. Já vou entendendo que a qualquer momento ela vai começar a gritar, mas isso não tem a ver comigo. Isso é algo que ela carrega, que é um problema dela e vai evitar que te atinja. Aquilo
não vai me atingir. Então, exemplo, você está feliz, o Mateus está triste. Vou encontrar com o Mateus. Já sei que o Mateus reclama, que ele murmura, cara, mas eu preciso falar com ele. A hora que ele começar, eu vou só concordar. Lembra que eu falei? Você só concorda? É, não, porque não sei o quê, o dólar subiu e não sei o quê. E é isso aí, sim. Uhum. Tá. Eh, vê para mim um relatório, só assina aqui. Pronto, saí. Entendi. Então, isso é se preparar. Já cheguei aqui blindado. Não, não vai. Tem pessoas que t
até que orar antes. Faz oração antes. Senhor, coloca os anjos aqui já. Vamos lá, Senhor. Vamos comigo. Espírito Santo, me acompanha. Chega lá, não entra na provocação. Agora você não se prepara. Chega lá, a pessoa começa a falar, quando vai ver, ativou seu gatilho, sem você perceber, você tá discutindo, você vai ver, se sai de lá estressada, acabou com seu dia, porque você não se preparou. Mas o dia ela também ficou nervosa, não, ela já é nervosa por natureza, então para ela é normal, você não é nervosa. Então isso é se preparar, identificar quais são
as pessoas que toda vez que eu vou falar aquilo mexe comigo. Então deixa eu já me preparar para falar com ela. Entendi. Como? Olha só, pergunta da Saonara. Saonara, que é do Prime Club, aluna do LS Club. Como manter o controle emocional com os filhos? Primeiro, eu sempre falo o seguinte: você tem que entrar no mundo dos seus filhos e não querer que os seus filhos entrem no seu mundo. Então, olha só, você pega uma criança de cinco, de sete, que 9, 10, não importa. Eh, eh, olha a sua idade. Quem tem mais conhecimento? Exemplo,
você ou seu filho. Se você tem mais conhecimento, quem tem mais responsabilidade? Você ou ele? Quem tem que obedecer a quem? Ele tem que te obedecer desde que você fale uma linguagem que ele entenda. Entendeu? O que que é falar uma linguagem que ele entenda? Desde que eu fale uma linguagem que eu entre no mundo dele. Entrar no mundo dele não é oi, olha, olha o aviãozinho, não sei o que, isso, aquilo, mas é falar de uma maneira que ele entenda o que você está falando. Em algumas situações eu vou ter que estabelecer limites para
ele. Em algumas situações eu vou ter que chamar a atenção dele, entendeu? Só que tem uma coisa, eh, se seu filho perceber que ele te desestabiliza, isso aqui é do ser humano. Quando quando, exemplo, ele chega e fala assim: "Mãe, posso comer chocolate?" Aí você fala assim: "Não, porque você vai almoçar". Olha que interessante, porque isso é do ser humano. Só que ele sabe que se ele subir no sofá e começar a pular, ele vai te irritar. Quem irritou quem primeiro? Ela irritou ele primeiro porque ela falou: "Não vai comer chocolate", entendeu? Porque você vai
almoçar só depois do almoço? Aí ele ficou irritado. Como ele é uma criança, ele ainda não tem uma noção exata das coisas. Tem criança, que que ele faz? Eu vou irritar minha mãe, vou subir no sofá e vou começar a pular. Aí o que que você faz? Pronto, já falei 15 vezes para ele que eu não quero ele pulando no sofá. Pronto, te desestabilizou. Você não para para fazer a leitura falando: "Ah, olha só que espertinho". Ele ficou com raiva, agora ele quer me deixar com raiva. Por que você faz a leitura, você vai chegar
e falar o seguinte: "Davi, deixa eu te falar uma coisa. Por que você está pulando agora ou você não vai comer o chocolate nem depois do almoço? Porque você sabia que não deveria pular? Aí eu estou no controle. Sim, você ensinou sem precisar gritar, sem violência, sem nada, mas na hora você não percebe. Aí você fala assim: "Cleito, como que uma criança consegue passar o pai e a mãe para trás?" Oxa, é muito simples, porque ele já sabe o que desestabiliza. É tipo assim, basta ele ficar irritado que ele vai lá e faz algo para
chamar atenção. Não é para descontar, não é porque ele tá com raiva para descontar por causa do coração ali, não é isso não. É só para chamar atenção. A maioria das crianças eh que irritam os pais e na realidade o que ela tá buscando é chamar atenção. Só que, infelizmente, a única maneira que ele tem de te chamar atenção é quando ele te irrita, porque quando ele fica bonzinho, brincando, quietinho, em silêncio, os pais não dão atenção. Não tô falando que é o seu caso, mas os pais não dão atenção. Sim. Se o pai chegar,
a criança tiver lá sentadinha, brincando quietinho, pode ver aí, vai lá dar um beijo, tal, oi, filho. Talhe, não dá atenção para você ver. Seu filho vai dar um jeito de chamar atenção. Não tem jeito, gente. Isso. Tanto é que, e esse é um dos comportamentos que nós trazemos pra fase adulta. Uhum. 70% do nosso comportamento vem da infância. Aqui, ó, se eu não der atenção para vocês, vocês vão dar um jeito de chamar minha atenção. Isso é normal. Nas empresas é o que mais acontece. funcionários em que ele se sente rejeitado, porque nós temos
dificuldade com a rejeição, com o abandono, ele vai dar um jeito de chamar atenção. Uhum. Muito forte. E isso de se adaptar ao mundo também, se os filhos têm idades diferentes, no caso, entra no que você fala da criação personalizada. Exatamente. Que que é criação personalizada? A maneira que você fala com de cinco, não é a mesma maneira que você fala com de 10. Que que o pai faz? Ele traz toda uma linha para todos. Sim, entendeu? E não é o de 10 é uma linguagem, o de cinco é outra. O de cinco tem um
entendimento, o de 10 tem outro. Só que, ah, então, justamente por isso, de 10 não era para est pulando no sofá junto com de cinco, então. Mas o problema é que a maneira que ele tem de chamar atenção é quando ele se comporta igual de cinco. Aí você olha para ele. Pro de 10 é difícil, engraçado. Eu não posso pular no sofá igual de cinco. Mas aí se você sair, você fala: "Ó, fica de olho no sermão quer dizer, eu tenho 10 anos e tenho agora responsabilidade sobre outra vida". Uhum. Mas se ele falar assim,
compra o celular, não, você não tem idade para ter celular. Ué, não tenho idade para ter celular, mas tenho é capacidade de ter uma responsabilidade sobre a tua vida, porque quando você sai, você pede para ficar de olho nele. No parquinho você manda ficar de olho nele. A criança não entende. Por que que para algumas coisas eu posso e e outras eu não posso. Não tenho idade para isso, mas tem idade para cuidar de outra vida. É verdade. Incoerência. Isso é um outro episódio. Ela queria polemizar, então é individual. É, ela queria polemizar. E vamos
lá, Cleiton. A pergunta é da Malu Almeida. Identifiquei que tem pessoas na minha vida que não consigo me afastar, mas me bloqueiam na vida. Quais ações preciso tomar mediante a isso? Primeiro, ela precisa decidir o quanto ela quer crescer, entendeu? Uhum. A vontade dela de crescer precisa ser maior do que o apego às pessoas que bloqueiam ela. Hum. Seu primeiro ponto. Porque se ela descobrir que o apego às pessoas é maior do que a vontade de crescer, não tem nada a fazer. Continua sofrendo. Muito forte. Você só consegue tomar essas decisões quando a vontade de
avançar é maior do que a de ficar parado, entendeu? Igual eu identifiquei que tem pessoas que me bloqueiam. O que que eu vou fazer? Eu vou me distanciar. Eu vou evitar, eu vou estabelecer limites, eu vou falar não, porque se eu não estabelecer limites, as pessoas vão continuar me bloqueando. Eu vou desviar. Exemplo, tem uma pessoa me bloqueando aqui, ó. Eu vou desviar, vou por aqui. Não, mas eu quero ir por aqui. Não vai, porque por aqui a pessoa tá te bloqueando. Não, mas eu vou falar para ela que eu quero passar. Vai lá, você
vai arrumar uma confusão, vai discutir, ela vai acabar com su com o seu dia, com a sua vida. Não desvia, não discute. Uhum. Isso são pessoas que estão focadas em crescer, porque ela identificou que as pessoas estão procurando. Ah, não, Cleiton, mas eu não consigo falar. Ah, então se você não consegue, então também não adianta eu te dar conselho, porque você não consegue. Sim. Por que que adianta dar conselho para quem já sabe que não consegue? Uhum. Então, então estabelecer limites, falar não, evitar, manter distância, ajuda a se libertar dessas pessoas que te paralisam. Muito
bom. OK. Episódio especial sobre erros básicos que cometemos no autoconhecimento. Existe um poder no que é básico. Por isso que dia 14 de junho nós temos um evento chamado o poder do básico. Cleiton, esse episódio eu estou vendo depois do dia 14 de junho. Então você tem que participar da Imersão Evolution, porque se você vê até o final você é uma pessoa que eu quero na imersão. Na descrição do vídeo tem um link. Na descrição tem um link que você vai clicar. Imersção Evolution é um ambiente onde a gente trabalha gestão emocional, gestão de pessoas
e gestão estratégica. São três dias comigo em uma imersão onde você tem oportunidade de perguntar, mas você recebe muito conteúdo. Além da experiência, além da mudança de mentalidade, muitos que a gente escuta é um divisor de água na vida das pessoas. Então é um ambiente que você acelera muita coisa na sua vida sobre a gestão, sobre o autoconhecimento, sobre a sua identidade. Então, coloque os dados que a nossa equipe vai entrar em contato com você. O vídeo fez sentido para você? Pega esse link, compartilhe com o máximo de pessoas, porque nós temos o objetivo de
chegar a 1 milhão de inscritos. Contamos com a sua contribuição. Deus abençoe a todos. Até o próximo episódio. Что?