muito insatisfeito com a minha vida como um todo, né? Então, eu tava numa sociedade naquela época que não tava mais virando, cara. Era muita discussão, era cabeças divergentes.
Então, eu queria ir para um lado, tinha um sócio meio que tava pendendo para esse meu lado, mas ainda tava meio que ali no meio e o outro tava querendo ir pra direita. Então, então tava muito insatisfeito. E aí, cara, eu desenvolvi uma depressão muito grande.
Ah, mesmo? muito forte. Eh, e aí como um mecanismo de fuga, eu comecei a tomar muito remédio para dormir.
Então assim, eu, cara, me afundei. Isso aconteceu durante quanto tempo, Edgar? Começou em 2019.
Eh, logo no, eu fui morar com a minha atual esposa, né? Hoje minha esposa, na época era minha minha namorada, a gente foi morar junto e assim saí de casa do causa da mãe, né, cara. Não pagava nada.
E eu passei a ser um homem da casa com responsabilidades, então pagar conta e tal. Então já tinha uma família ali, por mais que éramos eu e ela. Sim.
Isso já te dá uma pressão. Com certeza, cara. Empresário.
Eh, você fala: "Puta, cara, deu merda, o que que eu faço se um cliente meu sair? " E aí eu comecei essa depressão. Logo na sequência minha mulher engravidou, cara, do nosso primeiro filho.
E aí assim, insatisfação com o escritório, essa nova fase de dono de casa, filho, cara, minha cabeça começou a ficar uma loucura. Comecei a tomar muito remédio para dormir, muito remédio, veio pandemia. Aí, cara, arregaçou, arregaçou.
Eu cheguei a tomar 20 e poucos comprimidos por dia para dormir, cara. Então, brincando, vai, eu acordava depois de ter tomado o remédio, acordava, tomava café, eh, tomava remédio novo, dormia, era um ciclo, passava o dia dormindo a base de remédio. E eu fui internado numa clínica, cara, para desintoxicação.
Isso em 2020, na época da pandemia. Então, assim, pouca gente sabe hoje já, porque eu já falo e já foi outros podcasts, e aquilo assim eh me acendeu um alerta, cara. Eu não podia, não queria mais aquela vida que eu tinha, sim.
Ou seja, de ficar patinando, ficar trocando dinheiro. Então você ganha aqui, gasta aqui, sabe? Não tinha uma, não tava construindo uma riqueza.
Aham. Então aquilo foi, fiquei três meses internado, saí e aí eu terminei a sociedade. O Daniel veio comigo, nós somos hoje muito próximos, tal.
E cara de E eu ali foi o ponto de decisão que eu falei, eu não quero mais a vida que eu tenho, então eu preciso mudar. E como que eu mudo? Cara, mudando cabeça minha mentalidade.
E aí comecei a consumir conteúdos do G4 na época os caras estavam começando, né? Hoje é uma máquina, mas eles estavam começando. Eh, G4, o, eu sempre falo isso inclusive para ele, pro Caio Carneiro.
Não sou amigo dele, longe disso, mas assim, ele ele me conhece porque a gente já trocou ideia, a gente faz parte da MLS, tal. E eu sempre falei assim: "Cara, você foi um cara que me ajudou muito com o o Seja o livro. " Uhum.
foi um livro que eu li e me ajudou a sair da das trevas, digamos assim. Então, essa mudança, cara, e esse episódio especificamente foi o que me fez mudar absurdamente. E de lá para cá, eu comecei a conhecer pessoas que comecei a me aproximar de pessoas muito boas e, cara, só deslanchei.
Então, assim, eh, a, a gente precisa eh arrumar um motivo que seja maior do que as nossas melhores desculpas, sabe? Sim. Então assim, eu sempre tive um uma excelente desculpa, mas quando nasceu meu filho, cara, esse foi o meu melhor motivo, né, para eu para eu mudar.
Então, aí mudei, cara, e de lá para cá, graças a Deus, assim, estar em ambientes, eh, que me tiram da zona de conforto, que me deixam até até certo ponto desconfortável. Pô, eu tô numa mesa com Johnny que fatura milhões, o cara é sócio do Flávio do Flávio, do Caio, do Joel. Cara, isso é muito bom.
O Johnny a gente troca mensagem, sabe? A gente é amigo assim. Eh, então estar nesses ambientes para mim é muito bom, sabe?
Com empresários que faturam milhões. Eh, pô, tenho tenho um amigo próximo que é sócio do Neymar, cara. Então, assim, estar nesses ambientes para mim é muito bom e me faz eh querer sempre mais e ter uma mentalidade de sucesso.
Então, isso eu acho que esse não sei se eu respondi sua pergunta. Sim, cara. E história muito Primeiro, né?
Tipo assim, muito mesmo. Tipo assim, eu não sabia desse lado, né? E eu acho que tem uma coisa também que não sei se você vai concordar, né, cara, por toda essa dificuldade nesse período que você passou, eu acho que o momento também quando isso se clareia, eu acho que a vontade de fazer mais, ela se torna muito grande, porque você já sabe o que que é passar por um perrengue no sentido de vida mesmo.
Eh, e assim, acho que o empreendedor ele ele é cercado de medo, né? né? A gente tem medo de perder negócio, a gente tem medo de perder o cliente, você acabou de mencionar isso.
A gente tem esses medos e parece que esses medos travam a gente de agir também. Então a gente às vezes tem medo de dar um tiro no sentido de investir algo em pessoas eh em uma sociedade pelo receio do que pode acontecer. Só que quando você já experimentou uma situação horrorosa, você fala: "Cara, eu passei disso putz, meu eu acho que você fica um pouco mais sagaz e talvez um pouco mais rápido a passar a a tomar alguns pequenos riscos.
Lógico que risco tem que ser medido, mas assim, quem não se arrisca, não se arrisca a entrar no Energy, que é o que você fez, entrar no Fire, a se aproximar desses caras que não toma esse tipo de risco, porque ah, mas mas se eu perder tal cliente, botar essa grana, sabe? Porque a gente faz muito essa, esse paralelo. Mas quem não se arrisca em algumas situações como essas tende também dar uma estagnada, cara.
O jogo que você vai jogar é o preço que você vai pagar, cara. Jogar é que você tá disposto a pagar. Então, quando eu entrei no Fire, por exemplo, cara, era uma mensalidade de R$ 5.
000 por mês. Eu não tinha essa grana para investir num negócio que tava nascendo, né? Sim.
E, cara, arrisquei, deu super certo, deu um Ry gigantesco para mim, deu uma um efeito associativo ao Johnny. Uhum. Maravilhoso.
Lógico, a gente precisa eh ter um plano, a gente precisa a gente precisa medir o risco. Mas cara, se você não tomar risco, cara, esquece. Você não, se você tem medo de tomar risco, sai, sai fora.
É, esse não é o jogo para você. Vai ser empregado de alguém, funcionário, sem problema nenhum com relação a isso, mas você não tá pronto para empreender. Sim.