Amados em Cristo, venho diante de vós com o peso de uma mensagem que arde em meu espírito como fogo consumidor. Falo-vos hoje sobre a santificação, essa jornada sagrada e necessária que todo verdadeiro cristão deve empreender rumo à perfeição em Cristo Jesus. Não me refiro a uma perfeição segundo os padrões humanos, mas aquela perfeição do amor que o Senhor requer de cada um de nós, conforme está escrito em Mateus, capítulo 5, versículo 48.
Sede vós, pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. Quantos de vós que professis o nome de Cristo vivem como se estas palavras fossem mera sugestão e não um mandamento divino? Quantos ousam chamar-se cristãos enquanto suas vidas permanecem manchadas pelo pecado deliberado e pela desobediência consciente?
A santificação não é opcional na vida cristã. Ela é o próprio propósito pelo qual fomos salvos. Paulo declara em Primeira Tessalonicenses, capítulo 4, versículo 3, que esta é a vontade de Deus, a vossa santificação.
Não podeis ignorar esta verdade sem colocar em risco vossa própria alma. O Espírito Santo foi derramado não apenas para vos consolar, mas para vos transformar a imagem daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz. Muitos há que se contentam com uma religião superficial, com uma aparência de piedade que nega o poder transformador do evangelho.
Vão à igreja, cantam os hinos, fazem suas orações mecânicas, mas seus corações permanecem intocados pela graça santificadora. São sepulcros caiados, belos por fora, mas cheios de podridão por dentro. A santificação verdadeira começa com um arrependimento genuíno, não apenas um remorço passageiro ou um medo do inferno, mas uma profunda tristeza pelo pecado e um voltar-se completo para Deus.
É um morrer diário para o eu e um viver constante para Cristo. Como disse o apóstolo em Gálatas, capítulo 2, versículo 20: "Já estou crucificado com Cristo e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim. Esta não é uma experiência mística reservada para alguns poucos escolhidos, mas o chamado universal para todo aquele que deseja seguir o mestre.
Olhai para vossas vidas neste momento. Examinai vossos corações com sinceridade diante do Senhor. Há pecados secretos que ainda acariciais?
Há áreas de vossa vida que ainda não foram rendidas ao senhorio de Cristo? A santificação exige rendição total, não parcial. Deus não aceita meio coração.
Ele requer tudo ou nada. Muitos querem os benefícios da salvação sem o compromisso da santificação. Querem o céu sem a santidade, o prêmio sem a corrida, a coroa sem a cruz.
Mas isto é impossível, pois sem santificação ninguém verá o Senhor, conforme está escrito em Hebreus, capítulo 12, versículo 14. A jornada da santificação não é um caminho fácil ou confortável. É uma estrada estreita, íngreme e muitas vezes solitária.
Jesus advertiu em Mateus, capítulo 7, versículos 13 e 14, sobre a porta estreita e o caminho apertado que conduz à vida, e poucos há que o encontram. Por que poucos? Porque a santificação exige que abandonemos nossos ídolos mais queridos, que renunciemos aos prazeres pecaminosos que tanto amamos, que crucifiquemos a carne com suas paixões e concupiscências.
O mundo vos dirá que isto é fanatismo, que Deus não requer tanto de vós, que podeis viver uma vida equilibrada entre o sagrado e o profano. Mas eu vos digo, baseado na autoridade das Escrituras, que não há meio termo no reino de Deus, Cristo mesmo declarou em Apocalipse capítulo 3, versículos 15 e 16, que vomitará de sua boca os mornos. A santificação é um processo contínuo de transformação pelo poder do Espírito Santo.
Não é algo que alcançamos em um momento de êxtase espiritual e depois podemos relaxar. É uma batalha diária contra o pecado, o mundo e o diabo. Paulo compara esta jornada a uma corrida em Primeira Coríntios, capítulo 9, versículos 24 a 27, onde ele disciplina seu corpo e o reduz à servidão para não ser desqualificado.
Quantos de vós estais correndo esta corrida com determinação? Quantos estais lutando o bom combate da fé com todas as vossas forças? Vejo muitos que começaram bem, mas abandonaram a corrida no meio do caminho.
Outros que correm sem rumo, sem disciplina, sem propósito. A santificação requer método, disciplina e perseverança. John Wesley estabeleceu o que chamamos de meios de graça, a oração fervorosa e constante, o estudo diligente das escrituras, o jejum regular, a participação na Santa Ceia, a comunhão com os santos.
Estes não são rituais vazios, mas canais através dos quais a graça santificadora de Deus flui para nossas vidas. Quantas horas passais em oração sincera cada dia? Não falo de orações rápidas e superficiais, mas de tempo real na presença de Deus, lutando em oração, como Jacó lutou com o anjo até prevalecer.
Quantos capítulos da Bíblia ledes com fome espiritual, não apenas para cumprir uma obrigação religiosa. O jejum tornou-se uma prática esquecida entre muitos que se dizem cristãos. Mas Jesus disse em Mateus, capítulo 17 versículo 21, que há certos tipos de demônios que só saem pela oração e pelo jejum.
A santificação não acontece por acidente. É o resultado de escolhas deliberadas e consistentes de buscar a Deus com todo o coração, toda a alma e todas as forças. Permiti-me ser ainda mais direto convosco.
Muitos vivem uma vida dupla. Santos no domingo e mundanos durante a semana. Vossas conversas, vossos entretenimentos, vossas ambições, tudo revela um coração dividido.
Como podeis esperar crescer em santidade quando vos alimentais constantemente do lixo deste mundo? Os olhos que deveriam estar fixos em Jesus estão cobiçando as vaidades desta vida. Os ouvidos que deveriam estar atentos à voz do espírito estão cheios das músicas e filosofias mundanas.
A mente que deveria estar cativa a Cristo está poluída com pensamentos impuros e imaginações vãs. A santificação exige separação. Segunda Coríntios, capítulo 6, versículos 14 a 18, nos chama a sair do meio deles e sermos separados.
Não podeis ter comunhão com as trevas e esperar andar na luz. Não podeis beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios. Muitos de vós estais brincando com o pecado, achando que podeis controlá-lo, mas o pecado é um mestre cruel que escraviza e destrói.
Aquele pecadinho secreto que achais inofensivo está corroendo vossa alma como um câncer. Aquela amizade mundana que manteis está vos afastando de Deus. Aquele relacionamento impuro que cultivais está destruindo vossa comunhão com o santo.
A santificação exige coragem para cortar o que precisa ser cortado, mesmo que doa. Jesus disse em Mateus, capítulo 5, versículos 29 e 30, que se teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros, do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. Estas são palavras duras, mas necessárias.
O pecado não pode ser negociado, deve ser mortificado. Romanos, capítulo 8, versículo 13, declara que se viverdes segundo a carne morrereis. Mas se pelo espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.
A mortificação do pecado é parte essencial da santificação. Não basta confessar o pecado. É preciso abandoná-lo completamente.
Não basta sentir remorço. É preciso verdadeiro arrependimento que produz mudança. Quantos de vós confessais os mesmos pecados semana após semana, mês após mês, ano após ano, sem nunca verdadeiramente abandoná-los?
Isto não é cristianismo, é hipocrisia religiosa. Se essa mensagem está queimando em seu coração, quero te convidar a conhecer o ebook completo 30 dias de avivamento, um chamado à presença de Deus que vem acompanhado de dois bôos preciosos. Desafio de sete dias pós ebook Aviva-me, Senhor.
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Pode ser exatamente o que sua alma precisa neste momento. A santificação não é apenas abandonar o mal, mas abraçar ativamente o bem. é crescer em amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança.
Os frutos do espírito mencionados em Gálatas, capítulo 5, versículos 22 e 23. Estes frutos não são opcionais ou decorativos, são a evidência de uma vida verdadeiramente transformada pelo poder de Deus. Onde está o amor que suporta tudo, crê tudo, espera tudo, sofre tudo?
Conforme descrito em Primeira Coríntios, capítulo 13. Vejo muitos que guardam rancor, que não perdoam, que vivem em amargura e ódio e ainda ousam chamar-se cristãos. O amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo deve transbordar em amor genuíno pelo próximo.
Não um amor sentimental e superficial, mas um amor prático que se sacrifica, que serve, que dá sem esperar receber. Wesley pregava que a perfeição cristã é a perfeição do amor, amar a Deus com todo o coração e ao próximo como a si mesmo. Esta não é uma impossibilidade, mas uma realidade alcançável pelo poder do Espírito Santo.
Muitos limitam Deus com sua incredulidade, dizendo que é impossível viver sem pecar deliberadamente. Mas a palavra de Deus declara em Primeira João, capítulo 3, versículo 9, que qualquer que é nascido de Deus não comete pecado, porque a sua semente permanece nele e não pode pecar, porque é nascido de Deus. Isto não significa que alcançamos uma perfeição absoluta onde nunca erramos ou falhamos, mas significa que podemos viver livres do domínio do pecado, que podemos ter vitória sobre as tentações, que podemos andar em novidade de vida.
O problema é que muitos não creem verdadeiramente no poder transformador do evangelho. Contentam-se com uma salvação que os livra da condenação, mas não do poder do pecado. Querem ir para o céu quando morrerem, mas não querem viver como cidadãos do céu enquanto estão na terra.
A santificação é viver aqui e agora como filhos de Deus, refletindo seu caráter, manifestando sua glória, sendo suas testemunhas fiéis nesta geração perversa e corrupta. É ser sal, conforme Jesus ordenou em Mateus, capítulo 5, versículos 13 a 16. Mas como pode o salgar se perder o seu sabor?
Como pode a luz iluminar se está escondida debaixo do alqueire? Muitos de vós viveis vidas tão semelhantes aos ímpios que vossos vizinhos e colegas nem sabem que sois cristãos. Onde está o testemunho poderoso de uma vida transformada?
Onde está a diferença que deveria marcar os filhos de Deus? A santificação requer vigilância constante. Pedro adverte em Primeira Pedro, capítulo 5, versículo 8, para sermos sóbrios e vigilantes, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar.
Muitos caem porque baixam a guarda, porque se tornam complacentes, porque acham que já alcançaram um nível seguro de espiritualidade. Mas Paulo, mesmo sendo um apóstolo maduro, declarou em Filipenses, capítulo 3, versículos 12 a 14, que não havia alcançado a perfeição, mas prosseguia para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Se Paulo não se considerava chegado, como podeis vós relaxar em vossa jornada espiritual?
A santificação é um processo que dura toda a vida. Cada dia apresenta novas oportunidades para crescer em graça, novas batalhas para vencer, novas alturas para alcançar em Deus. Mas também cada dia traz novas tentações, novos desafios, novas oportunidades para cair se não estivermos vigilantes.
Quantos começaram bem, mas terminaram mal. Quantos eram fervorosos em sua juventude espiritual, mas agora estão mornos e indiferentes. O tempo, em vez de amadurecê-los, endureceu seus corações.
A familiaridade com as coisas sagradas gerou desprezo. A rotina religiosa substituiu o relacionamento real com Deus. Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé, como Paulo exorta em segunda Coríntios, capítulo 13, versículo 5.
Não assumais que, porque fostes salvos há 10, 20 ou 30 anos, estais seguros. A salvação não é apenas um evento passado, é uma realidade presente que deve ser evidenciada por uma vida de santidade crescente. Muitos confiam em uma experiência passada enquanto suas vidas presentes negam qualquer realidade espiritual.
Dizem: "Eu aceitei Jesus quando tinha 15 anos. Mas onde está Jesus em vossa vida agora? Onde está a evidência de sua presença transformadora?
A santificação não é estática, é dinâmica. Ou estáais crescendo ou estais morrendo espiritualmente. Não há neutralidade no reino espiritual.
Jesus disse em Lucas, capítulo 11, versículo 23, que quem não é comigo é contra mim, e quem comigo não ajunta espalha. Cada dia que não avançais em santidade, estais retrocedendo. Cada oportunidade desperdiçada de crescer em graça é um passo para trás em vossa jornada espiritual.
O Espírito Santo está constantemente trabalhando para vos conformar à imagem de Cristo, mas muitos resistis à sua obra. Entristeceis o Espírito com vossa desobediência. Apagais o espírito com vossa incredulidade.
Resistis ao espírito com vossa teimosia. Deixai-me falar agora sobre o poder do Espírito Santo na santificação. Muitos tentam viver a vida cristã em suas próprias forças e inevitavelmente falham.
A santificação não é autoaperfeiçoamento moral, não é reforma exterior baseada em força de vontade humana. é uma obra sobrenatural do Espírito Santo na vida daquele que se rende completamente a Deus. Jesus prometeu em João capítulo 14 versículo 16 que enviaria outro consolador para estar conosco para sempre.
Este consolador, o Espírito Santo, não veio apenas para consolar, mas para capacitar, transformar e santificar. Ele é o poder de Deus operando em nós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade. Conforme Filipenses, capítulo 2, versículo 13.
Mas muitos de vós viveis como se o Espírito Santo não existisse. Vossas orações são fracas porque não orais no espírito. Vossa luta contra o pecado é infrutífera porque lutais na carne.
Vosso testemunho é impotente porque não é ungido pelo Espírito. A promessa de Atos, capítulo 1, versículo 8, permanece válida. recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo.
Este poder não é apenas para realizar milagres externos, mas principalmente para o maior de todos os milagres, a transformação do caráter humano, a semelhança de Cristo. Quantos de vós verdadeiramente buscais ser cheios do Espírito Santo diariamente? Efésios capítulo 5 versículo 18 ordena: "Enchei-vos do Espírito!
Isto não é uma sugestão, é um mandamento. Não é uma experiência única, mas uma necessidade contínua. Assim como o corpo precisa de alimento diário, a alma precisa ser continuamente cheia do espírito para manter-se forte na jornada da santificação.
O Espírito Santo é santo e ele não pode habitar confortavelmente em um templo sujo. Primeira Coríntios, capítulo 6, versículo 19. Lembra que vosso corpo é o templo do Espírito Santo.
Como tratais este templo? Que tipo de coisas permitis entrar nele? Se Cristo viesse visivelmente à vossa casa hoje, haveria coisas que precisariais esconder, filmes que precisariais jogar fora, músicas que teriais vergonha dele ouvir, conversas que não ousariais ter em sua presença.
Mas ele está presente. O Espírito Santo vê tudo, ouve tudo, sabe tudo. Nada está oculto aos seus olhos.
A santificação é viver constantemente consciente da presença santa de Deus, deixando que esta consciência governe cada pensamento, palavra e ação. É o temor do Senhor, que é o princípio da sabedoria, conforme Provérbios, capítulo 9, versículo 10. Preciso advertir-vos sobre os perigos da falsa santificação.
Há aqueles que confundem legalismo com santidade, que estabelecem regras externas rígidas, mas negligenciam a transformação do coração. Jesus condenou severamente os fariseus por esta hipocrisia em Mateus, capítulo 23. Eles davam o dízimo da hortelã, doendro e do cominho, mas omitiam o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé.
A verdadeira santificação não é conformidade externa a um conjunto de regras, mas transformação interna pelo poder do espírito. Não é usar certas roupas, evitar certos lugares ou seguir certas tradições. É ter a mente de Cristo, o coração de Cristo, o caráter de Cristo.
Por outro lado, há aqueles que usam a graça como desculpa para a libertinagem. Dizem, estamos debaixo da graça, não da lei, e vivem como se a graça fosse licença para pecar. Judas, versículo 4, adverte sobre aqueles que transformam em dissolução a graça de Deus.
A graça que não produz santidade não é a verdadeira graça de Deus. Tito, capítulo 2, versículos 11 e 12, declara que a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente. A graça verdadeira nos ensina a dizer não ao pecado, e sim à justiça.
Ela nos capacita a viver vidas santas, não nos dá permissão para viver vidas profanas. Muitos querem a graça perdoadora, mas rejeitam a graça transformadora. Querem o perdão de Cristo, mas não seu senhorio.
Querem ser salvos por ele, mas não querem segui-lo. Isto é impossível. Jesus não é um salvador dividido.
Ele salva para santificar. Ele redime para restaurar. Ele perdoa para transformar.
A santificação é a evidência da salvação genuína. Tiago, capítulo 2, versículo 26 afirma que a fé sem obras é morta. Não somos salvos pelas obras, mas somos salvos para as boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que andássemos nelas, conforme Efésios, capítulo 2, versículo 10.
Onde estão as obras que evidenciam vossa fé? Onde está o fruto que prova que estais ligados à videira verdadeira? Jesus advertiu em João, capítulo 15, versículos 1 a 6, que todo ramo que não dá fruto será cortado e lançado no fogo.
Esta é uma advertência solene que não podemos ignorar. A ausência de fruto espiritual é sinal de morte espiritual. A falta de crescimento em santidade indica falta de vida verdadeira em Cristo.
Concluo esta mensagem com um chamado urgente ao arrependimento e à consagração total. O tempo é curto, a eternidade é longa e vossa alma é preciosa demais para ser desperdiçada em uma religião vazia e sem poder. Hebreus capítulo 3, versículo 7 e 8 exorta: "Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações.
Hoje é o dia da salvação. Hoje é o dia de começar ou renovar vossa jornada de santificação. Não adiais para amanhã o que o Espírito Santo está falando ao vosso coração agora.
Alguns de vós precisais nascer de novo, pois nunca experimentastes verdadeiramente a regeneração. Tendes uma forma de religião, mas nunca fostes transformados pelo poder de Deus. Outros precisais voltar ao primeiro amor, pois vos desviastes do caminho e estais vivendo em apostasia.
Ainda outros precisais avançar em vossa jornada de santificação, pois estagnastes e vos acomodastes em um nível medíocre de espiritualidade. Seja qual forsa condição, Deus vos chama hoje para uma vida de santidade radical. Ele não vos pede nada que não esteja disposto a vos capacitar a fazer.
Sua graça é suficiente. Seu poder se aperfeiçoa na fraqueza, conforme Segunda Coríntios, capítulo 12, versículo 9. Mas deveis estar dispostos a pagar o preço.
A santificação custará tudo o que sois e tendes. Custará vossos pecados favoritos, vossas ambições mundanas, vosso orgulho, vossa autossuficiência. Mas o que recebereis em troca não tem comparação.
Paz que excede todo entendimento, alegria indisível e cheia de glória, comunhão íntima com o Deus do universo, vitória sobre o pecado e o diabo e a certeza da vida eterna. Não vos enganeis pensando que podeis servir a dois senhores. Não podeis.
Chegou a hora de escolher definitivamente a quem servireis. Josué declarou em Josué, capítulo 24, versículo 15: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Que escolha fareis hoje?
Continuareis vivendo uma vida morna, dividida, impotente, ou vos rendereis completamente ao senhorio de Cristo e embarcareis na gloriosa jornada da santificação. O Espírito Santo está pronto para vos encher, transformar e capacitar. Jesus está intercedendo por vós à direita do Pai.
O céu inteiro está torcendo por vossa vitória, mas a decisão é vossa. Ninguém pode tomá-la por vós. Que o Deus de paz vos santifique em tudo e todo o vosso espírito, alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.
Conforme Primeira Tessalonicenses, capítulo 5, versículo 23. Amém. Se essa palavra falou com você, inscreva-se no canal Mensagem de Sabedoria.
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