Julho de 2024, centenas de milhares de venezuelanos tomam as ruas acusando Nicolás Maduro de ter fraudado as eleições. A oposição afirma ter reunido evidências concretas de manipulação nas urnas. A pressão popular explode.
[Música] >> Washington declara oficialmente: "As denúncias são legítimas. off ano mais tarde, com um regime de repressão consolidado, a administração Trump decide dar um basta. A resposta vem rápido e rede nacional pueblo atreviera inicio del final del imperio norteamericano.
[Aplausos] O conflito é iminente, mas não apenas entre Estados Unidos e o regime maduro, nos bastidores, dois dos grupos mais temidos do planeta estão prestes a se enfrentar. if you have anyalce 122 374228 or go onl [Música] alive or dead. [Música] [Música] Um mercenário é um soldado sem pátria, sem ideologia e também sem limites.
Não está na guerra por acreditar em algo. Está porque aprendeu a viver dela. A maioria desses homens têm histórico militar.
São ex-oficiais, ex-fuzileiros. ex-agentes de forças especiais treinados não só para sobreviver, mas para matar. E quando deixam a ativa, muitos descobrem que sair do combate é mais difícil do que entrar.
Nobody guys. É por isso que decidem retornar ao único ambiente onde ainda se sentem úteis, a guerra. Só que agora não é porver, mas por dinheiro.
>> O número de mercenários cresceu exponencialmente nas últimas décadas. Nos últimos 5 anos, só os Estados Unidos gastaram mais de 2 trilhões de dólares com empresas militares privadas. Durante a guerra do Iraque, houve períodos em que haviam mais contratados do que soldados americanos em campos de batalha.
Esses homens operam sob regras diferentes. São avaliados psicologicamente, treinados para agir sem hesitação e preparados para fazer o que for necessário em prol de um objetivo. Entre todos os grupos mercenários, dois deles se destacam no cenário global, Blackwater e Grupo Wagner.
Fundada no começo dos anos 2000 por um ex-fuzileiro naval americano, a Blackwater se tornou um braço de guerra não oficial dos Estados Unidos. Seu fundador, Eric Prince, ganhou notoriedade e influência nas últimas décadas, chegando a faturar mais de 1 bilhão de dólares em contratos governamentais. Durante a guerra do Iraque, o grupo participou de operações secretas, resgates de reféns e escoutas armadas em zonas de guerra.
Mercedes. >> O grupo americano é composto por ex-militares de elite, especialmente Navy Seals, Delta Force e Rangers. O soldado médio da Black Water ganha entre 10 e 25.
000 por mês, dependendo do risco da missão. Em operações críticas, esse valor pode triplicar. Não tem pensão, não tem funeral oficial, só existe dinheiro.
A mesma motivação que une soldados do outro lado do planeta. Criado na Rússia com a fachada de empresa de segurança privada, o grupo Wagner é tudo menos privado. Seu fundador Yevgen Prigen era um oligarca próximo a Putin.
Há diversas evidências de que desde sua criação, a estrutura de comando do Wagner participa de articulações políticas, recebe treinamento de nível militar, obtém acesso a armamentos pesados e logística em forte simbiose com o Ministério de Defesa Russo. Atuaram na Ucrânia, Síria, Líbia, República Centro e em golpes militares na África. Não há limites para o grupo Wagner.
A lei sob qual eles operam é a força. E apesar de a maioria dos integrantes serem exmitares, o grupo tem um diferencial em relação a Black Water. Eles também recrutam criminosos.
У вас есть кто-нибудь, кто может вас десятки сробираю, но не всегда живы. O pagamento varia conforme a origem do contrato. Na África estima-se que cada soldado recebe 4000 por mês.
Já na Síria, o valor pode ultrapassar os 10. 000, mas o lucro real não vem dos contratos. Nos últimos anos, o grupo Wagner expandiu sua atuação para muito além dos campos de batalha.
Na República Centro, seus homens foram enviados para escoltar autoridades locais, mas pouco tempo depois passaram a controlar minas de diamante e zonas de mineração ilegal. No Sudão, firmaram acordos com forças militares locais em troca de acesso a minas de ouro, criando rotas clandestinas de exportação para Dubai e para Rússia. Na Síria, garantiram campos de petróleo para o regime de baixar SAD em troca de contratos que davam ao Wagner até 25% da produção total dos poços conquistados.
Esse é o verdadeiro modelo de negócios do Wagner. Oferecem proteção para estados falidos e em troca. É aí que as coisas começam a ficar interessantes, porque a Venezuela é exatamente esse tipo de estado, riquezas naturais, instabilidade política e isolamento global.
Um incentivo claro, uma oportunidade muito mais valiosa do que o prêmio pela cabeça de Maduro só tem um problema. [Música] Em 7 de agosto de 2025, a administração Trump dobra a recompensa por Nicolás Maduro de 25 para 50 milhões de dólares. A Casa Branca passou a reconhecer Maduro não como o presidente da Venezuela, mas como um chefe de cartel que sequestrou o país.
Isso legitimou a pressão para a captura do ditador. Nas aparências, essa mudança era só um gesto simbólico. Mas nas entrelinhas, Trump estava enviando uma mensagem para alguém em especial, um sinal verde para agir.
Quem entendia dos bastidores sabia quem era o destinatário da mensagem. Eric Prince, fundador da Black Water. Em 2024, ele sugeriu que o governo elevasse o prêmio para 100 milhões de dólares.
Não foi uma oferta direta, mas mesmo que fosse, não teria sido a primeira. Em 2019, Prince articulou um plano concreto para a derrubada de Maduro. Ele propôs o envio de um exército mercenário de 5000 homens, com o apoio de operações de inteligência seguidas por missões armadas no território.
O plano tinha um preço, 40 milhões de dólares. Ele argumentava que a Venezuela precisava de um evento dinâmico para romper o impasse político. A proposta foi levada até o alto escalão do governo Trump, que inicialmente negou o apoio.
Mas agora, 6 anos depois, com a oferta de 50 milhões na mesa, essa operação se tornava financeiramente viável e politicamente legítima. Prince entendeu a mensagem e respondeu com um post que viralizou instantaneamente. >> Querem ele vivo ou morto?
Poucos dias depois, os Estados Unidos fazem seu maior movimento militar dos últimos anos na América Latina. Especulações começaram a surger sobre conexões entre o tweet de Prince e as movimentações militares na costa da Venezuela. Os rumores são de que o aumento do prêmio para 50 milhões de dólares, somado à força militar oficial sendo enviada à Venezuela, cria uma atmosfera perfeita para que Prince aja como uma espécie de empreiteiro de guerra que orquestrará o serviço.
Não há qualquer tipo de confirmação pública, mas indícios apontam que Eric Prince já começou a posicionar peças no tabuleiro para se envolver com a captura de Maduro. Ainda em agosto, uma de suas empresas, Aectus Global, firmou contratos para enviar centenas de combatentes privados ao Haiti. O objetivo da missão parece não ter relação com a Venezuela, mas passa uma mensagem clara.
Ele está de volta ao jogo. Sim, de volta. Isso porque em 2007 a Black Water ficou mundialmente conhecida por um verdadeiro massacre a civis iraquianos.
[Aplausos] [Música] [Música] O escândalo chocou o mundo, o que gerou o afastamento de Prince, que precisou fazer uma espécie de rebranding. A partir dali, ele assumiu outras empresas de segurança privada mais discretas. A Vectus Global é a frente mais recente de seu império mercenário.
Discreta, registrada em barbados, mas operando com a mesma lógica de sempre. Contratos lucrativos em zonas de instabilidade. Através da Vectus, Prince está reativando conexões antigas, empresas de fachada, contratos no Caribe e reuniões discretas com ex-contratados da Blackwater.
Tudo indica que ele está movendo peças no tabuleiro. E se for verdade, seus homens estão prestes a enfrentar um adversário extremamente duro. [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] formalmente competenci [Aplausos] delal presidente [Aplausos] janeiro de 19.
Nicolás Maduro enfrenta a maior crise de seu regime até o momento. Juan Guaidó se autoproclama presidente e com apoio das massas. O mundo inteiro espera uma ruptura do regime maduro, mas algo impede o colapso.
Parte mercenários que ejecutan missões secretas para RG para reforzar la seguridad delictador Nicolás Maduro. Segortou a agência >> sem alarde, um grupo de mercenários russos chega a Caracas. Não tinham uniformes oficiais, não exibiam bandeiras, estavam ali para proteger Maduro.
Relatórios de inteligência europeia e fontes de segurança venezuelanas indicam que 400 homens do grupo Wagner chegaram naquela semana. A presença deles foi notada em deslocamentos de comboios blindados com escultas falando o idioma russo. Maduro se manteve no poder.
Aquela operação foi o primeiro sinal claro. Putin estava disposto a colaborar com a ditadura na Venezuela. Mas por quê?
A Venezuela tem uma das maiores reservas de petróleo do mundo. A maioria está localizada em áreas de acesso restrito, onde poucas empresas conseguem operar, exceto as russas. >> A Rússia e a Venezuela fortaleceram os laços durante um encontro em Moscou.
Hoje o líder americano sul-americano Nicolás Maduro e o presidente russo Vladimir Putin assinaram um acordo de parceria estratégica. >> Depois das sanções e do isolamento do país, quem manteve a estatal PDVSA funcionando foram os russos. A Rosneft, gigante estatal russa, firmou acordos bilionários com a Venezuela.
recebeu acesso privilegiado aos campos petrolíferos mais promissores do país. Putin claramente está enxergando algo que o ocidente ignorou por tempo demais. A Venezuela pode se tornar uma extensão estratégica, não só para a Rússia, mas também para aliados como China e Índia.
O que Maduro recebe em troca é a proteção militar. Relatórios apontam o envolvimento direto do grupo Wagner no controle de zonas de mineração ilegal na Venezuela. O modelo de negócios já havia sido bem-sucedido na África e agora está sendo replicado na América Latina.
Para Eric Prince, a captura de Maduro significa embolsar algumas dezenas de milhões. Mas para Putin, protegê-lo significa fincar presença militar no quintal dos Estados Unidos. Não sabemos o que vai acontecer quando os dois grupos mercenários se cruzarem.
Mas talvez a pergunta não seja o que vai acontecer, e sim o que não está mais acontecendo? A ilusão de soberania entre as ditaduras, a neutralidade da América Latina, a era em que as guerras precisavam ser declaradas. A guerra chegou ao nosso continente e está sendo feita através de contratos, de interesses disfarçados de operações de segurança.
Vamos ficar atentos aos próximos acontecimentos, porque a próxima zona de guerra talvez esteja mais próxima do que podemos imaginar. É por esse tipo de risco que uma quantidade massiva de pessoas está abandonando o Brasil. O que muita gente não sabe é que não precisa sair fisicamente daqui para estar financeiramente protegido e colher os benefícios de se ter uma documentação de um país mais livre.
Mas isso eu te explico melhor no vídeo que eu deixei na descrição. Clica lá e eu te vejo em alguns segundos. Eu sou Abraham e essa é a minha contribuição.